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GERAL => Psicologia & Espiritismo => Toxicodependência => Tópico iniciado por: Regina Prins em 30 de Janeiro de 2009, 01:23

Título: A problemática das drogas - aspectos legal e espiritual
Enviado por: Regina Prins em 30 de Janeiro de 2009, 01:23
[size=10pt]A Problemática das Drogas - Aspectos Legal e Espiritual[/size]
Não podemos esquecer que, nos dias de hoje, as drogas constituem o grande mal da sociedade. Assolam o mundo e o nosso país de maneira brutal. Podemos dizer que diversos crimes atrozes como o latrocínio, o homicídio, o estupro, e outros menos graves como o roubo e o furto, são praticados em conseqüência direta do tráfico ilícito de entorpecentes. Atualmente, dependentes químicos roubam, furtam e até mesmo matam para poder sustentar o seu vício. Crimes sexuais são praticados por indivíduos alucinados e que se encontram sob o efeito nocivo da droga. Bandos e quadrilhas extremamente organizados formando coalizões impenetráveis e na disputa pela mercancia da droga, cometem barbáries de proporções alarmantes e as chacinas constituem notícias de primeira página nas publicações periódicas e na rede televisiva. O mercado da prostituição e as contravenções dos jogos de azar, relativamente aceitos pelo meio social em que vivemos, acobertam o mercado das drogas e o enriquecimento por intermédio da mazela alheia.

Diante desse alarmante panorama e frente à inércia do Poder Público, nos deparamos com um tipo de revolta e indignação no pensamento de todos os brasileiros. Por que não matar esses traficantes, deixando que os grupos de extermínio procedam a eliminação desses bandidos? Por que não editar leis mais duras e mais severas como a prisão perpétua ou a pena de morte?

Esses tipos de questionamentos nos deixam perplexos e apreensivos.

É preciso deixar claro que a solução para o problema não está na matança de traficantes e nem mesmo no rigor da lei.

Exterminando pessoas não estaremos erradicando o tráfico ilícito de entorpecentes do planeta. Muito pelo contrário. Estamos em um processo vicioso como ocorre no Oriente Médio. Matando dez terroristas, outros vinte ou trinta virão ainda mais revoltados e mais dispostos a aterrorizar seus supostos inimigos. Trata-se de uma vã cultura arraigada e presa aos conceitos étnicos e religiosos daquela região onde, como uma epidemia, adultos, crianças e adolescentes são ensinados a matar, aterrorizar, nem que para isso se exija o sacrifício de sua própria vida, por uma “causa maior”. Com a mercancia das drogas não é diferente: o tráfico hoje sustenta pessoas, famílias, mulheres e crianças. O dinheiro que é ganho, proveniente do comércio das drogas, é muito superior a qualquer emprego honesto e decente que o chefe da família poderia arrumar. Simples intermediário da organização, o pai de família que vende drogas e que muitas vezes também é viciado, quando preso, é imediatamente substituído pela sua esposa e até mesmo seus filhos. Mães separando e pesando a cocaína; filhos embalando-a para que seja vendida ao seu destinatário final. Indubitavelmente, a eliminação de pessoas não é a solução para conter esse quadro alarmante.

O endurecimento das leis também não constitui remédio para o quadro atual. Em 1976 foi editada uma lei efetivamente capaz de punir tanto o usuário como o traficante de drogas. A lei está em vigor até hoje, entretanto, sofreu algumas alterações. Com o avanço da criminalidade, em 1990 o tráfico ilícito de entorpecentes foi equiparado aos crimes hediondos, onde o cumprimento da sanção imposta se dá em regime integralmente fechado, e são insuscetíveis de anistia, graça, indulto, fiança ou liberdade provisória. Todavia, apesar do gravame legal, de 1990 para cá os índices de criminalidade cresceram de forma assustadora, principalmente as prisões pelo comércio de tóxicos. Portanto, tornar a punição mais severa também não se mostra meio eficaz à superação do conflito.

Esquecemo-nos de nossas bases espirituais. Nas lições trazidas pelo Evangelho, aprendemos que Jesus curava os “endemoninhados”. O poder soberano de nosso Cristo Planetário está no interior da cada homem e de cada mulher de boa vontade. Devemos entregar livros escolares nas mãos de uma criança, antes que algum infrator lhe entregue um revólver. Devemos antecipar-mo-nos na conversa edificante com um adolescente, antes que ele seja alvo da discriminação e do preconceito. Devemos dar oportunidade ao pai de família desempregado, antes que ele faça do comércio de drogas o seu meio de vida, o seu sustento.

