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CODIFICAÇÃO => O Evangelho Seg. Espiritismo => Tópico iniciado por: Aldebaran em 13 de Outubro de 2009, 07:53

Título: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Aldebaran em 13 de Outubro de 2009, 07:53
Moura, não sei se estraguei a sua festa, pois sei que você está escrevendo um artigo sobre o CUEE baseado no ESE. No caso eu estava supondo que você iria criar esse tópico ou um parecido com esse. Se o tópico que você queria criar é esse, eu deleto o meu post e põe o seu ok?? È que eu queria abrir esse tópico porque estou achando muito interessante essa questão. SÓ TENHO UMA PERGUNTA: POR QUE OS ESPÍRITOS COLOCARAM O CUEE LOGO NO EsE?? O certo não seria ter colocado no OLE???
Bom, aí vai o texto na íntegra:

(http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/es/es-00.html#es00a2 (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy5lc3Bpcml0by5vcmcuYnIvcG9ydGFsL2NvZGlmaWNhY2FvL2VzL2VzLTAwLmh0bWwjZXMwMGEy))

II. Autoridade da doutrina espírita
Controle universal do ensino dos espíritos
Se a Doutrina Espírita fosse de concepção puramente humana, não ofereceria por penhor senão as luzes daquele que a houvesse concebido. Ora, ninguém, neste mundo, poderia alimentar fundadamente a pretensão de possuir, com exclusividade, a verdade absoluta. Se os Espíritos que a revelaram se houvessem manifestado a um só homem, nada lhe garantiria a origem, porquanto fora mister acreditar, sob palavra, naquele que dissesse ter recebido deles o ensino. Admitida, de sua parte, sinceridade perfeita, quando muito poderia ele convencer as pessoas de suas relações; conseguiria sectários, mas nunca chegaria a congregar todo o mundo.

Quis Deus que a nova revelação chegasse aos homens por mais rápido caminho e mais autêntico. Incumbiu, pois, os Espíritos de levá-la de um pólo a outro, manifestando-se por toda a parte, sem conferir a ninguém o privilégio de lhes ouvir a palavra. Um homem pode ser ludibriado, pode enganar-se a si mesmo; já não será assim, quando milhões de criaturas vêem e ouvem a mesma coisa. Constitui isso uma garantia para cada um e para todos. Ao demais, pode fazer-se que desapareça um homem; mas não se pode fazer que desapareçam as coletividades; podem queimar-se os livros, mas não se podem queimar os Espíritos. Ora, queimassem-se todos os livros e a fonte da doutrina não deixaria de conservar-se inexaurível, pela razão mesma de não estar na Terra, de surgir em todos os lugares e de poderem todos dessedentar-se nela. Faltem os homens para difundi-la: haverá sempre os Espíritos, cuja atuação a todos atinge e aos quais ninguém pode atingir.

São, pois, os próprios Espíritos que fazem a propagação, com o auxílio dos inúmeros médiuns que, também eles, os Espíritos, vão suscitando de todos os lados. Se tivesse havido unicamente um intérprete, por mais favorecido que fosse, o Espiritismo mal seria conhecido. Qualquer que fosse a classe a que pertencesse, tal intérprete houvera sido objeto das prevenções de muita gente e nem todas as nações o teriam aceitado, ao passo que os Espíritos se comunicam em todos os pontos da Terra, a todos os povos, a todas as seitas, a todos os partidos, e todos os aceitam. O Espiritismo não tem nacionalidade e não faz parte de nenhum culto existente; nenhuma classe social o impõe, visto que qualquer pessoa pode receber instruções de seus parentes e amigos de além-túmulo. Cumpre seja assim, para que ele possa conduzir todos os homens à fraternidade. Se não se mantivesse em terreno neutro, alimentaria as dissensões, em vez de apaziguá-las.

Nessa universalidade do ensino dos Espíritos reside a força do Espiritismo e, também, a causa de sua tão rápida propagação. Enquanto a palavra de um só homem, mesmo com o concurso da imprensa, levaria séculos para chegar ao conhecimento de todos, milhares de vozes se fazem ouvir simultaneamente em todos os recantos do planeta, proclamando os mesmos princípios e transmitindo-os aos mais ignorantes, como aos mais doutos, a fim de que não haja deserdados. É uma vantagem de que não gozara ainda nenhuma das doutrinas surgidas até hoje. Se o Espiritismo, portanto, é uma verdade, não teme o malquerer dos homens, nem as revoluções morais, nem as subversões físicas do globo, porque nada disso pode atingir os Espíritos.

