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GERAL => Psicologia & Espiritismo => Sexualidade => Tópico iniciado por: jbaptgrenouille em 30 de Julho de 2016, 07:38

Título: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: jbaptgrenouille em 30 de Julho de 2016, 07:38
Quando um homem ou mulher parte para a morada espiritual, deixando na terra o seu parceiro(a) que então se torna viúvo(a). Lá o espírito desencarnado pode envolver-se novamente de forma amorosa por outro espírito na erraticidade?

Para quem fica na terra há a escolha em liberdade em continuar sozinho ou buscar um novo relacionamento por agora ter se tornado viúvo(a). O mesmo se dá para aquele que partiu?

O ciúmes existe do desencarnado para seu antigo cônjuge? e de que forma isso aflinge o espírito?

O encarnado e viúvo pode no entanto quando partir para a morada espiritual, reencontrar seu antigo amor então agora já envolvido-se com outro na erraticidade?

O ciúmes é medido de que forma quando ambos se reencontram na erraticidade? e de que forma é para aquele que partiu e vê seu antigo cônjuge então com outro(a) aqui na terra?

A fidelidade neste caso permanece para ambos?

Muito obrigado á todos.
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 31 de Julho de 2016, 16:20
Olá a todos!

Em se tratando de conversas sobre a continuidade das nossas vidas
Acredito que é bom sim conversarmos sobre todos os assuntos
Especular certas questões
E até as suas gravidades
A vida segue livre
E as possibilidades são tantas
E ficarmos engessados numas suposições
Acredito que em nada isto ajudaria

Gostei muito das suas indagações
São naturais e bem úteis

Valeu

Espero que eu consiga participar com a minha opinião
em todas as suas indagações levantadas
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Luz Serena em 31 de Julho de 2016, 22:21
Aprendendo sobre o tema  com Andre Luiz no livro o "Nosso lar":

O Caso de Tobias:[attach=1]
63. TOBIAS E SUAS DUAS ESPOSAS – Tobias vivia em Nosso Lar com Hilda e Luciana, suas ex-esposas na última encarnação. Hilda e Tobias se casaram na Terra obedecendo a sagradas afinidades espirituais, vivendo em um ambiente de muita alegria. Entretanto, por ocasião do nascimento do segundo filho, Hilda desencarnou e passou pesados dias no Umbral, angustiada, enquanto Tobias chorava constantemente. Ela se agarrou aos familiares querendo protegê-los, não obstante os esclarecimentos que recebia dos amigos espirituais através da intuição. Tobias resolveu se casar novamente, desta vez com Luciana, o que fez com que Hilda se transformasse em uma verdadeira fera, perseguindo-a tenazmente em função do ciúme doentio. Porém, sua avó, já desencarnada, veio-lhe em auxílio: "Que é isso, minha neta? Que papel é o seu na vida? Você é leoa ou alma consciente de Deus? Pois nossa irmã Luciana serve de mãe a seus filhos, funciona como criada em sua casa, é jardineira do seu jardim, suporta a bílis do seu marido e não pode assumir o lugar provisório de companheira de lutas, ao lado dele?" Hilda caiu em si e, abandonando o antigo ambiente doméstico, seguiu com a avó para Nosso Lar. Passou a considerar Luciana como filha, dedicando-se à nova família constituída por Tobias. A fraternidade cristã venceu o ciúme.
64. CASAMENTO – Luciana informou que há casamentos de amor, de fraternidade, de provação e de dever, sendo que "o matrimônio espiritual realiza-se, alma com alma, representando os demais simples conciliações indispensáveis à solução de necessidades ou processos retificadores, embora todos sejam sagrados." No plano espiritual as uniões ocorrem em função da combinação vibratória ou, mais especificamente, pela afinidade máxima ou completa. Na Terra, o casamento de Tobias com a segunda esposa foi uma união fraternal. Em Nosso Lar, Luciana se encontrava em pleno noivado espiritual, pois seu companheiro de reencarnações passadas havia retornado ao plano físico recentemente e ela estava se preparando para seguir ao seu encontro.
65. CONVERSA COM DONA LAURA – André Luiz estava muito impressionado com o caso de Tobias e procurou dona Laura para conversar sobre o assunto. A mãe de Lísias informou que existem situações semelhantes na Colônia e em outros núcleos espirituais. Não há uma regra geral, pois cada caso depende da afinidade e da fraternidade existente entre os Espíritos envolvidos. Dona Laura teceu vários comentários a respeito do "espírito de sequência que rege os quadros evolutivos da vida". Explicou ainda que Tobias, Hilda e Luciana se esforçaram muito na aquisição do entendimento necessário, porém existem inúmeros indivíduos que não têm a mesma disposição e estacionam nas regiões obscuras do Umbral. Entretanto, a Providência Divina muitas vezes utiliza-se dos laços da consaguinidade para reunir os desafetos do passado que foram incapazes de superar os problemas de relacionamento afetivo e sexual. Informou dona Laura que "para nós, que compreendemos a necessidade da iluminação com o Cristo, é imprescindível destacar, não só a experiência do casamento, mas toda experiência de sexo, por afetar profundamente a vida da alma".
[Só o Amor vence

