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GERAL => Mensagens de Ânimo => Meditação => Tópico iniciado por: Victor Passos em 24 de Fevereiro de 2010, 10:25

Título: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Victor Passos em 24 de Fevereiro de 2010, 10:25
Ola bom dia e muita paz Amigos e Amigas

Os braços de meu pai


“Haverá lugar mais seguro no mundo, do que os braços de meu pai?

Haverá abraço mais forte, presença mais certa, do que a certeza de meu pai?

Depois de partir tantas vezes, depois de lutar tantas vezes, haverá outro lar para onde eu possa voltar, senão para a mansão do coração de meu pai?

Haverá professor mais dedicado, médico mais experiente, conselheiro mais sábio do que este?

Haverá olhos mais zelosos, ouvidos mais atentos, lágrimas mais sentidas, sorrisos mais serenos do que os dele?

Existirá mais alguém no mundo que lute por mim como ele? Que se esqueça de suas necessidades pensando nas minhas? Que esteja lá, em qualquer lugar, a qualquer hora, por seu filho?

Existirá mais alguém no mundo que renuncie a seus sonhos pessoais por mim, e que chegue até a tornar os meus sonhares os seus próprios, por muito me amar, e por muito querer me ver feliz? Existirá alguém?

Raros são os corações como o dele. Raro como a chuva durante a estiagem. Raro como o sol nas noites eternas dos pólos terrenos.”

Nossos pais são únicos. São destas almas que Deus, em sua bondade sem fim, coloca em nossas vidas, para torná-las completas.

Nossos pais são únicos. São as estrelas que permanecem no firmamento, dando-nos a beleza e a luz da noite, sem nada exigir em troca.

São tão valorosos, que mesmo após se tornarem invisíveis aos olhos, e serem vistos apenas em fotografias e sonhos, continuam conosco, com o amor de sempre, com o abraço seguro de todas as horas.

É por tudo isso que preciso lhe dizer, pai, não somente hoje, mais em todas as manhãs que a vida nos proporcionar; que se meus passos são mais certos hoje, é porque souberam acompanhar os seus; que se hoje sou mais responsável, é porque minha responsabilidade se espelhou na sua; e que se hoje sonho em ser pai, é porque tive em você a maior de todas as inspirações.

Não sabemos ao certo o tempo em que estaremos juntos, aqui, nesta jornada, mas saiba que nada me fará mais feliz no futuro do que reencontrá-lo, tantas e tantas vezes, em tantas e tantas vidas, porque jamais existirá lugar mais seguro no mundo, do que os seus braços, meu pai querido.

Minhas preces têm em seus versos o seu nome.

Meu espelho tem as feições que seu semblante me emprestou.

Minha fé tem a sua certeza, a sua confiança.

Meu coração tem as sementes das suas virtudes, e o livro da história de minha felicidade, tem em todas suas páginas, a palavra “pai”.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no poema “Os braços de meu pai” – autor desconhecido.
Título: Re: 24 / 023 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Pramos em 24 de Fevereiro de 2010, 11:30
Bom dia
De facto não existe nenhum lugar mais seguro do que os braços do Pai.
Obrigada Pai pela tua protecção.
Pramos
Título: Re: 24 / 023 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Victor Passos em 24 de Fevereiro de 2010, 11:59
OLa Amigo Pramos
Muita paz

    Quando o Homem abraça o bem


          Há uma permanente luta íntima, quando o homem se resolve por abraçar a vida nobre.

          Quais dois exércitos em fúria, no campo mental, surgem constantes confrontos.

          Os guerreiros habituais - o egoísmo, o orgulho, a violência, a ambição tentam superar os novos combatentes - o amor ao próximo, a humildade, a pacificação, a renúncia.

          O indivíduo sente-se dividido e angustiado.

          Nesse terreno áspero brilha, porém, a luz da inspiração superior que lhe aclara a alma e a estimula a insistir nos propósitos elevados.

          Investe na batalha da vida os teus esforços nobres e não desistas.

          Cada dia de resistência representa uma vitória até o momento da glória total.

 
Joanna de Ântelis & Divaldo P. Franco

Narealidade quando assim é estaremos em seus braços para sempre...

Muita paz abraço fraterno

Victor Passos
Título: Re: 24 / 023 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: macili em 25 de Fevereiro de 2010, 13:07
Amigo Victor Passos,

Obrigada por "Os braços do meu pai". Tocou no fundo de minha alma. Meu pai está no plano espiritual desde 12/dez/2006 e meu amor por ele é imenso, sinto-o presente em mim, no meu coração, pois sei que somos imortais e o amor não mede fronteiras. Que ele esteja sempre envolvido pela luz do Senhor.

"Deus é a fonte de minha existência, é meu Salvador. Ele me sustenta a cada dia".

Título: Re: 24 / 023 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 25 de Fevereiro de 2010, 20:44
***Boa noite a todos os amigos muita luz em nosso ser.


Responsabilidade


A vida na Terra é repleta de percalços.

Ninguém passa a existência sem enfrentar desafios.

Os obstáculos destinam-se a fortalecer o homem, a testar a firmeza de seu caráter e a torná-lo melhor.

Nessa linha, problemas não são desgraças, mas lições.

A criatura deve mobilizar suas forças íntimas para superar as dificuldades com que se defronta.

A ninguém é lícito assumir atitude derrotista, desistindo previamente da luta.

Como o homem foi contemplado com o dom da inteligência, deve utilizá-lo para viver cada vez melhor.

Esse viver melhor não se refere a aspectos materiais.

A plenitude do viver constitui um conceito amplo, que engloba a consciência tranquila pelo dever bem cumprido.

Assim, é importante cada qual analisar sua própria vida.

Identificar suas dificuldades, materiais e morais, e assumir a responsabilidade por elas.

O homem necessita amadurecer para não atribuir a terceiros o ônus de resolver os seus problemas.

Demonstra infantilidade quem pretende que os outros sejam a causa de sua infelicidade.

É preciso cessar de culpar o governo, os pais, o chefe, os vizinhos ou a quem quer que seja.

Cada qual recebe da vida exatamente a tarefa necessária ao seu crescimento.

Como os homens são diferentes, os problemas que enfrentam também o são.

Na jornada pela eternidade, cada Espírito tem o que trabalhar em si.

Um necessita fortificar sua vontade na luta constante com dificuldades materiais.

Outro precisa desenvolver a paciência, perante familiares de difícil trato.

Um terceiro é carente de sensibilidade e vive às voltas com dores e enfermidades.

Há ainda quem deve resistir à tentação do orgulho e da vaidade e nasce em meio a riquezas.

A vida na Terra é uma escola.

Cada homem está às voltas com a sua lição.

Seu papel é mostrar-se digno e vigoroso em sua luta, e também auxiliar o próximo, pois todos são companheiros na jornada evolutiva.

Assim, não ceda à tentação de responsabilizar os outros pelo que lhe acontece.

Não imagine que alguém tem o dever de resgatá-lo de suas dificuldades.

Certamente a solidariedade é uma lei da vida.

Contudo, também a responsabilidade pelo próprio viver constitui uma regra a ser observada.

Seja vigoroso e determinado.

Trabalhe, estude, seja valente.

Cesse as lamentações e mobilize suas forças para atingir suas metas.

Não espere que ninguém faça sua tarefa.

Identifique e dome suas más inclinações.

Visualize a pessoa que você quer ser e faça o que estiver ao seu alcance para se tornar assim.

Mas preserve sua dignidade, pois de nada adianta uma falsa vitória.

Mais importante do que resultados materiais é a conquista e a preservação da nobreza de seu caráter.

Certas dificuldades são inevitáveis, mas você decide como se comportar perante elas.

Em qualquer circunstância, mire-se nos exemplos do Cristo.

O Mestre não desdenhou o trabalho duro, as viagens constantes com o sol a pino.

Conviveu com a ignorância e a beligerância, disciplinou almas rudes.

Enfrentou a dor e a morte, mas a tudo venceu.

Corajoso e amoroso, Jesus fez o convite. Quem desejar, deve tomar sua cruz e segui-Lo.

A cruz representa as dificuldades que todo homem deve superar, preservando sua fidelidade a Deus.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 26.06.2009.