Basta de reclamar do descaso de nossas autoridades. Todos nós somos espíritos comprometidos com nossas ações e a colheita daquilo que plantamos na atual encarnação é inevitável. Façamos a nossa parte, e muito há que ser feito. Enquanto espíritas e cristãos, devemos elucidar as pessoas para que a demanda das drogas seja cada vez mais escassa.

É imperioso esclarecer mentes, elucidar o espírito encarnado, que desempenha um papel importantíssimo na face do planeta Terra. Nesse particular, saindo da esfera material e jurídica, e adentrando no aspecto espiritual, principalmente no que se refere ao vício e à dependência química, devemos atentar para as Leis de Conservação e Destruição, previstas respectivamente nos capítulos V e VI do Livro dos Espíritos.

Segundo a Lei de Conservação é dado ao homem, através da natureza, todos os meios necessários à sua subsistência. Deus, em sua infinita bondade e sabedoria, faz a terra produzir o necessário a todos os seus habitantes, porque só o necessário é útil, o supérfluo não o é jamais.[1] Mas, a imprevidência do ser humano faz com que se destrua tudo que há de bom e necessário na natureza. As riquezas naturais provenientes de nosso planeta são mais escassas a cada dia: as águas são contaminadas, o solo cada vez menos fértil, o ar cada vez menos respirável. Se não fosse o bastante, homens inescrupulosos ainda manipulam substâncias, tornando-as nocivas e viciosas, e vendendo-as a um número infinitamente grande de destinatários, destruindo crianças, jovens e suas respectivas famílias.

É nosso dever enquanto encarnados conservar o veículo físico que nos fora emprestado para o aprimoramento das habilidades do nosso espírito. Nosso corpo é o instrumento eficaz ao amadurecimento e aprendizado do espírito, onde, retornando à vida corporal é submetido a desafios e provas que, bem suportadas, o levam diretamente ao caminho da evolução.

Prazeres momentâneos e ilusórios como as drogas, além de destruírem e contaminarem nosso organismo físico e perispiritual, prejudicam a evolução dos seres, afastando a criatura do seu Criador. E não podemos nos olvidar ainda dos gravíssimos processos obsessivos que são instalados quando do consumo de drogas.

Quanto à Lei de Destruição, esta pode ser necessária ou abusiva. É necessária quando se destrói para renascer e regenerar, objetivando a renovação e melhoramento dos seres vivos.[2] Entretanto, a destruição deve sempre chegar na época necessária, porque toda destruição antecipada entrava o desenvolvimento do princípio inteligente, e é exatamente por isso que a natureza nos cerca de meios de preservação e conservação.[3]

No que concerne à destruição abusiva, temos que é a predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual. Toda destruição que ultrapasse os limites da necessidade, é uma violação da lei de Deus. Os animais não destroem senão por suas necessidades; mas o homem, que tem o livre arbítrio, destrói sem nenhuma necessidade aparente. Ele prestará contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, porque é aos maus instintos que ele cede.[4]

As drogas constituem um dos maiores flagelos da humanidade. Destroem abusivamente todo o organismo físico e espiritual de um indivíduo. Disseminam relacionamentos e famílias. Causam dor e sofrimento a inúmeras pessoas e afastam o espírito de seu objetivo encarnatório.

Elucidar mentes, eis o remédio. Lutemos como verdadeiros irmãos em Cristo para o combate às drogas. Esclarecendo jovens e crianças, a começar pela nossa família, estaremos contribuindo para erradicar essa problemática do convívio social. O mais forte deve trabalhar pelo mais fraco e, na falta da família, a sociedade deve tomar-lhe o lugar. Esta, é a verdadeira lei da caridade.