Luz Serena
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: VLRC em 01 de Agosto de 2016, 01:48
CAP 30 OS MENSAGEIROS
Em palestra afetuosa

Voltávamo-nos em conversação amiga para as belezas de“Nosso Lar”, quando Aldonina interveio, acrescentando:Alguns membros de nossa família visitam a cidade de vocês,de tempos a tempos. Nossa irmã Isaura, que se casou em“Campo da Paz”, há três anos, lá reside em companhia do esposo,que é funcionário dos Serviços de Investigação do Ministério do Esclarecimento.Percebendo-nos a curiosidade, prosseguiu:


– Morava ele conosco, mas, desde muito tempo, foi convocado a serviços por lá, vindo, mais tarde, buscar a noiva. Vicente, que se mantinha em atitude expectante, exclamou:
– Tocamos num assunto que muita admiração me tem despertado, desde que regressei dos círculos terrenos. Não tinha, no mundo, a menor idéia de que pudéssemos cogitar de uniões matrimoniais, depois da morte do corpo. Quando assisti a festividades dessa natureza, em “Nosso Lar”, confesso que minha surpresa raiou pela estupefação.
Cecília, vivaz, acentuou, sorrindo:


– Isto se deu também conosco. Entretanto, é forçoso reconhecer que tal estado d'alma resulta do exclusivismo pernicioso a que nos entregamos no plano carnal, porque, se o casamento humano é um dos mais belos atos da existência na Terra, porque deixaria de existir aqui, onde a beleza é sempre mais quintessenciada e mais pura? E, além do mais, é imprescindível ponderar que não vivemos à revelia de leis sábias e justas.


– E como são felizes os que se casam em nossos planos! – acentuou o companheiro, denotando aspirações secretas do coração.Aldonina esboçou um gesto expressivo e considerou:

– Sim, para possuirmos aqui essa ventura, é preciso ter amado na Terra, movimentando os mais nobres impulsos do espírito. Para colher os júbilos dessa natureza, é necessário ter amado com alma. Os que se consagram exclusivamente aos desejos do corpo,não sabem amar além da forma, são incapazes de sentir as profundas vibrações espirituais do amor sem morte. Desejando, porém, retomar o assunto referente a Isaura, interroguei,
curioso:


– Continuem falando-nos da irmã que se mudou para “Nosso Lar”. Estimaria saber como se realizou o consórcio. Se você, Cecília, está aguardando um prêmio de visita à nossa cidade, como se casou ela, transferindo-se para lá definitivamente?
Cecília sorriu e retrucou:


– Isto é outro caso Isaura não poderia correr atrás do noivo,porque estava em situação inferior à dele, mas Antônio, como superior, poderia descer a buscá-la. Não creiam, porém, que o matrimônio se tenha verificado sem qualquer preparação ou exigência.
O noivo poderia conduzi-la sem qualquer formalidade,desde que recebesse o devido consentimento, porquanto obtivera permissão das autoridades de “Nosso Lar”, mas um dos chefes de serviço aconselhou a Isaura, nesse sentido, explicando-lhe que,


como administrador de uma colônia em condições de inferioridade, não podia opor qualquer embargo, mas pedia à noiva preparar-se,por seis anos sucessivos, em “Campo da Paz”, antes da partida definitiva, acrescentando sensatamente que, num casamento de
almas, é indispensável apurar o enxoval dos sentimentos.


Nossa irmã, que foi sempre muito prudente, aceitou a solicitação e trabalhou durante todo esse tempo em nossa colônia, adquirindo valores culturais e aprimorando o campo do pensamento.Recebia essas delicadas informações, sem disfarçar a enorme surpresa.


– Já fui visitar o casal, uma vez – disse Aldonina, honrada quando ganhei o prêmio de assiduidade e bom ânimo. Estive em“Nosso Lar”, durante uma quinzena inesquecível para mim; no entanto, embora visitasse sublimes instituições como o Bosque das Águas, o Salão da Arte Divina, o Campo da Prece Augusta,reconheço ter voltado muito longe de um conhecimento integral da enorme cidade.


Abraços
VLRC
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Vitor Santos em 01 de Agosto de 2016, 15:42
Olá amigos

Do que eu tenho lido, efectivamente os desencarnados podem continuar a comportar-se como se estivessem encarnados.  E quando estamos encarnados nós vemos os nossos cônjuges ou namorados(as) como sendo quase exclusivamente nossos. Falo no caso em que os amamos, com o coração e com a alma. Isso já como encarnados é algo que está errado. Ninguém é de ninguém. A primeira regra de um amor saudável é o respeito pela liberdade e pelos sentimentos do outro. Mas não é fácil de cumprir, essa regra, por vezes.

Quando frequentamos um jardim e um passarinho começa a perder o medo e a pousar na nossa mão, a relação entre nós e ele  encantadora é saudável. Se o agarramos e colocamos numa gaiola, tudo muda. O pássaro já não será mais o mesmo.  É claro que temos temos responsabilidades, uns perante os outros, mas ninguém é de ninguém.