Título: Re: 24 / 023 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Victor Passos em 26 de Fevereiro de 2010, 11:47
Ola Amiga Cravo do poeta

Muita paz

Verdade libertadora

 

No dia 5 de fevereiro de 2004, vinte catadores de conchas chineses não voltaram para celebrar a festa do último dia do Ano Novo Chinês.

Eles jamais voltaram para suas famílias e seus amigos, para a sua terra natal.

Morreram no mar frio de um país estranho.

Eles ligaram para suas famílias, quando as ondas geladas lhes chegaram ao peito, disseram que iam morrer. Mas não discaram o número que lhes permitiria serem socorridos.

Eles desconheciam que existia.

Para fazer um trabalho muito perigoso, ganhavam muito pouco de seus patrões, que lucravam bastante.

Perto do lugar onde morreram, havia placas de advertência sobre areia movediça e marés perigosas. Mas eles não as puderam ler. Não falavam, nem liam inglês.

Eram imigrantes chineses ilegais na Inglaterra, mas tinham necessidades humanas básicas e deviam ter direitos humanos básicos para os proteger.

Por que não tinham? Foram atraídos para o alto-mar por sonhos de ouro e pela ignorância.

Vinham de um país que não tinha um sistema legal independente antes de 1992. Nem um sistema de previdência social.

Sua terra está melhorando e se desenvolvendo, mas para aqueles vinte catadores de conchas é tarde demais.

Há mais de vinte séculos, um Sábio andou pela Terra e asseverou: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Sem adentrarmos os painéis filosóficos para decifrarmos o que é a verdade, podemos traduzir, para a realidade do agora, que o que o Grande Mestre estava ensinando é a necessidade do conhecimento.

Em Sua sabedoria ímpar, referia-Se Jesus ao conhecimento geral, não somente às questões espirituais.

Conhecendo, o homem debela enfermidades, aperfeiçoa tecnologia, não se permite ser presa dos maus.

Os dominadores, através dos séculos, têm buscado manter o povo na ignorância, pois mais fácil de ser manipulado.

Durante séculos, aprender a ler foi exclusividade dos homens ricos e poderosos.

Mesmo em questão religiosa, séculos se escoaram em que os livros bíblicos eram privilégio dos que viviam nos conventos e seminários.

Foi necessário que um grande missionário viesse à Terra e desse sua contribuição para a tecnologia da impressão e da tipografia, para mudar esse quadro.

Nascido na Mogúncia, no século XIV, Gutenberg inventou os tipos móveis de metal, melhorando o tipo de impressão já em uso na Europa.

Aperfeiçoando tintas à base de óleo para melhor usá-los, aperfeiçoou ainda uma prensa gráfica, inspirada nas prensas utilizadas para espremer as uvas.

A partir de então, de forma paulatina, o livro foi se tornando popular.

Conhecer a verdade. Ler, instruir-se, informar-se, ilustrar a mente.

Como se faz importante a leitura, o estudo.

Pensemos nisso e aproveitemos a oportunidade de saber, para construir mais rapidamente a nossa própria felicidade.

 

Redação do Momento Espírita com base em fato colhido no texto 20 de fevereiro de 2004,
do livro O que os chineses não comem, de Xinran, ed. Companhia das letras.
Em 12.03.2009
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 26 de Fevereiro de 2010, 14:01

***Bom dia a todos e muita luz em nosso ser.

***Amigo tenha um dia cheio de luz.



“O Universo é animado de vida potente: vibra qual uma harpa sob a ação divina.

As irradiações do pensamento o percorrem em todos os sentidos e transmitem mensagens de Espírito a Espírito, através do Espaço.

Esse Universo que Deus povoou de Inteligências, a fim de que o conheçam e o amem e cumpram a sua Lei, Ele o enche de sua presença, ilumina-o com a sua luz, aquece-o com o seu amor.”



Leon Denis

Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Victor Passos em 27 de Fevereiro de 2010, 10:19
Ola muita paz e harmonia
Amiga Cravo do poeta

Busca da felicidade

Você já se preocupou alguma vez com a felicidade?

Já envidou esforços para conquistá-la?

Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso.

Mas, afinal, o que é a felicidade?

A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.

Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.

Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.

Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa, para compartilhar do nosso afeto.

No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.

Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.

Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura,  variando de acordo com as circunstâncias.

Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.

Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.

Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..

Isso é que deve ser infelicidade!

Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:

O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses...

Confessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:

Não, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça.

Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.

Não sou mais feliz, só porque não vejo todas as pessoas do mundo sorrindo...

*   *   *

Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.

Quando Jesus afirmou que a felicidade não é deste mundo, referiu-se à felicidade sem mescla, à felicidade plena.

Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.

                                                                       *   *   *

Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.

A cada momento Deus nos oferece mil motivos para nos alegrar.

A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...

A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.

Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.

Redação do Momento Espírita, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 3, ed. Fep..
Em 04.05.2009.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 27 de Fevereiro de 2010, 14:09
***Bom dia a todos, meu querido amigo Victor Passos muita luz em seu ser.


Glorificando o Santo Nome


O professor contou, em aula, que, no princípio da vida na Terra, quando os minerais, as

plantas e os animais souberam que era necessário santificar o nome de Deus, houve da

parte de quase todos um grande movimento de atenção.


Certas pedras começaram a produzir diamantes e outras revelaram ouro e gemas preciosas.


As árvores mais nobres começaram a dar frutos.


O algodoeiro inventou alvos fios para a vestimenta do homem.


A roseira cobriu-se de flores.


A grama, como não conseguia crescer, alastrou-se pelo chão, enfeitando a Terra.


A vaca passou a fornecer leite.


A galinha, para a alegria de todos, começou a oferecer ovos.


O carneiro iniciou a criação de lã.


A abelha passou a fazer mel.


E até o bicho-da-seda, que parece tão feio, para santificar o nome de Deus fabricou fios

lindos, com os quais possuímos um dos mais valiosos tecidos que o mundo conhece.


Nesse ponto da lição, como o instrutor fizera uma pausa, Pedrinho perguntou:


- Professor, e que fazem os homens para isso?


O orientador da escola pensou um pouco respondeu:


Nem todos os homens aprendem rapidamente as lições da vida, mas aqueles que procuram

a verdade sabem que a nossa Inteligência deve glorificar a Eterna Sabedoria, cultivando o

bem e fugindo ao mal. As pessoas que se consagram às tarefas da fraternidade,

compreendendo os semelhantes e auxiliando a todos, são as almas acordadas para a luz e

que louvam realmente o nome de nosso Pai Celeste.


E, concluindo, afirmou:


O Senhor deseja a felicidade de todos e, por isso, todos aqueles que colaboram pelo bem-estar dos outros são os que santificam na Terra a sua Divina Bondade.


Francisco Cândido Xavier.
Da obra: Pai Nosso.
Ditado pelo Espírito Meimei.

Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 07 de Março de 2010, 23:18
.....boa noite amigos do fórum e tbém a vc Victor Passos pelo poema braços de meu pai,.....porque meu pai partiu para o plano espiritual dia 01/03/2010,muito recente e muita dor ainda ,mesmo sabendo que está amparado por uma luz essa dor sei que será amenizada somente com o amor de Jesus,que me consola pois tenho que ser forte por mim e por minha mãenzinha .Li um tema de um filme por acaso que me fez lembrar da liberdade de meu pai agora....
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 07 de Março de 2010, 23:37
....continuação...

......Poderosa liberdade...
      Poderosa liberdade da alma...
      Seja livre...caminhe comigo...
      Através dos campos dourados,tão fascinante...
      Graciosamente....
      Nós lamentamos,nossos pecados,mas....
      Nós selamos nosso próprio destino e sob minha face...
      Eu permaneço fraco...
      Poderosa liberdade da alma...
      Descanse agora,descanse agora e imagine...
      Descansando com a paz duradoura...
      Isso é fascinante,essa terra,é fascinante...
      Ninguém pode acreditar ou entender...
      Como eu vim apenas por família,minha família...
      Eu devia ter estado aqui com eles...
      Quando o mundo veio abaixo,mas agora estão aqui...
      Descansando comigo,eu nunca esquecerei...
             Como eu senti esse momento:
                  Me tornando LIVRE......

....bjs fraternos em teus corações.....Cleusa. :'(
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 07 de Março de 2010, 23:52
               ABRIGO SEGURO....

