Forum Espirita

CODIFICAÇÃO => Estudos mensais => Tópico iniciado por: Antonio Renato em 01 de Abril de 2016, 09:52

Título: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 01 de Abril de 2016, 09:52
Meus irmãos, estamos novamente aqui para dar continuidade aos nossos estudos mensais,
desta feita com o tema: "Amar o próximo como a si mesmo". Sejam todos bem vindos.
Jesus foi muito claro em seus ensinamentos aos seus discípulos: Fazemos aos outros o
queiramos que os outros nos façam, dai a César o que é de César, e estes ensinamentos devem ser aplicados por todos nos dias de hoje. Por sua vez, os espíritos superiores em
suas instruções, colocou para todos a lei do amor, que ficassem todos atentos para com
o egoismo, a fé e a caridade, e essa caridade até mesmo para os criminosos.
As leis divinas mesmo estando gravadas em nossa consciência, não se validam se não
forem exercitadas. Jesus, chamava a atenção a todos, que para chegar até Deus, às suas
leis deveriam ser obedecidas e exercitadas.
Mandamento maior - Os fariseus, tendo sabido que ele, Jesus, tapara boca aos Saduceus,
reuniram-se; e um deles, que era doutor da lei, para o tentar, propôs-lhes esta questão:
"Mestre, qual o mandamento maior da lei?"- Jesus respondeu:"Amarás o senhor teu Deus
de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito"; este é o maior  e o
primeiro mandamento, e aqui tendes o segundo, semelhante a esse:"Amarás o teu
próximo, como a ti mesmo". - "Toda lei e os profetas se acham contidos nesses dois
mandamentos". (São Mateus, Cap. XXII, v. 12)
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - Cap. XI, Evangelho Segundo o Espiritismo
Enviado por: M.Altino em 01 de Abril de 2016, 10:48
Amigos com muito carinho o meu bom dia sincero e quero dar os meus parabéns pelo lindo texto do nosso amigo Renato que é muito bom e atual para a nossa vida...
http://youtube.com/watch?v=0FdlBR1o4eI
Amar ao próximo como a si mesmo; fazer aos outros como quereríamos que nos fizessem", eis a expressão mais completa da caridade, porque ela resume todos os deveres para com o próximo. Não se pode ter, neste caso, guia mais seguro, do que tomando como medida do que se deve fazer aos outros, o que se deseja para si mesmo.
Com que direito exigiríamos de nossos semelhantes melhor tratamento, mais indulgência, benevolência e devotamento, do que lhes damos?
A prática dessas máximas leva à destruição do egoísmo.
Quando os homens as tomarem como normas de conduta e como base de suas instituições, compreenderão a verdadeira fraternidade, e farão reinar a paz e a justiça entre eles.
Não haverá mais ódios nem dissenções, mas união, concórdia e mútua benevolência......
Amigos espero que todos possam dar o seu contributo para este estudo e um dia de muita paz e muitas vibrações de animo e coragem parta o meu querido amigo António Renato pelo seu esforço na ajuda a todos nós,,
Um abraço de muita paz e bons estudos e debates....
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Manuel Altino
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - Cap. XI, Evangelho Segundo o Espiritismo
Enviado por: Antonio Renato em 01 de Abril de 2016, 16:03
Meu irmão Altino, muito agradeço a sua presença em nosso estudo, que com os  seus
conhecimentos em muito contribuirá para engrandecer o nosso estudo mensal.
O reino dos céus é comparável a um rei que quis tomar contas ao seus servidores. -
Tendo começado a fazê-lo, apresentaram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. - Mas
como não tinha meios de os pagar, mandou seu senhor que o vendessem a ele, sua
mulher, seus filhos, e tudo que lhe pertencesse, para pagamento da dívida. - O servidor,
lançando-se-lhe aos pés, o conjurava, dizendo:"Senhor, tem um pouco de paciência e
eu te pagarei tudo". - Então, o senhor tocado de compaixão, o mandou embora e lhe
perdoou a dívida. - Esse servidor, porém, ao sair, encontrando um de seus companheiros,
que lhe devia cem dinheiros, o segurou pela goela e, quase a estrangulá-lo, dizia: "Paga
o que me deves". - O companheiro, lançando-se-lhe aos pé, o conjurava, dizendo: Tem
um pouco de paciência e te pagarei tudo". - Mas o outro não quis escutá-lo; foi-se e o
mandou prender, para tê-lo preso até pagar o que lhe devia.
Os outros servidores, seus companheiros, vendo o que se passava, foram, extremamente
aflitos, e informaram o senhor de tudo que acontecera. - Então, o senhor, tendo mandado
vir a sua presença aquele servidor, lhe disse: "Mau servo, eu te havia perdoado tudo o que
me devias, porque mo pediste. - Não estavas desde então no dever de também ter
piedade do teu companheiro, como eu tivera de ti ?" E o senhor tomado de cólera, o
entregou aos verdugos, para que o tivessem, até que ele pagasse tudo que lhe devia.
É assim que meu pai, que está no céu, vos tratará, se não perdoardes do fundo do
coração, as faltas que vossos irmãos houverem cometido contra cada um de vós. (S.
Mateus, cap. XVIII, vv. 23 a 35.)
Vejam então meus irmãos o que nos acontece pela nossa pouca compreensão, queremos
sempre ter privilégios, nossos direitos serem respeitados, e nossas faltas serem sempre
perdoadas, mas esquecemos quase sempre que a todos cabe o mesmo direito. Ora meus
irmãos, somos filhos do mesmo pai, temos a mesma morada, porque devo me julgar bem
melhor que os demais. Se cometo uma falta, um erro que venha causar prejuízo a outrem,
clamo pelo perdão, porque não da mesma forma perdoar aqueles tenha cometido uma
falta e que por isso tenha ficado em dívida para comigo?
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - Cap. XI, Evangelho Segundo o Espiritismo
Enviado por: nação de Aruanda em 01 de Abril de 2016, 21:26
caros

entendo que o amar ao próximo passa pela pratica da caridade, aquela em que fazemos sem pedir ou esperar nada em troca, o mestre deu grandes exemplos disto, quando praticamos o bem ou ajudamos alguém sem interesse estamos vivenciando o amor ao próximo, e certamente, receberemos de volta, conforme o nossos merecimentos, os mesmo benefícios.

muita paz
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 02 de Abril de 2016, 02:44
Meu irmão Nação de Aruanda, bem vindo ao nosso estudo mensal. Sim meu irmão, essa
é uma das máximas que Jesus deixou para todos nós, "Amar o próximo como a si mesmo",
isto é: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós, é na verdade
a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para
com o próximo. é também através da caridade que encontramos a salvação e nos aproximamos de Deus.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: M.Altino em 02 de Abril de 2016, 10:40
Amigos com muito carinho o meu bom dia sereno e como disse o nosso amigo Renato O Amor ao próximo como a nós mesmo deve ser feito por todos nós e devia ser assim .......... mas muitas vezes pelo nosso orgulho e vaidade só sabemos olhar para dentro de nós mesmo julgando-nos muitas vezes superiores a todos é um mal de todos e muitas vezes a começar pelos que se dizem Espíritas como pensam que tem o conhecimento todo se tornam muito vaidosos e eu os conheço fisicamente e virtualmente ................por isso devemos cultivar a humildade e ajudarmos todos em qualquer trabalho que nos é pedido para ajudar.......... lembro neste momento quantas vezes tenho pedido aos moderadores para darem o seu contributo para assegurar o Estudo Mensal ......mas tenho recebido mensagens de tudo pela falta de tempo e penso que para muitos o mais importante é apenas copiar e colar temas que apenas sabem de outros e não querem assumir o Estudo Mensal que é sempre no sentido de ajudar o próximo...............Então amigos onde está frase de Jesus e como a executamos na prática............
Este é um  caso para meditar e que cada um medite nos seus atos seriamente .......
Com um abraço de muita paz
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Manuel Altino
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 02 de Abril de 2016, 11:44
Meus irmãos de estudo bom dia. Amar o próximo como a si mesmo, assim diz na verdade
o mandamento de Jesus, mas na prática para muitos é difícil, para alguns impossível até.
Diriam eles, como posso dedicar amor a outro da mesma maneira que a mim mesmo se
este não tem as mesmas virtudes que eu, as maneiras de agir são diferentes das minhas,
quando faço alguma coisa por ele não sou reconhecido, e dele só recebo ingratidão. Ora
meus irmãos, em que parte dos ensinamentos de Jesus ele disse que devemos padronizar
às pessoas para expressar o nosso sentimento de amor, temos também as nossas falhas,
somos imperfeitos da mesma maneira. Amar é respeitar o próximo como ele é, sem exigir
dele que seja igual a nós, é fazer a ele aquilo o que desejamos para nós mesmo, é não
esperar dele agradecimento ou reconhecimento pelo que estamos fazendo, enfim, amar é
um ato de caridade, é o exercício da lei maior de Deus, a lei do amor.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: lconforjr em 02 de Abril de 2016, 23:23
Amigos,

      Para não tomar o tempo dos companheiros de estudos, e para não aborrecê-los com muitas perguntas, faço apenas uma: Certamente que para amar o próximo, temo de, forçosamente, ter amor em nosso coração, certo?  Mas, como devemos fazer para ter em nosso coração esse amor? Afinal, como é que se aprende a ter amor, quem é que ensina como fazer isso? Que doutrina, que mestre? Onde estão as lições que nos  ensinem como fazer para ter amor para ofertá-lo aos que de amor necessitem?
..........
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 03 de Abril de 2016, 02:28
Meu irmão  lconforjr, seja bem vindo ao nosso estudo mensal. Meu irmão veja bem, quando
quando Jesus em seu segundo mandamento disse para todos: Ame o seu próximo como a
si mesmo, estava dizendo na verdade, use o sentimento que há em vós que expressa então,
bondade, caridade e benevolência para com todos, sim porque o amor é um sentimento que
trazemos em nós, que se manifesta pela nossa vontade. Portanto amar, não é aprendido, e
não é ensinado em escola alguma. Na verdade meu amigo há muitas coisas que fazem parte
do nosso eu, é a nossa bagagem que trazemos de outras vidas passadas. Assim eu entendo.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: M.Altino em 03 de Abril de 2016, 10:31
Amigos e companheiros para todos com muito carinho o meu bom dia de muita paz e meditemos neste belo texto do Evangelho............
http://www.youtube.com/watch?v=EYN3gX05Tu8
Dai a César o que é de César
Então, retirando-se os fariseus, projetaram entre si comprometê-lo no que falasse.
E enviaram-lhe seus discípulos, juntamente com os herodianos, que lhe disseram:
 Mestre, sabemos que és verdadeiro, e não se te dá de ninguém, porque não levas em conta a pessoa dos homens; diz-nos, pois, qual é o teu parecer: é lícito dar tributo a César ou não?
Porém Jesus, conhecendo a sua malícia, disse-lhes:
 Por que me tentais, hipócritas?
Mostrai-me cá a moeda do censo.
E eles lhes apresentaram um dinheiro.
E Jesus lhes disse:
De quem é esta imagem e inscrição?
Responderam-lhe eles:
De César.
Então lhes disse Jesus:
Pois dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
E quando ouviram isto, admiraram-se, e deixando-o se retiraram. (Mateus, XXII: 15-22). (Marcos, XII: 13-17).
A questão proposta a Jesus era motivada pela circunstância de haverem os judeus transformado em motivo de horror o pagamento do tributo exigido pelos romanos, elevando-o a problema religioso.
 Numeroso partido se havia formado para rejeitar o imposto.
O pagamento do tributo, portanto, era para eles uma questão de irritante atualidade, sem o que, a pergunta feita a Jesus:
"É lícito dar tributo a César ou não?", não teria nenhum sentido.
Essa questão era uma cilada, pois, segundo a resposta, esperavam excitar contra ele as autoridades romanas ou os judeus dissidentes.
Mas "Jesus, conhecendo a sua malícia", escapa à dificuldade, dando-lhes uma lição de justiça, ao dizer que dessem cada um o que lhes era devido.
Esta máxima: "Dai a César o que é de César" não deve ser entendida de maneira restritiva e absoluta.
Como todos os ensinamentos de Jesus, é um princípio geral, resumido numa forma prática e usual, e deduzido de uma circunstância particular.
Esse princípio é uma consequência daquele que manda agir com os outros como quereríamos que os outros agissem connosco.
Condena todo prejuízo moral e material causado aos outros, toda violação dos seus interesses, e prescreve o respeito aos direitos de cada um, como cada um deseja ver os seus respeitados.
Estende-se ao cumprimento dos deveres contraídos para com a família, a sociedade, a autoridade, bem como para os indivíduos.
Amigos vamos então meditar neste texto e sermos sempre tolerantes para com todos e cumprir os deveres que temos com a família....
Com um abraço sincero de muita paz este vosso amigo
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Manuel Altino
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 03 de Abril de 2016, 14:13
Meus irmãos de estudos bom dia. - "Dai a César o que é de Cesar".
                                                   
