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CODIFICAÇÃO => O Livro dos Médiuns => Tópico iniciado por: GersonTavares em 13 de Fevereiro de 2014, 18:03

Título: Pode a influência de um desencarnado servir de expiação?
Enviado por: GersonTavares em 13 de Fevereiro de 2014, 18:03
Boa tarde a todos!

Há alguns dias estou me fazendo o seguinte questionamento: "será capaz de a influência de algum espírito desencarnado servir de expiação para um encarnado?"

Vemos diariamente casos de obsessões (lembrando que nem todos os problemas de um encarnado provém de um desencarnado, como muitos creem no próprio movimento espírita) e sabemos que um encarnado só se deixa influenciar baixando seu padrão vibratório.

Pois bem, minha dúvida é a seguinte: podemos encarar como uma prova que o encarnado tenha que passar para aprender, ou é, unicamente, sua culpa de estar passando por aquilo?

Por exemplo: uma pessoa tem o vício do sexo, drogas, ou, até mesmo, automutilação. Eu sou médium e percebo que há entidades vampirizando ou influenciando o encarnado. Eu, como médium, posso "sugar" (por uma falta de palavra melhor) o espírito para perto de mim, fazendo com que ele saia de perto da pessoa, ou estaria eu esbarrando em seu livre arbítrio, apenas cabendo a mim fazer oração e esperar que ela própria se desligue do mesmo?
Título: Re: Pode a influência de um espírito desencarnado servir de expiação?
Enviado por: Kazaoka em 13 de Fevereiro de 2014, 21:30

Vemos diariamente casos de obsessões (lembrando que nem todos os problemas de um encarnado provém de um desencarnado, como muitos creem no próprio movimento espírita) e sabemos que um encarnado só se deixa influenciar baixando seu padrão vibratório.

Esse "só se deixar influenciar baixando seu padrão vibratório" é questionável. Nosso padrão vibratório de Espíritos em provas é naturalmente baixo. Estamos permanentemente suscetível de sermos influenciados espiritualmente, tanto por desencarnados como, também, pelos encarnados. O nosso desafio moral não é não deixar nossas vibrações baixarem, mas sim tentarmos elevá-las para além de onde estamos habituados a mantê-las.


[...] uma pessoa tem o vício do sexo, drogas, ou, até mesmo, automutilação. Eu sou médium e percebo que há entidades vampirizando ou influenciando o encarnado. Eu, como médium, posso "sugar" (por uma falta de palavra melhor) o espírito para perto de mim, fazendo com que ele saia de perto da pessoa, ou estaria eu esbarrando em seu livre arbítrio, apenas cabendo a mim fazer oração e esperar que ela própria se desligue do mesmo?


Numa relação obsessiva o que deve ser tratado são os laços que estabelecem estas uniões infelizes. Não tratamos obsessões expulsando obsessores e nem "blindando" o suposto obsediado, isso não passa de crendice e os Espíritos não levam a sério estes procedimentos.
Em tais situações deve-se diagramar o quadro e procurar determinar a imperfeição moral dos Espíritos envolvidos e que possibilitou que a relação obsessiva viesse a estabelecer. Invariavelmente as raízes são as paixões inferiores; orgulho, vaidade, egoismo, etc.. E, uma vez identificada a origem, ai sim, partimos para o verdadeiro trabalho de desobesessão, que é um trabalho de esclarecimento e apresentação de uma nova perspectiva da vida através da reavaliação de conceitos que não estão trazendo felicidade para nem um dos envolvidos.

A influenciação espiritual está sempre presente, seja ela positiva, quando pensamos e agimos com retidão moral, ou negativa, quando somos arrastados moralmente pelas más inclinações que ainda não dominamos.
Título: Re: Pode a influência de um espírito desencarnado servir de expiação?
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 13 de Fevereiro de 2014, 22:20
Pode a influência de um espírito desencarnado servir de expiação?

