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GERAL => Mensagens de Ânimo => Meditação => Tópico iniciado por: dOM JORGE em 16 de Junho de 2018, 09:24

Título: Você amaria assim?
Enviado por: dOM JORGE em 16 de Junho de 2018, 09:24
                                                              VIVA JESUS!




             Bom-dia! queridos irmãos.




                    Você amaria assim?




Um casal unido e trabalhador residia nos arredores de Boston e casados há 20 anos e sem filhos. Em 1947, após a segunda guerra, o marido recebeu uma proposta para trabalhar na reconstrução do Japão e, sendo engenheiro, realmente as chances eram boas. Seria um ano de separação apenas, o que foi aceito a muito contragosto da esposa.

Como, à época, as comunicações não eram tão fáceis, eles trocavam cartas e vez por outra, por ondas de rádio, em equipamentos do governo americano. Ambos choravam de saudades, cortados pela distância. No décimo mês ele escreveu informando que foi convidado a permanecer mais seis meses. Ela reagiu com tristeza e protesto, mas ele a convenceu do ganho material que resultaria de mais seis meses naquela missão.

Ao completar-se o quarto mês do novo contrato, faltando, portanto, dois meses para seu retorno, ele enviou extensa carta informando que apaixonara-se pela camareira e já havia, inclusive, se casado com ela, tendo solicitado o divórcio pelos meios legais. Pediu perdão à esposa e deixou na mulher uma sensação clara de um grande choque emocional, que perdurou por vários dias, gerando sentimentos de intenso ódio, face à traição que a atingiu.

Quatro meses depois ele escreveu comunicando que seria pai. A criança nasceu, uma linda menina, ele enviou uma foto e mais algum tempo nova carta chegou com outra notícia, agora da segunda gravidez. Outra menina nasceu. Ele novamente enviou nova foto, agora com as duas filhas e a esposa.

Um tempo depois outra notícia que a abalou sensivelmente: ele foi diagnosticado de câncer com expectativa de vida de apenas quatro meses, no máximo, o que se consumou mais tarde com carta da segunda esposa informando a morte do marido.

Alguns anos depois a viúva enviou-lhe carta, solicitando ajuda, pois a situação no país era terrível e o marido não recebia o que dizia que recebia e não quis preocupar a primeira mulher quando se deparou com a situação real. A primeira mulher iniciou ajuda à segunda esposa do próprio ex-marido, a ponto inclusive de atender pedido da japonesa para receber as filhas do ex-marido, pois a japonesa não tinha mais como cuidar dela, tal a precariedade da situação. Recebeu as meninas com intensa emoção, estavam com 3 e 5 anos. Cuidou delas com amor.

Mais tarde travaria outra luta jurídica no país para trazer a japonesa para cuidar das filhas. Foi a um jornal e contou a história, que foi publicada para sensibilizar o governo, que permitiu a vinda da japonesa. Haviam implicações diplomáticas com a questão, à época.

Ao receber a esposa do seu ex-marido no aeroporto a sensação inicial foi de revolta, vencida pela constatação de que ela estava num país estranho, sem conhecer o idioma, entregue à uma situação constrangedora, concluindo que aquela menina estava vivendo um grande conflito, pelo constrangimento da situação. Ao se encontrarem, venceram todas as barreiras, se abraçaram e choraram convulsivamente.

Tornaram-se grandes amigas, as filhas agora tinham a mãe. Os anos passaram e, com idade um pouco avançada, Luisa – a primeira esposa – escreveu seu testamento e deixou sua decisão nos seguintes termos: “Inicialmente Deus me brindou com um grande amor! E este amor, por alguma razão que desconheço, Deus resolveu subtrair de meu caminho. Mas como o Criador é muito sábio, Ele multiplicou por três aquele amor que se foi. Sou imensamente feliz, porque Deus substituiu um amor ausente por três pérolas do Oriente, que são os amores de minha vida. Portanto todos os bens que acumulei (…) eu ofereço à minha filha japonesa Aiko e às minhas netinhas. ” Ela morreu dois meses depois.

Na reportagem publicada, ao concluir a narrativa, o jornalista resolve fazer uma pergunta de grande significação ao leitor: “Você amaria assim? ”. A pergunta deu título à reportagem.

Essa linda história foi extraída do extraordinário livro Sexo e Consciência, de quase 600 páginas, organizada pelo farmacêutico e professor universitário Luis Fernando Lopes, Mestre em Psicologia pela USP, repleto de casos comoventes envolvendo a temática do sexo (como aborto, traumas e aberrações sexuais, homossexualismo, prostituição, entre outros), após dez anos de pesquisa audiovisual nas narrativas do tribuno Divaldo Pereira Franco. Aqui fizemos mero resumo da história, muito mais rica no original, indicando o livro ao leitor, perguntando-nos uns aos outros: seríamos capazes de amar assim? Não tenho como não recomendá-lo aos leitores.

