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Autor Tópico: Emmanuel fala sobre Ramatis.  (Lida 8650 vezes)
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Aldebaran
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É pelo fruto que se reconhece a árvore


« Responder #30 em: 29 de Setembro de 2009, 12:56 »

MINHA OPINIÃO PESSOAL SOBRE POR QUE JESUS ESCOLHEU PAULO PARA DIVULGAR O EVANGELHO.
Jorge, aí vai como eu havia prometido.
Jesus escolheu Paulo, não no sentido de que ele iria divulgar a psicologia do Mestre. Mas há vários motivos (todos hipóteses minhas).
1- Paulo era fariseu, e com isso, não seria preso ao entrar nos templos para divulgar e defender os ensinos de Jesus. E foi isso mesmo o que aconteceu, como vemos em Paulo e Estevão.
2- Paulo tinha um temperamento inquieto e agressivo, e isso seria importante para enfrentar o Judaísmo e o farisaísmo da época. (lembre-se que Jesus foi áspero com os fariseus, vide a querela no Evangelho de João, e foi por isso q os fariseus mataram Jesus ("ai de vós fariseus, que são como sepulcros caiados, brancos por fora e cheios de podridão por dentro"). Portanto, Jesus precisava de alguém enérgico para enfrentar aqueles sacerdotes.
3- Paulo era um intelectual: poderia sair divulgando o Evangelho por toda parte, pois falava o latim, o grego, tinha o conhecimento das escrituras e tinha retórica para enfrentar os sacerdotes do Judaísmo e do Farisaísmo.
Então, enquanto Estevâo teve como missão desvelar a Psicologia de Jesus, Paulo teve como missão combater o farisaísmo e divulgar o Evangelho por toda parte.
Bom,  mas essa é apenas uma opinião minha e eu não li isso em nenhum livro, são apenas conclusões que eu tirei, depois de ler e reler a coleção do Emmanuel.

Abraços fraternos

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« Responder #31 em: 29 de Setembro de 2009, 13:07 »

Então é uma opinião pessoal sua, que não desmerece nem o livro e nem o seu autor. Ja o li algumas vezes e confere com algumas descrições semelhantes presenciadas por outros, publicados em livros ou não. A proposito voce ja leu a Divina Comédia?
Não li. Sabe porque é inútil esse tipo de livro? porque já foi dito "O Reino dos Céus está dentro de vós", o que está de acordo com O Céu e o Inferno de Allan Kardec, em que céu e inferno, são estados de consciência. Sei que já regiões de dor e trevas, mas ficar publicando livros para identificar o inferno como um local geográfico, me faz lembrar as estórias que mamãe contava, de que se eu não for um bom menino irei para o inferno quanto morrer.
Cara, gaste o seu tempo lendo coisas boas, como por exemplo o livro "Alcíone" do Emmanuel, este sei que resulta para o nosso aperfeiçoamento espiritual e psicologico  Wink
Nao recomendo "Dramas da Obsessão", do Dr. Bezerra de Menezes, e, só para saberem, estou doando a minha coleção de "livros de terror" do Manoel Philomneo de Miranda.  Wink
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Aldebaran
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« Responder #32 em: 29 de Setembro de 2009, 13:18 »

E sei dizer que, com isso, o Jorge fez um bem: mudou o rumo da conversa, de modo que estamos agora trocando idéias e falando sobre Espiritismo mesmo - sem rancores e lamentações do passado  Wink
Mandou bem Jorge, ganhou o dia, pois que fez um bem a nós todos...
Valeu cara,

Abraços,
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Anton Kiudero
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« Responder #33 em: 29 de Setembro de 2009, 13:23 »

Sabe porque é inútil esse tipo de livro? porque já foi dito "O Reino dos Céus está dentro de vós", o que está de acordo com O Céu e o Inferno de Allan Kardec, em que céu e inferno, são estados de consciência. Sei que já regiões de dor e trevas, mas ficar publicando livros para identificar o inferno como um local geográfico, me faz lembrar as estórias que mamãe contava, de que se eu não for um bom menino irei para o inferno quanto morrer.
Amigo Aldebaran,

Voce esta correto e isto inclue toda a literatura espirita, sem uma unica excessão. Todos, relatam estados interiores de espiritos em umbrais ou em locais com violetas a janela, igualmente. E são todos utilissimos para compreender tanto a psicologia dos espiritos encarnados como dos desencarnados. Os que são retratados em todos estes livros viveram como seres humanos como nós, iludidos como quase todos...