Bom!
sendo de um espírito o seria desencarnado

Se a influencia serviria de expiação ?
Creio que sim

Mas antes devemos classificar as influências,
Pois há muitas maneiras de se classificar estas influências
e o que elas representam e o que causam

Sei que pode-se dizer muito
mas por hora

coloco assim
Título: Re: Pode a influência de um desencarnado servir de expiação?
Enviado por: Kazaoka em 13 de Fevereiro de 2014, 22:34
Tudo que acontece conosco nessa existência terrena, ou é uma prova ou uma expiação, inclusive eventuais influências perniciosas de desencarnados.
Título: Re: Pode a influência de um desencarnado servir de expiação?
Enviado por: Edmar Ferreira Jr em 13 de Fevereiro de 2014, 22:46
(…)
Há alguns dias estou me fazendo o seguinte questionamento: "será capaz de a influência de algum espírito desencarnado servir de expiação para um encarnado?"

Essa influência não é mais do que um instrumento para experimentar a fé do homem e sua constância no bem (LE, 466). É importante, contudo, compreender que o Espírito que exerce a influência não recebe a missão de ser esse instrumento (LE, 470)

Pois bem, minha dúvida é a seguinte: podemos encarar como uma prova que o encarnado tenha que passar para aprender, ou é, unicamente, sua culpa de estar passando por aquilo?

Por exemplo: uma pessoa tem o vício do sexo, drogas, ou, até mesmo, automutilação. Eu sou médium e percebo que há entidades vampirizando ou influenciando o encarnado. Eu, como médium, posso "sugar" (por uma falta de palavra melhor) o espírito para perto de mim, fazendo com que ele saia de perto da pessoa, ou estaria eu esbarrando em seu livre arbítrio, apenas cabendo a mim fazer oração e esperar que ela própria se desligue do mesmo?

Ninguém está destinado ao mal, nem a fazê-lo (LE, 470) nem a sofrê-lo (LE, 120). Aquele que sofre a influência e o assédio do mal, o sofre como decorrência de suas ações, ou seja, de seu livre-arbítrio.

É o Espírito quem decide se quer ou não sair de perto da pessoa, você não tem o poder de afastá-lo, a não ser oferecendo a ele algo que o interesse ainda mais. Os Espíritos são atraídos por afinidade e repelidos pela fata dela. Ajude a aquele que sofre a se elevar que os maus Espíritos não terão mais lugar próximo a ele.

Abraço,

 
Título: Re: Pode a influência de um desencarnado servir de expiação?
Enviado por: GersonTavares em 19 de Fevereiro de 2014, 00:00
Obrigado pela resposta de todos!

Acho que me foi esclarecido. Assim como estamos em um mundo de provas e expiações, cada ação que "caia" sobre nós, é, por assim dizer, uma prova que o espírito tem que passar; seja por estar no seu planejamento espiritual, seja porque Deus assim o quer, e, também, seja pela consequência de seus atos.

Um abraço!
Título: Re: Pode a influência de um desencarnado servir de expiação?
Enviado por: Brenno Stoklos em 20 de Fevereiro de 2014, 03:52


464. Como distinguirmos se um pensamento sugerido procede de um bom Espírito ou de um Espírito mau?

“Estudai o caso. Os bons Espíritos só para o bem aconselham. Compete-vos discernir".

465. Com que fim os Espíritos imperfeitos nos induzem ao mal?

“Para que sofrais como eles sofrem.”

a) - E isso lhes diminui os sofrimentos?

“Não; mas fazem-no por inveja, por não poderem suportar que haja seres felizes.”

b) - De que natureza é o sofrimento que procuram infligir aos outros?

“Os que resultam de ser de ordem inferior a criatura e de estar afastada de Deus.”