Orson Peter Carrara









                                                                                                     PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: Você amaria assim?
Enviado por: dOM JORGE em 24 de Abril de 2019, 21:32
                                                              VIVA JESUS!




             Boa-tarde! queridos irmãos.




                    Amar a si mesmo




              A síntese proposta por Jesus, em torno do amor, é das mais belas psicoterapias que se conhece: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Ante a impossibilidade de o homem amar a Deus em plenitude, já que tem dificuldade em conceber o absoluto, realiza o mister, invertendo a ordem do ensinamento,amando-se de início, a fim de desenvolver as aptidões que lhe dormem em latência.

Esforçando-se para adquirir valores iluminativos a cada momento, cresce na direção do amor ao próximo, decorrência natural do autoamor, já que o outro é extensão dele mesmo.

Então, finalmente conquista o amor a Deus, em uma transcendência incomparável, na qual o amor predomina em todas as emoções e é o responsável por todos os atos.

O Espírito Joanna de Ângelis, através da mediunidade de Divaldo Franco, apresenta a necessidade primeira de autoamor, como alavanca fundamental para a conquista de todas as esferas desse sentimento supremo.

Mas, de que forma amar a si mesmo?

O como a si mesmo, da proposta de Jesus, é um imperativo que não deve ser confundido com o egoísmo, ou o egocentrismo.

Amar a si mesmo significa respeito e direito à vida, à felicidade que o indivíduo tem e merece.

Trata-se de um amor preservador da paz, do culto aos hábitos sadios e dos cuidados morais, espirituais e intelectuais para consigo mesmo.

É sempre estar fazendo as melhores escolhas para si mesmo, vendo-se como Espírito imortal, sem nunca deixar de respeitar, obviamente, o bem comum.

Quando escolho amar mais minha família, dedicando-me inteiramente aos relacionamentos, cultivando a paciência e a tolerância, estou amando a mim mesmo.

Quando escolho perdoar e deixar de levar comigo o peso de uma mágoa, estou amando a mim mesmo.

Quando escolho aprender, buscando aprimoramento intelectual nas áreas do conhecimento de meu interesse, estou me autoamando.

Quando me aceito como sou e vejo em minhas imperfeições situações temporárias - uma vez que me esforço para corrigir meus erros - estou amando a mim mesmo.

Quando me dedico, diariamente, ao exame de consciência, à meditação, ao autoconhecimento, estou dando provas de amor a mim mesmo.

São exemplos de atitudes, de pensamentos e sentimentos que elevam nossa autoestima - que é este julgamento que fazemos de nós mesmos - e nos empurram sempre para frente, para a felicidade.

O autoamor proporciona uma visão mais clara de quem se é, do que se deseja e do que não se deseja para si.

É através dele que estabelecemos metas para nossa existência: metas educacionais, familiares, sociais, artísticas, econômicas e espirituais, pensando em nós não apenas agora, mas nos cuidados para com o futuro.

Somos todos importantes. Criaturas únicas no Universo que buscam a felicidade através do aprender a amar: a si, ao outro e a Deus.

Ame a você mesmo... Enquanto é hoje.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 13, do livro Amor, imbatível amor, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco








                                                                                                      PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: Você amaria assim?
Enviado por: dOM JORGE em 19 de Janeiro de 2020, 20:13
                                                              VIVA JESUS!




             Boa-tarde! queridos irmãos.




                   Aprendendo o que é amar o próximo


A primavera de 2019 andou alternando dias quentes e frios aqui na Região Serrana do Rio de Janeiro. Isso mexe com o organismo de muita gente, inclusive com o meu. A rinite alérgica ameaçada, bem como uma possível gripe que ataque a sinusite. Fico, portanto, em estado de alerta.

Para intensificar o combate, decidi ir à farmácia comprar o antialérgico que sempre tomo, bem como acetilcisteína solúvel em água. Dr. Juarez, médico e amigo de longa data, sempre me recomenda tais medicamentos para que minhas vias aéreas não entupam e eu não precise entrar no antibiótico.

A atendente perguntou se eu tinha o cartão de descontos da farmácia. Respondi que sim e apresentei o dito cujo. Em seguida, disse o nome dos medicamentos que queria. O que deve ser diluído em água eu pedi pelo nome específico, mas como o genérico é mais barato, optei pelo dito cujo, mas não me lembrava do nome que ora cito – acetilcisteína. Já o antialérgico eu pedi pelo nome mesmo. Notei, no entanto, que ela titubeava ante a tela do computador em busca do nome do genérico do composto solúvel. Tanto que teve de recorrer a uma colega. Eu ia para um encontro com amigos de infância para o qual havia feito um bolo de chocolate com especiarias. Por isso, carregava o mesmo em embalagem específica.

