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CODIFICAÇÃO => O Livro dos Espíritos => Tópico iniciado por: Ann@ em 09 de Junho de 2008, 00:12

Título: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Ann@ em 09 de Junho de 2008, 00:12


IV – PANTEÍSMO

14. Deus é um ser distinto, ou seria, segundo a opinião de alguns, o resultante de todas as forças e de todas as inteligências do Universo, reunidas?
– Se assim fosse, Deus não existiria, porque seria efeito e não causa, ele não pode ser, ao mesmo tempo, uma coisa e outra.
– Deus existe, não o podeis duvidar, e isso é o essencial. Acreditai no que vos digo e não queirais ir além. Não vos percais num labirinto, de onde não poderíeis sair. Isso não vos tornaria melhores, mas talvez um pouco mais orgulhosos, porque acreditaríeis saber, quando na realidade nada saberíeis. Deixai, pois, de lado, todos esses sistemas; tendes que vos desembaraçar de muitas coisas que vos tocam mais diretamente. Isto vos se mais útil do que querer penetrar o que é impenetrável.

15. Que pensar da opinião segundo a qual todos os corpos da Natureza, todos os seres, todos os globos do Universo, seriam partes da Divindade e constituiriam, pelo seu conjunto, a própria Divindade; ou seja, que pensar da doutrina panteísta?
– Não podendo ser Deus, o homem quer pelo menos ser uma parte de Deus.

16. Os que professam esta doutrina pretendem nela encontrar a demonstração de alguns dos atributos de Deus. Sendo os mundos infinitos, Deus é, por isso mesmo, infinito; o vácuo ou o nada não existindo em parte alguma, Deus está em toda parte; Deus estando em toda parte, pois que tudo é parte integrante de Deus, dá a todos os fenômenos da Natureza uma razão de ser inteligente. O que se pode opor a este raciocínio?
- A razão. Refleti maduramente e não vos será difícil reconhecer-lhe o absurdo.

Esta doutrina faz de Deus um ser material que, embora dotado de inteligência suprema, seria em ponto grande aquilo que somos eu ponto pequeno. Ora, a matéria se transformando sem cessar, Deus, nesse caso, não teria nenhuma estabilidade e estaria sujeito a todas as vicissitudes e mesmo a todas as necessidades da humanidade; faltar-lhe-ia um dos atributos essenciais da Divindade: a imutabilidade. As propriedades da matéria não podem ligar-se à idéia de Deus, sem que o rebaixemos em nosso pensamento, e todas as sutilezas do sofisma não conseguirão resolver o problema da sua natureza íntima.

Não sabemos tudo o que ele é, mas sabemos aquilo que não pode ser, e este sistema está em contradição com as suas propriedades mais essenciais, pois confunde o criador com a criatura, precisamente como se quiséssemos que uma máquina engenhosa fosse parte integrante do mecânico que a concebeu. A inteligência de Deus se revela nas suas obras, como a de um pintor no seu quadro; mas as obras de Deus não são o próprio Deus, como o quadro não é o pintor que o concebeu e executou.


(em negrito o comentário de Kardec)

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Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Ann@ em 09 de Junho de 2008, 00:47

Olá amigos,

Na questão 14 os Espíritos deixam claro que Deus é um ser (ou algo) distindo de nós. Somos Sua criação.

Aqui uma opinião muito pessoal minha: todos nós possuímos a centelha divina - para mim emanação divina - porém ao passarmos pelo processo de individualização, tornando-nos seres únicos, não teria nem como e nem razão de nos "perdermos" em Deus.

Ao fazermos um quadro, esse quadro tem muita coisa do seu pintor: o uso das cores, a linha da pintura, os traços, a linguagem, enfim detalhes que ao olharmos podermos dizer é deste ou daquele pintor, ou seja a sua criação tem a energia e sentimentos do pintor, mas não é ele. Penso que nós somos mais ou menos assim; nossa centelha divina - seriam os "detalhes" da obra, por ela reconhecemo-nos como criação Divina, porém temos nossas particularidades - a evolução e individualidade que nunca perderemos.

Novamente os Espíritos nos alertam que não temos muito mais o que tentar saber sobre Deus... ainda estamos na fase de crer e sentir, somente depois saberemos ou poderemos compreender.

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Gostaria de lembrar que o debate esta aberto a todos os participantes do forum, antigos e novos, podendo realizar perguntas ou apresentar uma opinião pessoal. O importante é o debate sadio e a liberdade de podermos colocar aqui nossas opiniões para chegarmos a um entendimento (ou acordo... quem sabe ???) :D. Como já disse, muitas vezes temos que beber em outras fontes para podermos melhor entender a realidade da espiritualidade que os Espíritos, através de Kardec, nos trouxe. O importante é não perdermos o foco do debate, neste caso o Panteísmo, que tem uma enorme literatura espiritualista. ;)

Abçs

Ana :D
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Vitor Santos em 09 de Junho de 2008, 13:01
Olá Anna

Gosto muito do exemplo do quadro.

