Forum Espirita

GERAL => Mensagens de Ânimo => Meditação => Tópico iniciado por: Victor Passos em 07 de Janeiro de 2010, 11:10

Título: Evangelho e Individualidade 07-01-2010
Enviado por: Victor Passos em 07 de Janeiro de 2010, 11:10
Ola bom dia Amigas e Amigos, muita paz em vossos corações


Evangelho e Individualidade

Livro: Roteiro
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier


          Efetivamente, as massas acompanhavam o Cristo, de perto, no entanto, não vemos no Mestre a personificação do agitador comum.

          Em todos os climas políticos, as escolas religiosas, aproximando-se da legalidade humana, de alguma sorte partilham da governança, estabelecendo regras espirituais com que adquirem poder sobre a multidão.

          Jesus, porém, não transforma o espírito coletivo em terreno explorável.

          Proclamando as bem-aventuranças à turba no monte, não a induz para a violência, a fim de assaltar o celeiro dos outros. Multiplica, ele mesmo, o pão que a reconforte e alimente.

          Não convida o povo a reivindicações.

          Aconselha respeito aos patrimônios da direção política, na sábia fórmula com que recomendava seja dado "a César o que é de César".

          Muitos estudiosos do Cristianismo pretendem identificar no Mestre Divino a personalidade do revolucionário, instigando os seus contemporâneos à rebelião e à discórdia; entretanto, em nenhuma passagem do seu ministério encontramos qualquer testemunho de indisciplina ou desespero, diante da ordem constituída.

          Socorreu a turba sofredora e consolou-a, não se mostrou interessado em libertar a comunidade das criaturas, cuja evolução, até hoje, ainda exige lutas acerbas e provações incessantes, mas ajudou o Homem a libertar-se.

          Ao apóstolo exclama - "vem e segue-me."

          À pecadora exorta - "vai e não peques mais."

          Ao paralítico, fala bondoso - "ergue-te e anda."

          À mulher sirofenícia diz, convincente - " tua fé te curou."

          Por toda parte, vemo-lo interessado em levantar o espírito, buscando erigir o templo da responsabilidade em cada consciência e o altar dos serviços aos semelhantes em cada coração.

          Demonstrando as preocupações que o tomavam, perante a renovação do mundo individual, não se contentou em sentar-se no trono diretivo, em que os generais e os legisladores costumam ditar determinações... Desceu, ele próprio, ao seio do povo e entendeu-se pessoalmente com os velhos e os enfermos, com as mulheres e as crianças.

          Entreteve-se em dilatadas conversações com as criaturas transviadas e reconhecidamente infelizes.

          Usa a bondade fraternal para com Madalena, a obsidiada, quanto emprega a gentileza no trato com Zaqueu, o rico.

          Reconhecendo que a tirania e a dor deveriam permanecer, ainda, por largo tempo na Terra, na condição de males necessários a retificação das inteligências, o Benfeitor Celeste foi, acima de tudo, o orientador da transformação individual, o único movimento de liberação do espírito, com bases no esforço próprio e na renúncia ao próprio "eu".

          Para isso, lutou, amou, serviu e sofreu até a cruz, confirmando, com o próprio sacrifício, a sua Doutrina de revolução interior, quando disse: "e aquele que deseje fazer-se o maior no Reino do Céu, seja no mundo o servidor de todos."


Muita Paz


Muita Paz
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 07 de Janeiro de 2010, 11:46
***Bom dia.


Caridade e Jesus

A história do Bom Samaritano, ainda

hoje, compele-nos a reconhecer na

caridade o caminho aberto por Jesus à

união e à paz, entre as criaturas, e não

antes dele.



Os papiros do Egito ancião não se

reportam a qualquer sentimento, qual o

da parábola, capaz de reunir corações

estranhos uns aos outros.



Os documentários de Roma Imperial

não evidenciam qualquer vestígio de

semelhante demonstração de calor

humano.



As páginas da Grécia antiga,

conquanto se definam, até agora, por

ápices da cultura filosófica de todos os

tempos, não nos revelam indícios desse

amor ao próximo, desacompanhado de

indagações.



Arquivos de povos outros que

passaram na Terra, antes do Cristo, não

revelam qualquer sinal desse imperativo

de amparo imediato a necessitados que

se desconheça.



Jesus porém, com a história do

Samaritano generoso, inaugura um

mundo novo no campo emotivo da

Humanidade, com base na assistência a

qualquer irmão do caminho terrestre,

que se veja em calamidade e penúria,

sem distinção de credo e raça.



Caridade, onde esteja, é a presença

de Nosso Senhor Jesus Cristo.



Sempre que te detenhas a contemplar

um hospital ou um lar consagrado aos

desprotegidos, uma instituição de auxílio

social ou de socorro fraterno, eleva o

pensamento à Bondade Divina em sinal

de louvor e colabora, quanto puderes,

em benefício dos outros.

Através do ensinamento do Senhor,

todas as criaturas válidas são

naturalmente chamadas pela Leis de

Deus, à sustentação possível daquelas

outras que estejam caídas em provação.

E sempre que te observes, à frente de

quaisquer dessas obras dedicadas à

compreensão e ao amor, recorda que te

achas, perante a irradiação da Luz

Divina, ou mais propriamente, ante a

Caridade e Jesus.





Autor: Emmanuel
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 07 de Janeiro de 2010, 11:48
Bom dia.

Caminhos do Coração

Multiplicam-se os caminhos do processo evolutivo, especialmente durante a marcha que se faz no invólucro carnal.

Há caminhos atapetados de facilidades, que conduzem a profundos abismos do sentimento.

Apresentam-se caminhos ásperos, coalhadas de pedrouços que ferem, na forma de vícios e derrocadas morais escravizadores.

Abrem-se, atraentes, caminhos de vaidade, levando a situações vexatórias, cujo recuo se torna difícil.

Repontam caminhos de angústia, marcados por desencantos e aflições desnecessárias, que se percorrem com loucura irrefreável.

Desdobram-se caminhos de volúpias culturais, que intoxicam a alma de soberba, exilando-a para as regiões da indiferença pelas dores alheias.

Aparecem caminhos de irresponsabilidade, repletos de soluções fáceis para os problemas gerados ao longo do tempo.

Caminhos e caminhantes!

Existem caminhos de boa aparência, que disfarçam dificuldades de acesso e encobrem feridas graves no percurso.

Caminhos curtos e longos, retos e curvos, de ascensão e descida, estão por toda parte, especialmente no campo moral, aguardando ser escolhidos.

Todos eles conduzem a algum lugar, ou se interrompem, ou não levam a parte alguma... São, apenas, caminhos: começados, interrompidos, concluídos...

Tens o direito de escolher o teu caminho, aquele que deves seguir.

Ao fazê-lo, repassa pela mente os objetivos que persegues, os recursos que se encontram à tua disposição íntima assinalando o estado evolutivo, a fim de teres condição de seguir.

Se possível, opta pelos caminhos do coração.

Eles, certamente, levarão os teus anseios e a tua vida ao ponto de luz que brilha à frente esperando por ti.

O homem estremunha-se entre os condicionamentos do medo, da ambição, da prepotência e da segurança que raramente discerne com correção.

O medo domina-lhe as paisagens íntimas, impedindo-lhe o crescimento, o avanço, retendo-o em situação lamentável, embora todas as possibilidades que lhe sorriem esperança.

A ambição alucina-o, impulsionando-o para assumir compromissos perturbadores que o intoxicam de vapores venenosos, decorrentes da exagerada ganância.

A prepotência anestesia-lhe os sentimentos, enquanto lhe exacerba as paixões inferiores, tornando-o infeliz, na desenfreada situação a que se entrega.

A liberdade a que aspira, propõe-lhe licenças que se permite sem respeito aos direitos alheios nem observância dos deveres para com o próximo e a vida; destruindo qualquer possibilidade de segurança, que, aliás, é sempre relativa enquanto se transita na este física.

Os caminhos do coração se encontram, porém, enriquecidos da coragem, que se vitaliza com a esperança do bem, da humildade, que reconhece a própria fragilidade, e satisfaz-se com os dons do espírito - ao invés do tresvariado desejo de amealhar coisas de secundário importância - os serviços enobrecedores e a paz, que são a verdadeira segurança em relação às metas a conquistar.

Os caminhos do coração encontram-se iluminados pelo conhecimento da razão, que lhes clareia o leito, facilitando o percurso.

Jesus escolheu os caminhos do coração para acercar-se das criaturas e chamá-las ao reino dos Céus.

Francisco de Assis seguiu-Lhe o exemplo e tornou-se o herói da humildade.

Vicente de Paulo optou pelos mesmos e fez-se o campeão da caridade.

Gandhi redescobriu-os e comoveu o mundo, revelando-se como o apóstolo da não-violência.

Incontáveis criaturas, nos mais diversos períodos da humanidade e mesmo hoje, identificaram esses caminhos do coração e avançam com alegria na direção da plenitude espiritual.