Apelando à lógica, ao número imenso de reencarnações, ao que tenho lido, o amor subsiste à morte, mas não a relação conjugal. Os espíritos não têm sexo. O que encarna agora como nosso cônjuge amanhã como encarnar como irmão, como tio, como sobrinho, como pai, como mãe, como amigo, ou nem ser do mesmo sangue. Só existe amor de uma espécie. A intensidade é que varia. A atracão física é coisa do corpo de carne. Todavia, psicologicamente, os espíritos podem comportar-se como se ainda tivessem corpo de carne. E, nessa medida, falam e pensam como nós, encarnados, pensamos.

A ideia de alma gémea, no sentido de espíritos destinados apenas a outro espírito, é negada na Codificação espirita. Uma pessoa que muito amamos será depois uma alma amiga, irmã, amada, imagino. Mas não um cônjuge espiritual. O gosto de amar muito alguém, se os espíritos já estão mais libertos das ideias que tinham na carne, imagino que é muito grande, algo de fantástico. E é possível amar mais do que um espírito assim. Por exemplo todos os que foram cônjuges. pais, filhos, irmãos, etc. na carne, que foram muito amados ainda na carne, em várias encarnações. 

Esta ideia não é fácil de assimilar enquanto estamos na carne. E depois da morte pode não ser fácil, também. Mas a razão diz-nos que deverá ser assim. É o que eu penso e imagino, pelo menos.

Bem hajam
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 01 de Agosto de 2016, 17:58
Lucas 20. (27-39).

Chegaram então alguns dos saduceus, que dizem não haver ressurreição, e perguntaram-lhe:
Mestre, Moisés nos deixou escrito que se morrer alguém, tendo mulher mas não tendo filhos, o irmão dele case com a viúva, e suscite descendência ao irmão.
Havia, pois, sete irmãos.
 O primeiro casou-se e morreu sem filhos; então o segundo, e depois o terceiro, casaram com a viúva; e assim todos os sete, e morreram, sem deixar filhos.
Depois morreu também a mulher. Portanto, na ressurreição, de qual deles será ela esposa, pois os sete por esposa a tiveram?
 Respondeu-lhes Jesus:
Os filhos deste mundo casaram-se e dão-se em casamento; mas os que são julgados dignos de alcançar o mundo vindouro, e a ressurreição dentre os mortos, nem se casam nem se dão em casamento; porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.
Mas que os mortos hão de ressurgir, o próprio Moisés o mostrou, na passagem a respeito da sarça, quando chama ao Senhor; Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó. Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para ele todos vivem.
Responderam alguns dos escribas:
Mestre, disseste bem.
Não ousavam, pois, perguntar-lhe mais coisa alguma.
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Vitor Santos em 01 de Agosto de 2016, 18:34
Olá Moisés

Essa de trazer essas palavras de Jesus foi inspirada amigo. Está tudo dito!

Bem hajas
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 01 de Agosto de 2016, 19:43
Olá Moisés

Essa de trazer essas palavras de Jesus foi inspirada amigo. Está tudo dito!

Bem hajas

Rsrsrs

É que Jesus fala em uma questão politica
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Vitor Santos em 01 de Agosto de 2016, 20:07
Olá Moisés

Jesus não perdia oportunidades de ensinar, a todos os pretextos. O Mestre era mesmo mestre...

Bem hajas
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Arthur BR em 02 de Agosto de 2016, 16:08
Acho que devemos colocar os complementos carnais nesse estudo, na carne, amor e sexo se completam naturalmente, é quase impossível existir amor sem desejo. Espíritos não tem sexo, portanto o amor no plano espiritual é o amor pleno, de alma para alma.
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 02 de Agosto de 2016, 16:22
Olá Moisés

Jesus não perdia oportunidades de ensinar, a todos os pretextos. O Mestre era mesmo mestre...

Bem hajas

Sim
Em um tempo onde a politica possuía fortes caráters religiosos

Aprofundemo-nos
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 02 de Agosto de 2016, 16:23
Acho que devemos colocar os complementos carnais nesse estudo, na carne, amor e sexo se completam naturalmente, é quase impossível existir amor sem desejo. Espíritos não tem sexo, portanto o amor no plano espiritual é o amor pleno, de alma para alma.

Tambèm!
Tudo o que vem somar para o nosso entendimento e que nos leve as boas reflexões nos será importnate
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: VLRC em 02 de Agosto de 2016, 16:38
Bom dia


Os filhos deste mundo casaram-se e dão-se em casamento;

A meu ver no plano astral tudo que chamamos de abismos,trevas,umbral etc pertence a esse mundo o planeta terra



 mas os que são julgados dignos de alcançar o mundo vindouro, e a ressurreição dentre os mortos, nem se casam nem se dão em casamento; porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.


Jesus a meu ver nessa explicação esta falando sobre espíritos que já alcançaram o estado de puros e não de espíritos que continuam nesse mundo(terra) vivendo no plano astral em corpos menos materiais.Ele diz já não podem mais morrer pois são iguais aos anjos(espiritos Puros)

Esse é meu entendimento sobre esse trecho da bíblia, alguém teria outro ?

Quanto a casamentos no plano astral nesse mundo(terra)Não vejo nada que possa impedir tais realizações. não vivemos com o corpo perispirítico no astral e esse não é também matéria ? 