A proposito, não há livros de terror a não ser para os que se aterrorizam consigo mesmos. A realidade exterior, aquela que é percebida, reflete sempre nossa realidade interior, o que somos, e não o contrário...

Anton
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Aldebaran
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« Responder #34 em: 29 de Setembro de 2009, 13:36 »

A proposito, não há livros de terror a não ser para os que se aterrorizam consigo mesmos. A realidade exterior, aquela que é percebida, reflete sempre nossa realidade interior, o que somos, e não o contrário...
Anton
Não, não há. No livro "Loucura e Obsessão" ou "Nos bastidores da obsessão", do senhor Manoel Philomeno de Miranda, há um relato de uma mãe abortista que, no 5o aborto, desencarna, e diante dela, aparece um tribunal de Espíritos  inferiores para julgá-la. Um deles diz para ela: "transforma-te já em uma serpente, víbora devoradora dos próprios filhos", e, devido a um fenômeno de ideoplastia, a infeliz moça se converte numa serpente mesmo.
Bom, se lhes compraz ficar lendo essas coisas, é como eu já disse, estou doando a minha coleção de "Infernos espíritas" (de fazer inveja ao inferno católico e ao de Dante) do senhor Manoel P. de Miranda   Wink é só passar aqui em casa e retirá-los  Cheesy

Abraços 

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Anton Kiudero
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« Responder #35 em: 29 de Setembro de 2009, 13:53 »

Há um caso semelhante de licantropia relatado por Andre Luiz, tambem. O que apenas nos mostra como a forma é plastica e depende inteiramente da mente. Mas isto não é terror, já que o vemos diariamente à nossa frente na crosta planetaria mesmo.

O que voce nos diz de um pai ou mãe que por ignorante possessão sentimental, incute diariamente na cabeça do filho que ele deve agir assim e não assado, fazer isto e não aquilo? Cria-se com isto uma forma teratologica e deformada na mente do filho e que mais tarde, por sentimentos de culpa podem levar decadas para dissipar-se quando não são levados ao além tumulo.... E isto só com broncas tidas como "normais" por muita gente.... Imagine então o que pode criar um espírito que se sinta "culpado" de algum delito...

Há muito o que aprender nesta literatura. São compendios de profunda psicologia que abordam o resultado dos apegos e paixões em todos os seus aspectos. Acredito que um dia serão leitura obrigatoria nos cursos de psicologia.
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Diegas
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« Responder #36 em: 29 de Setembro de 2009, 14:05 »

1- Paulo era fariseu, e com isso, não seria preso ao entrar nos templos para divulgar e defender os ensinos de Jesus. E foi isso mesmo o que aconteceu, como vemos em Paulo e Estevão....'


Paulo quando tentou pela primeira vez pregar o ensinamento do Boa Nova numa sinagoga judia, em Antioquia, teve de sair da cidade às pressas e escondidas, pular muros e se camuflar num cesto, transportado para longe por carregadores de mercadorias. A ordem de prisão do Sinédrio fora expedida, e ele bem sabia do risco de morte (Ananias o alertara). Muitos que o conheceram como Doutor da Lei, como feroz perseguidor dos 'Homens do Caminho' (assim eram conhecidos os primeiros cristãos) e defensor intransigente do Judaísmo, passaram a considerá-lo um louco fora-de-si, que abandonara um futuro religioso brilhante: seria elevado ao mais alto posto no Judaismo, com todas as honras, riqueza e poder que o cargo conferia. E isso Paulo de Tarso (o anticristo segundo o sapiente Nietzche) fizera em defesa de um galileu-carpinteiro e de uma mensagem de amor inexpressivos. Portanto, os templos em que ele pregou, ou já tinham uma base cristã erguida sob a admiração de alguns simpatizantes do mestre galileu, ou foram construidos pelo esforço do insuperável apostolo-divulgador do Evangelho.

Citar
2- Paulo tinha um temperamento inquieto e agressivo, e isso seria importante para enfrentar o Judaísmo e o farisaísmo da época. (lembre-se que Jesus foi áspero com os fariseus, vide a querela no Evangelho de João, e foi por isso q os fariseus mataram Jesus ("ai de vós fariseus, que são como sepulcros caiados, brancos por fora e cheios de podridão por dentro"). Portanto, Jesus precisava de alguém enérgico para enfrentar aqueles sacerdotes.

