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GERAL => O que é o espiritismo => Pluralidade Mundos Habitados => Tópico iniciado por: Ace em 16 de Junho de 2015, 12:15

Título: É a Lua habitada?
Enviado por: Ace em 16 de Junho de 2015, 12:15
Bom dia.

Será a Lua, o satélite natural da Terra, habitada? Existem informações a cerca desse assunto? Fiquei curioso de repente, se existirá algum tipo de vida lá, mesmo que seja apenas espiritual.

Aproveito para colocar também outra questão, relacionada também com a Lua... Existirá um motivo real para o "poder" e fascínio que algumas pessoas atribuem à Lua?

Abraços! :)

Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: rwer em 18 de Junho de 2015, 00:30
Ô, Ace, imagino que você quer saber de algum relato mediúnico sobre a vida na Lua. Bem, eu não conheço.

Até agora, os espíritos só falaram sobre habitantes nos seguintes astros:

Júpiter: Palissy e Mozart (1858)

Sol: Monge Voes (1925) e Ramatis (1954)

Marte: Maria João de Deus (1935) e Ramatis (1955)

Saturno: Maria de Deus (1935) e Maria de Nazareth (1968)

Tem também uma referência a Plutão, feita por Tolstói no livro Ressurreição e vida, por Yvonne Pereira.



Mas, vamos à Lua (figurado, rs). Ela não tem atmosfera, ou tem quase nada. Logo, habitantes lunares nativos devem estar extintos há milhões de anos.

Porém, existe a possibilidade de haver alienígenas em solo lunar. Os próprios terrestres já puseram um pé lá. Tem vários vids na web sobre supostas bases E.T., ativas ou abandonadas, que teriam sido filmadas pelo pessoal das missões Apollo.

Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: Patricia S. Botelho em 22 de Junho de 2015, 17:29
Olá amigo

O Livro dos Espíritos , pergunta 55 ; todos os globos que circulam no espaço são habitados?
R: Sim e o homem terreno está bem longe de ser, como acredita, o primeiro em inteligência, bondade e perfeição.
Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: Roger W em 22 de Junho de 2015, 22:46
A exploração da Lua começou em 1959 com o programa Luna da extinta URSS.
Nesses 55 anos, além da URSS, EUA, ESA ( União Européia ), Japão, China e Índia já enviaram sondas e/ou espaçonaves tripuladas para a Lua. Nenhum indício de vida foi encontrado.
No momento, o consenso científico é de que as chances de encontrar vida na sistema solar se limitam a Marte e algumas luas de Júpiter e Saturno ( Europa, Titã, Encédalo, Calisto, Ganimede ).
Vida simples, diga-se de passagem. Nada com mais de uma célula.
Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: Diegas em 23 de Junho de 2015, 11:30

Será a Lua, o satélite natural da Terra, habitada?


Sem dúvida ! - vide o Livro dos Espiritos, questão 55, a qual nossa amiga Botelho trouxe para leitura.


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Existem informações a cerca desse assunto? Fiquei curioso de repente, se existirá algum tipo de vida lá, mesmo que seja apenas espiritual.

Há muitas informações à respeito de nosso satélite. Se a nossa essência é espiritual, então, a matéria é de menor importância. Penso que o correto seria perguntar se na Lua existe algum tipo de vida, mesmo que seja APENAS material.

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Aproveito para colocar também outra questão, relacionada também com a Lua... Existirá um motivo real para o "poder" e fascínio que algumas pessoas atribuem à Lua?


Do livro Mensagens do Astral, de Ramatis:


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Pergunta: - Não seria possível captarmos as influências astrológicas, de modo a nos imporem confiança, sem as confundirmos com as forças da esfera astronômica? Gostaríamos que nos désseis um exemplo acessível ao nosso entendimento.

