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GERAL => O que é o espiritismo => Tópico iniciado por: Victor Gabriel em 31 de Julho de 2011, 17:34

Título: Herculano Pires
Enviado por: Victor Gabriel em 31 de Julho de 2011, 17:34
“O estudo e os debates devem cingir-se às obras da Codificação. Substituir as obras fundamentais por outras, psicografadas ou não, é um inconveniente que se deve evitar. Seria o mesmo que, num curso de especialização em Pedagogia, passar-se a ler e discutir assuntos de Mecânica, a pretexto de variar os temas. O aprendizado doutrinário requer unidade e seqüência, para que se possa alcançar uma visão global da Doutrina. Todas as obras de Kardec devem constar desses trabalhos, desde os livros iniciáticos, passando pela Codificação propriamente dita, até os volumes da Revista Espírita.

Precisamos nos convencer desta realidade que nem todos alcançam: Espiritismo é Kardec. Porque foi ele o estruturador da Doutrina, permanentemente assistido pelo Espírito da Verdade. Todos os demais livros espíritas, mediúnicos ou não, são subsidiários. Estudar, por exemplo uma obra de Emmanuel ou André Luiz sem relacioná-la com as obras de Kardec, a pretexto de que esses autores espirituais superam o Mestre (cujas obras ainda não conhecemos suficientemente) é demostrar falta de compreensão do sentido e da natureza da Doutrina. Esses e outros autores respeitáveis dão sua contribuição para a nossa maior compreensão de Kardec, não podem substituí-lo. É bom lembrar a regra do “consenso Universal”, segundo o qual nenhum espírito ou criatura humana dispõem, sozinhos, por si mesmos, de recursos e conhecimentos para nos fazerem revelações pessoais. Esse tipo de revelações individuais pertence ao passado, aos tempos anteriores ao advento da Doutrina. Um novo ensinamento, a revelação de uma “verdade nova” depende das exigência doutrinária de:

a) Concordância universal de manifestações a respeito;

b) Concordância da questão com os princípios básicos da Doutrina:

c) Concordância com os princípios culturais do estágio de conhecimento atingido pelo nosso mundo;

d) Concordância com os princípios racionais, lógicos e logísticos do nosso tempo.

Fora desse quadro de concordâncias necessárias, que constituem o “consenso Universal”, nada pode ser aceito como válido. Opiniões pessoais, sejam de sábios terrenos ou do mundo espiritual, nada valem para a Doutrina. O mesmo ocorre nas Ciências e em todos os ramos do Conhecimento na Terra. Porque o Conhecimento é uma estrutura orgânica, derivada da estrutura exterior da realidade e nunca sujeita a caprichos individuais.

Por isso é temeridade aceitar-se e propagar-se princípios deste espírito ou daquele homem como se fossem elementos doutrinários. Quem se arrisca a isso revela falta de senso e falta absoluta de critério lógico, além de falta de convicção doutrinária. O Espiritismo não é uma doutrina fechada ou estática, mas aberta ao futuro. Não obstante, essa abertura está necessariamente condicionada as regras de equilíbrio e de ordem que sustentam a verdade e a eficácia da sua estrutura doutrinária.

Como a Química, a Física, a Biologia e as demais Ciências, o Espiritismo não é imutável, está sujeito às mudanças que devem ocorrer com o avanço do conhecimento espírita. Mas como em todas as Ciências, esse avanço está naturalmente subordinado às exigências do critério racional, da comprovação objetiva por métodos científicos e do respeito ao que podemos chamar de “natureza da doutrina”.

Introduzir na doutrina práticas provenientes de correntes espiritualistas anteriores a ela seria o mesmo que introduzir na Química as superadas práticas da Alquimia. As Ciências são organismos conceptuais da cultura humana, caracterizados pela sua estrutura própria e pelas leis naturais do seu crescimento, como ocorre com os organismo biológicos.

