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GERAL => Outros Temas => Tópico iniciado por: Alesandro Bennati em 03 de Outubro de 2012, 15:06

Título: Seriam a DE e o CUEE infalíveis?
Enviado por: Alesandro Bennati em 03 de Outubro de 2012, 15:06
Seriam a DE e o CUEE "infalíveis"?
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Kazaoka em 03 de Outubro de 2012, 17:55
O que tem a absoluta perfeição e, portanto, a absoluta verdade é Deus, causa primária de tudo, inclusive da doutrina e do CUEE (Concordância Universal dos Ensinamentos dos Espíritos).

Sendo tudo resultado da causa primária e estando tudo caminhando rumo a um aperfeiçoamento relativo, tanto a doutrina quanto o CUEE nada mais são do que instrumentos colocados à disposição do Ser em busca do aperfeiçoamento, oferecendo-lhe subsídios morais para que se alcance o objetivo principal. Esta é a função e o papel das doutrinas, religiões, seitas, etc..

A infalibilidade está na capacidade íntima de aproveitamento que cada um tem daquilo que lhe é oferecido como meio de aprendizado e não no sistema de aprendizado oferecido. As transformações necessárias são interiores e refletem as impressões recebidas, mas são íntimas e são regidas pela vontade do próprio indivíduo.
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 03 de Outubro de 2012, 19:11
Penso eu que;

Quando falamos em Doutrina Espírita
nos remetemos as leis de Deus
e logo pela abrangência nos encontramos diante das leis naturais e
leis morais.
neste aspecto são infaliveis em suas formações
entendendo que são criadas por Deus.

Quando falamos em CUEE
Nos remetemos ao Bom Senso
mas não proclamamos a infalibilidade
mas asseguramo-nos de não falirmos
até pela necessidade que temos do aprendizado
e também pela forma do aprendizado
pela sua pedagogia
pois no remete a fé e a razão
elementos em nós e franca cosntrução.

(meu parecer)
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: MarcosBorges em 03 de Outubro de 2012, 19:22
Oi Moises

Está ótimo! Seu parecer é bem fundamentado. Penso o mesmo.

Abraço fraterno
Marcos Borges
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 03 de Outubro de 2012, 20:08
Obrigado Marcos
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Edmar Ferreira Jr em 04 de Outubro de 2012, 03:41
Seriam a DE e o CUEE "infalíveis"?

Caro Alessandro,

DE:

A Doutrina Espírita, ou “dos Espíritos”, nos foi revelada por Espíritos de elevada hierarquia, na condição de O Consolador prometido por Jesus, para esclarecer de uma vez por todas o que até então permanecia entre os limites das parábolas e de sua interpretação. Este consolador nos trouxe ensinamentos claros e precisos, compreensíveis ao mesmo tempo pelos instruídos e pelos ignorantes. Parte significativa desses ensinamentos nos foram apresentados na forma de Leis, Naturais e Divinas. Cogitar a falibilidade da DE seria o mesmo que considerar como falíveis essas mesmas Leis e, por exestensão, o Que as criou.

Há quem se atreva a cogitar que os Espíritos encarregados de nos apresentar estas Leis erraram em alguns pontos. Esse tipo de afirmação pode ser encontrado aqui sem dificuldades em tópicos específicos (alimentação e sexo, por exemplo). Ingenuidade: esquecem-se (ou não sabem) que um argumento só pode ser refutado por sua contradita direta e nas mesmíssimas condições que possibilitaram a construção do argumento que se pretende refutar. Uma única variável que modifique ainda que minimamente estas condições é o suficiente para invalidar uma refutação.

Os apressados ainda não compreenderam a extensão da afirmação de Kardec de que se algum dia a Ciência demonstrasse os equívocos da DE, que caminhássemos então com a ciência. Outra ingenuidade (dos apressados): a Ciência, desde Aristóteles, no máximo tem conseguido descrever fenômenos e leis naturais pre existentes. A própria aceitação de um experimento como “científico” pressupõe a possibilidade de replicação do experimento, sob determinadas condições e com resultados previstos dentro um espectro conhecido de possibilidades, o que pressupõe já de partida que isso ocorra a partir de uma lei definida.

