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GERAL => O que é o espiritismo => Pluralidade Mundos Habitados => Tópico iniciado por: Victor Passos em 10 de Janeiro de 2009, 13:10

Título: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Victor Passos em 10 de Janeiro de 2009, 13:10
Do capítulo III

As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.

“Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsaram em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação de Cocheiro, que recebeu na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros, que nos são mais vizinhos, da sua trajetória pelo infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias divinas do ilimitado. A sua luz gasta 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se desse modo, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.”

Capela ou Alfa Aurigae é, comprovadamente, um sistema de estrelas múltiplas que contém pelo menos 9 estrelas; duas delas são tidas como “gigantes amarelas”, com massa 2,6 e 2,7 vezes a massa do Sol e com dimensões que ultrapassam em 9 e 16 vezes o tamanho do Sol. Não são estrelas que podem ser consideradas estáveis. Cada uma delas libera, aproximadamente, 78 vezes a luz liberada pelo Sol – tal variação corresponde à quantidade de radiação, inclusive de raio X por efeito do calor. Encontra-se a aproximadamente 43 anos luz. Este sistema está no Hemisfério Norte, a 45º da estrela Polaris que é a estrela polar do norte. Até a década de 60 os astrônomos pensavam ser uma estrela de formação simples, mas a aplicação de novos métodos de observação, entre eles a espectroscopia, revelaram tratar-se de um sistema complexo de várias estrelas que foram sendo descobertas uma a uma.
 
Abaixo exibimos uma gravura para compararmos as dimensões de algumas estrelas conhecidas, entre elas uma das estrelas do agrupamento principal – denominado binário – que constitui o Sistema Capela.
 
 
 
A gravura exibe a maior das estrelas que compõe Capela ou Alfa Aurigae como costuma ser chamada entre os astrônomos, cerca de 16 vezes maior que o Sol. É uma fonte de raio X potencialmente maior do que a que representa a estrela do Sistema Planetário onde vive o homem. Se essa gigante amarela fosse colocada no lugar do Sol, a Terra, mantendo sua posição seria inteiramente calcinada, pois precisaria de uma atmosfera muitíssimas vezes mais densa do que a que tem atualmente. Mesmo com a Terra colocada a uma distância de 1,5 bilhões de quilômetros a vida seria muito pouco provável – e isto se não considerarmos o fato de se tratar de um sistema múltiplo.
 
Uma estrela binária é um par de estrelas em órbita em torno de um centro de gravidade comum sob a ação de sua atração gravitacional mútua. As estrelas binárias são algumas vezes chamadas de estrelas duplas e as estrelas individuais do sistema são chamadas de componentes. Tais pares de estrelas, dos quais há vários tipos são extremamente comuns, chega-se a afirmar que constituem cerca de 68% de todas as estrelas conhecidas do Universo; os outros 32 % seriam distribuídos entre as estrelas múltiplas e um pequeno percentual de estrelas simples como o Sol. Uma binária visual quando vista por meio de um telescópio, aparece como um par distinto de estrelas, com sua separação e orientação variando ao longo dos anos. Em um sistema binário eclipsante cada estrela regularmente provoca um eclipse na outra e isto resulta em variações periódicas no brilho total. Uma binária espectroscópica tem componentes que estão muito próximas para que possam ser vistas como estrelas separadas. À medida que a estrela descreve sua órbita em torno de sua companheira, ela praticamente está se movendo em direção à Terra – em termos relativos – ou afastando-se dela. Examinado seu espectro, o Efeito Doppler pode ser usado para medir as mudanças em seu movimento. Uma binária de polarização exibe mudanças periódicas na polarização de sua luz. Em tais binárias, à medida que as estrelas se movimentam em suas órbitas iluminam o gás e a poeira existentes no espaço entre elas, e o ângulo com o qual a luz colide com esta matéria muda periodicamente. Desta maneira a luz espalhada é polarizada. A figura seguinte mostra um exemplo de estrelas binárias, para que se possa ter uma idéia das características visuais de um sistema como os que estamos descrevendo; nem todos os sistemas binários podem ser fotografados com suas estrelas componentes separadas, em geral dada a proximidade uma da outra, apresentam-se ao telescópio como sendo apenas uma; tal fato certamente enganou aqueles que deram informações ao médium que serviu de intermediário ao Espírito Emmanuel que, por sua vez também deve ter-se baseado em informações pouco precisas de astrônomos desencarnados, já que a ele próprio não coube constatar o engano. 
 
 
 
A figura que utilizamos, a título de ilustração, mostra o sistema binário Alfa Centauri. É o conjunto estelar mais próximo do Sol, distante cerca de 4,5 anos-luz. É importante ressalta que as estrelas duplas têm muita dificuldade em abrigar qualquer forma de vida, tal qual conhecemos, devido à instabilidade das órbitas de seus planetas e as características gerais que envolvem seus componentes. Grandes variações de temperaturas decorrentes das catastróficas atividades estelares despejariam a distâncias que cobririam todo o espaço planetário inimaginável quantidade de radiações. As erupções estelares são perturbações de natureza colossal cujo início súbito é seguido de desintegração gradual. A freqüência das erupções estelares pode ser acompanhada pela observação de fortes raias de emissão, sobrepostas ocasionalmente a um contínuo fraco. Observações do Sol inteiro por satélites colocados em órbitas para pesquisas espaciais, detectam raios X fortemente intensificados, originados das erupções. Já foram detectados raios X, nas fases iniciais das grandes erupções com energias superioras a 70 kev. Também os raios ultravioletas são fortemente ativados durante uma erupção estelar. De qualquer modo, tomando-se o Sol como referência – e ele é consideravelmente menor que o sistema Alfa Aurigae de onde se supõe serem originários os espíritos exilados que vieram a constituir a “raça adâmica” – que ao nosso modo de ver não passa de um mito que se criou na literatura espírita para se ajustar às informações bíblicas -, e considerando uma área de erupção de apenas 10-4 da solar, mesmo uma intensificação mil vezes maior resultaria num acréscimo de 10% da intensidade integrada. Nessas circunstâncias, é notável que o fluxo total de raios X, durante uma erupção da classe 2+, seja duas vezes o do Sol quieto. Acompanhando alterações nas ondas de rádio é possível se medir com alguma aproximação as erupções estelares. E Alfa Aurigae não é das mais comportadas.
 
 
 
Na figura acima, temos uma visão obtida através de um telescópio, sem qualquer tratamento, da estrela conhecida como Próxima 61 Cygni, distante 8 anos-luz da Terra e de 6ª magnitude. Observe as duas imagens e terá uma idéia da diferença entre um sistema e outro... Diferença?  Nem tanto, pois a segunda imagem também pertence a um sistema duplo. As estrelas duplas são formadas no interior da mesma “nebulosa-mãe”, iniciaram a sua formação sensivelmente na mesma ocasião e relativamente próximas uma da outra, pelo que ficaram ligadas pela interação gravitacional – a orbitar em torno de um ponto comum a que se dá o nome de centro de massa. Na verdade, em muitos casos, o número de estrelas geradas nessas circunstâncias é superior a 2, pelo que se lhes atribui o nome de sistemas múltiplos. Alfa Aurigae é um desses sistemas múltiplos.
 
Dadas as grandes distâncias a que se encontram da Terra, a maior parte dos binários ou dos sistemas múltiplos não podem ser separados pelos nossos olhos, por um binóculo ou telescópio modesto e, em muitos casos, nem mesmo pelos maiores telescópios do mundo. Só a análise espectral da luz que emite revela a presença de mais de uma estrela.
 
Há dois exemplos que podemos citar para ilustrar ainda mais nossas considerações: as estrelas ALCOR e MIZAR, ambas da constelação da Ursa Maior, que embora dando a ilusão de um sistema binário, quando é observado através de um telescópio. Sabe-se que o período orbital, isto é, o tempo necessário para completarem uma volta em torno do centro de massa é muito longo, talvez da ordem de 10000 anos-luz; mas o estudo da luz através de um espectroscópio revela que cada uma delas tem uma companheira, o que significa ser, na realidade Mizar, um sistema múltiplo constituído de dois pares de estrelas. A existência de estrelas duplas, como eram denominados antigamente, foi uma das principais descobertas decorrentes da invenção do telescópio e extraordinariamente ampliada sua observação com o espectroscópio. Mizar foi um dos primeiros sistemas múltiplos a ser descoberto e o mérito se deve ao astrônomo italiano Giovanni Battista Riccioli – o nome dado pelo astrônomo não significa muito para os estudiosos, mas ela é uma das estrelas mais observadas na esfera celeste, pois é a central do trio de estrelas que forma o timão do Carro da Ursa Maior.
 
Como as estrelas são os corpos celestes mais abundantes no universo, não demorou muito para se imaginar que Mizar não era um caso único e que deveria haver outras estrelas duplas. Em 1804, as observações confirmaram a suspeita: o astrônomo Willian Herschel, tendo por base 24 anos de observação celeste publicou um catálogo com cerca de 700 estrelas relacionadas como sendo duplas. No começo ainda não havia certeza se as estrelas duplas observadas estavam fisicamente ligadas entre si ou se a associação era um mero efeito de perspectiva. Em muitos casos, o brilho de cada uma era bem nítido, o que poderia sustentar a idéia de que elas se encontravam a distâncias diferentes. O único meio de solucionar o mistério seria calcular a distância de algumas estrelas duplas por meio do método da paralaxe e Herschel empenhou-se nessa tarefa.
 
Há um verdadeiro enxame de estrelas múltiplas observáveis nas constelações de Sagitário e Escorpião, avistadas praticamente na direção do centro de nossa Galáxia. Também na constelação de Hércules próxima à Lira encontramos também um grande número dessas formações notáveis. Albireu, na constelação Cisne é um notável sistema binário, situado a 390 anos-luz, em um dos componentes tem a cor amarela e sua companheira apresenta uma cor esverdeada. Os sistemas como Mizar são também conhecidos como dupla-dupla.
 
Definem-se as binárias visuais como estrelas que parecem duplas por causa do movimento que uma delas parece fazer em torno da que seria sua companheira. Atualmente estão identificadas cerca de 70.000 delas, mas só 1% desse número conseguiu-se determinar com precisão os parâmetros orbitais – o período, o semi-eixo maior da órbita, a época da passagem pelo periastro, a inclinação do plano orbital em relação à linha visual da excentricidade.
 
Essa escassez de dados não deve causar surpresa. Os períodos orbitais dessas estrelas costumam ser da ordem de décadas e até séculos. Reproduzir suas órbitas significa reunir pacientemente posições medidas durante décadas por diferentes observatórios. Infelizmente, em alguns casos, só se conhece uma parte da órbita, e a que falta deve ser deduzida com base nos dados disponíveis. Também se considera que o plano orbital do sistema pode estar inclinado em relação à linha visual daí a órbita se mostrar apenas aparente sendo, de fato, muito diferente da verdadeira.
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: blu em 21 de Janeiro de 2009, 02:43
Citar
“raça adâmica” – que ao nosso modo de ver não passa de um mito que se criou na literatura espírita para se ajustar às informações bíblicas

Como assim? dá para desenvolver esse tópico?
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Diegas em 21 de Janeiro de 2009, 06:01
Como assim? dá para desenvolver esse tópico?

Olá, Blu.


Não sou expert, mas dá sim, de uma forma bem simples.

Voce, como todos nós, já deve ter passado pela curiosa experiência de um individuo, repentinamente, virar-se para o nosso lado e, sem mais nem menos, vir com um papinho meio-alienado e/ou estranho, questionando-nos sobre aquilo que se passa no seu próprio mundículo mental. Com a gravidade de nem sequer tivessemos a oportunidade de saber o assunto. Ou seja, o individuo dialoga/discute com ele mesmo, e trombeteia: Tô certo ?


Emmanuel faz uma descrição sucinta, bem superficial sobre a Constelação de Cocheiro, sem adentrar em pormenores, pois não se aplica ao assunto pretendido e nem no desenvolvimento do livro 'A Caminho da Luz'. Ou seja, Emmanuel procede à maneira de alguém que traz-nos notícias sobre a fachada de um edificio. Mas eis que surge um crítico, numa linguagem presunçosa, procurando dar uma demonstração patética de conhecimento do assunto-astronomia, muito preocupado em apontar a complexidade que permeia o Universo, ilustrando, inclusive, como se fosse importante, a duplicidade sexual dos astros.

E com qual propósito faz todo esse itinerário de palavras ? 

Curiosamente, ele mesmo responde:

Citar
'...tal fato certamente enganou aqueles que deram informações ao médium que serviu de intermediário ao Espírito Emmanuel que, por sua vez também deve ter-se baseado em informações pouco precisas de astrônomos desencarnados, já que a ele próprio não coube constatar o engano...'

Percebe o foco da crítica ? Falta-nos saber a que fato se refere.


Abç


Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Victor Passos em 21 de Janeiro de 2009, 19:59
Muita paz companheiros

Em relatos provenientes das mais antigas civilizações conhecidas ou nas comunicações mais recentes de médiuns,
espíritas ou não, a presença de cidades maravilhosas tem sido uma constante, assim como o contato com os seres que nelas habitam e que trabalham pelo bem da humanidade.

- Gilberto Schoereder

Os sábios e místicos das mais antigas civilizações da Terra já afirmavam que nosso mundo não era exatamente o que se pensava. Ou melhor, que ele era composto por camadas diferenciadas de realidades, nem todas imediatamente visíveis ou perceptíveis para todas as pessoas. Sob determinadas circunstâncias, alguns indivíduos atingiam a capacidade de obter percepções mais ou menos nítidas dessas outras camadas de realidade que, de certa forma, circundavam o planeta.

Mais que isso: essas realidades paralelas à nossa estavam habitadas por entidades. Algumas eram vistas como sendo quase deuses, outras, como quase humanas. Todas poderiam, mais uma vez sob determinadas circunstâncias, entrar em contato com o nosso nível de realidade, transmitindo informações ou apenas tentando contatar com uma realidade da qual ainda não haviam se libertado completamente.

Essa sabedoria antiga foi transformada na base de muitas crenças religiosas, algumas das quais existem ainda hoje. Isso era uma realidade´na Índia antiga como o é hoje. As referências à existência de um "mundo invisível", encoberto dos simples mortais pelo "véu de Maya", são constantes na religiosidade hindu. Hoje em dia, noções como essa fazem parte da especulação científica - ainda que muito pouco comentadas abertamente -, especialmente na concepção dos chamados universos ou dimensões paralelas. Uma constante na literatura de ficção científica, a noção de existências paralelas à nossa se desenvolveu principalmente a partir de alguns aspectos da teoria quântica, os quais estão sendo cada vez mais seriamente considerados no meio científico.

