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CONVÍVIO => Off-topic => Tópico iniciado por: SB em 27 de Novembro de 2008, 21:01

Título: Ajuda - Sindrome de Panico
Enviado por: SB em 27 de Novembro de 2008, 21:01
Caros amigos de caminho,

Venho aqui solicitar a vossa ajuda, no encontro de informação sobre o sindrome de panico.

Necessito de trabalhar/estudar sobre este assunto, e apesar de ja ter algum material cmg, não tanto quanto penso ser necessário, dentro da visão Espirita.

Necessito de analisar esta materia e ficaria grata por toda a ajuda/matéria possivel, que possam entao disponibilizar.

Obrigado, desde já :)

Abraço
Título: Re: Ajuda - Sindrome de Panico
Enviado por: Atma em 28 de Novembro de 2008, 00:39
OI SB,

Acredito que está informação possa te auxiliar.

A Sindrome de pânico é um problema sperio de saúde. Esse distúrbio é nitidamene diferente de outros tipos de ansiedade, caracterizando-se por crises súbitas, sem fatores desencadeantes aparentes e, frequentemente incapacitantes.
De acordo com o psiquiatra Antônio Prata, a síndrome é gerada por um susto. Logo a síndrome vem depois de um susto podendo estar o indivíduo acordado ou dormindo.
Acorda assustado, ou com a notícia de que alguém morreu, ou está tranquilo em casa e recebe a notícia de que alguém morreu, ou está tranquilo em casa e recebe a notícia de que seu filho caiu, mas não sabe exatamente o que aconteceu. Esse susto desequilibra as principais energias do organismo; os canais energéticos se desequilibram.
Essa perturbação traz o medo que gira em torno da morte. A pessoa vai dormir e tem a sensação de que vai morrer, que tem gente perto, que vai acontecer algo de ruim com ela, não dorme ou dorme apenas de canseira.
Os sintomas são como uma preparação do corpo para alguma "coisa terrível". A reação natural é acionar os mecanismos de fuga. Diante do perigo, o organismo trata de aumentar a irrigação de sangue no cérebro e nos membros usados para fugir, podendo gerar contração e tensão muscular, palpitações, calafrios, dentre outros.
Atualmente de 2% a 4% da população mundial sofre desse mal, que aomete  mais as mulheres do que os homens em uma proporção de 3 para 1.  As pessoas que têm a doença, em sua maioria, são jovens entre 21 a 40 anos, que se encontram na plenitude de suas vidas profissionais.
Geralmente são pessoas extremamentes produtivas profissionalmente e costumam assumir uma carga excessiva de responsabilidades e afazeres; são exigentes consigo mesmas, não convivem bem com os erros ou imprevistos, e têm tendências a se preocupar excessivamente com problemas cotidianos.
Antônio explica que a doença tem tratamento e o prefissional de saúde responsável, no caso o psiquiatra, deve recorrer a um método que desbloqueie o canl energético para que a energia flua normalmente no organismo da pessoa. Enquanto não faz a desobstrução do canal energético, a pessoa não vai melhorar. Os calmantes bloqueiam a parte emocional. A pessoa acha que sarou, mas não. O siatema líbido está somente bloqueado.
Dentre as alternativas utilizadas para a cura da síndrome, com sucesso, o psiquiatra recomenda a homeopatia como solução.
Diovana Miziara. JM Online
Título: Re: Ajuda - Sindrome de Panico
Enviado por: Atma em 28 de Novembro de 2008, 00:44
E também esta :

Conseqüências da síndrome do pânico
Redação
Georgiana tem 22 anos e teve a primeira crise aos oito anos de idade. Como identificar o distúrbio nessa faixa etária é mais complicado, muitas pessoas, inclusive os seus próprios pais, achavam que o que ela sentia era um medo normal de criança.

"Foi uma fase complicada porque queria ser como as outras crianças, mas não conseguia, tinha medo de brincar, de ir para escola, de dormir, de morrer, de perder meus pais e de atravessar a rua, entre muitos outros", declara.

No caso de Georgiana, que mora em Curitiba, o diagnóstico era síndrome do pânico. Com o tempo os medos foram mudando, mas não deixaram de existir. Há dez anos, a estudante de educação física leva a sério o tratamento indicado por seu médico e tem a doença controlada. "As crises que vão e voltam estão rareando", comemora. Esses eventos atingem de 2% a 2,5% da população mundial.