Percebi que a demora da moça em me atender estava aumentando a fila atrás de mim. Além disso, estava começando a me cansar, já que eu segurava um bolo, estava em pé e sabia que meus amigos esperavam por mim.

Pensei em dar as costas e ir embora. Ou então, reclamar ou fazer cara de enfado. Só que a moça encontrou finalmente a acetilcisteína. Todavia, já havia esquecido o nome do antialérgico e pediu para repeti-lo. Atendi. Aí, ela me pediu para que o soletrasse. Novamente meu pensamento foi invadido pela ideia de ir embora, apressar a moça ou pedir que outro balconista me atendesse. No entanto, notei o nervosismo da moça e pensei: – Ela deve ser nova na função. Está aprendendo. Também já tive meus períodos de treinamento e sei que ficamos nervosos mesmo, principalmente quando se atende ao público.

Mesmo eu tendo soletrado o nome do antialérgico, ela não o estava encontrando no sistema. Continuou procurando. Quando o encontrou, disse que havia faltado um “L” quando soletrei, já que o remédio contém dois “L” seguidos em uma sílaba. Mesmo assim, a dúvida persistia, pois havia mais de um. – É o que termina com um “D” maiúsculo separado do nome; disse eu. Quando finalmente ela o encontrou, entregou-me ambos e pediu desculpas. Estava nervosa por estar em treinamento e ainda não dominar totalmente os requisitos da função. Respondi que tudo bem e que era assim mesmo. Afinal, completei, eu também já havia tido meus dias de profissional iniciante e sabia que era normal ficarmos nervosos. Sorri para ela, ela sorriu para mim, desejei boa-noite e dirigi-me ao caixa.

A Regra Áurea do ensinamento cristão diz que devemos amar ao próximo como a nós mesmos. Se eu fosse embora ou mostrasse descontentamento, estaria faltando com amor. Apesar de ter tido vontade de desistir da compra e buscar outra farmácia, preferi ter paciência e aguardar. Percebi que a moça era nova na função e que estava atrapalhada. Quem sabe até, fazendo de tudo para acertar e garantir a vaga de balconista, talvez conquistada depois de um período de desemprego. Pois é, eu estava praticando o exercício de amar ao próximo como a mim mesmo e de fazer a esse mesmo próximo o que eu gostaria que fizessem comigo: ter paciência para esperar, ser compreensivo com quem é novo na árdua tarefa de lidar com o público e ser cordial no trato.

Toda vez que faço palestra em centros espíritas ou escrevo um artigo, tento mostrar que os ensinamentos trazidos pelo Cristo não devem ficar circunscritos ao discurso religioso. Podem – e devem – ser aplicados no cotidiano.

Acho que consegui mais uma vez. Tanto, que fui embora em paz!


           Marcelo Teixeira









                                                                                                     PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: Você amaria assim?
Enviado por: dOM JORGE em 22 de Janeiro de 2021, 13:51
                                                              VIVA JESUS!




             Bom-dia! queridos irmãos.




                     
Amor, chama divina



“Deus é amor: aquele que permanecer no amor permanece em Deus, e Deus permanece nele.” I Jo, 4:16.


O evangelista Mateus, no capítulo 22, versículos 37-40, registrou estas palavras de Jesus: “Amarás o senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os profetas”.

Fica claro que o nosso amor ao próximo depende do amor a nós mesmos, pois tal como nos amamos devemos amar o nosso semelhante. No reino da alma somente o amor, fonte da vida, consegue estabelecer verdadeiro apoio ao equilíbrio e à governança. Em qualquer departamento da vida, é necessário amar para entender e construir, e, se forçarmos a posse disso ou daquilo, iremos apenas retirar a sombra ou casca daquilo ou disso, porquanto escoada a energia que mantém o processo de violência perderemos de imediato o domínio da posição que intentamos assegurar.

É indispensável saibamos amar com abnegação e ternura, entre a esperança incansável e o serviço incessante pela vitória do bem, pois a vida é processo de crescimento da alma ao encontro da grandeza Divina. Portanto, aproveitemos as lutas e dificuldades do caminho para expansão de nós mesmos.

Cada pessoa respira em faixa diversa da evolução. Justo nos determos na companhia daqueles que sentem e pensam como nós, usufruindo os valores da afinidade. Entretanto, sempre que amarmos alguém que não comunga a onda de nossas ideias e emoções, abstenhamos de violentar a cabeça com os moldes em que nos padroniza a vida espiritual.

Amparemo-nos para que em nosso setor de ação pessoal venhamos a ser nós mesmos: respeitando-nos mutuamente e ajudando-nos a ser uns para os outros o que o supremo Senhor espera que sejamos.

