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GERAL => Psicologia & Espiritismo => Tópico iniciado por: season em 13 de Novembro de 2010, 18:05

Título: Alcoolismo
Enviado por: season em 13 de Novembro de 2010, 18:05
Há um ditado Francês que nos diz: "Il y a plus de vieux ivrognes que de vieux médecins", ou seja, há mais velhos bébados que velhos médicos.

Gostava de colocar este pensamento à discussão à luz da doutrina espírita.

Que Deus nos abençoe os propósitos.
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Miriam Fürst Soares em 15 de Novembro de 2010, 02:53
 ???Entendo que os velhos bebados são " sustentados" pelo vício e pelos que se nutrem do vício .
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Paulo Cesar Carrara em 16 de Novembro de 2010, 12:36
Um velho bêbado não é sustentado por um vício, mas sim, por uma terrível doença...
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 19 de Novembro de 2010, 15:29
Acaba por ser sustentado sim, por aqueles que se "beneficiam" através dele, que o vampiriza.
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 19 de Novembro de 2010, 15:58
Paulo, Season, amigos,
doenças são apenas o que são "doenças". Morais ou não.
Portanto não vampirizam ninguém.
O vocábulo bêbados pode ser lido de diversas maneiras e por várias interpretações, sendo assim há os bêbados pelo álcool, mas há também bêbados de outra sorte, como os que se embebedam pelo ouro de tolo o que um pretenso poder lhes atribua;
Bêbados há pela ignorância na qual vicejam até hoje, tendo todas as ferramentas para progredirem tanto intelectual com moralmente.
Há, por fim os embebedados pelo conhecimento, esta é uma visão que dá à este tipo de "bêbado" não  uma frustração da consciência, mas sim a lucidez trazida pelo uso da inteligência arrazoada.
Não são bêbados "communi sensae", pois beberam da fonte Viva, e esta, pelo conhecimento que lhes doou, os fez mais racionais.
Não tropeçam, não falam besteiras, não perdem a consciência, ao contrário a trazem mais vívidas.
nesse caso também, como indica o ditado francês, há mais velhos  bêbados do que velhos médicos, pois médicos também se embebedam e em seus porres acabam pensando serem Deus.
abraços,
Moura
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 20 de Novembro de 2010, 15:10
Estás a precisar de ler os livros de André Luiz ou do Manoel Philomeno de Miranda.
E o título do tópico é "Alcoolismo".
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 20 de Novembro de 2010, 15:42
Season,
acaso estes livros que indicas fazem parte da doutrina? passaram pelo CUEE?
Se não passaram nem Espíritas são meu amigo, mas sim, Feitos por autores que estudam a doutrina.
Logo, a indicação feita decai em conteúdo já que este não tras certificação exigida expressamente no item dois da introdução ao ESE.
Este é apenas um lembrete que este seu amigo faz.
Abraços,
Moura

Estás a precisar de ler os livros de André Luiz ou do Manoel Philomeno de Miranda.
E o título do tópico é "Alcoolismo".
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 20 de Novembro de 2010, 16:00
Aceitar ou não é da sua conta. Mas não se esqueça de ver apenas o seu lado e aquilo que gosta de criticar, mais uma vez lhe lembra que, infelizmente, as suas assertivas só confundem e não engrandecem. Isso, por si só, está errado e então deveria ler melhor aquilo que considera doutrina.
Abraços
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Hebe M C em 20 de Novembro de 2010, 17:24
Paulo, Season, amigos,
doenças são apenas o que são "doenças". Morais ou não.
Portanto não vampirizam ninguém.
O vocábulo bêbados pode ser lido de diversas maneiras e por várias interpretações, sendo assim há os bêbados pelo álcool, mas há também bêbados de outra sorte, como os que se embebedam pelo ouro de tolo o que um pretenso poder lhes atribua;
Bêbados há pela ignorância na qual vicejam até hoje, tendo todas as ferramentas para progredirem tanto intelectual com moralmente.
Há, por fim os embebedados pelo conhecimento, esta é uma visão que dá à este tipo de "bêbado" não  uma frustração da consciência, mas sim a lucidez trazida pelo uso da inteligência arrazoada.
Não são bêbados "communi sensae", pois beberam da fonte Viva, e esta, pelo conhecimento que lhes doou, os fez mais racionais.
Não tropeçam, não falam besteiras, não perdem a consciência, ao contrário a trazem mais vívidas.
nesse caso também, como indica o ditado francês, há mais velhos  bêbados do que velhos médicos, pois médicos também se embebedam e em seus porres acabam pensando serem Deus.
abraços,
Moura
Posso até estar errada, mas acho que o Moura se referiu aos vícios em geral.
Não só ao alcool.
O ser humano se vicia por tudo, pode ser dependência química, afetuosa, intelectual etc.
Vai num sentido muito mais amplo.
Quando cita o médico é que se envaidece (embebeda-se) de tal forma da sua profissão que se considera Deus.
Não há "vampirismo" em quem não deixe se "vampirizar" , usando os termos que estão sendo usados neste tópico. Substitua, por favor, por obsessão. Fica mais claro e menos fantasioso em relação a DE.
Quanto aos romances espirituais, tem que se ater aos ensinamentos morais e não acreditar na história ao pé da letra.
Bem eu penso dessa forma e não vai aqui crítica alguma aos autores sugeridos. São de grande valia para nos alertar dos vícios morais que causamos a nós mesmos sem preceber.

