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GERAL => Mensagens de Ânimo => Acção do Dia => Tópico iniciado por: Si em 30 de Setembro de 2010, 11:08

Título: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: Si em 30 de Setembro de 2010, 11:08
Olá,

"A felicidade não é deste Mundo" constitui uma citação bastante conhecida.
 
Ela corresponde a uma realidade, pois raramente no Mundo se conjuga tudo o que se acha necessário para alguém ser perfeitamente feliz.
 
Saúde, mocidade, beleza e dinheiro entram nessa equação.
 
Contudo, mesmo na presença de tais fatores objetivos, muitas vezes a criatura padece de tormentos íntimos.
 
Vêem-se com freqüência seres aparentemente privilegiados a reclamar da vida.
 
Consultórios de psicólogos e psiquiatras também são freqüentados por aqueles a quem se imaginaria felizes e saciados.
 
Mas a ampla maioria dos seres humanos debate-se com inúmeros problemas.
 
Nos mais variados planos da existência, os dramas se sucedem.
 
Dificuldades financeiras, de relacionamento ou de saúde clamam por atenção.
 
Perante as naturais decepções do Mundo, por vezes as criaturas se rebelam.
 
Quando alcançadas por experiências dilacerantes, imaginam-se abandonadas por Deus.
 
Esse modo de sentir revela uma compreensão muito restrita da vida.
 
Ele até seria razoável, caso tudo se esgotasse em uma única existência material.
 
Perante a vida que segue pujante além do túmulo, os problemas materiais diminuem de importância.
 
Em face desse amplo contexto, dificuldades não são tragédias, mas simples desafios.
 
Em cada homem reside um Anjo em perspectiva.
 
Ele é brindado com as experiências necessárias para atingir o seu augusto potencial.
 
As dores, por maiores que sejam, sempre passam.
 
Mesmo uma enfermidade incurável tem o seu término.
 
Após a morte do corpo físico, o Espírito prossegue sua jornada.
 
Se conseguiu passar com dignidade pelo teste, ressurge mais forte e virtuoso.
 
Caso tenha se permitido reclamações e revoltas, terá de refazer a lição.
 
Convém ter isso em mente ao enfrentar as crises da vida.
 
Deus é um Pai amoroso e bom.
 
Ele não Se rejubila em torturar Suas criaturas.
 
As dores do Mundo têm finalidades transcendentes.
 
A maioria é providenciada pelos próprios homens, com suas paixões e equívocos.
 
Todas elas constituem desafios.
 
Ninguém deve acalentar o masoquismo e se rejubilar em sofrer.
 
É preciso lutar para sair de todas as dificuldades e recuperar o bem-estar.
 
Mas em face de situações inelutáveis, quando nada se pode fazer, é necessário pensar na bondade Divina.
 
Ela não se revela apenas quando tudo parece estar sob um céu azul, nas mesas fartas e nos sorrisos radiantes.
 
A bondade de Deus também se manifesta no sofrimento que torna o homem mais apto a compreender a dor do semelhante.
 
Ela está presente nas situações constrangedoras que minam o orgulho, a vaidade e a indiferença.
 
A vida na Terra é passageira e se destina ao burilamento do ser.
 
O viver terreno propicia resgate de equívocos do pretérito e preparação para etapas sublimes do existir imortal.
 
Em um mundo material e ainda bastante inferior, os entrechoques e as decepções são inevitáveis.
 
Apenas uma fé viva na bondade Divina permite que o homem preserve seu coração livre de amargura.


Muita Paz
Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: Moreninha em 30 de Setembro de 2010, 21:36
Obrigada Sió, estava precisando destas palavras, elas muito me fortalece.
Fique com Deus.

Moreninha
Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: Si em 01 de Outubro de 2010, 02:07
Olá querida Moreninha,

Sinto isso também.
Sou muito beneficiada.