466. Por que permite Deus que Espíritos nos excitem ao mal?

“Os Espíritos imperfeitos são instrumentos próprios a por em prova a fé e a constância dos homens na prática do bem. Como Espírito que és, tens que progredir na ciência do infinito. Daí o passares pelas provas do mal, para chegares ao bem. A nossa missão consiste em te colocarmos no bom caminho. Desde que sobre ti atuam influências más, é que as atrais, desejando o mal; porquanto os Espíritos inferiores correm a te auxiliar no mal, logo que desejes praticá-lo. Só quando queiras o mal, podem eles ajudar-te para a prática do mal. Se fores propenso ao assassínio, terás em torno de ti uma nuvem de Espíritos a te alimentarem no íntimo esse pendor. Mas outros também te cercarão, esforçando-se por te influenciarem para o bem, o que restabelece o equilíbrio da balança e te deixa senhor dos teus atos.”
É assim que Deus confia à nossa consciência a escolha do caminho que devamos seguir e a liberdade de ceder a uma ou outra das influências contrárias que se exercem sobre nós.

467. Pode o homem eximir-se da influência dos Espíritos que procuram arrastá-lo ao mal?

“Pode, visto que tais Espíritos só se apegam aos que, pelos seus desejos, os chamam, ou aos que, pelos seus pensamentos, os atraem.”

468. Renunciam às suas tentativas os Espíritos cuja influência a vontade do homem repele?

“Que querias que fizessem? Quando nada conseguem, abandonam o campo. Entretanto, ficam à espreita de um momento propício, como o gato que tocaia o rato.”

469. Por que meio podemos neutralizar a influência dos maus Espíritos?

“Praticando o bem e pondo em Deus toda a vossa confiança, repelireis a influência dos Espíritos inferiores e aniquilareis o império que desejam ter sobre vós. Guardai-vos de atender às sugestões dos Espíritos que vos suscitam maus pensamentos, que sopram a discórdia entre vós outros e que vos insuflam as paixões más. Desconfiai especialmente dos que vos exaltam o orgulho, pois que esses vos assaltam pelo lado fraco. Essa a razão por que Jesus, na oração dominical, vos ensinou a dizer: “Senhor! Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.”

470. Os Espíritos, que ao mal procuram induzir-nos e que põem assim em prova a nossa firmeza no bem, procedem desse modo cumprindo missão? E, se assim é, cabe-lhes alguma responsabilidade?

“A nenhum Espírito é dada a missão de praticar o mal. Aquele que o faz fá-lo por conta própria, sujeitando-se, portanto, às conseqüências. Pode Deus permitir-lhe que assim proceda, para vos experimentar; nunca, porém, lhe determina tal procedimento. Compete- vos, pois repeti-lo".

                                                     O Livro dos Espíritos


Título: Re: Pode a influência de um desencarnado servir de expiação?
Enviado por: Wilsonmoreno em 28 de Fevereiro de 2014, 00:45
6) Vejamos mais uma Observação do Mestre Kardec.

Mas nós somos, nós mesmos, Espíritos imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e nos melhorarmos. A causa do mal está em nós próprios, e os maus Espíritos apenas se aproveitam de nossas tendências viciosas, nas quais nos entretêm, para nos tentarem.
           
Cada imperfeição é uma porta aberta às suas influências, enquanto eles são impotentes e renunciam a qualquer tentativa contra os seres perfeitos. Tudo o que possamos fazer para afastá-los será inútil, se não lhes opusermos uma vontade inquebrantável na prática do bem, com absoluta renúncia ao mal. É, pois, contra nós mesmos que devemos dirigir os nossos esforços, e então os maus Espíritos se afastarão naturalmente, porque o mal é o que os atrai, enquanto o bem os repele. (Ver adiante: Preces pelos obsedados)

Não existe para ninguém a fatalidade do mal, que só parece irresistível para aqueles que nele se comprazem. Se tivermos vontade de fazê-lo, também poderemos ter a de fazer o bem. E é por isso, ó Senhor, que solicitamos a vossa assistência e a dos Bons Espíritos, para resistirmos à tentação.

Vou realçar essa observação do Mestre Kardec.
Não existe para ninguém a fatalidade do mal.