Ramatís: -Lembramos-vos a influência da Lua sobre a Terra, com o seu magnetismo que vos envolve todos os dias. A ciência oficial só reconhece tal influência quando se trata da ação exclusiva e fenomênica do magnetismo gravitacional, e isso mesmo quando atestada pela instrumentação astrofísica. No entanto, a Lua exerce com intensa profundidade, na Terra, uma poderosa ação "astro-etérea", que só é conhecida dos astrólogos. A ciência médica, por exemplo, ignora que inúmeros diagnósticos clínicos são enganosos devido à ação inoportuna da astralidade lunar do momento, sobre os famigerados "humores", de que falava. a medicina antiga. O desprezo a essa influência é grandemente responsável pelo mau resultado da colheita de material destinado aos exames bacteriológicos, parasitológicos, ou de pesquisas luéticas, que dependam, essencialmente, de positivação ou negação da existência dos germes patogênicos. As coletividades microbianas aumentam ou se nulificam sob a ação "astro-etérea" da Lua, no corpo humano. É prova disso a enorme contradição entre iguais exames de laboratório que, em poucas horas, ora se apresentam "positivos", ora "negativos", sem que esta anomalia possa ser perfeitamente explicada. Como a vida microbiana constitui uma fauna invisível aos sentidos comuns, comvida mais intensa na região "astro-etérea", que é o seu clima eletivo, é justamente esse campo microgênico o que mais sofre influência sob as variações "astro-etéreas" da Lua. Reparai que inúmeras crises de enfermidades, tais como o tifo, repetem-se de sete em sete dias, e isso porque estão debaixo da influência setenária das fases lunares. A brucelose pode ser conhecida, em suas duvidosas manifestações mórbidas, através da perícia astrológica do "clímax" lunar, que se registra no espaço de determinadas horas. As superexcitações dos lunáticos obedecem às influências periódicas da Lua; os vermífugos tóxicos, quando administrados em discordância com o "minguante", podem produzir terríveis efeitos no quimismo hormonal e nos vermes exacerbados pelo "crescente". O resultado de inúmeras operações cirúrgicas que podem produzir hemorragias graves ou choques operatórios gravíssimos, assim como certos casos de septicemia aguda, que exijam o bisturi, podem depender, grandemente, da excitação ou da letargia defensiva dos microrganismos, sob a influência da Lua. Quantas vezes o cirurgião exímio, dolorosamente surpreso, vê o seu paciente sucumbir ante inofensiva amigdalite, ao passo que dias antes havia resolvido satisfatoriamente terrível oclusão intestinal! O "eterismo-vital", que ampara o sistema nervoso e disciplina o metabolismo endócrino do paciente, pode oprimir ou dilatar os seus vasos sanguíneos além da expectativa, se ele for operado sob péssimas condições lunares; pode, outrossim, anular o efeito dos hemostáticos e dos antibióticos preventivos ou perturbar a distribuição correta da linfa, assim como acelerar a força dos agentes alérgenos, conduzindo o fígado à anemia insolúvel. Os velhos cirurgiões costumam afirmar que há dias "favoráveis", nos hospitais, durante os quais tudo sucede bem: as operações se realizam sem acidentes e os enfermos manifestam reações benéficas; no entanto - dizem eles - nos chamados dias "azarados" o hospital se transforma em ambiente aflitivo, em que até insignificantes intervenções acarretam crises perigosas. O cientista do século XX ainda trabalha sobrecarregado de energias adversas, que atuam no seu campo "neuropsíquico", dando lugar a que a sua dedicação, experiência e talento possam falhar sob imprevistos inimagináveis. A natureza humana é um organismo basicamente relacionado com as energias lunares, as quais se vieram disciplinando, milênio por milênio, até se ajustarem hermeticamente ao biologismo terráqueo. No íntimo do corpo físico, acomodam-se ou exacerbam-se essas forças, atendendo à atração ou repulsão que a aura da Lua exerce sobre o vosso mundo. Assim como as manchas solares são responsáveis por inúmeros fenômenos magnéticos, que alteram os campos eletrônicos da instrumentação sensível, de precisão, o psiquismo sofre também, intensamente, os efeitos produzidos pelo astral da Lua. Se cientistas ousados tivessem afirmado, há dois séculos, que as bombas poderiam produzir efeitos meses depois de suas explosões, seriam naturalmente tachados de loucos, porque as leis conhecidas, de explosão pela pólvora, não autorizavam que se pensasse em descobertas do emprego mortífero da energia atômica; no entanto, a ciência terrícola pôde comprovar atualmente o efeito retardado das radiações atômicas, que ainda se estendem como lençóis agressivos, alguns anos após a detonação de bombas. Na época de sua predição, esse assunto seria considerado insensato.
Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: Diegas em 23 de Junho de 2015, 11:44
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Pergunta: - A ciência humana nunca considerou de tanta importância a influência lunar e, embora reconheça certos efeitos da mesma, atribui o restante a excesso de fantasia que lhe criaram os leigos. Não é verdade ?

