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CODIFICAÇÃO => O Livro dos Médiuns => Tópico iniciado por: dOM JORGE em 01 de Setembro de 2011, 11:43

Título: Médiuns
Enviado por: dOM JORGE em 01 de Setembro de 2011, 11:43
                                         VIVA JESUS!


        Bom-dia! queridos irmãos.

                Médiuns

A existência da mediunidade tem nobre finalidade; eis por que nos compete o dever de educá-la e direcioná-la
para o bem
 


Vivemos o expressivo ano dos 150 anos de O Livro dos Médiuns, a incomparável obra que é considerada o maior tratado sobre a mediunidade já publicado no planeta. A mediunidade, como se sabe, é faculdade humana. Não é invenção do Espiritismo, nem tampouco de seu uso exclusivo, como igualmente não é privilégio de ninguém, de qualquer grupo, religião, raça, sexo ou condição social, uma vez que, sendo de origem orgânica, apresenta-se em todas as classes sociais, independente da cultura, crença, nacionalidade e mesmo em diferentes idades e, claro, em variados estágios de percepção.

Essa variação nos estágios de percepção e atuação dos médiuns é característica própria na citada faculdade, propiciando resultados diferentes em razão das bagagens, experiências vivenciadas, moralidade, ambiente onde atuam e, claro, conhecimento sobre o assunto. Referido conhecimento convida à disciplina, ao uso adequado e responsável para que ela cumpra sua função de ponte entre o mundo dos encarnados e o plano da pátria verdadeira, o mundo dos Espíritos.

É aí que surge, pois, O Livro dos Médiuns, obra magistral de Allan Kardec, cujo texto integral e conteúdo dos capítulos norteiam no sentido do bom uso da faculdade para atender à sua finalidade.

É natural, portanto, o júbilo nesses 150 anos da obra e a importância do estímulo para seu estudo e divulgação. Os capítulos, questões, temas, reflexões e a orientação clara oferecida pela obra não podem ser desconsiderados diante do estudo que o tema requer, por si só inesgotável.

Seria o caso de perguntar: o que pensamos sobre médiuns? Encaramos seus portadores como adivinhos, reveladores, pessoas a quem podemos recorrer a qualquer hora para fazer perguntas, resolver problemas do cotidiano? Seriam eles aqueles que detêm respostas? Seriam, ainda melhor, os solucionadores de nossas angústias?

Não, nada disso!

A faculdade mediúnica é variável e depende naturalmente do estágio em que se situa o médium

Os médiuns são homens e mulheres comuns que, devido a uma faculdade orgânica e mental, são instrumentos de comunicação com o Mundo Espiritual, morada dos seres extracorpóreos ou Mundo dos Espíritos. Essa faculdade é conhecida pelo nome de mediunidade. Ela só existe quando há a permuta de experiências ou uso do intercâmbio entre os Espíritos e os chamados médiuns. Pode ser acionada pelos Espíritos ou por iniciativa dos médiuns que os buscam.

Como já se sabe, Espíritos são igualmente homens e mulheres habitantes da Pátria Espiritual, mundo normal primitivo (no sentido de origem) de onde viemos e para onde voltaremos num processo contínuo de aperfeiçoamento intelecto-moral, através das existências sucessivas, até atingirmos um estágio que nos dispensará a necessidade da encarnação em corpos físicos.

Essa faculdade, no entanto, é tão imensamente variável – a depender naturalmente do estágio intelecto-moral em que se situa o médium – que inevitavelmente produzirá uma imensa variedade de fenômenos que conhecemos com o nome de fenômenos mediúnicos.

Alguns a trazem espontânea – podendo manifestar-se desde a infância ou mais adiante –, outros a educam devidamente na madureza e muitos a detêm de maneira intuitiva, consciente ou inconscientemente.

Recomenda-se, para conhecimento dessa variedade com que se apresenta, o estudo dos capítulos XIV, XV e XVI de O Livro dos Médiuns, em sua segunda parte, em que o Codificador Allan Kardec aborda a questão dos médiuns mecânicos, semimecânicos, intuitivos, inspirados ou involuntários, além de um Quadro sinótico das diferentes variedades de médiuns, trazendo ainda abordagens sobre médiuns audientes, videntes, entre outros.

O que se encontra, todavia, no estudo dos fundamentos do Espiritismo é que não há nada de extraordinário ou misterioso na faculdade mediúnica. Ela é inerente ao ser humano, pois que também somos Espíritos (com a diferença de estarmos encarnados). Estamos muito ligados uns aos outros e o que varia é apenas o grau de intensidade da citada faculdade humana. 

Os médiuns são instrumentos da faculdade humana de comunicação com os Espíritos

No opúsculo Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas (IDE, 2ª edição, 1988, página 24, tradução de Salvador Gentile), Allan Kardec faz importante consideração que deverá nortear nosso raciocínio no entendimento da velha questão. Está no item 33: O médium não possui senão a faculdade de se comunicar; a comunicação efetiva depende da vontade dos Espíritos. Se os Espíritos não querem se manifestar, o médium nada obtém; é como um instrumento sem músico.