Diante dos variados caminhos que se desdobram convidativos, escolhe os caminhos do coração, qual ovelha mansa, e deixa que o Bom Pastor te conduza ao aprisco pelo qual anelas.




Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Momentos de Felicidade.
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 07 de Janeiro de 2010, 11:57
***Bom dia.


Verdade em Amor


Livro: Plantão da Paz
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier


          Em nome da Verdade, poderia o Senhor ter ordenado medidas aos emissários celestes para que um berço de luz lhe fosse tecido nas culminâncias do mundo social de há vinte séculos; mas, em nome do amor, preferiu a Manjedoura para entrar na esfera dos homens, de modo a servi-los sem ofuscar-lhes a pequenez.

          Em verdade ser-lhe-ia lícito requisitar as escolas mais cultas para brilhar na meninice, entre as criaturas terrestres; mas, por amor, confiou-se ao rude trabalho na oficina de Nazaré.

          Em verdade, poderia exigir do sacerdócio do seu tempo a cátedra de orientador a que tinha direito; entretanto, por amor, buscou velhos barcos de pescadores humildes para com eles argamassar a epopéia da Boa Nova nascente.

          Em verdade, possuía recursos para excluir Madalena da assembléia dos seguidores, atirando-lhe ao rosto sua condição de obsediada por sete gênios sombrios; entretanto, por amor, destacou-lhe as sublimes qualidades ocultas, dela fazendo a mensageira de sua própria ressurreição.

          Em verdade, poderia eliminar Simão Pedro do colégio de aprendizes, em face da deserção de que o amigo vacilante fornecera testemunho, à frente do martírio que significava aparente derrota; no entanto, por amor, erige no apóstolo inesquecível o luzeiro do Evangelho renovador.

          Em verdade, poderia fugir aos tormentos da cruz, negando-se à condenação descabida que o categorizava à conta de malfeitor vulgar; mas, por amor, aceita a flagelação e a morte para guiar-nos à construção da verdadeira felicidade.

          Em verdade, nada mais cabível do que afastar-se, em definitivo, dos amigos frágeis e dos beneficiários indiferentes do mundo, depois da morte, e desfrutar nas Esferas Superiores os talentos da Ventura Perfeita; mas, por amor, retorna ao ambiente das criaturas que o haviam abandonado, para afirmar-lhes que seria o companheiro constante e o amigo incondicional até o fim dos séculos.

          Se procuras acender a luz da verdade, não te esqueças que o amor é o único veículo capaz de convertê-la em alegria e alimento de nossas almas na ascensão para a Vida Maior.

Muita luz.
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Victor Passos em 08 de Janeiro de 2010, 09:27
Ola Amiga Cravo do Poeta
Muita paz

Síntese de Luz


Livro: Seara de Luz
Irmão José & Carlos A. Baccelli

          O Espiritismo é uma síntese de luz, estabelecendo indissolúveis pontos de contato entre a ciência, a filosofia e a religião.

          Em seu tríplice aspecto, ele é a Ciência, quando revela e estuda as leis que regem os mundos visível e invisível ; é Filosofia, quando pesquisa as questões concernentes ao ser, ao destino e a dor ; é Religião , quando nos ensina a vivênciar o amor, possibilitando-nos percorrer o caminho de volta para Deus.

          A alma do Espiritismo é o Evangelho de Jesus, que ele revive para a Humanidade, que se encontrava, então, a mercê das idéias materialistas que grassam entre os homens, neste ocaso de milênio.

          Suprimir a parte evangélica da Doutrina é mutilar-lhe o corpo doutrinário, atingindo-lhe o órgão vital.

          Espiritismo sem Jesus seria uma filosofia como tantas outras que subsistem na Terra, incapazes de conscientizar o homem, em profundidade, quanto à sua imperiosa necessidade de reforma íntima.

          Unindo fé e razão, construindo uma ponte sobre o abismo cavado entre Ciência e Religião, o Espiritismo nos mostra que todos os ramos do conhecimento humano são interdependentes, porque tudo caminha para a Grande Unidade.


 
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 08 de Janeiro de 2010, 10:49
***Bom dia amigo, Victor Passos.
Muita luz...



Jesus e a Humanidade


Jesus-Homem é a lição de vida que haurimos no Evangelho como convite ao homem que se deve edificar.


Não havendo criado qualquer doutrina ou sistema, Jesus tornou a Sua vida o modelo para que o homem se pudesse humanizar, adquirindo a expressão superior.


No Seu tempo, e ainda agora, o homem tem sido símbolo de violência, prepotência e presunção, dominador exterior, estorcegando-se, porém, na sua fragilidade, nos seus conflitos e perecibilidade.


Após os Seus exemplos surgiu um diferente homem: humilde, simples, submisso e forte na sua perenidade espiritual.


Enquanto os grandes pensadores de todos os tempos estabeleceram métodos e sistemas de doutrinas, Ele sustentou, no amor, os pilotis da ética humanizada para a felicidade.

Não se utilizou de sofismas, nem de silogismos, jamais aplicando comportamentos excêntricos ou fórmulas complexas que exigissem altos níveis de inteligência ou de astúcia.


Tudo aquilo a que se referiu é conhecido, embora as roupagens novas que o revestem.

Utilizou-se de um insignificante grão de mostarda, para lecionar sobre a fé; recorreu a redes de pesca e a peixes, para deixar imperecíveis exemplos de trabalho; a semente caindo em diferentes tipos de solos, para demonstrar a diversidade de sentimentos humanos ante o pólen de luz da Sua palavra.

O "Sermão da montanha" inverteu o convencional e aceito sem discussão, exaltando a vítima inocente ao invés do triunfador arbitrário; o esfaimado de justiça, de amor e de verdade, em desconsideração pelo farto e ocioso, dilapidador dos dons da vida.


Jesus é a personagem histórica mais identificada com o homem e com a humanidade.


Todo o Seu ministério é feito de humanização, erguendo o ser do instinto para a razão e daí para a angelitude. Igualmente, é o Homem que mais se identifica com Deus.

Nunca se Lhe refere como se estivesse distante, ou fosse desconhecido, ou temível.

Apresenta-O em forma de Amor, amável e conhecido, próximo das necessidades humanas, compassivo e amigo. Reformula o conceito mosaico e atualiza- o em termos de conquista possível, aproximando os homens d’Ele pela razão simples de Ele estar sempre próximo dos indivíduos que se recusam a doar-se-Lhe em amor.

Referindo-se ao "reino", não o adorna de quimeras nem o torna pavoroso; antes, desperta nos corações o anelo de consegui-lo na realidade da transcendência de que se reveste.

Nega o mundo, sem o maldizer, abençoando-o nas maravilhosas paisagens nas quais atende a dor, e deixa-se mergulhar em meditações profundas sob o faiscar das estrelas luminosas do Infinito.


Jesus, na humanidade, significa a luz que a aquece e a clareia.

Se te deixaste fossilizar por doutrinas ortodoxas que pretendem n’Ele ter o seu fundador, renasce e busca-O, na multidão ou no silêncio da reflexão, fazendo uma nova leitura das Suas palavras, despidas das interpretações forjadas.


Se te decepcionaste com aqueles que se dizem seguidores d’Ele, mas não Lhe vivem os exemplos, olvida-os, seguindo- O na simplicidade dos convites que Ele te endereça até agora e estão no conteúdo das Suas mensagens, ainda avivas quão ignoradas.


Se não Lhe sentiste o calor, rompe o frio da tua indiferença e faze-te um pouco imparcial, sem reações adrede estabelecidas, facultando-Lhe penetrar-te o coração e a mente. Na tua condição humana necessitas d’ Ele, a fim de cresceres, saindo dos teus limites para o infinito do Seu amor. Jesus veio ao homem para humanizá-lo, sem dúvida.

Cabe-te, agora, esquecer por momentos das tuas pequenezes e recebê-Lo, assim cristificando-te, no logro da tua realização plena e total.



Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Jesus e Atualidade
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 08 de Janeiro de 2010, 11:19
***Bom dia.

Quero aqui deixar um texto para o homem que mais amo em minha vida.

"Espero um dia poder encontrá-lo e poder compartilhar e admirar sua luz e seu perfume."


"Senhor,

Obrigado por me amar

e me protejer todos os dias e noites,

pois necessito do seu amor e sua proteção.

Ainda senhor sou um pingo de luz, na imensidão do cosmo.

em momentos de treva e de luz,

na dor e na alegria ,

sinto o seu amor e sua presença.

Obrigado pela misericórdia de permitir que possa buscar a luz.

Sinto sua presença e amo-te todos os dias de minha vida.

Obrigado meu querido e amado Jesus."


Em homenagem ao homem que mais amo na minha vida.