A questão proposta a Jesus era motivada pela circunstância de que os judeus, abominando
o tributo que os romanos lhes impunham, haviam feito do pagamento desse tributo uma
questão religiosa. Numeroso partido se fundara contra o imposto. O pagamento deste
constituía, pois, entre eles, uma irritante questão de atualidade, sem nenhum senso teria a
pergunta feita a Jesus: É-nos lícito pagar ou deixar de pagar a César o tributo? Era então
essa pergunta maliciosa feita pelos fariseus a Jesus, uma forma de testa-lo como mestre
diante dos herodianos, sendo estes súditos do Rei Herodes. No entanto Jesus com a sua
sabedoria, entendeu bem a armadilha que aquela pergunta continha, deu como resposta
para que ficar-se entendido: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
Ora meus irmãos, todo poder era dado a César pois todos povos que eram dominados
pelos romanos,tinham que pagar tributos na forma de impostos. Se a moeda corrente
continha a esfinge daquele que tinha o poder sobre Roma e os povos dominados pelas
conquistas romanas, a ele deveria ser devolvida. Assim fora uma maneira com que Jesus
soube calar aqueles que de uma certa forma o colocavam como escudo contra o poder
que o dominavam.
Se colocarmos essa passagem contida no Evangelho de Jesus para os dias atuais, e
então compara-lo, diria-se então que nos impostos cobrados,está o poder que exerce o
estado sobre o cidadão, sendo que esses são amparados por leis que determinam a
todos pelas obrigações para com o estado, com uma diferença de que o cidadão poderá
reclamar se esses impostos não forem aplicados para o que está sendo cobrado. Assim
eu entendo.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 04 de Abril de 2016, 12:12
Meus irmãos de estudo bom dia. - Instruções dos Espíritos, "A lei do amor"

Eis a lei mais importante deixada por Deus para ser exercitada por todos nós. O amor
resume a doutrina de Jesus toda inteira, visto que esse sentimento por excelência, e
os instintos elevados à altura do progresso feito. Em sua origem, o homem só tem
instintos; quando mais avançado e corrompido, só tem sensações; quando instruído
e depurado, tem sentimentos. E o ponto delicado do sentimento é o amor, não o
amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e reúne em seu
ardente foco, todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. A lei de amor
substitui a personalidade pela fusão dos seres; extingue as misérias sociais. Ditoso
aquele que ultrapassando a sua humanidade, ama com amplo amor os seus irmãos em
sofrimento! ditoso aquele que ama, pois não conhece a miséria da alma, nem do corpo.
Tem ligeiros os pés e vive como transportado, fora de si mesmo. Quando Jesus
pronunciou a divina palavra - amor, os povos sobressaltaram-se e os mártires, ébrios
de esperança desceram ao circo. - O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XI.
Meus irmãos, Não é só a lei que determina, mas também o sentimento que envolve
não só a nós com raciocínio lógico, mas também todos os seres que compõe a criação
divina. O amor, efêmero sim na sua natureza, mas transformador que nos impulsionam
e nos motivam a caminhar na senda do bem. O amor de que tanto Jesus falava em seus
ensinamentos, e se exemplificou no sentido de amar o próximo como a si mesmo, por
isto o transformou em mandamento aquilo que ele tanto exercitava. O que poderia ser
mais elevante para todos nós do que o amor que podemos dedicar, sofremos por ele,
mas ao mesmo tempo elevamo-nos e nos aproximamos do criador. Portanto meus
amigos, somos pequenos diante do poder da criação, mas nos agigantamo-nos quando
quando somos motivados e movidos por este sentimento.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: lconforjr em 04 de Abril de 2016, 20:50
Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI

      Ref resp #8 em: 03 04 16, às 02:28, de ARenato

      Olá, Renato,

      Grato por sua resposta; em parte, concordo com o que vc disse; mas, tb aqui o que questiono não é se devemos ou não amar o próximo, ou quem foi que disse que devemos; o que questiono é o que é que nos 'impede' de amar o próximo!     

      Apenas, não concordo com vc, qdo vc diz que “o amor é um sentimento que existe em nós e que expressa então, bondade, caridade e benevolência para com todos; que o amor é um sentimento que trazemos em nós, e que se manifesta pela nossa vontade”.

      Pois, meu amigo, onde vc vê isso, onde vc viu, ou vê essa "expressão de bondade, caridade e benevolência para com todos"? Onde vc vê que o amor é um sentimento que existe em nós?!! Em nós quem, Renato?

      Pela doutrina, porq os 7 bilhões de espíritos que somos, estamos habitando este mundo de expiações? Não é exatamente por não existir amor em nós? Olhe para o mundo, olhe em torno de vc e vc verá que esse amor se existe, existe em muito poucos filhos de Deus! Talvez possamos contar nos dedos das mãos o número, a quantidade de pessoas em que existe amor!

      E se, como vc disse, podemos manifestar o amor, por nossa vontade, porq tantos não usam sua vontade para manifestá-lo, ou não têm vontade para isso?!!

      E, um tema muito interessante que provoca outras questões: se amar não é aprendido, se ninguém ensina a amar, ou como fazer para termos amor no coração, porq será que uns têm e outros não?!

      No entanto, meu nobre amigo, existe sim, não quem ensine a amar, mas quem ensine o caminho para que aprendamos a despertar em nós o amor; um amor por todos, incondicional, portanto; tanto para os bons, como para os maus, envolvendo, assim, também os que fazem o mal para nós e para os nossos, o criminoso, assassino, o malfeitor, o viciado, os que aliciam inocentes para os vícios, os corruptos, os desonestos etc etc, enfim, para todos!

      Abç!
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 04 de Abril de 2016, 23:04
Meu irmão Coronel, agora lconfojr, que maravilha as suas contraditas, você que não
concordou comigo em grande parte das minhas colocações. Aos pouco você vem se colocando verdadeiramente da maneira que o FE necessita, contribuindo assim
efetivamente com os conhecimentos que possa ter. Primeiro se mostrou como é
na verdade, no popular seria, mostrou a sua cara, que até então era desconhecida,
em seguida com essa sua colocação no final do seu texto, em resposta ao que eu
havia colocado em # 8, ao seu questionamento, quando se colocou desta maneira:
...no entanto, meu nobre amigo existe sim, não quem ensine a amar, mas quem
ensine o caminho para que aprendamos a despertar em nós o amor; um amor para
todos, incondicional, portanto; tanto para os bons, como para os maus, envolvendo,
assim também os que fazem mal para nós e para os nossos, o criminoso, assassino,
o malfeitor; o viciado, os que aliciam inocentes para os vícios, os corruptos, os
desonestos, etc, etc, enfim para todos. Essa sua colocação foi importante para o
engrandecimento do nosso estudo mensal, ao invés daqueles insistentes "como fazer",
que ninguém tem as respostas, mas você às tem pelo tempo que vem se dedicando
ao estudo da nossa Doutrina.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: lconforjr em 05 de Abril de 2016, 04:44
Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI

      Ref resp #13 em: 04 04 16, às 23:04, de ARenato


      Meu nobre e querido amigo Renato, pois é exatamente por esses meus incessantes "como fazer", pelas incessantes perguntas, os porqs disto ou daquilo, que podemos chegar às respostas às perguntas que todos fazem; que nós mesmos fazemos a nós mesmos, ou à doutrina; são exatamente a inquirição, o questionamento, o raciocínio que nos poderão levar à luz que desejamos, à compreensão que desejamos, inclusive, portanto, ao conhecimento da verdade libertadora, como disse Jesus.

      Forte abraço!
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 05 de Abril de 2016, 12:06
Meus irmãos de estudo bom dia. O amor é de essência divina e todos vós, do primeiro
ao último, tendes, no fundo coração, a centelha desse fogo sagrado. É fato, que já
haveis podido comprovar muitas vezes, este: o homem, por mais objeto, vil e criminoso,
que seja, vota a um ente ou a um objeto qualquer viva e ardente afeição, á prova de
tudo quanto tendesse a diminuí-la e que alcança, não raro, sublimes proporções. ESE,
cap. Xl.
Meus irmãos vejam bem. Não importando a escala de valores que o homem possa ter, do
mais instruído e bondoso, ao mais vil, que não tenha dentro de si, essa centelha que é
sagrada, o amor, seja por outro ou até mesmo por objetos inanimados, e essa afeição
pode chegar a proporções até mesmo sublimes. Mesmo que o homem rebaixem o amor
a condição de instinto, sim, porque os irracionais são movido por este, não apagam ou
mesmo sufoque esta semente que foi plantada em todos pelo criador. E assim será neste
mundo e em todo o Universo.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 06 de Abril de 2016, 10:36
Meus irmãos de estudo bom dia. - Amar o próximo com distinção.
Para muitos amar o próximo se limita ao seu círculo de convivência, seja a sua família, seus
amigos, seus animais de estimação, seus objetos, colocando o amor de uma forma egoísta
e preconceituosa. Ora meus irmãos, quando Jesus disse "amai o vosso próximo como a si
mesmo", não estava limitando este amor tão somente a um círculo restrito. Por extensão
da palavra amar segundo a lei, é dedicar este amor indistintamente a todos e a tudo que
compõe o nosso mundo.
A doutrina Espirita vem alertando a todos os seus seguidores para terem atenção aos
ensinamentos de Jesus no que diz respeito à amar o próximo, porque é através do amor
que tornamos o nosso mundo mais harmonioso, para o gozo da paz tão necessária a
todos nós. Nos mundos superiores, o amor recíproco harmoniza e dirige a todos espíritos
adiantados que o habitam, pois estes já alcançaram um patamar de progresso moral, em
que o amor não tem limites, sendo então incondicional. Para que todos possam entender
melhor, os efeitos da lei de amor, trás para todos o melhoramento moral e a felicidade
durante a vida terrestre.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: M.Altino em 06 de Abril de 2016, 10:40
Amigos e companheiros deste cantinho de estudo é com muito carinho que a todos dou o meu bom dia sereno de muita paz e vamos meditar que só com Fé e Caridade conseguimos Amar o Próximo.....
http://www.youtube.com/watch?v=uIojYnV_pVY
Eu vos disse recentemente, meus queridos filhos, que a caridade sem a fé não seria suficiente para manter entre os homens uma ordem social capaz de fazê-los felizes.
Devia ter dito que a caridade é impossível sem a fé.
Podereis encontrar, é verdade, impulsos generosos entre as pessoas sem religião.
Mas essa caridade austera, que só pode ser exercida pela abnegação, pelo sacrifício constante de todo o interesse egoísta, nada a não ser a fé poderá inspirá-la, porque nada além dela nos faz carregar com coragem e perseverança a cruz desta vida.
Sim, meus filhos, é inútil querer o homem, ávido de prazeres, iludir-se quanto ao seu destino terreno, pretendendo que lhe seja permitido ocupar-se apenas da sua felicidade. Certo que Deus nos criou para sermos felizes na eternidade, mas a vida terrena deve servir unicamente para o nosso aperfeiçoamento moral, o qual se conquista mais facilmente com a ajuda do corpo e do mundo material.
Sem contar as vicissitudes comuns da vida, a diversidade de vossos gostos, de vossas tendências, de vossas necessidades, são também um meio de vos aperfeiçoardes, exercitando-vos na caridade.
Porque somente a custa de concessões e de sacrifícios mútuos, é que podeis manter a harmonia entre elementos tão diversos.
Tendes razão, entretanto, ao afirmar que a felicidade está reservada ao homem neste mundo, se a procurardes antes na prática do bem do que nos prazeres materiais.
A história da cristandade nos fala dos mártires que caminhavam com alegria para o suplício. Hoje, na vossa sociedade, para ser cristão já não se precisa enfrentar a fogueira do mártir, nem o sacrifício da vida, mas única e simplesmente o sacrifício do egoísmo, do orgulho e da vaidade.
Triunfareis, se a caridade vos inspirar e fordes sustentados pela fé.........
Amigos estas palavras nos faz meditar a cada um de nós na Caridade que devemos e muitas vezes não a temos por orgulho nosso ........... Assim vamos tentar sermos melhores.....
Com um sincero abraço de muita paz este vosso amigo
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Manuel Altino
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 07 de Abril de 2016, 11:49
Meus irmão de estudos bom dia. - A Lei do Amor -

Não porque a lei nos ensina e determina, mas porque esse sentimento nos fará suplantar
o egoísmo, suportar com resignação as dores e os sofrimentos, e nos fortalecer diante
das adversidades da vida. Só o amor pode construir, poderia ser uma frase de efeito se
dita apenas para exaltar este sentimento, mas  na verdade é que com amor poderemos
mudar o mundo em que vivemos, as pessoas e as coisas.
Amar no sentido profundo do termo, é o homem ser leal, probo, consciencioso, para
fazer aos outros que queira que estes lhe façam; é procurar em torno de si o sentido ´
íntimo de todas as dores que acabrunham seus irmãos, para suavizá-las; é considerar
a grande família humana, porque toda essa família encontrareis, dentro de certo período,
em mundos mais adiantados; e os espíritos que a compõe, são como vós, filhos de Deus, destinados a se elevarem ao infinito. cap. XI. ESE.
Meus irmãos, o mundo em que vivemos se recente pela falta de amor, e esta falta é que
motiva tanta violência, impedindo assim que a paz possa reinar, trazendo então para
todos a felicidade duradoura de que tanto necessitamos.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: lconforjr em 07 de Abril de 2016, 20:48
Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI

      Ref resp #18 em: 07 04 16, às 11:49, de ARenato

      Olá, amigo Renato,

      Excelente o texto de sua resposta #18; somente o amor nos levará aonde todos queremos ir, a uma felicidade esperada por todos,  prometida por todas as religiões, e por Jesus em seu sermão da montanha.