Note o leitor que essa frase curta responde à pergunta-título do capítulo, numa simplicidade admirável. Os médiuns são pessoas que possuem a faculdade de se comunicar com os Espíritos. Essa faculdade é fruto do estágio em que se encontra o médium e resultado de suas experiências acumuladas. A comunicação, ou o fenômeno mediúnico, depende, porém, da vontade do Espírito, que pode acioná-lo em sua faculdade, ou responder a uma iniciativa do médium. Contudo, diante da ausência de iniciativa dos Espíritos ou de respostas a um estímulo originário do médium, nada se obtém.

Os médiuns são, pois, instrumentos da faculdade humana de comunicação com os Espíritos. Sabendo disso, não há razão para posturas chamadas de sobrenaturais, endeusamentos ou dependência.

Situados, pois, nessa compreensão, outros desdobramentos e perspectivas surgem para nossa reflexão e que também podem ser encontradas na magistral obra. Qual a finalidade da mediunidade? Qual a razão de sua existência? Como pode apresentar-se tão variada? Como administrar tão variados graus de percepção, educar seu uso e usá-la para o próprio bem e o da coletividade? Tudo isso pode ser respondido através do estudo e da reflexão.

Tais questionamentos desdobram-se numa infinidade de outros subtemas, todos muito atuais e pertinentes, como por exemplo: mediunidade na infância, sintonia, concentração, grupos mediúnicos, interrupções na atividade, prece, diretrizes morais, método nas tarefas, curas, fraudes, mistificações, aptidões, análise das comunicações, entre outros... É um mundo inesgotável de cogitações, debates e estudos.

Os livros de Yvonne A. Pereira, ricos em conteúdo doutrinário, merecem ser conhecidos e divulgados

          Orson Peter Carrara                           ( continua )



                                                         PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: Médiuns
Enviado por: dOM JORGE em 01 de Setembro de 2011, 11:48
                                         VIVA JESUS!


          Bom-dia! queridos irmãos.


                  Para bem situar tudo isso, será interessante observar o que se encontra em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XXVI. Na transcrição parcial do item 7 do citado capítulo, podemos ler: Os médiuns modernos – porque os apóstolos também tinham mediunidade – igualmente receberam de Deus um dom gratuito: o de serem intérpretes dos Espíritos para a instrução dos homens, para mostrar-lhes o caminho do bem e conduzi-los à fé. (...) Deus quer que a luz alcance a todos (...).

A rápida transcrição traduz todo um programa de entendimento e trabalho, não deixando dúvidas quanto à finalidade e importância da faculdade. Os três itens devem estar permanentemente em nossas cogitações:

a)                 Instrução dos homens;

b)                Mostrar-lhes o caminho do bem;

c)                 Conduzi-los à fé.

Note-se, pois, a abrangência envolvendo trabalho, renovação moral – inclusive do próprio médium – e construção racional da fé, onde se inclui, claro, a caridade em toda a sua extensão.

Tais considerações, saturadas de gratidão ao trabalho do Codificador, levam-nos a lembrar numerosos estudiosos, encarnados e desencarnados, que se debruçaram sobre a citada obra básica – referencial no estudo da mediunidade e que estamos homenageando em 2011 – para estudá-la, ampliá-la para o entendimento popular, desdobrando seus conceitos e estudos. Valiosas obras estão publicadas nesse sentido, vindas de vários autores encarnados e principalmente pela mediunidade de Chico Xavier, Yvonne do Amaral Pereira, Raul Teixeira e Divaldo Franco. Yvonne, para nos referir a apenas um dos médiuns citados, traduz especial significação no estudo específico. Seus livros, ricos em conteúdo doutrinário e na experiência pessoal da médium, merecem ser conhecidos e divulgados amplamente entre os médiuns.

 “O primeiro inimigo do médium – ensina Emmanuel – reside dentro dele mesmo.”

Igualmente a escritora Lucy Dias Ramos, de Juiz de Fora-MG, conhecida articulista da revista Reformador, da Federação Espírita Brasileira, e autora de outros livros, apresenta agora valiosa obra: A mediunidade e nós, publicada pela Editora Solidum. São depoimentos de sua experiência pessoal como médium – desde as primeiras percepções na infância até as décadas de atuação espírita no mesmo grupo –, em primorosa obra que tivemos a satisfação de prefaciar. Entusiasmamo-nos com o conteúdo da obra, seja pelas experiências, seja pelo referencial doutrinário apresentado. O texto de Lucy é norteador para médiuns veteranos e novatos e significa valiosa homenagem aos 150 anos de O Livro dos Médiuns, como aqui também comentado.