Todos nós ainda trazemos a “herança empírica” do passado anterior ao desenvolvimento da cultura científica, e somos às vezes tentados a realizar façanhas cientificas para as quais não estamos aptos. E como todos somos naturalmente vaidosos, facilmente nos entusiasmamos com a suposta possibilidade de nos tornarmos renovadores doutrinários. Nascem daí as mistificações como a de Roustaing, tristemente ridícula, a que muitas pessoas se apegam emocionalmente, o que as torna fanáticas e incapazes de perceber os enormes absurdos nelas contidos. Até mesmo pessoas cultas, respeitáveis, deixam-se levar por essas mistificações, por falta de humildade intelectual e de critérios científicos. Espíritos opiniáticos ou sectários de religiões obscurantistas aproveitam-se disso para introduzir essas mistificações em organizações doutrinárias prestigiosas, com a finalidade de ridicularizar o Espiritismo e afastar dele as pessoas sensatas que sabem subordinar a emoção à razão e que muito poderiam contribuir para o verdadeiro desenvolvimento da doutrina.

Por tudo isso, as manifestações mediúnicas em sessões doutrinárias devem ser recebidas sempre com espírito crítico. Aceitá-las como verdades reveladas é abrir as portas à mistificação, à destruição da própria finalidade dessas sessões. Também por isso, o dirigente dessas sessões deve ser uma pessoa de espírito arejado, racional, objetivo, capaz de conduzir os trabalhos com segurança. Kardec é sempre a pedra de toque para verificação das supostas revelações que ocorrem. O pensamento espírita é sempre racional, avesso ao misticismo. Os espíritos comunicantes, em geral, são de nível cultural mais ou menos semelhantes ao das pessoas presentes. Não devem ser encarados como seres sobrenaturais pois não passam de criaturas humanas desencarnadas, na maioria apegadas aos seus preconceitos terrenos, a morte não promove ninguém a sábio nem confere aos espíritos autoridade alguma em matéria de doutrina. Por outro lado, os espíritos realmente superiores só se manifestam dentro das condições culturais do grupo, não tendo nenhum interesse em destacar-se como geniais antecipadores de descobertas cientificas que cabe aos encarnados e não a eles fazerem. A idéia do sobrenatural, nas relações mediúnicas, é a fonte principal das mistificações.

Homens e espíritos vaidosos se conjugam nas tentativas pretensiosas de superação doutrinária. Se não temos ainda, no mundo inteiro, instituições espíritas à altura da doutrina, isso se deve principalmente à vaidade e à invigilância dos homens e espíritos que se julgam mais do que são. Nesta hora de muitas novidades, é bom verificarmos que as maiores delas já foram antecipadas pelo Espiritismo. É ele, o Espiritismo, a maior novidade dos novos tempos. Se tomarmos consciência disso, evitaremos os absurdos que hoje infestam o meio doutrinário e facilitaremos o desenvolvimento real da doutrina em bases racionais.”
Herculano Pires
Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Mourarego em 31 de Julho de 2011, 22:39
Valeu mano Victor!
Já me cansei de dizer isso aqui mas parece que nem o Herculano vai conseguir tal proeza.
Abraços,
Moura
Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: tuler em 01 de Agosto de 2011, 00:16
"A luta contra essa situação é das mais árduas. Mas, árdua ou não, tem de ser enfrentada pelos que vêem as coisas de maneira mais clara. Temos de ferir susceptibilidades, magoar o amor próprio de amigos e companheiros, levantar no próprio meio espírita inimigos gratuitos, provocar revides apaixonados. Mas, de duas, uma: ficamos com a verdade ou ficamos com o erro, defendemos a doutrina ou nos acomodamos na falsa tolerância, clamando por uma paz de pantanal, que nada mais é do que covardia e traição à verdade. Aí estão, diante de nossos olhos, as fascinações da vaidade nos empantanando os caminhos da evolução natural e necessária da doutrina. Ou lutamos contra elas ou incentivaremos a sua propagação e proliferação."

