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Autor Tópico: Elementais  (Lida 7241 vezes)

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MarcoALSilva

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Elementais
« em: 29 de Abril de 2009, 00:29 »
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Alguém se arriscaria a conversar acerca do tema Elementais sem temer ser taxado de visionário? Claro que me refiro a uma abordagem fora dos círculos de estudos espiritualistas mais aprofundados. Fora dos círculos de estudo, temas como esse soam sempre quais fantasias pueris de quem não tem muito o que fazer. É pena que seja assim. Até mesmo no meio Espírita não é raro acharmos quem considere esses assuntos como autênticos desvarios exóticos.

Sem embargo, não se cuida de desvario algum.

Na obra Iniciação, ditada ao médium João Nunes Maia pelo Espírito Lancellin, o mentor Miramez esclarece que, conquanto existam diferentes ondas de evolução, tais ondas se imiscuem, de forma que, e expressamente assim o diz, nós mesmos já fomos aquilo que se costumar chamar gnomos e fadas. Menciona esses dois elementais mas não exclui os muitos outros, servindo-se daqueles, por assim dizer, mais conhecidos, tomando-os como exemplos. Gnomos, fadas, salamandras, ondinas, tritões, silfos, sílfides etc, todos são elementais. Abstraídos os excessos da fantasiosa imaginação humana, os gnomos não vivem como personagens de romances infantis, em pequenas aldeias comportas por casinhas esculpidas em cogumelos. De efeito, não são Smurfs ou Strunffs. Mas existem mesmo. Os elementais são espíritos da natureza. São seres capazes de realizar um trabalho importantíssimo para que o plano físico possa existir. Mistérios à parte, os elementais promovem, realizam, influenciam, aceleram fenômenos naturais cujos desdobramentos aos olhos do homem comum não passam de encadeamentos de causa e efeito para os quais nada mais concorre senão o jogo de forças da própria natureza.

Pensemos em uma monumental sequóia. Há uma magia da natureza em levar até a folha apical a água absorvida uma centena de metros abaixo, pelas raízes. O observador não achará as forças que justificam a subida da água pura e simplesmente porque esse é um trabalho desempenhado por elementais que têm ciclo de vida na intimidade do organismo vegetal, implementando fluxos de energia para a realização do fenômeno fisiológico que a planta por si só nunca conseguiria realizar. Como já destacado, a Obra se aperfeiçoa sob o império de mutualismo que engendra num mesmo fenômeno seres de evolução bastante díspares. Não apenas no plano físico, mas também entre os planos físico e extrafísico, máxime na faixa vibratória imediatamente adiante aos limites do mundo tangível. O princípio vital que evolui no metafita necessita aperfeiçoar automatismos em escala ainda apequenada se comparada com os automatismos conquistados pelos metazoários. Tais automatismos devem ser amparados por seres mais evoluídos sob pena de falência e colapso dos meios em que o princípio experimenta aperfeiçoamento. Seria mesmo puro encantamento se a água subisse vários metros em vasos calibrosos unicamente porque a natureza assim o deseja. O modo como os elementais agem é ainda muito pouco conhecido, mas sabe-se que têm atitude e inteligência infantis, pueris. São brincalhões mas extremamente tímidos e dispostos a evitar que sejam percebidos pelas estranhas criaturas chamadas seres humanos.

Os elementais são dirigidos e compõem populações que se comportam como verdadeiros entes coletivos. Existem consciências empenhadas especificamente nessa coordenação. São almas que já deixaram atrás de si os limites humanos e se põem no concerto da Obra doando sua capacidade de gerir os fenômenos através dos pequenos elementais. Põem-se diante deles e são vistos como deuses, incitando um certo temor reverencial mas também uma espontânea fidelidade filial. Os elementais têm-nos em alta conta pelo carinho com que são tratados, sempre envoltos nas vibrações de paz e harmonia que os dirigentes espraiam à sintonia com que exercem sua escala de atuação. Gnomos atuam mais intimamente nos fenômenos da terra, principalmente nas gemações geológicas e estruturação das camadas. Aliás, a egrégora humana é tão desequilibrante que a ação dos gnomos tem sido importante no concerto de empenhado esforço da Espiritualidade Superior na manutenção da estabilidade planetária, reduzindo o mais possível fenômenos como tsunamis ou terremotos, que seriam muito mais freqüentes e devastadores. Os elementais que atuam no seio de vegetais bastas vezes são chamados duendes. Salamandras desempenham seu mister em fenômenos de combustão e produção de calor. Ondinas e tritões cuidam respectivamente dos fluxos hídricos dos rios e dos mares. Silfos e fadas cuidam dos fluxos aéreos. Fácil perceber que a designação elementais deriva da atuação nos quatro elementos fundamentais apontados pela Alquimia.

Aqui surge mais um ponto de extrema importância.

O neófito que se lança ao estudo sério do espiritualismo em geral, via de regra rejeita, até de forma ríspida, conceitos tidos como meros frutos do imaginário desenfreado de almas atormentadas. Exatamente assim se dá com o assunto elementais. Não há, salvo raríssimas exceções, estudante que não ria de quem manifeste crer na existência desse seres ainda tão pouco compreendidos. Conforme o estudo progride, duas possibilidades se apresentam. Ou o estudante continua e aprofunda os seus estudos ou mantém-se no conhecimento epidérmico em que a maioria se detém. Nessa hipótese, o estudante permanecerá firmemente arredio a quaisquer teses que apontem no sentido da existência desse ou daquele fenômeno que ele, do alto de sua arrogante e orgulhosa sabedoria, cuidou de banir de suas cogitações. Entretanto, caso progrida nos estudos, certamente começará a experimentar um certo aborrecimento quando teimosas questões insistirem em surgir aqui e acolá, quase sempre ao contrafluxo das concepções até então sedimentadas. Mas o estudo, essa iluminada bênção de Deus, dá luz ao caminho e o estudante termina por dobrar-se em considerações antes inimaginadas. O estudante estará, então, a um passo de completar o ciclo de afastamento e retorno a certas verdades que só o tempo e o estudo permitem concluir.