No exato instante que grafamos as presentes linhas a obra ainda se encontra no prelo e agora que o leitor está de posse da presente edição desta revista, a citada obra deve estar muito próxima de sua disponibilidade para o público, se ela já não estiver. Contatos com a editora podem ser feitos pelo 0800 770 2200 ou pelo site www.solidumeditora.com.br (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy5zb2xpZHVtZWRpdG9yYS5jb20uYnI=)

O fato final é que a obra é preciosa. Quase no final da obra, a autora teve a felicidade de construir notável descrição sobre o significado do atendimento nas reuniões mediúnicas no socorro aos Espíritos em dificuldades. Que imagem perfeita construiu a autora!

Em face disso, vale relembrar aqui o que nos disse o sábio Espírito Emmanuel no livro O Consolador, edição FEB, questão 410: “O primeiro inimigo do médium reside dentro dele mesmo. Frequentemente é o personalismo, é a ambição, a ignorância ou a rebeldia no voluntário desconhecimento dos seus deveres à luz do Evangelho, fatores de inferioridade moral, que não raro o conduzem à invigilância (...). O segundo inimigo mais poderoso do apostolado mediúnico não reside no campo das atividades contrárias à expansão da Doutrina, mas no próprio seio das organizações espíritas, constituindo-se daquele que se convenceu quanto aos fenômenos, sem se converter ao Evangelho pelo coração.”

Estudemos, pois, a mediunidade. Sua existência tem nobre finalidade. Cabe-nos o dever de educá-la e direcioná-la para o bem.

Nossa gratidão, pois, a Allan Kardec. Nosso louvor ao O Livro dos Médiuns!   

 

Orson Peter Carrara é editor, palestrante e escritor espírita. Possui dez livros publicados. Seu trabalho pode ser conhecido por meio do site: www.orsonpcarrara.com.br (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy5vcnNvbnBjYXJyYXJhLmNvbS5icg==) e do blog orsonpetercarrara.blogspot.com




                                                        PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: Médiuns
Enviado por: dOM JORGE em 22 de Março de 2012, 13:55
                                                                VIVA JESUS!



        Bom-dia! queridos irmãos.


                Os médiuns
e seus poderes


Voltando ao tema mediunidade e seus diferentes tipos, a revista IstoÉ discute por que alguns desenvolvem os dons mediúnicos

Vez por outra a revista IstoÉ, uma das publicações mais importantes de nosso país, abre espaço em suas páginas para o tema mediunidade. Foi o que aconteceu com a publicação da matéria intitulada O poder dos médiuns, assinada pela jornalista Suzane Frutuoso. Neste link - www.istoe.com.br (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy5pc3RvZS5jb20uYnI=) - o leitor poderá inteirar-se da reportagem a que nos referimos.

O que o leitor verá em seguida é uma espécie de resumo do que a matéria apresentou.
 

A primeira informação constante da reportagem diz que o Espiritismo é seguido por 30 milhões de pessoas no mundo e que o Brasil é a maior nação espírita do planeta, envolvendo cerca de 20 milhões entre adeptos e simpatizantes.


A mediunidade, popularizada pelas obras psicografadas por Chico Xavier, ganhou visibilidade nos últimos anos na mesma proporção em que cresceu o movimento espírita. “Mas nada – diz IstoÉ –  se compara ao poder da mídia atual, que permite debater os ensinamentos da religião por meio de livros, programas de tevê e rádio. Os romances com temática espiritualista de Zíbia Gasparetto, por exemplo, são presença constante nas listas de mais vendidos.”


O número de médiuns tem, por conseguinte, aumentado em igual proporção. Segundo a reportagem, os espíritas dizem que todas as pessoas têm algum grau de mediunidade. “Qualquer um seria capaz de emitir pensamentos em forma de ondas eletromagnéticas que chegariam a outros planos. O que torna algumas pessoas especiais, segundo os praticantes, a ponto de se transformarem em canais de comunicação com os mortos, é uma missão – designada antes mesmo de nascerem, determinada por ações em vidas anteriores e que tem na caridade o objetivo final.”


Fenômenos relacionados a pessoas que falavam com mortos e envolvendo objetos que se mexiam são relatados desde o século XVII, tanto na Europa quanto nas Américas, mas hoje cientistas tentam compreender o fenômeno. Algumas linhas de pesquisa mostram que o cérebro dos médiuns é diferente dos demais.

 

São cinco os meios de expressão da mediunidade

 

A frase acima, constante da reportagem de IstoÉ, reporta-se evidentemente aos tipos de mediunidade mais conhecidos, visto que a mediunidade se expressa em muito mais formas e modalidades.


A psicografia, que consagrou Chico Xavier, é, dentre eles, o mais conhecido. Nela, o médium escreve mensagens e histórias que recebe de Espíritos. Estaria sob o controle deles o que as mãos transcrevem. A vidência permite enxergar os mortos que não conseguiram se desvencilhar da Terra ao não aceitarem a morte ou que aparecem para enviar recados a entes queridos. Na psicofonia, o sensitivo é capaz de ouvir e reproduzir o que os Espíritos dizem e pedem. A psicopictografia, ou pintura mediúnica, permite ao médium ser instrumento de artistas desencarnados (termo usado pela doutrina espírita para designar mortos). A mediunidade de cura é responsável pelas chamadas cirurgias espirituais.