***Voce esta presente em mim todos os dias e não só em uma data comemorativa,

que tem o seu valor, porém o amor é diário por isso se torna eterno.***


Com amor
 
Cravo do Poeta

Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Victor Passos em 08 de Janeiro de 2010, 11:37
Ola muita paz Amiga Cravo do Poeta

A Escola do Coração

Livro: Seara dos Médiuns
Emmanuel & Waldo Vieira

          O lar, na essência, é academia da alma.

          Dentro dele, todos os sentimentos funcionam por matérias educativas.

          A responsabilidade governa.

          A afeição inspira.

          O dever obriga.

          O trabalho soluciona.

          A necessidade propõe.

          A cooperação resolve.

          O desafio provoca.

          A bondade auxilia.

          A ingratidão espanca.

          O perdão balsamiza.

          A doença corrige.

          O cuidado preserva.

          A renúncia liberta.

          A ilusão ensombra.

          A dor ilumina.

          A exigência destrói.

          A humildade refunde.

          A luta renova.

          A experiência edifica.

          Todas as disciplinas referentes ao aprimoramento do cérebro são facilmente encontradas nas universidades da Terra, mas a família é a escola do coração, erguendo entes amados à condição de professores do espírito.

          E somente nela conseguimos compreender que as diversas posições afetivas, que adotamos na esfera convencional, são apenas caminhos para a verdadeira fraternidade que nos irmana a todos, no amor puro, em sagrada união, diante de Deus.


 
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 08 de Janeiro de 2010, 19:29
***Boa tarde.

Mensagens de Joanna de Angelis



No interior do diamante bruto, escuro e informe, fulgura uma estrela que aguarda ser arrancada a golpes de cinzel e lâminas lapidadoras.

Não há ninguém que não possua bondade interior.

Há, nos refolhos da alma, a presença de Deus como luz coagulada, aguardando os estímulos da fora, a fim de brilhar com alta potência.



Joanna De Ângelis

 *****************************************************************   



A bondade é um pequeno esforço do dever de retribuir com alegria todas as dádivas que o

homem frui, sem dar-se conta, sem nenhum esforço, por automatismo - como o sol, a lua e

as estrelas, o firmamento, o ar, as paisagens, a água, os vegetais, os animais...



Joanna De Ângelis
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: dim-dim em 08 de Janeiro de 2010, 19:46

Olá!


" PIETRO UBALDI "

Síntese e Solução dos Problemas
da Ciência e do Espírito


A psique de superfície e a psique profunda
 
Nosso verdadeiro eu não está na consciência de superfície, mas na consciência profunda, de onde se origina nossa personalidade com todas as suas tendências, atrações e repulsões. O eu exterior é filho da matéria e morre com ela. Com a evolução, o eu interior tende a se despertar e a fundir-se com o eu exterior – aí teremos vencido a morte. Eis o grande objetivo da vida: despertar este verdadeiro eu interior. Através da evolução ele se expande até a fusão com Deus.
 
O estudo do psiquismo é o mais importante na atualidade

O mais valioso estudo que na atualidade podemos fazer é o da ciência psíquica, nosso instrumento de pesquisa e nosso meio natural de desenvolvimento na evolução. Já olhamos em demasia para fora de nós mesmos, precisamos caminhar pelas estradas da alma, que estão em nosso íntimo e nos conduzem para o infinito.
 
A visão de síntese

Este é o novo instrumento de pesquisa que teremos que desenvolver – a visão direta. Temos que transferir o centro de nossa personalidade, o eu, para as camadas mais profundas do nosso ser, onde sentiremos essa nova possibilidade, a visão intuitiva, através da qual poderemos interagir com o fenômeno e compreender os mistérios da Criação.
 
O primeiro passo

O primeiro passo é não negar a intuição. A evolução nos levará a esta propriedade mais profunda do espírito, a essa nova visão do Universo. E poderemos compreender melhor a realidade das coisas.
 
Como apressar esta aquisição

“Purificai moralmente e refinai a sensibilidade do instrumento de pesquisa, que sois vós mesmos, e só então podereis ver. Aqueles que absolutamente não sentem essas coisas, os imaturos, ponham-se de lado, tornem a chafurdarem-se na lama de suas baixas aspirações, e não peçam o conhecimento, precioso prêmio concedido apenas a quem duramente o mereceu”.


Namasté
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 08 de Janeiro de 2010, 20:09
Boa tarde amigos.



Amarás servindo.


Ainda quando escutes alusões em torno da suposta decadência dos valores humanos,

exaltando a força das trevas, farás da própria alma lâmpada acesa para o caminho.



Mesmo quando a ambição e o orgulho te golpeiem de suspeitas e de rancores o espírito

desprevenido, amarás servindo sempre.



Quando alguém te aponte os males do mundo, lembrar-te-ás dos que te suportaram as

fraquezas da infância, dos que te auxiliaram a pronunciar a primeira oração, dos que te

encorajaram os ideais de bondade no nascedouro, e daqueles outros que partiram da Terra,

abençoando-te o nome, depois de repetidos exemplos de sacrifício para que pudesses

livremente viver.



Recordarás os benfeitores anônimos que te deram entendimento e esperança, prosseguindo

fiel ao apostolado de amor e serviço que te legaram...


Para isso, não te deterás na superfície das palavras.


Colocar-te-ás na posição dos que sofrem, a fim de que faças por eles tudo aquilo que

desejarias que te fizessem nas mesmas circunstâncias.


Ante as vítimas da penúria, imagina o que seria de ti nos refúgios de ninguém, sob a

ventura da noite, carregando o corpo exausto e dolorido a que o pão mendigado não

forneceu suficiente alimentação; renteando com os doentes desamparados, reflete quanto

te doeria o abandono sob o guante da enfermidade, sem a presença sequer de um amigo

para minorar-te o peso da angústia; à frente das crianças despejadas na rua, pensa nos

filhos amados que aconchegas ao peito, e mentaliza o reconhecimento que experimentarias

por alguém que os socorresse se estivessem desvalidos na via pública; e, perante os

irmãos caídos em criminalidade, avalia o suplício oculto que te rasgarias entranhas da

consciência, se ocupasses o lugar deles, e medita no agradecimento que passarias a

consagrar aos que te perdoassem os erros, escorando-te o passo, das sombras para a luz.


Ainda mesmo quando te vejas absolutamente a sós, no trabalho do bem, sob a zombaria

dos que se tresmalham temporariamente no nevoeiro da negação e do egoísmo, não

esmorecerás.


Crendo na misericórdia da Providência Divina e nas infinitas possibilidades de

renovação do homem, seguirás Jesus, o Mestre e Senhor, que, entre a humildade e a

abnegação, nos ensinou a todos que o amor e o serviço ao próximo são as únicas forças

capazes de sublimar a inteligência para que o Reino de Deus se estabeleça em definitivo

nos domínios do coração.


Autor: Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier
 

Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: dim-dim em 08 de Janeiro de 2010, 20:34

Olá!

" PIETRO UBALDI "

Síntese e Solução dos Problemas
da Ciência e do Espírito

Síntese de superfície e síntese profunda do Eu
 
Como referido no capítulo 2, temos dois níveis principais de consciência: a profunda e a superficial.
 
A consciência de superfície é sintetizada à medida que evoluímos, sendo portanto uma elaboração da matéria, e com ela morre e se renova. Na profundeza do nosso eu, no entanto, encontraremos outra consciência, a latente, profunda. Essa é síntese divina, eterna, formadora do nosso eu verdadeiro. Existe antes do nascimento e sobrevive à morte. Como não experimentamos sensação nesta consciência profunda, nós comumente a negamos.

Por meio da consciência superficial nos colocamos em contato com a realidade exterior e experimentamos as sensações da vida, retirando ensinamentos que se fixam na consciência profunda, constituindo-se depois nos instintos e automatismos. É assim que nada se perde para o espírito, e de nossas lutas e dores retiramos ensinamentos que, estratificando camadas em torno do eu central, o fazem crescer em um processo de expansão contínua. “Todo ato de nosso vida tem um valor eterno”.
 
Vencendo a morte

À medida que evoluímos dilatamos a consciência profunda e nos tornamos paulatinamente conscientes nela. Reencontraremos nosso Eu eterno e, fora dos limites do tempo e do espaço, teremos vencido a morte. Eis a finalidade da evolução e da vida – “O Universo inteiro palpita de vida que, ao reconquistar sua consciência, retorna a Deus”.
 
Mediunidade intuitiva

E à medida que nos tornamos conscientes nesta realidade profunda do eu, é que estaremos aptos a perceber as correntes de pensamentos que trafegam pelas dimensões espirituais. Ai residem os intricados fenômenos da recepção intuitiva e a possibilidade de comunicação com seres de outras dimensões. Ser consciente nesta realidade profunda é participar de uma forma mais alta de mediunidade, chamada mediunidade inspirativa, vivida de forma ativa e consciente.