« Última modificação: 29 de Abril de 2009, 00:33 by MarcoALSilva »
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Re: Elementais
« Responder #1 em: 07 de Julho de 2009, 09:24 »
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Livro dos Espiritos

537. A mitologia dos antigos se fundava inteiramente em idéias espíritas, com a
única diferença de que consideravam os Espíritos como divindades. Representavam esses
deuses ou esses Espíritos com atribuições especiais. Assim, uns eram encarregados dos
ventos, outros do raio, outros de presidir ao fenômeno da vegetação, etc. Semelhante
crença é totalmente destituída de fundamento?
“Tão pouco destituída é de fundamento, que ainda está muito aquém da verdade.”
a) - Poderá então haver Espíritos que habitem o interior da Terra e presidam aos
fenômenos geológicos?
“Tais Espíritos não habitam positivamente a Terra. Presidem aos fenômenos e os
dirigem de acordo com as atribuições que têm. Dia virá em que recebereis a explicação de
todos esses fenômenos e os compreendereis melhor.”
538. Formam categoria especial no mundo espírita os Espíritos que presidem aos
fenômenos da Natureza? Serão seres à parte, ou Espíritos que foram encarnados como
nós?
“Que foram ou que o serão.”
a) - Pertencem esses Espíritos às ordens superiores ou às inferiores da hierarquia
espírita?
“Isso é conforme seja mais ou menos material, mais ou menos inteligente o papel
que desempenhem. Uns mandam, outros executam. Os que executam coisas materiais são
sempre de ordem inferior, assim entre os Espíritos, como entre os homens.”
539. A produção de certos fenômenos, das tempestades, por exemplo, é obra de um
só Espírito, ou muitos se reúnem, formando grandes massas, para produzi-los?
“Reúnem-se em massas inumeráveis.”
540. Os Espíritos que exercem ação nos fenômenos da Natureza operam com
conhecimento de causa, usandodo livre-arbítrio, ou por efeito de instintivo ou irrefletido impulso?
“Uns sim, outros não. Estabeleçamos uma comparação. Considera essas miríades de
animais que, pouco a pouco, fazem emergir do mar ilhas e arquipélagos. Julgas que não há
aí um fim providencial e que essa transformação da superfície do globo não seja necessária
à harmonia geral? Entretanto, são animais de ínfima ordem que executam essas obras,
provendo às suas necessidades e sem suspeitarem de que são instrumentos de Deus. Pois
bem, do mesmo modo, os Espíritos mais atrasados oferecem utilidade ao conjunto.
Enquanto se ensaiam para a vida, antes que tenham plena consciência de seus atos e
estejam no gozo pleno do livre-arbítrio, atuam em certos fenômenos, de que
inconscientemente se constituem os agentes. Primeiramente, executam. Mais tarde, quando
suas inteligências já houverem alcançado um certo desenvolvimento, ordenarão e dirigirão
as coisas do mundo material. Depois, poderão dirigir as do mundo moral. É assim que tudo
serve, que tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que
também começou por ser átomo. Admirável lei de harmonia, que o vosso acanhado espírito
ainda não pode apreender em seu conjunto!”

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Re: Elementais
« Responder #2 em: 07 de Julho de 2009, 10:33 »
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Olá amigos(as)

É apenas para pensarmos um pouco,e debater ideias.

No início dos tempos da civilização, a humanidade teve oportunidade de permanecer muito tempo em contato com a natureza e suas forças e estavam bem a par do relacionamento místico do homem com os "espíritos" da natureza. Essas presenças faziam parte da vida cotidiana e eram percebidas nos bosques, no fogo, na água, no ar, na terra e nas mãos curadoras de nossas avós. Muitas comunidades indígenas, ainda conservam a crença nestes seres espirituais que habitam os distintos elementos da Natureza. Sua perspectiva é tão atual, que hoje a chamamos de "ECOLOGIA", uma ciência que tenta explicar ao mundo os motivos pelos quais devemos respeitar a Mãe Natureza, pedindo também a nossa colaboração para protegermos tudo e todos que aqui vivem.

Texto retirado da Net(Elementais na Natureza)
--------------------------------------------------------------------------------------

Elementais é o nome dado a todo e qualquer espírito existente na natureza. Todo princípio divino, após emanar-se do "Absoluto", deve iniciar seu processo de desenvolvimento incorporando-se à matéria.

Essa incorporação, segundo os princípios platônicos da Metempsicose acontece consoante a uma ordem estabelecida. Os princípios divinos devem iniciar sua jornada no mundo material incorporando-se inicialmente ao reino mineral. Após o aprendizado neste reino, o princípio divino deve passar ao seguinte estágio, ou seja, ao reino vegetal. Após concluir o aprendizado do reino vegetal, o princípio divino deve passar ao estado animal, e, posteriormente, ao estado humano.

Também são conhecidos como personagens fictícios, que representam seres da natureza e que seriam capazes de controlar os elementos e os representar. São eles:

Silfos - os elementais do ar
Salamandra - os elementais do fogo
Ondinas - os elementais da água
Gnomos - os elementais da terra

Texto Retirado da Wikipédia



SAUDAÇÕES FRATERNAS



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