As informações acima constam da reportagem de IstoÉ, embora não estejam inteiramente de acordo com o que aprendemos na doutrina espírita.

 



 

Ilustrando as informações, a reportagem refere-se a um caso de vidência ocorrido na infância com Ivanildo Protázio, de São Paulo-SP, hoje um cidadão de 49 anos, funcionário de um hospital na cidade.


Aos cinco anos, Ivanildo pegava no sono com o carinho nos cabelos que uma senhora lhe fazia todas as noites. Tempos depois descobriu que era a avó, morta anos antes. Aos 19 anos, os Espíritos já se materializavam para ele. “Nunca tive medo. Sempre me pareceu natural”, disse ele à reportagem. A mãe, que trabalhava na Federação Espírita, o encaminhou para as aulas em que aprenderia a lidar com o dom e hoje Protázio é expositor em um curso de educação mediúnica. Essa seria uma parte de sua missão. A outra é orientar os Espíritos que lhe pedem auxílio para entender o que aconteceu com eles.

 

As pinturas mediúnicas

 

Outro caso citado na reportagem ocorreu em Indaiatuba, interior de São Paulo. Trata-se das pinturas mediúnicas feitas por Solange Giro, 46 anos. O tempo gasto em cada quadro não passa de nove minutos. As obras são coloridas e harmoniosas. “Nunca fiz aula de artes. Mal conseguia ajudar meus filhos com os desenhos da escola”, disse Solange à reportagem. A assinatura nas telas não leva seu nome, mas de artistas famosos como Monet, Mondrian e Tarsila do Amaral.


No tocante às curas, a revista apresenta o caso do médium Wagner Fiengo, analista fiscal paulistano, 37 anos. O primeiro Espírito a se materializar para ele foi de um primo. Ele tinha dez anos, teve medo e se afastou. Mas, na juventude, um tio, seguidor da doutrina, avisou que era hora de ele se preparar para a missão que lhe fora reservada. Por meio da psicografia, seu guia espiritual, o médico Ângelo, informou que teriam um compromisso: curar pessoas. Ele não foi adiante. Uma pancreatite surgiu sem que os médicos diagnosticassem os motivos. Seu guia explicou que as doenças eram ajustes decorrentes de erros que Fiengo havia cometido em uma vida passada. A missão era a forma de equilibrar a saúde e a alma. Em 2004, iniciou as cirurgias espirituais, cuja finalidade – diz ele - não é substituir o tratamento convencional. “É um auxílio na cura de fatores emocionais e físicos.”


Entre um caso e outro, a reportagem contém também orientações importantes para aqueles que apresentam rudimentos da mediunidade e desejam trabalhar nessa área.


A primeira providência é dedicar-se à educação mediúnica. Os cursos pertinentes a ela levam alguns anos e incluem os ensinamentos que Allan Kardec compilou no Livro dos Espíritos – a obra que deu base ao entendimento da doutrina – e no Livro dos Médiuns – que explica quais são os tipos de mediunidade, como eles se manifestam e os cuidados a serem tomados.


O combate a falhas de comportamento, como vaidade, orgulho e egoísmo, é outra providência essencial destacada na matéria. Segundo o Espiritismo, as imperfeições da personalidade atraem Espíritos com a mesma vibração. “O pensamento é tudo. Aqueles que pensam positivo atrairão o que é semelhante. O mesmo acontece com o pensamento negativo e os vícios. Quem gosta de beber, por exemplo, chama a companhia de Espíritos alcoólatras”, afirma o já citado médium Ivanildo Protázio.

 

O que diz a Ciência sobre a mediunidade

 

Noutro trecho da reportagem de IstoÉ, há referência aos especialistas da área da Ciência que afirmam que a mediunidade é um fenômeno natural, não sobrenatural. A matéria cita então o neurocirurgião Nubor Orlando Facure, diretor do Instituto do Cérebro de Campinas, e seus estudos sobre a manifestação da mediunidade e sua correlação com o cérebro.


Comprovar cientificamente a mediunidade também é objetivo do psiquiatra Sérgio Felipe Oliveira, professor de medicina e espiritualidade da Faculdade de Medicina da USP e membro da Associação Médico-Espírita de São Paulo. Com exames de tomografia, ele analisou a glândula pineal de cerca de mil pessoas. “Os testes mostraram que aqueles com facilidade para manifestar a psicografia e a psicofonia apresentam uma quantidade maior do mineral cristal de apatita na pineal”, afirma Oliveira, que também atende, no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, a casos de pacientes de doenças como dores crônicas e epilepsia que receberam todos os tipos de tratamento, não tiveram melhora e relatam experiências ligadas à mediunidade. “Somamos aos cuidados convencionais, como o remédio e a psicoterapia, a espiritualidade, que vai desde criar o hábito de orar até a meditação. E os resultados têm sido positivos.”