Um abço
Hebe
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 20 de Novembro de 2010, 18:01
Olá Hebe :)
Facto é que o tema é alcoolismo, e não vícios. O termo utilizado "Vampirismo" não é meu. É o mesmo que os irmãos espirituais utilizaram nas suas obras para nos esclarecerem. São bem maiores do que eu e se escolheram essa palavra é por nos ser mais facilmente entendida.
Mas de qualquer forma e se for para estender aos restantes vícios, também é sabido que são alimentados por nós e pelos irmãos que tiveram o mesmo vício e que ainda estão sob a sua influência. O igual atrai o igual, aplique-se isso a tudo, sejam pelas imperfeições, sejam pelas virtudes.
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Hebe M C em 20 de Novembro de 2010, 18:23
Oi Season,

Não se preocupe, não estou acompanhando esse tópico, e nem gosto de falar muito sobre alcoolismo.
Fique em paz.
Um abço Hebe
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 20 de Novembro de 2010, 18:27
Eu não sofro desse mal, pelo menos nesta reencarnação. Não gosto de bebidas alcoólicas, nenhuma mesmo. :)
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Hebe M C em 20 de Novembro de 2010, 22:44
Oi Season, Essa é uma opção sua,
Eu falei de vícios de uma forma geral.

Eu, por exemplo, bebo socialmente, e posso ficar sem beber anos também que não faz a menor falta. O problema é quando causa a dependência.

Estudei muito o alcoolismo porque tive que conviver com pessoa bem próxima a mim.
Acho que o AA ajuda muito e o AL - ANON ajuda aos familiares a lidar com o alcóolatra.
Mas se ele não quiser ou não encontrar força em si mesmo , não adianta.

O que não pode é haver censura alguma em relação ao alcóolatra, isso é só jogar uma pá de cal na recuperação. Marginalizá-lo ou marginalizar a família só piora a situação.

Um abço
Hebe
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 20 de Novembro de 2010, 23:26
Season,
uma coisa você tem de ver, é a classe de Espírito que usa este termo.
Não me venham citar o mestre Herculano, pois que ele usa o termo com outra conotação .
Um espírito que tenha conhecido a doutrina não o usaria com a idéia de que um Espírito sorve de outro aquilo que lhe é de gosto, ou foi, quando em vida. isso não acontece jamais.
aliás se bem examinada a obra básica ver-se-á que esse tipo de cometimento trás ao Espírito que tenha tentado, não o eflúvio que ele gostaria de sorver, mas sim a tristeza de não conseguir ter senão a decepção de não conseguir.
Note, o que eu olhe explico vem na RE e no LE, portanto o termo vampirizar é mal empregado quando quer dar a entender que um espírito "chupa" de outro o conteúdo viciante no qual está ainda imerso.
Mas se ainda assim o amigo achar que o termo é para você, o melhor continue a suá-lo.
Em nenhuma das obras básicas contudo, o amigo o vai encontrar e tendo-se o conhecimento de que elas resultam do ditado de Espíritos Superiores,  já se tem uma idéia da classe a qual pertencem os Espíritos que os amigos nominou  como os que usam este termo.
Abraços,
Moura
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 20 de Novembro de 2010, 23:30
Quem confunde, amigo Season, e lhe vou responder edicadamente, para me diferençar de você, é você mesmo.
Primeiro confunde doutrina dos Espíritos com mensgens de André luiz, este não faz nem nunca fez doutrina, suas mensagens segundo o ESE repercutem apenas a opinião pessoal dele e de outros.
Critica quem conhece do ponto e no caso quem não conhece é o amigo.
Agradeceria que o amigo apenas falasse de doutrina e deixasse meus atos para cogitação minha ou de outro moderador do fórum já que ao amigo não é dada esta legitimidade.
Moura

Aceitar ou não é da sua conta. Mas não se esqueça de ver apenas o seu lado e aquilo que gosta de criticar, mais uma vez lhe lembra que, infelizmente, as suas assertivas só confundem e não engrandecem. Isso, por si só, está errado e então deveria ler melhor aquilo que considera doutrina.
Abraços
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 21 de Novembro de 2010, 13:56
E porque lhe é dada a si essa legitimidade? Em que ponto ou aspecto fui mal educado como me acusa de o ser?

