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GERAL => Outros Temas => Tópico iniciado por: Danilo Henrique em 19 de Março de 2012, 13:05

Título: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Danilo Henrique em 19 de Março de 2012, 13:05
Poligamia, casamento e ciúmes


Desde que nos conhecemos por gente, fomos educados numa sociedade onde o mais moral e o mais correto é relacionar-se intimamente apenas com uma pessoa. A partir do momento que firmo compromisso, seja de namoro ou casamento, na maioria do casos, subtende-se um acordo de expressa proibição de desejar ou se relacionar com outro indivíduo, sob pena de estresse e conturbação nos sentimentos dos que assim acordaram.

Como toda reflexão, precisamos ver os dois lados da moeda...

1. Em nossa história, observamos de forma geral, a tendência instintiva que o ser humano tem de entregar-se aos mais variados desvarios e tentações da carne, sendo ao mesmo tempo vítima e verdugo desse processo. Natural que as leis e a religião impusesse um freio a esse comportamento, estabelecendo regras de conduta.
Além disso, sem a dedicação reciproca e fidelidade peculiar dos casais consumados, não haveria estabilidade e equilíbrio nas bases da instituição chamada "família", tão necessária para o progresso material e moral do ser humano. (proposição minha)

Natural, desse ponto de vista, crer que o modelo ideal de relacionamento amoroso seja um homem e uma mulher, para o resto da vida.

No entanto, o que encontramos na codificação, sobre poligamia?

Citar
700 A igualdade numérica aproximada que existe entre
homens e mulheres é um indício da proporção em que se
devam unir?


– Sim, porque tudo tem uma finalidade na natureza.

701 Qual das duas, a poligamia ou a monogamia, está mais de acordo com a lei natural?

– A poligamia é uma lei humana cuja abolição marca um progresso social. O casamento, conforme os desígnios de Deus, deve estar fundado na afeição dos seres que se unem.

Com a poligamia não há afeição real: há apenas sensualidade.


☼ Se a poligamia estivesse de acordo com a lei natural, deveria ser universal, o que seria materialmente impossível por causa da igualdade numérica dos sexos.

A poligamia deve ser considerada como um uso particular ou uma legislação especial, apropriada a alguns costumes, e que o aperfeiçoamento social faz pouco a pouco desaparecer.

Isso é tudo que os espíritos das codificação nos trazem sobre o assunto. As partes destacadas em azul servem para indicar que O Livro dos Espíritos não consagra os conceitos oriundos da tradição católica. Apenas contesta os costumes encontrados em muitas sociedades da cultura mulçumana, que permitem que os homens se casem com várias mulheres. Não há nada que nos indique quais parâmetros devem regir o relacionamento amoroso e sexual dos seres humanos, a não ser que o "casamento, conforme os designios de Deus, devem estar "fundados na afeição dos seres que se unem"

Somando a estas observações, no livro Nosso Lar, capítulo 38, nos deparamos com o "Caso Tobias" a narração em que Tobias convive harmonicamente, no mesmo lar, com duas esposas de experiência terestre, demonstrando ser possível superar o egoísmo e o sentimento de posse sobre o outro.

Com base nisso tudo, gostaria de perguntar:

Qual a melhor solução para superar a imensa dificuldade que é a manutenção de um relacionamento amoroso de duas criaturas ainda imperfeitas, isto é, sem perfeito domínio de seus desejos, e sentimentos, e desse modo, evitar o sofrimento?

Citemos um exemplo, para elucidar a questão.

Um casal que está junto há muitos anos sustenta a base de uma família, mas sentem completo tédio e desânimo, na vida íntima em geral, inclusive na vida sexual.
Então uma das partes, por exemplo, a mulher, começa a sentir atração por outro homem, e sente uma vontade quase irresistível de ter experiências fora do casamento. Então numa bela manhã de sol, e por ser uma pessoa muito honesta e correta, ela acorda e diz para o seu marido: _Meu bem, me desculpe, gosto muito de você, mas hoje vou sair com fulano, pois há muito tempo que sinto vontade de dormir com ele.

Obviamente, o marido se sentirá profundamente ferido em seus sentimentos. Sentirá raiva, tristeza, angústia, etc...Seria mais sensato, diriam muitos, evitar essa tragédia íntima, e resistir por mais tempo o tédio e a infelicidade do casamento.

Entretanto, os sentimentos de raiva, ciumes, angústia, estão fundamentados no que? Não é no individualismo, ou no ego desse homem, isto é, naquilo que ele "acha" que é justo, certo ou correto? Não temos aqui tão somente o sentimento da mulher de experimentar novos prazeres se opondo ao sentimento do homem de que sua esposa tenha relações apenas com ele, ou seja, um conflito de sentimento versus sentimento?

Será que muito sofrimento e muita perturbação não seriam evitados com um entendimento prévio do casal sobre as necessidades de cada um?
Não seria demonstração de verdadeiro amor e legítimo sentimento de fraternidade, se esse homem compreendesse a situação de sua esposa e lhe desse a liberdade de fazer o que quiser com seu corpo, apesar do acordo conjulgal?

Não estou fazendo apologia à traição. Notem a diferença. Se eu conheço a minha parceira, e sei que ela é ciumenta, mas mesmo assim me arrisco numa experiência estranha ao relacionamento, enganando-a, manipulando as situações, mentindo, etc...Estaria comentendo, ao meu ver, claramente, um crime moral, causando seu sofrimento (obs: mulher sempre descobre, rsrs)

Por agora, tenho que na nossa sociedade, as pessoas cada vez mais desacreditam do casamento, por ele estar culturamente conceituado nesse acordo de extremo apego e restrição. Nas leis de Deus, temos que é necessária a união estável do homem e da mulher, para constituição da família, em demanda ao progresso. Porém não encontramos esta cartilha de regras morais, de submissão e fidelidade, que em verdade, parece ter nascedouro no nosso ego, ou nos preconceitos da sociedade, do que da vontade de Deus. O que por outro lado, essa nova moda de "ser solteiro, para ser feliz" exime o homem ou a mulher de tantas responsabilidades e deveres edificantes, que me preocupa, inclusive, a falta de oportunidades para que no futuro, novos espíritos reencarnem na Terra no seio de uma família estruturada, como a maioria de nós fomos criados.