      Sendo assim, o maior trabalho de cada um, o maior esforço de cada um de nós, deve ser o procurar onde encontrar esse amor, isto é, como devemos fazer para que em nosso íntimo esse amor nasça, floresça e dê frutos para que possamos oferta-los a todos que deles necessitem. 

      É esse o maior trabalho do homem, o mais importante; e esse trabalho exige, de nossa parte, tempo, estudo, reflexão e raciocínio contínuos, não somente sobre o que está escrito, mas sobre tudo que a vida nos mostra! O restante é apenas detalhe secundário, perda de tempo e ilusão!

      E cada um tem de caminhar por suas próprias pernas, para chegar a esse objetivo que é amar, que é possuir aquele amor incondicional, tão enaltecido pelo Mestre e por Paulo; ninguém nos levará até lá; qualquer benfeitor apenas poderá nos indicar o caminho, mas nós é que temos de fazer o esforço de caminhar!

      Abraço!
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 07 de Abril de 2016, 23:04
Amai o próximo como a si mesmo. - Ref. a resposta # 19 de lconforjr.
Sim meu irmão, vivemos atualmente em uma fase no nosso mundo em que a violência
parece ter tomado conta no lugar da paz, um mundo moderno, dito globolizado, onde
tudo acontece com rapidez. Entretanto, ele se recente de amor, amor este que poderá
modificar ou até mesmo transformar, mas nada acontecerá se cada um de nós não
buscarmos ele com nosso esforço, pois nenhum mestre, nem doutrina ou religião
poderá nos ensinar a encontrar este amor. Assim como você colocou, "que cada um
tem de caminhar com as suas próprias pernas, para chegar ao objetivo que é amar".
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: M.Altino em 08 de Abril de 2016, 10:42
Amigos e companheiros deste cantinho de estudo para todos com muito carinho o meu bom dia e hoje vos trago uma mensagem onde temos também de saber amar os nossos inimigos.
http://www.youtube.com/watch?v=fagGjDX1Vjg
A verdadeira caridade é um dos mais sublimes ensinamentos de Deus para o mundo.
Entre os verdadeiros discípulos da sua doutrina deve reinar perfeita fraternidade.
Deveis amar os infelizes, os criminosos, como criaturas de Deus, para as quais, desde que se arrependam, serão concedidos o perdão e a misericórdia, como para vós mesmos, pelas faltas que cometeis contra a sua lei.
Pensai que sois mais repreensíveis, mais culpados que aqueles aos quais recusais o perdão e a comiseração, porque eles quase sempre não conhecem a Deus, como o conheceis, e lhes será pedido menos do que a vós.
Não julgueis, oh!
Não julgueis, meus queridos amigos, porque o juízo com que julgardes vos será aplicado ainda mais severamente, e tendes necessidade de indulgência para os pecados que cometeis sem cessar. Não sabeis que há muitas ações que são crimes aos olhos do Deus de pureza, mas que o mundo não considera sequer como faltas leves?
A verdadeira caridade não consiste apenas na esmola que dais, nem mesmo nas palavras de consolação com que as acompanhais.
Não, não é isso apenas que Deus exige de vós! A caridade sublime, ensinada por Jesus, consiste também na benevolência constante, e em todas as coisas, para com o vosso próximo.
 Podeis também praticar esta sublime virtude para muitas criaturas que não necessitam de esmolas, e que palavras de amor, de consolação e de encorajamento conduzirão ao Senhor.
Aproximam-se os tempos, ainda uma vez vos digo, em que a grande fraternidade reinará sobre o globo. Será a lei de Cristo a que regerá os homens: somente ela será freio e esperança, e conduzirá as almas às moradas dos bem-aventurados.
Amai-vos, pois, como os filhos de um mesmo pai; não façais diferenças entre vós e os infelizes, porque Deus deseja que todos sejam iguais; não desprezeis a ninguém. Deus permite que os grandes criminosos estejam entre vós, para vos servirem de ensinamento. Brevemente, quando os homens forem levados à prática das verdadeiras leis de Deus, esses ensinamentos não serão mais necessários, e todos os Espíritos impuros serão dispersados pelos mundos inferiores, de acordo com as suas tendências.
Deveis a esses de que vos falo o socorro de vossas preces: eis a verdadeira caridade.
Não deveis dizer de um criminoso:
"É um miserável; deve ser tirado da Terra; a morte que se lhe inflige é muito branda para uma criatura dessa espécie" .
Não, não é assim que deveis falar!
Pensai no vosso modelo, que é Jesus.
 Que diria ele, se visse esse infeliz ao seu lado?
Havia de lastimá-lo, considerá-lo como um doente muito necessitado, e lhe estenderia a mão. Não podeis, na verdade, fazer o mesmo, mas pelo menos podeis orar por ele, dar-lhe assistência espiritual durante os instantes que ainda deve permanecer na Terra.
O arrependimento pode tocar-lhe o coração, se orardes com fé. É vosso próximo, como o melhor dentre os homens.
Sua alma, transviada e revoltada, foi criada, como a vossa, para se aperfeiçoar.
Ajudai-o, pois, a sair do lamaçal, e orai por ele!
Um homem está em perigo de morte.
Para salvá-lo, deve expor a própria vida.
Mas sabe-se que é um malvado, e que, se escapar, poderá cometer novos crimes.
Deve-se, apesar disso, arriscar-se para o salvar?..........
Amigos aqui temos este belo exemplo para perdoar e muitas vezes é o medo que nos faz sentir que é complicado perdoar pelo medo que sentimos...
Com um abraço de muita paz este vosso amigo.
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Manuel Altino
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 08 de Abril de 2016, 12:00
Meus irmão de estudo, bom dia. - Amar o próximo como a si mesmo.
                                                               - O egoísmo -
O egoísmo, chaga da humanidade, tem que desaparecer da terra, a cujo progresso moral
obsta. Ao Espiritismo está reservado a tarefa de fazê-la ascender na hierarquia dos
mundos. O egoísmo é, pois, o alvo para o qual todos os verdadeiros crentes devem
apontar suas armas, dirigir suas forças, sua coragem. Digo: coragem, porque dela muito
mais necessita cada um para vencer-se a si mesmo, do que para vencer os outros. Que
cada um, portanto, empregue todos os esforços a combatê-lo em si, certo que esse
monstro devorador de todas as inteligências, esse filho do orgulho é o causador de todas
as misérias do mundo terreno. é a negação da caridade e, por conseguinte, o maior
obstáculo à felicidade dos homens. Cap. XI, E.S.E.
Meus irmãos, a maior batalha que o homem deve travar é consigo mesmo, antes de ir de
encontro com aqueles que são contrários a paz. Arrancar de si a erva daninha que sufoca
o amor que possa dedicar. O egoísmo reprime a caridade, impede-nos de praticar o bem,
de sermos indulgentes para com todos e até mesmo de termos progresso moral, porque
 o nosso progresso moral está diretamente ligado a todas as coisas boas que podemos
praticar, e essas são impedidas pelo egoísmo. Ame seu próximo como a si mesmo, assim
diz o mandamento de Jesus, mas nos tempos atuais, fica comprometido e até mesmo
impedido de ser praticado, pois em geral todos estão muito mais preocupados com as
suas conquistas, com o seu modo de vida, com as coisas modernas que o mundo atual pode lhes proporcionar, tornando desta forma a prática do egoísmo o seu maior valor.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 09 de Abril de 2016, 18:06
'Meus irmãos de estudos boa tarde. - Amai o próximo como a si mesmo -
 A caridade e o egoismo são antagônicos. É na prática da caridade que exercitamos o amor
e nos tornamos mais virtuosos e aproximamos mais de Deus, cumprindo assim a sua lei.
Na verdade se todos entendessem que a prática da caridade é de  suma
importância para o seu progresso moral, jamais deixaria de praticá-la; muitos chegam a
dizer que praticam a caridade através de doações até mesmo de esmolas que dão a um
pedinte, como se esta fosse apenas um simples ato,pois na verdade não colocam nenhum sentimento que possa expressar o amor.
Quando nos deixamos dominar pelo egoísmo, perdemos o senso do que é  bondade, do
que seja ser indulgentes para com os nossos irmãos. Portanto meus amigos, devemos
avaliar bem as nossas ações, pois é no nosso proceder que expressamos aquilo que
verdadeiramente somos.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: M.Altino em 10 de Abril de 2016, 10:31
Amigos e companheiros deste cantinho de estudo é com  muito carinho que a todos os que nos visitam dar o meu bom dia de muita paz e lembrar que é importante combater o egoísmo que é um mal nas nossas vidas.......
http://www.youtube.com/watch?v=QnS0QWSEVNM
Se os homens se amassem reciprocamente, a caridade seria melhor praticada.
Mas, para isso, seria necessário que vos esforçásseis no sentido de livrar o vosso coração dessa couraça que o envolve, a fim de torná-lo mais sensível ao sofrimento do próximo.
O Cristo nunca se esquivava: aqueles que o procuravam, fossem quem fossem, não eram repelidos.
A mulher adúltera, o criminoso, eram socorridos por ele, que jamais temeu prejudicar a sua própria reputação.
Quando, pois o tomareis por modelo de todas as vossas ações?
Se a caridade reinasse na Terra, o mal não dominaria, mas se apagaria envergonhado; ele se esconderia, porque em toda parte se sentiria deslocado.
Seria então que o mal desapareceria; compenetrai-vos bem disso.
Começai por dar o exemplo vós mesmos.
Sede caridosos para com todos, indistintamente.
Esforçai-vos para não atentar nos que vos olham com desdém.
Deixai a Deus cuidar de toda a justiça, pois cada dia, no seu Reino, Ele separa o joio do trigo.
O egoísmo é a negação da caridade.
Ora, sem a caridade não há tranquilidade na vida social, e digo mais, não há segurança.
Com o egoísmo e o orgulho, que andam de mãos dadas, essa vida será sempre uma corrida favorável ao mais esperto, uma luta de interesses, em que as mais santas afeições são calcadas aos pés, em que nem mesmo os sagrados laços de família são respeitados.
Amigos vamos todos meditar e fazer o melhor que possamos para combater o egoísmo que temos dentro de cada um de nós e assim estaremos nos renovando dia a dia...
Com um abraço carinhoso de muita paz este vosso amigo.....
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Manuel Altino
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 10 de Abril de 2016, 13:16
Meus irmãos de estudos bom dia. - A Caridade -
Eis a maior expressão do amor que podemos dedicar a todos sem distinção, poi sem ela
jamais poderemos alcançar o que se possa chamar de salvação.
Se na época em que Jesus esteve entre nós, o egoismo já prevalecia, imaginemos hoje
em que as pessoas se tornaram mais individualistas, isso dado as circunstâncias e até
mesmo pela necessidade de sub-existência, onde todos se fecharam ou até mesmo se
blindaram contra os seus irmãos. Jesus em seus ensinamentos já chamava a atenção de
todos para a prática da caridade, se afastando dessa maneira de quem  tenta dominar
a todos. É bem verdade que muitos já nascem com essa pré-disposição para serem então
egoístas, dai então se faz necessário lutar com todas as suas forças para se afastarem do
domínio desta chaga que tanto aprisiona e sufoca a todos.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 11 de Abril de 2016, 12:44
Meus irmãos de estudos bom dia. - A fé e a caridade -
Disse-vos, não há muito, meus caros filhos, que a caridade, sem a fé, não basta dai, para
manter entre os homens uma ordem social capaz de os tornar felizes.Pudera ter dito  então    que  a caridade é impossível sem a fé. na verdade, impulsos generosos se vos depararão, mesmo entre os que nenhuma religião têm; porém, essa caridade austera, que só com abnegação se pratica, com um constante sacrifício de todo interesse egoístico, somente a     fé pode inspirá-la, porquanto só ela dá se possa carregar com coragem e perseverança a
cruz da vida terrena. E. S. E, cap. XI.
Eis meus irmãos, que a caridade sem a fé não se valida, e é na crença de fazer o bem que
estamos exercitando o amor, amor este que podemos dedicar aos nossos irmãos, e ao
fazê-lo estaremos cumprindo também um mandamento de Jesus. A caridade é e sempre será a máxima das nossas ações que poderá trazer progresso moral e nos tornar mais
felizes. Sendo assim, jamais poderemos usar a caridade como se fosse então um objeto
de barganha para obtermos às graças de Deus. 
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Luz Serena em 11 de Abril de 2016, 14:48


Quem è o meu  próximo?

Então Jesus não responde e conta uma historia!

(Lucas, capítulo 10º, versículos 25 a 37)
Um dia, um pobre homem descia da cidade de Jerusalém para  uma outra cidade, Jericó, a trinta e três quilómetros daquela capital, no vale  do Rio Jordão.
A estrada era cheia de curvas. Nela havia muitos penhascos, em cujas grutas era comum se refugiarem os salteadores de estradas,  que naquele tempo eram muitos e perigosos.
O pobre viajante foi assaltado pelos ladrões.
Os salteadores  usaram de muita maldade, pois, além de roubarem tudo o que o pobre homem  trazia, ainda o espancaram com muita violência, deixando-o quase morto no  caminho.
Logo depois do criminoso assalto, passou por aquele mesmo  lugar um sacerdote do Templo de Sa­lomão. Esse sacerdote vinha de Jerusalém,  onde possivelmente terminara seus serviços religiosos, e se dirigia também  para Jericó. Viu o pobre viajante caído na estrada, ferido, meio morto.
Não se deteve,  porém, para socorrê-lo.
Não teve compaixão  do pobre ferido, abandonado no chão da estrada.
Apesar dos seus  conhecimentos da Lei de Deus, era um homem de coração muito frio.
Por isso,  continuou sua viagem, descendo a montanha, indiferente aos sofrimentos do  infeliz…
Instantes depois, passa também pelo mesmo lu­gar um  levita.
Os levitas eram  auxiliares do culto religioso do Templo. Esse levita não procedeu melhor do que  o sacerdote.
Também conhecia a  Lei de Deus, mas, na sua alma não havia bondade e ele fez o mesmo que o padre,  seu chefe.
Viu o ferido e  passou de largo.                                                                     
Uma terceira pessoa passa pelo mesmo lugar.
Era um samaritano.  Viu também o infeliz ferido da estrada, mas, não procedeu como sacerdote e o  levita.