Abraços
VLRC
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 02 de Agosto de 2016, 20:55
Tentando conversar sobre estas questões
Respondendo apenas no campo da minha opinião
E busco não estar fechando questões
Mas avaliando possibilidades
Quando um homem ou mulher parte para a morada espiritual, deixando na terra o seu parceiro(a) que então se torna viúvo(a). Lá o espírito desencarnado pode envolver-se novamente de forma amorosa por outro espírito na erraticidade?
Olha!
Poder! pode
Estamos falando das possibilidades de algum desencarnado se envolver e ter uma certa simpatia
por outro espírito que venha a conhecer na erraticidade
Eu particularmente acho isto possível
Esta forma amorosa é que não vou detalhar
Pois atende para infinitas possibilidades
Sei que não citou a questão sexo
Mas a doutrina fala sim em sexo entre os espíritos
Mas não como o entendemos
Realmente entendo que nós entendemos
com a predominância do machismo
e o apedrejamento a falha
Mas muito pode ser dito e deve ser discutido pois as condições dos desencarnados atendem para inúmera possibilidades

Citar
Para quem fica na terra há a escolha em liberdade em continuar sozinho ou buscar um novo relacionamento por agora ter se tornado viúvo(a). O mesmo se dá para aquele que partiu?

Não que tenha de escolher uma novo relacionamento
Mas há uma clausula explicita nas cerimônias religiosas
relativa as crenças que visam favorecer os dogmas
que é:
" Até que a morte vos separem"
Não que não tenhamos que nos separar
Mas também não devemos ser escravos dos dogmas
Os espíritos desencarnados são as almas dos homens que viveram encarnados
E portanto o que eles fazem ou buscam fazer
Não se podem generalizar
e nem se encerrar num dogma
Eu penso assim

Citar
O ciúmes existe do desencarnado para seu antigo cônjuge? e de que forma isso aflige o espírito?
Sim!
Existe pois ammorte não nos cura de nossos vicios e defeitos morais
E sabemos que o ciúme prejudica e muito a pessoa que é objeto de ciumes
E ocorre prejuízos para ambos os lados, tanto para o encarnado como para o desencarnado
Em específico na pergunta
O desencarnado o aflige com todo o tipo de importunação que a condição de um desencarnado enciumado o proporciona
claro que depende e muito do estado do desencarnado e das possibilidades
Em estando próximo
causa irritação, mau humor, dores de cabeça, mau estar e até pode decorrer até o grau da obsessão
Citar
O encarnado e viúvo pode no entanto quando partir para a morada espiritual, reencontrar seu antigo amor então agora já envolvido-se com outro na erraticidade?
Sim
Uma vez podendo saber de toda a situação que este se encontra
Vai sim saber desta sua situação, isso se ela houver
E como disse
Uma vez se reencontrando caso esteja em outro envolvimento que não lhe queira dar mais
atenção...saberá as razões...
Eu penso assim para estas questões

Citar
O ciúmes é medido de que forma quando ambos se reencontram na erraticidade? e de que forma é para aquele que partiu e vê seu antigo cônjuge então com outro(a) aqui na terra?
Tem ciumentos calados
e tem os trovoadas
Uns sentirão magoas
e outros se sentirão traídos
Já que uma vez ciumentos carregarão em seus entendimentos
todas as possibilidades que um ciumento carrega
Citar

A fidelidade neste caso permanece para ambos?

Muito obrigado á todos.


Não seria uma questão totalmente de infidelidade
Mas de entendimento sobre a vida encarnada e desencarnada
Mas temos observado casos
que possamos dizer uma total fidelidade
Pois ampara
Acolhe
E continua as afeições

Como disse
conversas e especulações

Abraços
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 02 de Agosto de 2016, 21:00
Bom dia


Os filhos deste mundo casaram-se e dão-se em casamento;

A meu ver no plano astral tudo que chamamos de abismos,trevas,umbral etc pertence a esse mundo o planeta terra



 mas os que são julgados dignos de alcançar o mundo vindouro, e a ressurreição dentre os mortos, nem se casam nem se dão em casamento; porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.


Jesus a meu ver nessa explicação esta falando sobre espíritos que já alcançaram o estado de puros e não de espíritos que continuam nesse mundo(terra) vivendo no plano astral em corpos menos materiais.Ele diz já não podem mais morrer pois são iguais aos anjos(espiritos Puros)

Esse é meu entendimento sobre esse trecho da bíblia, alguém teria outro ?

Quanto a casamentos no plano astral nesse mundo(terra)Não vejo nada que possa impedir tais realizações. não vivemos com o corpo perispirítico no astral e esse não é também matéria ? 



Abraços
VLRC
Valeu mesmo
como é bom
conversar e expor nossos entendimentos
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Luz Serena em 02 de Agosto de 2016, 22:44
Irmãos de estudo:

A questão colocada é: " novos conjuges na erraticidade"?

