Forum Espirita

CODIFICAÇÃO => O Evangelho Seg. Espiritismo => Tópico iniciado por: x em 04 de Janeiro de 2008, 16:57

Título: O Bem e o Mal
Enviado por: x em 04 de Janeiro de 2008, 16:57

Não está no caminho do mal, somente aquele que o pratica, mas também, aquele que o pensa; por isso, muito cuidado com aquilo que pensa, pois se o mal atrai o mal, o bem atrai o bem, e repele o mal.



Muitas felicidades!
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Jorge em 04 de Janeiro de 2008, 17:18
Olá amigo Luís,

Belos os teus pensamentos.

Eu acrescentaria apenas que a ausência do bem já é por si só um mal !

Grande abraço.
Jorge
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Jorge em 04 de Janeiro de 2008, 17:53
... E que bela imagem que colocaste na tua apresentação. Os meus parabéns Luís.

Que Jesus, o Mestre dos Mestres te ajude sempre nessa tua caminhada.

Grande abraço.
Jorge
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: mikerinos em 21 de Março de 2008, 13:59
Ola Visitante

Permite fazer-te uma pergunta

DEUS é Bem ou é Mal?

Bom... nao sei a tua resposta, mas calculo qual seja, se pensares do mesmo modo como referiste no texto

Deus é Bem e é Mal, ao mesmo tempo. Apenas sabe como controlar o Mal de modo a libertar exclusivamente o Bem

Do mesmo modo nós, feitos à sua imagem, devemos dar-Lhe graças por o Bem e o Mal existirem à nossa volta.

É porque o Mal existe que nós reconhecemos e desejamos o Bem. Se ele não existisse, talvez nem valorizassemos o Bem

De resto, devemos reconhecer que o mal é como um buraco... não ha meios buracos, ou um quarto de buraco, que são sempre buracos... não ha Mal maior ou menor... é sempre Mal

De onde praticar o Bem absoluto é impossivel...

Um abraço
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Vitor Santos em 21 de Março de 2008, 17:36
Olá Mikerinos

O espiritismo define com precisão o que é o bem e o que é o mal:

Citar
Livro dos Espiritos

615. É eterna a lei de Deus?

“Eterna e imutável como o próprio Deus.”

616. Será possível que Deus em certa época haja prescrito aos homens o que noutra
época lhes proibiu?

“Deus não se engana. Os homens é que são obrigados a modificar suas leis, por
imperfeitas. As de Deus, essas são perfeitas. A harmonia que reina no universo material,
como no universo moral, se funda em leis estabelecidas por Deus desde toda a eternidade"

617. As leis divinas, que é o que compreendem no seu âmbito? Concernem a
alguma outra coisa, que não somente ao procedimento moral?

“Todas as da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o autor de tudo. O sábio
estuda as leis da matéria, o homem de bem estuda e pratica as da alma.”

621. Onde está escrita a lei de Deus?

“Na consciência.”

O bem e o mal

629. Que definição se pode dar da moral?

“A moral é a regra de bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal. Funda-se na
observância da lei de Deus. O homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos,
porque então cumpre a lei de Deus.”

630. Como se pode distinguir o bem do mal?

“O bem é tudo o que é conforme à lei de Deus; o mal, tudo o que lhe é contrário.
Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus. Fazer o mal é infringi-la.”

631. Tem meios o homem de distinguir por si mesmo o que é bem do que é mal?

“Sim, quando crê em Deus e o quer saber. Deus lhe deu inteligência para distinguir
um do outro.”

632. Estando sujeito ao erro, não pode o homem enganar-se na apreciação do bem
e do mal e crer que pratica o bem quando em realidade pratica o mal?

“Jesus disse: vede o que queríeis que vos fizessem ou não vos fizessem. Tudo se
resume nisso. Não vos enganareis.”

O mal ou o bem são as acções boas ou más que praticamos. Nós somos maus quando fazemos o mal e somos bons quando fazemos o bem. Em geral, aqui na terra ninguém é bom nem mau. Fazemos umas vezes bem, outras o mal. Outras nem bem nem mal.

Citar
Livro dos Espiritos


634. Por que está o mal na natureza das coisas? Falo do mal moral. Não podia
Deus ter criado a Humanidade em melhores condições?

“Já te dissemos: os Espíritos foram criados simples e ignorantes (115). Deus deixa
que o homem escolha o caminho. Tanto pior para ele, se toma o caminho mau: mais longa será sua peregrinação. Se não existissem montanhas, não compreenderia o homem que se pode subir e descer; se não existissem rochas, não compreenderia que há corpos duros. É preciso que o Espírito ganhe experiência; é preciso, portanto, que conheça o bem e o mau. Eis por que se une ao corpo.” (119)

Deus só faz o bem. Se quiseres podes dizer que permite o mal. mas o mal nunca é de iniciativa de Deus ou dos bons espiritos. São os espiritos mais atrasados que servem para mostrar o que é o mal.