Apesar da alta incidência, a doença só foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) há poucos anos. Antes, os sintomas muitas vezes eram associados às outras doenças e até chegar ao psiquiatra, o médico especializado para tratar o distúrbio, era comum que os pacientes "peregrinassem" por outros consultórios médicos sem ter o seu diagnóstico confirmado.

"Os sintomas do transtorno do pânico são muito intensos, acima do que poderia ser considerado o limite de ansiedade normal, poderíamos dizer até que esta é a manifestação do grau mais alto de ansiedade", afirma a psicóloga Adriana de Araújo, especializada no tratamento de fobias.

Atualmente, com a maior divulgação dos sintomas da doença, médicos não especializados e pacientes estão mais familiarizados com os sintomas. Ainda assim, os transtornos do pânico demoram a ser diagnosticados corretamente.

O médico Osmar Ratzke da Sociedade Paranaense de Psiquiatria, comenta que o primeiro ataque de pânico costuma acontecer nos adultos jovens, entre 25 e 40 anos. Assim como em outras doenças psiquiátricas, como depressão, são as mulheres as mais atingidas pela doença. A proporção é de dois casos entre mulheres para um entre os homens.

Ratzke diz que, em geral, o pânico parece surgir do nada e pode ocorrer enquanto a pessoa pratica suas atividades normais, como dirigindo ou caminhando para o trabalho.

"A crise de pânico inicial se dá, geralmente, quando as pessoas se encontram em um elevado nível de estresse, devido, por exemplo, ao excesso de trabalho ou mesmo à perda do emprego", avalia.

Confinamento

Em geral, segundo relato das pessoas acometidas pela síndrome, instala-se um tipo de "medo de sentir medo", isto é, o medo de que a crise retorne a qualquer momento.

"A primeira crise nenhum paciente esquece", observa o psiquiatra. Devido a um processo de associação, sempre que a pessoa se deparar com alguma coisa que lembre aquele primeiro processo pode remeter à situação das crises anteriores e funcionar como um "gatilho" para novas crises. "Pode ser no shopping, no engarrafamento ou mesmo em situações vividas em casa mesmo", ressalta.

As crises também podem ocorrer após um acidente, cirurgia ou doença grave, além do uso de cocaína ou outras drogas e medicamentos estimulantes. Para o especialista, o grande problema é quando os episódios de pânico se sucedem, afetando seriamente a qualidade de vida dessas pessoas.

"Nessas circunstâncias a tendência é o paciente se deixar confinar no ambiente familiar, evitando o convívio social e perdendo assim todo o contato com o mundo real", observa Ratzke, salientando que a cura dificilmente se dá de forma espontânea.

As razões que levam ao transtorno permanecem desconhecidas. A genética pode ter um papel importante, bem como influências ambientais, como a educação e episódios que podem ter marcado a vida dos pacientes para sempre.

Os especialistas recomendam o tratamento medicamentoso para combater as crises, visando, numa primeira fase, o restabelecimento do equilíbrio bioquímico do cérebro.

Numa segunda fase, pode se recorrer a um tipo de psicoterapia específica, denominado terapia cognitiva. O objetivo, nesses casos, é ajudar o paciente a enfrentar os seus próprios limites e as adversidades com que, com certeza, vai se deparar no decurso da vida.

O CORPO SE PREPARA

Os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente, preparando o corpo para algum fato inesperado "que está" por acontecer.

* Contração muscular
* Palpitações
* Tonturas e náuseas
* Boca seca
* Calafrios ou ondas de calor
* Realidade distorcida
* Terror
* Confusão mental
* Vertigens
* Medo de morrer

Redação paraná online.
Título: Re: Ajuda - Sindrome de Panico
Enviado por: Atma em 28 de Novembro de 2008, 00:47
E sobre o medo...

Quando é que o medo se torna uma fobia?
 
Medo de viajar de avião, medo de assalto, medo de falar em público. Quem nunca sentiu? O medo faz parte das nossas reações de defesa mas para algumas pessoas este sentimento é tão forte que chega a limitar grande parte da vida. Mas como saber o que é normal e quando procurar ajuda?

