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Autor Tópico: Emmanuel fala sobre Ramatis.  (Lida 8648 vezes)
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Rafa
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« Responder #45 em: 30 de Setembro de 2009, 12:30 »

Apenas substituo o termo mediunidade por vontade de servir. Uma corrente mediunica não é só constituida por mediuns. Seria muito mau não criarmos condições para que quem pretenda servir não o possa fazer. Há sempre algo que pode ser feito. Depois cada um vai criando em si as condições para melhor servir.

Atlante, obrigado por me chamar a atenção sobre o que escrevi em relação a mediunidade, pois não expliquei como deveria.

Eu deveria ter utilizado na frase a palavra sensibilidade, dado que mediunidade é um conceito definido por Kardec, logo espírita, e se resumindo a comunicação entre o médium e os espíritos.

Muitas das pessoas que entram lá pra trabalhar, começam a perceber o quanto são sensíveis, mesmo não mantendo comunicação alguma com espiritos. Essas pessoas sentem a energia ao ponto de conseguirem visualizar cores, sentir a densidade energética do ambiente e do assistido. Foi isso que, erroneamente, chamei de mediunidade. É emocionante ver as pessoas que simplesmente querem ajudar começarem a perceber essas energias. Vemos, em cada exemplo desse, uma centelha do amor crístico. Essa pré-disposição nos indica que a bússola dessas pessoas estão apontando para um dos caminhos corretos que levarão ao Pai, dentre suas várias moradas.

Por isso concordo com você quando me corrigiu, acertadamente, sobre o emprego da palavra mediunidade no texto.

Fiquem em paz!
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É pelo fruto que se reconhece a árvore


« Responder #46 em: 04 de Outubro de 2009, 23:06 »

O problema coloca-se em desenvolver os conceitos doutrinários. Existem conhecimentos doutrinários a que a ciência, a filosofia e a própria doutrina, já acrescentaram novos dados. No entanto, por efeito do radicalismo de alguns ( não sei se são muitos ou poucos ), esses dados não foram incorporados na doutrina. É isto que é mau. Isto não foi aquilo que Kardec pretendeu.
Atlante  
Grande Atlante! falou tudo! a meu ver, cabe aos próprios Espíritas desenvolverem e esmiuçar, à luz da ciência o Pentateuco kardequiano. Mas, repare, procrure notar, que aqui mesmo neste fórum, existem muitas pessoas já fazendo isso. E isto é evidentemente maravilhoso!! Se depender dos ortodoxos, as Obras Básicas, a meu ver, torna-se uma literatura estagnada no tempo e sem ponto de contato com as novas descobertas  da ciência. Sim, estou querendo dizer que as Obras Básicas não estão acabadas em definitivo e "naõ se fala mais nisso", e "nada há que se acrescentar". Minha opinião apenas, mas não abro mão dela. E, novamente aqui, o salutar e necessário dissenso. abs,


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É pelo fruto que se reconhece a árvore


« Responder #47 em: 04 de Outubro de 2009, 23:25 »

Sobre a questão dos obsessores e obsediados sempren tenho dito que os que mais me preocupam são os obsessores. A razão é simples. Enquanto os obsessores estão contraindo carma os obsediados estão aprendendo a não contrair resgatando.
De acordo. E é justamente essa questão que os senhores M. Phi. de Miranda e Victor Hugo não tratam de maneira satisfatória em seus livrinhos de terror espírita: o obsediado merece sofrer; "está pagando dívida"; "a cura depende dele" (sei que se ele não muda, atrairá outros obsessores por afinidade). Quando eu fazia tratamento de desobsessão, a dirigente do centro (uma senhora muito distinta e estudiosa), me disse indiretamente que eu tinha botado fogo na casa de uma pessoa e tomado os bens e a mulher dessa pessoa. E isso aumentou a minha consciência de culpa, principalmente pq lia os livros dos "Espíritos de Escol", e me achava culpado mesmo. Mas, o que eu sei, é que, se eu estou "pagando", e o obsessor? (que nome horrível esse que se dão a ESpíritos vingativos, eu acho até um desrespeito usar esse termo). É como diz o Atlante: ninguém vê que uma hora o "obsessor" terá que reencarnar,  e, nos livros dos senhores M. P. de Miranda e do senhor Victor Hugo, não se faz alusão ao fato de que, não é porque o Espírito que está na erraticidade (continua)
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É pelo fruto que se reconhece a árvore


