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CONVÍVIO => Off-topic => Tópico iniciado por: Marianna em 02 de Outubro de 2009, 16:05

Título: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 02 de Outubro de 2009, 16:05


O médium do AntiCristo I

Um jovem de cerca de 20 anos vagava pelo Museu Hofburg, em Viena, como de costume. estava deprimido como nunca. O dia fora muito frio, pois o vento trouxera o primeiro anúncio do outono que se aproximava. Ele temia novo ataque de bronquite que se aproximava. Ele temia novo ataque no seu miserável quartinho numa pensão barata. Estava pálido, magro e de aparência doentia. Sem dúvida alguma, era um fracasso.

Fora recusado pela Escola de Belas – Artes e pela Arquitetura. As perspectivas eram as piores possíveis.

Caminhando pelo museu, entrou na sala que guardava as jóias da coroa dos Hapsburg, gente de uma raça que não considerava de boa linhagem germânica. Mergulhado em pensamentos pessimistas, nem sequer notou que um grupo de turistas, orientado por um guia, passou por ele e parou diante de um pequeno objeto ali em exibição.

-"Aqueles estrangeiros – escreveria o jovem mais tarde – pararam quase em frente ao lugar onde eu me encontrava, enquanto seu guia apontava para uma antiga ponta de lança. A princípio, nem me dei ao trabalho de ouvir o que dizia o perito; limitava-se a encarar a presença daquela gente como intromissão na intimidade de meus desesperados pensamentos.

E, então, ouvi as palavras que mudariam o rumo da minha vida: "Há uma lenda ligada a esta lança que diz que quem a possuir e decifrar os seus segredos terá o destino do mundo em suas mãos, para o bem ou para o mal."

Como se tivesse recebido um choque de alertamento, ele agora bebia as palavras do erudito guia do museu, que posseguia explicando que aquela fora a lança que o centurião romano introduzira ao lado do tórax de Jesus (João 19:34) para ver se o crucificado já estava "morto".

Tinha uma longa e fascinante história aquele rústico pedaço de ferro. O jovem mergulharia nela a fundo nos próximos anos. Chamava-se ele Adolf Hitler.

Voltou muitas vezes mais ao Museu Hofburg e pesquisou todos os livros e documentos que conseguiu encontrar sobre o assunto. Envolveu-se em mistérios profundos e aterradores, teve revelações que o atordoaram, incendiaram sua imaginação e desataram seus sonhos mais fantásticos.

Sabemos hoje, em face da prática e da literatura espírita, que os Espíritos, encarnados e desencarnados, vivem em grupos, dedicados a causas nobres ou sórdidas, segundo seus interesses pessoais. A inteligência e o conhecimento, como todas as aptidões humanas, são neutros em si mesmos, ou seja, tanto podem ser utilizados na prática do bem como na disseminação do mal.

Dessa maneira, tanto os bons espíritos, como aqueles que ainda se demoram pelas trevas, elaboram objetivos de longo alcance visando aos interesses finais do bem ou do mal. Em tais condições, encarnados e desencarnados se revezam, neste plano e no outro, e se apoiam mutuamente, mantendo constantes entendimentos especialmente pela calada da noite, quando uma parte considerável da humanidade encarnada, desprendida pelo sono, procura seus companheiros espirituais para debater planos, traçar estratégias, realizar tarefas, ajustar situações.

Há, pois, toda uma logística de apoio aos Espíritos que se reencarnam com tarefas específicas, segundo os planos traçados.

Estudando, hoje, a história secreta do nazismo, não nos resta dúvida de que Adolf Hitler e vários dos seus principais companheiros desempenharam importante papel na estratégia geral de implantação do reino das trevas na Terra, num trabalho gigantesco que, obviamente, tem a marca inconfundível do Anticristo. Para isso, eclodem fenômeno mediúnicos, surgem revelações, encontram-se as pessoas que deveriam encontrar-se, acontecem "acasos" e "coincidências" estranhas, juntam-se, enfim, todos os ingredientes necessários ao desdobramento do trabalho.

August Kubizek descreve uma cena dramática em que Hitler, com apenas 15 anos de idade, apresenta-se claramente incorporado ou inspirado por alguma entidade desencarnada. De pé diante de seu jovem amigo, agarrou-lhe as mãos emocionado, de olhos esbugalhados e fulminantes, enquanto de sua boca fluía desordenadamente uma enxurrada de palavras excitadas.

Kubizek, artudido, escreve, em seu livro:
- Era como se outro ser falasse de seu corpo e o comovia tanto quanto a mim. Não era, de forma alguma, o caso de uma pessoa que fala entusiasmada pelo que diz. Ao contrário, eu sentia que ele próprio como que ouvia atônito e emocionado o que jorrava com uma força primitiva...

Como enxurrada rompendo diques, suas palavras irrompiam dele. Ele invocava, em grandiosos e inspirados quadros, o seu próprio futuro e o de seu povo. Falava sobre um Mandato que, um dia, receberia do povo para liderá-lo da servidão aos píncaros da liberdade- missão especial que em futuro seria confiada a ele.

Ao que parece, foi o primeiro sinal documentado da missão de Hitler e o primeiro indício veemente de que ele seria o médium de poderosa equipe espiritual trevosa empenhada em implantar na Terra uma nova ordem. Garantia-se a Hitler o poder que ambicionava, em troca da fiel utilização da sua instrumentação mediúnica. O pacto com as trevas fora selado nas trevas.

É engano pensar que essas falanges espirituais ignoravam as leis divinas. Conhecem-nas muito bem e sabem da responsabilidade que arrostam e, talvez, até por isso mesmo, articulam seus planos tenebrosos e audaciosos, porque, se ganhassem, teriam a impunidade com que sonham milenarmente para acobertar crimes espantosos. Eles conhecem, como poucos, os mecanismos da Lei e sabem manipular com perícia aterradora os recursos espirituais de que dispõem.

Vejamos outro exemplo: o relato da Segunda visita de Hitler à lança, narrada pelo próprio.
Novamente a sensação estranha de perplexidade. Sente ele que algo poderoso emana daquela peça, mas não consegue identificar o de que se trata.

De pé, diante da lança, ali ficou por longo tempo a contemplá-la:

  Estudava minuciosamente cada pormenor físico da forma, da cor e da substância, tentando, porém permanecer aberto à sua mensagem. Pouco a pouco me tornei consciente de uma poderosa presença em torno dela – a mesma presença assombrosa que experimentara intimamente naquelas raras ocasiões de minha vida em que senti que um grande destino esperava por mim.

  Começava agora a compreender o significado da lança – escreve Ravenscroft – e a origem de sua lenda, pois sentia, intuitivamente, que ela era o veículo de uma revelação - "uma ponte entre o mundo dos sentidos e o mundo do espírito".