Abço fraterno para você


Muita Paz
 
Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: Conforti em 02 de Outubro de 2010, 05:20
          Sió, como vai?
          Já nos comunicamos num outro tópico. Lá, lhe tentei explicar qual a razão de eu apresenta tantas perguntas: a intenção é fazer refletir, pois a reflexão nos leva a uma maior e melhor compreensão. Por isso, peço que me perdoe tantas interrogações. O texto que a amiga colocou é lindo e inspirador. No entanto, lá vão as questões:
          Cito a amiga Sió:
"A felicidade não é deste Mundo" constitui uma citação bastante conhecida...  a ampla maioria dos seres humanos debate-se com inúmeros problemas”.
          E lhe pergunto: Porque a maioria e não todos? Porque essa desigualdade?
          Cito a amiga:
”Perante as naturais decepções do Mundo, por vezes as criaturas se rebelam”.
          Amiga Sió, lhe apresento outra questão: embora no mundo a felicidade nunca seja completa, absoluta, porque há quem seja mais feliz do que outros? Porque há criaturas que se rebelam e outras não se rebelam? Porque uns se sentem abandonados por Deus e outros não? Porque uns passam por experiências dilacerantes e outros não? Qual a causa de tantas diferenças?
          Cito a amiga:
”... uma compreensão muito restrita da vida... Se conseguiu passar com dignidade pelo teste, ressurge mais forte e virtuoso”.
          Deduz-se das palavras acima, que nem todos conseguem passar com dignidade pelo teste, certo? E qual a razão disso? E o que leva a que uns tenham uma compreensão muito restrita da vida e outros não?
          Cito a amiga:
”Caso tenha se permitido reclamações e revoltas, terá de refazer a lição... A maioria das dores do mundo é providenciada pelos próprios homens, com suas paixões e equívocos”.
           Amiga, aqui a última questão: se todas as criaturas têm em sua consciência gravadas as leis de Deus, é evidente que conhecem tb as conseqüências terríveis que lhes virão por transgredi-las, concorda? Então por que motivo as transgridem? Se se disser que isso se deve ao uso incorreto do livre-arbítrio, nova pergunta: porque nem todos usam o livre-arbítrio de forma correta, para o bem e não para o mal? E veja que do uso incorreto dessa faculdade é que se originam todos os sofrimentos e males do mundo, conforme ensina a doutrina. O livre-arbítrio implica na liberdade de escolher, certo? Então porque alguém podendo escolher entre praticar o bem e ser, em conseqüência, feliz, ou praticar o mal e, em conseqüência, ser infeliz, esse alguém escolhe praticar o mal e ser infeliz? Como é que podendo escolher ser feliz, escolhe ser infeliz? 
          Amiga Sió, tenha uma boa noite e um bom fim de semana.
          Fique em Deus.

Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: Si em 02 de Outubro de 2010, 15:02
Olá amigo Coronel,

Fico feliz de verdade, quando participas. Os questionamentos, ao contrário do que parece, nos leva a procurar mais ensinamentos. 

Olhem que interessante (percebam que a lógica do texto se insere na crença da reencarnação):

“Se o homem tivesse sido criado perfeito, seria levado fatalmente ao bem; ora, em virtude de seu livre arbítrio, ele não é fatalmente levado nem ao bem nem ao mal. Deus quis que ele fosse submetido à lei do progresso e que esse progresso fosse o fruto de seu próprio trabalho, a fim de que tivesse o mérito desse trabalho, do mesmo modo que carrega a responsabilidade do mal que é feito por sua vontade”.

A felicidade, no seu sentido pleno, é INATINGÍVEL NA TERRA.

Nosso planeta ainda é atrasado, considerando-se as possibilidades do Universo. É mundo de PROVAS E EXPIAÇÕES, e aqui o MAL AINDA PREDOMINA sobre o Bem. A felicidade completa pertence a mundos mais evoluídos, em que a FRATERNIDADE universal é regra.

Segundo os Espíritos superiores, o homem é quase sempre o AGENTE DE SUA PRÓPRIA INFELICIDADE. Se praticássemos a lei de Deus, nos pouparíamos de muitos males, e desfrutaríamos de uma felicidade tão grande quanto o comporta a existência terrena.

A felicidade pode ser encontrada no MUNDO INTERIOR, como conseqüência do dever retamente cumprido, e que naturalmente trará felicidade além da vida material, na espiritualidade.

Uma das principais leis divinas é a AÇÃO E REAÇÃO. Somos punidos desde esta vida, pelas infrações às várias leis naturais, sofremos os males conseqüentes dessas infrações e de nosso próprio excesso. Se voltarmos gradativamente à ORIGEM do que chamamos de infelicidades terrenas, perceberemos muitas vezes que são conseqüência de um primeiro desvio do caminho.