Outras Dimensões

São justamente os contatos com essas outras dimensões que, ao longo de milhares de anos, têm surgido como o centro de alguns dos maiores mistérios das religiões e crenças místicas da humanidade. Mais do que apenas relatar vislumbres de outras realidades, os relatos dessescontatos fazem referências claras à existência de locais muito reais - às vezes, cidades, outras vezes, países ou terras maravilhosas.

Para alguns, Shamballah e Agartha seriam exemplos de cidades situadas numa das inúmeras dimensões paralelas,ainda que as lendas também se refiram a elas como sendo cidades subterrâneas. Esses relatos ou lendas - como preferem os cientistas - devem estar entre os mais antigos do planeta, formando a base de inúmeras crenças hindus e tibetanas. Na verdade, contos fantásticos sobre cidades subterrâneas ou em outras dimensões apareceram ainda recentemente, aqui mesmo no Brasil.

Seja como for, parece que o contato com esses locais - e com os seres que neles vivem - sempre esteve um tanto restrito, seja a pessoas com um desenvolvimento espiritual mais aprimorado, seja a pessoas com capacidades psíquicas mais desenvolvidas. Em alguns casos, como no antigo Egito, as maravilhosas terras do Além só podiam ser acessadas pelos espíritos dos mortos, e eram vistas como verdadeiros países, com tudo o que a existência material proporcionava.

As informações vêm sendo fornecidas tanto pelo contato direto com essas realidades, como por meio de contatos entre os seres que nelas habitam e os encarnados na Terra, como ocorre hoje em dia com os médiuns.

Algumas crenças já se referiram à existência de sete planos ou níveis diferentes de realidade, cada qual um pouco mais afastado de nosso plano imediato. Assim, quanto mais distante se encontrasse o plano, mais difícil seria o contato. Os fantasmas, por exemplo, seriam os seres que ainda estariam num plano muito próximo à Terra, presos à realidade material e enfrentando dificuldades para se livrarem da existência anterior e realizar a passagem aos níveis mais elevados ou planos superiores.

Diferentes Contatos Se fôssemos nos concentrar apenas na especulação científica, não haveria motivo para citar apenas sete planos dimensionais: o número de dimensões paralelas possíveis, na verdade, poderia ser infinito. Alguns estudiosos do assunto, ligados às mais variadas crenças e religiões, têm dito que, ultimamente, tem se tornado mais fácil acessar os níveis mais imediatos. Alguns chegam a dizer que está ocorrendo uma aproximação entre o plano material e o plano espiritual que se encontra mais perto da Terra, como se eles estivessem se mesclando. Essa seria a razão do número crescente de contatos, seja por meio de mensagens psicografadas, seja por meio das chamadas canalizações, ou mesmo por contatos diretos em projeções astrais que permitiriam aos indivíduos encarnados atingir esses níveis superiores.

É verdade que as informações e mensagens desses contatos estão cada vez mais complexas e, certamente, mais confusas, uma vez que as comunicações têm sido atribuídas não apenas a espíritos, mas também a seres extraterrestres, que estariam vivendo numa dessas dimensões paralelas e trabalhando em conjunto com os espíritos mais avançados.

Para falar o mínimo, é uma questão cabeluda. Há quem diga que os contatos com extraterrestres não devem ser confundidos com os contatos espirituais; outros afirmam que é tudo a mesma coisa, ou seja, que as mensagens atribuídas aos extraterrestres estão sendo mal interpretadas, e que na verdade são contatos com espíritos; outros, ainda, garantem que os extraterrestres que se comunicam com médiuns são seres de uma espiritualidade elevada, e que atuam nos planos espirituais com a mesma facilidade com que atuam no plano físico.

Parece que o assunto tem sido menos discutido do que deveria, afinal, o próprio Kardec se referiu à existência de vida em outros planetas, em diferentes estágios evolutivos e de espiritualidade.

As psicografias de Chico Xavier também se referem a seres de outros planetas, de modo que nada mais natural do que discutir essa questão de forma mais ampla, estendendo o tema à possível presença espiritual de seres extraterrestres.

Cidades Dimensionais

Seja qual for o rumo que se dê às investigações e especulações, o tema das cidades espirituais, ou dimensionais, se preferirem, é apaixonante. E, se entendermos como correta a afirmação de que os mundos espirituais se encontram mais próximos do material do que nunca, não é de se estranhar que os relatos a seu respeito apresentem imagens cada vez mais nítidas. Nesse sentido, não resta dúvida de que as comunicações de André Luiz, psicografadas por Chico Xavier, ainda se encontram entre as mais complexas e nítidas de que se tem notícia. A riqueza de detalhes sobre as cidades espirituais tem chamado a atenção de muitas pessoas, mesmo daquelas que não seguem o espiritismo, mas que entendem como necessária uma aproximação entre os diferentes pontos de vista, filosofias ou crenças.

Quais seriam, por exemplo, os pontos em comum entre as narrativas do espírito André Luiz a respeito do Nosso Lar, e outras visões de possíveis dimensões paralelas à nossa, encontradas em várias partes do planeta? Para alguns pesquisadores de fenômenos insólitos verificados em nosso planeta, os contatos com outras dimensões de existência são uma realidade.

Mais que isso: alguns afirmam que existem pontos específicos na Terra que, de certa maneira, formam passagens entre essas dimensões, passagens que podem ser mais ou menos evidenciadas.

Existem relatos de cidades maravilhosas que, em determinados momentos, podem ser vislumbradas em alguns locais do planeta; isso teria sido verificado no deserto do Arizona e também na Antártida. Fala-se de ilhas que surgem misteriosamente no oceano, para desaparecerem em seguida, como se uma porta tivesse sido aberta e, em seguida, novamente fechada, apenas deixando-nos ter uma leve percepção de outra realidade. E muitos mais.

O mais interessante de tudo isso pode estar nos pontos em comum entre as diferentes narrativas. Por exemplo, algumas pessoas entendem que as orações funcionam como uma espécie de ferramenta para se atingir outros níveis ou, utilizando-se outro tipo de linguagem, "abrir uma passagem" para outra dimensão.

De forma semelhante, alguns contatados por extraterrestres falam a respeito da elevação do nível vibratório como meio para se atingir um plano superior e receber mensagens desses seres; fala-se que os mantras indianos igualmente permitiriam, em determinadas ocasiões, o acesso a dimensões superiores, vislumbrando assim uma parte do mundo normalmente invisível; os que realizam projeções ou viagens astrais também se referem a uma série de atitudes ou atividades de relaxamento e concentração, a partir das quais poderiam acessar outras realidades.

As noções se complementam, confundem-se, mas, seja como for, podem ser a indicação de um caminho único em direção a uma compreensão maior dos mundos invisíveis que nos cercam. É claro, desde que sejam examinadas com isenção e sem preconceitos.


Revista Espiritismo & Ciência
Número 2
Páginas 18-21
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Diegas em 22 de Janeiro de 2009, 02:26
Citar
“raça adâmica” – que ao nosso modo de ver não passa de um mito que se criou na literatura espírita para se ajustar às informações bíblicas

Como assim? dá para desenvolver esse tópico?

Olá, blu.

Relendo o que escrevi, sinto ter patrocinado mais enrolação ao assunto - eu poderia ter sido mais objetivo no meu comentário.

E, por falar em objetividade, que tal lermos 'A Gênese', de Kardec ?

Citar
'...No intervalo de suas existências corporais, os Espíritos se encontram no estado de erraticidade e formam a população espiritual ambiente da Terra. Pelas mortes e pelos nascimentos, as duas populações, terrestre e espiritual, deságuam incessantemente uma na outra. Há, pois, diariamente, emigrações do mundo corpóreo para o mundo espiritual e imigrações deste para aquele: é o estado normal.

Em certas épocas, determinadas pela sabedoria divina, essas emigrações e imigrações se operam por massas mais ou menos consideráveis, em virtude das grandes revoluções que lhes ocasionam a partida simultânea em quantidades enormes, logo substituídas por equivalentes quantidades de encarnações. Os flagelos destruidores e os cataclismos devem, portanto, considerar-se como ocasiões de chegadas e partidas coletivas, meios providenciais de renovamento da população corporal do globo, de ela se retemperar pela introdução de novos elementos espirituais mais depurados. Na destruição, que por essas catástrofes se verifica, de grande número de corpos, nada mais há do que rompimento de vestiduras; nenhum Espírito perece; eles apenas mudam de planos; em vez de partirem isoladamente, partem em bandos, essa a única diferença, visto que, ou por uma causa ou por outra, fatalmente têm que partir, cedo ou tarde.

As renovações rápidas, quase instantâneas, que se produzem no elemento espiritual da população, por efeito dos flagelos destruidores, apressam o progresso social; sem as emigrações e imigrações que de tempos a tempos lhe vêm dar violento impulso, só com extrema lentidão esse progresso se realizaria. É de notar-se que todas as grandes calamidades que dizimam as populações são sempre seguidas de uma era de progresso de ordem física, intelectual, ou moral e, por conseguinte, no estado social das nações que as experimentam. É que elas têm por fim operar uma remodelação na população espiritual, que é a população normal e ativa do globo.

Essa transfusão, que se efetua entre a população encarnada e desencarnada de um planeta, igualmente se efetua entre os mundos, quer individualmente, nas condições normais, quer por massas, em circunstâncias especiais. Há, pois, emigrações e imigrações coletivas de um mundo para outro, donde resulta a introdução, na população de um deles, de elementos inteiramente novos. Novas raças de Espíritos, vindo misturar-se às existentes, constituem no-vas raças de homens. Ora, como os Espíritos nunca mais perdem o que adquiriram, consigo trazem eles sempre a inteligência e a intuição dos conhecimentos que possuem, o que faz que imprimam o caráter que lhes é peculiar à raça corpórea que venham animar. Para isso, só necessitam de que novos corpos sejam criados para serem por eles usados. Uma vez que a espécie corporal existe, eles encontram sempre corpos prontos para os receber. Não são mais, portanto, do que novos habitantes. Em chegando à Terra, integram-lhe, a princípio, a população espiritual; depois, encarnam, como os outros.

RAÇA ADÂMICA

De acordo com o ensino dos Espíritos, foi uma dessas grandes imigrações, ou, se quiserem, uma dessas colônias de Espíritos, vinda de outra esfera, que deu origem à raça simbolizada na pessoa de Adão e, por essa razão mesma, chamada raça adâmica. Quando ela aqui chegou, a Terra já estava povoada desde tempos imemoriais, como a América, quando aí chegaram os europeus. Mais adiantada do que as que a tinham precedido neste planeta, a raça adâmica é, com efeito, a mais inteligente, a que impele ao progresso todas as outras. A Gênese no-la mostra, desde os seus primórdios, industriosa, apta às artes e às ciências, sem haver passado aqui pela infância espiritual, o que não se dá com as raças primitivas, mas concorda com a opinião de que ela se compunha de Espíritos que já tinham progredido bastante. Tudo prova que a raça adâmica não é antiga na Terra e nada se opõe a que seja considerada como habitando este globo desde apenas alguns milhares de anos, o que não estaria em contradição nem com os fatos geológicos, nem com as observações antropológicas, antes tenderia a confirmá-las...'

Como voce vê, o mito tá na cabecinha dos apressadinhos em espalhar confusão, daqueles que falam muito de Kardec, mas sem tê-lo estudado com melhor cuidado e critério.



Abç
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Victor Passos em 02 de Julho de 2009, 14:43
Ola Amigo Blu e Diegas
Muita paz

   Desculpa Blu, tenho que concordar com Diegas temos que ser mais racionais, e menos emocionais.
   Sem tirar valor à tua acervativa , tenho que reconhecer que o MIto, morreu à nascença....

   FIXAÇÃO DOS CARACTERES RACIAIS

        Com o auxílio desses Espíritos degredados, naquelas eras remotíssimas, as falanges do Cristo operavam ainda as últimas experiências sobre os fluidos renovadores da vida, aperfeiçoando os caracteres biológicos das raças humanas.  A Natureza ainda era, para os trabalhadores da espiritualidade, um campo vasto de experiências infinitas; tanto assim que, se as observações do mendelismo fossem transferidas àqueles milênios distantes, não se encontraria nenhuma equação definitiva nos seus estudos de biologia. A moderna genética não poderia fixar, como hoje, as expressões dos "genes", porquanto, no laboratório das forças invisíveis, as células ainda sofriam longos processos de acrisolamento, imprimindo-se-lhes elementos de astralidade, consolidando-se-lhes as expressões definitivas, com vistas às organizações do porvir.

        Se a gênese do planeta se processara com a cooperação dos milênios, a gênese das raças humanas requeria a contribuição do tempo, até que se abandonasse a penosa e longa tarefa da sua fixação.

ORIGEM DAS RAÇAS BRANCAS

        Aquelas almas aflitas e atormentadas reencarnaram, proporcionalmente, nas regiões mais importantes, onde se haviam localizado as tribos e famílias primitivas, descendentes dos "primatas", a que nos referimos ainda há pouco.

        Com a sua reencarnação no mundo terreno, estabeleciam-se fatores definitivos na história etnológica dos seres.

        Um grande acontecimento se verificara no planeta. É que, com essas entidades, nasceram no orbe os ascendentes das raças brancas.

        Em sua maioria, estabeleceram-se na Ásia, de onde atravessaram o istmo de Suez para a África, na região do Egito, encaminhando-se igualmente para a longínqua Atlântida, de que várias regiões da América guardam assinalados vestígios.

        Não obstante as lições recebidas da palavra sábia e mansa do Cristo, os homens brancos olvidaram os seus sagrados compromissos.

        Grande percentagem daqueles Espíritos rebeldes, com muitas exceções, só puderam voltar ao país da luz e da verdade depois de muitos séculos de sofrimentos expiatórios; outros, porém, infelizes e retrógrados, permanecem ainda na Terra, nos dias que correm, contrariando a regra geral, em virtude do seu elevado passivo de débitos clamorosos.

QUATRO GRANDES POVOS

        As raças adâmicas guardavam vaga lembrança da sua situação pregressa, tecendo o hino sagrado das reminiscências.

        As tradições do paraíso perdido passaram de gerações a gerações, até que ficassem arquivadas nas páginas da Bíblia.

        Aqueles seres decaídos e degradados, a maneira de suas vidas passadas no mundo distante da Capela, com o transcurso dos anos reuniram-se em quatro grandes grupos que se fixaram depois nos povos mais antigos, obedecendo às afinidades sentimentais e lingüísticas que os associavam na constelação do Cocheiro. Unidos, novamente, na esteira do Tempo, formaram desse modo:

   

 O grupo dos árias,


A civilização do Egito,


O povo de Israel


 As castas da Índia.

        Dos árias descende a maioria dos povos brancos da família indo-européia nessa descendência, porém, é necessário incluir os latinos, os celtas e os gregos, além dos germanos e dos eslavos.