Os propositos de Paulo sempre foram os melhores, tudo o que fez foi com a melhor da intenções, pois acima de tudo colocava Deus, mesmo quando perseguiu os cristãos ele o fez em defesa de salvaguardar a religião judaica, retirando dela as ervas daninhas que a pudessem alcançar e embassar a visão divina. Não muito diferente de alguns foristas que defendem a pureza doutrinária, esforçando-se ao máximo para extirpar algumas excrecencias (quem aqui deixaria a Doutrina Espirita em favor de uma outra estranha que surgisse agorinha mesmo, pregando algo diferente ?)
E o plano espiritual, bem sabia da importancia da indole psicologica de Paulo, que abandonaria tudo em favor daquilo que ele acreditava, imolando-se em cada cantinho que visitava e levava a palavra do Cristo. Nada melhor para o convencimento do povo: um homem temente a Deus, muito conceituado no meio do Judaismo, que abandonara fama e riqueza, em favor da Doutrina de Jesus, que privilegia os pobres e humildes.


Citar
3- Paulo era um intelectual: poderia sair divulgando o Evangelho por toda parte, pois falava o latim, o grego, tinha o conhecimento das escrituras e tinha retórica para enfrentar os sacerdotes do Judaísmo e do Farisaísmo.


Tinha mais do que uma intelectualidade e espiritual avançada, ele dispunha de uma cidadania romana, prestigio que colaborou nas suas andanças por toda a  parte, na relação com alguns politicos/militares, principalmente na libertação de João que encontrava-se preso em Efeso.


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Cada dia ensina algo ao dia seguinte ...


« Responder #37 em: 29 de Setembro de 2009, 17:54 »

Olá Jorge

Também não comungo da opinião que, nosso amigo, ali colocou sobre a doutrina.
A doutrina tem e está fazendo coisas maravilhosas pela humanidade. Mas isto é uma questão de opinião.
Por outro lado verifica que nosso irmão está passando por um periodo de desilusão.

Aquilo que se critica são os comportamentos ortodoxos e, como sabes, é uma crítica que, por diversas vezes, já aqui fiz.
Entendo que, neste momento, este comportamento, é um dos maiores impecilhos dentro da doutrina. Mas isto é apenas a minha opinião.

Sobre a discordia, meu amigo, ela é necessária porque construtiva. Aquilo que se pede é o respeito pelas pessoas.

Atlante  

Atlante amigo,

Concordo plenamente e peço desculpa se me precipitei ...

Abraços fraternos.
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« Responder #38 em: 29 de Setembro de 2009, 18:41 »

Tens razão, amigo Atlante.
Poucos são os casos onde houve avanços gerais quando havia só concordância.
Mormente em estudos de temas que, como se vê uns são ligados a outros que mais das vezes deixamos de lado, perdendo o foco e atribuindo a uma só resposta todo o ensino a ser ministrado.
Há de haver discordância, o que não pode haver é disputa de egos.
Vou dar um exemplo: comigo acontece muito de me acharem doutro da lei porque não cedo um milímetro ao disposto na codificação. Ora se ela é a "lei", deixar-se de fora o que ela diz e com a anuência de uma unanimidade de Espíritos de Escol, para seguir-se caminho que apenas alguns elegem como correto, é discordar-se sem querer dar o braço a torcer.
Não falo por ego, falo baseado na obra fulcro da doutrina e não posso me afastar dela.
Ocorre que algumas vezes, tive, em passado distante, algumas conclusões eivadas de erro, e forma mesmo uns amigos e alguns deles ao vivo, que me mostrando o correto compreender, me fizeram mudar de opinião.
O que quero dizer com isso?
Ora, que não espero eu , hoje, que por exemplo, o meu amigo mude de opinião só porque eu disse, na verdade o que mais espero é que aquele que discorde, recorra a doutrina e estude, sem preconceitos o que ela diz. Geralmente são estes amigos quem mudam de
opinião.
Acontece que quando digo, "X" estude este trecho, o individualismo saturado de um ou de outro não o deixa ver, que apenas o aconselho a ver na obra dita básica, o correto compulsar das opiniões da plêiade, que não são minhas, já que apenas as repito.
Antes até me irritava, hoje não mais.
Por isso quando digo que alguém é inteligente é porque este alguém, antes, já me deu mostras disso. Não ajo por estratagemas, sou claro e as vezes muit incisivo, por isso me confundem com fundamentalista, mas sou apenas ortodoxo no dizer codificado.
Nós Espíritas, temos o feio vício de rotularmos de fundamentalista àqueles que nos são contrários a opinião que temos. mas se vamos ver, a maioria destes fundamentalistas nunca nos exige mudança alguma hehehe.
Abração,
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« Responder #39 em: 29 de Setembro de 2009, 20:53 »