Segundo IstoÉ, a maior parte dos cientistas acredita, porém, que a mediunidade nada mais é do que a manifestação de circuitos cerebrais. Alguns já seriam explicáveis, como os estados de transe. Pesquisas da Universidade de Montreal, no Canadá, e da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, comprovaram que, durante a oração de freiras e monges católicos, a área do cérebro relacionada à orientação corporal é quase toda desativada, o que justificaria a sensação de desligamento do corpo. Os testes usaram imagens de ressonâncias magnéticas e tomografias feitas no momento do transe.


Aos que contestam a mediunidade e tentam explicá-la de forma tão simplista, o psiquiatra Sérgio Felipe Oliveira responde com uma pergunta: “Se uma pessoa está em cirurgia numa sala e consegue descrever em detalhes o que ocorreu em um ambiente do outro lado da parede, é possível ser apenas uma sensação?” Essa é uma questão que nenhuma das frentes de pesquisa se arrisca a responder com exatidão. Da mesma maneira que todos os presentes à sessão de pintura em Indaiatuba saíram atônicos, sem conseguir explicar como alguém que conheceram numa noite foi capaz de decifrar suas angústias mais inconfessáveis.


            Ana Moraes




                                                                                        PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: Médiuns
Enviado por: Hebe M C em 22 de Março de 2012, 15:31
Uma boa explicação de Herculano Pires

Conceito de mediunidade por José Herculano Pires
 O BLOG DOS ESPÍRITAS 

Médium quer dizer medianeiro, intermediário. Mediunidade é a faculdade humana, natural, pela qual se estabelecem as relações entre homens e espíritos.

Não é um poder oculto que se possa desenvolver através de práticas rituais ou pelo poder misterioso de um iniciado ou de um guru. A Mediunidade pertence ao campo da comunicação. Desenvolve-se naturalmente nas pessoas de maior sensibilidade para a captação mental e sensorial de coisas e fatos do mundo espiritual que nos cerca e nos afeta com as suas vibrações psíquicas e afetivas. Da mesma forma que a inteligência e as demais faculdades humanas, a Mediunidade se desenvolve no processo de relação. Geralmente o seu desenvolvimento é cíclico, ou seja, processa-se por etapas sucessivas, em forma de espiral. As crianças a possuem, por assim dizer, à flor da pele, mas resguardada pela influência benéfica e controladora dos espíritos protetores, que as religiões chamam de anjos da guarda. Nessa fase infantil as manifestações mediúnicas são mais de caráter anímico; a criança projeta a sua alma nas coisas e nos seres que a rodeiam, recebem as intuições orientadoras dos seus protetores, às vezes vêem e denunciam a presença de espíritos e não raro transmitem avisos e recados dos espíritos aos familiares, de maneira positiva e direta ou de maneira simbólica e indireta. Quando passam dos sete ou oito anos integram-se melhor no condiciona-mento da vida terrena, desligando-se progressivamente das relações espirituais e dando mais importância às relações humanas. O espírito se ajusta no seu escafandro para enfrentar os problemas do mundo. Fecha-se o primeiro ciclo mediúnico, para a seguir abrir-se o segundo. Considera-se então que a criança não tem mediunidade, a fase anterior é levada à conta da imaginação e da fabulação infantis.

É geralmente na adolescência, a partir dos doze ou treze anos, que se inicia o segundo ciclo. No primeiro ciclo só se deve intervir no processo mediúnico com preces e passes, para abrandar as excitações naturais da criança, quase sempre carregadas de reminiscências estranhas do passado carnal ou espiritual. Na adolescência o seu corpo já amadureceu o suficiente para que as manifestações mediúnicas se tornem mais intensas e positivas. É tempo de encaminhá-la com informações mais precisas sobre o problema mediúnico. Não se deve tentar o seu desenvolvimento em sessões, a não ser que se trate de um caso obsessivo. Mas mesmo nesse caso é necessário cuidado para orientar o adolescente sem excitar a sua imaginação, acostumando-o ao processo natural regido pelas leis do crescimento. O passe, a prece, as reuniões para estudo doutrinário são os meios de auxiliar o processo sem forçá-lo, dando-lhe a orientação necessária. Certos adolescentes integram-se rápida e naturalmente na nova situação e se preparam a sério para a atividade mediúnica. Outros rejeitam a mediunidade e procuram voltar-se apenas para os sonhos juvenis. É a hora das atividades lúdicas, dos jogos e esportes, do estudo e aquisição de conhecimentos gerais, da integração mais completa na realidade terrena. Não se deve forçá-los, mas apenas estimulá-los no tocante aos ensinos espíritas. Sua mente se abre para o contato mais profundo e constante com a vida do mundo. Mas ele já traz na consciência as diretrizes próprias da sua vida, que se manifestarão mais ou menos nítidas em suas tendências e em seus anseios. Forçá-lo a seguir um rumo que repele é cometer uma violência de graves conseqüências futuras. Os exemplos dos familiares influem mais em suas opções do que os ensinos e as exortações orais. Ele toma conta de si mesmo e firma a sua personalidade. É preciso respeitá-lo e ajudá-lo com amor e compreensão. No caso de manifestações espontâneas da mediunidade é conveniente reduzi-las ao círculo privado da família ou de um grupo de amigos nas instituições juvenis, até que sua mediunidade se defina, impondo-se por si mesma.