Ramatís: - A Lua, em sua essência extrafísica, influi no vosso mundo, tanto na gestação humana como na poda das árvores, na postura de ovos, no período catamenial da mulher, no desenvolvimento das sementes no seio da terra, nas comoções subterrâneas das águas, na formação dos ninhos, nas migrações dos pássaros, na reprodução e acasalamento das espécies, no enxerto das árvores, nos períodos de letargia ou de dinamismo magnético da Terra! Comanda tanto as vagas e as marés dos oceanos como, também, o fluxo sanguíneo ou linfático, os estímulos nervosos ou o metabolismo endócrino. A sua força dirige a energia da planta para o alto, no "crescente", e desenvolve as suas folhas ou ramos; mas oprime-a no "minguante", para que a terra desenvolva os legumes nutritivos, pela condensação da seiva nas raízes. Atua fortemente nos "moldes etéricos" de todas as coisas, fortificando-os ou debilitando-os conforme as necessidades do metabolismo das energias físicas. Os lunáticos se sentem mal na Lua Cheia e os parasitas se acomodam no minguante; as Luas de setembro, com suas trovoadas, dão causa a longos períodos chuvosos, que enervam os seres humanos; as secas terríveis são prenunciadas pelos halos afogueados que circundam a Lua! No futuro, havereis de perceber que é em obediência à hora astrológica favorável da Lua, que os peixes desovam e o débil filhote de ave se lança para fora do ninho !



Pergunta: - Cremos que nesses casos se faz sentir uma influência mais positiva, mais física, porém astronômica e não astrológica. Que dizeis ?

Ramatís: - Se colocardes em um extremo a influência astronômica e no outro a astrológica, ser-vos-á dificílimo distinguir qual das duas forças age com mais vigor, na hora de sua atuação. Embora fugindo à cartomancia e aos horóscopos dos "dias felizes", há perfeita identificação entre as coisas e os seres que nascem sob absoluta influência astrológica da Lua. Ambos podem assemelhar-se, tanto no psiquismo, nas características físicas, como nas conjeturas astrais do satélite da Terra. As criaturas "astrologicamente lunares" são de cútis branca, pálida, carne flácida, vivendo imersas em sonhos e visões; são místicas e proféticas, conhecidas como indivíduos que "vivem no mundo da lua". Os seus estados psíquicos e psicológicos coincidem, perfeitamente, com a natureza poética, física, magnética e fundamentalmente astrológica da Lua. As plantas lunares são de aparência bizarra, predominando nelas a cor branca; são pouco atrativas, isentas de cheiro, lembrando o exotismo de um "sabor de luar". Predominam entre elas as leitosas, frias, anti-afrodisíacas, de folhas grandes, ovaladas ou redondas, como a couve, a alface, o repolho, e algumas recordam o suave hipnotismo das noites enluaradas; são narcóticas e produzem o sono letárgico, como a papoula branca - que fornece o ópio ou a heroína - a alface, que é aconselhada como medicamento contra a insônia, o sândalo branco, docemente hipnótico ou o heléboro branco, que causa a melancolia. Há as que lembram as características e a cor da própria face da Lua voltada para a Terra, como o lírio, a açucena, as pétalas da margarida e a rosa branca. Os frutos mesmos, nascidos sob influência da Lua, revelam aqueles característicos de insipidez de que tratamos há pouco, como o pepino e a abóbora.