O que é a erraticidade?R:São errantes, isto é, estão na erraticidade, todos os Espíritos que têm caminho a percorrer nas lutas da evoluçãoVejamos:
Erraticidade é o nome que adotamos para indicar o tempo que o Espírito, terminada uma experiência encarnatória, aguarda para reencarnar-se de novo.  Significa período de tempo entre uma existência que terminou e outra que  se estará  iniciando.Não se refere a lugar, mas a tempo. Alguns metapsiquistas importantes, estudiosos da reencarnação, utilizam o termo intermissão, em vez de erraticidade.
 O Espírito, durante esse tempo, não está à toa. Ele está vivendo sua vida normal de espírito.
Está estudando, preparando-se, aprendendo, convivendo com outros Espíritos enquanto a hora do novo mergulho na  carne não chega.
Dizemos, portanto que todos os Espíritos sujeitos a novas encarnações –  reencarnações, portanto,  aguardam-nas na chamada erraticidade. Erraticidade é, portanto, tempo de espera. Seria a “fila da reencarnação”. E é uma senhora fila. Sobretudo hoje, quando os casais se recusam, insistentemente, a dar acolhida aos filhos que querem nascer.E nesse período podem amar? Assumem compromissos?-Certamente que sim, direi eu.Mas os compromissos são sempre assumidos em função da maior ou menor evolução espiritual do ser.Na Erraticidade está-se em aprendizagem, em preparação para nova reencarnação.Preparar -se para constituir família e fazer do núcleo familiar um oásis de amor onde espíritos amorosos se cruzem diariamente com seus afins no amor ou seus reacertos nos desafectos, é importante para o espírito que vivenciará, ali -na erraticidade essa experiência com cônjuges de outras vidas que reencontra, agora num nível vibratório diverso, e tenta reprogramar a reencarnação seguinte apoiado no amor de um cônjuge espiritual como ele, ainda que ao desencarnar tenha deixado na terra viúvo /viúva o cônjuge da ultima reencarnação.Somos espíritos imortais, com muitos cônjuges, muitos filhos, muitos pais, muita família terrena mas maior família espiritual.Importa trabalhar para melhorar, e crescer para viver na união divina, na energia cósmica donde vimos e para onde vamos, hoje como pirilampos, amanhã como candeias e um dia como anjos.
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Luz Serena em 03 de Agosto de 2016, 13:33

[attach=1]Ainda a vida do espírito na Erraticidade:


Kardec denominou errantes aos espíritos que estão no plano espiritual, espíritos ainda em desenvolvimento, sujeitos a erros e às reencarnações.
" A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito, oferecendo aos Espíritos desencarnados estações apropriadas ao seu adiantamento."
           
Diz Kardec que podemos também entender " Há muitas moradas na casa de meu Pai" ao estado feliz ou infeliz dos desencarnados na erraticidade.
           
O espiritismo nos ensina que a morte do corpo físico, só por si, não transforma ninguém. As mudanças do sentir, pensar e agir acontecem pelo esforço próprio, após muitas reflexões sobre si mesmo, sobre suas ações e reações no viver cotidiano, aqui ou no além. Desperta-se no plano espiritual como realmente se é, com as mesmas idéias, com a mesma maneira de ser.
           
Analisando o novo estado, já consciente do que lhe aconteceu e acontece, pode o recém desencarnado querer mudar-se ou não.
           
Assim, há espíritos que nem se apercebem do novo estado. Continuam nas casas, fazendo as mesmas coisas, sem entender a indiferença dos familiares, que não lhe respondem, nem falam com eles.
           
Outros, mesmo percebendo a nova situação, continuam nos seus propósitos de fazer o mal, engajando-se em grupos conhecidos ou não dos que se lhe assemelham.
           
Uns sentem-se revoltados, inconformados, fecham-se a qualquer auxílio.             Outros sentem-se libertos da prisão do corpo físico, buscam encontrar-se com amigos que lhe antecederam, reencontram amigos dos quais estiveram afastados.
           
Há os que perambulam, sem destino, sem mesmo saber o que querem. Há os que se elevam admirando as belezas do universo.
           
Há os que , plenos de remorso, sentem-se culpados , perambulando a esmo ou se deixando aprisionar por espíritos das trevas, que ainda se comprazem no mal. Há os que reencontram companheiros da jornada terrestre e continuam no trabalho do bem a que se afeiçoara.
           
As pessoas que buscaram mais os valores espirituais sentem-se felizes, pelo dever cumprido e elevam-se em busca de paragens mais espiritualizadas. As que se entregaram aos valores e prazeres materiais, sentem-se presas ao visgo da Terra e não conseguem desprender-se dela.
           
São tantos e tão variados os estados das almas que deixam o corpo físico , que Kardec escreveu ser possível também interpretar as palavras de Jesus, no sentido de serem esses estados moradas dos espíritos.
           
Cada um está no plano espiritual ligado aos sentimentos, emoções, ideais, ações que vivenciaram quando encarnados. Cada um vive, mesmo em companhia de outros, na morada psíquica que construiu para si. Sendo um ser em desenvolvimento, auto- educável e perfectível, pode, sempre que o queira, transformar sua casa psíquica, melhorando-a.


Pode ter cônjuge ou não ter
Assim como é no plano espiritual é no plano material
Com a evolução espiritual o espírito não precisará  de cônjuge pois os laços de família são necessários para o limar das arestas de um espírito ainda imperfeito.
Quando for espirito puro, terá em si o eterno masculino e feminino, será uno e  apenas Luz.
Ate la, fruto da ignorância e da imperfeição, procurará nos dois planos(material e espiritual) a realização das paixões ,dos amores e desamores a que se encontra vinculado por falta de esclarecimento sobre a sua verdadeira essência divina.