        As quatro grandes massas de degredados formaram os pródromos de toda a organização das civilizações futuras, introduzindo os mais largos benefícios no seio da raça amarela e da raça negra, que já existiam.

        É de grande interesse o estudo de sua movimentação no curso da História. Através dessa análise, é possível examinarem-se os defeitos e virtudes que trouxeram do seu paraíso longínquo, bem como os antagonismos e idiossincrasias peculiares a cada qual.

AS PROMESSAS DO CRISTO

        Tendo ouvido a palavra do Divino Mestre antes de se estabelecerem no mundo, as raças adâmicas, nos seus grupos insulados, guardaram a reminiscência das promessas do Cristo, que, por sua vez, as fortaleceu no seio das massas, enviando-lhes periodicamente os seus missionários e mensageiros.

        Eis por que as epopéias do Evangelho foram previstas e cantadas alguns milênios antes da vinda do Sublime Emissário.       


      Os enviados do Infinito falaram, na China milenária, da celeste figura do Salvador, muitos séculos antes do advento de Jesus.

      Os iniciados do Egito esperavam-no com as suas profecias.

      Na Pérsia, idealizaram a sua trajetória, antevendo-lhe os passos nos caminhos do porvir;

      na Índia védica, era conhecida quase toda a história evangélica, que o sol dos milênios futuros iluminaria na região escabrosa da Palestina,  e o povo de Israel, durante muitos séculos, cantou-lhe as glórias divinas, na exaltação do amor e da resignação, da piedade e do martírio, através da palavra de seus profetas mais eminentes.

        Uma secreta intuição iluminava o espírito divinatório das massas populares.

        Todos os povos O esperavam em seu seio acolhedor; todos O queriam, localizando em seus caminhos a sua expressão sublime e divinizada. Todavia, apesar de surgir um dia no mundo, como Alegria de todos os tristes e Providência de todos os infortunados, à sombra do trono de Jessé, o Filho de Deus em todas as circunstâncias seria o Verbo de Luz e de Amor do Princípio, cuja genealogia se confunde na poeira dos sóis que rolam no Infinito.
   

Muita paz e harmonia
Victor Passos
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: claudio d jr em 25 de Julho de 2009, 06:58
Olá amigos...

Eu gostaria de lançar uma questão, não sei se no local exato deste fórum, mas diante de algumas pesquisas que estou a fazer no momento e por acabar de me resgistrar neste fórum gostaria de partilhar tal assunto.

Eu já havia tido conhecimento sobre o grande massacre cultural ocorrido na biblioteca de alexandria em tempos passados que destruiu muitos escritos de vários filósofos, matemáticos, "alquimistas"(químicos) e demais estudiosos em outras ciências em geral. Porém só ao assistir um documentário no canal futura eu pude ter completa noção do desastre cultural deste feito. Apenas 7% dos escritos lá guardados se sustentam até os tempos atuais, dentre eles todos os pensamentos de sócrates, aristóteles, platão, pitágoras e demais pensadores que influenciaram a humanidade em sua forma de pensar.

A evolução da ciência certamente seria outra se estes estudos e "revelações" fosse conservados.

Eu tenho em mente algumas questões referente ao assunto.

Estes pensadores da antiguidade que nos revelaram teoremas matemáticos e preceitos filosóficos fundamentais a evolução humana, teriam alguma ligação com os seres exilados de capela, que em resumo, possuiam elevado conhecimento científico, porém ainda egoístas e orgulhosos?

Seria da providência Divina a permissão para que estas revelações filosóficas e científicas de tamanho valor fossem extintas do nosso planeta, ou melhor, fossem provisóriamente ocultadas para ao tempo certo nos serem reveladas?

Esses escritos, que creio eu haver "cópias" nos planos superiores, poderão ser revelados de forma direta através de uma simples psicografia?

Bom, espero ter conseguido explicar minha dúvidas, essas questões estão martelando a minha cabeça. Eu li os exilados de capela, sou espírita e fico profundamente entristecido quando lembro destes 7% visto que são obras eternas e que contribuiram para a o avanço da ciência.

Sou engenheiro e imagino como a tecnologia de hoje seria se os 93% não tivessem sido queimados. E não só no campo tecnológico, mas no campo do entendimento religioso também.

Um grande abraço.





Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Victor Passos em 26 de Julho de 2009, 11:25
Ola Amigo Claudio Jr
Muita paz

"Tudo me é lícito, mas nem tudo convém. Tudo me é lícito, mas não me deixarei dominar por coisa alguma." 1ª Epístola aos Coríntios

"Tudo é permitido, mas nem tudo convém; tudo é permitido, mas nem tudo edifica."
(Paulo, Primeira epístola aos Coríntios, 10:23)

"Crer não é o bastante, nos dias de hoje quer-se saber. Nenhuma concepção filosófica ou moral terá chance de sucesso se não estiver apoiada sobre uma demonstração lógica, matemática e positiva da fé e se, por outro lado, não estiver coroada por uma sanção que satisfaça a todos os nossos instintos de justiça". (Léon Denis, O Problema do Ser e do Destino.)


"Para se designarem coisas novas são precisos termos novos. Assim o exige a clareza da linguagem". É a primeira frase do "Livro dos Espíritos" de Allan Kardec. Ele tentou precisar, logo no início, a nuance entre as palavras espiritual, espiritualista e espiritualismo, que têm uma acepção bem definida, e as palavras espírita e espiritismo. "O espiritualismo é o oposto do materialismo; qualquer um que creia ter em si algo além da matéria é espiritualista; mas não segue daí que necessariamente acredite na existência dos Espíritos ou em suas comunicações com o mundo visível. Em lugar das palavras espiritual e espiritualismo, empregamos, para designar esta última crença, espírita e espiritismo." Esses termos são então neologismos, isto é, palavras criadas e definidas por Allan Kardec.

Meu bom Amigo aguardemos que a seu temo aquilo que nos foi roubado se houver de enorme importância, será trazido até nóa, pois o Pai sabe que nem todos estamos ao nivel de merecer ainda tais conheimentos, mas a seu tempo...explorará , pede-se agora é que tomemos a medida da moralização , pois daí partirá a lucidez para tão grandes aprendizados...

Muita paz e harmonia

VICTOR PASSOS
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 26 de Julho de 2009, 16:55
"Tudo me é lícito, mas nem tudo convém. Tudo me é lícito, mas não me deixarei dominar por coisa alguma." 1ª Epístola aos Coríntios

"Tudo é permitido, mas nem tudo convém; tudo é permitido, mas nem tudo edifica."
(Paulo, Primeira epístola aos Coríntios, 10:23)

"Para se designarem coisas novas são precisos termos novos. Assim o exige a clareza da linguagem".
VICTOR PASSOS

Belíssimas lembranças, mano Victor.
Após a leitura dos teus acertados achegas, fica mais clara a luta que desempenhamos para o banimento de termos alienígenas ao cenário doutrinário, ou seja, termos oriundos de literatura esparça e paralela à doutrina, o que contribui para maior dificuldade na absorção da idéia propagada pelos Espíritos superiores e codificada pelo Mestre de Lion.
Se na F1 (força Felipe!!), no futebol, no Volley, e em qualquer outra atividade, temos os seus termos próprios e apropriados a cada setor de tais doutrinas, em matéria Espírita porque se modificar ao sabor de nossa vontade?
Um bolo comum, não é a mesma coisa de um bolo de laranja, o sabor é outro e mesmo o produto final ( bolo), trás características próprias, assim, quando ao sabor da paixão usamos, "alma gêmea" quando a doutrina diz "Espíritos afins", ou  ainda "desdobramento", quando o correto e usual da doutrina é "Emancipação da alma", trazemos no bojo das novas palavras, entendimento delas próprias oriundos da perspectiva e visão do autor, espiritual ou não que os forjou, e isso não ajuda ao conhecimento da doutrina, forma sim, como no exemplo primeiro, um bolo de laranja, não um bolo comum que seria o indicado à melhor compreensão do que ensine a nossa doutrina.
No fim, fica como ensina o dito popular:"angu que muito se mexe, encaroça ou passa do ponto".
Abraços,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: MarcoALSilva em 26 de Julho de 2009, 18:28



Afinal, a raça adâmica deve ser considerada um mito de adaptação bíblica ou não?

Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 26 de Julho de 2009, 20:03
Eu vejo assim, Marco.
Sabe-se que homens, estes apareceram na terra, em vários lugares e quase que ao mesmo tempo, ora, como naquele tempo tudo se fazia com muito vagar (não existiam jatos, de carreira, PanAm, ou TAP), é justo que se compreenda que se Adão fosse o único, possivelmente, nem Portugal e nem Brasil existissem hoje.
Abraços,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Victor Passos em 26 de Julho de 2009, 20:23
Ola muita paz e harmonia
Amigos Marco e Mourarego

    realmente temos quue nos ater que todos somos individualidades, mesmo na cronologia cristica existem auguros de desconhecimento e de muitos ses!!!!
    Por isso vamos tomando o que é razoavel, dentro do bom senso e da razão, sendo que não devemos ficar passivos, mas testar tudo, os proprios amigos espirituais assim nos ensinaram, e claro ter em conta como fiabikidade da mensagem Controle Universal dos Espiritos.

   Muita paz

Abraço fraterno

VICTOR PASSOS
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 26 de Julho de 2009, 20:49
Só para situar a questão, amigos Marco e Victor:
O Livro dos Espíritos; capítulo tres questão 50.
Abração,
Moura

Eu vejo assim, Marco.
Sabe-se que homens, estes apareceram na terra, em vários lugares e quase que ao mesmo tempo, ora, como naquele tempo tudo se fazia com muito vagar (não existiam jatos, de carreira, PanAm, ou TAP), é justo que se compreenda que se Adão fosse o único, possivelmente, nem Portugal e nem Brasil existissem hoje.
Abraços,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: MarcoALSilva em 26 de Julho de 2009, 22:15

Gente! Por favor!!!  :o

Não estou me referindo a um espécime antropóide eventualmente chamado Adão...  :(

Perdoem-me mas insisto:

Afinal, a raça adâmica deve ser considerada um mito de adaptação bíblica ou não?

Tudo bem. Vamos partir de uma premissa, como aqui colocado:

Capela é um mito. O quanto descrito em "A Caminho da Luz" é imaginário (ainda que com boa intenção etc etc etc).

Então, a raça adâmica, enquanto ente coletivo de exilados que estruturaram as grandes civilizações da antiguidade (etc etc etc), deve ser entendida como uma mera busca de adequação à tradição bíblica?   ???

Enfim, foi isso que se quis dizer, ou não?  ???

Apenas gostaria de saber qual a conclusão que os amigos tiram do quanto asseverado na abertura do tópico.  ;)

Abraços mil!!!  :D


Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Victor Passos em 26 de Julho de 2009, 22:43
Ola Amigo Marco
Muita paz e harmonia

     Penso que sito rsponderá à sua questão;

GÊNESE ESPIRITUAL

Princípio espiritual

Decorre do princípio: "Todo efeito tendo uma causa, todo efeito inteligente há de ter uma causa inteligente". As ações humanas denotam um princípio inteligente, que é corolário da existência de Deus, pois não é concebível a Soberana Inteligência a reinar eternamente sobre a matéria bruta. Sendo Deus soberanamente justo e bom, criou seres inteligentes não para lançá-los ao sofrimento e em seguida ao nada, mas para serem eternos, sobrevivendo à matéria e mantendo sua individualidade.

O princípio espiritual é independente do princípio vital, pois há seres que vivem e não pensam, como as plantas; "a vida orgânica reside num princípio inerente à matéria, independente da vida espiritual, que é inerente ao espírito". Independe também do fluído cósmico universal, tendo existência própria e sendo, juntamente com o princípio material, os dois princípios constitutivos do universo. O elemento espiritual individualizado constitui o espírito, enquanto que o elemento material forma os "diferentes corpos da natureza, orgânicos e inorgânicos". Todos os espíritos "são criados simples e ignorantes, com igual aptidão para progredir" por esforço próprio, através do trabalho imposto a todos até atingir a perfeição. Todos são igualmente objeto da solicitude divina, não havendo quaisquer favorecimentos.

Os mundos materiais fornecem aos espíritos "elementos de atividade para o desenvolvimento de suas inteligências". Os seres espirituais progridem normalmente até atingir a perfeição relativa; como Deus criou desde toda a eternidade, quando do surgimento da Terra, já havia seres espirituais que tinham atingido "o ponto culminante da escala", assim como outros "surgiam para a vida".

União do princípio espiritual à matéria

O corpo é "simultaneamente o envoltório e o instrumento do espírito", sendo apropriado ao nível de trabalho que cabe ao espírito executar em cada fase do desenvolvimento de suas faculdades. Na realidade em cada encarnação o próprio espírito molda o corpo ajustando-o à "medida que experimenta a necessidade de manifestar novas faculdades", que são rudimentares na fase de "infância intelectual". Sendo material, o corpo depois de algum tempo se desorganiza e decompõe; extingue-se o princípio vital e o corpo morre, quando então o espírito o abandona como a uma roupa que se tornou imprestável. O que distingue, portanto, o homem colocando-o acima dos animais, "é o seu ser espiritual, seu Espírito".
Hipótese sobre a origem do corpo humano

Espíritos humanos em estado primitivo teriam encarnado em corpos de macacos, modificando-os gradativamente pela procriação, dando origem assim a uma espécie nova que foi se aperfeiçoando até chegar à forma atual do corpo humano, enquanto que os macacos (com o princípio espiritual de macaco) continuaram a procriar como macacos. A Natureza não dá saltos e é provável que os primitivos humanos pouco diferissem dos macacos, havendo até hoje selvagens semelhantes a esses, só lhes faltando os pêlos.

Encarnação dos Espíritos

Não podendo o espírito, por sua natureza etérea, agir diretamente sobre a matéria, faz-se necessário um intermediário, seu envoltório fluídico, semi-material, extraído do fluído cósmico universal modificado; é o perispírito. Torna-se assim o espírito apto a atuar sobre a matéria tangível e todos os fluídos imponderáveis. O fluído perispirítico serve de veículo ao pensamento, transmitindo ordem de movimento ao corpo, como também levando ao "Espírito as sensações que os agentes exteriores produzam".

No momento da concepção do corpo humano, expande-se o perispírito em forma de um laço fluídico, ligando-o molécula a molécula ao corpo em formação, em virtude da influência do princípio vito-material do gérmen. "Quando o gérmen chega ao seu pleno desenvolvimento, completa é a união; nasce então o ser para a vida exterior." Por ocasião da desorganização do corpo deixa de atuar o princípio vital, causando a morte, passando então o perispírito a se desprender molécula a molécula, voltando à liberdade. "Assim, não é a partida do Espírito que causa a morte do corpo; esta é que determina a partida do Espírito". O desencarne pode ser rápido, fácil suave e insensível ou lento, laborioso, horrivelmente penoso podendo durar meses, dependendo do estado moral do Espírito.

