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GERAL => Mensagens de Ânimo => Meditação => Tópico iniciado por: Victor Passos em 13 de Outubro de 2009, 10:41

Título: O Verbo é Criador 13 / 10 /2009
Enviado por: Victor Passos em 13 de Outubro de 2009, 10:41
ola bom a dia muita paz e harmonia

O Verbo é Criador

Livro: Vinha de Luz - 97
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

                "Mas o que sai da boca procede do coração, e isso contamina o homem." - Jesus. (MATEUS, 15:18.)

          O ensinamento do Mestre, sob o véu da letra, consubstancia profunda advertência.

          Indispensável cuidar do coração, como fonte emissora do verbo, para que não percamos a harmonia necessária à própria felicidade.

          O que sai do coração e da mente, pela boca, é força viva e palpitante, envolvendo a criatura para o bem ou para o mal, conforme a natureza da emissão.

          Do íntimo dos tiranos, por esse processo, origina-se o movimento inicial da guerra, movimento destruidor que torna à fonte em que nasceu, lançando ruína e aniquilamento.

          Da alma dos caluniadores, partem os venenos que atormentam espíritos generosos, mas que voltam a eles mesmos, escurecendo-lhes os horizontes mentais.

          Do coração dos maus, dos perversos e dos inconscientes, surgem, através do poder verbalista, os primórdios das quedas, dos crimes e das injustiças; todavia, tais elementos perturbadores não se articulam debalde para os próprios autores, porque dia chegará em que colherão os frutos amargos da atividade infeliz a que deram impulso.

          Assim também, a alegria semeada, por intermédio das palavras salutares e construtivas, cresce e dá os seus resultados.

          O auxílio fraterno espalha benefícios infinitos, e o perfume do bem, ainda quando derramado sobre os ingratos, volta em ondas invisíveis a reconfortar a fronte que o emite.

          O ato de bondade é invariável força benéfica, em derredor de quem o mobiliza. Há imponderáveis energias edificantes, em torno daqueles que mantêm viva a chama dos bons pensamentos a iluminar o caminho alheio, por intermédio da conversação estimulante e sadia.

          Os elementos psíquicos que exteriorizamos pela boca são potências atuantes em nosso nome, fatores ativos que agem sob nossa responsabilidade, em plano próximo ou remoto, de acordo com as nossas intenções mais secretas.

          É imprescindível vigiar a boca, porque o verbo cria, insinua, inclina, modifica, renova ou destrói, por dilatação viva de nossa personalidade.

          Em todos os dias e acontecimentos da vida, recordemos com o Divino Mestre de que a palavra procede do coração e, por isso mesmo, contamina o homem.

 
Título: Re: O Verbo é Criador 13 / 10 /2009
Enviado por: dim-dim em 13 de Outubro de 2009, 14:31

Olá amigo Victor Passos!

http://www.youtube.com/user/ajce1962#p/f/155/FM0Pl80Zf00 (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS91c2VyL2FqY2UxOTYyI3AvZi8xNTUvRk0wUGw4MFpmMDA=)

***

Alberto Caeiro

Antes o voo da ave, que passa e não deixa rasto,
Que a passagem do animal, que fica lembrada no chão.
A ave passa e esquece, e assim deve ser.
O animal, onde já não está e por isso de nada serve,
Mostra que já esteve, o que não serve para nada.

A recordação é uma traição à Natureza.
Porque a Natureza de ontem não é Natureza.
O que foi não é nada, e lembrar é não ver.

Passa, ave, passa, e ensina-me a passar!



Namasté
Título: Re: O Verbo é Criador 13 / 10 /2009
Enviado por: Victor Passos em 14 de Outubro de 2009, 10:34
Ola muita paz  Dim - Dim



Cultivar a Verdade

Livro: Vida Feliz
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco

      Há quem cultive a verdade, tornando-a arma para agredir os outros.

      A verdade, porém, reflete luz mirífica, aclaradora de incógnitas, que jamais fere ou aflige.

      É como pão, que deve ser ingerido sem exagero, ou como linfa, que merece ser sorvida na quantidade exata.

      A medida que nutre e dessedenta, acalma e felicita, enriquecendo de compreensão e afabilidade aquele que a penetra.

      Jamais a apliques com dureza, qual se fosse uma arma para destruir os outros, pois que, assim tornada, perde a finalidade precípua que é a de libertar.