A FELICIDADE TERRENA É RELATIVA à posição de cada um, entretanto, existe uma medida comum a todos os homens: para a VIDA MATERIAL, é a posse do necessário; para a VIDA MORAL, a pureza da consciência e a fé no futuro.

Enfim, podemos afirmar o seguinte:

A felicidade absoluta não é possível enquanto o ser espiritual (que somos) não aprender a cumprir a lei básica de AMAR AO PRÓXIMO como a si mesmo. Porque sendo regidos pela lei de AÇÃO REAÇÃO, é impossível ser feliz quando alguém sofre perto de nós, muitas vezes por nossa culpa ou omissão, e é impossível ser feliz quando agimos no mal e o recebemos de retorno.

Toda a nossa vida é regida por escolhas. O LIVRE-ARBÍTRIO nos permite decidir aonde ir, e devemos lhe dar maior atenção. Mesmo aquilo que pareça fugir de nossa alçada (digamos, por exemplo, alguém que dificulta a relação afetiva com outra pessoa), ainda pode ser alterado por nós:

* HUMILDADE, em vez de orgulho.
* TOLERÂNCIA em vez de impaciência.
* ACEITAÇÃO em vez de incompreensão.
* AMOR em vez de raiva, irritação.

Se estivermos com a CONSCIÊNCIA TRANQUILA, mesmo que tudo pareça estar errado, intimamente haverá o sentimento de felicidade, porque o dever que nos cabia foi cumprido. Esta é a felicidade possível na Terra, na atualidade.

A liberdade de escolher nosso próprio destino, todos os dias, torna-se o diferencial entre os gênero humano e os animais inferiores, que ainda, não podem discernir entre o bem e o mal, o certo e o errado, o moral e o imoral.

Evoluir é o nosso destino é sempre uma questão de ESCOLHA.

Muita Paz
 
Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: Conforti em 03 de Outubro de 2010, 03:15
          Sió                                    (ref sua msg #4)         
          Cito sua colocação:
“Se o homem tivesse sido criado perfeito, seria levado fatalmente ao bem; ora, em virtude de seu livre arbítrio, ele não é fatalmente levado nem ao bem nem ao mal...;
... (mas) carrega a responsabilidade do mal que é feito por sua vontade”.
          Amiga, vc já teve oportunidade de analisar profundamente a questão do livre-arbítrio? De o que representa a vontade da criatura? Porque, podendo fazer o bem e, em conseqüência, ser feliz, a criatura escolhe, por sua vontade, fazer o mal e, em conseqüência, ser infeliz?
          Cito a amiga Sió:
”... o homem é quase sempre o agente de sua própria infelicidade. Se praticássemos a lei de Deus, nos pouparíamos de muitos males, e desfrutaríamos de uma felicidade tão grande quanto o comporta a existência...”
          Veja, minha amiga Sió. Conforme a DE nos ensina, a criatura já tem, inscritas em nossa consciência, as leis de Deus; portanto conhece as enormemente terríveis conseqüências de transgredi-las, concorda? Porque então as transgride e sofre penalidades expiatórias tantas vezes insuportáveis, se pode escolher não transgredi-las? A amiga já refletiu sobre isso? Pode escolher ser feliz, mas escolhe ser infeliz!?
          Cito a amiga Sió:
“Somos punidos desde esta vida, pelas infrações às várias leis naturais, sofremos os males conseqüentes dessas infrações e de nosso próprio excesso”.
          É verdade. E muitos desses sofrimentos são aqueles relativos às provas, “obrigatórios” a todos, sem exceção, pois se justificam (pela DE) pela necessidade de adaptação ao meio. Mas, e os demais sofrimentos, os que vêm das penalidades “expiatórias” que devem ser, como a amiga está dizendo, devido a nossos excessos (aí estão incluídos todos os sofrimentos do mundo, muitas vezes inenarráveis e insuportáveis, pela crueza e tortura que representam!). O que fizemos para sermos condenados a eles? Tais punições  se harmonizam com a visão de um Criador de infinitos amor e justiça, todo poderoso e sábio? Um Criador que, desde sempre conhecia exatamente o que cada uma, uma por uma, de suas criaturas divinas faria de certo e de errado e até lhes preparou locais de castigo, como planetas de expiações e provas?
          Cito a amiga:
”... podemos afirmar o seguinte: A felicidade absoluta não é possível enquanto o ser espiritual não aprender a cumprir a lei básica de amar o próximo como a si mesmo”.
          Veja, minha amiga Sió, se o ser espiritual sabe que é exatamente assim, porque não a cumpre? E vc está dizendo que se a cumprirmos estaremos libertados de todos os sofrimentos, certo? Lembre-se do que afirmou o Mestre: “... e a verdade vos libertará”. Jesus nunca disse que é o amor que nos libertará, mas sim que é o conhecer a verdade que nos libertará.
          Cito a amiga:
“Toda a nossa vida é regida por escolhas. O livre-arbítrio nos permite decidir... A liberdade de escolher nosso próprio destino, todos os dias, torna-se o diferencial entre o gênero humano e os animais inferiores, que ainda, não podem discernir entre o bem e o mal, o certo e o errado...”.
          Amiga Sió, volto com a mesma questão: se conhecemos a Lei e suas terríveis conseqüências, se  discernimos entre o bem/certo e o mal/errado, porque não a cumprimos? Preferimos sofrer?!
          Só mais uma pergunta: “Alguém pode ser punido por ser ignorante?”
          Um abraço e perceba que Deus está em você.
Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: Si em 03 de Outubro de 2010, 16:27
Olá amigo Coronel,

