Forum Espirita

CODIFICAÇÃO => O Céu e o Inferno => Tópico iniciado por: leonidasramos em 20 de Fevereiro de 2012, 18:37

Título: Umbral na codificação
Enviado por: leonidasramos em 20 de Fevereiro de 2012, 18:37
     Sou um iniciante no espiritismo, apesar de ser simpatizante há vários anos. Mas só agora li os cinco livros da codificação, porém em nenhum eu me lembro de Kardec abordar o assunto "Umbral" de que tanto ouço falar. É apenas uma nomenclatura, definida para o estado de espírito em sofrimento moral que está na literatura de Kardec, ou é um lugar delimitado no espaço como o inferno e purgatório dos católicos? De onde surgiu esta nomenclatura, baseada em que manifestação? Acho estranho Kardec depois de uma vida de pequisas espirituais nunca relatar tal lugar específico. Por favor me tirem estas dúvidas agradeço!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 20 de Fevereiro de 2012, 19:31
leonidasramos,

Palavras são apenas palavras, não leve ao pé da letra. Umbral não é um lugar circunscrito e localizado, é apenas um estado de consciência de espíritos atrasados. Essa palavra apareceu primeiramente no livro A Vida Além do Véu de J. Vale Owen.

Para você melhor entender como os espíritos formam esses lugares leia em A Gênese-os fluídos.

Mais uma coisa, você que esta iniciando no Espiritismo, saiba que esses romances que falam em umbral e colônias são apenas opiniões particulares de espíritos, e não fazem parte da Doutrina dos Espíritos. O Espiritismo esta contido apenas nas obras de Kardec, pois só ele é quem praticou o CUEE, não usou a opinião de apenas um espírito, mas sim a de milhares.

Continue a ler as obras de Kardec e não cairá no erro, todas as obras de Kardec você poderá baixar aqui:

http://www.4shared.com/account/dir/GlqFY80l/_online.html#dir=53400465
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 20 de Fevereiro de 2012, 19:31
Realmente não existe Umbral na Codificação, os Espíritos Superiores falam que o céu, inferno e paraíso está na consciência do Espirito, não existe lugar circunscritos para penas e gozos futuros.

Os homens é que tem mania de circunscrever.

Um abç
Hebe
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: pretoriano em 20 de Fevereiro de 2012, 19:36
ola a todos,

Leonidas, para um iniciante suas colocaçoes foram alem do esperado.
Mas para mim se nao esta na codificação deve ficar de quarentena........hehe
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: leonidasramos em 20 de Fevereiro de 2012, 19:38
Muito obrigado amigos, muito esclarecedoras as respostas, Que Deus abençoe vocês imensamente!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 20 de Fevereiro de 2012, 19:57
A melhor definição para o que é umbral achei em artigo de Maísa Intelisano:

http://www.ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3927&catid=53:maisaintelisano&Itemid=165
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 20 de Fevereiro de 2012, 20:14
Poderá também encontrar em O Céu e o Inferno:

"25°) Alguns Espíritos são mergulhados em trevas espessas. Outros são postos num isolamento absoluto, no espaço, atormentados pelo fato de não saberem qual a sua condição e o seu destino. Os maiores culpados sofrem torturas que são tanto mais pungentes quanto ignoram o seu fim. Muitos ficam privados de verem os seus seres queridos. Todos, em geral, passam por sofrimentos cuja intensidade é relativa aos males que praticaram, às dores e necessidades que fizeram os outros sofrer, até que o arrependimento e o desejo de reparação, venham trazer-lhes um abrandamento ao fazê-los entrever a possibilidade de dar, pors/ mesmos, um fim a essa situação."
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: leonidasramos em 20 de Fevereiro de 2012, 21:11
Muito esclarecedores, tanto o link quanto o trecho do livro dos espíritos e as explicações. Um entendimento maior, penso só seria possível estando desencarnado e vendo como espírito, mas tive uma idéia bem mais clara. Obrigado a todos!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Chorapornatela em 20 de Fevereiro de 2012, 22:19
A melhor definição para o que é umbral achei em artigo de Maísa Intelisano:

http://www.ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3927&catid=53:maisaintelisano&Itemid=165

Obrigado Irmão andava á muito tempo á procura de uma definiçao como essa gostava de ouvir mais opiniões de nossos irmãos em relação a esta definição, penso que nos ajuda a entender outro tópico muito controverso aqui no forum as tão conhecidas "Colónias Espirituais"

Paz e Amor
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: L3ONARDO em 20 de Fevereiro de 2012, 23:17
De fato, não há descrição de Umbral na obra de Kardec, de modo que não se pode dizer que o mesmo faça parte do Espiritismo. No entanto, em outras literaturas da época, existem algumas descrições muito semelhantes ao que chamamos de Umbral e ao que chamamos de colônias.

O interessante, acredito, é tentar entender porque os espíritos não mencionaram isso a Kardec, enquanto outros espíritos, em outras partes, falaram de construções e de uma espécie de desdobramento da vida além da Terra. Outra divisão, que inclusive acirrou uma certa animosidade por parte de Aksakof com o Espiritismo era a reencarnação. Disse este que na Inglaterra nenhum espírito falava em reencarnação.

Abraço.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 21 de Fevereiro de 2012, 00:50
De fato, não há descrição de Umbral na obra de Kardec, de modo que não se pode dizer que o mesmo faça parte do Espiritismo. No entanto, em outras literaturas da época, existem algumas descrições muito semelhantes ao que chamamos de Umbral e ao que chamamos de colônias.

O interessante, acredito, é tentar entender porque os espíritos não mencionaram isso a Kardec, enquanto outros espíritos, em outras partes, falaram de construções e de uma espécie de desdobramento da vida além da Terra. Outra divisão, que inclusive acirrou uma certa animosidade por parte de Aksakof com o Espiritismo era a reencarnação. Disse este que na Inglaterra nenhum espírito falava em reencarnação.

Abraço.

Caro amigo Leonardo,
Como eu disse antes palavras são palavras, se não existe a palavra umbral na codificação, existe a palavra trevas, que é a mesma coisa, pois os espíritos não se apegam a palavras, mas sim ao seu significado.

Quanto o porque espíritos não falaram sobre colônias espirituais e construções te digo que Kardec recebeu várias comunicações que não pode revelar pois não era a hora, tudo deve vir a seu tempo. Isso você poderá ver na revista espírita de 1864 em que Kardec fala do mundo material fluídico dos espíritos:

[...]Um fenômeno que pode parecer mais bizarro, e não pode deixar de fazer sorrir os
incrédulos, é o dos objetos materiais que o Espírito crê possuir. Compreende-se que Pierre
Legay se imagine subir em estrada de ferro, porque a estrada de ferro é uma coisa real,
que existe; mas se compreende menos que ele creia ter o dinheiro e pagar o seu lugar.
Esse fenômeno encontra sua solução nas propriedades do fluido perispiritual, e na
teoria das criações fluídicas, princípio importante que dá a chave de muitos mistérios do
mundo invisível.

O Espírito, pela vontade ou unicamente pelo pensamento, opera no fluido perispiritual,
que não é, ele mesmo, senão uma concentração do fluido cósmico ou elemento universal,
uma transformação parcial que produz o objeto que deseja. Esse objeto não é para
nós senão uma aparência, para o Espírito é uma realidade. Foi assim que um Espírito
morto há pouco, se apresentou um dia numa reunião espírita, a um médium vidente, com
um cachimbo à boca e fumando. Sobre a observação que lhe foi feita de que isso não era
conveniente, ele respondeu: "Que quereis! tenho de tal modo o hábito de fumar que não
posso passar sem meu cachimbo." O que era mais singular é que o cachimbo soltava fumaça; para o médium vidente, bem entendido, e não para os assistentes.

Tudo deve estar em harmonia, no mundo espiritual, como no mundo material; aos
homens corpóreos, são necessários objetos materiais; aos Espíritos, cujo corpo é fluídico,
são necessários objetos fluídicos, os objetos materiais não lhes serviriam, não mais do
que os objetos fluídicos não serviriam aos homens corpóreos. O Espírito fumante, querendo
fumar, cria um cachimbo, que, para ele, tinha a realidade de um cachimbo de terra;
Legay, querendo ter dinheiro para pagar seu lugar, seu pensamento criou-lhe a soma necessária.
Para ele há realmente dinheiro, mas os homens não poderiam se contentar com
a moeda dos Espíritos. Assim se explicam as vestes dos quais estes se revestem à vontade, as insígnias que carregam, as diferentes aparências que podem tomar, etc.

As propriedades curativas dadas ao fluido pela vontade se explicam também por esta
transformação. O fluido modificado age sobre o perispírito que lhe é similar, e este perispíríto, intermediário entre o princípio material e o princípio espiritual, reage sobre a economia, na qual desempenha um papel importante, embora desconhecido ainda pela ciência.

Há, pois, o mundo corpóreo visível com os objetos materiais, e o mundo fluídico, invisível
para nós, com os objetos fluídicos. Há a se notar que os Espíritos, de uma ordem
inferior e pouco esclarecidos, operam essas criações sem se darem conta da maneira
pela qual se produz neles esse efeito; não podem mais se explicar do que um ignorante
da Terra não pode explicar o mecanismo da visão, nem um camponês dizer como produz
o trigo.[...]
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 21 de Fevereiro de 2012, 01:24
Convém notar que todos os objetos que temos aqui, na dita matéria, são igualmente criações mentais de duração temporária. Exemplo: dinheiro aqui é apenas um aglomerado de átomos de determinados elementos que provém no final das contas de um matéria primordial não diferenciada e que um dia voltará ao seu estado original. Este dinheiro é obtido a partir de uma ideia e posterior manipulação da matéria. E a função deste é apenas uma convenção fictícia. Ou seja, no final tudo é criação da mente dos Espíritos.
Só digo isso porque as vezes a ênfase colocada na forma como as coisas se operam "do lado de lá", dá a impressão de que aqui seja muito diferente...

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 21 de Fevereiro de 2012, 01:31
Outra coisa é que parece perfeitamente plausível que as mentes dos Espíritos sofredores habituadas à realidade tempo-espaço, criem um região delimitada por consequência, neste caso em torno do planeta ao qual estão apegados. Mas isso no entanto não quer dizer que seja circunscrita.

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 21 de Fevereiro de 2012, 01:38
Outra coisa é que parece perfeitamente plausível que as mentes dos Espíritos sofredores habituadas à realidade tempo-espaço, criem um região delimitada por consequência, neste caso em torno do planeta ao qual estão apegados. Mas isso no entanto não quer dizer que seja circunscrita.

Um abraço,
Edil

É isso mesmo Edil.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: L3ONARDO em 21 de Fevereiro de 2012, 04:58
Olá, alcidiomichel.

Como o Edil mencionou acima, há uma pequena entrave para a tese de que tais descrições, como fez André Luiz, se concretizem pelo desejo do pensamento: A duração.

"Por análogo efeito, o pensamento do Espírito cria fluidicamente os
objetos que ele esteja habituado a usar. Um avarento manuseará ouro, um
militar trará suas armas e seu uniforme, um fumante o seu cachimbo, um
lavrador a sua charrua e seus bois, uma mulher velha a sua roca. Para o
Espírito, que é, também ele, fluídico, esses objetos fluidicos são tão reais, como
o eram, no estado material, para o homem vivo; mas, pela razão de serem criações do pensamento, a existência deles é tão fugitiva quanto a deste".[/b] A Gênese - Cap. XIV - Item 14.

Não me soa justificável, também, a hipótese de que os espíritos não puderam ou não quiseram abordar este assunto a pretexto de uma possível revelação futura. Aksakof e Home diziam que na Inglaterra não se falava em reencarnação e acusaram Kardec de ter introduzido este tema ao espiritismo. E agora, porque alguns espíritos falavam em reencarnação e outros não, a ponto de dividir o Espiritismo (Francês) e o Espiritualismo (Inglês)? - É uma questão intrigante.

Ademais, segundo os "caracteres da revelação espírita", sempre que um princípio novo surgir, ele deveria vir de várias partes do mundo, por diferentes espíritos e diferentes médiuns. E não me consta que isso tenha acontecido com os ensinos de André Luiz, aliás, se for mesmo dele, pois se cogita que ele (ou o médium) tenham plagiado Nosso Lar de "A Vida Além do Véu" (não tenho opinião formada).

No entanto, para mim, dizer que: Não está na codificação, não existe! É o mesmo que dizer isto com a Bíblia. Importa, penso, compararmos os diferentes espíritos antes e pós Kardec e observar o que eles nos dizem. No meu entender, a hipótese de Umbral (talvez não da forma descrita) e de colônias (também não da forma descrita) é favorável pelas descrições de outros espíritos, antes de André Luiz.

Contudo, parece fato que tal assunto não tenha sido abordado por Kardec.

Abraço.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: leonidasramos em 21 de Fevereiro de 2012, 11:40
Acho que é muito difícil para os encarnados falarem de tais situações, e nossa linguagem muito pobre para descrever. O importante nisto tudo é que há o estágio de sofrimento moral, e que talvez os espíritos neste estado fiquem juntos por afinidade de vibrações. No mais, saberemos quando partimos para lá, e nada além disso se tira proveito para nossa vida encarnada. Mas tem sido muito edificante as opiniões dos amigos.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 21 de Fevereiro de 2012, 19:18
Para quem ainda não notou, a Doutrina Espírita fala muito pouco sobre o que há no mundo espiritual, pois lá não é de importância para nós encarnados. Devemos nos preocupar com o que esta ao nosso lado.

Mas algumas coisas podemos afirmar sobre esse entendimento:

-Os espíritos têm seus objetos fluídicos?
Sim, porém sua duração é temporária, pois é criado pelo pensamento.

-O que André Luiz, Patrícia, e muitos espíritos falam é verdade? Existe?
Em parte essas visões são imaginações, pois no mundo espiritual não existe animais, alimentação, luz solar, etc. Mas para esses espíritos apegados à matéria isso é real, pois eles acreditam que estão vendo animais, que estão comendo, etc.

-Mas a pergunta final, esses relatos são a continuação parte da codificação espírita?
É obvio que não, pois relatos sobre imaginações de espíritos a codificação esta repleta. E não precisamos mais disso na Doutrina, pois ela esta completa para nossa época.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 21 de Fevereiro de 2012, 19:35
Mano Alcidio, deixe-me pegar carona na sua linha de pensamento e colocar mais algumas coisas:
1: Alguém entre nós conhece ou pode se considerar  como conhecedor por inteiro dos ensinos que a doutrina trás nas obras codificadas?
Eu sei, a resposta é não. Claro!
Vejam, eu, apenas para falar do tempo em que passei no comando do estudo do Livro dos espíritos e foram dez ou doze anos, ininterruptos, abrindo hoje a obra e só a fechando na última página, para reabrir novamente no estudo seguinte, não me considero conhecedor desta obra, por que?
simples: Como Espírito em progresso oque sou, tanto como vocês o sejam, algumas partes da Verdade que hoje abrigamos, vão se tornando tão mais claras que as julgamos, ao ler novamente, ser coisa diferente das de antes, e o são mesmo, já que divisamos, pelo maior progresso que alcançamos, mais particularidades antes escondidas entre a nossa ignorância.
sobre as outras obras da doutrina eu as mantinha em estudos em dias próprios, porém conferia a outras pessoas a administração do estudo, deles participando senão como mero estudante, como os outros da sala.
Assim mesmo não posso afirmar que conheça delas a metade.
Para exemplificar oque digo sirvo-me de uma colocação do Divaldo, quando ele afirma:
Certa vez, Joanna, aparecendo-me, disse: Estudo o Evangelho... E eu estudei.
Mais a frente mais uns anos novamente ela veio ter comigo e perguntada sobre qual a obra que deveria estudar com mais afinco ela repetiu, Estude o Evangelho.
anos mais tarde sucede a mesma coisa e então perguntei, mas Joanna, eu já venho fazendo isso há anos, não terei aprendido? E a benemérita mentora, me disse: Filho, por certo aprendeste, mas ainda te digo, Estude o Evangelho.
Será que Divaldo é tão burrinho que nada teria aprendido nesses anos todos? por certo que não!
Acontece que estudando mais e aprendendo também muito mais, mais depressa progredia, e por isso mesmo necessitava de reestudar a obra para verificar o quanto lhe tinha passado em brancas nuvens.
somos todos como Divaldo ou qualquer outro Espírita que estuda seriamente a doutrina, sem diferença alguma, a não ser na fama que não a obtivemos até hoje hehe.
Ocorre que enquanto perdemos nosso preciosos tempo querendo provar uns aos outros da existência ou não do Umbral, de Nosso Lar ou de quejandos, vamos deixando de estudar a doutrina naquilo que nos iria melhorar mais depressa...
Essa sim uma grande bobagem que fazemos.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: leonidasramos em 21 de Fevereiro de 2012, 21:11
      Sinto-me honrado com tão nobres opiniões de colegas bem mais esclarecidos do que eu sobre  assunto neste tópico que abri. Concordo plenamente com todos, acho que sabemos o suficiente para nossa capacidade, e de acordo com nosso adiantamento, mais coisas serão reveladas. Nunca deixemos de lado as pesquisas e os questionamentos, que são a base da doutrina, e a verdade absoluta ninguém a tem, só Deus. Tenho aprendido bastante com vocês em tão pouco tempo.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 21 de Fevereiro de 2012, 21:24
Obrigado Moura, você esta correto, cada um tem um grau de entendimento, mesmo sobre o mesmo assunto, e essas coisas tipo umbral e colônia não nos é importante. O importante é o que a Doutrina ensina, ou seja a nossa reforma intima. Discutindo a existência ou não de tais coisas, estamos perdendo nosso precioso tempo. Quanta coisa boa para se falar, quanta coisa boa podemos fazer pelo próximo e por nós mesmos enquanto isso.

Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: L3ONARDO em 21 de Fevereiro de 2012, 22:24
Sempre que este ou outro assunto polêmico surge, é comum alguém dizer, como alguns amigos disseram acima, que este assunto não é tão importante. Que a reforma íntima, a caridade, a benevolência, a ida a hospitais, asilos, orfanatos (por exemplo), isto é, empregar mais utilmente o tempo ao invés de entrarmos numa discussão que parece não ter fim, ser-nos-ia muito melhor. Mas, se pensarmos assim, a própria existência do fórum perderia sentido. Afinal, enquanto estou aqui, não estou lá, fazendo Xs coisas que poderia estar fazendo neste exato momento.

Contudo, eu não vejo em que A incide em B. Não vejo em quê uma discussão como esta poderia fazer alguém deixar de ser caridoso, fraterno ou prestativo na comunidade onde vive, exceto, se deixasse de lado todas as suas atividades APENAS para estudar estas questões polêmicas...

Concordo que saber se Nosso Lar existe ou não, se Umbral é ou não uma cópia do purgatório católico, em nada nos acrescenta do ponto de vista moral. Entretanto, existem outras Ns questões abordas por Kardec que também em nada nos acrescentam a moral e nem por isso deixam de serem menos importantes do ponto de vista intelectual e da teoria espírita.

Dessa forma, portanto, acho essa uma discussão fundamental e que em nada pode nos atrapalhar o desenvolvimento de nós mesmos. E cada visão exposta, cada viés novo que surge, pode ser uma nova luz na compreensão do que nos aguarda no mais além.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: leonidasramos em 21 de Fevereiro de 2012, 23:42
      Concordo com você Leonardo, todas as questões, importantes ou não são passíveis de discussão, aumentando nosso conhecimento sobre os diversos temas e dando sentido a este fórum. Quando disse que isto não é essencial é apenas uma lembrança, uma observação que pode ser colocada em qualquer tema, mas com o cuidado de não tornar repetitivo. Neste caso, o assunto já havia sido bastante discutido, cada um com sua opinião. Foi apenas parte de uma conclusão digamos assim. Um abraço!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: L3ONARDO em 22 de Fevereiro de 2012, 00:05
Olá, leonidasramos.

Eu compreendi seu comentário e se pareceu que a minha resposta foi direcionada para você, tenha certeza que não foi, nem para você, nem para qualquer outro do tópico. Minha resposta foi, também, um adendo.

Acredito que, cada vez mais, assuntos-chaves, tido por polêmicos, são deixados de lado em prol de uma compreensão pessoal. Isso tem feito, penso, o Espiritismo assumir uma característica que, ao menos nos livros de Kardec, não vejo: A de que o Espiritismo é uma doutrina de visão pessoal. Cada um com a sua.

Abraço.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: leonidasramos em 22 de Fevereiro de 2012, 00:18
      Entendi claramente amigo, sua colocação foi perfeita em ambas mensagens. Concordo plenamente.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 22 de Fevereiro de 2012, 15:04
Veja como eu penso mano Alcidio:
Há um tópico que diz evolução pelo amor, "ou quase isso", e eu penso:
Como se pode progredir pelo amor, sem que o conheçamos bem por dentro?
A necessidade de aprendermos, o amor sob a veste doutrinária, é imperiosa, se não nos dermos a este estudo bau bau, poderemos ficar melhores, mas um ser melhor mas ignorante, há de fazer seus erros, não é mesmo?
Eu posso saber o que é o número dois e o número 6, mas se não souber somar, não saberei, mesmo que dê aulas sobre o conhecimento desses números, que o resultado será 10.
Abraços,
Moura
Abraços,
Moura

Obrigado Moura, você esta correto, cada um tem um grau de entendimento, mesmo sobre o mesmo assunto, e essas coisas tipo umbral e colônia não nos é importante. O importante é o que a Doutrina ensina, ou seja a nossa reforma intima. Discutindo a existência ou não de tais coisas, estamos perdendo nosso precioso tempo. Quanta coisa boa para se falar, quanta coisa boa podemos fazer pelo próximo e por nós mesmos enquanto isso.

Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: leonidasramos em 22 de Fevereiro de 2012, 16:53
Li este texto de Gandhi e achei que tinha alguma coisa a ver com que nosso amigo Moura disse, o que vocês acham?

"Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo a fora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída."

Mahatma Ghandi
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 22 de Fevereiro de 2012, 17:13
Citar
Veja como eu penso mano Alcidio:
Há um tópico que diz evolução pelo amor, "ou quase isso", e eu penso:
Como se pode progredir pelo amor, sem que o conheçamos bem por dentro?
A necessidade de aprendermos, o amor sob a veste doutrinária, é imperiosa, se não nos dermos a este estudo bau bau, poderemos ficar melhores, mas um ser melhor mas ignorante, há de fazer seus erros, não é mesmo?
Eu posso saber o que é o número dois e o número 6, mas se não souber somar, não saberei, mesmo que dê aulas sobre o conhecimento desses números, que o resultado será 10.
Abraços,
Moura
Abraços,
Moura



6+2 = 10  ????

 ;D ;D ;D ;D ;D
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 22 de Fevereiro de 2012, 17:29
De fato não existe um lugar específico, delimitado no espaço, destinado ao sofrimento dos espíritos. As trevas residem no próprio ser, e cada um carrega o próprio céu e inferno dentro de si. (1)

Mas a codificação também afirma que os espíritos se reunem, ou melhor, se atraem, pela similitude de pensamentos (2). Isto, portanto, não impede que eles fiquem agrupados, temporariamente, num local específico, partilhando das cargas negativas que cada um carrega. Também não é absurdo crer que eles possam ficar numa região determinada, controlados ou supervisionados por entidades superiores, como doentes num hospital supervisionados por médicos e enfermeiros. Pois das duas premissas, devemos supor que os espíritos devem se agrupar em algum lugar para partilhar suas alegrias, ou tristezas.
Como vêem, não concluímos nada, é verdade, mas uma coisa não necessariamente exclui a outra.

abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 22 de Fevereiro de 2012, 18:31
A mim

O que vejo bem claro na Doutrina é

Não existe Inferno no sentido de alimentar o dogma da Pena Eterna
e muito menos o Céu da ben aventurança das férias infinitas
e muito menos um Purgatório temporario que depois o levará a este ou aquele destino
específico e circunscrito, no caso o Céu e o Inferno,

Mas
existe o Céu , o Inferno e o purgatório.

A questão é de conciência mesmo
aja visto as salas de UTIs !!

Mas não uma consciencia onde esta esteja representada pelo o imaginária ou uma fuga psiquica, que construa mundos fictícios ou pela superioridade perceba-se num vazio infinito.

Não vejo assim, lendo o conteúdo da DE.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 22 de Fevereiro de 2012, 19:04
Mas não uma consciencia onde esta esteja representada pelo o imaginária ou uma fuga psiquica, que construa mundos fictícios ou pela superioridade perceba-se num vazio infinito.

Ai fazer esta colocação acima
não venho combater as obras psicografadas e seus relatos,por mais que pareça.
não faço isso.

Mas expor um pouco das minhas observações . vejo que  espíritos desencarnados fogem das realidades em que se encontram
e negam totalmente seus estados atuais,
mesclando informações e jogando com o imaginário suposto pelo encarnado que no momento o contacta e também pela habilidade de seu verbo.
Contribuindo pela mistificação deste e até de grupos.



Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 22 de Fevereiro de 2012, 19:14
Moura,
Concordo com você, o estudo é muito importante, à partir dele é que vem a pratica no dia-a-dia. Com ele seremos melhores que sem ele, portanto a discussão sobre alguns pontos é muito importante, mesmo que se torne às vezes chato e exaustivo.

Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 22 de Fevereiro de 2012, 20:48
Danilo,
veja a incoerência:
Se é o pensamento o elo aglutinador, o local físico não interessa, pois que é pelo pensamento similar (leia-se similitude, comunhão de pensamentos), que os espíritos se agrupam, reúnem, ou seja lá o termo que se venha a utilizar, entende?
abração,
Moura

De fato não existe um lugar específico, delimitado no espaço, destinado ao sofrimento dos espíritos. As trevas residem no próprio ser, e cada um carrega o próprio céu e inferno dentro de si. (1)

Mas a codificação também afirma que os espíritos se reunem, ou melhor, se atraem, pela similitude de pensamentos (2). Isto, portanto, não impede que eles fiquem agrupados, temporariamente, num local específico, partilhando das cargas negativas que cada um carrega. Também não é absurdo crer que eles possam ficar numa região determinada, controlados ou supervisionados por entidades superiores, como doentes num hospital supervisionados por médicos e enfermeiros. Pois das duas premissas, devemos supor que os espíritos devem se agrupar em algum lugar para partilhar suas alegrias, ou tristezas.
Como vêem, não concluímos nada, é verdade, mas uma coisa não necessariamente exclui a outra.

abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Silvio Matos em 23 de Fevereiro de 2012, 00:04
De fato não existe um lugar específico, delimitado no espaço, destinado ao sofrimento dos espíritos. As trevas residem no próprio ser, e cada um carrega o próprio céu e inferno dentro de si. (1)

Mas a codificação também afirma que os espíritos se reunem, ou melhor, se atraem, pela similitude de pensamentos (2). Isto, portanto, não impede que eles fiquem agrupados, temporariamente, num local específico, partilhando das cargas negativas que cada um carrega. Também não é absurdo crer que eles possam ficar numa região determinada, controlados ou supervisionados por entidades superiores, como doentes num hospital supervisionados por médicos e enfermeiros. Pois das duas premissas, devemos supor que os espíritos devem se agrupar em algum lugar para partilhar suas alegrias, ou tristezas.
Como vêem, não concluímos nada, é verdade, mas uma coisa não necessariamente exclui a outra.
abraços!
.

Danilo, entendo que os espíritos se reunem por afinidade e que , umbral, bônus-hora, aérobus, sistema de proteção contra ataques de espiritos inferiores, conforme a Codificação e Padre Quevedo,.... Isso non ecziste ...

"Mas todos eles, inferiores e superiores, só ouvem e sentem o que querem ouvir e sentir. Como não possuem órgãos sensoriais, podem tornar à vontade as suas percepções ativas ou nulas, havendo apenas uma coisa que são forçados a ouvir: os conselhos dos bons Espíritos".

"Interpelamos sobre o assunto milhares ele Espíritos, pertencentes a todas as classes sociais, a todas as posições. Estudamo-los em todos os períodos da vida espírita, desde o instante em que deixaram o corpo. Seguimo-los passo a passo na vida de além-túmulo, para observar as
modificações que neles se operavam, nas suas idéias, nas suas sensações. É a esse respeito os homens vulgares não foram os que forneceram menos preciosos elementos de estudo. Vimos sempre que os sofrimentos estão em relação com a conduta, da qual sofrem as
conseqüências, e que essa nova existência é uma fonte de felicidade inefável para aqueles que tomaram o bom caminho. De onde se segue que os que sofrem é porque assim quiseram e só devem queixar-se de si mesmo, tanto no outro mundo quanto neste".
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 23 de Fevereiro de 2012, 14:58
Verdade mano Silvio,
e no trecho entre parentesis, nem se precisa acostar a assinatura do autor não é mesmo?
Todos sabem de quem é este texto.
Abração,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 15:24
"Interpelamos sobre o assunto milhares ele Espíritos, pertencentes a todas as classes sociais, a todas as posições. Estudamo-los em todos os períodos da vida espírita, desde o instante em que deixaram o corpo. Seguimo-los passo a passo na vida de além-túmulo, para observar as modificações que neles se operavam, nas suas idéias, nas suas sensações. É a esse respeito os homens vulgares não foram os que forneceram menos preciosos elementos de estudo. Vimos sempre que os sofrimentos estão em relação com a conduta, da qual sofrem as conseqüências, e que essa nova existência é uma fonte de felicidade inefável para aqueles que tomaram o bom caminho. De onde se segue que os que sofrem é porque assim quiseram e só devem queixar-se de si mesmo, tanto no outro mundo quanto neste".


Ao meu ver.
Este texto de kardec, postado pelo Silvio
refere-se a questão sobre crescimento do Espírito

Onde kardec aponta que o sofrimento não faz ninguém evoluir,
apenas apresenta-se como se fosse um freio
e sim a pratica de caridade que nos faz crescer e estando sofrendo ou não.

Entaneod que não tem nada a ver com a existência de localidades purgatorias , dando-se ou não o nome
de "Umbral"

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Silvio Matos em 23 de Fevereiro de 2012, 15:48
Moises,.....

Este texto está no LE,

IV – ENSAIO TEÓRICO SOBRE A SENSAÇÃO NOS ESPÍRITOS


Ou seja, milhares de espíritos de todas as classes, que desencarnaram de "N" maneiras, não comentaram sobre umbral, aérobus, sistemas de defesa de colônias, hospitais, etc..

Opsss, não comentaram mas pode existir?

"Sei que muitos dizem que o presente é positivo e o futuro incerto. Ora, aí está, precisamente, o pensamento que fomos encarregados de destruir em vossas mentes, pois desejamos fazer-vos compreender esse futuro de maneira a que nenhuma dúvida possa restar em vossa alma. Foi por isso que chamamos primeiro a vossa atenção para os fenômenos da Natureza que vos tocam os sentidos e depois vos demos instruções que cada um de vós tem o dever de difundir.

Foi com esse propósito que ditamos O livro dos Espíritos".

Santo Agostinho
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 23 de Fevereiro de 2012, 15:52
Mano Moisés,
todo o trabalho do codificador ,teve para com a notícia que os espíritos superiores lhe passaram, foi visto sob o mesmo prisma que o mano Silvio colocou.
Repare no autor:
""Sei que muitos dizem que o presente é positivo e o futuro incerto. Ora, aí está, precisamente, o pensamento que fomos encarregados de destruir em vossas mentes, pois desejamos fazer-vos compreender esse futuro de maneira a que nenhuma dúvida possa restar em vossa alma. Foi por isso que chamamos primeiro a vossa atenção para os fenômenos da Natureza que vos tocam os sentidos e depois vos demos instruções que cada um de vós tem o dever de difundir.

Foi com esse propósito que ditamos O livro dos Espíritos".

Santo Agostinho

abração,
Moura

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/30/?action=post;num_replies=34#ixzz1nDkWkVRB
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 16:07
Silvio

Por gentileza me coloque o número da questão.