5 - Necessidade de uma Revelação

Nossa psicologia não tem mais amanhã

Nossos conceitos e revelações divinas, encobertas de incrustações humanas arcaicas, estão velhas, esgotadas, insuficientes para a mente moderna. As filosofias são produtos individuais e as religiões se dividem, lutando pela posse da verdade exclusivista. Nosso espírito, adormecido no ceticismo, tornou-se um vazio, oculto por hipócrita máscara sorridente e está agora na sua última fase de esgotamento: a indiferença. Temos como guia apenas o egoísmo, que só sabe produzir desagregação e divergências.


Namasté
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 08 de Janeiro de 2010, 22:28
***Boa noite.
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Victor Passos em 09 de Janeiro de 2010, 12:03
Ola muita paz e harmonia
Amiga Cravo do Poeta

Livro: Quem é o Cristo
Francisco de Paula Vitor & J. Raul Teixeira
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 09 de Janeiro de 2010, 12:12
***Bom dia amigo.


Dar a Capa

Pai,

um clima de competitividade e de superação nos invade.

A vida gira em torno do ser e do ter

mesmo para aqueles que buscam

da Tua luz e do Teu amor.

E nessa busca incessante

de superação e arregimentação,

eis que vamos nos perdendo

da verdadeira essência do ser e estar junto a Ti.

E diante disto, Pai, Te pedimos:

auxilia-nos a não sermos mais um.

Dá-nos da confiança e do apoio

para que sejamos dignos de sermos chamados de Teus filhos

e, se nos pedirem a blusa,

haveremos de dar também a capa,

para que não enxovalhemos os propósitos que nos motivam:

amar ao próximo como a Ti mesmo.

Seja feita a Tua vontade,

hoje e sempre!!


Fiorella Romana.
(atualizado em 09-01-10).

Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 09 de Janeiro de 2010, 14:47
***Boa tarde.



A Prece



A oração não será um processo de fuga do caminho que nos cabe percorrer, mas

constituirá uma abençoada luz em nossas mãos, clareando-nos a marcha.




Não representará uma porta de escape ao sofrimento regenerativo de que ainda

carecemos, mas expressará um bordão de arrimo, com o auxílio do qual superamos a

ventania da adversidade, no rumo da bonança.




Não será um privilégio que nos exonere da enfermidade retificadora, ambientada em nosso

próprio templo orgânico pela nossa incúria e pela nossa irreflexão, no abuso dos bens do

mundo, entretanto, comparecerá por remédios balsamisante e salutar, que nos renove as

energias, em favor de nossa cura.



Não será uma prerrogativa indébita que nos isente da luta humana, imprescindível ao nosso

aperfeiçoamento individual, todavia,  brilhará em nossa experiência por sublime posto de

reabastecimento espiritual, susceptível de garantir-nos a resistência e o valor na tarefa de

renunciação e sacrifício em que nos cabe perseverar.



Não será uma outorga de recursos para que os nossos caprichos pessoais sejam atendidos,

no jardim de nossas predileções afetivas, contudo, será uma dispensação de forças para

que possamos tolerar galhardamente as situações mais difíceis, diante daqueles que nos

desagradam, em sociedade ou em família, ajudando-nos, pouco a pouco, a edificar o

santuário da verdadeira fraternidade, no próprio coração, em cujos altares amealharemos o

tesouro da paz e do discernimento.



Ainda mesmo que te encontres no labirinto quase inextrincável das provações inflexíveis,

ainda mesmo que a tua jornada se alongue sob o granizo da discórdia e da incompreensão,

em plena sombra, cultiva a prece, com a mesma persistência a que te induzas na procura

da água para a sede e do pão para a fome do corpo.



Na dor, ser-te-á divino consolo, na perturbação constituirá tua bússola.



Não olvides que a permanência na Terra é uma simples viagem educativa de nossa alma, no

espaço e no tempo, e não te esqueças de que somente pela oração, descobriremos, cada

dia, o rumo que nos conduzirá de retorno aos braços amorosos de Deus.
 


Francisco Cândido Xavier
Do livro: À Luz da Oração
 

Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Victor Passos em 09 de Janeiro de 2010, 16:13
Ola Amiga muita paz
Luz em sua alma

Na Trilha do Mestre

Livro: Benção de Paz
Emmanuel  & Francisco C. Xavier

          "Partindo Jesus dali, viu um homem, chamado Mateus, sentado na coletoria, e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e o seguiu". (Mateus, 9:9).

          É importante verificar que o Mestre não estabelece condições para que o discípulo lhe compartilhe a jornada.
          Não pergunta se ele se julga dotado com a força conveniente...
          Se é fraco de espírito...
          Se é demasiado imperfeito...
          Se sofre em família...
          Se possui débitos a solver...
          Se padece tentações...
          Se está acusado de alguma falta...
          Se retém valores de educação...
          Se é rico ou pobre de possibilidades materiais...

          O Senhor diz apenas segue-me, como quem afirma que, se o aprendiz se dispõe realmente a segui-lo, será suprido de socorros eficientes, em todas as suas necessidades.
          A lição é clara e expressiva. Reflitamos nela para que não venhamos a permanecer na sombra da indecisão.


Muita Paz
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: mecame em 10 de Janeiro de 2010, 14:40
Deus abençoe a cada um de vocês por postarem mensagens tão lindas e verdadeiras. Eu só posso agradecer p tudo o que fizeram a cada espírito que leu essas mensagens, mesmo que nada tenham postado. Muitos choraram, outros calaram-se diante de tão sublime estrada de luz. Jesus é a luz do amor que veio iluminar aexistencia encaranada. O amor é a chave de todos os mistérios. Obrigado por tudo o que escreveram irmãozinhos e irmãzinhas. A paz de Cristo.
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 10 de Janeiro de 2010, 21:31
***Boa tarde,Mecame estamos feliz por você participar.

Obrigado.

Que o amor do cristo preencha todo o seu ser hoje, amanhã e sempre.


Semeando...


“Eis que o semeador saiu a semear…” – Jesus. Mateus, 13: 3


As palavras de Jesus, ao iniciar a Parábola do Semeador, trazem em si valiosos

ensinamentos.


“A semente é a palavra de Deus”, já nos dizia o Mestre segundo as anotações de Lucas no

capítulo 8, versículo 11. Desta forma, foi Ele o Semeador por excelência. Ninguém mais do

que o Cristo divulgou a palavra de Deus através da exemplificação e, assim, ensinou-a a

todos sem discriminação.


Mas, se foi Ele o maior de todos, compete a cada um de nós, candidatos a discípulos que

somos, assumir a nossa parcela de responsabilidade diante do “ide e pregai …”.


Portanto, ao reconhecermos que somos sempre semeadores, cabe definirmos sobre a

qualidade da semeadura a que estamos vinculados.


O crente semeia a vida eterna


O manso, a mansuetude.


O professor, novos conhecimentos.


O sábio, a sabedoria.


O Cristo semeou o amor.


E nós, o que estamos semeando?


É uma verdade que não podemos refutar: só damos o que possuímos. Assim, se queremos

semear, é preciso possuirmos a semente. E semear com o Cristo é termos em nós a

semente que Ele tão bem definiu: “a palavra de Deus”, e esta só pode existir em nós

através do estudo e da vivência de suas leis.


É porque a Doutrina Espírita traz em seu bojo o instrumental, que necessitamos para a

compreensão e a vivência evangélica, que podemos seguramente afirmar:


Estudemos o Espiritismo à luz do Evangelho do Cristo e estudemos o Evangelho do Cristo à

luz do Espiritismo. Assim, estaremos nos capacitando a sermos semeadores da palavra

divina.

 

Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: mecame em 10 de Janeiro de 2010, 21:48
Exatamente, irmãozinho, continue assim. Uma  verdade é que toda a decodificação com o auxilio dos espíritos colocam o nosso amado mestre Cristo como o irmão maior, o filho amado de Deus que veio ao mundo com a missão de propagar o amor. Não é atoa que temos o Evangelho Segundo o Espiritismo porque Kardec nasceu bem depois de Cristo e antes de Cristo os espíritos já se manifestavam. Por isso temos um reconhecimento do mundo espiritual a respeito de Cristo. A paz de Cristo
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 10 de Janeiro de 2010, 21:54
***Boa tarde amigos.


***Surge a Era Nova


O sol da esperança desbasta as trevas da ignorância.



Pequenos grupos de servidores verdadeiros do Evangelho, no silêncio da renúncia,

estão levantando os pilotis sobre os quais será erguida a Era Nova.



Sem alarde, em luta ingente, esses corações convidados constituem segurança para

o mundo melhor de amanhã.



Não obstante o vendaval, as ameaças do desequilíbrio e o predomínio aparente das

forças da violência, o bem, como fluido de libertação, penetra todo o organismo

terrestre preparando o mundo novo.



Não engrossam as fileiras dos desanimados, nem aplaudem a insensatez dos

perversos ou apóiam a estultícia dos vitoriosos da ilusão.



Quem aprendeu a confiar em Jesus põe as suas raízes na verdade. São minoria,

não, porém, grupo ao abandono.



Todos os grandes ideais da humanidade surgem em pequeninos núcleos, que se

alargam em gerações após gerações.