Obrigado por ter lido até o final, e comentar, também, em cima da minha conclusão.

Abraços!
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Zé Ninguém em 19 de Março de 2012, 15:53
Olá Danilo,
Penso da seguinte forma.
A infidelidade é algo muito mais abrangente do que pular a cerca.
Quando somos infiéis somos egoístas porque colocamos a nossoa vontade acima do outro.
O desejo se torna mais importante do que o sentimento do próximo e toda infidelidade para ocorrer tem que necessariamente ser á revelia de um dos maiores ensinamentos do mestre: amai o próximo como a ti mesmo.
O probela é que para que ocorra a traição é necessário que existam uma série de atitudes destinadas a encobrí-la e é difícil trair sem algum momento ter que mentir.
E todo aquele que prima pela sua evolução espiritual deve trilhar pelo caminho da verdade e honestidade.
Quando o tédio e a rotina acomete o casal existe escolha.
A traição não é uma caminho irresitível. O que acontece é que na maioria das vezes as partes se acomodam e não querem investir na situação para mudar o marasmo que tomou conta do casal.
Então me vez de se esforçarem e direcionar suas energias para melhorar o relacionamento ,canalizam as mesmas para a busca de alguém que preencha este vazio.
Para que um sentimento surja é preciso que haja espaço para isso.
No mais, se não estamos felizes temos duas opões: ou nos empenhamos ou pulamos fora.
Acho que a traição é uma saída covarde para resolver uma relação afetiva.
Procuro na minha vida ter um postura ética em tudo, seja ano trabalho, na família, com amigos e principalmente com aquele com quem divido a minha vida.
E quando sou correta com meu parceiro não o faço por respeito a ele, mas sim porque minha consciência diz que é o que deve ser feito.
Deixo isso muito claro, o dia que não estivermos mais felizes que tenhamos a dignidade de  ter uma conversa sincera e liberar cada um para seguir o seu caminho sem ter que enveredar pelos tortuosos caminhos da traição.
O ser humano tem que para com este hábito lamentávle de apenas soltar um galho quando tem outro para pular, isso refllete um profundo sentimento de egoísmo e desrespeito ao próximo.
Acho que manter dois relacionamentos além de ser antiético e antifratreno, importa em um desgaste enorme de energia pois você não consegue viver nenhum dos relacionamentos por inteiro.
Não acho impossível um homem amar duas mulheres e vice-versa, mas se isso ocorrer ele tem que expor a situação ao seu parceiro e lhe dar o direito de escolha.
Na maioria das vezes quando ocorre uma traição vemos o homem sendo guiado pelo instinto, pelo lado animal, físico porque se parasse para fazer uma reflexão sobre os aspectos espirituais desta conduta, certamente não o faria.
São os resquícios da animalidade ainda ecoando na alma.
Pode até ser que da atração, surja uma admiração e até mesmo um profundo amor mas que isso aconteça sem passar por cima de ninguém, de forma clara e transparente.
Não sou a favor de mentirinhas sociais porque no momento que elas são descobertas causam um sofrimento duplo: pelo mal que se queria evitar e pela própria mentira em si.
Abraços
Susana



Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Danilo Henrique em 19 de Março de 2012, 17:42
Suzana, obrigada pela sua opinião. Mas não posso evitar de puxar o assunto novamente para o enfoque que elaborei.
Concordo que a quebra do acordo conjugal não é irresistível, por isso coloquei "quase irresistível". Mesmo assim, supondo esse caso extremo, não seria motivo de infelicidade viver toda uma vida resistindo o quase irresistível, apenas para não quebrar uma regra supostamente moral? Claro que não estou falando de mentiras ou traições.

Tua opinião, respeito muito ela, está apoiada sobre o convencional. É justamente esse convencionalismo, que eu questiono se corresponde às leis de Deus, ou as leis dos homens. (ler exemplo hipotético que elaborei)

Quando a você acreditar que um homem não pode amar duas mulheres, ou vice-versa, permita-me perguntar a qual amor você se refere? O amor puro e universal, de espírito para espírito? Este não faz distinção desta ou daquela criatura. Nem de mãe para filho, irmão para irmão, amigo para amigo ou homem para mulher. Com base no que ensina o espiritismo, acredito perfeitamente que um homem possa amar todas as mulheres do mundo, ou vice-versa.
Não é pra causar polêmica, e para refletirmos juntos.

Abraços!
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Regis Mesquita em 19 de Março de 2012, 17:56
Danilo, quanto mais liberdade, consciência e capacidade, maior deve ser o auto-controle. Isto serve para tudo. Inclusive sexo entre o casal, alimentação, etc. Todo casal deve intensificar e usufruir de sua relação afetiva. Portanto, este desafio nos obriga a pensar em qual qualidade de relacionamento está sendo criado entre o casal. Tem um site http://caminhonobre.com.br/ que discute muito este assunto.

abraço,

Regis Mesquita
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Guadalupe Girassol em 19 de Março de 2012, 20:31
Como eu concordo consigo Susana! Quando diz: "(...)O ser humano tem que para com este hábito lamentávle de apenas soltar um galho quando tem outro para pular, isso refllete um profundo sentimento de egoísmo e desrespeito ao próximo(...)" e ainda acrescento mais: o ser humano tem de parar de cobiçar o que é do próximo! Eu clarifico: a minha  irmã  está casada há  17 anos, não com a "grande paixão da vida dela", mas com um amigo de adolescência. Digamos que vive um casamento rotineiro, muito satisfatório sexualmente, mas vive triste porque o seu marido não tem qualquer afinidade cultural e espiritual com ela, é uma pessoa muito pragmática, materialista, apesar de um bom ser humano. Ela sente falta de um homem que converse com ela,que goste das mesmas coisas, de um amigo!  Sexo ela tem e até de sobra (rsss), por isso não pensa em trair o marido, no entanto, interessou-se por outra pessoa com quem tinha essas afinidades intelectuais. Com o passar do tempo, foi percebendo que esse homem não estava interessado na sua amizade, ele simplesmente era um desequilibrado que cobiçava o seu casamento: perseguia o casal, aparecia em todo o lado onde ela ia com o marido, punha detectives atrás dela, enfim...um louco! É preciso respeitar o casamento dos outros, perceber quando os outros não querem trair, não querem terminar o seu casamento. Há muita gente assim, enquanto não estraga um casamento, não descansa, depois de ter aquilo que quer, muitas vezes, cai fora e lá se estragou uma família!..

Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Zé Ninguém em 19 de Março de 2012, 21:29
Então danilo,
Foi como disse, quando opto por ser fiel não o faço pelo outro mas por mim mesma.
Sou monogâmica não porque me ensinaram a ser mas simplesmente porque lá no íntimo da minha consciência sinto que é o certo a se fazer.
Mesmo que nunca tivesse lido sobre o mandamento " Não matarás" o meu eu sente que a conduta matar é errada.
Não mato alguém porque é proibido, pela lei dos homens e pela lei de Deus, não mato alguém simplesmente porque minha consciência diz que isso não é certo.
Todo ato que traga prejuízo a um ser deve ser evitado e a traição é uma conduta egóica motivada por um desejo que não leva em consideração o outro, mas apenas a satisfação daquela vontade.
Procuro pautar minha conduta pelos ensinamentos de jesus e acredito que o " Amai-vos uns aos outros" resume bem a questão.
Este é o raciocínio que procuro aplicar no meu dia-a-dia, inclusive na relação afetiva.
Agora se alguém sente uma vontade enorme de trair seu parceiro: tem tr~es caminhos, ou abre o jogo, ou termina, ou sublima.
O ser humano nunca está satisfeito quer alguém para a vida toda e ainda pegar geral, aí não dá né..sempre escolhendo o caminho mais fácil: se esbaldar na animalidade ao invés de tentar vencê-la.
Não discuto a origem da monogamia, pouco importa, como alguns alegam, se suas raízes remontam a interesses hereditários de alguns monarcas ao longo da história.
Independente de onde surgiu, se é biológica, religiosa, cultural no meu íntimo sinto que este é o caminho.
Monogamia não pode ser vista como uma pena, uma condenação, um sacrifício.
Na verdade a monogamia é uma consequência de uma relação afetiva equilibrada , onde não há espaços para carências mal resolvidas e principalmente, para a existência de terceiros.
Há tamanha sintonia emocional, mental, física e espiritual que ambos se bastam e direcionam seus esforços unicamente para a edificação daquela relação.
Por outro lado, se existe insatisfação isso deve ser colocado e discutido pelo casal.
Se houver possibilidade de conserto, ótimo , caso contrário, é melhor cada um seguir para seu lado e buscar um parceiro que tenha maior sintonia.
É  por isso que não vejo sentido na traição e quando falo isso falo com conhecimento de causa porque já estive dos dois lados da história.
HOJE, acho totalmente sem sentido trair porque ninguém é obrigado a ficar com ninguém.
Em uma relação madura, as coisas devem ser claras e bem resolvidas e se um dos parceiros não está feliz que busque então sua felicidade ,mas de forma adulta, verdadeira e transparente, sem subterfúgios e meias verdades.
Concluindo: não sou monogâmica por convencionalismo, por Deus, nem pelos homens: sou  monogâmica por mim mesma.
Quem não quiser ser que não o seja, mas que tenha a dignidade de expor esta situação a seu parceiro e lhe dar o direito de escolha.
Abraços
Susana


Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Marlon Coelho em 19 de Março de 2012, 21:34
Danilo citarei 2 exemplos que amigos que que dei apoio em suas ações promiscuas.
1.  Um advogado  que casado, tava para explodir de tensão com a mulher, descobriu que tendo uma garota do bhmodels.com.br uma vez por mes, passou a ficar relax. com a esposa passou a ama-la de melhor forma a melhor tratar dos filhos se aproximou deles. Ai lhe pergunto, foi bom para todos a traição. SIM, até para a irma que comercializa suas forças genesicas.  Enquanto o nível moral dele nao evoluir a ponto de não precisar de nem uma outra mulher, se fora para melhorar as relações como um toda vai trair sim meu filho..  ainda falao mais sem culpa, essa uma nescessidade instintiva que ainda nao se livrou .. se esforçe para livrar-se dela enquanto nao o fizer.. traia  mas use camisinha. .rs... 
2.   Amigo meu espirita. que frequenta centro tudo mais.  sua mulher surtada psicoticamente, ja engordou chegou aos 50 anos criticanto o marido que ainda tem desejo sexual.  dizendo: vc ainda tá nessa???    eles não tem condiçao financeira de assumirem uma separação. então o que fez pediu a Deus uma parceira sexual, já a 3 anos sem sexo, com os mesmos intersses que ele, que por sinal veio de um centro espirtia onde frequenta.  Pq não pular a certa.. cometer esse CRIME(?) contra a atual parceira se a 3 anos ela nada quer de sexo.   Sabe que falei com ele, quando me disse que sua consciencia pesa.   Falei isso na verdade pode ser uma auto-obsessão, se é uma necessidade psiquica.  temos que integrar , não dissociar, temos que elaborar. tem sim que sair com todas (uma por vez - promiscuidade monogamica)  até o momento que nao mais precisar. Sem sentimento de culpa, sem paranoia.   

        Com relação a ser egoista (pensar em si e não no outro)serve para os 2 tanto o traido quanto o traidor.   eu por exemplo não to nem ai se minha mulher me trair. Se ela precisa dessa experiencia vai  faz. Se eu a amo realmente saberei perdoa-la.  tanto o homem quanto a mulher tem necessidades organicas, hormonais e somente através da experiencia iram evoluir .. 
          Chico ja dizia evolução nao se faz em um dia. Sou espirita  então sou moralmente correto, ecologicamente correto, educado, amo a pai.  não é assim os valores morais ao poucos vao sendo consolidados pelo espirito.         
                VCS SABIAM? que a maturidade sexual da mulher é aos 35 anos, pois seus ovulos estão velhos e como uma ultima oportunidade de saudavelmente engravidar.  A natureza então a bombardeia de testosterona  o que faz ter um apetite sexual imenso.     Quem fala que nao trai .. vou fazer a seguinte proposta. faça um ciclo de 10 ampolas de testosterona, após algumas semanas va em boates.      Vai ter mulher que vai sair dando pro primeiro quardador de carro que encontrar pela frente.   E se essa pessoa tem um nivel hormonal tão intenso de forma natual é uma expiação divina?  Tem que suportar a imensa dor nas bolas de uma ereção contida em sua calça. .. vai negar-lhe o mais necessita, para ele uma necessidade tão basica o SEXO  .     
         Eu sou cada vez mais assexuado . não penso em casar, não estou preocupado, já a um bom tempo sem sexo, apesar de ter que mentir para todos para não ficar mal na fita. Cada vez menos tenho intersse em me relacionar com o sexo oposto apesar de 30 anos e nenhum problema erétil..  Tal atitude não me da o direito de julgar a quem precisa de maior experiencia sexual.     Desde que seja para o bem comum, tomando-se dos devidos cuidados, para o melhor convivio da família como disse acima nos 2 exemplos .   tem que TRAIR sim.     
 