Não é essa, porém, a única vantagem que lhe decorre da sua excepcional posição. Ela lhe faculta inatacável garantia contra todos os cismas que pudessem provir, seja da ambição de alguns, seja das contradições de certos Espíritos. Tais contradições, não há negar, são um escolho; mas que traz consigo o remédio, ao lado do mal.

Sabe-se que os Espíritos, em virtude da diferença entre as suas capacidades, longe se acham de estar, individualmente considerados, na posse de toda a verdade; que nem a todos é dado penetrar certos mistérios; que o saber de cada um deles é proporcional à sua depuração; que os Espíritos vulgares mais não sabem do que muitos homens; que entre eles, como entre estes, há presunçosos e sofômanos, que julgam saber o que ignoram; sistemáticos, que tomam por verdades as suas idéias; enfim, que só os Espíritos da categoria mais elevada, os que já estão completamente desmaterializados, se encontram despidos das idéias e preconceitos terrenos; mas, também é sabido que os Espíritos enganadores não escrupulizam em tomar nomes que lhes não pertencem, para impingirem suas utopias. Daí resulta que, com relação a tudo o que seja fora do âmbito do ensino exclusivamente moral, as revelações que cada um possa receber terão caráter individual, sem cunho de autenticidade; que devem ser consideradas opiniões pessoais de tal ou qual Espírito e que imprudente fora aceitá-las e propagá-las levianamente como verdades absolutas.

O primeiro exame comprobativo é, pois, sem contradita, o da razão, ao qual cumpre se submeta, sem exceção, tudo o que venha dos Espíritos. Toda teoria em manifesta contradição com o bom senso, com uma lógica rigorosa e com os dados positivos já adquiridos, deve ser rejeitada, por mais respeitável que seja o nome que traga como assinatura. Incompleto, porém, ficará esse exame em muitos casos, por efeito da falta de luzes de certas pessoas e das tendências de não poucas a tomar as próprias opiniões como juizes únicos da verdade. Assim sendo, que hão de fazer aqueles que não depositam confiança absoluta em si mesmos? Buscar o parecer da maioria e tomar por guia a opinião desta. De tal modo é que se deve proceder em face do que digam os Espíritos, que são os primeiros a nos fornecer os meios de consegui-lo.

A concordância no que ensinem os Espíritos é, pois, a melhor comprovação. Importa, no entanto, que ela se dê em determinadas condições. A mais fraca de todas ocorre quando um médium, a sós, interroga muitos Espíritos acerca de um ponto duvidoso. É evidente que, se ele estiver sob o império de uma obsessão, ou lidando com um Espírito mistificador, este lhe pode dizer a mesma coisa sob diferentes nomes. Tampouco garantia alguma suficiente haverá na conformidade que apresente o que se possa obter por diversos médiuns, num mesmo centro, porque podem estar todos sob a mesma influência.

Uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos: a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares.

Vê-se bem que não se trata aqui das comunicações referentes a interesses secundários, mas do que respeita aos princípios mesmos da doutrina. Prova a experiência que, quando um principio novo tem de ser enunciado, isso se dá espontaneamente em diversos pontos ao mesmo tempo e de modo idêntico, senão quanto à forma, quanto ao fundo.

Se, portanto, aprouver a um Espírito formular um sistema excêntrico, baseado unicamente nas suas idéias e com exclusão da verdade, pode ter-se a certeza de que tal sistema conservar-se-á circunscrito e cairá, diante das instruções dadas de todas as partes, conforme os múltiplos exemplos que já se conhecem. Foi essa unanimidade que pôs por terra todos os sistemas parciais que surgiram na origem do Espiritismo, quando cada um explicava à sua maneira os fenômenos, e antes que se conhecessem as leis que regem as relações entre o mundo visível e o mundo invisível.

Essa a base em que nos apoiamos, quando formulamos um principio da doutrina. Não é porque esteja de acordo com as nossas idéias que o temos por verdadeiro. Não nos arvoramos, absolutamente, em árbitro supremo da verdade e a ninguém dizemos: "Crede em tal coisa, porque somos nós que vo-lo dizemos." A nossa opinião não passa, aos nossos próprios olhos, de uma opinião pessoal, que pode ser verdadeira ou falsa, visto não nos considerarmos mais infalível do que qualquer outro. Também não é porque um principio nos foi ensinado que, para nós, ele exprime a verdade, mas porque recebeu a sanção da concordância.