O Cristianismo restaurado, por sua vez, é a doutrina do amanhã, no enfoque

espírita, porque, enquanto a mensagem de Jesus teve de destruir as bases do

paganismo para erguer o santuário do amor, o Espiritismo deve apenas erigir,

sobre o Cristianismo, o templo luminoso da caridade.



Chamados para este ministério, não duvidam, alegrando-se por ter seus nomes

inscritos, como diz o Evangelho, no livro do reino dos céus e serem conhecidos do

Senhor.



Nossa Casa tem ação. É hoje reduto festivo, santuário que alberga Espíritos

mensageiros da luz, oficina onde se trabalha, escola de educação e hospital de

recuperação de vidas.


Com outros Obreiros aqui temos estado, mantendo a chama da verdade acesa –

como ocorria com os antigos faróis com a flama ardente, apontando a entrada dos

portos e mais tarde dando notícias dos recifes e perigos do mar.


Filhos da alma, nunca desistam de fazer o bem, face ao aparente triunfo do mal em

desgoverno, em torno de suas vidas.


Passada a tempestade, a luz volta a fulgir.


A sombra é somente ausência da claridade. Não é real.


Só Deus é Vida; somente o Bem é meta.


Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco.
Livro: Momentos Enriquecedores
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Victor Passos em 11 de Janeiro de 2010, 12:24
Ola Amigo Mecane e Amiga Cravo do poeta
Muita paz e harmonia em vossos corações



Se tiveres amor



Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

          Se tiveres amor, caminharás no mundo como alguém que transformou o próprio coração em chama divina a dissipar as trevas...

          Encontrarás nos caluniadores almas invigilantes que a peçonha do mal entenebreceu, e relevarás toda a ofensa com que te martirizem as horas...

          Surpreenderás nos maldizentes criaturas desprevenidas que o veneno da crueldade enlouqueceu, e desculparás toda injúria com que te deprimam as esperanças...

          Observarás no ozenário a vítima da ambição desregrada, acariciando a ignomínia da usura em que atormenta a si próprio, e no viciado o irmão que caiu voluntariamente na poça de fel em que arruína a si mesmo...

          Reconhecerás a ignorância em toda manifestação contrária à justiça e descobrirás a miséria por fruto dessa mesma ignorância em toda parte onde o sofrimento plasma o cárcere da delinqüência, o deserto do desespero, o inferno da revolta ou o pântano da preguiça...

          Se tiveres amor saberás, assim, cultivar o bem, a cada instante, para vencer o mal a cada hora...

          E perceberás, então, como o Cristo fustigado na cruz, que os teus mais acirrados perseguidores são apenas crianças de curto entendimento e de sensibilidade enfermiça, que é preciso compreender e ajudar, perdoar e servir sempre, para que a glória do amor puro, ainda mesmo nos suplícios da morte, nos erga o espírito imperecível à bênção da vida eterna.
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Mensageiro da LUZ DIVINA em 11 de Janeiro de 2010, 12:59
Bom dia companheiro da luz.




Confia e Caminha



          A existência na Terra é comparável a uma viagem de aperfeiçoamento, na qual necessitas seguir adiante, ao lado de nossos companheiros da jornada evolutiva.



          Muitos te desconhecem, no entanto, Deus sabe quem és.

          Muitos te menosprezam, contudo, Deus não te abandona.

          Muitos te hostilizam, mas Deus te apóia.

          Muitos te reprovam, em circunstâncias difíceis, no entanto, Deus te abençoa.

          Muitos se te afastam da presença, todavia, Deus permanece contigo.

          À vista de semelhante realidade, sempre que tropeços e provações te apareçam, não te acomodes, à beira da estrada, em algum recanto da inércia.

          Confia em Deus e caminha.



Livro: Luz e Vida
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 11 de Janeiro de 2010, 18:13
***Boa tarde querido amigo, Victor Passos.


Provações abençoadas


Excluindo-se as expiações pungitivas e indispensáveis ao reequilíbrio espiritual, as provações constituem abençoado elenco de experiências iluminativas, graças às quais é possível uma existência digna, avançando no rumo da felicidade.


Normalmente, durante o seu transcurso ocorrem fenômenos de dor e de sombra ajustados ao programa de recuperação moral do ser equivocado ou rebelde.


A dor sempre acerca-se-lhe benfazeja e opera-lhe as transformações interiores que o capacitam a melhor discernir para agir entre o bem e o mal, o correto e o danoso, amadurecendo-o psicologicamente para novos e oportunos empreendimentos libertadores.


O curso existencial é rico de alegrias e de descobrimentos dos tesouros da vida, que proporcionam beleza e motivações múltiplas para os contínuos tentames.


Vez que outra apresentam-se as provações que podem ser consideradas com testes de avaliação do desenvolvimento intelecto-moral, como técnica pedagógica para fixar a aprendizagem, como recurso de promoção para estágio superior.


Bem recebidos esses contributos da evolução, o Espírito enrijece-se nas lutas, adquirindo resistência para os enfrentamentos com as tendências inferiores que periodicamente ressumam do inconsciente, herança poderosa que são do passado, e que necessitam ser liberadas sem qualquer prejuízo.


O hábito, porém, do bem-estar e o natural anelo pelo prazer, assinalam esses momentos de aflição de maneira tão profunda, que passam a ser evocados com maior facilidade do que todo aquele arsenal de alegrias e preciosas conquistas.


Muitos indivíduos desassisados vivem a remoer mentalmente os acontecimentos afligentes, a comentá-los com tanta frequência que dão a impressão de haver sido a sua caminhada uma via crucis sem trégua.


Detêm-se em relatórios amargos dos momentos difíceis, como se fossem anjos perseguidos em sua imácula pureza, num atestado de rebeldia e ingratidão para com o Pai Soberano que os favoreceu com preciosos recursos capazes de anular aqueles pequenos incidentes, aliás, necessários ao processo de autoidentificação e de vinculação de segurança com a Vida.


São tantas as concessões de paz e de saúde, de inteligência e de arte, de pensamento e de trabalho, de convivência agradável com as demais pessoas, que praticamente desaparecem as ocorrências que foram penosas enquanto duraram, deixando benefícios incalculáveis.


Essa postura raia, às vezes, à condição patológica de masoquismo, em face do prazer mórbido de privilegiá-las em detrimento das ocorrências felizes e favorecedoras de alegria.


Esse, sem dúvida, é um comportamento injustificável quando se trata de um cristão em particular ou de um espiritista em especial, por conhecerem ambos as razões morais que desencadeiam tais acontecimentos.


Uma atitude lúcida deve oferecer ao indivíduo o sentimento de gratidão pela ocorrência do sofrimento, chegando até mesmo a amá-lo, em razão dos benefícios que proporciona.


A admirável senhora Helen Keler, embora cega, surda e muda, viveu em constante alegria, tomando-se uma semeadora de esperança e de bom humor para milhões de outros seres atormentados nas suas expiações retificadoras, havendo dedicado a existência a encorajar o próximo através de memoráveis discursos e livros formosos.


Louis Braille, igualmente padecendo de cegueira, transformou os seus limites em bênção para os companheiros invidentes, criando o alfabeto para o tato, de resultados surpreendentes, que hoje lhe guarda o nome.


Beethoven, em surdez total, utilizou-se do silêncio profundo para compor as últimas sinfonias da sua existência e, particularmente, a 9ª, a coral, considerada como um verdadeiro coroamento da sua obra.


Vicente Van Gogh atormentado pela esquizofrenia, cuja existência foi um fracasso, conseguiu, no entanto, pintar com esmero e realismo, refletindo o seu estado interior. . .


O Aleijadinho, apesar da injunção perversa da hanseníase, transformou pedras em estátuas deslumbrantes, pintando com maestria e tomando-se um artista incomum.. .


Continuação pág. seguinte
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 11 de Janeiro de 2010, 18:18
Continuação.



Apesar da tuberculose que o consumia, Louis Pasteur prosseguiu nas suas investigações

em tomo dos micróbios, oferecendo incalculáveis benefícios à saúde da humanidade. . .



Ninguém atravessa os caminhos humanos isento dos sofrimentos que fazem parte da

própria constituição orgânica em face do desgaste a que está sujeita, dos conflitos

psicológicos, resultados das vivências passadas, das contaminações que produzem

enfermidades, das injunções defluentes da vida na Terra, planeta de provas e de expiações

e não paraíso por enquanto. . .



Mulheres e homens valorosos que foram enviados à Terra com limitações e impedimentos

quase superlativos, demonstraram a grandeza de que eram portadores, transformando a

existência em um hino de alegria, tomando-se missionários do amor e da ciência, da

tecnologia, da arte, da fé religiosa, estimulando o progresso e trabalhando em seu beneficio.



Possuidor de mil recursos preciosos, o indivíduo não tem porque queixar-se das dificuldades

que o promovem quando enfrentadas com sabedoria e superadas, dando-lhe dignidade e

elevação moral.