« Responder #48 em: 04 de Outubro de 2009, 23:36 »

...não é porque o Espírito está na erraticidade, que, em fazendo o mal, não terá que sofrer as conseqüências desse mal. Essa questão não é abordada a contento (passam de raspão nela apenas). Eu penso assim meus queridos confrades: se nós fizemos o mal a eles, eles também não estão "dando o troco"? Sei que se dão atenção aos obsessores nos centros espíritas, mas a questão é que, na perspectiva dos livros de terror espírita, a culpa sempre recai sobre o obsediado. Se eu fiz o mal outrora, também sofri o mal por parte deles. Será que uma hora isso tudo não fica zero a zero??
Ah! e tudo por uma questão de interpretação dos dirigentes espíritas ( e isso pq eu mesmo me dei o trabalho de ler todas as obras dos senhores M. P. de Miranda e Victor Hugo; bom, nesse caso já não é questão de interpretação  Wink).
E por fim, (de novo tenho q elogiar o Atlante), essa sugestão do Atlante, de tratar o obsediado não é seguida na maioria dos tratamentos de desobsessão nas casas espíritas.
Paro por aqui q já ficou longo.
Abraços,

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« Responder #49 em: 05 de Outubro de 2009, 17:27 »

O problema coloca-se em desenvolver os conceitos doutrinários. Existem conhecimentos doutrinários a que a ciência, a filosofia e a própria doutrina, já acrescentaram novos dados. No entanto, por efeito do radicalismo de alguns ( não sei se são muitos ou poucos ), esses dados não foram incorporados na doutrina. É isto que é mau. Isto não foi aquilo que Kardec pretendeu.
Atlante  
Grande Atlante! falou tudo! a meu ver, cabe aos próprios Espíritas desenvolverem e esmiuçar, à luz da ciência o Pentateuco kardequiano. Mas, repare, procrure notar, que aqui mesmo neste fórum, existem muitas pessoas já fazendo isso. E isto é evidentemente maravilhoso!! Se depender dos ortodoxos, as Obras Básicas, a meu ver, torna-se uma literatura estagnada no tempo e sem ponto de contato com as novas descobertas  da ciência. Sim, estou querendo dizer que as Obras Básicas não estão acabadas em definitivo e "naõ se fala mais nisso", e "nada há que se acrescentar". Minha opinião apenas, mas não abro mão dela. E, novamente aqui, o salutar e necessário dissenso. abs,


REnato

Vamos restabelecer a verdade:
Não existe nenhum pentateuco Espírita.
As obras citadas como básicas são
OLE, OLM, O que é o Espiritismo, A Gênese.Logo São quatro e não cinco.
O ESE não é nem obra básica, é apenas um livro a mais entre os da codificação, embora traga valiosos estudos e importantes noções de moral.
Obras Postumas, tão citado, nem parte da codificação faz.
Quanto ao acréscimo por parte da doutrina, não houve nenhum depois de Kardec, excetuando-se os casos onde a ciência haja provado cabalmente que uma informação constante na obra básica tenha sido modificada.
Abraços,
Moura
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« Responder #50 em: 05 de Outubro de 2009, 20:26 »

Citar
Vamos restabelecer a verdade:
Não existe nenhum pentateuco Espírita.
As obras citadas como básicas são
OLE, OLM, O que é o Espiritismo, A Gênese.Logo São quatro e não cinco.
O ESE não é nem obra básica, é apenas um livro a mais entre os da codificação, embora traga valiosos estudos e importantes noções de moral.
Obras Postumas, tão citado, nem parte da codificação faz.
Quanto ao acréscimo por parte da doutrina, não houve nenhum depois de Kardec, excetuando-se os casos onde a ciência haja provado cabalmente que uma informação constante na obra básica tenha sido modificada.
Abraços,
Moura