Não existe a fatalidade do mal ou para o mal, a obsessão sendo um mal ela não é uma fatalidade, ela é obra das nossas imperfeições morais, o mau uso do livre arbítrio.

7) O Mundo Invisível.

O mundo invisível também conhecido como o mundo espiritual ou plano astral é o mundo habitado pelos espíritos desencarnados, esse mundo é invisível aos olhos físicos mais ele existe ele é real muito real.
Esse plano espiritual ou extra físico exerce uma influencia muito grande sobre as pessoas, tudo nesse plano é regulado pela Lei das atrações psíquicas ou sintonia vibratória.
Os iguais se atraem e os diferentes se repelem.
As pessoas que cultivam maus pensamentos e sentimentos impuros de ódio, raiva, ciúmes, inveja, falsidade, racismo, desonestidade, desejos de vingança, são arrogantes e maliciosos, estão sempre em sintonia com espíritos desencarnados que pensam e sentem a mesma coisa, os semelhantes atraindo os semelhantes, essa é a Lei das atrações psíquicas.
As pessoas boas, corretas, honestas, cordiais, educadas, trabalhadoras, caridosas, solidarias, que procuram ajudar os necessitados, procuram ajudar os animais, procuram cultivar pensamentos elevados e puros e a prece sincera, essas pessoas estão atraindo pela sintonia vibratória dos pensamentos os Espiritos de Luz, os Espiritos Superiores.
Tudo depende somente dos nossos pensamentos e da nossa Conduta Moral.
Como disse o Mestre Jesus, o ser conforme pensar assim será.
Nós somos o que pensamos.

Os maus espíritos não conseguem entrar em sintonia vibratória com as pessoas que estão vibrando bons pensamentos e bons sentimentos, a melhor defesa psíquica contra os maus espíritos esta exatamente em nossa melhoria moral e mental.
Não adianta usar velas, imagens de santos, amuletos, talismã, roupas brancas, terços, palavras sacramentais, sinais cabalísticos, exorcismos, nada disso funciona, é nos pensamentos puros, nobres, elevados, e na pratica sincera do Bem, do amor e das virtudes que esta a proteção contra os maus espíritos.

Espero ter ajudado em alguma coisa, esse é um resumo dos meus estudos espiritistas.

Wilson Moreno na busca da Verdade.


Título: Re: Pode a influência de um desencarnado servir de expiação?
Enviado por: Brenno Stoklos em 28 de Fevereiro de 2014, 02:34

As pessoas que cultivam maus pensamentos e sentimentos impuros de ódio, raiva, ciúmes, inveja, falsidade, racismo, desonestidade, desejos de vingança, são arrogantes e maliciosos,



E, principalmente, aquelas que atentam contra a liberdade de pensamento, faltando com a Caridade!


“Toda crença é respeitável, quando sincera e conducente à prática do bem".

839. Será repreensível aquele que escandalize com a sua crença um outro que não pensa como ele?

“Isso é faltar com a caridade e atentar contra a liberdade de pensamento".

                                                         O Livro dos Espíritos


Título: Re: Pode a influência de um desencarnado servir de expiação?
Enviado por: Wilsonmoreno em 28 de Fevereiro de 2014, 10:56
Questões sobre a Obsessão.

1) Nenhum espírito se reencarna no mundo terra, predestinado a ser fraco, derrotado, viciado, malandro, picareta, corrupto ou obsedado.
Não existe predestinação para o mal, para os vícios e nem para a Obsessão.
Quando uma pessoa fica obsedada isso tem sua causa nas suas imperfeições morais e não é fatalidade cega do Destino.
Quando cultivamos maus pensamentos, vícios, maus desejos e temos atitudes negativas, estamos entrando em sintonia vibratória com espíritos desencarnados que pensam e sentem a mesma coisa, ou seja, atraímos espíritos inferiores, perturbados e obsessores do plano astral.
O mal atraindo o mal, o vicio atraindo o vicio, a ignorância atraindo a ignorância.
Tudo é afinidade, atração e sintonia no mundo espiritual, pelo pensamento atraímos bons ou maus espíritos.
Tudo reside em nossos Pensamentos.
Como disse Jesus, o ser conforme pensar assim será.
Nós somos o que pensamos e atraímos o bem e o mal pelos pensamentos.
Uma pessoa de pensamentos elevados, positivos e nobres e de conduta moral reta no Bem, na caridade e nas virtudes, fica imune as influencias nocivas dos espíritos obsessores.
Os pensamentos elevados, puros e firmes no Bem repele facilmente os maus espíritos.
O Bem é mais forte que o mal.