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 23 de Fevereiro de 2012, 16:13
Mano Moisés, o assunto consta no último parágrafo sob o título,
"IV – ENSAIO TEÓRICO SOBRE A SENSAÇÃO NOS ESPÍRITOS".
abração,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 16:22
Moura
Já havia percebido...estou investigando a questão e as citações...
apenas iso

Como questão é a 257

que contém esta parte

Toda essa teoria, alegarão alguns, não é nada tranqüilizadora. Pensávamos que uma vez livres do corpo, instrumento de nossas dores, não sofreríamos mais. Agora nos dizeis que ainda sofreremos, desta ou daquela forma, mas que será sempre sofrimento. Ah, sim! Podemos ainda sofrer, e muito, por um longo tempo, mas podemos também parar de sofrer, já desde o instante em que deixarmos a vida corporal.

e esta;

O perispírito é o laço que une o Espírito à matéria do corpo. O Espírito é quem o forma, tirando elementos do meio ambiente e do fluido universal. Ele é formado ao mesmo tempo de eletricidade, fluido magnético e até de alguma quantidade de matéria inerte. Pode-se dizer que é a matéria puríssima, o princípio da vida orgânica, mas não da vida intelectual. A vida intelectual está no Espírito. É, além disso, o agente das sensações exteriores. No corpo, essas sensações se localizam nos órgãos próprios que servem de canais condutores. Destruído o corpo, as sensações se tornam generalizadas. É por isso que o Espírito não diz sofrer mais da cabeça do que dos pés. É preciso precaução para não confundir as sensações do perispírito, que se tornou independente, com as do corpo: podemos tomar essas sensações apenas como comparação, e não como analogia. Liberto do corpo, o Espírito pode sofrer. Mas esse sofrimento não é corporal, embora não seja exclusivamente moral, como o remorso, porque se queixa de frio e calor. Apesar disso, não sofre mais no inverno que no verão: nós o temos visto atravessar as chamas sem sofrer nada, nenhuma dor, o fogo não lhe causa nenhuma impressão. A dor que sente não é física propriamente dita, é um vago sentimento íntimo que o próprio Espírito nem sempre entende, precisamente porque a dor não está localizada e não é produzida por agentes externos: é mais uma lembrança do que uma realidade, mas é uma recordação também dolorosa. Há, entretanto, algumas vezes, mais que uma lembrança, como iremos ver.


Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 16:27
Silvio

Ou seja, milhares de espíritos de todas as classes, que desencarnaram de "N" maneiras, não comentaram sobre umbral, aérobus, sistemas de defesa de colônias, hospitais, etc..

Opsss, não comentaram mas pode existir ?

É verdade Silvio
não tinha me atentado a isto

Mas pode não existir...??
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 23 de Fevereiro de 2012, 16:35
Mano Moisés, a resposta é:
Subjetivamente, sim, pode, (ficticiamente).
Por que?
Ora, porque falamos em grupos de pessoas e Espíritos, a cada um destes uma visão, um pensamento uma crença na qual creditem valor de verdade.
Logo estamos falando de consciência, ou de estado consciencial.
Sendo assim se um grupo acredita em algo, ele passa a gerir suas idéias e construções mentais sob aquele prisma no qual acredita.
Apenas isso.
abração,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 16:36
Da mesma questão 257

Durante a vida, o corpo recebe as impressões exteriores e as transmite ao Espírito por intermédio do perispírito, que constitui, provavelmente, o que se chama de fluido nervoso. Estando o corpo morto, não sente mais nada, porque não possui mais Espírito, nem perispírito. O perispírito, desprendido do corpo, experimenta a sensação, mas como ela não lhe chega mais por um canal limitado, próprio, torna-se geral. Portanto, como o perispírito é na realidade um agente de transmissão das sensações que se produzem do corpo para o Espírito, porque é no Espírito que está a consciência, disso se deduz que, se pudesse existir perispírito sem Espírito, ele não sentiria mais do que sente um corpo morto. Da mesma forma, se o Espírito não tivesse perispírito, seria inacessível a qualquer sensação dolorosa, como ocorre com os Espíritos completamente purificados. Sabemos que, quanto mais o Espírito se purifica, mais a essência do perispírito se torna etérea, do que se conclui que a influência material diminui à medida que o Espírito progride e, por conseqüência, o próprio perispírito torna-se menos grosseiro.  

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 23 de Fevereiro de 2012, 16:39
Mano Moisés, não te dominei a idéia ó pá.
manda o closed capstain ai mano e traduz o que você quis dizer...
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 16:43
Moura

Ao meu entender

É justamente contra as crenças que kardec expoe seus textos
fruto estes de suas análise, segundo ele mesmo.

Se o fosse como coloca
ele diria;

"Agora entrevistamos um Católico e está a direita do Pai, graças ao seu milionésimo terço"

Ou um Budista destas novas ceitas Búdicas "referindo-se ao todo que veio se tranformar"

O que kardec expões é justamente o desapontamento em comuma todos que deencarnam
afinal não é este o Sr. Bom Senso.

...

Nas questões do "Umbral" que saber referir-se acentuadamente a passangem "obscura' do desencarnado, diferente da passagem "clara", referidas em centenas de livros e comprovadas em milhares de trabalhos mediúnicos...
!!

Por que a dar lugar a chacota e não ao estudo ?

já que é ciencia de observação.

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 16:45
Talvez não tenha ainda a simplicidade exposta em outro tópico

para expor minha idéia

peço dsculpas
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 23 de Fevereiro de 2012, 17:07
Mano Moisés, ainda falando no C e I, eu diria,
kardec, ali, tanto como em qualquer das outras obras básicas, teve depois de expostas as questões e em algumas a sua opinião, o estudo e debate por toda a plêiade de Espíritos superiores, que com ele estiveram a trabalho., logo não é uma idéia só dele, mas sim da maioria dos Espíritos que ali estiveram.

Quanto ao anotado desapontamento que o amigo alude a todos, só alguns em bem discriminados na obra pertence.
Gosto muito desta obra meu mano, pois relata fielmente aquilo que vem das mais diferentes naturezas espirituais que se encontram no Éter.
Já quanto ao Umbral, este é apenas uma "região" consciencial a que é levado o pensamento do Espírito que acredita nesta existência, e que é levado pelo estado de culpa.

Já outra obra, esta O Que é o Espiritismo, trás exatamente, a caracterização daqueles que confabularam com Kardec, ou seja O Padre, o Visitante, o Ateu, e outros mais.
Abraços,
Moura

Abração,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 23 de Fevereiro de 2012, 17:21
Danilo,
veja a incoerência:
Se é o pensamento o elo aglutinador, o local físico não interessa, pois que é pelo pensamento similar (leia-se similitude, comunhão de pensamentos), que os espíritos se agrupam, reúnem, ou seja lá o termo que se venha a utilizar, entende?
abração,
Moura

De fato não existe um lugar específico, delimitado no espaço, destinado ao sofrimento dos espíritos. As trevas residem no próprio ser, e cada um carrega o próprio céu e inferno dentro de si. (1)

Mas a codificação também afirma que os espíritos se reunem, ou melhor, se atraem, pela similitude de pensamentos (2). Isto, portanto, não impede que eles fiquem agrupados, temporariamente, num local específico, partilhando das cargas negativas que cada um carrega. Também não é absurdo crer que eles possam ficar numa região determinada, controlados ou supervisionados por entidades superiores, como doentes num hospital supervisionados por médicos e enfermeiros. Pois das duas premissas, devemos supor que os espíritos devem se agrupar em algum lugar para partilhar suas alegrias, ou tristezas.
Como vêem, não concluímos nada, é verdade, mas uma coisa não necessariamente exclui a outra.

abraços!

Moura, utilizaste as palavras "aglutinador", "agrupam", "reunem", e ao mesmo tempo diz que isso não necessita ocorrer em um local específico. Não entendi, mesmo! Como que ocorre então essa "atração"?
A codificação deixa claro que nem todos os espíritos irradiam na mesma intensidade. Se o local não importa, quer dizer que posso, desencarnado, estabelecer ligação com espíritos que esteja em qualquer lugar de universo, em outra galáxia por exemplo? E como disto podemos concluir que a codificação contradiz a existência do umbral? Se lhe sobrar paciência, esclareça-me nesse ponto.

Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 23 de Fevereiro de 2012, 17:34
Mano Danilo,
acaso o pensamento necessita de algum outro local senão da mente de quem pensa?
Acaso a comunhão desses pensamentos, em se sabendo como a DE nos ensina, que tudo se dá via através deles, necessitaria de um local geograficamente circunscrito para que sob o mento dessa comunhão de pensamentos pudessem estar juntos todos os Espíritos que a ele dão crédito de Verdade?
Falamos não em locais ou lugares mano, mas sim em comunhão de pensamento, e é este o fulcro de toda e qualquer aglutinação de Espíritos, no mal ou no bem.
Citando OLE: "O Espírito está, onde estejam seus pensamentos", ou ainda, "O Espírito sopra para todos os lados".
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 23 de Fevereiro de 2012, 17:59
Mano Danilo,
acaso o pensamento necessita de algum outro local senão da mente de quem pensa?
Acaso a comunhão desses pensamentos, em se sabendo como a DE nos ensina, que tudo se dá via através deles, necessitaria de um local geograficamente circunscrito para que sob o mento dessa comunhão de pensamentos pudessem estar juntos todos os Espíritos que a ele dão crédito de Verdade?
Falamos não em locais ou lugares mano, mas sim em comunhão de pensamento, e é este o fulcro de toda e qualquer aglutinação de Espíritos, no mal ou no bem.
Citando OLE: "O Espírito está, onde estejam seus pensamentos", ou ainda, "O Espírito sopra para todos os lados".
Abraços,
Moura

Mano moura, a doutrina diz que a força do pensamento pode atravessar enormes distâncias no espaço. Não duvido dessa verdade. Mas é de outra coisa que estamos falando. Não falamos da localização do pensamento, mas sim da localização dos espíritos, que emitem o pensamento, afinal, é no agrupamento dos espíritos que estamos interessados, e não na localização do pensamento, como tenta me explicar...
O que estou tentando entender é: os espíritos se agrupam espontaneamente? Se sim, isto esta de acordo com a lei das afinidades. A duvida é: como que espíritos imperfeitos, ainda materializados, escravos dos sofrimentos das más paixões, podem se agrupar espontaneamente, independente do local? Dá pra imaginar isso? Está na codificação que ocorre dessa forma? Lembrando que estamos tentando chegar a conclusão pela existência ou não existência do umbral, e essa é minha maior dificuldade.

Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 18:22
No que nos fere a colocação de Lísias (Nosso Lar)
sobre o Umbral ?

– O Umbral - continuou ele, solícito - começa na crosta terrestre. É a zona obscura de quantos no mundo não se resolveram a atravessar as portas dos deveres  sagrados, a fim de cumpri-los, demorando-se no vale da indecisão ou no pântano dos erros numerosos. Quando o espírito reencarna, promete cumprir o programa de serviços do Pai; entretanto, ao recapitular experiências no planeta, é muito difícil fazê-lo, para só procurar o que lhe satisfaça ao egoísmo. Assim é  que mantidos são o mesmo ódio aos adversários e a mesma paixão pelos amigos. Mas, nem o ódio é justiça, nem a paixão é amor. Tudo o que excede, sem aproveitamento, prejudica a economia da vida. Pois bem: todas as multidões de desequilibrados permanecem nas regiões nevoentas, que se seguem aos fluidos carnais. O dever cumprido é uma porta que atravessamos no Infinito, rumo ao continente sagrado da união com o Senhor. É natural, portanto, que o homem esquivo à obrigação justa, tenha essa bênção indefinidamente adiada.
– Imagine que cada um de nós, renascendo no planeta, somos portadores de um fato sujo, para lavar no tanque da vida humana. Essa roupa imunda é o corpo causal, tecido por nossas mãos, nas experiências anteriores. Compartilhando, de novo, as bênçãos da oportunidade terrestre, esquecemos, porém, o objetivo essencial, e, ao invés de nos purificarmos pelo esforço da lavagem, manchamo-nos ainda mais, contraindo novos laços e encarcerando-nos a nós mesmos em verdadeira escravidão. Ora, se ao voltarmos ao mundo procurávamos um meio de fugir à sujidade, pelo desacordo de nossa situação com o meio elevado, como regressar a esse mesmo ambiente luminoso, em piores condições? O Umbral funciona, portanto, como região destinada a esgotamento de resíduos mentais; uma espécie de zona purgatorial, onde se queima a prestações o material deteriorado das ilusões que a criatura adquiriu por atacado, menosprezando o sublime ensejo de uma existência terrena.
O Umbral é região de profundo interesse para quem esteja na Terra. Concentra-se, aí,tudo o que não tem finalidade para a vida superior. E note você que a Providência Divina agiu sabiamente, permitindo se criasse tal departamento em torno do planeta. Há legiões compactas de almas irresolutas ....não são suficientemente perversas para serem enviadas a colônias de reparação mais dolorosa, nem bastante nobres para serem conduzidas a planos de elevação. Representam fileiras de habitantes do Umbral, companheiros imediatos dos homens encarnados, separados deles apenas por leis vibratórias. Não é de estranhar, portanto, que semelhantes lugares se caracterizem por grandes perturbações. Lá vivem, agrupam-se, os revoltados de toda espécie. Formam, igualmente, núcleos invisíveis de notável poder, pela concentração das tendências e desejos gerais. Muita gente da Terra não recorda que se desespera quando o carteiro não vem, quando o comboio não aparece? Pois o Umbral está repleto de desesperados. Por não encontrarem o Senhor à disposição dos  seus caprichos,após a morte do  corpo físico, e, sentindo que a coroa da vida eterna é a glória  intransferível dos que trabalham com o Pai, essas criaturas se revelam e demoram em mesquinhas edificações. "Nosso Lar" tem uma sociedade espiritual, mas esses núcleos possuem infelizes, malfeitores e vagabundos de várias categorias. É zona de  verdugos e vítimas, de exploradores e ex-plorados.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 23 de Fevereiro de 2012, 18:33
Quando se fala em negar a existência de umbral ou colônias, sinto falte destas questões na codificação:

1020 - Existe, no mundo dos espíritos, locais que lhos sirvam de moradia ou repouso para espíritos inferiores, sem estar estes necessariamente em contato com os encarnados?

Não. Estes locais, que a imaginação e a fantasia descrevem, não existem, e os espíritos que os descrevem o fazem por ignorância e malícia. Por ignorância, pois no estado em que se encontram, ainda materializados, trazem para o mundo espiritual as reminiscências da vida terrestre, e ainda apegados a matéria, iludem-se com a visão de casas, pássaros, animais, e paisagens naturais. Nesses locais, também acreditam ter as mesmas necessidades da vida terrestre, e lá permanecem, até o dia em que se derem conta da própria realidade. E por malícia, pois se riem da credulidade dos homens que acreditam em tais absurdos. Portanto, não há colônias, casas de repouso, fortalezas, construções de qualquer espécie. Não há paisagens naturais no mundo espiritual.

1021 - Existe, no mundo dos espíritos, locais especialmente destinados à retenção de espíritos sofredores?

Não. A crença nos purgatórios e umbrais desaparecerá quando o homem compreender a realidade do mundo espiritual. Qualquer imagem, cenário ou paisagem macabra e assustadora, descrita pelos espíritos, é fruto de sua imaginação, ainda acorrentada às impressões da matéria. Não existe, no mundo espiritual, nada que possua forma ou paisagem definida, além dos próprios espíritos.

 
 ;D ;D ;D
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 19:04
O Livro dos Médiuns

292. Questões sobre a sorte dos Espíritos
21ª Podem pedir-se aos Espíritos esclarecimentos sobre a situação em que se encontram no mundo espiritual?

"Sim, e eles os dão de boa-vontade, quando é a simpatia que dita o pedido, ou o desejo de lhes ser útil, e não a simples curiosidade."

22ª Podem os Espíritos descrever a natureza de seus sofrimentos ou da felicidade de que gozam?

"Perfeitamente e as revelações desta espécie são um grande ensinamento para vós outros, porquanto vos iniciam no conhecimento da verdadeira natureza das penas e das recompensas futuras. Destruindo as falsas idéias que hajais formado a tal respeito, elas tendem a reanimar a vossa fé e a vossa confiança na bondade de Deus. Os bons Espíritos se sentem felizes em vos descreverem a felicidade dos eleitos; os maus podem ser constrangidos a descrever seus sofrimentos, a fim de que o arrependimento os ganhe. Nisso encontram eles, às vezes, até uma espécie de alivio: é o desgraçado que se lamenta, na esperança de obter compaixão.

"Não esqueçais que o fim essencial, exclusivo, do Espiritismo é a vossa melhora e que, para o alcançardes, é que os Espíritos têm a permissão de vos iniciarem na vida futura, oferecendo-vos dela exemplos de que podeis aproveitar. Quanto mais vos identificardes com o mundo que vos espera, tanto menos saudosos vos sentireis desse onde agora estais. Eis, em suma, o fim atual da revelação."


Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 19:11
O Livro dos Médiuns


Utilidade das evocações particulares


281. As comunicações que se obtêm dos Espíritos muito elevados, ou dos que animaram grandes personagens da antigüidade, são preciosas, pelos altos ensinamentos que encerram. Esses Espíritos conquistaram um grau de perfeição que lhes permite abranger muito mais extenso campo de idéias, penetrar mistérios que escapam ao alcance vulgar da Humanidade e, por conseguinte, iniciar-nos melhor do que outros em certas coisas....

 Não se segue daí sejam inúteis as comunicações dos Espíritos de ordem menos elevada. Delas muita instrução colhe o observador.

Para se conhecerem os costumes de um povo, mister se faz estudá-lo em todos os graus da escala. Mal o conhece quem não o tenha visto senão por uma face. A história de um povo não é a dos seus reis, nem a das suas sumidades sociais; para julgá-lo, é preciso vê-lo na vida íntima, nos hábitos particulares.

Ora, os Espíritos superiores são as sumidades do mundo espírita; a própria elevação em que se acham os coloca de tal modo acima de nós, que nos aterra a distância a que deles estamos. Espíritos mais burgueses (que se nos relevem esta expressão) nos tornam mais palpáveis as circunstâncias da nova existência em que se encontram. Neles, a ligação entre a vida corpórea e a vida espírita é mais íntima, compreendemo-la melhor, porque ela nos toca mais de perto. Aprendendo, pelo que eles nos dizem, em que se tornaram, o que pensam e o que experimentam os homens de todas as condições e de todos os caracteres, assim os de bem como os viciosos, os grandes e os pequenos, os ditosos e os desgraçados do século, numa palavra. os que viveram entre nós, os que vimos e conhecemos, os de quem sabemos a vida real, as virtudes e os erros, bem lhes compreendemos as alegrias e os sofrimentos, a umas e outros nos associamos e destes e daquelas tiramos um ensinamento moral, tanto mais proveitoso, quanto mais estreitas forem as nossas relações com eles. Mais facilmente nos pomos no lugar daquele que foi nosso igual, do que no de outro que apenas divisamos através da miragem de uma glória celestial.
 Os Espíritos vulgares nos mostram a aplicação prática das grandes e sublimes verdades, cuja teoria os Espíritos superiores nos ministram. Aliás, no estudo de uma ciência, nada é inútil. Newton achou a lei das forças do Universo, no mais simples dos fenômenos.
A evocação dos Espíritos vulgares tem, além disso, a vantagem de nos pôr em contacto com Espíritos sofredores, que podemos aliviar e cujo adiantamento podemos facilitar, por meio de bons conselhos. Todos, pois, nos podemos tomar úteis, ao mesmo tempo que nos instruímos. Há egoísmo naquele que somente a sua própria satisfação procura nas manifestações dos Espíritos, e dá prova de orgulho aquele que deixa de estender a mão em socorro dos desgraçados. De que lhe serve obter delas comunicações de Espíritos de escol, se isso não o faz melhor para consigo mesmo, nem mais caridoso e benévolo para com seus irmãos deste mundo e do outro? Que seria dos pobres doentes, se os médicos se recusassem a lhes tocar as chagas?
 

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 19:17
O OESE

CAPÍTULO III
Há muitas moradas na casa de meu Pai



1. Não se turbe o vosso coração. - Credes em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, já eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar. - Depois que me tenha ido e que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que onde eu estiver, também vós aí estejais.
( S. JOÃO, cap. XIV, vv. 1 a 3.)

Diferentes estados da alma na erraticidade

2. A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem, aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos Espíritos.

Independente da diversidade dos mundos, essas palavras de Jesus também podem referir-se ao estado venturoso ou desgraçado do Espírito na erraticidade. Conforme se ache este mais ou menos depurado e desprendido dos laços materiais, variarão ao infinito o meio em que ele se encontre, o aspecto das coisas, as sensações que experimente, as percepções que tenha. Enquanto uns não se podem afastar da esfera onde viveram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundos; enquanto alguns Espíritos culpados erram nas trevas, os bem-aventurados gozam de resplendente claridade e do espetáculo sublime do Infinito; finalmente, enquanto o mau, atormentado de remorsos e pesares, muitas vezes insulado, sem consolação, separado dos que constituíam objeto de suas afeições, pena sob o guante dos sofrimentos morais, o justo, em convívio com aqueles a quem ama, frui as delícias de uma felicidade indizível. Também nisso, portanto, há muitas moradas, embora não circunscritas, nem localizada
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 23 de Fevereiro de 2012, 19:21
O OESE

CAPÍTULO III
Há muitas moradas na casa de meu Pai


Progressão dos mundos

19. O progresso é lei da Natureza. A essa lei todos os seres da Criação, animados e inanimados, foram submetidos pela bondade de Deus, que quer que tudo se engrandeça e prospere. A própria destruição, que aos homens parece o termo final de todas as coisas, é apenas uni meio de se chegar, pela transformação, a um estado mais perfeito, visto que tudo morre para renascer e nada sofre o aniquilamento.

Ao mesmo tempo que todos os seres vivos progridem moralmente, progridem materialmente os mundos em que eles habitam. Quem pudesse acompanhar um mundo em suas diferentes fases, desde o instante em que se aglomeraram os primeiros átomos destinados e constituí-lo, vê-lo-ia a percorrer uma escala incessantemente progressiva, mas de degraus imperceptíveis para cada geração, e a oferecer aos seus habitantes uma morada cada vez mais agradável, à medida que eles próprios avançam na senda do progresso. Marcham assim, paralelamente, o progresso do homem, o dos animais, seus auxiliares, o dos vegetais e o da habitação, porquanto nada em a Natureza permanece estacionário. Quão grandiosa é essa idéia e digna da majestade do Criador! Quanto, ao contrário, é mesquinha e indigna do seu poder a que concentra a sua solicitude e a sua providência no imperceptível grão de areia, que é a Terra, e restringe a Humanidade aos poucos homens que a habitam!

Segundo aquela lei, este mundo esteve material e moralmente num estado inferior ao em que hoje se acha e se alçará sob esse duplo aspecto a um grau mais elevado. Ele há chegado a um dos seus períodos de transformação, em que, de orbe expiatório, mudar-se-á em planeta de regeneração, onde os homens serão ditosos, porque nele imperará a lei de Deus. - Santo Agostinho. (Paris, 1862.)  


Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 24 de Fevereiro de 2012, 14:07
Mano Danilo, você entendeu o que eu escrevi?
Não falei da localização do pensamento mas sim da localização do Espírito.
Por isso citei  a obra básica quando escrevi: diz a doutrina, "o Espírito sopra para todos os lado" e mais, antes havia escrito também da doutrina em OLE: "O Espírito está onde esteja seu pensamento".
Logo é do Espírito que eu falo e não da localização apenas do pensamento.
Os Espíritos diz a obra básica, se reúnem pela afinidade. Esta começa pela comunhão dos pensamentos.
abraços,
Moura

Mano Danilo,
acaso o pensamento necessita de algum outro local senão da mente de quem pensa?
Acaso a comunhão desses pensamentos, em se sabendo como a DE nos ensina, que tudo se dá via através deles, necessitaria de um local geograficamente circunscrito para que sob o mento dessa comunhão de pensamentos pudessem estar juntos todos os Espíritos que a ele dão crédito de Verdade?
Falamos não em locais ou lugares mano, mas sim em comunhão de pensamento, e é este o fulcro de toda e qualquer aglutinação de Espíritos, no mal ou no bem.
Citando OLE: "O Espírito está, onde estejam seus pensamentos", ou ainda, "O Espírito sopra para todos os lados".
Abraços,
Moura

Mano moura, a doutrina diz que a força do pensamento pode atravessar enormes distâncias no espaço. Não duvido dessa verdade. Mas é de outra coisa que estamos falando. Não falamos da localização do pensamento, mas sim da localização dos espíritos, que emitem o pensamento, afinal, é no agrupamento dos espíritos que estamos interessados, e não na localização do pensamento, como tenta me explicar...
O que estou tentando entender é: os espíritos se agrupam espontaneamente? Se sim, isto esta de acordo com a lei das afinidades. A duvida é: como que espíritos imperfeitos, ainda materializados, escravos dos sofrimentos das más paixões, podem se agrupar espontaneamente, independente do local? Dá pra imaginar isso? Está na codificação que ocorre dessa forma? Lembrando que estamos tentando chegar a conclusão pela existência ou não existência do umbral, e essa é minha maior dificuldade.

Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 24 de Fevereiro de 2012, 15:32
Mano Danilo, você entendeu o que eu escrevi?
Não falei da localização do pensamento mas sim da localização do Espírito.
Por isso citei  a obra básica quando escrevi: diz a doutrina, "o Espírito sopra para todos os lado" e mais, antes havia escrito também da doutrina em OLE: "O Espírito está onde esteja seu pensamento".
Logo é do Espírito que eu falo e não da localização apenas do pensamento.
Os Espíritos diz a obra básica, se reúnem pela afinidade. Esta começa pela comunhão dos pensamentos.
abraços,
Moura

Mano Danilo,
acaso o pensamento necessita de algum outro local senão da mente de quem pensa?
Acaso a comunhão desses pensamentos, em se sabendo como a DE nos ensina, que tudo se dá via através deles, necessitaria de um local geograficamente circunscrito para que sob o mento dessa comunhão de pensamentos pudessem estar juntos todos os Espíritos que a ele dão crédito de Verdade?
Falamos não em locais ou lugares mano, mas sim em comunhão de pensamento, e é este o fulcro de toda e qualquer aglutinação de Espíritos, no mal ou no bem.
Citando OLE: "O Espírito está, onde estejam seus pensamentos", ou ainda, "O Espírito sopra para todos os lados".
Abraços,
Moura

Mano moura, a doutrina diz que a força do pensamento pode atravessar enormes distâncias no espaço. Não duvido dessa verdade. Mas é de outra coisa que estamos falando. Não falamos da localização do pensamento, mas sim da localização dos espíritos, que emitem o pensamento, afinal, é no agrupamento dos espíritos que estamos interessados, e não na localização do pensamento, como tenta me explicar...
O que estou tentando entender é: os espíritos se agrupam espontaneamente? Se sim, isto esta de acordo com a lei das afinidades. A duvida é: como que espíritos imperfeitos, ainda materializados, escravos dos sofrimentos das más paixões, podem se agrupar espontaneamente, independente do local? Dá pra imaginar isso? Está na codificação que ocorre dessa forma? Lembrando que estamos tentando chegar a conclusão pela existência ou não existência do umbral, e essa é minha maior dificuldade.

Abraços!

Tudo bem que eu tenha entendido errado sua explicação, mas entendendo de forma errada ou certa, como agora, ela ainda não me ajudou a entender a questão central. de como que a codificação contradiz a existência de umbrais, e minhas perguntas, que parecem ser retóricas, mas não são, não foram respondidas. Confesso que não compreendo ou não conheço adequadamente as leis que regem as relações vibratórias entre os espíritos, e a codificação não nos dá bastante informação sobre o tema "vibrações" e "leis da afinidade". Porém, foi apenas uma tentativa de mostrar que mesmo não havendo um local circunscrito que seja especialmente destinado ao sofrimento dos espíritos, como a crença no inferno, nada impede que eles compartilhem os seus sofrimentos de forma aglutinada, pelas leis da afinidade, que sabemos ser existentes. Mesmo que um estudo mais aprofundado dessas leis revele que os espíritos possam partilhar "espontaneamente" de seus traumas a qualquer distância, e que não existe qualquer limite de distância entre os que participam dessa comunhão de pensamentos, também nada nos impede de pensar que eles possam ser aglutinados por uma causa estranha a eles, ou seja, pela necessidade de serem assistidos de forma otimizada, da mesmo forma que os doentes são reunidos num hospital.
Logo, o sofrimento não está em função do local, como deixa claro a codificação. Mas o local que seria escolhido e definido em função da necessidade de se abrigar os espíritos sofredores. Onde a codificação nos impede de pensar dessa forma?

Abraços!
 
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 24 de Fevereiro de 2012, 15:48
Onde está a doutrina mano Danilo?
Resp: Na codificação e só nela.
Logo não é a doutrina que contradiz, mas sim certas obras que as digo marginais a doutrina.
Se estas não são doutrina e não a representam por falta de legitimidade (o que dá legitimidade no campo doutrinário é o CUEE), estas sim contradizem o escrito doutrinário.
Nota o amigo oque partiu de premissa errada?veja este exemplo de premissas erradas num silogismo.
eu digo:
Steve Wonder é cego (premissa Maior);
A Justiça é cega (Premissa menor), e concluo o silogismo afirmando:
Steve Wonder é a Justiça.
Nota como quando se parte de uma premissa errada todo o raciocínio fica comprometido, levando fatalmente á conclusão eivada de vício?
Ao dizer o amigo que a "DE contradiz", você inverte a posição colocando a DE como premissa menor e isso conspurca todo o silogismo, alterando a percepção verdadeira e levando o amigo a uma conclusão errada.
Abração,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 24 de Fevereiro de 2012, 17:25
Onde está a doutrina mano Danilo?
Resp: Na codificação e só nela.
Logo não é a doutrina que contradiz, mas sim certas obras que as digo marginais a doutrina.
Se estas não são doutrina e não a representam por falta de legitimidade (o que dá legitimidade no campo doutrinário é o CUEE), estas sim contradizem o escrito doutrinário.
Nota o amigo oque partiu de premissa errada?veja este exemplo de premissas erradas num silogismo.
eu digo:
Steve Wonder é cego (premissa Maior);
A Justiça é cega (Premissa menor), e concluo o silogismo afirmando:
Steve Wonder é a Justiça.
Nota como quando se parte de uma premissa errada todo o raciocínio fica comprometido, levando fatalmente á conclusão eivada de vício?
Ao dizer o amigo que a "DE contradiz", você inverte a posição colocando a DE como premissa menor e isso conspurca todo o silogismo, alterando a percepção verdadeira e levando o amigo a uma conclusão errada.
Abração,
Moura


Moura, você fugiu do assunto, e ainda demonstrou parecer não estar afiado na ciência da lógica, porque no exemplo citado, as premissas estão corretíssimas, sendo que o que está errado, na verdade, é a inferição, ou seja, ou caminho ou raciocínio utilizado para sair das premissas e chegar até a conclusão. Mas sinceramente, não quero discutir isso. A lógica é uma ciência fascinante, da qual eu sei muito pouco e que poderemos estudá-la numa outra oportunidade.
Importa também, e ponho muita ênfase nisso, que em nenhum momento eu fiz qualquer inferição lógica. Como eu posso ter feito, se não afirmei nada, isto é, se não emiti nenhuma conclusão? Estou somente me colocando na posição de examinar, ou melhor, encontrar, de vossa parte ou de qualquer outro, o raciocínio que afirme, de forma patente, que umbrais não existem. A questão do OLE que diz <não haver locais circunscritos no espaço destinados ao sofrimento dos espíritos> me parece insuficiente, e foi isso que tentei demonstrar. No entanto, não estou necessariamente com a verdade, e eu poderia ser surpreendido com uma prova cabal de que as palavras da codificação nos permitam chegar claramente à conclusão: "umbrais não existem", e vamos consentir que o ônus da prova é de quem afirma.  Mas  eu não fui movido um centímetro no meu ponto de vista, porque nenhum esforço até agora foi feito nesse sentido, embora eu reconheço que seria um grande esforço, e que talvez, o irmão não esteja agora com disposição para isso. Finalmente, eu não estou afirmando nada...Alias, nunca afirmei que existem umbrais, colonias, ou coisas do tipo. Apenas quero saber porque não existem, ou porque estas informações merecem tanto descrédito. Ainda estou no aguardo, e na esperança do nosso diálogo produzir algum fruto.


 

Fica com Deus!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 25 de Fevereiro de 2012, 13:28
Danilo, abra OLE e procure, por certo irá encontrar uma reposta que avise: "Não existem locais circunscritos na erraticidade."
Qualquer coisa fora disso parte de premissa errada.
A não ser que o amigo seja superior aos Espíritos codificadores.
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: psi em 25 de Fevereiro de 2012, 18:26
Danilo, abra OLE e procure, por certo irá encontrar uma reposta que avise: "Não existem locais circunscritos na erraticidade."

Mano, precisamos dizer a frase por inteiro : Não existem locais circunscritos na erraticidade que estejam destinados às penas e aos gozos dos espíritos. Em outras palavras, não existe céu e inferno e nem penas eternas.

Lembrando que os espíritos estão em todos os lugares e se se reunem em um determinado local, o fazem por simpatia ou sintonia vibratória. Quem está em uma determinada região, como o Umbral, lá se encontra por uma questão de sintonia vibratória com seus pares. O inferno e o céu são simbolismos criados pela Igreja. Na verdade o inferno e o céu estão dentro de nós mesmos. Quanto ao Umbral, é apenas um local, como tantos outros, onde se reúnem espíritos de natureza inferior. Não estão lá como condenados pagando penas.
Se se arrependerem do mal que fizeram ou do bem que deixaram de fazer, se rezarem com sinceridade pedindo perdão, se vibrarem seus pensamentos em frequências  mais elevadas, ascenderão a um local mais condizente com o padrão vibratório de seus perispíritos.