O bom samaritano  desceu do seu animal, aproximou-se do pobre judeu e se encheu de grande  compaixão, quando o contemplou de perto, com as vestes rasgadas e sangrentas e  o corpo ferido pelas pancadas que recebera.
Imediatamente, o bondoso samaritano retirou do seu saco  de viagem duas pequenas vasilhas.
Uma era de vinho,  com ele desinfestou as feridas do pobre homem; outra, de azeite, com que lhe aliviou as dores.

  Atou-lhe os ferimentos e levantou o desconhecido, colocando-o no seu animal.

Em seguida, conduziu-o  para uma estalagem próxima e cuidou dele como carinhoso enfermeiro, durante  toda a noite.

Na manhã seguinte, tendo de continuar sua viagem, chamou  o dono do pequeno hotel, entregou-lhe dois denários (*) e recomendou-lhe que  cuidasse bem do pobre ferido:

  — Tem cuidado com o pobre homem. Se gastares alguma coisa além deste dinheiro  que te deixo, eu te pagarei tudo quando voltar.

Jesus  contou esta parábola a um doutor da lei que Lhe havia perguntado:

  — Mestre, que devo fazer para possuir a Vida Eterna?

  Jesus lhe respondeu que era necessário amar a Deus de todo o coração, de toda a  alma, de todas as forças e de todo o entendimento;e também amar ao próximo como a si mesmo.

  — Qual dos três (o sacerdote, o levita ou o samaritano) te parece que foi o  próximo do pobre homem que caiu em poder dos ladrões?


  — Foi o que usou de misericórdia para com ele —respondeu o doutor.

Vai e faze o mesmo — disse-lhe o Divino Mestre.

  O doutor da lei queria saber quem ele deveria considerar seu próximo, a fim de  amar esse mesmo próximo.
Mas, Jesus lhe respondeu indirectamente à pergunta,  com outra questão:
“Quem foi o próximo do homem ferido?” Jesus  indagou do doutor da lei quem soube ter amor no coração para o desconhecido padecente da estrada.
E  o doutor, que era um judeu (os judeus odiavam os samaritanos), confessou que  foi o samaritano.

  “Vai e faze o mesmo” — é a ordem eterna do Mestre.

O nosso próximo, é qualquer pessoa que esteja  em nosso caminho; é qualquer alma necessitada de auxílio; é aquele que tem  fome, que tem sede, que está desamparado, que está sofrendo na prisão ou no  leito de dor…
Estamos nóssempre prontos para socorrer quem so­fre, como  o bondoso samaritano fez, sem qualquer indagação ao necessitado.?
Fazemos   o mesmo, como Jesus pediu?
Nun­ca pergunte, nunca procure saber coisa  alguma daquele que você pode e deve auxiliar.
Não se interesse em saber se o pobre, se o  doente, se o orfãozinho necessitado é espírita ou católico, se é judeu ou protestante,  se é pessoa branca ou de cor.
Não se interesse em saber quais as ideias que  ele professa ou a politica que ele acompanha a profissão que tem ou o casebre onde vive.
Não cultive no coração os odiosos preconceitos  de raça, de religião ou de cor.
Que cada um de nós   olhe apenas as feridas de quem sofre, para  trata-las.
Que cada um de nós enxergue somente a dor do  próximo, para aliviá-la.
Imitemos o Bom Samaritano .
É Jesus quem pede ao nosso coração.
“Vá e faça o mesmo”, sempre, em toda parte,  com quem quer que seja.
Este  é o caminho da Vida Eterna, com Jesus.
Luz serena
   
 
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 11 de Abril de 2016, 16:53
Seja bem vinda ao nosso estudo minha querida irmã Luz Serena. Foi muito bem colocado
em seu texto essa pergunta: Quem é o nosso próximo? Que se possa entender pelo
que foi colocado, somos todo irmãos! Filhos do mesmo pai, sendo assim, e dessa forma,
sempre estaremos próximo um do outro, mesmo que fisicamente e geograficamente,
possamos está afastados um do outro. Não há distinção no exercício da lei do amor, todos
são iguais diante do criador, não pesa a sua raça, a sua crença ou mesmo a sua condição
social, somos todos carentes e necessitados de amor, dedicado pelo próximo, assim como
devemos dedicar esse mesmo amor, é por assim dizer, uma reciprocidade por necessidade.
Fique na paz, e continue conosco nesta tarefa de levar informações através dos nossos
debates.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 12 de Abril de 2016, 12:40
Meus irmãos de estudos bom dia. A caridade é uma necessidade para o aperfeiçoamento
moral, sem ela não poderemos avançar para alcançar o nosso objetivo final, mas não
devemos coloca-la como meta para a nossa satisfação e felicidade.
Disse um espírito protetor em atenção a todos: Meus filhos, é inútil que o homem, ávido
de gozos, procure iludir-se sobre o seu destino nesse mundo, pretendendo ser-lhe lícito
ocupar-se unicamente com a sua felicidade. Sem dúvida, Deus nos criou para sermos
felizes na eternidade; entretanto, a vida terrestre tem que servir exclusivamente ao
aperfeiçoamento moral, que mais facilmente se adquire com o auxílio dos órgãos físicos
e do mundo material. Sem levar em conta as vicissitudes ordinárias da vida,a diversidade
dos gostos, dos pendores e das necessidades, é esse também um meio de vos
aperfeiçoardes, exercitando-vos na caridade. Com efeito, só a poder de concessão e
sacrifícios mútuos podeis conservar a harmonia entre elementos tão diversos. (Crocóvia,
1861).
Na verdade amigos, que utilidade teríamos para Deus em atender em aos seus propósitos,
se a nossa preocupação fosse somente o da felicidade nos gozos materiais, e não no bem
que poderemos fazer aos nossos irmãos, pois é através da caridade que atendemos bem
aos propósitos de Deus.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: lconforjr em 12 de Abril de 2016, 17:25
Enviar FE e Rede e Blog

Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI

      Ref resp #22 em: 08 04 16, às 12:00, de ARenato

      O amigo Renato discorreu sobre o “egoísmo” e esse tema me suscita alguns comentários e perguntas, e exige que, não só eu, mas que “todos nós” raciocinemos sobre ele!                                                         

      - primeiro: qual é a causa do egoísmo? Porq chamá-lo de “a maior chaga da humanidade”, a causa de todos os males do mundo? O egoísmo nada mais é do que um sentimento “perfeitamente natural” a todos, humanos e não humanos, nascido dos desígnios, da vontade de Deus.

      - o egoísmo é o resultado do confronto “natural” entre a “natureza” que Deus nos deu, com a “natureza ameaçadora” que Deus deu ao mundo!!! Sendo assim, como chama-lo de “a maior chaga da humanidade”? Como explicar que algo que é criado por Deus impede o progresso moral dos homens?!

      Não há dúvidas de que o egoísmo é um obstáculo colocado na estrada do aperfeiçoamento do homem, mas, tb, sem dúvida, foi ali colocado pelo nosso próprio Criador!
..............
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Luz Serena em 12 de Abril de 2016, 20:33

Irmãos em Jesus:
Temos liberdade de não amar?




 Quem não Ama descobre, um dia, que está sozinho, num  deserto exterior e interior, com os lábios ressequidos, as mãos  atrofiadas, o cérebro atuando como um relógio sem alma e o  coração batendo mecanicamente, mas sem dar felicidade.


Ninguém consegue resistir por tanto tempo a sede e a fome  de Amar e ser Amado.


O próprio instinto de conservação, que  foi assimilado na fase animal, propele os Espíritos na fase  humana a procurar o Amor.  Alguns se desviam pelos caminhos da revolta, porque, ao  invés de Amarem para merecerem receber Amor, invertem a  ordem dos fatores, e, assim, não chegando ao resultado que  pretendia. Precisamos Amar para ter o retorno do Amor  alheio.


 Quem da de si recebe a amizade sincera de muitos.


Jesus  foi o Exemplo Máximo do “dar de si”.


 Quem se interessa em  estudar os Evangelhos pode verificar que o Divino Pastor das  almas terrestres viveu o Amor incondicional em todos os  minutos de Sua encarnação, assim procedendo desde tempos  imemoriais, contados em bilhões de anos do calendário do  nosso planeta.




 Os Espíritos trevosos são simplesmente transviados  temporários, que, iludidos com o poder que pretendem ter,  enregelaram o coração na rebeldia e se recusam a Amar seus  irmãos e irmãs em humanidade, pretendendo escravizá-los e  subordiná-los aos seus caprichos.
 Despertarão e arrepender -se-ão,  passando a doarem de si pela felicidade de Amarem e  serem Amados.


A felicidade se resume nessa permuta energética, chegando  ao nível vivenciado pelos Espíritos Puros, como é o caso de  Jesus, que dizia: “Eu e o Pai somos um” e “Não sou Eu quem  vive. Mas meu Pai que vive em Mim.” Esse é o clímax da  felicidade, o êxtase permanente, porque a troca energética  com Deus é a suprema recompensa dos Espíritos: esse o  salário dos trabalhadores da Vinha do Senhor.


Texto retirado do livro" a caridade " de Luiz Guilherme )


Luz Serena
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 12 de Abril de 2016, 21:54
Meu nobre(nobre na alma)companheiro de caminhada lconforjr. Como nós sabemos e isso
é matéria básica, que todo efeito foi motivado por uma causa. Quando o ser que raciócina,
isso porque pouco sabemos do irracional que é movido apenas pelo instinto, se fecha
dentro de si, passando a ignorar ou demonstrar qualquer tipo de sentimento de afeição
pelos outros, ele está sendo egoísta, e isto o leva a cometer atos condenáveis. Toda e
qualquer tipo de doença deve ser combatida para que se possa manter saudável, e o
egoísmo é uma doença, seja ela quem mais maltrate a nossa alma. Eu não acredito que
Deus tenha criado, ou colocado no ser humano este sentimento, o próprio ser humano é
que pelo seu livre arbítrio o desenvolveu. Em um ponto eu posso concordar de que há um
confronto entre a natureza que Deus nos deu, com a natureza que ele deu ao mundo.
Voltando ao animal irracional; se são eles movidos apenas pelo instinto de preservação,
como pode demonstrar um sentimento de afeição e carinho pelos seus pares, e até
mesmo pelo ser humano, de uma forma tão simples e tão natural.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 13 de Abril de 2016, 03:50
Minha querida irmã Luz Serena, veja bem. Jesus sempre foi para todos nós um exemplo
de de amor e dedicação ao próximo, e este amor era de uma forma incondicional, não
havia para ele distinção ou barreiras, muito embora este amor pudesse lhes trazer dores
e sofrimentos. Aqueles que não amam é porque nunca receberam amor, tornam-se
embrutecidos, tal qual os espíritos que continuam nas trevas, e para este o amor será
como uma luz que irá iluminar o seu caminho nesta escuridão.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: M.Altino em 13 de Abril de 2016, 11:34
Amigos para todos com um carinho especial o meu bom dia de muita luz e vamos meditar nestas verdades do Evangelho de Amar todos da mesma maneira como gostávamos que nos amassem.......
Jesus não nos impôs um monte de obrigações materiais.
Não pediu que alterássemos radicalmente nossos hábitos.
Pediu para cada um amar o seu próximo como a si mesmo…
Durante mais de mil anos o nosso mundo ocidental viveu debaixo de uma única denominação religiosa.
O catolicismo reinou absoluto praticamente até a Renascença.
Com a Reforma Protestante novas Igrejas se formaram, muitas delas subdividindo-se e dando origem a outras.
Hoje não é exagero afirmar que existem mais de mil seitas cristãs.
E todos querem ter razão, todos interpretam os evangelhos à sua maneira.
Alguns fazem das palavras de Jesus o que melhor lhes convém.
Costumo dizer que não sou religioso.
E não vejo o espiritismo como religião.
O espiritismo adquiriu conotação religiosa, mesmo, foi aqui no Brasil.
Na Europa praticamente não existe espiritismo, apesar de seu início na França.
Os espíritos que orientaram a codificação de Allan Kardec introduziram, junto com explicações filosóficas e científicas, o ensinamento de Jesus.
 O espiritismo seria o cristianismo redivivo em sua pureza original.
Isso faz do espiritismo uma religião?
Para mim, não.
Não tenho nada contra os espíritas religiosos, pelo contrário.
Quem tem a pretensão de ser essencialmente cientista quase sempre recai num materialismo disfarçado.
Quando digo que não acho que o espiritismo seja religioso é porque não me parece que o ensino de Jesus seja religioso.
Jesus não nos ensinou nenhuma religião.
Não nos orientou a isso.
O próprio cristianismo primitivo foi ideia de seus apóstolos e seguidores, após o seu desencarne.
Jesus nos revelou verdades universais, Leis cósmicas de veracidade e eficácia inegáveis.
Ame o seu próximo como a você mesmo.
Mesmo que ele tivesse ensinado apenas isso, já seria o suficiente para promover a paz no mundo.
Se fosse praticado, é claro.
Onde quer que seja que alguém viver esse ensinamento, esse alguém espalhará a paz e a harmonia por onde for, onde estiver.
A tão sonhada e esperada paz no mundo, pela qual todos ansiamos, seria facilmente atingida se nós seguíssemos esse ensinamento.
O ensino de Jesus não envelhece, não perde a validade em qualquer tempo ou espaço. Quaisquer códigos ou doutrinas religiosas, por mais avançadas que sejam, são eficientes para determinada época e lugar.
Não é o que acontece com o ensino de Jesus.
A Lei do amor congrega, a Lei do perdão liberta.
Isso pode ser visto como matéria religiosa, mas também pode traduzir-se em Leis cósmicas de redenção espiritual.
Nesses últimos dois mil anos aprendemos uma série de coisas, estamos bem mais civilizados.
Não há dúvida de que progredimos.
Mas não progredimos a ponto de praticar o ensinamento fundamental de Jesus.
Não conseguimos, ainda, nos amar uns aos outros.
E só isso já seria o suficiente para uma incrível ascensão espiritual em nosso planeta.
Jesus não nos pediu grandes sacrifícios, não nos pediu que escalássemos uma montanha ou que atravessássemos um rio a nado.
Só pediu que nos amássemos uns aos outros.
 O que você acha mais difícil?
Amar esse seu próximo de quem você vive se queixando ou escalar o Everest?
Amar o seu próximo, que lhe dá trabalho e desgosto, ou atravessar o Amazonas a nado?
Jesus não nos impôs um monte de obrigações materiais.
Não pediu que alterássemos radicalmente nossos hábitos, ou que decorássemos a Enciclopédia Britânica para ficarmos mais inteligentes.
Só pediu uma mudança de pensamento!
Amar o próximo.
Só isso.
Então amigos vamos meditar e tentar fazermos o que Jesus sempre nos ensinou..........
Com um abraço de muita paz este vosso amigo
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Manuel Altino
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Luz Serena em 13 de Abril de 2016, 13:22




