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GERAL => O que é o espiritismo => Reencarnação => Tópico iniciado por: *Leni* em 23 de Novembro de 2008, 19:58

Título: Almas Gêmeas.
Enviado por: *Leni* em 23 de Novembro de 2008, 19:58

 
Abelardo e Heloísa
Uma História de Amor
 
O romance entre Heloísa e o filósofo Pedro Abelardo iniciou-se em Paris, no período entre o final da Idade Média e o início da Renascença. 
 
Abelardo tinha se formado recentemente pela Escola Catedral de Notre Dame, tornando-se, em pouco tempo, muito conhecido por admirar os filósofos não-cristãos, numa época de forte poder da Igreja Católica. 
 
Heloísa, que já ouvira falar sobre Abelardo e se interessava por suas teorias polêmicas, tentou aproximar-se dele através de seus professores, mas suas tentativas foram em vão. 
   
Numa tarde Heloísa saiu para passear com sua criada Sibyle, e aproximou-se de um grupo de estudantes reunidos em torno de alguém. Seu chapéu foi levado pelo vento, indo parar justamente nos pés do jovem que era o centro da atenções, o mestre Abelardo.
 
Ao escutar seu nome, o coração de Heloísa disparou.
 
Ele apanhou o chapéu, e quando Heloísa aproximou-se para pegá-lo, ele logo a reconheceu como Heloísa de Notre Dame, convidando-a para juntar-se ao grupo. Risos jocosos foram ouvidos, mas cessaram imediatamente quando o olhar dos dois posaram um sobre o outro.
 
Heloísa recolocou seu chapéu, fez uma reverência a Abelardo e se retirou.
 
Desde esse encontro, porém, Heloísa não consegui mais esquecer Abelardo. Fingiu estar doente, dispensou seus antigos professores e passou a interessar-se pelas obras de Platão e Ovídio, pelo Cântico dos Cânticos, pela alquimia e pelo estudo dos filtros, essências e ervas.

Ela sabia que Abelardo seria atraído por suas atividades e viria até elas.
 
Quando ficou sabendo dos estudos de Heloísa, conforme previsto por ela Abelardo imediatamente a procurou.  Abelardo tornou-se amigo de Fulbert de Notre Dame, tio e tutor de Heloísa que logo o aceitou como o mais novo professor de sua sobrinha, hospedando-o em sua casa, em troca das aulas noturnas que ele lhe daria.
 
Em pouco tempo essas aulas passaram a ser ansiosamente aguardadas e, sem demora, contando com a confiança de Fulbert, passaram a ficar a sós. Fulbert ia dormir, e a criada retirava-se discretamente para o quarto ao lado. 
 
Em alguns meses, conheciam-se muito bem, e só tinham paz quando estavam juntos. Um dia Abelardo tirou o cinto que prendi a túnica de Heloísa e os dois se amaram apaixonadamente.
 
A partir desse momento Abelardo passou a se desinteressar-se de tudo, só pensando em Heloísa, descuidando-se de suas obrigações como professor.
 
Os problemas começaram a surgir.

Primeiro, esse amor começou a esbarrar nos conceitos da época, quando os intelectuais, como Heloísa e Abelardo, racionalizavam o amor, acreditando que os impulsos sensuais deveriam ser reprimidos pelo intelecto.

Não havia lugar para o desejo, que era um componente muito forte no relacionamento dos dois, originando um intenso conflitos para ambos.
 
Ao mesmo tempo Sibyle, a criada, adoecera, e uma outra serva que a substituíra encontrou uma carta de Abelardo dirigida a Heloísa, e a entregou a Fulbert, que imediatamente o expulsou. No entanto isso não foi suficiente para separá-lo.
                                                                                                     
Heloísa preparou poções para seu tio dormir e, com a ajuda da criada Sibyle, Abelardo foi conduzido ao porão, local que passou a ser o ponto de encontro dos dois.
 
Uma noite, porém, alertado por outra criada, Fulbert acabou por descobri-los. Heloísa foi espancada, e a casa passou a ser cuidadosamente vigiada.

Mesmo assim o amor de Abelardo e Heloísa não diminuiu, e eles passaram a se encontrar onde pudessem, em sacristias, confessionários e catedrais, os únicos lugares que Heloísa podia freqüentar sem acompanhantes a seu lado.           
                             
Heloísa acabou engravidando, e para evitar aquele escândalo, Abelardo levou-a à aldeia de Pallet, situada no interior da França.
 
Ali, Abelardo deixou Heloísa aos cuidados de sua irmã e voltou a Paris, mas não agüentou a solidão que sentia, longe de sua amada, e resolveu falar com Fulbert, para pedir seu perdão e a mão de Heloísa em casamento.

Surpreendentemente, Fulbert o perdoou e concordou com o casamento.