CUEE:

Antes mesmo de perguntarmos sobre sua falibilidade, seria necessária outra pergunta: "O que é isso?" A resposta: "Nada mais do que 28 parágrafos inseridos na introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, expostas ali a título de informação histórica, sugere-se". O CUEE foi aposentado no dia 31 de março de 1869 na escravinha de seu criador. Kardec nem mesmo havia ainda desencarnado e alguns dos seguidores do Espiritismo já haviam se seduzido por novas hipóteses que não receberam a sanção do CUEE – os que discordam disso que apresentem dados consistentes que possam justificar a supressão de textos inteiros de A Gênese que refutam diretamente essas hipóteses. No Brasil, simplesmente não temos moral para falarmos sobre o CUEE, pois é preciso lembrar aqui que a própria Federação Espirita Brasileira, a Casa Matter do Espiritismo no Brasil, tem como dever estatutário o estudo justamente das tais hipóteses, apresentadas na obra Os quatro Evangelhos, a revelação da revelação. Faço um apelo a você e aos demais interessados: Caso existam obras brasileiras mediúnicas (apenas as que trazem novos sistemas e “atualizações” dos postulados da DE) que tenham passado pelo CUEE ou por qualquer tipo de controle semelhante, que divulguem-nas, pois quero conhecê-las e, na medida do meu bolso, adquiri-las.  Como não conheço tais obras, tenho optado por estudar apenas a dos irmãos encarnados (ou que as escreveram ainda encarnados), porque esses, com certeza, não podem informar o que não sabem sobre “o lado de lá”.

Abraço fraterno,

 
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Vitor Santos em 04 de Outubro de 2012, 17:04
Olá

O Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE), é uma metodologia, ou seja uma técnica, proposta por Kardec, baseada na ideia que ninguém é infalível. Nem os encarnados, nem os espiritos.

Logo não faz sentido perguntar se o CUEE é infalível, mas se é um método suficiente e adequado para ajudar a apurar as informações obtidas, apesar da falibilidade dos encarnados e dos espiritos.

A ideia por detrás do CUEE é que a propagação de revelações de carácter e interesse geral, através dos espiritos, não seria isolada, mas que esses espiritos aproveitariam  médiuns por todo o mundo, de todas as nacionalidades, de todos os extractos sociais, de todas as religiões (e até ateus), para propagar a revelação.

Allan Kardec refere ter chegado a comunicar-se com mais de 1000 fontes de informação, de vários pontos do mundo. Em Portugal existiam dois desses centros de informação, ao que parece.

Mas a aplicação do CUEE é extremamente difícil e morosa. Daí que Allan Kardec não pudesse passar todas as mensagens por este critério. Posto isso, apenas considerou validadas as mensagens que tratavam de assuntos do domínio estritamente moral. Sobre outros assuntos, deixou a validação para os seus seguidores. E, assim sendo, esses assuntos deveriam ser considerados opiniões dos autores espirituais, até à validação através do método "CUEE" . 

Na minha opinião pessoal, ou melhor, tanto quanto eu sei, ninguém mais prosseguiu com essa validação. Tenho ouvido e lido a opinião de que o CUEE é um método errado, mas nunca vi ninguém propor um melhor. O que tenho visto é tentativas de apresentar mensagens como válidas sem as passar por qualquer método de validação.   

Mas não é nada fácil prosseguir com a validação. O mais complicado é que essa iniciativa não vai poder ser tomada apenas por encarnados. Ela tem de vir de um movimento de desencarnados, que pode por alguns encarnados a trabalhar nesse sentido. Ou então terá de ser uma revelação dada de outra forma diferente.

Criar um júri mundial seria uma possibilidade. No entanto a doutrina espirita não está espalhada de uma forma uniforme e universal. A crença da vida depois de vida está muito  difundida, mas o conhecimento da doutrina espirita de Allan Kardec resume-se a poucas pessoas no mundo. Atendendo a que a maior parte dos espíritas do mundo são falantes da língua portuguesa e espanhola, de poucos países, na sua maioria brasileiros e descendentes de brasileiros, que se baseiam todos nas mesmas fontes de informação, o juri internacional não era universal, ou seja, era representativo quase só de uma cultura de raízes espíritas. Em Portugal, por exemplo, de momento, o movimento espirita está, muito ligado ao movimento espirita brasileiro, com tudo o que isso possa ter de bom ou de mau. 

De qualquer modo a obra e o exemplo de Jesus, dos seus seguidores mais exemplares, como Francisco de Assis e outros, a obra de Kardec, etc., são guias suficientes para orientar a melhoria moral da humanidade. Se ela não ocorre mais rapidamente não é só por falta de informação, mas por falta de mais vontade/ capacidade, por parte de cada um de nós, habitantes do planeta.

A maioria das pessoas, em que me incluo, são espiritos ainda não suficientemente maduros para acelerar essa mudança tanto quanto seria desejável.   

A maioria das mensagens mediunicas que levam a polémicas entre espíritas saem fora do âmbito estritamente moral, são sobre assuntos que em nada alteram os ensinamentos que conduzem à melhoria moral do homem. As que são de âmbito estritamente moral são condizentes com a codificação.

No essencial, a mensagem que interessa, que é aquela que pode conduzir a humanidade para melhor, está bem clara. E é um trabalho que cabe a cada um, mais do que ao conjunto. E resume-se a poucas palavras (ESE):

"O mandamento maior. Fazermos aos outros o que queiramos
que os outros nos façam. Parábola dos credores e dos devedores

1. Os fariseus, tendo sabido que ele tapara a boca dos saduceus, reuniram-se; e
um deles, que era doutor da lei, para o tentar, propôs-lhe esta questão: - “Mestre, qual o
mandamento maior da lei?” - Jesus respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o
teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito; este o maior e o primeiro
mandamento. E aqui tendes o segundo, semelhante a esse: Amarás o teu próximo, como
a ti mesmo. - Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos.” (S.
MATEUS, cap. XXII, vv. 34 a 40.)