Olá Atlante

Podes explicar-te melhor, se quiseres/puderes fazer esse favor? Não consigo entender a diferença entre o exemplo da pintura e o que tu dizes. A não ser que se leve a comparação à letra.

bem hajam
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Vitor Santos em 09 de Junho de 2008, 14:07
Olá Atlante

Obrigado. Julgo que já compreendi o teu ponto de vista.

bem hajas
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Jorge em 09 de Junho de 2008, 14:14
Olá amigos,

Eu também compreendi esse ponto de vista.

Mas creio que os espíritos de luz foram muito lógicos e conclusivos quando fizeram essa comparação. É apenas a minha opinião.

Abraços fraternos.
Jorge
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Ann@ em 09 de Junho de 2008, 14:38
Atlante

Como sugestão, para não nos desviarmos ou derivarmos do assunto, vai aqui a definição de Panteísmo: é a doutrina que afirma a identidade substancial de Deus e do universo, os quais formariam uma unidade e constituiriam um todo indivisível. Para os panteístas, Deus não é transcendente ao universo e dele não se distingue nem se separa. Pelo contrário, é-lhe imanente, confunde-se com ele, manifesta-se nele e nele se realiza como uma só realidade, total e substancial. (definição no geocities)

Muito embora, aparentemente, a dúvida se restrinja aos Espíritos se unirem (ou fundirem em Deus), se tudo que existe no Universo não se distingue de Deus, na Criação Divina, também temos os inertes do plano mineral; ou seja Deus também está ali, afinal não está ali também o "dedinho" de Deus ???.

Portanto, quanto ao meu exemplo do quadro, ou do comentário de Kardec (quadro e máquina) penso que foi no sentido material mesmo. Nós (serem encarnados e co-criadores) não criamos a vida, por isso creio que, mesmo sendo um exemplo pobre, é um exemplo que pode ajudar a entender que criador e criação, sempre tem semelhanças e particularidades próprias.

As vezes para podermos entender os detalhes do espírito, ou da espiritualidade, necessitamos primeiro aprender os detalhes da matéria. :) 

Citar
Mas conosco não é assim. Nós temos vida própria, agimos por nós mesmos, somos co-criadores. Esta acção resulta da presença de Deus, que é toda a vida, em nós.

Concordo com você, afinal temos a centelha divina e somos Espíritos em evolução. Materialmente falando tenho muito da herança genética de meus pais, mas também tenho a herança espiritual (como dizia Chico Xavier): os valores que eles me passaram por exemplo ;)

Abçs
Ana
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Flor de Liz em 09 de Junho de 2008, 15:33
Olá amigos!
Finalmente consegui voltar a freqüentar o fórum. :D :D

Não sei qual o motivo e provavelmente eu esteja errada, mas... Sempre entendi o panteísmo como a crença em uma unidade, em um Deus formado do tudo. Como se a soma de forças, matérias e inteligências fossem parte de Deus e por isso, fossem Ele mesmo. E existe também o Panenteísmo, do qual quase nada sei a respeito, a não ser o fato de que a teoria foi criada pelo filósofo Krause e é semelhante ao panteísmo em suas bases.
Mas posso pegar também um exemplo de arte, porque não me vem à mente outro exemplo agora :'(: o pintor pinta seu quadro, o roteirista escreve o roteiro, o escultor esculpe e todos eles estão fora da sua criação. A criação é a obra, e não parte do autor da mesma. Bem como disseram nas postagens acima, concordo muito.
Outra concepção que o panteísmo tem é a de que toda alma subsiste à morte, retorna à *matéria cósmica*. Essa absorção em um todo, como diz em "O céu e o inferno", seria a perda da individualidade. E se caso lhes fosse permitida algum tipo de individualidade, Deus não seria onipotente e onipresente e tampouco teria vontade própria...
É isso que entendo pelas questões estudadas.

Beijocas  :-* :-*
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Vitor Santos em 09 de Junho de 2008, 15:37
Olá

Concordo inteiramente amiga.

bem hajas
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Jorge em 09 de Junho de 2008, 15:41
Olá amigos,

Eu também estou sintonizado nessa ...  :)

Abraços fraternos.
Jorge
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Ann@ em 09 de Junho de 2008, 15:59


O Panenteísmo diz que tudo que existe está em Deus, porém aceita que Deus seja "maior", que transcenda ao Universo.

Aqui também estaríamos considerando Deus, com certa materialidade.