   Diante de quaisquer provações da vida;
   Quando tudo te pareça incompreenção,barrando-te os passos;
   Se as circunstâncias do mundo te arrebatarem a presença de criaturas queridas;
   No momento em que todos os recursos se te afigurem extintos;
   Perante os sofrimentos que te alcancem os seres amados;
   Ou a frente de inibições orgânicas que julgues irreversíveis,ilhando-te nos problemas da enfermidade;não desanimes.

                                   *****

   Pensa em Deus,refugia-te em Deus,espera por Deus e confia em Deus,porquanto,ainda mesmo quando te suponhas a sós, em meio de tribulações incontáveis,deus está conosco e com Deus venceremos....

                                                                Emmanuel.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 07 de Março de 2010, 23:52
Boa noite Cleusa, senti sua falta estes dias.

Peço aos nossos amigos espirituais que auxiliem o seu pai neste momento e confortem o seu coração.

Um beijo no seu coração.


Partida e chegada


Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.

O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.

Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.

Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: “já se foi”.

Terá sumido? Evaporado?

Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.

O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós.

Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.

O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.

E talvez, no exato instante em que alguém diz: já se foi”, haverá outras vozes, mais além, a afirmar: “lá vem o veleiro”.

Assim é a morte.

Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: “já se foi”.

Terá sumido? Evaporado?

Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.

O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.

Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.

E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: já se foi”, no mais além, outro alguém dirá feliz: “já está chegando”.

Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena.

A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.

Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.

A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.

Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.

Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da imortalidade que somos todos nós.

Pense nisso!

Victor Hugo, poeta e romancista francês que viveu no Século XIX, falou da vida e da morte dizendo:

“A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.

Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar à sepultura aquilo que não sou”.

“Quando eu descer à sepultura, poderei dizer, como tantos: meu dia de trabalho acabou. Mas não posso dizer: minha vida acabou.”

Meu dia de trabalho se iniciará de novo na manhã seguinte.

O túmulo não é um beco sem saída, é uma passagem. Fecha-se ao crepúsculo e a aurora vem abri-lo novamente.”


Equipe de Redação do Momento Espírita.


Pensamentos de Victor Hugo retirado do livro “A reencarnação através dos séculos”, de Nair Lacerda.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 08 de Março de 2010, 00:26
Boa noite Cleusa que Jesus conforte o seu coração,e que o seu pai seja amparado neste momento e o melhor que podemos fazer e auxilia-lo com preces.


Prece aos desencarnados


Dignai-vos Senhor, acolher favoravelmente a prece que vos dirigimos em favor do espírito de (F...)


Fazei-o entrever as vossas divinas luzes, tornando-lhe fácil o caminho da felicidade eterna.


Permiti que os bons espíritos lhes transmitam as nossas palavras e os nossos pensamentos. (F...) tu que neste mundo nos foste caro, ouve a nossa voz que te chama para dar um novo penhor da nossa afeição.


Deus permitiuque fosses libertado primeiro do que nós; lamentarmos seria egoísmo nosso porque seria termos pesar de não ver-te mais sob as penas e sofrimentos terrestres.


Esperamos, pois,com resignação, o momento de nossa união no mundo mais feliz onde nos precedeste.

Sabemos que a nossa separação é apenas momentânea, e que por mais longe que nos pareça, sua duração se acaba diante da eterna felicidade que Deus promete aos que se espiritualizam.


Que a bondade do Senhor nos preserve de fazer qualquer coisa que retarde esse instante desejado, poupando-nos assim a dor de te não encontrar ao sair do nosso cativeiro terrestre.


Ó! Como é doce e consoladora a certeza de que só há entre nós um véu material que te oculta às vossas vistas e podese estar ao nosso lado, vendo-nos e ouvindo-nos como outrora, ou melhor ainda.


Não te esqueças de nós, assim como nós não nos esqueceremos de ti; que os nossos pensamentos não cessem de se manter unidos, e que o teu nos siga e nos ampare sempre.


Que a paz do senhor esteja contigo.



Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: macili em 08 de Março de 2010, 00:36
Amigos do Forum, em especial  Cleusa Carminatti, Cravo do Poeta e Victor Passos

Que a luz do Senhor esteja sempre em nossos corações!

A oração
A oração nem sempre nos retira do sofrimento,
mas sempre nos reveste de forças para suportá-lo.
Não nos afasta os problemas do cotidiano, entretanto,
nos clareia o raciocínio, a fim de resolve-los com segurança.
Não nos modifica as pessoas difíceis dos quadros de convivência,
no entanto, nos ilumina os sentimentos, de modo a aceitá-las como são.
Nem sempre nos cura as enfermidades, contudo,
em qualquer ocasião, nos fortalece para o tratamento preciso.
Não nos imuniza contra a tentação,
mas nos multiplica as energias para que lhe evitemos a intromissão,
sempre a desdobrar-se, através de influências obsessivas.
Não nos livra da injúria e da perseguição, entretanto, se quisermos,
ei-la que nos sugere o silêncio,
dentro do qual deixaremos de ser instrumentos para a extensão do mal.
Não nos isenta da incompreensão alheia, porém,
nos inclina à tolerância para que a sombra do desequilíbrio não nos atinja o coração.
Nem sempre nos evitará os obstáculos,
e as provações do caminho que nos experimentem por fora,
mas sempre nos garantirá a tranqüilidade, por dentro de nós,
induzindo-nos a reconhecer que, em todos os acontecimentos da vida,
Deus nos faz sempre o melhor.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Victor Passos em 08 de Março de 2010, 15:21
Ola Amigas Muita paz

Cleusa em nome de todos os Pais , pois sou um também,os bons espiritos envolverão o seu progenitor com calor e amor..tenhamos fé...


Pais brilhantes


É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.
Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.
Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.
Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.
Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.
Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas – escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.
Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.
E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.
Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.
Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.
Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.
Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.
Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.
Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.
Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.
Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.
E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.
Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.
Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.

***

É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.
Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.
Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.
Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.
Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.
Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.

Equipe de Redação do Momento Espírita com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração – edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.



Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 08 de Março de 2010, 23:34
...obrigada amigo Victor Passos ,pois quando temos um pai bom,que nos ensina que até mesmo nas horas mais difíceis,podemos passa-las sem murmurar um ai ou um gesto de sofrimento,já valeu chegar até aqui e agradecer ao Senhor por tudo que tem me dado até hoje ....até a saudade que sinto ....bjs fraterno em teu coração.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Victor Passos em 09 de Março de 2010, 09:14
Ola Amiga Cleusa
Muita Paz

O Pai



O livro dos Espíritos, publicado em 1857, em sua primeira pergunta, traz à baila a questão acerca de que é Deus?

Verdade que, até então, as doutrinas sempre haviam indagado acerca de quem era Deus, entendendo-O como uma personalidade, um personagem.

A resposta é sucinta e inquestionável: Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.

Através dos tempos, muitas têm sido as definições sobre Deus.

O Apóstolo João, evangelista, teve oportunidade de afirmar que Deus é amor.

Contudo, ninguém melhor do que Jesus O traduziu para nós. Ele nô-Lo apresenta como nosso Pai. Assim, Deus não é o injusto e parcial que escolheu somente um povo para proteger contra todos os demais. É o Deus do Universo.

Acima dos preconceitos da Sua época, Jesus demonstra a universal paternidade de Deus. Reserva para Ele um nome doce: Pai.

E O chama meu Pai e vosso Pai.

Ao pregar Sua moral, frisa: Sede perfeitos como perfeito é vosso Pai, que está nos céus.

Descreve-O como o Deus misericordioso que faz crescer a erva do campo, vestindo-a com maior pompa do que as vestimentas do grande rei Salomão.

O Pai que ama a Seus filhos e que por eles vela. Que providencia alimento para as aves do céu, que não semeiam, nem aram.

Ao lecionar-nos a forma de orar, afirmou: Quando orardes, entrai em vosso quarto, e, fechada a porta, em segredo, orai a vosso Pai, e vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos dará a recompensa.

E Ele mesmo iniciou a oração com os vocábulos: Pai nosso...

Referindo-Se à revelação mediúnica do apóstolo Pedro acerca da Sua identidade como o Cristo, Filho do Deus vivo, diz: Bem-aventurado és, Simão, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus.

Para nos dar a ideia da grandeza do Pai, preconizou: Ninguém conhece o Pai, senão o filho, Ele mesmo, Jesus.