Na posição em que nos encontramos, a receber comunicações de perto de mil centros espiritas sérios, disseminados pelos mais diversos pontos da Terra, achamo-nos em condições de observar sobre que principio se estabelece a concordância. Essa observação é que nos tem guiado até hoje e é a que nos guiará em novos campos que o Espiritismo terá de explorar. Porque, estudando atentamente as comunicações vindas tanto da França como do estrangeiro, reconhecemos, pela natureza toda especial das revelações, que ele tende a entrar por um novo caminho e que lhe chegou o momento de dar um passo para diante. Essas revelações, feitas muitas vezes com palavras veladas, hão freqüentemente passado despercebidas a muitos dos que as obtiveram. Outros julgaram-se os únicos a possui-las. Tomadas insuladamente, elas, para nós, nenhum valor teriam; somente a coincidência lhes imprime gravidade. Depois, chegado o momento de serem entregues à publicidade, cada um se lembrará de haver obtido instruções no mesmo sentido. Esse movimento geral, que observamos e estudamos, com a assistência dos nossos guias espirituais, é que nos auxilia a julgar da oportunidade de fazermos ou não alguma coisa

Essa verificação universal constitui uma garantia para a unidade futura do Espiritismo e anulará todas as teorias contraditórias. Aí é que, no porvir, se encontrará o critério da verdade. O que deu lugar ao êxito da doutrina exposta em O Livro dos Espíritos e em O Livro dos Médiuns foi que em toda a parte todos receberam diretamente dos Espíritos a confirmação do que esses livros contêm. Se de todos os lados tivessem vindo os Espíritos contradizê-la, já de há muito haveriam aquelas obras experimentado a sorte de todas as concepções fantásticas. Nem mesmo o apoio da imprensa as salvaria do naufrágio, ao passo que, privadas como se viram desse apoio, não deixaram elas de abrir caminho e de avançar celeremente. E que tiveram o dos Espíritos, cuja boa vontade não só compensou, como também sobrepujou o malquerer dos homens. Assim sucederá a todas as idéias que, emanando quer dos Espíritos, quer dos homens, não possam suportar a prova desse confronto, cuja força a ninguém é lícito contestar.

Suponhamos praza a alguns Espíritos ditar, sob qualquer título, um livro em sentido contrário; suponhamos mesmo que, com intenção hostil, objetivando desacreditar a doutrina, a malevolência suscitasse comunicações apócrifas; que influência poderiam exercer tais escritos, desde que de todos os lados os desmentissem os Espíritos? E com a adesão destes que se deve garantir aquele que queira lançar, em seu nome, um sistema qualquer. Do sistema de um só ao de todos, medeia a distancia que vai da unidade ao infinito. Que poderão conseguir os argumentos dos detratores, sobre a opinião das massas, quando milhões de vozes amigas, provindas do Espaço, se façam ouvir em todos os recantos do Universo e no seio das famílias, a infirmá-los? A esse respeito já não foi a teoria confirmada pela experiência? Que é feito das inúmeras publicações que traziam a pretensão de arrasar o Espiritismo? Qual a que, sequer, lhe retardou a marcha? Até agora, não se considera a questão desse ponto de vista, sem contestação um dos mais graves. Cada um contou consigo, sem contar com os Espíritos.

O princípio da concordância é também uma garantia contra as alterações que poderiam sujeitar o Espiritismo às seitas que se propusessem apoderar-se dele em proveito próprio e acomodá-lo a vontade. Quem quer que tentasse desviá-lo do seu providencial objetivo, malsucedido se veria, pela razão muito simples de que os Espíritos, em virtude da universalidade de seus ensinos, farão cair por terra qualquer modificação que se divorcie da verdade.

De tudo isso ressalta uma verdade capital: a de que aquele que quisesse opor-se à corrente de idéias estabelecida e sancionada poderia, é certo, causar uma pequena perturbação local e momentânea; nunca, porém, dominar o conjunto, mesmo no presente, nem, ainda menos, no futuro.

Também ressalta que as instruções dadas pelos Espíritos sobre os pontos ainda não elucidados da Doutrina não constituirão lei, enquanto essas instruções permanecerem insuladas; que elas não devem, por conseguinte, ser aceitas senão sob todas as reservas e a título de esclarecimento.