2) Vejamos uma observação muito importante de um grande espiritualista o senhor Antonio Cottas.
O absurdo de ser a obsessão uma dívida a pagar, havendo para cada dívida um cobrador, e que a obsessão é uma provação que se deve aceitar com resignação.

Quanta asneira! Quanta sandice! Como pode um obsedado resgatar dívidas se, ao contrário, as acumula, por ter chegado à obsessão fazendo mau uso do livre-arbítrio, infringindo, desse modo, as leis naturais, alimentando ainda fraquezas e vícios?

São justamente os materialistas, que não consideram os deveres da vida espiritual e vegetam, submersos, nas ilusões da matéria, os candidatos à obsessão.

Submetem-se à falsidade da provação, uma grande impostura dos mistificadores, ao invés de promoverem a sua evolução espiritual, depurando-se, aprimorando-se conscientemente, lutando contra os seus vícios, contra as suas mazelas, contra as suas imperfeições, para subjugá-los, vencê-los e passar a viver com honradez, certos de que para isso encarnaram.
Centenas de milhares de seres viciados, mentirosos, valentes fisicamente ou pusilânimes,
intrujões, gozadores, alcoólatras, preguiçosos, que infringem as leis naturais que regem o
Universo, ficam perturbados na atmosfera da Terra ao desencarnarem, devido à forte sujeira astral aí existente, pois se unem a grupos de espíritos nas mesmas condições, sujeitos à lei de atração e afinidades.

O senhor por acaso acredita que os homens que praticam toda sorte de patifarias na Terra ascendem limpos aos seus mundos espirituais ao fecharem os olhos do pútrido invólucro material?
Não são os obsessores que impedem o caminhar de quem quer que seja na conquista da
espiritualidade.

É o próprio indivíduo, quando procede mal.
Quem trilha o caminho honrado da virtude, do dever, mantém sempre os obsessores a grande distância, que só podem influenciar, e efetivamente influenciam, pessoas afins, portanto, que pensam mal.


Vamos concluir disso tudo, que a Obsessão tem sua causa básica nas nossas imperfeições morais, no mal uso do livre arbítrio.
Se eu uso meu livre arbítrio de forma correta, praticando boas ações, praticando o bem , a caridade e as Virtudes, eu fico imune as obsessões.
O Bem repele o mal, essa é a Lei de sintonia.
Quem alimenta fraquezas, vícios, maus pensamentos e maus sentimentos, vai atrair pela sintonia, espíritos inferiores e obsessores.

Vejamos uma observação do Livro dos Espíritos.
  475. Pode uma pessoa por si mesma afastar os maus Espíritos e se libertar do seu domínio?
—                Sempre se pode sacudir um jugo, quando se tem uma vontade firme.

Uma pessoa pode por si mesma afastar os maus espíritos e se libertar do seu domínio, quando se tem uma VONTADE FIRME.

Essa é a questão básica ter uma Vontade Firme na pratica do bem e das virtudes.

Título: Re: Pode a influência de um desencarnado servir de expiação?
Enviado por: Wilsonmoreno em 28 de Fevereiro de 2014, 11:01
3) Vejamos uma Observação Doutrinaria do Mestre Kardec sobre essa questão.