Como bem explica o Livro dos Espíritos, “há um elemento que comumente, não entra na balança e sem o qual a ciência econômica não é mais que uma teoria: a educação. Não a educação intelectual, mas a educação moral, e não, ainda, a educação moral pelos livros, mas aquela que consiste na arte de formar os caracteres, a que dá os hábitos, porque a educação é o conjunto de hábitos adquiridos. Quando se pensa na massa de indivíduos jogados cada dia na torrente da população, sem princípios, sem freios e entregues aos seus próprios instintos, deve-se espantar das conseqüências desastrosas que resultam? Quando essa arte for conhecida, cumprida e praticada, o homem ocasionará no mundo hábitos de ordem e de previdência para si mesmo e os seus, de respeito por tudo o que é respeitável, hábitos que lhe permitirão atravessar, menos penosamente, os maus dias inevitáveis. A desordem e a imprevidência são duas chagas que só uma educação bem entendida pode curar. Esse é o ponto de partida, o elemento real do bem-estar, a garantia da segurança de todos” (comentários à questão 685).

Tomando por base os ensinamentos acima traduzidos, estaremos mais preparados para solucionar o problema da dependência de drogas em nosso âmbito familiar. Reputamos de suma importância o entendimento dessas lições de educação, convívio e relacionamento para que possamos ajudar aquele que necessita deixar o vício. Estaremos curando não só o corpo, mas também o espírito, que traz com ele toda espécie de tendências e inclinações que devem ser corrigidas na atual existência.

Que o Mestre Jesus seja o nosso grande médico, o amparo de todas as horas, e o braço forte a nos apoiar nos momentos difíceis de nossa vida!

[1] LE, questão 704
[2] LE, questão 728
[3] LE, questão 729
[4] LE, questão 735


Autor:
Fábio Gallinaro

TEXTO PESQUISADO NA INTERNET. 
Título: Re: A PROBLEMÁTICA DAS DROGAS- ASPECTOS LEGAL E ESPIRITUAL.
Enviado por: dOM JORGE em 09 de Novembro de 2011, 12:37
                                          VIVA JESUS!


       Bom-dia! queridos irmãos.

               DROGAS: UM NOVO ALERTA QUE VOCÊ NECESSITA SABER

 Quando falta informação, sobra espanto e imobilismo.

 

         O flagelo das drogas, pela repetida história de dor que escreve nas páginas de lares dignos e honrados, onde antes reinava a paz, o trabalho e a esperança, merece o cuidado do conhecimento e a atenção de nossa vigilância. Porque quando alguém dentre os nossos, se torna escravo do álcool ou das drogas proibidas, como a maconha,  crack, cocaína e agora o oxi, sentimo-nos roubados e impotentes para enfrentar o problema com a determinação e serenidade que ele exige.

          Não imaginamos que pessoas tão próximas de nosso coração, poderão cair nesse vício. Porque, nossa visão da dependência química, ainda é ingênua e preconceituosa.

         Talvez isso, ajude a explicar o triste avanço que a epidemia do alcoolismo e das drogas ilícitas tem registrado e a contínua dificuldade que as famílias têm, para lidar com o problema, assim que o vê instalado em sua própria casa. A postura costuma ser de espanto e imobilismo, o que muitas vezes, levam as pessoas a tomarem decisões impróprias.

 

Quem é o dependente de drogas?

 

         Não se pode mais, associar a dependência de drogas com a marginalidade ou atribuí-la ás “más companhias”. A drogadição esconde causas muito sérias e insuspeitas, porque presentes no indivíduo, bem antes de seu primeiro contato com as substâncias que geraram a sua dependência.

         Por isso, precisamos saber quem é do dependente e como ele funcionava como pessoa, antes se ligar ao infeliz consumo. É dessa análise que poderemos obter boas respostas que ajudarão a definir a causa motivadora de sua escravização ás drogas e permitir a busca do tratamento que melhor se ajuste ás suas necessidades.

 

O consumo de drogas para aliviar sintomas de ansiedade e depressão.

         

         No Centro de Reabilitação Ave Cristo, a cada dez pessoas que se submetem ao programa, seis apresentam transtornos de ansiedade ou depressão. Portanto, uma causa orgânica e com tal necessita ser tratada.

Os transtornos de ansiedade de maior incidência, também constados pela Unifesp – Universidade Federal de São Paulo são: TB- transtorno bipolar, TOC – transtorno obsessivo-compulsivo e o TDAH – transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, dente outros, além da depressão.

 

A origem espiritual dos Transtornos de Ansiedade e Depressão

 

         Os transtornos não são determinantes para a dependência, embora prevalentes. Estas anomalias cerebrais têm origem nos núcleos energéticos do espírito, que foram lesados no passado; na atualidade, por meio do perispírito, lança na rede dos neurônios, energia pouco saudável. É o que se depreende dos ensinos do psiquiatra e escritor espírita Dr. Jorge Andréa. 