"Podemos enumerar as mais acentuadas e nefastas: o roustainguismo, defendido e semeado sob o prestígio da FEB; o Divinismo ou Espiritismo Divinista, que contradiz a própria essência racional do Cristianismo e do Espiritismo; o ramatisismo, que conseguiu envenenar a própria FEESP e ainda hoje não foi completamente eliminado da sua estrutura; o heterodoxismo ou armondismo (mistura de doutrinas ocultistas com o Espiritismo), que anda de mãos dadas com o ramatisismo; a teoria do continuum mediúnico, que vem de fora, com ares de teoria sociológica, estabelecendo confusões, com suposto apoio científico, entre Espiritismo e Umbanda; o andreluizismo, que à revelia de André Luiz é sustentado por instituições que se apóiam na caridade para desviar adeptos ingênuos da verdadeira compreensão doutrinária. E outras subcorrentes que amanhã se tornarão fortes e dominadoras, se não forem sustadas a tempo."

"Todos esses movimentos se valem de uma arma contra os que perseveram no campo limpo da doutrina: a acusação de sectarismo. Fazem seitas e acusam os outros de sectários. Clamam pelo direito de alargar e arejar os conceitos fundamentais de Kardec, sem que os seus expoentes se lembrem de que não possuem condições culturais para essa tarefa de gigantes. Afrontam e amesquinham Kardec na vaidosa suposição de que o estão auxiliando, quando não o agridem abertamente, com o menosprezo à sua missão espiritual e à sua qualificação cultural. Não foram ainda capazes de encarar a missão de Kardec e a obra de Kardec sem pensar primeiro em si mesmos e nas suas supostas capacidades culturais ou supostas habilitações espirituais."

Trechos de A Pedra e o Joio. Vale a pena ler.

Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Mr.Kite em 01 de Agosto de 2011, 01:07
Muito importante esse tópico. Sempre pensei muito sobre esse assunto e sempre me faço alguns questionamentos sem caráter afirmativo:

1 - Quem nos dias atuais se acha bom o suficiente para codificar mensagens dadas pelos espíritos nos quatro cantos do planeta?

2 - Em caso de alguém que se habilite a tal tarefa, teria aceitação por parte da comunidade espírita?

Em suma, acredito que não teremos mais algo parecido com a codificação, amigos. Ela nos foi dada e já é uma base perfeita para confrontarmos com comunicações posteriores. Creio que a tarefa da análise da recorrência de comunicações semelhantes pode ser uma tarefa que compete a cada um que deseja, com prudência admirável, uma base mais sólida para constatar alguns fatos. A razão também é um guia muito seguro. Que Deus nos ilumine nessa tarefa árdua, porém gratificante...rs

Abraços!
Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Mourarego em 01 de Agosto de 2011, 16:38
mano Kite,
vamos por partes:
1. O amigo fala em codificar mensagens.
bem, não sei o que o amigo pensa ser codificar, mas quando kardec deu este nome, à obra in totum, foi porque a havia feito em livros diferentes, um com cada assunto, e a isso se chama codificar, ou seja, colocar no formato de códigos, tipo Código Civil etc, entende?
2. Qualquer um que tenha seriedade, conhecimento da doutrina, e preencha com sua faculdade bem atestada, as especificação pode receber e trabalhar  junto a outros no recebimentos e inquirição dos Espíritos, é isso que é o método que da validade e criterium de verdade a doutrina.
Kardec, a seu tempo, teve em sua ajuda, mais de mil CEs em todo o mundo.
Isso está descrito no LE na Revue, e em outras obras básicas.
Não se precisa ser santo, ou não ter erros, o que se precisa é ser meticuloso, sério e conhecedor da doutrina. E mais, agir sem paixão.
Este trabalho não tem que esquentar a cabeça com comunidade alguma, é um trabalho que quando se mostra necessário e Kardec diz que um interstício de 25 anos é um bom tempo para tal, há de ser feito.
E quem dá este tempo?
Ora, a rsposta está na própria obra básica, para citar o ESE, que informa que quando os tempos se mostram necessários, Deus dá, como missão aos Espíritos Puros, as ordens necessário]as, e estes (Espíritos Puros), as transferem `{a classe quye lhes está logo abaixo.
Que classe seria esta?
A dos Espíritos superiores.
Notem todos, esta informação é certificada pelo CUEE, logo é doutrina pura, Só os Espíritos Superiores trazem Revelações Espíritas. Mesmo estas hão de passar pelo CUEE, e só assim integram a nova leva de mensagens a serem colocadas como atualizações doutrinárias.
O restante, diz a obra básica fica como opinião pessoal, que pode ser boa ou ruim, mas sempre será opinião pessoal até que também passem pelo mesmo crivo.
Quem escreve mediunicamente, deveria saber disso, pois só assim não entraria na "fria" de se achar um psicógrafo que transmite Revelações.
Essas as explicações que sinto serem de interesse ao amigo e a todos.
Abraços,
Moura
Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Mourarego em 01 de Agosto de 2011, 16:42
Boa Tuler!
Herculano sempre será uma boa lembrança!
Abração,
Moura
"A luta contra essa situação é das mais árduas. Mas, árdua ou não, tem de ser enfrentada pelos que vêem as coisas de maneira mais clara. Temos de ferir susceptibilidades, magoar o amor próprio de amigos e companheiros, levantar no próprio meio espírita inimigos gratuitos, provocar revides apaixonados. Mas, de duas, uma: ficamos com a verdade ou ficamos com o erro, defendemos a doutrina ou nos acomodamos na falsa tolerância, clamando por uma paz de pantanal, que nada mais é do que covardia e traição à verdade. Aí estão, diante de nossos olhos, as fascinações da vaidade nos empantanando os caminhos da evolução natural e necessária da doutrina. Ou lutamos contra elas ou incentivaremos a sua propagação e proliferação."