Quando falou das bênçãos do trabalho, mostrou-nos Deus como o trabalhador incansável que labora sempre a favor dos Seus filhos: Meu Pai trabalha até hoje, e eu trabalho também.

Dando testemunho de que era Enviado da Divindade, diz: Não busco a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. As obras que eu faço dão testemunho de mim, de que o Pai me enviou.

Ao despedir-Se na ceia pascal, afirma aos discípulos: Eis que vou para meu Pai. E dirigindo-Se aos céus, ora: Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós.

Enfim, Jesus, com Sua revelação de Deus aos homens, funda a consolação suprema, demonstra o apoio que cada um tem no Pai nos céus. Finalmente, que ninguém está só, pois o Pai está sempre com cada um dos Seus filhos.

*   *   *

Em muitos momentos de Sua vida, Jesus falou que viera para fazer a vontade de Seu Pai, não a Sua.

Encontramos nos apontamentos de João: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e cumprir a sua obra.

No Jardim das Oliveiras, pouco antes de ser preso, antevendo Seus padecimentos, dá-nos a lição de como nos devemos portar perante as nossas dores.

Ele assim se expressa: Não se faça a minha vontade, mas a Tua.

Redação do Momento Espírita, com citações do cap. IV,
versículo 34 e cap. XV do Evangelho de João e do
capítulo XXII, versículo 42 do Evangelho de Lucas.
Em 15.09.2009
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 09 de Março de 2010, 14:01
***Bom dia a todos e que a luz se faça presente em nós.


Querida amiga Cleusa para você.


Pegadas na Areia

 
“Uma noite eu tive um sonho..Sonhei que estava andando na praia com o Senhor, e

através do céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi

que eram deixadas dois pares de pegadas na areia, um era meu e outra era do Senhor.



Quando a ultima cena da minha vida passou diante de nós, olhei para traz, para as pegadas

na areia, e notei que muitas vezes no caminho da vida havia apenas um par de pegadas.



Notei também que isto aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver.

Isso aborreceu-me, então perguntei ao Senhor:



- Senhor, Tu me disseste que uma vez que resolvi te seguir, Tu andarias sempre comigo,

em todo o meu caminho, mas notei que durante as maiores tributações do meu viver, havia

apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas em que

necessitava de ti, tu me deixastes…


O Senhor respondeu:


- Meu precioso filho, Eu te Amo e jamais te deixarei nas horas de tua prova e de teu

sofrimento. Quando vieste na areia apenas um par de pegadas, foi exactamente aí, que Eu

te carreguei nos braços.”


(desconheço autoria)


********************************************************************


Aos que passam pela nossa vida…

Cada um que passa na nossa vida passa sozinho…

Porque cada pessoa é única para nós e nenhuma substitui a outra.

Cada um que passa na nossa vida passa sozinho, mas não vai só.

Levam um pouco de nós mesmos e deixam-nos um pouco de si mesmos.

Há os que levam muito, mas não há os que não levam nada.

Há os que deixam muito, mas não os que deixam nada.

Esta é a mais bela realidade da vida…

A prova tremenda de cada um é importante e que ninguém se aproxima do outro por acaso.


********************************************************************


***Que o mestre Jesus conforte o seu coração hoje e sempre, um beijo com muito carinho

para você.***

Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: odraci em 10 de Março de 2010, 19:17
boa tarde,

As postagens são como
remédio para a saudade
que sinto do meu pai,
o seu amor, o carinho, a força
a espererança dele espalhou
por nossas vidas,

paz

odraci martins
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 10 de Março de 2010, 21:53

...oi amiga ,é verdade estas postagem só nos fortalecem é com muito carinho que leio todas as mensagens,e tbm Odraci quero me desculpar com vc ,porque no inicio quando vc começou a participar do fórum eu falei algo para sua pergunta e pelo que entendi da minha resposta talvez eu tenha te magoado,foi voltando que percebi isto pois te peço perdão se eu não me expressei direito,bj fraterno em teu coração.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 10 de Março de 2010, 22:03

....aos amigos Victor ,cravo do poeta e Odraci obrigada por essas mensagens ,fico muito feliz por ler e com isso vou sempre aprendendo mais,pois estas palavras fortalecem meu espírito nesta sede do aprender que tenho bjs fraternos a vcs
que Jesus de muita luz e sabedoria sempre....
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 11 de Março de 2010, 14:16
***Bom dia a todos e muita luz em nossos corações.

Amiga Odraci, Cleusa Carminatti e Macili um beijo com carinho a vocês.



Perdoa-te

 

Conta-se que, quando Maria de Magdala deixou-se penetrar pela mensagem do Suave Rabi da Galiléia, uma onda de questionamentos lhe invadiu a alma.


Ela, a grande pecadora, que buscava o amor de forma equivocada na tentativa de preencher o vazio da alma, diante da proposta de amor que aquele Homem singular lhe apresentava, pôs-se a meditar e sentiu-se uma mulher em escombros.


Num lindo dia, daqueles em que a brisa da primavera traz consigo o perfume das flores para suavizar os caminhos dos que se debatem pelas estradas terrenas, ela travou um diálogo singular com o Messias de Nazaré.


Abriu seu coração ao Amigo, dizendo que era um trapo de mulher e que seria difícil ser aceita por Deus, já que cometera tantos desatinos. Por onde começar, ou recomeçar?


O Mestre, com o olhar sempre compassivo, apontou pela janela um determinado quadro e lhe perguntou: O que vês lá, minha filha?


Ela observou o quadro e respondeu: Vejo uma casa em ruínas, Senhor.


E então, não vês que ela está recoberta com lindos ramos e flores? Se Deus lança sobre os escombros de uma casa em ruínas  as formosas buganvilles, o que não lançará sobre um de seus filhos que queira renovar a paisagem íntima?


Naquele instante, os olhos de Maria se encheram de lágrimas, sinceramente brotadas das profundezas da alma.


Uma onda diferente a invadiu. Era como se um suave perfume penetrasse sua intimidade abrindo um horizonte novo: a esperança nascia.


Revitalizada pelas palavras do Profeta de Nazaré, Maria de Magdala logo deu início à obra de redenção particular.


Entendia agora o que Jesus quis dizer com as flores recobrindo a casa em ruínas. Sentia que era a oportunidade bendita que a Misericórdia Divina lhe oferecia para refazer os caminhos equivocados.


Passou a atender os sofredores, os desalentados, os mortos-vivos corroídos pela lepra.


Nesse ministério, na medida em que aliviava o sofrimento alheio, Deus lhe supria as forças e lhe iluminava a alma.


Foi assim que a mulher equivocada conseguiu superar as dificuldades do caminho, superando-se a si mesma.


Foi assim que Maria de Magdala conseguiu perdoar-se.


Conseguiu empreender a caminhada para a felicidade que Jesus afirmou ser possível a todos, com as palavras: Quem quiser vir após mim, tome a sua cruz, negue-se a si mesmo e siga-me.


Ela negou-se a si mesma, esqueceu as carências e apostou tudo na felicidade que haveria de vir logo mais. E conseguiu seu intento.


*   *   *

Se, às vezes, você se sentir como se estivesse em escombros, lembre-se da afirmativa de Jesus: Se Deus recobre com flores perfumadas uma casa em ruínas, o que não lançará sobre um de Seus filhos que queira mudar a paisagem íntima?


Deus nos oferece sempre uma nova chance de acerto. Enfeita a nossa vida com as belezas naturais. Permite o perfume das flores, o canto dos pássaros, a amizade sincera, a companhia dos afetos.


A nós só resta a decisão firme de mudar a nossa paisagem interior.


Assim sendo, roguemos a Deus que nos sustente as forças e comecemos, sem demora, essa nobre empreitada.


Redação do Momento Espírita com base no cap. 20, do livro
Boa nova, pelo Espírito Humberto de Campos, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 11.05.2009.


Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 11 de Março de 2010, 18:54
...obrigada amiga cravo do poeta,maravilhosa suas mensagens.

   que Jesus te ilumine sempre
                                                 bjs fraternos em teu coração.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 12 de Março de 2010, 15:09

...obrigada amiga Macili pelo carinho que Deus te de muita luz e sabedoria Divina.