No terreno patológico, é ainda mais intensa a ação do astral lunar. Os astrólogos estudiosos poderão anotar a recrudescência das crises das tuberculoses e das tíficas, ou de moléstias tropicais, que se registram justamente nos chamados horários astrológicos descendentes. A epilepsia, enfermidade que ainda desafia a terapêutica médica, era curada pelos caldeus, na antiguidade, com o emprego do trevo e suas flores, planta lunar que era colhida em hora favorável porque, sujeita à influência da Lua, atendia com êxito à maioria dos casos de "epilepsia lunática". Até os "médiuns" de fenômenos físicos - que, na fase de eclosão da mediunidade, oferecem por vezes quadros mórbidos exatamente ao nível dos ataques de epilepsia - são fortemente atuados pelo fluido lunar, que é um dos responsáveis pela integridade astral da substância ectoplásmica exsudada pelo sistema nervoso do ser humano!
A asma, enfermidade pronunciadamente de origem astral, proveniente de excessiva intoxicação psíquica acumulada em várias reencarnações, agrava-se conforme a influência boa ou má do astral da Lua que, neste último caso, oprime fortemente o calibre dos brônquios do asmático. Os magos antigos curavam essa moléstia servindo-se da semente da beldroega, pilada com mel, porque era planta lunar astrológica capaz de dilatar os alvéolos bronquiais. Os germes lácticos, formadores do leite materno, deixam a mãezinha sem leite, quando se tornam letárgicos devido à influência coercitiva da Lua; no entanto, os antigos conseguiam despertar esses germes para as suas funções dinâmicas fazendo uso da alface colhida antes do nascimento do Sol e em boa atuação lunar. Evitava-se, assim, que o magnetismo da Lua, depositado nas folhas da alface e dosado na intimidade da planta, fosse dissolvido pela força solar. As sementes da couve, planta lunar, recolhidas astrologicamente, produziam ação vermífuga nos parasitas agitados pelo "crescente"; as folhas (ou o suco extraído das mesmas) aliviavam a furunculose periódica e agravada pelo astral da Lua. Há um tipo de febre que muito se confunde com a brucelose - conhecida na índia como "doença prateada" - cuja irregularidade termogênica produz crises em perfeita sincronia com as atuações do vosso satélite.
Antigamente, os sábios resolviam a desobstrução da vesícula e eliminavam a estase biliar com a ação mais "físio-radioativa" do sal da planta margarida, que deveria ser colhida, especificamente, em "bom aspecto lunar". A violeta amarela, cuja decocção é rica de "seiva-lunatizada", quando colhida de madrugada, curava instantaneamente os perigosos acessos de "aploplexia-lunática". Associando a idéia comum de "fluxos magnéticos", peculiares à claridade da Lua, com a. sua ação nos fluxos e refluxos das marés, todos os fluxos leucorréicos, blenorrágicos ou catamênicos, entre os atlantes, eram curados com a planta denominada "nenúfar", conhecida entre vós, cientificamente, como fazendo parte da família das Ninfeáceas ou, popularmente, "bandeja-d'água", vegetal este que é um dos mais poderosos catalisadores de fluxo lunar no plano astral da Terra.
Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: Diegas em 23 de Junho de 2015, 11:56
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Pergunta: - A fim de melhor compreendermos vossas explicações sobre a influência da Lua, pedimos que nos digais o porque dessa recomendação de se colherem as plantas pela madrugada, antes de o Sol nascer.

