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GERAL => Psicologia & Espiritismo => Sexualidade => Tópico iniciado por: dOM JORGE em 06 de Setembro de 2018, 04:44

Título: O Jovem Espírita e o Sexo
Enviado por: dOM JORGE em 06 de Setembro de 2018, 04:44
                                                              VIVA JESUS!




              Bom-dia! queridos irmãos.




             O Jovem Espírita e o Sexo
   
       


1- Fala-se que Deus permitiu o aparecimento das doenças sexualmente transmissíveis com o fim de alertar os homens sobre o uso abusivo e desequilibrado do sexo. Essa afirmação tem fundamento?

Quase sempre há uma revelação moral na enfermidade. As doenças venéreas sinalizam o regime monogâmico como o ideal para a saúde.

2- O problema da AIDS pode ser relacionado com o sexo livre?

É o que dizem, inquestionavelmente, as estatísticas.

3- Por que atualmente assistimos ao uso da sexualidade de forma tão promíscua e descontrolada?

Imaginemos uma criança impedida de comer doces, sob a alegação de que lhe fazem mal. Ela cresce, liberta-se de tutelas e - desconta o atraso, empanturrando-se. Algo semelhante está acontecendo com a sexualidade humana, reprimida durante séculos pela ortodoxia religiosa medieval, que situava a atividade sexual como algo pecaminoso. Basta lembrar que até hoje. há quem imagine que Adão foi expulso do Paraíso porque relacionou-se sexualmente com Eva.

4- Quais as causas do homossexualismo? Qual deve ser a postura da juventude perante esse assunto?

O homossexualismo pode ser decorrente de um comprometimento cármico, originando uma psicologia masculina em corpo feminino e vice-versa.

Na maior parte das vezes, entretanto, trata-se de simples viciação, como ocorre em relação ao fumo, ao álcool, às drogas. No primeiro caso estamos diante de companheiros torturados que devemos compreender e ajudar. No segundo, precisam eles próprios, como diziam os antigos, "tomar vergonha".

5- O que você poderia dizer a respeito do sexo na adolescência? _ O adolescente tem maturidade biológica para o sexo, mas falta-lhe a maturidade psicológica para assumir as responsabilidades inerentes à atividade sexual, envolvendo compromisso, lealdade, sinceridade. Muitos não assumem nunca.

Querem apenas "fazer amor", expressão infeliz de quem confunde amar com "transar".

6- A que se pode atribuir o crescente número de casamentos fracassados que existe anualmente?

Geralmente é o resultado desses "amores" inspirados em humores sexuais, num envolvimento passional que gera casamentos precipitados, filhos negligenciados, tensões e angústias, abortos e suicídios, em lamentáveis semeaduras de desequilíbrio e sofrimento.

7- Qual deveria ser a orientação sexual do jovem espírita? Estará no caminho certo se respeitar as pessoas com as quais venha a se relacionar afetivamente, tanto quanto gostaria que seus irmãos fossem respeitados.

8- Como o jovem pode contribuir para o ajustamento da sociedade anual?

O perfeito ajuste da sociedade humana somente ocorrerá quando os homens vivenciarem em plenitude a moral cristã, que sintetiza leis divinas que regem nossa evolução. Assim, a mais autêntica contribuição que poderemos oferecer, neste particular, será nosso empenho por nos ajustarmos às lições de Jesus.


          Richard Simonetti









                                                                                                      PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: O Jovem Espírita e o Sexo
Enviado por: Gustavo Rettenmaier em 06 de Setembro de 2018, 13:11
Muito bom e oportuno esse texto.
Vivemos sim em uma sociedade em que a sexualidade é incentivada ao extremo e o que é pior, sem critério algum.
Por certo devemos acabar com a repressão que sempre houve, mas isso não significa ignorar as responsabilidades inerentes a cada ato praticado.
Quando falamos de sexo e sexualidade, essa responsabilidade multiplica-se exponencialmente, visto nossos atos refletem-se na vida de outras pessoas, as vezes um sem número de pessoas.
Não falamos apenas de filhos que podem ser rejeitados ou mal cuidados, mas tambem de outros parentes e amigos que estejam vinculados as pessoas que mal utilizam sua sexualidade, propiciando o aparecimento não apenas das doenças sexualmente transmissíveis, mas o surgimento de problemas de ordem emocional e psicológica, fruto de equívocos de entendimento na utilização da sexualidade.