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GERAL => O que é o espiritismo => Pluralidade Mundos Habitados => Tópico iniciado por: Victor Passos em 10 de Janeiro de 2009, 13:05

Título: Um corpo estranho ao PLaneta
Enviado por: Victor Passos em 10 de Janeiro de 2009, 13:05
"A Terra é feita em pedaços, estala, fende-se, é sacudida, cambaleia como um homem embriagado. Seus crimes pesam sobre ela, e ela cairá para não mais se levantar... os céus vão desvanecer-se como fumaça, como um vestido em farrapos ficará a Terra."
Isaías 24:19/20 e 51:6

Muitos de nós já nos deparamos com algumas das tantas previsões assustadoras sobre o final dos tempos. Será que do mesmo jeito que o universo veio a existir, se autodestruirá? Muitas são as teorias e as crenças que abordam esse assunto, e a astronomia com recentes dados de um planeta estranho em nosso sistema solar, reforça ainda mais o receio que todos tem sobre tal acontecimento. Ninguém sabe sobre sua colisão com a terra, mas há indícios de que irá passará bem perto causando consideráveis turbulações em nossa órbita, pois a mesma se encontra estranhamente diferente. Vamos transcrever parte de algumas reportagens que demonstram este fato.

Em 15/06/88 o Jornal "O GLOBO" publicou o artigo abaixo, de que extraímos parte:
"SONDAS PIONEER REFORÇAM A TEORIA SOBRE DÉCIMO PLANETA - Mountain View, Califórnia - Em funcionamento perfeito após 15 anos de serviço, as sondas espaciais americanas Pioneer 10 e 15 - as mesmas que já enviaram à Terra as primeiras fotos detalhadas de Júpiter e Saturno - estão procurando agora o misterioso "Planeta X", cuja suposta órbita se situaria além de Plutão, informaram cientistas do laboratório da Nasa em Mountain View.
A existência desse planeta, que seria o décimo do Sistema Solar, é indicada pelas anomalias observadas nas órbitas de Urano e Netuno, as quais poderiam ter sido provocadas pelas forças de gravitação do "X", disse um dos cientistas, o professor John Anderson.
- Estamos seguros, com 99% de possibilidades de acerto, de que as órbitas de Urano e Netuno estão desestabilizadas, e que um dos possíveis causadores de tal fenômeno é esse planeta ainda desconhecido - acrescentou.
Segundo Anderson, esse planeta, se de fato existe, tem no mínimo uma massa igual à da Terra, e no máximo quatro vezes maior."

A Revista "SUPER INTERESSANTE", em seu número de novembro de 1988, publica o seguinte artigo:

"EM BUSCA DO PLANETA X - Não é apenas junto a estrelas distantes que os astrofísicos procuram planetas. Eles acreditam que existe um solitário corpo celeste perdido no Sistema Solar, para lá de Plutão, que fica a 5,9 bilhões de quilômetros do Sol. A massa desse décimo planeta poderia ser cinco vezes maior que a da Terra; o tamanho, o dobro. Apropriadamente chamado Planeta X, demoraria nada menos que mil anos para dar uma volta completa em torno do Sol, de tão longe que estaria dele.
A procura desse planeta começou no século passado, depois que o astrônomo americano Percival Lowell (1855-1916) previu sua existência matematicamente, a partir das perturbações nas órbitas de Urano e Netuno. Para Lowell, elas só podiam ser causadas pela atração gravitacional de um planeta mais distante. A sonda Pioneer 10, que já quase alcançou o limite do sistema solar, ainda não viu sinal de X. Isso poderia ser explicado, segundo os especialistas da NASA, por sua estranha órbita, praticamente perpendicular à da terra."

"JORNAL DO BRASIL", de 05/06/89:

"PIONEER 10 - UMA JORNADA INTERMINÁVEL - Este mês faz seis anos que a nave Pioneer 10 passou pela órbita de Plutão em busca das fronteiras exteriores do Sistema Solar, à velocidade de 40 mil quilômetros por hora.
Nessa viajem aos limites do nosso sistema planetário, os cientistas da NASA esperam conseguir informações sobre a possível existência de um décimo planeta e,..."