Citar
Um espírito que tenha conhecido a doutrina não o usaria com a idéia de que um Espírito sorve de outro aquilo que lhe é de gosto, ou foi, quando em vida. isso não acontece jamais.
aliás se bem examinada a obra básica ver-se-á que esse tipo de cometimento trás ao Espírito que tenha tentado, não o eflúvio que ele gostaria de sorver, mas sim a tristeza de não conseguir ter senão a decepção de não conseguir.
Note, o que eu olhe explico vem na RE e no LE, portanto o termo vampirizar é mal empregado quando quer dar a entender que um espírito "chupa" de outro o conteúdo viciante no qual está ainda imerso.

"O vampirismo é um fenômeno típico das relações interpessoais. Na vida material como na vida espiritual o vampirismo é um processo comum e universal do relacionamento afetivo e mental das criaturas."

"É vampiro o espírito sagaz ou vingativo que suga as energias das criaturas humanas e subjuga outros espíritos para agir na conquista e dominação de outras, e assim por diante, na imensa e variada pauta do vampirismo material e espiritual."

"Os vampiros são teimosos, insistentes, pois o vampirismo é para eles o meio de se manterem na rotina de seus vícios. A vítima, por sua vez, está sovada no vampirismo e acostumada na entrega de si mesma sem relutância."
 Do livro “Vampirismo”, de José Herculano Pires.

"Nessa conjuntura, desempenha papel de relevo a presença de ferrenhos adversários desencarnados, entre os quais se destaca um impiedoso cobrador que se imiscuiu na sua vida, terminando por imantar-se a ele e a subjugá-lo em violenta vampirização, de tal modo pertinaz, que se justapôs à massa física, numa quase simbiose  parasitária que o condenava à desencarnação imediata, caso não recebesse competente resistência. O mecanismo dessa parasitose, esclareceu o médico, é semelhante ao que ocorre no reino vegetal, em que o parasita se aloja em qualquer parte do receptáculo que lhe recebe a invasão, começando aí a absorver a seiva que o nutre e desenvolve, propiciando um crescimento que constringe o hospedeiro, com raízes vigorosas, e, no fim, acaba matando-o pela absorção da vitalidade..."
"... Nesse  estágio, raramente fica a ligação apenas no campo psíquico, porque o invasor se assenhoreia das forças físicas do paciente, através do perispírito, humanizando-se outra vez, isto é,  voltando a vivenciar as conjunturas da realidade carnal. O hospedeiro então deperece, enquanto o hóspede se abastece, facultando a instalação de doenças ou a piora delas, caso o indivíduo já se encontre enfermo."
"Irromperam, de súbito, no recinto quatro Entidades de aparência lupina, atadas a cordas, como se fossem cães, embora mantivessem alguns sinais humanóides, que emitiam contristadores uivos e se movimentavam, inquietas, nas mãos vigorosas que lhes sustentavam as correias presas aos pescoços. Marcondes percebeu chegar a hora e, aterrado, debateu-se, tentou gritar, mas a tosse rouca o venceu com brutal hemoptise, vitimando-o em definitivo. O vigilante perseguidor ordenou: "Soltem os animais!" As Entidades sinistras arrojaram-se então sobre o defunto e, numa cena perturbadora e asquerosa, sugaram as energias da pasta sanguínea e do cadáver, retirando por absorção bucal os fluidos empestados que eram eliminados. Atônito, e sem entender o que realmente acontecia, Marcondes ouviu-se chamado nomi¬nalmente pela voz apavorante do inclemente inimigo..."
"A cena de vampirismo ocorrida no quarto do hospital levou Philomeno a demoradas reflexões e preces pelo refazimento do Espírito do senhor Marcondes..."
"O vampirismo, em linha geral, constitui, pois, um estágio avançado de alienação e zoantropia dos desencarnados que tombaram nas garras da própria insânia, deixando-se dominar por mentes impiedosas da Erraticidade inferior..."
do Livro Painéis da Obsessão de Manoel Philomeno de Miranda

"A cólera, o ódio, os desvarios do sexo e os vícios, oferecem campo a perigosos germes psíquicos na esfera da alma.
Paralelamente aos micróbios alojados no corpo físico há bacilos de natureza psíquica, quais larvas, portadoras de vigoroso magnetismo animal.
Essas larvas constituem alimento habitual dos espíritos desencarnados e fixados nas sensações animalizadas.
A indiferença à Lei Divina determina sintonia entre encarnado e desencarnado viciados, este agarrando-se àquele, sugando a grande energia magnética da infeliz fauna microbiana mental que hospeda, em processo semelhante às ervas daninhas nos galhos das árvores, sugando-lhes substância vital.
Com o tempo destroem as células perispirituais, criando grandes problemas de saúde numa próxima reencarnação.
O retorno num novo corpo será doloroso, com moléstias muito graves, doenças mentais – hidrocefalias - paralisias – cegueiras – idiotismo e vários tipos de câncer.
Os vapores sutis das drogas, ao se volatilizarem são facilmente detectados pelos espíritos-viciados, que sorvem esses vapores, deles se apropriando e incentivando o encarnado a consumir mais e mais...
O freqüentador de bares, ao sair embriagado, não está sozinho; junto a ele, num processo de simbiose uma entidade das sombras o abraça, qual se um polvo estranho o absorvesse, exibindo as mesmas perturbações.
Esse triste processo chama-se Vampirismo Espiritual, ou seja, ação dos espíritos inferiores desencarnados que viciosos imantam-se às suas vítimas, absorvendo-lhes fluidos vitais."
(André Luiz, no livro: Nos Domínios da Mediunidade)

