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CONVÍVIO => Off-topic => Espiritualismo => Tópico iniciado por: Danilo Henrique em 08 de Dezembro de 2013, 15:35

Título: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 08 de Dezembro de 2013, 15:35
Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação


Hoje vou tentar explicar aos amigos do fórum a diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação.
 
Então antes de fazer essa diferenciação, vamos entender o que é vida. Vida não é um coração batendo, um cérebro funcionando ou um corpo fazendo atividades. Tudo isso são elementos que exprimem a vida. Vida, antes de tudo, é uma mente em ação. A todos os instantes, a mente capta sinais do mundo exterior, decodifica esses sinais dando-lhes uma interpretação ou um valor, e reage a eles, a cada segundo. Aquilo que a mente cria, é a vida.
Portanto, é possível que duas pessoas passando exatamente pela mesma situação, materialmente falando, vivam vidas completamente diferentes. Pois nesse processo mental, cada pessoa, para fazer a interpretação ou valoração dos fatos que vivencia, utilizará aquilo que já é existente no seu arquivo mental, ou na sua memória, consciente e inconsciente.
Desse modo, viver uma vida humana e viver uma encarnação são coisas distintas.
Viver uma vida humana é estar com a "mente conectada" ao "sistema de vida humano" e agir apenas em função desse sistema, enquanto viver uma encarnação é interpretar cada momento da vida como uma prova para o Espírito, e agir dentro dessa realidade.

O sistema de vida humano é todo o conjunto de regras e conceitos convencionados pela sociedade humana. Desde o instante que acordamos, até a hora de dormir, estamos involuntariamente coagidos por esse sistema, coação esta que se expressa na grande maioria das nossas ações. As roupas que você escolhe para sair de casa, a forma de educar os filhos, as convenções de prazos e horários, os sistemas hierárquicos, enfim, uma infinidade de regras das quais poderíamos encontrar uma centena de exemplos em um único dia.
Esses conceitos são transitórios e relativos. Não podem, nenhum deles, representar uma verdade absoluta. Portanto, não pertencem à realidade do universo.
Tratam-se de uma verdades ilusórias, que existem apenas na mente do ser humano. Vamos a apenas um exemplo:
A humanidade estabeleceu esta verdade: Toda criança deve ir para a escola. Logo, se alguém desrespeita essa regra, está contra o sistema. Os pais que não levam seus filhos para a escola, são visto como maus pais, que não educam corretamente seus filhos.
Para esse, e centenas de outros exemplos, todos eles podem ser vistos como verdades relativas, que estão totalmente a parte daquilo que consideramos o objetivo da encarnação.
Relembrando os objetivos da encarnação, estes se encontram na questão 132 do Livro dos Espíritos:

132. Qual é a finalidade da encarnação dos Espíritos?

– Deus a impõe com o fim de levá-los à perfeição: para uns, é uma expiação, para outros, uma missão. Mas, para chegar a essa perfeição, eles devem sofrer todas as vicissitudes da existência corpórea: nisto é que está a expiação. A encarnação tem ainda outra finalidade, que é a de pôr o Espírito em condições de enfrentar a sua parte na obra da criação. E para executá-la que ele toma um aparelho em cada mundo, em harmonia com a sua matéria essencial, a fim de nele cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. E dessa maneira, concorrendo para a obra geral, também progride. A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do Universo. Mas Deus, na sua sabedoria, quis que eles tivessem, nessa mesma ação, um meio de progredir e de se aproximarem d’Ele. É assim que, por uma lei admirável da sua providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na Natureza.

Foram destacadas três palavras chaves que vão nos ajudar a interpretar a questão.
Portanto, a encarnação é uma imposição de Deus, cuja única finalidade é levar o Espírito para a perfeição. Qualquer outra finalidade que possamos atribuir a vida, como por exemplo: "ser bem sucedido materialmente" ou "construir algo grandioso na Terra" é fruto de concepção humana. Não é uma verdade universal. Em seguida, vemos que os Espíritos devem "sofrer as vicissitudes" da existência corpórea. Vamos entender o que é "sofrer vicissitudes".

A palavra sofrer não está no sentido de sofrimento, mas no sentido de vivenciar. Vivenciar, no caso, as vicissitudes da existência, que ao contrário do que muitos pensam, esta palavra não significa "tribulações" ou "dificuldades", mas sim, alternância de situações (verificar dicionário).
Portanto, sofrer vicissitudes é vivenciar alternância de situações. Logo, vivenciar situações boas e ruins. Experiências agradáveis e desagradáveis.

Portanto, essa é a finalidade da encarnação, ficando provado que nenhuma criança tem a obrigação de ir para a escola. Se toda criança é um Espírito, que encarna com o objetivo de sofrer as vicissitudes da vida corpórea, e estas vicissitudes são provas que esse Espírito solicitou antes da encarnação, com o fim de alcançar a perfeição, a educação terrestre será para ela apenas um dos elementos das vicissitudes que ela sofrerá, ou seja, não é algo essencial para o Espírito, mas para a prova que ele virá a realizar na Terra.

Viver conectado ao "sistema de vida humano" é viver preso a estas definições, e dando-lhes um valor que não é real. Não trata-se de estudar ou deixar de estudar. Trata-se de não se apegar a isso como algo essencial para a felicidade. Ou seja, libertar-se da intenção de estudar, ou o querer estudar, pois estudar ou não estudar não é algo que depende do indivíduo, tampouco do seu livre arbítrio. Mas da predisposição, ou seja, das verdades individuais que o levam a estudar. Verdades estas que pertencem a assimilação do "sistema de vida humano". 

Contudo, este sistema não apenas determina regras e conceitos a respeito do que se deve fazer. Ele procura, a todo custo, nos convencer de que o seguimento desses conceitos são a "fórmula da felicidade". É isso o que nos faz, diariamente, não apenas agir em função desse sistema, mas viver sentimentalmente ligado a ele, buscando seguir à risca as tuas prerrogativas.

Em regra, o ser humano vive tão "sentimentalmente" ocupado com o seu sistema de vida, que se esquece da verdadeira finalidade de estar vivo. E para os que ainda não descobriram esta finalidade, esquecem-se de buscá-la.

Viver uma encarnação, ao contrário de tudo isso, é viver para uma única e verdadeira finalidade: alcançar a perfeição Espiritual, e para tal, submeter-se às vicissitudes da existência com equanimidade.
Isto não é vestir uma bata e sair na rua fazendo caridade. Como já expliquei, vida não é aquilo que você faz. É o conjunto de sensações e pensamentos que o Espírito capta através da mente.

Para isso, é necessário obter o controle da mente, pois a mente é a nossa maior inimiga nesse processo. A mente humana lhe impõe viver dentro do sistema de vida humano, e ela faz isso produzindo sensação de prazer sempre que você consegue viver conforme esse sistema, e sensação de sofrimento sempre que não consegue. Além disso, ela impõe esse sistema aos semelhantes, julgando todos aqueles que nele não se enquadram.
É assim que os homens, uns em relação a outros, constroem as provações necessárias a cada um. Com suas próprias mentes agindo contra sí, e contra o próximo, impedindo-os de se encontrarem com sua natureza espiritual.

Viver uma encarnação é viver em harmonia com tudo o que acontece, pois todos os acontecimentos da vida exprimem uma oportunidade de elevação para o Espírito. Logo, é viver sem contrariedade a nada. Mais que isso, é viver amando a tudo o que acontece, e sentindo-se amado por Deus por estar passando pela vicissitude necessária para o que constitui a finalidade
da encarnação.

Tudo isso é um processo mental. Não depende do que você faz. Aliás, é comum muitas pessoas acharem que estão fazendo caridade e "ganhando pontos com Deus", quando estão na verdade apenas atrasando esse processo, pois fazem o trabalho com uma intenção, que pode ser: ganhar bônus horas para quando chegar no plano espiritual; pagar dívidas de encarnações anteriores (a pessoa nem sabe o que fez na vida passada, mas já se sente culpada); sentir-se "realizada" por estar fazendo algo que ela acha ser "bom" ou útil, ou seja, busca de satisfação pessoal, etc. Enquanto no trabalho e na família, esquece-se da caridade e vive uma vida cheia de "problemas" e "preocupações".
Isto são tantas outras provas para esse Espírito, que deverá compreender que a única forma realmente eficaz de se conseguir a felicidade é através da transformação íntima, e não "fazendo coisas" que ela acha que agrada a Deus.

Viver uma encarnação, é, finalmente, viver com a preocupação e vigilância constante dos próprios sentimentos e reações que produzimos com relação as vicissitudes (situações boas e ruins) da vida, pelo convencimento de que somente a libertação de tudo o que faz parte da "vida humana", será possível a conquista da evolução espiritual.
 
Abraços!








   
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 08 de Dezembro de 2013, 17:56
Olá Danilo.

Portanto, essa é a finalidade da encarnação, ficando provado que nenhuma criança tem a obrigação de ir para a escola. Se toda criança é um Espírito, que encarna com o objetivo de sofrer as vicissitudes da vida corpórea, e estas vicissitudes são provas que esse Espírito solicitou antes da encarnação, com o fim de alcançar a perfeição, a educação terrestre será para ela apenas um dos elementos das vicissitudes que ela sofrerá, ou seja, não é algo essencial para o Espírito, mas para a prova que ele virá a realizar na Terra.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/#ixzz2muGJZSMS

Danilo, não seria melhor em vez  de dizer que 'nenhuma criança tem a obrigação de ir para a escola', dizer simplesmente que  'nas situações em que encarnar sem a possibilidade de ir a uma escola, isso não faria necessariamente diferença para a evolução espiritual?'

Podemos imaginar situações e locais em nosso planeta terra em que crianças não tenham oportunidade de frequentar escolas e nesse caso poderia, como você mesmo afirma, tratar-se de uma escolha do Espírito, mas do modo como você escreve, faz parecer que mesmo um Espírito tendo encarnado em meio propício a frequentar bancos escolares, isso seria dispensável e os pais nenhuma preocupação deveriam ter com isso. Mas frequentar escolas se não é fundamental para a evolução do Espírito, pois, como dito, há lugares em que crianças não têm acesso à educação, pode ser fundamental para a segunda parte da resposta da questão que você citou, além de ser uma prova, ou vicissitude.

(..)
A encarnação tem ainda outra finalidade, que é a de pôr o Espírito em condições de enfrentar a sua parte na obra da criação. E para executá-la que ele toma um aparelho em cada mundo, em harmonia com a sua matéria essencial, a fim de nele cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. E dessa maneira, concorrendo para a obra geral, também progride. A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do Universo. Mas Deus, na sua sabedoria, quis que eles tivessem, nessa mesma ação, um meio de progredir e de se aproximarem d’Ele. É assim que, por uma lei admirável da sua providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na Natureza.



Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/#ixzz2muGuOwiN

Abraço.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Joao Paulo Soares em 09 de Dezembro de 2013, 00:32
Caro Danilo,

   Essa Mente é o Espirito; (faça o exercicio de as trocar).
   Essas 3 palavras da questão 132, indicam-lhe o que é a Expiação.
   
Forte Abraço,
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 09 de Dezembro de 2013, 01:28
Caro Danilo,

   Essa Mente é o Espirito; (faça o exercicio de as trocar).
   Essas 3 palavras da questão 132, indicam-lhe o que é a Expiação.
   
Forte Abraço,

João, com todo respeito, você acredita mesmo que os seus pensamentos, ideias e intenções tem origem no seu Espírito? Observe com atenção esta questão do Livro dos Espíritos:

[sobre a escolha das provas]
266 Não parece natural escolher as provas menos dolorosas?

– Para vós, sim; para o Espírito, não. Quando se está liberto da matéria, a ilusão cessa e a forma de pensar é outra.

Ou seja, antes de encarnar, seu Espírito, na expectativa de alcançar os altos patamares da elevação, pede para vir à Terra cego, surdo, mudo, feio, aleijado, mendigo, deformado, com propensão à várias doenças, convivendo com seus inimigos do passado. Os seus mentores, sabendo que ele não suportaria tal provação, elimina 80% das provas que ele pediu a si mesmo. Deixam apenas as dificuldades mais amenas.
Depois, quando encarna com esse 20% de provas, o Espírito encarnado fica a vida inteira chorando por causa da unha encravada no pé, do marido que prefere assistir futebol ao invés de lhe fazer carinho (no caso das mulheres), da falta de dinheiro pra comprar roupa, do ovo cozido na janta ao invés do frango assado, e fica a vida inteira "de joelhos" pedindo à Deus que melhore a sua situação, e dedicando toda força e inteligência para se livrar dos seus "grandes problemas".

Não te parece muito discrepante a forma de pensar do Espírito, e do ser humano?
Pois eu lhe explico. Essa "mudança radical" não é apenas um "entorpecimento", como aquela cervejinha a mais que as vezes faz um sujeito perder a razão. Não. Essa mudança ocorre, porque ao encarnar, o Espírito submerge em uma ilusão completa.  (ver a resposta do E.V.). Repare, ele não disse que a forma de pensar é "mais clara". Não disse que a forma de pensar é "mais lúcida". Disse que a forma de pensar é outra.
O que seria essa ilusão? A própria mente do encarnado. O seu ego.
O ego é aquilo que você pensa ser você. Quando você olha para si, você vê uma identidade (João), morando em um determinado endereço, filho de um pai e uma mãe, ou pai de um ou mais filhos, com uma profissão, com desejos sonhos e metas próprios, e todas as características pessoas que formam sua personalidade (metódico, sociável, ciumento, etc. são exemplos).
Você não é nada disso. Isso é um Ego, que poderíamos denominar Ego João. Você na verdade é um nada, que se ilude em ser o Ego João. Abaixo, a prova de que você é um nada:

23 a Qual é a natureza íntima do Espírito?

– Não é fácil explicar o Espírito com a vossa linguagem. Para vós, ele não é nada, visto que o Espírito não é algo palpável, mas para nós é alguma coisa. Sabei bem: o nada não é coisa nenhuma, o nada não existe.

Logo, se para nós humanos, o Espírito não é nada, isto é o máximo que podemos compreender sobre o que é você 

Portanto cuidado, não confunda aquilo que você é (Espírito), com aquilo que você pensa que é ou acha que é (João). O João é a provação de você Espírito. Foi um ego minuciosamente elaborado, para te colocar em situações onde você seria provado conforme o gênero de provações solicitados antes de encarnar.
Tudo o que a mente fala, é o Ego João se manifestando, propondo uma prova ao seu Espírito. O João é aquele que você deve vencer.
Sem criar essa dupla personalidade, e separar bem estas duas coisas, continuará havendo a ilusão de estar vivendo um personagem, o que torna difícil o conhecimento de si mesmo, já que será sempre o personagem sendo visto do ponto de vista do próprio personagem.


Abraços!



 

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 09 de Dezembro de 2013, 02:17
Olá Norizonte, tudo bem? Prazer em reencontrá-lo.

Citar
mas do modo como você escreve, faz parecer que mesmo um Espírito tendo encarnado em meio propício a frequentar bancos escolares, isso seria dispensável e os pais nenhuma preocupação deveriam ter com isso.

Essa é a parte que você ainda não entendeu dessa "loucura" toda.
Olha bem. Não faz a menor diferença você querer ou não querer colocar os seus filhos na escola. Eles vão estudar se tiverem que estudar, e não vão estudar se não tiverem que estudar.
Os pais não devem ter absolutamente nenhuma preocupação se seus filhos vão deixar ou deixar de estudar, pois Deus que lhes proverá a educação. Os pais simplesmente acordarão certo dia predispostos e fazer-lhes a matrícula. Podem fazer isso, dizendo: "louvado seja Deus, que está dando escola aos meus filhos". Ou dizendo: Louvado seja EU, pai responsável, que cumpre com a sua obrigação e matricula seus filhos na escola. O que seria deles sem MIM?
Essa, e apenas essa, é a decisão que cabe fazer aos pais, e você já sabe qual é a resposta certa e a resposta errada. Pois eles não podem, de forma alguma, interferir no destino de seus filhos, que já está traçado.

Citar
Mas frequentar escolas se não é fundamental para a evolução do Espírito, pois, como dito, há lugares em que crianças não têm acesso à educação, pode ser fundamental para a segunda parte da resposta da questão que você citou, além de ser uma prova, ou vicissitude.

Concordo. E quem é que cria a condição para o Espírito cumprir a sua parte na obra da criação? Os pais do encarnado?
Oras, a própria questão afirma que o objetivo da encarnação é colocar o espírito em condição de cumprir a sua parte. Pois bem, se um espírito deve cumprir a sua parte como médico, Deus lhe dará essa condição. Ou você acredita que Deus ficará torcendo para os pais  matricularem o filho na escola, para que ele possa fazer o vestibular?
Abraços!
 



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 09 de Dezembro de 2013, 02:52

Hoje ............
...............espiritual.
 
Abraços!



Hoje vou tentar explicar aos amigos do fórum a diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação.

A vida para o Espírito é uma coisa só. A única diferença reside no fato de estar ou não encarnado
 

Então antes de fazer essa diferenciação, vamos entender o que é vida. Vida não é um coração batendo, um cérebro funcionando ou um corpo fazendo atividades.

Isso é, sim, vida!

É a vida do Espírito encarnado.


Tudo isso são elementos que exprimem a vida.

Exato!

São os elementos que exprimem a vida do Espírito num corpo material.


Vida, antes de tudo, é uma mente em ação.

A Mente em ação (atividade) é o próprio Espírito.


A todos os instantes, a mente capta sinais do mundo exterior, decodifica esses sinais dando-lhes uma interpretação ou um valor, e reage a eles, a cada segundo.

Verdade!

Os Espíritos captam os sinais do mundo exterior, que são o resultado de sua interação com a matéria e com os outros Espíritos, interpreta-os e reage (pratica atos) a essa interação a cada segundo.


Aquilo que a mente cria, é a vida.

O que os Espíritos “criam” são pensamentos que os levam a praticar atos e interagir entre si e com a matéria.

Isso é a vida!


132. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos?

“Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta”.

A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do Universo. Deus, porém, na Sua sabedoria, quis que nessa mesma ação eles encontrassem um meio de progredir e de se aproximar Dele. Deste modo, por uma admirável lei da Providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na Natureza.

                                                      O Livro dos Espíritos


somente a libertação de tudo o que faz parte da "vida humana", será possível a conquista da evolução espiritual.

Sendo indiferentes aos sofrimentos dos nossos semelhantes?

Olvidando as Leis Divinas do Amor e da Caridade?

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 09 de Dezembro de 2013, 10:30
Ai caramba Danilo! :D


Você não é nada disso. Isso é um Ego, que poderíamos denominar Ego João. Você na verdade é um nada, que se ilude em ser o Ego João. Abaixo, a prova de que você é um nada:

23 a Qual é a natureza íntima do Espírito?

– Não é fácil explicar o Espírito com a vossa linguagem. Para vós, ele não é nada, visto que o Espírito não é algo palpável, mas para nós é alguma coisa. Sabei bem: o nada não é coisa nenhuma, o nada não existe.

Logo, se para nós humanos, o Espírito não é nada, isto é o máximo que podemos compreender sobre o que é você 



Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/#ixzz2myJwEYHe

Como você chegou à conclusão de que nosso colega é um nada baseado na resposta dos Espíritos quando afirmam que para nós o Espírito é um nada?

É para nós um nada porque normalmente não os vemos, não os ouvimos, não os sentimos pelo tato, olfato,.. mas em que isso prova que somos um nada pelo fato de a maioria não conseguir constatar de forma direta a existência de Espíritos?

Abraço.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 09 de Dezembro de 2013, 10:51

Concordo. E quem é que cria a condição para o Espírito cumprir a sua parte na obra da criação? Os pais do encarnado?
Oras, a própria questão afirma que o objetivo da encarnação é colocar o espírito em condição de cumprir a sua parte. Pois bem, se um espírito deve cumprir a sua parte como médico, Deus lhe dará essa condição. Ou você acredita que Deus ficará torcendo para os pais  matricularem o filho na escola, para que ele possa fazer o vestibular?
Abraços!


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Certo Danilo, mas como 'Deus lhe dará essa condição'? parece óbvio que qualquer condição de qualquer encarnado depende da interação com outros encarnados e parece que você não admite isso quando diz que Deus não fica esperando pela decisão dos pais. Se não fica esperando pela decisão dos pais, ficará 'esperando' por quem? pelos vizinhos, parentes, ministério público,..? E mesmo se imaginarmos uma criança em local ermo, sem estudar, sem o conhecimento dos órgãos responsáveis pela defesa de seus direitos e que um dia tenha como 'destino' se tonar um médico, isso só ocorrerá com a interação com outros encarnados.

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 09 de Dezembro de 2013, 12:51
Olá amigo Danilo

A palavra vida pode ser interpretada no sentido biológico, e, nesse caso, tem a haver com a vida do corpo de carne, ou pode ser interpretada como a vida imortal dos Espíritos (a verdadeira vida).

Um ser encarnado é um espírito imortal que está associado a um corpo de carne. Na minha óptica, isso significa que, em estados não excepcionais de consciência, a percepção de si mesmo e de tudo o resto está muito limitada. A memória também está limitada à memória cerebral. Tanto que uma doença cerebral pode afectar gravemente a memória.

Logo, a consciência de si mesmo e de tudo o resto, do encarnado, tem de ser muito diferente da consciência de si mesmo e de tudo o resto, do desencarnado.

No fundo o espírito é o actor, e uma encarnação é um papel que o espírito está a interpretar. Só que o actor, no teatro, tem consciência de que é um actor e está a representar um papel, na encarnação o espírito vê-se como o personagem que interpreta e, em estados não excepcionais de consciência, não consegue ver-se como o actor.

Um desencarnado percepciona-se a si mesmo e a tudo o resto de uma forma diferente, pois o encarnado percepciona o mundo através de meios sensoriais que apodrecem com o corpo de carne. Mas, segundo a doutrina espirita, a morte do corpo pode ser apenas uma mudança de papel do actor que é o espírito, não compreendendo o desencarnado também que é o actor, ou seja, adoptando para si uma nova personagem e identificando-se completamente com ela. E mesmo depois de desencarnados podemos não compreender que somos o actor (espírito).

Mas não me parece que a sensação de felicidade ou infelicidade, do ser encarnado, tenha a ver com isso. Penso que a felicidade, na Terra, é estar distraído em relação à realidade. A pessoa sabe que a vida do corpo é transitória, bem como tudo o resto, aqui na Terra, mas ao empenhar-se, no amor a uma causa, a uma pessoa, à humanidade, a pessoa alheia-se um pouco da realidade humana, vive como se a vida no corpo fosse eterna.

Os prazeres materiais não dão felicidade, mas prazer, como o nome indica. A diferença é que o prazer é algo de que usufruímos, num determinado espaço de tempo, e depois não persiste. Acaba-se o momento prazer, acaba-se o contributo do mesmo para a felicidade.

A pessoa que se imagina um ser espiritual, tal como todas as outras pessoas, não estão sempre a pensar nisso. E distraem-se nas actividades que a vida lhe impõe, ou seja, nas actividades que a pessoa julga necessárias e úteis para si. E é feliz ou infeliz, aqui na Terra, pelas mesmas razões de toda a gente.

Mas o crente de que é um espírito imortal, ao pensar bem nisso, sente-se preso a um corpo de carne. Não sei se essa crença traz uma sensação de felicidade ou de prisão. Deve depender de cada pessoa. Todavia, o crente tem uma perspectiva de futuro: a libertação da carne. O descrente não tem perspectiva de futuro. Se pensa muito na realidade da vida que observa, sente-se um cadáver adiado. E todos os que ama são também cadáveres adiados.

Contudo, a vida na Terra não está pré-determinada. O homem tem capacidade de decisão, pode é nem sempre ter consciência das consequências das respectivas decisões, ou ter de tomar decisões involuntárias (não racionais, ou sob a pressão de outras pessoas e/ou das circunstâncias). Não há dúvida que o homem também está condicionado ao que ele concebe como a realidade.

Em complemento, o tema da felicidade e a infelicidade é abordada de uma forma muito interessante, por Viktor Frankl aqui:

http://www.logoterapia.com.br/index.php?id=6

Viktor Frankl era um psiquiatra de Viena que esteve preso e sobreviveu a um campo de concentração Nazi, que foi um laboratório vivo muito importante. 

bem haja
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 09 de Dezembro de 2013, 14:02
Olá Vitor Santos.
Seu texto é o meu texto com outras palavras, mais bem colocadas.
Abraços!
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 09 de Dezembro de 2013, 14:35

Ai caramba Danilo! :D

Como você chegou à conclusão de que nosso colega é um nada baseado na resposta dos Espíritos quando afirmam que para nós o Espírito é um nada?

É para nós um nada porque normalmente não os vemos, não os ouvimos, não os sentimos pelo tato, olfato,.. mas em que isso prova que somos um nada pelo fato de a maioria não conseguir constatar de forma direta a existência de Espíritos?

Abraço.

Disse isso porque é esse o pensamento que te leva muitas vezes a acreditar que você é o Norizonte Rosa, que eu sou Danilo Henrique, e assim por diante.
Se o Espírito, em essência, não pode ser visto, ouvido, sentido, não está no espaço e nem no tempo, isso implica que ele não pode ser imaginado, concebido, e nenhuma ideia pode existir à respeito da sua essência.
Mesmo assim, você crê e outros amigos demonstraram crer que a mente é o próprio espírito, e que o pensamento que você conhece emana diretamente dele. O pensamento é uma materialização que envolve o Espírito. Pois o pensamento possui forma, som, imagem, cor, intensidade e ocorre em um espaço de tempo.
Entenda assim: tudo o que você possa conceber pela imaginação, não faz parte da natureza espiritual. Isso não é uma "extensão" do seu espírito. Até aquela colônia Nosso Lar que você viu no filme, nada do que é visto ali é de natureza espiritual.
O universo possui três elementos bem distintos: espírito, matéria e Deus. A matéria é o laço que envolve o espírito. Nada que seja material pode fazer parte do espírito, assim como nada que é espiritual faz parte da matéria.
A conclusão desse raciocínio é simples: tudo o que você pensa ser você e fazer parte de você, não é você. O que sobra? Nada.
Mas é claro que você é alguma coisa, complementa a resposta da questão 23a. Alguma coisa que você não pode conceber de maneira alguma. Até a ideia de "clarão" ou "faísca" foi apenas uma ideia pra nos ajudar a ter uma noção ilusória do que seja o Espírito.
Para não ser radical, há uma coisa apenas que posse lhe indicar aquilo que faz parte de você: os seus sentimentos. Contudo, mesmo os sentimentos são "moldados" por pensamentos, ou seja, são materializados.

Portanto, os seus pensamentos não são seus. Não é você quem os cria. Pois o espírito não cria nada. Digamos que ele apenas "mexe" nas coisas criadas por Deus.

Abraços!





Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: HamLacerda em 09 de Dezembro de 2013, 14:50

23 a Qual é a natureza íntima do Espírito?

– Não é fácil explicar o Espírito com a vossa linguagem. Para vós, ele não é nada, visto que o Espírito não é algo palpável, mas para nós é alguma coisa. Sabei bem: o nada não é coisa nenhuma, o nada não existe.

Logo, se para nós humanos, o Espírito não é nada, isto é o máximo que podemos compreender sobre o que é você 



Danilo, essa resposta não tem absolutamente nada a ver com o que o amigo entendeu.

O que o Espírito quis dizer foi que para nós, encarnados, o espírito não é nada devido, a nós encarnados, não poder vê-los, senti-los, etc...

Foi apenas uma explicação genérica e não uma explicação real e científica da verdadeira natureza do espírito, e isso fica bem claro quando ele diz que para "nós"(eles) são alguma coisa, ou seja, como todo ser humano desencarnado como encarnado são espíritos, logo são alguma coisa, entretanto, quando encarnado não podem conceber o que são realmente.

Tanto encarnado como desencarnado os espíritos são os mesmos, porém, quando encarnados eles não sabem o que são. Isso não significa que eles são o que eles não sabem o que são, ou seja, o nada, como o amigo interpretou.

Seria muito contraditório se ele dissesse que somos um nada quando encarnados e que somos alguma coisa quando desencarnados.

Abraço
HL


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 09 de Dezembro de 2013, 15:14

Citar
Certo Danilo, mas como 'Deus lhe dará essa condição'? parece óbvio que qualquer condição de qualquer encarnado depende da interação com outros encarnados e parece que você não admite isso quando diz que Deus não fica esperando pela decisão dos pais.


É claro que eu não posso admitir um absurdo desse. Seria o mesmo que dizer que Deus não é a causa primeira de todas as coisas, e que o Espírito, para fazer a prova que ele solicitou antes da encarnação, depende do livre arbítrio de outros humanos para realizá-la. Parece óbvio, mas apenas parece. Não é a realidade.


Citar
Se não fica esperando pela decisão dos pais, ficará 'esperando' por quem? pelos vizinhos, parentes, ministério público,..?

Nem do vizinho, nem de parentes, nem de ninguém. Deus apenas diz: "Faça-se", e a coisa acontece.
Deus utiliza-se dos Espíritos, que são os agentes da sua vontade. Ele ordena ao Espírito: Faça! E o o espírito faz. Simples assim.