Vou dar um exemplo: comigo acontece muito de me acharem doutro da lei porque não cedo um milímetro ao disposto na codificação. Ora se ela é a "lei", deixar-se de fora o que ela diz e com a anuência de uma unanimidade de Espíritos de Escol, para seguir-se caminho que apenas alguns elegem como correto, é discordar-se sem querer dar o braço a torcer.

texto a verde, apenas um comentário/pergunta

E eu não sei?

texto a vermelho

Moura nesta questão nós estamos em perfeita sintonia. Não será admissivel pretender substituir, aquilo que a doutrina nos dá, por ideias ou conceitos que alterem a sua essência.
O problema coloca-se em desenvolver os conceitos doutrinários. Existem conhecimentos doutrinários a que a ciência, a filosofia e a própria doutrina, já acrescentaram novos dados. No entanto, por efeito do radicalismo de alguns ( não sei se são muitos ou poucos ), esses dados não foram incorporados na doutrina. É isto que é mau. Isto não foi aquilo que Kardec pretendeu.

Claro que as coisas nunca poderão ser feitas de forma leviana. Mas um dia terão que ser feitas.

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« Responder #40 em: 29 de Setembro de 2009, 21:22 »

Acontece que quando digo, "X" estude este trecho, o individualismo saturado de um ou de outro não o deixa ver, que apenas o aconselho a ver na obra dita básica, o correto compulsar das opiniões da plêiade, que não são minhas, já que apenas as repito.

Sugerir a um espirita que leia ou consulte o LE antes de sair a falar bobagens é meio certo de ser incinerado de imediato. Não sei porque, mas alguns espiritas emitem achismos de qualquer ordem e dizem que o leram no LE. E a paixão por suas verdades particulares impede-os muitas vezes de compreender as mais simples e transparentes questões. Simplesmente não estudam e ponto.
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Só sei que nada sei e disso ainda tenho dúvida


« Responder #41 em: 29 de Setembro de 2009, 22:19 »

Sabe quando eu parei de suportar a sessão de digládios?

Caro Aldebaran,

Depois de lê-lo e refletir, veio-me à lembrança um ensinamento de um velho instrutor num Centro Espírita em que eu me iniciava como Evangelizador da Infância há muitos anos:

“ Você deve vir ao Centro para aprender o espiritismo, mas principalmente, para aprender a não depender dele (em referência ao igrejismo do Centro Espírita). Para aprender como fazer de sua vida a sua religião e da sua casa o seu templo“

Simples, mas profundo. Libertador.

Um abraço.

Paz ! (com ela há mais luz nos caminhos)
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Moura Rêgo


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« Responder #42 em: 30 de Setembro de 2009, 02:03 »

Vou dar um exemplo: comigo acontece muito de me acharem doutro da lei porque não cedo um milímetro ao disposto na codificação. Ora se ela é a "lei", deixar-se de fora o que ela diz e com a anuência de uma unanimidade de Espíritos de Escol, para seguir-se caminho que apenas alguns elegem como correto, é discordar-se sem querer dar o braço a torcer.

texto a verde, apenas um comentário/pergunta

E eu não sei?

texto a vermelho

Moura nesta questão nós estamos em perfeita sintonia. Não será admissivel pretender substituir, aquilo que a doutrina nos dá, por ideias ou conceitos que alterem a sua essência.
O problema coloca-se em desenvolver os conceitos doutrinários. Existem conhecimentos doutrinários a que a ciência, a filosofia e a própria doutrina, já acrescentaram novos dados. No entanto, por efeito do radicalismo de alguns ( não sei se são muitos ou poucos ), esses dados não foram incorporados na doutrina. É isto que é mau. Isto não foi aquilo que Kardec pretendeu.

Claro que as coisas nunca poderão ser feitas de forma leviana. Mas um dia terão que ser feitas.

