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GERAL => O que é o espiritismo => Pluralidade Mundos Habitados => Tópico iniciado por: Victor Passos em 28 de Setembro de 2007, 11:48

Título: O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ
Enviado por: Victor Passos em 28 de Setembro de 2007, 11:48

 O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ

 
   " Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espaço infinito.” – assim disse Hamlet, o inesquecível personagem de Shakespeare.

Stephen Hawking, o célebre astrofísico inglês, inicia exatamente com esta ideia, sua obra intitulada “O Universo numa casca de noz”, que segue os passos de seu best-seller “Uma breve história do tempo.”

No volume, o matemático explica, com uma linguagem mais acessível, os princípios que controlam o Universo.

Porém, primeiramente, Hawking apresenta-se como profundo admirador deste misterioso cosmos, questionando se ele realmente é infinito, ou apenas enorme.

Se ele é eterno ou apenas tem uma longa vida. E como nossas mentes finitas poderiam compreender um Universo infinito.

O autor acredita que ainda existam muitas coisas a serem descobertas, mas apresenta-se optimista, dizendo que muito já alcançamos.

A casca de noz de Hamlet representa a pequenez de nossa compreensão, da extensão de nossas forças.

Mas também demonstra a capacidade do ser humano de utilizar sua mente para explorar todo este Universo.

E avançar audaciosamente por ele, por onde até mesmo “Jornada nas estrelas” teme seguir.

Por enquanto, somos os encantados com tantas descobertas, encantados com a grandeza de Deus e Suas leis, que fazem com que tudo esteja onde deva estar, e no tempo certo.

Vejamos quantas maravilhas:

O planeta Júpiter, o maior dos orbes de nosso sistema, que comportaria em seu interior 1.000 planetas Terra, quando foi criado, poderia ter se transformado em estrela.

Caso isso tivesse ocorrido, teríamos dois Sóis, ao invés de um, e um dia permanente, sem noite alguma, o que impossibilitaria a vida neste mundo.

Poderíamos falar um pouco sobre as distâncias do espaço, que certamente nos deixariam desnorteados.

Tomemos por exemplo a estrela mais próxima da Terra, depois do Sol, Alfa Centauri.

Ela está a apenas 4 anos luz da Terra. Parece pouco, não? Então imaginemos tomar um foguete na Terra, viajando numa velocidade muito grande – 100.000 quilómetros por hora.

Se rumássemos para nossa vizinha, teríamos uma pequena jornada de cerca de 24.600 anos para alcançá-la. Não é algo surpreendente?

Deveremos nos sentir insignificantes perto de tudo isso? Perto das biliões de galáxias existentes?

Certamente que não. Ao contrário, devemos nos sentir privilegiados de viver num Universo tão grandioso, e de fazer parte dele como Espíritos em evolução constante.

A próxima conclusão sábia e racional, será a de que não podemos ter a pretensão de nos imaginarmos sozinhos neste espaço sem fim.

Seria “um imenso desperdício de espaço”, como afirma o cientista Carl Sagan.

Assim, tenhamos neste macrocosmos mais uma prova da existência de uma Inteligência Suprema, de uma causa primária de todas as coisas, que rege nossas vidas e destinos através de leis perfeitas.

“Deus povoou de seres vivos os mundos, concorrendo todos esses seres para o objetivo final da Providência.

Acreditar que só os haja no planeta que habitamos fora duvidar da sabedoria de Deus, que não fez coisa alguma inútil.

Certo, a esses mundos há de Ele ter dado uma destinação mais séria do que a de nos recrearem a vista.

Aliás, nada há, nem na posição, nem no volume, nem na constituição física da Terra, que possa induzir à suposição de que ela goze do privilégio de ser habitada, com exclusão de tantos milhares de milhões de mundos semelhantes.”
 


Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita, com base na obra O universo em uma casca de noz, de Stephen Hawking, ed. Mandarim e do item 55 de O livro dos espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.
Título: Re: O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ
Enviado por: Vitor Santos em 28 de Setembro de 2007, 12:17
Olá

O Stephen Hawking é um exemplo extraordinário. Uma pessoa que muito admiro. Todo o corpo cada vez mais paralisado. Não sei como está agora, mas aqui há algum tempo só conseguia mexer os olhos e dois ou três  dedos. É fantástico como uma pessoa assim consegue ser tão útil e produtiva, sem se deixar vencer pelo desânimo.

bem hajam
Vitor Santos
Título: Re: O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ
Enviado por: Flor de Liz em 03 de Maio de 2008, 22:34
Já li o livro e digo com toda a convicção: é ótimo! Stephen Hawking torna a física compreensível a todos com um uma boa dose de humor. Gostei muito.
Recomendo!



 :-*
Título: Re: O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ
Enviado por: Victor Passos em 02 de Janeiro de 2009, 18:15
Stephen Hawking

Stephen William Hawking (Oxford, 8 de janeiro de 1942), doutor em Cosmologia, é um dos mais consagrados físicos teóricos do mundo. Hawking é professor lucasiano de Matemática na Universidade de Cambridge (posto que foi ocupado por Isaac Newton)[1].
Índice
[esconder]

    * 1 Biografia
    * 2 Obra
    * 3 Obras publicadas
    * 4 Prêmios, títulos e medalhas
    * 5 Notas e Referências
    * 6 Ligações externas

[editar] Biografia

Stephen William Hawking nasceu em Oxford, Inglaterra, em 8 de Janeiro de 1942, exatamente no aniversário de 300 anos da morte de Galileu. Seus pais eram Frank Hawking, um biólogo pesquisador que trabalhava como parasitólogo no Instituto nacional de pesquisa médica de Londres e Isabel Hawking. Teve duas irmãs mais novas, Philippa e Mary, e um irmão adotivo, Edward. Hawking sempre foi interessado por ciência. Em sua infância, quando ainda morava em St. Albans, estudou na St Albans High School for Girls [garotos até 10 anos eram educados em escolas para garotas] entre 1950 e 1953 - ele foi um bom aluno, mas não um excepcional estudante.

Entrou, em 1959, na University College, Oxford, onde pretendia estudar matemática, conflitando com seu pai que gostaria que Stephen estudasse medicina. Como não pôde, por não ser disponível em tal universidade, optou então por física, formando-se três anos depois (1962). Seus principais interesses eram termodinâmica, relatividade e mecânica quântica. Obteve a graduação de doutorado na Trinity Hall em Cambridge no ano de 1966, onde é atualmente um membro honorário. Nesta época foi diagnosticada em Stephen W. Hawking a doença degenerativa ELA (esclerose lateral amiotrófica). Depois de obter doutorado, passou a ser investigador e, mais tarde, professor nos Colégios Maiores de Gonville e Caius. Depois de abandonar o Instituto de Astronomia em 1973, Stephen entrou para o Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica e, desde 1979, ocupa o posto de professor lucasiano de Matemática, cátedra que fora de Newton.

Casou-se pela primeira vez em julho de 1965 com Jane Wilde, separando-se em 1991. Seu segundo casamento realizou-se com sua enfermeira - Elaine Mason - em 16 de Setembro de 1995. Hawking continua combinando a vida em família (seus três filhos e um neto) e sua investigação em física teórica junto com um extenso programa de viagens e conferências.

Hawking é portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA) [2], uma rara doença degenerativa que paralisa os músculos do corpo sem, no entanto, atingir as funções cerebrais, esta é uma doença que ainda não possui cura.

A doença foi detectada quando tinha 21 anos. Em 1985 teve que submeter-se a uma traqueostomia em decorrência do agravamento da ELA (ALS, sigla em inglês) após ter contraído pneumonia e, desde então, utiliza um sintetizador de voz para se comunicar. Gradualmente, foi perdendo o movimento dos seus braços e pernas, assim como do resto da musculatura voluntária, incluindo a força para manter a cabeça erguida, de modo que sua mobilidade é praticamente nula.

Em 9 de janeiro de 1986, foi nomeado pelo papa João Paulo II membro da Pontifícia Academia das Ciências.

Em 1993, participou de episódio da série Star Trek - A Nova Geração em cena em que é um holograma, conjuntamente com Newton e Einstein, jogando cartas com o personagem Data.

