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CODIFICAÇÃO => A Génese => Tópico iniciado por: Arabello em 05 de Junho de 2010, 15:10

Título: Evolução Infinita de Espíritos?
Enviado por: Arabello em 05 de Junho de 2010, 15:10
1- Novos espíritos ainda nascem (no sentido da criação)?
2- Se todos os espíritos evoluem, então haverá um dia em que não mais existirão espíritos atrasados ou brutos?
3- Da mesma forma sobre os mundos, haverá um dia em que não mais existirão mundos atrasados?
4- Se O Todo evoluirá, seremos perfeitos um dia? Seremos semelhantes a Deus em evolução e moral? Cada um de nós, ainda assim, terá consciência de si mesmo?
5- Nunca O Todo terá evoluído? Sempre existirão espíritos e mundos a evoluirem? A idéia de INFINITO seria a chave para estas questões?
Título: Re: INFINITO - A Evolução dos Espíritos e dos Mundos
Enviado por: londer em 06 de Junho de 2010, 00:00
Ola respondendo sua pergunta:
1-Está no livro dos espiritos,os espiritos respondem a Kardec que deus nunca deixou de criar almas no estado ignorante.
2-Se deus nunca deixou de criar os espiritos sempre havera aqueles que estao no inicio de sua evolucao espiritual
3-Como existem espíritos recem saídos da mao do criador, conseqüentemente havera mundos para eles
4-Um dia chegaremos ao estado de espiritos puros com a perfeicao relativa pois perfeito mesmo apenas deus,sim nos teremos a lembrança de quem fomos  nos diferentes mundos que  reencarnamos
5-Como muito antes da terra existir ja havia espiritos que chegaram num grau superior de espiritualidade,assim sempre foi e sempre sera,deus nunca deixou de criar espiritos,e renovar os mundos,a ideia do infinito e uma ideia que nunca compreenderemos direito nesse globo

espero ter ajudado,se eu errei em alguma coisa me corrija.
um abraço
Título: Re: INFINITO - A Evolução dos Espíritos e dos Mundos
Enviado por: VLRC em 07 de Abril de 2019, 04:29
A GÊNESE
Cap Xll item XXVl[attach=1]ll
Título: Re: INFINITO - A Evolução dos Espíritos e dos Mundos
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 07 de Abril de 2019, 12:47
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1- Novos espíritos ainda nascem (no sentido da criação)?
[/quoet]
Sim! Pelo que acreditamos
A ação de Deus é de continuação.
Como disse Jesus...
O Pai trabalha.

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2- Se todos os espíritos evoluem, então haverá um dia em que não mais existirão espíritos atrasados ou brutos?

Este atrasado é relativo aos adiantados
Deus não cessa de criar
Ou seja, a natureza possui dinamismo
mas desde que já apontamos para novos surgimentos...
Nosso raciocínio não deve se embaraçar.

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3- Da mesma forma sobre os mundos, haverá um dia em que não mais existirão mundos atrasados?
Nós compreendemos que a questão refere-se aos habitantes.
Surgindo novos espíritos, novos campos lhes serão propícios pelas suas correspondentes necessidades
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4- Se O Todo evoluirá, seremos perfeitos um dia? Seremos semelhantes a Deus em evolução e moral? Cada um de nós, ainda assim, terá consciência de si mesmo?
Não temos um entendimento do que seja Deus.
O compreendemos pelas sustentabilidades dos atributos que Lhe emprestamos
Dizem-nos os Superiores que ninguém será como Deus.
Deus jamais deixará de ser Deus.

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5- Nunca O Todo terá evoluído? Sempre existirão espíritos e mundos a evoluírem? A ideia de INFINITO seria a chave para estas questões?

A nossa suposição parte do momento que nos encontramos
Os nossos sentidos estão embotados em órgãos que correspondem a nossa natureza física.
E o nosso espírito, que somos nós, ainda pertence a classe dos devedores moralmente falando, como também intelectualmente

Dizer o todo e o evoluído, para nós ainda é uma questão de relatividade
O infinito entra na questão filosófica...
Para que alcancemos o nosso limite
para que sejamos justo conosco.
para que não nos percamos em especulações.



Título: Re: Evolução Infinita de Espíritos?
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 08 de Abril de 2019, 13:33
"O Livro dos Espíritos"
IV - Transmigração Progressiva

189. Desde o princípio da sua formação, o Espírito goza da plenitude de suas faculdades?
— Não; porque o Espírito, como o homem, tem também a sua infância.
Em sua origem, os Espíritos não têm mais do que uma existência instintiva, possuindo apenas a consciência de si mesmos e de seus atos.
Só pouco a pouco a inteligência se desenvolve.

190. Qual é o estado da alma em sua primeira encarnação?
— O estado da infância na vida corpórea.
Sua inteligência apenas desabrocha: ela ensaia para a vida.

191. As almas dos nossos selvagens estão no estado de infância?
— Infância relativa, pois são almas já desenvolvidas, dotadas de paixões.