Esta última resposta do Livro dos Espiritos vem ao encontro do que disseste: O homem precisa de conhecer o bem e o mal. Para os saber distinguir.

Citar
De onde praticar o Bem absoluto é impossivel

Aqui depende de quem se está a falar. Se é dos homens que estão aqui na terra por merecimento, confirmo. Mas se é dos espiritos em geral, discordo. Deus e os espiritos superiores, como Jesus, por exemplo,  não fazem o mal, só o bem.

bem haja
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Vitor Santos em 21 de Março de 2008, 17:57
Olá Atlante

Estamos de acordo, então.

bem hajas
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Peregrino em 21 de Março de 2008, 18:10
De facto, Mikerinos, concordo com o Vitor Santos e o Atlante: como estamos num Forum sobre doutrina espírita, e apesar do interesse que sempre tenho sobre todas as crenças e as religiões, há que bem definir e separar as águas.

A sua definição, por mais que possa ser uma hipotese interessante, não é a definição que o Espiritismo dá do bem e do mal.

Pg
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: vitor_goncalves em 22 de Março de 2008, 15:10
Olá Amigos

O Bem e o Mal está na Imenência de Deus, portanto Ele sabe o que é o Bem e o que é o Mal.
Nós ainda estamos muito longe, da capacidade, de começar a compreender Deus.
No LE na pergunta (630) da definição do Bem e Mal, conforme o Amigo Vítor Santos já escreveu, finaliza ... O Bem é proceder de acordo com a Lei de Deus. Fazer o Mal é infrigi-la.
Mas tudo isto será a Lei de Deus, pois ela define o Bem e o Antibem.
Assim gostava se fosse possível comparar isto com a Matéria e a Antimatéria.
Se nós na Matéria trabalhamos com as particulas, na Antimatéria trabalhamos com as antiparticulas e na mistura da Matéria com a Antimatéria, conduziria ao aniquilamento de ambos, com um potencial enorme de energia.
Nas nossas reencarnações, nós caminhamos para o Bem aniquilando o Mal que já fizemos e quanto mais nós evoluimos, a nossa energia do Espirito será maior.

Um Abraço

VG
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: aruanda em 22 de Março de 2008, 18:41
Citar
O Bem e o Mal está na Imenência de Deus, portanto Ele sabe o que é o Bem e o que é o Mal.

Conforme a escuridão é apenas a ausência de luz.

O mal é apenas a ausência do bem.

Atrever-me ia a dizer que o mal não existe, existe sim a "ignorância" do bem.


Abraços
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: x em 24 de Maio de 2008, 11:31

Olá mikerinos,

Deus é Infinitamente Bom, o que significa que tudo o que Dele vem, só pode ser bom. Sendo assim, não é Deus, mas sim o ser humano, que dá origem ao mal, quando transgride as Leis da Natureza.


Abraços.
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: vennus em 08 de Julho de 2008, 22:25
Bem – Designa, em geral, o acordo entre o que uma coisa é com o que ela deve ser. É a atualização das virtualidades inscritas na natureza do ser. Relaciona-se com perfeito e com perfectibilidade. Segundo o Espiritismo, tudo o que está de acordo com a lei de Deus.


Mal – Para a moral, é o contrário de bem. Aceita-se, também, como mal, tudo o que constitui obstáculo ou contradição à perfeição que o homem é capaz de conceber, e, muitas vezes, de desejar. Divide-se em: mal metafísico (imperfeição); mal físico (sofrimento); mal moral ("pecado"). Segundo o Espiritismo, tudo o que não está de acordo com a lei de Deus.
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Vino em 15 de Agosto de 2008, 01:43
O Bem - É a RAZÃO, que é Reflectida pelo bom SENSO totalmente baseado na pacificidade do ser em causa,  em função do berço de proveniencia, quer seja de vidas passadas da alma ou actual.

O Mal - Reflexão imediata do egoismo manifestada pelo desejo de satisfazer e alcançar  a todo custo, os objectivos traçados pelo protagonista, em função do berço de proveniencia, quer seja de vidas passadas da alma ou actual.

Daí a expressão: A vida é feita de escolhas, temos sempre a de escolhermos o que é certo e o que é errado!
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Vino em 15 de Agosto de 2008, 02:02
Aló Victor Santos,

Me tira uma dúvida, qual seria  nome mais apropriado para o sentimento que temos apos pratiacarmos algum mal? Aquela sensação de peso na consiencia que ecoa na nossa mente como ventos do passado.