Além da Bíblia, encontrei grande e inestimável apoio no ESTUDO do L.E. 

Precisamos orar e vigiar conforme o Mestre ensinou.
Muitos se comprazem no erro, atraindo obsessores que vibram na mesma faixa de sintonia. Lembremos  Tiago , que expressa muito bem: "Vós sois tentados pelas vossas próprias concupiscências, que existem em vós".
Os obsessores não criam em nós os pensamentos, mas ampliam, por que permitimos.

Muita Paz

Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: Conforti em 04 de Outubro de 2010, 00:49
          Sió   (ref #6)
          Amiga, já me perguntaram se meu teclado só tem ponto de interrogação. Me perdoe, pois lhe trago novas perguntas; a amiga já conhece a intenção.
          Cito a amiga:
”Além da Bíblia, encontrei grande e inestimável apoio no ESTUDO do L.E.:
          Desconheço se a amiga ainda é jovem e não teve oportunidade de conhecer as doutrinas. Mas veja um sábio conselho da codificação: L dos Médiuns, cap III, item 35:
          "... os que desejam conhecer completamente uma ciência devem ler necessariamente tudo o que foi escrito a respeito, ou pelo menos o principal, não se limitando a um único autor. Devem mesmo ler os prós e os contras, as críticas e as apologias, iniciar-se nos diferentes sistemas a fim de poder julgar pela comparação. Cabe ao leitor separar o bom do mau, o verdadeiro do falso."
          Aí está um sábio conselho pouco seguido. Igual disse Paulo: “Estudai de tudo e guardai o que for bom”. E veja que esse item 35 recomenda estudar até mesmo os “contras”, as “críticas”, conselho que muitos desdenham ou até reagem quanto a essa possibilidade.
          Se não comparamos, se não abrimos os olhos para outras linhas de pensamentos, como saber que a nossa eleita é a melhor, que contém maior aproximação da verdade? E podemos, também, estar deixando de conhecer coisas de extrema importância para nosso crescimento espiritual, concorda?
          E mais uma coisa importante: religião é assunto de foro pessoal, pois nós a elegemos quando se harmoniza com nossos conceitos acerca da vida e de tudo; e pode ser totalmente diferente daquilo que aprendemos, que lemos, ouvimos, sabemos ou supomos, seja de qualquer fonte que tenha vindo.
          Continuando, cito a amiga:
”Precisamos orar e vigiar...Muitos se comprazem no erro”
          Veja Sió, todos, pela doutrina, são criados perfeitamente iguais (não fosse assim, onde estaria a justiça e o amor?). Todos, então, iniciam o caminho em igualdade de condições, sob todos os aspectos. Mas, se transformam em seres gigantescamente desiguais, certo? Qual foi o “ingrediente” que entrou na igualdade e a transformou em total desigualdade? A amiga já refletiu sobre isso?
          Cito a amiga:
“... obsessores que vibram na mesma faixa de sintonia. Lembremos  Tiago: "Vós sois tentados pelas vossas próprias concupiscências...". Os obsessores não criam em nós os pensamentos, mas ampliam, por que permitimos”.
          Amiga, como já lhe disse, é para refletir: porque uns vibram na mesma faixa de sintonia de seus obsessores e, assim, os atraem? Porque motivo uns tem em si concupiscências e outros não? Ou todos as têm? E, finalmente, porque permitimos que os obsessores ampliem em nós os pensamentos abomináveis? A amiga tem as respostas?
          Fique em Deus.
Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: MarcoALSilva em 04 de Outubro de 2010, 01:17
921.[...]
“O homem é quase sempre o obreiro da sua própria infelicidade. Praticando a lei de
Deus, a muitos males se forrará e proporcionará a si mesmo felicidade tão grande quanto o
comporte a sua existência grosseira.”
Aquele que se acha bem compenetrado de seu destino futuro não vê na vida corporal
mais do que uma estação
temporária, uma como parada momentânea em péssima hospedaria. Facilmente se consola
de alguns aborrecimentos passageiros de uma viagem que o levará a tanto melhor posição,
quanto melhor tenha cuidado dos preparativos para empreendê-la.
Já nesta vida somos punidos pela infrações, que cometemos, das leis que regem a
existência corpórea, sofrendo os males conseqüentes dessas mesmas infrações e dos nossos
próprios excessos. Se, gradativamente, remontarmos à origem do que chamamos as nossas
desgraças terrenas, veremos que, na maioria dos casos, elas são a conseqüência de um
primeiro afastamento nosso do caminho reto. Desviando-nos deste, enveredamos por outro,
mau, e, de conseqüência em conseqüência, caímos na desgraça.