Ao receber as boas novas, Heloísa, deixando a criança com a irmã de Abelardo, voltou a Paris, sentindo, no entanto, um prenúncio de tragédia.

Casaram-se no meio da noite, às pressas, numa pequena ala da Catedral de Notre Dame, sem nem trocar alianças ou um beijo diante do sacerdote.   
                               
O sigilo do casamento não durou muito, e logo começaram a zombar de Heloísa e da educação que Fulbert dera a ela. Ofendido, Fulbert resolveu dar um fim àquilo tudo.

Contratou dois carrascos e pagou-os para invadirem o quarto de Abelardo durante a noite e arrancar-lhe o membro viril.     
                                               
Após essa tragédia, Alberto e Heloísa jamais voltaram a se falar. 
                       
Ela ingressou no convento de Santa Maria de Argenteul, em profundo estado de depressão, só retornando à vida aos poucos, conforme as notícias de melhora de seu amado iam surgindo.
 
Para tentar amenizar a dor que sentiam pela falta um do outro, ambos passaram a dedicar-se exclusivamente ao trabalho.   
             
Abelardo construiu uma escola-mosteiro ao lado da escola-convento de Heloísa. Viam-se diariamente, mas não se falavam nunca. Apenas trocavam cartas apaixonadas.
 
Abelardo morreu em 142, com 63 anos, Heloísa ergueu um grande sepulcro em sua homenagem,  e faleceu algum tempo depois, sendo, por iniciativa de suas alunas, sepultada ao lado de Abelardo.
 
Num belo túmulo de mármore branco no cemitério do Padre Lachaise, em Paris, sob a proteção de um docel rendilhado, se encontram o casal protagonistas de uma das mais dramáticas histórias de amor que o mundo já conheceu.

Lá estão, modelados por sua forma definitiva, pala noite e pelo desejo.
Abelardo e Heloísa.
 
Deitados um ao lado do outro, em vestes mortuárias, sem se tocarem, rostos voltados para o céu, mãos cruzadas sobre o peito, sem desejos. Assim um escultor os esculpiu.

Fico pensando.... se eles pudessem ter escolhido...com certeza a escultura seria outra : o beijo, de rodin...
 
Assim é o túmulo de Abelardo e Heloisa.
Por que o amor comovente é sempre o amor ferido ?
Por que Romeu e Julieta, Tristão e Isolda, sofreram duras penas pelo tão desejado amor ?
 
Otávio Paz disse uma vez que « coisas e palavras sangram pela mesma ferida »
Como podem sangrar tanto amor dessas feridas ?
 
Heloísa tinha 17 anos, Abelardo 38.
Vinte e um anos o separavam, o amor ignora os abismos do tempo.
 
Imagino Abelardo, figura central das discussões filosóficas de Paris.
Dizem que possuia duas qualidades capazes de conquistar todas as mulheres: o encanto das palavras e a beleza da voz. 
 
Heloísa dotada de tantas qualidades intelectuais tornou Abelardo poeta lógico incomparável.
                                                                 
Conta-se que quando o corpo de heloisa foi levado para o tumulo de Abelardo,  seu corpo estava intacto, ele abriu os seus braços e a abraçou, como se estivesse aguardando a chegada de Heloísa.
 
Ainda hoje, após 900 anos (seus corpos continuam intactos) e os casais de namorados ainda visitam aquele túmulo.