Ramatís: - Bem sabeis que as plantas são poderosos condensadores vegetais, que sugam e absorvem as mais variadas energias do meio ambiente, desde as radiações do Sol até o magnetismo da Lua, ou seja, dia e noite. Assim como as plantas solarianas devem ser colhidas, de preferência, nas horas em que elas se encontram mais impregnadas de magnetismo do Sol, as plantas lunares pedem providência contrária, ou seja, a colheita quando estão fundamentalmente fartas do magnetismo lunar. A colheita antes de o Sol nascer tem sua razão no fato de que o astro-rei é um poderoso dissolvente do magnetismo e das influências noturnas, o que deve ser evitado por aqueles que desejam servir-se da maior quantidade de magnetismo da Lua, depositado na planta durante a noite. As plantas conhecidas como lunares são vigorosos condensadores ou transformadores, porque dão melhor agasalho ao fluido que captam e absorvem. Quando devem ser empregadas na cura de enfermidades que se casam com as más influências da Lua, essas plantas precisam ser portadoras de um poder dissolvente, atômico, no campo magnético, capaz de dispersar o "quantum" maléfico projetado pelo próprio astro. Esta terapêutica recorda perfeitamente o processo da homeopatia, em que "os semelhantes curam os semelhantes". Do mesmo modo devem ser colhidas e utilizadas as demais plantas planetárias, sejam as de Vênus, de Marte, de Júpiter ou de Saturno, isto é, no momento em que estejam mais sobrecarregadas do magnetismo do astro com que se relacionam.



Pergunta: - E que significa o bom ou mau aspecto lunar ?

Ramatís: - Há um fluxo e um refluxo da "pulsação magnética-astral" da Lua, que banha o "duplo planetário" terrestre, ou seja, o "corpo etéricoastral" da Terra, num mútuo intercâmbio que é benéfico, balsâmico e curativo, em certas horas, e que em outras horas se torna maléfico, coercitivo e patogênico às plantas ou aos seres cuja sensibilidade psiconervosa os torna verdadeiros condensadores. Em conseqüência, as plantas lunares, eletivas, simpáticas à Lua, também são as que mais sofrem essa outra ação patogênica, por cujo motivo os que manuseiam a terapêutica vegetal, em concomitância com as influências astrológicas, precisam saber colher as plantas nas horas de bom aspecto lunar, isto é, na ocasião em que a sua projeção astral seja balsâmica ou curativa. Em certos casos, as plantas podem tornar-se completamente inócuas na aplicação terapêutica, por terem sido colhidas no momento exato da neutralidade astral, ou seja, quando coincide a colheita com o momento em que não há carga benéfica ou maléfica.



Pergunta: - Poderíeis dar-nos um exemplo mais objetivo, por meio de uma comparação mais acessível ao nosso entendimento físico ?