  ps: concorda amigo Filipe   ??????  Sem dizer que é uma incoerencia uma pessoa espiritualizada ficar tão apegada a corpo,  ciume , trair ou ser traido .sincerametne do fundo do meu coração para mim não faz diferença.  se ta bem comigo amém, se ta bem sem mim amém não devemos depender numca de outrem para sermos felizes.   

ainda tem mais uma coisa que tava me esquecendo, talvez o melhor argumento..  em bh por exemplo sao 157.000 mulheres a mais que homens..   olha que para cada 10 homens 1 é homosexual  então na verdade devem ser 250.000 a mais que homem em bh..  se todo homem for monogamico   serão 250.000 mulheres encalhadas..  que na verade seriam 400.000 mulheres para a titia.. pq muitos homens são como eu privados, reclusos e sem contar os brochas ..  rs..      Não estou dizendo viva a poligamia .. muito pelo contrario.. apenas estou corroborando a ideia do amigo filipe de que o tema é pouco elucidado pela doutrina espritia.. assim como o tema dos animais..            Aminha opinião sobre SEXO é a dos sexologistas..    sexo não é so penetração, relacionamento é relar um no outro, carinho, afeto, olhar, respeito, amizade, tolernacia, paciencia, a palavra doce, cheiro, feromonios (não perfume - odeio perfume  forma de mascarar uma fraqueza genetica),  o sorriso falso para agradar ao parceiro que adora contar piadas sem graça, segurar de mãos, etc etc etc Homen não se resume em um penis e muito menos a mulher em uma vagina, ainda menos a relação entre os dois em intercourse.  Quem tem essa visão corroborada plenamente com a monogamia, pois a sim a parceira se torna uma infinidade de possibilidades.   
 

       Agora fechei bem o assunto..  heheheh

Concorda amigo danilo, Suzana, todos do topico???     
           
   o amor espiritual -  "desejo o bem da pessoa que amo a cada pensamento que me vem, por mais eterna e perene que seja a distancia entre nós" esqueci-me do autor, a frase tb por ter tido alguma alteração pessoal. rs..   mais ou menos isso.     
   
         Mulheres desencanem em relaçao a trair e serem traidas, para o verdadeiro amor isso é muito pouco para nos importarmos. 

           Abraço . Marlon o desinformado.   
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Zé Ninguém em 19 de Março de 2012, 22:09
Marlon,
Nos dois casos que vc citou ainda assim não consegui enxergar a justificativa para a traição.
No primeiro caso, legal, contanto que o mister X  conversasse com sua esposa sobre sua insatisfação sexual,e  lhe desse o direito de escolha.
Engraçado, duvido muito que se a esposa também desse umas escapulidas com um garoto de programa ou com um colega de trabalho se ele ia achar tão legal assim..
Até hoje nunca soube de um homem que agradeceu a esposa por ter dados umas escapulidas em razão da sua nova perfomance , salvo no caso de ser uma relação aberta o que pelo que entendi não é o caso.
No segundo caso, pelo que entendi a relação já morreu e só estão juntos por conveniência pois só não se separam por questões financeiras. esta relação já morreu a muito tempo, só esquecerem de enterrar então não vejo problema em o distinto senhor ter um diálogo com sua esposa.
Não tem condições de bancar uma separação? Vc já respondeu: não há relação afetiva apenas um conluio de interesses, neste caso a separação é o menor dos problemas, essa relação não existe mais.
O que gostaria de saber é se este senhor é sincero com sua esposa quanto aos sentimentos, se lhe deixa a par da sua falta de interesse em continuar a relação,  se deixa as coisas claras ou se age de forma dissimulada.
Antes da fidelidade tem que vir algo muito mais importante que se chama: lealdade.
Gente, vamos ser sinceros..ok ainda somos pouco evolúidos e temos dificuldade em domar nosso instintos ,mas não vamos buscar justificativas para sustentar uma conduta que sabemos estar escancaradamente em desacordo com os ensinamentos cristãos.
Quem se diz espírita, consequentemente segue os ensinamentos de Jesus e portanto deve  se esforçar hérculeamente para pautar sua conduta nos mesmos.
Cada um vem com sua prova e homens que tem uma sexualidade exacerbada deveriam antes de se entregar a sua "natureza" fazer uma profunda reflexão do porque do seu veículo carnal ter vindo dessa forma uma vez que tudo na natureza é equilíbrio.
Ninguém passa de Hitler a jesus em uma encarnação mas isso não é desculpa para não se dedicar firmemente à melhoria de si mesmo.
Temos instintos ?
Sim, mas a própria doutrina nos ensina que eles devem vencidos, é para isso que estamos aqui.
Abraços
Susana



Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Marlon Coelho em 19 de Março de 2012, 22:34
Marlon,
Nos dois casos que vc citou ainda assim não consegui enxergar a justificativa para a traição.
No primeiro caso, legal, contanto que o mister X  conversasse com sua esposa sobre sua insatisfação sexual,e  lhe desse o direito de escolha.
Engraçado, duvido muito que se a esposa também desse umas escapulidas com um garoto de programa ou com um colega de trabalho se ele ia achar tão legal assim..
Até hoje nunca soube de um homem que agradeceu a esposa por ter dados umas escapulidas em razão da sua nova perfomance , salvo no caso de ser uma relação aberta o que pelo que entendi não é o caso.
No segundo caso, pelo que entendi a relação já morreu e só estão juntos por conveniência pois só não se separam por questões financeiras. esta relação já morreu a muito tempo, só esquecerem de enterrar então não vejo problema em o distinto senhor ter um diálogo com sua esposa.
Não tem condições de bancar uma separação? Vc já respondeu: não há relação afetiva apenas um conluio de interesses, neste caso a separação é o menor dos problemas, essa relação não existe mais.
O que gostaria de saber é se este senhor é sincero com sua esposa quanto aos sentimentos, se lhe deixa a par da sua falta de interesse em continuar a relação,  se deixa as coisas claras ou se age de forma dissimulada.
Antes da fidelidade tem que vir algo muito mais importante que se chama: lealdade.
Gente, vamos ser sinceros..ok ainda somos pouco evolúidos e temos dificuldade em domar nosso instintos ,mas não vamos buscar justificativas para sustentar uma conduta que sabemos estar escancaradamente em desacordo com os ensinamentos cristãos.
Quem se diz espírita, consequentemente segue os ensinamentos de Jesus e portanto deve  se esforçar hérculeamente para pautar sua conduta nos mesmos.
Cada um vem com sua prova e homens que tem uma sexualidade exacerbada deveriam antes de se entregar a sua "natureza" fazer uma profunda reflexão do porque do seu veículo carnal ter vindo dessa forma uma vez que tudo na natureza é equilíbrio.
Ninguém passa de Hitler a jesus em uma encarnação mas isso não é desculpa para não se dedicar firmemente à melhoria de si mesmo.
Temos instintos ?
Sim, mas a própria doutrina nos ensina que eles devem vencidos, é para isso que estamos aqui.
Abraços
Susana

Susana seu instrumetno fisico é femino, eu sou enfermeiro fiz um curso de enfermagem me esforcei ao maximo para entender essa outra especie de ser humano que é a mulher (inúmeras as diferenças em estrutura cerebral,  etc etc poderia passar 10.000 caracteres sobre o tema.  Voce não faz ideia o que é o tal da testosterona e suas repercuçoes físicas, no HOMEN.      Olha so esse argumetno cientifico    não quero convence-la da minha opinião é nula .. 0 0 0 0   simplismente demonstrar que o tema não é de simples solução como dizes NÃO.
      menor celula do corpo humano  - espermatozoide - homem
      maior celula do corpo humano  - ovulo   - mulher
      400 ovulos (OVÓCITOS) se não me enganam nascem juntamente com a mulher o que vai sendo liberado de uma em uma vez a cada ciclo menstrual.
      100.000.000 de espermatozoides são ejaculados  no azuleijo do banehiro a cada banheta.   
 
    Esses dados cientificos  simples até da pra ter a ideia obvia e nitida de que a mulher é mais seletiva, mais monogamica que o homem .  afinal a mulher  no maximo pode ter ao longo de uma vida fertil ..  20 30 gestações ela tem que ser mais seletiva sim.  o homem ja pode ser pai quantas vezes???   me entende .  é uma questão evolutiva  não so da raça humana quanto qualquer animal, passar seus genes para frente.         Muitos homens precisam disso que lhes é tão natural.  Enquanto não tiverem o interesse de buscar a consciencia, de se evoluirem são sim necessitados da promiscuidade.   Deve acabar a promiscuidade e a prostituição sim claro como disse Emannuel  são duas chagas da humanidade que precisam ser extintas..       Porem esses irmãoes de vida sensualistas precisam de afeto, atenção e carinho como qualquer outro irmão adiantado ou não.     Quando a necessidade é imensa incontrolavel, no meu caso até hoje não ocorreu, justifica-se sim a traição no intuito de previnir um mal maior.      Te dar outro exemplo habito de comer carne tão antigo debate.  eu não como carne.. porem imagina se exigir que todos parecem de comer..  quantos desempregados?  essa providencia não criaria, quantos filhos estariam a merce da miseria da fome?  ..       Tudo no seu tempo a sua hora,  os irmãos que precisam disso devem sim ter as experiencias que sua emoção os impoe, até o momento em que se saturem com tais experiencias e passem a ser monogamicos.      Nem por isso deixam de ser melhores ou piores que ninguem..

Um grande fraterno abraço   Marlon Coelho. 
 

       
 
       
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Zé Ninguém em 19 de Março de 2012, 23:12
rsrsrs
No mínimo divertido seu ponto de vista.
Esta história da natureza reprodutora do homem dá pano para manga e um longo debate.
Não questiono a existência dos hormônios masculinos ..o que questiono é  a necesidade de mentir e enganar para satisfazer suas necessidades.
O limite para qualquer ação é o próximo então nada contra viver sua natureza contanto que isso não invada o livre arbítrio alheio e magoe um ser humano.
Quanto a questões das duas esposas..o LE já nos disse que isso é um atraso.
Também acho que amor é algo magnâmico e deve ser estendido a todos não apenas a um parceiro, porém não é esta concepção que predomina entre nós.
Na maioria das vezes a poligamia, salvo raras exceções, é uma justificativa para variedade sexual e não sinônimo do amor puro incondicional que une as almas cujos  praticantes querem  verdade extravazar este sentimento crístico  além de um reduzido círculo afetivo.
Acho lindo este conceito contanto que seja esta a real motivação.
Marlon, em resumo: não estou dizendo aqui qual é o  melhor caminho para ninguém, eu apenas achei o melhor caminho para mim pois foi uma escolha que me trouxe paz de espírito.
O problema não é a poligamia ou monogamia em si a falta de sinceridade, lealdade e cumplicidade entre companheiros, pois se tal conduta fosse a regra não haveria necessidade de se fazer nada às escuras.
Trair significa necessariamente mentir e quem está se empenhando no seu processo espiritual não pode ser contraditório e viver Jesus apenas de boca e não no coração.
Tipo: é bonito, mas serve para os outros não para mim..
Abraços
Susana
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Danilo Henrique em 20 de Março de 2012, 11:10
Nossa que polêmica, rsrs

Só quero deixar claro que não sou a favor da traição, nem da mentira, nem do "free sex", nem de orgias, nem do swingue, troca de casais, nem da prostituição, nem da promiscuidade, nem de um homem casar com 7, 8 mulheres ou vice versa, nem da cobiça a mulher/homem do próximo e nem da destruição de lares. O pessoal naturalmente levou a conversa pra esse lado, talvez por não ter me compreendido.
Sou a favor da liberdade. Do casamento não ser uma algema. Do respeito pela vontade do próximo.