As palavras entre aspas são dos próprio Hitler, que prossegue:

  Uma janela sobre o futuro abriu-se diante de mim, e através dela vi, num único "flash", um acontecimento futuro que me permitiu saber, sem sombra de dúvida, que o sangue que corria em minhas veias seria, um dia, o veículo do espírito de meu povo.

Ravenscroft especula sobre a revelação. Teria sido, talvez, a antevisão da cena espetaculosa do próprio Hitler a falar, anos mais tarde, ali mesmo em frente ao Hofburg, à massa nazista aglomerada, após a trágica invasão da Áustria, em 1938, quando ele disse em discurso:

  A Providência me incumbiu da missão de reunir os povos germânicos...com a missão de devolver minha pátria 1 ao Reich alemão. Acreditei nessa missão. Vivi por ela e creio que cumpri. Tudo começara com o impacto da visão da lança no museu. Já naquele mesmo dia, em que o guia dos turistas chamou sua atenção para a antiqüíssima peça, ele experimentou estranhas sensações diante dela. Que fascínio poderia ter sobre seu Espírito - espetacular ele próprio – aquele símbolo cristão ? Qual a razão daquele impacto? Quanto mais a contemplava, mais forte e, ao mesmo tempo, mais fugidia e fantástica se tornava a sua impressão.

  Senti como se eu próprio a tivesse detido em minhas mãos anteriormente, em algum remoto século da História – como se eu a tivesse possuído, como meu talismã de poder e mantido o destino do mundo em minhas mãos.

No entanto, como poderia isto ser possível?
Que espécie de loucura era aquele tumulto no meu íntimo?
Qual é, porém, a história conhecida da lança?

É o que tentaremos resumir em seguida.

Hitler dedicou-se daí em diante ao estudo de tudo quanto pudesse estar relacionado com o seu fascinante problema. Cedo foi dar em núcleos do saber oculto. Um dos seus biógrafos, Alan Bullock (Hitler: A Study in Tiranny), sem ter alcançado as motivações do futuro líder nazista, diz que ele foi um inconseqüente, o que se poderia provar pelas suas leituras habituais, pois seus assuntos prediletos eram a história de Roma antiga, as religiões orientais, ioga, ocultismo, hipnotismo, astrologia...

Parece legítimo admitir que tenha lido também obras de pesquisa espíritas, porque os autores não especializados insistem em grupar espiritismo, magia, mediunismo e adivinhação, e muito mais sob o rótulo comum de ocultismo.

Sim, Hitler estudou tudo isso profundamente e não se limitou à teoria; passou à prática. Convencido da sua missão transcendental, quis logo informar-se sobre os instrumentos e recursos que lhe seriam facultados para levá-lo a cabo. O primeiro impacto da idéia da reencarnação em seu espírito o deixou algo atônito, como vimos, na sua primeira crise espiritual diante da lança, no museu de Hofburg; logo, no entanto, se tornou convicto dessa realidade e tratou a sério de identificar algumas de suas vidas anteriores.

Esses estudos levaram-no ao cuidadoso exame da famosa legenda do Santo Graal, de que Richard Wagner, um dos seus grandes ídolos, se serviu para o enredo da ópera Parsifal.
Hitler foi encontrar nos escritos de um poeta do século XIII, por nome Wolfram von Eschenbach, a fascinante narrativa da lenda, cheia de conotações místicas e simbolismos curiosos, que captaram a sua imaginação, porque ali a história e a profecia estavam como que mal disfarçadas atrás do véu diáfano da fantasia.

Mas, Hitler tinha pressa, e, para chegar logo ao conhecimento dos mistérios que o seduziam, não hesitou em experimentar com o peiote, substância alucinógena extraída do cogumelo mexicano, hoje conhecida como mescalina. Sob a direção de um estranho indivíduo, por nome Ernst Pretzsche, o jovem Adolf mergulhou em visões fantásticas que, mais tarde, identificaria como sendo cenas de uma existência anterior que teria vivido como Landulf de Cápua, que serviu de modelo ao Klingsor na ópera de Wagner.

Esse Landulf foi um príncipe medieval (século nono) que Revenscroft declara ter sido "the most evil figure of the century" – a figura mais infame do século. Sua influência tornou-se considerável na política de sua época e, segundo Ravenscroft, "ele foi a figura central em todo o mal que se praticou então".

O Imperador Luiz II conferiu-lhe posto que o situava como a terceira pessoa no seu reino, e concedeu-lhe honrarias e poderes de toda a sorte. Landulf teria passado muitos anos no Egito, onde estudou magia negra e astrologia. Aliou-se secretamente aos árabes que, apesar de dominarem a Sicília, respeitaram seu castelo, em Carlata Belota, na Calábria.

Nesse local sinistro, onde se situara no passado um templo dedicado aos mistérios, Landulf exercia livremente suas práticas horríveis e perversas que, segundo Ravenscroft, deram-lhe a merecida fama de ser o mais temido feiticeiro do mundo. Finalmente, o homem que o Imperador Luiz II queria fazer Arcebispo de Cápua, depois de elevá-la à condição de cidade metropolitana, foi excomungado em 875, quando sua aliança com o Islam foi descoberta.
Ravenscroft informa logo a seguir que, a seu ver, ninguém conseguiu exceder Wagner em inspiração, quando este coloca, na sua ópera, a figura de Klingsor ( ou seja, Landulf) como um mago a serviço do Anticristo.

Aliás, muitas são as referências ao Anticristo no livro do autor inglês, em conexão com a trágica figura de Adolf Hitler. Ainda veremos isto.

Guiado pela sua intuição, Wagner tranpôs para o terreno da arte, na sua genial ópera, o objetivo de Klingsor e seus adeptos, que era "cegar as almas por meio da perversão sexual e privá-las da visão espiritual, a fim de que não pudessem ser guiadas pelas hierarquias celestiais". Essa atividade maligna Landulf desenvolveu em seu tempo e suas horríveis práticas teriam exercido "devastadora influência nos líderes seculares da Europa cristã", conforme Ravenscroft.

Mas Hitler acreditava-se também uma reencarnação de Tibério, um dos mais sinistros dos Césares. É fato sabido hoje que ele tentou adquirir ao Dr. Axel Munthe, autor de O Livro de San Michele, a ilha deste nome, que, em tempos idos fora o último reduto de Tibério,  que lá  morreu assassinado.

O Dr. Munthe se recusou a vender a ilha porque ele próprio acreditava ter sido Tibério, o que não parece muito congruente com a sua personalidade.

Aliás, as especulações ocultistas (usemos a palavra) dos líderes nazistas estão cheias de fenômenos psíquicos e de buscas no passado. Goering dizia, com orgulho, que sempre se encarnou ao lado do Führer.