Ana
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Flor de Liz em 09 de Junho de 2008, 17:21
Vale lembrar também que se, segundo o panteísmo, tudo é Deus...


...Mas tudo estando em constante mudança, então como as leis que regem o Universo conseguem ter certa estabilidade? Só mesmo uma 'causa' imaterial e imutável poderia gerar tal fato.
Sabemos que Deus é causa primária de todas as coisas, sendo assim ele não pode ser as próprias coisas.

Amigo Atlante;
Muito boa essa comparação da gota com o oceano.


Beijocas
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Jorge em 09 de Junho de 2008, 17:33
Vale lembrar também que se, segundo o panteísmo, tudo é Deus...


...Mas tudo estando em constante mudança, então como as leis que regem o Universo conseguem ter certa estabilidade? Só mesmo uma 'causa' imaterial e imutável poderia gerar tal fato.
Sabemos que Deus é causa primária de todas as coisas, sendo assim ele não pode ser as próprias coisas.


Olá Flor,

Excelente conclusão. :)

Essa também é a minha opinião. Também estou de acordo com a gota do Atlante. Bem visto!

Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Carlos Ribeiro em 09 de Junho de 2008, 17:45
Citar
Em relação ao mineral, Ana, é como dizes, se ele provém de Deus alguma coisa tem que conter, senão a vida, pelo menos o seu principio, em estado latente.
- Atlante
Penso que este tema já foi bastante analisado em outro tópico, tendo-se chegado á conclusão que um mineral sendo inorgânico não tem vida (nem mesmo seu principio em estado latente). Não percebo porque insistir neste ponto.
Ass:Carlos Ribeiro
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Ann@ em 09 de Junho de 2008, 17:51
Olá amigos,

Carlos

O amigo Atlante fez uma observação por uma afirmação que eu fiz, não estava no meu entender, tentando debater esse assunto, até porque, como estamos estudando o OLE, chegará o momento de debatermos os três reinos. ;)




Também concordo contigo Atlante no sentido do Panenteísmo ser um pouco mais aceitável, partindo do princípio que aceitam certa superioridade de Deus; até porque somente nos fundiríamos a Deus, após a evolução, porém continuam a te-Lo como causa e efeito, pois concebem Deus como o Panteísmo.

Como disse num outro tópico, as vezes esquecemo-nos das coisas mais simples e penso que alguns dos conceitos que formamos, num determinado momento, esquecemos literalmente de nossa individualidade (aliás conseguida a duras penas :D :D); pois quando levamos em consideração esse pequeno detalhe  ::), mudam nossas avaliações.

Citar
Não era Francisco de Assis que falava à irmâ pedra

Acho que era sim... e quem garante que ela não compreendia!!! ;D ;D

Brincadeiras a parte, poderíamos dizer que sobre este capítulo temos a conclusão ???

Abçs
Ana
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Jorge em 09 de Junho de 2008, 17:55
Olá Carlos,

Desculpa lá, mas estás completamente enganado.

Nunca ouviste falar das "pedras parideiras"? Pois é, vale a pena investigar ...  :D :D :D

Na pacata aldeia de Castanheira, concelho de Arouca, um fenómeno raro no Mundo surge. Chamam-lhe as “Pedras Parideiras”, pois são pedras que parem pedras…O afloramento tem a forma de uma janela granítica oval, com 500x700m e apresenta no seu seio formações nodulosas (encraves ou jogas). Os curiosos nódulos têm forma de disco biconvexo que pode chegar aos 15-20 cm e diâmetro e 5-6cm de altura máxima. O seu núcleo é composto essencialmente por quartzo e feldspato e está envolvido numa coroa tipicamente biotítica (mica preta).


 Para encontrarmos uma perspectiva capaz de dar luz a este fenómeno, precisamos mergulhar no granito da Castanheira e acompanhar a sua evolução. No momento em que se formou esta rocha magmática, outras rochas preexistentes, tendo sido esta a causa provável da génese das formações nodulosas de predominância biotítica. Há cerca de 320 milhões de anos e à medida que o magma arrefecia, poderosas pressões exerceram-se sobre o granito e, consequentemente, sobre os encraves, determinando assim o seu actual achatamento.

Entretanto, as massas graníticas que afloraram à superfície do solo vão, por acção da meteorização mecânica, nos nossos dias, desagregando-se e libertando os referidos encraves. A pedra racha e parte – porque tem uma foliação bem marcada – e nessa altura o nódulo de biotite sai. O que se passa neste caso é uma acção conjunta da meteorização pela acção do gelo (gelivação), e pela acção do calor (crioclastia/termoclastia).
 


 
pedra parideira
A termoclastia constitui um tipo de agente de meteorização, provocada pela variabilidade da temperatura na superfície dos materiais rochosos, provocando uma variação no volume. Os encraves dilatam-se, como reacção a temperaturas elevadas, e contraem-se por reacção ao arrefecimento. Como as rochas são em geral agregados poliminerálicos, e devido ao facto de cada mineral apresentar diferentes valores de coeficiente de dilatação, surgem diferentes velocidades de expansão e contracção. As partes mais externas das rochas, sujeitas a fortes amplitudes térmicas diurnas vão-se fracturando.