              ***ORAÇÃO  POR  CURA***

     Cura-nos,Senhor,as chagas crônicas do espírito enfermo...
     Quantas feridas trazemos à mostra!
     Cicatriza-nos com o bálsamo do Teu amor.
     Devolve-nos o ânimo e a alegria de viver.
     Interfere,por misericórdia,em nosso processo cármico
  e não nos deixes perecer...
     Que a doença,seja do corpo ou da alma,não nos reduza
  à inutilidade.
     Quantos não são os que vivem em função de suas dores!
     Outros,voluntariamente,mais doentes se tornam,por falta
  de aceitação de suas provas.
     Mestre,impõe as Tuas abençoadas mãos sobre nós...
     Transmite-nos os Teus eflúvios divinos.
     Dispensa-nos,mesmo sem merecimentos de nossa parte,
  as Tuas graças e as Tuas bênçãos!
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 12 de Março de 2010, 15:24
                 ***DIANTE DA LUTA***

     Mestre,que jamais maldigamos a luta que não nos poupa esforço e sacrifício.
     Não fosse por ela,é possível que estivéssemos mergulhados em abismos de maior dor...
     É a luta de cada dia que espiritualmente nos fortalece e que nos mantém de pé.
     Que possamos enfrentá-la com coragem e determinação,investidos da necessária humildade para superá-la.
     Não importa o nome e as características da prova que faceamos no cotidiano.
     Seja ela qual for,sabemos que é do tamanho exato de nossa carência de reajuste.
     Abençoada,pois,toda dificuldade que nos motiva a lembrar-nos de Ti através da oração.
     Bendita a provação que nos torna inseguros diante do mundo e nos induz a procurar-Te por abrigo.
     Mestre,as nossas lutas são as nossas bênçãos!...

    Livro "Preces e orações"
                                       Carlos A Baccelli.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 12 de Março de 2010, 16:03
***Boa tarde a todos e muita luz em nosso ser.

Querida Cleusa e Odraci que o mestre Jesus as ilumine e conforte os seus corações.

Tenha um ótimo final de semana e um beijo com carinho.


Presença espiritual


Quem está habituado a enfrentar águas traiçoeiras sabe o quanto é importante o brilho do farol para apontar o rumo seguro.


Sherry hogan conta que o seu farol era o lenço de seu pai.


Ele não dava importância às iniciais bordadas ou aos tecidos caros. Gostava mesmo de lenços de algodão branco simples.


Sempre à mão, o lenço de seu pai servia para limpar os desastres ocasionados pelos picolés derretidos da criançada, no banco traseiro do carro.


Serviu para enfaixar o ferimento do gatinho favorito de Sherry, depois de um desagradável encontro do bichano com o cachorro do vizinho.


Na adolescência, mais de uma vez o lenço serviu para secar as lágrimas de Sherry.


Quando, aos 20 anos, ela foi se despedir do pai, antes de partir para a Europa, começou a chorar, tomada de pânico.


O quadrado de algodão tão familiar serviu para lhe secar as lágrimas, enquanto a voz grave do pai a incentivava a confiar e partir.


Três anos depois, em seu retorno, a primeira visão que teve ao chegar ao aeroporto, foi do lenço branco do pai acenando para ela acima das cabeças da multidão.


No natal de 1997, seu pai estava muito doente. O câncer lhe tomara quase todo o corpo. Sabendo que ele partiria a qualquer momento, Sherry foi comprar lenços lindos, de linho, bordados. Naturalmente, também comprou uns de algodão, por preço bem popular.


Ele abriu cada um dos pacotes. Colocou de lado os elegantes lenços bordados, escolheu um baratinho e falou: “só usarei os caros em ocasiões muito importantes.”


A filha abraçou o pai, como a se despedir:


“você sempre esteve presente quando precisei, pai.” Foi o que falou, emocionada.


Ele respondeu: “e sempre vou estar, só que de um jeito diferente. Confie em mim.”


Dez dias depois ele partiu. Sherry passou a sentir muito a falta dele.


Dois meses depois, ela se sentia desanimada, triste. Sabia que ele estava em um lugar melhor, mas precisava do abraço dele.


“Fale com ele”, lhe disse a irmã.


Chorosa, saudosa, ela começou a falar, andando pela sala: “ah, papai. Sei que você está em um lugar melhor. Acredito nisso especialmente graças a você. Mas sinto tanto sua falta. Eu só queria saber se você está bem.”


O silêncio foi a resposta. Ela começou a soluçar alto. Podia sentir a tristeza lhe percorrendo o corpo todo.


Foi então que ela viu, pelo canto do olho: um grande quadrado branco debaixo da cadeira de seu pai.


Era um dos lenços novos bordados. Como ele tinha ido parar ali? Ela limpava a sala todas as manhãs. De onde ele poderia ter saído?


Palavras de seu pai lhe vieram à mente: “só usarei os lenços caros em ocasiões muito importantes.”


Sherry entendeu. Seu pai lhe mandara a resposta: “querida, estou bem. Cheguei em casa.”


***

Os amores que se vão continuam a nos amar, não importando o tempo.


Zelosos, prosseguem velando por nós e de forma sutil, se fazem presentes em nossas vidas.


Pelos fios invisíveis da oração, é possível sentir-lhes o carinho e a mansidão da voz dizendo

que chegaram bem, que nos aguardarão no tempo, pacientemente, para o delicado

reencontro.

 

Fonte:
Seleções reader’s digest, set./2000,uma questão de confiança

Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 12 de Março de 2010, 20:08

....Amiga cravo do poeta,esta mensagem tirou este nó que esta

em minha garganta,uma vontade louca de chorar....mas tenho que

 suportar os soluços pela minha mãezinha,mas será um choro de

 alegria ,pois tenho a certeza que ele estará bem,acredito que

 esta dormindo ainda....mas tuas palavras me ajudaram muito,

 Que Deus te de muita luz.bjs fraterno em teu coração.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: macili em 13 de Março de 2010, 01:37
Amigos do Fórum, Victor Passos, Cravo do Poeta, Cleusa Carminatti e todos os demais membros.

"Que a luz do nosso querido Mestre Jesus se faça presente em nós".

 Os mortos

Postada em sexta-feira, 6 de junho de 2008.

Não fale dos mortos, senão para deles falar bem.
Disse um conhecido escritor:
"O louvor aos mortos é um modo de orar por eles."
É isso. Aos mortos devemos orações e palavras carinhosas;
e ainda mais que palavras, vibrações de respeito e amor,
uma terna saudade, um lágrima, quem sabe.
Nunca, porém, tristeza e inconformação. Nossos mortos não morreram:
partiram antes, e onde estão nos esperam para o reencontro feliz.
Que não haja dúvida em seu coração sobre a imortalidade.
A morte não existe; o que há são mudanças de estado:
hoje estamos na matéria pesada do nosso corpo físico;
amanhã estaremos na matéria leve e luminosa do nosso corpo espiritual.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: odraci em 13 de Março de 2010, 14:45
Bom dia,

TU QUE ME DESTE O TEU CUIDADO...

Tu que me deste o teu carinho
E que me deste o teu cuidado,
Acolhe ao peito, como o ninho
Acolhe ao pássaro cansado,
O meu desejo incontentado.

Há longos anos ele arqueja
Em aflitiva escuridão.
Sê compassiva e benfazeja.
Dá-lhe o melhor que ele deseja:
Teu grave e meigo coração.

Sê compassiva. Se algum dia
Te vier do pobre agravo e mágoa,
Atende à sua dor sombria:
Perdoa o mal que desvaria
E traz os olhos rasos de água.

Não te retires ofendida.
Pensa que nesse grito vem
O mal de toda a sua vida:
Ternura inquieta e malferida
Que, antes, não dei nunca a ninguém.

E foi melhor nunca ter dado:
Em te pungido algum espinho,
Cinge-a ao teu peito angustiado.
E sentirás o meu carinho.
E setirás o meu cuidado.


Manuel Bandeira

Paz
odraci martins
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Victor Passos em 13 de Março de 2010, 16:08
Ola muita paz e harmonia Amigas



Laços Eternos

Livro: SOS Família
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco


          A reencarnação estreita os vínculos do amor, tornando-os laços eternos, pelo quanto faculta de experiência na área da efetividade familiar.