Citar
E mesmo se imaginarmos uma criança em local ermo, sem estudar, sem o conhecimento dos órgãos responsáveis pela defesa de seus direitos e que um dia tenha como 'destino' se tonar um médico, isso só ocorrerá com a interação com outros encarnados.

E qual foi a causa primária desses encarnados terem a ideia de ir até a criança e dar-lhe educação?
Há outra coisa que precisamos deixar claro, Norizonte. As coisas não acontecem somente da forma que Deus quer, mas na hora e no segundo que devem acontecer. Nenhum adiantamento e nenhum atraso ocorre sem ser da sua vontade (esta lá no Livro dos Espíritos). Assim, tudo o que acontece, é o que deve acontecer no tempo certo. O livre arbítrio dos atos é uma ilusão.
Já não aprendemos também que os sucessos materiais da vida são fatalidades, e que as nossas provas são apenas de natureza moral?

Abraços!
 
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 09 de Dezembro de 2013, 15:18
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Danilo, essa resposta não tem absolutamente nada a ver com o que o amigo entendeu.

Ham, poderia então reescrever o que eu entendi? Diga-me, por gentileza, qual foi o meu entendimento dessa questão, para que possamos juntos analisar o erro desse entendimento. Primeiro, leia, se possível, tudo o que eu escrevi.
 Abraços.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 09 de Dezembro de 2013, 15:42
O pensamento é uma materialização que envolve o Espírito. Pois o pensamento possui forma, som, imagem, cor, intensidade e ocorre em um espaço de tempo.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/#ixzz2mzW2pi6g

O universo possui três elementos bem distintos: espírito, matéria e Deus. A matéria é o laço que envolve o espírito. Nada que seja material pode fazer parte do espírito, assim como nada que é espiritual faz parte da matéria.
A conclusão desse raciocínio é simples: tudo o que você pensa ser você e fazer parte de você, não é você. O que sobra? Nada.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/#ixzz2mzWUmoaI



Danilo, essa sua ideia não é necessariamente verdadeira.

Um dos três ‘elementos’ do universo é o Espírito que é o princípio inteligente e por inteligência se imagina a capacidade de tirar conclusões da análise de um conjunto de dados pré-existentes.

Pensamento não é materializar nada (ainda que possam existir teorias dessa materialização do pensamento, pelo menos para ser visto – existe um livro de Ernesto Bozzano que trata do assunto – mas a materialização do pensamento, nesse livro, tem a ver com a ideia de poder ser vista por outros). Portanto um pensamento é o exercício, pela inteligência, do relacionamento daquilo que conhecemos e do qual pode surgir, ou não uma conclusão.

Se bem entendi o que você escreveu, não concordo com a ideia de que o Espírito não possa pensar pelo fato de não poder criar nada de material, pois pensamento não é matéria.


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 09 de Dezembro de 2013, 16:18

E qual foi a causa primária desses encarnados terem a ideia de ir até a criança e dar-lhe educação?
Há outra coisa que precisamos deixar claro, Norizonte. As coisas não acontecem somente da forma que Deus quer, mas na hora e no segundo que devem acontecer. Nenhum adiantamento e nenhum atraso ocorre sem ser da sua vontade (esta lá no Livro dos Espíritos). Assim, tudo o que acontece, é o que deve acontecer no tempo certo. O livre arbítrio dos atos é uma ilusão.
Já não aprendemos também que os sucessos materiais da vida são fatalidades, e que as nossas provas são apenas de natureza moral?



Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/#ixzz2mzjdfAua

Se temos livre-arbítrio moral, por que o espanto em admitir que Deus pode utilizar-se daqueles que tenham a predisposição para um ato para que esse ato ocorra? A interação entre encarnados da qual surgem todos os sucessos materiais não pode surgir do exercício e materialização desse livre-arbítrio moral, quando permitido e não obrigado por Deus?

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 09 de Dezembro de 2013, 16:28
Citar
Danilo, essa sua ideia não é necessariamente verdadeira.

Claro que não, não possuo nenhuma verdade para lhe dizer. A única verdade que tenho, é que não sei de nada. Mas não me custa nada lhe propor um outro caminho, ou uma nova forma de você conhecer a si próprio.

Citar
Um dos três ‘elementos’ do universo é o Espírito que é o princípio inteligente e por inteligência se imagina a capacidade de tirar conclusões da análise de um conjunto de dados pré-existentes.

Isso é o que você sabe sobre inteligência, a partir daquilo que conhece sobre a "inteligência humana".
Mas a inteligência do ser humano em nada se assemelha à inteligência do Espírito. A inteligência humana trabalha para suprir as necessidades do "ser humano", quando a inteligência espiritual trabalha no sentido de suprir as necessidades do Espírito.
 
Citar
Pensamento não é materializar nada (ainda que possam existir teorias dessa materialização do pensamento, pelo menos para ser visto – existe um livro de Ernesto Bozzano que trata do assunto – mas a materialização do pensamento, nesse livro, tem a ver com a ideia de poder ser vista por outros). Portanto um pensamento é o exercício, pela inteligência, do relacionamento daquilo que conhecemos e do qual pode surgir, ou não uma conclusão.

Você deu uma volta na praça, e acabou não conseguindo definir o que é o pensamento. Minha definição é clara: pensamento é a materialização de um sentimento, para que a inteligência humana seja capaz de percebê-lo. Logo, não é algo "espiritual". Espiritual é o sentimento que dá origem ao pensamento.

 
Citar
Se bem entendi o que você escreveu, não concordo com a ideia de que o Espírito não possa pensar pelo fato de não poder criar nada de material, pois pensamento não é matéria.

Norizonte, na sua consciência primária, o Espírito vive na realidade do universo, onde não há espaço, tempo, forma, dimensão, nada disso que a inteligência humana concebe.  O que você quer que ele pense?
Se o pensamento não é matéria, ele é o que então? Espírito? Deus? Onde está esse elemento desconhecido que constitui o pensamento?


Abraços!
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 09 de Dezembro de 2013, 17:50

Você deu uma volta na praça, e acabou não conseguindo definir o que é o pensamento. Minha definição é clara: pensamento é a materialização de um sentimento, para que a inteligência humana seja capaz de percebê-lo. Logo, não é algo "espiritual". Espiritual é o sentimento que dá origem ao pensamento.




Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/15/#ixzz2mzzlDK5b

Certo Danilo, então vou deixar a descrição bucólica da praça para ser mais direto.
Repetindo a parte que interessa do jardim:

"Portanto um pensamento é o exercício, pela inteligência, do relacionamento daquilo que conhecemos e do qual pode surgir, ou não uma conclusão."

Ou seja, pensamento, se quiser, é  a relação por meio da inteligência de tudo aquilo que já vivenciamos. Dessa relação de fatos, conceitos, já conhecidos podemos ou não chegar a uma conclusão se o pensamento tiver esse fim.
 
(é uma ideia, é o que penso).

Se o pensamento não é matéria, ele é o que então? Espírito? Deus? Onde está esse elemento desconhecido que constitui o pensamento?


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/15/#ixzz2n03Ryfr4

Certo Danilo, então se pensamento não é Espírito, não é Deus, então tem que ser matéria? mas, então, teriamos que fazer essa mesma pergunta para outra coisa que existe, a inteligência: se não é Espírito, não é Deus então seria matéria? Não vejo sentido nesse argumento, pois naquela resposta deveria então estar escrito: Existe Deus, os Espíritos, a matéria e a inteligência e esta última não foi enumerada na resposta (e daria até para tentar garimpar outra coisa que poderia, ou deveria estar nessa lista).

O pensamento é faculdade de um ser inteligente e não é a toa que as pedras não pensam.




Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Dezembro de 2013, 20:18
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Definição de pensamento:

      Norizonte   « ref #17 em: 091213,às 17:50 »

      Norizonte disse: Minha definição é clara: pensamento é a materialização de um sentimento...

      Conf: meu amigo, tentemos entender:

      - pensamento não é sentimento, nem sentimento é pensamento; ambos têm a mesma origem e, às vezes, até os confundimos.

      O processo é este: Ações exteriores, captadas pelos nossos canais de comunicação com o exterior, os sentidos objetivos, provocam reações interiores que, associadas, ou não, ao que já existe arquivado na memória, fruto de idêntico processo anterior, formam os pensamentos e provocam sentimentos.

      Assim, nem pensamentos, nem sentimentos se originam de nós mesmos; se originam da percepção de algo que está fora de nós, as ações exteriores.

      Logo, a origem do pensamento não está em nós, em cada um de nós. Não somos nós que os criamos, que damos origem a eles, isto é, eles não nascem de nós, ou em nós. Eles apenas nos chegam, demoram muito ou pouco tempo e se vão, independentemente de nossa vontade e tantas vezes contra ela, nos perturbando e entristecendo ou nos alegrando e deixando saudades.

      Logo, não temos controle sobre eles, não os comandamos e, conseqüentemente, não comandamos nossa mente, que deles é formada. São os pensamentos/sentimentos = mente (ego) que nos comandam.

      Por isso Paulo disse: os pensamentos não são nossos!

      E, como são eles que nos comandam, por isso, somos levados daqui para lá e de lá para mais além, independentemente de nossa vontade. E ficamos pensando que fazemos isto e aquilo porq tivemos vontade e decidimos escolher fazer isto ou aquilo.

      Assim, erramos e acertamos, caímos em jardins perfumados ou em fétidos lodaçais, gozamos e sofremos.

      E aqui há algo importante a raciocinar: Ações exteriores - captadas pelos sentidos objetivos - provocam reações interiores que - associadas ao que já está na memória - resultam em pensamentos e sentimentos.

      Sendo assim, perguntamos: e de onde vem nosso desejo, que dá força à vontade, de nos aproximar ou de nos afastar daquilo que o pensamento nos mostrou vindo do exterior, senão dos pensamentos?

      Do pensamento nasce o desejo, do desejo nasce a vontade, da vontade nasce a decisão de escolher isto ou aquilo.

      Mas, como entender isto? Vamos ver: a decisão de escolher vem do desejo que dá força à nossa vontade, e o desejo e vontade vêm dos pensamentos; mas, não sendo nossos os pensamentos, como podemos dizer que as escolhas sejam nossas?

      É preciso raciocinar!

..............
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Antonio Renato em 09 de Dezembro de 2013, 21:45
Muito bem colocado meu irmão Coronel,nós não comandamos os nossos pensamentos,eles
nos vêm como um turbilhão,podemos direciona-los ou até materializa-los atravez das nossas
ações que deles foram criadas.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 09 de Dezembro de 2013, 21:57
Norizonte disse: Minha definição é clara: pensamento é a materialização de um sentimento...

Conf: meu amigo, tentemos entender:

- pensamento não é sentimento, nem sentimento é pensamento; ambos têm a mesma origem e, às vezes, até os confundimos.

O processo é este: Ações exteriores, captadas pelos nossos canais de comunicação com o exterior, os sentidos objetivos, provocam reações interiores que, associadas, ou não, ao que já existe arquivado na memória, fruto de idêntico processo anterior, formam os pensamentos e provocam sentimentos.

Assim, nem pensamentos, nem sentimentos se originam de nós mesmos; se originam da percepção de algo que está fora de nós, as ações exteriores.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/15/#ixzz2n17KbhkB

Não meu amigo, não fui eu quem disse, foi o Danilo. O que eu disse foi bem parecido com o que você afirmou, veja o que eu disse: :D

"Portanto um pensamento é o exercício, pela inteligência, do relacionamento daquilo que conhecemos e do qual pode surgir, ou não uma conclusão."

Ou seja, pensamento, se quiser, é a relação por meio da inteligência de tudo aquilo que já vivenciamos. Dessa relação de fatos, conceitos, já conhecidos podemos ou não chegar a uma conclusão se o pensamento tiver esse fim

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/15/#ixzz2n17snPf4

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Anton Kiudero em 09 de Dezembro de 2013, 23:42
E onde esta o espirito?

O espirito esta onde esta o seu pensamento. Logo, o espírito esta no unico local existente no universo que é o universo.

E não deixa de estar no universo, livre leve e solto, mesmo quando encarnado, MAS nesta condição vivencia o que esta no HD "encarnação" e acredita que isto é "vida".

O espirito, encarnado ou não pode estar onde desejar, basta pensar. Como 100% dos pensamentos humanos são processados através de informações contidas em seu HD, acha muito normal e natural tudo o que acontece e faz, apesar de nada estar acontecendo e nada estar fazendo...

Ha um interessante conto vedanta que ilustra bem este fenomeno. (http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/o-sabio-e-a-ilusao/msg43372/#msg43372)


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 10 de Dezembro de 2013, 01:41
      Norizonte   (ref #20, 101213)


      Entendi.  No entanto, veja que pensamento nada tem a ver com inteligencia. Surgem, o tempo todo, e revestidos das mais variadas naturezas, tanto nos gênios e sábios, qto nos ímbecis e insanos mentais.

      Também, não dependem, nem para surgir, nem para ficar, nem para partir, da vontade de ninguém; simplesmente surgem, ficam e se vão.

      E, sobre eles, nosso comando, nosso poder de controlá-los, é extremamente limitado.

..............
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 10 de Dezembro de 2013, 06:01

Claro ...........
...........pensamento?

Abraços!


22. Define-se geralmente a matéria como sendo - o que tem extensão, o que é capaz de nos impressionar os sentidos, o que é impenetrável. São exatas estas definições?

“Do vosso ponto de vista, elas o são, porque não falais senão do que conheceis. Mas a matéria existe em estados que ignorais. Pode ser, por exemplo, tão etérea e sutil que nenhuma impressão vos cause aos sentidos. Contudo, é sempre matéria. Para vós, porém, não o seria.”

a) - Que definição podeis dar da matéria?

“A matéria é o laço que prende o Espírito; é o instrumento de que este se serve e sobre o qual, ao mesmo tempo, exerce sua ação.”

Deste ponto de vista, pode dizer-se que a matéria é o agente, o intermediário com o auxílio do qual e sobre o qual atua o Espírito.

24. Espírito é sinônimo de inteligência?

“A inteligência é um atributo essencial do Espírito. Uma e outro, porém, se confundem num princípio comum, de sorte que, para vós, são a mesma coisa.”

25. O Espírito independe da matéria, ou é apenas uma propriedade desta, como as cores o são da luz e o som o é do ar?

“São distintos uma do outro; mas, a união do Espírito e da matéria é necessária para intelectualizar a matéria.”

a) - Essa união é igualmente necessária para a manifestação do Espírito? (Entendemos aqui por espírito o princípio da inteligência, abstração feita das individualidades que por esse nome se designam.)

“É necessária a vós outros, porque não tendes organização apta a perceber o Espírito sem a matéria. A isto não são apropriados os vossos sentidos.”

26. Poder-se-á conceber o Espírito sem a matéria e a matéria sem o Espírito?

“Pode-se, é fora de dúvida, pelo pensamento.”

27. Há então dois elementos gerais do Universo: a matéria e o Espírito?

“Sim e acima de tudo Deus, o criador, o pai de todas as coisas. Deus, espírito e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas ao elemento material se tem que juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre o Espírito e a matéria propriamente dita, por demais grosseira para que o Espírito possa exercer ação sobre ela. Embora, de certo ponto de vista, seja lícito classificá-lo com o elemento material, ele se distingue deste por propriedades especiais. Se o fluido universal fosse positivamente matéria, razão não haveria para que também o Espírito não o fosse.

"Livres da matéria, a linguagem de que usam entre si é rápida como o pensamento, porquanto são os próprios pensamentos que se comunicam sem intermediário".

                                                                  O Livro dos Espíritos


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 10 de Dezembro de 2013, 06:19

 os pensamentos não são nossos!



nós não comandamos os nossos pensamentos



833. Haverá no homem alguma coisa que escape a todo constrangimento e pela qual goze ele de absoluta liberdade?

“No pensamento goza o homem de ilimitada liberdade, pois que não há como pôr-lhe peias. Pode-se-lhe deter o vôo, porém, não aniquilá-lo".

834. É responsável o homem pelo seu pensamento?

“Perante Deus, é. Somente a Deus sendo possível conhecê-lo, Ele o condena ou absolve, segundo a Sua justiça".

                                                                      O Livro dos Espíritos


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 10 de Dezembro de 2013, 06:23

O espirito esta onde esta o seu pensamento.



Os Espíritos encarnados habitam os diferentes globos do Universo.

Os não encarnados ou errantes não ocupam uma região determinada e circunscrita; estão por toda parte no espaço e ao nosso lado, vendo-nos e acotovelando-nos de contínuo. É toda uma população invisível, a mover-se em torno de nós.

                                                                O Livro dos Espíritos


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 12 de Dezembro de 2013, 17:17
Citar
Se temos livre-arbítrio moral, por que o espanto em admitir que Deus pode utilizar-se daqueles que tenham a predisposição para um ato para que esse ato ocorra?

Porque isso é a própria negação do livre arbítrio, pois se é necessário que um fato ocorra, forçosamente, seria necessário que alguém "quisesse fazê-lo". E esse querer condicionado não é mais livre, porque é condicionado.
De outro modo, se Deus precisa que algo aconteça, mas também precisa que alguém queira fazê-lo para acontecer, ele não pode ser onipotente. Ele depende da vontade das pessoas. Uma vontade que não pode existir realmente, pois ela não poderá nunca estar em desacordo com o que deve acontecer.

A insistência nessa teoria maluca se dá pela demasiada importância que vocês dão aos sucessos materiais da vida. Ou à ação do Espírito na matéria.
A ação do Espírito na matéria não tem outra finalidade que não seja provar ele mesmo. A matéria não tem nenhuma outra utilidade no universo. Se o espírito molda na matéria uma flor, ou uma caveira, isso não faz diferença alguma para Deus. Para Deus importa como o Espírito vivenciou a flor, e como ele vivenciou a caveira.
Flor e caveira, assim como tapa e beijo, abraço e paulada, lama e diamante, são percepções de uma mesma matéria, a qual atribuímos valores ilusórios (do ego). Tudo é fluido cósmico universal. Tudo é uma coisa só.
   
Citar
A interação entre encarnados da qual surgem todos os sucessos materiais não pode surgir do exercício e materialização desse livre-arbítrio moral, quando permitido e não obrigado por Deus?

Não. Suas decisões não podem ser materializadas. Materializar as suas decisões no universo, é tomar para si um poder que pertence somente a um único criador: Deus.

Abraços!

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 12 de Dezembro de 2013, 17:34
Citar
Certo Danilo, então vou deixar a descrição bucólica da praça para ser mais direto.
Repetindo a parte que interessa do jardim:

"Portanto um pensamento é o exercício, pela inteligência, do relacionamento daquilo que conhecemos e do qual pode surgir, ou não uma conclusão."

Não falou o que é o pensamento. Se o pensamento é um "exercício", o que há nisso de palpável e concreto?
De onde vem a forma, a cor, a intensidade, o cheiro, a imagem, o som, a linguagem, a mensagem, e todas essas coisas associadas a ele? 
Pensamento é matéria Norizonte, e isso foi o Espiritismo mesmo que me ensinou. Ele não é um "exercício". Você poderia chamar de exercício o que dá origem ao pensamento, mas é evidente que o pensamento é o efeito concreto de uma causa.
 
Citar
Ou seja, pensamento, se quiser, é  a relação por meio da inteligência de tudo aquilo que já vivenciamos. Dessa relação de fatos, conceitos, já conhecidos podemos ou não chegar a uma conclusão se o pensamento tiver esse fim.

(é uma ideia, é o que penso).

Respeito sua ideia, mas essa foi outra definição abstrata que não disse absolutamente nada sobre o que é o pensamento.

Citar
Certo Danilo, então se pensamento não é Espírito, não é Deus, então tem que ser matéria? mas, então, teriamos que fazer essa mesma pergunta para outra coisa que existe, a inteligência: se não é Espírito, não é Deus então seria matéria?


A inteligência é um atributo do Espírito, assim portanto, sua natureza é espiritual.
É a mesma diferença que fazemos do software e hardware. O que aparece na tela do computador não é o software em si, mas uma série de elementos que este organizou e apresentou como uma imagem. Esta é a diferença entre inteligência e pensamento. Ao menos para mim, é bem clara essa diferença. Mas porque entramos nesse assunto mesmo?


Citar
O pensamento é faculdade de um ser inteligente e não é a toa que as pedras não pensam.

Bom, você jogou pensamento, inteligência, tudo no mesmo bolo. Vejo como coisas bem diferentes.
Seria como dizer que a imagem que aparece nessa tela é uma plataforma do software.

Abraços!
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 12 de Dezembro de 2013, 17:47
      Brenno  (ref #24, 101213)


      Conf (msg ant):"... os pensamentos não são nossos!"

      Antonio Renato (msg ant): "...nós não comandamos os nossos pensamentos!"

      Brenno cita: LE/833: Resp; “No pensamento goza o homem de ilimitada liberdade, pois que não há como pôr-lhe peias. Pode-se-lhe deter o vôo, porém, não aniquilá-lo".

      LE/ 834. É responsável o homem pelo seu pensamento? Resp: “Perante Deus, é. Somente a Deus sendo possível conhecê-lo, Ele o condena ou absolve, segundo a Sua justiça".

      Conf: peço aos companheiros do Fórum que não se escandalizem, mas qualquer um que, atentamente, observe seus processos mentais com certeza verificará que isso que está em OLE, hoje, está ultrapassado! Será que, no passado, foi tido como verdade e, hoje, não é mais?

      Só comanda seus pensamentos, aquele que se iluminou, que conhece a verdade, porq só esse tem comando sobre sua vontade e, consequentemente, sobre o que de sua vontade se origina.

      Isso pode parecer muito estranho, mas, qualquer um pode, muito facilmente, comprovar isso!

......................

     

                                                                     
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 12 de Dezembro de 2013, 19:02
      Norizonte   (ref #20, 101213)


      Entendi.  No entanto, veja que pensamento nada tem a ver com inteligencia. Surgem, o tempo todo, e revestidos das mais variadas naturezas, tanto nos gênios e sábios, qto nos ímbecis e insanos mentais.

      Também, não dependem, nem para surgir, nem para ficar, nem para partir, da vontade de ninguém; simplesmente surgem, ficam e se vão.

      E, sobre eles, nosso comando, nosso poder de controlá-los, é extremamente limitado.

..............

Amigo, como o pensamento pode estar desvinculado da inteligência? isso seria o mesmo que dizer que seres que não têm inteligência podem pensar. Podemos imaginar uma árvore tendo os mesmos pensamentos que nós humanos, ou que alguns animais demonstram ter? Não me refiro, quando falo em inteligência, em um grau elevado de inteligência, refiro-me apenas a um atributo necessário para aqueles seres que devem pensar.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 12 de Dezembro de 2013, 19:15
Danilo, você conseguiria pensar em algo que você não tenha ainda vivido? ex: você conseguiria sentir um cheiro que você ainda não tivesse tido contato?

Pensar é relacionar, por meio da inteligência, tudo aquilo com o qual já vivenciamos, tivemos contato.

Sabemos que mesmo animais irracionais pensam, pois conseguem em muitos casos relacionar algo que tenham vivenciado, com alguma imagem atual. Tenho uma cadela que ao ver alguém vestindo jaleco de veterinário fica doida, pois ficou traumatizada com os tratamentos que teve antes de eu adotá-la (foi atropelada, teve cinomose, foi castrada, enfim ficou bastante tempo em hospital veterinário).

O que diferencia esses animais irracionais, que também pensam, de nós? justamente a capacidade que temos, dada nossa inteligência mais desenvolvida, de relacionarmos mais coisas que conhecemos e tirarmos, ou não disso alguma conclusão.

Qual o absurdo desse entendimento do que seja, ou possa ser, pensamento?

Quanto a afirmação de pensamento ser algo material, de onde na Doutrina existe essa afirmação? porque quando desencarnados não podemos esconder nossos pensamentos? seria isso? e por isso quer dizer necessariamente que pensamento é matéria? se for isso, não vejo algo tão lógico assim.


Danilo:A inteligência é um atributo do Espírito, assim portanto, sua natureza é espiritual.
É a mesma diferença que fazemos do software e hardware. O que aparece na tela do computador não é o software em si, mas uma série de elementos que este organizou e apresentou como uma imagem. Esta é a diferença entre inteligência e pensamento. Ao menos para mim, é bem clara essa diferença. Mas porque entramos nesse assunto mesmo?




Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/15/#ixzz2nHw7K9lk

Sua comparação entre software e hardware é boa e ambos os dois são matéria.

Mesmo nessa comparação, o software não cria nada, apenas repete aquilo que lhe foi 'ensinado', mais uma comparação para o que possa ser o pensamento em nós: a repetição daquilo que nos fois informado em algum momento da vida, presente ou passado e o uso da inteligência nossa ou a 'inteligência artificial ', o programa de computador (que você afirma que fiz 'misturança'), serve apenas para coordenar  essas informações. 'A' diferença é que o programa de computador foi feito para que sempre, ao receber dados, nos dê uma resposta objetiva e nossa inteligência ao coordenar dados já vivenciados pode apenas coordenar sem nos dar qualquer resposta objetiva. 

Abraço.


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 13 de Dezembro de 2013, 02:16
      Norizonte   (ref #20, 101213)


      Entendi.  No entanto, veja que pensamento nada tem a ver com inteligencia. Surgem, o tempo todo, e revestidos das mais variadas naturezas, tanto nos gênios e sábios, qto nos ímbecis e insanos mentais.

      Também, não dependem, nem para surgir, nem para ficar, nem para partir, da vontade de ninguém; simplesmente surgem, ficam e se vão.

      E, sobre eles, nosso comando, nosso poder de controlá-los, é extremamente limitado.

..............
Amigo, como o pensamento pode estar desvinculado da inteligência? isso seria o mesmo que dizer que seres que não têm inteligência podem pensar. Podemos imaginar uma árvore tendo os mesmos pensamentos que nós humanos, ou que alguns animais demonstram ter? Não me refiro, quando falo em inteligência, em um grau elevado de inteligência, refiro-me apenas a um atributo necessário para aqueles seres que devem pensar.

Onde eu disse que pensamento e inteligência são desvinculados? Eu disse penas que são coisas diferentes.
Não me pergunte detalhes sobre o vínculo entre inteligência e pensamento, pois todo vínculo entre espírito e matéria é um mistério (já que a própria matéria, no seu estado primário, para nós, é um mistério). Eu não conheço esse vínculo, sequer consigo afirmar com certeza que ele existe. O pensamento pode ser um efeito da inteligência, esse seria o meu chute. O que sei, é que são coisas diferentes. A natureza do pensamento é material, e a natureza da inteligência é espiritual.  O Anton sabe explicar isso melhor. O Haga também parece ter bons conhecimentos sobre o ciclo sentir>pensar>agir. Não posso ir além do que já afirmei.

Isto remete ao que já comentamos. O Espírito apenas sente. O ser humanizado (assim me refiro a encarnados e desencarnados) é que possui a propriedade de pensar. E ele absolutamente não tem controle sobre estes pensamentos. Nesse caso, a única alternativa do Espírito é assistir a esses pensamentos e reagir sentimentalmente, para quem sabe, mudá-los. 

Certamente ficará dúvidas, mas se quiser, pode questionar, discordar, até onde achar necessário para tirar sua própria conclusão. Abraço!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 13 de Dezembro de 2013, 04:15
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Danilo, você conseguiria pensar em algo que você não tenha ainda vivido? ex: você conseguiria sentir um cheiro que você ainda não tivesse tido contato?


Pensar é relacionar, por meio da inteligência, tudo aquilo com o qual já vivenciamos, tivemos contato.

Como assim "relacionar"? Isso não diz nada sobre o que é o pensamento. Para você, o pensamento é uma abstração, quando o espiritismo já revelou ser algo concreto. A forma-pensamento tem a sua origem no fluido cósmico universal. Tá lá no livro dos Médiuns.

Citar
Qual o absurdo desse entendimento do que seja, ou possa ser, pensamento?

Nenhum absurdo, apenas que é uma ideia que não diz nada sobre o que é o pensamento.

Citar
Quanto a afirmação de pensamento ser algo material, de onde na Doutrina existe essa afirmação?

No livro dos Médiuns, mas não lembro em qual parte.

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porque quando desencarnados não podemos esconder nossos pensamentos? seria isso? e por isso quer dizer necessariamente que pensamento é matéria? se for isso, não vejo algo tão lógico assim.

Para mim é muito lógico Norizonte. O pensamento é plasmado no espaço (ou seja lá onde for), e essa a razão  pela qual alguns desencarnados podem vê-los. Oras, se tem forma, então é matéria. Esse já era o meu entendimento, mesmo quando eu ainda era Espírita.

Citar
Sua comparação entre software e hardware é boa e ambos os dois são matéria.


Mesmo nessa comparação, o software não cria nada, apenas repete aquilo que lhe foi 'ensinado', mais uma comparação para o que possa ser o pensamento em nós: a repetição daquilo que nos fois informado em algum momento da vida, presente ou passado e o uso da inteligência nossa ou a 'inteligência artificial ', o programa de computador (que você afirma que fiz 'misturança'), serve apenas para coordenar  essas informações. 'A' diferença é que o programa de computador foi feito para que sempre, ao receber dados, nos dê uma resposta objetiva e nossa inteligência ao coordenar dados já vivenciados pode apenas coordenar sem nos dar qualquer resposta objetiva. 

Abraço.