O terceiro ciclo ocorre geralmente na passagem da adolescência para a juventude, entre os dezoito e vinte e cinco anos. É o tempo, nessa fase, dos estudos sérios do Espiritismo e da Mediunidade, bem como da prática mediúnica livre, nos centros e grupos espíritas. Se a mediunidade não se definiu devidamente, não se deve ter preocupações. Há processos que demoram até a proximidade dos 30 anos, da maturidade corporal, para a verdadeira eclosão da mediunidade. Basta mantê-lo em ligação com as atividades espíritas, sem forçá-lo. Se ele não revela nenhuma tendência mediúnica, o melhor é dar-lhe apenas acesso a atividades sociais ou assistenciais. As sessões de educação mediúnica (impropriamente chamadas de desenvolvimento) destinam-se apenas a médiuns já caracterizados por manifestações espontâneas, portanto já desenvolvidos.

Há ainda um quarto ciclo, correspondente a mediunidades que só aparecem após a maturidade, na velhice ou na sua aproximação. Trata-se de manifestações que se tornam possíveis devido às condições da idade: enfraquecimento físico, permitindo mais fácil expansão das energias perispiríticas; maior introversão da mente, com a diminuição de atividades da vida prática, estado de apatia neuropsíquica, provocado pelas mudanças orgânicas do envelhecimento. Esses fatores permitem maior desprendimento do espírito e seu relacionamento com entidades desencarnadas. Esse tipo de mediunidade tardia tem pouca duração, constituindo uma espécie de preparação mediúnica para a morte. Restringe-se a fenômenos de vidência, comunicação oral, intuição, percepção extra-sensorial e psicografia. Embora seja uma preparação, a morte pode demorar vários anos, durante os quais o espírito se adapta aos problemas espirituais com que não se preocupou no correr da vida. Esses fatos comprovam o conceito de mediunidade como simples modalidade do relacionamento homem-espírito. Kardec lembra que o fato de o espírito estar encarnado não o priva de relacionar-se com os espíritos libertos, da mesma maneira que um cidadão encarcerado pode conversar com um cidadão livre através das grades. Não se trata das conhecidas visões de moribundos no leito mortuário, mas de típico desenvolvimento tardio de mediunidade que, pela completa integração do indivíduo na vida carnal, imantado aos problemas do dia-a-dia, não conseguiu aflorar. A sua manifestação tardia lembra o adágio de que os extremos se tocam. A velhice nos devolve à proximidade do mundo espiritual, em posição semelhante à das crianças.

Na verdade, a potencialidade mediúnica nunca permanece letárgica. Pelo contrário, ela se atualiza com mais freqüência do que supomos, passa de potência a ato em diversos momentos da vida, através de pressentimentos, previsões de acontecimentos simples, como o encontro de um amigo há muito ausente, percepções extra-sensoriais que atribuímos à imaginação ou à lembrança e assim por diante. Vivemos mediunicamente, entre dois mundos e em relação permanente com entidades espirituais. Durante o sono, como Kardec provou através de pesquisas ao longo de mais de dez anos, desprendemo-nos do corpo que repousa e passamos ao plano espiritual. Nos momentos de ausência psíquica de distração, de cochilo, distanciamo-nos do corpo rapidamente e a ele retornamos como o pássaro que voa e volta ao ninho. A Psicologia procura explicar esses lapsos fisiologicamente, mas as reações orgânicas a que atribui o fato não são causa e sim efeito de um ato mediúnico de afastamento do espírito. Os estudos de Hipnotismo comprovam isso, mostrando que a hipnose interfere constantemente em nossa vigília, fazendo-nos dormir em pé e sonhar acordados, como geralmente se diz. A busca científica de uma essência orgânica da mediunidade nunca deu nem dará resultados. Porque a mediunidade tem sua essência na liberdade do espírito.

continua
Título: Re: Médiuns
Enviado por: Hebe M C em 22 de Março de 2012, 15:32
continuação