Daí a necessidade da maior prudência em dar-lhes publicidade; e, caso se julgue conveniente publicá-las, importa não as apresentar senão como opiniões individuais, mais ou menos prováveis, porém, carecendo sempre de confirmação. Essa confirmação é que se precisa aguardar, antes de apresentar um princípio como verdade absoluta, a menos se queira ser acusado de leviandade ou de credulidade irrefletida.

Com extrema sabedoria procedem os Espíritos superiores em suas revelações. Não atacam as grandes questões da Doutrina senão gradualmente, à medida que a inteligência se mostra apta a compreender verdade de ordem mais elevada e quando as circunstâncias se revelam propicias à emissão de uma idéia nova. Por isso é que logo de principio não disseram tudo, e tudo ainda hoje não disseram, jamais cedendo à impaciência dos muito afoitos, que querem os frutos antes de estarem maduros. Fora, pois, supérfluo pretender adiantar-se ao tempo que a Providência assinou para cada coisa, porque, então, os Espíritos verdadeiramente sérios negariam o seu concurso. Os Espíritos levianos, pouco se preocupando com a verdade, a tudo respondem; daí vem que, sobre todas as questões prematuras, há sempre respostas contraditórias.

Os princípios acima não resultam de uma teoria pessoal: são conseqüência forçada das condições em que os Espíritos se manifestam. E evidente que, se um Espírito diz uma coisa de um lado, enquanto milhões de outros dizem o contrário algures, a presunção de verdade não pode estar com aquele que é o único ou quase o único de tal parecer. Ora, pretender alguém ter razão contra todos seria tão ilógico da parte dos Espíritos, quanto da parte dos homens. Os Espíritos verdadeiramente ponderados, se não se sentem suficientemente esclarecidos sobre uma questão, nunca a resolvem de modo absoluto; declaram que apenas a tratam do seu ponto de vista e aconselham que se aguarde a confirmação.

Por grande, bela e justa que seja uma idéia, impossível é que desde o primeiro momento congregue todas as opiniões. Os conflitos que daí decorrem são conseqüência inevitável do movimento que se opera; eles são mesmo necessários para maior realce da verdade e convém se produzam desde logo, para que as idéias falsas prontamente sejam postas de lado. Os espíritas que a esse respeito alimentassem qualquer temor podem ficar perfeitamente tranqüilos: todas as pretensões insuladas cairão, pela força mesma das coisas, diante do enorme e poderoso critério da concordância universal.

Não será à opinião de um homem que se aliarão os outros, mas à voz unânime dos Espíritos; não será um homem, nem nós, nem qualquer outro que fundará a ortodoxia espírita; tampouco será um Espírito que se venha impor a quem quer que seja: será a universalidade dos Espíritos que se comunicam em toda a Terra, por ordem e eus. Esse o caráter essencial da Doutrina Espírita; essa a sua força, a sua autoridade. Quis Deus que a sua lei assentasse em base inamovível e por isso não lhe deu por fundamento a cabeça frágil de um só.

Diante de tão poderoso areópago, onde não se conhecem corrilhos, nem rivalidades ciosas, nem seitas, nem nações, é que virão quebrar-se todas as oposições, todas as ambições, todas as pretensões à supremacia individual; é que nos quebraríamos nós mesmos, se quiséssemos substituir os seus decretos soberanos pelas nossas próprias idéias. Só Ele decidirá todas as questões litigiosas, imporá silêncio às dissidências e dará razão a quem a tenha. Diante desse imponente acordo de todas as vozes do Céu, que pode a opinião de um homem ou de um Espírito? menos do que a gota d’água que se perde no oceano, menos do que a voz da criança que a tempestade abafa.

A opinião universal, eis o juiz supremo, o que se pronuncia em última instância. Formam-na todas as opiniões individuais. Se uma destas é verdadeira, apenas tem na balança o seu peso relativo. Se é falsa, não pode prevalecer sobre todas as demais. Nesse imenso concurso, as individualidades se apagam, o que constitui novo insucesso para o orgulho humano.

Já se desenha o harmonioso conjunto. Este século não passará sem que ele resplandeça em todo o seu brilho, de modo a dissipar todas as incertezas, porquanto daqui até lá potentes vozes terão recebido a missão de se fazerem ouvir, para congregar os homens sob a mesma bandeira, uma vez que o campo se ache suficientemente lavrado. Enquanto isso se não dá, aquele que flutue entre dois sistemas opostos pode observar em que sentido se forma a opinião geral; essa será a indicação certa do sentido em que se pronuncia a maioria dos Espíritos, nos diversos pontos em que se comunicam, e um sinal não menos certo de qual dos dois sistemas prevalecerá.

Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Atlante em 13 de Outubro de 2009, 09:23
Moura, não sei se estraguei a sua festa, pois sei que você está escrevendo um artigo sobre o CUEE baseado no ESE. No caso eu estava supondo que você iria criar esse tópico ou um parecido com esse. Se o tópico que você queria criar é esse, eu deleto o meu post e põe o seu ok?? È que eu queria abrir esse tópico porque estou achando muito interessante essa questão. SÓ TENHO UMA PERGUNTA: POR QUE OS ESPÍRITOS COLOCARAM O CUEE LOGO NO EsE?? O certo não seria ter colocado no OLE???


Oh Renato

Você só poderia ser ficticio, ninguém existe assim.
Para quê esta transcrição do ESE? Ele está lá qualquer um pode consultar e ler.
Não está no Livro dos Espíritos porque este é concepção dos Espíritos. Está no ESE porque este é concepçção de Kardec.

Atlante
Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Aldebaran em 13 de Outubro de 2009, 09:48
Atlante, não seja precipitado. A marianna e outras pessoas transcreveram aqui vários capítulos de A Gênese. Pq você não vai lá fazer essa crítica a elas? Dá um tempo cara!!!
Se eu transcrevi aqui é para facilitar. Mais de 50% dos posts são de transcrição de longas mensagens espíritas ou não. Esse é o meu primeiro post em que coloco uma transcrição de uma obra espírita - pois eu não tenho o costume de usar o Ctrl + C e Ctrl + V, como muitos fazem aqui -  e nem por isso critico essas pessoas, e eu, faço isso pela primeira vez, e você vem me criticar. Aliás, nos últimos dias, vocês só responde aos meus posts para fazer críticas e até mesmo ataques pessoais.
Vou te dar um ultimato cara: se você persistir nessa postura sua, serei obrigado a ignorar você = passar ao largo do que você escreve e das suas respostas com ataques pessoais à minha pessoa. Estamos entendidos??

Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Atlante em 13 de Outubro de 2009, 16:46
Atlante, não seja precipitado. A marianna e outras pessoas transcreveram aqui vários capítulos de A Gênese. Pq você não vai lá fazer essa crítica a elas? Dá um tempo cara!!!
Se eu transcrevi aqui é para facilitar. Mais de 50% dos posts são de transcrição de longas mensagens espíritas ou não. Esse é o meu primeiro post em que coloco uma transcrição de uma obra espírita - pois eu não tenho o costume de usar o Ctrl + C e Ctrl + V, como muitos fazem aqui -  e nem por isso critico essas pessoas, e eu, faço isso pela primeira vez, e você vem me criticar. Aliás, nos últimos dias, vocês só responde aos meus posts para fazer críticas e até mesmo ataques pessoais.
Vou te dar um ultimato cara: se você persistir nessa postura sua, serei obrigado a ignorar você = passar ao largo do que você escreve e das suas respostas com ataques pessoais à minha pessoa. Estamos entendidos??


Olá Renato

Você tem vidência. Está vendo fantasmas.
Onde é que o critiquei? Só fiz uma pergunta.
Nos ultimos dias nem tenho vindo ao forum. Como o posso ter criticado?
Se nos outros casos em que fazem transcrições não disse nada é porque achei que nem vale a pena. Mas já muitas v ezes falei sobre essa questão, até porque, quanto a mim, contrariam as regras do forum.
O meu amigo diz que só respondo a si. Que admiração.
Se verificar bem apenas estou intervindo em 2 tópicos. Como a maior parte das intervenções, nesses tópicos, são suas, a quem quer que responda?

Fique tranquilo.

Atlante
Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 13 de Outubro de 2009, 18:24
Bom
vamos a pergunta;

POR QUE OS ESPÍRITOS COLOCARAM O CUEE LOGO NO EsE??
O certo não seria ter colocado no OLE???

Penso que a questão da revelação e dos ensinos contidos no OLE
vem de encontro como que uma ação presciente quanto a parte moral que nos exige
no OESE.