"Podemos enumerar as mais acentuadas e nefastas: o roustainguismo, defendido e semeado sob o prestígio da FEB; o Divinismo ou Espiritismo Divinista, que contradiz a própria essência racional do Cristianismo e do Espiritismo; o ramatisismo, que conseguiu envenenar a própria FEESP e ainda hoje não foi completamente eliminado da sua estrutura; o heterodoxismo ou armondismo (mistura de doutrinas ocultistas com o Espiritismo), que anda de mãos dadas com o ramatisismo; a teoria do continuum mediúnico, que vem de fora, com ares de teoria sociológica, estabelecendo confusões, com suposto apoio científico, entre Espiritismo e Umbanda; o andreluizismo, que à revelia de André Luiz é sustentado por instituições que se apóiam na caridade para desviar adeptos ingênuos da verdadeira compreensão doutrinária. E outras subcorrentes que amanhã se tornarão fortes e dominadoras, se não forem sustadas a tempo."

"Todos esses movimentos se valem de uma arma contra os que perseveram no campo limpo da doutrina: a acusação de sectarismo. Fazem seitas e acusam os outros de sectários. Clamam pelo direito de alargar e arejar os conceitos fundamentais de Kardec, sem que os seus expoentes se lembrem de que não possuem condições culturais para essa tarefa de gigantes. Afrontam e amesquinham Kardec na vaidosa suposição de que o estão auxiliando, quando não o agridem abertamente, com o menosprezo à sua missão espiritual e à sua qualificação cultural. Não foram ainda capazes de encarar a missão de Kardec e a obra de Kardec sem pensar primeiro em si mesmos e nas suas supostas capacidades culturais ou supostas habilitações espirituais."

Trechos de A Pedra e o Joio. Vale a pena ler.


Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Mr.Kite em 01 de Agosto de 2011, 17:11
Eu entendo o que você diz, mano Moura. Li tudo isso nas obras básicas e póstumas. O que afirmo é que desde a desencarnação de Kardec aos dias atuais não há nenhuma movimentação em prol desse trabalho, tampouco receptividade a esse trabalho, pois existem clivagens em demasia no meio espírita. Suponhamos que seja enviado algum missionário pela espiritualidade nos anos vindouros, pode ser que nós nem estejamos encarnados até lá, não me sinto capaz de suportar a ansiedade para aprender determinadas coisas, e sei que muitos também não. Portanto, não me sinto impedido de ler uma obra, confrontar com as obras básicas e a posteriori com a razão e a lógica, e partindo desse método dar maior ou menor grau de confiabilidade à mensagem. Também creio que a repetição de determinados assuntos-chave em milhares de obras constitui por si o caráter de concordância. Não fico a esperar Jesus descer do céu, e prefiro agir, no entanto com prudência. Mas cada um tem o seu critério, cada um tem suas necessidades. Isso que falo é bem pessoal.  ;)