Não achei que você levar essa comparação tão a sério, né... Achou que eu quis dizer que a natureza do software do computador é espiritual? Foi apenas uma forma de mostrar a enorme diferença entre pensamento e inteligência. É uma analogia bem imperfeita.

Abraço!

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Olé em 13 de Dezembro de 2013, 17:14
O pensamento é tempo, é memória... A inteligência é atemporal, sem tempo, sem memória e sem ilusões pensantes e imaginativas...

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 16 de Dezembro de 2013, 12:47

Porque ..............
...........................Deus.

Abraços!


872. A questão do livre arbítrio pode resumir-se assim: o homem não é fatalmente conduzido ao mal; os atos que pratica não estavam antecipadamente determinados; os crimes que comete não resultam de uma sentença do destino. Ele pode, como prova e expiação, escolher uma existência em que terá a sedução para o crime, seja pelo meio em que se encontre ou pelos atos em que tomará parte, mas está constantemente livre para agir ou não. Assim, o livre-arbítrio existe no estado de Espírito, com a escolha da existência das provas, e no estado corporal, na disposição de ceder ou de resistir aos arrastamentos a que estamos voluntariamente submetidos.

                                                       O Livro dos Espíritos


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 16 de Dezembro de 2013, 12:52

Bom, você jogou pensamento, inteligência, tudo no mesmo bolo.

Abraços!


Pensamento, consciência e inteligência são atributos do Espírito e com ele se confundem!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 16 de Dezembro de 2013, 12:55

Só comanda seus pensamentos, aquele que se iluminou



Não existe essa tal iluminação à que o amigo se refere!

A questão 192 de O Livro dos Espíritos põe abaixo essa ideia ultrapassada!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 16 de Dezembro de 2013, 13:01

O ser humanizado (assim me refiro a encarnados e desencarnados) é que possui a propriedade de pensar.

Abraço!


Pensar.....
.............imperfeita.

Abraço!



O pensamento é a atividade do Espírito e o Espírito em atividade!

Não existe pensamento sem Espírito nem Espírito sem pensamento e ambos independem da matéria!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 16 de Dezembro de 2013, 13:06
O pensamento é tempo, é memória... A inteligência é atemporal, sem tempo, sem memória e sem ilusões pensantes e imaginativas...


Pensamento, consciência e inteligência são atributos do Espírito que com ele se confundem!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 16 de Dezembro de 2013, 14:18
Danilo, por consideração, até pelo fato de você sempre responder aos meus post quero dizer que estou dando um tempo e estudando algumas coisas para depois voltarmos a trocar ideias. Ficar simplesmente dando opinião sem uma base não faz muito sentido.

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 16 de Dezembro de 2013, 16:15

Só comanda seus pensamentos, aquele que se iluminou



Não existe essa tal iluminação à que o amigo se refere!

A questão 192 de O Livro dos Espíritos põe abaixo essa ideia ultrapassada!


192 Pode-se, na vida atual, por efeito de uma conduta perfeita, superar todos os graus e tornar-se um Espírito puro sem passar por graus intermediários?

Não, porque o que para o homem parece perfeito está longe da perfeição. Existem qualidades que lhe são desconhecidas e que não pode compreender. Ele pode ser tão perfeito quanto comporte a perfeição de sua natureza terrestre, mas não é a perfeição absoluta. Da mesma forma que uma criança, por mais precoce que seja, tem que passar pela juventude antes de alcançar a idade madura; e um doente tem que passar pelo estado de convalescença antes de recuperar a saúde. Aliás, o Espírito deve avançar em ciência e moralidade; se progrediu apenas num deles, é preciso que progrida no outro, para atingir o alto da escala. Porém, quanto mais o homem avança em sua vida presente, menos longas e difíceis serão as provas futuras.


Ao que vi , o lconforjr falou em iluminação, e não em perfeição.
A iluminação é quando o ser humano alcança a consciência de que ele é um Espírito, e passa a agir como um, sem se prender a regras e conceitos da humanidade, coisa que talvez no máximo 1% da humanidade que se diz "religiosa" conseguiu alcançar. Observe as pessoas com "cara de bobo" que agem como criança. Não carregam nas costas o peso de qualquer responsabilidade, pois aprenderam a entregar tudo nas mãos de Deus. São livres e desprendidas de tudo. Seus atos não tem malícia ou intencionalidade. Não se preocupam nem um pouco com as "preocupações de adultos", elas só tem tempo para ser feliz. São os legítimos "Pobres de Espírito"
Estes sim conseguiram ou estão conseguindo a iluminação, e estarão prontos para viver num mundo de regeneração, e seguir na busca por outras qualidades ainda desconhecidas por nós.

Tudo vem de como interpretar a questão. Para o ser humano, ávido pela realização dos seus desejos e satisfação dos seus conceitos pessoais, convém interpretar da seguinte forma: "Ainda vou ter que viver muitas vidas para me desprender e libertar de tudo. Agora, portanto, não é a hora. Eu não faço mal a ninguém, sou muito culto e faço caridade no centro Espírita. Isso já vai garantir o meu lugar no mundo de regeneração". Coitados. Com a transição planetária em andamento, não sabem a surpresa que os aguardam. Tivemos muitos e muitos séculos para fazer a reforma íntima, e tudo o que fizemos foi apenas contrair novos karmas. E hoje, o karma dos Espíritas é "sentirem-se na obrigação de ajudar pessoas para ganhar o merecimento de coisas boas e agradáveis no futuro"
A própria questão afirma que o que pensamos ser a perfeição, está longe de sê-lo. Portanto, nunca jamais pudemos ver ou conhecer uma conduta perfeita. Estes que pensamos estar perto da perfeição: Chico Xavier, Madre Teresa, etc...estão no começo da escadinha. Mas já devem ter méritos para encarnar em outros mundos mais avançados.

Portanto, a resposta à pergunta de Kardec foi esta: Não, porque o que para o homem parece perfeito está longe da perfeição. Mas o Movimento Espírita humanizado leu isso: Não, porque esse é um processo lento e gradual. As pessoas que você considera perfeitas, você ainda vai demorar muito para chegar no estágio delas. Leia bastante livros, que assim você progride em ciência, e faça bastante caridade, que assim você progride moralmente. Não se preocupe agora em seguir o exemplo deles.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Fernando Fazzane em 16 de Dezembro de 2013, 16:53
Pessoal, achei interessante os questionamentos nos posts anteriores e gostaria de contribuir com a questão.

A falha é simplesmente fruto da falta de denifição clara sobre os conceitos discutidos.

Quanto ao tópico exposto: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Vamos à definição de vida: Vida é tudo aquilo que possui um certo nível de independência e executa algum trabalho. Nem que este trabalho seja somente a replicação do RNA.
Vamos à definição de encarnação: Encarnação se inicia no momento em que o espírito começa ligar seu perispírito célula a célula ao embrião humano e implanta nele 50% do seu código genético recebendo como herança 50% do DNA de seus pais (25% mãe e 25% pai).

A diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação é que a encarnação é o período em que o espírito realiza maior avanço pois tem a oportunidade de colocar em prática todo seu conhecimento aprendido acumulado em toda sua existência.

Se considerarmos que o espírito detém o pensamento e que ele sobrevive à morte biológica do corpo humano, a vida para o espírito é muito mais longa, mas não infinita. Apenas não conhecemos o seu fim, mas existe um limite, no qual as condições ambientais podem ser e serão cruciais para sua sobrevivência.

Quanto ao pensamento não ser matéria:
Sim, o pensamento é matéria pois caracteriza-se por onda eletromagnética e este é o quinto estado da matéria, a saber: Sólido, líquido, gasoso, plasma e ondulatório.

Oque é pensamento?
Pensamento é a manifestação interdisciplinar das faculdades do espírito, atualmente classificadas em 36 tipos, são desenvolvidas conforme o seu uso e sua interrelação é constante, produzindo pensamentos de variados tipos que são exteriorizados primeiro em onda-pensamento, depois como reação química no corpo denso e por final, ação física de trabalho, consumindo energia que deve ser reposta em forma de nutrição.

Quanto à inteligência:
Inteligência é a capacidade de resolver problemas NOVOS. Esta é uma faculdade inata do espírito, o qual carrega desde seu estágio mais primitivo até o mais alto nível. A diferença está na complexidade de problema que ele consegue resolver, pois ao passo que se desenvolve aparecem problemas mais difíceis e são necessários conhecimentos mais aprofundados para resolvê-los.

Todas as faculdades do espírito já nascem com ele no estágio de princípio espiritual, muito antes da possibilidade de integrar-se à um corpo físico. Estão todas lá, latentes, à espera de desenvolvimento para entrarem em atividade.

Referente ao vínculo entre o espírito e matéria:
Temos dois tipos de matéria:
1) Inteligente: Capaz de resolver problemas novos e agregar de forma organizada a matéria não inteligente.
2) Não inteligente: Matéria que serve de base para construção dos corpos e do Universo.

Não vou entrar no mérito da questão da natureza do espírito, que sabemos ao invés de seguir a lei da entropia, válida em todo Universo, reage absorvendo conhecimento e evoluindo (Sintropia), ao passo que a matéria e toda energia segue para níveis inferiores.

A questão é que ele é matéria e isto nos é passado com firmeza pelos espíritos.

Para proteger-se da entropia e do equilíbrio térmico do Universo, que hoje está próximo de 1º Kelvin, ou -272º C, estágio onde a vibração subatômica é quase nula, produzindo efeito devastador sobre a matéria do espírito, ele é envolvido por matéria que é organizada e substituída assim como nossas células fazem com nosso corpo, sendo constantemente trocadas. Isto só ocorre em locais propícios onde o ambiente ofereça condições de habitabilidade e haja diversidade de matéria não inteligente disponível para sua composição.

Este é o perispírito, feito de matéria não inteligente e disponível no nosso ambiente, o qual modela o corpo humano e transmite as sensações físicas que são analisadas e armazenadas pelo espírito, ser inteligente da criação, que as julga, classifica, categoriza e armazena.

Todo pensamento é emitido gerando onda eletromagnética, aquece o cérebro e demanda energia, a saber:
1) O Cérebro consome cerca de 20% de todo oxigênio que respiramos;
2) Demanda grande parte do metabolismo basal consumindo carboidratos mesmo em repouso;
3) Possui cerca de 86 bilhões de neurônios cada um com até 10.000 axônios ou conexões com outros neurônios, órgãos e músculos;
4) Possui um sistema eficiente de irrigação sangüínea para arrefecimento e fornecimento de energia, mantendo-o em temperatura de trabalho (36 a 37ºC) e sempre com energia e água disponíveis;
5) Está intrinsecamente ligado à mente do espírito e reproduz com fidelidade todo comportamento e resposta à qual o espírito seja submetido.

Creio que os conceitos foram detalhados, para assim ficar mais fácil a compreesão de cada um e análise dos mesmos frente ao tema proposto.

Abraço e bons estudos.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 16 de Dezembro de 2013, 19:01
Danilo, por consideração, até pelo fato de você sempre responder aos meus post quero dizer que estou dando um tempo e estudando algumas coisas para depois voltarmos a trocar ideias. Ficar simplesmente dando opinião sem uma base não faz muito sentido.

Sem problemas meu caro. Todos nós precisamos dessas pausas.
Respondo aos seus posts prioritariamente, porque sua forma de discutir é lúcida e honesta.
Abraços!
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 16 de Dezembro de 2013, 19:03
Danilo ia dar um tempo, mas como tu pega pesado :D voltei.

Danilo:A própria questão afirma que o que pensamos ser a perfeição, está longe de sê-lo. Portanto, nunca jamais pudemos ver ou conhecer uma conduta perfeita. Estes que pensamos estar perto da perfeição: Chico Xavier, Madre Teresa, etc...estão no começo da escadinha. Mas já devem ter méritos para encarnar em outros mundos mais avançados.

Portanto, a resposta à pergunta de Kardec foi esta: Não, porque o que para o homem parece perfeito está longe da perfeição. Mas o Movimento Espírita humanizado leu isso: Não, porque esse é um processo lento e gradual. As pessoas que você considera perfeitas, você ainda vai demorar muito para chegar no estágio delas. Leia bastante livros, que assim você progride em ciência, e faça bastante caridade, que assim você progride moralmente. Não se preocupe agora em seguir o exemplo deles.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/30/#ixzz2nfGsn93Y

Você deu como exemplo de iniciante na escadinha o Chico Xavier e critica a posição dos Espíritas por iludirem-se quando pensam que estão guardando um 'lugarzinho no céu', digamos assim, ao agirem com agem. Mas só pegando o exemplo do próprio Chico, será que ele assumiu essa posição, por acaso? Assumiu Essa posição somente porque de repente 'caiu a ficha', ou foi resultado de outras vidas? (lembrando que ele mesmo relatou que no passado, em outra vida, abusou da inteligência). Outro detalhe, será que Chico teria sido o mesmo Chico se não tivesse toda a mediunidade que tinha e que com certeza o ajudou a ver a vida de forma mais correta?

Não estou aqui para discutir Chico Xavier, mas já que o citou e considerou como alguém que já deu um primeiro passo, como tu explicas que tenha agido assim e outros não ajam da mesma maneira? pelo menos para mim parece que as coisas não são assim, aos saltos e sim um evolver, até porque é o natural na natureza evoluir em todos os sentidos de maneira lenta, gradual e isso não tem a ver com desculpa para não fazer o que é certo e sim admitir a limitação de cada um, pois ainda que a força de vontade de melhorar seja aplicada, e terá seus méritos quem fizer assim, isso não livra necessariamente ninguém de seus defeitos, ainda que estes sejam sublimados, reprimidos. Sublimar um defeito não é livrar-se dele automaticamente, é motivo de ser elogiado quem sublima um defeito e pode ser um passo no caminho da evolução, mas não apaga aquele defeito que está latente.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 16 de Dezembro de 2013, 23:20
Citar
Você deu como exemplo de iniciante na escadinha o Chico Xavier e critica a posição dos Espíritas por iludirem-se quando pensam que estão guardando um 'lugarzinho no céu', digamos assim, ao agirem com agem. Mas só pegando o exemplo do próprio Chico, será que ele assumiu essa posição, por acaso? Assumiu Essa posição somente porque de repente 'caiu a ficha', ou foi resultado de outras vidas? (lembrando que ele mesmo relatou que no passado, em outra vida, abusou da inteligência). Outro detalhe, será que Chico teria sido o mesmo Chico se não tivesse toda a mediunidade que tinha e que com certeza o ajudou a ver a vida de forma mais correta?

Norizonte, que bom que entrou nesse assunto.  :) Pois me ajudará a desenvolver melhor ainda o tema do tópico.

Diga-me, Norizonte, o que Chico Xavier fez de mais?
Qualquer pessoa poderia tranquilamente realizar o que ele realizou. Bastaria apenas um pouquinho de vontade e de fé.
Como assim? Você deve me perguntar...Sem problemas, já que estou falando esse monte de loucuras, me disponho a explicar.
Vamos falar primeiro daquilo que ele realizou exteriormente. Os ditos "frutos materiais" do seu trabalho, que foram inquestionavelmente frutos de uma grande missão realizada por ele. Contudo, os livros que ele escreveu, as pessoas que ele alimentou, os humanos que consolou, nada disso é obra do Chico Xavier. Isso tudo foi obra de Deus, para um desígnio que se fazia necessário cumprir. Tudo o que Chico levou para a vida das pessoas, levou por Ordem de Deus, para que lhes servissem de prova. Chico foi o karma dessas pessoas.
Ele fez o que fez, simplesmente porque seguia disciplinadamente as ordens dos Espíritos com quem convivia. Se Emmanuel não tivesse aparecido nos seus 18 anos de idade de lhe proposto essa missão, de certo ele seria um ser humano comum. Depois que ele disse SIM à missão, teve que cumprir com sua palavra.
O que Chico de fato realizou? Qual foi de fato a "obra" dele? Apenas aquilo que ele edificou em si mesmo, durante a realização da missão. Ai que começamos a falar da sua realização interior.
Chico Xavier aprendeu a amar a vida. Conseguiu realizar a sua reforma íntima, mesmo submetido a uma carga imensa de obrigações e dificuldades, foi feliz, porque alterou a sua compreensão da vida. Alterou os seus valores, e viveu como Espírito, vivendo em Deus.

Lembro-me de uma entrevista, onde lhe perguntaram a respeito do seu problema nos olhos. Porque não procurava uma cirurgia. Chico disse que poderia fazê-lo, mas ao mesmo tempo que as obrigações do trabalho não lhe permitiam, ele considerava tal escolho como uma benção, pois se o problema estava presente, é porque era uma expiação do passado necessária para o seu aperfeiçoamento. Ou seja, ele não se sentiu no direito de invocar o seu "direito humano" de ter saúde nos olhos. Ele sabia que enquanto o problema permanecesse, era uma justa e amorosa providência de Deus. Ou seja, ele viveu perfeitamente integrado e harmonizado com os acontecimentos da sua vida, compreendendo assim o verdadeiro sentido da resignação.
E para isso, ele não precisou fazer nada de extraordinário. Bastou simplesmente desapegar-se de tudo (o que para ele não foi tão difícil, pelo gênero de prova que viveu, pelos pobres recursos que tinha, etc.) e mudar a sua compreensão da vida. Não acredite que isso veio totalmente pronto de outras vidas. Chico teve que combater o seu ego, e nas lutas que enfrentou, por várias vezes mostrou descontentamentos e decepções, que durante a vida, aprendeu a disciplinar, realizando sua reforma íntima.   

Entretanto, em geral, ainda acredita-se que para fazer o que Chico fez, seria preciso ter a mediunidade que ele teve, erguer os prédios que ele ergueu, alimentar e consolar a quantidade de pessoas que ele ajudou, ter a fama que ele teve, escrever vários livros, etc..Porque são essas coisas que impressionam nossos olhos.
Mas tudo isso foi apenas uma consequência da sua missão. Qualquer outro Espírito no lugar dele faria todas essas coisas, se estivesse na posição de cumprir tal missão. Mas eu e você, e qualquer outro aqui do Fórum, podemos realizar o que ele realizou, vivendo nossas vidas do jeito que ela é e chegar no mesmo lugar que ele chegou. Sem fama, sem badalação, sem plateias nos aplaudindo. Porque vivemos somente para um único motivo: realizar a nossa transformação íntima (cumprindo as ordens de Deus). E foi apenas isso que Chico fez.

 
Citar
Não estou aqui para discutir Chico Xavier, mas já que o citou e considerou como alguém que já deu um primeiro passo, como tu explicas que tenha agido assim e outros não ajam da mesma maneira?

Imagine, primeiro, se todas as pessoas do mundo resolvessem fazer materialmente o que Chico fez (supondo que pudessem). Rsrs, o mundo viraria um caos, não concorda?
Chico veio realizar uma missão. E o que foi essa missão? Justamente a vida que ele viveu. Então não me refiro ao que ele fez materialmente, mas como viveu sentimentalmente.
Quer saber realmente porque não agimos da mesma maneira (incluo todos que ainda não conseguiram fazer a sua reforma íntima)? Cuidado, a resposta é forte. Está preparado? Eu vou dizer hein..lá vai.
 
Não fazem porque não querem.

Olha só essa questão do Livro dos Espíritos:


911 Não existem paixões tão vivas e irresistíveis que a vontade não tenha o poder de superá-las?


– Há muitas pessoas que dizem: Eu quero, mas a vontade está apenas nos lábios. Querem, mas estão bem satisfeitas que assim não seja. Quando o homem não acredita poder vencer suas paixões, é que seu Espírito se satisfaz nisso por conseqüência de sua inferioridade. Aquele que procura reprimi-las compreende sua natureza espiritual; vencê-las é, para ele, uma vitória do Espírito sobre a matéria.
 
Citar
pelo menos para mim parece que as coisas não são assim, aos saltos e sim um evolver, até porque é o natural na natureza evoluir em todos os sentidos de maneira lenta, gradual

Você considera muito longe a distância entre você e Chico, porque não se vê capaz de realizar materialmente o que ele realizou. Mas essa "distância" é uma ideia ilusória da sua mente. Com a quantidade de informações que você já tem, já poderia viver uma vida como a de Chico Xavier. Mas no sentido de "vida" que procuro explicar desde o início do tópico. A vivência sentimental dos acontecimentos. Durante muito tempo você buscou informações e conhecimentos para justificar e fortalecer a sua crença. Mas isso vai até quando? O que mais falta de conhecimento, informação ou cultura para realizar isso?

Citar
e isso não tem a ver com desculpa para não fazer o que é certo e sim admitir a limitação de cada um, pois ainda que a força de vontade de melhorar seja aplicada, e terá seus méritos quem fizer assim, isso não livra necessariamente ninguém de seus defeitos,

Mas qual é o "certo" a se fazer? Doar coisas? Fazer caridade? Transformar ou revolucionar o mundo?
Deixe que Deus mate a fome das pessoas. Que as vistam, que matem sua sede. Deixe também que Deus dê fome, sede e frio para quem merece e necessita estas coisas. Deixe que Deus realize o progresso das nações e do mundo.

Preste atenção em VOCÊ. Preste atenção na forma que você reage sentimentalmente às vicissitudes da vida. Observe quando você reclama dos seus problemas. Observe os momento em que você é contrariado nos seus desejos e conceitos pessoais, e medite nos motivos que te impedem de ser feliz. 
Observe como você convive com seus familiares, e como convive no trabalho. Observe se você está integrado e harmonizado com os acontecimentos, louvando a Deus por tudo o que acontece, ou se sofre toda vez que algo não acontece do jeito que quer. Mas se você é feliz de verdade, se cada segundo da sua vida é uma festa, independente do que esteja acontecendo, você nem precisa estar aqui discutindo isso, porque já alcançou o que busca, sem saber.


Abraços!
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 17 de Dezembro de 2013, 02:44
      Danilo
      Norizonte

      Quantas vezes estamos tentando avaliar quem está no começo da escadinha ou quem já subiu vários ou muitos degraus? Há, pelo que podemos ver, muito interesse por isso. Comparamos Chico Xavier, Madre Teresa, Gandhi, até o Mestre, o Papa Francisco e, agora, Mandela e outros.

      Mas de que nos adianta tentar fazer essa avaliação? Como vamos chegar a uma conclusão correta? E se conseguirmos fazer uma avaliação correta, que aprendizado para nosso caminhar rumo à perfeição possível, nos virá disso?

      Muito mais coerente e vantajoso para nosso progredir é conhecer qual é a causa que tem como efeito, uns estarem já no alto da escada, outros nos primeiros degraus e outros a anos luz do primeiro degrau.

      Qual é a causa que tem como efeito uns estarem, a perder de vista, lá na frente, enquanto outros estão bem lá atrás, também a perder de vista?

.................
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 20 de Dezembro de 2013, 13:49
      Danilo
      Norizonte

      Quantas vezes estamos tentando avaliar quem está no começo da escadinha ou quem já subiu vários ou muitos degraus? Há, pelo que podemos ver, muito interesse por isso. Comparamos Chico Xavier, Madre Teresa, Gandhi, até o Mestre, o Papa Francisco e, agora, Mandela e outros.

      Mas de que nos adianta tentar fazer essa avaliação? Como vamos chegar a uma conclusão correta? E se conseguirmos fazer uma avaliação correta, que aprendizado para nosso caminhar rumo à perfeição possível, nos virá disso?

      Muito mais coerente e vantajoso para nosso progredir é conhecer qual é a causa que tem como efeito, uns estarem já no alto da escada, outros nos primeiros degraus e outros a anos luz do primeiro degrau.

      Qual é a causa que tem como efeito uns estarem, a perder de vista, lá na frente, enquanto outros estão bem lá atrás, também a perder de vista?

.................

Olá lconforjr

Repare como discutimos. Ninguém quer chegar à conclusão correta a respeito do grau de evolução espiritual desse ou daquele outro. Usamos apenas referências, para poder desenvolver uma ideia central. Tudo foi falado em tom de hipótese. Eu usei o nome e o exemplo de Chico Xavier, mas poderia ter usado o exemplo do Manuel da padaria aqui do meu bairro, só que a didática da explanação não seria a mesma.

Abraço!
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Anton Kiudero em 20 de Dezembro de 2013, 15:49
      Quantas vezes estamos tentando avaliar quem está no começo da escadinha ou quem já subiu vários ou muitos degraus? Há, pelo que podemos ver, muito interesse por isso. Comparamos Chico Xavier, Madre Teresa, Gandhi, até o Mestre, o Papa Francisco e, agora, Mandela e outros.

      Mas de que nos adianta tentar fazer essa avaliação? Como vamos chegar a uma conclusão correta? E se conseguirmos fazer uma avaliação correta, que aprendizado para nosso caminhar rumo à perfeição possível, nos virá disso?

      Muito mais coerente e vantajoso para nosso progredir é conhecer qual é a causa que tem como efeito, uns estarem já no alto da escada, outros nos primeiros degraus e outros a anos luz do primeiro degrau.

      Qual é a causa que tem como efeito uns estarem, a perder de vista, lá na frente, enquanto outros estão bem lá atrás, também a perder de vista?

Amigo,

Não estamos, ao menos eu não estou. E porque não? Por ser uma simples avaliação do achismo de cada um e que a nada leva...

Se nem ao menos podemos nos avaliar, pois é muito dificil conhecer-se, como podemos "achar" que conhecemos o que vai no intimo de outro? É absolutamente impossível. É um inutil exercicio de adivinhação...

Os atos que cada ser humano pratica são os necessários às vicissitudes do(s) outro(s) e inscrevem-se na ordenação universal causada por Deus. Assim, o unico que diferencia os espíritos, encarnados ou desencarnados é a reação às ações de Deus e isto apenas Deus o sabe...

Não se preocupe tanto com o "porque" é assim e "como" iniciou-se porque estas questões a nada levam a não ser perda de tempo e exercicio intelectual tão ao gosto dos homens.

Abraço,
Anton
 
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 20 de Dezembro de 2013, 16:36
      Anton   (ref #47, 201213)


      É isso.

.......
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Olé em 20 de Dezembro de 2013, 19:57
O pensamento é a atividade do Espírito e o Espírito em atividade!

Não existe pensamento sem Espírito nem Espírito sem pensamento e ambos independem da matéria!

O pensamento é matéria, é produto da memória, do passado, do tempo, nada mais... Nenhum pensamento é novo, presente, é sempre coisa velha...
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 20 de Dezembro de 2013, 21:53
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Olé   « ref #49 em: 201213, às 19:57 »

      Olé (msg ant): O pensamento é matéria, é produto da memória, do passado, do tempo, nada mais... Nenhum pensamento é novo, presente, é sempre coisa velha...

      Conf: complementando: e o pensamento não depende de nós, de nossa vontade, de nosso querer; simplesmente acontece, queiramos ou não, portanto independente de nossa vontade; vem, demora pouco ou muito, nos traz prazer ou desprazer, e se vai. Nem é verdadeiramente nosso, pois sua origem está fora de nós.

..................
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Olé em 22 de Dezembro de 2013, 20:50
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Olé   « ref #49 em: 201213, às 19:57 »

      Olé (msg ant): O pensamento é matéria, é produto da memória, do passado, do tempo, nada mais... Nenhum pensamento é novo, presente, é sempre coisa velha...

      Conf: complementando: e o pensamento não depende de nós, de nossa vontade, de nosso querer; simplesmente acontece, queiramos ou não, portanto independente de nossa vontade; vem, demora pouco ou muito, nos traz prazer ou desprazer, e se vai. Nem é verdadeiramente nosso, pois sua origem está fora de nós.

..................


Resumindo, com Fernando Pessoa: "Não existem sensações passadas. A memória é a sensação de uma sensação. A sensação está sempre presente. (O mundo é uma infinitude de presentes). A previsão é uma sensação de uma sensação no futuro."

A memória é pensamento, é a identificação do pensamento (que aparece a seguir às sensações) com as sensações; desta identificação nasce o desejo, o tempo, o sofrimento e o medo...
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Fernando Fazzane em 24 de Dezembro de 2013, 00:48
Pessoal, cuidado pois há uma confusão de conceitos e emprego errado de palavras neste tópico.

PENSAMENTO produz matéria pois gera ONDA ELETROMAGNÉTICA. Ele é o PRODUTO da correlação entre as faculdades do espírito. Gera interação e vibração das moléculas e isto produz o campo eletromagnético, seja encarnado ou desencarnado.

MEMÓRIA é uma FACULDADE do espírito. Ela armazena informações que serão úteis (curto, médio e longo prazo) para serem levadas em consideração pela faculdade RAZÃO na tomada de decisões futuras, mesmo que o futuro seja daqui a um segundo.

SENSAÇÕES, como o próprio nome diz, são PRODUTO (ações) do pensamento orientado pelos SENTIDOS através dos SENSORES que detectam (precariamente) informações do ambiente e se manifestam de maneira química trazendo informações para a mente avaliar através de suas faculdades.

O pensamento é VOLUNTÁRIO pois ele exige que haja AÇÃO das faculdades, porém um espírito SEMPRE PENSA, pois está o tempo todo em contato com situações e problemas novos.

É verdade que ele utiliza da faculdade MEMÓRIA, que traz informações do passado, para coletar informações que possam ter alguma ligação e assim ter novas idéias e novas soluções, mas os problemas se tornam mais complexos à medida que evoluímos e é impossível resolver problemas NOVOS com soluções VELHAS. ELAS NÃO FUNCIONAM.