Ao tempo de Landulf, ele teria sido o Conde Boese, amigo e confidente do príncipe feiticeiro, e no século XIII fora Conrad de Marburg, amigo íntimo do bispo Klingsor, de Wartburg. Goebbels, o ministro da Propaganda nazista, acreditava-se Ter sido Eckbert de Meran, bispo de Bamberg, no século XIII, que teria apresentado Klingsor ao rei André da Hungria.

Se essas encarnações estão certas ou não, não cabe aqui discutir, mas tais especulações evidenciam o interesse daqueles homens pelos mistérios e segredos das leis divinas, que precisavam conhecer para melhor desrespeitar e burlar. Por outro lado, contêm alguma lógica, quando nos lembramos de certos aspectos que a muitos passam despercebidos.

Muitos espíritos reencarnaram-se com o objetivo de infiltrarem-se nas hostes daqueles que pretendem combater, seja para destruir, seja para se apossarem da organização, sempre que esta detenha alguma parcela substancial de poder.

Não seria de admirar-se, pois que um grupo de servidores das trevas, com apoio das trevas, aqui e além, fosse alçado a postos de elevada influência entre a hierarquia cristã da época, quando a Igreja desfrutava de incontestável poder. O papado não esteve imune – longe disso - e por várias vezes caiu em mãos de mal disfarçados emissários de Anticristo.

Lembremos outro pequeno e quase imperceptível pormenor. Recorda-se o leitor daquela observação veiculada por um benfeitor espiritual que relatou haver sido traçada, no mundo das trevas, a estratégia do sexo desvairado, a fim de desviar os humanos dos caminhos retos da evolução? Sexo transviado e magia negra são aliados constantes, ingredientes do mesmo caldo escuro, onde se cultivam as paixões mais torpes. Quantos não se perderam por ai...
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 02 de Outubro de 2009, 16:12


1 Hitler era austríaco. Nasceu em 20 de abril de 1889,  na  encantadora  vila  de Braunau-am-Inn, onde   também nasceram os  famosos médiuns Willy e Rudi Scheider.

2 Segundo apurou Ravenscroft, esse Bispo Klingsor  seria o CVonde de Acerra, também de Cápua, um tipo sinistro,   profundamente envolvido  em magia negra e que, como Landulf, séculos antes, reuniu em torno de si um círculo de adeptos que incluia eminentes personalidades eclesiásticas da época. Afirma,  ainda,  o autor que  foi nesse grupo que se concebeu o medonho monstro da Inquisição.

O Médium do Anticristo II

Alfred Rosemberg, o futuro teórico do nazismo, era então o profeta do Anticristo e se incumbia de questionar os Espíritos manifestantes. Ravenscroft afirma que teria sido Rosemberg quem pediu a presença da própria Besta do apocalipse, que na sua opinião(de Rovenscroft), sem dúvida dominava o corpo e a alma de Adolf Hitler, através das óbvias faculdades mediúnicas deste.

Essa manifestação do Anticristo em Hitler foi assegurada por mais de uma pessoa, além do lúcido e tranqüilo Dr. Walter Johannes Stein. Um desses foi outro estranho caráter, por nome Houston Stewart Chamberlain, um inglês que se apaixonou pela Alemanha e pela causa nazista. Ravenscroft classifica-o como genro de Wagner e profeta do mundo pangermânico.

Também escrevia suas teses anti-racistas em transe, segundo atestou nada menos que o eminente General Von Moltke, de quem ainda diremos algo importante daqui a pouco Chamberlain era considerado um digno sucessor do gênio de Friederich Nietzsche e, segundo o próprio Hitler, em "Mein Kampf", "um dos mais admiráveis talentos na história do pensamento alemão, uma verdadeira mina de informações e de idéias".

Foi quem expandiu as idéias de Wagner, desvirtuando-as perigosamente, ao pregar a superioridade da raça ariana. Segundo testemunho de Von Moltke, Chamberlain evocou inúmeros vultos desencarnados da história mundial e confabulou com eles. Que era uma inteligência invulgar, não resta dúvida. Os poderes das trevas escolheram bem seus emissários.

Enganam-se, também, redondamente, aqueles que consideram Hitler um doido inconseqüente que tentou, na sua loucura, botar fogo no mundo. A julgar por todas essas revelações que ora nos chegam ao conhecimento, ele sabia muito bem o seu papel em todo esse drama. Recebeu uma fatia de poder a troco de certa missão muito específica.
No domínio do mundo, se o tivesse conseguido, ele continuaria a desfrutar de posição "invejável", como prêmio a um trabalho "bem feito". Ainda bem que falhou, pois a amostra foi terrível.

- Como se explicaria, sem esse apoio maciço de espíritos encarnados e desencarnados, que um jovem pintor sem êxito, pobre, abandonado à sua sorte, rejeitado pela sociedade, tenha conseguido montar o mais tenebrosos instrumento de opressão que o mundo já conheceu?
- Como se explicaria que seu partido tenha emergido de um pequeno grupo político, falido e obscuro, senão que os Espíritos seus amigos o indicaram como sendo o primeiro degrau de escada que o levaria ao poder?

Hitler ainda se aprofundaria muito mais nos mistérios da sua missão tenebrosa. Precisava receber instruções mais específicas, e , como sabemos, tudo se arranja para que assim seja. A hora chegaria, no momento exato, com a pessoa já programada para ajudá-la. Um desses homens chamou-se Dietrich Eckhart.

Sua história á algo fantástico, mas vale a pena passar ligeiramente sobre ela, a fim de entendermos seu papel junto a Hitler, que, antes de encontrar-se com Eckhart, fizera apenas preparativos para o vestibular da magia e do ocultismo.

Dietrich Eckhart era um oficial do exército, de aparência afável e jovial e, ao mesmo tempo, no dizer de Ravenscroft, "dedicado satanista, o supremo adepto das artes e dos rituais da magia negra e a figura central de um poderoso e amplo círculo de ocultistas – O Grupo Thule".

Foi um dos setes fundadores do partido nazista, e, ao morrer, intoxicado por gás de mostarda, em Munich, em dezembro de 1923, disse, exultante:

  Sigam Hitler! Ele dançará, mas a música é minha. Iniciei-o na "Doutrina Secreta", abri seus centros de visão e dei-lhe os recursos para se comunicar com os Poderes. Não chorem por mim: terei influenciado a História mais do que qualquer outro alemão.

Suas palavras não são mero delírio de paranóico. Há muito, nas suas desvairadas práticas mediúnicas, havia recebido "uma espécie de anunciação satânica de que estava destinado a preparar o instrumento do Anticristo, o homem inspirado por Lúcifer para conquistar o mundo e liderar a raça ariana à glória".

Quando Adolf Hitler lhe foi apresentado, ele reconheceu imediatamente o seu homem, e disse para seus perplexos ouvintes:

- Aqui está aquele de quem eu fui apenas o profeta e o precursor.

Coisas espantosas se passaram no círculo mais íntimo e secreto do Grupo Thule, numa série de sessões mediúnicas (Ravenscroft chama-as, indevidamente, de sessões espíritas), das quais participavam dois sinistros generais russos e outras figuras tenebrosas.