Ramatís: - Servir-nos-emos do próprio crescente ou minguante da Lua, para dar-vos explicações mais objetivas. Sabeis que certos vegetais podem apresentar dupla qualidade terapêutica: as folhas servem para determinados furúnculos, eczemas ou erisipelas, enquanto que as raízes são utilizadas para certos banhos terapêuticos, indicados para moléstias do reto ou surtos hemorroidais. Neste caso - exemplificando-os fisicamente - o que tem importância na utilização do vegetal é a maior quantidade de seiva que exista nas folhas ou nas raízes, na hora de sua aplicação. Assim, desde que se queiram utilizar as folhas, devem elas ser colhidas no "máximo crescente lunar", em que a força poderosa da Lua esteja sustentando toda a seiva à superfície do vegetal; entretanto, quando se trata de raízes para utilização em banhos terapêuticos, devem ser elas arrancadas no "máximo minguante lunar", quando essa mesma seiva desce completamente para as raízes.
O magnetismo da Lua, na ação de força gravitacional, regula o crescimento da vegetação no vosso mundo; há períodos em que toda a seiva está no "alto" dos arvoredos ou das hortaliças e outros, ou seja, nas épocas hibernais, em que as folhas caem, porque a seiva está repousando nas raízes, que assim se tornam fertilíssimas. As cenouras, quando semeadas contra a estação lunar, reproduzem-se na forma de buquês de folhas e ramos, enquanto que os tubérculos destinados à alimentação nascem mirrados e estéreis para replantação. As árvores cortadas no "crescente" bicham facilmente, porque os carunchos que estavam na seiva, em subida, perfuram o lenho para sair ao ar livre, visto que a seiva seca e então lhes falta alimento; no entanto, as madeiras cortadas no inverno tornam-se de melhor aproveitamento, porque a seiva desce para as raízes, conduzindo todo o cortejo de carunchos que buscam sua nutrição. Os sertanejos do vosso país costumam dizer que os melhores meses para o corte da madeira são os que não têm "r", isto é, em que, por coincidência, os meses não possuem em sua grafia a letra em questão, como não a possuem maio, junho, julho e agosto, ou seja, o período do "grande minguante". A colheita de vegetais ricos de magnetismo astral da Lua deve ser feita em bom aspecto lunar, ou seja, na hora do fluxo benéfico, assim como a própria colheita puramente física exige o respeito ao minguante ou crescente, como se dá no uso das folhas ou das raízes. O desconhecimento destas coisas é um dos motivos do fracasso farmacológico de vossa ciência médica, cujos laboratórios fabricam diariamente' centenas de preparados com base na fitoterapia, mas cujo êxito é fugaz, porque se destilam inúteis cadáveres vegetais, compondo-se xaropes, tisanas, comprimidos ou fórmulas com nomes brilhantes, mas na profunda ignorância de que estão sendo utilizadas folhas e raízes destituídas de energia magnética astral ou de seiva vitalizante, que só pode ser obtida sob a tão ironizada disciplina científica do horário astrológico !
O divino químico, que é Deus, quando formulou os planos para a criação dos mundos, fixou as matrizes definitivas de todas as coisas e seres, absolutamente distanciado da versatilidade humana, que tanto se equivoca no manuseio das energias da vida! Existem, pois, em a natureza do vosso mundo, plantas e outros vegetais especificamente terapêuticos para cada surto patogênico ou seqüência mórbida no metabolismo humano; são vegetais que se destinam especialmente à cura de certas enfermidades, embora se deva acomodar o "quadro psíquico" do enfermo ao tipo astrológico da planta. O que importa, pois, é colher o vegetal em toda a sua plenitude energética, para que se possa processar a cura desejada. Infelizmente, a predominante atitude científica dos vossos magos de laboratório não só os impede de perceber estas coisas, como ainda os leva a maior decepção e descrença em seus próprios produtos, pois as contínuas novidades farmacêuticas que vos apresentam comumente não passam de reprodução de experiências já tantas vezes repetidas. Em conseqüência, as substâncias medicamentosas passam a imitar as modas femininas: retornam, periodicamente, com as mesmas fórmulas e indicações terapêuticas, com ligeiras diferenças no equilíbrio "químio-físico", ou entusiasticamente combinadas com outros elementos de experiências já frustradas. Felizmente, porém, quando a vossa ciência alcançar o desiderato espiritual da verdadeira vida do vosso orbe, saberá buscar a "alma" do vegetal, assim como já o fazem os que manuseiam com dignidade, a ciência da homeopatia.
Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: Patricia S. Botelho em 23 de Junho de 2015, 12:13
Amigo Roger W