À partir do momento em que o Espírito é unido ao gérmen pelo laço fluídico, entra em estado de perturbação progressiva até que ao nascer acha-se totalmente inconsciente. Com a respiração da criança, inicia-se a recuperação das faculdades, qualidades e aptidões anteriormente adquiridas, muito embora perca o Espírito reencarnado a lembrança de seu passado, o que lhe permite recomeçar a tarefa na escalada do progresso em melhores condições, livre de humilhações decorrentes de erros passados. Seu passado se lhe desdobra aos olhos quando vem a desencarnar, quando então avalia o emprego de seu tempo. Durante o sono também se lembra de seu passado, pois está, por momentos, liberto dos liames carnais.

Segundo a opinião de alguns filósofos espiritualistas o princípio espiritual se individualiza através dos diversos graus da animalidade. Desenvolvidas as primeiras faculdades, recebe as faculdades especiais que caracterizam a alma humana. Esse sistema está de acordo com a grande Lei de Unidade, explica a finalidade da existência dos animais, porém as questões que suscita fogem à finalidade deste estudo, pelo que considera-se o Espírito à partir do momento em que entra na humanidade, dotado de senso moral e livre-arbítrio, sendo portanto responsável pelos seus atos.

As necessidades e vicissitudes da vida carnal força o Espírito a exercitar suas faculdades, desenvolvendo-as, resultando em seu progresso, enquanto que sua ação sobre a matéria auxilia no progresso do globo, colaborando assim com a obra do Criador. O Espírito passa maior tempo no mundo espiritual, sendo insignificante o período em que se encontra reencarnado. O progresso na vida espiritual vem da aplicação que faz dos conhecimentos e experiências adquiridos quando encarnado. A encarnação é necessidade inerente à inferioridade do Espírito. Torna-se punição somente quando estaciona na escala do progresso, por negligência ou má vontade, obrigado a recomeçar a tarefa de depuração. Por outro lado, pode o Espírito abreviar a extensão do período das encarnações, espiritualizando-se ampliando assim suas faculdades e percepções.

"O progresso material de um planeta acompanha o progresso moral de seus habitantes", de modo que há mundos mais e menos avançados que a Terra. Os espíritos passam pelas classes de mundos, adquirindo sempre mais experiências e conhecimentos até não mais necessitarem encarnar, continuando a progredir por outros meios, até atingir o ponto culminante do progresso, quando passam a ser Mensageiros, Ministros diretos do Criador, no governo dos mundos. Dentro da Hierarquia espiritual todos os espíritos têm sua atribuição no mecanismo do Universo, desde o mais atrasado até o mais adiantado, de modo que no Universo existe sempre atividade e nunca ociosidade.

Muito embora fossem bastante imperfeitos (como seus corpos) os primeiros espíritos que encarnaram na Terra, seus caracteres e aptidões eram bastante diversificados; agrupavam-se segundo suas semelhanças e simpatia, povoando-se o planeta com "espíritos mais ou menos aptos ou rebeldes ao progresso"; espíritos afins reencarnaram em corpos de mesmo tipo, formando diferentes raças, perpetuando-lhes o caráter distintivo físico e moral. Não sendo uniforme o progresso, naturalmente as raças mais inteligentes se adiantaram às demais. Assim o espírito, à medida em que atinge maior grau de progresso, reencarna em corpo de uma raça física apropriada, que lhe permita a manifestação de suas faculdades intelectuais e morais mais desenvolvidas.
Reencarnações

A reencarnação, conseqüência da Lei do Progresso, explica racionalmente o por quê das diferenças sociais entre o mundo atual e o dos tempos dos bárbaros, pois se as almas vivessem somente uma vida, então Deus teria criado as atuais privilegiadas em relação às outras. Assim, as almas que viveram em tempos antigos são as mesmas de agora, acumulando o progresso adquirido nas encarnações sucessivas.

Várias etapas de aperfeiçoamento ocorrem num mesmo mundo, quando o espírito tem oportunidade de avaliar seu estágio, observando o exemplo de seus irmãos mais adiantados, possibilitando-lhe ainda a reparação de seus erros para com os outros; isto seria materialmente dificultado se cada etapa tivesse que ser cumprida em um mundo diferente. Somente após adquirirem todo o conhecimento possível num mesmo mundo, é que o espírito migra para outro, mais adiantado. Se a Terra servisse a uma única etapa no progresso do espírito, nenhuma utilidade teria p. ex., para uma criança que desencarna em tenra idade, após poucas horas ou meses de vida.
Emigrações e imigrações dos Espíritos

Podem ser consideradas relativamente:

1)- à população espiritual composta de espíritos desencarnados e que se encontram em estado de erraticidade na Terra (emigrações: passagem do mundo corpóreo para o espiritual; imigrações: passagem do mundo espiritual para o corporal);

2)- à transfusão coletiva de espíritos de um mundo para o outro.

Os flagelos e os cataclismos representam partidas em massa de espíritos que cedem lugar a outros mais depurados, que reencarnam a fim de promover maior impulso no progresso das populações. Assim após "grandes calamidades que dizimam as populações" segue-se "uma era de progresso de ordem física, intelectual ou moral".

Entre os mundos ocorrem emigrações e imigrações individuais ou, em circunstâncias especiais, em massas, constituindo novas raças de espíritos que, reencarnando assim que haja a espécie corporal apropriada, "constituem novas raças de homens".
Raça adâmica

Após encontrarem-se as raças primitivas espalhadas pelo planeta desde tempos imemoriais, surgiu uma raça mais inteligente, apta às artes e à ciência, que impeliu todas as outras ao progresso; seu aparecimento ocorreu há apenas alguns milhares de anos, ao contrário das primitivas, sendo comprovado pelos fatos geológicos e observações antropológicas. Foi denominada raça adâmica.

A criação do gênero humano à partir de um único indivíduo não pode prevalecer, senão vejamos:

1)- Fisiologicamente, existem diferenças entre as raças inexplicáveis simplesmente pela ação do clima, p. ex., a cor negra "provém de um tecido especial subcutâneo, peculiar à espécie". Assim, têm origem própria as raças negras, mongólicas e caucásicas, tendo nascido em diversas partes do globo, resultando de seu cruzamento as raças mistas secundárias.

2)- Segundo a Gênese, Adão teria sido um homem inteligente, tendo seus descendentes logo construído cidades, lavrado a terra e trabalhado metais. Não é concebível que posteriormente tenham gerado povos atrasados, de rudimentar inteligência, existentes até nossos dias.

3)- Documentos antigos provam que o Egito, a Índia e outros países como a América "já eram povoados e floresciam, pelo menos, três mil anos antes da era cristã, mil anos, portanto, depois da criação" de Adão. Seria impossível, em tão pouco tempo, à posteridade um só homem povoar a maior parte da Terra.

4)- Admitindo-se a destruição de todo o gênero humano com o dilúvio, menos Noé e sua família, então o repovoamento da Terra teria ocorrido à partir dele; teriam então seus descendentes hebreus povoado em seis séculos todo o Egito e outros países, o que não seria possível.
Doutrina dos anjos decaídos e da perda do paraíso

Os mundos progridem na proporção do progresso moral de seus habitantes. Por ocasião da ascensão hierárquica de um mundo, sofre mutação sua população encarnada e desencarnada, quando então os espíritos que perseveram no mal "apesar de sua inteligência e do seu saber" são exilados para mundos menos adiantados, alguns ainda "na infância da barbárie". Lá, passarão a aplicar sua "inteligência e a intuição dos conhecimentos que adquiriram ao progresso daqueles entre os quais passam a viver". A intuitiva lembrança que guardam de seu mundo de origem é para eles como um paraíso que perderam por sua própria culpa. Para os habitantes de seu novo "hábitat" são tidos como anjos decaídos.

A Terra recebeu espíritos exilados de um mundo mais adiantado, embora não despojados de seu orgulho e maus instintos - a raça adâmica - cuja missão foi a de fazer progredir os homens, que se encontravam em estado primitivo de desenvolvimento.

Cristo foi o Salvador prometido por Deus, que lhes ensinou a Lei do Amor e da Caridade, mostrando o caminho para merecerem a "felicidade dos eleitos".

A teoria do "pecado original" implica numa relação entre as almas nascidas no tempo de Adão e no tempo de Cristo, ou seja, espíritos reencarnados - quando então se justifica o envio de um Salvador aos espíritos exilados ao tempo de Adão, ainda manchados de vícios. O pecado original é ,assim, "peculiar a cada indivíduo e não resultado da responsabilidade da falta de outrem a quem jamais conheceu". A missão do Cristo só é concebível admitindo-se a reencarnação das mesmas almas, esclarecendo-lhes quanto às vidas passadas e quanto ao futuro que as aguarda após despojarem-se de suas imperfeições.

Os espíritos podem estacionar em seu desenvolvimento, mas nunca regredir. Assim, os espíritos exilados para um mundo inferior, conservam seu desenvolvimento moral e intelectual, apesar do meio onde se encontram.

Capítulo XII

GÊNESE MOISAICA
Os seis dias

Comparando a teoria da constituição do Universo baseada em dados da Ciência e do Espiritismo com o texto da Gênese de Moisés, pode-se observar que:

1)- Existe em alguns pontos notável concordância com a doutrina científica, sendo entretanto arbitrário o número de seis períodos geológicos, pois, conhece-se pelo menos 25 formações caracterizadas pela Geologia e referentes às grandes fases gerais, além do fato de que muitos geólogos consideram o período diluviano um fato transitório e passageiro, encontrando-se as espécies vegetais antes como depois do dilúvio;

2)- Quanto à criação do Sol e os astros em geral, objeto da Astronomia, ter-se-ia que considerar um primeiro período, o período astronômico;

3)- Considerando-se o período astronômico como sendo o primeiro dia da criação, período primário = 2o dia, período de transição = 3o dia, período secundário = 4o dia, período terciário = 5o dia, período quaternário ou pós-diluviano = 6o dia, verifica-se que:

   1. não há concordância rigorosa entre a Gênese mosaica e a Ciência;
   2. notável concordância na sucessão dos seres orgânicos, quase a mesma, com o aparecimento do homem, por último;
   3. concordância no surgimento dos animais terrestres no período terciário quando "as águas que estão debaixo do céu se reuniram num só lugar e apareceu o elemento árido", ou seja, quando por elevações da crosta surgiram os continentes e os mares;
   4. Moisés queria significar dias de 24 horas quando descreveu a criação. Tal crença vigorou até que a Geologia lhe demonstrou a impossibilidade;
   5. Há um anacronismo na criação das plantas e do Sol, pois, é evidente que as plantas não teriam podido viver sem o calor solar;
   6. Houve acerto na afirmação de que o "a luz precedeu o Sol", pois, o Sol é uma concentração em um ponto do "fluído que, em dadas circunstâncias, adquire as propriedades luminosas". Esse fluído é causa e precede o Sol que é efeito. O Sol é causa "relativamente à luz que dele se irradia; é efeito com relação à que recebeu". O erro estava na idéia de que a Terra houvera sido criada antes do Sol.
   7. Moisés esposava a antiga crença de que a abóbada celeste era sólida e fora criada para separar as "águas de cima das que estavam sobre a Terra". A Física e a Astronomia provaram ser insustentável tal doutrina.
   8. A criação do homem através "do limo da terra" tem seu acerto no sentido de que o corpo do homem deriva dos elementos inorgânicos, enquanto que a formação da mulher através de uma costela deve ser entendida como alegoria, mostrando a identidade de natureza perante o homem e perante Deus;

A Gênese bíblica não deve ser simplesmente rejeitada e sim estudada como sendo "a história da infância dos povos". Em suas alegorias há muitos ensinamentos velados cujo sentido oculto deve ser pesquisado; por outro lado devem ser submetidos à razão e à Ciência, apontando-se-lhes os erros.
Perda do paraíso

Assim como a fábula de Saturno, "que devorava pedras, tomando-as por seus filhos", significa: Saturno a personificação do tempo; seus filhos: todas as coisas mesmo as mais duras,que acabam destruídas pelo tempo, com exceção de Júpiter, "símbolo da inteligência superior, do princípio espiritual, que é indestrutível", também na Gênese grandes verdades morais se encontram por traz de suas alegorias. Desta forma deve ser entendido que:

1)-Adão personifica a Humanidade; sua falta: a fraqueza do homem (dominado pelos instintos materiais); a árvore da vida: emblema da vida espiritual; árvore da Ciência: emblema da consciência (do bem e do mal); o fruto da árvore: o objeto dos desejos materiais do homem (comer o fruto é sucumbir à tentação); jardim das delícias: a sedução (no seio dos prazeres materiais); a morte: aviso das conseqüências (físicas e morais); a serpente: a perfídia dos maus conselhos, significando também encantador, adivinho (o Espírito de adivinhação teria seduzido a mulher para conhecer, compreender as coisas ocultas); o passeio de Deus pelo jardim: a Divindade a vigiar o objeto de sua criação; a falta de Adão: infração da lei de Deus; a vergonha de Adão e Eva ante o olhar divino: confusão do culpado na presença do ofendido; o suor no rosto para conseguir sua alimentação: o trabalho neste mundo.(Admitindo-se que a raça adâmica tenha sido exilada, por punição, de um planeta mais adiantado onde o "trabalho do espírito substituía o do corpo", pode-se compreender que a vida em nosso planeta, onde para a mulher o parto ocorre com dor e o trabalho é corporal, lhes representava a perda do paraíso); o anjo com a espada flamejante: impossibilidade de penetrar nos mundos superiores (até merecimento pela depuração do espírito).

Com relação ao episódio do assassinato de Abel por Caim, em que este foi estabelecer-se a leste do Éden e passou a construir uma cidade, teve mulher e filho, conclui-se de sua impossibilidade se realmente só existissem somente seus pais e ele próprio. Assim "Adão não é nem o primeiro, nem o único pai do gênero humano".

Através dos conhecimentos trazidos pelo Espiritismo quanto às relações do princípio material e espiritual, natureza da alma criada simples e ignorante, sua união com o corpo, sua marcha na escala do progresso através de reencarnações e através dos mundos, libertação gradual da influência da matéria pelo uso do livre-arbítrio, da causa de seus bons e maus pendores, nascimento e morte, estado na erraticidade e da felicidade futura após perseverança no bem, pode-se entender todas as partes da Gênese espiritual. Sabe então o homem de onde vem, por que está na Terra, para onde vai. Seu cativeiro neste mundo somente dele depende. Compreende então a majestade, bondade e justiça do Criador.