Quero antes de tudo pedir perdão àqueles que se sentiram ofendidos pelas minhas palavras. Só poderei viver com a minha consciência e se ela me acusar de algo menos próprio, então a Deus pedirei perdão assim como àqueles a quem atingi e tentarei redimir-me em acções mais condizentes com o evangelho. Mas por ser pequeno que sou, dou ao erro certa margem para que não caia na teia do remorso que em nada engrandece.

Deixei a resposta aos irmãos espirituais que sabem mais do eu, não sei se mais do que nós, mas são estes ensinamentos que me satisfazem e me elucidam. Bem haja a todos esses irmãos que, ao se comunicarem connosco para nos deixarem estes ensinamentos, foram "beber" da fonte para a ampliar e engrandecer para que nada fique estagnado na obra incessante de Deus nosso Pai que cria constantemente.
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 21 de Novembro de 2010, 14:17
Amigo Season,
André Luiz não faz doutrina, apenas apresenta a sua opinião.
O grande problema é a "fanzoquisse espiritual", quer dizer, aqueles que fazem de qualquer mensagem de certo Espírito  parte integrante da doutrina a que ele nunca deu um til, nas páginas codificadas.
Já vamos longe do tempo da ignorância doutrinária amigo, e quem assim persiste, faz um mau trabalho. Afasta-se do cerne doutrinário e ainda por cima cria idéias disparatadas daquilo que a doutrina ensina, na mente dos mais novos na doutrina.
Moura
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Hebe M C em 21 de Novembro de 2010, 14:23
Obras básicas do espiritismo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

"As obras básicas do espiritismo, também conhecidas como codificação espírita, são cinco livros publicados pelo pedagogo Hippolyte León Denizard Rivail, sob o pseudônimo de Allan Kardec, entre 1857 e 1868, na França. São elas, por ordem de publicação:

    * O Livro dos Espíritos - Obra essencialmente filosófica, em que se estabelecem os princípios da Doutrina Espírita (1857);
    * O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores - Versa sobre o caráter experimental e investigativo do espiritismo, visto como ferramenta teórico-metodológica para se compreender uma "nova ordem de fenômenos", até então jamais considerada pelo conhecimento científico: os fenômenos ditos espíritas ou mediúnicos, que teriam como causa a intervenção de espíritos na realidade física (1861);
    * O Evangelho segundo o Espiritismo - Obra de cunho essencialmente moral, em que Kardec seleciona os Evangelhos canônicos da Bíblia como ponto de partida para a inferência de fundamentos morais comuns a todos os "grandes sistemas religiosos", fundamentos esses cuja consonância com o espiritismo procura ser demonstrada por ele (1864);
    * O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina segundo o Espiritismo - Composta de duas partes: na primeira, Kardec realiza um exame crítico da doutrina católica sobre a transcendência, procurando apontar contradições filosóficas e incoerências com o conhecimento científico superáveis, segundo ele, mediante o paradigma espírita da fé raciocinada. Na segunda, constam dezenas de diálogos que teriam sido estabelecidos entre Kardec e diversos espíritos, nos quais estes narram as impressões trazidas da existência transcendente (1865);
    * A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo - Composta de três partes. A primeira parte trata da Gênese, isto é, da formação dos mundos e da criação dos seres animados e inanimados. A segunda parte trata dos milagres; discute sobre o que pode ser considerado milagre, e explica, à luz do Espiritismo os muitos milagres feitos por Jesus. A terceira parte explica como e porque podem haver previsões de coisas futuras, pressentimentos e coisas assim (1868).

Além destes, há mais dois livros de menor importância:

    * Obras Póstumas: serve como um complemento para a compreensão da Doutrina. São escritos e estudos do codificador, com anotações preciosas sobre os bastidores da fundação do Espiritismo. Tem este nome porque foi publicado após sua morte (desencarne).
    * O que é o Espiritismo?: de uma maneira didática, conduzindo os temas através de diálogos fictícios, o autor (Allan Kardec) procura introduzir o leitor nos conceitos básicos do Espiritismo. Assim sendo, este pode tomar conhecimento desses de maneira gradual, sem sobressaltos, e em linguagem bem mais acessível.

Alguns estudiosos espíritas incluem, ainda, entre as Obras Básicas as edições da Revista Espírita publicadas sob a coordenação de Allan Kardec, entre os anos de 1858 e 1869.
"

Oi Season,

Você pediu no inicio do tópico para estudar  o alcoolismo a luz da DE.
André Luiz não está incluido nas obras básicas, acho que a questão é só essa.