Suzana, meu bem, não quero mudar sua opinião, só quero me explicar melhor, pra ver se você concorda com minha visão:

Você diz que sua consciência lhe diz que o mais correto é a monogamia. Confesso que minha consciência diz exatamente a mesma coisa. Não me imagino com duas ou mais namoradas, duas ou mais esposas, não foi essa a ideia que eu propus. O que tentei mostrar, é que talvez, se o casal tiver uma mente aberta e fizer um acordo de mutua compreensão, sem se deixarem aprisionar em conceitos sustentados tão somente pela norma social do "bem proceder", que sensibiliza o que chamamos de "reputação",
poderiam evitar muito sofrimento no casamento. No seu caso, você diz que não trai por você mesma, isto é, por uma questão de consciência. Isso mostra a tua evolução espiritual, uma virtude que você conquistou. Mostra o seu domínio sobre suas paixões. Eu não sou casado, mas quando for, espero conseguir manter a mesma conduta. Mas onde quero chegar, é que o que me preocupa de verdade, é se um dia minha esposa, que pode não ser tão evoluída como você, se entendiar do nosso relacionamento (eu com ela), e ser infeliz por causa disso. Então eu lhe diria: Não se sinta algemada a mim. Faça o que quiser. Apenas não minta para mim, seja sincera comigo. Claro que isso aconteceria depois de todas as tentativas possíveis de reanimar o romance. Entendeu Suzana? Estou pouco me lixando para a minha reputação, para a designação de "corno manso", que é apenas um estupido rótulo da sociedade machista. Se isso não acontecer, ótimo, maravilha. Mas se acontecer, é preciso estar preparado para tomar a atitude mais próxima da conduta cristã.
E natural que alguém pense: "Mas ela pode gostar da coisa, e te abandonar! Ela pode passar de vez a te achar sem graça, e querer se envolver só com outros homens". Dai respondo: Mas se essa for a vontade dela, que seja! Poderia perdê-la sim, mas se isso a fizesse mais feliz, eu por isso também deveria ser mais feliz. Aceitar-lhe-ia de volta, se fosse o caso? Se disso ela tirasse algum aprendizado para o nosso relacionamento, e se agisse com honestidade, sim, perdoaria e aceitaria de volta.

Devemos galgar sim uma conduta espiritualmente mais elevada, mas não podemos negar a nossa condição atual. Através do sexo, não é possível fazer mal a alguém, se você aplica respeito e consciência em todas as suas atitudes. Porém, a crença comum é de que quando duas pessoas estão ligadas num relacionamento, qualquer experiência fora dele é um crime mortal, que merece ser punido com o inferno. Mas podemos ter uma concepção mais elevada que essa, pois o advento do espiritismo nos deu conhecimento do amor universal, do amor incondicional de espírito para espírito, quem não tem cor, nem sexo, nem grau de parentesco, e que está aacima de qualquer convenção ou regra humana.

Abraços!






Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Zé Ninguém em 20 de Março de 2012, 11:14
Olá Marlon,
Sobre o seu comentário via facebook que aperece aqui no fórum, sobre minhas postagens.
Primeiro, cuidado com as palavras de baixa vibração , atraem para perto de você vibrações muito negativas.
Você pode se expressar sem ter que falar palavrão, aliás é muito mais elegante e educado, você não está em uma roda de bar.
Segundo, não...não quero ser a dona da verdade, leia bem o que eu disse:

Acho lindo este conceito contanto que seja esta a real motivação.
Marlon, em resumo: não estou dizendo aqui qual é o  melhor caminho para ninguém, eu apenas achei o melhor caminho para mim pois foi uma escolha que me trouxe paz de espírito.
O problema não é a poligamia ou monogamia em si a falta de sinceridade, lealdade e cumplicidade entre companheiros, pois se tal conduta fosse a regra não haveria necessidade de se fazer nada às escuras.