Do Filme:
Em Nome de Deus. (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL0FiZWxhcmRvIGUgSGVsb+1zYSA8YnIgLz5VbWEgSGlzdPNyaWEgZGUgQW1vciA8YnIgLz4gPGJyIC8+TyByb21hbmNlIGVudHJlIEhlbG/tc2EgZSBvIGZpbPNzb2ZvIFBlZHJvIEFiZWxhcmRvIGluaWNpb3Utc2UgZW0gUGFyaXMsIG5vIHBlcu1vZG8gZW50cmUgbyBmaW5hbCBkYSBJZGFkZSBN6WRpYSBlIG8gaW7tY2lvIGRhIFJlbmFzY2Vu52EuJm5ic3A7IDxiciAvPiA8YnIgLz5BYmVsYXJkbyB0aW5oYSBzZSBmb3JtYWRvIHJlY2VudGVtZW50ZSBwZWxhIEVzY29sYSBDYXRlZHJhbCBkZSBOb3RyZSBEYW1lLCB0b3JuYW5kby1zZSwgZW0gcG91Y28gdGVtcG8sIG11aXRvIGNvbmhlY2lkbyBwb3IgYWRtaXJhciBvcyBmaWzzc29mb3MgbuNvLWNyaXN0429zLCBudW1hIOlwb2NhIGRlIGZvcnRlIHBvZGVyIGRhIElncmVqYSBDYXTzbGljYS4mbmJzcDsgPGJyIC8+IDxiciAvPkhlbG/tc2EsIHF1ZSBq4SBvdXZpcmEgZmFsYXIgc29icmUgQWJlbGFyZG8gZSBzZSBpbnRlcmVzc2F2YSBwb3Igc3VhcyB0ZW9yaWFzIHBvbOptaWNhcywgdGVudG91IGFwcm94aW1hci1zZSBkZWxlIGF0cmF26XMgZGUgc2V1cyBwcm9mZXNzb3JlcywgbWFzIHN1YXMgdGVudGF0aXZhcyBmb3JhbSBlbSB2428uJm5ic3A7IDxiciAvPiZuYnNwOyAgPGJyIC8+TnVtYSB0YXJkZSBIZWxv7XNhIHNhaXUgcGFyYSBwYXNzZWFyIGNvbSBzdWEgY3JpYWRhIFNpYnlsZSwgZSBhcHJveGltb3Utc2UgZGUgdW0gZ3J1cG8gZGUgZXN0dWRhbnRlcyByZXVuaWRvcyBlbSB0b3JubyBkZSBhbGd16W0uIFNldSBjaGFw6XUgZm9pIGxldmFkbyBwZWxvIHZlbnRvLCBpbmRvIHBhcmFyIGp1c3RhbWVudGUgbm9zIHDpcyBkbyBqb3ZlbSBxdWUgZXJhIG8gY2VudHJvIGRhIGF0ZW7n9WVzLCBvIG1lc3RyZSBBYmVsYXJkby4gPGJyIC8+IDxiciAvPkFvIGVzY3V0YXIgc2V1IG5vbWUsIG8gY29yYefjbyBkZSBIZWxv7XNhIGRpc3Bhcm91LjxiciAvPiA8YnIgLz5FbGUgYXBhbmhvdSBvIGNoYXDpdSwgZSBxdWFuZG8gSGVsb+1zYSBhcHJveGltb3Utc2UgcGFyYSBwZWfhLWxvLCBlbGUgbG9nbyBhIHJlY29uaGVjZXUgY29tbyBIZWxv7XNhIGRlIE5vdHJlIERhbWUsIGNvbnZpZGFuZG8tYSBwYXJhIGp1bnRhci1zZSBhbyBncnVwby4gUmlzb3Mgam9jb3NvcyBmb3JhbSBvdXZpZG9zLCBtYXMgY2Vzc2FyYW0gaW1lZGlhdGFtZW50ZSBxdWFuZG8gbyBvbGhhciBkb3MgZG9pcyBwb3NhcmFtIHVtIHNvYnJlIG8gb3V0cm8uIDxiciAvPiA8YnIgLz5IZWxv7XNhIHJlY29sb2NvdSBzZXUgY2hhcOl1LCBmZXogdW1hIHJldmVy6m5jaWEgYSBBYmVsYXJkbyBlIHNlIHJldGlyb3UuIDxiciAvPiA8YnIgLz5EZXNkZSBlc3NlIGVuY29udHJvLCBwb3LpbSwgSGVsb+1zYSBu428gY29uc2VndWkgbWFpcyBlc3F1ZWNlciBBYmVsYXJkby4gRmluZ2l1IGVzdGFyIGRvZW50ZSwgZGlzcGVuc291IHNldXMgYW50aWdvcyBwcm9mZXNzb3JlcyBlIHBhc3NvdSBhIGludGVyZXNzYXItc2UgcGVsYXMgb2JyYXMgZGUgUGxhdONvIGUgT3btZGlvLCBwZWxvIEPibnRpY28gZG9zIEPibnRpY29zLCBwZWxhIGFscXVpbWlhIGUgcGVsbyBlc3R1ZG8gZG9zIGZpbHRyb3MsIGVzc+puY2lhcyBlIGVydmFzLiA8YnIgLz48YnIgLz5FbGEgc2FiaWEgcXVlIEFiZWxhcmRvIHNlcmlhIGF0cmHtZG8gcG9yIHN1YXMgYXRpdmlkYWRlcyBlIHZpcmlhIGF06SBlbGFzLiA8YnIgLz4gPGJyIC8+UXVhbmRvIGZpY291IHNhYmVuZG8gZG9zIGVzdHVkb3MgZGUgSGVsb+1zYSwgY29uZm9ybWUgcHJldmlzdG8gcG9yIGVsYSBBYmVsYXJkbyBpbWVkaWF0YW1lbnRlIGEgcHJvY3Vyb3UuJm5ic3A7IEFiZWxhcmRvIHRvcm5vdS1zZSBhbWlnbyBkZSBGdWxiZXJ0IGRlIE5vdHJlIERhbWUsIHRpbyBlIHR1dG9yIGRlIEhlbG/tc2EgcXVlIGxvZ28gbyBhY2VpdG91IGNvbW8gbyBtYWlzIG5vdm8gcHJvZmVzc29yIGRlIHN1YSBzb2JyaW5oYSwgaG9zcGVkYW5kby1vIGVtIHN1YSBjYXNhLCBlbSB0cm9jYSBkYXMgYXVsYXMgbm90dXJuYXMgcXVlIGVsZSBsaGUgZGFyaWEuIDxiciAvPiA8YnIgLz5FbSBwb3VjbyB0ZW1wbyBlc3NhcyBhdWxhcyBwYXNzYXJhbSBhIHNlciBhbnNpb3NhbWVudGUgYWd1YXJkYWRhcyBlLCBzZW0gZGVtb3JhLCBjb250YW5kbyBjb20gYSBjb25maWFu52EgZGUgRnVsYmVydCwgcGFzc2FyYW0gYSBmaWNhciBhIHPzcy4gRnVsYmVydCBpYSBkb3JtaXIsIGUgYSBjcmlhZGEgcmV0aXJhdmEtc2UgZGlzY3JldGFtZW50ZSBwYXJhIG8gcXVhcnRvIGFvIGxhZG8uJm5ic3A7IDxiciAvPiA8YnIgLz5FbSBhbGd1bnMgbWVzZXMsIGNvbmhlY2lhbS1zZSBtdWl0byBiZW0sIGUgc/MgdGluaGFtIHBheiBxdWFuZG8gZXN0YXZhbSBqdW50b3MuIFVtIGRpYSBBYmVsYXJkbyB0aXJvdSBvIGNpbnRvIHF1ZSBwcmVuZGkgYSB0+m5pY2EgZGUgSGVsb+1zYSBlIG9zIGRvaXMgc2UgYW1hcmFtIGFwYWl4b25hZGFtZW50ZS4gPGJyIC8+IDxiciAvPkEgcGFydGlyIGRlc3NlIG1vbWVudG8gQWJlbGFyZG8gcGFzc291IGEgc2UgZGVzaW50ZXJlc3Nhci1zZSBkZSB0dWRvLCBz8yBwZW5zYW5kbyBlbSBIZWxv7XNhLCBkZXNjdWlkYW5kby1zZSBkZSBzdWFzIG9icmlnYef1ZXMgY29tbyBwcm9mZXNzb3IuPGJyIC8+IDxiciAvPk9zIHByb2JsZW1hcyBjb21l52FyYW0gYSBzdXJnaXIuIDxiciAvPjxiciAvPlByaW1laXJvLCBlc3NlIGFtb3IgY29tZedvdSBhIGVzYmFycmFyIG5vcyBjb25jZWl0b3MgZGEg6XBvY2EsIHF1YW5kbyBvcyBpbnRlbGVjdHVhaXMsIGNvbW8gSGVsb+1zYSBlIEFiZWxhcmRvLCByYWNpb25hbGl6YXZhbSBvIGFtb3IsIGFjcmVkaXRhbmRvIHF1ZSBvcyBpbXB1bHNvcyBzZW5zdWFpcyBkZXZlcmlhbSBzZXIgcmVwcmltaWRvcyBwZWxvIGludGVsZWN0by4gPGJyIC8+PGJyIC8+TuNvIGhhdmlhIGx1Z2FyIHBhcmEgbyBkZXNlam8sIHF1ZSBlcmEgdW0gY29tcG9uZW50ZSBtdWl0byBmb3J0ZSBubyByZWxhY2lvbmFtZW50byBkb3MgZG9pcywgb3JpZ2luYW5kbyB1bSBpbnRlbnNvIGNvbmZsaXRvcyBwYXJhIGFtYm9zLiA8YnIgLz4gPGJyIC8+QW8gbWVzbW8gdGVtcG8gU2lieWxlLCBhIGNyaWFkYSwgYWRvZWNlcmEsIGUgdW1hIG91dHJhIHNlcnZhIHF1ZSBhIHN1YnN0aXR17XJhIGVuY29udHJvdSB1bWEgY2FydGEgZGUgQWJlbGFyZG8gZGlyaWdpZGEgYSBIZWxv7XNhLCBlIGEgZW50cmVnb3UgYSBGdWxiZXJ0LCBxdWUgaW1lZGlhdGFtZW50ZSBvIGV4cHVsc291LiBObyBlbnRhbnRvIGlzc28gbuNvIGZvaSBzdWZpY2llbnRlIHBhcmEgc2VwYXLhLWxvLiA8YnIgLz4mbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICZuYnNwOyAmbmJzcDsgJm5ic3A7ICA8YnIgLz5IZWxv7XNhIHByZXBhcm91IHBv5/VlcyBwYXJhIHNldSB0aW8gZG9ybWlyIGUsIGNvbSBhIGFqdWRhIGRhIGNy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