Um abraço


PSI 

   

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 25 de Fevereiro de 2012, 20:36
Pois é PSI... Como já cheguei a comentar aqui no fórum, essa passagem de OLE se refere a locais necessariamente específicos, limitados e dos quais os Espíritos não poderiam sair.
Não tem jeito... Apesar da DE ser simples e clara, algumas passagens são interpretadas ao bel prazer de cada um e aplicadas de forma deslocada. O mesmo se dá quando se utiliza a passagem de mundos transitórios para argumentas sobre colônias espirituais. Estão misturando alhos com bugalhos meu amigo...

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 25 de Fevereiro de 2012, 21:24
É o que eu entendo
...este trecho sobre locais
combate a idéia do Inferno circunscrito com Pena de Condenação eterna,
com entrada e sem saida.

Tanto não é circunscrito nesta especificidade de limitado a alguém
que nos trabalhos mediúnicos, não estamos desencarnados,
mas vamos a estes locais para serviços e auxílio, sem que a eles estejamos condenado,
e o observamos como realmente é, em conformidade com o depoimento dos médiuns do grupo...pois não foi sujerido e muito menos suposto em nosa mente
quen dirá coletivamente, anteriromente a estas atividades.

Aja visto que estudamos na Doutrina
as leis de Deus que são invioláveis.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 25 de Fevereiro de 2012, 21:54
Por favor mano PSI, não há em nenhum lugar na obra básica que diga que os Espíritos se reúnam em determinado lugar, mas sim que os Puros podem mesmo se reunirem até no sol.
Reunir, contudo, não é a mesma coisa que habitar.
Em nosso lar ou em qualquer dos colônias que se quer dizer existentes, há a necessidade da habitação o que não condiz com a DE.
Não se está lá, preso, porém há que se habitar sendo, pára o início desta estadia, proibida mesmo a visita a outros locais, basta ler a obra citada para se ver isso escrito.
Abraços,
Moura

Danilo, abra OLE e procure, por certo irá encontrar uma reposta que avise: "Não existem locais circunscritos na erraticidade."

Mano, precisamos dizer a frase por inteiro : Não existem locais circunscritos na erraticidade que estejam destinados às penas e aos gozos dos espíritos. Em outras palavras, não existe céu e inferno e nem penas eternas.

Lembrando que os espíritos estão em todos os lugares e se se reunem em um determinado local, o fazem por simpatia ou sintonia vibratória. Quem está em uma determinada região, como o Umbral, lá se encontra por uma questão de sintonia vibratória com seus pares. O inferno e o céu são simbolismos criados pela Igreja. Na verdade o inferno e o céu estão dentro de nós mesmos. Quanto ao Umbral, é apenas um local, como tantos outros, onde se reúnem espíritos de natureza inferior. Não estão lá como condenados pagando penas.
Se se arrependerem do mal que fizeram ou do bem que deixaram de fazer, se rezarem com sinceridade pedindo perdão, se vibrarem seus pensamentos em frequências  mais elevadas, ascenderão a um local mais condizente com o padrão vibratório de seus perispíritos.


Um abraço


PSI 

   


Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 25 de Fevereiro de 2012, 21:56
Moura!

Fazer o que no Sol?

claro que vais me responder ...problema deles

rsrsrs
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 25 de Fevereiro de 2012, 22:02
Mano Moisés veja em OLE que o amigo vai poder ter a notícia sem as imperfeições que a minha escrita pode apresentar se lhe for explicar.
Porém já expliquei algumas vezes, aqui mesmo, o que eles fazem nessas reuniões no Sol.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 25 de Fevereiro de 2012, 23:00
Mas amigo Moura!... Não queres que Nosso Lar (com maiúsculas se não vão pensar que é na sua casa ;D) seja a casa da mãe Joana não é mesmo? Se me lembro bem na DE diz que os Espíritos estão em todos os lugares mas que nem todos podem ir a todos os lugares, não é isso?

Um abraço,
Edil

Por favor mano PSI, não há em nenhum lugar na obra básica que diga que os Espíritos se reúnam em determinado lugar, mas sim que os Puros podem mesmo se reunirem até no sol.
Reunir, contudo, não é a mesma coisa que habitar.
Em nosso lar ou em qualquer dos colônias que se quer dizer existentes, há a necessidade da habitação o que não condiz com a DE.
Não se está lá, preso, porém há que se habitar sendo, pára o início desta estadia, proibida mesmo a visita a outros locais, basta ler a obra citada para se ver isso escrito.
Abraços,
Moura

Danilo, abra OLE e procure, por certo irá encontrar uma reposta que avise: "Não existem locais circunscritos na erraticidade."

Mano, precisamos dizer a frase por inteiro : Não existem locais circunscritos na erraticidade que estejam destinados às penas e aos gozos dos espíritos. Em outras palavras, não existe céu e inferno e nem penas eternas.

Lembrando que os espíritos estão em todos os lugares e se se reunem em um determinado local, o fazem por simpatia ou sintonia vibratória. Quem está em uma determinada região, como o Umbral, lá se encontra por uma questão de sintonia vibratória com seus pares. O inferno e o céu são simbolismos criados pela Igreja. Na verdade o inferno e o céu estão dentro de nós mesmos. Quanto ao Umbral, é apenas um local, como tantos outros, onde se reúnem espíritos de natureza inferior. Não estão lá como condenados pagando penas.
Se se arrependerem do mal que fizeram ou do bem que deixaram de fazer, se rezarem com sinceridade pedindo perdão, se vibrarem seus pensamentos em frequências  mais elevadas, ascenderão a um local mais condizente com o padrão vibratório de seus perispíritos.


Um abraço


PSI 

   


Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 25 de Fevereiro de 2012, 23:11
Mano Edil, se fosse a minha casa, seria a casa da mãe Liliane hehehe
Mas no sério, na verdade o que a De ensina é que há regiões interditas aos Espíritos menos avançados (OLE Q. 87),
Mas note, diz outra resposta na mesma obra, que os chamados "menos avançados", só podem ver estas regiões como se fossem passageiros de um ônibus que passasse por um certo pais para o qual não tivessem o visto de entrada.
Ou seja, passam de passagem, não podem saltar e verificar in loco.
E ainda mais, ensina a DE que assim é feito para que neles cresça a vontade de também progredirem para poderem depois neses locais estarem sem nenhuma peia.
Então meu mano Edil, não é bem assim como o amigo se expressou, por outra é bem diferente é tipo uma comparação entre o Brad Pitt e eu, claro que sou mais lindjo ... e humirde!
Por certo eles não podem estar em certos lugares mas podem vê-los de passagem ou seja, de relance...
abração,
Moura


Mas amigo Moura!... Não queres que Nosso Lar (com maiúsculas se não vão pensar que é na sua casa ;D) seja a casa da mãe Joana não é mesmo? Se me lembro bem na DE diz que os Espíritos estão em todos os lugares mas que nem todos podem ir a todos os lugares, não é isso?

Um abraço,
Edil

Por favor mano PSI, não há em nenhum lugar na obra básica que diga que os Espíritos se reúnam em determinado lugar, mas sim que os Puros podem mesmo se reunirem até no sol.
Reunir, contudo, não é a mesma coisa que habitar.
Em nosso lar ou em qualquer dos colônias que se quer dizer existentes, há a necessidade da habitação o que não condiz com a DE.
Não se está lá, preso, porém há que se habitar sendo, pára o início desta estadia, proibida mesmo a visita a outros locais, basta ler a obra citada para se ver isso escrito.
Abraços,
Moura

Danilo, abra OLE e procure, por certo irá encontrar uma reposta que avise: "Não existem locais circunscritos na erraticidade."

Mano, precisamos dizer a frase por inteiro : Não existem locais circunscritos na erraticidade que estejam destinados às penas e aos gozos dos espíritos. Em outras palavras, não existe céu e inferno e nem penas eternas.

Lembrando que os espíritos estão em todos os lugares e se se reunem em um determinado local, o fazem por simpatia ou sintonia vibratória. Quem está em uma determinada região, como o Umbral, lá se encontra por uma questão de sintonia vibratória com seus pares. O inferno e o céu são simbolismos criados pela Igreja. Na verdade o inferno e o céu estão dentro de nós mesmos. Quanto ao Umbral, é apenas um local, como tantos outros, onde se reúnem espíritos de natureza inferior. Não estão lá como condenados pagando penas.
Se se arrependerem do mal que fizeram ou do bem que deixaram de fazer, se rezarem com sinceridade pedindo perdão, se vibrarem seus pensamentos em frequências  mais elevadas, ascenderão a um local mais condizente com o padrão vibratório de seus perispíritos.


Um abraço


PSI 

   


Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 26 de Fevereiro de 2012, 00:07
Amigo Moura, creio que os Espíritos em Nosso Lar também podem ver de longe os lugares que ainda não estão autorizados a visitar, principalmente quando estão "passeando" de aerobus.  :) Claro, sendo isso também um convite ao progresso. É tudo uma questão de analogia; versão macro, e versão micro (Nosso Lar) do mundo espiritual.  ;)

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 26 de Fevereiro de 2012, 01:45
Danilo, abra OLE e procure, por certo irá encontrar uma reposta que avise: "Não existem locais circunscritos na erraticidade."
Qualquer coisa fora disso parte de premissa errada.
A não ser que o amigo seja superior aos Espíritos codificadores.
Abraços,
Moura

Moura, vc acaba de cair na armadilha do próprio ego. Com estas palavras, você quer dizer precisamente o seguinte: "Se você discorda de mim, está discordando dos espíritos superiores, porque a minha interpretação do Livro dos Espíritos expressa fielmente o  ensino deles".
No entanto, não são falácias como estas que me farão aprender alguma coisa contigo. Se dos ensinamentos dos espíritos você emite uma conclusão, tal como:
 "umbrais não existem segundo a codificação", assumes toda a responsabilidade dessa afirmativa, e de certo, é capaz de apresentar um raciocínio válido,logicamente correto,  que valide essa informação e que suporte o mais rígido exame. Mas tudo o que ouvi até agora foram falácias e divagações.

Então desisto. Mas obrigado pela intenção de me esclarecer. E de novo, recolho-me na minha ignorância.

Um grande abraço, e sem ressentimentos, já que posso ainda aprender muitas coisas contigo, embora esta me convenci que não é possível.


Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: psi em 26 de Fevereiro de 2012, 05:39
Por favor mano PSI, não há em nenhum lugar na obra básica que diga que os Espíritos se reúnam em determinado lugar, mas sim que os Puros podem mesmo se reunirem até no sol.
Reunir, contudo, não é a mesma coisa que habitar...

Não entendi, mano. Quer dizer que só os puros podem se reunir em um determinado local? 
Sobre o espírito habitar determinada região, leia a resposta à questão 279, mano:

279- Todos os espíritos têm acesso, reciprocamente, uns junto aos outros?
_ Os bons vão por toda parte... Mas as regiões habitadas pelos bons são interditadas aos imperfeitos, a fim de que não levem a elas o distúrbio das más paixões...


Agora só falta o amigo dizer que só os bons espíritos têm direito a habitar determinadas regiões.  ;D


Um abraço


PSI
 

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: leonidasramos em 26 de Fevereiro de 2012, 10:38
         É só ler O Céu e o inferno, na parte que fala dos espíritos infelizes e criminosos, que dá para ter uma idéia clara a respeito deste assunto. Cada espírito tem uma punição diferente até para as mesmas faltas, dado que cada um tem um nível de adiantamento. Não se fala de lugares restritos, mas para eles parecia uma escuridão, outros menos adiantados tinham que ficar presos em uma casa onde cometeram assassinato, outros eram atormentados por espíritos impuros. O castigo é muito individual, e a maioria deles trata do assunto dando-se como solitário, o que me leva a crer que não existe Umbral, como tratado em Nosso Lar, como regra geral, a não ser em casos específicos em que possa acontecer de acordo com o tipo de expiação.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Silvio Matos em 26 de Fevereiro de 2012, 12:48
Entendo que quando obras "conhecidas como complementares", ensinam que existem locais reservados para penas futuras e que esses locais podem ser "comandados por espíritos" inferiores, estão AFIRMANDO e DECRETANDO que Umbral existe e,.....Ponto!

No entanto, se as penas e gozos futuros é individual a cada espírito e que cada um leva em sí mesmo, seu próprio castigo de acordo com suas atitudes, dependendo também de sí mesmo para sair desta situação, estando o inferno e o o céu em toda parte, conforme nos ensina os Espíritos Superiores, entendo que as "obras conhecidas como complementares", estão equivocadas ao decretar Umbral com um local que muitos de nós poderá habitar no futuro.

Ou seja, o meu "Umbral" estará localizado "onde estiver e de acordo com minha Moral".

OLE

255. Quando um Espírito diz que sofre, de que natureza é o seu sofrimento?

Angústias morais, que o torturam mais dolorosamente que os
sofrimentos físicos.

O Céu e o Inferno.

5°) O sofrimento sendo inerente à imperfeição, como a felicidade é inerente à perfeição, a alma leva em si mesma o seu próprio castigo onde quer que se encontre. Não há pois necessidade de um lugar circunscrito para ela. O inferno está assim por toda a parte, onde quer que existam almas sofredoras, como o céu está por toda a parte, onde quer que as almas sejam felizes.

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 26 de Fevereiro de 2012, 13:41
Postei uma opinião sobre o assunto no tópico"Colônias Epirituais".Pode servir para este tópico.

"A questão 1012 de o LE e as questões seguintes explicam sobre a existência do paraíso,inferno e purgatório.Falam sobre a ideia católica dada a esses lugares.Paraíso:lugar onde os bons vivem eternamente na ociosidade.Inferno:lugar onde os maus vivem eternamente nas chamas e sofrendo.Purgatório:lugar de transição.Esses lugares segundo a concepção católica são lugares "circunscritos e fechados".Esses lugares(circunscritos e fechados)não existem.Os Espiritos não falam nada contra a existência de planos espirituais.Falam sim,de Espíritos simpáticos(no bem ou no mal) que se reúnem.Por que não podem se reunir em planos plasmados por suas condições espirituais?Esses planos(plasmados) não são "circunscritos e fechados".Segundo André Luiz os Espíritos circulam entre eles de acordo com a sua melhoria de sentimentos e em várias atividades(de acordo com sua evolução)".

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 26 de Fevereiro de 2012, 14:08
Entendo que quando obras "conhecidas como complementares", ensinam que existem locais reservados para penas futuras e que esses locais podem ser "comandados por espíritos" inferiores, estão AFIRMANDO e DECRETANDO que Umbral existe e,.....Ponto!

No entanto, se as penas e gozos futuros é individual a cada espírito e que cada um leva em sí mesmo, seu próprio castigo de acordo com suas atitudes, dependendo também de sí mesmo para sair desta situação, estando o inferno e o o céu em toda parte, conforme nos ensina os Espíritos Superiores, entendo que as "obras conhecidas como complementares", estão equivocadas ao decretar Umbral com um local que muitos de nós poderá habitar no futuro.

Ou seja, o meu "Umbral" estará localizado "onde estiver e de acordo com minha Moral".

OLE

255. Quando um Espírito diz que sofre, de que natureza é o seu sofrimento?

Angústias morais, que o torturam mais dolorosamente que os
sofrimentos físicos.

O Céu e o Inferno.

5°) O sofrimento sendo inerente à imperfeição, como a felicidade é inerente à perfeição, a alma leva em si mesma o seu próprio castigo onde quer que se encontre. Não há pois necessidade de um lugar circunscrito para ela. O inferno está assim por toda a parte, onde quer que existam almas sofredoras, como o céu está por toda a parte, onde quer que as almas sejam felizes.


Entretanto, Silvio Matos, os que afirmam saber uma coisa ou outra, quando colocada a prova a sua argumentação, mostram que no fundo não sabem. E da mesma forma que eu coloco a prova os que dizem não existir umbrais, também posso colocar a prova os estes que afirmam, com veemência, que existem.

Acreditar que se sabe alguma coisa é a maior tragédia armada para si mesmo, para o contínuo trabalho de pesquisa e estudo que todos estamos a empenhar.

Tudo o que vejo nesse fórum são "opniões pessoais". Não encontrei ainda alguém que realmente saiba a resposta.

"Na ausência de fatos, a dúvida é a opinião do homem prudente"


Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Silvio Matos em 26 de Fevereiro de 2012, 14:44
Entendo que quando obras "conhecidas como complementares", ensinam que existem locais reservados para penas futuras e que esses locais podem ser "comandados por espíritos" inferiores, estão AFIRMANDO e DECRETANDO que Umbral existe e,.....Ponto!

No entanto, se as penas e gozos futuros é individual a cada espírito e que cada um leva em sí mesmo, seu próprio castigo de acordo com suas atitudes, dependendo também de sí mesmo para sair desta situação, estando o inferno e o o céu em toda parte, conforme nos ensina os Espíritos Superiores, entendo que as "obras conhecidas como complementares", estão equivocadas ao decretar Umbral com um local que muitos de nós poderá habitar no futuro.

Ou seja, o meu "Umbral" estará localizado "onde estiver e de acordo com minha Moral".

OLE

255. Quando um Espírito diz que sofre, de que natureza é o seu sofrimento?

Angústias morais, que o torturam mais dolorosamente que os
sofrimentos físicos.

O Céu e o Inferno.

5°) O sofrimento sendo inerente à imperfeição, como a felicidade é inerente à perfeição, a alma leva em si mesma o seu próprio castigo onde quer que se encontre. Não há pois necessidade de um lugar circunscrito para ela. O inferno está assim por toda a parte, onde quer que existam almas sofredoras, como o céu está por toda a parte, onde quer que as almas sejam felizes.


Entretanto, Silvio Matos, os que afirmam saber uma coisa ou outra, quando colocada a prova a sua argumentação, mostram que no fundo não sabem. E da mesma forma que eu coloco a prova os que dizem não existir umbrais, também posso colocar a prova os estes que afirmam, com veemência, que existem.

Acreditar que se sabe alguma coisa é a maior tragédia armada para si mesmo, para o contínuo trabalho de pesquisa e estudo que todos estamos a empenhar.

Tudo o que vejo nesse fórum são "opniões pessoais". Não encontrei ainda alguém que realmente saiba a resposta.

"Na ausência de fatos, a dúvida é a opinião do homem prudente"


Abraços!

Pois bem Danilo, então você concorda que todas obras conhecidas como mediúnicas lançadas após a Codificação, teriam que ter um selo que se trata de "Opiniões Pessoais" de espíritos ou médiuns, e não como "complemento" ?

Pois o que observo em Centros Espíritas, na mídia, internet é que as obras de André Luiz estão de acordo com a Codificação e que são Espíritas,.....e ponto! Não tendo dúvidas.

Onde está faltando "Prudência"?

abç
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 15:08
Mano Danilo, podes desistir ou continuar este direito te asiste, contudo, não afeta o que está na obra básica que, me parece, o amigo faz questão de não abrir neste ponto...
abraços,
Moura

Danilo, abra OLE e procure, por certo irá encontrar uma reposta que avise: "Não existem locais circunscritos na erraticidade."
Qualquer coisa fora disso parte de premissa errada.
A não ser que o amigo seja superior aos Espíritos codificadores.
Abraços,
Moura

Moura, vc acaba de cair na armadilha do próprio ego. Com estas palavras, você quer dizer precisamente o seguinte: "Se você discorda de mim, está discordando dos espíritos superiores, porque a minha interpretação do Livro dos Espíritos expressa fielmente o  ensino deles".
No entanto, não são falácias como estas que me farão aprender alguma coisa contigo. Se dos ensinamentos dos espíritos você emite uma conclusão, tal como:
 "umbrais não existem segundo a codificação", assumes toda a responsabilidade dessa afirmativa, e de certo, é capaz de apresentar um raciocínio válido,logicamente correto,  que valide essa informação e que suporte o mais rígido exame. Mas tudo o que ouvi até agora foram falácias e divagações.

Então desisto. Mas obrigado pela intenção de me esclarecer. E de novo, recolho-me na minha ignorância.

Um grande abraço, e sem ressentimentos, já que posso ainda aprender muitas coisas contigo, embora esta me convenci que não é possível.



Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Carlos Cunha em 26 de Fevereiro de 2012, 15:36
Olá Silvio Matos, a DE não é evolutiva. É estática. Logo Chico, Divaldo e outros estão sendo enganados ou foram enganados por seus Guias Espirituais, que por não serem Espíritos superiores não podem acrescentar nada em termos de DE. Ponto final.

Essa é a opinião de alguns que graças a Deus é a Minoria.

Eu sou dos quê concorda com você.

Para um trabalhador da mesa mediúnica, que atende semanalmente nossos irmãos já desencarnados, e que diz para nós na mesa que estava em um lugar ruim, sujo, um lodaçal, junto de outros espíritos na mesma condição transitória e etc ( umbral ), e que depois de ouvir nossos comentários, diz ele mesmo que chegaram 2 enfermeiros e que deram algo para ele beber, que lhe causa sono e bem posteriormente o mesmo espírito vem agradecer a ajuda que obteve e que esta bem no Hospital, recebendo tratamento e esclarecimento ( colônia espiritual ). Isso de Espíritos que nem de longe eram apegados a religião alguma.

Essa é a prática daqueles que negam a teoria não posta na Codificação.

Isso aí Silvio, continuemos o estudo.

Fique com Deus,

Carlos.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 15:47
Carlos,
Sua assertiva é infundada, inverídica e fraca na composição ideal, pois que não tem base no foco que é a doutrina espírita.
Aliás Kardec mesmo mostra este erro quer em RE, quer em OLE, procure ver.
Partindo desta premissa o amigo espalha um boato preconceituoso e já explico, é preconceituoso pois não priva de conhecimento mais íntimo com qualquer desses "Alguns" de quem fala, logo, comete outro erro explanado pela DE.
Notas como o personalismo exacerbado atrapalha o entendimento?
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Carlos Cunha em 26 de Fevereiro de 2012, 15:53
Moura, usando a mesma palavra utilizada por você, "Alguns" serve para quem com isso se identificar.

Não existe personalismo exacerbado, mas observância do que acontece na prática mediúnica.

Sem debates pessoais por favor, como você exigiu de mim.

Estou me atendo a prática mediúnica, que é DE, regra do fórum.

Carlos.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 16:04
Engraçado Carlos,
em toda a minha prática medianímica e olhe que só de desobsessão tenho mais de alguns poucos 20 anos, e em 4 casas espíritas de renome, não tive senão por duas vezes nenhum Espírito a me dizer sobre isso e mesmo estes dois, após entenderem a situação em que estavam, reconhecerem o erro que eles haviam cometido de se verem em tais locais.
Meu amigo, não se pode apurar uma Verdade que parta de um Espírito em tal situação. todas as suas opiniões estão matizadas de grave culpa que ele sente, e também de uma ordem grande de crenças espúrias ao dizer codificado.
Será que só eu ou algum dos que me acompanhavam num grupo de mais de 15 pessoas em cada casa que partilhavam de trabalhos mediúnicos nessas cassas estejamos errados?
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 26 de Fevereiro de 2012, 16:10
Entrando com a DE , essa questão é de ser observada principalmente por quem trabalha nas reuniões mediúnicas, penso que a resposta dos Espíritos Superiores não seria tão clara e tão direta, caso houvesse algo que tivesse que ser revelado após para o nosso entendimento.

É só para avaliar, viu?

1017 "Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céu, etc.; o que quiseram dizer com isso?

– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem. Mas, para eles, essas palavras, quarto e quinto céu, exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se ele está no inferno; se é infeliz, dirá que sim, porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento; porém, ele sabe muito bem que não é uma fornalha. Se fosse um pagão diria que estava no Tártaro.

☼ O mesmo acontece com muitas outras expressões semelhantes, como: cidade das flores, cidade dos eleitos, primeira, segunda ou terceira esfera, etc., que não passam de expressões usadas por certos Espíritos, quer como figuras, quer algumas vezes por ignorância da realidade das coisas e até mesmo das mais simples noções científicas.

De acordo com a idéia restrita que se fazia antigamente dos lugares de sofrimentos e recompensas, e principalmente com a opinião de que a Terra era o centro do universo, de que o céu formava uma abóbada e que havia uma região de estrelas, colocava-se o céu em cima e o inferno embaixo. Daí as expressões: subir ao céu, estar no mais alto dos céus, estar precipitado no inferno. Hoje a ciência demonstra que a Terra não passa de um dos menores planetas, sem importância especial. Entre milhões de outros, traçou a história de sua formação e descreveu sua constituição; provou que o espaço é infinito, que não há nem alto nem baixo no universo, e assim impôs a rejeição à idéia de situar o céu acima das nuvens e o inferno nos lugares baixos. Quanto ao purgatório, nenhum lugar lhe fora designado. Estava reservado ao Espiritismo dar sobre todas essas coisas a explicação mais racional, grandiosa e, ao mesmo tempo, mais consoladora para a humanidade. Assim, pode-se dizer que levamos em nós mesmos nosso inferno e nosso paraíso e, quanto ao purgatório, nós o encontramos em nossa encarnação, em nossas vidas físicas."
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 16:12
Exato Hebinha,
esta é a colocação doutrinária a respeito.
tal como em outra questão os médiuns perguntaram aos Espíritos Superiores acerca das repostas que mesmo um Espírito ruim lhes poderia fornecer e receberam a resposta: "Evoca a uma pedra que ela te responderá".
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 26 de Fevereiro de 2012, 16:21
Então podemos refletir sobre essa parte da questão 1017:

1017 "Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céu, etc.; o que quiseram dizer com isso?

– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem. Mas, para eles, essas palavras, quarto e quinto céu, exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se ele está no inferno; se é infeliz, dirá que sim, porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento; porém, ele sabe muito bem que não é uma fornalha. Se fosse um pagão diria que estava no Tártaro.

☼ O mesmo acontece com muitas outras expressões semelhantes, como: cidade das flores, cidade dos eleitos, primeira, segunda ou terceira esfera, etc., que não passam de expressões usadas por certos Espíritos, quer como figuras, quer algumas vezes por ignorância da realidade das coisas e até mesmo das mais simples noções científicas.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/75/#ixzz1nVP7zW5H

Grifo meu
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 26 de Fevereiro de 2012, 16:33
Então podemos refletir sobre essa parte da questão 1017:

1017 "Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céu, etc.; o que quiseram dizer com isso?

– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem. Mas, para eles, essas palavras, quarto e quinto céu, exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se ele está no inferno; se é infeliz, dirá que sim, porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento; porém, ele sabe muito bem que não é uma fornalha. Se fosse um pagão diria que estava no Tártaro.

☼ O mesmo acontece com muitas outras expressões semelhantes, como: cidade das flores, cidade dos eleitos, primeira, segunda ou terceira esfera, etc., que não passam de expressões usadas por certos Espíritos, quer como figuras, quer algumas vezes por ignorância da realidade das coisas e até mesmo das mais simples noções científicas.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/75/#ixzz1nVP7zW5H

Grifo meu

Na falta de melhor vocabulário e a maioria dos Espíritos vindos da crença católica,essa não seria a forma que eles souberam descrever os planos espirituais em que estavam?
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 16:39
Aqui vão algumas definições da palavra inferno, encontradas em enciclopédias renomadas e bons dicionários:
"A palavra inferno, que hoje conhecemos, origina-se da palavra latina pré-cristã inferus "lugares baixos", infernus.[1] Na Bíblia latina, a palavra é usada para representar o termo hebraico Seol e os termos gregos Hades e Geena, sem distinção. A maioria das versões em idioma Português seguem o latim, e eles não fazem distinção do original hebraico ou grego:
V.T. Hebraico   V.T. Grego   N.T. Grego   Latim   Português   vezes no N.T.
Seol [2]   Hades   Hades [3]   infernus   inferno   10 vezes
Ge Hinom [4]   Ennom [5]   Geena [6]   infernus   inferno   11 vezes

Mudanças no Sentido da Palavra Inferno
O Dicionário Expositivo de Palavras do Velho e do Novo Testamento diz a respeito do uso de inferno para traduzir as palavras originais do hebraico Sheol e do grego Hades (Bíblia): Hades . . . Corresponde a Sheol no Antigo Testamento. Na Versão Autorizada do A.T. e do N. T., foi vertido de modo infeliz por Inferno.
( Vine’s Expository Dictionary of Old and New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do A.T. e do N.T., de Vine, 1981, Vol. 2, p. 187)

O Terceiro Novo Dicionário Internacional de Webster diz: Devido ao entendimento atual da palavra inferno (Latim Infernus) é que ela constitui uma maneira tão infeliz de verter estas palavras bíblicas originais. A palavra inferno não transmitia assim, originalmente, nenhuma idéia de calor ou de tormento, mas simplesmente de um lugar coberto ou oculto (de . . . helan, esconder)

A Enciclopédia Americana diz: Muita confusão e muitos mal-entendidos foram causados pelo fato de os primitivos tradutores da Bíblia terem traduzido persistentemente o hebraico Seol e o grego Hades e Geena pela palavra inferno. A simples transliteração destas palavras por parte dos tradutores das edições revistas da Bíblia não bastou para eliminar apreciavelmente esta confusão e equívoco.
O significado atribuído à palavra inferno atualmente é o representado em A Divina Comédia de Dante, e no Paraíso Perdido de Milton, significado este completamente alheio à definição original da palavra. A idéia dum inferno de tormento ardente, porém, remonta a uma época muito anterior a Dante ou a Milton.

De outra monta, já na RE encontramos o artigo sobre o Gênio das Flores, que bem demonstra as ilusões que um estado entorpecido pode fazer com que um Espírito relate.

Dito isso, e atendendo ao reclamo do mano Carlos, a quem respeito o costo, mas explico que novamente esteja em erro, quer na adivinhação que faz daqueles que comigo trabalharam, não numa mas em 4 casas espíritas responsáveis e reconhecidas, e que estes eram diferentes pessoas e não os mesmos,  amigo Carlos deve fazer confusão entre adivinho e Espírita, e um nada tem a ver com o outro.
Goste, amigo Carlos de quem você quiser mas em matéria de doutrina nem, chico e nem Divaldo escreveram um til.
Esta outra confusão que o personalismo não deixa enxergar.
Doravante meu amigo falemos apenas o que o tópico  nos pede.
Indico esta ação em virtude da regra que já lhe expus por MP e que deva ser seguida.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 26 de Fevereiro de 2012, 16:46
Nomes são nomes amigos, umbral pode ser definido como um estado de espírito, em que o espírito se vê em meio a trevas. Para esse espírito elas existem, mas se um espírito puro estiver ao seu lado não verá trevas, pois seus fluídos são puros. Isso é o que as obras básicas ensinam.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 16:58
Correto mano Alcídio,
é uma simples questão de adoecimento e de crenças que o Espírito as carrega consigo para depois do desenlace corporal.
Se eu , fluminense que sou, morro agora (pé de pato mangalô três vezes), por certo continuarei fluminense lá no éter pois esta a crença futebolística que abracei.
Já um espírito mesmo da classe dos Bons estaria desapegado de todo este rol de crenças.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 26 de Fevereiro de 2012, 17:15
Então podemos refletir sobre essa parte da questão 1017:

1017 "Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céu, etc.; o que quiseram dizer com isso?

– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem. Mas, para eles, essas palavras, quarto e quinto céu, exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se ele está no inferno; se é infeliz, dirá que sim, porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento; porém, ele sabe muito bem que não é uma fornalha. Se fosse um pagão diria que estava no Tártaro.

☼ O mesmo acontece com muitas outras expressões semelhantes, como: cidade das flores, cidade dos eleitos, primeira, segunda ou terceira esfera, etc., que não passam de expressões usadas por certos Espíritos, quer como figuras, quer algumas vezes por ignorância da realidade das coisas e até mesmo das mais simples noções científicas.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/75/#ixzz1nVP7zW5H

Grifo meu

Na falta de melhor vocabulário e a maioria dos Espíritos vindos da crença católica,essa não seria a forma que eles souberam descrever os planos espirituais em que estavam?
Exatamente , eles narram ou falam de acordo com a cultura que viveram, mas veja bem essa frase.

"exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade."
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 17:23
Este excerto vem de "O Mensageiro":

"
Fonte:
O Semeador

    ARTIGOS
         

"O reino de Deus não vem com aparência exterior.
Nem dirão: Ei-lo aqui, ou ei-lo ali, porque eis que o reino de Deus está entre vós".

(Lucas, 17:20-21).

 

Já se foram os tempos em que os homens supunham ser o nosso mundo o centro de todo o Universo, quando então teorias aberrantes foram impostas como verdades irretorquíveis.