2. Fazei aos homens tudo o que queirais que eles vos façam, pois é nisto que
consistem a lei e os profetas. (Idem, cap. VII, v. 12.)
Tratai todos os homens como quereríeis que eles vos tratassem. (S. LUCAS, cap.
VI, v. 31.)

3. O reino dos céus é comparável a um rei que quis tomar contas aos seus
servidores. - Tendo começado a fazê-lo, apresentaram-lhe um que lhe devia dez mil
talentos. - Mas, como não tinha meios de os pagar, mandou seu senhor que o vendessem
a ele, sua mulher, seus filhos e tudo o que lhe pertencesse, para pagamento da dívida. -
O servidor, lançando-se-lhe aos pés, o conjurava, dizendo: “Senhor, tem um pouco de
paciência e eu te pagarei tudo.” - Então, o senhor, tocado de compaixão, deixou-o ir e
lhe perdoou a dívida. - Esse servidor, porém, ao sair, encontrando um de seus
companheiros, que lhe devia cem dinheiros, o segurou pela goela e, quase a estrangulálo,
dizia: “Paga o que me deves.” - O companheiro, lançando-se aos pés, o conjurava,
dizendo: “Tem um pouco de paciência e eu te pagarei tudo.” - Mas o outro não quis
escutá-lo; foi-se e o mandou prender, par tê-lo preso até pagar o que lhe devia.
Os outros servidores, seus companheiros, vendo o que se passava, foram,
extremamente aflitos, e informaram o senhor de tudo o que acontecera. - Então, o
senhor, tendo mandado vir à sua presença aquele servidor, lhe disse: “Mau servo, eu te
havia perdoado tudo o que me devias, porque mo pediste. - Não estavas desde então no
dever de também ter piedade do teu companheiro, como eu tivera de ti?” E o senhor,
tomado de cólera, o entregou aos verdugos, para que o tivessem, até que ele pagasse
tudo o que devia.
É assim que meu Pai, que está no céu, vos tratará, se não perdoardes, do fundo
do coração, as faltas que vossos irmãos houverem cometido contra cada um de vós. (S.
MATEUS, cap. XVIII, vv. 23 a 35.)
4. "Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os
outros fizessem por nós", é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal
respeito, que tomar para padrão, do que devemos fazer aos outros, aquilo que para nós
desejamos. Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais
indulgência, mais benevolência e devotamento para connosco, do que os temos para com eles?
A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo. Quando as adoptarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça. Não mais haverá ódios"


Bem hajam
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Mourarego em 04 de Outubro de 2012, 17:06
Mano Vitor, o CUEE não foi proposição de kardec mas sim aceita por ele, pois veio isso sim, da vontade dos Espíritos.
Abraços,
Moura
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Vitor Santos em 04 de Outubro de 2012, 17:12
Olá Moura Rego

Obrigado pela correcção! Valeu mano!

bem hajas
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Edmar Ferreira Jr em 04 de Outubro de 2012, 18:27
Mano Vitor, o CUEE não foi proposição de kardec mas sim aceita por ele, pois veio isso sim, da vontade dos Espíritos.

Mano Moura,

Vai aqui o meu "muito obrigado" também.

E aos interessados, para que não tomem isso como opinião pessoal de um participante, seguem as fontes.

Primeiramente, Kardec, no Livro dos Médiuns (Capítulo 20: "Natureza das comunicações"):

"136.   As comunicações sérias  são austeras quando ao assunto e à forma. Toda comunicação que exclui a frivolidade e a grosseria e que possui um fim útil, ainda que seja de interesse particular, é, por isso mesmo, séria; mas nem sempre encontra-se isenta de erros. Nem todos os Espíritos sérios são, igualmente, esclarecidos; há muitas coisas que eles ignoram e sobre as quais podem enganar-se de boa-fé; é por isso que os Espíritos verdadeiramente superiores nos recomendam, incessantemente, submeter todas as comunicações ao controle da razão e da lógica mais severa."

E, depois, na Revista Espírita (Agosto de 1861), é o próprio Espírito Erasto que nos solicita:

"Na dúvida, abstém-te, diz um dos vossos velhos provérbios. Não admitais, portanto, senão o que seja, aos vossos olhos, de manifesta evidência. Desde que uma opinião nova venha a ser expendida, por pouco que vos pareça duvidosa, fazei-a passar pelo crisol da razão e da lógica e rejeitai desassombradamente o que a razão e o bom-senso reprovarem. Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea...."