É como o conto dos Tres Crivos refirdo aos ensinos de Sócrates

O crivo da verdade,da bondade e o da utilidade.
Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Vitor Santos em 13 de Outubro de 2009, 22:11
Olá

Citar
Não está no Livro dos Espíritos porque este é concepção dos Espíritos. Está no ESE porque este é concepçção de Kardec.

O evangelho segundo o espiritismo, tal como o Livro dos Espiritos, contém comentários pessoais de Kardec e comentários dos espiritos, sob o Titulo "Instruções dos Espiritos", assim como o Livro dos Espiritos tem comentários pessoais de Kardec e respostas dos espiritos. A concepção do movimento espirita não é de kardec, mas dos espiritos, Kardec foi um instrumento que os espiritos usaram, tal como os médiuns, as editoras, os tradutores, embora o codificador tivesse deixado o seu cunho pessoal.

Se ele foi escolhido pelos espiritos é porque tinha capacidade para o serviço que eles lhe
atribuiram. Mas isso não é suficiente.

Ele era um homem, com as limitações que isso implica. Mas não era nem se
considerava infalivel. E por isso esforçou-se ao máximo para garantir que as suas limitações
pessoais e mesmo as possiveis limitações dos espiritos se reflectiam o menos possivel na obra.
 
Ele era um homem bom, determinado e responsável. para mim as pessoas de confiança são as que são responsáveis e humildes perante as suas limitações, não as que se consideram infaliveis, nem as que as outras pessoas idolatram, considerado-as velada ou directamente  infaliveis.

bem hajam
Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Atlante em 13 de Outubro de 2009, 22:24
Olá

Citar
Não está no Livro dos Espíritos porque este é concepção dos Espíritos. Está no ESE porque este é concepçção de Kardec.

O evangelho segundo o espiritismo, tal como o Livro dos Espiritos, contém comentários pessoais de Kardec e comentários dos espiritos, sob o Titulo "Instruções dos Espiritos", assim como o Livro dos Espiritos tem comentários pessoais de Kardec e respostas dos espiritos. A concepção do movimento espirita não é de kardec, mas dos espiritos, Kardec foi um instrumento que os espiritos usaram, tal como os médiuns, as editoras, os tradutores, embora o codificador tivesse deixado o seu cunho pessoal.

Se ele foi escolhido pelos espiritos é porque tinha capacidade para o serviço que eles lhe
atribuiram. Mas isso não é suficiente.

Ele era um homem, com as limitações que isso implica. Mas não era nem se
considerava infalivel. E por isso esforçou-se ao máximo para garantir que as suas limitações
pessoais e mesmo as possiveis limitações dos espiritos se reflectiam o menos possivel na obra.
 
Ele era um homem bom, determinado e responsável. para mim as pessoas de confiança são as que são responsáveis e humildes perante as suas limitações, não as que se consideram infaliveis, nem as que as outras pessoas idolatram, considerado-as velada ou directamente  infaliveis.

bem hajam

Oh companheiro

Isto é para rir hoje, amanhã ou quando as galinhas tiverem dentes.
Lê bem o que escreveste e verirfica se tem ponta por onde se pegue.
Deixei de postar em referência a ti por achar que não valia a pena.
Só sabe quem sabe e só pode vir a saber quem quer.

Não entendo este teu post até porque o considero uma provocação sem sentido absolutamente nenhum.

Atlante
Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Aldebaran em 13 de Outubro de 2009, 22:42
Olá pessoal,
Comentando o texto do CUEE, uma coisa que eu achei interessante, é a anotação de Kardec - extraída de observações e experimentos com médiuns - de que normalmente, quando um único médium está perguntando acerca de algo, para vários Espíritos, freqüentemente pode acontecer de este médium estar obsediado, pois talvez o mesmo Espírito dê várias respostas, para confirmar, ou seja, para dar caráter de Universalidade a uma dada Revelação, mas está assinando com vários nomes diferentes.
Acho que é nesse sentido que o Moura se reportou a Divaldo Franco e a Chico Xavier. De fato, essa hipótece não está descartada.
Outra coisa interessante, no texto da CUEE, é que os Espíritos só revelaram aquilo que acharam útil e que estava acessível à compreensão dos homens à época. Mas existe uma divisão entre os espíritas quanto a isso, a saber, que certos espíritas usam uma citação de A Gênese para dizer que o trabalho de desenvolvimento do Espiritismo também demanda o concurso dos encarnados. (não me lembro aonde está isso na Gênese), mas já vi o presidente da FEESP argumentar nesse sentido uma vez, num Congresso Espírita fechado.
Pela lógica do texto da CEUU, fica claro entretanto, que novas revelações em caráter de Universalidade só podem vir dos Espíritos, e eu acredito, que mais cedo ou mais tarde haverá uma nova revelação, complementando a atual - mas isso acho que demora algum tempo, talvez  séculos. O que os  amigos pensam a esse respeito??