Reprovamos a violência e clamamos contra ela, no entanto, na vida de relação, muito raramente, nos acomodamos sem ela, quando se trata de nossos caprichos. Isso é muito comum quando amamos alguém e exigimos que esse alguém se condicione ao nosso modo de ser, como exemplo:  se os entes queridos não nos compartilham gostos e opiniões, eis que ficamos irritados, reclamando contra a vida, todavia, a paz da alma requisita compreensão e esta conhece que cada um de nós tem sua área própria de interesse e de ideias.

Sempre há quem pergunte como auxiliar os outros sem recursos materiais. Eis que entre as muitas formas de amparar sem apoio amoedado, falar para o bem é uma delas. Por isso basta ligar os dispositivos da memória e o verbo edificante sairá dos nossos lábios como se fosse uma torrente de luz. Ajudemos assim aos que ajudam em benefício do próximo, criando o clima do otimismo e da esperança indispensável à sustentação da alegria e da paz.

Sem dúvida a dificuldade estará presente, mas se forjarmos confiança na força espiritual de modo a transpô-la ou desfazê-la, conseguiremos liquidá-la muito mais facilmente, uma vez que estaremos mobilizando o poder da cooperação.

Deste modo, para que a alma possa ampliar-se, sem receio, por meio das realizações, que o Senhor nos confia, o imperfeito amor não basta, pois estipula salários de gratidão, e se isola na estufa do carinho particular, reclamando entendimento alheio. É necessário cultivarmos o perfeito amor que tudo ilumina e a todos se estende sem distinção.

O imperfeito amor quando procura o gozo próprio, no concurso dos outros, é quase sempre o egoísmo em disfarce brilhante, buscando a si mesmo nas almas afins, para atormentá-las de variadas formas e temor, tais como as exigências e o ciúme, a crueldade e o desespero, acabando ele próprio no abismo da amargura e da frustração. Contudo, o perfeito amor compreende que o Pai celeste traçou caminhos infinitos para a evolução e aperfeiçoamento da alma.

A felicidade não é a mesma para todos e amar é entender, ajudar, abençoar e sustentar sempre os corações queridos no grau de luta que lhe é própria. Pois cada consciência é um mundo por si, com obstáculos e problemas próprios, e cada um de nós, Espíritos em evolução na Terra, temos qualidades nobres que acumulamos e imperfeições de que devemos nos desvencilhar.

Se nos predispusermos a colaborar na edificação do reino de Deus, comecemos pela caridade silenciosa de não complicar e nem desanimar. O mundo é caminho vasto da evolução e aprimoramento onde transitam ao nosso lado a ignorância e a fraqueza. Aproveitemos, então, a bendita oportunidade de expansão que a esfera física nos confere e ajudemos a quem passa sem cogitar de pagamento de qualquer natureza.

O próximo é nossa ligação com Deus. Ao buscarmos o Pai, ajudamos o nosso irmão amparando-nos reciprocamente, porque segundo a palavra iluminada do Evangelista João, “Se alguém diz: Eu amo a Deus e aborrece o semelhante, é mentiroso, pois quem não ama o companheiro com quem convive, como pode amar a Deus a quem ainda não conhece?” I João, 4:20.

Assim sendo, se tivermos amor caminharemos no mundo como alguém que transformou o próprio coração em chama divina a dissipar as trevas. Se tivermos este amor, saberemos cultivar o bem a cada instante, para vencermos o mal a cada hora, e compreenderemos, como o Cristo fustigado na cruz, que os nossos mais acirrados perseguidores são apenas crianças de curto entendimento e de sensibilidade enfermiça, que precisamos aprender a compreender, ajudar, perdoar e servir sempre para que a glória do amor puro nos erga o Espírito imperecível à bênção da vida imortal.

Feliz aquele que ama, porque não conhece as angústias da alma, nem as do corpo. Lembramo-nos, assim, do apóstolo Paulo, na Primeira Carta aos Coríntios, capítulo 13, versículo 3, dizendo que mesmo que ele entregasse seu corpo para ser queimado, se não tivesse amor, nada disso lhe aproveitaria. Pois o amor ao próximo é causa do nosso amor a Deus, enquanto que o amor a Deus é efeito da causa do amor ao nosso semelhante.

 

Bibliografia:

RIBEIRO, Cesar Saulo – coordenação – O Evangelho por Emmanuel comentários às Cartas Universais – 1ª edição – Editora FEB – Brasília/ DF – páginas 245, 246 e 248 – 2019.

XAVIER, Cândido Francisco – Religião dos Espíritos – ditado pelo Espírito Emmanuel - 22ª edição – Editora FEB – Brasília/DF – lição 1 – 2013.


        Temi Mary Simionato









                                                                                                      PAZ, MUITA PAZ!