Os gregos, por exemplo, admitiam a Terra como imenso disco, supondo que o centro de tal disco estava exatamente no famoso santuário de Apoio, em Delfos, a poucos quilômetros do golfo de Corinto. Nesse santuário, famoso pelo seu oráculo, havia mesmo um cone de mármore branco, considerado por todos como o "umbigo" do mundo...

No tocante aos céus, também existiam várias teorias, pois, segundo a opinião generalizada, havia sete céus. Os muçulmanos admitem nove céus, em cada um dos quais se aumenta a felicidade dos crentes. O sábio Ptolomeu, que viveu em Alexandria, no segundo século da era cristã, contava onze céus e denominava ao último Empireu (do grego, pur ou pyr, fogo) por causa da luz intensa que afirmava nele existir. Os poetas afirmavam ser esse o lugar da eterna glória. A teologia cristã, por sua vez, reconhece três céus: o primeiro é o da região do ar e das nuvens, o segundo o espaço em que giram os astros, e o terceiro, a morada do Altíssimo, onde estariam aqueles que segundo os seus ensinos, gozam da bem-aventurança e estão no estado de contemplação beatífica.

Sobre a vida no além-túmulo, ensina também que o homem vive uma só vez, depois do que será submetido a dois julgamentos distintos: um logo depois da morte, chamado juízo particular, e outro no fim do mundo, denominado juízo universal, ou final. Depois do primeiro, as almas vão diretamente ou para o céu, onde "se goza da vista de Deus e de todos os bens, sem mistura de mal", ou para o inferno, onde, ao contrário, "se sofre a privação da vista de Deus, o fogo eterno e todos os males, sem mistura de bem". Sustenta ainda que as almas que tenham apenas pecados venais, permanecem por algum tempo em uma estância intermediária o purgatório, antes de serem recebidas no céu.

Por outro lado, essa teologia situou Deus nos confins do Universo, em vez de colocá-lo no centro, donde o seu pensamento poderia irradiar e abranger tudo.

A evolução se processou de forma espantosa, a ciência desvendou novas verdades, a Terra deixou de ser o centro do universo, o céu foi deslocado e a região estelar, sendo ilimitada, deitou por terra a teoria na existência desses céus superpostos, e isso fez emudecer todas as religiões.

Paulo, em sua 11 Epístola ao Coríntios, afirmou: "Conheço um homem em Cristo que há quatorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até ao terceiro céu. E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, de que ao homem não é licito falar". (I1 Cor. 12:2-4).

É inegável que o homem mencionado por Paulo foi arrebatado, em espírito, a um plano espiritual de grande elevação e, ali, ouviu instruções de grande alcance, inacessíveis á compreensão dos homens encarnados. Qualquer um desses planos espirituais do Mundo Maior, narrados nos ensinamentos espíritas, pode ser comparado ao chamado terceiro céu, pois, obviamente os que ouviam Paulo não estavam em condições de compreender o céu senão como um lugar situado acima das regiões das nuvens e dos astros, uma vez que se concebia (crença que perdurou até Galilei) que a Terra era o centro do Universo.

Quão diferentes são estes ensinamentos daqueles que o Espiritismo vem apregoar na atualidade.

Jesus afirmou que não deveríamos buscar o Reino de Deus aqui ou acolá, pois ele está entre nós, e os espíritas têm como ponto pacífico que a fórmula para á conquista desse Reino é a vivência pura e simples dos preceitos cristãos que levam á reforma íntima. O reino dos céus não se toma de assalto, mas conquista se com as boas obras. (Lucas, 16:16).

Após a oficialização da igreja cristã, no século IV, cessou praticamente o intercâmbio mediúnico entre os primitivos cristãos e o mundo espiritual. A justificativa apresentada pelos doutores da igreja foi uma proibição lançada vinte séculos antes por Moisés, cujo objetivo era combater a mercantilização com as coisas divinas e a ação nefasta dos falsos médiuns.

A revelação dos espíritos passou a ser um empecilho aos intuitos dos homens que tinham interesse numa igreja temporal. Para por um paradeiro no processo de intercâmbio entre o mundo corpóreo e o plano espiritual, inúmeras fogueiras foram acesas, e, como decorrência, a revelação deixou de ser a pedra angular das chamadas religiões cristãs.

Surgiram então os dogmas e durante outros vinte séculos a humanidade passou a ter uma visão distorcida das coisas divinas, pois, através deles tomaram forma as esdrúxulas teorias das penas eternas, do pecado original, dos céus superpostos, da existência do purgatório, da unicidade das existências do homem na Terra, da unicidade dos mundos habitados e outras mais, tudo isso em flagrante contraste com os ensinamentos contidos nos Evangelhos.

Ao Espiritismo cabe a tarefa de restabelecer todos os ensinamentos de Jesus Cristo em seus devidos lugares, consoante a promessa do Mestre de que suscitaria entre nós, em época propícia, o Espírito de Verdade.
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 26 de Fevereiro de 2012, 17:28
Então podemos refletir sobre essa parte da questão 1017:

1017 "Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céu, etc.; o que quiseram dizer com isso?

– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem. Mas, para eles, essas palavras, quarto e quinto céu, exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se ele está no inferno; se é infeliz, dirá que sim, porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento; porém, ele sabe muito bem que não é uma fornalha. Se fosse um pagão diria que estava no Tártaro.

☼ O mesmo acontece com muitas outras expressões semelhantes, como: cidade das flores, cidade dos eleitos, primeira, segunda ou terceira esfera, etc., que não passam de expressões usadas por certos Espíritos, quer como figuras, quer algumas vezes por ignorância da realidade das coisas e até mesmo das mais simples noções científicas.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/75/#ixzz1nVP7zW5H

Grifo meu

Na falta de melhor vocabulário e a maioria dos Espíritos vindos da crença católica,essa não seria a forma que eles souberam descrever os planos espirituais em que estavam?
Exatamente , eles narram ou falam de acordo com a cultura que viveram, mas veja bem essa frase.

"exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade."

E esses diferentes graus de depuração os colocam em diferentes planos espirituais,já que não possuem sintonias iguais.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 26 de Fevereiro de 2012, 17:33
Então podemos refletir sobre essa parte da questão 1017:

1017 "Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céu, etc.; o que quiseram dizer com isso?

– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem. Mas, para eles, essas palavras, quarto e quinto céu, exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se ele está no inferno; se é infeliz, dirá que sim, porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento; porém, ele sabe muito bem que não é uma fornalha. Se fosse um pagão diria que estava no Tártaro.

☼ O mesmo acontece com muitas outras expressões semelhantes, como: cidade das flores, cidade dos eleitos, primeira, segunda ou terceira esfera, etc., que não passam de expressões usadas por certos Espíritos, quer como figuras, quer algumas vezes por ignorância da realidade das coisas e até mesmo das mais simples noções científicas.


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Grifo meu

Na falta de melhor vocabulário e a maioria dos Espíritos vindos da crença católica,essa não seria a forma que eles souberam descrever os planos espirituais em que estavam?
Exatamente , eles narram ou falam de acordo com a cultura que viveram, mas veja bem essa frase.

"exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade."

E esses diferentes graus de depuração os colocam em diferentes planos espirituais,já que não possuem sintonias iguais.
Então reflita sobre essa parte:

"– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem."

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Carlos Cunha em 26 de Fevereiro de 2012, 17:34
FILOSOFIA ESPÍRITA - VOLUME XX
 
Questão 1017 comentada
CAPÍTULO 48
1017/LE
CÉUS DIFERENTES
 
As comunicações dos Espíritos sobre o céu e o inferno, como já falamos, leva o cunho das necessidades espirituais de cada criatura, compreendendo que a verdade não pode ser dita de sopetão aos que não estão preparados para ouvi-la.
Muitos Espíritos, na verdade, dizem que moram no primeiro céu, outros no segundo ou terceiro ou quinto, assim sucessivamente, por falta de linguagem e mesmo de entendimento das criaturas. Mas, com a Doutrina Espírita, pode-se dizer a verdade, que esses "lugares" passam a ser dentro das criaturas, no grau de perfeição que a alma atingiu. Contudo, essas almas têm um lugar de morada, colônias espirituais nas esferas compatíveis com os seus progressos, onde se reúnem por sintonia de elevação. Essa é a lei de justiça.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 17:35
Mano Aimoré, não se trata de estarem em, "planos diferentes" mas sim de abrigarem estados conscienciais diferentes.
Veja, numa Classe como a em que estamos, mesmo aos que estão no ápice desta pirâmide, não se verá unanimidade  ou uma comunhão de pensamentos igualitária
Exatamente pela posição em que nos encontramos a de sermos Espíritos Imperfeitos.
abrigamos, cada um de nós, um grau diferenciado de pensamentos, ilações, conhecimentos e conclusões, por isso a unanimidade não pode existir.
Ao contrário disso estão os Espíritos Superiores, e os Puros, nestas classes já se encontra uma unanimidade visto que eles já passaram por todas as classes quem lhes estão abaixo e não abrigam mais os pensamentos ainda matizados pela materialidade.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 26 de Fevereiro de 2012, 17:45
Ou seja, o meu "Umbral" estará localizado "onde estiver e de acordo com minha Moral".

Meu amigo Silvio, o Umbral é ou seria uma região em torno do planeta gerada por similitude vibratória. Uma região bem próxima a crosta onde ficam, ou ficariam, os Espíritos apegados ao planeta e ainda em estado de ignorância e crise moral. É uma questão de atração. Estão distorcendo o sentido da coisa, pois o Umbral não foi criado para abrigar Espíritos assim. Esses é que ficam em torno do planeta compondo essa tal região, entende? Não tem nada a ver com céu e inferno e nem com céus sobrepostos, são assuntos diferentes. Digo e repito, o pessoal está misturando alhos com bugalhos...

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 26 de Fevereiro de 2012, 17:48
Então podemos refletir sobre essa parte da questão 1017:

1017 "Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céu, etc.; o que quiseram dizer com isso?

– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem. Mas, para eles, essas palavras, quarto e quinto céu, exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se ele está no inferno; se é infeliz, dirá que sim, porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento; porém, ele sabe muito bem que não é uma fornalha. Se fosse um pagão diria que estava no Tártaro.

☼ O mesmo acontece com muitas outras expressões semelhantes, como: cidade das flores, cidade dos eleitos, primeira, segunda ou terceira esfera, etc., que não passam de expressões usadas por certos Espíritos, quer como figuras, quer algumas vezes por ignorância da realidade das coisas e até mesmo das mais simples noções científicas.


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Grifo meu

Na falta de melhor vocabulário e a maioria dos Espíritos vindos da crença católica,essa não seria a forma que eles souberam descrever os planos espirituais em que estavam?
Exatamente , eles narram ou falam de acordo com a cultura que viveram, mas veja bem essa frase.

"exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade."

E esses diferentes graus de depuração os colocam em diferentes planos espirituais,já que não possuem sintonias iguais.
Então reflita sobre essa parte:

"– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem."



Antes da codificação da Doutrina nossas ideias eram limitadas.Normal  que os Espíritos tivessem que se expressar numa linguagem que pudéssemos entender.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 17:51
mano Edil, compreenda:
Este "Umbral" só se relaciona com a visão de André,  e alguns outros espíritos também muito materializados que já passaram pela Terra.
Todavia, o maior entre eles, Swedemborg, já se confessou em erro de conclusão o que já nos mostra certo progresso.
Nesse sentido, a doutrina não se expressa sobre a existência quer de colônias, ou de lugares que estejam perto da crosta no mesmo sentido, (isso seria circunscrever geograficamente)
Diz OLE que os mundos transitórios são espécie de bivaques onde os Espíritos de erraticidade muito prolongada descanam, e que se anote, este descanso é puramente moral.
Uma coisa é a lição doutrinária, outra as referências que encontramos em obras sem o abraço do CUEE.
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 26 de Fevereiro de 2012, 17:54
Então podemos refletir sobre essa parte da questão 1017:

1017 "Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céu, etc.; o que quiseram dizer com isso?

– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem. Mas, para eles, essas palavras, quarto e quinto céu, exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se ele está no inferno; se é infeliz, dirá que sim, porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento; porém, ele sabe muito bem que não é uma fornalha. Se fosse um pagão diria que estava no Tártaro.

☼ O mesmo acontece com muitas outras expressões semelhantes, como: cidade das flores, cidade dos eleitos, primeira, segunda ou terceira esfera, etc., que não passam de expressões usadas por certos Espíritos, quer como figuras, quer algumas vezes por ignorância da realidade das coisas e até mesmo das mais simples noções científicas.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/75/#ixzz1nVP7zW5H

Grifo meu

Na falta de melhor vocabulário e a maioria dos Espíritos vindos da crença católica,essa não seria a forma que eles souberam descrever os planos espirituais em que estavam?
Exatamente , eles narram ou falam de acordo com a cultura que viveram, mas veja bem essa frase.

"exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade."

E esses diferentes graus de depuração os colocam em diferentes planos espirituais,já que não possuem sintonias iguais.
Então reflita sobre essa parte:

"– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem."



Antes da codificação da Doutrina nossas ideias eram limitadas.Normal  que os Espíritos tivessem que se expressar numa linguagem que pudéssemos entender.
Oi Aimoré, Cidade, sempre foi cidade, purgatório era conhecido em outras crenças, e acredito ser o Umbral descrito, assim como limbo etc etc etc.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 26 de Fevereiro de 2012, 17:58
Então podemos refletir sobre essa parte da questão 1017:

1017 "Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céu, etc.; o que quiseram dizer com isso?

– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem. Mas, para eles, essas palavras, quarto e quinto céu, exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se ele está no inferno; se é infeliz, dirá que sim, porque para ele inferno é sinônimo de sofrimento; porém, ele sabe muito bem que não é uma fornalha. Se fosse um pagão diria que estava no Tártaro.

☼ O mesmo acontece com muitas outras expressões semelhantes, como: cidade das flores, cidade dos eleitos, primeira, segunda ou terceira esfera, etc., que não passam de expressões usadas por certos Espíritos, quer como figuras, quer algumas vezes por ignorância da realidade das coisas e até mesmo das mais simples noções científicas.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/75/#ixzz1nVP7zW5H

Grifo meu

Na falta de melhor vocabulário e a maioria dos Espíritos vindos da crença católica,essa não seria a forma que eles souberam descrever os planos espirituais em que estavam?
Exatamente , eles narram ou falam de acordo com a cultura que viveram, mas veja bem essa frase.

"exprimem diferentes graus de depuração e, conseqüentemente, de felicidade."

E esses diferentes graus de depuração os colocam em diferentes planos espirituais,já que não possuem sintonias iguais.
Então reflita sobre essa parte:

"– Se lhes perguntais qual céu habitam é porque tendes uma idéia de muitos céus sobrepostos, como os andares de uma casa. Então, eles respondem conforme vossa linguagem."



Antes da codificação da Doutrina nossas ideias eram limitadas.Normal  que os Espíritos tivessem que se expressar numa linguagem que pudéssemos entender.
Oi Aimoré, Cidade, sempre foi cidade, purgatório era conhecido em outras crenças, e acredito ser o Umbral descrito, assim como limbo etc etc etc.

Cada época com o seu conhecimento e sua linguagem.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Carlos Cunha em 26 de Fevereiro de 2012, 17:59
FILOSOFIA ESPÍRITA - VOLUME XX
 
Questão 1014 comentada
CAPÍTULO 45
1014/LE
LINGUAGEM DOS ESPÍRITOS
 
A linguagem dos Espíritos Superiores se realiza de acordo com as necessidades do momento, no tocante à elevação dos que perguntam. Eles não violentam mente alguma, no entanto, de tempos em tempos as revelações vão tomando caráter mais verdadeiro para que a verdade se mostre como o sol.
A Doutrina dos Espíritos, revelação mais adiantada, retirou muitos véus que encobriam aspectos da verdade, tornando as mentes dos encarnados mais aguçadas e predispostas ao desconhecido. Mesmo os Espíritos mais elevados costumam fazer afirmações que se parecem com ensino de outras organizações religiosas, dependendo de quem os interroga. Mas, agora, no seio da luz, da chave de conhecimentos que descem do céu à Terra, a verdade vem sem a capa da letra. Os Espíritos falam mais claramente, mas, se entre os próprios espíritas há quem refugue e combata determinadas revelações, quanto mais entre os que desconhecem a Doutrina!
Os Céus, porém, conhecem as posições dos seres humanos e têm tolerância para com eles, porque esses contraditores, ao se desencarnarem, deparam com a realidade, chorando e pedindo para reparar o que fizeram. Eles sempre têm essa oportunidade. Assim, surge a luz, pelos esforços de quem desejava apagá-la no passado.
Observa na Terra: mesmo grandes medianeiros esforçam-se para limpar o que fizeram contra as comunicações dos Espíritos. O exemplo maior foi o apóstolo Paulo: de perseguidor, passou a ser perseguido, experimentando na carne o que fez aos outros. Vamos mostrar-te um exemplo: se porventura os Espíritos falassem claramente aos judeus que Moisés experimentou instantes nas regiões purgatórias, sofrendo por seus deslizes, eles aceitariam? Isto chocaria seus princípios e eles entrariam em perturbação. Por isso determinadas revelações não podem ser ditas claramente, a não ser para Espíritos já preparados para ouvi-las.
Somente depois que o poço está pronto é que a água aparece. Devemos ter muito cuidado no ouvir e dizer aos outros. Estamos em planos que muitos estão acima de nós, com os mesmos cuidados. O evangelista narra:
Então lhes disse: Atentai no que ouvis.
Com a medida com que tiverdes medido vos medirão também, e ainda se vos acrescentará. (Marcos, 4:24)
A lei é para todos nós, em qualquer faixa que ocupemos. Deus é justiça. Aos doentes, devemos ter os cuidados próprios de enfermos; aos ignorantes, haveremos de ter cuidados para não turvar mais suas mentes acerca da sabedoria. A natureza regula tudo na vida, de modo a chegar a todas as criaturas na diferenciação do estado espiritual de cada uma.
Existem muitas comunicações de Espíritos que falam do inferno e do purgatório, no entanto, isto ocorre por falta de conhecimentos e mesmo de recursos de linguagem para descrever o que se passa com eles. Mas, os benfeitores da eternidade, conhecedores de todas as leis e da verdade, vêm retificando as revelações, aprimorando-as.
Foi assim no caso da Doutrina dos Espíritos: Jesus enviou um grande Espírito, que se tornou conhecido como Allan Kardec, com a consciência de luz para saber conversar com os Espíritos preparados para isso, de modo a codificar essa doutrina de luz e de maiores entendimentos espirituais. Ei-la aí, nas tuas mãos. Estamos fazendo um simples trabalho, sob a Sua inspiração, para melhor servir aos que desejam estudar o Espiritismo e, ainda mais, pedimos a todos que orem pedindo a Jesus mais esclarecimentos sobre o que lêem.
Devemos orar todos juntos para que o Mestre dos mestres nos mande mais subsídios, no engrandecimento dos valores que sustentam "O Livro dos Espíritos". Esse é o nosso maior desejo.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 26 de Fevereiro de 2012, 18:00
Amigo Moura, não me vejo levado a compreender nada sob esse prisma pois compreendo sim, desde muito, a limitação deste. Até hoje não vi ninguém trazer da doutrina algo que efetivamente contradiga as idéias aqui discutidas. Como já disse, só vejo interpretações deslocadas e tendenciosas. Quanto ao CUEE, nem vou entrar em discussão...

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 26 de Fevereiro de 2012, 18:02
Mano Aimoré, não se trata de estarem em, "planos diferentes" mas sim de abrigarem estados conscienciais diferentes.
Veja, numa Classe como a em que estamos, mesmo aos que estão no ápice desta pirâmide, não se verá unanimidade  ou uma comunhão de pensamentos igualitária
Exatamente pela posição em que nos encontramos a de sermos Espíritos Imperfeitos.
abrigamos, cada um de nós, um grau diferenciado de pensamentos, ilações, conhecimentos e conclusões, por isso a unanimidade não pode existir.
Ao contrário disso estão os Espíritos Superiores, e os Puros, nestas classes já se encontra uma unanimidade visto que eles já passaram por todas as classes quem lhes estão abaixo e não abrigam mais os pensamentos ainda matizados pela materialidade.
abraços,
Moura

Esses estados conscienciais diferentes não podem plasmar planos espirituais diferentes?
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 18:15
Meus manos, deixem-pme fazer um parentesis, nesse debate, que já se alonga muito mas que vem distanciado doq ue a prórpia organização do tópico nos pede:
Vejamos está descrito logo ao início deste página:
"Forum Espirita » CODIFICAÇÃO » O Céu e o Inferno

Do que vemos compreendemos sem esforço que a primeira indicação nos diz sobre a classificação deste fórum;
Na segunda, percebemos que nosso ponto de apoio é a codificação;
na terceira vem indicado a obra fulcro de toda averiguação, ou seja "O Céu e o Inferno".
Muito bem: Não se trata de um óbice a que estejamos obrigados a buscar apenas na obra O Céu e o Inferno, posto que OLE, e as outras obras nos podem servir de base e é isso que a organização geral nos pede que obedeçamos.
Ora, podemos fazer citação a obras que margeiem a doutrina, não tendo estas expressão de doutrina, mas de simples opiniões pessoais, isso nos ensina o item 2 da introdução ao estudo da doutrina espírita que temos na obra O ESE.
Exatamente por esta causa, o longo deambular sobre obras marginais à doutrina, ou seja aquelas ditadas por Espíritos de classes diferentes da dos Superiores, devam apenas serem citadas e não objeto de um debate em termos de doutrina. Se não são doutrina não podemo fazer parte integrante e extensa dos debates previstos pára esta parte onde estamos.
nesse sentido é que venho com esta explanação de motivos, para tentar fazer voltarmos ao foco central que é a obra doutrinária O Céu e o Inferno.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 18:16
Mano Aimoré, se o amigo voltar atrás nuns tantos posts nesse setor, verá que já repetiu-se isso algumas vezes, logo, não acho necessário esta insistência.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 26 de Fevereiro de 2012, 18:24
Bem, tudo depende muito da forma como o raciocínio é construído.

Se já temos uma coisa como verdade, procuramos tudo que confirme essa verdade para embasar, se lemos alguma coisa e simplesmente é uma informação, procuramos ver se a afirmação é correta ou não sem admitir de ante-mão ser certa ou errada.

Um bom conselho é estudar a DE na ordem indicada e depois ler os outros livros de manifestações mediúnicas, sempre partindo do principio da elevação do Espírito comunicante.

Um espírito ainda apegado a matéria, ainda tem a sua visão particular, portanto relativa como a nossa.

Bom estudo pra vocês.

Hebe


Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 26 de Fevereiro de 2012, 19:27
Entendo que quando obras "conhecidas como complementares", ensinam que existem locais reservados para penas futuras e que esses locais podem ser "comandados por espíritos" inferiores, estão AFIRMANDO e DECRETANDO que Umbral existe e,.....Ponto!

No entanto, se as penas e gozos futuros é individual a cada espírito e que cada um leva em sí mesmo, seu próprio castigo de acordo com suas atitudes, dependendo também de sí mesmo para sair desta situação, estando o inferno e o o céu em toda parte, conforme nos ensina os Espíritos Superiores, entendo que as "obras conhecidas como complementares", estão equivocadas ao decretar Umbral com um local que muitos de nós poderá habitar no futuro.

Ou seja, o meu "Umbral" estará localizado "onde estiver e de acordo com minha Moral".

OLE

255. Quando um Espírito diz que sofre, de que natureza é o seu sofrimento?

Angústias morais, que o torturam mais dolorosamente que os
sofrimentos físicos.

O Céu e o Inferno.

5°) O sofrimento sendo inerente à imperfeição, como a felicidade é inerente à perfeição, a alma leva em si mesma o seu próprio castigo onde quer que se encontre. Não há pois necessidade de um lugar circunscrito para ela. O inferno está assim por toda a parte, onde quer que existam almas sofredoras, como o céu está por toda a parte, onde quer que as almas sejam felizes.


Entretanto, Silvio Matos, os que afirmam saber uma coisa ou outra, quando colocada a prova a sua argumentação, mostram que no fundo não sabem. E da mesma forma que eu coloco a prova os que dizem não existir umbrais, também posso colocar a prova os estes que afirmam, com veemência, que existem.

Acreditar que se sabe alguma coisa é a maior tragédia armada para si mesmo, para o contínuo trabalho de pesquisa e estudo que todos estamos a empenhar.

Tudo o que vejo nesse fórum são "opniões pessoais". Não encontrei ainda alguém que realmente saiba a resposta.

"Na ausência de fatos, a dúvida é a opinião do homem prudente"


Abraços!

Pois bem Danilo, então você concorda que todas obras conhecidas como mediúnicas lançadas após a Codificação, teriam que ter um selo que se trata de "Opiniões Pessoais" de espíritos ou médiuns, e não como "complemento" ?

Pois o que observo em Centros Espíritas, na mídia, internet é que as obras de André Luiz estão de acordo com a Codificação e que são Espíritas,.....e ponto! Não tendo dúvidas.

Onde está faltando "Prudência"?

abç

Estas obras pertencem, sim, sem nenhuma sombra de dúvidas, à ciência espírita, pois são produtos inteligentes de fenômenos no campo de mediunidade, que é justamente o campo de pesquisa que Allan Kardec dedicou sua investigação. Se estão de acordo com à Doutrina filosófica dos espíritos, ou à Codificação Espírita este é um problema que só com muito trabalho e muita dedicação acharemos uma resposta.
 
1. Mas são objetos de pesquisa, que possuem o seu valor, e não deviam, por se tratar de declarações de espíritos ainda imperfeitos, serem depreciadas ou descartadas, como "ilusões", "delírios", e "opiniões pessoais". O absolutismo, em qualquer doutrina, leva à estagnação. Uma ciência, para ser digna dessa designação, deve levar em consideração tudo o que esteja disponível no seu campo de pesquisa, e aprofundar em todas as hipóteses, e analisar a todas com máxima seriedade, para progredir.
Mas a pretensão de querer saber nada mais que a "verdade absoluta" faz com que se queira somente nos instruir com Espíritos Superiores. Já pensaram que, por mais que eu deseje saber toda a verdade sobre uma ciência, por exemplo, a Física, é natural que eu venha primeiro me instruir com um pós graduado, para que depois esteja preparado para receber os ensinamentos de um doutor? Ou eu deveria ter a pretensão de ter o doutor sempre à minha disposição, e dele receber tudo que deva saber, até mesmo as equações mais simples? (PR)

2. Se me permite usar dessa comparação: Para construir um prédio, começamos pelo assentamento da base, dos pilares, das colunas e vigas. Teremos um projeto da localização dos andares, das escadas e dos elevadores. Nessa parte do trabalho estão envolvidos os profissionais tecnicamente mais qualificados, como engenheiros, arquitetos, técnicos de obra, operadores de guindaste, operadores de betoneira, etc...
Depois de erguida as bases, vem os detalhes. A colocação dos vidros, das portas, das janelas. A pintura externa, o acabamento, a colocação dos pisos. Esse trabalhos são dos profissionais tecnicamente menos qualificados em conhecimentos, como pintores, soldadores, mestres e peões de obra. O engenheiro e o arquiteto não precisa se envolver tanto nestas partes. No entanto, que seria de um prédio sem pintura, sem pisos, sem portas, sem janelas e sem acabamento? (PR)

O espiritismo é como um edifício erguido pelos espíritos. A parte da codificação coube ao rol dos mais qualificados. Agora, os menos qualificados não podem nos trazer detalhes mais específicos, que fazem parte da mesma construção? Não é porque não são perfeitos, que não possam nos ensinar muita coisa, ou que não possam colaborar no progresso das ideias.

3. Allan Kardec nunca disse que só devemos levar em consideração, e que só é digno de estudo, o que está dentro do rigor do CUEE. Esse método foi imprescindível na época da codificação, no entanto atualmente, desconheço a sua aplicação. Ninguém conseguiu me instruir sobre qual ser encarnado, atualmente, está qualificado para, com o "crivo da razão", julgar se uma nova informação vem de um espírito ignorante ou de um Espírito Superior.
Quem atualmente está qualificado ou habilitado para fazer uma nova codificação? Então é preciso revermos os nossos critérios. A própria ciência pode nos servir de apoio para alguma solução, uma vez que muitos princípios contidos nas obras de Chico Xavier já possuem aplicação prática em muitas ciências, especialmente na medicina.
Por que temer a propagação desses ensinos, só porque "nada a respeito foi dito na codificação"? Colocados em prática as idéias, exercitando-lhes a aplicação, discutindo-lhes as consequências, a roda do progresso há de girar mais depressa. Mas o que vejo é o ego dominando nas dissenções. Muitos adeptos de André Luiz tomam seus ensinos por verdades inabaláveis. Os inadeptos do mesmo, esforçam-se por encontrar apontamentos na codificação que destrua todo o seu conceito, interpretando a sua meneira particular. A cada um, partindo das próprias conclusões e acreditado "saber" de alguma coisa, não podem aprender mais nada que coloque em xeque as próprias convicções.

Novamente, posso ser surpreendido. Alguma passagem da codificação, que aponte de forma clara, como a água cristalina, pode ter escapado aos meus olhos, e que prove definitivamente que umbrais e colônias são logicamente contraditórias à Doutrina dos Espíritos. Não encontrando, estarei convencido de que a tentativa de marginalizar estas obras do movimento espírita é apenas uma disposição particular, fruto do próprio ego.


Acho que agora terminei...
Abraços!





 
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 26 de Fevereiro de 2012, 19:28
Bem, tudo depende muito da forma como o raciocínio é construído.

Se já temos uma coisa como verdade, procuramos tudo que confirme essa verdade para embasar, se lemos alguma coisa e simplesmente é uma informação, procuramos ver se a afirmação é correta ou não sem admitir de ante-mão ser certa ou errada.

Um bom conselho é estudar a DE na ordem indicada e depois ler os outros livros de manifestações mediúnicas, sempre partindo do principio da elevação do Espírito comunicante.

Um espírito ainda apegado a matéria, ainda tem a sua visão particular, portanto relativa como a nossa.

Bom estudo pra vocês.

Hebe

Isso mesmo Hebe! Assino em baixo!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 26 de Fevereiro de 2012, 19:44
Exemplo de questões que destruiriam a crença nos umbrais e colônias:

1020 - Existe, no mundo dos espíritos, locais que lhos sirvam de moradia ou repouso para espíritos de classe mediana, sem estar estes necessariamente em contato com os encarnados?

Não. Estes locais, que a imaginação e a fantasia descrevem, não existem, e os espíritos que os descrevem o fazem por ignorância ou malícia. Por ignorância, pois mesmo sendo bons, no estado em que se encontram, ainda materializados, trazem para o mundo espiritual as reminiscências da vida terrestre, e ainda apegados a matéria, iludem-se com a visão de casas, pássaros, animais, e paisagens naturais. Nesses locais, também acreditam ter as mesmas necessidades da vida terrestre, e lá permanecem, até o dia em que se derem conta da própria realidade. Acreditam ainda, trabalhar nesses locais, aprender sobre várias ciências, realizar cursos e palestras e conviver socialmente com outros espíritos que partilham da mesma ilusão. E por malícia, pois se riem da credulidade dos homens que acreditam em tais absurdos. Portanto, não há colônias, casas de repouso, fortalezas, construções de qualquer espécie. Não há paisagens naturais no mundo espiritual, e absolutamente nada que seja análogo ao vosso mundo inferior.

1021 - Existe, no mundo dos espíritos, locais especialmente destinados à retenção de espíritos sofredores?

Não. A crença nos purgatórios e umbrais desaparecerá quando o homem compreender a realidade do mundo espiritual. Qualquer imagem, cenário ou paisagem macabra e assustadora, descrita pelos espíritos, é fruto de sua imaginação, ainda acorrentada às impressões da matéria. Não existe, no mundo espiritual, nada que possua forma ou paisagem definida, além dos próprios espíritos.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/45/#ixzz1nWDIDzrf
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 26 de Fevereiro de 2012, 19:57
É Danilo,e não vemos tais questões e respostas na codificação.Por isso vamos manter a mente aberta para uma provável  existência das Colônias Espirituais e Umbrais.Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: hcancela em 26 de Fevereiro de 2012, 20:39
Exemplo de questões que destruiriam a crença nos umbrais e colônias:

1020 - Existe, no mundo dos espíritos, locais que lhos sirvam de moradia ou repouso para espíritos de classe mediana, sem estar estes necessariamente em contato com os encarnados?

