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GERAL => Outros Temas => Tópico iniciado por: dOM JORGE em 16 de Fevereiro de 2019, 08:11

Título: Internet, redes sociais e os pseudomédiuns
Enviado por: dOM JORGE em 16 de Fevereiro de 2019, 08:11
                                                               VIVA JESUS!




              Bom-dia! queridos irmãos.




                     Internet, redes sociais e os pseudomédiuns
             
 

Atualmente coexistimos com a volúpia da era digital e recebemos exageradas e detalhadas informações de dados pessoais que são fornecidos desadvertidamente aos bancos de dados virtuais e às diversas redes sociais da Internet. Tal realidade cibernética tem sido um verdadeiro MANÁ para as tramóias “mediúnicas” dos pseudomédiuns, ambiciosos e mistificadores.

É verdade!

De algum tempo para cá, venho recebendo e registrando considerável quantidade de insinuações advindas de pessoas honestas, porém indignadas, revelando-me as malandrices e ciladas “pseudopsicográficas” artificiosas provindo de alguns celebrizados pseudomédiuns nos territórios espíritas. Por esta razão, utilizo-me deste alerta, a fim de prevenir os confrades desavisados do Movimento Espírita Brasileiro. Faço isso por causa dos protestos de inúmeras pessoas, que expressam recriminações ponderadas, como testemunhas que abalizam indícios sobre os atos ardiloso da “psicografia” censurável.

Divulgo aqui o alerta, avaliando os episódios irregulares (e cibernéticos) contra os ilegítimos artifícios “psedomediúnicos” de “pseudopsicografias” praticados por pseudomédiuns , ambiciosos e mistificadores.

Advirto que entre tais pseudomédiuns, ambiciosos e mistificadores existe os que oferecem livros “psicografados” para comercialização, alguns pseudomédiuns são proprietários de editoras inscritas  com próprio nome e há os que não têm sequer um emprego fixo.

Existem os pseudomédiuns “injuriados e caluniados” que permanecem reclamando contra ilusória “perseguição” provinda de investigadores probos. Aliás, tais pseudomédiuns, ambiciosos e mistificadores (que deveriam estar nos cárceres), empregam os escudos protetores das ameaças judiciais contra os que o denunciam.  Na verdade, sob delírio, os pseudomédiuns, ambiciosos e mistificadores não conseguem ultrapassar o estereótipo de atores de tragicomédias e vêm arremessando no lixo a mediunidade dos médiuns sinceros, iludindo pessoas de boa-fé, valendo-se sempre do embuste das informações “pseudopsicográficas” advindas das redes sociais.   

O clímax das suas armadilhas ocorre através de representações e mímicas de camufladas “pseudopsicografias” advindas das redes sociais, sempre armadas nos tablados para shows de prestidigitações teatrais ornamentadas nos impregnados palcos das incautas instituições “espíritas” (ou não espíritas).

A fartura dos subsídios de informações pessoais sobre a identificação do “morto” são previamente memorizados e esquadrinhados após serem extraídos das redes sociais da Internet.

O processo de memorização fica condicionada ao contexto de nomes, CPF, número do telefone, endereço, apelidos, sobrenome, alusão a times de futebol, preferências, gostos pessoais, frases e descrição de conduta de parentes e amigos que compõem um farto conjunto visivelmente transcrevidos das redes sociais (Facebook, WhatsApp, YouTube, Instagram, Twitter, LinkedIn, Pinterest, Google+, Messenger, Snapchat) eis aí as fontes da paródia “pseudopsicográfica” dos pseudomédiuns , ambiciosos e mistificadores..

Nada é mais cruel do que pessoas em luto receberem falsas notícias dos seus “falecidos” através das embusteiras informações (arrancadas da Internet) considerando os ridículos números de CPF’s, endereços e números de telefones dos “finados”.

Como disse, tais informações são públicas e estão disponíveis nos bancos de dados virtuais.

Conquanto alguns se “refugiem” na enganação do consentimento das “entradas francas” para seus shows de falcatruas, não conseguem disfarçar os capciosos projetos de arrecadação financeira, através das vendas de livros “psicografados” de conteúdo doutrinário não-confiável. Além disso recebem os generosos donativos destinados a hipotéticos fins de assistencialismo em nome de instituições, muitas vezes só de “fachada”, considerando que tais entidades não possuem inscrição estadual e nem CNPJ. Por isso mesmo e   por motivos óbvios, os recursos financeiros doados são depositados em conta corrente particular. Isso é crime fiscal.

Sobre os embustes dos pseudomédiuns , ambiciosos e mistificadores, sugiro aos leitores que propaguem os seus gritos de alerta. Divulguem para seus amigos e dirigentes espíritas a fim de não convidarem tais embusteiros para eventos “psicográficos” de faz-de-conta. Até porque, os pseudomédiuns , ambiciosos e mistificadores cobiçam a fama, a popularidade e as vantagens pecuniárias.