Do mesmo jeito que há seres anaeróbicos, que não necessitam de oxigênio para viver, também deve haver muitas outras coisas que sequer supomos, pois a cada ano novas descobertas são realizadas. No século XVI não imaginávamos o mundo infinitamente pequeno que vivia lado a lado conosco, não necessitando de sondas nem de espaçonaves para ir ao encontro deles, pois estavam até em nossas próprias mãos. Até que, um belo dia, fez-se o microscópio. Revelou-se assim, um mundo “paralelo” ao nosso e que nos afetava intimamente, muitas vezes nos levando até à morte, e nem sabíamos de sua existência até então. Tantas outras descobertas que nossos bravos cientistas sempre estão descortinando. Se há cinco séculos não conhecíamos a microbiologia, daqui a cinco séculos, quantas outras novas coisas saberemos?
Também os cientistas são seres humanos e, como nós, avaliam o mundo através de cinco sentidos. Talvez espíritos evoluídos não posuam só cinco sentidos, podem ter 8, 20 sabe-se lá quantos e podem talvez ver aquilo que nós não vemos.
Ou os mundos possam estar na condição talvez de morada de espíritos errantes?
Não serei eu, desprovida de conhecimentos científicos que falarei. Apenas estou colocando suposições, reflexões.
Se, no Livro dos Espíritos foi dito que todos os globos que circulam o espaço são habitados, é porque algum tipo de vida há lá. Se material, ou imaterial, não sei.
Conversaremos novamente no ano 3000 para rever o assunto, ta?
Um abraço
Patrícia
Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: Patricia S. Botelho em 23 de Junho de 2015, 18:17
Amigo Diegas,

Você citou livro de Ramatis. Gostaria de saber qual médium o psicografou.
obrigada
Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: Diegas em 23 de Junho de 2015, 19:53
'...Gostaria de saber qual médium o psicografou....'


Olá, Patricia !


Médium Hercílio Maes



Abç
Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: Patricia S. Botelho em 23 de Junho de 2015, 20:16
Diegas

obrigada

Patrícia
Título: Re: É a Lua habitada?
Enviado por: Vitor Santos em 23 de Junho de 2015, 23:54
Olá amigos

A ciência, até certa altura, admitia que a existência de vida (estamos a falar de vida fisica) tinha de ser observada à superficie dos planetas. Hoje admite-se que podem existir formas de vida abaixo da superficie dos planetas. Efetivamente abaixo da superficie da Terra, por exemplo, existe  uma crosta. Mas a profundidades grandes há magma, a altas temperaturas, ou seja, grande quantidade de energia térmica disponivel. A ciência teve de reconhecer que as probabilidades da existência de vida no universo são muito maiores do que se pensava.

Não digo que a Terra ou  a Lua possam ser habitadas por seres fisicos no subsolo, a grandes profundidades, pois não há quaisquer evidências disso, mas não se pode ter a certeza. Mas noutros planetas podem perfeitamente exisitir. A energia calorifica que é conduzida do centro para a pariferia dos planetas é brutal. Basta que sejam seres concebidos para aproveitar essa energia térmica.

A grandes profundidades, no mar, existem seres vivos que são radicalmente diferentes dos que existem mais à superficie, pois a radiação solar não chega lá. (não precisam de cremes protectores solares  :D). Trata-se de seres das grandes profundidades.   

Podem exisitir formas de vida completamente diferentes das que conhecemos aqui na Terra. Não podemos limitar as hipõteses aos tipos de vida que conhecemos aqui na Terra.

Hoje compreende-se que a existência de seres vivos num planeta é mais dificil de detetar do que parecia. Um planeta desértico, á superficie, sem água, pode ter vida.

Quanto aos seres espirituais desencarnados podem estar em qualquer parte do Universo. E até podem haver mais universos  como o nosso (refiro-me ao que é possivel conhecer, pelo menos teóricamente - o universo observável, ou seja, aquele que foi gerado após o Big Bang e que é finito, embora cada vez maior).

Portanto é preciso cuidado a rejeitar hipóteses da existência de seres vivos nos planetas, sejam eles quais forem.  Para demonstrar cientificamente que não há vida num planeta teriamos que o sondar desde a superficie até grandes profundidades e, que eu saiba, não dispomos de tecnologia para isso, pois seria económicamente inviável. Antes de se partir para canalizar a maior parte do investimento à exploração do espaço, a ciência estava virada para a exploração da Terra, em profundidade. 

Bem hajam