Lendo uma coisa dessas (Erasto), não consigo entender certas posturas defendidas por alguns colegas de que uma só contradiçãozinha ou um só sistemazinho duvidoso não sejam suficientes para colocar  em cheque toda uma obra que venha de um Espírito "desencarnado".

Abraço fraterno,

 

 
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 04 de Outubro de 2012, 18:39
 A Falar do CUEE

Deve vir daquele trabalho
que além de ser de estudar
deve também ser do de atuar
Pois muito tem daquilo que acumulou
Viveu
Vivenciou

Pois dos lados de lá
se se der a falar apenas das cartas que lê
como poderá falar do chão que nunca quer pisar
e olhos não quer ver

O Nome já diz; controle
logo
muitos avisos,recados e casos e fatos
de lá advém

Se a próprio ensino é de progresso
muito tem que se fazer
para bem fazer

O passado já passou
o novo sempre vem

Oras!
vão controlar as portas
como se fossem as fogueiras de ontem
que eliminaram tantos médiuns
tantos medianeiros
tantas reveladores.

Quem quer fazer um controle
deve ter espíritos que lhes ensinem.

Na Dúvida abstenhamo-nos
nos aconselha Erasto
mas por que será que ele já andou tanto?

Acaso só move a inteligência os recursos da dúvida?

"Não comam da arvore do bem e do mal"
Já nos dizia o ensino Genesiano

nhac nhac
disse Eva

rsrsrsr

Porteiros gratuitos
as vezes é o que somos


Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Claudemir dos Santos em 06 de Outubro de 2012, 10:49
O espiritismo mais do que uma doutrina ela é uma revelação,e sendo revelação ela não pode ser exclusiva pois pertence a toda a humanidade,e segundo informações espirituais, o trabalho de restauração da pureza do evangelho já esta prestes a acontecer,pois o Messias do espiritismo já esta pronto para o trabalho.  Muita paz a todos.
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: hcancela em 06 de Outubro de 2012, 10:56
O espiritismo mais do que uma doutrina ela é uma revelação,e sendo revelação ela não pode ser exclusiva pois pertence a toda a humanidade,e segundo informações espirituais, o trabalho de restauração da pureza do evangelho já esta prestes a acontecer,pois o Messias do espiritismo já esta pronto para o trabalho.  Muita paz a todos.
Olá Claudemir, no geral beleza, só não percebi na parte do" Messias do Espiritismo ", se me puder explicar , agradecia a gentileza.

Abraços
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 06 de Outubro de 2012, 14:05
O espiritismo mais do que uma doutrina ela é uma revelação,e sendo revelação ela não pode ser exclusiva pois pertence a toda a humanidade,e segundo informações espirituais, o trabalho de restauração da pureza do evangelho já esta prestes a acontecer,pois o Messias do espiritismo já esta pronto para o trabalho.  Muita paz a todos.
Penso eu que  a pureza do Evangelho já foi realizada
Para isso estudemos o Doutrina

Resta-nos sim é vivê-LO
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Claudemir dos Santos em 06 de Outubro de 2012, 23:52
Meu irmão Hcancela,o messias do espiritismo já estava previsto numa mensagem pubricada por Kardec numa revista espirita de 1859,e segundo informações espirituais ele já esta a postos,e Chico Xavier e irmã Dulce serão seus guias e mentores,e esse grandioso trabalho sera uma grande surpresa para todos nós.  Sim,irmão Moises,Chico Xavier já retocou o evangelho com sua humildade,caridade e respeito a todos nós,agora só falta nós imitalos. Muta paz a todos nós.
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: hcancela em 07 de Outubro de 2012, 08:51
Meu irmão Hcancela,o messias do espiritismo já estava previsto numa mensagem pubricada por Kardec numa revista espirita de 1859,e segundo informações espirituais ele já esta a postos,e Chico Xavier e irmã Dulce serão seus guias e mentores,e esse grandioso trabalho sera uma grande surpresa para todos nós.  Sim,irmão Moises,Chico Xavier já retocou o evangelho com sua humildade,caridade e respeito a todos nós,agora só falta nós imitalos. Muta paz a todos nós.
Olá Claudemir

Sem querer duvidar porque não tenho o direito de o fazer, mas essa informação nunca tinha ouvido falar, muito menos nesses termos.Se me puder indicar qual a revista Espirita, Mês e Ano, em que essa informação foi publicada, agradecia.
Abraços
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Vitor Santos em 07 de Outubro de 2012, 12:17
Olá amigo Claudemir

De facto nas obras póstumas de kardec está indicado que os espiritos lhe disseram que ele voltaria para continuar a revelação espirita, uma vez que a duração do corpo lhe estava a dificultar a conclusão da mesma.