Coloque então, estudo do alcoolismo segundo o espírito de André Luiz.
Fica mais fácil de entender o que você quer.

Um abço
Hebe
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 21 de Novembro de 2010, 14:31
Se formos contar, individualmente a cada tomo da Revista Espírita, maninha Hebe, teremos 18 livros fazendo parte das obras básicas, já que a RE, só ela tem 12.
mesmo assim joga-se todo este conteúdo fora e dá-se crédito de doutrina para uma opinião pessoal.
abraços,
Moura
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: S0L em 21 de Novembro de 2010, 14:45
Um de meus voluntariados ou trabalhos assistenciais na casa espírita é o de assistência aos dependentes do álcool e outras substâncias.

Trata-se de um trabalho enriquecedor para todos.
Tratamos de aspectos físicos,psíquicos,espirituais deste vício em forma de terapia em grupo e depois, temos o passe.
Como médium espírita ostensiva, fico cada vez mais admirada com a extensão da ajuda recebida qdo o doente se predispõe ao tratamento conjunto(corpo-mente-espírito)e fico infelizmente admirada com o número enooorme de espíritos (encarnados ou não)que padecem desta verdadeira epidemia.

Creio que o tema alcoolismo qdo tratado pelo foco espírita precisa realmente de bases sólidas encontradas no Livro dos Médiuns e Livro dos Espíritos,principalmente.Porém, não descarto uma complementação pelas obras de AL qdo não entram em contradição com a codificação.

E ainda, seria bem válido um maior número de trabalhadores nesta área de assistência.É um aprendizado constante além da oportunidade de se ajudar para poder ajudar aos outros afinal, ainda padecemos todos por entre nossos vícios morais.Temos imensa responsabilidade em ajudar no que for possível para reajustamento desta nova "leva" de espíritos que posteriormente poderão fazer mesmo contribuindo para uma melhoria de uma psicosfera universal.
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 21 de Novembro de 2010, 14:54
Olá Hebe.
Para mim, a Doutrina dos Espíritos, é bem maior do que o pentateuco. Se ela estagnasse, acabaria por ficar esquecida porque não acompanharia a evolução natural da ciência e de todo ser. Se fosse para ficar por aí, então tendo o mesmo raciocínio, Jesus não nos teria prometido um consolador. Todo espírito superior sabe que, por muito escreva e por muito saiba, a sua obra ficará sempre incompleta. Porque não então completá-la? Ainda Jesus, disse que não vinha revogar a Lei, mas sim completá-la. Ficou completa? E porque nos foi dado mais, já não pode ser Cristianismo? Não será no sentido de completar a Doutrina dos Espíritos e torná-la sempre actual, que são preparados, nos páramos da espiritualidade, com o consentimento de Jesus e consequentemente de Deus nosso Pai, todos estes livros e enciclopédias de saber? Não iremos, também nós, continuar esse estudo e ampliá-lo quando chegarmos ao mundo espiritual? Se nos pedirem, mediante a nossa capacidade, para partilharmos com nossos irmão reencarnados, os nossos estudos, iremos recusar?
Percebo agora onde queriam chegar, mas todavia, não concordo com essa visão. Chamar-lhe-ei então, já que não me posso assenhorear-me do termo "Doutrina dos Espíritos", de Ensino dos Meus Irmãos Maiores à luz do Cristianismo redivivo.
No entanto, essa especificidade, ajudou-nos a entender melhor o tema do alcoolismo? Perdemo-nos em termos e não se trata daquilo que realmente interessa.
Mais uma vez peço perdão. Já percebem agora a minha intenção, percebo agora a vossa. Prossigamos com o estudo e com a compreensão destas mazelas do espírito, porque não sabemos se o fomos noutras reencarnações ou não.
Abraço.
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Hebe M C em 21 de Novembro de 2010, 15:25
Oi Season,
Eu só quis acabar justamente com o que você chama de "mazela".
Vá adiante com o tema, já falei um pouco à respeito.
Concordo com o post da Sol, mas não vamos atribuir fantasias ao tema. Por favor.
Tudo que um acóolatra  não precisa é  ficar com o dedo em riste dizendo que vai ser vampirizado.
Ele precisa de ajuda e compreensão e assim mesmo se ele estiver disposto a isso.

Só uma coisinha, para ser DE tem que passar pelo CUEE, essa é a orientação dos Espíritos Superiores a Kardec. Não vamos esquecer.
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 21 de Novembro de 2010, 15:46
Hebe, não me vou mais deter em termos. Também é sabido que o nosso vocabulário é muito pobre para poder englobar todos os conceitos. Tudo o que veio à posteriori por irmãos maiores do que eu aceito-o para meu engrandecimento.