(Publicado no Boletim GEAE Número 432 de 18 de março de 2002)

Abraço fraterno e muita paz

VICTOR PASSOS
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: MarcoALSilva em 26 de Julho de 2009, 23:23

Caro Vitor,

De "A Gênese", lê-se também:

45. - A raça adâmica apresenta todos os caracteres de uma raça
proscrita. Os Espíritos que a integram foram exilados para a Terra, já povoada,
mas de homens primitivos, imersos na ignorância, que aqueles tiveram por
missão fazer progredir, levando-lhes as luzes de uma inteligência desenvolvida.
Não é esse, com efeito, o papel que essa raça há desempenhado até hoje? Sua
superioridade intelectual prova que o mundo donde vieram os Espíritos que a
compõem era mais adiantado do que a Terra. Havendo entrado esse mundo
numa nova fase de progresso e não tendo tais Espíritos querido, pela sua
obstinação, colocar-se à altura desse progresso, lá estariam deslocados e
constituiriam um obstáculo à marcha providencial das coisas. Foram, em
consequência, desterrados de lá e substituídos por outros que isso mereceram.
(Doutrina dos Anjos Decaídos - Capítulo XI)


Mais adiante:

Pela mesma razão, os Espíritos da raça adâmica, uma vez transplantados para a terra do exílio, não se despojaram instantaneamente do seu orgulho e de seus maus instintos; ainda por muito tempo conservaram as tendências que traziam, um resto da velha levedura. Ora, não é esse o pecado original?

Então, considerados os trechos mencionados mais os acima transcritos, temos que a idéia em si dos espíritos exilados e compondo a raça adâmica não constitui mito adaptativo à Bíblia.


Pelo menos é a conclusão que me parece mais plausível.

Não sei se os exilados vieram ou não de um eventual planeta que orbite (ou não) Capella... Mas, ao menos por ora, prefiro continuar dando plena credibilidade a Emmanuel. O tempo dirá e o mais agradável é que, cá na Terra ou em outro lugar, sem dúvida todos nós um dia saberemos!  :D

Um abraço a todos!
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: hcancela em 27 de Julho de 2009, 11:50
Olá amigos(as)

Para auxiliar um tiquinho mais sobre este assunto ;D(por vezes complico com muita informação)kkkkkkkkkkkk :D

AS RAÇAS ADÂMICAS

EMIGRAÇÕES E IMIGRAÇÕES DOS ESPÍRITOS

No intervalo de suas existências corporais, os Espíritos se encontram no estado de erraticidade e formam a população espiritual ambiente da Terra. Pelas mortes e pelos nascimentos, as duas populações, terrestre e espiritual, desaguam incessantemente uma na outra.

Essa transfusão, que se efetua entre a população encarnada e desencarnada de um planeta, igualmente se efetua entre os mundos, quer individualmente, nas condições normais, quer por massas, em circunstâncias especiais. Há, pois, emigrações e imigrações coletivas de um mundo para outro. Novas raças de Espíritos, vindo misturar-se às existentes, constituem novas raças de homens. Ora, como os Espíritos nunca mais perdem o que adquiriram, consigo trazem eles sempre a inteligência e a intuição dos conhecimentos que possuem, o que faz que imprimam o caráter que lhes é peculiar à raça corpórea que vinham animar.

Destes princípios concluímos que existem na Terra, dois tipos distintos de Espíritos, quanto a sua origem: os Espíritos primitivos do planeta que aqui estão já há muitos milênios, e os Espíritos que vinham reencarnando em outros orbes e aqui aportaram recentemente.

RAÇA ADÂMICA

De acordo com o ensino dos Espíritos, foi uma dessas grandes imigrações, ou se quiserem, uma dessas colônias de Espíritos, vinda de outra esfera, que deu origem à raça simbolizada na pessoa de Adão, chamada raça adâmica. Segundo informa-nos Emmanuel [A Caminho da Luz] a população de Espíritos imigrantes que constituíram a raça adâmica veio de outra constelação de nossa galáxia - a constelação de Cocheiro, onde encontra-se uma estrela de nome Cabra ou Capela. De um dos orbes deste sistema solar, vieram, degredados para a Terra, os Espíritos rebeldes, que ficaram conhecidos com o nome de Capelinos.

Mostra ainda, Emmanuel, que há muitos milênios, um dos orbes de Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, mas alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes.

As grandes lideranças espirituais daquela comunidade, deliberaram então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e, impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.

Conta Emmanuel, que Jesus, na condição de governador espiritual da Terra, recebeu amorosamente aquela turba de seres sofredores e infelizes, prometendo a eles, contribuir para que retornassem ao orbe de Capela, tão logo se mostrassem acessíveis às transformações morais.

Mais adiantada do que as que a tinham precedido neste planeta, a raça adâmica é, com efeito, a mais inteligente, a que impele ao progresso todas as outras. Desde o seu primórdio, ela se mostra industriosa, apta às artes e às ciências, sem haver passado aqui pela infância espiritual, o que não se dá com as raças primitivas.

Acredita Kardec que:

"A raça adâmica não é tão antiga na Terra e nada se opõe a que seja considerada como habitando este globo desde apenas alguns milhares de anos."

Lembra o Espírito Emmanuel, que além de promover decisivo progresso nas diversas áreas do comportamento humano - ciências, artes, religião, filosofia, etc. - a chegada dessas entidades no orbe, foi responsável pelo nascimento dos ascendentes das raças brancas. As raças adâmicas guardavam vaga lembrança da sua situação pregressa, tecendo o hino sagrado das reminescências.

As tradições do paraíso perdido (doutrina dos anjos decaídos) passaram de gerações a gerações, até que ficassem arquivados nas páginas da Bíblia. Adão e Eva, Caim e Abel, nada mais representam que figuras simbólicas, representando o degredo dessa colônia de capelinos.

Os degredados de Capela, com o passar dos anos, reuniram-se em quatro grandes grupos que se fixaram depois nos povos mais antigos, obedecendo à afinidades sentimentais e lingüísticas que os associavam na Constelação de Cocheiro.

Os quatro grandes grupos de Capelinos eram:

- O Grupo dos Árias

Dos árias descende a maioria dos povos brancos da família indo-européia; os latinos, os celtas, os gregos, os germanos e os eslavos.

Eram, segundo Emmanuel, Espíritos bastante revoltados com as condições de seu degredo, pouco afeitos aos misteres religiosos, sem preocupações com a conservação do seu tradicionalismo e sempre em busca de um novo paraíso para serenarem as suas inquietações angustiosas. Caminheiros do desconhecido, erraram pelas planícies e montanhas desertas desarvorados e sem esperança, contando apenas com suas próprias forças, em virtude do seu caráter livre e insubmisso. Suas incursões, entre as tribos selvagens da Europa, datam de mais ou menos dez milênios antes da vinda do Cristo.

Mais revoltados e enriquecidos que todos os demais companheiros exilados no orbe terrestre, suas reminescências da vida pregressa nos planos mais elevados, traduziam-se numa revolta íntima, amargurada e dolorosa, contra as determinações de ordem divina.

A maior virtude deste grupo de capelinos, no entender de Emmanuel, foi o fato de confraternizarem-se com os selvagens, impulsionando-lhes os passos nas sendas do progresso e do aperfeiçoamento.

Enquanto os Hindus se perderam na cristalização do orgulho religioso, as famílias arianas se identificavam com os habitantes primitivos daquelas regiões, formando cidades e povoados afeitos ao progresso.

- A Civilização do Egito

Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do bem e no culto da verdade.

Eles eram os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardaram, no íntimo, uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante. Um único desejo os animava, que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas. Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido.

Foi por esse motivo, que representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do palmo tangível do planeta. Depois de perpetuar nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região regressam à pátria sideral.

- As Castas da Índia

Os Espíritos degredados no ambiente da Terra, os hindus foram os primeiros a formar os pródromos de uma sociedade organizada. As organizações hindus são de origem anteriores à própria civilização do mundo, salientando-se que as suas escolas de pensamento guardavam os mistérios iniciáticos, com as mais sagradas tradições de respeito.

Eram almas resignadas e crentes nos poderes espirituais, e quase todos os povos da Terra foram buscar em sua doutrina os mais diversos elementos para enriquecer a fé e a filosofia. No entanto, eram tremendamente orgulhosos - aliás, foi o orgulho que deu motivo ao seu exílio na Terra - e, em função disto, criaram as tão lamentáveis castas, separando as suas coletividades para sempre.

Pelo orgulho e pela vaidade, os capelinos que se fixaram na Índia, não se misturaram aos primitivos da região, considerando-os como os párias da sociedade, de cujos membros não podiam aproximar-se sem graves punições e severos castigos.

- O Povo de Israel

Dos Espíritos degredados na Terra, foram os hebreus que constituíram a raça mais forte e mais homogênea, mantendo inalterados os seus caracteres através de todas as mutações.
Se grande era a sua certeza na existência de Deus, muito grande era também o seu orgulho, dentro de suas concepções da verdade e da vida. Consciente da superioridade de seus valores religiosos, nunca perderam oportunidade de demonstrar a sua vaidosa aristocracia espiritual, mantendo-se pouco acessível à comunhão perfeita com as demais raças do orbe.

Todas as raças da Terra devem aos judeus o benefício sagrado que consiste na revelação do Deus único, Pai de todas as criaturas e providência de todos os seres.

Informa-nos Emmanuel que grande percentagem dos degredados de Capela, com muitas exceções, só puderam voltar ao país da luz e da verdade, depois de muitos séculos de sofrimentos expiatórios; outros, porém, infelizes e retrógrados, permanecem ainda na Terra, nos dias que correm contrariando a regra geral, em virtude do seu elevado passivo de débitos clamorosos.

Bibliografia

1) A Gênese - Allan Kardec

2) A Caminho da Luz - Emmanuel/Chico Xavier

3) Evolução em Dois Mundos - André Luiz/Chico Xavier - Waldo Vieira

Apostila Original: Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora - MG


SAUDAÇÕES FRATERNAS
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: MarcoALSilva em 27 de Julho de 2009, 19:55

Relutei um pouco em abordar um aspecto que considero muito polêmico.

Mas, enfim, estamos aqui para um "brain storm" não é?

Em "A Gênese" existe o seguinte trecho (Cap IX):

12 - Quanto aos cometas, estamos hoje perfeitamente tranqüilizados com
relação à influência que exercem, mais salutar do que nociva, por parecerem
eles destinados a reabastecer os mundos, se assim nos podemos exprimir,
trazendo-lhes os princípios vitais que eles armazenam em sua corrida pelo
espaço e com o se aproximarem dos sóis. Assim, pois, seriam antes fontes de
prosperidades, do que mensageiros de desgraças.
A natureza fluídica, já bem comprovada (cap. VI, nos. 28 e seguintes), que
lhes é própria afasta todo receio de choques violentos, porquanto, se um deles
encontrasse a Terra, esta o atravessaria, como se passasse através de um
nevoeiro
.



Tanto com Kardec como com qualquer outro (leia-se Emmanuel), eventuais incongruências não inquinam o contexto.

Esse trecho não corresponde à verdade, o que não implica que seja uma mentira. É uma inconsistência ante os conhecimentos de HOJE.

Não é assim?
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Atlante em 27 de Julho de 2009, 23:12
Olá

Temos debatido este tema com muito interesse, tanto neste tópico como noutros de cariz semelhante.
No entanto devemos ter em atenção alguns pormenores.
Normalmente aborda-se esta questão falando de exilados ( Capela ), degredados, expulsos e não sei quantos mais adjectivos, com reencarnações em mundos primitivos, etc.
Sucede que tudo isto não se enquadra no Deus de Justiça infinita e de compaixão.
Para que assim sucedesse era necessário que houvesse punição Divina e isso não acontece.
Então temos que procurar entender a forma como tudo se processa, sem castigos nem punições.

Atlante
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 27 de Julho de 2009, 23:25
A punição, amigo Atlante, se é que se possa falar assim, vem e chega em decorrência do confronto de nossas ações com as leis de Deus.
Assim, mesmo no ESE encontramos uma passagem onde o Espírito diz que em razão do comprazimento com o mal, alguns Espíritos são obrigados a reencarnarem em mundos menos evoluidos dos que o que ele estava a reencarnar.
Ora, não é Deus quem os manda para lá e sim a inobservância às suas leis que como se sabem são inexoráveis na ação.
Assim, mesmo não gostanto do vocábulo pena, empregamos tal como Kardec assim o fez.
Abração,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Atlante em 28 de Julho de 2009, 01:40
Olá Moura

Mas é pena amigo, é mesmo pena.
Os atributos de Deus conforme, igualmente, descritos por Kardec acabam por ficar um tanto ou quanto a balançar.

Atlante
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Victor Passos em 28 de Julho de 2009, 10:06
Ola Companheiros muita paz

   Existe uma tendencia enorme de tomar Kardec como ponto de atração de tudo que seja fragilidade, se é que o é....Deus como todos sabemos não pune,não julga, e tal como Amigo Moura diz mesmo que indiretamente a pena , chamo-lhe renit~encia, fragiliadadee ativa, porque não existe causa sem efeito. Mas onde ficaria o arrependimento?
Prara que servia?
Porque toca em nosso crescimento, em nossos erros, em nossa postura perante a vida e perante nós mesmos. Existe uma citação do Evangelho de Mateus, referida a João Batista, onde ele nos fala da necessidade do arrependimento, quando promovia o ritual do batismo, comum na época.
"E, naqueles dias, apareceu João, o Batista, pregando no deserto da Judéia. E dizendo: 'Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus'. (...) 'Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas'. 'Produzi, pois, frutos dignos do arrependimento e não presumais, de vós mesmos, dizendo: 'Temos por pai a Abraão'. (...) 'Em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento'. Isso está em Mateus, início do capítulo 3. Desde os tempos vindos da chegada do Cristo, o arrependimento foi o ponto chave para a conversão dos homens, o nascimento de suas posturas interiores de renovação. Mais do que isso, João Batista nos fala dos 'frutos do arrependimento", ou seja, a natural modificação sincera, de atitudes, de pensamentos, de convívio social e espiritual. Vejamos o que os Espíritos nos dizem sobre as consequências do que João Batista pregava.

O Livro dos Espíritos, questão 992: Que consequência produz o arrependimento no estado corporal? "Fazer que, já na vida atual, o Espírito progrida, se tiver tempo de reparar suas faltas. Quando a consciência o exprobra e lhe mostra uma imperfeição, o homem pode sempre melhorar-se. "REPARAR suas faltas. Este o fruto do arrependimento.

Vemos em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", Capítulo X, item 17: "(...) Pedindo-lhe que perdoe os vossos desvios, o que lhe pedis é o favor de suas graças, para não reincidirdes neles, é a força de que necessitais para enveredar por outras sendas, as da submissão e do (...) amor, nas quais podereis juntar ao arrependimento a reparação." (João, bispo de Bordéus, 1862).