Mas não diz lá nada em relação a Chico Xavier nem à Irmã Dulce. Isso já é retirado de outras fontes.  Mas se usarmos a lógica, não para ter a certeza, mas para fazer uma previsão fundamentada, não vejo razões para pensar que os mentores de Kardec tenham de mudar, em relação aos que o guiaram no séc. XIX. E porque é que têm de ser espiritos conhecidos aqui na Terra? E se têm de ser conhecidos, porque é que não Teresa de Calcutá, que é uma figura muito mais conhecida e respeitada, de uma forma multi-cultural, em todo o planeta, em vez da Irmã Dulce que poucos conhecem?
 
Assim, temos aqui um exemplo de como, sem CUEE, podemos chegar a especulações sem fim. Ainda por cima sobre uma assunto irrelevante, a não ser do ponto de vista do jornalismo especulativo.

Primeiro que tudo, essa segunda vinda de Kardec pode nunca se vir a dar, segundo o que interessa é a revelação e não os seus autores, ou executores. Quando ela se der, se é que se virá a dar, os que cá estiverem encarnados saberão, decerto, não por os mentores serem estes ou aqueles, mas pela força da revelação, em si.

O século XXI vem colocar novos desafios a este tipo de revelações, pois o desenvolvimento tecnológico vem possibilitar fraudes cada vez mais sofisticadas, cada vez mais difíceis de detectar. E cada vez mais espalhadas de forma rápida, a nível global.

O CUEE não só está em vigor, como tem de ser cada vez mais rigoroso. A confiança dos homens uns nos outros é cada vez menor. A prova de desinteresse financeiro, cada vez tem de ser maior.

Só me parece haver um caminho (estou a especular, evidentemente, mas é um hipótese): é a mediunidade passar a tornar-se uma característica mais evidente em todos os homens, de forma a que cada um possa ter uma percepção mais alargada e perfeita. É os mentores que apoiam a revelação passarem a ser muitos, a nível global, em vez de ser dirigidos a um só médium. As gerações que vão receber essa revelação terão então de ter um sexto sentido bem mais apurado do que as actuais. Será que a minha previsão da massificação da mediunidade ostensiva tem lógica?

bem hajam
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: hcancela em 07 de Outubro de 2012, 12:27
Olá amigo Claudemir

De facto nas obras póstumas de kardec está indicado que os espiritos lhe disseram que ele voltaria para continuar a revelação espirita, uma vez que a duração do corpo lhe estava a dificultar a conclusão da mesma.

Mas não diz lá nada em relação a Chico Xavier nem à Irmã Dulce. Isso já é retirado de outras fontes.  Mas se usarmos a lógica, não para ter a certeza, mas para fazer uma previsão fundamentada, não vejo razões para pensar que os mentores de Kardec tenham de mudar, em relação aos que o guiaram no séc. XIX. E porque é que têm de ser espiritos conhecidos aqui na Terra? E se têm de ser conhecidos, porque é que não Teresa de Calcutá, que é uma figura muito mais conhecida e respeitada, de uma forma multi-cultural, em todo o planeta, em vez da Irmã Dulce que poucos conhecem?
 
Assim, temos aqui um exemplo de como, sem CUEE, podemos chegar a especulações sem fim. Ainda por cima sobre uma assunto irrelevante, a não ser do ponto de vista do jornalismo especulativo.

Primeiro que tudo, essa segunda vinda de Kardec pode nunca se vir a dar, segundo o que interessa é a revelação e não os seus autores, ou executores. Quando ela se der, se é que se virá a dar, os que cá estiverem encarnados saberão, decerto, não por os mentores serem estes ou aqueles, mas pela força da revelação, em si.

O século XXI vem colocar novos desafios a este tipo de revelações, pois o desenvolvimento tecnológico vem possibilitar fraudes cada vez mais sofisticadas, cada vez mais difíceis de detectar. E cada vez mais espalhadas de forma rápida, a nível global.

O CUEE não só está em vigor, como tem de ser cada vez mais rigoroso. A confiança dos homens uns nos outros é cada vez menor. A prova de desinteresse financeiro, cada vez tem de ser maior.

Só me parece haver um caminho (estou a especular, evidentemente, mas é um hipótese): é a mediunidade passar a tornar-se uma característica mais evidente em todos os homens, de forma a que cada um possa ter uma percepção mais alargada e perfeita. É os mentores que apoiam a revelação passarem a ser muitos, a nível global, em vez de ser dirigidos a um só médium. As gerações que vão receber essa revelação terão então de ter um sexto sentido bem mais apurado do que as actuais. Será que a minha previsão da massificação da mediunidade ostensiva tem lógica?

bem hajam
Nem mais Vitor

Aliás da mesma forma que já muito se diz que Chico Xavier, é Kardec, ou outros nomes que já se disseram. Sem querer criar polémicas desnecassárias, apenas explicativas que opiniões pessoais são apenas isso; opiniões pessoais.