Mas, porque dizes que falar de Vampirismo é "fantasiar" o tema?
Quanto maior informação se tem sobre um assunto, melhor o compreendemos para o debelar, não é?
Sabes quanto ao que me perturbava e quando pedi auxílio aqui no fórum. Foste uma das pessoas que muito me ajudou. Passei a ler mais sobre obsessão e evangelho. Tem me ajudado e muito. Quem não me diz que também eu fui vampirizado? E olha que não disse "Vítima de Vampirismo". Nunca me considerei vítima, mas sim devedor e por isso cada vez mais me fortaleço.
Nada do que disse sobre vampirismo foi inventado por mim e confio naqueles que escreveram sobre o assunto.
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Hebe M C em 21 de Novembro de 2010, 16:14
Oi Season,
Vou dar a minha interpretação pelo o que eu aceito, tá!!! Cada um aceite da forma que achar conveniente.

Qualquer vício leva a pessoa a um estado desiquilibrado, seja , gula, alcool, sexo etc..
     No caso da obsessão ela só se instala se a porta estiver aberta, ou seja se o obsediado estiver já dentro do vício.
Podem ser inimigos de outras vidas ou espíritos que se familiarizam com o vício ou ambiente que o obsediado convive.
    Supondo o caso do alcool, eles não bebem através da pessoa ou sugam o fluido da pessoa, eles induzem a pessoa a beber ou por vingança ou para tirá-lo de seu estado de consciência normal e manipulá-lo a fazer o que quer ou por simples companhia de estar junto por que se familiariza como disse antes.
   Esse é o meu modo de ver.
   Qualquer coisa além disso considero apenas uma ilustração do espírito comunicante.






Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 21 de Novembro de 2010, 16:29
Season,
não existe "pentateuco" algum em termos de livros de doutrina.
O item 33 do capítulo tres de OLM nos mostra quais as obras básicas.
1°) O QUE É O ESPIRITISMO
2°) O LIVRO DOS ESPÍRITOS
3°) O LIVRO DOS MÉDIUNS
4°) A REVISTA ESPÍRITA
5.) A GÊNESE - os Milagres e as predições Segundo o Espiritismo.
É neste ponto que alguns, se esquecendo que a Revista Espírita - Jornal de Estudos Psicológicos-  vem sendo contada como uma coisa só, mas na verdade contém 12 tomos, o que vai elevar este rol das obras básicas para17 Livros.
Acontece que após houve a saída do prelo de outra obra também considerada Básioca, "O Céu e o Inferno", fato a que fez referência, indicando como tal, a própria Revista Espírita.
Como se pode ver, não consta da relação a obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, e por esta razão muitos assodados dizem que tal fato ocorreu por casua que esta obra saiu após a edição do LM que trouxe a relação.
Isso não é verdade, já que a Revista Espírita deu conhecimento da edição do ESE, e mesmo após isso houve outra reedição da obra OLM, mas não vimos o codificador modificar a sequência das obras, logo, a não inclusão do ESE dentre as obras básicas se deu exatamente porque a obra não pertence a Kardec, já que, apresenta apenas uma resenha dos pontos que a doutrina estuda e toma a si, mas que não foi Revelação dos Espíritos às tres meninas francesas.
Eis ai a explicação para o número totalizado das obras básicas em 17 obras.
A idéia de "pentateuco" nasce das mentes roustainguistas que tomaram a FEB de assalto até hoje.
Do grego, "os cinco rolos", o pentateuco é composto pelos cinco primeiros livros da Bíblia[1][2]. Entre os judeus é chamado de Torá, uma palavra da língua hebraica com significado associado ao ensinamento, instrução, ou especialmente Lei, uma referência à primeira secção do Tanakh, i.e., os primeiros cinco livros da Bíblia Hebraica, atribuído a Moisés.
Nota o amigo a que serve este pensamento?
Exatamente! Apenas para desviar e desvirtuar o caráter do Espiritismo que é o de ser apenas uma doutrina.
Quanto ao termo Vampirismo ou vampirizar este todos já sabem se tratar de figura de linguagem usada por Herculano Pires mas em outro e diferente contexto.
Espíritos não conseguem se nutrir de algo afeito a outro Espírito, a não ser do conhecimento moral e intelectual que este outro tenha e isso se o querem fazer.
Agora Vampirizar  na idéias de sugar eflúvios de qualquer natureza, isso não pode acontecer meu amigo, não diante dos ensinos da doutrina e com ´e ela quem dá o "ó do borogodó", deve qualquer Espírita seguir.
tomar e dar crédito de verdade a outras informações que não nos cheguem sob o abraço e crédito adquirido pelo CUEE é cometer-se grande erro já que o próprio ESE na introdução, ao número dois desta, sob o titulo Autoridade da Doutrina Espírita, ou mesmo A Gênese no capítulo I "Caracteres da Doutrina Espírita" nos vai ensinar sem sombra de dúvidas.
Espero lhe ter ajudado, mas não creia em mim só de ler, vá ás obras referênciadas e veja por si mesmo.
Doutrina Espírita não é um "saco de gatos" onde qualquer um. encarnado ou não possa meter a mão.
Abraços,
Moura