A médium, descoberta por certo Dr. Nemirocitch-Dantchenko, era uma pobre ignorante camponesa, dotada de variadas faculdades. Expelia pelo órgão genital enormes quantidades de ectoplasma, do qual se formavam cabeças de entidades materializadas que, juntamente com outras, incorporadas na médium, transmitiam instruções ao círculo de "eleitos".
Certa manhã de setembro de 1912, Walter Stein e seu jovem amigo Adolf Hitler subiram juntos as escadarias do museu Hofburg.

Em poucos minutos encontravam-se diante da Lança de Longinus, posta, como sempre, no seu estojo de desbotado veludo vermelho. Estavam ambos profundamente emocionados, por motivos diversos, é claro, mas, seja como for, o disparador daquelas emoções era a misteriosa lança. Dentro em pouco, Hitler parecia Ter passado a um estado de transe, "um homem – segundo Ravenscroft – sobre o qual algum espantoso encantamento mágico havia sido atirado" . Tinha as faces vermelhas e seus olhos brilhavam estranhamente. Seu corpo oscilava, enquanto ele parecia tomado de inexplicável euforia.

  Toda a sua fisionomia e postura – escreve Rovenscroft, que ouviu a narrativa do próprio Stein – pareciam transformadas, como se algum poderoso Espírito habitasse agora a sua alma, criando dentro dele e à sua volta uma espécie de transfiguração maligna de sua própria natureza e poder.

Walter Stein pensou com seus botões:

Estaria ele presenciando uma incorporação do Anticristo?

É difícil responder, mas é certo que terrífica presença espiritual ali estava mais do que evidente. Inúmeras outras vezes, em todo o decorrer de sua agitada existência, testemunhas insuspeitas e desprevenidas haveriam de notar fenômenos semelhantes de incorporação, especialmente quando Hitler pronunciava discursos importantes ou tomava decisões mais relevantes.

Ao narrar o fenômeno a Ravenscroft, 35 anos depois, o Dr. Stein diria que:
Naquele instante em que pela primeira vez nos postamos juntos, de pé, ante a Lança de Longinus, pareceu-me que Hitler estava em transe tão profundo que passava por uma privação quase completa de seus sentidos e um total eclipse de sua consciência.
Hitler sabia muito bem da sua condição de instrumento de poderes invisíveis.

Numa entrevista à imprensa, documentou claramente esse pensamento, ao dizer:

  Movimento-me como um sonâmbulo, tal como me ordena a Providência.
Havia nele súbitas e tempestuosas mudanças de atitude. De uma placidez fria e meditativa, explodia, de repente, em cólera, pronunciando, alucinadamente, uma torrente de palavras, com emoção e impacto, especialmente quando a conversa enveredava pelos temas políticos e raciais. Stein presenciou cenas assim no velho café em que costumava encontrar-se com seu amigo, em Viena, ali por volta de 1912/1913.

Passada a explosão, Hitler recolhia-se novamente ao seu canto, como se nada tivesse ocorrido. Naqueles estados de exaltação, transformava-se o seu modo de falar e sua palavra alcançava as culminâncias da eloqüência e da convicção. Era como se um poder magnético a elas se acrescentasse, de tal forma que ele facilmente dominava seus ouvintes. Seus próprios companheiros notariam isso mais tarde, em várias oportunidades.

  Ao se ouvir Hitler – escreveu Gregor Strasser, um ex-nazista – tem-se a visão de alguém capaz de liderar a humanidade à glória. Uma luz aparece numa janela escura. Um homem com um bigode cômico transforma-se em arcanjo. De repente, o arcanjo se desprende e lá está Hitler sentado, banhado em suor, com os olhos vidrados.

Tudo fora muito cuidadosamente planejado e executado, inclusive com os sinais identificadores, para que ninguém tivesse dúvidas. Nas trágicas sessões mediúnicas do Grupo Thule, fora anunciado que o Anticristo se manifestaria depois que seu instrumento passasse por uma ligeira crise de cegueira. Isto se daria ali por volta de 1921, e seu médium teria, então, 33 anos.

Aos 33 anos de idade, em 1921, depois de recuperado de uma cegueira temporária, Hitler assumiu a incontestável liderança do Partido Nacional Socialista, que o levaria ao poder supremo na Alemanha, e, quase, no mundo.

De tanto investigar os mistérios e segredos da história universal, em conexão com os poderes invisíveis, Hitler se convenceu de realidades que escapam à maioria dos seres humanos. A história é realmente o reflexo de uma disputa entre a sombra e a luz, representadas, respectivamente, pelos Espíritos que desejam o poder a qualquer preço e por aqueles que querem implantar na Terra o reino de Deus, que anunciou o Cristo.

Hitler sabia, por exemplo, que os Espíritos trabalham em grupos, segundo o seus interesses e por isso se reencarnam também em grupos, enquanto seus companheiros permanecem no mundo espiritual – na sombra ou na luz, conforme seus propósitos – apoiando-se mutuamente. Não é à toa que Göering e Goebbels, como vimos, reconheciam-se como velhos companheiros de Hitler. Este, por sua vez, estava convencido de que um grupo enorme de Espíritos, que se encarnara no século IX, voltara a encarna-se no século XX.

O notável episódio ocorrido com o eminente General Von Moltke parece confirmar essa idéia.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 02 de Outubro de 2009, 16:19

Vamos recordá-lo, segundo o relato de Ravenscroft.

Foi ainda na Primeira Guerra Mundial. No imenso e trágico tabuleiro de xadrez em que se transformara a Europa, havia um plano militar secreto, sob o nome de Plano Schlieffen, que previa a invasão da França através da Bélgica, antes que a Russia estivesse em condições de entrar em ação.

Helmuth Von Moltke era Chefe do Estado-Maior do Exército Alemão, sob o Kaiser. Coube-lhe a responsabilidade de introduzir alguns aperfeiçoamentos no plano e aguardar o momento de pô-lo em ação, se e quando necessário. O momento chegou em junho de 1914. Jogava-se a sorte da Europa. Von Moltke passou a noite em claro, na sede do Alto Comando, tomando as providências de última hora para que o plano entrasse em ação imediatamente. Estudava mapas, expedia ordens, conferenciava com seus oficiais.

O destino de sua pátria estava em suas mãos e ele sabia disso. No auge da atividade, o eminente General perdeu os sentidos sobre a mesa de trabalho. Parecia Ter tido um enfarte. Chamaram um médico, enquanto seus camaradas, muito apreensivos depositavam o seu corpo no sofá. Nenhuma doença foi diagnosticada. Na verdade, Von Moltke estava em transe. Sua metódica e brilhante inteligência não previra a interferência da mão do destino, como diz Ravenscroft.

Ou seria a mão de Deus?