Aquele abraço
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Mourarego em 07 de Outubro de 2012, 16:39
Mano Claudemir,
longe de mim querer fazê-lo mudar, porém o que o amigo escreve não passa de pura bobagem.
A mensagem, que o amigo cita não trás senão hipótese.
abraços,
Moura
Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Conforti em 09 de Outubro de 2012, 20:08
      Kazaoka    (ref msg #1)

      Cel: olá, amigo; pelas doutrinas e por certas filosofias, a causa primária, Deus, é a causa de todas as causas e, portanto, de todos os efeitos, certo? É assim, também, a causa de todas as outras doutrinas, e de todas as coisas, por mais absurdas q nos pareçam; assim, são efeitos da causa primária os desiguais sentimentos, caracteres, entendimentos, inteligência, ignorância, conflitos, também por mais absurdos q nos pareçam. E é a causa q tem como efeito os homens crerem q sua crença particular é a única certa, q todas as outras estão erradas; crerem q seus dogmas e práticas ou crenças, por mais estranhas q as consideremos, constituem o único caminho q leva a Deus.  É a causa de aquele homem-bomba acreditar q está perfeitamente correto moralmente ao se matar e matar centenas de semelhantes; afinal, é a causa de tudo q vemos no mundo, dentro e fora da moral, do bem e do amor.

      Ou, para muitos, talvez, o se afirmar “causa de todas as causas e de todos os efeitos” não seja, verdadeiramente, “de <todas> as causas e de <todos> os efeitos”, mas só de parte deles. Será isso?...

      Será q, do que é a infinita Perfeição, pode proceder algo q, mesmo de início perfeito, com o tempo, tenha essa perfeição dissipada, até chegar a apresentar as desmedidas imperfeições q o dia-a-dia nos mostra? Se dissermos q deve ter sido isso, estaremos dizendo q a perfeição se desfez sozinha, sem nada q a levasse a se desfazer. Como entender isso? Ou eventos exteriores à perfeição a perturbaram ao ponto de a desfazer? Se esses eventos perturbadores existem antes mesmo de se desfazer a Perfeição, já não seriam coisas imperfeitas, dentro da jurisdição do Criador?

      Mas, esse é o entendimento de todos, religiões, crenças e seres q têm em Deus a causa primária: que Deus é o criador de todas as coisas (“... e sem Ele nada foi criado!”), isto é, de q <todos> significa apenas <parte>, a parte boa, agradável, bela, benfazeja, q traz amor e felicidade.     

      Afinal, meu distinto jovem, quais são os efeitos q a vida e o mundo podem nos oferecer q não tenham sido causados pela causa primária? Existem? Portanto, temos de, imperiosamente, raciocinar, para tentar compreender o fato de uma causa infinitamente Perfeita ter como efeitos gigantescamente imperfeitops, seres gigantescamente Imperfeitos. Seres q, obrigatória e imperiosamente, têm de sofrer para se desfazerem de suas imperfeições, pois q o Ser Perfeito e Perfeitamente Sábio os cria tão Imperfeitos q só entendem a linguagem das “chicotadas” dos sofrimentos, pois q só elas os fazem progredir moralmente. Como explicar o fato de o Criador necessitar de nos mandar para a escola, onde devemos aprender a nos desfazer das Imperfeições, para isso criando um processo de ensino no qual o método mais utilizado e mais eficiente resulta em lágrimas e em terríveis sofrimentos? 

      Kazaoka: Sendo tudo resultado da causa primária e estando tudo caminhando rumo a um aperfeiçoamento relativo, tanto a doutrina quanto o CUEE nada mais são do que instrumentos colocados à disposição do Ser em busca do aperfeiçoamento, oferecendo-lhe subsídios morais para que se alcance o objetivo principal. Esta é a função e o papel das doutrinas, religiões, seitas, etc..

      Cel: aí, amigo, na primeira parte da frase inicial, como nessa frase final, vc foi perfeito. 

      E, podemos dizer q, sendo tudo resultado da causa primária, nós também, o somos, com nossas virtudes e corrupções. Somos, agora, exatamente, o resultado, ou efeito, de todas as causas e todos os efeitos que antes deste instante aconteceram, em nossa linha ascendente, desde os mais longínquos antepassados, e mesmo das causas q a estes deram origem. Haverá méritos ou deméritos por isso?

      Kazaoka: A infalibilidade está na capacidade íntima de aproveitamento que cada um tem daquilo que lhe é oferecido como meio de aprendizado e não no sistema de aprendizado oferecido. As transformações necessárias são interiores e refletem as impressões recebidas, mas são íntimas e são regidas pela vontade do próprio indivíduo.

      Cel: aqui, meu amigo, há algo a questionar: como vc diz, as “capacidades íntimas de aproveitamento” e as “vontades q regem cada individuo” podem ser tremendamente desiguais (pois é isso q vemos no mundo), fazendo, portanto q uns progridam mais e, consequente, se aproximem mais do objetivo almejado do q outros; consequentemente, também conforme as doutrinas, os q mais progrediram sofrem menos do q os outros e, também conforme as doutrinas, só sofre quem merece sofrer ou por ter assumido missão/prova q envolva sofrimento. Mas, perguntamos: conforme as doutrinas, há algum desdouro ou há deméritos para os q menos progrediram? Qual é a causa dessa desigualdade q leva uns a se transformarem no sentido do bem, mais do q outros, levando os primeiro mais rapidamente à felicidade?