E o livro "O céu e o inferno"?   Huh Huh
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« Responder #51 em: 05 de Outubro de 2009, 21:01 »

Sim, também este mano Carlos!
E na verdade haveria ainda mais um que foi descontinuado, "Intruções Práticas sobre As Manifestações Mediúnicas".
Mas segundo OLM cap. 3 item 33 a sequência seria esta: 1. O Que é o Espiritismo, 2. O Livro dos Espíritos, 3.O Livro dos Médiuns, 4.A Revista Espírita.
Se acrecermos a estes, A Genese e O Céu e o Inferno, teríamos então seis obras, cuijo total também não seria em forma de ser chamado pentateuco.
Abraços,
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É pelo fruto que se reconhece a árvore


« Responder #52 em: 06 de Outubro de 2009, 01:01 »

Obrigado pelo esclarecimento Moura. De fato, acreditar que aquela ladainha cristã, escrita por padres, freis, sórors, e freiras desencarnadas, chamada ESE é Espiritismo, soa mesmo um contrasenso  Cheesy
A propósito, o que acham do capítulo 5 do ESE, "O Cristo Consolador" (algo  assim, não me lembro...).
É Jesus quem escreve ali?? (não pode ser....)
[vou até fazer uma brincadeira: me parece que esse capítulo foi escrito pelo "Inri Cristo"]

abs,

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« Responder #53 em: 06 de Outubro de 2009, 17:56 »

Renatão,
se você se refere a uma mensagem que num local se vê assinada por Jesus e noutro pelo Espírito A Verdade, eu a considero apócrifa e mesmo Kardec só a aceita em caráter muito especial mas mesmo assim sem julgar a procedência.
Abraços,
Moura
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É pelo fruto que se reconhece a árvore


« Responder #54 em: 06 de Outubro de 2009, 18:15 »

Moura,
Me refiro ao capítulo 5 "O Cristo Consolador", de o ESE, e que é assinado pelo Espírito de Verdade. E isso divide os espíritas: uns acham que o Espírito de Verdade é o próprio Jesus. Eu mesmo já achei isso no passado. Hoje considero que ele é apenas um Espírito querendo se passar por Jesus.

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« Responder #55 em: 06 de Outubro de 2009, 18:43 »

Este é, também, o pensamento de kardec mano Kite.
Veja que ele não dá um aceite à mensagem, senão pelo cunho moral dos ensinos que contem.
Mas quanto a assinatura Kardec diz, que nada há que obste ser de Jesus,m mas que o bom senso nos pede que consideremos apenas o caráter da moralidade.
eu por mim, não vejo como um Ser como Jesus possa aqui se assinar Jesus, e ali Espírito A Verdade. Não Jesus, duvido muito.
Abração,
Moura
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« Responder #56 em: 18 de Dezembro de 2009, 11:35 »

Aqui mesmo tem um tópico onde Divaldo Fala sobre Ramatis, vale dar uma olhada.
http://www.forumespirita.net/fe/audio-video/divaldo-fala-sobre-ramatis/

Eu não tenho uma opinião formada sobre ele.
Na dúvida eu prefiro não criticar.
Na história vimos algumas vezes diversas pessoas errando e muito tentando acertar, o caso de Saulo de Tarso, todos sabem.