Chegando a este ponto podemos colocar o problema em termos mais precisos: a mediunidade é a manifestação do espírito através do corpo. No ato mediúnico tanto se manifesta o espírito do médium como um espírito ao qual ele atende e serve. Os problemas mediúnicos consistem, portanto, simplesmente na disciplinação das relações espírito-corpo. É o que chamamos de educação mediúnica. Na proporção em que o médium aprende como espírito, a controlar a sua liberdade e a selecionar as suas relações espirituais, sua mediunidade se aprimora e se torna segura. Assim o bom médium é aquele que mantém o seu equilíbrio psicofísico e procede na vida de maneira a criar para si mesmo um ambiente espiritual de moralidade, amor e respeito pelo próximo. A dificuldade maior está em se fazer o médium compreender que, para tanto, não precisa tornar-se santo, mas apenas um homem de bem. Os objetivos de santidade perseguidos pelas religiões, através dos milênios, gerou no mundo uma expectativa incômoda para todos os que se dedicam aos problemas espirituais. Ninguém se torna santo através de sufocação dos poderes vitais do homem e adoção de um comportamento social de aparência piedosa. O resultado disso é o fingimento, a hipocrisia que Jesus condenou incessantemente nos fariseus, uma atitude permanente de condescendência e bondade que não corresponde às condições íntimas da criatura. O médium deve ser espontâneo, natural, uma criatura humana normal, que não tem motivos para se julgar superior aos outros. Todo fingimento e todo artifício nas relações sociais leva os indivíduos à falsidade e à trapaça. A chamada reforma - íntima esquematizada e forçada não modifica ninguém, apenas artificializa enganosamente os que a seguem. As mudanças interiores da criatura decorrem de suas experiências na existência, experiências vitais e consciências que produzem mudanças profundas na visão íntima do mundo e da vida.

Essa colocação dos problemas mediúnicos sugere um conceito da mediunidade que nos leva às próprias raízes do Espiritismo. A Mediunidade nos aparece como o fundamento de toda a realidade. O momento do Fiat, da Criação do Cosmos, é um ato mediúnico. Quando o espírito estrutura a matéria para se manifestar na Criação, constrói o elemento intermediário entre ele e a realidade sensível ou material. A matéria se torna o médium do espírito. Assim, a vida é uma permanente manifestação mediúnica do espírito que, por ela, se projeta e se manifesta no plano sensível ou material. O Inteligível, que é o espírito, o princípio inteligente do Universo, dá a sua mensagem inteligente através das infinitas formas da Natureza, desde os reinos mineral, vegetal e animal, até o reino hominal, onde a mediunidade se define em sua plenitude. A responsabilidade do Homem, da Criatura Humana, expressão mais elevada do Médium, adquire dimensões cósmicas. Ele é o produto multimilenar da evolução universal e carrega em sua mediunidade individual o pesado dever de contribuir para que a Humanidade realize o seu destino cósmico. A compreensão deste problema é indispensável para que os médiuns aprendam a zelar pelas suas faculdades.

In: HERCULANO PIRES, José. Mediunidade.
Título: Re: Médiuns
Enviado por: dOM JORGE em 23 de Março de 2012, 22:02
                                                                VIVA JESUS!



               Boa-noite! queridos irmãos.


                      Consciência mediúnica

“Dai de graça o que de graça recebestes”, disse Jesus aos discípulos, recomendando-lhes, dessa forma, que não aceitassem pagamentos pela dispensa dos bens, cuja obtenção nada lhes houvesse custado, isto é, que nada cobrassem dos outros por aquilo que não pagaram. O que eles receberam, gratuitamente, foi a faculdade de curar doentes e expulsar os demônios, ou seja, os maus Espíritos. Esse dom lhes fora dado de graça, para que aliviassem os que sofriam e ajudassem a propagação da fé e, por isso, lhes prescrevera o Mestre que não o transformassem em artigo de comércio ou de especulação e, muito menos, em meio de vida. (Mateus XXIII, 14)

A mediunidade é um atributo divino existente em todos os períodos da humanidade, é a oportunidade feliz que o homem hodierno tem de conhecer os mecanismos espirituais, participando da vida espiritual através da faculdade mediúnica, onde o Espírito encarnado tem condições psíquicas de entrar em contato com os dois planos da vida.

A mediunidade é fonte de ensinamentos sublimes, que nós, seres ainda imperfeitos e ignorantes, temos a oportunidade de ascensão e de crescimento espiritual através das suas lições nobres em relação ao mundo espiritual e sua relação com o mundo corpóreo. A mediunidade, bem dirigida e direcionada, é um manancial de luz e felicidade para aqueles que a seguem conforme o nosso senhor Jesus Cristo nos ensinou, dando de graça o que de graça recebemos.

O médium com Jesus é aquele que se esforça plenamente para vencer os seus vícios, muitas vezes milenares, pois a faculdade mediúnica é um dom de Deus em beneficio do homem ainda muito grosseiro e animalizado em relação às coisas espirituais. Por isso, nós espíritas, que convivemos diariamente com esta faculdade, temos responsabilidades específicas em relação ao fenômeno mediúnico, do que estamos fazendo com a mediunidade, que direcionamento estamos dando a este fenômeno.