         No entanto, a medicação apropriada ajuda a equilibrar essa disfunção e a realização do bem e a integração com Deus poderá suprir gradualmente, estas deficiências da alma, como alerta o Espírito Joanna de Ângelis, por Divaldo P. Franco, na obra Transtornos Psiquiátricos e Obsessão.

 

Não sou dependente, paro quando quero!

 

          Nesses casos é necessário que a família faça um pacto pela união de todos, para buscar informações sobre a dependência de drogas e melhor compreender o que se passa com o familiar que caiu. Estabelecer em casa, o culto do Evangelho que além de promover o ajuste emocional da família, facilitará o socorro dos Espíritos Amigos. Estas práticas não passarão despercebidas pelo dependente, nem tão pouco, pelos espíritos afins que acompanham o viciado e atuam para ampliar os seus desejos.

 

Como iniciar o tratamento e o drama da internação

   

         O tratamento se inicia por meio de avaliação pessoal do dependente, para se verificar os níveis de ansiedade ou depressão. Isso é importante porque quando uma destas condições se faz presente e com certa intensidade, haverá necessidade de intervenção médica para se equilibrar a mente inquieta ou deprimida.

         Porém, não haverá necessidade de internação quando o indivíduo ainda mantém seus vínculos com a família, emprego e escola. Mas, caso tenha deixado de funcionar socialmente, porque a droga se tornou a sua única preocupação, somente a internação para o tratamento intensivo será eficaz.         

         Enquanto as experiências clínicas demonstram que a internação forçada somente é recomendada quando houver riscos para a vida do paciente e dos seus familiares, a não ser quando se trate de criança ou adolescente até 13 anos de idade.

 

O Tratamento Espírita

 

         O Espiritismo oferece valiosos recursos que ampliam o sucesso da terapia. Seja pelo convencimento da necessidade da transformação moral do paciente; pelos passes que restauram a tessitura perispiritual lesada pelas partículas das drogas; pela intervenção da terapia desobsessiva que harmoniza as mentes em pugna. Enquanto, o Evangelho no Lar promove o ajuste do ciclo vibratório da família.

         Seja qual for o grau da dependência de drogas ou a recusa em aceitar a ajuda, jamais se deverá perder a esperança. Porque todo ser humano é recuperável. Posto que, o Médico Maior, dentre todos, segue declarando: “Vós sois deuses, pois brilhe a vossa luz”. (Mateus, 5:14-15)


                                                    Vilson Disposti

(Publicado na Revista “O Semeador” da FEESP de Setembro/2011)




                                                     PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: A PROBLEMÁTICA DAS DROGAS- ASPECTOS LEGAL E ESPIRITUAL.
Enviado por: Mourarego em 09 de Novembro de 2011, 13:16
Maninha Re,
o autor do texto faz algumas afirmações que só a ele pertencem, vejamos:
1- "É preciso deixar claro que a solução para o problema não está na matança de traficantes e nem mesmo no rigor da lei."

Digo eu: Ora que não se aceite a matança, mas que se tenha em mente que os tiroteios, que semana passada motivaram a morte de um cinegrafista de TV são a linguagem que os traficantes e marginais usam e que deve ser respondida pela polícia não com preces mas com a mesma tônica.
Não se trata de pagar o mal com o mal, mas sim de se estabelecer a primazia da Lei e da ordem segundo os padrões conhecidos e usados por eles mesmos, os traficantes.
A Leis e sobre ela, ensina o brocardo taõ conhecido, "Dura lex sed lex", ou seja, "A lei é dura, mas é a lei".

2- O sr. Fabio depois de dizer que a lei que penaliza os traficantes sofreu alterações,  parece não ter se dado conta que uma destas foi a supressão da inclusão do tráfico nos crimes hediondos. Logo, a lei não sofreu só uma alteração mas sim foi abrandada.