Tudo o que escrevi reflete apenas uma opinião pessoal, baseada inclusive na minha vivência pessoal.
Quando tive meu despertar espiritual, muita coisa mudou, principalmente meus valores e a forma como via o outro.
Sempre coloquei meus desejos e satisfações acima do próximo e quando comecei a trilhar a minha caminhada espiritual de forma verdadeira e sincera inevitável rever a forma como eu vias as pessoas.
Chega um momento Marlon em que passamos a ver o Criador em todas as criaturas e fica muito difícil pensar na idéia em trair alguém porque você enxerga o outro com tanto amor e respeito que mentir, enganar se torna algo sem razão.
Nós somos apenas ferramentas de uma vontade maior, essa discussão toda existe porque o homem ainda não entendeu isso. Toda e qualquer vontade pessoal está sempre subordinada a uma vontade maior.
Você fala em orgulho, mas não é esse o problema, não tem a ver com orgulho tem a ver com respeito.
Não há como escamotear a questão, independente das consequêcias "benéficas" que você diz  poder advir de uma traição, isso não muda o fato de que ela é sim um ato de egoísmo porque para trair é necesário menosprezar a vontade do outro.
É o ego humano que grita e coloca suas necessidades como mais importantes que a do outro.
Não estou aqui julgando ninguém..mas não adianta querer colocar a responabilidade de nossa conduta na natureza do nosso corpo porque temos o corpo que merecemos e se há algum desajuste foi porque nós causamos, e além do mais, graças a Deus temos algo chamado razão pena que ás vezes nos esquecemos de usar( na verdade quando é conveniente preferimos nos sentir como máquinas guiadas pelo instinto).
Vou citar um caso de um parente próximo que ilustra bem o que penso sobre o assunto.
Trata-se de um senhor de meia idade, casado há 30 anos e que sempre pulou a cerca, apesar de dizer que gosta da esposa.
Algumas vezes sua mulher descobriu e acabou o perdoando porque ele sempre prometia que iria respeitá-la.
Porém além de uma sexualidade exacerbada , também era um mentiroso compulsivo( porque como eu disse chega um momento que é inevitável mentir quando se trai).
Até que chegou um dia que sua esposa começou a se desinteressar sexualmente por ele.
Não aceitando a situação ele começou a colocar a culpa nos hormônios dela, dizendo que era a menopausa e achou a justificativa perfeita para continuar fazendo algo que sempre fez.
o que ocorre é que esposa teve um despertar espiritual e começou a dar uma importância menor para o sexo pois passou a dedicar sua energia, seu tempo a outras coisas, e ele não..
Eu tive algumas revelações sobre este senhor e via nitidamnete ele nos tempos de Roma, em grandes orgias sexuais e glutônicas.
Este senhor, hoje com sexualidade exacerbada, na verdade ainda era o mesmo ser que em Roma se esbaldava na animalidade e como não aceitava as regras sociais sobre monogamia ficava buscando justificativas para vivenciar sua sensualidade, o que seria um problema só dele se isso não atingisse também o livre arbítrio de uma outra pessoa.
Porém como sua alma ainda não havia se libertado das paixões, ele vem com um veículo carnal com bastante testosterona, afinal de que forma a lei de causa e efeito faria a corrrespondência no seu corpo físico das mazelas que ainda carrega na alma?
Daí ele vive dizendo: não tenho culpa, Deus me fez assim e pronto..vou me esbaldar..
Gente, por favor, entre não espíritas é até compreensível este pensamento pois desconhecem os mecanismos que envolvem a reencarnação ,mas ver este pensamento encontrar guarida entre os adeptos da doutrina é preocupante.
Nós não viemos aqui para repetir os mesmos equívocos, afirmar o contrário seria admitir que o homem está sujeito a um automatismo.
Nossas fraquezas não desaparecem como um toque de mágica, somos nós que em sucessivas reencarnações vamos nos esforçando para vencê-las.
Aquele que justifica seus atos com base em sua natureza corpórea esquece que seu veículo físico está estritamente ligado à sua missão, à sua prova.
O dia que o amor incondicional imperar entre os homens desnecessário será realizar este tipo de debate pois o egoísmo será apenas uma vaga lembrança de um passado distante e o ser humano terá finalmenete comrpeendido que somos todos um.
Abraços
susana




Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Danilo Henrique em 20 de Março de 2012, 11:25

Marlon Coelho, ante o seu ponto de vista, permita-me obtemperar, repetindo o que coloquei no primeiro post:

Citar
Como toda reflexão, precisamos ver os dois lados da moeda...

1. Em nossa história, observamos de forma geral, a tendência instintiva que o ser humano tem de entregar-se aos mais variados desvarios e tentações da carne, sendo ao mesmo tempo vítima e verdugo desse processo. Natural que as leis e a religião impusesse um freio a esse comportamento, estabelecendo regras de conduta.
Além disso, sem a dedicação reciproca e fidelidade peculiar dos casais consumados, não haveria estabilidade e equilíbrio nas bases da instituição chamada "família", tão necessária para o progresso material e moral do ser humano. (proposição minha)

Então é preciso levar em conta que nem todo impulso é uma necessidade real do ser orgânico, mas em muitos casos, uma alienação da mente indisciplinada. Todo esforço, no sentido de controlar estas energias, e evitar que elas explodam num ato insano, perturbando os sentimentos dos que estão envolvidos, é valido acredito eu, e deve ser empregado. Não é incomum ouvirmos casos de pessoas que se aventuraram em experiências malucas, e se arrependeram amargamente do ato. Lembremos que a sede em que reside a moral de todos os atos é a nossa consciência. Não menospreze também a influência perniciosa da obsessão, que como explica a Doutrina, em certos casos, Espíritos mal intencionados procuram sempre nos arrebatar em nossas fraquezas.