Não existe pensamento involuntário, caso assim o fosse, seria muito mais simples aprendermos conteúdos complexos e difíceis de maneira involuntária.

O pensamento possui QUALIDADE. Pode ser fútil ou útil. O próprio espírito SABE quando o pensamento é fútil e o tem devido suas inclinações. Quando elas mudam, o pensamento também muda.

Memórias podem trazer à tona sensações, isto é verdade. Tudo devido à produção química no cérebro que estimula os mesmos circuitos neuronais que foram ativados quando houve o evento. Por isto, SENSAÇÃO está ligada aos sensores (sentidos) que podem ser mais ou menos apurados e serão valorados e classificados conforme a escala de valores PARTICULAR de cada espírito.

Cuidado com os poetas e alguns escritores que se preocupam mais com o "embaraçar" das idéias do que o "desembaraçar"... pois quanto mais confuso, mais perturbador, e mais poético.

Ajuda apenas a manter a sensação de impotência e aceitação dos fatos.

A ciência, pelo contrário, busca a elucidação e a sistematização dos eventos, tornando-os compreensíveis e analisáveis. Sem embaraços por mais denso que o conteúdo possa ser.

Sabemos de ONDE o pensamento vêm e sabemos QUANDO ele vem através da análise de Espectógrafos, Tomografia Eletromagnética e Ressonância Eletromagnética. Quando um espírito pensa, encarnado, gera descarga elétrica cerebral considerável e seu consequente campo eletromagnético pode ser medido. Para um espírito desencarnado, o processo é o mesmo, porém mais sutil devido às interações da matéria serem igualmente mais sutis, mas ainda assim geram ondas de baixa frequência capazes de atravessar os continentes.

Podemos captar as ondas através de equipamentos sensíveis, mas não temos aparelhos para decodificar as informações, então a ciência não considera estas ondas como pensamento.

O único equipamento capaz de interpretar estas informações é a mente de outro espírito que tenha afinidade com aquele pensamento e manifeste interesse sobre a mesma questão. Assim, temos uma criação coletiva simultânea incessante ocorrendo em todo globo.

Mas, isto não faz o pensamento ser algo involuntário. O próprio verbo PENSAR solicita uma AÇÃO, portanto dependente de iniciativa.

Espero ter ajudado na compreensão dos conceitos para continuidade do aprofundamento do tema, que é importante para o desenvolvimento correto do espiritismo.

Abraço e bons estudos.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Olé em 24 de Dezembro de 2013, 00:56
Pessoal, cuidado pois há uma confusão de conceitos e emprego errado de palavras neste tópico.

Não, amigo, aqui não há confusão de conceitos nem se empregam palavras erradas... Aqui fomos há verdade, para além do conceito, da palavra, do pensamento e do tempo... Não percebeu, amigo?
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Fernando Fazzane em 24 de Dezembro de 2013, 01:15
Pessoal, cuidado pois há uma confusão de conceitos e emprego errado de palavras neste tópico.

Não, amigo, aqui não há confusão de conceitos nem se empregam palavras erradas... Aqui fomos há verdade, para além do conceito, da palavra, do pensamento e do tempo... Não percebeu, amigo?

Prezado Olé, não sei se entendi sua colocação.

Não sou muito bom leitor de indiretas pois julgo (com erro, eu sei) que sempre são colocações importantes.

Considerando que foram para além do conceito, extrapolando-o, deve-se ter cuidado para que nesta extrapolação não se perca de vez o conceito original, que de fato seria um risco iminente de distanciar-se da rota, tornando-se uma "divagação".

Perdoe-me se estiver errado ou não ter interpretado corretamente sua mensagem, pois ela me permitiu pensar duas coisas completamente opostas.

Abraço!
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Olé em 24 de Dezembro de 2013, 01:23
Considerando que foram para além do conceito, extrapolando-o, deve-se ter cuidado para que nesta extrapolação não se perca de vez o conceito original, que de fato seria um risco iminente de distanciar-se da rota, tornando-se uma "divagação".

A divagação e o risco absolutamente real de viver na ilusão é justamente por acreditar nos conceitos, nas ideias... Por se acreditar apenas nas ideias e nos conceitos, na ilusão, não se vê os factos, a realidade, a verdade, que é atemporal, totalmente diferente do mundo ilusório das ideias, dos conceitos e das demais invenções do pensamento temporal, imaginativo, amigo...
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Fernando Fazzane em 24 de Dezembro de 2013, 01:45

A divagação e o risco absolutamente real de viver na ilusão é justamente por acreditar nos conceitos, nas ideias... Por se acreditar apenas nas ideias e nos conceitos, na ilusão, não se vê os factos, a realidade, a verdade, que é atemporal, totalmente diferente do mundo ilusório das ideias, dos conceitos e das demais invenções do pensamento temporal, imaginativo, amigo...

Meu amigo, você realmente extrapolou os conceitos... rs

Se isto for produtivo e causar um progresso real efetivo no seu desenvolvimento, vai por bom caminho.

Eu, que trabalho com criatividade, conceitos, idéias, entendo a extrapolação necessária para dar um impulso à novas idéias e novos conceitos, mas eles devem refletir em algo em que se possa analisar e trazer à realidade como movimento concreto direcionado, caso contrário, se não temos medida, não temos referências. Se não temos referências, cada um é dono de sua verdade. Se assim fôssemos, talvez não teríamos saído das cavernas.

A tentativa de organização do pensamento e sistematização do mesmo e do ambiente nos permitiu entender grande parte dos efeitos da vida, do espírito, das leis da natureza e do progresso do qual todos nós usufruímos rotineiramente e não nos damos conta do sufoco que foi descobri-los e desenvolve-los.

Abraço e bons estudos!
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 24 de Dezembro de 2013, 03:35
Olá Fazzani. Eu já tinha percebido sua contrubuição no tópico, mas como era longo o texto, agora que vim responder.


Citar
A falha é simplesmente fruto da falta de denifição clara sobre os conceitos discutidos.
Quanto ao tópico exposto: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Vamos à definição de vida: Vida é tudo aquilo que possui um certo nível de independência e executa algum trabalho. Nem que este trabalho seja somente a replicação do RNA.

Meu caro, se você perguntar a um biólogo, um químico, um físico, um psicólogo, um político, um sociólogo, etc, sobre qual é a definição da vida, cada um dará a sua própria definição, completamente diferentes umas das outras, conforme aquilo que é mais interessante para a sua área e conforme a limitação dos seus conhecimentos.

Observe que eu introduzi um tópico com uma definição sobre a vida. Se ela está conflitante com outras definições, é porque ainda não foram encontradas palavras para todas as ideias que se deseja expressar.
Para o texto que expus, é importantíssimo compreender a vida como "a vivência de uma mente consciente que percebe uma realidade". Se quiser dar a essa ideia uma outra palavra, para dar lugar à sua ideia da palavra "vida", fique a vontade. O importante é compreender as ideias que estão por trás das palavras.

Citar
Vamos à definição de encarnação: Encarnação se inicia no momento em que o espírito começa ligar seu perispírito célula a célula ao embrião humano e implanta nele 50% do seu código genético recebendo como herança 50% do DNA de seus pais (25% mãe e 25% pai).

Enquanto se olhar apenas a versão material dos fatos, nunca se chegará a sua essência. E para o texto que eu expus, é importantíssimo que se compreenda "em essência" o significado de uma encarnação, e não se prender às ilusões que a matéria provoca nos nossos sentidos, ou seja, às simples observações da nossa pobre ciência.

Citar
A diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação é que a encarnação é o período em que o espírito realiza maior avanço pois tem a oportunidade de colocar em prática todo seu conhecimento aprendido acumulado em toda sua existência.

Concordo plenamente, e isso já está bem mais próximo da ideia que eu quis transmitir.

Citar
Se considerarmos que o espírito detém o pensamento e que ele sobrevive à morte biológica do corpo humano, a vida para o espírito é muito mais longa, mas não infinita. Apenas não conhecemos o seu fim, mas existe um limite, no qual as condições ambientais podem ser e serão cruciais para sua sobrevivência.

Sim, vida no sentido de "existir". Mas eu gostaria que não se perdesse de vista a ideia de vida no sentido de "perceber uma realidade". Pois isto é essencial para se compreender que é possível duas criaturas em situações idênticas viverem vidas completamente diferentes, em função do livre arbítrio que possuem de escolher um sentimento ou outro, em resposta a determinada situação..

Citar
Quanto ao pensamento não ser matéria:
Sim, o pensamento é matéria pois caracteriza-se por onda eletromagnética e este é o quinto estado da matéria, a saber: Sólido, líquido, gasoso, plasma e ondulatório.

Concordo com isso amigo. Foi o que tentei explicar sem sucesso para alguns colegas. Quem sabe um discurso com tom mais "científico" não os convençam  :D

Citar
O que é pensamento?
Pensamento é a manifestação interdisciplinar das faculdades do espírito, atualmente classificadas em 36 tipos, são desenvolvidas conforme o seu uso e sua interrelação é constante, produzindo pensamentos de variados tipos que são exteriorizados primeiro em onda-pensamento, depois como reação química no corpo denso e por final, ação física de trabalho, consumindo energia que deve ser reposta em forma de nutrição.

Deixando de lado as pobres definições e classificações da pobre ciência humana (já que amanhã, outro cientista pode trazer uma ideia totalmente diferente, que inclusive derrube essa teoria), em suma, o pensamento é energia que assume uma determinada forma. Se é energia, tem sua origem no elemento primário do universo (fluido cósmico universal). Oras, se o universo todo, e tudo o que ele contém, é uma piscina gigante de FCU, o pensamento, longe de ser uma criação distinta, é, em verdade, a parte de um Todo Universal. Portanto, o pensamento está em contato com o universo, e com tudo o que há nele. Assim chegamos à nossa conclusão: Quem é o senhor do universo? A causa primária e a inteligência onipotente que pulsa em cada molécula do elemento primário? Deus. E tudo o que Deus faz, é feito com amor e justiça. Assim, o pensamento, seja ele qual for, não é propriedade do Espírito como ser individual, mas propriedade da comunidade universal. E ele, o pensamento, seja qual for, contém em si o amor e a justiça de Deus em sua essência. E isso faz cair por terra a lenda de que pensamos livremente, e agimos de acordo com nossa vontade. Se tudo é amor e justiça, nada pode ser "injusto" ou "mal" na sua essência. 

Citar
Quanto à inteligência:
Inteligência é a capacidade de resolver problemas NOVOS. Esta é uma faculdade inata do espírito, o qual carrega desde seu estágio mais primitivo até o mais alto nível. A diferença está na complexidade de problema que ele consegue resolver, pois ao passo que se desenvolve aparecem problemas mais difíceis e são necessários conhecimentos mais aprofundados para resolvê-los.


Qual é o "problema" que um ser humano já resolveu nesse mundo?
Quando sentiste fome, Deus fez o alimento chegar até você. Quando sentiste sede, Deus te fez chegar até a água. Quando uma nova invenção foi descoberta, é porque Deus determinou a hora de isso acontecer.
Quando você se perdeu no caminho de casa, Deus fez que você ficasse perdido o tempo necessário, e quando acabou esse tempo, Deus te guiou e te fez encontrar o caminho de volta. Ou seja, qualquer problema que se possa conceber, foi proposto por Deus e resolvido por Ele mesmo, para dar ao Espírito a vivência da ilusão de estar resolvendo um problema. Assim pergunto novamente: qual o problema que algum ser humano já resolveu?
Isso põe por terra outra carochinha que se espalha por ai: de que o ser humano desenvolve a sua inteligência.
Se a caminhada do ser humano da terra está escrita, será que Deus fica "torcendo" para que o ser humano desenvolva a sua inteligência, para que cumpra um trabalho que deva ser cumprido?
Agora se falarmos da inteligência do Espírito, isso é outra coisa. Esta sim se desenvolve, de forma que simplesmente não podemos compreender, pois não compreendemos a inteligência do Espírito.
Por uma razão muito simples (já citada anteriormente). A inteligência do Ser humano trabalha em prol das suas necessidades humanas, enquanto a inteligência do Espírito trabalha em prol da sua evolução, ou seja, da melhor estratégia para se vencer os desapegos da sua personalidade.

Bom, eu tenho o costume de responder todo o post, replicando trecho por trecho, mas até aqui foi suficiente, para reforçar a proposta do tópico. Demonstrar a diferença entre viver pensando que é um ser humano, realizando experiências humanas e buscando objetivos humanos, e viver consciente da sua realidade de Espírito, sem cor, raça, sexo ou classe social, realizando provas que servem como exercício de desapegos.

Abraços!

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 24 de Dezembro de 2013, 04:42
Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á.
(Mateus 10:39)
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 24 de Dezembro de 2013, 09:16
Olá amigo Danillo

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Concordo com isso amigo. Foi o que tentei explicar sem sucesso para alguns colegas. Quem sabe um discurso com tom mais "científico" não os convençam  :D


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/45/#ixzz2oNeJI3nW

Os neurónios trabalham numa base electroquímica. Todavia, as experiências da telepatia, tipo ganzfeld, mostram-nos que o receptor recebe as imagens do emissor numa sala electricamente blindada, em que não penetram campos electromagnéticos. Isso sugere-nos que a mediunidade não é um fenómeno electromagnético, nem há uma transmissão electromagnética de sinal entre espiritos, desencarnados e/ou desencarnados. Aquela história da glândula pineal, dos cristais de apatite (fosfato de cálcio natural), é uma hipótese pouco ou nada confiável.

Para além disso, se a transmissão do pensamento fosse apenas electromagnética, seria apenas um fenómeno semelhante à comunicação entre um telemóvel (telefone celular) e a antena de telecomunicações da célula a que está ligado. Se essa teoria fosse valida era muito simples, para a ciência, detectar essas ondas electromagnéticas.

É óbvio que há uma correlação muito forte entre o pensamento e o cérebro. Mas, se nós somos espiritos, tem de existir outra "tecnologia", bem mais sofisticada, de transmissão da informação. Ou então não existe espírito, apenas cérebro. Se os espiritos comunicam com os médiuns, se os encarnados comunicam via telepatia, o pensamento é algo que se propaga, no espaço. E termina aí a analogia com as ondas electromagnéticas.

A Codificação, de Allan Kardec, não explica tecnicamente como se propaga e se gera o pensamento. Ir por aí para explicar isso parece-me impossível. Dizer que existe o FCU, não é suficiente. É o mesmo que explicar as ondas electromagnéticas dizendo apenas que existe o espaço, onde elas se propagam.

Há uma velha discussão, na dita "filosofia da mente", sobre a natureza da mente. Se considerarmos que o espírito é apenas uma máquina natural, que funciona com base nas regras da física, da química, da biologia, essa ideia da existência do espírito imortal não é sustentável. A única possibilidade é que a realidade subjectiva seja sujeita a outras regras da natureza diferentes, ainda não conhecidas, de um ponto de vista cientifico. Quando os espíritas tentam reduzir o espírito a uma máquina natural, estão a jogar na equipa contrária, isto é a defender a teoria materialista/ fisicalista.

bem haja   

   

 





 

   

 

 
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 24 de Dezembro de 2013, 10:12
Olá amigo Danillo

Citar
Concordo com isso amigo. Foi o que tentei explicar sem sucesso para alguns colegas. Quem sabe um discurso com tom mais "científico" não os convençam  :D


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/45/#ixzz2oNeJI3nW

Os neurónios trabalham numa base electroquímica. Todavia, as experiências da telepatia, tipo ganzfeld, mostram-nos que o receptor recebe as imagens do emissor numa sala electricamente blindada, em que não penetram campos electromagnéticos. Isso sugere-nos que a mediunidade não é um fenómeno electromagnético, nem há uma transmissão electromagnética de sinal entre espiritos, desencarnados e/ou desencarnados. Aquela história da glândula pineal, dos cristais de apatite (fosfato de cálcio natural), é uma hipótese pouco ou nada confiável.

Para além disso, se a transmissão do pensamento fosse apenas electromagnética, seria apenas um fenómeno semelhante à comunicação entre um telemóvel (telefone celular) e a antena de telecomunicações da célula a que está ligado. Se essa teoria fosse valida era muito simples, para a ciência, detectar essas ondas electromagnéticas.

É óbvio que há uma correlação muito forte entre o pensamento e o cérebro. Mas, se nós somos espiritos, tem de existir outra "tecnologia", bem mais sofisticada, de transmissão da informação. Ou então não existe espírito, apenas cérebro. Se os espiritos comunicam com os médiuns, se os encarnados comunicam via telepatia, o pensamento é algo que se propaga, no espaço. E termina aí a analogia com as ondas electromagnéticas.

A Codificação, de Allan Kardec, não explica tecnicamente como se propaga e se gera o pensamento. Ir por aí para explicar isso parece-me impossível. Dizer que existe o FCU, não é suficiente. É o mesmo que explicar as ondas electromagnéticas dizendo apenas que existe o espaço, onde elas se propagam.

Há uma velha discussão, na dita "filosofia da mente", sobre a natureza da mente. Se considerarmos que o espírito é apenas uma máquina natural, que funciona com base nas regras da física, da química, da biologia, essa ideia da existência do espírito imortal não é sustentável. A única possibilidade é que a realidade subjectiva seja sujeita a outras regras da natureza diferentes, ainda não conhecidas, de um ponto de vista cientifico. Quando os espíritas tentam reduzir o espírito a uma máquina natural, estão a jogar na equipa contrária, isto é a defender a teoria materialista/ fisicalista.

bem haja   

   

 





 

 

Bom texto amigo Vitor.

Deixei de manifestar qualquer opinião sobre o tema pensamento até pelo fato de não existir uma definição cabal sobre o tema e mesmo sobre sua natureza, ainda que cada um possa dar sua definição do que seja e da natureza que tenha, ou adotar uma definição que já exista e acredite, na sua maneira de ver o mundo, como a mais correta.

É preciso ler bastante, buscar mais de uma opinião, hipótese para formarmos a nossa. Admitir como certa uma verdade sobre o assunto é pegar um caminho em que novas verdades, que se encaixam com a anterior, sejam criadas, mas isso, obviamente, vai depender do que se entenda desde o início por pensamento.

Abraço.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Fernando Fazzane em 24 de Dezembro de 2013, 13:41
Olá amigo Danillo

Citar
Concordo com isso amigo. Foi o que tentei explicar sem sucesso para alguns colegas. Quem sabe um discurso com tom mais "científico" não os convençam  :D


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/45/#ixzz2oNeJI3nW

Os neurónios trabalham numa base electroquímica. Todavia, as experiências da telepatia, tipo ganzfeld, mostram-nos que o receptor recebe as imagens do emissor numa sala electricamente blindada, em que não penetram campos electromagnéticos. Isso sugere-nos que a mediunidade não é um fenómeno electromagnético, nem há uma transmissão electromagnética de sinal entre espiritos, desencarnados e/ou desencarnados. Aquela história da glândula pineal, dos cristais de apatite (fosfato de cálcio natural), é uma hipótese pouco ou nada confiável.

Para além disso, se a transmissão do pensamento fosse apenas electromagnética, seria apenas um fenómeno semelhante à comunicação entre um telemóvel (telefone celular) e a antena de telecomunicações da célula a que está ligado. Se essa teoria fosse valida era muito simples, para a ciência, detectar essas ondas electromagnéticas.

É óbvio que há uma correlação muito forte entre o pensamento e o cérebro. Mas, se nós somos espiritos, tem de existir outra "tecnologia", bem mais sofisticada, de transmissão da informação. Ou então não existe espírito, apenas cérebro. Se os espiritos comunicam com os médiuns, se os encarnados comunicam via telepatia, o pensamento é algo que se propaga, no espaço. E termina aí a analogia com as ondas electromagnéticas.

A Codificação, de Allan Kardec, não explica tecnicamente como se propaga e se gera o pensamento. Ir por aí para explicar isso parece-me impossível. Dizer que existe o FCU, não é suficiente. É o mesmo que explicar as ondas electromagnéticas dizendo apenas que existe o espaço, onde elas se propagam.

Há uma velha discussão, na dita "filosofia da mente", sobre a natureza da mente. Se considerarmos que o espírito é apenas uma máquina natural, que funciona com base nas regras da física, da química, da biologia, essa ideia da existência do espírito imortal não é sustentável. A única possibilidade é que a realidade subjectiva seja sujeita a outras regras da natureza diferentes, ainda não conhecidas, de um ponto de vista cientifico. Quando os espíritas tentam reduzir o espírito a uma máquina natural, estão a jogar na equipa contrária, isto é a defender a teoria materialista/ fisicalista.


Vitor, que a ciência ainda evoluirá muito nos próximos anos e nos revelará informações muito importantes, não temos como contestar. Ainda assim restará muito a ser pesquisado e desenvolvido, pois quando abrimos uma caixa e nos deparamos com mais surpresas, surgem novas perguntas e mais pesquisas.

Mas isto não significa invalidar todo o progresso científico conquistado.

As experiências do tipo Ganzfeld são um bom início, mas ainda precisam evoluir pois dá ao teste uma chance muito alta de acerto, na casa dos 25%, o que não é aceitável como teste científico confiável.

A comunicação é de fato transmitida via ondas eletromagnéticas. O Homem desenvolve equipamentos e técnicas observando seu próprio comportamento e utiliza o que há disponível no ambiente, assim como faz o espírito.

As leis são as mesmas para encarnados e desencarnados. Se houvessem leis distintas, não haveria progresso pois seria necessário adaptação frequente às leis em cada encarnação, tornando o processo muito mais lento, complexo e infrutífero.

Precisamos de estabilidade para que haja desenvolvimento. A estabilidade implica que as leis sejam as mesmas, o ambiente, matéria, tudo precisa vir da mesma fonte e estar subordinado aos mesmos processos.

O espectro eletromagnético é muito amplo e mesmo que você detecte a onda, precisa decodificá-la e filtrar ruídos. Não é preciso dizer que as sondas Voyager estão na fronteira da Heliosfera e ainda enviam ondas de rádio, que são uma faixa do espectro eletromagnético de baixa frequência, atravessam o espaço e são detectadas aqui na Terra, decodificadas e traduzidas, trazendo informação útil na investigação dos fenômenos naturais.

Trazer o espírito para a realidade, encaixa-lo na matéria, é o que Kardec fez na codificação, mostrando que o espírito NADA TEM DE SOBRENATURAL e obedece às mesmas leis, porém como é menos denso, possui nível de liberdade sensivelmente ampliado, porém isto não o permite violar nenhuma lei, mas sim explora-la e utiliza-la em benefício de seu progresso e aprendizado.

A ciência detecta uma infinidade de ondas no espectro eletromagnético não apenas na Terra, mas também no espaço, mas como não temos como codifica-las, chamamos de ruído! Da mesma forma que colocarmos um brasileiro no meio de uma conferência em Coreano (como eu já participei). Tudo que será ouvido será apenas ruído! Nenhuma informação será válida por mais rica e enobrecedora que seja. É necessário o ajuste, filtragem e decodificação da mensagem.

Kardec nos orientou para ficarmos com a ciência pois ele sabiamente conhecia seu potencial revelador que agregaria valor ao espiritismo, que na época era um embrião apenas e sem bases científicas como temos hoje.

Colocar o espírito como ser material, não é jogar no outro time, mas apenas dismistificar uma idéia de espírito sobrenatural da qual Kardec já discordava.

O espírito, como ditado pelos próprios espíritos, é matéria. Na época de Kardec, o conceito de matéria era Terra, Água, Fogo e Ar!!!! Os espíritos não tendo como dizer do que se tratava disseram apenas que não era nada disso, mas sim uma "quinta essência", já que estas quatro essências não o explicavam com mínima precisão.

Ainda assim, chamavam de "vaporoso" pois se referiam a menor densidade da matéria.

Se os espíritas insistem em considerar o espírito algo sobrenatural, é uma pena.

Sei que o tema é delicado e merece atenção, revisão de conceitos e um olhar mais criterioso de pessoas realmente interessadas no seu desenvolvimento.

Grande abraço e bons estudos.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 24 de Dezembro de 2013, 17:57

Portanto, a resposta à pergunta de Kardec foi esta: Não, porque o que para o homem parece perfeito está longe da perfeição. Mas o Movimento Espírita humanizado leu isso: Não, porque esse é um processo lento e gradual. As pessoas que você considera perfeitas, você ainda vai demorar muito para chegar no estágio delas. Leia bastante livros, que assim você progride em ciência, e faça bastante caridade, que assim você progride moralmente. Não se preocupe agora em seguir o exemplo deles.


Pois que é exatamente isso que nos ensina a Doutrina Espírita:

196. Não podendo os Espíritos aperfeiçoar-se, a não ser por meio das tribulações da existência corpórea, segue-se que a vida material seja uma espécie de crisolou de depurador, por onde têm que passar todos os seres do mundo espírita para alcançarem a perfeição?

“Sim, é exatamente isso. Eles se melhoram nessa provas, evitando o mal e praticando o bem; porém, somente ao cabo de mais ou menos longo tempo, conforme os esforços que empreguem; somente após muitas encarnações ou depurações sucessivas, atingem a finalidade para que tendem.”

                                                                  O Livro dos Espíritos


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 24 de Dezembro de 2013, 17:59
Citar
Os neurónios trabalham numa base electroquímica. Todavia, as experiências da telepatia, tipo ganzfeld, mostram-nos que o receptor recebe as imagens do emissor numa sala electricamente blindada, em que não penetram campos electromagnéticos. Isso sugere-nos que a mediunidade não é um fenómeno electromagnético, nem há uma transmissão electromagnética de sinal entre espiritos, desencarnados e/ou desencarnados. Aquela história da glândula pineal, dos cristais de apatite (fosfato de cálcio natural), é uma hipótese pouco ou nada confiável.

Para além disso, se a transmissão do pensamento fosse apenas electromagnética, seria apenas um fenómeno semelhante à comunicação entre um telemóvel (telefone celular) e a antena de telecomunicações da célula a que está ligado. Se essa teoria fosse valida era muito simples, para a ciência, detectar essas ondas electromagnéticas.

É óbvio que há uma correlação muito forte entre o pensamento e o cérebro. Mas, se nós somos espiritos, tem de existir outra "tecnologia", bem mais sofisticada, de transmissão da informação. Ou então não existe espírito, apenas cérebro. Se os espiritos comunicam com os médiuns, se os encarnados comunicam via telepatia, o pensamento é algo que se propaga, no espaço. E termina aí a analogia com as ondas electromagnéticas.

A Codificação, de Allan Kardec, não explica tecnicamente como se propaga e se gera o pensamento. Ir por aí para explicar isso parece-me impossível. Dizer que existe o FCU, não é suficiente. É o mesmo que explicar as ondas electromagnéticas dizendo apenas que existe o espaço, onde elas se propagam.

Há uma velha discussão, na dita "filosofia da mente", sobre a natureza da mente. Se considerarmos que o espírito é apenas uma máquina natural, que funciona com base nas regras da física, da química, da biologia, essa ideia da existência do espírito imortal não é sustentável. A única possibilidade é que a realidade subjectiva seja sujeita a outras regras da natureza diferentes, ainda não conhecidas, de um ponto de vista cientifico. Quando os espíritas tentam reduzir o espírito a uma máquina natural, estão a jogar na equipa contrária, isto é a defender a teoria materialista/ fisicalista.

bem haja   
   
Olá Vitor. Suas observações vem muito a calhar.
Em resposta a elas, destacarei estas questões do Livro dos Espíritos:

27 a Seria esse fluido (FCU) o que designamos sob o nome de eletricidade?

– Dissemos que ele é suscetível de inumeráveis combinações; o que chamais fluido elétrico, fluido magnético, são modificações do fluido universal, que é, propriamente falando, uma matéria mais perfeita, mais sutil e que se pode considerar como independente.


29 A ponderabilidade é um atributo essencial da matéria?

– Da matéria, assim como a entendeis, sim; mas não da matéria considerada como fluido universal. A matéria etérea e sutil que forma esse fluido é imponderável para vós, mas nem por isso deixa de ser o princípio de vossa matéria pesada.


32 Diante disso, os sabores, os odores, as cores, o som, as qualidades venenosas ou salutares dos corpos apenas seriam modificações de uma única e mesma substância primitiva?

– Sim, sem dúvida, e que apenas existem pela disposição dos órgãos destinados a percebê-los.

33 A mesma matéria elementar é suscetível de passar por todas as modificações e adquirir todas as propriedades?


– Sim, e é o que se deve entender quando dizemos que tudo está em tudo*.


34 As moléculas têm uma forma determinada?


– Sem dúvida, as moléculas têm uma forma, que não é perceptível para vós.


34 a Essa forma é constante ou variável?


– Constante para as moléculas elementares primitivas e variável para as moléculas secundárias, que são somente aglomerações das primeiras; porque aquilo que chamais molécula ainda está longe da molécula elementar.


Pois bem, o que quero ressaltar, sua considerações não ultrapassam o limite que a nossa pobre, frágil e ilusória ciência é capaz de observar. Agora vamos a algumas afirmações:

Citar
Isso sugere-nos que a mediunidade não é um fenómeno electromagnético

Isso não vem ao caso Vitor. Não estamos de acordo que considera-se "matéria" todo tipo de energia que podemos , e que não podemos perceber? Oras, o pensamento é formado dessa energia, e isso já basta para a conclusão que expus. Não é necessários sabermos que energia é essa, de que tipo ela é, qual suas propriedades, e muito menos, se a ciência já foi capaz de captá-la. Sabemos que ela existe, e pelo fato de ser matéria, só pode ter a sua origem no elemento primário (FCU).
Amigos, o conhecimento científico não nos vai ajudar em nada nessa discussão. A questão está além da ciência.