As imperfeições morais dão acesso aos Espíritos obsessores, e de que o meio mais seguro de livrar-se deles é atrair os bons pela prática do bem.
Os Espíritos bons são naturalmente mais poderosos que os maus e basta a sua vontade para os afastar, mas assistem apenas aqueles que os ajudam, por meio dos esforços que fazem para melhorarem.
Do contrário se afastam e deixam o campo livre para os maus Espíritos, que se transformam assim em instrumentos de punição, pois os bons os deixam agir com esse fim.

O melhor meio de expulsar os maus Espíritos é atrair os bons. Portanto, atrai os bons Espíritos, fazendo o maior bem possível, que os maus fugirão, pois o bem e o mal são incompatíveis.
Sede sempre bons e só tereis bons Espíritos ao vosso lado.

Como disse o Mestre Kardec.
O BEM E O MAL SÃO INCOMPATÍVEIS.
O MELHOR MEIO DE EXPULSAR OS MAUS ESPÍRITOS É ATRAIR OS BONS. PORTANTO, ATRAI OS BONS ESPÍRITOS, FAZENDO O MAIOR BEM POSSÍVEL, QUE OS MAUS FUGIRÃO, POIS O BEM E O MAL SÃO INCOMPATÍVEIS.
SEDE SEMPRE BONS E SÓ TEREIS BONS ESPÍRITOS AO VOSSO LADO.


4) Vejamos outra Observação do senhor Antonio Cottas.

Os males do espírito não se curam com drogas. Curam-se com o esclarecimento do que somos como Força e Matéria (espírito e corpo), com o conhecimento das leis comuns, naturais e imutáveis que regem o Universo, com a certeza de que o pensamento é emanação do espírito,uma força saturada de poder, causa de todo o bem e de todo o mal.
Alimentando fraquezas e vícios, o ser humano religa-se às correntes fluídicas do mal, que se cruzam em todas as direções, atraindo obsessores que passam a intuir-lhe fraquezas, cismas e manias, e a satisfazer, por sua vez, os vícios que alimenta, encostando-se invisivelmente aos encarnados e recebendo as suas vibrações.
Para libertar-se da obsessão, basta o obsedado abandonar os vícios, passar a emitir pensamentos honrados, valorosos e dignos, submetendo todos os seus atos a uma severa disciplina e varrendo da mente tudo que for enfermiço.

A primeira coisa a fazer, é, pois, firmar-se na convicção de que nada tem de mal, e de que a ignorância sobre a vida fora da matéria o levou a pensar mal, o conduziu ao lamentável estado do qual, por si mesmo, se pode libertar.

A segunda, não pensar em doenças, não falar em macumbas, e muito menos da vida de quem quer que seja.
Com essa conduta, afasta toda a possibilidade de atração do astral inferior, e facilita a aproximação do Astral Superior, que passa a envolvê-lo em sua Luz e fluidos benéficos. A última, ter o seu tempo completamente ocupado com coisas úteis e honestas, compreendendo que o trabalho para as pessoas esclarecidas pelo Racionalismo Cristão representa um prêmio, por ser através dele que o espírito evolui, porque para evoluir ele está neste alambique depurador, a Terra, ao qual veio por milhares e milhares de encarnações


5) Obsessão não é provação.
Obsessão é fraqueza moral que permitiu a aproximação dos maus espíritos.
E nenhum espírito se reencarna no plano terreno predestinado a ser fraco, derrotado, viciado, malandro, corrupto e obsedado.
Não existe predestinação para o mal, vícios e obsessões.
A cura da Obsessão é um processo de auto cura, que esta na nossa reforma moral e mental.
Na obra O Livro dos Espiritos encontramos uma observação muito importante, vejamos.
484. Os Espíritos se afeiçoam de preferência a certas pessoas?
       — Os bons Espíritos simpatizam com os homens de bem, ou suscetíveis  de se melhorar; os Espíritos inferiores, com os homens viciosos ou que podem viciar-se: daí o seu apego, resultante da semelhança de sensações.