Abraços, mano!
Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Mourarego em 01 de Agosto de 2011, 17:29
Estava mesmo esperando que o amigo postasse isso mano Kite.
na verdade, confrontar qualquer mensagem Espiritual, recebida por médiuns, ou de encarnados, é dever de todos nós.
Este um dos passos importantes que também é esquecido, postergado ou não realizado dentro do movimento espírita.
Porém quando os tempos são chegados, a menssagem, indica a obra básica provem de inúmeros Espíritos que dizem a mesma coisa nos 4 quadrantes da terra. Aliás, dizem a mesma coisa e ao mesmo tempo.
O trabalho então está ali, para quem tiver respeito para com a doutrina fazer.
É neste sentido, também que por vezes brinco mostrando que uma citação atribuída a André Luis, está pouco correta.
Pois se o trabalho, está ali, é que necessita apenas de pessoas sérias que o queiram levar adiante.
Diz André: "Quanto o médium está pronto o trabalho aparece".
Ora, o trabalho já preexiste hoje em dia, para a totalidade dos médiuns, pois que é tão antigo quanto a noite e a poeira dos tempos.
Também não faltam médiuns, (trabalhadores), pois que estes também aparecem na Terra, nos primórdios desta.
É da generalização da citação, o motivo da minha brincadeira. Uma brincadeira dita no grau de seriedade, claro.
Abraços,
Moura
Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Augusto Simon em 01 de Agosto de 2011, 22:22
Olá Moura!

Esse assunto muito me interessa. Em específico, a informações sobre os 25 anos (resumindo) me chamou a atenção e gostaria de saber em que obra ela se encontra. Já sei que na introdução do ESE há um item sobre o CUEE, mas imagino que deva haver muito mais a respeito das Revistas Espíritas, um objetivo de leitura que espero logo alcançar.

abraços
Guto
Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Victor Gabriel em 01 de Agosto de 2011, 23:10
Pois é amigos, é como citei ali em cima:
Citar
Um novo ensinamento, a revelação de uma “verdade nova” depende das exigência doutrinária de:

a) Concordância universal de manifestações a respeito;

b) Concordância da questão com os princípios básicos da Doutrina:

c) Concordância com os princípios culturais do estágio de conhecimento atingido pelo nosso mundo;

d) Concordância com os princípios racionais, lógicos e logísticos do nosso tempo.

Fora desse quadro de concordâncias necessárias, que constituem o “consenso Universal”, nada pode ser aceito como válido.
Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Mourarego em 02 de Agosto de 2011, 15:10
Na Revista Espírita amigo Augusto, você encontra o que lhe interessa.
Notadamente nas edições primeiras, que datam de 1858 a 1862.
Como estas também estão no rol das obras básicas formam doutrina pura.
Abraços,
Moura

Olá Moura!

Esse assunto muito me interessa. Em específico, a informações sobre os 25 anos (resumindo) me chamou a atenção e gostaria de saber em que obra ela se encontra. Já sei que na introdução do ESE há um item sobre o CUEE, mas imagino que deva haver muito mais a respeito das Revistas Espíritas, um objetivo de leitura que espero logo alcançar.

abraços
Guto
Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Mourarego em 02 de Agosto de 2011, 15:12
Faltou apenas o item de maior valência sobre todos os que você enumerou, mano Victor, Gabriel:
A ordem de Deus para que fosse dado esse novo ensinamento.
Abraços,
Moura

Pois é amigos, é como citei ali em cima:
Citar
Um novo ensinamento, a revelação de uma “verdade nova” depende das exigência doutrinária de:

a) Concordância universal de manifestações a respeito;

b) Concordância da questão com os princípios básicos da Doutrina:

c) Concordância com os princípios culturais do estágio de conhecimento atingido pelo nosso mundo;

d) Concordância com os princípios racionais, lógicos e logísticos do nosso tempo.

Fora desse quadro de concordâncias necessárias, que constituem o “consenso Universal”, nada pode ser aceito como válido.
Título: Re: Herculano Pires
Enviado por: Victor Gabriel em 04 de Agosto de 2011, 18:18
Opa, faltou mesmo, agora que notei com seu comentário. Foi mal.