Irmãos queridos:


Amar o próximo é amarmo-nos a nós mesmos.


Já sabemos que somos todos criados simples e ignorantes pelo Criador/Deus/Nosso Pai.


Mas vamos evoluindo,desde a molécula até ao Arcanjo.

Mas, o que Deus criou foi o Espírito/Energia!

A carne é o envolucro necessário aqui na Terra para que o espírito vivencie determinadas experiências que o vão fazendo crescer-Crescer em energia que è.

Assim, se todos somos energia emanada da Centelha divina que é o Pai, o Amor do PAI oscila em todos Nós como parte dele.

Ao amar-mos o Nosso próximo, amamos a Nos pois estamos todos juntos no mesmo Criador que é Deus.
Se eu emano Amor, Eu recebo Amor!
Se faço mal a um irmão, faço mal a Deus e consequentemente faço mal a mim mesmo que sou filho/parte de Deus!


Tudo está em sintonia perfeita nas leis do universo.

As leis que regem a Terra são as mesmas que regem o universo pois Deus é Único.
Criando desarmonia Eu sou atacado pela desarmonia que crio.
Dai que, o melhor caminho é criar Harmonia, viver em Amor, sentir o Amor , sentir Deus que somos,pois Jesus nos disse : vós sois Deuses!

Então não adiante culpar, fulano ou Sicrano do mal do mundo, se todos nós estamos ligados também nesse mal, e ao culparmos estamos nessa vibração de sintonia menos boa  com o ato de  julgamento do meu próximo.

-Não julgues para não serdes julgados!
-somos todos responsáveis por tudo!
Somos tudo Um e Uno com o Criador Nosso Pai.


Aprender a Amar o próximo implica primeiramente aprender a amar-me a mim mesmo.
Nao a amar-me fisicamente,mas sim espiritualmente.Olhar a Alma e verificar quantas vicissitudes daninhas ainda tem que limar,  quantos defeitos ainda tem que corrigir, quantos erros ainda há para reparar,Depois -Agir- burilando o Ser espiritual pela conduta- mudança de vibração comportamental em ações e pensamentos.


Trabalhado todo este interior quem sabe o meu próximo possa vir a ser amado por mim mesmo.


È difícil, sim mas não será impossível!
O Pai ama-nos e sabe que um dia todos a Ele regressaremos como espíritos puros.
Vamos trabalhando na mudança,sendo seres de melhor índole, e o nosso próximo se vir verdade na nossa conduta , mudará pelo exemplo!


abraço de




 luz serena











Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 13 de Abril de 2016, 13:56
Meus irmãos de estudos bom dia. Isso meu irmão Altino, bem colocado, é dessa forma
que eu sempre coloco para as pessoas quando me dão oportunidade. Eu costumo dizer
que a vida é simples, nós é que a complicamos, e o que Jesus nos ensinou foram coisas
simples sem necessidade de grandes esforços. Disse-nos então em seus ensinamentos:
"Ame seu próximo como a si mesmo", "faça por ele o que deseja que faça por você",
onde está a dificuldade nisto, que já se passaram mais de 2000 anos e ainda não foi
totalmente compreendido. É bem verdade que ao longo desses anos tivemos avanços,
um relativo progresso moral, mas as nossas falhas ainda são muitas, ao ponto de condicionarmos o amor para poder cumprir um mandamento de Jesus.
O nosso progresso moral, em muito depende do amor que podemos dedicar ao nosso
próximo, e esse deverá ser incondicional para na verdade seguir os passos do mestre
Jesus, seja através da caridade, da compreensão das fraquezas humanas e de sermos
benevolentes para com todos.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 13 de Abril de 2016, 17:09
Minha querida irmã Luz serena. A evolução do espírito faz parte do grande projeto de
Deus,isso desde o princípio da nossa criação até a atual fase, onde se completará
com a total pureza que nos é destinada.
Somos ainda muito imperfeitos, e essas imperfeições são motivadas pela nossa
resistência em aceitar o que determina as leis universais, criadas por Deus para todos
nós. Jesus em seus ensinamentos, muito nos dizia para exercitarmos essas leis, a
Doutrina Espirita por sua vez vem tentando nos alertar, que para ter na verdade maior progresso moral, a principal lei, que seja ela a lei do amor, deva ser então exercitada
constantemente e de uma forma incondicional, para não cairmos nas contradições da
vida. Cabe a cada um de nós interpretarmos bem as palavras do mestre Jesus, e
tiramos as nossas próprias conclusões para não tomarmos então de conhecimentos
emprestado. Isto me lembrou bem que assim foi dito pelo nosso irmão lconforjr no
ano de 2009.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: JACY R SENA em 14 de Abril de 2016, 02:23
 Boa noite,para todos.
Parabéns Antonio Renato pela escolha do tema. Esse é um dos ensinamentos de Jesus, mais difícil para a humanidade seguir ,principalmente nos dias de hoje onde não se ama e respeita nem o próprio semelhante de sangue, as pessoas estão muito intolerantes,vivem armados dentro de si com o pior sentimento que é o ódio acompanhado da inveja,e onde se tem esses sentimentos,não se vê bondade,harmonia e paz para amarmos uns aos outros.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Luz Serena em 14 de Abril de 2016, 11:53
Irmãos em Cristo:

Hoje logo pela manhã na viagem para o trabalho vim ouvindo um Cd de estudo do evangelho segundo o espiritismo.
Coloco a selecção no modo alienatário e  a mensagem que veio esta:



A ingratidão dos filhos e os laços de família:



9
   – A ingratidão é um dos frutos mais imediatos do egoísmo, e revolta   sempre os corações virtuosos. Mas a dos filhos para com os pais tem um   sentido ainda mais odioso. É desse ponto de vista que a vamos encarar   mais especialmente, para analisar-lhe as causas e os efeitos. Nisto,   como em tudo, o Espiritismo vem lançar luz sobre um dos problemas do   coração humano.  Quando o   Espírito deixa a Terra, leva consigo as paixões ou as virtudes inerentes   à sua natureza, e vai no espaço aperfeiçoar-se ou estacionar, até que   deseje esclarecer-se. Alguns, portanto, levam consigo ódios violentos e   desejos de vingança. A alguns deles, porém, mais adiantados, é permitido   entrever algo da verdade: reconhecem os funestos efeitos de suas   paixões, e tomam então boas resoluções; compreendem que, para se   dirigirem a Deus, só existe uma senha – caridade. Mas não há caridade sem esquecimento das ofensas e das injúrias, não há caridade com ódio no coração e sem perdão.
            É   então que, por um esforço inaudito, voltam o seu olhar para os que   detestaram na Terra. À vista deles, porém, sua animosidade desperta.   Revoltam-se à idéia de perdoar, e ainda mais a de renunciarem a si   mesmos, mas sobretudo a de amar aqueles que lhes destruíram talvez a   fortuna, a honra, a família. Não obstante, o coração desses infortunados   está abalado. Eles hesitam, vacilam, agitados por sentimentos   contrários. Se a boa resolução triunfa, eles oram a Deus, imploram aos   Bons Espíritos que lhes dêem forças no momento mais decisivo da prova.
            Enfim,   depois de alguns anos de meditação e de preces, o Espírito se aproveita   de um corpo que se prepara, na família daquele que ele detestou, e   pede, aos Espíritos encarregados de transmitir as ordens supremas,   permissão para ir cumprir sobre a Terra os destinos desse corpo que vem   de se formar. Qual será, então, a sua conduta nessa família? Ela   dependerá da maior ou menor persistência das suas boas resoluções. O   contacto incessante dos seres que ele odiou é uma prova terrível, da   qual às vezes sucumbe, se a sua vontade não for bastante forte. Assim,   segundo a boa ou má resolução que prevalecer, ele será amigo ou inimigo   daqueles em cujo meio foi chamado a viver. É assim que se explicam esses   ódios, essas repulsas instintivas, que se notam em certas crianças, e   que nenhum fato exterior parece justificar. Nada, com efeito, nessa   existência, poderia  provocar essa antipatia. Para encontrar-lhe a causa, é necessário voltar os olhos ao passado.
            Oh!,   espíritas! Compreendei neste momento o grande papel da Humanidade!   Compreendei que, quando gerais um corpo, a alma que se encarna vem do   espaço para progredir. Tomai conhecimento dos vossos deveres, e ponde   todo o vosso amor em aproximar essa alma de Deus: é essa a missão que   vos está confiada e da qual recebereis a recompensa, se a cumprirdes   fielmente. Vossos cuidados, a educação que lhe derdes, auxiliarão o seu   aperfeiçoamento e a sua felicidade futura. Lembrai-vos de que a cada pai   e a cada mãe, Deus perguntará: “Que fizestes da criança confiada à   vossa guarda?” Se permaneceu atrasada por vossa culpa, vosso castigo   será o de vê-la entre os Espíritos sofredores, quando dependia de vós   que fosse feliz. Então vós mesmos, carregados de remorsos, pedireis para   reparar a vossa falta: solicitareis uma nova encarnação, para vós e   para ela, na qual a cercareis de mais atentos cuidados, e ela, cheia de   reconhecimento, vos envolverá no seu amor.
            Não   recuseis, portanto, o filho que no berço repele a mãe, nem aquele que   vos paga com a ingratidão: não foi o acaso que o fez assim e que vo-lo   enviou. Uma intuição imperfeita do passado se revela, e dela podeis   deduzir que um ou outro já odiou muito ou foi muito ofendido, que um ou   outro veio para perdoar ou expiar. Mães! Abraçai, pois, a criança que   vos causa aborrecimentos, e dizei para vós mesmas: “Uma de nós duas foi   culpada”. Merecei as divinas alegrias que Deus concedeu à maternidade,   ensinando a essa criança que ela está na Terra para se aperfeiçoar, amar   e abençoar. Mas, ah! Muitas dentre vós, em vez de expulsar por meio da   educação os maus princípios inatos, provenientes das existências   anteriores, entretém e desenvolvem esses princípios, por descuido ou por   uma culposa fraqueza. E, mais tarde, o vosso coração ulcerado pela   ingratidão dos filhos, será para vós, desde esta vida, o começo da vossa   expiação.


Mensagem oportuna no dia em que meu filho mais novo comemora o seu 24º aniversario.


Aqui fica postado, para relembrarmos que é no lar onde o Amor e a Caridade  é mais difícil de praticar, mas é aí que a nossa prova evolutiva é mais forte.
Um dia cheio de bênçãos para todos os pais e todos os Filhos que vão crescendo no amor ao próximo.