Amemo-nos uns aos outros como irmãos....

Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Luz Serena em 04 de Agosto de 2016, 14:01


[size=1.45em]Vamos estudar[/size][/font]?[attach=1]


O que fazem os espiritos na erraticidade?

A palavra erraticidade, na linguagem espírita, significa o estado de espíritos ainda com necessidade de reencarnação ou retorno à Terra. O Codificador abordou a questão com muita propriedade na Revista Espírita. Está na edição de abril de 1859 (ano II, vol. 4, edição da Editora Edicel, tradução de Júlio Abreu Filho) em Editorial com o título Quadro da Vida Espírita, respondendo possíveis questionamentos sobre atividades no mundo espiritual, que transcrevemos parcialmente
          “(...) São eles mesmos que no-lo respondem, como foram os próprios a dar as explicações  que acabamos de transmitir, de vez que nada disto é fruto de nossa imaginação; não se trata de um sistema saído de nosso cérebro: julgamos pelo que vimos e ouvimos. (...) Seria erro pensar que a vida espírita seja uma vida ociosa. Ao contrário, ela é essencialmente ativa e todos nos falam de suas ocupações. (...) Entre os que já atingiram certo grau de desenvolvimento, uns velam pela realização dos desígnios de Deus nos grandes destinos do Universo; dirigem a marcha dos acontecimentos e concorrem ao progresso de cada mundo. Outros tomam os indivíduos sob sua proteção, constituindo-se seus gênios tutelares e anjos de guarda (...). Alguns encarnam-se em mundos inferiores, para neles realizarem missões de progresso; (...). Se se considerar o número infinito de mundos que povoam o universo e o número incalculável de seres que os habitam, compreender-se-á que os Espíritos têm muito com que se ocupar. (...) ninguém pensa numa ociosidade eterna, que seria um verdadeiro suplício. (...) Descendo na hierarquia, encontramos Espíritos menos elevados, menos depurados e, conseguintemente, menos esclarecidos; nem por isso são menos bons e, numa esfera de atividade mais restrita, desempenham funções análogas. (...) Vem a seguir a multidão de Espíritos vulgares, mais ou menos bons, mais ou menos maus, que pululam em torno de nós. Estes se elevam pouco a pouco acima da humanidade, cujas nuanças representam, e, como que refletem, pois que têm todos os vícios e virtudes dessa humanidade. Em muitos deles encontramos os gostos, idéias e inclinações que possuíam em vida. (...) Pode, pois, dizer-se que todos aspiram o aperfeiçoamento, porque todos compreendem que é este o único meio de sair da inferioridade. Instruir-se, esclarecer-se – eis a sua grande preocupação e eles se sentem felizes quando podem a isto acrescentar pequenas missões de confiança, que os elevam aos seus próprios olhos. (...)  Também eles têm as suas assembléias (...). Falam-nos, vêem e observam aquilo que se passa; participam de nossas reuniões (...), escutam as nossas conversas (...). Vem a seguir a escória do mundo espírita, constituída de todos os Espíritos impuros, cuja preocupação única é o mal. Sofrem e desejariam que todos sofressem como eles. (...) investem contra os homens, atacando aos que lhes parecem mais fracos. Excitar as paixões ruins, insuflar a discórdia, separar os amigos, provocar rixas, pavonear o orgulho dos ambiciosos (...), espalhar o erro e a mentira, numa palavra, desviar do bem, tais são os seus pensamentos dominantes. (...)”.           Tudo muito natural na seqüência da vida humana. A morte apenas liberta a alma do corpo. Cabe ao espírito promover o próprio progresso. Não há saltos. O esforço deverá partir de si mesmo.
Desta feita em função do desapego da materialidade e dos afetos e  desafectos havidos na ultima reencarnação, assim  o  espírito viverá mais ou menos feliz com o largar do viuvo/ viuva no mundo material e seguirá rumo á luz que é a sua verdadeira casa.

Somos o que pensamos.

Pensou..... Plasmou!

Pensemos em Luz
Abraço de ]Luz Serena
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Vitor Santos em 07 de Agosto de 2016, 12:22
Olá amigos

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Desta feita em função do desapego da materialidade e dos afetos e  desafectos havidos na ultima reencarnação, assim  o  espírito viverá mais ou menos feliz com o largar do viuvo/ viuva no mundo material e seguirá rumo á luz que é a sua verdadeira casa.

Isto levanta uma questão. O que é o apego à materialidade? Será possivel, que, no caso do homem médio, não exista apego à materialidade se corpo de carne e alma estão intima e fortemente ligados? Isso depende do que considerarmos "apego à materialidade". Falo nisto porque os exageros, seja para o lado da materialidade, seja para o oposto, em principio parecem ser errados. Como a natureza material tem forte influência no encarnado, seria anti-natural e, talvez, traumático em alguns casos, o desapego exagerado da matéria, não?  Casos como Jesus será outra coisa, falo do homem médio, comum. 