          Enquanto as ligações de sangue favorecem o egoísmo, atando as criaturas às algemas das paixões possessivas, a pluralidade das existências ajuda, mediante a superação das convivências pessoais, a união fraternal.

          Os genitores e nubentes, os irmãos e primos, os avós e netos de uma etapa trocarão de lugar no grupo de companheiros que se afinam, permanecendo os motivos e emulações da amizade superior.

          O desligamento físico pela desencarnação faz que se recomponham, no além-túmulo, as famílias irmanadas pelo ideal da solidariedade, ensaiando os primeiros passos para a construção da imensa família universal.

          Quando a força do amor vigilante detecta as necessidades dos corações que mergulham na carne, sem egoísmo, pedem aos programadores espirituais, das vidas que lhes permitam acompanhar aqueles afetos que os anteciparam, auxiliando-os nos cometimentos encetados, e reaparecem na parentela corporal ou naquela outra, a da fraternidade real que os une e faculta os exemplos de abnegação, renúncia e devotamento.

          Este amigo que te oferece braço forte; esse companheiro a quem estimas com especial carinho; aquele conhecido a quem te devotas com superior dedicação; este outro colega que te sensibiliza; esse outro discreto benfeitor da tua vida; aquele outro vigilante auxiliar que se apaga para que apareças, são teus familiares em Espírito, que ontem envergaram as roupagens de um pai abnegado ou de uma mãe sacrificada, de um irmão zeloso ou primo generoso, de uma esposa fiel e querida ou de um marido cuidadoso, ora ao teu lado noutra modalidade biológica e familiar, alma irmã da tua alma, diminuindo as tuas dores, no carreiro da evolução e impulsionando-te para cima, sem pensarem em si...

          Os adversários gratuitos que te sitiam e perturbam, os que te buscam sedentos e esfaimados, vencidos por paixões mesquinhas, são, também, familiares outros a quem ludibriaste e traíste, que agora retornam, necessitados do teu carinho, da tua reabilitação moral, a fim de que se refaça o grupo espiritual, que ascenderá contigo no rumo da felicidade.

          Jesus, mais uma vez, confirmou a necessidade dessa fusão dos sentimentos acima dos vínculos humanos, exaltando a superior necessidade da união familiar pelos laços eternos do Espírito. A primeira, fê-lo, ao exclamar, respondendo à solicitação dos que Lhe apontavam a mãezinha amada que O buscava, referindo-se: - "Quem é minha mãe, quem são meus irmãos, senão aqueles que fazem a vontade do Pai?". Posteriormente, na cruz quando bradou, num sublime testemunho, em resposta direta à Mãe angustiada que O inquirira: - "Meu filho, meu filho, que Te fizeram os homens?", elucidando-a e doando-a à Humanidade: - "Mulher, eis aí o teu filho" - "Filho, eis aí tua mãe", entregando-o ao seu cuidado, através de cuja ação inaugurou a era da fraternidade universal acima de todos os vínculos terrenos.



      Muita Paz
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 13 de Março de 2010, 17:46
***Boa tarde a todos e muita luz em nossos corações.

Odraci, Cleusa, Macili e Victor Passos um beijo com carinho a vocês.
Tenham um ótimo final de semana cheio de paz e harmonia.



Nuanças do amor

 
O amor é o sentimento superior em que se fundem todas as qualidades do coração humano.

É a manifestação de uma força que nos eleva acima das coisas terrenas até alturas divinas, unindo todos os seres e despertando nos que dela são portadores uma felicidade íntima.

O amor é o olhar de Deus por sobre todas as criaturas. É a expressão das virtudes máximas da doçura, da bondade, da caridade.

Se desejamos saber o que é amar, basta que consideremos alguns vultos da Humanidade.

De todos, Cristo foi a maior expressão do amor, oferecendo­-Se em sacrifício, até a morte, em benefício dos seus irmãos. É Ele mesmo que nos conclama: "Amai os vossos inimigos."

Naturalmente, por essas palavras, não exige o Cristo da nossa parte uma afeição impossível, mas a ausência de todo ódio, de todo desejo de vingança.

A sincera disposição para ajudar, nos momentos precisos, aqueles que se erguem como provocadores de distúrbios e dores em nossas vidas.

E se somos convidados a amar os que não nos querem bem, quanto mais não deveremos amar aos que se constituem bênçãos em nossas vidas.

Nossos pais, cuja solicitude manteve a nossa infância, que trabalharam para aplainar os obstáculos das nossas vidas, que nos acalentaram e aqueceram em seu seio, que acompanharam nossos primeiros passos, nossas primeiras dores e fracassos.

Que se alegraram com nossas conquistas e nos incentivaram ao progresso.

Com muito amor lhes devemos cercar a madureza e a velhice, reconhecendo-lhes a ternura e os cuidados constantes.

Amar a pátria, o solo generoso que nos acolhe os corpos, na presente jornada.

A pátria que, como mãe amorosa, distribui seus tesouros a todos os seus filhos.

Que nos desvela o patrimônio sagrado das ciências e das artes, das leis, da ordem e da liberdade, todo esse acervo produzido pelo homem.

Amar os que caminham conosco, na estrada evolutiva, arcados, tanto quanto nós mesmos, pelos sofrimentos e lutas consigo mesmos, no intuito de se melhorarem.

Somos todos filhos de Deus, membros da grande família dos Espíritos.

Todos Espíritos, marcados com o sinal da imortalidade.

Irmãos destinados a nos conhecermos e a nos unir na harmonia das leis e das coisas, longe das querelas ilusórias da Terra.

Deus é o foco do amor e, como o sol, projeta Seus raios a todos envolvendo, sem exclusões. Derrama-Se sobre todas as coisas e aquece as almas.

Criados por Deus por amor, fomos projetados para amar. Amemos e sintamos esta celeste atração das almas, que liga os mundos, os governa e fecunda.

*   *   *

Você sabia que o amor tem sempre a função de unir, nunca a de separar?

Quando ama, o homem sublima os seus sentimentos.

O apóstolo João, desde a sua juventude, arrebatado pelo amor de Jesus, serviu infatigável até à velhice.

E não se cansava de repetir: "Filhinhos, amai-vos... Amai-­vos".

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 49,  do livro Depois da morte, de
Léon Denis, ed. Feb, e no verbete Amor, do livro Repositório de sabedoria,  v. 1, pelo
Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 12.01.2008.


Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Victor Passos em 14 de Março de 2010, 12:42
Ola muita paz Amigas (os)

A oração em família


É lamentável perceber o esquecimento da oração, em grande número de lares pela Terra inteira.

Mesmo em grupos familiares que se dizem cristãos, falta o aconchego maior com as fontes fecundas de paz em que se converte a oração.

Mais do que pode supor a pessoa que ora, a alma que se liga às faixas luminosas do diálogo com Deus, absorve desse estuário bendito do mundo invisível, as mais profundas dádivas de recursos aptos a sustentá-la nas lides em que se movimenta no planeta.

Esse salutar costume de abrir-se para dizer ao Criador o que se sente, mesmo ciente de que Ele sabe de todas as coisas, converte-se em exercício maduro de autoconhecimento gradual, em exercício de humildade, que eleva e bendiz a criatura.

No campo doméstico, pois, ensine a seus filhos, desde pequeninos, tão logo consigam acompanhar os pais, a entoar as palavras da prece, que, com o tempo irão compreendendo, adicionando seus próprios sentimentos, valendo-se, ao mesmo tempo, dessa norma feliz, como fuga das tormentas em si ou em torno de si, ou como bálsamo medicamentoso em face dos padecimentos físicos e morais que, acaso, lhes esbarre a caminhada terrena.

Ensine-os a não fazer da prece um conjunto de palavras inócuas das quais a sincera compenetração não faça parte.

Mostre-lhes que, por ser valiosa, a prece deve ser entoada ou emitida, em regime de unção íntima, fazendo silêncio no aposento do coração, para que aprenda a ouvir as respostas das alturas, que podem ser imediatas ou nos encontrar pelos caminhos.

Ensine aos seus que a prece não é um instrumento de barganha com a Divindade, num regime de trocas infantil.

A prece é uma forma de comunicação. Quanto mais honesta, mais alta. Quanto mais alta, melhores os seus resultados.