Aconselho a companheiros que possuem sites tentando "desmistificar" alguém que pensem nesse exemplo de São Paulo, ainda mais quando ícones do espiritismo possuem visões diferentes sobre o assunto.
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« Responder #57 em: 18 de Dezembro de 2009, 15:22 »

Criticar com base sólida é possível, mano Leonardo.
O que não se pode é chutar o balde e sem conhecer o tema.
Neste caso, Ramatis nunca se disse Espírita, e porque então terá ele de seguir ao codificado?
Espíritos também têm livre arbítrio não é mesmo?
Afinal só porque eu sou fluzão e o outro mengo, o outro estará errado por não seguir as orientações do técnico do Fluzão?
(Notem que coloco Flusão com a inicial em maiúsculo enquanto mengo é apenas unzinho que deu sorte hehehehe)
Abraços,
Moura
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"Não confunda jamais conhecimento com sabedoria


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« Responder #58 em: 18 de Dezembro de 2009, 16:46 »

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.:
As obras básicas do espiritismo, também conhecidas como codificação espírita, são cinco livros publicados pelo pedagogo Hippolyte León Denizard Rivail, sob o pseudônimo de Allan Kardec, entre 1857 e 1868, na França. São elas, por ordem de publicação:

O Livro dos Espíritos - Obra essencialmente filosófica, em que se estabelecem os princípios da Doutrina Espírita (1857);
O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores - Versa sobre o caráter experimental e investigativo do espiritismo, visto como ferramenta teórico-metodológica para se compreender uma "nova ordem de fenômenos", até então jamais considerada pelo conhecimento científico: os fenômenos ditos espíritas ou mediúnicos, que teriam como causa a intervenção de espíritos na realidade física (1861);
O Evangelho segundo o Espiritismo - Obra de cunho essencialmente moral, em que Kardec seleciona os Evangelhos canônicos da Bíblia como ponto de partida para a inferência de fundamentos morais comuns a todos os "grandes sistemas religiosos", fundamentos esses cuja consonância com o espiritismo procura ser demonstrada por ele (1864);
O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina segundo o Espiritismo - Composta de duas partes: na primeira, Kardec realiza um exame crítico da doutrina católica sobre a transcendência, procurando apontar contradições filosóficas e incoerências com o conhecimento científico superáveis, segundo ele, mediante o paradigma espírita da fé raciocinada. Na segunda, constam dezenas de diálogos que teriam sido estabelecidos entre Kardec e diversos espíritos, nos quais estes narram as impressões trazidas da existência transcendente (1865);
A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo -
Composta de três partes. A primeira parte trata da Gênese, isto é, da formação dos mundos e da criação dos seres animados e inanimados. A segunda parte trata dos milagres; discute sobre o que pode ser considerado milagre, e explica, à luz do Espiritismo os muitos milagres feitos por Jesus. A terceira parte explica como e porque podem haver previsões de coisas futuras, pressentimentos e coisas assim (1868).
Além destes, há mais dois livros de menor importância:

Obras Póstumas: serve como um complemento para a compreensão da Doutrina. São escritos e estudos do codificador, com anotações preciosas sobre os bastidores da fundação do Espiritismo. Tem este nome porque foi publicado após sua morte (desencarne).
O que é o Espiritismo?: de uma maneira didática, conduzindo os temas através de diálogos fictícios, o autor (Allan Kardec) procura introduzir o leitor nos conceitos básicos do Espiritismo. Assim sendo, este pode tomar conhecimento desses de maneira gradual, sem sobressaltos, e em linguagem bem mais acessível.
Alguns estudiosos espíritas incluem, ainda, entre as Obras Básicas as edições da Revista Espírita publicadas sob a coordenação de Allan Kardec, entre os anos de 1858 e 1869.
O problema coloca-se em desenvolver os conceitos doutrinários. Existem conhecimentos doutrinários a que a ciência, a filosofia e a própria doutrina, já acrescentaram novos dados. No entanto, por efeito do radicalismo de alguns ( não sei se são muitos ou poucos ), esses dados não foram incorporados na doutrina. É isto que é mau. Isto não foi aquilo que Kardec pretendeu.
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Não existe nenhum pentateuco Espírita.
As obras citadas como básicas são
OLE, OLM, O que é o Espiritismo, A Gênese.Logo São quatro e não cinco.
O ESE não é nem obra básica, é apenas um livro a mais entre os da codificação, embora traga valiosos estudos e importantes noções de moral.
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Quanto ao acréscimo por parte da doutrina, não houve nenhum depois de Kardec, excetuando-se os casos onde a ciência haja provado cabalmente que uma informação constante na obra básica tenha sido modificada.
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« Responder #59 em: 16 de Janeiro de 2010, 18:06 »