A desagregação pela gelivação é das mais eficazes em termos de fracturação, embora seja um mecanismo de carácter sazonal e que ocorre, predominantemente, em zonas de alta montanha. Este agente, contribui activamente para o “parir” do nódulo de biotite. A água contida nas fracturas, quando a temperatura é menor que 0ºC, começa a gelar na parte mais superficial. À medida que a temperatura exterior baixa, as cunhas de gelo vão crescendo no interior das fracturas. A água ao congelar, aumenta de volume (cerca de 10%), exercendo consequentemente, uma grande pressão, no interior dessas fracturas, provocando o seu alargamento e prolongamento. Logo, promove a desagregação das rochas, e o consequente “parir” do encrave biotítico.

As Pedras Parideiras, paulatinamente afloram à superfície da rocha, desprendem-se e vão-se acumulando no solo. Por isso, os camponeses da região chamam à rocha "a pedra que pare pedra", isto é, a rocha que produz uma outra rocha.

Saudações espíritas.
Jorge
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Carlos Ribeiro em 09 de Junho de 2008, 18:00
Olá Jorge.
Essa das pedras a parir outras pedras não conhecia mesmo. Será parto natural ou cesariana?  ;D
Carlos Ribeiro
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Jorge em 09 de Junho de 2008, 18:05
Olá Jorge.
Essa das pedras a parir outras pedras não conhecia mesmo. Será parto natural ou cesariana?  ;D
Carlos Ribeiro

Olá Carlos,

Bela pergunta amigo  :D
As pedrinhas já nascem todas pedradas, coitaditas!  :D :D

Grande abraço.
Jorge
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: vitor_goncalves em 09 de Junho de 2008, 20:05
Olá Amigos

Huberto Rohden alertou-nos com a seguinte advertência:

"A substituição da tradicional palavra latina crear pelo neologismo moderno criar é aceitável em nível de cultura primária porque favorece a alfebatização e dispensa esforço mental - mas não é aceitável em nível de cultura superior, porque deturpa o pensamento.

Crear é a manifestação da Essência em forma de existência - criar é a transição de uma existência para outra existência.

O Poder Infinito é o creador do Universo - um fazendeiro é o criador de gado.

Há entre os homens génios creadores, embora não sejam criadores.

A conhecida lei de Lavoisier diz que "na natureza nada se crea e nada se aniquila, tudo se transforma", se grafarmos "nada se crea", esta lei está certa mas se escrevemos "nada secria", ela resulta totalmente falsa.

Por isto, preferimos a verdade e clareza do pensamento a quaisquer convensões acadêmicas"


Julgo que ao falarmos de Deus, deveriamos analizar este advertência.


Um abraço

VG
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Carlos Ribeiro em 09 de Junho de 2008, 20:15
Bem, eu costumo escrever sempre "criar", "criação", "criador", etc. No Livro dos Espíritos também vem "criar" e nunca "crear". Por exemplo:
Outra contradição. Pois que Deus tudo sabe, sabia, ao criar uma alma, se esta viria a falir ou não.
É sempre assim que vejo escrito nos livros, pelo menos naqueles que costumo ler. De qualquer forma, é um pormenor que pouco interesse tem.
Ass: Carlos Ribeiro
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Ivi em 09 de Junho de 2008, 20:30
Paz para todos !

Desculpem-me o atraso na participação (forças maiores  ;)).
Mas foi bom demorar, pois as intervenções foram úteis e, apesar de não ter dúvidas desse assunto, devo registrar que os comentários sempre são muito úteis.

Abraço fraterno !
Ivi
Título: Re: ESTUDO DO OLE - 1o Livro - Cap. 1 // perg.14/17
Enviado por: Vitor Santos em 09 de Junho de 2008, 21:05
Olá Jorge

Tenho de te agradecer pela lição de geologia. A brincar, a brincar, mas deu para aprender alguma coisa. Obrigado.

Deve ser por causa das pedras parideiras terem alma é que ouço a malta para aí a chamar calhaus uns aos outros. São partos a alta pressão. Isso tem que ser em hospitais-pedreiras (se o Teixeira dos Santos lê isto, ficamos com as poucas  maternidades que temos, pois ele começa a dizer que as pedreiras tb servem de maternidade)   :D :D :D

bem hajas