Olá Hebe.
Para mim, a Doutrina dos Espíritos, é bem maior do que o pentateuco. Se ela estagnasse, acabaria por ficar esquecida porque não acompanharia a evolução natural da ciência e de todo ser. Se fosse para ficar por aí, então tendo o mesmo raciocínio, Jesus não nos teria prometido um consolador. Todo espírito superior sabe que, por muito escreva e por muito saiba, a sua obra ficará sempre incompleta. Porque não então completá-la? Ainda Jesus, disse que não vinha revogar a Lei, mas sim completá-la. Ficou completa? E porque nos foi dado mais, já não pode ser Cristianismo? Não será no sentido de completar a Doutrina dos Espíritos e torná-la sempre actual, que são preparados, nos páramos da espiritualidade, com o consentimento de Jesus e consequentemente de Deus nosso Pai, todos estes livros e enciclopédias de saber? Não iremos, também nós, continuar esse estudo e ampliá-lo quando chegarmos ao mundo espiritual? Se nos pedirem, mediante a nossa capacidade, para partilharmos com nossos irmão reencarnados, os nossos estudos, iremos recusar?
Percebo agora onde queriam chegar, mas todavia, não concordo com essa visão. Chamar-lhe-ei então, já que não me posso assenhorear-me do termo "Doutrina dos Espíritos", de Ensino dos Meus Irmãos Maiores à luz do Cristianismo redivivo.
No entanto, essa especificidade, ajudou-nos a entender melhor o tema do alcoolismo? Perdemo-nos em termos e não se trata daquilo que realmente interessa.
Mais uma vez peço perdão. Já percebem agora a minha intenção, percebo agora a vossa. Prossigamos com o estudo e com a compreensão destas mazelas do espírito, porque não sabemos se o fomos noutras reencarnações ou não.
Abraço.
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 21 de Novembro de 2010, 16:34
Olá Hebe.
Sou "obrigado" a aceitar a sua forma de ver o assunto, pois como você disse, é aquilo que aceita. Se todos fossem assim, muito aprenderíamos, porque há o devido respeito por aquilo que os outros aceitam como verdade. E sendo assim, tenho muito a aprender com você e o farei sempre que mo permitir.
Eu aceito tudo o que postei mais acima, pois são irmãos que já nos comprovaram estarem certos em muitos e muitos assuntos que na altura em que foram publicados não eram aceites.
Mas a forma não é o mais importante. Se servir para ajudar, então muito se terá feito. Fala-se muito, seja sobre alcool ou outro vício, mas quem não estiver preparado para calçar a sandália do outro nunca conseguirá fazer nada. Por muitas teorias que se "despejem" nunca conseguirão efeitos positivos. Concordo plenamente com o post da amiga Sol e adoraria poder fazer o mesmo.
Que Deus nos ajude nesses propósitos e nos dê sapiência suficiente para o conseguir.
Paz e amor. 
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 21 de Novembro de 2010, 16:38
Pronto amigo season,
agora tudo fica mais claro.
Você aceita o que estes irmãos, disseram, ótimo esse direito é seu.
Contudo na é o fato de eles terem dito ou de você aceitar que vai fazer disso doutrina ou atualização  a esta.
Existe regra para que algo seja incluído como doutrina e esta deve ser seguida, meu amigo.
Deve-se seguir tais regras, calçando as sandalhas ou descalço.
abraços,
Moura

Olá Hebe.
Sou "obrigado" a aceitar a sua forma de ver o assunto, pois como você disse, é aquilo que aceita. Se todos fossem assim, muito aprenderíamos, porque há o devido respeito por aquilo que os outros aceitam como verdade. E sendo assim, tenho muito a aprender com você e o farei sempre que mo permitir.
Eu aceito tudo o que postei mais acima, pois são irmãos que já nos comprovaram estarem certos em muitos e muitos assuntos que na altura em que foram publicados não eram aceites.
Mas a forma não é o mais importante. Se servir para ajudar, então muito se terá feito. Fala-se muito, seja sobre alcool ou outro vício, mas quem não estiver preparado para calçar a sandália do outro nunca conseguirá fazer nada. Por muitas teorias que se "despejem" nunca conseguirão efeitos positivos. Concordo plenamente com o post da amiga Sol e adoraria poder fazer o mesmo.
Que Deus nos ajude nesses propósitos e nos dê sapiência suficiente para o conseguir.
Paz e amor. 
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 21 de Novembro de 2010, 16:38
Pronto amigo season,
agora tudo fica mais claro.
Você aceita o que estes irmãos, disseram, ótimo esse direito é seu.
Contudo na é o fato de eles terem dito ou de você aceitar que vai fazer disso doutrina ou atualização  a esta.
Existe regra para que algo seja incluído como doutrina e esta deve ser seguida, meu amigo.
Deve-se seguir tais regras, calçando as sandalhas ou descalço.
abraços,
Moura