Falando um pouco de culpa, temos ela como um posicionamento natural que precede o arrependimento, como o grito da consciência. O grito da consciência - a culpa - leva-nos à reflexão, e a reflexão com fé nos leva a ação, à reparação. No entanto, temos visto que o desgosto da vida nos dias de hoje é consequência direta de uma supervalorização da culpa, nunca passando realmente ao arrependimento que constrói. Ao contrário, o homem, preso ainda à inércia e à falta de fé prefere o lamento à ação, numa demonstração clara de que não está preparado para renovar-se, como Espírito. Os Espíritos, entretanto, nos mostra claramente: Deus tem paciência. Como consta em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo XIV, item 9:

"Admirai, no entanto, a bondade de Deus, que nunca fecha a porta ao arrependimento. Vem um dia em que ao culpado, cansado de sofrer, com o orgulho afinal abatido, Deus abre os braços para receber o filho pródigo que se lhe lança aos pés." Passemos, pois, aos questionamentos.


Muita paz

VICTOR PASSOS
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Aldebaran em 04 de Outubro de 2009, 22:43
Olá
Normalmente aborda-se esta questão falando de exilados ( Capela ), degredados, expulsos e não sei quantos mais adjectivos, com reencarnações em mundos primitivos, etc.
Sucede que tudo isto não se enquadra no Deus de Justiça infinita e de compaixão.
Para que assim sucedesse era necessário que houvesse punição Divina e isso não acontece.
Então temos que procurar entender a forma como tudo se processa, sem castigos nem punições.
Caro Atlante, me permita discordar. Neste caso, é uma punição, porque, se um grupo de Espíritos não se enquadra numa nova ordem moral de um planeta que evoluiu, então não é justo que eles permaneçam ali promovendo a desordem. Mas, troquemos a palavra "punição" por "oportunidade de recomeçar", e aí resolvemos o problema... acho que é uma questão de intrepretação...
Abraços,
REnato
  
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Aldebaran em 04 de Outubro de 2009, 22:49
Só que é "recomeçar" em um mundo com condições de sobrevivência muito mais difíceis. É aí, que retumba a palavra "punição", porque é doloroso para tais Espíritos sofrer essa espécie de degredo.
De fato temos aqui algo diferente de se reencarnar no mesmo orbe para recapitular lições.
Como você mesmo sugeriu, essa questão merece mais atenção.

Abs,

Renato
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Victor Passos em 06 de Outubro de 2009, 09:07
Ola muita paz e harmonia
Amigo Renato

Palavras suas:
   
Citar
porque, se um grupo de Espíritos não se enquadra numa nova ordem moral de um planeta que evoluiu, então não é justo que eles permaneçam ali promovendo a desordem.


   Toda a Orbe tem em seu envolvimento espiritos de estagios que diferem, porque ninguém tem o mesmo nivel de conhecimento, moral e intelectual.
   Nós nascemos simples e ignorantes e fomos crescendo com erros e ações repetitivas, educando assim o espirito.
    Em todos os plano , por opção de scolha , quando não obrigados pela Lei por renitencia do espirito de alkterar, nós pela oportunidade da ,ivre escolha tomamos as escolhas de viver ou estagiar num local de acordo com a nossa necessidade de evolução, muitas das vezes ele nos é adverso, porque ai é que nós vamos ser testados, Deus não pune ninguém, nós é que nos punimos a nós mesmos.
  Quanto á desordem não é justa, quem somos nós para a avliar? Todos estamos num determinadoi local por afinidade , logo injusrtiça de quê?  " Cada um segundo suas obras"  ou " Conforme semeares assim colherás"


Muita paz e harmonia

Victor Passos
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Aldebaran em 06 de Outubro de 2009, 14:06
Isso mesmo, Vitor  :D
abs,

Renato
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 06 de Outubro de 2009, 23:22
Ola Companheiros muita paz

   Existe uma tendencia enorme de tomar Kardec como ponto de atração de tudo que seja fragilidade, se é que o é....Deus como todos sabemos não pune,não julga, e tal como Amigo Moura diz mesmo que indiretamente a pena , chamo-lhe renit~encia, fragiliadadee ativa, porque não existe causa sem efeito. Mas onde ficaria o arrependimento?
Prara que servia?
Porque toca em nosso crescimento, em nossos erros, em nossa postura perante a vida e perante nós mesmos. Existe uma citação do Evangelho de Mateus, referida a João Batista, onde ele nos fala da necessidade do arrependimento, quando promovia o ritual do batismo, comum na época.
"E, naqueles dias, apareceu João, o Batista, pregando no deserto da Judéia. E dizendo: 'Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus'. (...) 'Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas'. 'Produzi, pois, frutos dignos do arrependimento e não presumais, de vós mesmos, dizendo: 'Temos por pai a Abraão'. (...) 'Em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento'. Isso está em Mateus, início do capítulo 3. Desde os tempos vindos da chegada do Cristo, o arrependimento foi o ponto chave para a conversão dos homens, o nascimento de suas posturas interiores de renovação. Mais do que isso, João Batista nos fala dos 'frutos do arrependimento", ou seja, a natural modificação sincera, de atitudes, de pensamentos, de convívio social e espiritual. Vejamos o que os Espíritos nos dizem sobre as consequências do que João Batista pregava.

O Livro dos Espíritos, questão 992: Que consequência produz o arrependimento no estado corporal? "Fazer que, já na vida atual, o Espírito progrida, se tiver tempo de reparar suas faltas. Quando a consciência o exprobra e lhe mostra uma imperfeição, o homem pode sempre melhorar-se. "REPARAR suas faltas. Este o fruto do arrependimento.

Vemos em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", Capítulo X, item 17: "(...) Pedindo-lhe que perdoe os vossos desvios, o que lhe pedis é o favor de suas graças, para não reincidirdes neles, é a força de que necessitais para enveredar por outras sendas, as da submissão e do (...) amor, nas quais podereis juntar ao arrependimento a reparação." (João, bispo de Bordéus, 1862).

Falando um pouco de culpa, temos ela como um posicionamento natural que precede o arrependimento, como o grito da consciência. O grito da consciência - a culpa - leva-nos à reflexão, e a reflexão com fé nos leva a ação, à reparação. No entanto, temos visto que o desgosto da vida nos dias de hoje é consequência direta de uma supervalorização da culpa, nunca passando realmente ao arrependimento que constrói. Ao contrário, o homem, preso ainda à inércia e à falta de fé prefere o lamento à ação, numa demonstração clara de que não está preparado para renovar-se, como Espírito. Os Espíritos, entretanto, nos mostra claramente: Deus tem paciência. Como consta em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo XIV, item 9:

"Admirai, no entanto, a bondade de Deus, que nunca fecha a porta ao arrependimento. Vem um dia em que ao culpado, cansado de sofrer, com o orgulho afinal abatido, Deus abre os braços para receber o filho pródigo que se lhe lança aos pés." Passemos, pois, aos questionamentos.


Muita paz

VICTOR PASSOS
Obrigado mano Vitor por postar uma questão em que me baseio para afirmar, que o amor pode até cobrir uma multidão de pecados, mas não os faz prescritos ou perdoados. Essa uma das invencionices ditas aos quatro quadrantes e que muitos acreditam porque não se dão ao azo de raciocinar.
Abração,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Tost em 22 de Novembro de 2009, 12:37
Olha só.
Descobri que "evolução espiritual" e "evolução moral e intelectual" são coisas diferentes.
Sendo assim, acho que Kardec deixa implícito, no "O Livro dos Espíritos" que temos vizinhos de carne e osso em Júpiter. --- acredito que possa ser em Ganimedes.

Visitem um site chamado "Acontecimentos" no endereço WWW.ESPIRITUAL10.KIT.NET (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL1dXVy5FU1BJUklUVUFMMTAuS0lULk5FVA==)

Ainda há muito que se descobrir no "O Livro dos Espíritos".

Muita paz.
Tostão

P.S. __Descobri que existe outra interpretação para o capítulo 15 da carta de Paulo aos Corinthios I diferente da interpretação de Herculano Pires.

Mas, por favor, não se desesperem. Vamos conversar sem fanatismo.

Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: dim-dim em 22 de Novembro de 2009, 12:48

Olá Tostão!

Júpiter é vida como tudo no universo amigo.

Esses vizinhos de carne e osso é mais uma resposta dessa percepção material, do rijo, do concreto, que é ilusória e não nos diz nada.

O espectro da luz já há muitos anos permitiu ao homem saber a composição química dos objetos mesmo os mais afastados como júpiter.

Então não nos vamos confundir com espéculações que não abonam nada a verdade.


Namasté
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Renato_ em 13 de Março de 2010, 17:03
Olá Victor, me descupem ressuscitar esse tópico.
As explicações sobre Astronomia estão bem feitinhas...
Só gostaria de acrescentar que hoje há controvérsias: alpha A e Alpha B não são todo o sistema estelar de Capela. Hoje falam-se que Alpha Aurigae ou "Capella", é um sistema de nove estrelas girando umas em torno das outras.
É óbvio que não foram observadas todas, mas sabe-se da presença das demais pelo mesmo método de "perturbação da órbita", quando se descobriram Urano e Netuno, por Le Verrier, e também os planetas extrassolares - hoje contados em cerca de 400 ou mais.
É nesse sentido que o astrônomo Albino de Novaes teceu a sua crítica aos supostos mundos que orbitam Capela. Para a ciência, não há descobertas de mundos girando em torno de Capela.
até mais,

Renato
(Mas eu acredito que os exilados possam ser ou não de lá, que é que sabe?? o Emmanuel não fala por ele, diz apenas "rezam as tradições do mundo espiritual que [...]", ou seja, ele também não sabe, ouviu outros falarem e reproduziu  a estória)
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Bluemoon em 14 de Março de 2010, 00:36
Boa noite queridos amigos, muita Paz...

Amigo Victor, gostaria que desse uma olhada nesse ppt sobre os exilados de capela.

Aliás, vejam todos amigos...

Muita Luz e muito Amor nos vossos corações.

Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 15 de Março de 2010, 14:41
Maninha Bluemoon,
nenhum atronomo ou astrofísico valida a idéia veiculada na obra "Exilados", mormente os astronomos espíritas.
Em Portugal, perguntem ao amigo Luiz Almeida.
No Brasil, perguntem ao amigo Albino Novaes ou a qualquer outro astrônomo.
Eu já fiz isso hehehe
Abraços,
moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: licoesdosespiritos em 15 de Março de 2010, 17:41
Caros,

O que depreendemos dos respeitáveis estudos citados, dentre os quais o do sr. Albino Novaes (http://literatura-espirita.blogspot.com/ (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL2xpdGVyYXR1cmEtZXNwaXJpdGEuYmxvZ3Nwb3QuY29tLw==)), é que não há possibilidade de existir vida orgânica, como a conhecemos, no sistema de Capela, sobre o que há argumentos consistentes.

Como estudantes da Doutrina Espírita, contudo, sabemos existir vida e matéria (e, portanto, seres e mundos) ainda não detectáveis pelos instrumentos disponíveis na Ciência terrestre. Portanto, estender o raciocínio acima, referente a vida orgânica, para qualquer tipo de vida, parece-nos transcender aos argumentos dos referidos estudos. Desta forma, ainda não nos parece haver evidências de que a obra do Benfeitor Emmanuel, transmitida a nós pela mediunidade de Francisco Cândido Xavier, encontre-se refutada neste quesito.

Independente dessa hipótese, entendemos que o Codificador apontou, de forma lógica e correta, os caracteres da Humanidade que mais recentemente, cerca de seis mil anos atrás ("O Livro dos Espíritos", questão 51), passou a habitar a Terra, como um grupo de Espíritos proscritos de outros orbes ("A Gênese", Capítulo XI, itens 45 e 46), tornando-se a nova raça "filha da Terra", sendo, em hebraico, "hadamá" a palavra para "terra", e "haadam" as filhas e os filhos da terra ("A Gênese", Capítulo XII, 1ª nota do item 16). Mais relevante do que se foi de Capela ou outro local que essa nova humanidade provém, parece-nos entender e estudar essa ocorrência, interpretar seu relato bíblico e, a partir dessa ciência histórica, aprendermos com os atos desses Espíritos.


Abraços e fiquem com Deus!

________________________________________________________
Carla e Hendrio
Visite nosso Blog de estudos, http://licoesdosespiritos.blogspot.com/ (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL2xpY29lc2Rvc2VzcGlyaXRvcy5ibG9nc3BvdC5jb20v)
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: N em 15 de Março de 2010, 20:29
Pedindo vênia aos respeitáveis confrades eruditos, gostaria de colocar aqui, minhas impressões pessoais, - que não implicam necesáriamente repousarem em bases doutrinárias; apenas inserir de uma forma simples, o que já é, sobejamente conhecido  pela comunidade espírita - sobre os inúmeros mundos habitados; especialmente Capela. A primeira e mais importante pergunta é a seguinte: O que anima o corpo de carne? Todos sabemos que é o espírito. O que é o espírito? Uma matéria sutil, quase imponderável que é ligada ao corpo de carne ao encarnarmos sendo desligado dele, ao desencarnarmos. O corpo de carne necessita de oxigênio; o espírito, não! Isto nos leva a compreender que, assim como os nossos organismos de carne necessitam desta atmosfera, não implica que esta mesma atmosfera sirva para outros tipos de vida, ou até, que seja necessária a eles. A segunda pergunta: Os animais marinhos necessitam permanecer envolvidos pelos mares para manterem-se vivos; fora deles vêm a perecer, não é?. E o homem, se adentrar o mar sem aparelhos apropriados, vem a perecer também, não é?. As aves necessitam de um organismo mais leve e apropriado para levantarem vôo e permanecerem no ar, não é? Então, cada qual, está revestido de uma indumentária (veículo) apropriada. Por estes exemplos vemos que num mesmo Planeta, temos variadas formas (veículos -corpos) que a energia sutíl pode se utilizar; seja ela de que reino fôr. Muito bem! Vamos então, retornar ao assunto de outras formas de vida, de outros planetas. Se eu fosse um engenheiro genético da espiritualidade (Uma vez que, se, entre os encarnados, os engenheiros geneticistas criaram a vida in vitro, estudam as células tronco e desenvolvem todo o tipo de pesquisa para melhorar a condição dos encarnados, deve haver um equivalente no Plano Espiritual) estudaria as condições dos aborígenes destes Planetas primários, e lentamente ( de geração, em geração ) iria melhorando a condição física deles, até estarem preparados para receberem o espírito; uma vez que, desde o reino animal a reprodução obedece ao mesmo critério, isto é, macho e fêmea se reunem, e procriam. Estando o aborígene preparado, faria, como hoje sabemos que é feito com o espírito reencarnante. Estaria preparando durante a "gravidez", um espírito destinado a habitar aquele organismo primário com as características corpóreas próprias, para aquela atmosfera. E como sabemos, seus conhecimentos (do espírito) permanecem vendados; para que a medida que crescam, desenvolvam seus atributos para avançar em conhecimento e elevação. Encontramos assim, uma forma racional de comprrender a grandiosidade de civilizações como as Egípcias e as demais iluminadas da antiguidade, que nos deixaram um legado inesquecível, fazendo com que a lucidez e os avanços atingidos em outros planetas, por tais espíritos, que não puderam reencarnar mais, num Plano cuja qualidade avançou; e tendo eles permanecido na retaguarda, não puderam mais lá permanecerem, pois incorreram em êrros não mais permitidos em tais mundos, sendo por isto mesmo, desterrados para mundos emergentes, não como puniçao, mas como uma forma de alavancar o progresso destes mundos em crescimento, e no eventual sucesso da empreitada, retornarem a estes mundos como vencedores. Vejam como é magnânima a Justiça Divina! Nínguém deixa de evoluir, e como irmãos esta é a forma mais apropriada para que todos estejamos a caminho da perfeição. Para que não pareça estranho, isto de Planetas Primitivos, De Provas e de Espiações, de Regeneração e Felizes, poderia comparar a nossa evolução, tal qual a evolução profissional. Os mestres nasceram como tal, ou foram galgando as escalas de degráu em degráu? Nossa vida não é um produto pronto! estamos sempre em elaboração! Não acontece o mesmo numa sala de aula? Os orientadores não mesclam alunos de níveis diferenciados, na formação da classe, para que os menos esclarecidos se espelhem nos mais adiantados e sintam vontade de ser como eles? Então, por que não acreditar que somos descendentes destes mesmos espíritos, que outrora habitaram Capela e outros mundos superiores, e que finda sua missão, para lá retornaram, e seguiram sua trajetória evolutiva? Quando iremos compreender que não estamos sózinhos neste Universo maravilhoso criado pelo Pai?
Reflitam! Um abraço. Néje
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Renato_ em 15 de Março de 2010, 21:42
Caros,
. Desta forma, ainda não nos parece haver evidências de que a obra do Benfeitor Emmanuel, transmitida a nós pela mediunidade de Francisco Cândido Xavier, encontre-se refutada neste quesito.