Abraços!


 

 





 
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 26 de Dezembro de 2013, 02:20

Pessoal,..........
............... proposto.

Abraço e bons estudos.



O amigo deveria citar as fontes daquilo que afirma, sem o que não tem elas nenhum valor além de uma opinião pessoal sua!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 26 de Dezembro de 2013, 02:35

Diga-me..............
.......................saber.

Abraços!


843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos?

“Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre-arbítrio, o homem seria máquina.”

"A prova não tem por fim dar a Deus esclarecimentos sobre o homem, pois que Deus sabe perfeitamente o que ele vale, mas dar ao homem toda a responsabilidade de sua ação, uma vez que tem a liberdade de fazer ou não fazer. Dotado da faculdade de escolher entre o bem e o mal, a prova tem por efeito pô-lo em luta com as tentações do mal e conferir-lhe todo o mérito da resistência. Ora, conquanto saiba de antemão se ele se sairá bem ou não, Deus não o pode, em Sua justiça, punir, nem recompensar, por um ato ainda não praticado".

872. A questão do livre-arbítrio se pode resumir assim: O homem não é fatalmente levado ao mal; os atos que pratica não foram previamente determinados; os crimes que comete não resultam de uma sentença do destino. Ele pode, por prova e por expiação, escolher uma existência em que seja arrastado ao crime, quer pelo meio onde se ache colocado, quer pelas circunstâncias que sobrevenham, mas será sempre livre de agir ou não agir. Assim, o livre-arbítrio existe para ele, quando no estado de Espírito, ao fazer a escolha da existência e das provas e, como encarnado, na faculdade de ceder ou de resistir aos arrastamentos a que todos nos temos voluntariamente submetido.

                                                         O Livro dos Espíritos


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 26 de Dezembro de 2013, 02:44

      Qual é a causa que tem como efeito uns estarem, a perder de vista, lá na frente, enquanto outros estão bem lá atrás, também a perder de vista?



Realmente, amigo Iconforjr,

Nada resultará de bom em ficarmos a avaliar aos outros!

Quanto à sua pergunta a causa está principalmente na diferença de idade dos Espíritos.


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 26 de Dezembro de 2013, 02:50

O .............
.......................velha...



Conceitos ilusionísticos sem fundamento em nenhuma ciência!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 26 de Dezembro de 2013, 16:36
Olá amigo Danillo

Citar
Isso não vem ao caso Vitor. Não estamos de acordo que considera-se "matéria" todo tipo de energia que podemos , e que não podemos perceber? Oras, o pensamento é formado dessa energia, e isso já basta para a conclusão que expus. Não é necessários sabermos que energia é essa, de que tipo ela é, qual suas propriedades, e muito menos, se a ciência já foi capaz de captá-la. Sabemos que ela existe, e pelo fato de ser matéria, só pode ter a sua origem no elemento primário (FCU).
Amigos, o conhecimento científico não nos vai ajudar em nada nessa discussão. A questão está além da ciência.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/60/#ixzz2obBqsOpz

O conhecimento cientifico pode ajudar, na medida em que existem evidências de fenómenos extra-sensoriais e extra-cerebrais. Todavia ainda estamos numa fase em que o debate ainda está muito quente entre materialistas-fisicalistas e espiritualistas.

Concordo que ainda não podemos dizer que ciência desvendou o paranormal. Ainda está na fase de o reconhecer como realidade.

Contudo, ao usar termos que são da ciência, como "energia", "ondas electromagnéticas", etc., as pessoas estão a tentar empurrar a teoria espiritualista para o lado cientifico, ou, então, estão a usar termos científicos que não têm o mesmo significado que em ciência. Isto não é nada. Nem é ciência nem espiritualismo. É apenas definir aquilo que não se conhece com palavras que estão fora de contexto e/ou que não estão definidas. Não vejo nem utilidade, nem objectividade, nem clareza, nem racionalidade nisto.

Para que as pessoas se entendam temos de usar palavras bem definidas, de forma objectiva e clara. Caso contrário falamos imenso e não dizemos nada.

bem haja
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 26 de Dezembro de 2013, 18:04
Olá amigo Danillo

Citar
Isso não vem ao caso Vitor. Não estamos de acordo que considera-se "matéria" todo tipo de energia que podemos , e que não podemos perceber? Oras, o pensamento é formado dessa energia, e isso já basta para a conclusão que expus. Não é necessários sabermos que energia é essa, de que tipo ela é, qual suas propriedades, e muito menos, se a ciência já foi capaz de captá-la. Sabemos que ela existe, e pelo fato de ser matéria, só pode ter a sua origem no elemento primário (FCU).
Amigos, o conhecimento científico não nos vai ajudar em nada nessa discussão. A questão está além da ciência.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/60/#ixzz2obBqsOpz

O conhecimento cientifico pode ajudar, na medida em que existem evidências de fenómenos extra-sensoriais e extra-cerebrais. Todavia ainda estamos numa fase em que o debate ainda está muito quente entre materialistas-fisicalistas e espiritualistas.

Concordo que ainda não podemos dizer que ciência desvendou o paranormal. Ainda está na fase de o reconhecer como realidade.

Contudo, ao usar termos que são da ciência, como "energia", "ondas electromagnéticas", etc., as pessoas estão a tentar empurrar a teoria espiritualista para o lado cientifico, ou, então, estão a usar termos científicos que não têm o mesmo significado que em ciência. Isto não é nada. Nem é ciência nem espiritualismo. É apenas definir aquilo que não se conhece com palavras que estão fora de contexto e/ou que não estão definidas. Não vejo nem utilidade, nem objectividade, nem clareza, nem racionalidade nisto.

Para que as pessoas se entendam temos de usar palavras bem definidas, de forma objectiva e clara. Caso contrário falamos imenso e não dizemos nada.

bem haja

Boas palavras amigo Vitor.

Ninguém em sã consciência pode ser contrário à ciência, mas as afirmações com bases científicas além de serem bem fundamentadas devem vir acompanhadas de prudência. É temerário, considerando que não parece razoável acreditar que a ciência tenha dado última palavra mesmo sobre alguns fenômenos Espíritas, fazer afirmações pretendendo desvendar o mundo espiritual e sem que isso venha acompanhado de uma informação de que se trata de uma hipótese científica.

Os movimentos das mesas 'dançantes', os ruídos produzidos por fenômenos Espíritas, as materializações,.. acaso já possuem alguma explicação definitiva à luz da ciência? pelo que sei existem teorias, várias teorias levando-se em conta o que o dr. Richet denominou como ectoplasma. Mas em cima dessa 'substância', somente em cima dessa substância, existem várias teorias, hipóteses. Como então simplesmente afirmar algo de um fenômeno desses e depois em cima de uma afirmação apenas, alicerçar uma teoria ainda maior?
 
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 26 de Dezembro de 2013, 20:05

Concordo que ainda não podemos dizer que ciência desvendou o paranormal. Ainda está na fase de o reconhecer como realidade.

bem haja


Logo, a ciência não pode, e nem deve, se pronunciar sobre aquilo que está além  de sua alçada!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 26 de Dezembro de 2013, 21:49

Concordo que ainda não podemos dizer que ciência desvendou o paranormal. Ainda está na fase de o reconhecer como realidade.

bem haja


Logo, a ciência não pode, e nem deve, se pronunciar sobre aquilo que está além  de sua alçada!

Se bem entendi, agora vou ter que discordar do amigo. A ciência desde o início do Espiritismo, lá no século XIX, 'meteu o bedelho' para tentar entender os fenômenos Espíritas, inclusive nomes de escol da ciência e da cultura universal como W. Krookes (além de outras qualificações: físico), Wallace (Biólogo), Lombroso (Jurista), Victor-Marie Hugo (gênio da literatura),.. e isso só veio dar credibilidade ao Espiritismo, considerado por muitos de início como alucinação, ou coisa que o valha.

A ciência sempre é necessária até para que possamos comparar o que os cientistas, pesquisadores, descobriram ou formularam, mas hipóteses de cientistas são diferentes de confirmações científicas. Como se diz: 'muita calma nesta hora' antes de sair montando um universo.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 26 de Dezembro de 2013, 22:30
      Norizonte   (ref 360)


      E defina-se ou explique-se o que são os pensamentos, uma verdade incontestável é que eles não se originam de nossa mente ou de estruturas cerebrais. Eles não são nossos, como afirmaram Jesus, Paulo e outros sábios, instrutores e mentores.

............

..............
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 26 de Dezembro de 2013, 22:36
.............

      Aproveitando o gancho de estarem os amigos falando de ciencias, e tendo em vista a afirmação da doutrina, que diz estar aberta a novas verdades desde que comprovadas cientificamente, qual será a razão de não ter se pronunciado até hoje, um século, 100 anos passados, sobre assuntos que exigem que ela se manifeste.

      Isso não está ocorrendo só com a DE, mas com todas as doutrinas, crenças e religiões populares do mundo!

..............
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 26 de Dezembro de 2013, 22:55
Ola amigo Brenno

Nem  a ciencia DA respostas nem o amigo. O amigo limita-se a citar livros que correspondem a sua crenca. Para si essa crenca pode significar a realidade, para outras pessoas nao. Enquanto a ciencia nao demonstrar  que a explicacao espirita DA Vida e a realidade, ela e apenas um a hipotese Como qualquer outra,para a maioria das pessoas

Bem haja
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 27 de Dezembro de 2013, 03:09

Concordo que ainda não podemos dizer que ciência desvendou o paranormal. Ainda está na fase de o reconhecer como realidade.

bem haja


Logo, a ciência não pode, e nem deve, se pronunciar sobre aquilo que está além  de sua alçada!

Se bem entendi, agora vou ter que discordar do amigo. A ciência desde o início do Espiritismo, lá no século XIX, 'meteu o bedelho' para tentar entender os fenômenos Espíritas, inclusive nomes de escol da ciência e da cultura universal como W. Krookes (além de outras qualificações: físico), Wallace (Biólogo), Lombroso (Jurista), Victor-Marie Hugo (gênio da literatura),.. e isso só veio dar credibilidade ao Espiritismo, considerado por muitos de início como alucinação, ou coisa que o valha.

A ciência sempre é necessária até para que possamos comparar o que os cientistas, pesquisadores, descobriram ou formularam, mas hipóteses de cientistas são diferentes de confirmações científicas. Como se diz: 'muita calma nesta hora' antes de sair montando um universo.


Amigo Norizonte,

Eu aqui me referi à ciência em si, que não reconhece a existência de nada além da matéria.

O que não é o caso desses cientistas que o amigo citou.



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 27 de Dezembro de 2013, 03:14
.............

      Aproveitando o gancho de estarem os amigos falando de ciencias, e tendo em vista a afirmação da doutrina, que diz estar aberta a novas verdades desde que comprovadas cientificamente, qual será a razão de não ter se pronunciado até hoje, um século, 100 anos passados, sobre assuntos que exigem que ela se manifeste.

      Isso não está ocorrendo só com a DE, mas com todas as doutrinas, crenças e religiões populares do mundo!

..............


Quais assuntos?


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 27 de Dezembro de 2013, 03:23
      Norizonte   (ref 360)


      E defina-se ou explique-se o que são os pensamentos, uma verdade incontestável é que eles não se originam de nossa mente ou de estruturas cerebrais. Eles não são nossos, como afirmaram Jesus, Paulo e outros sábios, instrutores e mentores.



Os pensamentos são atributos do Espírito que com ele se confundem, logo, não existe pensamento sem Espírito ou vice-versa.

Portanto os pensamentos são, sim!, nossos.



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 27 de Dezembro de 2013, 03:30
Ola amigo Brenno

Nem  a ciencia DA respostas nem o amigo. O amigo limita-se a citar livros que correspondem a sua crenca. Para si essa crenca pode significar a realidade, para outras pessoas nao. Enquanto a ciencia nao demonstrar  que a explicacao espirita DA Vida e a realidade, ela e apenas um a hipotese Como qualquer outra,para a maioria das pessoas

Bem haja


A ciência jamais dará uma explicação da vida espiritual, pois parte do princípio de que ela não existe!

Quanto a minha "crença", essa baseia-se na Lógica, algo muito maior e mais sólido que qualquer outra ciência humana!



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Olé em 27 de Dezembro de 2013, 09:23
Ola amigo Brenno

Nem  a ciencia DA respostas nem o amigo. O amigo limita-se a citar livros que correspondem a sua crenca. Para si essa crenca pode significar a realidade, para outras pessoas nao. Enquanto a ciencia nao demonstrar  que a explicacao espirita DA Vida e a realidade, ela e apenas um a hipotese Como qualquer outra,para a maioria das pessoas

Bem haja
A ciência jamais dará uma explicação da vida espiritual, pois parte do princípio de que ela não existe!

Quanto a minha "crença", essa baseia-se na Lógica, algo muito maior e mais sólido que qualquer outra ciência humana!

A lógica do tempo e as crenças idealizadas pelo pensamento não entram naquilo que é atemporal, sagrado...
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 27 de Dezembro de 2013, 09:35
Olá Brenno

Citar
Quanto a minha "crença", essa baseia-se na Lógica, algo muito maior e mais sólido que qualquer outra ciência humana!


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/75/#ixzz2of61padp

Na sua opinião amigo, na sua opinião... :)

Essa conclusão é válida para si, e eu respeito isso. Tem o direito de dizer e pensar o que bem entender. Todavia não posso concordar que a sua opinião seja extensível à grande maioria da humanidade. Mesmo entre aqueles que têm fé.

A maioria, aliás, como eu próprio, acreditam, têm alguma esperança que a sua crença tenha alguma base de realidade, mas, quando o amigo nos apresenta a doutrina espirita como uma certeza objectiva maior do que as certezas obtidas pelo método cientifico, sem nos apontar evidências objectivas confiáveis do que diz, as suas palavras de nada valem. São ocas.

Se o amigo tem razões objectivas para nos apresentar, então apresente-as, se quer que acreditemos nas suas palavras. Se as suas razões são subjectivas, do seu foro intimo, trata-se de uma ciência que só existe para si. Não faz sentido uma ciência subjectiva, pois embora possa ser conhecimento, o amigo não tem forma de o passar aos outros a não ser a titulo de testemunho pessoal. Ou seja, alega que a sua crença é cientifica, mas o método de divulgação da mesma é igual à dos outros religiosos todos, que dizem coisas diferentes do que o amigo diz. Para si pode não ser, mas para quem o lê o que o amigo parece ser é uma pessoa de dogmas. Em qualquer consultório de qualquer curandeiro aldrabão encontram-se sempre clientes que garantem que as curas acontecem mesmo. Uns contratados para fazer isso, outros porque interpretaram as respectivas melhoras como uma acção do curandeiro.

Ciência é conhecimento universal, objectivo, demonstrável a outras pessoas. Quando se trata de um conhecimento subjectivo que está limitado a uma "elite de iluminados", não deve ser chamado de ciência. Mas cada um é livre de dizer o que bem entende, se não for proibido pelas leis do pais a que pertence, ou, se for proibido, enquanto não for apanhado.

Mas toda a gente tem uma visão do que é ciência pela extraordinária capacidade de descoberta da ciência actual, que permite, a montante, a produção de inventos fascinantes, baseados nesses conhecimentos. Há evidências confiáveis do que a ciência diz, pois essas evidências são independentes das pessoas. O cepticismo é a base da credibilidade da ciência, mas é um "crime moral" para os religiosos. Por isso a religião está a morrer. As pessoas já não procuram a espiritualidade nas religiões, mas na experiência pessoal. Dai o crescimento das técnicas de meditação pelo mundo inteiro.

As bases que o amigo nos tem apresentado são apenas o que está escrito nas obras básicas espíritas, a chamada Codificação. O que o amigo diz é que um conjunto de livros que foram escritos há mais de 150 anos, por um homem, são a tal ciência espirita. É o mesmo tipo de argumento dos católicos em relação à Bíblia: é um livro sagrado, ditado por Deus e ponto final. Substituindo "Deus" por "Espíritos" e "Bíblia" por "Codificação Espirita", a argumentação espirita é igual à dos católicos. Ou seja, dogmática. Não encontro qualquer vestígio de ciência nisso. 

Mas o amigo ainda apresenta uma base coerente e lógica. Parte do movimento espirita actual apresenta-nos milhares de livros, teorias diversas. Cada um que se diga médium e se apresente com uma papel na mão a dizer que é uma mensagem mediúnica passa a ser conhecimento válido, pois as pessoas negam a possibilidade de se apurar uma teoria colectiva. Muitos querem passar a doutrina espirita deles. O amigo, ao menos diz-nos objectivamente o que é a doutrina espirita, apontando a Codificação como fonte.

O movimento espirita é um movimento religioso e não um movimento de descoberta da espiritualidade. A diferença é grande.

Como disse alguém:

Citar
As Diferenças entre Religião e Espiritualidade

A religião alimenta a mente; a espiritualidade, a alma!!
A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: “aprenda com o erro”.

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência.

A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

bem haja
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 27 de Dezembro de 2013, 12:09

A lógica do tempo e as crenças idealizadas pelo pensamento não entram naquilo que é atemporal, sagrado...



Isso é apenas uma "ilusão" do amigo!  ;D


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 27 de Dezembro de 2013, 12:23

Na..............
.....................vida.

bem haja


Voltamos à um antigo ponto:


A Ciência serve só para estabelecer relações quanto ao empírico, não servindo para julgamentos éticos, estéticos, metafísicos, lógicos e validação da matemática, etc. E se a Ciência é a única forma de conseguir conhecimento, sendo essa uma frase expressando uma forma de conhecimento também, qual é a evidência cientifica disso?




Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Olé em 27 de Dezembro de 2013, 12:46
      Norizonte   (ref 360)


      E defina-se ou explique-se o que são os pensamentos, uma verdade incontestável é que eles não se originam de nossa mente ou de estruturas cerebrais. Eles não são nossos, como afirmaram Jesus, Paulo e outros sábios, instrutores e mentores.

............

..............

O pensamento é a consciência da humanidade, é ele o responsável por todas as divisões, guerras, misérias, sofrimentos e medo... O pensamento surge da memória, depois das experiências da vida se terem acumulado como conhecimento...

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 27 de Dezembro de 2013, 18:56
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Norizonte  « ref #60 em: 24 Dez 2013, 10:12 »


      Vitor em msg ant: A Codificação, de Allan Kardec, não explica tecnicamente como se gera o pensamento. 

      Norizonte comentou: Deixei de manifestar qualquer opinião sobre o tema pensamento até pelo fato de não existir uma definição cabal sobre o tema e mesmo sobre sua natureza, ainda que...

      Conf: dê-se qualquer definição que seja sobre o pensamento, explique-se o que for sobre ele, ninguém pode negar que não temos comando, ou controle, sobre o pensamento e que esta é uma verdade que pode ser facilmente comprovada. Muitos não se dispõem a comprová-la e ficam, inutilmente, afirmando que os pensamentos são nossos, que têm origem em nós e que temos controle sobre eles.

      E as afirmações de que temos comando sobre eles, que eles são nossos, não encontram apôio nem na ciência moderna, nem nas palavras de sábios de revelações vindas de desde séculos ou milênios a.C (antes de Cristo), nas palavras do porta-voz da Boa Nova, aos povos da época, e nem mesmo nas palavras do Mestre Jesus.

      Como conseqüência de não controlarmos nossas pensamentos, não controlamos nossa mente, nem nossos desejos e vontades, pois que derivam dos pensamentos e, consequentemente, não controlamos nem nossas escolhas.

      Apenas acreditamos que temos comando sobre os pensamentos e, assim, agimos de acordo com els, pois sempre comandados por eles, acertamos ou erramos de acordo com eles, mas são eles que nos comandam.

      Mas, e aqui surge uma dúvida cruel: se não temos comando sobre nossas escolhas como se dizer que temos livre-arbítrio, liberdade de escolher?

...............
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 27 de Dezembro de 2013, 20:05
      Brenno Stoklos  (ref #76, 271213)

      Brenno perguntou: Quais assuntos?

      Conf: o jovem amigo já me fez essa pergunta mais de uma vez e, também, já lhe respondi, mais de uma vez. Contudo, como o jovem afirme que os cientistas só estudam "Matéria", lhe será difícil aceitar. Mas, abaixo, repito alguma coisa, entre muitas outras:
...
      O EXPERIMENTO DAS DUAS FENDAS     (mais abaixo,
O EXPERIMENTO DA ESCOLHA RETARDADA)

      Este é um dos experimentos paradoxais que deram origem à nova ciência, a física quântica. Vale a pena conhecê-lo, pois ele faz que repensemos a posição e o papel do homem dentro da criação e do universo (papel do homem e de todos os seres sencientes; senciente é aquele q tem sensações, através dos sentidos de relação com o mundo, os sentidos ditos objetivos, e que têm consciência de tê-las).

      O assunto merece nossa maior atenção e, para ser apreciado, o abandono de todos os preconceitos; só assim poderá ser compreendido em suas profundas implicações.

      Entre as descobertas impressionantes, e até mesmo consideradas, inicialmente, absurdas, da física quântica, está a afirmação de que, não existindo um ser senciente “observando”, não existe este mundo que vemos em torno de nós, isto é, nada existe no mundo da manifestação, no mundo do espaço-tempo.

      Veja: na Internet, na Wikipedia, na explicação (as explicações constam, tb, de livros de sérios pesquisadores e cientistas) relativa ao “experimento”; no final da página do “Dr. Rabbit” (o porta-voz dos físicos), está a pergunta:

      - “E o que um observador (um ser humano) tem a ver com isso?”
E, em seguida, como está também em várias obras de renomados cientistas:

      - “O observador provoca o colapso da função de onda (de probabilidades de coisas) simplesmente... por OBSERVAR”.

      O que significa isso? Significa que, não havendo um observador senciente, as ondas de probabilidades de coisas, objetos, seres, não entram em colapso e, conseqüentemente, não se transformam em partículas de matéria; não havendo partículas, não há matéria, isto é, o mundo da manifestação ao nosso redor, o mundo do espaço-tempo não existirá. Ou melhor, só existirão ondas de probabilidades de “possíveis” partículas.

      Por aí podemos verificar que nós (e todos os seres sencientes), somos necessários para que exista o mundo dos fenômenos ao nosso redor e em nós mesmos. Não havendo observação não há mundo. Aquilo a que denominamos Deus produz tudo o que existe, mas essa existência não prescinde de nossa observação: portanto, nós “completamos a criação”, ou melhor, nós fazemos q o mundo se manifeste; Deus cria e nós damos o retoque final.

      Essas implicações nos colocam numa situação muitíssimo diferente daquela a que as diferentes religiões populares do mundo nos colocam. Vale a pena analisar.

      A física quântica desvendou novos horizontes (novos para nós, mas antigos para as escolas de tradição de meditação, antigos para os místicos) para nossa compreensão das coisas do mundo, de quem e do que somos, de tudo isso que aí está e que não compreendemos (e por isso sofremos).

      Nossa interpretação do mundo é incorreta e isso é a raiz, a causa, de todos os problemas e sofrimentos do homem. Esses novos horizontes mostram qual é, na verdade, a posição do homem neste universo infinito e eterno. Este texto, portanto, merece nossa cuidadosa análise.

      O Experimento das duas Fendas em poucas palavras:

      A partir dos estranhos resultados das experiências científicas pelas quais os cientistas entraram no mundo das sub-partículas do átomo, verificaram-se descobertas perturbadoras.

      Devido a essas descobertas, Einstein chegou a afirmar que “não há mais um palmo de chão firme sobre o qual se possa construir alguma coisa”; afirmou, também, q “todas as descobertas anteriores do homem têm de ser re-interpretadas, porque agora se percebe que a ciência anterior (a ciência clássica, da qual o mundo extraiu todo seu conhecimento, para todas suas áreas, por mais de 300 anos, com base nas interpretações de Newton e Descartes), não lidava com o mundo, mas com uma falsa interpretação ou falsa imagem do mundo”.

      Foi qdo Einstein tb disse, em face da comprovação de que tudo é incerto (Principio da Incerteza, de Heisenberg) coisa em q ele não acreditava: “mas Deus não joga dados!”; posteriormente, convencido, teria dito: “mas se não é Deus, quem é q joga?!”

      Outros cientistas, todos de renome, atônitos com o q estavam conhecendo com as novas descobertas, diziam: “Mas, como a natureza pode ser tão absurda!” e q, devido a isso, “talvez nem mais encontrassem o caminho de volta para a própria casa”.

      E mais, impressionados e perturbados: “a realidade está se mostrando mais estranha do que a ficção!”

      Einstein, até quase sua morte, tentou encontrar erros nas novas descobertas (pois, “Deus não joga dados!”) mas não conseguiu e, em experiências q realizou para derrubar a veracidade das novas descobertas, mais as fortaleceu.

      O EXPERIMENTO: um anteparo com duas fendas verticais; além dele, um filme que seria impressionado por partículas, que seriam atiradas através das fendas. Utilizando-se um dispositivo especial apontado para uma das fendas, a partícula era atirada, passava pela fenda e deixava seu sinal, ou risco, ou ponto, impresso no filme.

      Mas, e aqui começam as coisas perturbadoras, muitas vezes a impressão gravada no filme mostrava que a partícula, uma só partícula, passava pelas duas fendas ao mesmo tempo, pois interferia, no filme, com ela mesma, o que significava que a partícula deixava de ser partícula de matéria e se comportava como onda de energia. Isto é, o objeto se comporta como partícula (passando por uma das fendas), ou como onda de energia (passando pelas duas fendas).  Estranhíssimo e perturbador!

      Exaustivamente repetido o experimento, chegou-se à conclusão inescapável de que a partícula atirada só se comportava como partícula de matéria quando havia um observador senciente, um ser humano (ou outro animal senciente) observando o experimento; quando não havia um observador, não existia matéria, apenas energia.

      CONCLUSÃO: a formação da matéria, ou sua criação, exige a observação de um ser senciente para q se concretize. Aquilo q não conhecemos, mas a q as religiões populares dão o nome de Deus, cria tudo mas, não havendo observador, a criação não se completa, não se manifesta no espaço-tempo. Como disse acima, Deus cria e nós damos o “retoque final” em sua criação.
..............................
      Mas, dirão: então somos verdadeiras marionetes nas mãos de Deus? Não, da mesma maneira que nossas mãos, pés, olhos não são nossas marionetes: são nossos “prolongamentos”; assim, também, somos prolongamentos ou complementação do próprio Deus.

      PALAVRAS DE CIENTISTAS SOBRE O EXPERIMENTO:

1.   A percepção humana destrói a alternativa onda - partícula (isto é, tudo no universo está sob a forma de ondas, ou energia, e só a observação humana provoca o colapso das ondas que, instantaneamente, se transformam em partículas, isto é, em matéria, e, assim, é pela observação que se concretiza o universo).

2.   Na propagação de sinais visuais, os nervos óticos do sistema neurológico humano liberam energias muito superiores às dos grávitons (unidade de força gravitacional). Por isso a observação humana destrói a superposição de alternativas (não haverá alternativa onda-partículas; só partículas). (Obs: qto a este nº 2, leia o q acrescentei no final desde texto).
....................... continua mais um pouco ...........
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 27 de Dezembro de 2013, 23:24
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Norizonte  « ref #60 em: 24 Dez 2013, 10:12 »


      Vitor em msg ant: A Codificação, de Allan Kardec, não explica tecnicamente como se gera o pensamento. 

      Norizonte comentou: Deixei de manifestar qualquer opinião sobre o tema pensamento até pelo fato de não existir uma definição cabal sobre o tema e mesmo sobre sua natureza, ainda que...

      Conf: dê-se qualquer definição que seja sobre o pensamento, explique-se o que for sobre ele, ninguém pode negar que não temos comando, ou controle, sobre o pensamento e que esta é uma verdade que pode ser facilmente comprovada. Muitos não se dispõem a comprová-la e ficam, inutilmente, afirmando que os pensamentos são nossos, que têm origem em nós e que temos controle sobre eles.

      E as afirmações de que temos comando sobre eles, que eles são nossos, não encontram apôio nem na ciência moderna, nem nas palavras de sábios de revelações vindas de desde séculos ou milênios a.C (antes de Cristo), nas palavras do porta-voz da Boa Nova, aos povos da época, e nem mesmo nas palavras do Mestre Jesus.

      Como conseqüência de não controlarmos nossas pensamentos, não controlamos nossa mente, nem nossos desejos e vontades, pois que derivam dos pensamentos e, consequentemente, não controlamos nem nossas escolhas.

      Apenas acreditamos que temos comando sobre os pensamentos e, assim, agimos de acordo com els, pois sempre comandados por eles, acertamos ou erramos de acordo com eles, mas são eles que nos comandam.

      Mas, e aqui surge uma dúvida cruel: se não temos comando sobre nossas escolhas como se dizer que temos livre-arbítrio, liberdade de escolher?

...............