LE
Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: MarcoALSilva em 04 de Outubro de 2010, 01:20

Por menos que se goste (eventualmente), somos Espíritos humanizados... Estamos naquele ponto da Evolução em que a ascensão importa em focar uma valoração, por assim dizer, mais sutil, menos afeita aos imperativos imediatos que os evos de animalidade sedimentaram.
Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: Si em 05 de Outubro de 2010, 02:12
Olá ,
Estou de volta. Estive com problemas no meu PC.

Querido amigo Coronel(interrogador), eu não tenho como ajudá-lo, mas com certeza alguém neste Forum, ajudará.

Mas uma coisa posso dizer , se todos nós tivermos em vista o grande princípio de Jesus que é o sentimento do Amor, nos
uniremos por uma laço fraterno, que irá contagiar o mundo inteiro.

A doutrina será sempre a mesma, vamos caminhar com confiança e a verdade brilhará de todos os lados. 

Muita Paz
Título: Re: As decepções e a bondade Divina
Enviado por: Conforti em 05 de Outubro de 2010, 20:31

          Sió      (ref #10)
          Minha amiga, com essas suas palavras vejo que não me fiz entender. Não peço ajuda; peço reflitam e que abram seu leque de estudos e pesquisas, como a codificação aconselha, e como citei na resposta anterior. A amiga mesmo, conforme deduzi do que disse, quando se referiu à bíblia e ao OLE, não deve não ter tido a oportunidade de estudar outros pensamentos e doutrinas. Será que refletiu acerca das questões que apresentei na mensagem #7, acima? A reflexão é muito importante pois pode nos fazer compreender que devemos buscar mais e não aceitar passivamente tudo que nos dizem, que lemos, que aprendemos, por termos total confiança nas fontes de onde vieram. Pois, com toda confiança que tivermos, poderão não conter a verdade, ou terão apenas parte da verdade.
          Cito a amiga Sió:
”Mas uma coisa posso dizer, se todos nós tivermos em vista o grande princípio de Jesus que é o sentimento do Amor, nos uniremos por um laço fraterno, que irá contagiar o mundo inteiro”.
          Concordo totalmente com vc, amiga Sió. No entanto, estou me referindo, não a isso que é tremendamente importante que é esse amor que contagie o mundo, mas àquilo que as religiões chamam de “salvação”.
          E, como a amiga  citou o sentimento de Amor, e para fazer refletir, lhe faço uma pequena pergunta: Qual a razão de nem todos terem esse sentimento de amor?

          Um abraço e fique em Deus.