Mas, se irá refutar o que?? o próprio Emmanuel diz em A Caminho da Luz que "rezam as tradições do mundo espiritual que", 'era uma vez um mundo que girava em torno de Capela' etc e tal...

Ele está apenas  falando daquilo que ouviu outros falarem, ou seja, não sabe NADA se há ou não mundos orbitando o sistema Alpha Aurigae ou Capela.

Portanto, não há nada o que refutar, muito pelo contrário, o que se demanda é COMPROVAR.

abçs,

Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Renato_ em 15 de Março de 2010, 21:49
Então, por que não acreditar que somos descendentes destes mesmos espíritos, que outrora habitaram Capela e outros mundos superiores, e que finda sua missão, para lá retornaram, e seguiram sua trajetória evolutiva? Quando iremos compreender que não estamos sózinhos neste Universo maravilhoso criado pelo Pai?
Reflitam! Um abraço. Néje


Por que não acreditar? porque o espírito cepticista e crítico da ciência, aliado ao bom senso de Allan Kardec, nos diz para duvidar de teses e teorias isoladas cujos conteúdos não suportam um  confronto com as pesquisas científicas e o bom senso. 

Todo o universo de matéria luminosa - 0,4% do todo - está repleto de vários trilhões de mundos que oferecem ensejos preciosos à evolução do espírito (com "e" minúsculo), ou seja, do princípio inteligente.

Capela, nesse contexto figuraria como um sistema privilegiado???

Há que se conjecturar que os exilados, uma vez que se constituíram em grupos e raças distintas, vieram de orbes diversos e toda tentativa de comprovar a sua origem não será mais que mera especulação.

abç,

Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 16 de Março de 2010, 14:40
Mandou super bem, mano Renatão
abraços,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Renato_ em 09 de Abril de 2010, 08:44
Mandou super bem, mano Renatão
abraços,
Moura

Se bem que, eles esgotaram toda a discussão com os longos copy-coles....

Ahhhhh, se eu pudesse arrancar dos computadores as teclas Ctrl+C e Ctrl+V mano... :D...

Mas tudo bem, faz parte...

O pior, dos copy-coles, é que eles dão "asas à imaginação", e fazem uma longa viagem nos horizontes da crença cega...

Acreditar é gostoso.

abçs,

Renato

 
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Renato_ em 09 de Abril de 2010, 08:48
É assim: primeiro eles acreditam, depois vão lá buscar os textos  para fundamentar a crença  :)

Se bem que, a ciência hoje em dia, o método científico - a menos da medicina, das ciências biomédicas e da biologia - pensa assim também... primeiro eles constróem uma teoria, arruma alguma coisa para crer, e depois vão lá fora observar, para ver se a teoria funciona...

Mais ou menos isso. Mas com a religião, não importa se comprovarem que não existe nada, a crença deve permanecer...

Ui, com a ciência também. rsrs Tomas Khun nos mostra que os cientistas são resistentes em abandonar as suas teorias, mesmo quando elas já estão superadas...

Pois que, acreditar é gostoso... (eu ainda acredito nos exilados de Capela, embora não seja plausível que os exilados sejam, necessariamente de lá).

abçs,

 
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: gustavorez em 25 de Maio de 2010, 17:28
Como seria maravilhoso se o espiritismo abandonasse suas pretensões de tentar penetrar nos domínios das ciências dos homens, evitaria o descrédito da doutrina e inúmeros constrangimentos.

Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 25 de Maio de 2010, 18:44
E quem diz que o Espiritismo tenta penetrar naquilo que não lhe diz respeito|?
Não mano o Espiritismo deixa a ciência dos homens para ser resolvida pelo homem.
Veja o relato ditado por São Luis no item XVII ao finhal do LM
Abraços,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Antonieta Vilchez em 25 de Maio de 2010, 20:55
Eu li, e não entendi muita coisa... Me desculpem a ignorância, mas podem objetivar o xis da questão? :-\

Victor, eu sou uma aprendiz ainda, leio a codificação mas... Pode ser mais suscinto na idéia?

Mais uma vez, me perdoe, é que quero entender este tópico, me interessei... :D

Muita luz a todos! ;)

Antonieta
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: gustavorez em 25 de Maio de 2010, 22:29
E quem diz que o Espiritismo tenta penetrar naquilo que não lhe diz respeito|?
Não mano o Espiritismo deixa a ciência dos homens para ser resolvida pelo homem.
Veja o relato ditado por São Luis no item XVII ao finhal do LM
Abraços,
Moura


Moura, vou me fazer mais claro. Quando digo espiritismo, não me refiro somente às obras codificadas pelo Kardec, mas levo em consideração a produção de outros autores/médiuns.

Por exemplo, qual a utilidade em se descrever vida complexa no sol, o meio ambiente de Marte, ensaios sobre a utilidade da glândula pineal, vida em Capela, etc. Isso em nada contribui no meu parco entendimento.

Vejamos aqui: são tópicos e mais tópicos discutindo sobre temas onde os vereditos da ciência contemporânea desmentem  as informações concedidas pelos "espíritos". Por muitas vezes, a questão da moral, da responsabilidade do homem em sua existência, fica em segundo plano.

Eu mesmo sou um novato na DE. Ainda começo meus estudos. Ela responde muitas de minhas indagações sobre a existência humana (ainda mais no difícil momento em que atravesso). Mas da mesma forma, meu ceticismo cresce diante de textos estapafúrdios.

Talvez ainda não saiba separar o que realmente é a DE de outras produções. Como um principiante, te digo que este tipo de texto "pseudo cientifíco", que contraria a ciência, só tende a afastar as pessoas.

Um abraço e muito obrigado pelo esclarecimento.
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 25 de Maio de 2010, 23:12
Entendi o seu ponto de vista amigo Gustavo,
contudo amigo São os Espíritos Superiores quem nos ensinam que quando a ciência se mostrar em diferença para com o que tenha sido aceito pela doutrina e o provar cabalmente, a doutrina no mesmo instante adotará a concepção da ciência.
Mas você tem razão quando do chama a atenção para escritos esparsos, não submetidos ao CUEE a quem alguns poucos querem dar o mesmo valor de doutrina.
Mias ainda quando aponta para um ponto capital: A doutrina tem o viés principal de trazer ao Espírito ferramentas que o transforme moralmente.
São Luiz tb no item XVII das comunicações finais em O LM nos diz deixai de lado as coisas da ciencia e tratai de vos entenderes melhor pois só assim progredireis.
Abraços,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: gustavorez em 26 de Maio de 2010, 01:01
Moura, como um novato, eu gostaria que você por favor me explicasse -se possível-o sentido em abandonar uma concepção espírita quando a ciência dos homens  comprovar o contrário.

Essa afirmativa ditada pelos espíritos superiores me intriga por alguns desdobramentos. Ao se constatar o erro em uma comunicação de um espírito, logo surge em minha mente a seguinte pergunta: de onde surgiu o erro? Partiu do próprio espírito? O médium foi desonesto ou fantasiou aquele momento? Como dar credibilidade para outras informações concedidas pelos espíritos visto que as mesmas são passíveis de erro?

Se você puder me esclarecer esse ponto, lhe agradeço imensamente.

Uma abraço!

Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: MarcoALSilva em 26 de Maio de 2010, 02:14

Posso dar um pitaco?

Falamos em "erros" para facilitar o discurso. Não são propriamente "erros". A ciência ortodoxa frequentemente usa de um modelo até que, percebendo-lhe o limite, restringe-o e passa a pesquisar outros modelos para além daquele limite.

Exemplo: o átomo é uma estrutura composta de prótons, nêutrons e elétrons. Hoje em dia existem miríades de partículas subatômicas catalogadas pela ciência. Aliás, já não se sabe se há partículas ou intensas curvaturas do espaço, afinal, às vezes comportam-se como partículas, às vezes como ondas...

Mas a física atômica do modelito restrito ao próton-nêutron-elétron bem serviu e serve para o estudo até hoje, desde que respeitemos os limites desse modelo.

Na minha opinião, os Espíritos sabem e informam consoante os modelos que podem conhecer. Avançam tanto quanto nós mesmos em seu progresso individual.

Como disse, não são propriamente "erros", mas sim releituras mais apuradas e que levam a uma conclusão diferente.

Marco
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: gustavorez em 26 de Maio de 2010, 03:16
Marco, então posso presumir que os espíritos que fizeram as comunicações com Kardec sabiam tanto quanto os contemporâneos de então? Seria isso? Explicar dentro dos limites de compreensão dos homens de então, mesmo ensinando um erro?

Por isso não me sinto confortável com este aspecto de ciência do espiritismo. Ora, se a proposta era desmistificar, reciclar os ensinamentos bíblicos, explicá-los à luz da ciência, a proposta falhou, fracassou. Todo o trabalho da codificação não era supervisionado por espíritos superiores? Pq deixaram Kardec incorrer nestes erros? Ou estes espíritos superiores sabiam tanto de ciência quanto os homens do século XIX?

Desculpem se meu ceticismo incomoda vocês, mas tento seguir a proposta do espiritismo que me fez chegar até aqui: a fé raciocinada. Para continuar, prosseguir, necessito destes esclarecimentos. Esta dúvida me deixa inquieto.

Quem mais quiser me ajudar a compreender esta questão, agradeço profundamente.

Obrigado Marco.

Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 26 de Maio de 2010, 14:50
Gustavo, quem diz isso é a p´ropria doutrina, tanto no L.E. quanto na Revue.
Assim também se prova a condissão progressiva da doutrina, amigo.
Vou darum exemplo: A doutrina num de seus códigos diz que tal coisa é assim assim, e a ciência anos mais tarde descobre que aquela afirmação da doutrina feita em 1800 já estava defasada e prova cabalmente essa sua refutação.
Nesse momento a doutrina encampará a nova descobertta e assim também progredirá.
Acrerditoque o amigo só esteja pensando na parte moral, e se está erra, pois essa afirmação só se refere ao campo da ciência e apenas a ele e como se sabe o trabalho de desenvolver a coisa da ciência não cabe aos Espíritos mas sim ao homem.
É simples não?
Abraços,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: pati em 26 de Maio de 2010, 17:51
Olá para todos!
Estou lendo e gostando...
Assim que puder, darei um "pitaco".
Até!

Pati

Estejamos em Deus
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: MarcoALSilva em 28 de Maio de 2010, 02:19
Marco, então posso presumir que os espíritos que fizeram as comunicações com Kardec sabiam tanto quanto os contemporâneos de então? Seria isso? Explicar dentro dos limites de compreensão dos homens de então, mesmo ensinando um erro?

Por isso não me sinto confortável com este aspecto de ciência do espiritismo. Ora, se a proposta era desmistificar, reciclar os ensinamentos bíblicos, explicá-los à luz da ciência, a proposta falhou, fracassou. Todo o trabalho da codificação não era supervisionado por espíritos superiores? Pq deixaram Kardec incorrer nestes erros? Ou estes espíritos superiores sabiam tanto de ciência quanto os homens do século XIX?

Desculpem se meu ceticismo incomoda vocês, mas tento seguir a proposta do espiritismo que me fez chegar até aqui: a fé raciocinada. Para continuar, prosseguir, necessito destes esclarecimentos. Esta dúvida me deixa inquieto.

Quem mais quiser me ajudar a compreender esta questão, agradeço profundamente.

Obrigado Marco.


Gustavo, quem diz isso é a p´ropria doutrina, tanto no L.E. quanto na Revue.
Assim também se prova a condissão progressiva da doutrina, amigo.
Vou darum exemplo: A doutrina num de seus códigos diz que tal coisa é assim assim, e a ciência anos mais tarde descobre que aquela afirmação da doutrina feita em 1800 já estava defasada e prova cabalmente essa sua refutação.
Nesse momento a doutrina encampará a nova descobertta e assim também progredirá.
Acrerditoque o amigo só esteja pensando na parte moral, e se está erra, pois essa afirmação só se refere ao campo da ciência e apenas a ele e como se sabe o trabalho de desenvolver a coisa da ciência não cabe aos Espíritos mas sim ao homem.
É simples não?
Abraços,
Moura

Em vários momentos vemos passagens como "até onde podemos saber", ou "de acordo com o que nos é dado conhecer"...

Isso não desmerece os Espíritos que ditaram tantos ensinamentos; muito pelo contrário.

Eu sinceramente não acreditaria na seriedade de uma doutrina que se pretendesse imutável no que concerne às informações sobre o até então desconhecido.