Não. Estes locais, que a imaginação e a fantasia descrevem, não existem, e os espíritos que os descrevem o fazem por ignorância ou malícia. Por ignorância, pois mesmo sendo bons, no estado em que se encontram, ainda materializados, trazem para o mundo espiritual as reminiscências da vida terrestre, e ainda apegados a matéria, iludem-se com a visão de casas, pássaros, animais, e paisagens naturais. Nesses locais, também acreditam ter as mesmas necessidades da vida terrestre, e lá permanecem, até o dia em que se derem conta da própria realidade. Acreditam ainda, trabalhar nesses locais, aprender sobre várias ciências, realizar cursos e palestras e conviver socialmente com outros espíritos que partilham da mesma ilusão. E por malícia, pois se riem da credulidade dos homens que acreditam em tais absurdos. Portanto, não há colônias, casas de repouso, fortalezas, construções de qualquer espécie. Não há paisagens naturais no mundo espiritual, e absolutamente nada que seja análogo ao vosso mundo inferior.

1021 - Existe, no mundo dos espíritos, locais especialmente destinados à retenção de espíritos sofredores?

Não. A crença nos purgatórios e umbrais desaparecerá quando o homem compreender a realidade do mundo espiritual. Qualquer imagem, cenário ou paisagem macabra e assustadora, descrita pelos espíritos, é fruto de sua imaginação, ainda acorrentada às impressões da matéria. Não existe, no mundo espiritual, nada que possua forma ou paisagem definida, além dos próprios espíritos.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/45/#ixzz1nWDIDzrf

Amigo
As perguntas 1020 e 1021, estão em que livro? Se é no Livro dos Espiritos, só conheço até há pergunta 1019. Poderá dizer-nos por gentileza qual o Livro.
Abraços
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: hcancela em 26 de Fevereiro de 2012, 20:47
Olá amigos(as)

Perdoem entrar em vosso ilustre diálogo, mas o tema é'...

Umbral na Codificação.

Cadé ele?.

Saudações fraternas
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 26 de Fevereiro de 2012, 20:53
Amigo Cancela, o Danilo apenas se aventurou em simular questões que realmente poderiam contrariar a existência do Umbral e das colônias espirituais, só isso.

Um abraço,
Edil

Exemplo de questões que destruiriam a crença nos umbrais e colônias:

1020 - Existe, no mundo dos espíritos, locais que lhos sirvam de moradia ou repouso para espíritos de classe mediana, sem estar estes necessariamente em contato com os encarnados?

Não. Estes locais, que a imaginação e a fantasia descrevem, não existem, e os espíritos que os descrevem o fazem por ignorância ou malícia. Por ignorância, pois mesmo sendo bons, no estado em que se encontram, ainda materializados, trazem para o mundo espiritual as reminiscências da vida terrestre, e ainda apegados a matéria, iludem-se com a visão de casas, pássaros, animais, e paisagens naturais. Nesses locais, também acreditam ter as mesmas necessidades da vida terrestre, e lá permanecem, até o dia em que se derem conta da própria realidade. Acreditam ainda, trabalhar nesses locais, aprender sobre várias ciências, realizar cursos e palestras e conviver socialmente com outros espíritos que partilham da mesma ilusão. E por malícia, pois se riem da credulidade dos homens que acreditam em tais absurdos. Portanto, não há colônias, casas de repouso, fortalezas, construções de qualquer espécie. Não há paisagens naturais no mundo espiritual, e absolutamente nada que seja análogo ao vosso mundo inferior.

1021 - Existe, no mundo dos espíritos, locais especialmente destinados à retenção de espíritos sofredores?

Não. A crença nos purgatórios e umbrais desaparecerá quando o homem compreender a realidade do mundo espiritual. Qualquer imagem, cenário ou paisagem macabra e assustadora, descrita pelos espíritos, é fruto de sua imaginação, ainda acorrentada às impressões da matéria. Não existe, no mundo espiritual, nada que possua forma ou paisagem definida, além dos próprios espíritos.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/45/#ixzz1nWDIDzrf

Amigo
As perguntas 1020 e 1021, estão em que livro? Se é no Livro dos Espiritos, só conheço até há pergunta 1019. Poderá dizer-nos por gentileza qual o Livro.
Abraços
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 26 de Fevereiro de 2012, 21:04
Amigo Cancela, o Danilo apenas se aventurou em simular questões que realmente poderiam contrariar a existência do Umbral e das colônias espirituais, só isso.

Um abraço,
Edil

Exemplo de questões que destruiriam a crença nos umbrais e colônias:

1020 - Existe, no mundo dos espíritos, locais que lhos sirvam de moradia ou repouso para espíritos de classe mediana, sem estar estes necessariamente em contato com os encarnados?

Não. Estes locais, que a imaginação e a fantasia descrevem, não existem, e os espíritos que os descrevem o fazem por ignorância ou malícia. Por ignorância, pois mesmo sendo bons, no estado em que se encontram, ainda materializados, trazem para o mundo espiritual as reminiscências da vida terrestre, e ainda apegados a matéria, iludem-se com a visão de casas, pássaros, animais, e paisagens naturais. Nesses locais, também acreditam ter as mesmas necessidades da vida terrestre, e lá permanecem, até o dia em que se derem conta da própria realidade. Acreditam ainda, trabalhar nesses locais, aprender sobre várias ciências, realizar cursos e palestras e conviver socialmente com outros espíritos que partilham da mesma ilusão. E por malícia, pois se riem da credulidade dos homens que acreditam em tais absurdos. Portanto, não há colônias, casas de repouso, fortalezas, construções de qualquer espécie. Não há paisagens naturais no mundo espiritual, e absolutamente nada que seja análogo ao vosso mundo inferior.

1021 - Existe, no mundo dos espíritos, locais especialmente destinados à retenção de espíritos sofredores?

Não. A crença nos purgatórios e umbrais desaparecerá quando o homem compreender a realidade do mundo espiritual. Qualquer imagem, cenário ou paisagem macabra e assustadora, descrita pelos espíritos, é fruto de sua imaginação, ainda acorrentada às impressões da matéria. Não existe, no mundo espiritual, nada que possua forma ou paisagem definida, além dos próprios espíritos.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/45/#ixzz1nWDIDzrf

Amigo
As perguntas 1020 e 1021, estão em que livro? Se é no Livro dos Espiritos, só conheço até há pergunta 1019. Poderá dizer-nos por gentileza qual o Livro.
Abraços

E quis mostrar que na codificação não há nada de coerente que vá contra a ideia da existência de Umbrais e Colônias.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 21:07
Que parte desta resposta o amigo Aimoré não entendeu ser contrária a existência destas coisas?

"1021 - Existe, no mundo dos espíritos, locais especialmente destinados à retenção de espíritos sofredores?

Não. A crença nos purgatórios e umbrais desaparecerá quando o homem compreender a realidade do mundo espiritual. Qualquer imagem, cenário ou paisagem macabra e assustadora, descrita pelos espíritos, é fruto de sua imaginação, ainda acorrentada às impressões da matéria. Não existe, no mundo espiritual, nada que possua forma ou paisagem definida, além dos próprios espíritos.
repare é o próprio OLE a dizer isso... Não se trata de alusão, insinuação u hipótese, é mesmo reposta concreta dada pelos Espíritos Superiores.
abraços,
Moura

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/105/#ixzz1nWZ0LNtG
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 26 de Fevereiro de 2012, 21:10
Caro Moura,esta pergunta foi apenas uma simulação do amigo Danilo.Ela não existe.Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 26 de Fevereiro de 2012, 21:12
Gente isso virou uma coisa de louco, aumentaram o LE?
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 26 de Fevereiro de 2012, 21:15
Gente isso virou uma coisa de louco, aumentaram o LE?


Foi apenas uma simulação do nosso amigo Danilo.Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 21:20
A ilação do mano Danilo apenas robustece a verificação de Kardec na questão 1016 de OLE da qual excerto o seguinte trecho:

"Quanto ao Purgatório, nenhum lugar lhe havia sido marcado. Estava reservado ao Espiritismo
dar sobre todas essas coisas a mais racional explicação, a mais grandiosa e ao mesmo tempo a mais consoladora para a Humanidade. Assim, podemos dizer que trazemos em nós mesmos o nosso inferno e o nosso paraíso e que encontramos o nosso purgatório em nossa encarnação,
em nossas vidas corpóreas ou físicas."

Esta sim dentro das 1019 questões ali existentes.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 21:22
Volto a dizer, ainda continuamos a insistir em formulações que não se ajeitam na temática proposta dentro dessa categoria que trás como já indicado, a obra O Céu e o Inferno, como ponto a ser estudado.
Temos de apender a debater dentro da proposta que o FE nos pela, para não insistirmos em obras marginais a doutrina.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 26 de Fevereiro de 2012, 21:26
Amigo Danilo, veja só o que sua "brincadeira" causou!... Menino sapeca...  ;D

Que parte desta resposta o amigo Aimoré não entendeu ser contrária a existência destas coisas?

"1021 - Existe, no mundo dos espíritos, locais especialmente destinados à retenção de espíritos sofredores?

Não. A crença nos purgatórios e umbrais desaparecerá quando o homem compreender a realidade do mundo espiritual. Qualquer imagem, cenário ou paisagem macabra e assustadora, descrita pelos espíritos, é fruto de sua imaginação, ainda acorrentada às impressões da matéria. Não existe, no mundo espiritual, nada que possua forma ou paisagem definida, além dos próprios espíritos.
repare é o próprio OLE a dizer isso... Não se trata de alusão, insinuação u hipótese, é mesmo reposta concreta dada pelos Espíritos Superiores.
abraços,
Moura

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/105/#ixzz1nWZ0LNtG
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 21:41
Não faz isso não mano Edil, pois logo após a manifestação da Hebinha eu expliquei o porque da minha postagem dentro do que o amigo Danilo postou.
Por certo eu haveria de esperar pelas gracinhas que adviriam da minha postagem para poder explicar.
É claro que não me refiro a Hebinha, que deve ter compreendido a minha também pegadinha...
Por mais de doze anos eu fui o responsável na Internet pelo Estudo de OLE, logo não poderia esquecer que ele só contém 1019 questões.
Porém se começasse a escrever desmistificando a idéia do mano Danilo perderia a oportunidade de  brincar.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 26 de Fevereiro de 2012, 21:47
Amigo Danilo, veja só o que sua "brincadeira" causou!... Menino sapeca...  ;D

Que parte desta resposta o amigo Aimoré não entendeu ser contrária a existência destas coisas?

"1021 - Existe, no mundo dos espíritos, locais especialmente destinados à retenção de espíritos sofredores?

Não. A crença nos purgatórios e umbrais desaparecerá quando o homem compreender a realidade do mundo espiritual. Qualquer imagem, cenário ou paisagem macabra e assustadora, descrita pelos espíritos, é fruto de sua imaginação, ainda acorrentada às impressões da matéria. Não existe, no mundo espiritual, nada que possua forma ou paisagem definida, além dos próprios espíritos.
repare é o próprio OLE a dizer isso... Não se trata de alusão, insinuação u hipótese, é mesmo reposta concreta dada pelos Espíritos Superiores.
abraços,
Moura

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/105/#ixzz1nWZ0LNtG

Isso porque eu disse que era uma simulação, kkkkk...Rí muito com a confusão!
Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 26 de Fevereiro de 2012, 21:49
Mas amigo Moura, eu também estou brincando... Não consegui ficar de fora, só isso.  ;)

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 26 de Fevereiro de 2012, 21:51
Foi engraçado sim e ri bastante, ri,mais ainda no continuar que dei e que não compreenderam hehehe."
Tem de ficar "esperto,  pois quando o tema deixa, eu sempre entro continuando uma brincadeira mas sem avisar.
Senão não tem graça né:)
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: psi em 27 de Fevereiro de 2012, 01:07
A questão abaixo do LE que eu postei em minha última intervenção ficou sem resposta:

279- Todos os espíritos têm acesso, reciprocamente, uns junto aos outros?
_ Os bons vão por toda parte... Mas as regiões habitadas pelos bons  são interditadas aos imperfeitos, a fim de que não levem a elas o distúrbio das más paixões...


Se há regiões onde habitam os bons espíritos, obviamente haverá regiões onde habitam os inferiores.

Um abraço

PSI 

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 27 de Fevereiro de 2012, 01:12
A questão abaixo do LE que eu postei em minha última intervenção ficou sem resposta:

279- Todos os espíritos têm acesso, reciprocamente, uns junto aos outros?
_ Os bons vão por toda parte... Mas as regiões habitadas pelos bons  são interditadas aos imperfeitos, a fim de que não levem a elas o distúrbio das más paixões...


Se há regiões onde habitam os bons espíritos, obviamente haverá regiões onde habitam os inferiores.

Um abraço

PSI 



É a conclusão a que a lógica nos leva.Nas obras de André Luiz não vemos isso acontecer?
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 27 de Fevereiro de 2012, 14:39
Mano aimoré,
chama-se região a todo local onde se agrupe um tipo de Espíritos afins, não a um local específico.
Isso porque os Espíritos disse não necessitam pois estão, segundo OLE, onde lhes esteja o pensamento.Assim, com também se comuniquem por meio do pensamento, não necessitam de locais geograficamente circunscritos.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: JORGE VIEIRA em 27 de Fevereiro de 2012, 15:31
Meus caros amigois, é a minha primeira participação no fórum. Mas uma dúvida me atormenta. Se a a consciência permanece a mesma depois do desencarne, como a ela reagiria sem ter alguma referência geográfica, isso não deixaria esse espírito meio confuso ?
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Carlos Cunha em 27 de Fevereiro de 2012, 15:41
Moura, eu não disse que vocês estão errados.

Porém você também não pode dizer que eu estou errado pois ninguém na mesa disse para o Espírito algo do tipo; Vá, acompanhe esses enfermeiros, tome a água e etc. Ou seja, não houve sugestão para o mesmo.

Foi o mesmo que o disse. Sendo assim, após o seu retorno, meses depois, alguns nos informaram que estão estudando, que melhoraram e que estão sendo ensinados e estudando.

E não foi em uma nem duas nem três. Foram dezenas, por isso citei da prática.

Será então que realmente não existem Colônias, nem Umbral? Ou seja, todos esses espíritos atendidos e esclarecidos pelo médium responsável por esse trabalho, vivem presos em ilusões criadas pela força de seus próprios pensamentos? Inclusive juntos de outros Espíritos, tanto na "Colônia", como no "Umbral"?

No aguardo.

Carlos.

Engraçado Carlos,
em toda a minha prática medianímica e olhe que só de desobsessão tenho mais de alguns poucos 20 anos, e em 4 casas espíritas de renome, não tive senão por duas vezes nenhum Espírito a me dizer sobre isso e mesmo estes dois, após entenderem a situação em que estavam, reconhecerem o erro que eles haviam cometido de se verem em tais locais.
Meu amigo, não se pode apurar uma Verdade que parta de um Espírito em tal situação. todas as suas opiniões estão matizadas de grave culpa que ele sente, e também de uma ordem grande de crenças espúrias ao dizer codificado.
Será que só eu ou algum dos que me acompanhavam num grupo de mais de 15 pessoas em cada casa que partilhavam de trabalhos mediúnicos nessas cassas estejamos errados?
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 27 de Fevereiro de 2012, 16:18
Ok mano Carlos, entendi o seu ponto de vista.
Porém há que concordar o amigo, que se deva, segundo OLE, OLM e RE, seguras assertivas de que não se deva tomar como verdades estas informações devido ao estado de perturbação que ainda os acorra.
Todos abrigamos crenças,  pontos de vista, conclusões erradas que as levamos para a erraticidade e estas são de difícil apagar entende?
Tomemos a estas aferições como opiniões e todos estaremos no bom caminho.
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Carlos Cunha em 27 de Fevereiro de 2012, 16:20
Ok, continuemos pensando e buscando respostas.

Carlos.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 27 de Fevereiro de 2012, 16:27
E você nos ajude, a continuar procurando e debatendo mano!
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 27 de Fevereiro de 2012, 17:40
Meus caros amigois, é a minha primeira participação no fórum. Mas uma dúvida me atormenta. Se a a consciência permanece a mesma depois do desencarne, como a ela reagiria sem ter alguma referência geográfica, isso não deixaria esse espírito meio confuso ?

Meu caro Jorge, tudo nos leva a crer que o espaço do universo é uno e absoluto. A principio, não devemos considerar a existência dimensões ou universos paralelos, como nestes contos fantásticos em que através de um portal em forma de espelho, alguém se transporta para outra realidade. Os espíritos ocupam o mesmo espaço que nós. O que designamos como "dimensão espiritual", ou "mundo espiritual" localiza-se exatamente no mesmo espaço que o nosso, com a diferença que tudo o que existe nesse mundo é feito de matéria quintessenciada, ou matéria sutil. Os mundos carnal e espiritual estão sobrepostos um ao outro. Eles se interpenetram. E logicamente, existe sim espaço no mundo espiritual. Se existe espaço, logicamente que pode existir localizações definidas e referências geográficas.

No entanto, na tentativa de abolir a ideia das colônias e umbrais, é comum encontrarmos argumentos de que não existe "locais", ou "lugares" no mundo espiritual. Isso é um absurdo, que é desmentido pela própria codificação.

Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 27 de Fevereiro de 2012, 17:59
Mano Carlos,
o amigo coloca: "Será então que realmente não existem Colônias, nem Umbral? Ou seja, todos esses espíritos atendidos e esclarecidos pelo médium responsável por esse trabalho, vivem presos em ilusões criadas pela força de seus próprios pensamentos? Inclusive juntos de outros Espíritos, tanto na "Colônia", como no "Umbral"?

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/120/#ixzz1nbcjERnv
o que se tem sobre esta sua questão nas obras básicas é que são ilusões que se originam nas crenças destes espíritos.
tal com no episódio da tabaqueira descrito em OLE, esta não passava de uma plasmação criada pelo Espírito mas que era uma ilusão.
Em casos como os que relatam da existência de cidades e Umbrais, nem mesmo se pode dizer sem que se erre, que estas sejam apenas engodos ,mentiras ou mistificações, porque o estado ilusório diante das crenças que eles abrigam é de tal ordem que eles pensam serem verdadeiras as ilusões que eles mesmo criam.
Já disse aqui e hoje repito, chegará o dia em que me verei em condição para lhes contar um caso real que se passou comigo mesmo e com esta colônia Nosso lar.
Tudo se passou não uma mas em três vezes, e dentro de um CE durante uma reunião de ensino mediúnico fechada, na parte consagrada à emancipação da alma.
Eu nuca tinha lido a obra ainda, porém descrevi até detalhes das grandes maçanetas das portas e da constituição dos degraus que partiam em semi-círculo do térreo para o primeiro andar e também sobre as afamadas câmaras de regeneração.
Então deveria ser uma dos que mais atestassem tal existência já que não tinha o menor conhecimento dos fatos narrados.
Mas ainda não me sinto bem, diante de tanta celeuma que este tema cria, para expor aqui ou em qualquer outro fórum.
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 27 de Fevereiro de 2012, 18:07
Mano Danilo
para reforçar a sua resposta eu faço uma remissão ás palavras de Jesus no Evangelho de Tomé:
"Não creais que o reino do Pai esteja circunscrito, pelas paredes dos templos criados pelo Homem. Ele existe sobretudo.
Quebra uma acha de madeira e ali Ele estará, levanta um pedra do chão e ali O encontrarás".
Abraços,
Moura

Meus caros amigois, é a minha primeira participação no fórum. Mas uma dúvida me atormenta. Se a a consciência permanece a mesma depois do desencarne, como a ela reagiria sem ter alguma referência geográfica, isso não deixaria esse espírito meio confuso ?

Meu caro Jorge, tudo nos leva a crer que o espaço do universo é uno e absoluto. A principio, não devemos considerar a existência dimensões ou universos paralelos, como nestes contos fantásticos em que através de um portal em forma de espelho, alguém se transporta para outra realidade. Os espíritos ocupam o mesmo espaço que nós. O que designamos como "dimensão espiritual", ou "mundo espiritual" localiza-se exatamente no mesmo espaço que o nosso, com a diferença que tudo o que existe nesse mundo é feito de matéria quintessenciada, ou matéria sutil. Os mundos carnal e espiritual estão sobrepostos um ao outro. Eles se interpenetram. E logicamente, existe sim espaço no mundo espiritual. Se existe espaço, logicamente que pode existir localizações definidas e referências geográficas.

No entanto, na tentativa de abolir a ideia das colônias e umbrais, é comum encontrarmos argumentos de que não existe "locais", ou "lugares" no mundo espiritual. Isso é um absurdo, que é desmentido pela própria codificação.

Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 27 de Fevereiro de 2012, 19:49
Moura, para tu, lugar, localidade, local, região é sinônimo de local circunscrito?
Vamos separar as idéias das palavras...Se me permite:
Local, é qualquer lugar que possa ser indicado, definido, delimitado, marcado.
Local circunscrito é qualquer lugar onde todo os teus pontos estejam delimitados por uma fronteira...Exemplo: Uma fazenda é um local circunscrito onde a fronteira é uma cerca. O Brasil é um local circunscrito, em que a fronteira é o oceano atlântico e vários países da america do sul.

Tu parece que trata os dois como a mesma coisa, e diz que no mundo dos espíritos não existe locais, nem lugares, nem espaço. Então por onde os espíritos se movimentam? O que eles percorrem?

<Não existem locais circunscritos destinados as penas e gozos após a morte>

E não existem mesmo! A frase está certinha. O umbral não tem fronteira, e Nosso lar não é um lugar destinado a "gozos". Essa frase, pra mim, apenas destrói os conceitos de céu e inferno.
Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 27 de Fevereiro de 2012, 20:07
Danilo, não existe lugar circunscrito e nem localizado no mundo Espiritual, está em OLE.

Então pensa bem, sei que aqui fala de Umbral, mas vamos situar alguns dizeres.

"Sobre o céu do RJ " ( Localizado) , com muralhas e portões ( circunscrito), poderia ter sido dito, existem locais mas vocês não entenderiam, porém a resposta dos Espíritos Superiores foi certeira mais uma vez.

sem mais

Um abç
Hebe
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 27 de Fevereiro de 2012, 20:40
Moura, para tu, lugar, localidade, local, região é sinônimo de local circunscrito?
Vamos separar as idéias das palavras...Se me permite:
Local, é qualquer lugar que possa ser indicado, definido, delimitado, marcado.
Local circunscrito é qualquer lugar onde todo os teus pontos estejam delimitados por uma fronteira...Exemplo: Uma fazenda é um local circunscrito onde a fronteira é uma cerca. O Brasil é um local circunscrito, em que a fronteira é o oceano atlântico e vários países da america do sul.

Tu parece que trata os dois como a mesma coisa, e diz que no mundo dos espíritos não existe locais, nem lugares, nem espaço. Então por onde os espíritos se movimentam? O que eles percorrem?

<Não existem locais circunscritos destinados as penas e gozos após a morte>

E não existem mesmo! A frase está certinha. O umbral não tem fronteira, e Nosso lar não é um lugar destinado a "gozos". Essa frase, pra mim, apenas destrói os conceitos de céu e inferno.
Abraços!

Segundo os relatos de André Luiz,nem o Umbral,nem Nosso Lar são lugares circunscritos e fechados.Há movimentação entre eles.O que a Doutrina diz é que lugares como céu e inferno,que segundo a concepção católica são lugares circunscritos e fechados,não existem.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 27 de Fevereiro de 2012, 21:31
Aimoré ,
Teve até ataque de dardos por Espíritos inferiores em Nosso Lar, como não é fechado nem circunscrito?

Bem , eu já entrei em vários tópicos deste tema, ainda não me convenci, volto a DE e os posts se repetem e repetem e os argumentos são os mesmos.

Sinceramente, eu já falei em outros debates deste tema, ao invés de me preocupar no que tem de material no mundo Espiritual, eu prefiro me preocupar em outra parte da DE, porque se o Espírito carrega os apegos do mundo material para o Espiritual , essa é a causa das obsessões e ilusões do Espírito, portanto o auto conhecimento e a reforma intima deve ser muito mais estimulado em estudo nos Centros do que o que tem ou deixa de ter na erraticidade.

Pelo o que descrevem esses Espíritos, para mim são apegadíssimos a matéria ainda e por conseguinte podem cair em erro pela relatividade da visão que têm. Praticamente não há vantagem de se livrar do corpo físico pelo o que eles descrevem , quando em OLE diz que o corpo físico é uma prisão para o Espírito e este se sente liberto longe das aflições da matéria.
Seu sofrimento é inteiramente moral. Até o viciado sofre por não poder satisfazer seu vício.

Acho, portanto que pelo conhecimento que a DE passa, não devemos estar preocupados se vamos ter a caminha no mundo Espiritual ou Hospital etc etc, porque o que vai definir o sofrimento ou não na erraticidade é a consciência do Espírito e isso só depende da elevação moral e o desapego a vida material.

Bom continuem o estudo e desculpem-me pelo desabafo fora do tema.
Um abç
Hebe

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 27 de Fevereiro de 2012, 21:48
Aimoré ,
Teve até ataque de dardos por Espíritos inferiores em Nosso Lar, como não é fechado nem circunscrito?

Bem , eu já entrei em vários tópicos deste tema, ainda não me convenci, volto a DE e os posts se repetem e repetem e os argumentos são os mesmos.

Sinceramente, eu já falei em outros debates deste tema, ao invés de me preocupar no que tem de material no mundo Espiritual, eu prefiro me preocupar em outra parte da DE, porque se o Espírito carrega os apegos do mundo material para o Espiritual , essa é a causa das obsessões e ilusões do Espírito, portanto o auto conhecimento e a reforma intima deve ser muito mais estimulado em estudo nos Centros do que o que tem ou deixa de ter na erraticidade.

Pelo o que descrevem esses Espíritos, para mim são apegadíssimos a matéria ainda e por conseguinte podem cair em erro pela relatividade da visão que têm. Praticamente não há vantagem de se livrar do corpo físico pelo o que eles descrevem , quando em OLE diz que o corpo físico é uma prisão para o Espírito e este se sente liberto longe das aflições da matéria.
Seu sofrimento é inteiramente moral. Até o viciado sofre por não poder satisfazer seu vício.

Acho, portanto que pelo conhecimento que a DE passa, não devemos estar preocupados se vamos ter a caminha no mundo Espiritual ou Hospital etc etc, porque o que vai definir o sofrimento ou não na erraticidade é a consciência do Espírito e isso só depende da elevação moral e o desapego a vida material.

Bom continuem o estudo e desculpem-me pelo desabafo fora do tema.
Um abç
Hebe



Amiga Hebe,segundo André Luiz, Espíritos saem de Nosso Lar a todo tempo para ajudar Espíritos no Umbral e Espíritos do Umbral,melhorando sua sintonia,podem ir para Nosso Lar.Foi nesse sentido que eu disse que esses planos não são "circunscritos e fechados".

Concordo contigo que nosso esforço maior tem que ser por nos melhorarmos moralmente e respeito muito suas opiniões.Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 27 de Fevereiro de 2012, 22:44
Não, amiga Hebe. O que está em minha versão de OLE é o seguinte:


1012 Haverá lugares determinados no universo destinados às
penalidades e aos prazeres dos Espíritos, conforme seus méritos?

– Já respondemos a essa questão. As penalidades e os prazeres são
inerentes ao grau de perfeição dos Espíritos; cada um tira de si mesmo o
princípio de sua própria felicidade ou infelicidade; e como estão por toda
parte, nenhum lugar localizado nem fechado está destinado a um ou a outro.
Quanto aos Espíritos encarnados, eles são mais ou menos felizes ou
infelizes conforme o mundo que habitem seja mais ou menos avançado.


Mais uma vez encontramos fragmentação e distorção de sentido nessa interpretação.

Um abraço,
Edil

Danilo, não existe lugar circunscrito e nem localizado no mundo Espiritual, está em OLE.

Então pensa bem, sei que aqui fala de Umbral, mas vamos situar alguns dizeres.

"Sobre o céu do RJ " ( Localizado) , com muralhas e portões ( circunscrito), poderia ter sido dito, existem locais mas vocês não entenderiam, porém a resposta dos Espíritos Superiores foi certeira mais uma vez.

sem mais

Um abç
Hebe
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 27 de Fevereiro de 2012, 22:55
Olha Edil eu concordo com você acho que me expressei mal.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: psi em 27 de Fevereiro de 2012, 23:18
Olá. O que a doutrina diz é que não existem lugares fechados destinados ao cumprimento de penas ou ao gozo de prazeres, ou seja, não existe céu e inferno.

O que alguns amigos estão equivocadamente fazendo é pegar uma frase e truncá-la no meio para tentar inviabilizar a existência das cidades espirituais.

Um abraço


PSI
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 27 de Fevereiro de 2012, 23:27
A codificação espírita explica muito bem por que alguns espíritos veem trevas(umbral)

Revista Espírita 1865:

"Há então o mundo corpóreo, composto dos Espíritos encarnados, e o mundo espiritual, formado dos Espíritos desencarnados. Os Espíritos são criados simples e ignorantes, mas com a aptidão de tudo adquirir e a progredir em virtude de seu livre arbítrio. Pelo progresso, adquirem novos conhecimentos, novas faculdades, novas percepções e, em conseqüência, novos gozos desconhecidos aos Espíritos inferiores; eles vêem, ouvem, sen-tem e compreendem o que os Espíritos atrasados não podem nem ver, nem ouvir, nem sentir, nem compreender. A felicidade está em razão do progresso alcançado; de sorte que, de dois Espíritos, um pode não estar tão feliz quanto o outro, unicamente porque não é tão avançado intelectualmente e moralmente, sem que tenham necessidade de estar cada um num lugar distinto. Ainda que estando ao lado um do outro, um pode estar nas trevas, ao passo que tudo é resplendente ao redor do outro, absolutamente como para um cego e um vidente que se dão a mão; um percebe a luz, que não causa nenhuma impressão sobre seu vizinho. A felicidade dos Espíritos sendo inerente às qualidades que possuem, eles a haurem por toda parte onde se encontrem, na superfície da Terra, no meio dos encarnados ou no espaço.”Allan Kardec


Não vejo porque tanta dúvida em um ponto que esta esclarecido a tempo.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 28 de Fevereiro de 2012, 00:57
Amigo Alcídio, acho que mesmo indiretamente estamos tratando aqui das plasmações advindas do estado moral dos Espíritos sofredores que neste caso plasmariam o que é conhecido por Umbral.  O que vale questionar de sua colocação, é se apesar dos Espíritos mais felizes não compartilharem deste estado, eles não poderiam ver e constatar as plasmações criadas pelos sofredores.  Acho que todos concordamos que, tudo que venha a existir como forma no mundo espiritual, deva ser criação da mente dos Espíritos, assim como a forma que eles próprios eventualmente apresentem. Acho também que ninguém disse que Umbral, colônias e coisas que o valham sejam criações de Deus preexistentes talvez até aos Espíritos, e reservadas a estes desta ou daquela classe, como seria o caso de Céu, Inferno e Purgatório. Nadica de nada tem a ver uma coisa com a outra.

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Carlos Cunha em 28 de Fevereiro de 2012, 01:13
É isso que eu sempre tentei escrever mas me faltava palavras.

Obrigado Edil.

Carlos.

Amigo Alcídio, acho que mesmo indiretamente estamos tratando aqui das plasmações advindas do estado moral dos Espíritos sofredores que neste caso plasmariam o que é conhecido por Umbral.  O que vale questionar de sua colocação, é se apesar dos Espíritos mais felizes não compartilharem deste estado, eles não poderiam ver e constatar as plasmações criadas pelos sofredores.  Acho que todos concordamos que, tudo que venha a existir como forma no mundo espiritual, deva ser criação da mente dos Espíritos, assim como a forma que eles próprios eventualmente apresentem. Acho também que ninguém disse que Umbral, colônias e coisas que o valham sejam criações de Deus preexistentes talvez até aos Espíritos, e reservadas a estes desta ou daquela classe, como seria o caso de Céu, Inferno e Purgatório. Nadica de nada tem a ver uma coisa com a outra.

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 28 de Fevereiro de 2012, 02:52
Pois então meu amigo Carlos... Creio que a própria doutrina nos leva bem claramente a essa conclusão.

Um abraço,
Edil

É isso que eu sempre tentei escrever mas me faltava palavras.

Obrigado Edil.

Carlos.

Amigo Alcídio, acho que mesmo indiretamente estamos tratando aqui das plasmações advindas do estado moral dos Espíritos sofredores que neste caso plasmariam o que é conhecido por Umbral.  O que vale questionar de sua colocação, é se apesar dos Espíritos mais felizes não compartilharem deste estado, eles não poderiam ver e constatar as plasmações criadas pelos sofredores.  Acho que todos concordamos que, tudo que venha a existir como forma no mundo espiritual, deva ser criação da mente dos Espíritos, assim como a forma que eles próprios eventualmente apresentem. Acho também que ninguém disse que Umbral, colônias e coisas que o valham sejam criações de Deus preexistentes talvez até aos Espíritos, e reservadas a estes desta ou daquela classe, como seria o caso de Céu, Inferno e Purgatório. Nadica de nada tem a ver uma coisa com a outra.