Independente da sua oração diária e íntima, aproveite o encontro de sua família, que seja uma vez por semana, em qualquer dia, em qualquer horário que possam estabelecer para a prece em conjunto, ou para a prática da leitura do Evangelho no lar.

Diante da mesa posta do Evangelho de Jesus, recolherão, você e os seus, os mais sublimes e valiosos recursos da Divindade, para que consigam dar conta dos múltiplos compromissos da presente reencarnação, sem perda de tempo.

Orar é nobre condicionamento, harmonizando-nos com o Infinito...

 

*   *   *

 

A oração no lar constrói em suas cercanias uma redoma protetora, evitando que as naves domésticas sejam invadidas por pensamentos escuros, e por entidades indesejadas.

Saúde espiritual inenarrável costuma penetrar as almas que, no reduto doméstico, se aliam aos benefícios deste diálogo com o Alto.

A prece ao lado de nossos amores fortalece os laços que nos unem, e faz-nos mais fortes e esperançosos perante as realidades difíceis que ainda temos que enfrentar lá fora e em nós mesmos...

 

Equipe de Redação do Momento Espírita com base no cap. 25 do livro Vereda familiar, pelo Espírito Thereza de Brito,  psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 15 de Março de 2010, 14:15
Bom dia a todos e muita luz em nosso ser.

Tenham uma semana cheia de paz e harmonia.


Os problemas pessoais


De que tamanho são os seus problemas? Você acredita que eles sejam maiores do que os de quaisquer outras pessoas?


Habitualmente, quando atravessamos dificuldades, ocorre de as vermos como intransponíveis e insolúveis, o que concorre para estabelecer painéis de maior tristeza e dor.


A propósito, nos recordamos da história de uma garota que costumava desesperar-se ante pequenos contratempos que lhe adviessem.


Preocupado, seu pai convidou-a, certo dia, a dar um longo passeio montanha acima.


A subida íngreme exigiu esforço, compensado pela vista maravilhosa da paisagem, que permitia descobrir velhas árvores coloridas de um verde espetacular, a cachoeira que descia caprichosa, esparramando-se pela encosta, cantando docemente, enquanto lavava as pedras do caminho.


A tudo a pequena ia observando, entre surpresa e extasiada. O pai se permitia, vez por outra, observações ponderadas a respeito da grandeza de Deus, o Excelente Artista que assim tudo dispusera, naqueles quadros magníficos.


Chegados ao cimo da montanha, o pai convidou a filha a olhar para baixo, falando do que via.


Ela se admirou de ver as pessoas se movendo lá na cidade, quais pequenas formigas. As casas pareciam caixinhas de fósforos, caprichosamente dispostas ao longo de cercas minúsculas.


As árvores tinham o porte de raminhos verdes, espetados na terra. Os carros semelhavam brinquedos comandados à distância, por controle remoto.


Percebeu como as coisas são pequenas, vistas daqui do alto? - perguntou o pai.


Esta é uma técnica que sempre utilizo quando me vejo em meio a muitos problemas. Subo a montanha e, vendo tudo tão pequeno, começo a pensar que os meus problemas devem ser vistos assim: como alguém que olha as coisas de cima de uma montanha. Tudo então fica mais fácil.


Mas quando você sobe, pai, os problemas não sobem junto?


Não, respondeu ele. Na medida em que eu subo, creio que eles não têm resistência, ficam cansados.


Quando chego cá em cima, maravilhado com tanta beleza, eles já estão sem fôlego, perdidos pelo caminho. Daí, respiro o ar puro e me disponho a transpirar no trabalho, esforçando-me por superar os obstáculos.


Não se esqueça, finalizou, de olhar as coisas difíceis da vida, como quem sobe uma montanha e passa a ver melhor as coisas, lá de cima.


*  *  *


Semelhante ao fato narrado, busquemos olhar os obstáculos de um ângulo mais elevado.


Subamos a montanha da oração, buscando o auxílio Superior e, então, contemplemos a problemática que nos atinge com olhos diferentes, olhos que traduzam a certeza de que não nos encontramos ao desamparo, em momento algum.


Certeza de quem sabe que ao se escalar a montanha da prece, rumando para cima, do Alto fulgem bênçãos de socorro, paz e harmonia que nos ajudam a superar os percalços do caminho.


*   *   *


Ninguém recebe peso superior ao que possam suportar seus ombros.


E Jesus prossegue, nos dias da atualidade, convidando os enfermos e aflitos ao Seu regaço, dizendo: Vinde a Mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que Eu vos aliviarei.


Os aflitos são os que padecem dores morais, decepções, tristeza, angústia.


E sobrecarregados são os que atravessam as dificuldades físicas, doenças, pobreza, entre outras.


Redação do Momento Espírita, com base no cap. A montanha,
do livro O diário de Clarinha, de Cezar Braga Said, ed. Celd.
Em 08.07.2009.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Victor Passos em 15 de Março de 2010, 20:40
Ola muita paz e harmonia
Amigas

Amizade se escreve assim

Foi durante a Primeira Grande Guerra. Eles eram jovens e a amizade que os unia tinha a ver com alguns momentos de lazer, de música e, sobretudo, de sobrevivência.

Ele não poderia esquecer que devia sua vida a um judeu alemão chamado Erik.

Um ano mais velho que ele próprio, Erik ensinou Hans a tocar acordeão.

Certo dia, o sargento entrou no alojamento perguntando quem tinha letra bonita.

O capitão precisava que fossem escritas umas 12 cartas. Ele estava com reumatismo ou artrite ou algo parecido e não podia escrevê-las.

Ninguém se voluntariou. Erik, no entanto, resolveu indicar o amigo. Falou que ele tinha caligrafia impecável.

Em verdade, a capacidade de redação de Hans era reduzida. Mas ele escreveu as cartas, enquanto o restante dos homens entrava em combate.

Nenhum deles voltou. O corpo de Erik foi encontrado em vários pedaços, numa colina cheia de relva.

Hans guardou o acordeão do amigo e o levou consigo, durante toda a guerra.

Ao regressar para casa, localizou a família de Erik para devolver o instrumento.

A viúva não o quis. Olhar para o instrumento musical lhe trazia memórias ainda mais nítidas do tempo em que ela e o marido davam aulas de música.

Hans tocou para ela, enquanto ela chorava, em silêncio.

Num papel, Hans escreveu seu nome e endereço.

Sou pintor profissional. Pinto seu apartamento de graça, quando a senhora quiser.

Hans se foi, logo após descobrir que Erik deixara um filho pequeno de nome Max.

Mais de 20 anos se passaram. Com a chegada da Segunda Guerra Mundial e a perseguição aos judeus, Max foi ocultado em um depósito por meses a fio, por um amigo alemão.

Contudo, o perigo aumentava dia a dia. Era preciso sair dali.

Max lembrou de Hans, o amigo de seu pai. E da promessa feita a sua mãe.

Sim, ela nunca precisara da pintura no apartamento. Mas ele precisava de um abrigo.

Um contato foi enviado ao endereço de Hans. Semanas depois, veio a informação: Hans ainda tocava acordeão, o do pai de Max.

Não era filiado ao Partido Nazista. Era pobre, casado e tinha uma criança. Importante: ele lhe mandara um livro. Na capa interna, uma chave. A chave de sua casa.

Assim, nas primeiras horas de uma madrugada silenciosa, na pátria do nazismo, um jovem judeu chegou à casa de Hans.

Colocou a chave na fechadura, entrou na cozinha.

Hans despertou. Desceu os degraus, no escuro.

No escuro encontrou o jovem fugitivo. Fez-lhe café para aquecê-lo.

Depois, o escondeu no porão.

Era uma situação aflitiva. Assustadoramente aflitiva.

Se Hans e a esposa fossem apanhados dando abrigo a um judeu, seriam presos, condenados, talvez mortos.

Nunca mais veriam a criança... Mas Hans fizera uma promessa.

Devia sua vida ao pai daquele jovem. Jamais poderia esquecer isso.

*   *   *

Amizade se escreve de muitas formas. Pode se escrever com l, de lealdade, com g, de gratidão, com c, de coragem.