Pois é amigo Conforti, talvez se em vez de exagerar na dose e dizer que não controlamos os pensamentos e os pensamentos não são nossos, disséssemos, como diz OLE, que em grande parte nossos pensamentos são sugeridos (mas não são eliminados os nossos próprios pensamentos), essa questão da impossibilidade do livre-arbítrio não chegasse a ser questionada.

Admita que pensamos também por conta (ainda que a maioria dos pensamentos venham 'de fora') e a decisão final sempre ficará com aquele que pensa por conta própria, o próprio Espírito. Pensar de outra maneira tira o livre-arbítrio, ainda que somente moral, e consequentemente a responsabilidade do Espírito e aí fugimos do Espiritismo para nos aventurarmos em outros ramos do espiritualismo, que com todo direito cada um tem de enveredar e os outros de respeitar, e até de dar uma pesquisada sobre o tema.

Abraço.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 28 de Dezembro de 2013, 04:46

O pensamento é a consciência .............
............................. como conhecimento.



Manifestações do "inexistente"!   ;D


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 28 de Dezembro de 2013, 04:58

Conf: dê-se qualquer definição que seja sobre o pensamento, explique-se o que for sobre ele, ninguém pode negar que não temos comando, ou controle, sobre o pensamento e que esta é uma verdade que pode ser facilmente comprovada. Muitos não se dispõem a comprová-la e ficam, inutilmente, afirmando que os pensamentos são nossos, que têm origem em nós e que temos controle sobre eles.



O amigo percebe que está a afirmar que sabe exatamente o que se passa na mente de outros?

Julga-se onisciente?

Não seria essa dificuldade de controlar os próprios pensamentos exclusiva do amigo?


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 28 de Dezembro de 2013, 05:08

Conf: o jovem............
..............................partículas).



Amigo Iconforjr,

Eu mesmo posso inventar pelos menos umas dez interpretações diferentes para a ocorrência desses "fenômenos"!

Se é que ocorreram.  ;D


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Olé em 28 de Dezembro de 2013, 07:28
Eu mesmo posso inventar pelos menos umas dez interpretações diferentes para a ocorrência desses "fenômenos"!

Claro, a imaginação tem essa capacidade... O próprio "eu" que inventa é uma invenção do pensamento, é o sofredor, a imagem, sem pensamento não há imaginações nem "eus" em lado nenhum...
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 28 de Dezembro de 2013, 10:29
Olá amigo Brenno

Citar
A Ciência serve só para estabelecer relações quanto ao empírico, não servindo para julgamentos éticos, estéticos, metafísicos, lógicos e validação da matemática, etc. E se a Ciência é a única forma de conseguir conhecimento, sendo essa uma frase expressando uma forma de conhecimento também, qual é a evidência cientifica disso?

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/75/#ixzz2olHGrJeQ

O amigo é perito em colocar palavras na boca dos outros. Eu nunca disse que o método cientifico é a única forma de produzir conhecimento, mas que é a única forma de produzir conhecimento universal e objectivo confiável. Pois baseia-se no cepticismo. Tudo está sempre em questão.

A ciência não é uma entidade que decide coisa nenhuma, mas uma metodologia de confirmação/ certificação e investigação da realidade, qualquer que ela seja. Ela estabelece modelos teóricos que têm de ser colocados à prova. Quanto mais se testa, com resultados favoráveis, mais confiável é o resultado. Maior é o grau de certeza.

A ciência não é uma assembleia de jurados que decide o que é a realidade e o que não é, apesar de ser essa a imagem que as academias de ciência antigamente trespassavam. Tudo está aberto a todos os cientistas. E, para aproveitar os resultados dos outros, é preciso testá-los. Até para publicar um artigo numa revista cientifica prestigiada, daquelas a sério, esse artigo tem de ser verificado por cientistas independentes.

Num mundo cheio de erros e vigarices não há alternativa para obter alguma certeza que não uma metodologia tipo cientifico, adaptada, claro está, ao estudo especifico que se está a fazer.

O conhecimento subjectivo existe e é válido, mas apenas para quem o possui. Só passa a ser ciência se puder ser verificado objectivamente. Ou se existirem consequências desse conhecimento que possam ser verificadas objectivamente. A doutrina espirita foi iniciada por Allan Kardec numa base de metodologia cientifica. Todavia, como os estudos de Allan Kardec não foram prosseguidos, na mesma base, o movimento espirita de hoje é uma organização religiosa dogmática. Afastou-se do espírito cientifico. A base de credibilidade passou a ser a passagem do testemunho, não se diferenciando das outras organizações religiosas.

Testemunhos há para todos os gostos. Se alguém se diz médium e aparece com um papel a dizer que é uma psicografia, ou escrita inspirada pelos espiritos, esse papel pode ser aceite pelo movimento espirita como uma verdade, sem qualquer metodologia de verificação.

O amigo pode dizer que Allan Kardec estabeleceu uma metodologia de investigação, a que  chamou CUEE. Eu acredito que sim. Mas já passaram mais de 150 anos, e as tecnologias modernas permitem observar como muito maior rigor. Muito do que passava despercebido no tempo de Allan Kardec, hoje pode ser percebido.       

Hoje, quando se fala de ciência, no contexto do debate espirita, parece que são os cientistas que estão a contestar a doutrina espirita, que estão a dizer que a ciência desmente a doutrina. Mas a ciência não confirma nem desmente a doutrina. Isso é uma falácia. A doutrina espirita não está sob observação cientifica. Não tem expressão no mundo para chamar a atenção da ciência. Alguns cientistas investigam fenómenos paranormais, não a doutrina espirita. Quem afirma isso quer dar uma imagem do movimento espirita com relevância mundial, o que é dá uma ideia falsa da expressão espirita no mundo. Até no Brasil, que é o país de maior implantação espirita, o ME tem uma expressão que anda bastante abaixo das duas casas decimais. Não sei se chegam a 5%. São os católicos e os evangélicos a grande maioria, na população brasileira.   

Quem diz que a doutrina espirita tem carácter de ciência são os próprios espíritas. Não sou eu. Eu sempre defendi que a doutrina espirita não tem carácter de ciência, mas que é apenas uma crença. Uma crença que tenta apoiar-se num sistema de ideias lógico e coerente. Ou seja, num conjunto de ideias bem talhado, embora muito incompleto. Mas uma boa história e realidade são coisas distintas. É condição necessária ter uma hipótese bem formulada, mas não é o suficiente para convencer que essa hipótese é confiável, ou seja, que corresponde à realidade.

Admito que haja uns "iluminados" (como em todas as religiões), que têm o privilégio de saber muito mais que os outros. Mas o saber deles é subjectivo. Eles não demonstram, apenas afirmam. A credibilidade depende da popularidade dos nomes envolvidos e não da verificação dos factos. Objectividade e ciência não se podem separar. Se os espíritas não aceitam a ciência, e o cepticismo que ela implica, tudo bem. Não venham é dizer que o espiritismo tem carácter de ciência, pois estão a contradizer-se!

bem haja
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Daniel Armilest em 28 de Dezembro de 2013, 16:26
Meu querido Vitor Santos, acredito que vc está certo na forma que coloca a ciência. Realmente, para algo ser constatado irrefutavelmente é necessário a reprodutibilidade científica. Porem, vou colocar um ponto que acredito nenhum de vcs terem se atentado até o momento.

Já pararam para pensar porque os espíritos não se revelam inequivocamente? Oras, se isso agilizaria o progresso, porque não?

Imaginem um Ateu, que não acredita em nada dessa natureza. De-repente todos os espiritos se manifestam e deixam que estas manifestações sejam reproduziveis. O que aconteceria com ele? Não seria forçado a abandonar as suas crenças? Assim seu livre arbítrio seria anulado e ele não teria a liberdade da sua vontade se determinar.

Para ele, ser Ateu é o que toca o sentimento e ele precisa passar por esta condição, pois a depuração espiritual não se baseia na existencia atual, mas no espírito.

Assim, a DUVIDA, a grande amiga do livre arbítrio tem papel fulminante, pois sem ela, Deus não seria uma escolha, uma escolha resultante do sentimento.

Para você, é necessário esta comprovação cientifica, para outros não e será assim, pois é essa situação de dúvida que permite sermos mais francos com nós mesmos, ou mais senhores de nós mesmos. Assim as provas oferecidas pela carne depura o espirito mais verdadeiramente.

Os espiritos não são uma pilha voltaica  e não atuam para a reprodução destes fenomenos e é assim que precisa ser.

Porem, há aqui mais um fato interessante: Os espiritos elevados compreendem isso e não se manifestam sem propósitos edificantes.

Os espiritos inferiores, a maioria não querem que sua posição seja revelada. Oras, se soubesemos categoricamente que somos obsidiados, nos reformaríamos de imediato.

Tem os espiritos fanfarões, que até fariam parte destas demostrações, mais a grande maioria não tem habilidade para atuarem e produzirem estes efeitos fisicos, como era o caso dos espiritos batedores.

Resta então os espiritos fanfarões com esse conhecimento, mas são em muita menor quantidade e o materialista não colocaria esforços sinceros em esperar a sua manifestação...

Você foi corretíssimo quando disse algo como "O conhecimento subjectivo existe e é válido, mas apenas para quem o possui."

É isso mesmo, pois a depuração é individual. É nossa e precisa ser feita de dentro para fora.

Sem a dúvida, a terra perde essa característica de escola franca do aprimoramento do espírito.





Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 29 de Dezembro de 2013, 05:50

Claro, a imaginação tem essa capacidade... O próprio "eu" que inventa é uma invenção do pensamento, é o sofredor, a imagem, sem pensamento não há imaginações nem "eus" em lado nenhum.



O problema é quando um determinado "eu inexistente" teima em manifestar-se, contradizendo a si mesmo!   ;D



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 29 de Dezembro de 2013, 06:03

O amigo ...............
........................contradizer-se!

bem haja


É que o amigo insiste, à moda ateísta, em referir-se à ciência como um ente personalizado capaz de produzir alguma coisa por si mesma, o que está completamente fora da realidade!

Parece não se dar conta que ciência e religião são igualmente produtos de mentes humanas!

E que somente através do raciocínio lógico é que se pode chegar a uma Verdade!



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 29 de Dezembro de 2013, 14:56
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
      Norizonte  « ref #86 em: 271213, às 23:24 »

      Conf (msg ant); Mas, e aqui surge uma dúvida cruel: se não temos comando sobre nossas escolhas como se dizer que temos livre-arbítrio?

...............

      Noriz escreveu: Pois é amigo Conforti, talvez se em vez de exagerar na dose e dizer que não controlamos os pensamentos e os pensamentos não são nossos, disséssemos, como diz OLE, que em grande parte nossos pensamentos são sugeridos (mas não são eliminados os nossos próprios pensamentos), essa questão da impossibilidade do livre-arbítrio não chegasse a ser questionada.

      Conf: meu jovem, não é “grande parte” de nossos pensamentos que nos é sugerida: “todos” eles são sugeridos, pois “todos eles”, sem exceção de um só, nascem de eventos que ocorrem fora de nós espíritos. Nenhum pensamento é provocado por nós, todos são provocados pelo que a vida, escola do bem e do mal que é, nos faz perceber por nossos canais de relação com o mundo. Logo, os pensamentos não sendo nossos, não são nossos os desejos, a vontade de concretizá-los e, conseqüentemente, as escolhas de como concretizá-los. Vc, eu, ninguém tem comando sobre seus pensamentos, porq ninguém tem comando sobre os eventos ou as ações exteriores, e sobre as reações interiores que os provocam. Já vimos como ocorre esse movimento mental: nossos canais captam ações exteriores (vibrações de luz, som, odor, sabor, táteis) -> que provocam, através do mecanismo cerebral, reações interiores -> que se associam ou não -> ao que, relativo a ações e reações anteriores – resultantes do mesmo processo - já está armazenado na memória -> aí surge o pensamento “nosso” e deste -> o desejo de fazer, ou ser, ou ter, ou não fazer, não ser, não ter aquilo que nos veio das -> percepções das ações exteriores; -> desse desejo vem -> a vontade e desta -> a escolha correspondente.

      Tente uma alternativa! Consulte psicólogos ou sábios sobre o assunto! Não existe outro processo; mesmo que os pensamentos sejam sugeridos por ação de espíritos, ou de algo que nos afete e que esteja fora de nós, sempre nascem, não de nós, mas de alguma coisa que está fora de nós. Ninguém, por mais que procure se lembrar de uma única escolha que tenha feito em toda sua vida que tenha sido provocada por si mesmo, não conseguirá, pois não existe um só pensamento que tenha nascido em nós.  Nem mesmo sua simples escolha entre ir ou não tomar um copo d’água, ou entre tomar um d’água ou de refrigerante; de escolher usar este lápis, ou aquele, é verdadeiramente sua. Todas as escolhas, desde as mais simples e de conseqüências sem significação, até as mais sérias e complexas e de conseqüências perigosas, graves e imprevisíveis, como matar um homem ou declarar uma guerra, não são verdadeiramente nossas. Estão todas elas, sem exceção de nenhuma, alicerçadas no aprendizado já adquirido na escola que é a vida. Fechar ou abrir a janela, tomar uma respiração profunda, mudar-se desta para aquela cadeira, mover um dedo, olhar para isto ou aquilo não é, verdadeiramente, uma decisão nossa. Tudo que fazemos, abençoar ou dar uma bofetada, ou matar etc, somos levados a fazê-lo devido ao que já aprendemos ser o mais conveniente fazer com as experiências/lições da vida na carne. Fazemos o que nos é conveniente fazer, e acreditamos que é conveniente fazer ou isto ou aquilo devido ao que já aprendemos no passado. Ninguém tem sua escolha “livre”. Todas as escolhas estão completamente presas ao passado, pois as fazemos de conformidade com o que já aprendemos no passado.
     
      Noriz: Admita que pensamos também por conta (ainda que a maioria dos pensamentos venham 'de fora') e a decisão final sempre ficará com aquele que pensa por conta própria, o próprio Espírito. Pensar de outra maneira tira o livre-arbítrio, ainda que somente moral, e consequentemente a responsabilidade do Espírito e aí fugimos do Espiritismo para nos aventurarmos em outros ramos do espiritualismo, que com todo direito cada um tem de enveredar e os outros de respeitar, e até de dar uma pesquisada sobre o tema.
      Conf: se vc bem observar, verá que nunca pensamos por conta própria; e é por isso que digo que essa é, para muitos, uma dúvida cruel, pois estará prejudicada a realidade do livre-arbítrio.

      Observe o que afirmou Paulo, aquele que levou a Boa Nova aos povos conhecidos naquele tempo, mas de cujos ensinamentos a DE, a doutrina católica, protestante e muitas outras, talvez todas, desconfiam: “... os pensamentos não são nossos; em conseqüência nem o querer, nem o fazer!”. “... nenhum pensamento é de vós mesmos...” e Jesus, confirmando esses ensinamentos, inclusive no que se refere a escolhas, disse: “ninguém vem a mim se o Pai que me enviou não o mandar a mim”. 

      A ciência moderna e numerosas revelações, que vêm de desde séculos ou milênios antes de Cristo, até nossos dias, asseguram a mesma coisa: “a escolha não é nossa!”

      Assim, aquela dúvida cruel continua existindo: se não temos comando sobre nossas escolhas como se dizer que temos liberdade de escolher?

      Como devemos entender isso?

      Abraço.

.........................
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 30 de Dezembro de 2013, 05:31

Conf (msg ant); Mas...............
...........................................isso?

      Abraço.



O amigo percebe que está a afirmar que sabe exatamente o que se passa na mente de outros?

Julga-se onisciente?

Não seria essa dificuldade de controlar os próprios pensamentos exclusiva do amigo?


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 30 de Dezembro de 2013, 06:37
Olá amigo Breeno

Citar
É que o amigo insiste, à moda ateísta, em referir-se à ciência como um ente personalizado capaz de produzir alguma coisa por si mesma, o que está completamente fora da realidade!

Parece não se dar conta que ciência e religião são igualmente produtos de mentes humanas!

E que somente através do raciocínio lógico é que se pode chegar a uma Verdade!

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/90/#ixzz2owBVz6vQ

O que eu penso em relação à ciência está escrito no meu post anterior. A sua interpretação não me parece correcta.

Quando ao facto de me classificar de ateísta, isso, para mim não é problema. Para mim ateísmo, materialismo, espiritualismo, são crenças, são visões da vida. Para mim o ateísmo não é um crime moral, pois não sou religioso. Cada um tem direito às suas crenças.

bem haja   
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Diegas em 30 de Dezembro de 2013, 10:18
'...Já pararam para pensar porque os espíritos não se revelam inequivocamente? Oras, se isso agilizaria o progresso, porque não?...'

Olá raphael


Por exemplo, na Atlantida os espiritos desencarnados se revelaram e o resultado foi desastroso. Tamanha foi a dependencia que se criou que nada se fazia ou realizava sem a previa consulta ao plano espiritual, até o mais singelo ato necessitava de uma orientação ou intervenção espiritual. E a situação só piorou quando as disputas materiais acirraram.

Um ateu não é um individuo ignorante, conhece as filosofias que pregam a pluralidade das existencias, e sabe muito bem que teria de sair de sua área de conforto, desalojar-se do seu comodismo material, caso tivesse de aceitar a realidade espiritual.



Abç
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 30 de Dezembro de 2013, 10:28
Todas as escolhas, desde as mais simples e de conseqüências sem significação, até as mais sérias e complexas e de conseqüências perigosas, graves e imprevisíveis, como matar um homem ou declarar uma guerra, não são verdadeiramente nossas. Estão todas elas, sem exceção de nenhuma, alicerçadas no aprendizado já adquirido na escola que é a vida. Fechar ou abrir a janela, tomar uma respiração profunda, mudar-se desta para aquela cadeira, mover um dedo, olhar para isto ou aquilo não é, verdadeiramente, uma decisão nossa. Tudo que fazemos, abençoar ou dar uma bofetada, ou matar etc, somos levados a fazê-lo devido ao que já aprendemos ser o mais conveniente fazer com as experiências/lições da vida na carne. Fazemos o que nos é conveniente fazer, e acreditamos que é conveniente fazer ou isto ou aquilo devido ao que já aprendemos no passado. Ninguém tem sua escolha “livre”. Todas as escolhas estão completamente presas ao passado, pois as fazemos de conformidade com o que já aprendemos no passado.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/90/#ixzz2ox3CxnL0

Amigo, posso até estar errado, pois esse tema do pensamento é algo a ser bastante estudado antes de emitirmos algo com alguma segurança.

Mesmo assim veja que no seu próprio texto acima você escreve sobre ‘escolhas’, ‘escolhas..alicerçadas’ e quando se fala em escolha lembra-se imediatamente da capacidade de fazer essa escolha, por meio de uma avaliação.

Estamos de acordo em boa parte do que você escreveu, além dos pensamentos sugeridos pelos Espíritos desencarnados, os outros pensamentos nascem das informações que recebemos do exterior, mas receber informações do exterior, pelo menos para mim e em tese (já que o tema merece cuidado) não quer dizer que essas ‘simples’ informações exteriores sejam o pensamento. Esse pensamento, para mim, não é apenas a informação que nos chega por meio dos sentidos, mas o processamento dessas informações (o próprio fato de esse pensamento ser uma lembrança que nos é ativada pelos sentidos precisa, para ser lembrança, de um processamento). Esse processamento sim que é um pensamento e se existe um processamento de informações, um relacionamento de todas essas informações por nosso cérebro, existe uma decisão pessoal, caso o pensamento tenha como resultado uma decisão.

Embora não seja dessa área e por isso corro o risco de escrever coisa errada, pergunto: será que alguém que tenha alguma limitação cognitiva por causa de alguma doença congênita ou não consegue pensar da mesma forma que as outras pessoas que não têm essa limitação? Todas as pessoas sãs, ou não também recebem as mesmas informações por meio dos sentidos, mas é sabido que as que são sãs conseguem relacionar essas informações e aprender com mais facilidade, o que para mim quer dizer que conseguem pensar de forma mais livre. Veja as duas recebem as mesmas informações pelos sentidos, mas uma consegue relacionar o que recebe dos sentidos e outra tem dificuldade. Qual a diferença entre as duas? a capacidade de pensar que nada mais e do que raciocinar sobre aquele conjunto de informações que temos.

Abraço.

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 30 de Dezembro de 2013, 15:12
      Brenno Stoklos (ref #96, 301213)


      Brenno: O amigo percebe que está a afirmar que sabe exatamente o que se passa na mente de outros? Julga-se onisciente? Não seria essa dificuldade de controlar os próprios pensamentos exclusiva do amigo?

      Conf: nada disso meu jovem; e apenas não compreendem ainda que não controlamos os pensamentos aqueles que teimam em não tentar realizar aquele simples e pequeno teste, de que já falamos várias vezes, que fará perceber que isso é uma realidade incontestável.

............
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 30 de Dezembro de 2013, 19:28
Olá amigo Diegas

Citar
Um ateu não é um individuo ignorante, conhece as filosofias que pregam a pluralidade das existencias, e sabe muito bem que teria de sair de sua área de conforto, desalojar-se do seu comodismo material, caso tivesse de aceitar a realidade espiritual.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/90/?action=post;num_replies=100#ixzz2oz3L6sF9

Amigo, isso não me parece um raciocínio lógico.

Há ateus ignorantes e ateus sábios, pobres e ricos, com bom comportamento moral e com mau comportamento moral. Todavia há muitas crenças, entre as quais a espirita e o ateísmo. É uma questão de opção por uma crença, não uma questão de comodismo.

Essa coisa de dizer que as pessoas que pensam diferente são mal intencionadas, são orgulhosas, são egoístas, são comodistas, etc., isto é imputar-lhes rótulos, em vez de respeitar as ideias alheias. É intolerância própria dos fanáticos. E há fanáticos do lado dos ateus e do lado dos espíritas e de outros religiosos. 

Até porque, repare bem, se a pessoa crê mas não quer viver de acordo com isso, por comodismo, ou seja lá pelo que for, a pessoa compreende que se está a enganar a si mesmo, ou então é burra. Diga-se espirita ou ateu. Uma pessoa que raciocina bem compreende que o que interessa não é aquilo que se diz ser, mas aquilo que efectivamente se é.

É um grande erro pensar que os que se dizem religiosos são pessoas melhores e menos dadas aos gozos materiais do que os ateus. Há de tudo entre os ateus, como entre os religiosos. Ser religioso não é ser altruísta, salvo algumas e honrosas excepções.

Bem haja
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 31 de Dezembro de 2013, 17:00

O que eu penso em relação à ciência está escrito no meu post anterior. A sua interpretação não me parece correcta.

Quando ao facto de me classificar de ateísta, isso, para mim não é problema. Para mim ateísmo, materialismo, espiritualismo, são crenças, são visões da vida. Para mim o ateísmo não é um crime moral, pois não sou religioso. Cada um tem direito às suas crenças.

bem haja   


O que eu penso em relação à ciência está escrito no meu post anterior. A sua interpretação não me parece correcta.

O que o amigo escreveu no seu post foi exatamente:

"mas que é a única forma de produzir conhecimento universal e objectivo confiável".

Segue-se que a minha interpretação está, sim, correta!


"Quando ao facto de me classificar de ateísta, isso, para mim não é problema".

Eu não classifiquei o amigo como ateísta.

Apenas referi que o amigo se refere à ciência "à moda ateísta".



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 31 de Dezembro de 2013, 17:03

Por exemplo, na Atlantida os espiritos desencarnados se revelaram e o resultado foi desastroso. Tamanha foi a dependencia que se criou que nada se fazia ou realizava sem a previa consulta ao plano espiritual, até o mais singelo ato necessitava de uma orientação ou intervenção espiritual. E a situação só piorou quando as disputas materiais acirraram.

Abç[/color]


Alguma fonte doutrinária ou científica?



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 31 de Dezembro de 2013, 17:11

A ciência moderna e numerosas revelações, que vêm de desde séculos ou milênios antes de Cristo, até nossos dias, asseguram a mesma coisa: “a escolha não é nossa!”

      Abraço.



A ciência moderna

A ciência moderna nada diz e nada sabe sobre o Espírito, pois sequer leva em conta sua existência.


numerosas revelações

A Doutrina Espírita, porém, desmente cabalmente essa teoria!



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 31 de Dezembro de 2013, 17:29

apenas não compreendem.................................teimam em não tentar realizar .....................................................................................isso é uma realidade incontestável.

............


Permanece o que escrevi acima!



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 31 de Dezembro de 2013, 17:44

Todavia há muitas crenças, entre as quais a espirita e o ateísmo.

Bem haja


Apenas que o Espiritismo não é uma "crença" simplesmente!


O espiritismo é uma ciência filosófica de consequências morais. Como ciência, investiga os factos espíritas. Como filosofia explica-os. Como ética dá-nos um roteiro moral para as nossas vidas. Pode-se definir como sendo a ciência que estuda a origem, natureza e destino dos espíritos, bem como as relações existentes entre o mundo espiritual e o mundo corpóreo.




Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Joao Paulo Soares em 01 de Janeiro de 2014, 03:35
Caro Danilo,

   Essa Mente é o Espirito; (faça o exercicio de as trocar).
   Essas 3 palavras da questão 132, indicam-lhe o que é a Expiação.
   
Forte Abraço,

João, com todo respeito, você acredita mesmo que os seus pensamentos, ideias e intenções tem origem no seu Espírito? Observe com atenção esta questão do Livro dos Espíritos:


[sobre a escolha das provas]
266 Não parece natural escolher as provas menos dolorosas?

– Para vós, sim; para o Espírito, não. Quando se está liberto da matéria, a ilusão cessa e a forma de pensar é outra.


 Sim. sem dúvida. O uso dessa questão (nº266) é infantil, intelectualmente falando.



23 a Qual é a natureza íntima do Espírito?



– Não é fácil explicar o Espírito com a vossa linguagem. Para vós, ele não é nada, visto que o Espírito não é algo palpável, mas para nós é alguma coisa. Sabei bem: o nada não é coisa nenhuma, o nada não existe.

 Como suspeitava, essa questão e todas as outras até à 76, é nos indicado que se referem ao espirito como PI. E não Espirito como individualidade. Sem essa noção, trocar opiniões é nos impossivel.

Forte Abraço,

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 01 de Janeiro de 2014, 03:59

 Sim......................
....................... impossivel.

Forte Abraço,


A Doutrina Espírita só se refere a PI quando fala em animais.

Espíritos são a evolução do PI.



Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Joao Paulo Soares em 01 de Janeiro de 2014, 04:20

 Sim......................
....................... impossivel.

Forte Abraço,


A Doutrina Espírita só se refere a PI quando fala em animais.

Espíritos são a evolução do PI.





Caro Brenno,

   Discordo. O Espirito é tb um PI. O nosso Espirito não deixa de ser um PI. Ou deixa?!?!
   Esse tal PI também antes,passa por ser mineral e vegetal.
   Apartir da questão nº 76, é nos indicado a diferença entre PI e Espirito, para tal existe a nota de Kardec depois da questão.

(...)NOTA - A palavra Espírito é empregada aqui para designar as individualidades dos
seres extracorpóreos e não mais o elemento inteligente do Universo.(...)

Forte Abraço,
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 01 de Janeiro de 2014, 06:00

O nosso Espirito não deixa de ser um PI. Ou deixa?!?!

Forte Abraço,


"Nesses seres, cuja totalidade estais longe de conhecer, é que o princípio inteligente se elabora, se individualiza pouco a pouco e se ensaia para a vida, conforme acabamos de dizer. É, de certo modo, um trabalho preparatório, como o da germinação, por efeito do qual o princípio inteligente sofre uma transformação e se torna Espírito".

                                                             O Livro dos Espíritos


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Joao Paulo Soares em 01 de Janeiro de 2014, 06:39

O nosso Espirito não deixa de ser um PI. Ou deixa?!?!

Forte Abraço,


"Nesses seres, cuja totalidade estais longe de conhecer, é que o princípio inteligente se elabora, se individualiza pouco a pouco e se ensaia para a vida, conforme acabamos de dizer. É, de certo modo, um trabalho preparatório, como o da germinação, por efeito do qual o princípio inteligente sofre uma transformação e se torna Espírito".

                                                             O Livro dos Espíritos





Caro Brenno,

   O que é esse Epirito? Vai indicar a questão nº23 ou nº76?
   
   Sabe, acho que não tem a mesma noção que eu, da palavra "principio xpto".
   Afinal esse "principio" do sec XIX, já nao usamos,nao é, preferimos outras palavras.
 
   É algo inteligente que depois se transforma em outro algo inteligente?
   Pois, daí as nomenclaturas... Ou PI a algo, e Espirito a outro algo.


Forte Abraço,
   
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Daniel Armilest em 01 de Janeiro de 2014, 12:07
Como consta no LE, o mundo material poderia nunca ter existido e o mundo espiritual sempre existiu.

Assim essa matéria foi criada para possibilitar essa reclusão espiritual com único intuito de acelerar o progresso.

O pensamento deveria estar no espírito e ele é afunilado pela interface material para este fim (o cérebro).

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 01 de Janeiro de 2014, 16:01
Olá amigo Brenno

Citar
O espiritismo é uma ciência filosófica de consequências morais. Como ciência, investiga os factos espíritas. Como filosofia explica-os. Como ética dá-nos um roteiro moral para as nossas vidas. Pode-se definir como sendo a ciência que estuda a origem, natureza e destino dos espíritos, bem como as relações existentes entre o mundo espiritual e o mundo corpóreo.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/105/#ixzz2pA5YDVM2

Então, amigo Brenno, se o espiritismo é uma ciência, que estuda os factos espíritas, é porque pode fornecer dados objectivos e demonstráveis desses factos. Se assim é, porque razão não faz essa prova a quem procura as associações espíritas, já para não dizer aos cientistas, em geral?