Eu penso que só existe uma espécie de amor, o que varia é a intensidade. E, associado a esse amor, pode existir atracção física, no caso dos cônjuges. Se a intensidade do amor é grande, então ele continuará a existir. Penso que será normal, numa primeira fase, que o espírito desencarnado sinta dor, por causa da separação, tal qual um casal de encarnados que se amam e se separam de forma forçada, por exemplo, um vai viver para outro pais. Mas depois, tanto encarnado, como desencarnado, se têm consciência de que são espiritos, sabem que se reencontrarão. Estes que tem essa consciência é que são os desapegados da materialidade.

A atração e o prazer sexual existe também para proporcionar a reencarnação a outros espíritos, motivando a união física. Isso nada tem a haver com apego à materialidade. Ser pai ou mãe é uma missão espiritual também, e importante. É importante que se esclareça isso.

Bem hajam
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Luz Serena em 07 de Agosto de 2016, 17:08
Analisando.


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Eu penso que só existe uma espécie de amor, o que varia é a intensidade. E, associado a esse amor, pode existir atracção física, no caso dos cônjuges. Se a intensidade do amor é grande, então ele continuará a existir. Penso que será normal, numa primeira fase, que o espírito desencarnado sinta dor, por causa da separação, tal qual um casal de encarnados que se amam e se separam de forma forçada, por exemplo, um vai viver para outro pais. Mas depois, tanto encarnado, como desencarnado, se têm consciência de que são espiritos, sabem que se reencontrarão. Estes que tem essa consciência é que são os desapegados da materialidade.

Na verdade somos Amor e só existe uma espécie de Amor." o amor divino"


Quando falamos em cônjuges falamos numa perpectiva do mundo que conhecemos e que é o Planeta Terra.
Ao partirmos para a Pátria espiritual poderemos encontrar milhares de cônjuges de anteriores reencarnações.
Pois em cada uma das vindas  temos um cônjuge se tivermos que passar pela prova da vida conjugal.
somos espiritos milenares, reencarnando talvez de 200 em 200 anos, quantos maridos e mulheres já teremos no plano espirtual?
Em busca de qual iremos neste regresso?
Com qual nos afinizaremos em termos de vibração?
Teremos saudades do que fica?
-Depende sempre do estado evolutivo-penso eu- e da forma como ja se encara o renascer e os laços de família.
Abraço de Luz serena
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Luz Serena em 07 de Agosto de 2016, 17:35
Queridos Amigos de estudo:

O Sexo é importante e fundamental para a reencarnação.
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[size=1.35em]A atração e o prazer sexual existe também para proporcionar a reencarnação a outros espíritos, motivando a união física. Isso nada tem a haver com apego à materialidade. Ser pai ou mãe é uma missão espiritual também, e importante. É importante que se esclareça isso.[/size][/font]
Uma das  grandes construções de que o ser pode participar é a do processo procriativo, pela  oferta de um corpo ao espírito necessitado de experiências e realizações.
Imaginemos a importância de nossa participação  nesse grande movimento da vida e quanto teremos que responder quando agredimos o processo procriativo com a  nossa desvairada interferência.
  O nosso livre-arbítrio, a interferir no  processo procriativo,  deverá ser sempre equilibrado e amparado pelo Amor Maior /Amor De Deus!

Assim o penso nesta fase de entendimento!

abraço

Luz Serena[attach=1]
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Vitor Santos em 10 de Agosto de 2016, 09:03
Olá amigo

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Quando falamos em cônjuges falamos numa perpectiva do mundo que conhecemos e que é o Planeta Terra.
Ao partirmos para a Pátria espiritual poderemos encontrar milhares de cônjuges de anteriores reencarnações.

Concordo que encontraremos muitos espíritos que foram nossos cônjuges. E tanto fomos encarnados como homens, como o fomos como mulheres. Imagino que, quanto mais para trás menor será a probabilidade de ter havido um amor forte, que corresponda a um forte amor entre almas, na erraticidade.

A nossa capacidade de amar quando encarnados em homens pré-históricos seria diferente, decerto. A capacidade de amar e a pureza do amor, isto é a aproximação do amor terreno ao amor no sentido espiritual, deverá ser maior com o progresso espiritual.

Quantas pessoas se desejam separar na Terra, umas concretizando a separação outras não. Quantas pessoas viveram subjugadas pelo parceiro, de várias formas, sendo uma das mais vulgares a que é baseada na força física e na violência doméstica.

Penso que a união que mais vulgarmente permanece, Ao longo dos milénios, para trás, face ao tipo de mundo onde vivemos, será pelo ódio e desejo de vingança, tendo as encarnações seguintes com o mesmo espírito uma lógica de reconciliação. E quem, sabe, mais tarde nutrirão até amor mais mais puro, mais verdadeiro.

Quem ama, com um amor puro, verdadeiro, pode sofrer com a separação durante algum tempo, depois de reencarnado, até se aperceber melhor da situação. Então esse amor transforma-se num amor despido da componente carnal. Descoberta a perspectiva do reencontro todo o desgosto se dissipa.

E se tivemos muitos parceiros(as) que amámos assim, isso significa que temos, entre os desencarnados, muitos espíritos nos amam e que amamos muito. No sentido mundano isso seria uma promiscuidade, no sentido espiritual, de amor espiritual isso corresponde a uma grande felicidade. Amar imenso outros espíritos que já foram cônjuges, mas que já podem ter sido também irmãos de sangue, pais, mães, filhos, filhas, amigos, quando encarnados. As pessoas ainda têm aquela ideia da alma gémea, de um só espírito afim, para a eternidade, mas não é isso que a Doutrina diz.