      Neste estudo da doutrina espírita, não será conveniente usarmos intensamente o raciocínio para buscarmos essa compreensão?       
..............................................................

Título: Re: Doutrina Espirita.
Enviado por: Conforti em 09 de Outubro de 2012, 21:47
      João ninguém    (ref sua msg #5)

      Como aconselham os homens sensatos, como fez Kardec, devemos raciocinar profundamente sobre as coisas da fé, da crença.
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      O novo amigo João Ninguém, mas q percebo q é Alguém inteligente e bem instruído, escreveu: A DE nos foi revelada por Espíritos de elevada hierarquia, na condição de O Consolador prometido por Jesus... Este consolador nos trouxe ensinamentos claros e precisos, compreensíveis ao mesmo tempo pelos instruídos e pelos ignorantes.

      Cel: meu amigo, discordo: se fosse compreensível até mesmo por ignorantes, como explicar as tão grandes dúvidas q sempre vemos nos tópicos deste fórum? As questões levantadas que muitas vezes se contradizem? E há, sim, questões q nem os instruídos compreendem!

      João: Parte significativa desses ensinamentos nos foi apresentada na forma de Leis Naturais e Divinas. Cogitar a falibilidade da DE seria o mesmo que considerar como falíveis essas mesmas Leis e, por extensão, O que as criou.

      Cel: amigo João, novamente discordo pois, não será porq das leis não discordamos q de nada mais discordaremos! Há, na doutrina (como em todas as doutrinas) pontos e questões estranhos, assuntos incompletos, incoerentes e mesmo contraditórios, dos quais muitos discordam.  A DE não está livre de questionamentos e dúvidas, exatamente como fez ver Kardec ao aconselhar q estudemos outras doutrinas para, pela comparação, escolhermos aquela q mais se harmonize com nosso íntimo.

      João: Há quem se atreva a cogitar que os Espíritos encarregados de nos apresentar estas Leis erraram em alguns pontos. Esse tipo de afirmação pode ser encontrado aqui sem dificuldades em tópicos específicos (alimentação e sexo, por exemplo).

      Cel: pois aí está a prova de q nem para todos os ensinamentos são compreensíveis.

      João: Ingenuidade: esquecem-se (ou não sabem) que um argumento só pode ser refutado por sua contradita direta e nas mesmíssimas condições que possibilitaram a construção do argumento que se pretende refutar. Uma única variável que modifique ainda que minimamente estas condições é o suficiente para invalidar uma refutação.

      Cel: novamente, devo interferir. Vou lhe apresentar apenas um argumento doutrinário (há outros) q nem mesmo o amigo conseguirá defender, se não com a explicação de q seja resultado de erros de tradução ou de revisão, descuido etc: pelas doutrinas , tendo em vista a justiça divina, somos todos criados em perfeita igualdade, inclusive qto às faculdades intelectuais; no entanto, diz OLE/124 – Pois que há Espíritos que, <desde o princípio> seguem o caminho do bem absoluto, enquanto há outros espíritos q, também <desde o princípio>, seguem o caminho do mal absoluto... deve haver, sem dúvida, gradações entre esses dois extremos, não?” Resp: “Sim, certamente, e os que se acham nos graus intermediários constituem a maioria.”

      Como entender isso? Perfeitamente iguais, desde o principio, seguem caminhos opostos, desde o princípio? Perfeitamente iguais, desde o principio, sao totalmente desiguais, desde o princípio!

      João: Os apressados ainda não compreenderam a extensão da afirmação de Kardec de que se algum dia a Ciência demonstrasse equívocos da DE, que caminhássemos então com a ciência.

      Cel: aqui, há algo a questionar: a ciência mais avançada do planeta comprovou, sem sombra de dúvidas (e após todas as replicações convenientes, realizadas pelos maiores expoentes da física), q o papel ou a função do homem, é totalmente diferente desse q as religiões apregoam. No entanto, como essas conclusões obrigatoriamente exigem que se repense a posição e o papel do homem no universo, estranha-se que, até hoje, as religiões não se manifestaram a respeito. E essas descobertas já completaram um século de existência. Talvez o receio de terem de modificar suas premissas básicas, ou do impacto que isso causaria entre os seus adeptos, as tenha feito se calarem. Muitos companheiros de estudo, neste Fórum, chegaram a ridicularizar o autor de texto q apresenta essas descobertas científicas e mesmo a ridicularizar os cientistas e suas conclusões. O q o amigo pode dizer a respeito?
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Título: CUEE
Enviado por: Alesandro Bennati em 14 de Dezembro de 2012, 18:33
Seria possível a realização plena do CUEE, em suas próprias bases, em 1857?