Mas, principalmente, com a, de amor, sentimento elevado sempre presente nas almas nobres.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita, com base na pt. 4 do
 livro A menina que roubava livros, de Markus Zusak, ed. Intrínseca.
Em 11.03.2010.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 15 de Março de 2010, 22:03
...obrigada Victor passos por essa mensagem maravilhosa,bjs fraternos em teu .coração
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cleusa Carminatti em 15 de Março de 2010, 22:05
...boa semana cravo do poeta,que Jesus esteja contigo,minha linda.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Victor Passos em 16 de Março de 2010, 22:06
Ola muita paz amigas

 A parábola da rosa


Certa vez, um homem plantou uma roseira e passou a regá-la constantemente.

Assim que ela soltou seu primeiro botão que em breve desabrocharia, o homem notou espinhos sobre o talo e pensou consigo mesmo: Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos?

Entristecido com o fato, ele se recusou a regar a roseira e, antes mesmo de estar pronta para desabrochar, a rosa morreu.

Isso acontece com muitos de nós com relação à nossa semeadura.

Plantamos um sonho e, quando surgem as primeiras dificuldades, abandonamos a lavoura.

Fazemos planos de felicidade, desejamos colher flores perfumadas e, quando percebemos os desafios que se apresentam, logo desistimos e o nosso sonho não se realiza.

Os espinhos são exatamente os desafios que se apresentam para que possamos superá-los.

Se encontramos pedras no caminho é para que aprendamos a retirá-las e, dessa forma, nossos músculos se tornem mais fortes.

Não há como chegar ao topo da montanha sem passar pelos obstáculos naturais da caminhada. E o mérito está justamente na superação desses obstáculos.

O que geralmente ocorre é que não prestamos muita atenção na forma de realizar nossos objetivos e, por isso, desistimos com facilidade e até justificamos o fracasso lançando a culpa em alguém ou em alguma coisa.

O importante é que tenhamos sempre em mente que, se desejamos colher flores, temos que preparar o solo, selecionar cuidadosamente as sementes, plantá-las, regá-las sistematicamente e só depois, colher.

Se esperamos colher antes do tempo necessário, então a decepção surgirá.

Se temos um projeto de felicidade, é preciso investir nele. E considerar também a possibilidade de mudanças na estratégia.

Se, por exemplo, desejamos um emprego estável, duradouro e não estamos conseguindo, talvez tenhamos que rever a nossa competência e nossa disposição para aprender.

Não adianta jogar a culpa nos governantes nem na sociedade. É preciso, antes de tudo, fazer uma avaliação das nossas possibilidades pessoais.

Se desejamos uma relação afetiva duradoura, estável, tranquila e não conseguimos, talvez seja preciso analisar ou reavaliar nossa forma de amar.

Quando os espinhos de uma relação aparecem, é hora de pensar numa estratégia diferente, ao invés de culpar homens e mulheres ou a agitação da vida moderna, ou simplesmente deixar a rosa do afeto morrer de sede.

Há pessoas que, como o homem que deixou a roseira morrer, deixam seus sonhos agonizarem por falta de cuidados ou diminuem o seu tamanho. Vão se contentando com pouco, na esperança de sofrer menos.

Mas o ideal é estabelecer um objetivo e investir esforços para concretizá-lo.

Se no percurso aparecer alguns espinhos, é que estamos sendo desafiados a superar, e jamais a desistir.

*   *   *

Quem deseja aspirar o perfume das rosas, terá que aprender a lidar com os espinhos.

Quem quer trilhar por estradas limpas, terá que se curvar para retirar as pedras e outros obstáculos que surjam pela frente.

Quem pretende saborear a doçura do mel, precisa superar eventuais ferroadas das fabricantes, as abelhas.

Por tudo isso, não deixe que nenhum obstáculo impeça a sua marcha para a conquista de dias melhores.

Redação do Momento Espírita.
Em 11.01.2010.
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: odraci em 04 de Abril de 2010, 11:54
http://www.youtube.com/watch?v=220xMcQPEoY&feature=related (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PTIyMHhNY1FQRW9ZJmFtcDtmZWF0dXJlPXJlbGF0ZWQ=)




paz,
odraci
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: Cravo do Poeta em 07 de Abril de 2010, 16:26
Boa tarde Odraci,que o mestre Jesus te ilumine hoje e sempre.

Bjos. :-*


LUZES DO ENTARDECER


Conserva contigo os companheiros idosos, com a alegria de quem recebeu da vida o honroso encargo de reter, junto do coração, as luzes remanescentes do próprio grupo familiar.

Reflete, naqueles que te preservaram a existência ainda frágil, nos panos do berço; nos que te equilibraram os passos primeiros; nos que te afagaram os sonhos da meninice e naqueles outros que te auxiliaram a pronunciar o nome de Deus.

Já que atravessaram o caminho de muitos janeiros, pensa no heroísmo silencioso com que te ensinam a valorizar os tesouros do tempo, nas dificuldades que terão vencido para serem quem são, no suor que lhes alterou as linhas da face e nas lágrimas que lhes alvejaram os cabelos...

E quando, porventura, te mostrem azedume ou desencanto, escuta-lhes a palavra com bondade e paciência...

Não estarão, decerto, a ferir-te e sim provavelmente algo murmurando contra dolorosas recordações de ofensas recebidas,que trancam no peito, a fim de não complicarem os dias dos seres que lhes são especialmente queridos!...

Ama e respeita os companheiros idosos! São eles as vigas que te escoram o teto da experiência e as bases de que hoje te levantas para seres quem és...

Auxilia-os, quanto puderes, porquanto é possível que, no dia da existência humana, venhas igualmente a conhecer o brilho e a sombra que assinalam, no mundo, a hora do entardecer.

Espírito: MEIMEI
Médium: Francisco Cândido Xavier



Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: odraci em 30 de Maio de 2010, 03:37

Bom dia,

Sinto saudades de meu pai, do seu carinho, amor, abraços e
muitas palavras de ordem, com todas essas coisas, hoje eu
sou uma pessoa integra e mesmo estando na espiritualidade
sinto seu amor, sua proteção, enfim eu amo meu pai.


paz
Odraci Martins
Título: Re: 24 / 02 /2010 - Os braços de meu Pai
Enviado por: macili em 09 de Junho de 2010, 04:58
Olá amigos,

Tenham muita luz e bençãos em seus corações.

Beijos
Macili

                                             *******

Livro: Fonte Viva
        Francisco Cândido Xavier e Emmanuel

Pai Nosso

                                                               "Pai nosso..." - Jesus.
                                                                          (Mateus, 6:9.)

   A grandeza da prece dominical nunca será devidamente compreendida por nós que lhe recebemos as lições divinas.

   Cada palavra, dentro dela, tem a fulguração de sublime luz.

   De início, o Mestre Divino lança-lhe os fundamentos em Deus, ensinando que o Supremo Doador da Vida deve constituir, para nós todos, o princípio e a finalidade de nossas tarefas.

   É necessário começar e continuar em Deus, associando nossos impulsos ao plano divino, a fim de que nosso trabalho não se perca no movimento ruinoso ou inútil.

   O Espírito Universal do Pai há de presidir-nos o mais humilde esforço, na ação de pensar e falar, ensinar e fazer.

   Em seguida, com um simples pronome possessivo, o Mestre exalta a comunidade.

   Depois de Deus, a Humanidade será o tema fundamental de nossas vidas.

   Compreenderemos as necessidades e as aflições, os males e as lutas de todos os que nos cercam ou estaremos segregados no egoísmo primitivista.

   Todos os triunfos e fracassos que iluminam e obscurecem a Terra pertencem-nos, de algum modo.

   Os soluços de um hemisfério repercutem no outro.
 
   A dor do vizinho é uma advertência para nossa casa.

   O erro de um irmão, examinado nos fundamentos, é igualmente nosso, porque somos componentes imperfeitos de uma sociedade menos perfeita, gerando causas perigosas e, por isso, tragédias e falhas dos outros afetam-nos por dentro.

   Quando entendemos semelhante realidade, o "império do eu" passa a incorporar-se por célula bendita à vida santificante.

   Sem amor a Deus e à Humanidade, não estamos suficientemente seguros na oração.

   Pai nosso... - disse Jesus para começar.

   Pai do Universo...  Nosso mundo...

   Sem nos associarmos aos propósitos do Pai, na pequenina tarefa que nos foi permitida executar, nossa prece será, muitas vezes, simples repetição do "eu quero", invariavelmente cheio de desejos, mas quase sempre vazio de sensatez e de amor.