Abraço de Luz Serena
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 14 de Abril de 2016, 12:08
Minha querida irmã Jacy, seja bem vinda ao nosso estudo. Vivemos nos dias de hoje em
uma situação de extremos, onde o ódio se alastra como uma praga, onde o egoísmo
parece dominar às pessoas que se fecham e não procuram uma saída ou mesmo um
remédio para este mal. A falta de amor leva todos a se colocarem desta forma, amor este
de que tanto Jesus falava, amor incondicional, indulgente, sem preconceitos. "Amai o
próximo como a si mesmo", eis a fórmula, o antídoto para cura desses males. A nós
espiritas, cabe uma parcela de responsabilidade para modificar esse quadro, pois a família
universal é uma só, e o pai é o mesmo para todos sem distinção. Mais uma vez minha
irmã, seja bem vinda ao nosso estudo, e continue conosco nesse debate.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 14 de Abril de 2016, 12:57
Minha querida irmã Luz Serena, muito bem colocado esse seu texto, muito embora seja
um tema a ser estudado mais adiante com mais profundidade no Cap. XII. do E.S.E,
"Amai os Vossos Inimigos". A Doutrina Espirita em seu papel, vem-nos esclarecer sobre
este acontecimentos que provocam em todos, grandes sofrimentos, como nos é difícil
amar o inimigo, mais difícil ainda quando este inimigo esta no seio da nossa própria
família, sendo então uma grande prova. Deus coloca os filhos em nossas mãos para que
com responsabilidade cuidemos deles, é um espírito que para nós seja novo, mas no
entanto ele possa ser um espírito sofredor que trás dentro de si grandes males de outras
encarnações em que nos tornamos inimigos, trazem ainda o ódio que o alimentava na
vida espiritual. A nós compete aceitá-lo, e com amor que possamos dedicar, modificá-lo
e até mesmo transformá-lo. Amar o próximo não é só um mandamento de Jesus, é
acima de tudo um dever nosso a ser cumprido para o nosso progresso moral, porque
muito depende esse nosso progresso, das nossas ações, seja através da caridade,da
compreensão que devemos ter das fraquezas dos nossos irmão, porque não somos
diferentes deles. Se durante a nossa existência material pudesse só cuidar disto, amar o
próximo como a si mesmo, em muito estaríamos contribuindo para um mundo melhor.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: lconforjr em 14 de Abril de 2016, 20:20
Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI

      Ref resp #31 em: 12 04 16, 20:33, de Luz Serena

      A nova amiga Luz citou do livro “A Caridade”, de Luiz Guilherme (?), o texto inspirador, belo e que realmente traduz a verdade, sobre o qual, como sabiamente manda a doutrina, vamos raciocinar:

      Texto: Quem não ama descobre, um dia, que está sozinho, num deserto exterior e interior, com os lábios ressequidos, as mãos atrofiadas, o cérebro atuando como um relógio sem alma e o coração batendo mecanicamente, mas sem dar felicidade.

      Conf: mas, se todo e qualquer efeito tem sua causa, e se somos todos ciados perfeitamente iguais, qual é a causa de haver quem não ama?

      Texto: Ninguém consegue resistir por tanto tempo a sede e a fome de Amar e ser Amado.

      Conf: mas, e esses cerca de 7 bilhões de irmãos nossos, entre eles nós, que habitam este mundo de expiações, como é que estão resistindo por tanto tempo a essa sede e essa fome?! Já se passaram 20 (vinte) séculos desde que o Mestre Jesus nos trouxe seus ensinamentos, através do Novo Testamento, e século e meio desde que a doutrina espírita os divulga pelo mundo, e ainda não aprendemos a amar!!! Porq é tão difícil assim aprender a amar? O que é que nos impede de possuir um verdadeiro amor pelos semelhantes e por toda a criação?


      Texto: O próprio instinto de conservação, que foi assimilado na fase animal, propele os Espíritos na fase humana a procurar o Amor.  Alguns se desviam pelos caminhos da revolta, porque, ao invés de Amarem para merecerem receber Amor, invertem a ordem dos fatores, e, assim, não chegando ao resultado que pretendia. Precisamos Amar para ter o retorno do Amor alheio.

      Conf: aqui, outra pergunta para nosso raciocínio: porq uns “se desviam pelos caminhos da revolta e invertem a ordem dos fatores”, se nem todos se desviam?
      E o fato de procurarmos amar para que os demais nos amem, buscando esse resultado para nossa própria satisfação e felicidade, nada mais é que egoísmo, pois estamos agindo por interesse próprio, pessoal! O verdadeiro amor é natural, endereçado a todos, humanos e não humanos, aos bons e aos maus, e não busca vantagem ou lucro, pois é espontâneo!

      Texto: Os Espíritos trevosos são simplesmente transviados  temporários, que, iludidos com o poder que pretendem ter,  enregelaram o coração na rebeldia e se recusam a Amar seus  irmãos e irmãs em humanidade, pretendendo escravizá-los e  subordiná-los aos seus caprichos. Despertarão e arrepender-se-ão, passando a doarem de si pela felicidade de Amarem e serem Amados.

      Conf: aqui, perguntas semelhantes às feitas acima: qual é a causa de esses espíritos, irmãos nossos, terem se transviado? Aliás, nesses cerca de 7 bilhões de irmãos, quem não se transviou? E se todos se transviaram como explicar isso? Isso significa que Deus nos criou destinados a nos transviarmos e a, consequentemente, sofrer esses desesperadores sofrimentos que vemos pelo mundo? E se, conforme a doutrina, Deus nos criou apenas “simples e ignorantes”, qual é a causa de tantas vezes agirmos como se fôssemos desequilibrados mentais?! Pois se podemos escolher não sofrer, porq tantas vezes escolhemos sofrer?

      Abraços!
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: M.Altino em 15 de Abril de 2016, 10:50
Amigos e companheiros deste cantinho de estudo é com  muita sinceridade que a todos dou o meu bom dia e as boas vindas para a nossa amiga Luz Serena que eu conheço perfeitamente e então falamos muito de caridade e amar o próximo como a nós mesmo............. muito bonito mas não chega é preciso agir no nosso meio por atos e palavras não esquecendo também os que cometem faltas graves..pois também são nossos irmãos que apenas falharam na vida e temos o dever de Amar e Ajudar.......
http://www.youtube.com/watch?v=hLiTU9gT-oo
A verdadeira caridade é um dos mais sublimes ensinamentos de Deus para o mundo.
Entre os verdadeiros discípulos da sua doutrina deve reinar perfeita fraternidade. Deveis amar os infelizes, os criminosos, como criaturas de Deus, para as quais, desde que se arrependam, serão concedidos o perdão e a misericórdia, como para vós mesmos, pelas faltas que cometeis contra a sua lei.
Pensai que sois  mais culpados que aqueles aos quais recusais o perdão e a comiseração, porque eles quase sempre não conhecem a Deus, como o conheceis, e lhes será pedido menos do que a vós.
Não julgueis, oh!
Não julgueis, meus queridos amigos, porque o juízo com que julgardes vos será aplicado ainda mais severamente, e tendes necessidade de indulgência para os pecados que cometeis sem cessar.
Não sabeis que há muitas ações que são crimes aos olhos do Deus de pureza, mas que o mundo não considera sequer como faltas leves?
A verdadeira caridade não consiste apenas na esmola que dais, nem mesmo nas palavras de consolação com que as acompanhais.
Não, não é isso apenas que Deus exige de vós!
A caridade sublime, ensinada por Jesus, consiste também na benevolência constante, e em todas as coisas, para com o vosso próximo.
Podeis também praticar esta sublime virtude para muitas criaturas que não necessitam de esmolas, e que palavras de amor, de consolação e de encorajamento conduzirão ao Senhor.
Aproximam-se os tempos,  em que a grande fraternidade reinará sobre o globo.
Será a lei de Cristo a que regerá os homens: somente ela será freio e esperança, e conduzirá as almas às moradas dos bem-aventurados.
Amai-vos, pois, como os filhos de um mesmo pai; não façais diferenças entre vós e os infelizes, porque Deus deseja que todos sejam iguais; não desprezeis a ninguém. Deus permite que os grandes criminosos estejam entre vós, para vos servirem de ensinamento. Brevemente, quando os homens forem levados à prática das verdadeiras leis de Deus, esses ensinamentos não serão mais necessários, e todos os Espíritos impuros serão dispersados pelos mundos inferiores, de acordo com as suas tendências.
Deveis a esses de que vos falo o socorro de vossas preces: eis a verdadeira caridade.
Não deveis dizer de um criminoso:
"É um miserável; deve ser tirado da Terra; a morte que se lhe inflige é muito branda para uma criatura dessa espécie" .
Não, não é assim que deveis falar!
Pensai no vosso modelo, que é Jesus.
Que diria ele, se visse esse infeliz ao seu lado?
Havia de lastimá-lo, considerá-lo como um doente muito necessitado, e lhe estenderia a mão.
Não podeis, na verdade, fazer o mesmo, mas pelo menos podeis orar por ele, dar-lhe assistência espiritual durante os instantes que ainda deve permanecer na Terra.
O arrependimento pode tocar-lhe o coração, se orardes com fé.
É vosso próximo, como o melhor dentre os homens.
A sua alma, transviada e revoltada, foi criada, como a vossa, para se aperfeiçoar.
Ajudai-o, pois, a sair do lamaçal, e orai por ele!
Um homem está em perigo de morte.
Para salvá-lo, deve expor a própria vida.
Mas sabe-se que é um malvado, e que, se escapar, poderá cometer novos crimes.
Deve-se, apesar disso, arriscar-se para o salvar?............
Amigos aqui temos uma forma de praticarmos a Caridade tal como Jesus a fez e assim estamos dentro desta Doutrina para reviver os Seus ensinamentos é o nosso dever como Espíritas atuar sempre quando temos essa oportunidade de o fazer.e não passarmos ao lado como um expetador...
Amigos com um carinhoso abraço de muita paz este vosso amigo
[attach=1]
Manuel Alrino

Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Luz Serena em 15 de Abril de 2016, 11:18
Bom dia Meus queridos:


Grata irmão Altino por ainda não se ter esquecido de mim! De coração adornado por algumas lágrimas felizes por estar aqui ensinando e escrevendo para todos nós vai o meu abraço de " Deus Te Proteja Sempre".
o Livro que citei é " A Caridade " de  Luiz Guilherme Marques"...Livro singelo, lindo, com orientações amorosas de um espírito amigo que nos ajuda a desenvolver essa Luz que é a Caridade.
Para quem o quiser consultar aqui deixo em PDF.
Abraço radiante de


Luz Serena
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Luz Serena em 15 de Abril de 2016, 11:26

Com o meu amor;


Amar o próximo como a nós mesmos implica primeiramente a caridade para consigo próprio!


CARIDADE CONSIGO PRÓPRIO
A ideia de caridade consigo próprio pode parecer mero jogo de palavras, uma vez que Jesus falou em Amor ao próximo como a si mesmo, mas, devido à incompreensão sobre a necessidade de cuidar de si mesmo, manifestava de variadas formas, inclusive através das múltiplas formas de autoflagelação, exercitada sobretudo no período da Idade Média, o Espírito Joanna de Ângelis tem se dedicado a ensinar como se praticar a caridade consigo próprio. Sua “Série Psicológica” representa uma verdadeira enciclopédia de Psicologia, visando a felicidade dos Espíritos encarnados e desencarnados.
Aquela que, nas vestes orgânicas de Clara de Assis, praticava a autoflagelação, acreditando assim estar se colocando mais conforme a pureza e a caridade com o próximo, de uns anos para cá tem ensinado o Amor a si mesmo e a caridade consigo mesmo.
Cuidar da alma e do corpo, relacionar-se de forma adequada com os semelhantes e uma série de itens que ela recomenda são ingredientes necessários para a felicidade, que todos procuram, muitas vezes, por caminhos inadequados.
A caridade consigo próprio é imprescindível para a vida plena de realizações e, portanto, feliz.
Jesus, como sempre, é o Modelo Máximo para a nossa humanidade terrestre. O Divino Mestre, apesar de não se dar ao luxo de nada que não fosse estritamente necessário, pois que Sua Missão estava cronometrada em minutos sucessivos, nunca deixou de exercitar a caridade consigo próprio, como, por exemplo, quando dialogava com Seus discípulos em conversações amigáveis, como se vê no livro


“O Evangelho no Lar”, de autoria do Espírito Neio Lúcio, psicografado por Francisco Cândido Xavier, quando repousava a mente e o corpo ao contato com os amigos do coração. Nos momentos de oração, quando Se colocava em contato mais direto com o Pai, haurindo energias e refrigério para continuar no Trabalho maravilhoso de esclarecimento dos Seus pupilos terrestres, encarnados e desencarnados.


A caridade consigo próprio não pode ser limitada a dois ou três tipos de conduta, mas representa um leque muito amplo de atitudes, de acordo com as necessidades ocorrentes, em que as soluções devem ser específicas.

Permitir-se ser feliz: isso é a caridade consigo próprio, o que, todavia, não significa nem excesso de rigor nem permissividade moral.


 Como estamos em fase de aprendizado evolutivo, a consciência é que nos dirá se estamos sendo corretos ou não nas escolhas feitas.


 Como critério infalível para sabermos se estamos certos serve o referencial que Jesus recomendou: “Não façais aos outros o que não gostarias que os outros vos fizessem.” E vice-versa.


 Esse critério é infalível: devemos agir de forma a nunca lesar física ou moralmente a alguém.


Há quem pretenda a própria felicidade às custas do sacrifício alheio: essa opção é injusta, anticristã e inconveniente.




A oração, antes das escolhas, é o melhor meio de não errarmos nos momentos de dúvida:


De Deus, através dos nossos amigos e Orientadores Espirituais chegam as soluções.( mensagem retirada do livro citado)


Sejamos pois caridosos para com os nossos defeitos!