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Silvio Matos em 28 de Fevereiro de 2012, 12:30
Entendo que quando obras "conhecidas como complementares", ensinam que existem locais reservados para penas futuras e que esses locais podem ser "comandados por espíritos" inferiores, estão AFIRMANDO e DECRETANDO que Umbral existe e,.....Ponto!

No entanto, se as penas e gozos futuros é individual a cada espírito e que cada um leva em sí mesmo, seu próprio castigo de acordo com suas atitudes, dependendo também de sí mesmo para sair desta situação, estando o inferno e o o céu em toda parte, conforme nos ensina os Espíritos Superiores, entendo que as "obras conhecidas como complementares", estão equivocadas ao decretar Umbral com um local que muitos de nós poderá habitar no futuro.

Ou seja, o meu "Umbral" estará localizado "onde estiver e de acordo com minha Moral".

OLE

255. Quando um Espírito diz que sofre, de que natureza é o seu sofrimento?

Angústias morais, que o torturam mais dolorosamente que os
sofrimentos físicos.

O Céu e o Inferno.

5°) O sofrimento sendo inerente à imperfeição, como a felicidade é inerente à perfeição, a alma leva em si mesma o seu próprio castigo onde quer que se encontre. Não há pois necessidade de um lugar circunscrito para ela. O inferno está assim por toda a parte, onde quer que existam almas sofredoras, como o céu está por toda a parte, onde quer que as almas sejam felizes.


Entretanto, Silvio Matos, os que afirmam saber uma coisa ou outra, quando colocada a prova a sua argumentação, mostram que no fundo não sabem. E da mesma forma que eu coloco a prova os que dizem não existir umbrais, também posso colocar a prova os estes que afirmam, com veemência, que existem.

Acreditar que se sabe alguma coisa é a maior tragédia armada para si mesmo, para o contínuo trabalho de pesquisa e estudo que todos estamos a empenhar.

Tudo o que vejo nesse fórum são "opniões pessoais". Não encontrei ainda alguém que realmente saiba a resposta.

"Na ausência de fatos, a dúvida é a opinião do homem prudente"


Abraços!

Pois bem Danilo, então você concorda que todas obras conhecidas como mediúnicas lançadas após a Codificação, teriam que ter um selo que se trata de "Opiniões Pessoais" de espíritos ou médiuns, e não como "complemento" ?

Pois o que observo em Centros Espíritas, na mídia, internet é que as obras de André Luiz estão de acordo com a Codificação e que são Espíritas,.....e ponto! Não tendo dúvidas.

Onde está faltando "Prudência"?

abç

Estas obras pertencem, sim, sem nenhuma sombra de dúvidas, à ciência espírita, pois são produtos inteligentes de fenômenos no campo de mediunidade, que é justamente o campo de pesquisa que Allan Kardec dedicou sua investigação. Se estão de acordo com à Doutrina filosófica dos espíritos, ou à Codificação Espírita este é um problema que só com muito trabalho e muita dedicação acharemos uma resposta.
 
1. Mas são objetos de pesquisa, que possuem o seu valor, e não deviam, por se tratar de declarações de espíritos ainda imperfeitos, serem depreciadas ou descartadas, como "ilusões", "delírios", e "opiniões pessoais". O absolutismo, em qualquer doutrina, leva à estagnação. Uma ciência, para ser digna dessa designação, deve levar em consideração tudo o que esteja disponível no seu campo de pesquisa, e aprofundar em todas as hipóteses, e analisar a todas com máxima seriedade, para progredir.
Mas a pretensão de querer saber nada mais que a "verdade absoluta" faz com que se queira somente nos instruir com Espíritos Superiores. Já pensaram que, por mais que eu deseje saber toda a verdade sobre uma ciência, por exemplo, a Física, é natural que eu venha primeiro me instruir com um pós graduado, para que depois esteja preparado para receber os ensinamentos de um doutor? Ou eu deveria ter a pretensão de ter o doutor sempre à minha disposição, e dele receber tudo que deva saber, até mesmo as equações mais simples? (PR)

2. Se me permite usar dessa comparação: Para construir um prédio, começamos pelo assentamento da base, dos pilares, das colunas e vigas. Teremos um projeto da localização dos andares, das escadas e dos elevadores. Nessa parte do trabalho estão envolvidos os profissionais tecnicamente mais qualificados, como engenheiros, arquitetos, técnicos de obra, operadores de guindaste, operadores de betoneira, etc...
Depois de erguida as bases, vem os detalhes. A colocação dos vidros, das portas, das janelas. A pintura externa, o acabamento, a colocação dos pisos. Esse trabalhos são dos profissionais tecnicamente menos qualificados em conhecimentos, como pintores, soldadores, mestres e peões de obra. O engenheiro e o arquiteto não precisa se envolver tanto nestas partes. No entanto, que seria de um prédio sem pintura, sem pisos, sem portas, sem janelas e sem acabamento? (PR)

O espiritismo é como um edifício erguido pelos espíritos. A parte da codificação coube ao rol dos mais qualificados. Agora, os menos qualificados não podem nos trazer detalhes mais específicos, que fazem parte da mesma construção? Não é porque não são perfeitos, que não possam nos ensinar muita coisa, ou que não possam colaborar no progresso das ideias.

3. Allan Kardec nunca disse que só devemos levar em consideração, e que só é digno de estudo, o que está dentro do rigor do CUEE. Esse método foi imprescindível na época da codificação, no entanto atualmente, desconheço a sua aplicação. Ninguém conseguiu me instruir sobre qual ser encarnado, atualmente, está qualificado para, com o "crivo da razão", julgar se uma nova informação vem de um espírito ignorante ou de um Espírito Superior.
Quem atualmente está qualificado ou habilitado para fazer uma nova codificação? Então é preciso revermos os nossos critérios. A própria ciência pode nos servir de apoio para alguma solução, uma vez que muitos princípios contidos nas obras de Chico Xavier já possuem aplicação prática em muitas ciências, especialmente na medicina.
Por que temer a propagação desses ensinos, só porque "nada a respeito foi dito na codificação"? Colocados em prática as idéias, exercitando-lhes a aplicação, discutindo-lhes as consequências, a roda do progresso há de girar mais depressa. Mas o que vejo é o ego dominando nas dissenções. Muitos adeptos de André Luiz tomam seus ensinos por verdades inabaláveis. Os inadeptos do mesmo, esforçam-se por encontrar apontamentos na codificação que destrua todo o seu conceito, interpretando a sua meneira particular. A cada um, partindo das próprias conclusões e acreditado "saber" de alguma coisa, não podem aprender mais nada que coloque em xeque as próprias convicções.

Novamente, posso ser surpreendido. Alguma passagem da codificação, que aponte de forma clara, como a água cristalina, pode ter escapado aos meus olhos, e que prove definitivamente que umbrais e colônias são logicamente contraditórias à Doutrina dos Espíritos. Não encontrando, estarei convencido de que a tentativa de marginalizar estas obras do movimento espírita é apenas uma disposição particular, fruto do próprio ego.


Acho que agora terminei...
Abraços!



Carambaaaa!!! Fiquei uns dias sem entrar no Fórum e esse tópico, bombouuuu. Que bom! :D
Pois penso que com debates, troca de idéias e conhecimentos, aprendemos e desenvolvemos muito mais, além de manter os neurônios ativos,..rsrs!

Pois então Danilo, óbvio que as obras de André Luiz e de outros Espíritos têm seu valor e "podem ter" muitas informações que estão de acordo com a Codificação.

O que observo é que se não fossem muitos espíritas estudiosos e pesquisadores que estão trabalhando, estudando, pesquisando, divulgando equívocos no Movimento Espírita Brasileiro, principalmente com a falta de Prudência, ao se divulgar que tais obras são Espíritas e que estão totalmente de acordo com a Codificação, as Obras Básicas seriam colocadas em segundo, terceiro, quarto.......plano.

Será que isso já não ocorre em muitos Centros Espíritas? ???

abç
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 28 de Fevereiro de 2012, 13:23
Às vezes Silvio ocorre sim em alguns Centros.

Não só ocorre como tenho observado nos estudos específicos das obras básicas, os enxertos de dizeres de Ramatis  e outros para explicar a DE, o que causa uma grande confusão na compreensão da DE. Aqui tem 5 Centros, andei por alguns e continuo a frequentar o mesmo.

No que eu frequento antes de passar pelo estudo das obras básicas e na ordem certa , não se passa para outro estudo. Lógico que há palestras sobre outras obras, estudo também , mas a base é fundamental.

Um abç
Hebe
 
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 28 de Fevereiro de 2012, 14:04
Hebe, penso que há vários níveis de confiabilidade...
A codificação deve ser o nosso guia. O ponto de partida. A base de todos os ensinos...
Depois, temos obras de médiuns mais confiáveis, como Chico Xavier, Divaldo Franco Pereira (só um exemplo), que não devem ser considerados de forma absoluta como livros da Filosofia Espírita, mas que podem ser colocados em segundo plano, numa posição mais periférica, no aspiral da doutrina, e que merecem ser estudados.
Assim vejo a ordem mais correta e coerente de estudar a doutrina. do nivel mais alto para o nível mais baixo de confiabilidade.
Está correto o meu pensamento?

Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Hebe M C em 28 de Fevereiro de 2012, 14:31
Olha Danilo, primeiro acho que´é Kardec, depois o restante analisado através da DE.

Eu penso assim, não quer dizer, imposição alguma.

Muitos vão dizer, ah!! mas foi através deste ou daquele livro que eu conheci o Espiritismo, outros dizem entrei para o Espiritismo e estou lendo Nosso Lar, Violetas e etc,.

Penso que não é  por aí , mas também não se deve dizer que não deva ler ou estudar nada fora da Codificação e nem desrespeitar qualquer medium.

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Carlos Cunha em 28 de Fevereiro de 2012, 14:34
Concordo Hebe.

Fica com Deus,

Carlos.

Olha Danilo, primeiro acho que´é Kardec, depois o restante analisado através da DE.

Eu penso assim, não quer dizer, imposição alguma.

Muitos vão dizer, ah!! mas foi através deste ou daquele livro que eu conheci o Espiritismo, outros dizem entrei para o Espiritismo e estou lendo Nosso Lar, Violetas e etc,.

Penso que não é  por aí , mas também não se deve dizer que não deva ler ou estudar nada fora da Codificação e nem desrespeitar qualquer medium.


Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 28 de Fevereiro de 2012, 14:58
Aimoré, você já descreve a circunscrição quando diz: "é qualquer lugar que possa ser indicado, definido, delimitado, marcado."
fechado ninguém diz que seja, posto que se possa, quando se atinge, um certo grau, sair em trabalho como diz André.
Mas circunscrito é sim e o que prova isso é a posição geográfica que nos dá conta pelo próprio André, numa de suas páginas, de que a Colônias esteja localizada, no Rio de Janeiro, no centro da cidade, acima do edifício onde existiu um dia a Loja central da Mesbla.
Quer mais circunscrito do que isso?
Abraços,
Moura

Moura, para tu, lugar, localidade, local, região é sinônimo de local circunscrito?
Vamos separar as idéias das palavras...Se me permite:
Local, é qualquer lugar que possa ser indicado, definido, delimitado, marcado.
Local circunscrito é qualquer lugar onde todo os teus pontos estejam delimitados por uma fronteira...Exemplo: Uma fazenda é um local circunscrito onde a fronteira é uma cerca. O Brasil é um local circunscrito, em que a fronteira é o oceano atlântico e vários países da america do sul.

Tu parece que trata os dois como a mesma coisa, e diz que no mundo dos espíritos não existe locais, nem lugares, nem espaço. Então por onde os espíritos se movimentam? O que eles percorrem?

<Não existem locais circunscritos destinados as penas e gozos após a morte>

E não existem mesmo! A frase está certinha. O umbral não tem fronteira, e Nosso lar não é um lugar destinado a "gozos". Essa frase, pra mim, apenas destrói os conceitos de céu e inferno.
Abraços!

Segundo os relatos de André Luiz,nem o Umbral,nem Nosso Lar são lugares circunscritos e fechados.Há movimentação entre eles.O que a Doutrina diz é que lugares como céu e inferno,que segundo a concepção católica são lugares circunscritos e fechados,não existem.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 28 de Fevereiro de 2012, 15:06
Mano Danilo, em se tratando de estudo da doutrina vale a ordem expressa em OLM cap. 3 item 35.
O resto é opinião pessoal.
Eu conheci o Espiritismo e isso há anos luz, pelo livro Parnaso de Além túmulo. porém não conheci a doutrina via este livro.
Abraços,
Moura

Hebe, penso que há vários níveis de confiabilidade...
A codificação deve ser o nosso guia. O ponto de partida. A base de todos os ensinos...
Depois, temos obras de médiuns mais confiáveis, como Chico Xavier, Divaldo Franco Pereira (só um exemplo), que não devem ser considerados de forma absoluta como livros da Filosofia Espírita, mas que podem ser colocados em segundo plano, numa posição mais periférica, no aspiral da doutrina, e que merecem ser estudados.
Assim vejo a ordem mais correta e coerente de estudar a doutrina. do nivel mais alto para o nível mais baixo de confiabilidade.
Está correto o meu pensamento?

Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 28 de Fevereiro de 2012, 15:22

HÁ ESPÍRITOS?

que se verificou que a Terra não é o centro dos mundos, que mesmo o nosso Sol não é
único, que milhões de sóis brilham no Espaço, constituindo cada um o centro de um
turbilhão planetário? A que ficou reduzida a importância da Terra, mergulhada nessa
imensidade? Por que injustificável privilégio este quase imperceptível grão de areia, que
não avulta pelo seu volume, nem pela sua posição, nem pelo papel que lhe cabe
desempenhar, seria o único planeta povoado de seres racionais? A razão se recusa a
admitir semelhante nulidade do infinito e tudo nos diz que os diferentes mundos são
habitados. Ora, se são povoados, também fornecem seus contingentes para o mundo das
almas. Porém, ainda uma vez, que terá sido feito dessas almas, depois que a Astronomia
e a Geologia destruíram as moradas que se lhes destinavam e, sobretudo, depois que a
teoria, tão racional, da pluralidade dos mundos, as multiplicou ao infinito?
Não podendo a doutrina da localização das almas harmonizar-se com os dados
da Ciência, outra doutrina mais lógica lhes assina por domínio, não um lugar
determinado e circunscrito, mas o espaço universal: formam elas um mundo invisível,
em o qual vivemos imersos, que nos cerca e acotovela incessantemente. Haverá nisso
alguma impossibilidade, alguma coisa que repugne à razão? De modo nenhum; tudo, ao
contrário, nos afirma que não pode ser de outra maneira.
Mas, então, que vem a ser das penas e recompensas futuras, desde que se lhes
suprimam os lugares especiais onde se efetivem? Notai que a incredulidade, com relação
a tais penas e recompensas, provam geralmente de serem umas e outras apresentadas em
condições inadmissíveis. Dizei, em vez disso, que as almas tiram de si mesmas a sua
felicidade ou a sua desgraça; que a sorte lhes está subordinada ao estado moral; que a
reunião das que se votam mútua simpatia e são boas representa para elas uma fonte de
ventura; que, de acordo com o grau de purificação que tenham alcançado, penetram e
entrevêem coisas que almas grosseiras não distinguem, e toda gentecompreenderá sem dificuldade. Dizei mais que as almas não atingem o grau supremo,
senão pelos esforços que façam por se melhorarem e depois de uma série de provas
adequadas à sua purificação; que os anjos são almas que galgaram o último grau da
escala, grau que todas podem atingir, tendo boa-vontade; que os anjos são os
mensageiros de Deus, encarregados de velar pela execução de seus desígnios em todo o
Universo, que se sentem ditosos com o desempenho dessas missões gloriosas, e lhes
tereis dado à felicidade um fim mais útil e mais atraente, do que fazendo-a consistir
numa contemplação perpétua, que não passaria de perpétua inutilidade. Dizei,
finalmente, que os demônios são simplesmente as almas dos maus, ainda não
purificadas, mas que podem, como as outras, ascender ao mais alto cume da perfeição e
isto parecerá mais conforme à justiça e à bondade de Deus, do que a doutrina que os dá
como criados para o mal e ao mal destinados eternamente. Ainda uma vez: aí tendes o
que a mais severa razão, a mais rigorosa lógica, o bom-senso, em suma, podem admitir.
Ora, essas almas que povoam o Espaço são precisamente o a que se chama
Espíritos. Assim, pois, os Espíritos não são senão as almas dos homens, despojadas do
invólucro corpóreo. Mais hipotética lhes seria a existência, se fossem seres à parte. Se,
porém, se admitir que há almas, necessário também será se admita que os Espíritos são
simplesmente as almas e nada mais. Se se admite que as almas estão por toda parte, ter-
se-á que admitir, do mesmo modo, que os Espíritos estão por toda parte. Possível,
portanto, não fora negar a existência dos Espíritos, sem negar a das almas.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 28 de Fevereiro de 2012, 15:26
.........

Assim, Espíritos, que podemos considerar adiantados, ainda não conseguiram
sondar a natureza da alma. Como poderíamos nós fazê-lo?
E, portanto, perder tempo
querer perscrutar o principio das coisas que, como foi dito em O Livro dos Espíritos
(ns. 17 e 49), está nos segredos de Deus. Pretender esquadrinhar, com o auxílio do
Espiritismo, o que escapa à alçada da humanidade, é desviá-lo do seu verdadeiro
objetivo, é fazer como a criança que quisesse saber tanto quanto o velho. Aplique o
homem o Espiritismo em aperfeiçoar-se moralmente, eis o essencial. O mais não passa
de curiosidade estéril e muitas vezes orgulhosa, cuja satisfação não o faria adiantar um
passo.
O único meio de nos adiantarmos consiste em nos tornarmos melhores. Os
Espíritos que ditaram o livro que lhes traz o nome demonstraram a sua sabedoria, mantendo-se, pelo que concerne ao
princípio das coisas, dentro dos limites que Deus não permite sejam ultrapassados e
deixando aos Espíritos sistemáticos e presunçosos a responsabilidade das teorias
prematuras e errôneas, mais sedutoras do que sólidas, e que um dia virão a cair, ante a
razão, como tantas outras surgidas dos cérebros humanos. Eles, ao justo, só disseram o
que era preciso para que o homem compreendesse o futuro que o aguarda e para, por
essa maneira, animá-lo à prática do bem.
(Vede, aqui, adiante, na 2ª parte, o cap. 1º: Da
ação dos Espíritos sobre  a matéria. )
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 28 de Fevereiro de 2012, 15:30
bela postagem mano Moisés!
Hipe, hipe Urrah!
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 28 de Fevereiro de 2012, 16:24
Os próprios autores de relatos dos desencardos falam
que em muitas vezes serem preciso usarem de ficção
além, além de criarem pesonagens, fora a somatória de algumas vidas a mais
para contruirem uma Obra psicografada

Logo do além o que surge são inteligências
e como
a força oculta é humana
se pensamos nos que deixamos após a morte
ainda assim , tem mais, nossa personalidade e nosso carater permanece e
em comprovada exatidão.

Victor Hugo vive!
Balzac
Pe Manoel
e tantos outros

Uma coisa interesante são s cartas psicografadas
quando em possibilidade nestes relatos
revelam-nos os nossos entes queridos
uma conformidade visivel com a maioria
dos relatos destes mesmos autores
estes consagrados escritores
que já morreram e permanecem em nosso meio.

E relatam fatos e coisas que aceitamos indiscutivelmente,
mas também negamos, duvidamos e até polemizamos.

Eu de minha parte confesso,
até pelos recursos de formação que tenho que são apenas iniciais
sei ler e escrever
que,
o grande apoio que tive para compreender alguma coisa provinda das Obras de Kardec
foi justamente os livros que relatam de alguma forma as questões espíritas, tanto como ficção, ensaio, cientificos,romaces, biografia...
enfim até livros contra o espiritismo.
além de artigos de variadas ordens
Mas também e antes de tudo
o velho jargão
"A mão na massa'
ou seja
busquei a prática em conjunto com a leitura, esta leitura mesmo de um leigo,
mas fiz e pratiquei, leio e pratico.

Eu creio, e não me decepciono ante minha possivel ilusão
mas é devido ao que fiz, atuei, vi e participei e antes de tudo
recebi.

Só posso insentivar a todos a fazer a mesma busca
essa realidade é nossa, é de todos.



Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 28 de Fevereiro de 2012, 19:06
Aimoré, você já descreve a circunscrição quando diz: "é qualquer lugar que possa ser indicado, definido, delimitado, marcado."
fechado ninguém diz que seja, posto que se possa, quando se atinge, um certo grau, sair em trabalho como diz André.
Mas circunscrito é sim e o que prova isso é a posição geográfica que nos dá conta pelo próprio André, numa de suas páginas, de que a Colônias esteja localizada, no Rio de Janeiro, no centro da cidade, acima do edifício onde existiu um dia a Loja central da Mesbla.
Quer mais circunscrito do que isso?
Abraços,
Moura

Moura, para tu, lugar, localidade, local, região é sinônimo de local circunscrito?
Vamos separar as idéias das palavras...Se me permite:
Local, é qualquer lugar que possa ser indicado, definido, delimitado, marcado.
Local circunscrito é qualquer lugar onde todo os teus pontos estejam delimitados por uma fronteira...Exemplo: Uma fazenda é um local circunscrito onde a fronteira é uma cerca. O Brasil é um local circunscrito, em que a fronteira é o oceano atlântico e vários países da america do sul.

Tu parece que trata os dois como a mesma coisa, e diz que no mundo dos espíritos não existe locais, nem lugares, nem espaço. Então por onde os espíritos se movimentam? O que eles percorrem?



E não existem mesmo! A frase está certinha. O umbral não tem fronteira, e Nosso lar não é um lugar destinado a "gozos". Essa frase, pra mim, apenas destrói os conceitos de céu e inferno.
Abraços!

Segundo os relatos de André Luiz,nem o Umbral,nem Nosso Lar são lugares circunscritos e fechados.Há movimentação entre eles.O que a Doutrina diz é que lugares como céu e inferno,que segundo a concepção católica são lugares circunscritos e fechados,não existem.

[depois de me remexer expressivamente na cadeira]

Ai meu Deus! Se eu seguir seu pensamento, Moura, qualquer local do espaço ou do universo é circunscrito!
E é a mesma coisa que dizer que não existem "locais" no mundo espiritual.
A terra é circunscrita pela órbita de Marte! A Bolívia é circunscrita pela América do Sul. O sol é circunscrito pelas fronteiras da galaxia. Minha casa é circunscrita pelas fronteiras do bairro! A troposfera é circunscrita pela estratosfera que é circunscrita pela mesosfera que é circunscrita pela termosfera...A casinha do meu cachorro é circunscrita pelo meu quintal, minha cama é circunscrita pelo meu quarto, o átomo é circunscrito pela órbita do elétron, o núcleo é circunscrito pelo magma, que é circunscrito pela crosta terrestre...Meu deus!!!Qualquer coisa que existe no universo é circunscrito por alguma coisa, logo todos os locais do universo são circunscritos, logo, se você afirma simplesmente que "não existem locais circunscritos" no mundo espiritual, está afirmando que não existe nenhum local no mundo espiritual.

É preciso considerar a frase completa, e o contexto:

1012 Haverá lugares determinados no universo destinados às penalidades e aos prazeres dos Espíritos, conforme seus méritos?

– Já respondemos a essa questão. As penalidades e os prazeres são inerentes ao grau de perfeição dos Espíritos; cada um tira de si mesmo o princípio de sua própria felicidade ou infelicidade; e como estão por toda parte, nenhum lugar localizado nem fechado está destinado a um ou a outro. Quanto aos Espíritos encarnados, eles são mais ou menos felizes ou infelizes conforme o mundo que habitem seja mais ou menos avançado.

Como se vê, claramente na questão, em nenhum momento diz que não possa existir um local, que em função da vibração dos que ali se reunem, é designado como um local de sofrimento. Porque o sofrimento dos espíritos não estão em função desse local, como se acredita no dogma do inferno. O local é apenas referenciado, pelo fato de eles estarem ali reunidos.

ufa...

Abração!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Aimoré em 28 de Fevereiro de 2012, 23:06
Aimoré, você já descreve a circunscrição quando diz: "é qualquer lugar que possa ser indicado, definido, delimitado, marcado."
fechado ninguém diz que seja, posto que se possa, quando se atinge, um certo grau, sair em trabalho como diz André.
Mas circunscrito é sim e o que prova isso é a posição geográfica que nos dá conta pelo próprio André, numa de suas páginas, de que a Colônias esteja localizada, no Rio de Janeiro, no centro da cidade, acima do edifício onde existiu um dia a Loja central da Mesbla.
Quer mais circunscrito do que isso?
Abraços,
Moura

Moura, para tu, lugar, localidade, local, região é sinônimo de local circunscrito?
Vamos separar as idéias das palavras...Se me permite:
Local, é qualquer lugar que possa ser indicado, definido, delimitado, marcado.
Local circunscrito é qualquer lugar onde todo os teus pontos estejam delimitados por uma fronteira...Exemplo: Uma fazenda é um local circunscrito onde a fronteira é uma cerca. O Brasil é um local circunscrito, em que a fronteira é o oceano atlântico e vários países da america do sul.

Tu parece que trata os dois como a mesma coisa, e diz que no mundo dos espíritos não existe locais, nem lugares, nem espaço. Então por onde os espíritos se movimentam? O que eles percorrem?

<Não existem locais circunscritos destinados as penas e gozos após a morte>

E não existem mesmo! A frase está certinha. O umbral não tem fronteira, e Nosso lar não é um lugar destinado a "gozos". Essa frase, pra mim, apenas destrói os conceitos de céu e inferno.
Abraços!

Segundo os relatos de André Luiz,nem o Umbral,nem Nosso Lar são lugares circunscritos e fechados.Há movimentação entre eles.O que a Doutrina diz é que lugares como céu e inferno,que segundo a concepção católica são lugares circunscritos e fechados,não existem.

É que segundo a concepção católica o inferno ,por exemplo,fica circunscrito ao "centro da Terra" eternamente e Nosso Lar,a partir do momento que não se precise mais dele,devido a evolução dos Espíritos que habitam o planeta,pode se "desfazer".Apesar de André Luiz ter dado a localização exata,Nosso Lar é "maleável".
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 28 de Fevereiro de 2012, 23:57
No capítulo "Os Fluídos" em A Gênese explica muito bem como é a camada espiritual que envolve a Terra. Os espíritos inferiores ficam na parte mais baixa da camada, enquanto os mais puros ficam nas partes mais altas. Os espíritos muito inferiores não podem viver na parte mais alta, tudo relativo ao seu perispírito que é equivalente ao seu grau evolutivo.


[...]10. – A camada dos fluidos espirituais que envolvem a Terra pode ser comparada com as
camadas inferiores da atmosfera, mais pesadas, mais compactas, menos puras que as
camadas superiores. Estes fluidos não são homogêneos; é uma mistura de moléculas de
diversas qualidades, entre as quais se encontram necessariamente as moléculas elementares que formam a base mais ou menos alterada. Os efeitos produzidos por estes fluidos estarão na razão da soma das partes puras que encerram. Tal é, por comparação, o álcool retificado ou misturado, em diferentes proporções com água ou outras substâncias: seu peso específico aumenta em decorrência desta mistura ao mesmo tempo que sua potência e sua inflamabilidade diminuem, bem embora, no todo, exista álcool puro.

Os Espíritos chamados a viver neste meio, nele haurem seu perispírito, mas conforme o
Espírito seja, ele mesmo, mais ou menos puro, seu perispírito forma-se das partes as mais
puras ou mais grosseiras respectivas deste meio. O Espírito aí produz, sempre por
comparação e não por assimilação, o efeito de uma reação química que lançaram sobre si as moléculas assimiláveis à sua natureza.

Disto resulta este fato capital, que a constituição íntima do perispírito não é idêntica entre todos os Espíritos encarnados e desencarnados que povoam a Terra o espaço envolvente.
Não o é a mesma coisa com o corpo carnal, que, como conforme foi demonstrado, é
formado dos mesmos elementos, qualquer que seja a superioridade ou a inferioridade do
Espírito. Também, entre todos os efeitos produzidos pelos corpos, são os mesmos, as
necessidades parelhas ao passo que diferem por tudo isto que seja inerente ao perispírito.

Disso resulta, ainda que o envoltório perispiritual do mesmo Espírito se modifique com o
progresso moral dele a cada encarnação, desde que se encarnando no mesmo meio; que os Espíritos superiores encarnando-se excepcionalmente em missão num mundo inferior têm um perispírito menos grosseiro do que os indígenas deste mundo.


11. – O meio é sempre relativo à natureza dos seres que aí devam viver; os peixes estão na água, os seres terrestres estão no ar; os seres espirituais estão no fluido espiritual ou etéreo mesmo sobre a Terra. O fluido etéreo está para as necessidades do Espírito tal como a atmosfera para a necessidade dos encarnados. Ora, tal como os peixes não podem viver no ar, eu os animais terrestres não podem viver numa atmosfera bastante rarefeita para seus pulmões, os Espíritos inferiores não podem suportar a claridade e a impressão dos fluidos os mais etéreos. Não morreriam aí porque o Espírito não morre, mas uma força instintiva os manteria afastados, como se afastasse de um fogo muito ardente ou de uma luz deveras ofuscante. Eis porque eles não podem sair do meio apropriado à sua natureza, para mudar isso, é preciso que troquem primeiramente sua natureza; que se despojem dos instintos materiais que os retenham nos ambientes materiais; em uma palavra, que se purifiquem e se transformem moralmente, então, gradualmente, eles se identificarão com um meio mais puro, que tornam para eles uma necessidade necessária, como os olhos de quem por longo tempo viveu nas trevas para se habituarem insensivelmente à luz do dia e ao clarão do Sol.[...]
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 29 de Fevereiro de 2012, 13:53
Mano Aimoré,
é exatamente por isso que se explica que Umbral , Nosso Lar e quejandos, são regiões conscienciais e que, por isso existam apenas nas crenças e no estado de culpa que abraça ao Espírito.
Sobre local, já deixem no post a explicação do dicionarista, se o amigo não concorda, o que poderia eu fazer?
Abraços,
Moura

Aimoré, você já descreve a circunscrição quando diz: "é qualquer lugar que possa ser indicado, definido, delimitado, marcado."
fechado ninguém diz que seja, posto que se possa, quando se atinge, um certo grau, sair em trabalho como diz André.
Mas circunscrito é sim e o que prova isso é a posição geográfica que nos dá conta pelo próprio André, numa de suas páginas, de que a Colônias esteja localizada, no Rio de Janeiro, no centro da cidade, acima do edifício onde existiu um dia a Loja central da Mesbla.
Quer mais circunscrito do que isso?
Abraços,
Moura

Moura, para tu, lugar, localidade, local, região é sinônimo de local circunscrito?
Vamos separar as idéias das palavras...Se me permite:
Local, é qualquer lugar que possa ser indicado, definido, delimitado, marcado.
Local circunscrito é qualquer lugar onde todo os teus pontos estejam delimitados por uma fronteira...Exemplo: Uma fazenda é um local circunscrito onde a fronteira é uma cerca. O Brasil é um local circunscrito, em que a fronteira é o oceano atlântico e vários países da america do sul.

Tu parece que trata os dois como a mesma coisa, e diz que no mundo dos espíritos não existe locais, nem lugares, nem espaço. Então por onde os espíritos se movimentam? O que eles percorrem?



E não existem mesmo! A frase está certinha. O umbral não tem fronteira, e Nosso lar não é um lugar destinado a "gozos". Essa frase, pra mim, apenas destrói os conceitos de céu e inferno.
Abraços!

Segundo os relatos de André Luiz,nem o Umbral,nem Nosso Lar são lugares circunscritos e fechados.Há movimentação entre eles.O que a Doutrina diz é que lugares como céu e inferno,que segundo a concepção católica são lugares circunscritos e fechados,não existem.

[depois de me remexer expressivamente na cadeira]

Ai meu Deus! Se eu seguir seu pensamento, Moura, qualquer local do espaço ou do universo é circunscrito!
E é a mesma coisa que dizer que não existem "locais" no mundo espiritual.
A terra é circunscrita pela órbita de Marte! A Bolívia é circunscrita pela América do Sul. O sol é circunscrito pelas fronteiras da galaxia. Minha casa é circunscrita pelas fronteiras do bairro! A troposfera é circunscrita pela estratosfera que é circunscrita pela mesosfera que é circunscrita pela termosfera...A casinha do meu cachorro é circunscrita pelo meu quintal, minha cama é circunscrita pelo meu quarto, o átomo é circunscrito pela órbita do elétron, o núcleo é circunscrito pelo magma, que é circunscrito pela crosta terrestre...Meu deus!!!Qualquer coisa que existe no universo é circunscrito por alguma coisa, logo todos os locais do universo são circunscritos, logo, se você afirma simplesmente que "não existem locais circunscritos" no mundo espiritual, está afirmando que não existe nenhum local no mundo espiritual.