Parece que há pessoas que realmente não compreende o princípio básico da doutrina espírita ou de qualquer movimento filosófico positivista. Algumas críticas diretas aqui só vem a provar a imaturidade e incompreensão da essência da doutrina espírita. Divaldo Franco por exemplo tem sido a exemplificação do cristianismo e não pelo o que ele fala e sim pela sua biografia e não porque anda em fóruns virtuais satisfazendo seus questionamentos e necessidades de discussão. Dizer que tal obra é pessimista ou outros adjetivos do gênero para pior, me causa surpresa que coisas assim ocorram no movimento espírita. Ainda mais de pessoas que parecem ser tão esclarecidas e intelectualizadas. A doutrina foi tão bem codificada por Kardec que pra mim não resta dúvida que tais posturas críticas infundamentadas ou pseudo fundamentadas é totalmente contrária a essência do espiritismo. Estudar e questionar sim, mas, agredir e desmoralizar educadamente não está em nenhum livro das obras básicas e nem nos evangelhos.

Parece-me totalmente verossímil a entrevista citada, embora eu a desconhecia, no entanto, conheço depoimentos de Divaldo Franco sobre Ramatís e alguns outras discussões sobre Ramatís. Talvez não seja essa sua pergunta mas, falarei sobre o que penso de Ramatís. conforme no final da entrevista, o primeiro depoimento, considero totalmente franco e lógico. Ramatís causa polêmica porque "incomoda" demais nosso comodismo. todas as obras de Ramatís que eu li vão de perfeito encontro com a razão e a lógica. Há alguns pseudos-espíritas que falam em nome de uma obra chamada sábio ou pseudo-sábio, onde falam sobre Ramatís pronunciar as maiores mentiras e focam num trabalho "anti-espírita" em nome do espiritismo. É exatamente assim que surge movimentos como a inquisição. Mas, o que vejo de interessante é que na verdade não se pode provar como mentira qualquer obra de ramatís. Alguns alegam sobre o telescópio Hubble ter desmascarado ramatís em mostrar marte sem vida, no entanto, o próprio ramatís disse que seria muito fácil para os povos de marte burlar imagens que chegariam até nós, considerando que suas tecnologias eram muito mais avançadas. Considero esta possibilidade e assim, não há nenhum ponto que ramatís pronuncia que possa ser derrubado. Quanto ao sublime peregrino, os pergaminhos do mar morto vieram a corroborar com o que fora apresentado anos antes por Ramatís. Na obra fisiologia da alma pude verificar a posteriori que tudo vai perfeitamente de encontro. Enfim, vejo Ramatís como um espírito da alta estirpe sideral e é comum que nos cause muita polêmica ainda, pois, ainda somos verdadeiros pseudos-sábios taxando outros de pseudos-sábios.
Quanto a ramatís ser divulgado com amplitude, certamente que sim, pois, é exatamente esta a intenção dos amigos espirituais ao trazerem para nós as obras de Ramatís que ao meu ver são extremamente esclarecedoras. Mas, é claro que irá gerar polêmica, no entanto, isso faz parte do processo como a própria doutrina espírita passou em seus primórdios e na verdade isso acontece ainda em nossos dias através dos desinformados como você mesmo diz. Divaldo Franco diz em uma de suas palestras que há obras de Ramatís que ainda aguardam para ser publicadas já que causariam mais polêmicas do que as que já foram à público. De minha parte eu lhe digo, a doutrina espírita muito meu auxiliou e esclareceu, mas, foram as obras de ramatís que puderam complementar certas dúvidas. Vejo a codificação kardeciana com um propósito e as obras de ramatís com outros propósitos, no entanto, ambas tem o mesmo propósito essencial, mas, utilizam de linguagens um tanto diferentes para indivíduos de grau e de "linguas" diferentes.
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