Temos que lutar dia a dia, hora a hora, minuto a minuto, para romper as barreiras psíquicas que nos distanciam dos Espíritos nobres e bondosos que estão, a todo momento, nos convidando para a nossa reforma moral. Fiquemos atentos para o chamado do alto que muitas vezes não queremos ouvir por conveniência, para não termos que largar as posições acomodatícias em relação à “renúncia” que a mediunidade impõe a todos aqueles que queiram seguir nos padrões éticos e morais que Jesus nos ensinou, através dos seus exemplos.

Quando, muitas vezes, curava os doentes da alma, mais os concitava a não retornarem ao erro, para que não lhes acontecesse algo pior; sempre beneficiava vítima e algoz, demonstrando um profundo amor por ambos, que ele, o Mestre, reconhecia-os como criancinhas espirituais necessitando de compreensão e compaixão. Mas aqueles que vilipendiam a mediunidade e que a têm como meio de enriquecimento próprio muitas vezes cobrando daquilo que não lhes pertence, estarão derrapando para as companhias de Espíritos inferiores, que irão levá-lo a dores atrozes por estarem comercializando algo que é divino e que deveria ser usando gratuitamente.

Assim constituindo-se um pronto socorro do céu na Terra para os que sofrem, as injunções perturbadoras das obsessões, das esquizofrenias, das síndromes em geral, dignifiquemos, a mediunidade com Jesus para que a nossa existência seja coroada de felicidade e paz. Na certeza de que cada vez mais façamos brilhar a nossa luz.


           Osvaldo Coutinho





                                                                                           PAZ, MUITA PAZ!
       

       
Título: Re: Nosso Lar
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 28 de Março de 2012, 23:16
Médiuns e Mediunidades -1923
Cairbar Schutel


Médiuns videntes

   A vidência é uma das mais belas faculdades.
   Médiuns videntes são dotados da faculdade de ver Espíritos. Há alguns que gozam dessa faculdade em estado normal. Temos experimentado com alguns médiuns dessa natureza. Perfeitamente acordados e com plena consciência, vêem os Espíritos descrevem suas configurações. Há outros que só vêem num estado semelhante ao do sonambulismo.
   Todas as pessoas dotadas de segunda vista, ou vista dupla, podem ser chamadas videntes.
   Há médiuns videntes que vêem com os olhos abertos; outros, vêem tanto com os olhos fechados quanto com os olhos abertos.
   Entre os bons médiuns videntes, há os que só vêem os Espíritos evocados, e dos quais eles fazem minuciosa e exata descrição; descrevem-lhes os menores gestos, a expressão fisionômica, os traços do rosto, os trajes e até os sentimentos de que parecem estar animados; e há outros nos quais esta faculdade é ainda mais geral; vêem a população espiritual ambiente ir, vir e até, pode-se dizer, tratar de seus negócios. Chegam a ver a configuração do Mundo Espiritual, a esfera que envolve a Terra, com suas árvores, flores, casario, veículos, etc.   Conhecemos uma excelente médium deste gênero, de cuja seriedade não é lícito duvidar.
Muitas provas de identidade temos colhido com essa médium, que, a nosso ver, vive ainda, por ser uma missionária que não concluiu sua missão.
   Convém ao experimentador ter muita circunspeção e mesmo desconfiar dos médiuns, até que obtenha provas de que, de fato, está em face de um médium-vidente.
Isto quando o experimentador depende de terceiros para fazer suas experiências.
Existem muitos embusteiros que se intitulam videntes.
   Cumpre atender ao caráter, à moralidade, à sinceridade do vidente, qualidades estas que, embora não sendo características da mediunidade vidente, concorrem para se discernir o verdadeiro médium.
   Esta faculdade é também suscetível de desenvolvimento.
Título: Re: Médiuns
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 29 de Março de 2012, 23:06
Moisés

...descrevem-lhes os menores gestos, a expressão fisionômica, os traços do rosto, os trajes e até os sentimentos de que parecem estar animados; e há outros nos quais esta faculdade é ainda mais geral; vêem a população espiritual ambiente ir, vir e até, pode-se dizer, tratar de seus negócios. Chegam a ver a configuração do Mundo Espiritual, a esfera que envolve a Terra, com suas árvores, flores, casario, veículos, etc.

Eu
havia postado o texto acima em outro tópico, e ressaltava justamente esta parte por mim reirada. e este o foi transferido para este tópico onde perdeu a importância e o sentido.

O texto de Cairbar Shutel com a data havia posa no tópico sobre colônias
para podermos analisar a posição de um pioneiro no espiritismo e um dos seus mais valorosos apóstolos...Que é cairbar Shutel

Neste tópico perdeu o sentido

Título: Re: Nosso Lar
Enviado por: hcancela em 30 de Março de 2012, 22:56
Olá amigos(as)

Como complemento ao texto anterior, tomei a liberdade de colocar o video que reflete no geral o que é o Espiritismo e sem achismos.


Espiritismo [[[ EXCELENTE ]]] Allan Kardec | Doutrina Espírita | Médiuns Perfeitos (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PWpxNXBzYzJmd2E4Iw==)



Saudações fraternas