"O GLOBO", de 13/01/90:

"ASTRÔNOMOS INTENSIFICAM BUSCA A DÉCIMO PLANETADO SISTEMA SOLAR - WASHINGTON –
Astrônomos do Observátorio Naval americano informaram ontem estar concentrando esforços na busca da um décimo planeta numa região específica do Sistema Solar. As teorias sobre a existência desse planeta surgiram devido ao "empurrão" gravitacional que interrompe as órbitas de Úrano e Neptuno... Com o uso de computadores, cientistas simulam teorias sobre a possível localização do planeta... Harington dia que o planeta seria de três a cinco vezes maior que a Terra e se encontra numa órbita três vezes mais distante do Sol que as de Neptuno e Plutão."


"JORNAL DO BRASIL", de 07/08/90:

"SISTEMA SOLAR SOFRE AMEAÇA DE BURACO NEGRO - O décimo planeta do Sistema Solar pode ser um buraco negro. A conclusão é do cientista soviético Vladimir Radziyevski, que vem estudando as perturbações provocadas na órbita dos cometas pela existência de um corpo celeste obscuro, nas bordas do nosso sistema planetário. Embora esse tipo de cálculo apresente muitas incertezas, Radziyevski estima que a massa do décimo planeta é milhares de vezes maior que a terrestre. Um objecto tão massivo não poderia ser um planeta. Seria uma estrela fria, do tipo anã marrom, ou então um buraco negro... Baseado em seus cálculos, Radziyevski acha que a humanidade assistirá a grandes cataclismos dentro de 50 ou 100 anos, quando a estrela negra estiver mais próxima da Terra... Radziyevski tem trabalhado com o astrónomo americano John Anderson, que estuda as perturbações que o astro desconhecido estaria causando na órbita dos Planetas Úrano e Neptuno."

"O GLOBO", de 29/08/90:

"COMETAS REVELAM O DÉCIMO PLANETA - Astrónomos de todo o Mundo já dispõem de provas indirectas da existência de um ou dois corpos invisíveis de grande massa situados além de Plutão, o planeta mais afastado do Sistema Solar. As pesquisas mais adiantadas estão sendo feitas pelo professor Vladimir Radziyevski, da URSS, e pelo cientista John Anderson, dos EUA.
As pesquisas de Anderson baseiam-se no clássico método da teoria das perturbações, pelo qual se descobre a órbita, massa e posição de um planeta desconhecido através das chamadas "discrepâncias" no movimento de um planeta conhecido. Essa teoria mostrou ser correcta na descoberta de Neptuno, próximo de Úrano, que provoca enormes discrepâncias na órbita de seu vizinho.
O cientista soviético, no entanto, elaborou um método diferente e, na sua opinião, o planeta desconhecido tem, no mínimo, massa dez vezes superior à determinada pelo cientista americano. O astrónomo soviético utiliza as estatísticas sobre cometas para "sondar" o espaço distante, além de Plutão, O método é considerado eficiente porque o número de cometas é muito grande, o que aumenta a possibilidade das estatísticas, e porque eles se afastam do Sol durante muito tempo e a grande distância.
Os planetas ainda não descobertos agem como um corpo perturbador à órbita elíptica dos cometas. O deslocamento do ponto de cruzamento da órbita dos chamados cometas directos ocorre, segundo os astrónomos, em sentido inverso, ou seja no sentido dos ponteiros de um relógio. De acordo com os cálculos do professor Radziyevski, a velocidade do deslocamento dos pontos de cruzamento de todos os cometas de curto período é inferior às previsões teóricas. Baseado nesta discrepância, ele calculou a massa do corpo perturbador e verificou que deveria ser enorme, milhares de vezes superior à terrestre. Como uma massa dessa magnitude não pode pertencer a um planeta como órbita circular, questiona-se a possibilidade de este corpo ser um anão negro (estrela fria) ou até mesmo um buraco negro."
Título: Re: Um corpo estranho ao PLaneta
Enviado por: Heliana Staut em 24 de Janeiro de 2011, 22:42

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