Luz Serena
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 15 de Abril de 2016, 20:35
Minha querida irmã Luz Serena, muito bem colocado por você em seu texto, em falar
da caridade consigo mesmo, vejamos então: Como pode um doente ajudar na cura
de outro doente se ele não estiver antes de tudo curado da doença que o aflige, para
amar os outros, antes de tudo precisamos amar a nós mesmo. A caridade é um ato
de amor, e aquele que está imbuído na prática dela, deve na verdade ter a consciência
dessa responsabilidade, para que este amor não fique comprometido. Jesus sempre
praticou a caridade, mesmo diante dos sofrimentos que lhes fora aplicados, nada
pedia para si, pois se colocava como exemplo para que todos os seguissem. Em sua
máxima colocou para todos que amassem o próximo como a si mesmo, e desta forma
também estava dizendo que para amar o outro, deveria antes amar a si mesmo. Assim
eu entendo.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 16 de Abril de 2016, 13:54
Meus irmãos de estudos bom dia. - Caridade para os criminosos -
Assim como foi colocado pelo nosso irmão Altino, em que a caridade não se  restringe
tão somente para aqueles que estão próximo e e com grande necessidade, mas também
mas também para com aqueles que procuramos mantê-los afastados pelos crimes que
eles possam ter cometidos. São criminosos aos nossos olhos pelos atos insanos que
cometeram, e devem ser castigados com a suspensão da sua liberdade pois desta forma
determina a lei criada por nós. No entanto para de Deus é ele apenas um espírito que se
desviou do seu caminho evolutivo, merecendo portanto que sejamos caridosos para com
ele, dando-lhe a oportunidade de poder reparar os seus erros. Dirão alguns talvez, e se
esse crime cometido for de uma ordem tamanha que causou sofrimentos e dor a outros,
sendo este bem próximo de nós? Isso seria então motivo de impedimento para que então
não poderíamos praticar a caridade? Não, a caridade é um ato de amor, de benevolência
que devemos praticar a todos sem distinção.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Luz Serena em 17 de Abril de 2016, 20:30

Bom domingo.
fica meu estudo de hoje:


– FORA DA CARIDADE NÃO HÁ EVOLUÇÃO


A finalidade da evolução é aprendermos a viver em coletividade, conforme constatação do irmão espiritual que tem utilizado frente aos encarnados o pseudônimo J. M. Jesus, Modelo Máximo das virtudes para a humanidade terrestre, vivenciou a caridade em todos os momentos de Sua encarnação, inclusive quando dialogou irmãmente com Seus opositores, sem nenhuma impaciência e com o desejo sincero e puro de esclarecê-los, apesar de estarem planejando Sua morte: trata-se de uma conduta sumamente caridosa, pois não encarnou para abrir o coração e a mente apenas dos já despertos para o Bem, mas para trazer para o redil as ovelhas tresmalhadas que o Pai Lhe confiou.



É evidente que Jesus também evolui, pois, mesmo sendo um Espírito Puro desde antes da formação da Terra, que foi obra Sua e da Sua equipe de servidores espirituais, continua evoluindo, e deve ter alcançado maiores méritos perante o Pai depois do Seu périplo terreno, pela expressiva mudança que conseguiu introduzir em todos os departamentos da atividade terrestre a partir daquela época.




Se, como um verdadeiro Sol Espiritual, Jesus evolui, nós, simples pirilampos da hierarquia espiritual, evoluiremos à medida que realizarmos em favor da coletividade e de cada um em particular.


Há Espíritos que investem muito em favor do próprio aprimoramento intelectual, mas, se não tiverem caridade, sua inteligência passa a se transformar em verdadeira “teia de aranha”, que acumula informações sem convertê-las em benefício alheio e acabam se horizontalizando lamentavelmente, sendo que os mais egoístas se autopunem
com a própria perda da memória, até que despertem para a caridade.


Outros investem no que acreditam ser o aperfeiçoamento espiritual, no contato com a Espiritualidade Superior, porém, sem caridade, e se perdem nos desvãos do egoísmo, do orgulho e da vaidade, tal como aqueles intelectuais que acima mencionamos.


Todavia, somente evolui em direção ao contato mais estreito com Deus os que convertem tudo que vão adquirindo em favor do próximo, como Jesus fazia, sendo mero Médium de Deus para a nossa humanidade e não guardando para si próprio “uma pedra onde pudesse assentar a cabeça”. Somente recebe de Deus a essência da Ciência, da Filosofia, da Religião e da Arte quem converte tudo em prol dos semelhantes. Esses são os “pobres de espírito” a que Jesus se referiu e se transformam em Espíritos Superiores e, um dia, em Espíritos Puros.


Nada querem para si a não ser a glória de poder servir, como Madre Tereza de Calcutá, Mohandas Gandhi, Francisco de Assis, Francisco Cândido Xavier e outros.


Jesus falou que aos que muitos tivessem (em Amor, ou seja, caridade) mais lhes seria dado, enquanto que aos que nada tivessem (em Amor, quer dizer, caridade) tudo lhes seria tirado, sendo punidos pela própria consciência.


A evolução caminha no sentido do Amor Universal, que passa pela estrada da caridade também universal.


Estudemos, por exemplo, o Evangelho de João e entenderemos como Jesus foi caridoso em todos os momentos de Sua encarnação. Recomendamos a leitura de “O Evangelho de João na Visão Espírita”, divulgado na internet.




Abraço de Luz serena
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: lconforjr em 18 de Abril de 2016, 18:40
Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI

      Ref resp #48 em: 17 04 16, às 20:30, de Luz Serena

      Conf: querida amiga Luz, se a evolução está na prática da caridade, em sua acepção de amor, se fora dela não evoluímos, porq o mundo é isso que ele é: um poço escuro de maldades, de ignorância, perversidades e perversões? Porq os homens, talvez com raríssimas exceções, não praticam a caridade e nem mesmo têm amor suficiente para praticá-la?

      Abçs!


 




Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 19 de Abril de 2016, 18:29
Meus irmãos de estudos boa tarde, por motivo de viagem estive afastado por alguns dias.

Somos todos nós espíritos em evolução, e disso ninguém tem dúvidas, se compararmos
o nosso espírito aos que são mais esclarecidos, estamos então no primeiro degrau dessa
escala evolutiva. Jesus com a sua pureza de espírito e que veio até nós então com a
nobre missão de nos ensinar, continua evoluindo mais ainda. A ferramenta que ele nos
trouxe como mecanismo para nos auxiliar na nossa evolução, foi a caridade, caridade esta
que ele tanto praticou sem distinção, e era na verdade por amor, amor incondicional, que
mesmo diante daqueles que ele sabia que iriam atentar contra a sua vida, não se intimidou,
pois essa era a sua missão determinada por Deus. Cabe a cada um de nós que a cada dia
entendemos melhor os seus propósitos, assim como colocou a nossa irmã  Luz Serena,
que como Jesus, busquemos aquelas ovelhas desgarradas para trazê-las para a senda
do bem, e é no ato de caridade que fazemos ao nosso próximo, que cumpriremos então o
mandamento de Jesus. Somos imperfeitos sim, mais muito mais imperfeitos são aqueles
que não entenderam os ensinamentos do nosso mestre Jesus, mas para isto estamos nós
trabalhadores da última hora, prontos para atender a este chamado em ajudar os nossos
irmãos.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 20 de Abril de 2016, 20:54
Meus irmãos de estudos boa tarde. - Caridade para com os criminosos -
A verdadeira caridade constitui um dos mais sublimes ensinamentos que Deus deu ao
mundo. Completa fraternidade deve existir entre os verdadeiros seguidores da sua
doutrina. Deveis amar os desgraçados, os criminosos, como criaturas, que são, de
Deus, às quais o perdão e a misericórdia serão concedidos, se se arrependerem, como
também a vós, pelas faltas que cometeis contra a sua lei. Considerai que sois mais
repreensíveis, mais culpados do que aqueles a quem negardes perdão e comiseração,
pois as mais das vezes, eles não conhecem Deus como conheceis, e muito menos lhes
será pedido do que a vós.
Não julgueis, oh! não julgueis absolutamente, meus caros amigos, porquanto o juízo
que proferirdes ainda mais severamente vos será aplicado e precisais de indulgência
para os pecados em que sem cessar incorreis. Ignorais que há muitas ações que são
crimes ao olhos do Deus da pureza e que ao mundo nem se quer como faltas leves
considera?
Meus irmãos, vejam bem: Um criminoso cometeu um crime, mas o que seria então um
crime: um delito, uma violação da lei penal, é um ato a ser julgado e condenado pelas
leis vigentes e dando-lhes às penas de acordo com a intensidade deste crime, assim
determina a lei que fora criada pelo homem, podendo este que cometeu o crime ter a
sua liberdade impedida. Mas como seria então aplicada a pena se este crime fosse então
julgado por Deus,e que este fosse contra outra criatura, que viesse ter então a sua vida  ceifada? Deus julga mas não condena, essa condenação seria então aplicada em quem a
cometeu e de diversas formas pelo próprio, pois colocou para si dores e sofrimentos
que lhes virão, se não nessa mais em outras encarnações futuras. Mas então como nós
nos encaixamos neste contexto, seria então a pergunta; a nós então, o que devemo
fazer a este criminoso: Apenas sermos indulgentes e caridosos, pois a pena ele próprio
se dará.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: lconforjr em 22 de Abril de 2016, 03:21


Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI

      Ref resp #51 em: 20 de Abril de 2016, 20:54, de ARenato

      Olá, amigo, para não alongar esta resposta, só vou me referir a este trecho do que vc escreveu: "nós então, o que devemos fazer a este criminoso: Apenas sermos indulgentes e caridosos, pois a pena ele próprio se dará".

      Qual o significado disso que vc escreveu, Renato?

      - Primeiro: porq esse criminoso, podendo escolher não cometer o crime, e livrar-se de suas penosas consequências, escolheu cometê-lo? O que foi que pode ter levado esse homem a cometê-lo?

      - Segundo: qual é o homem que não é digno de nosso amor ou caridade, seja ele uma pessoa inocente e pura, tenha ele nem sequer imaginado cometer qualquer crime em toda sua vida, seja ele o mais inocente de todos os homens, ou seja ele o mais perverso malfeitor que exista no mundo, e tenha ele cometido os mais hediondos e cruéis crimes, devido ao seu desejo ou vontade de cometê-los?!

      - Terceiro: terá esse homem não conseguido resistir ao desejo ou vontade de cometê-lo? Mas se não conseguiu resistir a esse desejo, porq é que outros conseguem resistir e assim, se mantêm inocentes?

      Um abraço; temos, efetivamente, a necessidade de raciocinar profundamente para entender a doutrina! Se não fizermos isso, podemos vir a "comer gato por lebre", isto é, podemos ficar acreditando que estamos entendendo a doutrina quando, na verdade, nada dela estamos entendendo!
............
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 22 de Abril de 2016, 12:44
Sim meu amigo lconforjr, vamos raciocinar para melhor entender a doutrina. Veja bem
como eu entendi pelo que possa ter estudado: Deus julga a todos nós pelas boas e más
ações, mas não nos impõe punições quando elas são más, as penas somos nós mesmo
que colocamos, e essas veem carregadas de dores e sofrimentos como se fossem elas
um castigo. As leis divinas estão para serem respeitadas e exercitadas, quando isso não
acontece se paga por isto. Quando Jesus colocou a maior lei de Deus como mandamento,
é porque o amor para com o próximo deve ser estendido a todos sem distinção de serem
boas ou más, mesmo sendo elas criminosas, pois é justamente pela prática da caridade e
pela indulgência para com eles que estamos ajudando-os, e ao mesmo tempo cumprindo
um mandamento de Jesus. Assim eu entendo.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: lconforjr em 22 de Abril de 2016, 19:48
Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI

      Ref resp #53 em: 22 04 16, às 12:44, de ARenato

      Meu querido irmão, espero que vc veja que com tantas perguntas que faço, não desejo importunar ninguém, portanto nem a vc; mas tenho de fazê-las para que me esclarecer, pois desejo entender a doutrina do mesmo modo que os companheiros dizem que estão entendendo! E, sinceramente, não compreendo como muitos a estão entendendo pois nem mesmo estão sabendo quais são as causas de uns serem bons e outros maus!!

      Veja, vc diz que “Deus julga a todos nós pelas boas e más ações”; mas aí fica a dúvida que a doutrina, pelo que posso ver, não soluciona: se temos o livre-arbítrio, qual é a causa de praticarmos ações más?

      Vc tb, como muitos outros companheiros, diz que Deus não nos impõe punições quando nossas ações  são más; e fico pensando comigo mesmo se as edições que li da codificação, em particular de OLE, foram modificadas, ou corrigidas, em edições mais recentes! Pois, o que as obras que tenho da codificação afirmam é que Deus nos impõe sim punições, e punições tão severas que podem multiplicar nossas encarnações e até se estenderem por milhões de anos, pois é esse o processo evolutivo que Ele criou! Tanto que tb afirmam que Deus criou leis punitivas e mundos, que são verdadeiras prisões, para o castigo dos que transgridem suas leis. E punições que, de tão longas que podem ser, aos que as sofrem, podem se assemelhar às sentenças de penas eternas, com que outras religiões ameaçam os homens.