Julgou-se, a princípio, que o poderoso General estivesse morrendo. Mal se percebia sua respiração e o coração apenas batia o necessário para manter a vida; olhos abertos vagavam, apagados, de um lado para outro. O eminente General Helmuth Von Moltke estava experimentando uma crise espontânea de regressão de memória, durante a qual em vívidas imagens que se desdobravam diante de seus olhos espirituais, ele se viu como um dos Papas do século IX, Nicolau I, o Grande, que a Igreja canonizou.

Há estranhas "coincidências" aqui. Segundo os historiadores, Nicolau ascendeu ao trono papal mais por influência do Imperador Luis II do que pela vontade do clero.

Lembra-se o leitor de que Luiz II foi o mesmo que protegeu o incrível Landulf, príncipe de Cápua? E que Landuf, um milênio depois, seria Adolf Hitler?

Nicolau foi um papa enérgico e brilhante. Governou somente nove anos incompletos, de 858 a 867, mas teve de tomar decisões momentosas e que exerceram profunda influência na História. Foi no seu tempo que se definiu mais nitidamente a tendência separatista entre as igrejas do ocidente e a do oriente. Foi ele quem elevou a novas culminâncias a doutrina da plenitude do poder papal. Segundo seu pensamento, o imperador era apenas um delegado, incumbido do poder civil.

Enquanto essas vivências desfilavam diante de seus olhos, Von Moltke, ainda estendido no sofá, vivia a curiosa experiência de estar situado entre duas vidas; separadas por mil anos. Em torno dele, entre as ansiosas figuras de seus generais, ele identificava alguns de seus antigos cardeais e bispos. Uma das personalidades que ele também identificou naquele desdobramento foi a de seu tio, o ilustre Marechal- de- Campo, também chamado Helmuth Von Moltke, o maior estrategista de sua época e que lutou na guerra de 1870.

Fora também uma das poderosas figuras medievais, o Papa Leão IV, o chamado pontífice-soldado, que organizou a defesa de Roma e comandou seus próprios exércitos.

Outra figura identificada foi o General Von Schlieffen, autor do famoso plano Schlieffen, que também experimentara as culminâncias do poder papal, sob o nome de Bento II.
Ao despertar de sua singular experiência com o tempo, o General Von Moltke estava abalado até às raízes de seu ser.

Caberia a ele, um ex-Papa, deslanchar todo aquele plano de destruição e matança?
Se não o fizesse, o que aconteceria à sua então pátria?

Diz Ravenscroft que, após se reformas, Von Moltke escreveu minucioso relato daquela experiência notável. Também ele se deixou envolver pelo misterioso fascínio da Lança de Longinus, que certa vez visitou em companhia de outro General, seu amigo; e, segundo o escritor inglês, conseguiu apreender o verdadeiro sentido e importância daquela peça, "como um poderoso símbolo apocalíptico".

Acreditava ele que se deveram à sua própria atitude negativa, como Nicolau I, em relação ao intercâmbio com o mundo espiritual, os trágicos desenganos que se sucederam na História subseqüente, a começar pela separação da cristandade em duas e o progressivo abandono da realidade espiritual em favor das doutrinas materialistas, que "virtualmente aprisionaram a criatura no mundo fenomênico da medida, do número, do peso, tornando a própria existência da alma humana objeto de dúvida e debate" (Ravenscroft).

Por isso tudo, ao se erguer do sofá, Von Moltke era outra criatura. Como explicar tudo aquilo aos seus companheiros? Que decisões tomar agora, na perspectiva do tempo e dos lamentáveis enganos que havia cometido no passado, em prejuízo do curso da História? Parece, no entanto, que não dispunha de alternativa. Como Longinus, tinha de praticar um ato de aparente violência, para contornar uma crueldade maior. Tudo continuou como fora planejado, mas o Chefe do Estado-Maior não continuou como fora.

Aliás, ao ser elevado àquela posição pela sua inesgotável e indiscutível capacidade profissional, houve dúvidas, em virtude do seu temperamento meditativo e tranqüilo.

Seria realmente um bom General no momento de crise que exigisse decisões drásticas?

Era o que se perguntavam seus adversários, mesmo reconhecendo sua enorme autoridade técnica. Ao se retirar do comando, diz Ravenscroft que ele era um homem arrasado, porque mais do que nunca estava consciente da tragédia de viver num mundo em que a violência e a matança pareciam ser os únicos instrumentos capazes de "despertar a humanidade para as realidades espirituais".

Após a sua desencarnação, em 1916, com 68 anos de idade, Von Moltke passou a transmitir uma série de comunicações através da mediunidade de sua esposa Eliza Von Moltke. Ah! que documento notável deve ser esse! Foi numa dessas mensagens que o Espírito do antigo Chefe do Estado-Maior informou que o Führer do Terceiro Reich seria Adolf Hitler, àquela época um obscuro e agitado político, aparentemente sem futuro.

Foi também ele que, em Espírito, confirmou a antiga encarnação de Hitler como Landulf de Cápua, o terrível mágico medieval que vinha agora repetir, nos círculos mais fechados do Partido, os rituais de magia negra, cujo conhecimento trazia nos escaninhos da memória integral.

Faltavam ainda algumas peças importantes para consolidar as conquistas do jovem Hitler, mas todas elas apareceriam no seu devido tempo e executariam as tarefas para as quais haviam sido rigorosamente programadas nos tenebrosos domínios do mundo espiritual inferior. O General Eric Ludendorff seria uma delas.

Von Moltke identificou-o com outro papa medieval, que governou sob o nome de João VIII, que Ravenscroft classifica como "o pontífice de mais negra memória que se conhece em toda a história da Igreja Romana, que, como amigo de Landulf de Cápua, ajudou-o nas suas conspirações no século IX". Novamente, sob as vestes de Eric Ludendorff, o antigo Papa daria a mão para alçar Landulf (agora Adolf) ao poder.

Outro elemento importante, nessa longa e profunda reiniciação de Hitler, foi Karl Haushofer, que, no dizer de Ravenscroft, "não apenas sentiu o hálito da Besta Apocalíptica 3 no controle do ex-cabo demente, mas também buscou, conscientemente e com maligna intenção, ensinar a Hitler como desatrelar seus poderes contra a humanidade, na tentativa de conquistar o mundo".

É um tipo estranho e mefistofélico esse Haushofer, mas, se fôssemos aqui estudar todo o elenco de extravagantes personalidades que cercaram Hitler, seria preciso escrever outro livro.

Diz, porém, Ravenscroft que foi Haushofer quem despertou em Hitler a consciência para o fato de que operavam nele as motivações da " Principalidade Luciferina", a fim de que "ele pudesse torna-se veículo consciente da intenção maligna no século vinte". (destaque do autor)
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 02 de Outubro de 2009, 16:28

Vejamos mais um episódio:

Em 1920, era tão patente, através da Alemanha, essa expectativa messiânica, que foi lançado na Universidade de Munich um concurso de ensaios sobre o tema seguinte: "Como deve ser o homem que liderará a Alemanha de volta às culminâncias de sua glória?"