Essa é a questão básica, atraímos espíritos elevados ou espíritos inferiores e obsessores, conforme nossa forma de pensar, sentir e agir.
A semelhança de sensações.
       — Os bons Espíritos simpatizam com os homens de bem, ou suscetíveis  de se melhorar; os Espíritos inferiores, com os homens viciosos ou que podem viciar-se.

É pelo mal uso do Livre arbítrio que se forma as Obsessões.

Título: Re: Pode a influência de um desencarnado servir de expiação?
Enviado por: Brenno Stoklos em 28 de Fevereiro de 2014, 22:01
Questões.........
.......................virtudes.

Vejamos..........
............Obsessões.


464. Como distinguirmos se um pensamento sugerido procede de um bom Espírito ou de um Espírito mau?

“Estudai o caso. Os bons Espíritos só para o bem aconselham. Compete-vos discernir.”

465. Com que fim os Espíritos imperfeitos nos induzem ao mal?

“Para que sofrais como eles sofrem.”

a) - E isso lhes diminui os sofrimentos?

“Não; mas fazem-no por inveja, por não poderem suportar que haja seres felizes.”

b) - De que natureza é o sofrimento que procuram infligir aos outros?

“Os que resultam de ser de ordem inferior a criatura e de estar afastada de Deus.”

466. Por que permite Deus que Espíritos nos excitem ao mal?

Os Espíritos imperfeitos são instrumentos próprios a por em prova a fé e a constância dos homens na prática do bem. Como Espírito que és, tens que progredir na ciência do infinito. Daí o passares pelas provas do mal, para chegares ao bem. A nossa missão consiste em te colocarmos no bom caminho. Desde que sobre ti atuam influências más, é que as atrais, desejando o mal; porquanto os Espíritos inferiores correm a te auxiliar no mal, logo que desejes praticá-lo. Só quando queiras o mal, podem eles ajudar-te para a prática do mal. Se fores propenso ao assassínio, terás em torno de ti uma nuvem de Espíritos a te alimentarem no íntimo esse pendor. Mas outros também te cercarão, esforçando-se por te influenciarem para o bem, o que restabelece o equilíbrio da balança e te deixa senhor dos teus atos.”

É assim que Deus confia à nossa consciência a escolha do caminho que devamos seguir e a liberdade de ceder a uma ou outra das influências contrárias que se exercem sobre nós.

467. Pode o homem eximir-se da influência dos Espíritos que procuram arrastá-lo ao mal?

“Pode, visto que tais Espíritos só se apegam aos que, pelos seus desejos, os chamam, ou aos que, pelos seus pensamentos, os atraem.”

468. Renunciam às suas tentativas os Espíritos cuja influência a vontade do homem repele?

“Que querias que fizessem? Quando nada conseguem, abandonam o campo. Entretanto, ficam à espreita de um momento propício, como o gato que tocaia o rato.”

469. Por que meio podemos neutralizar a influência dos maus Espíritos?

Praticando o bem e pondo em Deus toda a vossa confiança, repelireis a influência dos Espíritos inferiores e aniquilareis o império que desejam ter sobre vós. Guardai-vos de atender às sugestões dos Espíritos que vos suscitam maus pensamentos, que sopram a discórdia entre vós outros e que vos insuflam as paixões más. Desconfiai especialmente dos que vos exaltam o orgulho, pois que esses vos assaltam pelo lado fraco. Essa a razão por que Jesus, na oração dominical, vos ensinou a dizer: “Senhor! Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.”

470. Os Espíritos, que ao mal procuram induzir-nos e que põem assim em prova a nossa firmeza no bem, procedem desse modo cumprindo missão? E, se assim é, cabe-lhes alguma responsabilidade?

“A nenhum Espírito é dada a missão de praticar o mal. Aquele que o faz fá-lo por conta própria, sujeitando-se, portanto, às conseqüências. Pode Deus permitir-lhe que assim proceda, para vos experimentar; nunca, porém, lhe determina tal procedimento. Compete-vos, pois repeli-lo".

                                                             O Livro dos Espíritos