Quanto ao valor cosmoético, basta dizer que o ensinamento do Cristo é como a Matemática (linguagem do Criador) --- Universal e Atemporal.

Abraços!!!

Marco


Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: larigo em 07 de Setembro de 2010, 17:46
todas essas narrações são baseadas em fatos ocorridos a milhares de anos, onde o ser vivente daquela epoca, não sabia explicar a origem do universo, portanto a religião criada naquela epoca já esta superada pelos conhecimentos dos homens atuais, portanto são só teorias, como teoria a gente acredita ou não, até que apareça a verdade devemos acreditar desacreditando, crer descrendo a assim será o caminho da humanidade até a descoberta da verdade, até que possamos descobrir a origem do universo e dos homens as discuções vão continuar, e cada um querendo impor a sua verdade
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: LuizFrancisco em 29 de Junho de 2011, 13:04
Olá a todos,
Gostaria de colar " estas frases do primeiro tópico do Sr. Vitor Passos:
"A figura seguinte mostra um exemplo de estrelas binárias, para que se possa ter uma idéia das características visuais de um sistema como os que estamos descrevendo; nem todos os sistemas binários podem ser fotografados com suas estrelas componentes separadas, em geral dada a proximidade uma da outra, apresentam-se ao telescópio como sendo apenas uma; tal fato certamente enganou aqueles que deram informações ao médium que serviu de intermediário ao Espírito Emmanuel que, por sua vez também deve ter-se baseado em informações pouco precisas de astrônomos desencarnados, já que a ele próprio não coube constatar o engano. 
Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/pluralidade-dos-mundos-habitados/as-racas-adamicas-o-sistema-de-capela/#ixzz1QfHfN1Nf
 
Para informar que a primeira citação de Capela ou Cabra está na RE 1867 num artigo muito bem escrito no Jornal dos Espíritos - Kardec e os Exilados curipsamente, Kardec publicou um artigo de Camile Flammarion, sobre um Espírito de Capela em 1867 ma RE, da qual trago abaixo o link do site:
http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/extra10.htm
 
Este artigo, rebate o livro de Marcelo Henrique Pereira "Capelinos onde?"
Abraços,
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 29 de Junho de 2011, 15:11
Amigo Luiz,
há que se ter muita atenção no que está disposto na Revue.
ela é o balcão de assuntos discutidos na SPEE.
Alguns dos textos ali colocados, ainda estavamem duiscussão quando Kardec desencarnou.
Um Exemplo de que se deva ter atenção é o que estão na Revue sob o título de O Gênio das Flores.
Nele o Espírito se diz um gênio que vive dentro das flores comandando suas ações.
Kardec o Estuda e demonstra a verdade que havia de ser dita.
Noutro, da autoria do Espírito Charlie, que soma em oito textos, se o estudante não o ler totalmente, irá pensar que o Espírito estava dizendo a verdade...
Muita atenção.
Abraços,
Moura

Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: LuizFrancisco em 29 de Junho de 2011, 15:29
Amigo Luiz,
há que se ter muita atenção no que está disposto na Revue.
ela é o balcão de assuntos discutidos na SPEE.
Alguns dos textos ali colocados, ainda estavamem duiscussão quando Kardec desencarnou.
Um Exemplo de que se deva ter atenção é o que estão na Revue sob o título de O Gênio das Flores.
Nele o Espírito se diz um gênio que vive dentro das flores comandando suas ações.
Kardec o Estuda e demonstra a verdade que havia de ser dita.
Noutro, da autoria do Espírito Charlie, que soma em oito textos, se o estudante não o ler totalmente, irá pensar que o Espírito estava dizendo a verdade...
Muita atenção.
Abraços,
Moura

Olá sR. Moura, concordo com sua colocação, "de se ter atenção no que está disposto na Revue", mas o senhor leu o artigo da RE?
Vamos entãotrazer o inicio da fala do codificador:
1 -
Isto não é um livro, mas um artigo que poderia constituir um livro interessante e, sobretudo, instrutivo, porque os seus dados são fornecidos pela ciência positiva e tratados com a clareza e a elegância que o jovem sábio exibe em todos os seus escritos. O Sr. Camille Flammarion é conhecido de todos os nossos leitores por sua excelente obra sobre a Pluralidade dos Mundos Habitados e por artigos científicos que publica no Siècle. Este de que vamos dar conta foi publicado na Revue du XIXe Siècle de 1o de fevereiro de 1867.
 
Acima verifica-se que o Sr. Allan Kardec leu o artigo e informou:
1 - Que "O autor imagina um diálogo entre um indivíduo vivo chamado Sitiens, e o Espírito de um de seus amigos, chamado Lúmen, ( logo não é uma comunicação e sim um diálogo imaginado).
2 - "... que lhe descreve seus últimos pensamentos terrestres, as primeiras sensações da vida espiritual e as que acompanham o fenômeno da separação. Este quadro é de perfeita conformidade com o que os Espíritos nos ensinaram a respeito; é o mais genuíno Espiritismo, menos a palavra, que não é pronunciada"
 
Quanto a a sua colocação, Kardec não se furtou em elogiar e dar a sua opinião.
 
E a finalidade de ter feito a postagem, foi para lembrar que a primeira vez que se foi falado em Capela e Cabra foi na RE, portanto Doutrina Espírta.
Por isso colei a postagem do Sr. Vitor Passos, na qual estava escrito que houve engano na citação do Espírito.
 
Favor leia o artigo do Jornal e a RE na íntegra março e maio de 1867.
 
Abraços,
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 29 de Junho de 2011, 15:42
Amigo Luiz,
Se o amigo notou kardec fala do quadro imaginado por Flamarion, que sob a visão de Herculano Pires "nunca entendeu a Kardec".
Kardec diz textualmente que "lhe descreve seus últimos pensamentos terrestres, as primeiras sensações da vida espiritual e as que acompanham o fenômeno da separação. Este quadro é de perfeita conformidade com o que os Espíritos nos ensinaram a respeito; é o mais genuíno Espiritismo, menos a palavra, que não é pronunciada" Aque quadro Kardec se refere? Afinal, Flamarion não tiveram emvida o dom da pintura...
Bem, então o quadro que o codificador se refere é o imaginado por Flamarion, logo,uma abstração,uma idéia, não uma verdade, e sabemos que podemos construir um exemplo em cima de idéias inexistentes dentro do rigor doutrinário.
Mas oque importa é a parte grafada em azul marinho, acima, no seu texto.
Veja lá em cima.
Abraços,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: LuizFrancisco em 29 de Junho de 2011, 15:54
Olá a todos,

Sr. Moura, novamente está pegando a parte que lhe interessa e está pegando de segunda as informações.
Leia o texto na íntegra da RE e também do artigo, e após, poderá fazer uma avaliação mais correta.
No texto não há um tiquinho de crítica negativa do codificador.

O ponto principal é o que já informei acima: E a finalidade de ter feito a postagem, foi para lembrar que a primeira vez que se foi falado em Capela e Cabra foi na RE, portanto Doutrina Espírta.
Por isso colei a postagem do Sr. Vitor Passos, na qual estava escrito que houve engano na citação do Espírito.

Isto não podemos negar, mesmo que seja um diálogo inmaginativo (e pode-se também ter influência de um Espírito neste diálogo). Podemos afirmar que a primeira vez que foi citado Capela ou Cabra foi na codificação.
E no artigo do Jornal que copiei o link, há toda uma gama de informações, leiam também na íntegra.

Abraços,
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: LuizFrancisco em 29 de Junho de 2011, 16:01
Amigo Luiz,
Se o amigo notou kardec fala do quadro imaginado por Flamarion, que sob a visão de Herculano Pires "nunca entendeu a Kardec".
Abraços,
Moura

Quanto a sua colocação que copiei, notei sim, e tanto notei que escrevi sem retiurar uma vírgula.
e Quanto a visão do Sr. José Herculano Pires, trago abaixo o que foi escrito pelo codificador no final do artigo de março de 1867.
"Eis a parte realmente científica do relato. Todas as dificuldades aí são resolvidas da maneira mais lógica. Os dados, admitidos em teoria pela Ciência, aí são demonstrados pela experiência; mas não podendo essa experiência ser feita diretamente pelos homens, o autor supõe um Espírito que dá conta de suas sensações, e colocado em condições de poder estabelecer uma comparação entre a Terra e o mundo que habita.
A idéia é engenhosa e nova. É a primeira vez que o Espiritismo verdadeiro e sério, embora anônimo, é associado à ciência positiva, e isto por um homem capaz de apreciar um e outra, e de captar o traço de união que um dia os deverá ligar. Este trabalho, ao qual reconhecemos, sem restrição, uma importância capital, parece-nos ser um daqueles que os Espíritos nos anunciaram como devendo marcar o presente ano. Analisaremos esta segunda parte num próximo artigo."

Verifica-se aí que o Sr. Allan Kardec, leu, analisou, reconheceu sem restrição e de uma importância capital.
 
Abraços,
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 29 de Junho de 2011, 16:15
Continua o desentendimento amigo Luiz...
Você, dá crédito de verdade àquilo que Kardec relata se, por parte da ciência, apenas um teoria.
Há mesmo um artigo do físico e Astrônomo  Albino A. C. de Novaes, que diz, da parte da ciência não ser possível esta teoria.
Mas como informei antes, se pode montar uma arcabouço teórico, dentro do estrito ensino Espírita sobre uma idéia ilusória.
Abraços,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Arius em 29 de Junho de 2011, 21:00
Sobre este assunto sugiro o tópico abaixo que foi objeto de discussão, sobre a diferença entre a ciência afirmar e um pesquisador afirmar.


http://www.forumespirita.net/fe/pluralidade-dos-mundos-habitados/planeta-capela-e-planeta-castela/msg205276/#msg205276
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 29 de Junho de 2011, 21:41
sobre Capella:
Nunca, em tempo algum a ciência disse ou afirmou que existia raça habitando aquele orbe.
A doutrina explica, que em se tratando de Espíritos a ÚNICA classe que poderia estar em mundos como aquele é a dos Puros Espíritos. Somente a estes é dada a oportunidade de (diz a obra básica) "se reunirem", logo, nem habitar é, mas reunirem-se.
Acredito que isso termine esse debate estéril.
Abraços,
Moura
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: LuizFrancisco em 29 de Junho de 2011, 22:14
Continua o desentendimento amigo Luiz...
Você, dá crédito de verdade àquilo que Kardec relata se, por parte da ciência, apenas um teoria.
Há mesmo um artigo do físico e Astrônomo  Albino A. C. de Novaes, que diz, da parte da ciência não ser possível esta teoria.
Mas como informei antes, se pode montar uma arcabouço teórico, dentro do estrito ensino Espírita sobre uma idéia ilusória.
Abraços,
Moura
Olá a todos,
Olá Sr. Moura,

Agora ficou engraçado e não compreendi mais nada. Trouxe relato da Doutrina Espírita e o senhor questionou e trouxe relato do Sr. Albino.

Num dos seus textos em outro tópico o senhor falou: "
Já havia pedido para ficarmos dentro do que a doutrina tem para ser debatido visto o que nem o albino e muito menos o texto do qual é autor formam doutrina,...."
Abraços,Moura"
 
Quando se é trazido informações que são contrárias aos relatos trazidos pelo senhor, o debate se torna estéril?
 
Então fiquemos no que está dentro do que a doutrina diz, e ela como trouxe na RE fala de Capela ou Cabra.
 
Também não compreendi a sua colocação de:"Você, dá crédito de verdade àquilo que Kardec relata, se, por parte da ciência, é apenas uma teoria".
 
Por ser Espírita e acreditar nos ensinos do codificador e dos Espíritos Superiores, fico com suas opiniões até a ciência provar ao contrário. E até o momento temos somente teorias e argumentações.
 
 Abraços,


Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Ronaldo São Romão Sanches em 04 de Julho de 2011, 21:27
Prezados
Esse é um tema muito interessante.
Como subsídio, podemos citar, do pronunciamento do ilustre visitante Órion, de uma das Plêiades (p. 31 do livro Transição Planetária, psicografia de Divaldo, do espírito Manoel Philomeno de Miranda, que recomendo como leitura essencial para todas as pessoas), de Alcíone, na Colônia Redenção, no nosso orbe:
"Essa não é a primeira vez que o mundo terreno recebe viajores de outras moradas, atendendo à solicitação de Jesus, qual aconteceu no passado, no momento da grande transição das formas... Da Constelação do Cocheiro, nobres embaixadores da luz... entidades todavia não moralizadas..."
Entre qualquer cientista positivista terreno e a palavra de Manoel Philomeno de Miranda, na segura psicografia de Divaldo e com Emmanuel, fico com eles, "os exilados vieram de Capela".
Abraço a todos
Ronaldo
Título: Re: As Raças Adâmicas. O Sistema de Capela.
Enviado por: Mourarego em 04 de Julho de 2011, 21:39
Luiz meu mano,
O Albino oque é um astrônomo e um físico, dando aulas em faculdade, deve saber mais do que nós não?
Mas nota, não fiquei somente com a opinião dele, fui ao reconhecido astrônomo Mourão e e também, é da mesma opinião, da qual compartilham muitos outros, segundo ele.
Então meu mano, como são todos astrônomos, falaram o que a ciência diz, acredito eu.
Abraços,
Moura

Continua o desentendimento amigo Luiz...
Você, dá crédito de verdade àquilo que Kardec relata se, por parte da ciência, apenas um teoria.
Há mesmo um artigo do físico e Astrônomo  Albino A. C. de Novaes, que diz, da parte da ciência não ser possível esta teoria.
Mas como informei antes, se pode montar uma arcabouço teórico, dentro do estrito ensino Espírita sobre uma idéia ilusória.
Abraços,
Moura
Olá a todos,
Olá Sr. Moura,

Agora ficou engraçado e não compreendi mais nada. Trouxe relato da Doutrina Espírita e o senhor questionou e trouxe relato do Sr. Albino.

Num dos seus textos em outro tópico o senhor falou: "
Já havia pedido para ficarmos dentro do que a doutrina tem para ser debatido visto o que nem o albino e muito menos o texto do qual é autor formam doutrina,...."
Abraços,Moura"
 
Quando se é trazido informações que são contrárias aos relatos trazidos pelo senhor, o debate se torna estéril?
 
Então fiquemos no que está dentro do que a doutrina diz, e ela como trouxe na RE fala de Capela ou Cabra.
 
Também não compreendi a sua colocação de:"Você, dá crédito de verdade àquilo que Kardec relata, se, por parte da ciência, é apenas uma teoria".
 
Por ser Espírita e acreditar nos ensinos do codificador e dos Espíritos Superiores, fico com suas opiniões até a ciência provar ao contrário. E até o momento temos somente teorias e argumentações.
 
 Abraços,