191-a. As paixões, então, indicam desenvolvimento?
— Desenvolvimento, sim, mas não perfeição.
São um sinal de atividade e de consciência própria, na alma primitiva a inteligência e a vida estão em estado de germes.
A vida dos Espíritos, no seu conjunto, segue as mesmas fases da vida corpórea; passa gradativamente do estado de embrião ao de infância, para chegar, por uma sucessão de períodos, ao estado de adulto, que é o da perfeição, com a diferença de que nesta não existe o declínio nem a decrepitude da vida corpórea; que a sua vida, que teve um começo, não terá fim; que lhe é necessário, do nosso ponto de vista, um tempo imenso, para passar da infância espírita a um desenvolvimento completo, e o seu progresso realizar-se, não sobre uma esfera apenas, mas através de diversos mundos.
A vida do Espírito constitui-se, assim, de uma série de existências corporais, sendo cada qual uma oportunidade de progresso, como cada existência corporal se compõe de uma série de dias, nos quais o homem adquire maior experiência e instrução.
Mas, da mesma maneira que, na vida humana há dias infrutíferos, na do Espírito há existências corpóreas sem proveito, porque ele não soube conduzi-las.

192. Por uma conduta perfeita podemos vencer já nesta vida todos os graus e nos tornar Espíritos puros, sem passar pelos intermediários?
— Não, pois o que o homem julga perfeito está longe da perfeição; há qualidades que ele desconhece e nem pode compreender.
Pode ser tão perfeito quanto a sua natureza o permita, mas esta não é a perfeição absoluta.
Da mesma maneira que uma criança, por mais precoce que seja, deve passar pela juventude antes de chegar à maturidade, e um doente deve passar pela convalescença antes de recuperar a saúde.
Além disso, o Espírito deve adiantar-se em conhecimento e moralidade, e se ele não progrediu senão num sentido, é necessário que o faça no outro, para chegar ao alto da escala. Entretanto, quanto mais o homem se adianta na vida presente, menos longas e penosas serão as provas seguintes.

192-a. O homem pode assegurar-se nesta vida uma existência futura menos cheia de amarguras?
— Sim, sem dúvida, pode abreviar o caminho e reduzir as dificuldades.
Somente o desleixado fica sempre no mesmo ponto.

193. Pode um homem descer em suas novas existências abaixo do que já havia atingido?
— Em sua posição social, sim; como Espírito, não.

194. A alma de um homem de bem pode animar, noutra encarnação, o corpo de um celerado?
— Não, pois ela não pode degenerar.

194-a. A alma de um homem perverso pode transformar-se na de um homem de bem?
— Sim, se ela se arrepender, e então será uma recompensa.
A marcha dos Espíritos é progressiva e jamais retrógrada.
Eles se elevam gradualmente na hierarquia, e não descem do plano atingido.
Nas suas diferentes existências corporais, podem descer como homens, mas não como Espíritos.
Assim, a alma de um poderoso da Terra pode mais tarde animar um humilde artesão, e vice-versa.
Porque as posições entre os homens são frequentemente determinadas pelo inverso da elevação dos sentimentos morais.
 Herodes era rei, e Jesus carpinteiro.

195. A possibilidade de melhorar numa outra existência não pode levar certas pessoas a permanecerem no mau caminho, com o pensamento de que poderão corrigir-se mais tarde?
— Aquele que assim pensa não acredita em nada e a ideia de um castigo eterno não o coibiria mais, porque a sua razão a repele e essa ideia conduz à incredulidade.
Se não houvessem empregado senão os meios racionais para orientar os homens, não existiriam tantos céticos.
Um Espírito imperfeito pode pensar como dizes, em sua vida corporal, mas uma vez liberto da matéria pensará de outra maneira, porque logo perceberá que calculou mal, e é então que trará, numa nova existência, um sentimento diverso.
É assim que se efetiva o progresso.
E eis porque tendes na Terra uns homens mais adiantados que outros.
Uns já têm uma experiência que os outros ainda não tiveram, mas que adquirirão pouco a pouco.
Deles depende impulsionar o próprio progresso ou retardá-lo indefinidamente.
O homem que se encontra numa posição má, deseja mudá-la o mais rapidamente possível. Aquele que se persuadiu de que as tribulações desta vida são a consequência de suas próprias imperfeições, procurará assegurar-se uma nova existência menos penosa, e este pensamento o desviará mais da senda do mal que o pensamento do fogo eterno, no qual não acredita.

196. Só podendo os Espíritos melhorar-se pelo sofrimento e as tribulações da existência corporal, segue-se que a vida material seria uma espécie de crivo ou de depurador, pelo qual devem passar os seres do mundo espírita para chegarem à perfeição?
— Sim, é bem isso.
Eles melhoram através dessas provas, evitando o mal e praticando o bem.
Mas somente depois de muitas encarnações ou depurações sucessivas é que atingem, num tempo mais ou menos longo, e segundo os seus esforços, o alvo para o qual se dirigem.

196-a. É o corpo que influi sobre o Espírito, para o melhorar, ou o Espírito que influi sobre o corpo?
— Teu Espírito é tudo; teu corpo é uma veste que apodrece; eis tudo.
Temos, no suco da vinha, uma imagem material dos diferentes graus de depuração da alma.
Ele contém o licor chamado espírito ou álcool, mas enfraquecido por grande quantidade de matérias estranhas que lhe alteram a essência, e não chega à pureza absoluta senão depois de muitas destilações, em cada uma das quais se despoja de alguma impureza.
O alambique é o corpo no qual ele deve entrar para se depurar; as matérias estranhas são como o perispírito, que se purifica a si mesmo, à medida que o Espírito se aproxima da perfeição.

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O Livro dos Espíritos
Livro Segundo
Capítulo IV
Pluralidade das Existências