      Vc tb disse que essas terríveis penas somos nós mesmos que nos colocamos, e, sinceramente, fico perdido, pois não consigo entender como, se nós mesmos nos punimos com sofrimentos desesperadores e mesmo tão insuportáveis, que levam, por ano, cerca de 20 milhões a 40 milhões de irmãos nossos ao suicídio, assim mesmo cometemos, de propósito, essas ações tão más; afinal, meu amigo, segundo a doutrina, Deus nos criou simples e ignorantes mas, até onde eu saiba, a não ser que edições novas digam isso, Deus não nos criou desequilibrados mentais para escolhermos fazer coisas tão terríveis, tão absurdas que, em consequência delas, depois, nós mesmos nos apliquemos tais penas a implicarem esses tão desesperadores sofrimentos!

      Somente mais um ponto, meu amigo Renato: será esse o processo evolutivo criado por Deus, que segundo a doutrina é amor, justiça e sabedoria? Um processo cujo método de ensino mais usado e mais eficiente é fazer sofrer?!! Ou, como vc disse que somos nós mesmos que nos punimos, um processo evolutivo que faz com que nós nos punamos com terríveis sofrimentos pelos erros que fazemos!! E, olhe, que nem mesmo sabemos porq cometemos esses erros devido aos quais temos de nos punir! Vc sabe?

      Para terminar: se as leis divinas devem, ou têm de ser respeitadas e exercitadas, e se todos os efeitos têm suas causas, qual é a explicação (ou esse esclarecimento não existe?), ou, qual é a causa destes cerca de 7 bilhões de irmãos nossos que habitam este planeta não as respeitarem nem as exercitarem?

      Me desculpe, só mais uma pergunta qto ao amor do próximo a que vc se referiu: se somos punidos por não amá-los, o que é que nos impede de amá-los, de atender a esse mandamento que vc diz ser o maior? Nós mesmos escolhemos não atender esse mandamento? Nós mesmos escolhemos não ter amor pelo próximo? Afinal, o que é que nos leva a não amá-los?  Qual será a explicação para isso? A doutrina dá essa explicação?

      Forte abraço. (Obs: cada vez que leio seu "assim eu entendo", mais respeito vc).
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 23 de Abril de 2016, 03:17
Meu nobre(nobre na alma)irmão e companheiro de jornada, pra ser sincero, eu não me aborreço com os seus insistentes "porquês", isso porque, não é redundância, me
obriga a estudar mais para tentar lhe responder, veja bem: Eu não vejo as punições
severas citadas por você sendo colocadas por Deus, ele nos deu o livre arbítrio, fazemos
as escolhas, mas nem sempre acertamos com elas. Ser bom é o ele quer que sejamos
todos, mas alguns escolhem ser maus, dando a entender que seja um desafio, ou uma
forma de afrontar as suas leis. A medida em que se vai afrontando as leis divinas,o
próprio infrator vai tomando par si as punições, porque todos que cometem às más
ações têm consciência do atos que estão cometendo. Pelo que se possa entender, todos
foram criados simples e ignorantes, mas houve evolução, todos estão em outro estágio
de vida, em que a consciência já foi desperta. Assim eu entendo.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 24 de Abril de 2016, 13:10
Meus irmãos de estudos bom dia. - Deve-se expor a vida por um malfeitor ? -

Eis uma pergunta que gera um conflito interior, e que em muitas das vezes coloca a todos
em confronto com a lei do amor, vejamos assim:Acha-se em perigo de morte um homem;
para o salvar tem um outro que expor a vida. Sabe-se, porém, que aquele é um malfeitor
e que, se escapar, poderá cometer novos crimes. Deve, não obstante, o segundo então
arriscar-se para o salvar?
Assim respondeu um espírito a Kardec: Questão muito grave, responderei, de acordo e
na conformidade do meu adiantamento moral, pois o de que se trata é de saber se se 
deve expor a vida, mesmo por um malfeitor. O devotamento é cego; socorre-se um
inimigo; deve-se, portanto, socorrer o inimigo da sociedade, a um malfeitor, em suma.
Julgais que será somente à morte que, em tal caso, se corre a arrancar o desgraçado? É,
talvez, a sua vida passada. Imaginai, com efeito, que, nos rápidos instantes que lhe
arrebatam os derradeiros alentos de vida, o homem perdido volve o seu passado, ou que,
antes, este se ergue diante dele. A morte, quiçá, lhe chega cedo demais; a reencarnação
poderá vir a ser-lhe terrível. Lançai-vos, então,ó homens; lançai-vos todos vós a quem a
ciência espírita esclareceu; lançai-vos, arrancai-o á sua condenação e, talvez, esse
homem, que teria morrido a blasfemar, se atirará nos vossa braços. Todavia, não tendes
que indagar se o fará, ou não; socorrei-o, porquanto, salvando-o, obedeceis a essa voz
do coração, que voz diz: Podes salvá-lo, salva-o!" - Lamennais. (Paris, 1862.)
Meus irmãos, na atual fase do nosso adiantamento moral, ainda estamos muito distantes
de termos uma compreensão que nos leve de imediato atender a essa voz do coração. A
nossa consciência nos chama a razão, mas a nossa imperfeição nos impede e nos coloca
na indecisão. Para salvar um malfeitor, porei em risco a minha própria vida, e este poderá
então voltar a cometer outros crimes! Assim pensam todos. Mas o que nos diz então o
mandamento de Jesus que é a expressão mais completa da caridade: "Amai o próximo
como a si mesmo", e esse malfeitor não seria também um dos nossos irmãos próximos
a nós? O que o diferencia dos bons é o caminho que ele escolheu, que o levou a cometer
crimes contra os seus irmãos; a sua ignorância às leis divinas ou até mesmo por ter na
verdade afrontado a elas o tenha embrutecido. Cabe então a todos nós, em não julga-lo,
e sim, praticar a ação de salva-lo sem pensar nas consequências. Assim eu penso.

Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 26 de Abril de 2016, 10:48
Meus irmãos de estudos bom dia.  - Caridade: Solução -
Diante do dever, pensa na caridade, serve e passa.
diante da dor, pensa na caridade, socorre e passa.
Diante do infortúnio,pensa na caridade, auxilia e  passa.
Diante da aflição, pensa na caridade, consola e passa.
diante da sombra, pensa na caridade,,ilumina e passa.
Diante da pertubação,pensa na caridade, esclarece e passa.
Diante da ignorância, pensa na caridade, ensina e passa.
Diante da injuria, pensa na caridade, perdoa e passa.
Diante do golpe, pensa na caridade, tolera e passa.
Diante da tentação, pensa na caridade, ora e passa.
Diante do obstáculo, pensa na caridade,espera e passa.
Diante da negação, pensa na caridade, confia e passa.
Diante do desânimo, pensa na caridade, ajude e passa.
Diante da luta, pensa na caridade, abençoa e passa.
Diante do desequilibrio, pensa na caridade, pensa na caridade, remedia e passa.
Diante da tristeza, pensa na caridade, reconforta e passa.
Diante de todo mal, pensa na caridade, faze todo o bem ao alcance de tuas mâos
e segue adiante.   Fabiano  de Cristo - do livro "Ideal Espirita" Chico Xavier.
Meus irmãos, a cada dia basta o seu próprio trabalho, diz-no a sabedoria do Evangelho.
Na verdade, está então na caridade a solução que todos buscam para resolver os seus
problemas e os conflito, que o impedem de ter melhor progresso moral, tão necessário
a evolução do espírito, poderia assim dizer então: sem a caridade não há salvação.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Antonio Renato em 30 de Abril de 2016, 12:19
Meus irmãos de estudos bom dia. Estamos encerrando mais uma etapa do nosso estudo mensal, isto porque a cada assunto que é levado a debate, muito embora alguns já tenha
sido colocado mais de uma vez, trás-nos novos conhecimentos pelas interpretações que
são dadas. Agradeço a todos que participaram colocando assim o seu entendimento do
que seja na verdade, o mandamento do mestre Jesus, em que ele coloca como a máxima:
" Amar o próximo como a si mesmo"; vejam então meus irmãos como nos é difícil ainda
cumprir este mandamento, pois somos ainda muito imperfeitos para entendermos que o
verdadeiro amor que Jesus falou em seus ensinamentos, deveria ser incondicional.
Para Deus que nos criou, tornando a todos irmãos, não se justifica condicionar este amor
ao modo que cada um se coloca na prática das suas ações, pois não se deve excluir assim
aqueles que não se enquadram na prática do bem.
Se nos é difícil amar o próximo, imaginemos mais ainda amar os que são nossos inimigos
de agora e os que trazemos de outras vidas. Esse será um assunto a ser debatido durante
o mês de maio com o nosso irmão Moisés.
Fiquem com Deus, fiquem na paz.
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: Marden em 16 de Fevereiro de 2017, 18:34
Gostei da provocação do ICINFORJR
Eu não reconheço o amor com o sentimento poético que nos ensinam e propagam.

 O amor como qualquer sentimento, não está situado no coração. Está no cérebro. E ele é fruto do pensamento.
Está ligado no principio, ao magnetismo. Esta é a força primária. Uma lei natural.
O espírito ainda brutalizado começa a percebê-lo através da lei de Ação e Reação.
Vai evoluindo juntamente com o espírito, o acompanha desde os seus primórdios.
No começo é instintivo, como vemos nos animais em maior ou menor grau e vai evoluindo com maior ou menor velocidade em cada um de uma forma própria.
A evolução do sentimento Amor, depende do tamanho do egoísmo que cada espírito carrega consigo.
Não podemos deixar de citar a dor do sofrimento como uma ótima professora de amor também.
Quando o espírito percebe que certas atitudes para com o seu semelhante causa prazer, alegria no outro e isto lhe toca, influencia, experimenta sensações diferentes que também lhe fazem bem, altera sua percepção, sua conduta; então passa a praticar com mais frequência.
Num outro estágio sente o desejo de levar esta informação aos outros. Por que?
Porque o amor proporciona bem estar,  um prazer diferente, gera harmonia etc....
Se quisermos acreditar nos manuscritos, o Cristo foi o maior propagador e exemplificador desta ideia e deste sentimento
Se quiserem acreditar em mim, eu digo que quando o sentimento de amor me invade me causa um grande bem. Me traz alegria, Paz e Harmonia. Um prazer diferente.
E olha que estou no comecinho do aprendizado, do exercício...Imaginem daqui a um milhão de anos!
Leiamos o ESE.
Aprendamos a Amar!
Vale a pena!
Título: Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI
Enviado por: lconforjr em 21 de Março de 2017, 18:45
Re: Amar o próximo como a si mesmo - ESE, Cap. XI

Ref resp do novo amigo Marden, em msg #59 em: 16 de Fevereiro de 2017, 18:34 »

(Obs: no texto "lconforjr" está substituído por "Conf")

Marden escreveu: O amor como qualquer sentimento... é fruto do pensamento....

Conf: meu novo amigo, vc disse que está no “comecinho do aprendizado” mas, mesmo assim, vou lhe trazer algumas questões que o farão raciocinar para encontrar as respostas (a doutrina recomenda que todos busquem ter uma “fé raciocinada”, lembra-se?). Se vc não encontrar as respostas, espero que outros que participam deste fórum, as encontrem e as citem aqui.

Vamos lá: Vc disse que o amor é fruto do pensamento e lhe pergunto: pensamento de quem, se nenhum pensamento é verdadeiramente nosso, pois nenhum deles se origina de nossa mente mas, sempre, de algo, como eventos, fenômenos, ações, reações que ocorrem fora de nós e cujas vibrações captamos com nossos sentidos objetivos e subjetivos e sensibilidade paranormal?

Marden: O espírito ainda brutalizado começa a percebê-lo através da lei de Ação e Reação.

Conf: e, meu jovem, porq é que o espírito “brutalizado” tem de sofrer para deixar de ser “brutalizado”, se é Deus que o cria brutalizado?

Marden: A evolução do sentimento Amor, depende do tamanho do egoísmo que cada espírito carrega consigo.

Conf: meu querido, porq é que, ou qual é a causa de cada um carregar consigo o egoísmo? E se a evolução do sentimento de amor depende do tamanho do egoísmo, de que é que depende o “tamanho do egoísmo”?

Marden: Não podemos deixar de citar a dor do sofrimento como uma ótima professora de amor também.

Conf: é verdade; mas, segundo a doutrina espírita, a causa dos sofrimentos não está no fato de necessitarmos aprender, mas no fato de cometermos, propositadamente, transgressões às leis de Deus. 

Marden: Quando o espírito percebe que certas atitudes para com o seu semelhante causa prazer, alegria no outro e isto lhe toca, influencia, experimenta sensações diferentes que também lhe fazem bem, altera sua percepção, sua conduta; então passa a praticar com mais frequência.

Conf: meu querido, e porq é que o espírito, enquanto não percebe isso, tem de sofrer desesperadamente e mesmo insuportavelmente?

Marden: E olha que estou no comecinho do aprendizado... Imaginem daqui a um milhão de anos!

Conf: e porq vc tem de sofrer nesse “um milhão de anos”?

Marden: Aprendamos a Amar! Vale a pena!

Conf: como aprender a amar, se absolutamente ninguém ensina e ninguém aprende a amar, nem com conselhos, nem com ensinamentos, nem com exemplos, que quem quer que sejam. Observe que até hoje, já passados 20 séculos da chegada dos ensinamentos de Jesus (no Novo Testamento), e 1 século e meio da chegada dos ensinamentos de Jesus (na codificação), ainda nem mesmo sabemos “porq um é bom e outro é mau”! E nem mesmo sabemos “como deve fazer quem é mau, para se tornar bom”!
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