Atlante  

Exatamente, mano Atlante.
Quanto aos novos e já comprovados achados científico s que demonstrem que algo de novo veio no lugar daqueles que a obra básica disse a seu tempo, esses, o próprio kardec, antecipando-se a esses debates, afirmava que a doutrina os aceitaria de bom grado.
Logo, o que se tem é mesmo um radicalismo caboclo nesse ponto. ou seja: As pessoas não querem ir verificar se é mesmo coisa já cabalmente comprovada pela ciência, e se enchem de uma falsa verdade para desdizerem outras que já correram à fonte e dela sorveram a água pura e nova.
Sou dos que correm atrás, mas não paro quando simplesmente encontro uma teoria, quero saber do resultado do exame desta pela comunidade científica.
Abração,
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« Responder #43 em: 30 de Setembro de 2009, 05:15 »

... Os espíritas ortodoxos gostam de criticar a Psiquiatria e as Neurociências, mas o tratamento de desobsessão, qual eficácia tem, se a única cura possível é o obsediado se converter moralmente?? (e essa modificação leva décadas, quando não a existência inteira, logo o tratamento de desobsessão não cura, mas a psiquiatria pelo menos te oferece alguma espécie de gardenal para você dormir à noite e ter uma trégua em relação aos Espíritos perseguidores....

Já que estamos num tópico sobre o tão polêmico Ramatis, gostaria de citar algo que aprendi lendo Fisiologia da Alma. Ramatis prega a homeopatia, pois enfatiza a cura do doente e não da doença. Concordo com ele plenamente quando vejo as desobsessões tradicionais que encaminham o obsessor "pra luz", dão um passe no assistido e mandam vir frequentemente assistir palestras. Peraí! O que estão fazendo é exatamente tratando a doença, que nesse caso é o obsessor. Levando em consideração que a maioria dos obsessores se aproximam do obsediado por afinidade, só o que se faz não basta. Já já o assistido se afiniza com outro obsessor e isso vira um ciclo interminável! É preciso identificar a causa, tratar também o doente, que é o assistido. A palavra tem que ser dirigida a ele, tem que explicar o que ele tem feito que atrai esse(s) obsessor(es); explicar com melhorar a auto-estima; ajudá-lo a identificar onde e como ele "pega" esse(s) obsessor(es).

Trabalho num local onde isso tudo acontece! E sabe qual a bandeira pregada pelo dirigente? Simplesmente mediunidade e vontade de fazer o bem ao próximo. Se você dispor dessas duas características, pode trabalhar lá. Não há "religião" vinculada: há o conceito moral pregado no evangelho segundo o espiritismo, mas há entidades que trabalham lá que são orientais; outras são das linhas da umbanda; outros são mentores como os que se apresentam constantemente em centros espíritas. Se eles, os espíritos, aceitam essa convivência de crenças numa boa, porque nós também não podemos aceitar?

Façamos então como Emmanuel e respeitemos, de verdade, toda e qualquer comunicação. Vejam que eu disse respeito e não aceitação. Aceitar ou não cabe a cada um, dentro de um linha de raciocínio própria.
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« Responder #44 em: 30 de Setembro de 2009, 08:48 »


Trabalho num local onde isso tudo acontece! E sabe qual a bandeira pregada pelo dirigente? Simplesmente mediunidade e vontade de fazer o bem ao próximo. Se você dispor dessas duas características, pode trabalhar lá. Não há "religião" vinculada: há o conceito moral pregado no evangelho segundo o espiritismo, mas há entidades que trabalham lá que são orientais; outras são das linhas da umbanda; outros são mentores como os que se apresentam constantemente em centros espíritas. Se eles, os espíritos, aceitam essa convivência de crenças numa boa, porque nós também não podemos aceitar?


Olá Rafa

Estou em perfeita concordância com tudo o que postaste, até porque é assim que procedemos no nosso centro. Apenas substituo o termo mediunidade por vontade de servir. Uma corrente mediunica não é só constituida por mediuns. Seria muito mau não criarmos condições para que quem pretenda servir não o possa fazer. Há sempre algo que pode ser feito. Depois cada um vai criando em si as condições para melhor servir.

Sobre a questão dos obsessores e obsediados sempren tenho dito que os que mais me preocupam são os obsessores. A razão é simples. Enquanto os obsessores estão contraindo carma os obsediados estão aprendendo a não contrair resgatando.
Mas como dizes, e muito bem, o esclarecimento terá que ser feito aos dois. Se apenas nos preocuparmos com o obsessor, estamos tratando o efeito esquecendo a causa. Toda a terapia deve objectivar o tratamento da causa, enquanto esta não estiver resolvida o efeito retornará sempre. Só que a transformação de cada um depende exclusivamente de si mesmo.

O texto que citei visa apenas chamar a atenção, de quem nos lei, de que as entidades superiores não se apresentam como membros den qualquer linha espiritual, eles são universalistas e vão onde se faz necessário. Aquilo que os move é a prática do Amor, através da ajuda a quem mais necessita, seja onde for.

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