Abração,
E.R.
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Vitor Santos em 15 de Agosto de 2008, 15:54
Olá amigo Vino

A postura normal de alguém que faz o mal com consciência disso, chama-se culpa. A não ser que se trate de alguém com alguma doença mental e/ou de consciência tão atrofiada que não sinta culpa após fazer o mal.

O sentimento de culpa pode ser muito útil, pois induz:

- À tentativa de reparação do mal feito;
- Serve para dissuadir da repetição da acção - aprender a não errar de
  novo

Mas o sentimento de culpa, só por si, sem servir para tentar reparar o mal feito e para servir de emenda para não voltar a errar, é uma coisa negativa. O perdão também deve ser auto-perdão.

O homem terrestre consciente, sabe que o erro é inevitável ou mesmo muito dificil de evitar por aqui, por isso sabe que, quando cai, só tem uma coisa a fazer, levantar-se de novo, tentar reparar algum dano que tenha feito a terceiros ou a si mesmo, e continuar o caminho, confiante na inspiração, na bondade e na justiça de Deus.

Deus sabe que ninguém se melhora totalmente de um dia para o outro. Não nos exige impossiveis. Nós tb temos de ter paciência connosco e com os outros, e resignarmo-nos, quando algo não corre de feição.

bem haja
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: savio em 23 de Agosto de 2008, 02:51
Concordo com muito do que foi dito e acrescento que o fato por si não pode ser considerado bom ou mau, é preciso observar suas consequências, ai sim vemos a bondade e a maldade.

Abraço
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Diegas em 25 de Agosto de 2008, 21:20
Antigamente, a infância se deliciava com as estórias da Carochinha, em que os príncipes, as fadas e os gênios bons sempre venciam as feiticeiras, os gigantes maus e os lobos ferozes. Era o triunfo absoluto do Bem sobre o Mal.

As narrativas fantásticas limitavam-se a despertar a atenção para a exposição da virtude moral, onde a bondade, a inocência e a honestidade eram fartamente glorificadas. As vovós reinavam, absolutas, nos velhos lares, narrando ao pé do fogo as fantasias que davam sublime direção espiritual ao subconsciente das crianças.

No entanto, o espírito científico e positivo da era atômica requer severas exigências ao cérebro do escritor moderno, a fim de exterminar o excesso de fantasia da mente infantil. Então, interveio e impôs a sua lógica matemática: motorizou o tapete voador; considerou absurda a vida do Pinocchio; aposentou Gulliver e liqüidou o encantador país de Liliput. O velho gato de botas teve cassada a sua licença de turista inveterado e o chapeuzinho vermelho aguarda a maioridade para enfrentar o lobo mau. O gigante do "pé de feijão" ficou estigmatizado como uma vítima da glândula hipofisária e proibiu-se a velha alquimia dos magos, que transformava príncipes em cisnes e princesas em borboletas. A moderma Branca de Neve, atarefada com refrigeradores, fogões elétricos e assadeiras automáticas, olvidou os sete anões, que passaram a constituir casos excêntricos de distúrbios endócrinos.

Graças, pois, à meticulosidade científica da era atomizada, foram derrotados os velhos personagens das leituras fantásticas e substituídos por tipos ferozes, homicidas, que acionam metralhadoras eletrônicas e pretendem o domínio continental. Estúpidos fascínoras semeiam a morte nos desertos enluarados e seres diabólicos interplanetários, comandam esquisitos aparelhos, ameaçando destruir o orbe ! O príncipe gentil, respeitoso, foi modernizado no herói de trabuco à cinta, chapéu de aba larga, a fazer farta distribuição de murros.

O fascínio moderno é devido à sua brutalidade física e à sua impiedade contra os adversários vencidos. A fada que distribuia o "pólen" dourado das alegrias infantis transformou-se na mulher sem alma, despudorada, viciada com os corrosivos elegantes e sofisticada às banalidades fesceninas. Os gnomos inocentes, da natureza festiva, fugiram diante dos terríveis auxiliares do herói moderno, que são desonestos e semeiam intrigas e ciladas traiçoeiras. Na antiga fantasia infantil, o príncipe generoso e leal ressuscitava Branca de Neve com um beijo de amor puro e a feiticeira vingativa, símbolo da maldade humana, sumia-se nas furnas dos abismos sem fim. A perversidade e a mistificação eram incondicionalmente justiçadas pelo poder do Bem; a ternura exaltada e o amor glorificado. Na literatura moderna, científica, o galã, como prova de masculinidade esbofeteia sua amada. O delinqüente, quando é punido pela justiça, já não compensa o cortejo de crimes que praticou e de vítimas que causou.

A fantasia, quando firmada no sentido do Bem e da Bondade, exalta as virtudes adormecidas nas criaturas, em lugar de afrouxar os ditames da moral do espírito; estimula à fraternidade e à mansuetude, predispondo o homem ao culto superior.