Parece-me que quem pode apresentar provas e não as apresenta está a querer ficar com essas provas só para si, o que me parece uma postura egoísta e contrária à caridade. E a caridade é fundamental, segundo a própria doutrina espirita, não?

Se me é revelada e cientificamente demonstrada uma coisa que pode ajudar os meus irmãos, e eu a guardo para mim, não revelando e demonstrando aquilo que me foi revelado, qual é a minha postura - caridosa ou egoísta?

Pessoas a afirmar doutrinas diversas, sem provas e para todos os gostos e feitios, há para aí aos montes. Só que muitas dessas pessoas não afirmam as respectivas doutrinas como ciência, mas como crença. Logo não têm as mesmas obrigações daqueles que reclamam que as respectivas doutrinas são ciência...

bem haja
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 02 de Janeiro de 2014, 05:22
 
   É algo inteligente que depois se transforma em outro algo inteligente?

Forte Abraço,
 


Exato, amigo João Paulo,

Assim como a inteligência existe em Deus e também em nós, mas de maneira alguma podemos dizer que somos uma mesma coisa!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 02 de Janeiro de 2014, 05:43

O espiritismo ...................
..............................ciência...

bem haja


Então, amigo Brenno, se o espiritismo é uma ciência, que estuda os factos espíritas, é porque pode fornecer dados objectivos e demonstráveis desses factos.

É exato, amigo Vitor!


Se assim é, porque razão não faz essa prova a quem procura as associações espíritas

Como não fazem?!?

As Casas Espíritas não têm feito outa coisa desde que começaram a existir!


já para não dizer aos cientistas, em geral?

Todo e qualquer cientista que se interessar pode muito bem procurar uma Casa Espírita e se inteirar dos fenômenos que lá se produzem.


Parece-me que quem pode apresentar provas e não as apresenta está a querer ficar com essas provas só para si o que me parece uma postura egoísta e contrária à caridade. E a caridade é fundamental, segundo a própria doutrina espirita, não?

Não é o caso do Espiritismo!


Se me é revelada e cientificamente demonstrada uma coisa que pode ajudar os meus irmãos, e eu a guardo para mim, não revelando e demonstrando aquilo que me foi revelado, qual é a minha postura - caridosa ou egoísta?

A Doutrina Espírita está toda revelada nas obras da Codificação!


Pessoas a afirmar doutrinas diversas, sem provas e para todos os gostos e feitios, há para aí aos montes. Só que muitas dessas pessoas não afirmam as respectivas doutrinas como ciência, mas como crença. Logo não têm as mesmas obrigações daqueles que reclamam que as respectivas doutrinas são ciência.

O Espiritismo cumpre diariamente essa obrigação!

Seus ensinamentos a ninguém estão ocultos.


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 02 de Janeiro de 2014, 10:06
Olá amigo Breenno

Eu já frequentei várias casas espíritas e nunca vi lá nenhuma demonstração de factos espíritas (paranormais). São apenas pessoas a dizer que esses fenómenos existem. Pode concretizar e dizer como é que essas casas espíritas, de que fala, usualmente demonstram objectivamente esses factos ao público que as frequenta e aos cientistas que lá se apresentarem?

A doutrina espirita está revelada nas obras da Codificação, mas trata-se de um estudo realizado há mais de 150 anos. O estudo foi conduzido apenas por uma pessoa e não teve seguimento. Hoje em dia há meios tecnológicos muito mais poderosos que poderiam alterar os resultados do estudo. Trata-se de um estudo que tentou ser cientifico, estatuto esse que, à época, poderia ser admissível, mas hoje já não é. Se uma teoria cientifica é apresentada por um só cientista, essa teoria é pouco confiável. É com a constatação de factos semelhantes por vários cientistas que a teoria se vai tornando cada vez mais confiável.

O que eu tenho constatado nas casas espíritas que frequentei é que as pessoas que fazem as palestras se limitam a transmitir o que os espiritos disseram, nos livros. E cada vez se inspiram em mais livros, não só na Codificação.

Os estudos científicos que conheço não são realizados em casas espíritas. Nem as mesmas, em regra, têm condições de produzir resultados científicos objectivos confiáveis. E resultados subjectivos, se os produzem, não é junto do público. O amigo frequenta casas espíritas excepcionais, pelos vistos. Pode-nos dizer quais são?

bem haja
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 02 de Janeiro de 2014, 14:39
..............

      (Referencia msg #62, de 241213, Brenno)

      Novamente, a Doutrina Espírita ensina que o processo criado por aquele que é Supremo Amor é baseado no fazer sofrer de modo torturante e insuportável!!!

      Não consigo entender isso. Lá no OLE está:

      LE/196. Não podendo os Espíritos aperfeiçoar-se, a não ser por meio das tribulações da existência corpórea, segue-se que a vida material seja uma espécie de crisol depurador, por onde têm que passar todos os seres do mundo espírita para alcançarem a perfeição?

      Resp: Sim, é exatamente isso. Eles se melhoram nessas provas, evitando o mal e praticando o bem; porém, somente ao cabo de mais ou menos longo tempo, conforme os esforços que empreguem; somente após muitas encarnações ou depurações sucessivas, atingem a finalidade para que tendem.

      Como entender isso?

.............
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 03 de Janeiro de 2014, 01:16
...............

      Brenno Stoklos (ref #89, 281213)

      Brenno: Eu mesmo posso inventar pelos menos umas dez interpretações diferentes para a ocorrência desses "fenômenos"!

      Conf: quem falou em inventar interpretações, meu jovem? Inventar interpretações é fantasiar, iludir, enganar; estamos falando de gente honesta, que tem princípios morais sólidos e que não procura inventar para enganar os outros!

................
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 03 de Janeiro de 2014, 03:06
Olá amigo Breenno

Eu já......................
................................são?

bem haja


Eu já frequentei várias casas espíritas e nunca vi lá nenhuma demonstração de factos espíritas (paranormais). São apenas pessoas a dizer que esses fenómenos existem.

Nenhuma mesmo, amigo Vitor?

Nem um caso de Psicografia, Psicofonia, Escrita direta, Materialização, nada?

Em caso afirmativo devo lhe dizer que esses lugares que o amigo frequentou podem ser qualquer coisa, menos Casas Espíritas.


Pode concretizar e dizer como é que essas casas espíritas, de que fala, usualmente demonstram objectivamente esses factos ao público que as frequenta e aos cientistas que lá se apresentarem?

Pelos fenômenos acima citados.


A doutrina espirita está revelada nas obras da Codificação, mas trata-se de um estudo realizado há mais de 150 anos. O estudo foi conduzido apenas por uma pessoa e não teve seguimento. Hoje em dia há meios tecnológicos muito mais poderosos que poderiam alterar os resultados do estudo.

E por quê não o fazem?

Como já disse as Casas Espíritas estão abertas à qualquer um que se interesse em investigar os fenômenos que lá ocorrem.


Trata-se de um estudo que tentou ser cientifico, estatuto esse que, à época, poderia ser admissível, mas hoje já não é. Se uma teoria cientifica é apresentada por um só cientista, essa teoria é pouco confiável. É com a constatação de factos semelhantes por vários cientistas que a teoria se vai tornando cada vez mais confiável.

O amigo está desatualizado!

Muitos foram os cientistas a constatem a veracidade dos fatos Espíritas.


O que eu tenho constatado nas casas espíritas que frequentei é que as pessoas que fazem as palestras se limitam a transmitir o que os espiritos disseram, nos livros. E cada vez se inspiram em mais livros, não só na Codificação.

Como eu disse: Não são Casas Espíritas de fato!


Os estudos científicos que conheço não são realizados em casas espíritas. Nem as mesmas, em regra, têm condições de produzir resultados científicos objectivos confiáveis.

Não é para esse fim que as Casas Espíritas existem.


E resultados subjectivos, se os produzem, não é junto do público. O amigo frequenta casas espíritas excepcionais, pelos vistos. Pode-nos dizer quais são?

Agora eu tenho certeza! O amigo jamais frequentou uma Casa Espírita.


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 03 de Janeiro de 2014, 14:27
Olá amigo Brenno

Citar
Agora eu tenho certeza! O amigo jamais frequentou uma Casa Espírita.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/105/#ixzz2pLQovdEE

Citar
Eu frequentei várias casas espíritas, mas como público e não como trabalhador. Se não acredita, problema seu.

Os estudos científicos que conheço não são realizados em casas espíritas. Nem as mesmas, em regra, têm condições de produzir resultados científicos objectivos confiáveis.

Não é para esse fim que as Casas Espíritas existem.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/105/?action=post;num_replies=117#ixzz2pLRP6LQo

Se as casas espíritas não existem para esse fim como pode dizer que lá são produzidas evidências cientificas que demonstram fenómenos espíritas.

Um papel, dito psicografia, tem o mesmo valor que um papel dito profecia, por um sacerdote qualquer, ou um papel produzido apenas por um encarnado. Não vejo a diferença. Apenas que um dizem que foi Deus que forneceu aquilo, directamente, outros dizem que foram os espiritos. Outros, como a Alexandra Solnado, por exemplo diz que é Jesus que fala com ela.

O valor da psicografia, como prova, está nos elementos que ela produz que se podem confirmar objectivamente e não poderiam ser conhecidos do médium. E mesmo assim, ainda há que excluir a telepatia: o médium poderia estar a ler a mente de alguém encarnado. Esse alguém depois confirmaria tudo, pois era a origem da informação.

Como pode ver, para fazer prova de algo como aquilo de que estamos a falar, excluindo outras explicações, não é simples.

Sobre mediunidade, de cientifico, mas ainda a nível de hipótese, pois as experiências carecem de mais repetição, em diferentes universidades e centros de investigação, apenas conheço o trabalho da equipa da Universidade do Arizona, por exemplo a Dr.ª Julie Beischel. Até há projectos dessa equipa e de outras a decorrer com o patrocínio da Fundação Bial (industria farmaceutica - Portugal)

bem haja
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 04 de Janeiro de 2014, 20:01

      LE/196. Não podendo os Espíritos aperfeiçoar-se, a não ser por meio das tribulações da existência corpórea, segue-se que a vida material seja uma espécie de crisol depurador, por onde têm que passar todos os seres do mundo espírita para alcançarem a perfeição?

      Resp: Sim, é exatamente isso. Eles se melhoram nessas provas, evitando o mal e praticando o bem; porém, somente ao cabo de mais ou menos longo tempo, conforme os esforços que empreguem; somente após muitas encarnações ou depurações sucessivas, atingem a finalidade para que tendem.

      Como entender isso?



Estudando o restante da Doutrina Espírita!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 04 de Janeiro de 2014, 20:07
...............

      Brenno Stoklos (ref #89, 281213)

      Brenno: Eu mesmo posso inventar pelos menos umas dez interpretações diferentes para a ocorrência desses "fenômenos"!

      Conf: quem falou em inventar interpretações, meu jovem? Inventar interpretações é fantasiar, iludir, enganar; estamos falando de gente honesta, que tem princípios morais sólidos e que não procura inventar para enganar os outros!

................


Amigo Iconforjr,

O que eu quis dizer é que esses fenômenos são inconclusivos!

Admitem mais de uma interpretação.


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 04 de Janeiro de 2014, 20:43

Eu ...................
...........................Portugal)

bem haja


Eu frequentei várias casas espíritas, mas como público e não como trabalhador. Se não acredita, problema seu.

Ora, se o amigo afirma que nas casas que frequentou não se fazem psicografias, nem psicofonias, sessões de desobsessão nem nenhum outro fenômeno ou trabalho espiritual está evidente que não são Casas Espíritas.


Se as casas espíritas não existem para esse fim como pode dizer que lá são produzidas evidências cientificas que demonstram fenómenos espíritas.

E o que são evidências senão os próprios fenômenos?

O que não é papel das Casas Espíritas é fazer um estudo científico dos fenômenos que lá se dão para produzir provas.


Um papel, dito psicografia, tem o mesmo valor que um papel dito profecia, por um sacerdote qualquer, ou um papel produzido apenas por um encarnado.

Esse papel a que o amigo se refere é o produto da psicografia e não o fenômeno em si.


O valor da psicografia, como prova, está nos elementos que ela produz que se podem confirmar objectivamente e não poderiam ser conhecidos do médium.

Não concordo, amigo Vitor,

A ciência pode, se quiser, estudar o fenômeno da Psicografia no momento em que se manifesta, pelo monitoramento do Médium.


E mesmo assim, ainda há que excluir a telepatia: o médium poderia estar a ler a mente de alguém encarnado. Esse alguém depois confirmaria tudo, pois era a origem da informação.

Acontece que os cientistas céticos "preferem" não acreditar em telepatia (Uma das modalidades de PES)!

Vide o artigo:

http://www.epochtimes.com.br/estudos-comprovam-existencia-telepatia-cientistas-refutam/#.UshFK-SOSMo
 

Como pode ver, para fazer prova de algo como aquilo de que estamos a falar, excluindo outras explicações, não é simples.

Realmente não é simples.

Mas não é impossível, desde que se queira!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 05 de Janeiro de 2014, 10:20
Olá amigo Brenno

Citar
Ora, se o amigo afirma que nas casas que frequentou não se fazem psicografias, nem psicofonias, sessões de desobsessão nem nenhum outro fenômeno ou trabalho espiritual está evidente que não são Casas Espíritas.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/120/#ixzz2pVv7Wi9g

Eles dizem que fazem esses trabalhos, efectivamente. Estou certo que eles fazem alguma coisa, porque me parecem pessoas sérias. Mas daí até concluir que eles interpretam correctamente os fenómenos que lá se passam, vai uma grande distância...

Nas casas que já frequentei não nos eram apresentadas psicografias produzidas pelos médiuns da casa, nem eram descritos os trabalhos que lá se realizavam e que não eram realizados em público.

A única casa que conheço que produz psicografias, é nas Caldas da Rainha, muito longe da minha casa. Infelizmente não posso frequentá-la, a não ser ocasionalmente. Mas as psicografias que tenho lido, nada afirmam que se possa confirmar. São poemas muito bem elaborados, mas que podiam ser feitos por qualquer pessoa conhecedora da doutrina espirita. Nada ali mostra que foi um ditado de um desencarnado, apenas a palavra do médium.

O trabalho de passe faz-me sentir um pouquinho mais relaxado. Mas só pelo facto de estar ali, à meia luz, sentado, pode justificar-se esse efeito.

Citar
E o que são evidências senão os próprios fenômenos?

O que não é papel das Casas Espíritas é fazer um estudo científico dos fenômenos que lá se dão para produzir provas.

Compreendo e concordo. Mesmo que quisessem fazer esse trabalho não tinham meios nem treino cientifico, em regra.

Os fenómenos são uma coisa, outra coisa é interpretá-los excluindo todas as explicações possíveis que não correspondam ao afirmado pela DE. Todavia, para quem tem essa experiência, ainda que subjectiva e com base numa interpretação pré-concebida (pois as pessoas que lá estão partem da interpretação que lhes foi previamente "impingida"), há de facto evidências. Não são é cientificas, nem objectivas, nem universais. São subjectivas, pessoais.

E é justamente aí que está a contradição: se nas casas espíritas se diz que a doutrina espirita também é ciência, se ninguém se dedica à ciência em representação do movimento espirita, se a comunidade cientifica não se dedica, em regra, a estudar os fenómenos produzidos nas casas espíritas, onde está a tal componente de ciência reclamada pelo ME?   

Com isso eu não quero desmentir os fenómenos espíritas. Nem reprovar as práticas das casas espíritas. Pois a honestidade intelectual tem de existir para ambos os lados: se não se faz prova cientifica, no movimento espirita, se não existe, na prática, a tal ciência espirita, não se pode afirmar nem desmentir nada. Tanto para confirmar como para desmentir, do ponto de vista da ciência, é preciso sustentar cientificamente aquilo que se afirma.

A única coisa que está errada, no meio disto tudo, é afirmar que existe uma ciência espirita. Aí é que me parece que falta a verdade e que há alguma hipocrisia. Para levar as pessoas a olhar a doutrina espirita como uma certeza e não como uma crença, como outra qualquer, o movimento espirita reclama a componente de ciência. Ora a Igreja Católica Romana também pode dizer que tem uma componente cientifica, quando estuda os ditos milagres dos santos. Em regra, curas inesperadas.

A doutrina espirita é uma crença! Não é uma ciência. :)

O movimento espirita afirma que se baseia na ciência numas situações, mas noutras diz "têm de crer mesmo sem ver". Se é ciência baseia-se no "ver para crer", se é crença baseia-se no "crer mesmo sem ver".  Quem reclama a natureza cientifica da doutrina tem de apresentar provas daquilo que diz, se quer ser levado a sério. As nossas afirmações têm implicações. Não são os cientistas nem a sociedade, em geral, que exigem provas cientificas à doutrina espirita. É o movimento espirita, que, quando se reclama cientifico, se coloca nessa situação. Uma crença não necessita de justificação. Mas uma conclusão cientifica já necessita, por definição de ciência. A ciência não se pode basear em dogmas. 

O método cientifico é um metodologia de trabalho que leva ao conhecimento objectivo, universal, independente dos cientistas que fazem parte do sistema de investigação. O cepticismo é a base que gera a credibilidade da ciência. Tudo está sempre em questão. As conclusões tornam-se tanto mais confiáveis quanto mais experiências controladas (que excluem outras explicações, falsas interpretações, fenómenos ilusórios, etc.) confirmam essas conclusões. Quanto maior é a exigência e mais testada a conclusão, maior a certeza. 

bem haja
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 05 de Janeiro de 2014, 18:13
Olá João Paulo.

Citar
Sim. sem dúvida. O uso dessa questão (nº266) é infantil, intelectualmente falando.

Digamos que é apenas uma das centenas de questões que demonstram que você não é aquilo que pensa que é. Ainda que eu utilizasse muitas outras que provassem isso, você, que acredita ser um ser humano, vivendo uma vida humana, acharia,  na sua lógica, todas infantis, porque o maior medo do ser humano é perder a sua identidade.   

Citar
Como suspeitava, essa questão e todas as outras até à 76, é nos indicado que se referem ao espirito como PI. E não Espirito como individualidade. Sem essa noção, trocar opiniões é nos impossivel.

Talvez seja mesmo impossível João, porque talvez foi muito trabalhoso para você atingir a compreensão do Espíritismo que tanto desejava, e agora que pensa tê-la alcançado, não abrirá mão desse tesouro valioso que acredita possuir.
Mas eu sou brasileiro e não desisto nunca rsrs. Pois quando eu era Espírita, achava que minha mente era aberta, quando ela era a mais fechada que podia ser.

Pois bem, existem só três coisas no universo: Deus, espírito e matéria. Até ai você concorda?
Se é apenas isso que existe, qualquer coisa que agente aborde no universo, deve se enquadrar em uma dessas três classes. Pois bem, o Espírito (Com E miaúsculo), como Ser individual, pensante, racional, etc...do jeitinho que você destacou, enquadra-se em qual classe?
Se a resposta for espírito, você acabaria de me responder que o Espírito, na realidade, é o próprio espírito (com "e" minúsculo: princípio inteligente). Ele pode ter outros atributos, mas a sua origem continua sendo o PI.
Então, o que sabemos sobre a natureza do PI, para afirmar algo sobre a natureza do Espírito?
Assim que o ser humano, sem se atentar a isso, confunde suas ideias, seus pensamentos, sua personalidade, com algo que ele não pode, de forma alguma, saber o que é na realidade.
Porque o raciocínio humano não pode penetrar em nada que seja de natureza espiritual. Qualquer coisa que ele imaginar, será algo material se passando por algo espiritual.
Só que você acha que suas ideias, pensamentos, traços da personalidade, arquivos da memória, etc, são parte do seu Espírito. Ledo engano. Tudo isso são informações gravadas no seu perispírito (que não é Espírito). Estas informações se relacionam e recebem a influencia de outras formas de energia no universo. Mas no fim, é tudo energia. É tudo matéria. E o que é matéria não é espírito, assim como o que é espírito não é matéria.
Mas se você não é nada disso, então o que você é? A resposta ("não sei") é um pouco desagradável, então é mais confortável acreditar que todas essas linhas de códigos, comandos e condicionamentos gravados no seu perispírito e no seu cérebro fazem parte do seu ser.
E esse é o desafio do ser humano. Conhecer a si mesmo, ou seja, desacreditar em tudo o que sabe sobre si mesmo, para se encontrar com a sua natureza espiritual.
Todo esse conjunto de verdades na mente de ser humano é o seu próprio EGO. O adversário que deve ser vencido, para se alcançar o reino dos céus. No entanto, quando achamos que somos um EGO, e invés de um Espírito, estabelecemos um laço sentimental com aquele primeiro, e é ai que as coisas se complicam. Pois a crença no ego alimenta o individualismo. E é impossível vencer as más tendências e as más paixões, sem combater essa causa sustentadora, que dá origem a todos os apegos e vícios.

Podem fazer quanta "caridade" quiserem. Enquanto não vencerem o individualismo, isto é, enquanto não domarem o próprio ego, continuarão a reencarnar em mundo de provas e expiações. Só tem um probleminha, o tempo nesse mundo está acabando. Depois não digam que ninguém avisou.

Abraços!


 





 


 
 


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 05 de Janeiro de 2014, 18:56
Sobre o caráter científico da doutrina Espírita:

A ponto de vista científico é um dos tripés da doutrina. Mas em si mesma, ela não possui validade científica, por não possuir um campo de observação empiricamente testável, de modo que não constitui, de forma alguma, uma visão universal e inequívoca da realidade, mas apenas para aqueles que aceitaram as conclusões de Kardec sobre os fenômenos.
O CUEE, de que tanto se fala, não é um método empírico. É tão somente uma metodologia lógica, que se sustenta sobre a premissa de que é verdadeira a existência e a manifestação dos Espíritos.
Logo, o Espiritismo é uma crença

Não sei se foi o que ocorreu nesse tópico, mas querer incluir o Espiritismo no rol das certezas incontestáveis, é uma das tantas demonstrações de vaidade e fanatismo que ocorre em grande escala no movimento.

Abraços!   


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 05 de Janeiro de 2014, 22:16
A ponto de vista científico é um dos tripés da doutrina. Mas em si mesma, ela não possui validade científica, por não possuir um campo de observação empiricamente testável, de modo que não constitui, de forma alguma, uma visão universal e inequívoca da realidade, mas apenas para aqueles que aceitaram as conclusões de Kardec sobre os fenômenos.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/120/#ixzz2pZ38q7MJ

Olá Danilo.

Não possui um campo de observação empiricamente testável que se submeta, como os outros campos da ciência se submetem, às vontades dos cientistas.

Esse dias assistindo a um vídeo no youtube apareceu um laboratório científico a dois km de profundidade (mais ou menos essa profundidade, não lembro bem) em que era pesquisada uma partícula subatômica que na superfície não poderia ser observada pelas interferência de outras energias.

De forma semelhante, o problema não está na inviabilidade de constatação científica de fenômenos Espíritas, o problema está, talvez, nos métodos de observação que você sugere que deveriam ser empiricamente testáveis. Para uma nova ciência deveriam existir outros métodos para análise (à semelhança do laboratório a grande profundidade). Aliás, Kardec já esclareceu isso no início de OLE.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 05 de Janeiro de 2014, 22:46
...e você lembra a conclusão que Kardec chegou?
O Espiritismo,portanto, não é da alçada da ciência.
Porque ciência só sabe lhe dar onde é possível a falseabilidade. Se você diz que tal fenômeno não ocorreu porque o Espírito não quis estar presente, acabou a falseabilidade.
Se você está falando de uma ciência à parte, ou uma ciência especial, tudo bem. Concordo plenamente. O espiritismo é Ciência Espírita. Mas ela não pode ter a mesma autoridade que as ciências empíricas.

Citar
De forma semelhante, o problema não está na inviabilidade de constatação científica de fenômenos Espíritas, o problema está, talvez, nos métodos de observação que você sugere que deveriam ser empiricamente testáveis. Para uma nova ciência deveriam existir outros métodos para análise (à semelhança do laboratório a grande profundidade). Aliás, Kardec já esclareceu isso no início de OLE.

O problema é a falseabilidade. Os fenômenos espíritas não são falseáveis, pois não há como criar experimentos e observações que contestem a assertiva de que existem Espíritos. A existência dos Espíritos por trás dos fenômenos pode ser uma boa explicação lógica dos mesmos, mas não pode ser considerada uma explicação científica, em termos de ciência tradicional.   
http://pt.wikipedia.org/wiki/Falseabilidade

Abraços!

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 05 de Janeiro de 2014, 23:50

A doutrina espirita é uma crença! Não é uma ciência.

bem haja


Tanto quanto a física quântica, a astronomia, a física atômica e outras!


 
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 05 de Janeiro de 2014, 23:56

Porque o raciocínio humano não pode penetrar em nada que seja de natureza espiritual.



O Ser Humano é um Espírito encarnado!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 06 de Janeiro de 2014, 00:00

A ponto .............
.................... movimento.

Abraços!


Na verdade são os adeptos da ilusionística que querem que suas pseudo-verdades seja vistas como incontestáveis.


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 06 de Janeiro de 2014, 00:03

Não possui um campo de observação empiricamente testável que se submeta, como os outros campos da ciência se submetem, às vontades dos cientistas.

Esse dias assistindo a um vídeo no youtube apareceu um laboratório científico a dois km de profundidade (mais ou menos essa profundidade, não lembro bem) em que era pesquisada uma partícula subatômica que na superfície não poderia ser observada pelas interferência de outras energias.

De forma semelhante, o problema não está na inviabilidade de constatação científica de fenômenos Espíritas, o problema está, talvez, nos métodos de observação que você sugere que deveriam ser empiricamente testáveis. Para uma nova ciência deveriam existir outros métodos para análise (à semelhança do laboratório a grande profundidade). Aliás, Kardec já esclareceu isso no início de OLE.


Traduzindo, amigo Norizonte,

Querem estudar os Espíritos como se fossem matéria!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Norizonte da Rosa em 06 de Janeiro de 2014, 00:07
Se você está falando de uma ciência à parte, ou uma ciência especial, tudo bem. Concordo plenamente. O espiritismo é Ciência Espírita. Mas ela não pode ter a mesma autoridade que as ciências empíricas.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/120/#ixzz2pZTMZIhc

Nova ciência, ou novos métodos. Acredito que o termo ciência esteja relacionado com o Espiritismo porque esta Doutrina não defende o sobrenatural, portanto qualquer fenômeno estará à espera de quem queira investigar e descrever a natureza desses fenômenos. Qual outra religião (considerando aqui o Espiritismo como religião também) admitiria alguns fenômenos que possam ocorrer, ou supostamente tenham ocorrido,  como passíveis de serem analisados, estudados pela ciência?

Só não terá a mesma autoridade que outras ciências se ficar somente no campo da Doutrina, ou na apresentação sem explicação dos fenômenos, pois para uns passará por misticismo, delírio, fraude,..mas depois de serem estudados e compreendidos, não vejo por que não teriam a mesma autoridade, se você quer falar assim. Não é pelo fato da dificuldade de reprodução de um fenômeno, ou dificuldade de comprovação de uma teoria que torna essa teoria menos válida que aquelas que podem ser comprovadas com facilidade e corriqueiramente devido à facilidade de reprodução do fenômeno.

Para comprovar que a luz sofre ação da gravidade é preciso, por exemplo, um eclipse (algo que é impossível de conseguir reproduzir pela vontade do cientista); ao contrário, para constatar alguma lei da mecânica com um plano inclinado, basta esse plano inclinado e algum cilindro, esfera,..Mas a experiência mais difícil não torna o fenômeno menos válido que o mais fácil.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 06 de Janeiro de 2014, 00:09

A existência dos Espíritos por trás dos fenômenos pode ser uma boa explicação lógica dos mesmos, mas não pode ser considerada uma explicação científica, em termos de ciência tradicional.   

Abraços!


É por isso que a Lógica é muito superior a ciência convencional para se chegar à verdade!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Olé em 06 de Janeiro de 2014, 09:54
É por isso que a Lógica é muito superior a ciência convencional para se chegar à verdade!
O Ser Humano é um Espírito encarnado!

É enquanto acreditar na lógica do pensamento por estar absolutamente identificado com ele... A encarnação no tempo é a absoluta identificação com o pensamento, que é o desejo de um dia ser mais qualquer coisa...

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Vitor Santos em 06 de Janeiro de 2014, 10:51
Olá

Citar
Tanto quanto a física quântica, a astronomia, a física atômica e outras!

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/120/#ixzz2pc3jh7dp

Em ciência cada teoria tem o seu grau de confiabilidade. Algumas são hipóteses, com baixo grau de confiabilidade, outras têm um elevado grau de confiabilidade. A hipótese de que somos espiritos imortais e não apenas corpos de carne mortais é das que apresenta, ainda, baixo grau de confiabilidade.

A confiabilidade é gerada pelo cepticismo, que leva a que as teorias estejam permanentemente a ser testadas.