O vultoso prêmio em dinheiro foi oferecido por um milionário alemão residente no Brasil (não identificado por Ravenscroft) e quem o ganhou foi um jovem chamado Rudolf Hess que, em tempos futuros, seria o segundo homem da hierarquia nazista! Sua concepção desse messias político guarda notáveis similitudes com a figura do Anticristo descrita nos famosos (e falsos) "Protocolos do Sião", segundo Ravenscroft.

Consta que Hitler considerava Rudolf Steiner, o místico, vidente e pensador austríaco como seu arquiinimigo. Segundo informa Ravenscroft, Steiner, em desdobramento espiritual, penetrava, conscientemente, os mais secretos e desvairados encontros, onde se praticavam rituais atrozes para conjurar os poderes que sustentavam a negra falange empenhada no domínio do mundo.

Que andaram muito perto dessa meta, não resta dúvida. Conheciam muito bem a técnica do assalto ao poder sobre o homem, através do próprio homem. Hugh Trevor-Roper, no seu livro "The Last Days of Adolf Hitler", transcreve uma frase do Führer, que diz o seguinte:
Não vim ao mundo para tornar melhor o homem, mas para utilizar-me de suas fraquezas.
Estava determinado a cumprir sua missão a qualquer preço.

- Jamais capitularemos – disse, certa vez, repetindo o mesmo pensamento de sempre.

– Não. Nunca. Poderemos ser destruídos, mas, se o formos, arrastaremos o mundo conosco – um mundo em chamas.

Muito bem. É tempo de concluir.

Por exemplo, o que aconteceu com a Lança de Longinus?

Continua no Museu de Hofburg, em Viena, para onde foi reconduzida após novas aventuras. Primeiro, Hitler tomou posse dela, ao invadir a Austria, em 1938 e lançou-a para a Alemanha, cercada de tremendas medidas de segurança. Lá ficou ela em exposição, guardada dia e noite, pelos mais fiéis nazistas.

Quando a situação da guerra começou a degenerar para o lado alemão, construiu-se secretíssima e inviolável fortaleza subterrânea para guardá-la. Apenas meia dúzia de elevadas autoridades do governo sabiam do plano. Uma porta falsa de garagem disfarçava a entrada desse vasto e sofisticado cofre-forte, em Nüremberg, que o Führer ordenou fosse defendido até à última gota de sangue.

Quando se tornou evidente que o Terceiro Reich se desmoronava de fato, ante o avanço implacável das tropas aliadas, Himmler achou que a Lança de Longinus precisava de um abrigo alternativo. Uma série de providências foi propaganda, com uma remoção fictícia, para um ponto não identificado da Alemanha; e outra, verdadeira, sob o véu do mais fechado segredo, para um novo esconderijo, onde o talismã do poder ficaria a salvo dos inimigos do nazismo.

Por uma dessas misteriosas razões, no entanto, um dos cinco ou seis oficiais nazistas que sabiam do segredo, ao fazer a lista das peças que deveriam ser removidas, mencionou a Lança de Mauritius, aliás, o nome oficial da peça.

Acontece que, entre as peças históricas do Reich, havia uma relíquia de nome parecido, ou seja, "A Espada de Mauritius", e esta foi a peça transportada, e não a Lança de Longinus. Na Confusão que se seguiu, ninguém mais deu pelo engano, e o oficial que o cometeu, um certo Willi Liebel, suicidou-se pouco antes do colapso total do Reich. A essa altura, Nüremberg não era mais que um monte de ruínas e, por outro estranho jogo de "coincidências", um soldado americano.

Perambulando pelas ruínas, descobriu um túnel que ia dar em duas portas enormes de aço com um mecanismo de segredo tão imponente como o das casas-fortes dos grandes bancos mundiais. Alguma coisa importante deveria encontrar-se atrás daquelas portas.

E assim, às 14h10m do dia 30 de abril de 1947, a legítima Lança de Longinus passou às mãos do exército americano. Naquele mesmo dia, como se em cumprimento de misterioso desígnio, Hitler suicidou-se nos subterrâneos da Chancelaria, em Berlim. Como ficou dito atrás, a Lança de Longinus encontra-se novamente no Museu Hofburg, em Viena.

Estará à espera de alguém que venha novamente disputar a sua posse para dominar o mundo?

Vejamos, para encerrar, algumas considerações de ordem doutrinária.

Haverá mesmo algum poder mágico ligado aos chamados talismãs?

Questionados por Allan Kardec ( perguntas 551 a 557), os Espíritos trataram sumariamente da questão, ensinando, porém, que "Não há palavra sacramental nenhuma, nenhum sinal cabalístico, nem talismã, que tenha qualquer ação sobre os Espíritos, porquanto estes só são atraídos pelo pensamento e não pelas coisas materiais".

Continuando, porém, a linha do seu pensamento, Kardec insistiu, com a pergunta 554, formulada da seguinte maneira:

- Não pode aquele que, com ou sem razão, confia no que chama a virtude de um talismã, atrair um Espírito, por efeito mesmo dessa confiança, visto que, então, o que atua é o pensamento, não passando o talismã de um sinal que apenas lhe auxilia a concentração?

- É verdade - respondem os Espíritos – mas da pureza da intenção e da elevação dos sentimentos depende a natureza do espírito que é atraído.

Os destaques são meus e a resposta à pergunta 554 prossegue, abordando outros aspectos que não vêm ao caso tratar aqui.

Nota-se, porém, que os espíritos confirmaram que os chamados talismãs servem de condensadores de energia e vontade, e podem, portanto, servir de suporte ao pensamento daquele que deseja atrair companheiros desencarnados para ajudá-lo na realização de seus interesses pessoais. Disseram mais: que os Espíritos atraídos estarão em sintonia moral com aqueles que os buscam, ou seja, se as intenções e os sentimentos forem bons, poderão acudir Espíritos bondosos; se, ao contrário, as intenções forem malignas, virão os Espíritos inferiores.

Por toda parte, no livro de Trevor Ravenscroft, há referências repetidas de que duas ordens de Espíritos estão ligadas à mística da Lança de Longinus: os da luz e os das trevas, segundo as intenções de quem os evoca.

Além disso, é preciso lembrar que os objetos materiais guardam, por milênio a fora, certas propriedades magnéticas, que preservam a sua história. Essas propriedades estão hoje cientificamente estudadas e classificadas como fenômenos de psicometria, tão bem observados, entre outros, por Ernesto Bozzano.

Médiuns psicômetras, em contato com objetos, conseguem rever, às vezes com notável nitidez, cenas que se desenrolaram em torno da peça de ferro deve estar altamente magnetizada pelos acontecimentos de que foi testemunha, desde que foi forjada alhures nos tempos bíblicos, passando pelo momento do Calvário, diante do Manso Rabi agonizante, até que Hitler a perdeu em abril de 1945.