Olá Hebe.
Sou "obrigado" a aceitar a sua forma de ver o assunto, pois como você disse, é aquilo que aceita. Se todos fossem assim, muito aprenderíamos, porque há o devido respeito por aquilo que os outros aceitam como verdade. E sendo assim, tenho muito a aprender com você e o farei sempre que mo permitir.
Eu aceito tudo o que postei mais acima, pois são irmãos que já nos comprovaram estarem certos em muitos e muitos assuntos que na altura em que foram publicados não eram aceites.
Mas a forma não é o mais importante. Se servir para ajudar, então muito se terá feito. Fala-se muito, seja sobre alcool ou outro vício, mas quem não estiver preparado para calçar a sandália do outro nunca conseguirá fazer nada. Por muitas teorias que se "despejem" nunca conseguirão efeitos positivos. Concordo plenamente com o post da amiga Sol e adoraria poder fazer o mesmo.
Que Deus nos ajude nesses propósitos e nos dê sapiência suficiente para o conseguir.
Paz e amor. 
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 21 de Novembro de 2010, 16:43
Desculpa Moura, mas como não quero ser acusado de Mal Educado, vou silenciar. Eu não quero, nem pretendo ter a verdade, nem ser a verdade. O amigo saberá melhor que fontes aceitar do que eu.
Como disse à amiga Hebe, aceito o que aceito e se me servir para evoluir, então agradeço a esses Irmãos de Luz pelo saber que nos doam em grande amor.
Que Deus o abençoe na sua busca, e espero que Deus também me abençoe graças a esta referência:"Há muitas moradas na casa de meu Pai".
Como disse, percebo onde quer chegar e porque é tão defensor da pureza doutrinária, mas nunca leu nada mais além da obra de Kardec que o levou a aceitar como verdadeiro?
Li numa outra mensagem sua acerca de outro assunto, que aceita o que Emmanuel escreveu acerca de Herculano Pires: "O metro que melhor mediu Kardec". Então porque não aceita os livros de André Luiz supervisionados por Emmanuel e o que escrevi mais acima do próprio Herculano Pires?
Não quero levar isto para o "levar a brasa à minha sardinha". Apenas gostava de compreender.
Paz e amor.
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 21 de Novembro de 2010, 16:48
Aqui, Season:
"Aceitar ou não é da sua conta. Mas não se esqueça de ver apenas o seu lado e aquilo que gosta de criticar, mais uma vez lhe lembra que, infelizmente, as suas assertivas só confundem e não engrandecem. Isso, por si só, está errado e então deveria ler melhor aquilo que considera doutrina."
Releia e confirme...
Abraços

Ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/psicologia-espiritismo/alcoolismo-31382/#ixzz15w7eK7vr
Moura
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 22 de Novembro de 2010, 13:35
Season,
você esta conversando com um cara que foi Espiritualista por mais de 24 anos.
Andei por quase todo o brasil, estudando as mais diferentes visões do Espiritualismo.
Tenho comigo mais de 800 páginas de ensinamentos dados a mim por chefes de terreiro, babás, pais e mães de santo, Candomblecistas Maçons etc. Logo, sei do que estou falando.
Quanto ao fato concernente ao Herculano, perguntei, em 2000 à esposa dele, em entrevista que fiz com ela na sala Filosofia Espírita.
Também disso sei do que falo. Não diria nada se não houvesse tido da esposa de Herculano e de sua própria filha, esta resposta. Esse papo é antigo meu mano.
abraços,
Moura
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: season em 22 de Novembro de 2010, 14:06
É provável, mas a mim não me convence.
Se fosse o único a falar disso (Herculano), aceitaria muito bem a sua resposta. Mas tendo o André Luiz, o Manoel Philomeno de Miranda (Espíritos diferentes e médiuns diferentes dos mais credíveis), e com certeza muitos outros já falaram do tema, então estou pronto para aceitar o que eles ensinam.
Quando desencarnarmos, veremos se assim é. Acho que até lá, podemos cada um puxar um lado da corda e nunca chegar a lado nenhum.
Desde que não faço mal a ninguém, que seja inócuo, que ajude quem esteja a passar por essas situações, então estaremos a caminhar para a evolução. Todos eles são unânimes ao dizerem que para haver obsessores, tem forçosamente que haver quem se deixe obsidiar.
Posto isto, o importante é a nossa reforma íntima.
Que sejamos todos capazes de o fazer, de travar esta "luta" com nós mesmos.
Obrigado Moura pelas tuas explicações e perdoa-me se, em alguns momentos, a conversa foi um pouco exaltada.
Amor e Paz
Título: Re: Alcoolismo
Enviado por: Mourarego em 22 de Novembro de 2010, 14:15
season, tanto Herculano como qualquer um outro têm direito à opiniões.
Contudo, volto a explicar essas opiniões ficarão sempre neste terreno, se não forem consagradas pelo CUEE.
Quanto a convencer-se, só um estudo sério, grave e perseverante do LE e do LM lhe vão possibilitar. eu nem tento isso.
abraços,
Moura