Sem contar com os modernos recursos de comunicação?
Título: Re: Seriam a DE e o CUEE infalíveis?
Enviado por: Mourarego em 15 de Dezembro de 2012, 14:09
Só para lhe satisfazer amigo Benatti,
o CUEE se feito hoje, deve obrigatoriamente ser feito da mesma maneira que o foi ao tempo de Kardec.
Abraços,
Moura
Título: Re: Seriam a DE e o CUEE infalíveis?
Enviado por: Ignarus em 15 de Dezembro de 2012, 14:50
Homens falham. Por tanto, tudo que vem de homens pode conter erros. Por isso a necessidade de estudo e pesquisa, além da vivência que proporciona a experiência.

O CUEE só é falível se efetuado por homens tendenciosos ou incapacitados. A DE sendo a continuação dos ensinos de Jesus que trazem maiores esclarecimentos e a lembrança do verdadeiro Cristianismo até o momento não demonstrou nenhum ponto de conflito e nenhuma discordância ou incoerência com as Leis Naturais até onde a entendemos.

Contudo, a ignorância humana pode ver erros e contradições em tudo, até no amor!

Paz!
Título: Re: Seriam a DE e o CUEE infalíveis?
Enviado por: Mourarego em 15 de Dezembro de 2012, 14:54
isso mesmo mano Ignarus.
Basta que pensemos que por CUEE sabemos que seja o questionamento aos Espíritos Superiores que veremos oque não há essa margem de erro nas repostas deles.
A não ser que o ser encarnado subverta, interpole, modifique ou engode quando for relatar.
abraços,
Moura
Título: Re: Seriam a DE e o CUEE infalíveis?
Enviado por: Ignarus em 15 de Dezembro de 2012, 15:04
As verdades são as Leis Universais que temos de ir aprendendo aos poucos conforme o nosso adiantamento. São elas eternas, infalíveis e imutáveis. Mas o homem devido sua ignorância tenta dar explicações conforme suas necessidades e seus interesses, muitas vezes, com o intuito introduzir seus conceitos somente por orgulho, sem atentar-se para o fato de que desconhece até a si próprio.

Abraço
Título: Re: Seriam a DE e o CUEE infalíveis?
Enviado por: Mourarego em 15 de Dezembro de 2012, 15:06
Ae mano!
Acabou de citar duas obras espíritas; ESE e OLE
Abraços,
Moura
Título: Re: Seriam a DE e o CUEE infalíveis?
Enviado por: ctollin em 30 de Junho de 2014, 20:55
O nosso irmão Edmar Ferreira escreveu:

"Lendo uma coisa dessas (Erasto), não consigo entender certas posturas defendidas por alguns colegas de que uma só contradiçãozinha ou um só sistemazinho duvidoso não sejam suficientes para colocar  em cheque toda uma obra que venha de um Espírito "desencarnado".", referindo-se ao texto de Erasto na Revista Espírita (Agosto de 1861): "Na dúvida, abstém-te, diz um dos vossos velhos provérbios. Não admitais, portanto, senão o que seja, aos vossos olhos, de manifesta evidência. Desde que uma opinião nova venha a ser expendida, por pouco que vos pareça duvidosa, fazei-a passar pelo crisol da razão e da lógica e rejeitai desassombradamente o que a razão e o bom-senso reprovarem. Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea...."

Quer dizer então que os erros que necessitaram ser corrigidos no Livro dos Espíritos deveriam colocar em cheque toda a Codificação? (lembrando que Kardec disse que o mesmo havia sido revisto pelos Espíritos Superiores. Mesmo assim foram impressos com os erros). 

Creio que devemos ser muito prudentes na análise e aceitação das informações que nos são passadas nos livros quer tenham como autores espíritos encarnados ou desencarnados.

As bases para a aceitação à época de Kardec foram a concordância dos ensinos e, mesmo assim, como lembrou nosso irmão Vitor, a aplicabilidade do CUEE não é fácil e talvez seja até mesmo impraticável nessa época de internet, pois não podemos ter a garantia de que as idéias de uns não tenham sido difundidas de forma a influenciar as de outros, tornando a concordância duvidosa. 

Como o Vitor também sugere, o CUEE não deve ter sido aplicado a 100% das questões que compõe o LE e isto pode explicar os erros que permanceram. Portanto a aplicação da regra proposta por Erasto é, acredito, mais uma exortação ao uso do bom senso do que à rejeição imediata daquilo que o crivo de nossa razão (limitado ainda que o neguemos) sugere ser enganoso.

fraternalmente,
Claudio
Título: Re: Seriam a DE e o CUEE infalíveis?
Enviado por: Alesandro Bennati em 03 de Julho de 2014, 23:31


Aprendi que a DE é infalível justamente por ter sido Codificada segundo os ditames do CUEE!