Seja como for, a peça reúne em torno de si uma longa e trágica história, tão fascinante que tem incendiado, através dos séculos, a imaginação de muitos homens poderosos e desatado muitas paixões nefandas. E, como explicaria os Espíritos a Kardec, não é a Lança por si mesma que move os acontecimentos, é o pensamento dos homens que se concentram nela e querem a todo preço fazer valer o poder que se lhe atribui. Nisso, ela é realmente um talismã.

Ainda uma palavra antes de encerrar:

É certo que Hitler foi médium dedicado e desassombrado de tremendos poderes das trevas. Esses irmãos desarvorados, que se demoram, por milênios sem conta, em caliginosas regiões do mundo espiritual, por certo não desistiram da aspiração de conquistar o mundo e expulsar a luz para sempre, se possível. Tudo farão para obter esse galardão com o qual sempre sonharam, muito embora a nós outros não nos assista o direito de duvidar de que lado ficará a vitória final.

Nesse ínterim, porém valer-se-ão de todos os meios, de todos os processos, para alcançarem seus fins.

É claro, também, que não se empenham apenas no setor político-militar, por exemplo como Hitler, mas, também procuram conquistar organizações sociais e religiosas que representem núcleos de poder. É evidente a obra maligna e hábil que se realizou com a Igreja, infiltrando-a em várias oportunidades e em vários pontos geográficos, mas sempre nos altos escalões hierárquicos, de onde melhor podem influenciar os acontecimentos e a própria teologia.

O movimento espírita precisa estar atento a essas investidas, pois é muito apurada a técnica da infiltração. O lobo adere ao rebanho sob a pele do manso cordeiro; ele não pode dizer que vem destruir, nem pode apresentar-se como inimigo; tem de aparecer com um sorriso sedutor, de amizade e modéstia, uma atitude de desinteresse e dedicação, um desejo de servir fraternalmente, sem condições e, inicialmente, sem disputar posições.

Muitas vezes, esses emissários das sombras nem sabem, conscientemente, que estão servindo de instrumentos aos amigos da retaguarda. A sugestão pós-hipnótica foi muito bem aplicada por Espíritos altamente treinados na técnica da manipulação da mente alheia. É a utilização da fraqueza humana de que falava Hitler.

A estratégia é brilhantíssima e extremamente sutil, como, por exemplo, a da "atualização" e da "revisão" das obras básicas da Codificação, a da criação de movimentos paralelos, o envolvimento de figuras mais destacadas no movimento em ardilosos processos de aparência inocente ou inócua. Estejamos atentos, porque os tempos são chegados e virão, fatalmente, vigorosas investidas, antes que chegue a hora final, numa tentativa última, desesperada, para a qual valerá tudo. Muita atenção.

Quem suspeitaria de Adolf Hitler, quando ele compareceu, pela primeira vez, a uma reunião de meia dúzia de modestos dirigentes do Partido dos Trabalhadores?

Hermínio C. Miranda.
Texto, na íntegra, publicado no Reformador de Março e Abril de 1976.



Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: u1ferno(Fernando) em 23 de Outubro de 2009, 01:59
EMMANUEL - Livro a Caminho da Luz, cap XIV, PÁG 128

IDENTIFICAÇÃO DA BESTA APOCALÍPTICA

Reza o Apocalipse que a besta poderia dizer grandezas e blasfêmias
por 42 meses, acrescentando que o seu número era o 666 (Apoc. XIII, 5 e
18). Examinando-se a importância dos símbolos naquela época e seguindo
o rumo certo das interpretações, podemos tomar cada mês como sendo de
30 anos, em vez de 30 dias, obtendo, desse modo, um período de 1260
anos comuns, justamente o período compreendido entre 610 e 1870, da
nossa era, quando o Papado se consolidava, após o seu surgimento, com
o imperador Focas, em 607, e o decreto da infalibilidade papal com Pio IX,
em 1870, que assinalou a decadência e a ausência de autoridade do
Vaticano, em face da evolução científica, filosófica e religiosa da
Humanidade.
Quanto ao número 666, sem nos referirmos às interpretações com
os números gregos, em seus valores, devemos recorrer aos algarismos
romanos, em sua significação, por serem mais divulgados e conhecidos,
explicando que é o Sumo-Pontífice da igreja romana quem usa os títulos
de "VICARIVS GENERALIS DEI IN TERRIS", "VICARIVS FILII DEI" e "DVX
CLERI" que significam "Vigário-Geral de Deus na Terra", "Vigário do Filho
de Deus" e "Príncipe do Clero". Bastará ao estudioso um pequeno jogo de
paciência, somando os algarismos romanos encontrados em cada titulo
papal a fim de encontrar a mesma equação de 666, em cada um deles.//

EMMANUEL - Livro Há Dois Mil Anos, cap VIII, PÁG 140 e 141

Um ajudante de ordens do governador, de nome Polibius, homem
sensato e honesto, penetrou no recinto, pálido e quase trêmulo, dirigindose
a Pilatos:
- Senhor Governador, a multidão enfurecida ameaça invadir a casa,
se não confirmardes a sentença condenatória de Jesus Nazareno, dentro
do menor prazo possível...
- Mas, isso é um absurdo - retrucou Pilatos, emocionado. - E, afinal,
que diz o profeta, em tais circunstâncias? Sofre tudo sem uma palavra de
recriminação e sem um apelo oficial aos tribunais de justiça?
- Senhor - replicou Polibius, igualmente impressionado -, o
prisioneiro é extraordinário na serenidade e na resignação. Deixa-se
conduzir pelos algozes com a docilidade de um cordeiro e nada reclama, nem mesmo o
supremo abandono em que o deixaram quase todos os diletos discípulos
da sua doutrina!
Comovido com os seus padecimentos, fui falar-lhe pessoalmente e,
inquirindo-o sobre os seus martírios, afirmou que poderia invocar as
legiões de seus anjos e pulverizar toda a Jerusalém dentro de um minuto,
mas que isso não estava nos desígnios divinos e, sim, a sua humilhação
infamante, para que se cumprissem as determinações das Escrituras. Fizlhe
ver, então, que poderia recorrer à vossa magnanimidade, a fim de se
ordenar um processo dentro de nossos dispositivos judiciários, de
maneira a comprovar sua inocência e, todavia, recusou semelhante
recurso, alegando que prescinde de toda proteção política dos homens,
para confiar tão somente numa justiça que diz ser a de seu Pai que está
nos céus!//

O LIVRO DOS ESPIRITOS - CAPÍTULO VI - DA LEI DE DESTRUIÇÃO

728. É lei da Natureza a destruição?
“Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais
destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos
seres vivos.”

a) - O instinto de destruição teria sido dado aos seres vivos por desígnios
providencias?
“As criaturas são instrumentos de que Deus se serve para chegar aos fins que
objetiva.