Umas teorias, como a do Big Bang, por exemplo, é de baixa confiabilidade, na medida em que nós não podemos repetir o fenómeno, para o observar. O grau de confiabilidade que ela possui é dado pelo facto de as observações experimentais a confirmarem, em regra. Mas um dia pode chegar uma observação experimental que obrigue a abandonar a teoria.

Noutras teorias, é possível estabelecer experiências que reproduzem o fenómeno. E quanto mais experiências, de mais cientistas, em vários centros de investigação independentes, que excluem outras explicações possíveis e que exploram as várias perspectivas possíveis do problema, maior é a confiabilidade.

A doutrina espirita é uma teoria que está estagnada, do ponto de vista cientifico. Allan kardec deu um ponto de partida que podia ser considerado cientifico, ou quase cientifico. Mas como a mentalidade dentro do movimento espirita é muito religiosa, essas tais observações experimentais, que permitam excluir outras explicações, realizadas por pessoas com treino e metodologia cientifica adequada, cessaram com Kardec. Isso não tem problema nenhum, se a doutrina espirita for classificada, pelo ME como crença. Mas se for classificada como ciência, é uma falácia. Pois a ciência exige cepticismo e continuidade. Crer sem ver é dogmatismo, fé cega, a postura religiosa. Ver para crer é ciência, é postura do estudante de espiritualidade sem religião.           

bem haja   
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 06 de Janeiro de 2014, 17:16
      Viror   (ref #136, 060114)


      O amigo Vitor escreveu: "Ver para crer é ciência, é postura do estudante de espiritualidade sem religião.

      Conf: discordo do amigo; ver para crer é, sim, postura do estudante de espiritualidade com ou sem religião; pois, se por ter uma religião não necessite ver para crer, ele, esse estudante, pode estar caindo em erro, pode estar crendo em algo que seja nada mais do que uma suposição.

.............           


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/diferenca-entre-viver-uma-vida-e-viver-uma-encarnacao/135/#ixzz2pdgy65t6
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 06 de Janeiro de 2014, 19:45

É enquanto acreditar na lógica do pensamento por estar absolutamente identificado com ele. A encarnação no tempo é a absoluta identificação com o pensamento, que é o desejo de um dia ser mais qualquer coisa.


Absoluta ausência de Lógica!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 06 de Janeiro de 2014, 19:48

A doutrina espirita é uma crença! Não é uma ciência.

bem haja


Tanto quanto a física quântica, a astronomia, a física atômica e outras!

Tudo é crença, pois a própria definição de conhecimento remete a ideia de crença, já que conhecimento é uma crença justificada. Mas sejamos honestos. Há crenças e crenças. Aquelas que se sustentam no método científico empírico e falseável, as quais podemos chamar de "conhecimento científico", aquelas que se sustentam em algum tipo de observação e raciocínio lógico, que podemos chamar de teses, conjecturas, hipóteses, etc, e as crenças puras, que se sustentam no puro achismo. Agora, não é porque tudo é crença, é que devem andar todos no mesmo barco. E é por causa de afirmações como essa que o movimento espírita muitas vezes é alvo de deboche dos que estudaram profundamente a filosofia da ciência, e tem prejudicada a sua imagem. Por simplesmente querer assumir uma credibilidade científica que não possui.     
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 06 de Janeiro de 2014, 19:54

Em ciência.....................
....................................religião.           

bem haja


vários centros de investigação independentes, que excluem outras explicações possíveis e que exploram as várias perspectivas possíveis do problema, maior é a confiabilidade.

Assim são as Casas Espíritas de fato!


A doutrina espirita é uma teoria que está estagnada, do ponto de vista cientifico.

Essa é a opinião de quem nunca frequentou uma Casa Espírita de fato!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 06 de Janeiro de 2014, 19:59

raciocínio lógico, que podemos chamar de teses, conjecturas, hipóteses, etc



Amigo Danilo,

Ou é raciocínio lógico ou é tese, conjectura, hipótese.

Esses conceitos excluem-se reciprocamente!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: ArrudaMelo em 06 de Janeiro de 2014, 20:18
Minha opinião sobre esse assunto é que conhecimento é saber, não é crença. Quem crê apenas crê. Leu em algum livro, ouviu várias pessoas ditas sábias, compartilha a mesma crença com seus semelhantes... Quem sabe, tem conhecimento do que sabe e tem conhecimento dos limites de seu saber. Procura ir adiante buscando evidências, confrontando opiniões e enriquecendo seu saber, seja adicionando conhecimento, seja reformulando anteriores.
Já o ME eu conheço pouco, mas do pouco que conheço, vejo que a maioria está fundamentada em crenças, dogmas e uma forte influência do catolicismo - ao menos os centros que tive oportunidade de conhecer, que são poucos. Mais parece uma busca desenfreada em busca de fundos e adeptos, em vez de um estudo sério, dedicado e honesto.
É o que vejo.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 06 de Janeiro de 2014, 20:19
Amigos, para não estender o bla bla blá....
(E antes que digam bobagem sobre a fonte, este é um artigo do wikipédia completo, e frequentemente revisado por ser de interesse mundial)


Citar
Ciência

Em sentido amplo e diversificado, ciência (do latim scientia, traduzido por "conhecimento") refere-se a qualquer conhecimento ou prática sistemáticos. Em sentido estrito, ciência refere-se ao sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico bem como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de tais pesquisas.

Método Científico


O método científico é um conjunto de regras básicas de como se deve proceder a fim de produzir conhecimento dito científico, quer seja este um novo conhecimento quer seja este fruto de uma integração, correção (evolução) ou uma expansão da área de abrangência de conhecimentos pré-existentes. Na maioria das disciplinas científicas consiste em juntar evidências empíricas verificáveis baseadas na observação sistemática e controlada, geralmente resultantes de experiências ou pesquisa de campo - e analisá-las com o uso da lógica. Para muitos autores o método científico nada mais é do que a lógica aplicada à ciência.

Elementos do método científico

[Há uma série de elementos, transcrevi apenas a que interessa para a discussão]

*Falseabilidade

Toda hipótese tem que ser testável, e por tal falseável ou refutável. Isso não quer dizer que a hipótese seja falsa, errada ou tão pouco dúbia ou duvidosa, mas sim que ela pode ser verificada, contestada. Ou seja, ela deve ser proposta em uma forma que a permita atribuir-se a ela ambos os valores lógicos, falso e verdadeiro, de forma que se ela realmente for falsa, a contradição com os fatos ou contradições internas com a teoria venha a demonstrá-lo.

(fonte: wikipédia)

A assertiva "há espíritos" não é falseável, pois não é possível verificar a hipótese FALSA dessa assertiva (não há espíritos). Para qualquer hipótese que se crie nesse sentido, haverá um "argumento Ad hoc" que sustenta a argumentação inicial.

Citar

Argumento Ad Hoc


Em ciência e filosofia, ad hoc significa a adição de hipótese(s) estranha(s) a uma teoria para salvá-la de ser falseada. Hipóteses ad hoc compensam anomalias não previstas pelas teorias em sua forma original, ainda não modificada.

Por exemplo:

Hipótese: Não há espíritos, pois se houvesse, deveria haver uma resposta para essa pergunta.

Argumento Ad hoc: Mas o Espírito, por ser inteligente e ter vontade própria, não quis responder.

Por mais que o argumento Ad hoc pareça coerente, ele é anticientífico, pois elimina qualquer hipótese que tente demonstrar que a assertiva "Há Espíritos" é falsa.

Atenção: Eu não disse que as conclusões de Kardec são ilógicas. Com tudo isso, procurei apenas demonstrar que estas conclusões não podem ser consideradas científicas, por não respeitar o método científico.
Isso não tem nada a ver com métodos ou possibilidades de observação, como o Norizonte quis explicar. É um problema lógico. 
Espero que agora tenha ficado um pouco mais claro aos amigos. Se eu falei alguma bobagem, podem corrigir, mas ao menos agora, a discussão está embasada em alguma coisa. Abraços!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 06 de Janeiro de 2014, 20:39

raciocínio lógico, que podemos chamar de teses, conjecturas, hipóteses, etc



Amigo Danilo,

Ou é raciocínio lógico ou é tese, conjectura, hipótese.

Esses conceitos excluem-se reciprocamente!

Teses, hipóteses e conjeturas podem tanto ser lógicas como ilógicas. Porém, o que as tornam válidas ou inválidas, ou o seu grau de confiabilidade, é a observação que lhes deu origem às premissas. 

Raciocínio lógico não é expressão de uma Verdade. Há uma grande diferença entre essas coisas. O estudo da lógica formal nos ajuda a compreender facilmente isso. Não existe associação necessária entre estas palavras (aquilo que é lógico é verdadeiro, e aquilo que é ilógico é falso)
 
Abraço!
 
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 06 de Janeiro de 2014, 21:03

Minha..........
............. honesto.
É o que vejo.



O amigo está a falar de um Movimento espírita que não é Espírita.

De Casas espíritas que não são Espíritas.

E de espíritas que só o são por assim dizer.


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 06 de Janeiro de 2014, 21:12

Toda hipótese tem que ser testável, e por tal falseável ou refutável.



Citando apenas dois Fatos Espíritas:

A escrita direta e a materialização não são falseáveis, refutáveis?


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 06 de Janeiro de 2014, 21:18

Raciocínio lógico não é expressão de uma Verdade.



Nesse caso não seria Lógico!  ;D


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: EsoEstudos em 06 de Janeiro de 2014, 21:40
Para ser sincero, não dá nem para compreender integralmente qual o foco dos debates.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 07 de Janeiro de 2014, 00:41

Raciocínio lógico não é expressão de uma Verdade.



Nesse caso não seria Lógico!  ;D

Nesse caso, estude Lógica formal e surpreenda-se.

Esse artigo aqui é muito bom:

http://ateus.net/artigos/ceticismo/logica-e-falacias/

Abraço!

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 07 de Janeiro de 2014, 00:50
Para ser sincero, não dá nem para compreender integralmente qual o foco dos debates.

Pois é, não tem foco nenhum. O foco na verdade é desmentir proposições absurdas de egos que querem ter o poder de saber o que é e o que não é verdade.
Se já é difícil se desapegar de posses morais (verdades da mente), sabendo que são crenças pessoais intransferíveis, imagina ainda quando se justifica essas verdades pela infalibilidade da lógica que o raciocínio detém. Ai só com oração mesmo...rsrs.
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 07 de Janeiro de 2014, 03:01

Nesse caso, estude Lógica formal e surpreenda-se.

Esse artigo aqui é muito bom:

Abraço!


Amigo Danilo,

Não existe nada mais ilógico do que o ateísmo fundamentalista!

E o amigo me sugere um site ateísta!

Significativo isso, não?


Visite:

http://www.olavodecarvalho.org/index.html


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 07 de Janeiro de 2014, 03:13
Para ser sincero, não dá nem para compreender integralmente qual o foco dos debates.


Parece-me, amigo Marco,

Que o foco de alguns, nesse e em outros tópicos, é apenas e tão somente combater a Doutrina Espírita.


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 07 de Janeiro de 2014, 03:17

Ai só com oração mesmo...rsrs.



É exato, amigo Danilo,

Contra a Lógica não há argumento!

Quem sabe "orando".........  ;D


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 07 de Janeiro de 2014, 15:24

Nesse caso, estude Lógica formal e surpreenda-se.

Esse artigo aqui é muito bom:

Abraço!

Amigo Danilo,

Não existe nada mais ilógico do que o ateísmo fundamentalista!

E o amigo me sugere um site ateísta!

Significativo isso, não?


Visite:

http://www.olavodecarvalho.org/index.html

Será que essa seria a postura de Kardec? Julgar o conteúdo de um local pelo nome que está escrito na sua fachada? Essa reducionismo preconceituoso é algo que está bem longe do que o Espiritismo me ensinou. 
Enfim, eu aprendi muito com os ateus, em especial o uso da lógica e as suas limitações. Eu só pedi pra você estudar um pouco, pra entender o que é lógica, pois o que senti nas suas palavras é que você nunca estudou essa disciplina que é uma matéria filosófica, não tem nada a ver com ser teísta ou ser ateísta. Mas isso é só uma ilusão minha, Deus sabe se será melhor para você estudar ou não estudar. Encerro aqui, pois há mentes mais abertas para se trocar ideias. Muita paz!

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 08 de Janeiro de 2014, 05:29

Será................
...............ideias. Muita paz!


Será que essa seria a postura de Kardec? Julgar o conteúdo de um local pelo nome que está escrito na sua fachada?

Evidentemente que não!

O que o amigo não sabe é que eu conheço perfeitamente o "conteúdo" do dito site.


Enfim, eu aprendi muito com os ateus, em especial o uso da lógica e as suas limitações.

Não há limitações para a Lógica além da capacidade de raciocínio de quem a usa.


Eu só pedi pra você estudar um pouco, pra entender o que é lógica, pois o que senti nas suas palavras é que você nunca estudou essa disciplina que é uma matéria filosófica, não tem nada a ver com ser teísta ou ser ateísta.

Veja que é o amigo que não compreende o que seja a Lógica, pois se é uma matéria filosófica como não tem nada a ver com o ser Teísta ou ateísta?


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Danilo Henrique em 08 de Janeiro de 2014, 10:19
Brenno, não vou discutir com você. Só me compadeço das bobagem que afirma sobre lógica, que soam como piada para quem estudou e compreendeu o assunto. Quer possuir a verdade? Então divirta-se no seu labirinto sem saída.
Em anos de fórum nunca uma conversa foi tão improdutiva. Pode ficar com a última palavra, eu lhe concedo essa glória. Paz! 
Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 08 de Janeiro de 2014, 14:16
Brenno, não vou discutir com você. Só me compadeço das bobagem que afirma sobre lógica, que soam como piada para quem estudou e compreendeu o assunto. Quer possuir a verdade? Então divirta-se no seu labirinto sem saída.
Em anos de fórum nunca uma conversa foi tão improdutiva. Pode ficar com a última palavra, eu lhe concedo essa glória. Paz!


Argumentum Ad Hominem!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Janeiro de 2014, 13:05
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Norizonte « ref #99 em: 301213, 10:28 »

      Estamos falando sobre a liberdade de escolher.

      Noriz escreveu: Amigo, posso até estar errado, pois esse tema do pensamento é algo a ser bastante estudado antes de emitirmos algo com alguma segurança.

      Conf: sim, muito bem estudado e é o que tenho feito nas últimas seis décadas. Porq temos de esperar que outras cabeças estudem para que nos transmitam o que aprenderam? Observe a vida, como um todo e por fragmentos. Veja como a vida é com todos, humanos e não humanos. Use sua cabeça, sempre que possível; não ponha outras cabeças acima da sua.

      Noriz: Mesmo assim veja que no seu próprio texto acima você escreve sobre ‘escolhas’, ‘escolhas..alicerçadas’ e quando se fala em escolha lembra-se imediatamente da capacidade de fazer essa escolha, por meio de uma avaliação.

      Conf: exato, e usamos essa avaliação o tempo todos pois escolhemos o tempo todo, desde coçar ou não as costas. Mas essas escolhas não são verdadeiramente nossas; sempre escolhemos aquilo que a vida já nos fez ver ser o mais conveniente a escolher.

      Observe a si mesmo, em todos seus minutos e veja se consegue perceber uma única escolha que tenha feito sem estar alicerçado – correta ou incorretamente – ao que as experiências da vida já lhe ensinaram. Porq é que, qdo se recolhe, vc fecha sua casa? Porq toma um sorvete, ou corta as unhas, ou lava o rosto, ou vai para o seu trabalho, ou vai ao médico, ou entra de férias, ou ajuda alguém? Ou, porq é outras vezes vc escolhe fazer o contrário de tudo isso? Porq é que vc escolhe afagar seu filho ou lhe dizer "para com isso!"?

      Noriz: Estamos de acordo em boa parte do que você escreveu, além dos pensamentos sugeridos pelos Espíritos desencarnados, os outros pensamentos nascem das informações que recebemos do exterior, mas receber informações do exterior, pelo menos para mim e em tese (já que o tema merece cuidado) não quer dizer que essas ‘simples’ informações exteriores sejam o pensamento.

      Conf: exato, essas informações exteriores não são o pensamento: dão origem aos pensamentos, produzem os pensamentos e agimos conforme os pensamentos nos levam a agir e pensamos que eles são nossos: não percebemos que não os comandamos, que não os controlamos e, conseqüentemente, que é a mente (eu inferior, mente condicionada, ego) que nos comanda.

      Noriz: Esse pensamento, para mim, não é apenas a informação que nos chega por meio dos sentidos, mas o processamento dessas informações (o próprio fato de esse pensamento ser uma lembrança que nos é ativada pelos sentidos precisa, para ser lembrança, de um processamento).

      Conf: exato. E esse processo em que difere do processo que apresentei?

      Noriz: Esse processamento sim que é um pensamento e se existe um processamento de informações, um relacionamento de todas essas informações por nosso cérebro, existe uma decisão pessoal, caso o pensamento tenha como resultado uma decisão.

      Conf: novamente, exato. E não foi isso que coloquei? Pois de que é que resulta a decisão pessoal? Do pensamento, que provoca o desejo, que provoca a vontade, que provoca a decisão ou escolha, não é?

      Noriz: Embora não seja dessa área e por isso corro o risco de escrever coisa errada, pergunto: será que alguém que tenha alguma limitação cognitiva por causa de alguma doença congênita ou não consegue pensar da mesma forma que as outras pessoas que não têm essa limitação?

      Conf: mas é evidente: as informações captadas, por qualquer meio que seja - normal ou paranormal -, são processadas pelo cérebro e, conseqüentemente, estão sujeitas às limitações desse cérebro.

      Noriz: Todas as pessoas sãs, ou não também recebem as mesmas informações por meio dos sentidos, mas é sabido que as que são sãs conseguem relacionar essas informações e aprender com mais facilidade, o que para mim quer dizer que conseguem pensar de forma mais livre. Veja as duas recebem as mesmas informações pelos sentidos, mas uma consegue relacionar o que recebe dos sentidos e outra tem dificuldade. Qual a diferença entre as duas? a capacidade de pensar que nada mais é do que raciocinar sobre aquele conjunto de informações que temos.


      Conf: a estrutura, a capacidade funcional do cérebro, a genética, o aprendizado anterior, a compreensão ou entendimento maior devido a “n” fatores, às circunstancias da vida. E veja mais, de onde vem a capacidade de raciocinar? O que é que provoca o raciocínio?

      Então, como é que o amigo entende o livre-arbítrio?

............................


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Janeiro de 2014, 13:51
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
      Brenno  « ref #122 em: 04oi14, 20:07 »

     

      Brenno: Eu mesmo posso inventar pelos menos umas dez interpretações diferentes para a ocorrência desses "fenômenos"!

      Conf: quem falou em inventar interpretações, meu jovem? Inventar interpretações é fantasiar, iludir, enganar; estamos falando de gente honesta, que tem princípios morais sólidos e que não procura inventar para enganar os outros!

................
      Brenno respondeu: O que eu quis dizer é que esses fenômenos são inconclusivos! Admitem mais de uma interpretação.

      Conf: pois é meu jovem, e o que é que não admite mais de uma interpretação? Até hoje, embora nem sempre, a ciência. Nem mesmo as experiências pessoais são perfeitamente conclusivas. Podemos, pelo raciocínio e pelo pensamento baseado na lógica, considerar esta ou aquela conclusão mais acertada; mas é só. Ou podemos "acreditar" que esta ou aquela é conclusiva, nada mais.

........................

Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Janeiro de 2014, 14:08
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Danilo « ref #126 em: 050114, 18:56 »

      Danilo escreveu: O ponto de vista científico é um dos tripés da doutrina. Mas em si mesmo, não possui validade científica, por não possuir um campo de observação empiricamente testável, de modo que não constitui, de forma alguma, uma visão universal e inequívoca da realidade, mas apenas para aqueles que aceitaram as conclusões de Kardec sobre os fenômenos.

      O CUEE, de que tanto se fala, não é um método empírico. É tão somente uma metodologia lógica, que se sustenta sobre a premissa de que é verdadeira a existência e a manifestação dos Espíritos.
Logo, o Espiritismo é uma crença. 

      Não sei se foi o que ocorreu nesse tópico, mas querer incluir o Espiritismo no rol das certezas incontestáveis, é uma das tantas demonstrações de vaidade e fanatismo que ocorre em grande escala no movimento.
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      Conf: pois é isso, jovem; claro seu texto. Poucas certezas são incontestáveis e muitas que julgamos incontestáveis, um dia acabamos percebendo que não o são.

        A topada numa pedra será uma certeza incontestável? A dor sentida, para nós, é; mas a pedra, o dedo do pé, nós, nossa individualidade, independência, liberdade, somos?

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Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Janeiro de 2014, 14:30
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Diegas (referencia #101, de Vitor, 301213, 19:28 »

      Diegas (msg anterior): Um ateu não é um individuo ignorante, conhece as filosofias que pregam a pluralidade das existências, e sabe muito bem que teria de sair de sua área de conforto, desalojar-se do seu comodismo material, caso tivesse de aceitar a realidade espiritual.
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      Conf: tem certeza disso, meu jovem?

      E essa questão de “aceitar” uma filosofia, ou a realidade espiritual, depende da vontade, depende do querer ou do escolher? Sem dúvida não depende de nada disso, mas da "compreensão" que se tem sobre o assunto, sobre a filosofia ou sobre a realidade espiritual.

      Porq o amigo, hoje, é espírita? Escolheu ser espírita, ou a compreensão de que o espiritismo é o que há de melhor, de mais lógico, ou algum fenômeno ou experiência o levou a seguir a doutrina?

      Ninguém "escolhe" aceitar, ou crer, numa filosofia ou crença como se escolhe aceitar um copo dágua ou de refrigerante; aceita porq está compreendendo alguma coisa e a supondo viável, plausível, lógica, verdadeira.

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Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Janeiro de 2014, 14:57
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Brenno « ref #104 em: 311213, 17:11 »

      Conf (msg ant): A ciência moderna e numerosas revelações, que vêm de desde séculos ou milênios antes de Cristo, até nossos dias, asseguram a mesma coisa: “a escolha não é nossa!”

      Brenno comentou: A ciência moderna nada diz e nada sabe sobre o Espírito, pois sequer leva em conta sua existência.

      Conf: meu jovem amigo, desde há um século que a ciência penetra e investiga aquilo que se considerava ser campo exclusivo da investigação dos religiosos, ou dos filósofos e teólogos: os domínios de Deus ou do espírito.

      Por isso, aquelas duas tradicionais adversárias de mais de três ou quatro séculos, ciência e religião, hoje podem se dar as mãos. É evidente que não me refiro às religiões populares, mas às profundas, àquelas que o jovem não admite que contenham alguma dose de verdade. 

      Brenno: A Doutrina Espírita, porém, desmente cabalmente essa teoria!

      Conf: isso não é teoria, como a doutrina espírita não é só teoria; é ciência e filosofia e trouxe (continua trazendo) implicações profundas que afetam todas as áreas de atividades dos homens.

      Para ter uma idéia, procure conhecer o que já foi publicado neste mesmo FE, escrito por Gilson Freire, confrade e pesquisador destes nossos assuntos.
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Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Janeiro de 2014, 15:27
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Daniel   « ref #112 em: 010114, 12:07 »

      Daniel escreveu: Como consta no LE, o mundo material poderia nunca ter existido e o mundo espiritual sempre existiu.

      Conf: e, meu jovem, vc já raciocinou sobre isso? Já compreende essa afirmação/ensinamento de OLE se, ao mesmo tempo, a DE afirma/ensina que a existência do mundo material é necessária, tanto que Deus: 

      - cria espíritos porq são necessários para auxiliarem o Todo Poderoso na consecução da boa marcha do universo,

      - para o mundo material, forçosamente, manda todos espíritos para que nele aprendam a como viver, afinal, no mundo não material,

      - e o mundo material é imprescindível para a realização do processo evolutivo por Ele criado, pois, conforme a DE, é o mundo material a escola onde os espíritos aprendem a se libertar de suas imperfeições etc. (e, evidentemente, é no mundo material que aprendem a se tornar monstruosamente imperfeitos, concorda?)

      - e, como o jovem mesmo está dizendo, o mundo material é necessário para acelerar o progresso dos espíritos.

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Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Janeiro de 2014, 16:22
Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação

      Brenno   « ref #130 em: 050114, 23:56 »

      Danilo (msg ant): Porque o raciocínio humano não pode penetrar em nada que seja de natureza espiritual.

      Brenno contestou: O Ser Humano é um Espírito encarnado!

      Conf: por isso mesmo, amigo Brenno, por ser um espírito encarnado, por estar na carne!

      O que diz o amigo Danilo é uma verdade; nenhuma mente finita, limitada, condicionada, pode conhecer ou compreender o que é infinito e ilimitado, a realidade do espírito, aquela verdade que o Mestre disse ser libertadora.

      Para fazer isso, a mente tem que se tornar ilimitada, infinita, incondicionada, totalmente despreconceituosa, o que significa ser uma mente livre; livre de medos, da ignorância, dos condicionamentos que nos são impostos, desde que abrimos os olhos para o mundo, pelas tradições, costumes, culturas, religiões, sociedade, suposições.

      Assim, como disse o Danilo, o raciocínio do espírito, eqto na carne, não chega a compreender nada do que seja espiritual. Nem, conseqüentemente, o pensamento pode chegar a compreender isso.

      A própria doutrina espírita nos dá explicações sobre essa impossibilidade ao afirmar que, qdo na carne, o espírito se torna totalmente iludido, tolhido em suas interpretações da vida, dos eventos e, conseqüentemente, agindo de conformidade com suas interpretações equivocadas. 

      Pois afirma que, qdo na carne, ele se vê impedido de manifestar suas potencialidades, ou qualidades, pois a matéria o prende como se fosse um pântano de “lama viscosa”, a lhe impedir os movimentos, e só lhe permite perceber a vida, os eventos, os relacionamentos, e tudo o mais, como se os visse através de um "vidro muito opaco".

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Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Janeiro de 2014, 16:39
      Brenno  (ref #134, 060114)

      Brenno escreveu: É por isso que a Lógica é muito superior a ciência convencional para se chegar à verdade!

      Conf: será meu jovem? A lógica de quem? Dos filósofos, dos matemáticos, do homem comum, qual lógica, meu amigo? A lógica varia tremendamente de acordo com a compreensão de cada um. Como diz aquele, que a DE não aceita em muitos de seus ensinamentos, "a sabedoria dos homens é loucura para Deus, como a sabedoria de Deus é loucura para os homens!".

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Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Janeiro de 2014, 16:48

      Vitor   (ref #136, 060114, e #137, 060114, de Conf)


      Olá, amigo Vitor, depois de haver respondido sua msg acima, percebi que não devia ter colocado o que coloquei em minha msg/resposta #137, 060114. Por favor delete-a!
     
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Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: lconforjr em 09 de Janeiro de 2014, 17:03
      Brenno Stoklos  (ref #151, 070114)


      Brenno comentou: Amigo Danilo, não existe nada mais ilógico do que o ateísmo fundamentalista!

      Conf: pois é, meu jovem, não existe nada mais ilógico do que o ateísmo fundamentalista para vc, certo?

      Mas, para o ateu fundamentalista, o que vc acha, seu ateísmo também é ilógico? O ateísmo de Darwin teria sido ilógico para ele?

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Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 12 de Janeiro de 2014, 01:19

não percebemos que não os comandamos, que não os controlamos e, conseqüentemente, que é a mente (eu inferior, mente condicionada, ego) que nos comanda.



Isso é o que se passa na sua mente, amigo Iconforjr.

Quanto ao que se passa nas mentes alheias o máximo que o amigo pode fazer é exercício de adivinhação!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 12 de Janeiro de 2014, 01:32

pois é meu jovem, e o que é que não admite mais de uma interpretação? Até hoje, embora nem sempre, a ciência. Nem mesmo as experiências pessoais são perfeitamente conclusivas. Podemos, pelo raciocínio e pelo pensamento baseado na lógica, considerar esta ou aquela conclusão mais acertada; mas é só. Ou podemos "acreditar" que esta ou aquela é conclusiva, nada mais.



pois é meu jovem, e o que é que não admite mais de uma interpretação?

As Verdades!

A conclusão de um raciocínio logicamente irrefutável.


Até hoje, embora nem sempre, a ciência.

A ciência é apenas conhecimento. Não interpreta nem é interpretada.


Nem mesmo as experiências pessoais são perfeitamente conclusivas.

Somente para os irracionais.


Podemos, pelo raciocínio e pelo pensamento baseado na lógica, considerar esta ou aquela conclusão mais acertada; mas é só. Ou podemos "acreditar" que esta ou aquela é conclusiva, nada mais.

Isso que o amigo expôs não é Lógica!

É devaneio, divagação.


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 12 de Janeiro de 2014, 01:39

A topada numa pedra será uma certeza incontestável? A dor sentida, para nós, é; mas a pedra, o dedo do pé, nós, nossa individualidade, independência, liberdade, somos?



Sem nenhuma sombra de dúvida!


Título: Re: Diferença entre viver uma vida e viver uma encarnação
Enviado por: Brenno Stoklos em 12 de Janeiro de 2014, 01:50

está compreendendo alguma coisa e a supondo.



A compreensão lógica não comporta suposições.

Ou se compreende, ou se supõe.