As provações devem ser abençoadas por aqueles que as experimentam, porque nada

acontece que não tenha razões poderosas para a sua ocorrência, e, naquilo que se refere

ao sofrimento, é claro que tem ele o papel de educador rigoroso, porém, gentil,

indispensável ao crescimento espiritual dos seres humanos.



Reflexiona, quando nas tuas dores, as ocorrências da vida de Jesus, e compreenderás que

Ele, sem culpa, lição viva de amor e de abnegação, experimentou agressões e escárnio,

apedrejamento e coroa de espinhos, calúnias e perseguições, culminando na cruz da

desonra, sem qualquer reclamação. . .



Naturalmente que Ele não padeceu enfermidades, conflitos e ansiedades porque era puro,

jamais havendo-se comprometido com o erro e com o crime, o que é diferente dos

habitantes do planeta terrestre que procedem das sombras da ignorância e do primarismo,

avançando no rumo da luz imarcescível.



Abençoa, pois, as tuas provações, e sê feliz em todos os momentos da tua vida.
 



Joanna de Ângelis

Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco,
na manhã do dia 1º  de Junho de 2009, em Zurique, Suíça.
Em 21.09.2009.
 

Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Victor Passos em 12 de Janeiro de 2010, 15:23
Ola Cravo do Poeta
Muita paz

As Responsabilidades Individuais

Livro: Quem é o Cristo
Francisco de Paula Vítor & J. Raul Teixeira

          "Dá conta da tua administração." Jesus (Lc, 16:2)

          Como tem sido difícil encontrar os indivíduos ocupados com seus compromissos sem se perturbar com os compromissos dos outros!

          Comumente, deixa-se de atuar bem numa seara de responsabilidade pessoal para vigiar e interferir na seara da responsabilidade alheia.

          Quantos pais relaxam a educação dos próprios rebentos enquanto estabelecem normas de conduta para filhos alheios?

          Quantos profissionais oferecem serviços de má qualidade aos seus clientes enquanto condenam a ineficácia de outros profissionais?

          Quantos companheiros que são infiéis na relação social, e que choram e sofrem por se sentirem pouco considerados no meio onde vivem?

          Quantas são as pessoas que, ao invés de viver nobremente, atuam erroneamente na vida, querendo justificar-se com o erro de terceiros?

          Como é fácil observar, grande número de almas vive mais preocupado em notar os outros do que cuidar de si mesmo.

          Percebemos, sem embargo, que essa neurose geral de fiscalizar a vida e os compromissos dos outros apenas diz respeito ao que é negativo, ao que se mostra equivocado, ao que é imprestável ao progresso da pessoa.

          São poucos os que se aplicam ao bem por terem visto a dedicação ao bem dos seus vizinhos.

          É pequeno o número dos que se esmeram em melhorar sua comunicação verbal em virtude de ter registrado a correção do discurso alheio.

          Bem poucos são os que se espelham no desprendimento material de um amigo, a fim de trabalhar a libertação do próprio egoísmo ou do espírito onzenário.

          Diminuto é o contingente dos que respeitam o lar, os filhos, a vida, enfim, após ter colhido os benditos exemplos dos que transformaram o lar, os filhos e a vida em escadas de crescimento para Deus.

          Indiscutivelmente, a vida na Terra é empreendimento divino, colocado sob os cuidados da criatura humana, a fim de que ela aprenda a lhe dar bom rumo, administrando-o com sabedoria.

          Por mais que a pessoa opine sobre a conduta de terceiros, interfira nas ações dos outros ou altere a rota dos semelhantes, com ou sem acerto, , não deverá esquecer que a administração que lhe toca mais de perto, diretamente, é sobre a sua própria existência no mundo.

          Não é fácil, para os espíritos de pouca evolução, como os que estagiamos no hálito da Terra, atravessar, vitoriosamente, os mais diversos caminhos, as variadas experiências de aprendizado ou os testemunhos de fidelidade às leis de Deus impressas nas fibras mais íntimas de noss´alma.

          Dessa maneira, cabe aos indivíduos renascidos no berço terrestre o investimento dos seus melhores esforços, traduzidos em coragem, em boa vontade e fé ardente e lúcida para bem conduzir os rumos dessa concessão divina.

          Cada um terá que dar conta de tudo quanto realizou no campo das lides terrenas, o que muitas religiões entenderam como sendo o juízo final.

          Esse encontra da consciência consigo mesma, ante o pulsar da verdade, se traz ansiedades e tortura para quem malversou os valores da vida, tem sabor de ventura e cores de júbilo para os que bem souberam direcionar pelos códigos de Deus seus próprios destinos no mundo.

          Sentimos, então, que Jesus Cristo se apresenta para todos nós como o Administrador por excelência que, ao cumprir no planeta terreno todo o planejamento que foi posto em Suas mãos, representando a vontade perfeita de Deus, e a ela se submetendo, ensina-nos, na posição de divino Modelo que é, a fazer o mesmo.

 
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 13 de Janeiro de 2010, 10:46
***Bom dia querido amigo, Victor Passos.




Verdade e Amor




          Efetivamente, todos nos dirigimos para a verdade suprema que é luz viva, mas, até lá, de quantas lições careceremos para nos desvencilharmos da sombra?



          E a fim de aprendermos o caminho certo para as realidades eternas, só o amor pode tutelar-nos com segurança.



          Todos somos na Terra, - os Espíritos encarnados e os desencarnados que ainda nos vinculamos a ela -, uma família só, a caminho da imortalidade; entretanto, na longa excursão evolutiva, quantos de nós teremos tido necessidade ou ainda estaremos necessitados de apoio?



          Esse acreditou que o afeto exigia violência para confirmar-se e caiu na criminalidade, mutilando-se ao pretender mutilar.



          Aquele se admitiu suficientemente forte para oprimir os destinos alheios e estirou-se nos excessos do poder, destrambelhando o cérebro e gastando tempo vasto em moléstia e restauração.



          Outro assumiu débito enorme, escravizando-se a situações complexas das quais despenderá laborioso esforço para sair.



          Outro ainda se iludiu com relação a repouso e alegria, sem bases na responsabilidade e perdeu temporariamente a faculdade de discernir, transviando-se em labirintos de cegueira espiritual.



          Realmente, devem todos esses nossos irmãos ser reajustados e curados, a fim de prosseguirem jornada acima: entretanto, para isso, não bastaria sacudi-los com afirmativas condenatórias, acerca das ruínas e lutas em que se encontram.



          Urge administrar-lhes cuidado, assistência, remédio, compreensão.



          Assemelhamo-nos, de modo geral, no Planeta Terrestre, até agora, a alunos no educandário ou doentes no sanatório.



          Sem que nos entendamos e nos auxiliemos mutuamente, ser-nos-á talvez impossível adquirir reajuste e esclarecimento.



          Com toda a certeza, brilharão mundos na Imensidade Cósmica, nos quais as criaturas já se transformaram em luz, confundindo-se com o esplendor dos Sóis em que se conjugam as realidades excelsas da vida, mas na Terra, por enquanto, e provavelmente por muitos séculos ainda, embora a nossa obrigação de render culto incessante à Verdade, fora do amor o nosso problema de equilíbrio e de reequilíbrio não terá solução.



Livro: Rumo Certo
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier


Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Victor Passos em 14 de Janeiro de 2010, 14:20
Ola muita paz e harnonia Amiga Cravo do Poeta

Ergue-te e Caminha

Livro: Responsabilidade
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco

          Mergulhado no corpo, sob as bênçãos da reencarnação, todos os Espíritos experimentam os limites e as vicissitudes da matéria.

          Impositivos da circunstância, necessidades orgânicas, aspirações que resultam de condicionamentos psicossociais, exigências de aparelhagem física, levam, não raro, a compromissos, graves, nos quais malogram programas bem elaborados e comportamentos adrede estabelecidos.

          A carne é semelhante a um escafandro que, embora faculte a realização de tarefas nobilitantes, proporciona redução de visibilidade, de movimentos que, em circunstâncias normais, podem ser utilizados com maior facilidade.

          Ao mesmo tempo, as paixões ancestrais ainda não superadas ressurgem, a princípio como anseios, para depois se tornarem labaredas crepitantes, devoradores, alucinando e fazendo sofrer quem lhe padece a injunção.

          Desse modo, o trabalho constante, ao lado da vigilância e da prece contínuas, constituem os preservativos para a paz e os recursos de promoção para a vitória.

          Na Terra, todos se encontram sob testes e desafios.

          Ninguém retira a ganga que esconder a gema, sem sofrer o fenômeno da lapidação que a dor proporciona.

          Cada dia, novas experiências ensinam como não mais se enganar, recomeçando as tarefas e restabelecendo os liames do dever interrompido.

          Deste um passo audacioso, e tombaste em erro grave.

          Precipitadamente, foste além do limite estabelecido pelo bom-senso, e permaneces vazio.