É preciso considerar a frase completa, e o contexto:

1012 Haverá lugares determinados no universo destinados às penalidades e aos prazeres dos Espíritos, conforme seus méritos?

– Já respondemos a essa questão. As penalidades e os prazeres são inerentes ao grau de perfeição dos Espíritos; cada um tira de si mesmo o princípio de sua própria felicidade ou infelicidade; e como estão por toda parte, nenhum lugar localizado nem fechado está destinado a um ou a outro. Quanto aos Espíritos encarnados, eles são mais ou menos felizes ou infelizes conforme o mundo que habitem seja mais ou menos avançado.

Como se vê, claramente na questão, em nenhum momento diz que não possa existir um local, que em função da vibração dos que ali se reunem, é designado como um local de sofrimento. Porque o sofrimento dos espíritos não estão em função desse local, como se acredita no dogma do inferno. O local é apenas referenciado, pelo fato de eles estarem ali reunidos.

ufa...

Abração!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Camile em 29 de Fevereiro de 2012, 14:09
Bom dia a todos
Sou espirta a pouco tempo, apenas cerca de 10 anos e pouco sei a respeito da Doutrina e pelas leituras que tenho feito ultimamente neste forum descobri que sou realmente uma ignorante. Se me permitirem vou expor algumas colocações e duvidas que surgiram com as colocações sobre o umbral. Em qualquer explicação sobre doutrina espirita, o que sempre é colocado em voga é a sua diferenciação, pois temos que a DE é religião, filosofia e ciencia. Se a DE espirita é ciencia, portanto é mutavel, ou melhor é descobridora, tem a finalidade de mostrar aos homens o que estão prontos a ver naquele momento especifico. Quando Kardec codificou as obras basicas da DE era o que a humanidade estava pronta a receber. Vejam que usei o termo OBRAS BASICAS e nao obras unicas. As colocações neste topico excluem toda a literatura que nos foi passada por CHico Xavier, se aceitarmos apenas as obras basicas paramos no tempo, nao progredimos e a DE mostra exatamente o contrario, que devemos estar abertos a todas as novidades, claro que devemos passar tudo pelo crivo da razão baseados nos ensinamentos de Kardec, mas nao somente aceitar o que ele colocou em suas obras. Esse crivo a que me refiro é verificar se não vai de encontro aos seus ensinamentos.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Camile em 29 de Fevereiro de 2012, 14:17
Entendo que temos uma gama de novos escritores espiritas que estão divulgando tão bela doutrina para os que nao a conhecem tenham a oprtunidade e o privilegio de ao menos ter uma base do que é a DE, vez que a maioria destes romances espiritas aqui desprezados é a razão para boa parte das pessoas procurarem centros espiritas e estudarem a doutrina.
Muita paz, harmonia e amor a todos
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 29 de Fevereiro de 2012, 14:28
Amiga Camile,
Não sei se será por falta de uma leitura (estudo), mais forte da obra O ESE, que a amiga ainda não compreende este postulado doutrinário, porém a convido a fazer este estudo e por certo mudará de pensamento.
Uma obra que não esteja abraçada pelo controle Universal do Ensino dos Espíritos não pode ser considerada como doutrinária.
Uma obra doutrinária, como as básicas, trazem este elemento verificador e por isso é afirmação da DE que elas contenham o Criterium de Verdade. Já as outras não têm este criterium de aprovação pelos Espíritos Superiores.
A amiga já deve estar notando algumas diferenças entre a sua afirmação e o item dois da introdução ao estudo da doutrina espírita que o ESE trás.
Ninguém aqui está desprezando nenhuma obra, pelo contrário, é uma afirmação constante na DE que se leia mesmo as contraditas.
Acontece que as obras ditas paralelas, existindo, trazem no roldão as boas e as ruins, as críveis e as que se afastam da doutrina.
Apenas isso amiga!
Abração,
Moura

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 29 de Fevereiro de 2012, 14:36
Bom dia a todos
Sou espirta a pouco tempo, apenas cerca de 10 anos e pouco sei a respeito da Doutrina e pelas leituras que tenho feito ultimamente neste forum descobri que sou realmente uma ignorante. Se me permitirem vou expor algumas colocações e duvidas que surgiram com as colocações sobre o umbral. Em qualquer explicação sobre doutrina espirita, o que sempre é colocado em voga é a sua diferenciação, pois temos que a DE é religião, filosofia e ciencia. Se a DE espirita é ciencia, portanto é mutavel, ou melhor é descobridora, tem a finalidade de mostrar aos homens o que estão prontos a ver naquele momento especifico. Quando Kardec codificou as obras basicas da DE era o que a humanidade estava pronta a receber. Vejam que usei o termo OBRAS BASICAS e nao obras unicas. As colocações neste topico excluem toda a literatura que nos foi passada por CHico Xavier, se aceitarmos apenas as obras basicas paramos no tempo, nao progredimos e a DE mostra exatamente o contrario, que devemos estar abertos a todas as novidades, claro que devemos passar tudo pelo crivo da razão baseados nos ensinamentos de Kardec, mas nao somente aceitar o que ele colocou em suas obras. Esse crivo a que me refiro é verificar se não vai de encontro aos seus ensinamentos.

Oh Deus, eu queria ter esse dom de falar tão bem com tão poucas palavras!
Obrigado, irmã, por trazer estas palavras, faço delas as minhas.
Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 29 de Fevereiro de 2012, 14:42
Então mano Danilo, você também acredita que a DE seja Religião, quando Kardec em O Que é o Espiritismo afirma em contrário em duas vezes.
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 29 de Fevereiro de 2012, 15:10
Moura, a palavra é instrumento do pensamento, não é o pensamento em si. Tomar tudo pelo rigor da letra, é as vezes nada mais que um oportunismo. Desse modo, consigo refutar e contrariar qualquer coisa que eu queira.

Suponho de que a irmã, iniciada na doutrina há certo tempo, já sabe que o espiritismo possui um âmbito religioso, mas não é essencialmente uma religião. Mas não preciso perguntar pra ela, porque captei-lhe o pensamento, dando pouca importância para o modo que ela colocou as palavras. Além disso, eu me detive apenas na parte do discurso que versa sobre o tema em questão.

Enfim, se o espiritismo fosse uma religião, talvez eu não seria um adepto dele.

abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 29 de Fevereiro de 2012, 15:21
Amigo o dito "âmbito religioso" que se diz conter a dourina não é mais do que o conteúdo moral dos ensinos do Cristo e vistos e revistos pela doutrina já despejados de suas alegorias. diz isso o ESE, a RE, e outras das obras básicas.
Nota o amigo que sai do tema, para advogar alguém do qual não possui nem a formação requerida ou mesmo e em a tendo, uma procuração para tal eito?
A maioria das discussões estéreis, começa nesse fulcro mano.
Nada contra nossa maninha Camile, na verdade ela expõe usando do direito que lhe é cabível e que portanto, estando num fórum de debates e estudos da DE, mereça comentários
mantenhamo-nos no foco que o tópico nos pede.
abração,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 29 de Fevereiro de 2012, 15:28
Moura, por isso eu usei a palavra "suponho".
E já disse, acho inútil esse rigor técnico. Não estamos num tribunal.
E eu não sai do assunto, apenas não quis passar por leigo, ante seu comentário, embora eu reconheça que seria mais sábio eu não me ver na necessidade de me justificar.

Fica com Deus!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 29 de Fevereiro de 2012, 15:52
Mano Danilo não se grile!! Ou ainda como diz o Chavez: "Mas não se irrite, ninguém tem paciência comigo", hehehe
Você já me conhece há mais tempo que a nossa maninha Camile correto?
então você pode dizer diante do conhecimento que tem sobre minha pessoa, que me conheça? A resposta seria um não não é mesmo?
Assim sendo qualquer opinião dada sobre mim ou sobre a maninha Camile, não sairá do plano do "eu acho" sendo por isso mesmo uma conceituação feita sem pleno conhecimento daquele sobre quem se fale e isso é que é o tal do preconceito.
Por isso não se encaixa nem no tópico e nem numa de nossas regras que diz que todas as aferições feitas aqui devam estar em acordo com a DE.
entende o porque de minha colocação?
Avalie que estamos trocando idéias sobre algo que não pertence a doutrina...
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: LuizFrancisco em 29 de Fevereiro de 2012, 17:19
Olá a todos,

Trago parte de uma mensagem de Erasto sobre o assunto (RE maio/1863).

Uma das condições de sua cegueira moral é de aprisionar mais violentamente nos laços da materialidade e, conseguintemente, de os impedir que se afastem das regiões terrestres ou similares à Terra. E, assim como a maioria dos desencarnados, cativos na carne, não pode perceber as formas vaporosas dos Espíritos que os cercam, também a opacidade do envoltório dos materialistas lhes impede a contemplação das entidades espirituais que se movem, tão belas e tão radiosas, nas altas esferas do império celeste.
 Erasto
Abraços,
 
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 29 de Fevereiro de 2012, 18:29
Uma vez observando a reflexão de um pensador
ante suas observações do UNiverso
me surpreedi com suas colocações

A de que não podemos ver os pilares invisíveis que sustentam os Mundos em suas funções
e movimentos (mais ou menos assim)

Então fico imaginando, como hipótese que seja,

A de que deve existir entre o mundo visivel e o invisível
estruturas de ligações , com suas funções e suas especificidades, além de sua importância e fundamento, que fogem a nossa compreensão inicial.

Mas que são realidades físicas, digo, existentes

Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: alcidiomichel em 29 de Fevereiro de 2012, 18:40
Amiga Camile,
Não sei se será por falta de uma leitura (estudo), mais forte da obra O ESE, que a amiga ainda não compreende este postulado doutrinário, porém a convido a fazer este estudo e por certo mudará de pensamento.
Uma obra que não esteja abraçada pelo controle Universal do Ensino dos Espíritos não pode ser considerada como doutrinária.
Uma obra doutrinária, como as básicas, trazem este elemento verificador e por isso é afirmação da DE que elas contenham o Criterium de Verdade. Já as outras não têm este criterium de aprovação pelos Espíritos Superiores.
A amiga já deve estar notando algumas diferenças entre a sua afirmação e o item dois da introdução ao estudo da doutrina espírita que o ESE trás.
Ninguém aqui está desprezando nenhuma obra, pelo contrário, é uma afirmação constante na DE que se leia mesmo as contraditas.
Acontece que as obras ditas paralelas, existindo, trazem no roldão as boas e as ruins, as críveis e as que se afastam da doutrina.
Apenas isso amiga!
Abração,
Moura



Boas palavras Moura.

Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Camile em 01 de Março de 2012, 19:01
Olá a todos
Obrigada a todos os que se manifestaram acerca das duvidas que coloquei e com intuito de aprender algo mais peço encarecidamente que me indiquem quais obras são consideradas doutrinarias que podemos tomar como base para as discussões aqui. Peço desculpas a quem se sentiu ofendido ou mesmo indignado com meu posicionamento. Abraços fraternos
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Danilo Henrique em 01 de Março de 2012, 20:36
Camile, por estranho que pareça, as vezes encontramos aqui designações como "doutrinário" e "anti-doutrinário", como se a doutrina fosse um círculo fechado onde você pula para dentro e torna-se doutrinário, e pulando para fora, torna-se anti-doutrinário. Alguns colegas, não só o Moura como outros, dizem saber exatamente onde se situa essa linha e dizem-se capacitados para avaliar o que está dentro e o que está fora, ainda que esteja muito próximo. Não subestimo o conhecimento e a experiência de nenhum desses colegas, alias, considero muito isso, mas por si própria, você pode examinar se essa concepção é a mais segura, para uma ciência que 'pretende' evoluir.

Abraços!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 01 de Março de 2012, 21:35
Amiga Camile,
as obras básicas, doutrinárias ou seja as que contem a doutrina são:
1 O Que é o Espiritismo;
2 O Livro dos Espíritos;
3 O Livro dos Médiuns;
4 O Céu e o Inferno;
5 A coletânea sob o título Revista Espírita.

Outras obras também tratam da doutrina, mesmo não sendo incluídas no rol acima, como O Evangelho Segundo o Espiritismo e Obras Póstumas.
O Evangelho não consta entre as obras básicas por ser um trabalho autoral do próprio codificador, onde ele desnudando alguns pontos da Boa nova, mostra-os sob a visão da doutrina.
Todas as outras obras de bons e de maus autores versam sobre a doutrina, algumas com maestria e outras viciadas da opinião pessoal quer de seu autor encarnado com dos desencarnados, e estes não têm a outorga do CUEE, que dá ás obras básica o criterium de Verdade.
Note que a bem da verdade digo e informo as que são doutrinárias e estão dentro das obras básicas, as que são doutrinárias mas não constam como obras básicas e sim como complemento das informações que o codificador julgou necessárias e mesmo das boas obras, de diversos autores.
As obras consideradas ruins, muitas delas não podem ser consideradas anti doutrinárioas mas sim em descompasso para com o ensinamento básico de doutrina.Todavia existem sim e como enxurrada, obras que nem sequer abordam temas de doutrina, mas sim lançam ao papel um amontoado de bobagens e inverdades que destoam do ensino doutrinário estas sim as anti doutrinárias.
Abraços,
Moura
Olá a todos
Obrigada a todos os que se manifestaram acerca das duvidas que coloquei e com intuito de aprender algo mais peço encarecidamente que me indiquem quais obras são consideradas doutrinarias que podemos tomar como base para as discussões aqui. Peço desculpas a quem se sentiu ofendido ou mesmo indignado com meu posicionamento. Abraços fraternos
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 01 de Março de 2012, 23:12
Amigo Moura, onde se encaixa "A Gênese"?

Um abraço,
Edil

Amiga Camile,
as obras básicas, doutrinárias ou seja as que contem a doutrina são:
1 O Que é o Espiritismo;
2 O Livro dos Espíritos;
3 O Livro dos Médiuns;
4 O Céu e o Inferno;
5 A coletânea sob o título Revista Espírita.

Outras obras também tratam da doutrina, mesmo não sendo incluídas no rol acima, como O Evangelho Segundo o Espiritismo e Obras Póstumas.
O Evangelho não consta entre as obras básicas por ser um trabalho autoral do próprio codificador, onde ele desnudando alguns pontos da Boa nova, mostra-os sob a visão da doutrina.
Todas as outras obras de bons e de maus autores versam sobre a doutrina, algumas com maestria e outras viciadas da opinião pessoal quer de seu autor encarnado com dos desencarnados, e estes não têm a outorga do CUEE, que dá ás obras básica o criterium de Verdade.
Note que a bem da verdade digo e informo as que são doutrinárias e estão dentro das obras básicas, as que são doutrinárias mas não constam como obras básicas e sim como complemento das informações que o codificador julgou necessárias e mesmo das boas obras, de diversos autores.
As obras consideradas ruins, muitas delas não podem ser consideradas anti doutrinárioas mas sim em descompasso para com o ensinamento básico de doutrina.Todavia existem sim e como enxurrada, obras que nem sequer abordam temas de doutrina, mas sim lançam ao papel um amontoado de bobagens e inverdades que destoam do ensino doutrinário estas sim as anti doutrinárias.
Abraços,
Moura
Olá a todos
Obrigada a todos os que se manifestaram acerca das duvidas que coloquei e com intuito de aprender algo mais peço encarecidamente que me indiquem quais obras são consideradas doutrinarias que podemos tomar como base para as discussões aqui. Peço desculpas a quem se sentiu ofendido ou mesmo indignado com meu posicionamento. Abraços fraternos
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 02 de Março de 2012, 15:50
Obrigado pela lembrança mano Edil, assim trabalhamos junto e melhor.
O amigo mais jovem, sempre pode lembrar a este "jurássico" os esquecimentos contantes.
Abração,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: dgodv em 02 de Março de 2012, 19:37
Acho que estes lugares não foram feitos pelo criador.
Mas “acho” que os desencarnados criam estes lugares.
Os maus criam (pelos pensamentos ruins), pois se juntam por afinidade e sintonia formando assim uma espécie de umbral, mas sem lugar definido. Pode ser aqui ou no Japão, no alto ou embaixo.
E os bons criam lugares que poderiam ser colônias espirituais para ajudar os menos esclarecidos e sofredores e continuarem assim o trabalho na caridade para sua evolução.
Será que tudo isso é contrario a doutrina?

Percebam que a doutrina diz que não existe lugar circunscrito...
Logo ela diz que existe lugar. Mas não circunscrito. Isso quer dizer que existe, mas não podemos dizer que é aqui ou ali. Se não ela diria que não existe lugar para os ...

Usamos da mesma lógica para explicar que existe a comunicação com os mortos na Bíblia. Veja:
Quando a bíblia diz que Moises proibiu a comunicação com os mortos, ela está afirmando que existe a comunicação com os mortos. Senão não precisaria proibir.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: dgodv em 02 de Março de 2012, 19:39
Levei meio dia pra ler todo o tópico.

Não sei mais se acredito ou não em umbral/colônias.

Lendo os argumentos contra a existência destas regiões, principalmente das questões de OLE expostas acima pelos irmãos, percebo que realmente pode ser criação da própria consciência de cada um.

Lembrei que Emanuel disse pro Chico que se ele falasse algo contrario a Kardec, era pro Chico deixa ele “Emanuel” de lado e seguir Kardec. E por que Chico não fez isso?

Ai fiquei me perguntando:
Pra onde vão todos os espíritos da reunião de desobsessão que participo?
Alguns chegam muito agitados, e esses nós acalmamos e deixamos para que os irmãos espirituais encaminhem para socorro. Mas que socorro? Se não existe lugar pra onde levar. Pra onde estão indo esses irmãos, pois percebemos que com os obsidiados eles não estão mais? Ficam vagando no seu pensamento? Então não ajudamos nenhum desencarnado?

Certa vez, uma mulher veio ao centro para desobsessão e o grupo mediúnico percebeu que havia ligação da mesma a um feto. E após todo o trabalho mediúnico (e liberação da pessoa do trabalho), vieram as explicações que a mesma tinha feito aborto e que o feto ainda estava junto à mãe.
Me pergunto novamente: Pra onde foi o espírito deste feto?
A mãe teve uma melhora instantânea de algo que trazia consigo (desde que fez o aborto) e que a medicina não resolvia. Descobrimos tempos depois que realmente a mulher havia feito aborto. E que depois da desobsessão nunca mais sofreu daqueles problemas que tinha. No tratamento não conseguimos nenhum diálogo com o espirito, então mentalizamos bastante energia e amor para aquele irmão, até que ele nos deixou.
Achei que ele foi atendido pelos irmãos socorristas neste momento e levado a uma colônia de recuperação, pois se trata de um espírito bêbe (sei que apesar de bebe ele pode ter vários milhares de anos, mas no momento do desencarne era um bebe, e ainda tem estado de torpor que acompanha os espíritos após a morte).

Penso que tenho que procurar um psiquiatra pra me tratar. Mas, e a mulher (mãe) que melhorou consideravelmente e nem sabe do que se passou?

Fizemos trabalho de desobsessão em algumas residências e falamos aos espíritos que ali viviam que iriam para lugares melhores para serem tratados. Estas pessoas não tiveram mais problemas nestas residências.
Mas me pergunto: Mandei pra onde estes irmãos? Acho que vão estar me esperando quando eu morrer e vão me perguntar: Agora me mostra onde tem hospital. (rsss)
To ferrado.
Alem de acabar de saber que não tenho um lugar definido pra ir quando eu morrer (claro que eu não acreditava que ia pra Nosso Lar), ainda tem todos os irmãos desencarnados que tentei encaminhar pra estes lugares que nem existem.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 02 de Março de 2012, 23:18
Amigo Dg,
o local não é importante, digo isso porque o que vale é a afinidade de pensamentos e coo os Espíritos se correspondam através do pensamento, estarão unidos entre si como demonstra a questão abaixo:

"278. Os Espíritos de diferentes ordens estão misturados?
– Sim e não; quer dizer, eles se vêem, mas se distinguem uns dos outros. Afastam-se ou se aproximam segundo a semelhança ou divergência de seus sentimentos, como acontece entre vós. É todo um mundo, do qual o vosso é o reflexo obscuro. Os da mesma ordem se
reúnem por uma espécie de afinidade, e formam grupos ou famílias de Espíritos unidos pela simpatia e pelos propósitos; os bons, pelo desejo de fazer o bem; os maus, pelo desejo de fazer o mal, pela vergonha de suas faltas e pela necessidade de se encontrarem entre os seres semelhantes a eles.
Igual a uma grande cidade, onde os homens de todas as classes e de todas as condições se vêem e se encontram, sem se confundirem, onde as sociedades se formam pela similitude de gostos, onde o vício e a virtude se acotovelam, sem se falarem."
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 03 de Março de 2012, 21:24
O Céu e o Inferno
Capítulo IV

Espíritos sofredores

— O castigo —

“Os espíritos maus, egoístas e insensíveis fi cam, logo depois da morte, entregues a uma dúvida cruel quanto ao seu destino presente e futuro; olham ao redor de si e, inicialmente, não vêem ninguém sobre quem possam fazer valer sua personalidade má, e o desespero se apodera deles, porque o isolamento e a inação são intoleráveis aos maus espíritos. Eles não erguem seus olhares em direção aos lugares habitados pelos espíritos puros; observam o que os cerca e, rapidamente impressionados pelo abatimento dos espíritos fracos e punidos, a eles se agarram como a uma presa, aproveitando-se da lembrança de suas faltas passadas que incessantemente põem em ação por seus gestos zombeteiros. Não lhes sendo sufi ciente essa zombaria, eles se lançam sobre a Terra como abutres esfomeados e procuram, entre os homens, a alma que mais facilmente dará acesso às suas tentações; agarram-se a ela, exaltam sua ambição, tratam de extinguir sua fé em Deus, e
quando, fi nalmente, são donos de uma consciência e vêem sua presa  assegurada,estendem o fatal contágio sobre tudo o que se aproxima da sua vítima. O espírito mau que põe em prática a sua raiva é quase feliz; ele sofre apenas nos momentos em que não age e também naqueles em que o bem triunfa sobre o mal.
Os séculos, no entanto, vão passando; o espírito mau, de repente, sente as
trevas envolvê-lo; seu círculo de ação se estreita; sua consciência, muda até então,
o faz sentir as pontas afi adas do arrependimento. Inativo, levado pelo turbilhão,
ele vagueia, sentindo, como dizem as Escrituras, os pêlos sobre sua carne se arrepiarem de terror; logo um grande vazio se faz nele, ao redor dele; o momento é chegado, ele deve expiar; a reencarnação está lá, ameaçadora; ele vê, como em uma miragem, as provas terríveis que o esperam; gostaria de recuar, mas avança, e, precipitado no imenso abismo da vida, ele rola, assustado, até que o véu da ignorância recaia sobre seus olhos. Ele vive, age, é de novo culpado; sente nele não sei qual lembrança inquietante, quais pressentimentos que o fazem tremer, mas não o fazem recuar no caminho do mal. Ao fi nal das forças e dos crimes, ele vai morrer. Estendido sobre um catre, ou sobre seu leito, que importa? O homem culpado sente, sob sua aparente imobilidade, agitar-se e viver um mundo de sensações esquecidas. Sob suas pálpebras fechadas ele vê surgir uma claridade, ouve sons estranhos; sua alma que vai deixar seu corpo agita-se impaciente, enquanto suas mãos crispadas tentam agarrar-se à mortalha; ele queria falar, queria gritar para
aqueles que o cercam: “Retenham-me! Eu vejo o castigo!” Mas não pode fazê-lo, a
morte se fi xa sobre seus lábios lívidos, e os assistentes dizem: “Ei-lo em paz!” No entanto, ele ouve tudo, fl utua em torno do seu corpo que não queria abandonar; uma força secreta o atrai; ele vê, reconhece o que já viu. Desvairado, lança-se no espaço onde gostaria de se esconder. Nenhum lugar para se refugiar! Nenhuma tranqüilidade! Outros espíritos lhe devolvem o mal que ele fez e, castigado, ridicularizado, confuso, por sua vez ele vagueia, e vagueará até que a divina claridade penetre a insensibilidade do seu coração e o esclareça, para mostrar-lhe o Deus vingador, o Deus triunfante de todo o mal, e que ele só poderá apaziguar a poder de gemidos e de expiações.
Georges”

Nunca foi traçado quadro mais eloqüente, mais terrível e mais verdadeiro da sorte do
mau; portanto, é necessário recorrer à fantasmagoria das chamas e das torturas físicas?
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: filhodobino em 03 de Março de 2012, 21:52
Amado Irmao dgodv,
Neste espaço tenho compromisso de não tocar no assunto, mas nas páginas da internet em

Re: Estudante Espírita - Assertivas bíblicas e o Evangelho Segundo o Espiritismo
« Responder #39 em: Hoje às 21:22 »

 http://www.forumespirita.net/fe/paginas-de-internet-espiritas/estudante-espirita-assertivas-biblicas-e-o-evangelho-segundo-o-espiritismo/30/#ixzz1o5p7cKuP
 
O amigo encontrará uma como que estorieta, real, por mim vivenciada, seguindo o mesmo raciocínio, e procurei, procurei por mais de 15 anos (não foi só meio dias não) foram 15 anos de procura e ninguém me ensinou nada... só me embromaram com nhenhennhennhen que não acabava mais... A verdade mano, é que isso é ininsinável de fora para dentro, mas perfeitamente aprendível de dentro para fora... leia a estorieta e se julgar útil, falemos mais sobre o assunto...
Saúde e Paz!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 03 de Março de 2012, 22:06
Mano Bino,

Exatamente!
Ninguém ensina a ninguém se este alguém, nada quer aprender.
As ilustrações trazidas pelas opiniões ou pela doutrina servem-lhe não como uma luz que o faça ver mais longe, ou que, pelo menos, lhes faça querer, pensar sobre o assunto, mas, por outra, esta luz, o enceguera, porque este, ou estes, ainda estão sob o domínio do Ego exacerbado, e por tal razão, não vêem por mais claro que lhes cheguem as imagens.
Parabéns pela colocação.
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: dgodv em 05 de Março de 2012, 12:04
Mano filhodobino, desculpe a minha ignorância.
mas não entendi qual a relação da sua estorieta com o que eu disse.
Sou juvenil (como dizem na minha cidade) no assunto, mas quando debato aprendo muito mais do que quando apenas leio.
Não se acanhe de me puxar à orelha quando for preciso.
E este assunto (umbral/Colonias) é complexo no meu entendimento.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: mgandrad em 13 de Março de 2012, 16:25
Bem, pelo pouco que li neste topico do forum o problema seria definir, onde, como e pq do umbral, ou seja, se existe realmente. Bem, fazendo uma analogia simples, eu poderia dizer que fica em qualquer lugar, ja que não consigo ver. Consigo sim ver aonde eu não consigo VIVER, por exemplo, no FUNDO do MAR quem vive la são os peixes, eu não consigo respirar neste lugar de morada, viver nele, mas os peixes SIM é o mundo deles e bem maior que o nosso TERRA( SOLO ). Um lugar que não consigo ver nem tocar como UMBRAL, talves exista e os relatos estão chegando, cada dia mais. Estou esperando a vinda de mais alguma novidade neste sentido, pois o telefone do ALEM só toca de lá pra cá e não daqui pra lá. Espero que saibamos atender o telefone e receber o recado para as futuras elucidações de nossa dúvidas. Para tanto precisamos ter um preceito importante chamado ( FÉ )
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Chorapornatela em 13 de Março de 2012, 19:46
Amigo Dg,
o local não é importante, digo isso porque o que vale é a afinidade de pensamentos e coo os Espíritos se correspondam através do pensamento, estarão unidos entre si como demonstra a questão abaixo:

"278. Os Espíritos de diferentes ordens estão misturados?
– Sim e não; quer dizer, eles se vêem, mas se distinguem uns dos outros. Afastam-se ou se aproximam segundo a semelhança ou divergência de seus sentimentos, como acontece entre vós. É todo um mundo, do qual o vosso é o reflexo obscuro. Os da mesma ordem se
reúnem por uma espécie de afinidade, e formam grupos ou famílias de Espíritos unidos pela simpatia e pelos propósitos; os bons, pelo desejo de fazer o bem; os maus, pelo desejo de fazer o mal, pela vergonha de suas faltas e pela necessidade de se encontrarem entre os seres semelhantes a eles.
Igual a uma grande cidade, onde os homens de todas as classes e de todas as condições se vêem e se encontram, sem se confundirem, onde as sociedades se formam pela similitude de gostos, onde o vício e a virtude se acotovelam, sem se falarem."
Abraços,
Moura

Mano Moura agradeço a correçao se estiver enganado.

Na minha visão acho que o Umbral pode estar ao nosso lado na nossa sala ou quarto se nesse momento a nossa "frequencia" baixar logo todos os espiritos que tb estão na mesma frequencia acedem com facilidade á nossa mente.
Por outro lado o "Reino De Luz" ou melhor os Espiritos um cadinho melhor que nós tb podem estar na nossa sala no nosso quarto se a nossa frequencia for de Amor, Paz.
Digo isto pq pressinto entidades infelizes sempre que o "Astral aqui por casa anda mais em baixo.

Logo concluo que ambos felizes ou infelizes estão á nossa volta, o Umbral não é um lugar fora da crosta em determinada altura; mas pode estar no nosso local de trabalho se nosso Chefe andar sempre a pegar no nosso pé, e nós tivermos pensamentos menos agradáveis para com ele.

Abraço


Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 13 de Março de 2012, 20:43
Grande mano Chira, tava com saudade de suas postagens!
Mano, Umbral é apenas, um pórtico, ou seja, sabe o madeirame que segura as postas de nossa casa?
Ali está um Umbral, ou seja, no fundo é uma simples passagem por onde se passa de um local a outro.
Sobre os Espíritos, estes se agrupando por afinidades, irão estar aqui ali ou alhures onde estejam seus partes.
Quando encarnados, se baixamos nossa vibração, não passamos daqui para acolá geograficamente, mas sim, numa espécie de evocação, chamamos para perto de nós outros Espíritos nas mesmas condições.
Por outro lado, não existe um Reino de Trevas e um de Luz, estas citações querem apernas identificar regiões conscienciais ponde pela similitude de intenções, gostos, e quereres, estarão grupos de Espíritos.
Luz, em temática Espírita quer dizer saber, conhecimento, assim um ser de Luz é um Espirito na classe dos Superiores e mais a frente na classe dos Puros.
Por dedução lógica o termo trevas quer apenas ensinar sobre uma faixa de Espíritos que ou por vontade própria, ou por ignorância, se conservem sem adquirir conhecimentos.
Abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edil Curvelo em 13 de Março de 2012, 22:17
Moura, uma pequena correção: o "umbral" ao qual o amigo se refere, inicia em caixa baixa.

Um abraço,
Edil
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 27 de Dezembro de 2012, 14:49
O que eu acho estranho nesta questão é que, se eu quando reencarnar novamente tenho que expiar as faltas desta vida, para que eu preciso passar  algum tempo sofrendo no referido Umbral, parece-me contraditório.
Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 27 de Dezembro de 2012, 15:05
É nisso que dá a mistura incoerente de credos mano antevazin.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Vitor Santos em 27 de Dezembro de 2012, 16:49
Olá

Não percebo a preocupação das pessoas por os espíritos não terem um lugar para onde ir. Então o universo não é constituído por muitos lugares?

O que é provável é que a forma como os espíritos percepcionam o universo seja distinta daquela com que o percepcionamos, pela via sensorial. Logo eles não vêem o universo que vemos, vêem outro, ainda que seja o mesmo.

E decerto que existirão muitas coisas que os espíritos poderão percepcionar, que nós, por via sensorial, não podemos, nem de forma distorcida.

O universo de que temos noção é uma pobre projecção do que o universo realmente é. Os nossos conceitos baseiam-se no que conhecemos, via sensorial, ou no que pode interagir com aquilo que conhecemos via sensorial.

Eu sei que existe a força gravítica pelas consequências da mesma sobre mim. Se eu não consigo voar, se sou atraído em direcção à Terra, então deduzo que existe a força gravítica. É uma dedução racional, não é uma percepção. A força gravítica não se percebe através dos sentidos, apenas os seus efeitos se percebem. Com os espíritos é o mesmo. Se eles interagem connosco, nós sabemos que eles existem. Mas o que dizemos sobre eles, e o que eles nos dizem, é uma tradução para o nível sensorial de uma realidade que está fora do nosso alcance. E mesmo que se consiga experimentar essa realidade, não se consegue explicar por palavras, pois é uma experiência subjectiva, não consensual. O que a pessoa descreve são as consequências sensoriais da interacção com a realidade extra-sensorial. Ou seja, uma tradução sensorial do extra-sensorial.