Em 1994, participou da gravação do disco do Pink Floyd, The Division Bell, fazendo a voz digital em "Keep Talking".

Fez algumas participações em Os Simpsons, Futurama, O Laboratório de Dexter, Os Padrinhos Mágicos, no cartoon Dilbert e em Superhero Movie.

[editar] Obra

Os principais campos de pesquisa de Hawking são cosmologia teórica e gravidade quântica. Em 1971, em colaboração com Roger Penrose, ele provou o primeiro de muitos teoremas de singularidade; tais teoremas fornecem um conjunto de condições suficientes para a existência de uma singularidade no espaço-tempo. Este trabalho demonstra que, longe de serem curiosidades matemáticas que aparecem apenas em casos especiais, singularidades são uma característica genérica da relatividade geral.

Hawking também sugeriu que, após o Big Bang, primordiais ou miniburacos negros foram formados. Com Bardeen e Carter, ele propôs as quatro leis da mecânica de buraco negro, fazendo uma analogia com termodinâmica. Em 1974, ele calculou que buracos negros deveriam, termicamente, criar ou emitir partículas subatômicas, conhecidas como radiação Hawking, além disso, também demonstrou a possível existência de miniburacos negros. Hawking também participou dos primeiros desenvolvimentos da teoria da inflação cósmica no início da década 80 com outros físicos como Alan Guth, Andrei Linde e Paul J. Steinhardt, teoria que tinha como proposta a solução dos principais problemas do modelo padrão do Big Bang.

O asteróide 7672 Hawking é assim chamado em sua homenagem.

[editar] Obras publicadas

    * Brevíssima História do Tempo (Portugal, Lisboa: Gradiva; 2007) ou Uma Nova História do Tempo (Brasil, Rio de Janeiro: Ediouro; 2005) - Atualização do livro publicado em 1988 no qual são incluídos novos resultados teóricos e observacionais em direção a uma teoria unificada completa de todas as forças da física.

    * Uma Breve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros; Rio de Janeiro: Rocco; 1988.
    * O Universo numa Casca de Noz; São Paulo: Mandarim; 2001.
    * Buracos Negros, Universos-Bebês e outros Ensaios
    * George e o Segredo do Universo; Rio de Janeiro: Ediouro; 2007. - As idéias e conceitos de Física e Astrofísica de Hawking sobre o Universo, contadas em um enredo de aventura voltado para as crianças, com co-autoria de Lucy Hawking.

[editar] Prêmios, títulos e medalhas

1975 – Medalha de “Eddington”.

1976 – Medalha de “Hughes” da Royal Society.

1979 – Medalha Albert Einstein.

1982 – Ordem do Império Britânico (Comandante).

1985 – Medalha de ouro da Royal Astronomical Society.

1986 – Membro da Pontifícia Academia das Ciências.

1988 – Prêmio em Física da Fundação Wolf.

1989 – Prêmio "Príncipe das Astúrias" da Concórdia (contribuição à paz, entendimento, etc.).

1989 – Título de "Companheiro de Honra", da Rainha Elizabeth II.

1999 – Prêmio "Julius Edgar Lilienfeld" da Sociedade Americana de Física.

2003 – Prêmio "Michelson Morley" da Case Western Reserve University.

2006 – Medalha Copley da Royal Society.

Origem: Wikipédia,
Título: Re: O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ
Enviado por: Victor Passos em 02 de Janeiro de 2009, 18:23
Companheiros aqui tem alguns videos dele


  http://br.youtube.com/watch?v=JXQeQD0CJzY

  http://br.youtube.com/watch?v=ei-pKsNiINk

   http://br.youtube.com/watch?v=WTKkuVfZHWo

   http://br.youtube.com/watch?v=soUwZtFgTJQ

  MUITA PAZ
Título: Re: O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ
Enviado por: Victor Passos em 05 de Janeiro de 2009, 18:12
Ola Amigo Jorge
Muita paz

   É um exmplo generoso de seguir, vale  a pena ...

   A compartilha faz parte de todos que buscam este Forum Espirita , apenas me limitei a fazer uso de busca porque também admiro imenso este Irmão....


Muita paz
Abraço Fraterno


VICTOR PASSOS