Segundo a psicóloga Janice Ornieski, o medo patológico é chamado de fobia e pode ser descrita como um medo persistente, intenso e irracional que gera muita ansiedade. "A pessoa não consegue acessar recursos para se proteger na situação de desconforto, passando assim a evitar as situações ou os objetos que geram tal ansiedade", explica ela. Geralmente quem sofre têm consciência do exagero mas mesmo assim não consegue evitar o sentimento.

Para a Dra. Janice o mal-estar não é apenas psicológico e pode originar sintomas físicos "Além da tensão, apreensão e inquietude a pessoa apresenta reações orgânicas - provocadas pela ativação do sistema nervoso autônomo - como aumento dos batimentos cardíacos, respiração acelerada e sudorese".

As fobias mais comuns estão relacionadas a animais, insetos, altura, elevador, sangue, injeção, locais fechados, aviões, tempestade e água. Mas é possível desenvolver fobias ligadas as mais diversas situações ou objetos. Isso porque a doença pode estar ligada a inúmeros fatores que fazem parte da subjetividade e da experiência de vida de cada um. Para alguns elas podem ser fruto de eventos traumáticos ou estressantes e para outros podem estar ligadas a características individuais como necessidade de controle, perfeccionismo ou estresse em nível elevado.

Como tratar

Geralmente é preciso uma abordagem combinada, aliando medicações para combater a ansiedade e psicoterapia para auxiliar na mudança dos pensamentos e mecanismos que desencadeiam o medo, explica a Dra Janice.

Atualmente existem algumas técnicas que procuram oferecer resultados mais rápidos como é o caso da hipnose ou da chamada EMDR (Técnica de dessensibilização e reprocessamento de informações através dos movimentos oculares).

Esta última, relativamente recente no universo das psicoterapias, busca desatar os possíveis nós criados por experiências traumáticas que permanecem armazenadas na mente. Através do emprego de técnicas de estimulação dos movimentos laterais dos olhos, é possível reorganizar as sensações, percepções e emoções vinculadas a estes eventos vividos, desfazendo assim o trauma.

As terapias cognitiva-comportamentais também costumam ser muito eficazes no tratamento das fobias. O foco é ajudar o paciente a perceber racionalmente que seu medo é desnecessário e aos poucos encorajá-lo a se aproximar do objeto ou situação temida, uma técnica chamada de dessensibilização. Os resultados costumam aparecer em poucas seções.

Paraná online.
Título: Re: Ajuda - Sindrome de Panico
Enviado por: Ivi em 28 de Novembro de 2008, 20:48
Paz para todos !

Olá Susana, hoje foi a minha vez: quando eu li o tópico eu é que ri. Lembra que você comentou no tópico "Divórcio" que quando leu riu também ? Agora fui eu sobre "Síndrome do Panico".

Eu explico: material eu não tenho nenhum, não mais pelo menos. Eu sou um 'case' da Síndrome do Pânico. Não posso generalizar, mas eu vivi isso por dois duas vezes e fui tratada homeopaticamente por dois anos.

Foi a pior experiência e sensação que eu vivi em toda a minha vida. Nada, nada absolutamente se compara a essas duas crises que eu tive.
Eu estava terminando meu curso na faculdade e a primeira crise ocorreu quando eu estava indo embora para casa a espera de um ônibus na Rodoviária.
Sem nenhum mal estar, sem nenhum aviso, eu estava super bem de saúde. Nada, nada justificou o desencadeamento da crise.
Foi simplesmente horroroso:
Eu estava lendo um livro e de repente meu coração começou a pulsar violenta, agressiva e descompassamente a ponto de 'ver' a pulsação por cima da minha blusa. Seguido a isso minhas mãos simplesmente começaram a suar muito e uma falta de ar que começava no peito e subia pela garganta.
Mas isso não foi o pior: Você já sentiu a morte vindo te buscar ? Pois é. Eu senti a morte vindo me buscar. É indescritível ! É a eminescência da morte.
A primeira coisa que eu senti foi a necessidade de conversar com alguém. Senti que se eu conversasse com alguém isso me aliviaria.
Saí do banco e fui até o agenciador de passagens e comecei a falar com ele sem parar. Falei, falei, falei (nada do que estava sentindo). Precisava apenas falar, sentir que alguém estava me vendo e me ouvindo.
Passou-se 10 minutos (eternos por sinal) e os sintomas foram normalizando.
Essa foi a primeira crise.
A segunda aconteceu dentro de um cinema, depois de uns 2 meses eu acho: No meio do filme a mesma sensação começou. Tivemos que sair e fui até a lanchonete comer alguma coisa.