Do que tenho lido os espíritos também formam uma espécie de famílias, por afinidade, por laços de amor, que se entre-ajudam, quando um deles, ou mais do que um, encarna. Uns já foram encarnados como cônjuges, mas também com outros laços de sangue. E, se se encontraram na Terra, como amigos, por exemplo. Na base do amor entre os espíritos está a simpatia, a afinidade, e não laços de sangue, presentes ou passados. 

Aquilo que leva ao desgosto mais negativo, depois do desencarne, não é o amor propriamente dito, num sentido de amor entre almas, mas o sentimento de posse ou de dependência. Aquilo que faz o ciume, aqui na Terra.

Ao olhar para isto estando encarnado é um pouco complicado, se amamos o nosso parceiro(a) fortemente. Se desejamos mais do que tudo estar junto dele(a) com uma força não inferior aquela com que se ama um filho que se ama muito. Queremos estar com aquela pessoa e não com outros parceiros sexuais. Não temos desejo nem necessidade de trair. Como sentir amor assim por outros(as) depois de desencarnados? É dificílimo de conceber, agora, mas pode deixar-nos entrever grande felicidade, se elevarmos a alma e pensarmos numa perspectiva mais espiritual. Nessa perspectiva  todos os espíritos que realmente se amam são almas amigas, irmãs, amadas. Os laços de sangue e a união conjugal são transitórios e não são eles que definem a relação futura entre as almas.
 
Bem hajam
Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Luz Serena em 10 de Agosto de 2016, 12:13
Bom dia:[attach=1]


Efectivamente como seres em evolução, criados simples e ignorantes pelo Pai temos muita dificuldade em imaginar como será a vida no mundo espiritual.

Os relatos que temos e que nos dão algum esclarecimento estão em livros de psicografia ditados por espíritos amigos para mediuns capazes de fazer passar a mensagem do que sentem e vivem nesse plano.

Ao que me foi  dado conhecer pelas leituras efectuadas dos livros sobre a vivência no mundo espiritual esses relatos são de vivências numa zona espiritual muito baixa, mais especificamente no umbral superior.
[De todo o modo, ali já o amor se faz sentir de forma incondicional entre os seres mais evoluídos.

Amar é o fim de cada espírito, pois que é amor.

Como será a fusão energética entre seres de luz, partículas energéticas dotadas de consciência, que somos nós os espíritos?

Será sem divida uma comunhão com a nossa divindade.

Uma co-criaçao com O Deus que habita em Nos e que somos nos mesmos.

Sentir essa energia cósmica, essa energia que tudo cria, e tudo comanda, tudo atrai, desde o átomo á galáxia, será o êxtase do Santo e a co-criaçao abençoada da Bondade e misericórdia do ser que ama em confraternidade e compaixão todos os seus irmãos.
Ate la, sublimemos os nosso sentimentos, pois  quanto mais animalizado for o Espírito, mais tenderá para os gozos sensíveis.   
 Conforme for depurando o instinto  sexual, mais tenderá para a sua integração com a Humanidade



Objetivo maior é a sublimação do instinto sexual.


[size=1.35em]Abraço de Luz Serena[/size]




 


Título: Re: Novos cônjuges na Erraticidade?
Enviado por: Vitor Santos em 11 de Agosto de 2016, 13:08
Olá

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Ate la, sublimemos os nosso sentimentos, pois  quanto mais animalizado for o Espírito, mais tenderá para os gozos sensíveis.   
 Conforme for depurando o instinto  sexual, mais tenderá para a sua integração com a Humanidade

Não se pode depurar o instinto sexual. É uma necessidade básica, como comer, para quem tem saúde mental e física.

O sexo não é nenhuma coisa diabólica. Como outras coisas, é obra de Deus. Não foram os homens que inventaram a necessidade sexual básica. Será que Deus criou, no sentido de ser a causa primeira de todas as coisas, seres com necessidades básicas para os torturar, não podendo eles satisfazer as necessidades físicas com que foram criados para poderem evoluir espiritualmente?

Satisfazer as necessidades básicas é materialidade? Para mim será materialidade viver praticamente só para as necessidades animais. Mas ignorá-las é anti-natural e até pouco saudável, podendo interferir na saúde mental, tornar as pessoas azedas e frustradas. E a falta de saúde mental não deve ser benéfica para o progresso espiritual.

Faz parte desta nossa experiência terrena ter essas necessidades básicas. É mesmo assim. não há que se auto-culpar por isso, caso contrário seria aconselhável começar a tomar remédios para acabar com as necessidades básicas, não? - Se temos um espinho no pé que faz doer devíamos tirá-lo...

O que pode suceder é que almas mais avançadas estejam aqui em evolução e já tenham ultrapassado determinadas fases que o humano comum ainda não passou. Seres que já não são deste mundo e que apenas estão aqui como quem vai para uma missão humanitária, noutro pais. Esses seres poderão não dar o peso que as pessoas comuns dão ao corpo de carne. Mas são seres que estão preparados para tal, que estão já acima disso, e não seres que se auto-flagelam evitando a satisfação das necessidades básicas do corpo.

Bem hajam