          Cultivaste a ilusão de um prazer, que após comprometer-te não te auxilia, pois continuas esfaimado.

          Convertes uma amizade profunda e nobre, num sentimento perturbador, sem que lograsse paz.

          Estavas incógnito, e te desvelaste.

          Eras respeitado, e te arrojaste no engano.

          Tinhas amor, e porque não soubeste mantê-lo em alto nível, descobre-te sem ele e malvisto...

          Não deverias ter-te arrojado a essa escusa conduta. Porém, não te lamentes, nem te desequilibres.

          Paga em renovação interior, o gravame cometido.

          Levanta-te e segue além.

          Reencontrarás, adiante, esta sementeira ingrata, que poderias ter evitado.

          Recolhe os espinhos, resgata com alegria e te sentirás bem.

          Não somes, à queda, novas tombadas.

          Ergue-te e caminha.

          Cada manhã é bênção da vida, após a noite assustadora, trazendo a beleza da claridade que dilui os fantasmas do medo e da insegurança.

          Jesus é sempre o Amigo seguro dos equivocados e caídos que O buscam, pois que somente nEle encontram o apoio e a paz para a vitória que lhes parece tardar.


Muita Paz
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 14 de Janeiro de 2010, 16:20
***Boa tarde amigos.



Pode acreditar



Falará você na bondade a todo instante, mas, se não for bom, isso será inútil para a sua felicidade.

Sua mão escreverá belas páginas, atendendo a inspiração superior; no entanto, se você não estampar a beleza delas em seu espírito, não passará de estafeta sem inteligência.

Lerá maravilhosos livros, com emoção e lágrimas; todavia, se não aplicar o que você leu, será tão-somente um péssimo registrador.

Cultivará convicções sinceras, em matéria de fé; entretanto, se essas convicções não servirem à sua renovação para o bem, sua mente estará resumida a um cabide de máximas religiosas.

Sua capacidade de orientar disciplinará muita gente, melhorando personalidades; contudo, se você não se disciplinar, a lei o defrontará com o mesmo rigor com que ela se utiliza de você para aprimorar os outros.

Você conhecerá perfeitamente as lições para o caminho e passará, ante os olhos mortais do mundo, à galeria dos heróis e dos santos; mas, se não praticar os bons ensinamentos que conhece, perante as leis Divinas recomeçará sempre o seu trabalho e cada vez mais dificilmente.

Você chamará a Jesus; mestre e senhor...; se não quiser, porém, aprender a servir com ele, suas palavras soarão sem qualquer sentido.

*  *  *

André Luiz

Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Victor Passos em 15 de Janeiro de 2010, 19:53
Ola muita paz
Amiga Cravo do Poeta

O Retorno do Apóstolo


Recebida no dia 2 de julho de 2002,
no Centro Espírita Caminho da Redenção
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco

          Quando mergulhou no corpo físico, para o ministério que deveria desenvolver, tudo eram expectativas e promessas.

          Aquinhoado com incomum patrimônio de bênçãos, especialmente na área da mediunidade, Mensageiros da Luz prometeram inspirá-lo e ampará-lo durante todo o tempo em que se encontrasse na trajetória física, advertindo-o dos perigos da travessia no mar encapelado das paixões bem como das lutas que deveria travar para alcançar o porto de segurança.

          Orfandade, perseguições rudes na infância, solidão e amargura estabeleceram o cerco que lhe poderia ter dificultado o avanço, porém, as providências superiores auxiliaram-no a vencer esses desafios mais rudes e a crescer interiormente no rumo do objetivo de iluminação.

          Adversários do ontem que se haviam reencarnado também, crivaram-no de aflições e de crueldade durante toda a existência orgânica, mas ele conseguiu amá-los, jamais devolvendo as mesmas farpas, os espículos e o mal que lhe dirigiam.

          Experimentou abandono e descrédito, necessidades de toda ordem, tentações incontáveis que lhe rondaram os passos ameaçando-lhe a integridade moral, mas não cedeu ao dinheiro, ao sexo, às projeções enganosas da sociedade, nem aos sentimentos vis.

          Sempre se manteve em clima de harmonia, sintonizado com as Fontes Geradoras da Vida, de onde hauria coragem e forças para não desfalecer.

          Trabalhando infatigavelmente, alargou o campo da solidariedade, e acendendo o archote da fé racional que distendia através dos incomuns testemunhos mediúnicos, iluminou vidas que se tornaram faróis e amparo para outras tantas existências.

          Nunca se exaltou e jamais se entregou ao desânimo, nem mesmo quando sob o metralhar de perversas acusações, permanecendo fiel ao dever, sem apresentar defesas pessoais ou justificativas para os seus atos.

          Lentamente, pelo exemplo, pela probidade e pelo esforço de herói cristão, sensibilizou o povo e os seu líderes, que passaram a amá-lo, tornou-se parâmetro do comportamento, transformando-se em pessoa de referência para as informações seguras sobre o Mundo Espiritual e os fenômenos da mediunidade.

          Sua palavra doce e ungida de bondade sempre soava ensinando, direcionando e encaminhando as pessoas que o buscavam para a senda do Bem.

          Em contínuo contato com o seu Anjo tutelar, nunca o decepcionou, extraviando-se na estrada do dever, mantendo disciplina e fidelidade ao compromisso assumido.

          Abandonado por uns e por outros, afetos e amigos, conhecidos ou não, jamais deixou de realizar o seu compromisso para com a Vida, nunca desertando das suas tarefas.

          As enfermidades minaram-lhe as energias, mas ele as renovava através da oração e do exercício intérmino da caridade.

          A claridade dos olhos diminuiu até quase apagar-se, no entanto a visão interior tornou-se mais poderosa para penetrar nos arcanos da Espiritualidade.

          Nunca se escusou a ajudar, mas nunca deu trabalho a ninguém.

          Seus silêncios homéricos falaram mais alto do que as discussões perturbadoras e os debates insensatos que aconteciam a sua volta e longe dele, sobre a Doutrina que esposava e os seus sublimes ensinamentos.

          Tornou-se a maior antena parapsíquica do seu tempo, conseguindo viajar fora do corpo, quando parcialmente desdobrado pelo sono natural, assim como penetrar em mentes e corações para melhor ajudá-los, tanto quanto tornando-se maleável aos Espíritos que o utilizaram por quase setenta e cinco anos de devotamento e de renúncia na mediunidade luminosa.

          Por isso mesmo, o seu foi mediunato incomparável.

          ...E ao desencarnar, suave e docemente, permitindo que o corpo se aquietasse, ascendeu nos rumos do Infinito, sendo recebido por Jesus, que o acolheu com a Sua bondade, asseverando-lhe:

          - Descansa, por um pouco, meu filho, a fim de esqueceres as tristezas da Terra e desfrutares das inefáveis alegrias do reino dos Céus.

Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 16 de Janeiro de 2010, 14:28
***Boa tarde amigo.


ABRE A PORTA


"E havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo."
- (JOÃO, 20:22.)


Profundamente expressivas as palavras de Jesus aos discípulos, nas primeiras
manifestações depois do Calvário.


Comparecendo à reunião dos companheiros, espalha sobre eles o seu espírito de
amor e vida, exclamando: "Recebei o Espírito Santo."


Por que não se ligaram as bênçãos do Senhor, automaticamente, aos aprendizes?
por que não transmitiu Jesus, pura e simplesmente, o seu poder divino aos sucessores?


Ele, que distribuíra dádivas de saúde, bênçãos de paz, recomendava aos discípulos
recebessem os divinos dons espirituais. Por que não impor semelhante obrigação?


É que o Mestre não violentaria o santuário de cada filho de Deus, nem mesmo por
amor.


Cada espírito guarda seu próprio tesouro e abrirá suas portas sagradas à
comunhão com o Eterno Pai.


O Criador oferece à semente o sol e a chuva, o clima e o campo, a defesa e o
adubo, o cuidado dos lavradores e a bênção das estações, mas a semente terá que
germinar por si mesma, elevando-se para a luz solar.


O homem recebe, igualmente, o Sol da Providência e a chuva de dádivas, as
facilidades da cooperação e o campo da oportunidade, a defesa do amor e o adubo do
sofrimento, o carinho dos mensageiros de Jesus e a bênção das experiências diversas;
todavia, somos constrangidos a romper por nós mesmos os envoltórios inferiores,
elevando-nos para a Luz Divina.


As inspirações e os desígnios do Mestre permanecem a volta de nossa alma,
sugerindo modificações úteis, induzindo-nos à legítima compreensão da vida, iluminandonos
através da consciência superior, entretanto, está em nós abrir-lhes ou não a porta
interna.


Cessemos, pois, a guerra de nossas criações inferiores do passado e entreguemonos,
cada dia, às realizações novas de Deus, instituídas a nosso favor, perseverando em
receber, no caminho, os dons da renovação constante, em Cristo, para a vida eterna.