Procurei por um especialista excelente que me pediu para preencher uns papéis e constatou a 'sindrome do pânico'. Me assustei quando ele me disse:
- Olhe, esse é o remédio que você deve tomar. No entanto preciso deixá-la avisada da possível reação. É bem provável que esse remédio estimule a novas crises. Você sabe como se trata mordida de cobra ?
- Não, eu disse
- Com o próprio veneno !

Eu me desesperei. Tomar um remédio que pode desencadear aquelas sensações de morte, como eu posso ?
Sim eu posso, disse comigo mesma. Eu vou me curar disso.
E, de fato, me curei. Durante os dois anos de tratamento nenhuma crise ocorreu novamente.

Olha, o nome 'sindrome do pânico' realmente faz jus. Pois a sensação que até hoje eu não me esqueço é o sentimento de morte e pânico que ele me causou.
A morte esteve muito, mas muito perto de mim nessas duas vezes. Eu a senti, sei que o quanto ela é horrível.

Espero ter ajudado, se não dentro da doutrina espírita que não saberia dizer da ligação também, pelo menos com um estudo de caso.

Um grande abraço fraterno !
Ivi
Título: Re: Ajuda - Sindrome de Panico
Enviado por: Atma em 29 de Novembro de 2008, 10:07
Oi Suzana.

Qualquer doente tem de se conscientizar que a saúde é a perfeita harmonia da alma. É preciso muitas encarnações para alcançá-la. Sabemos que, Deus nunca nos desampara, recebemos sua misericórdia, em qualquer estágio que estivermos e sempre.   

Procurando achei mais este:


'Visão médico-espírita das enfermidades'         
 
Pergunta: Transtorno do Pânico (Síndrome do Pânico) e/ou Transtorno de Ansiedade Antecipatória, não tem cura, ainda, pela ciência ortodoxa, apenas controle com antidepressivos e ansiolíticos. Na visão espírita pode ser derivada de obsessão ou desequilíbrio do corpo perispirítico? A terapia do passe ajuda muito pouco, o que fazer, com essa doença crônica?

Roberto: Uma das principais causas do transtorno de pânico, ao nosso ver, são os traumatismos vividos pelo espírito em momentos de desencarne, ou experiências de ver-se preso ao corpo físico após a extinção da vida corporal. Assim, temos tido a orientação e percepção de bons resultados com terapia de regressão à vivências passadas, a qual deverá ser ministrada por profissionais competentes e habilitados.
Roberto Lúcio.
1998-2008 - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
 
Pergunta: Posso ter resultados satisfatórios tratando uma criança de 11 anos com síndrome do pânico e que tem mediunidade ostensiva, sem que para isso tenha que recorrer a remédios mais fortes? Estou tratando com homeopatia, mas a ansiedade dela e as fobias estão acentuadas: medo de metrô, elevador, taquicardia, falta de ar, sensação de que vai desmaiar e medo de morrer! Estou tratando com passes especiais e culto do evangelho no lar. è o suficiente?

Gilson: Sabemos, caro amigo, que cada um de nós renascemos na Terra com marcas indeléveis de um passado que nos trazem de volta os desequilíbrios engendrados para que encontrem reais soluções no campo de desenvolvimento do Espírito imortal. Portanto, muitas vezes, o que nos parece um dano e um mal sem justificativas, é justamente a via resolutiva do equilíbrio. Por isso, não trate o mal de seu filho como um empecilho à sua felicidade, mas sim como um recurso de crescimento rumo a conquistas indispensáveis ao seu equilíbrio. Assim trabalham as leis da vida que tudo fazem para nos reconduzir ao bem e à felicidade, servindo-se, muitas vezes, para isso, de caminhos tortuosos, mas indispensáveis, os quais devemos seguir com bom ânimo e coragem. Continue tratando-o com a Homeopatia e não dispense o tratamento espírita, pois, embora a mediunidade esteja na base desses distúrbios, sem a reforma moral do ser, a casa orgânica continuará vazia, atraindo sempre as entidades afins com a perturbação que portamos, como nos disse Jesus. Portanto, o Evangelho é o remédio excelso e indispensável. Evite, na medida do possível o uso de drogas psicotrópicas que apenas adiarão a solução definitiva do seu processo cármico.