No entanto, o cientificismo da bomba atômica criou as mais bárbaras e dantescas cenas de morte. Aqui, parturientes derretiam-se com o filho, na hora de dá-lo à luz; ali, velhinhos fatigados, na contemplação da natureza, convertiam-se em poças sangrentas, nos bancos das praças públicas; acolá, bandos de crianças transfiguravam-se em pastas albuminóides; alhures, criaturas em retorno aos seus lares não veriam os rostos dos seus familiares. No fragor infernal do impacto homicida, fundia-se a carne do sacerdote e a da criança, no batismo; derretia-se a mão do cirurgião sobre o enfermo esperançado de viver; diluía-se o lactente no seio da mãe apavorada,e a garota, aterrorizada, revia-se deformada.

Cérebros geniais puderam calcular a temperatura máxima que desencadearam essas aplicações científicas subordinadas à matemática dos cálculos nucleares. No entanto, para os 140.000 japoneses que se derreteram no fogo apavorante da explosão atômica seriam incondicionalmente melhores todos os contos fantásticos dos mundos de fadas do que o cientificismo que lhes acarretou morte tão horrorosa !


 



Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Vitor Santos em 26 de Agosto de 2008, 13:15
Olá

Para nós espiritas, resta a consolação de saber que os tais 140.000 japoneses que desencarnaram por causa da(s) bomba(s) atómica(s), não morreram, porque a morte não existe.

Deixaram cá apenas a roupa velha (o corpo fisico).

Para além disso, aqueles que souberam perdoar o que lhe foi feito, foram largamente recompensados. Souberam sofrer. E quem sabe sofrer evolui. Quem sabe se alguns, hoje, estão reencarnados num mundo melhor do que este...

A vantagem ou desvantagem do que aconteceu a cada um dos 140'000 japoneses, depende da postura que cada um tomou perante o evento. Os que eram vingativos, ainda hoje devem estar a perder tempo, cegos na raiva de lhe terem interrompido a vida daquela forma injusta.

Os familiares das vitimas também são vitimas.

Aqueles que contribuiram para essa catastrofe, com maior ou menor consciência dos estrago que íam fazer, não gostava de estar na pele deles. De qualquer modo, não há culpa que sempre dure. Alguns podem já ter reparado boa parte do mal que fizeram, com bem, que é a única forma de reparar o mal que se faz. Mas a divida deles é grande, decerto.

De qualquer forma, do ponto de vista espiritual, a gravidade de um evento desses acaba por não ser tão grande como parece a quem não sabe que a morte não existe e que o desencarne é apenas uma transformação e que o tempo de uma vida no corpo de carne é um instante infinitesimal na eternidade.

bem hajas
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Diegas em 27 de Agosto de 2008, 13:45
Olá, Vitor Santos.

Para nós espiritas, resta a consolação de saber que os tais 140.000 japoneses que desencarnaram por causa da(s) bomba(s) atómica(s), não morreram, porque a morte não existe.

De fato a morte não existe, mas há tipos de desencarne que poderiam ser evitados, principalmente aqueles causados pela ignorância humana. As mortes trágicas fazem parte de nosso dia-a-dia, quase não mais as notamos ou damos importância, tal a diversidade e dimensão que tomou conta dos noticiários, em todo o planeta.

Apesar de trágicas, percebo diferenças entre um indivíduo que desencarna num circo romano, na boca de um leão, lutando por um ideal superior e ciente da sobrevivência da alma, daquele outro cidadão que vive a existência distraído dos valores imortais. Ou ainda daquele homem que morre tranqüilo enquanto descansa o corpo, de outro que desencarna desesperado em virtude de uma bala perdida.

Questão de atitude mental - estar ou não preparado para desencarnar.


Abç
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Cynthia_RJ em 13 de Maio de 2009, 21:12
Olá, amigos!

Estou muito feliz em ter encontrado este fórum. Este foi um dos primeiros tópicos que vi, e, apesar de já ter bastante tempo que foi postado, gostaria de acrescentar ainda às considerações sobre o bem e o mal um pequeno trecho da obra "Sinal Verde", (de André Luiz, psicografada por Chico Xavier), que reli por esses dias e que me pareceu oportuno colocar:

"Só existe um mal a temer: aquele que ainda exista em nós.
 Não parar na edificação do bem, nem para colher os louros do espetáculo, nem para contar as pedras do caminho..."

Abraços
Título: Re: O Bem e o Mal
Enviado por: Vitor Santos em 14 de Maio de 2009, 09:53
Olá Cintia

Bela escolha, este texto do Chico Xavier. Obrigado pela partilha. E, por favor, continue a mimar-nos com prendas como esta  :)

bem haja