Abraços!
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Zé Ninguém em 20 de Março de 2012, 11:35
Olá danilo!!
Fique tranquilo em momento algum achei que você estivesse fazendo apologia a mentiras e traições e mesmo que tivesse não haveria porque se explicar.
Consegui captar seu pensamento, e foi justamente nesse sentido que me manifestei.
Lembra quando disse que casamento não é punição e da importância do casal cultivar o hábito de conversar de forma franca e de como a lealdade vem antes da fidelidade.
O receio que você expressou sobre a hipotética situação apresentada é natural e é justamente sobre isso que falei nas minhas mensagens: sobre a importância de colocar às coisas às claras e dar abertura para o parceiro para ser verdadeiro.
Se amo realmente alguém quero ver ele feliz..confesso que nem sempre foi assim.
Mas hoje penso que querer alguém infeliz perto de mim é posse e não amor que o verdadeiro amor liberta e consiste na capacidade de ter empatia pelo outro.
Deixo muito claro para meu namorado que o quero feliz, seja a meu lado ou não.
Este tipo de diálogo nunca houve em relações anteriores porque na verdade não estava disposta a abrir mão do que era MEU..posse então a traição realmente era um fantasma que vivia me assombrando pois tinha medo de perder meu parceiro e isso durou até o dia que compreendi que o que achava que era amor era simplesmente posse e dependência emocional.
Grande parte das relações afetivas sofrem do mesmo mal, conto nos dedos de uma mão os relacionamento realmente baseados no amor. Na maioria das vezes as pessoas acham sinceramente que amam, mas ainda é uma mor imaturo, inseguro e egoísta que está há anos luz do que seja realmente amor.
Quanto a ser evoluída isso não é verdade, sou apenas uma criança tateando o universo mas que hoje consegue ter uma concepção um pouco menos egoísta do que seja amor.
Abraços
Susana
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Gustavo Rettenmaier em 20 de Março de 2012, 11:39
"Sou monogâmica não porque me ensinaram a ser mas simplesmente porque lá no íntimo da minha consciência sinto que é o certo a se fazer."
Querida Suzana, essa sua frase reflete com muita propriedade o que penso.
Na frase colocada do LE: "O casamento, conforme os desígnios de Deus, deve estar fundado na afeição dos seres que se unem." encontramos a resposta da questão.
Qualquer relacionamento, segundo o Mestre deve ser calcado no amor ao próximo. Amor esse que se realiza principalmente através do respeito.
Em um casamento mais ainda, o amor deve ser a base. Um amor que a tudo suporta, um amor incondicional.
Quando existe esse amor, a questão sexual é apenas um complemento, importante é verdade, mas um complemento.
Um relacionamento de verdade, dentro dos moldes em que o Mestre nos ensinou, requer tolerância, paciência, carinho, amizade e fundamentalmente respeito.
Se alguem coloca a questão sexual acima do respeito ao seu companheiro(a), não ama, pois o amor transcende a matéria.
Assim sendo, como disse nossa irmã Suzana, a monogamia, mais do que uma questão de respeito a seu perceiro de vida, é como cita o LE, atestado de evolução moral, pois consegue colocar o verdadeiro sentimento, que é o amor, acima das manifestações materiais.
E se o casamento, se tornar um "fardo", o divorcio é uma solução sim, pois de cara limpa e com sinceridade, sem falsidade.
Se um irmão prefere manter-sa nas ilusões da matéria e dos prazeres da matéria, tem seu livre arbitrio para fazê-lo, mas não pode obrigar outros a aceitar.
Acredito inclusive que o casamento, quando encarado com a seriedade que ele tem, é uma ferramenta fantástica para a evolução moral das pessoas.
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Zé Ninguém em 20 de Março de 2012, 12:00
Obrigada Gustavo.
Conseguiu resumir em poucas palavras exatamente o que penso.
Grande Abraço
Susana
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Gustavo Rettenmaier em 20 de Março de 2012, 17:36
Cara Suzana.
Todos os conceitos que possuimos são colocados a prova diariamente no cotidiano da vida.
Relacionamentos temos sempre com todos a nossa volta e que nos exigem as virtudes morais da paciência, tolerância entre outras.
No casamento não é diferente, ao contrário.
Muitas pessoas embarcam em um relacionamento movidos pelas sensações que existem em uma sociedade que vive de aparências.
Eu mesmo fui questionado por, aos 40 anos estar solteiro, sem nunca ter tido um relacionamento que pudesse ser assim considerado.
Fugir do padrão é fundamental. Ciume é falta de confiança no parceiro ou parceira e traição é falta de respeito e covardia, é deixar se levar pela ilusão. É trocar a felicidade pelo prazer, que nunca será sequer parecido.
Para concluir, sou casado a pouco mais de um mês, com alguem que passou pela experiência de um relacionamento sem as bases fundamentais do amor incondicional.
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Carlos Magnus em 17 de Maio de 2012, 17:52
rsrsrs
No mínimo divertido seu ponto de vista.
Esta história da natureza reprodutora do homem dá pano para manga e um longo debate.
Não questiono a existência dos hormônios masculinos ..o que questiono é  a necesidade de mentir e enganar para satisfazer suas necessidades.
O limite para qualquer ação é o próximo então nada contra viver sua natureza contanto que isso não invada o livre arbítrio alheio e magoe um ser humano.
Quanto a questões das duas esposas..o LE já nos disse que isso é um atraso.
Também acho que amor é algo magnâmico e deve ser estendido a todos não apenas a um parceiro, porém não é esta concepção que predomina entre nós.
Na maioria das vezes a poligamia, salvo raras exceções, é uma justificativa para variedade sexual e não sinônimo do amor puro incondicional que une as almas cujos  praticantes querem  verdade extravazar este sentimento crístico  além de um reduzido círculo afetivo.
Acho lindo este conceito contanto que seja esta a real motivação.
Marlon, em resumo: não estou dizendo aqui qual é o  melhor caminho para ninguém, eu apenas achei o melhor caminho para mim pois foi uma escolha que me trouxe paz de espírito.
O problema não é a poligamia ou monogamia em si a falta de sinceridade, lealdade e cumplicidade entre companheiros, pois se tal conduta fosse a regra não haveria necessidade de se fazer nada às escuras.
Trair significa necessariamente mentir e quem está se empenhando no seu processo espiritual não pode ser contraditório e viver Jesus apenas de boca e não no coração.
Tipo: é bonito, mas serve para os outros não para mim..
Abraços
Susana

http://biologiaecologia1globalwarming.wordpress.com/2010/02/03/fases-do-amor/

Vasopressina o nome do hormônio da fidelidade.   
Título: Re: Poligamia, casamento e ciúmes
Enviado por: Zé Ninguém em 18 de Maio de 2012, 19:49
Obrigada Carlos pelo texto, bem interessante.
Mas como disse, ser ou não fiel independe apenas de hormônios.
O hormõnio pode justificar o desejo mas não a ação.
A inciativa de trair compete ao liver arbítrio uma vez que não somos autômatos mas seres com poder de escolha.
Eu já fui infiel em outros relacionamentos e partir do momento em que tive meu despertar espiritual esta conduta naturalmente deixou de existir.
Por isso que insisto que não é só uma questão de hormônios ,mas de escolha porque seria muito cômodo colocar a culpa da minha infidelidade na bioquímica ao invés de tentar realizar minha melhoria como ser humano.
Fica a pergunta: um homem com muita testosterona e com taxas elevadas de "vasopressina"veio desta forma porque razões ,uma vez que na natureza tudo é equilíbrio?
O corpo que recebemos tem estreita ligação com o estado do nosso espírito.
Se nossa ferramenta de aprendizado vem desta forma cabe então uma análise mais profunda a fim de se verificar se a desarmonia hormonal relacionada a atividade sexual não é um reflexo de condutas passadas, então neste caso estaria o espírito diante de uma prova a ser superada.
Esta mesma justificativa também poderia então ser aplicada então aos psicopatas que de acordo com estudos possuem desajustes na área cerebral que os levariam a cometer atrocidades e, seguindo este raciocínio, ninguém tem responsabilidade uma vez que a culpa é do corpo ou como uns dizem " Deus que me fez assim" se esquecendo da lei de causa e efeito e de que nosso veículo tem muito a dizer sobre onde erramos no passado e o que precisamos aprender no presente.
A opção de trair ou não cabe ao espírito não ao corpo. Temos o corpo que merecemos ou que precisamos e se este corpo apresenta desajustes importante refletir.
Diz um ditado: se queremso saber onde erramos ontem basta observar onde estamos errando agora.
O  que tem que ficar claro é que não existem injustiças na natureza, e se isso cocorre por alguma razão é: cada um tem sua cruz.
Abraços
Susana