Livro: Vinha de Luz
Psicografado por Francisco Cândido Xavier
Ditado pelo espírito: Emmanuel





Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Victor Passos em 19 de Janeiro de 2010, 20:38
Ola Muita paz e harmonia
Amiga Cravo do Poeta

A ponte mais importante

Você saberia dizer qual é a ponte mais importante do mundo?

Talvez muitas imagens de mega-construções tenham passado pela sua mente neste instante, mas seguramente nenhuma delas é a mais importante, embora todas sejam úteis.

Agora imagine uma mãe com seu bebê no colo...

Imagine o neném sugando o leite materno enquanto a mãe o acaricia e o envolve em terno carinho...

Sem dúvida, uma imagem divina!

Agora imagine uma criança deitada sobre o peito de seu pai, enquanto o pai passa suavemente a mão sobre suas costas...

Outra cena comovente, com certeza...

Mas, afinal de contas, o que isto tem a ver com a ponte mais importante do mundo?

Tem, e muito.

Esses pequenos gestos são os alicerces que sustentarão a ponte mais eficiente e mais importante da vida: a ponte do diálogo.

Muitos pais desconhecem que é desde os primeiros dias de vida de seus bebês que a ponte do diálogo deve ser iniciada.

Os pais que sabem disso começam a conversar com o filho enquanto este ainda se move no ventre materno. E o neném responde, ao seu modo.

Mas quando esse importante meio de comunicação e união não é construído, as conseqüências podem ser desastrosas, pois um precipício pode se abrir entre pais e filhos.

Desatentos para essa realidade, muitos genitores crêem que somente quando o filho for jovem é que deverão se preocupar com uma aproximação. Ledo engano!

Não é raro que muitos pais se desesperem quando tentam dar um passo na direção do filho e só encontram um profundo vazio...

Não há ponte... Não há como se aproximar...

Perplexos, os pais gritam. Também em vão...

Os filhos não os ouvem. Não há entendimento. Só há um grande e triste distanciamento...

“Onde foi que eu errei?”, perguntam-se. Mas não ouvem resposta alguma.

Encontrarão a resposta fazendo uma retrospectiva de suas atitudes para com os filhos, desde o momento em que eles chegaram ao mundo.

As cenas são quase sempre iguais, mudando apenas o cenário e os personagens.

O filho pequeno, que ainda não sabe se comunicar com palavras, é extremamente sensível aos gestos dos pais, mas é tratado como se fosse apenas um boneco, sem razão nem sentimentos...

Não é digno de atenção, pois não sabe se expressar...

Outro equívoco, pois logo as crianças demonstram sua indignação agindo com rebeldia ou violência, ou se isolando do mundo.

Por todas essas razões, e outras mais, é importante pensar nessa ponte de afeição que liga as criaturas.

Ela precisa ser construída com cuidado, usando-se os melhores sentimentos de ternura, atenção e respeito, os únicos que são eficientes e duráveis.

Por mais que avance a tecnologia, que se tenha mil modos de comunicação, nada substitui o diálogo caloroso entre os familiares.

E não basta apenas estar junto, não basta oferecer o peito ao bebê e ficar com a mente e o coração distantes.

Não é suficiente sentar-se na mesma poltrona, ligar a TV e ver um bom filme. É preciso estar junto, sentir o coração pulsando, os olhares fugidios, os medos escondidos.

Considere tudo isso e comece, ainda hoje, a construção dessa ponte de ternura que aproximará você de quem você ama.

Não permita que a erosão da indiferença abra valas intransponíveis entre você e os seus amores! Aproxime-se, de corpo e alma, enquanto ainda há tempo...

Pense nisso!

Quando a ponte do diálogo é construída sobre as bases da confiança e do respeito mútuo, não há nada capaz de derrubá-la, e as relações afetivas estarão sempre preservadas.

Pense nisso, mas pense agora!

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.
Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 20 de Janeiro de 2010, 16:40
***Boa tarde.


COOPEREMOS FIELMENTE


"Pois somos cooperadores de Deus." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 3:9.)


O Pai é o Supremo Criador da Vida, mas o homem pode ser fiel cooperador dEle.


Deus visita a criatura pela própria criatura.


Almas cerradas sobre si mesmas declarar-se-ão incapazes de serviços nobres;
afirmar-se-ão empobrecidas ou incompetentes.


Há companheiros que atingem o disparate de se proclamarem tão pecadores e tão
maus que se sentem inabilitados a qualquer espécie de concurso sadio na obra cristã,
como se os devedores e os ignorantes não necessitassem trabalhar na própria melhoria.


As portas da colaboração com o divino amor, porém, permanecem constantemente
abertas e qualquer homem de mediana razão pode identificar a chamada para o serviço
divino.


Cultivemos o bem, eliminando o mal.


Façamos luz onde a treva domine.


Conduzamos harmonia às zonas em discórdia.


Ajudemos a ignorância com o esclarecimento fraterno.


Seja o amor ao próximo nossa base essencial em toda construção no caminho
evolutivo.


Até agora, temos sido pesados à economia da vida.


Filhos perdulários, ante o Orçamento Divino, temos despendido preciosas energias
em numerosas existências, desviando-as para o terreno escuro das retificações difíceis ou
do cárcere expiatório.


Ao que nos parece, portanto, segundo os conhecimentos que possuímos, por
"acréscimo de misericórdia", já é tempo de cooperarmos fielmente com Deus, no
desempenho de nossa tarefa humilde.



Livro: Vinha de Luz
Psicografado por Francisco Cândido Xavier
Ditado pelo espírito: Emmanuel

Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Victor Passos em 24 de Janeiro de 2010, 13:06
Ola muita paz e harmonia
Amiga Cravo do poeta

Dividir com Amor

Livro: Episódios Diários
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco

      A miséria socioeconômica, que entulha as avenidas do mundo, mistura-se à de natureza moral, que atulha os edifícios e residências de luxo como os guetos da promiscuidade libertina.

      O que podes fazer, parece-te quase sem sentido ou significação, tão grande e volumoso é o problema. Apesar disso, não te escuses de auxiliar.

      Se não consegues ir à causa do problema, minimiza-lhe os efeitos.

      Desde que não podes erradicar, de um golpe, a fome, a enfermidade, a ignorância, contribui com a tua quota de amor, por mínima que seja.

      Sempre podes dividir do que possuis, com aquele nada tem.

      Quando repartes com amor, multiplicas a esperança, favorecendo a alegria.

      Menos tem, aquele que se nega a doar algo.

      Afirma-se que esse gesto de amor gera o paternalismo, promove o vício...

      Não têm razão, os que assim informam.

      Muitos males, e alguns crimes são abortados quando uma atitude de amor interrompe o passo do infeliz que padece fome, desespero e dor...

      Somente quem aprende a abrir a mão, descerra o bolso, terminando por oferecer o coração.

      Faze o que te esteja ao alcance, e a vida fará o resto.

       

Título: Re: Evangelho e Individualidade 07 / 01 / 2010
Enviado por: Cravo do Poeta em 24 de Janeiro de 2010, 21:57
***Boa noite


A SENDA ESTREITA


"Porfiai por entrar pela porta estreita..." - JESUS (Lucas, 13:24.).


Não te aconselhes com a facilidade humana para a solução dos problemas que te
inquietam a alma.


Realização pede trabalho.


Vitória exige luta.


Muitos jornadeiam no mundo na larga avenida dos prazeres efêmeros e esbarram no cipoal

do tédio ou da intemperança, quando não sucumbem sob as farpas do crime.


Muitos preferem a estrada agradável dos caprichos pessoais atendidos e caem,

desavisados, nos fojos de tenebrosos enganos, quando não se despenham nos precipícios

de tardio arrependimento.


Seja qual for a experiência em que te situas, na terra, lembra-te de que ninguém recebe um

berço entre homens para acomodar-se com a inércia, no desprezo deliberado às leis que

regem a vida.


Nosso dever é a nossa escola.


Por isso mesmo, a senda estreita a que se refere Jesus é a fidelidade que nos cabe manter

limpa e constante, no culto às obrigações assumidas diante do Bem Eterno.


Para sustentá-la, é imprescindível sacrificar no santuário do coração tudo aquilo que

constitua bagagem de sombra no campo de nossas aspirações e desejos.


Adaptamos-nos à disciplina do próprio espírito na garantia da felicidade geral é estabelecer

em nós próprios o caminho para o Céu que almejamos.


Não te detenhas no círculo das vantagens que se apagam em fulguração passageira, de

vez que a ociosidade compra, em desfavor de si mesma, as chagas da penúria e as trevas

da ignorância.


Porfia na renuncia que eleva e edifica, enobrece e ilumina.


Não desdenhas a provação e o trabalho, a abnegação e o suor.


E, em todas as circunstâncias, recorda sempre que a "porta larga" é a paixão desregrada

do "eu" e a "porta estreita" é sempre o amor intraduzível e incomensurável de Deus.



CEIFA DE LUZ
FRANCISCO CANDIDO XAVIER

( Pelo Espírito Emmanuel)