abçs
Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 13 de Outubro de 2009, 22:50
Vitor dos Santos

Ele era um homem, com as limitações que isso implica. Mas não era nem se
considerava infalivel. E por isso esforçou-se ao máximo para garantir que as suas limitações
pessoais e mesmo as possiveis limitações dos espiritos se reflectiam o menos possivel na obra.
 
Ele era um homem bom, determinado e responsável. para mim as pessoas de confiança são as que são responsáveis e humildes perante as suas limitações, não as que se consideram infaliveis, nem as que as outras pessoas idolatram, considerado-as velada ou directamente  infaliveis.

Esta colocação é prudente
é bom vermos desta maneira.

ao menos não nos impossibilita de a DE nos dirigirmos.
Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 13 de Outubro de 2009, 23:02
Ao falarmos de Universalidade
ficamos com todas as manifestações.

Pois espíritos se manifestam e continuarão se manifestando
Quer falem a verdade ou não.

O Crivo é a pessoa do Cristo.
juntamente com seus ensinamentos.
Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Vitor Santos em 13 de Outubro de 2009, 23:18
Olá Moisés

Citar
O Crivo é a pessoa do Cristo.
juntamente com seus ensinamentos.

Um frase pequenina, por vezes diz mais do que textos enormes.

Estou de acordo. A sua frase descreve a minha experiência pessoal:

O meu primeiro passo foi o conhecimento da parte correspondente ao Novo Testamento, da Biblia. E isso foi muito importante para me identificar de imediato com o Livro dos Espiritos, quando o li a primeira vez. Tudo fez sentido!

bem haja
Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Mourarego em 13 de Outubro de 2009, 23:35
A mediunidade em mim, aflorou aos 16 anos. completa, ostensiva.
Nesse tempo, fora os assuntos de advocacia que meu pai trazia à mesa, o mais era religião já que minha mãe era filha de Maria.
Por muitas vezes discuti com ela sobre temas bíblicos, ela pensava que era porque eu era aluno de colégio de padres franciscanos, mas depois ficou esclarecido que era apenas a parte anímica falando por mim.
Depois dessas discussões passei a estudar a bíblia e sempre tinha a afluência de um Espírito que me mostrava a coisa de maneira diferençada, mais crua e sem tantas alegorias. mas antes que se esclarecesse tudo fiz dois E.E.G. e nada foi constatado, quer dizer maluco eu não era (ainda) hehehe.
O estudo da bíblia me deu horizontes que a doutrina preencheu com mais realidade e por isso me tornei esse chato ortodoxo fundamentalista :)
para mim tá de bom tamanho, malgrado a grita de alguns!
Abração,
Moura
Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 14 de Outubro de 2009, 01:45
Li uma colocação uma vez, era de um participante de um fórum

Ele colocava dizendo que o único e verdadeiro ortodoxo seria kardec,

talvez seja uma frase de reflexo, ou melhor, de efeito...talvez não.

Mas Moura
Pelas suas colocações e opiniões pessoais, não está dificil de concluir que você não é ortodoxo...
Longe deste comportamento.

Talvez mais para irredutível e como o Renato disse..."Imperdenido".

Título: Re: Controle Universal do Ensino dos Espíritos (CUEE)
Enviado por: Atlante em 14 de Outubro de 2009, 03:43
Li uma colocação uma vez, era de um participante de um fórum

Ele colocava dizendo que o único e verdadeiro ortodoxo seria kardec,

talvez seja uma frase de reflexo, ou melhor, de efeito...talvez não.

Mas Moura
Pelas suas colocações e opiniões pessoais, não está dificil de concluir que você não é ortodoxo...
Longe deste comportamento.

Talvez mais para irredutível e como o Renato disse..."Imperdenido".


Olá Moisés

Também concordo consigo.
O Moura não é ortodoxo, é super. ;)

Claro que não é por aí que o burro vai às couves ( ditado Português ), cada um está no direito de defender as posições que muito bem entende, e por vezes fazem falta para refrear um pouco os impulsos de muita gente.

Atlante