Se eu digo que estou a ver um gato, as pessoas entendem-me porque "gato" é um conceito consensual. E os conceitos consensuais resultam do facto de pessoas diferentes terem tido possibilidade de passar pela experiência de já ter visto gatos.

Se uma pessoa nunca tivesse visto um gato, eu teria de recorrer a comparações com aquilo que a pessoa conhece. Tentava por exemplo partir de outros animais conhecidos por ambos e explicar o que tinham de comum e diferente do gato. Mas já viram que difícil é explicar por palavras o que é um gato a quem nunca viu um? Mas para o gato nós temos comparações sensoriais bastante boas de onde partir. Para realidades extra-sensoriais isso torna-se muito mais complicado...   

A diferença entre estar encarnado e desencarnado é essencialmente a forma como percebemos o universo. Não é obrigatório que exista outro universo, ou outra matéria,mas pode existir, não sei... A experiência da percepção extra-sensorial é uma aproximação à percepção do universo quando se está desencarnado.

A conclusão a que quero chegar com isto é que não é possível descrever com rigor a realidade do desencarnado com palavras. E por isso é normal que os desencarnados não sejam bem entendidos quando tentam explicar a situação deles.

Para mim, o que é importante é que existe a vida depois da vida. Como ela é, poder-se-à experimentar, um dia, mas não explicar como é. Porque não há conceitos consensuais de que nos possamos servir para o efeito. Assim, debates sobre isso são como debates de cegos sobre a Guernica, de Pablo Picasso.

bem hajam
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 27 de Dezembro de 2012, 16:57
Pois é mano Moura, dias destes na casa de um amigo, estavamos eu, ele e outros a discutir o assunto, eles "estudam" o espiritismo a muito tempo e tentataram a todo custo convencer-me do Umbral e Colonias, peguei o LE e li certas questões onde isso era desmistificado, pois bem o que se dizia mais entendido no assunto me disse que o espiritismo era como politica, tinha varias facções, após este sofisma encerrei a discussão e dei jeito de ir embora, gosto muito deles e não queria manter aquela discussão que já estava indo para outro lado.Uma amiga minha tem André Luiz como um grande evangelizador, acredito que talvez este seja o termo mais correto, visto inserir-se na espiritualidade, mas a maioria o trata como um espirito superior e se vc contesta pedi briga, eu como sou iniciante e não conheço a DE em profundidade procuro evitar as discussões mas sempre que posso emito a minha opinião dentro do que conheço.E te digo uma coisa, infelizmente Kardec está sendo substituido, e rápido, pelos Andres da literatura espiritualista.
Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 27 de Dezembro de 2012, 16:59
E o pior mano antevazin, é que é a própria "Casa Matar" que eu chamo de Casa mata, que patrocina tais idéias.
abraços,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 27 de Dezembro de 2012, 18:53
Sabe mano Moura, eu até agora nunca frequentei um centro espirita, mas pelas pessoas que conheço e ouço que frequentam os CEs vejo que os estudos e palestras baseiam-se nas publicações de Chico, Divaldo e outros, Kardec fica meio que de lado, na internet no geral nem se fala, parece que Kardec foi só o motor de arranque a propulsão principal são as obras espiritualistas.Quando comecei a interar-me da DE eu tinha ideia parecida com a destas pessoas, pois não estudava a DE, apenas ia atrás do que me diziam e resolvi na época ir a um CE no qual o presidente tem um programa de rádio aqui na cidade, ele fala em Kardec, mas tambem cita Emanuel e André com peso de doutrina. Quando entrei no FE pela primeira vez fiquei apavorado com as colocações que não eram favoraveis ao que eu tinha "aprendido", na minha ignorancia fui até grosso com alguns irmãos e pensei em abandonar a DE, mas depois de muito ler as postagens aqui no FE e refletir começou a cair a ficha e o meu mundinho, ainda to juntando os cacos, mas como estou no começo o estrago não foi tão grande.Desisti de ir a CEs enquanto eu não tiver uma base mínima das obras basicas, mas admito que sinto vontade de interar-me das atividades de uma casa espirita e talvez quem sabe um dia até participar dos trabalhos, só espero encontrar alguma aqui na cidade que esteja focado em estudar a codificação, do contrario acho que vou ficar com o FE.
Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: new em 27 de Dezembro de 2012, 20:00
Que legal ver seu comentário antevazin. A Doutrina Espírita é muito mais do que dizem, e você fez bem em se aprofundar nela, para separar o que choca a razão.

Comigo foi diferente. Sou Espírita desde criança, e cada vez mais lia os livros da codificação, sempre com mais interesse. Até porque é uma Doutrina racional e lógica. E isso pude comprovar por mim mesmo. Mesmo pequeno, tinha certas opniões que mais tarde fiquei admirado por ter encontrado confirmação na Codificação, mesmo sem ter lido a questão específica! Acredito que aconteceu com mais pessoas.

Enquanto eu, adolescente, descobria a Doutrina, sempre ouvi falar no Centro Espírita de André Luiz, Emmanuel e cia ltda, e pensava comigo: poxa, tenho que terminar logo de ler a Doutrina, para ler essas obras complementares, quantas informações aprofundadas não devem conter?!

Quanto engano. Num grupo de estudo, tinhamos como "tarefa de casa" ler Nosso Lar, para depois comentá-lo no estudo. Então, comecei a ler. Tinha em mente, e de acordo com a Doutrina Espírita, uma visão diferente do despertar no mundo espiritual. Mas tudo bem, continuei, afinal, é diferente para cada Espírito. A cada capítulo que se passava, minha impressão era que não se tratava muito bem de Espiritismo, mas não dei muita bola para esse meu pensamento. Afinal, estamos falando de Chico Xavier e o tal muito comentado André Luiz. Não lembro se li os últimos capítulos. Mas lembro que foi como uma refeição indigesta, daquelas que demoram tempos para o corpo se reestabelecer. E a medida que fui analisando, mais certeza tive de que não se trata em nada, de uma obra que possa ser estudada junto com o Espiritismo.

Isso não foi há mais de 2 ou 3 anos. De modo que ainda sou jovem!

Mas, tirando o lando bom da desventura, foi um bom teste para solidificar a vontade de estudar a verdadeira Doutrina Espírita, que dissipa as trevas e afasta o erro.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 27 de Dezembro de 2012, 20:32
 New eu estou a pouco mais de ano envolvido com espiritismo, porem com a codificação foi mais recente, ainda to engatinhando, continuo com certas dúvidas e questionamentos mas estou conseguindo ver as coisas da maneira correta.As vezes eu dou uma recaida em certas questões mas reflito e volto a razão.
No meu ver o problema com as obras espiritualistas é que elas são oferecidas as pessoas interessadas na DE antes da codificação, o porque eu não sei, já ouvi boatos que objetivo é mercantil, simplesmente vender livros, outros asseguram que estas obras são mais fáceis de trazer as pessoas para o espiritismo, pois é dificil estudar Kardec e as pessoas acabam desistindo.A verdade é que nós somos propensos a aceitar o que é facil, fazendo uma analogia, muitos querem emagrecer, mas ao inves de fazer uma dieta para toda a vida na qual a médio e longo prazo trara benefícios concretos e permanentes preferem correr até o fim de seus dias atrás da pílula mágica.
Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Edmar Ferreira Jr em 27 de Dezembro de 2012, 21:08
Antevazin,

O público que frequenta os Centros Espíritas, sobretudo o das reuniões públicas, não conhece a DE e estará longe de conhecê-la enquanto se mantiver ocupado com expositores que trabalham apenas com os ensinamentos dos Espíritos que são revelados por intermédio dos médiuns que você citou.

É por essa razão que se tornam cada vez mais necessários nos Centros Espíritas os expositores que se proponham a trabalhar exclusivamente com a DE contida nas obras básicas da Codificação. É um dever e uma responsabilidade para com essa Doutrina maravilhosa que abraçamos divulgá-la como ela realmente é.

Abraço,
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 27 de Dezembro de 2012, 22:15
Edmar, pelo que tenho ouvido falar e lido, alguns expositores conhecem a DE, porem acredito que estes renderam-se aos ensinamentos de espiritos menos evoluidos quando perceberam que esta agua com açucar  que começou a ser divulgada massivamente com as obras de chico atraia muito mais seguidores, é quase  o mesmo que acontece com as igrejas evangélicas onde pastores menos preocupados com a espiritualidade atraem massas de desesperados com promessas de vantagens materiais para o aqui e agora.É muito mais facil para as pessoas deglutirem que vão encontrar um paraiso, porque é isso que é apresentado como colonias espírituais, um paraiso onde eu vou encontrar somente pessoas maravilhosas, com alto astral, um trabalho dignificante como nenhum que eu tive aqui na terra alem de tudo se eu quiser poderei alimentar-me com o manjar dos deuses e ter uma relação sexual tantrica.Que  as faltas que eu  cometi aqui na terra, ao desencarnar  as espiarei em um lugar escuro e fedorento, porem não devo preocupar-me pois se  pedir salvação com fé uma equipe sera enviada para encaminhar-me ao paraiso, o brabo vai ser eu querer reencarnar novamente e deixar todo esse extase.
Agora, prezado Edmar, imagina dois expositores espiritas, um te levando ao estudo de perguntas e respostas nas quais não há misticismo, esta claro mas vc tem que estudar e a medida que estuda te é exigido uma reforma intima e mundança muitas vezes no teu modo de agir e viver e cada vez mais lhe é cobrado mais aprofundamento.O outro expositor te fala em colonias espirituais que mais parecem colonias de férias de adolescentes, e pede apenas que vc estude obras com uma linguagem florida e meiga.Qual destes expositor vc prefere seguir se vc esta iniciando na DE? Agora imagina se vc é um médium e tem a possibilidade de escolher qual tipo de expositor vc pode tornar-se, a probabilidade de seguir o caminho do primeiro é muito grande, igual a de um pastor que vislumbra-se com o numero de seguidores que lhe dizem amem.
Por isso que acredito que CEs com propositos de difundirem somente a DE do codificador vai ser como mosca branca, raríssima e quando aparece alguem mata com um tapa.
Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Vitor Santos em 28 de Dezembro de 2012, 01:10
Olá amigo Antevazin

Eu identifico-me com a ideia de "espiritualismo cientifico". Quando eu apenas conhecia o catolicismo parecia-me que o espiritismo era algo que se aproximava disso. E durante 12 anos tentei aprender sobre a doutrina espirita.

Todavia, eu cheguei à conclusão que a doutrina, e sobretudo o movimento espirita, é um espiritualismo-crença e não um espiritualismo-ciência. E é este último caminho que eu quero seguir.

O espiritismo é espiritualismo-crença, na medida em que nos faz uma proposta "crer sem ver". É apenas um catolicismo mais elaborado, mais modernizado, que quer dar um ar a ciência, mas que, de ciência nada tem.

Isto porque não me revejo no materialismo, no sentido de pensar que os seres humanos são meras máquinas de carne mortais. Apesar de ter uma formação baseada no materialismo-ciência, pois trata-se de uma área de base tecnológica, baseada na física e na matemática.

Todavia, na área das ciências da vida, no que se trata da mente humana, o que é mais vulgar encontrar o materialismo-crença. Que no fundo é tão dogmático como o espiritualismo-crença.

O materialismo-ciência explica muita coisa, de forma credível, e possibilita a tecnologia, que está incorporada nos objectos que usamos no dia a dia.

O espiritualismo-ciência não está em oposição ao materialismo-ciência, e um dia até se poderão fundir. O espiritualismo-ciência tenta ser uma visão do mundo mais abrangente, ir mais além do que o materialismo-ciência, e não a negação deste último, nas áreas em que as explicações que ele proporciona são suficientes. Todavia o espiritualismo-crença, ou seja, a religião, jamais se fundirá com nenhuma delas. Em ciência não há crenças. Uma ciência jamais se pode conciliar com uma crença.

As crenças não necessitam de justificação cientifica. Ou se adere às mesmas, ou se rejeitam. Em ciência não há crenças, quando muito há hipóteses a comprovar. Nem medo de confirmar tudo, a toda a hora. A ciência é céptica. Não há medos supersticiosos, de que Deus, ou de que os espíritos fiquem zangados por nós queremos aprender. E por pormos em questão as coisas. Por em questão faz parte do processo de aprendizagem.

Se colocarmos Allan Kardec no contexto do séc. XIX, podemos considerar que ele era um adepto do espiritualismo-ciência. Todavia, o movimento espirita de hoje, não há dúvida que se enquadra muito mais no espiritualismo-crença. E por isso está a deixar de me interessar. E a cada resposta neste fórum. mais convencido estou disso, se bem que conheço pessoas  espíritas que têm melhores argumentos do que a maioria dos que escrevem aqui. Muitos desses que escrevem aqui nem são espíritas, mas pessoas de outras crenças, disfarçados de espíritas, como os imaterialistas que dizem que a matéria não existe, que é uma ilusão. É apenas mais uma forma diferente de espiritualismo-crença.

Se o amigo procura o espiritualismo-crença, está no sitio certo à procura, mas se busca o espiritualismo-ciência, se não encontrar melhores recursos e respostas do que eu encontrei até agora, duvido que vá encontrar exactamente aquilo que pretende, no movimento e na doutrina espirita.

bem haja
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 28 de Dezembro de 2012, 01:36
 Vitor, eu já disse aqui no FE que cheguei no espiritismo atraves de um amigo meu, que na realidade é espiritualista, ele vendo que eu tinha muitas perguntas e quase nada de respostas me indicou Nosso Lar e tambem o LE, apartir dai até hoje tirei algumas dúvidas e estou tentando encontrar respostas para outras, agora quanto a fé firme e convicta na vida apos a morte é algo que ainda me causa desconforto, é para mim o calcanhar de Aquiles  por justamente não ter a capacidade de ter o contato direto com os desencarnados assim como outros deste forum, por exemplo.Penso porem que é tantas e tantas pessoas falando em contatos com os desencarnados que não pode só haver farsa ou ilusão destas pessoas, e é isso que impulsiona-me a seguir em frente.O que me agrada na codificação é que mesmo que no final das contas eu não consiga ter um pingo de fé no mundo invisível ela não deixa de servir como doutrina para a boa convivência entre nós humanos, afinal para fazer o bem aos outros não é preciso acreditar em Deus.
A DE, ate agora pra mim te sido clara no seu proposito e ensinamentos, é na lata, sem rodeios e tem lógica e se mesmo assim eu vacilo como vou acreditar em algo como colonias espirituais e Umbrais nos quais não vejo na codificação, posso até mudar de idéia, mas acho dificil.
Abraços amigo.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 28 de Dezembro de 2012, 13:57
Mano antevazin,
Todos passamos por esta fase e nos assustamos.
É natural que todos passem porque vivemos a escutar estórias e estórias e todas se dizendo fundamentadas na doutrina. coo tempo porém, vamos acordando a visão correta. eu também não tive caminho diferente, pois tendo vindo da Umbanda, tinha também comigo muitas visões mais atinente ao que era do patamar umbandístico, mas foi o estudo começado ainda na Umbanda Iniciática que me veio mostrar certas nuances, e estas me acordaram.
Eu falo em Umbanda Iniciática e a maioria não sabe o que seja e o que posso rapidamente afirmar é que nela não se vê nada do que se vê em outras linhas da mesma doutrina.
Para frente e para o alto mano, você segue um bom caminho.
Abração,
Moura
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Vitor Santos em 28 de Dezembro de 2012, 16:46
Olá Antevazin

Citar
A DE, ate agora pra mim te sido clara no seu proposito e ensinamentos, é na lata, sem rodeios e tem lógica e se mesmo assim eu vacilo como vou acreditar em algo como colonias espirituais e Umbrais nos quais não vejo na codificação, posso até mudar de idéia, mas acho dificil.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/195/?action=post;num_replies=203#ixzz2GMiw1c2Z

Só quero deixar clara uma coisa: quando falo em espiritualismo, falo em espiritualismo moderno, não em Umbanda, nem no "Nosso Lar". Charles Richet, ou actualmente, Dean Radin, por exemplo são espiritualistas de base cientifica.

O espiritismo é um movimento integrado no espiritualismo moderno. Mas, no Brasil usa-se a palavra "espiritualismo" também noutro sentido.

Quando se trata uma crença, a pessoa converte-se. Quando se trata de uma ciência, a pessoa constata os factos.

bem haja
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 28 de Dezembro de 2012, 17:46
Vitor meu mano, não concordo com a sua visão.
Espiritualismo é uma parte que abrande as cercanias ou por outras palavras a parte geral de onde o Espiritismo é uma especialidade pou especificidade, logo não o podemos colocar como integrante de algo do que ele difira em tantas partes.
A parte científica da De se pode atestar, claro, mas nem por isso também se o pode ligar ao Espiritualismo científico, E em falando em Umbanda não se a pode descartar da parte científica meu amigo senão dentro dela não teriam psicólogos, psiquiatras, advogados, médicos de diversas áreas ou mesmo filósofos, ou pessoas como na parte do candomblé que é bem diferente da Umbanda, tivemos também pessoas como tom Jobim e Vinicius de Morais.
abração,
Moura
Olá Antevazin

Citar
A DE, ate agora pra mim te sido clara no seu proposito e ensinamentos, é na lata, sem rodeios e tem lógica e se mesmo assim eu vacilo como vou acreditar em algo como colonias espirituais e Umbrais nos quais não vejo na codificação, posso até mudar de idéia, mas acho dificil.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/195/?action=post;num_replies=203#ixzz2GMiw1c2Z

Só quero deixar clara uma coisa: quando falo em espiritualismo, falo em espiritualismo moderno, não em Umbanda, nem no "Nosso Lar". Charles Richet, ou actualmente, Dean Radin, por exemplo são espiritualistas de base cientifica.

O espiritismo é um movimento integrado no espiritualismo moderno. Mas, no Brasil usa-se a palavra "espiritualismo" também noutro sentido.

Quando se trata uma crença, a pessoa converte-se. Quando se trata de uma ciência, a pessoa constata os factos.

bem haja
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 28 de Dezembro de 2012, 18:49
Vitor, eu e vc procuramos a mesma coisa,  ou seja a confirmação que nos não deixaremos de existir apos morrermos para esta vida, que Deus realmente existe, que se encontrar-mos isto encontraremos a resposta para todas mazelas deste mundo e por seguinte a paz de espirito, tudo resume-se a isso, viver apos morrer.Como vc, eu já procurei esta resposta em outra religiões só que a para cada ensinamento havia outro contraditório, sem falar que a propria razão me fazia refutar aquela idéia que tentava aprender, a DE talvez seja minha ultima tentativa de ligar-me com algo alem desta vida, se não conseguir e chegar a conclusão de que nada existe alem deste mundo vou seguir a minha vida, trabalhar, cuidar da minha esposa e filhos, eu tenho minhas faltas e erros, mas ela não me torturam porque ate hoje o maior prejudicado fui eu.Eu só procuro a confirmação que Deus existe, se isto vai ser dentro da DE não sei, mas ate agora tem lógica na maioria das afirmações, claro tem coisas que ainda pergunto o porque e não vejo a resposta, mas estou ai, pelejando.
Vendo seus comentários me veio uma idéia, vc diz que já esta a doze anos estudando a DE  e outros tantos anos, assim como eu, estudando outras religiões sem encontrar a prova definitiva de que tudo não termina aqui; eu te pergunto: o que faz eu, vc e tantos outros seguirem nesta estrada, sera que não é nossas lembranças de outros tempos, nossa consciencia  esquecidas,que de vez enquando no diz para não desistir.
Já falei aqui, o cara de mais fé que conheci foi meu pai, não tinha religião, não ia a templos nem igrejas, tinha pouco instrução academica, mas a relação com Deus que mantinha dava inveja a muito padre e pastor, pois bem, apesar desta fé antes de morrer ele sofreu em cima de um leito de UTI 25 dias, debatia-se dia e noite, isso me deixava louco, como Deus deixava aquele homen sofrer daquele jeito.Se meu pai tivesse sobrevivido e soubesse do seu sofrimento na UTI tenho absoluta certeza que não mudaria em nada a fé que tinha em Deus, ele nunca colocava a culpa das mazelas deste mundo em Deus, talvez fosse porque ele tambem tinha uma lembrança de algo maior.
Meu amigo, independente da ciencia e religião vamos fazer  cada dia nosso melhor que o anterior, e quando a tristeza bater  se agarra na família e nos amigos e olha para trás e vc vai ver que já chegou bem longe em vista de muitos, é assim eu faço e claro entra no FE e bate um pouco de boca com o Moura, Anton, Moises, Coronel e Cia que a coisa melhora.
Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: hcancela em 29 de Dezembro de 2012, 11:32
Olá amigos(as)

A Doutrina Espirita está bem avançada no tempo, tanto é e com o bem já disseram e sem repararem o confirmam, porque ela se baseia no entendimento simples e por o sewr é que nós complicamos querendo confirmar aquilo que está há vista(pelo menos para mim) :-*.

O Espiritismo veio para modificar o Homem(a) na base do entendimento racional,e aqui ou se percebe ou não, porque Ela não veio para os Eruditos ou Sábios para se afirmar, mas sim para aqueles de coração aberto e mente livre(sem monesprezar ninguém).

Lembro que a crença para mim e racional(Tal e qual o Espiritismo) é o acto de perceber o que lá tudo diz  hoje, e, sempre colocando dentro de nós, chegando há conclusão através dos tempos que tudo que lá diz é sério, correcto, porque são as Leis de Deus através de um processo longo e dificil, a que chamamos Reencarnação, acreditando que neste processo chegaremos um dia a Espiritos (perfeitos).

Se estivermos há espera de comprovar em loco tudo isto, precisamos primeiro nos Moralizar e assim conseguirmos aos poucos ir percebendo como são realmente as Leis de Deus e não fazer como Tomé que precisava de provas mesmo vendo, e creio que estamos todos no geral comprovar aquilo que para mim é claro, mesmo eu tendo muita dificuldade em as aplicar no dia-a-dia, mas que as cinto tenho a certeza, conmo as vou explicar, não sei.

Lembro que o Espiritismo nada tem a ver com as múltiplas formas de o ver, das formas de o explicar, ou até da forma como é exposta, muita vez como disseram e bem, errada.

Se nós percebermos através do Estudo sério e desprendido de ideias pré concebidas o Espiritismo(coisa dificil porque estamos muito formatados) tem um manancial de pequenas coisas que colocadas em prática nos dá uma forma de vida muito boa, livre de imposições de palestrantes ou oradores mais ou menos sábios que muito contribuem na divulgação da Doutrina, mas na base da opinião pessoal.

O Espirita(ou dito) esquece que o entendimento é pessoal  apesar dos seus ensinamentos serem gerais, cabendo a cada um traçar o seu próprio caminho nesta base!...Sei o que devo ser , mas que ainda não o sou.

Saudações fraternas
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 29 de Dezembro de 2012, 14:11
Olá hcancela, te pergunto: vc é mediun?
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Vitor Santos em 29 de Dezembro de 2012, 15:51
Olá amigo Antevazin

Em resposta às suas palavras, deixo-o com uma pequena reflexão:

Para quem sofre, o grande consolo é pensar que tudo passa. Este pensamento é libertador, pois é o oposto do conceito de inferno. Nós aceitamos sofrer, se necessário, mas não suportamos a ideia de que o sofrimento possa ser eterno.

Para quem não sofre, para quem ama esta vida, os meus parabéns, mas lamento informar que tenho más noticias. Na verdade, esta nossa vida, na carne, vai passar.

A maior certeza desta vida é de que tudo passa.

bem haja
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 29 de Dezembro de 2012, 16:02
Vitor, eu sei que tudo passa nesta vida, por isso me agarro no que tenho de melhor que são meus filhos, procuro viver um dia de cada vez, não me estresso mais como antes tentando adivinhar o que vira no futuro e depois desta vida, não adianta meu amigo.Não acredito em inferno, pelo motivo de que já existem pessoas que vivem um inferno pavaroso aqui nesta vida, acho a DE neste sentido muito mais coerente e é por isso que a estou estudando, se não der em nada paciencia pelo menos ela serve como filosofia de vida.
Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Vitor Santos em 29 de Dezembro de 2012, 16:38
Olá

Citar
Não acredito em inferno, pelo motivo de que já existem pessoas que vivem um inferno pavaroso aqui nesta vida, acho a DE neste sentido muito mais coerente e é por isso que a estou estudando, se não der em nada paciencia pelo menos ela serve como filosofia de vida.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-ceu-e-o-inferno/umbral-na-codificacao/210/?action=post;num_replies=210#ixzz2GSVA9MDS

Eu também não acredito em inferno, como pode constatar no meu post anterior. O que interessa é o que faz sentido para si. Se a doutrina espirita faz, não vejo razão nenhuma para você não a estudar e adoptar como filosofia de vida, amigo. :)

bem haja
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: hcancela em 29 de Dezembro de 2012, 17:04
Olá hcancela, te pergunto: vc é mediun?
Caro amigo

Porque pergunta, e qual o interesse para o tópico?
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 29 de Dezembro de 2012, 19:45
Simples, o que eu e o Vitor falamos é que para quem é medium de algum tipo é muito mais facil ter a fé na DE visto que vc tem a prova que tanto nós falamos, vc como médiun tem a certeza que a vida continua pois comunica-se com os desencarnados, tyem a fé comprovada in loco, enquanto eu tenho que acreditar no que pessoas como vc afirmam. Veja o médium é o unico ser humano que pode ter certeza que existe vida após a morte, qualquer outro independente da religião somente vai atrás do que lhe é afirmado. Para mim a DE até agora tem lógica na maioria do que já estudei, mas a fé cega como muitos tem ainda não pudi comprovar dentro da DE, mas vou continuar, se não conseguir ao final ter essa fé paciencia.
Sai um pouco do tópico, mas o quero dizer é que se as vezes é dificil engolir certos assuntos da DE que tem um encadeamento lógico, imagina ter fé que quando morrer vou para o tal Umbral ou Colonia de Férias, que ao meu ver fere a razão: Umbral para que se eu vou reencarnar novamente para expiar minhas faltas. Colonias, bom seu eu vou para lá não vou querer mais reencarnar, tem tudo que eu tinha aqui, so que muito melhor, até a compra da casa própria eu levo menos tempo para adquirir, aqui eu pago em 30 anos, lá eu pago em 15, pra mim melhor lugar não há.
Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: filhodobino em 29 de Dezembro de 2012, 19:54
Olá hcancela, te pergunto: vc é mediun?
Caro amigo

Porque pergunta, e qual o interesse para o tópico?

Amado hcancela, não te deixes turbar o vosso coração...
O nobre e amado irmão está fazendo sua parte no contexto...

http://visoesantevasin.blogspot.com.br/
Saúde e Paz!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: antevazin em 29 de Dezembro de 2012, 20:27
Amado hcancela, não te deixes turbar o vosso coração...
O nobre e amado irmão está fazendo sua parte no contexto...

http://visoesantevasin.blogspot.com.br/
Saúde e Paz!

Filhodobino, realmente eu moro na fronteira literalmente, moro em Bagé no extremo sul do Rio Grande do Sul a qual faz fronteira com Uruguai, se um dia vier por estas bandas me avisa que te espero com mate e um bom churrasco.
Abraços.
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: filhodobino em 29 de Dezembro de 2012, 21:25
Amado hcancela, não te deixes turbar o vosso coração...
O nobre e amado irmão está fazendo sua parte no contexto...

http://visoesantevasin.blogspot.com.br/
Saúde e Paz!

Filhodobino, realmente eu moro na fronteira literalmente, moro em Bagé no extremo sul do Rio Grande do Sul a qual faz fronteira com Uruguai, se um dia vier por estas bandas me avisa que te espero com mate e um bom churrasco.
Abraços.

Tenho muitos amigos e postais de Bagé, da época de radioamadorismo... Estive em conclaves de radio amadores aí por duas vezes... Tenho também um amigo fabricante de cosméticos, cujo principal produto é o Givan Klif...
Prazer amado, o mesmo aqui em Contagem...
Saúde e Paz!
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Vitor Santos em 29 de Dezembro de 2012, 23:26
Olá amigo Antevazin

Talvez o Umbral seja aqui na Terra, ou também possa ser aqui na Terra, para algumas pessoas e fases da vida, como você aliás bem disse, no seu post.

Andava eu hoje cá no "meu Umbral", quando me deparei com um site que me ajudou a sair dele. Pelo menos durante algum tempo. O meu dia estava um pouco sinistro, e ficou mais claro, depois de ler os conselhos de um psicólogo que falava de espiritualidade, entre outras coisas.

É claro que o que me fez bem a mim, pode não servir nada para outras pessoas, mas já que fez sentir bem, por que não partilhá-lo aqui:

http://www.vivercomalma.com.br/

Bom ano novo para todos!

bem haja
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: hcancela em 30 de Dezembro de 2012, 12:08
Simples, o que eu e o Vitor falamos é que para quem é medium de algum tipo é muito mais facil ter a fé na DE visto que vc tem a prova que tanto nós falamos, vc como médiun tem a certeza que a vida continua pois comunica-se com os desencarnados, tyem a fé comprovada in loco, enquanto eu tenho que acreditar no que pessoas como vc afirmam. Veja o médium é o unico ser humano que pode ter certeza que existe vida após a morte, qualquer outro independente da religião somente vai atrás do que lhe é afirmado. Para mim a DE até agora tem lógica na maioria do que já estudei, mas a fé cega como muitos tem ainda não pudi comprovar dentro da DE, mas vou continuar, se não conseguir ao final ter essa fé paciencia.
Sai um pouco do tópico, mas o quero dizer é que se as vezes é dificil engolir certos assuntos da DE que tem um encadeamento lógico, imagina ter fé que quando morrer vou para o tal Umbral ou Colonia de Férias, que ao meu ver fere a razão: Umbral para que se eu vou reencarnar novamente para expiar minhas faltas. Colonias, bom seu eu vou para lá não vou querer mais reencarnar, tem tudo que eu tinha aqui, so que muito melhor, até a compra da casa própria eu levo menos tempo para adquirir, aqui eu pago em 30 anos, lá eu pago em 15, pra mim melhor lugar não há.
Abraços.
Caro amigo

Nem vou dizer que sou ou não médiun porque não é importante .Apenas Lembro que Allan Kardec não o era no sentido lato da palavra, porque médiuns todos os somos, uns mais ostensivos do que outros.
Agora gostaria de lembrar que a Doutrina Espirita na sua base é fé raciocinada nada tendo a ver com a dita Mediunidade. Estudo é que ela quer.

Voltando ao tema" Umbral" todos nós o temos fruto de nossos pensamentos desiquilibrados.Antigamente se dizia "Inferno".Os Orientais chamam outros nomes.

Abraços
Título: Re: Umbral na codificação
Enviado por: Mourarego em 30 de Dezembro de 2012, 16:27
Mano Antevazin,
posso lhe citar pelo menos oito médiuns que nunca conheceram a DE.

A questão não está em ser ou não médium mas em compreender e entender os ensinos doutrinários e para tal, amigo, Kardec nos ensina logo a início de OLE que tal estudo deva ser feito com caráter de gravidade e seriedade e sob o vínculo da perseverança.
A questão da mediunidade não se pode ver sob o aspecto de maior ou menos facilidade em entreter da De maior possibilidade para a convicção do mundo Espiritual, Swedemborg mesmo nunca propalou os estudo da DE, nem mesmo os Irmãos Davenport.
abraços,
Moura

Simples, o que eu e o Vitor falamos é que para quem é medium de algum tipo é muito mais facil ter a fé na DE visto que vc tem a prova que tanto nós falamos, vc como médiun tem a certeza que a vida continua pois comunica-se com os desencarnados, tyem a fé comprovada in loco, enquanto eu tenho que acreditar no que pessoas como vc afirmam. Veja o médium é o unico ser humano que pode ter certeza que existe vida após a morte, qualquer outro independente da religião somente vai atrás do que lhe é afirmado. Para mim a DE até agora tem lógica na maioria do que já estudei, mas a fé cega como muitos tem ainda não pudi comprovar dentro da DE, mas vou continuar, se não conseguir ao final ter essa fé paciencia.
Sai um pouco do tópico, mas o quero dizer é que se as vezes é dificil engolir certos assuntos da DE que tem um encadeamento lógico, imagina ter fé que quando morrer vou para o tal Umbral ou Colonia de Férias, que ao meu ver fere a razão: Umbral para que se eu vou reencarnar novamente para expiar minhas faltas. Colonias, bom seu eu vou para lá não vou querer mais reencarnar, tem tudo que eu tinha aqui, so que muito melhor, até a compra da casa própria eu levo menos tempo para adquirir, aqui eu pago em 30 anos, lá eu pago em 15, pra mim melhor lugar não há.
Abraços.