Gilson Freire.
1998-2008 | CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
 
Pergunta: A homeopatia pode curar o "Pânico", ou seja os remédios homeopáticos substituem neste caso os alopáticos?

Gilson: Imagine uma carroça em disparada. O medicamento alopático irá agir freando o veículo, agindo sobre suas rodas, a parte física. O medicamento homeopático irá atuar sobre o cavalo, a força motriz do conjunto, estimulando-o a se acalmar e voltar à trajetória natural da vida. Mas somente uma doutrina bem orientada poderá influenciar o cocheiro, adestrando-o na condução adequada de sua organização psicodinamofísica a fim de que ele se mantenha no caminho adequado. Aí compreendemos, nesse exemplo, que muitas vezes o único meio de se conter a disparada desse conjunto é quebrando a viatura, forçando o dinamismo vital a se reorientar e o condutor psíquico a rever seus papeis na jornada humana. Por isso a doença física às vezes é o único meio de se curar o Espírito.
É bom lembrá-lo ainda que o um tratamento homeopático conveniente, aquele chamado unicista, poderá estimular o seu organismo a mudar a forma como ele adoece, fazendo transladar para a superfície o mal que lhe acomete internamente, no caso o pânico. Assim, você poderia ter aliviado o seu mal interno mediante o estabelecimento de doenças superficiais mais amenas, consumindo-se nas regiões mais externas de seu ser as energias mórbidas que agora se alinham em seus planos mais internos.
 
1998-2008 | CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
 

Título: Re: Ajuda - Sindrome de Panico
Enviado por: Diegas em 29 de Novembro de 2008, 19:09
'...As razões que levam ao transtorno permanecem desconhecidas...'

Olá, Atma.

É por isso que, de um modo geral, desencarnam mais pessoas pelo tratamento do que por causa das doenças. Entra em cena, os interesses dos laboratórios, em que os 'especialistas' transformam a Medicina num balcão de negócios, e a saúde é tratada como um jogo de azar, onde há muitos palpiteiros.

Vide o testemunho da Ivi, em que ela quase morreu de susto quando soube que tinha o tal transtorno (será ? Talvez, ela tenha tido um mal súbito, uma alteração de pressão arterial) - melhor seria não saber. Feliz foi ela medicar-se com a Homeopatia, caso contrário, estaria hoje uma dependente química, uma espécie de trapo nas mãos de aproveitadores (a maioria identificados como psiquiatras, sem qualquer conhecimento da espiritualidade)


Abç
Título: Re: Ajuda - Sindrome de Panico
Enviado por: Atma em 01 de Dezembro de 2008, 10:30
OI Diegas

Sim. Qualquer pessoa deve conscientizar que a sáude é a perfeita harmonia da alma, que reflete em nosso corpo. Portanto, vamos lembrar do que disse Jesus: Cura-te a ti mesmo. Sáo ensinamentos para os quais ainda não acordamos!
Título: Re: Ajuda - Sindrome de Panico
Enviado por: SB em 03 de Dezembro de 2008, 12:05
Ola amigos,

Obrigada, pelo que me deixaram..Atma...alem destes os que me enviou por mail...devo um grande obrigado...ainda nao peguei neles para reflexão e trabalha-los...mas vou fazer isso nestes dias.

Ivi, obrigada pelo teu depoimento, li aqui no trabalho neste momento e na diagonal, e é importante para mim saber de alguem que passe por isso...se precisar entro em contacto ctg por e-mail ;)

Beijinhos e um forte abraço para todos
Thanks
Título: Re: Ajuda - Sindrome de Panico
Enviado por: JELL.ATHAYDE em 08 de Fevereiro de 2011, 18:12
preciso de ajuda,eu tambem,tou no começo da sindrome de panico/medo
acho devido a minha ansiedade,mas estou em desenvolvimento da mediunidade
tambem meu emocional abalado.o que faço.ja estou fazendo terapia com psicologo
indo ao centro.....tenho 40 anos e começou nessa transiçao ,acho que é a fase?

o que faço para melhorar?