3- O autor também afirma que não se combate só com leis duras no que eu concordo, assim como concordo que se deva instruir mais e melhor as crianças de baixa renda.
Todavia, sabemos que a origem dos desvios morais não se enraíza na educação, mas sim na ignorância moral do Espírito.
Dizer-se o evangelho a quem dele não queira saber é perda de tempo pois a palavra não transforma se o Espírito não se interessa por ela.
Deve-se sim, instruir as camadas mais baixas, mas não se pode deixar de lado a penalização dos delitos e neste campo há mesmo de de estudar a modificação do instituto legal que prodigaliza aos menores de 18 anos a impunidade.
Hoje em dia, qualquer menino de 13 anos sabe que usar, traficar, manter consigo, vender ou fabricar drogas é crime, mas sabe também que a lei não o atinge senão com uma falsa e não conseguida ressocialização.
O Brasil tem hoje a lei de menores mais moderna do mundo, mas que ainda contém alguns de seus artigos atravancados por falta de leis que definam  a punibilidade.
Enquanto isso  os traficantes dão a eles Uzzis, Ruggres, M16s, AK 47 e outras armas, para que eles, os menores cometam os crimes que se fossem praticados por um "maior de idade" seria fatalmente atingido pena pena de encarceramento.
Muita coisa há de ser modificada no ECA meu mano, se quisermos mesmo ter um estatuto de menor e adolescente mais crível na visão punitiva que é uma das características da lei penal.
Um crime de morte cometido por um maior tem sua pena cominada em de 10 a 20 anos, porém se efetuado por um menor de idade, esta não passará de 4 anos, por isso já enviei a dois deputados e alguns juristas com quem me apalavro, a idéia da expansibilidade da punição ou seja, se um menor, comete um crime de morte, em virtude de qualquer outro delito, como o tráfico, por exemplo, sua pena que seria d 4 anos, em colônia própria, seria expandida para após sua maior idade pois não é por deixar de ser menor  que o crime antes cometido deixa de existir.
Assim o menor de hoje cumpriria a ressocialização, passando depois e antes de ingressar no sistema penitenciário para os maiores, por uma avaliação por banca própria que indicaria sua ressocialização ou não, e em caso negativo a pena seria continuada na instituição para presos maiores de idade, a critério do juiz.
Isso acabaria com os crimes prtaticados por menores? Não, mas por certo seria sentida a diminuição , isso com certeza.
Estou falando muito por cima da idéia do projeto que enviei aos deputados e magistrados.
Ela é apenas o pontapé inicial, pois não atende senão à ponta do iceberg no que atinge aos crimes praticados por menores.
De outro lado devemos deixar a hipocrisia de lado e dizer do menor preso que ele foi mesmo preso, e não "apreendido" com se quer hipócritamente dizer hoje.
Bem, como já escrevi muito, vou ficando por aqui embora pudesse elencar mais pontos em que o autor escorrega no texto.
Abraços,
Moura
Título: Re: A PROBLEMÁTICA DAS DROGAS- ASPECTOS LEGAL E ESPIRITUAL.
Enviado por: cristiane faria em 09 de Novembro de 2011, 14:16
 Esses dias estive a meditar sobre como funciona o "sistema" em que vivemos, concluí...
Os mais abastados apropriam-se dos meios de trabalho e sobrevivência dos menos abastados, os mesmos sem um meio de subsistência vendem sua força de trabalho a preço mizerável aos mais potentados. Esta classe operária vai receber "educação" para se tornarem boas "máquinas" e progredir profissionalmente, mas a elite se apossará dos meios de educaçao, política,leis, mídia e até da religião para garantir que seus operários( que os sustentam) permaneçam ocupados e submissos ao sistema que os criou.A escola nos ensina a seguir normas e normas e nos qualificam para o mercado, mas nos transforma em "cabeças de bagre" pois muitas vezes não nos permite questionar velhos dogmas arcaicos e a maioria dos nossos livros didáticos nos contam fábulas elaboradas cuidadosamente para nos manipular e nos manter na grande massa da ignorancia.
 Daí cria-se a polícia para garantir nossa segurança (que piada!!!), ou seja, da elite e da nobresa(politicos)...pois esses operários podem se revoltar com sua mizerável condiçao de inferioridade,passando a usar entorpecentes e cometer delitos, então a lei os punirá por não serem capazes de trabalhar honestamente (ganhando um salário de mizerável e pagando altos impostos) para seu Estado...
Concluindo: O Governo, a Elite e os Poderosos criam marginais( ignorantes, carentes) para depois puníl-los ...assim funciona o SISTEMA!!!!