Sem embargo, apesar deste alerta, se continuarem a convidá-los para o palco da psicografia de coisa nenhuma, eles prosseguirão com suas tapeações, iludindo, matando esperanças, destroçando os corações debilitados de mãezinhas e familiares sedentos de notícia do além para consolação de suas almas.

Este grito de alerta sobre as fraudes psicográficas dos pseudomédiuns , ambiciosos e mistificadores está devidamente amparado nas sugestões de Allan Kardec, portanto, prevaleço-me do crivo da razão doutrinária, da lógica, bem como dos conhecimentos estabelecidos pela Doutrina Espírita, que se apresentam como inadiável dever à minha consciência, visando às adequadas medidas de grito de advertência ao Movimento Espírita Brasileiro.

Não obstante os fatos supramencionados serem extremamente graves, por questão de JUSTIÇA é necessário separar o joio do trigo, urge, portanto, considerar o fato de que obviamente existem médiuns, em plena atividade mediúnica, exercendo suas tarefas com dignidade e compromisso com as diretrizes basilares e insuperáveis da Doutrina Espírita.

Porém, cabe destacar algumas características fundamentais destes médiuns psicógrafos honrados que podem ser convidados para suas casas espíritas.  Eles consentem as pesquisas científicas a qualquer momento, aliás, desejam ser pesquisados; São médiuns incorruptíveis e exercem suas atividades nas Casas Espíritas idôneas; eles exercem dignamente suas profissões, vivendo de seus proventos profissionais ou os que estão aposentados vivem de seus salários; eles mantêm as suas tarefas conforme vivenciou e exemplificou Chico Xavier no Grupo Espírita da Prece em Uberaba/MG, sendo este o maior médium de todos os tempos.

Chico Xavier efetuava o atendimento das pessoas que o buscavam, uma a uma, consolando e expressando de forma respeitosa os recados advindos da espiritualidade e após o atendimento, culminava a reunião psicografando as cartas consoladoras, trazendo os “falecidos” para a terra nas notícias fiéis que confirmavam a nossa imortalidade.


             Jorge Hessen









                                                                                                     PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: Internet, redes sociais e os pseudomédiuns
Enviado por: dOM JORGE em 20 de Fevereiro de 2021, 16:50
                                                              VIVA JESUS!




            Boa-tarde! queridos irmãos.




                 
Evolução, racismo, bullying, ideologia e mídia


Quem estuda linguística ou mesmo só etimologia, sabe que há uma grande diferença entre o significado de um substantivo e de um adjetivo. Substantivo designa um ser. Já o adjetivo dá apenas uma qualidade ao ser propriamente dito. O que importa mais é, pois, o substantivo. O adjetivo lhe dá somente uma ideia secundária, por exemplo, de medida, de cor, porém, o substantivo, quando se trata de um ser vivo, ele designa a sua espécie. Exemplos: a espécie humana e a espécie bovina. São espécies diferentes.

Quando eu era escolar do antigo primário, entre os meus sete e doze anos, em Lafaiete (MG), quase todos os alunos tinham apelidos. E era dito que a gente, não se incomodando com o apelido, ele não ia em frente. E a maioria não se incomodava mesmo com os apelidos, que acabavam realmente desaparecendo, salvo raras exceções. Por que será que muitos se incomodam hoje tanto com apelidos nas escolas? Seria por exagero da mídia nas suas abordagens sobre eles? Foi até criado o nome de bullying para eles! E até parece que, nisso, em vez de evoluirmos, andamos para trás, criando um mal que, antes, não existia!

E, quanto ao racismo, mais frequente entre os jogadores de futebol, criou-se uma grande confusão. E seria também por culpa da mídia?

No Brasil, o racismo é, geralmente, fruto de um desentendimento momentâneo, sem ódio premeditado. Nos Estados Unidos, ele é frequentemente com ódio, pois ainda recebe influência da Guerra Civil Americana de Secessão. E tanto o do Brasil como o dos Estados Unidos são também envenenados pela mídia, e, às vezes, por questões ideológicas. O Presidente Trump dos Estados Unidos perdeu a sua reeleição, em parte, por causa das manifestações contra o racismo e a direita. E alguns veículos da mídia brasileira parecem que querem fazer, também do racismo brasileiro, que, como vimos, é muito diferente do americano, um meio político ideológico para prejudicar o Presidente do Brasil.

Dissemos que o substantivo é diferente do adjetivo. Com isso, queremos dizer que todas as pessoas negras, brancas e amarelas etc. pertencem ao substantivo que designa a ‘espécie humana’. Todas as pessoas têm, pois, qualquer que seja a sua raça ou cor, a certeza absoluta de que são seres da ‘espécie humana’ e de que a sua cor é apenas uma questão secundária, adjetiva, que não as descaracteriza como seres humanos da nossa espécie.

Então, se alguém nos chama de branquelo, negrão ou amarelão, por que nós nos preocuparmos tanto com esses adjetivos? Por acaso, quando somos criticados ou xingados com o uso deles, nós deixamos de pertencer ao substantivo da nossa superior ‘espécie humana’?


            José Reis Chaves









                                                                                                      PAZ, MUITA PAZ!