167. Qual o fim objetivado com a reencarnação?
“Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?”

399. Sendo as vicissitudes da vida corporal expiação das faltas do passado e, ao
mesmo tempo, provas com vistas ao futuro, seguir-se-á que da natureza de tais vicissitudes
se possa deduzir de que gênero foi a existência anterior?
“Muito amiúde é isso possível, pois que cada um é punido naquilo por onde pecou.
Entretanto, não há que tirar daí uma regra absoluta. As tendências instintivas constituem
indício mais seguro, visto que as provas por que passa o Espírito o são, tanto pelo que
respeita ao passado, quanto pelo que toca ao futuro.”//

EXEMPLO:

Cartas E Cronicas - Francisco Candido Xavier
6 - Tragédia no circo

Naquela noite, da época recuada de 177, o “concilium” de Lyon regurgitava de povo.
Não se tratava de nenhuma das assembléias tradicionais da Gália, junto ao altar do Imperador, e sim de compacto ajuntamento. Marco Aurélio reinava, piedoso, e, embora não
houvesse lavrado qualquer rescrito em prejuízo maior dos cristãos, permitira se aplicassem na cidade, com o máximo rigor, todas as leis existentes contra eles. A matança, por isso, perdurava, terrível. Ninguém examinava necessidades ou condições.
Mulheres e crianças, velhos e doentes, tanto quanto homens válidos e personalidades prestigiosas, que se declarassem fiéis ao Nazareno, eram detidos, torturados
e eliminados sumariamente.
32
Através do espesso casario, a montante da confluência do Ródano e do Saône, multiplicavam-se prisões, e no sopé da encosta, mais tarde conhecida como
colina de Fourvière, improvisara-se grande circo, levantando-se altas paliçadas em torno de enorme arena. As pessoas representativas do mundo lionês eram
sacrificadas no lar ou barbaramente espancadas no campo,
enviando-se os desfavorecidos da fortuna, inclusive grande
massa de escravos, ao regozijo público.
As feras pareciam agora entorpecidas, após massacrarem
milhares de vítimas, nas mandíbulas sanguissedentas.
Em razão disso, inventavam-se tormentos novos.
Verdugos inconscientes ideavam estranhos suplícios.
Senhoras cultas e meninas ingênuas eram desrespeitadas
antes que lhes decepassem a cabeça, anciães
indefesos viam-se chicoteados até a morte. Meninos
apartados do reduto familiar eram vendidos a mercadores
em trânsito, para servirem de alimárias domésticas
em províncias distantes, e nobres senhores tombavam
assassinados nas próprias vinhas.
Mais de vinte mil pessoas já haviam sido mortas.
*
Naquela noite, a que acima nos referimos, anunciou-
se para o dia seguinte a chegada de Lúcio Galo,
famoso cabo de guerra, que desfrutava atenções especiais
do Imperador por se haver distinguido contra a usurpação
do general Avídio Cássio, e que se inclinava agora a
merecido repouso.
Imaginaram-se, para logo, comemorações a caráter.
Por esse motivo, enquanto lá fora se acotovelavam
gladiadores e jograis, o patrício Álcio Plancus, que se
dizia descendente do fundador da cidade, presidia a reunião,
a pedido do propretor, programando os festejos.
— Além das saudações, diante dos carros que
chegarão de Viena — dizia, algo tocado pelo vinho
abundante —, é preciso que o circo nos dê alguma cena
de exceção... O lutador Setímio poderia arregimentar
os melhores homens; contudo, não bastaria renovar o
quadro de atletas...
— A equipe de dançarinas nunca esteve melhor
— aventou Caio Marcelino, antigo legionário da Bretanha
que se enriquecera no saque.
— Sim, sim... — concordou Álcio — instruiremos
Musônia para que os bailados permaneçam à altura...
— Providenciaremos um encontro de auroques
— lembrou Pérsio Níger.
— Auroques! Auroques!... — clamou a turba em
aprovação.
— Excelente lembrança! — falou Plancus em
voz mais alta — mas, em consideração ao visitante, é
imperioso acrescentar alguma novidade que Roma não
conheça...
Um grito horrível nasceu da assembléia:
— Cristãos às feras! Cristãos às feras!
Asserenado o vozerio, tornou o chefe do conselho:
— Isso não constitui novidade! E há circunstâncias
desfavoráveis. Os leões recém-chegados da África
estão preguiçosos...
Sorriu com malícia e chasqueou:
— Claro que surpreenderam, nos últimos dias,
tentações e viandas que o próprio Lúculo jamais encontrou
no conforto de sua casa...
Depois das gargalhadas gerais, Álcio continuou,
irônico:
— Ouvi, porém, alguns companheiros, ainda hoje,
e apresentaremos um plano que espero resulte certo.
Poderíamos reunir, nesta noite, aproximadamente mil
crianças e mulheres cristãs, guardando-as nos cárceres...
E, amanhã, coroando as homenagens, ajuntá-las-emos
na arena, molhada de resinas e devidamente cercada de
farpas embebidas em óleo, deixando apenas passagem
estreita para a liberação das mais fortes. Depois de mostradas
festivamente em público, incendiaremos toda a
área, deitando sobre elas os velhos cavalos que já não
sirvam aos nossos jogos... Realmente, as chamas e as
patas dos animais formarão muitos lances inéditos...
— Muito bem! Muito bem! — rugiu a multidão,
de ponta a ponta do átrio.
— Urge o tempo — gritou Plancus — e precisamos
do concurso de todos... Não possuímos guardas
suficientes...
E erguendo ainda mais o tom de voz:
— Levante a mão direita quem esteja disposto a
cooperar.
Centenas de circunstantes, incluindo mulheres
robustas, mostraram destra ao alto, aplaudindo em delírio.
Encorajado pelo entusiasmo geral, e desejando
distribuir a tarefa com todos os voluntários, o dirigente
da noite enunciou, sarcástico e inflexível:
— Cada um de nós traga um... Essas pragas jazem
escondidas por toda a parte... Caçá-las e exterminá-las é
o serviço da hora...
Durante a noite inteira, mais de mil pessoas, ávidas
de crueldade, vasculharam residências humildes e,
no dia subseqüente, ao Sol vivo da tarde, largas filas de
mulheres e criancinhas, em gritos e lágrimas, no fim de soberbo
espetáculo, encontraram a morte, queimadas nas
chamas alteadas ao sopro do vento, ou despedaçadas
pelos cavalos em correria.
*
Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso
acontecimento... Entretanto, a justiça da Lei, através
da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis,
que, em diversas posições de idade física, se reuniram de
novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de
1961, na cidade brasileira de Niterói, em comovedora
tragédia num circo.

Continua.....


Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 24 de Outubro de 2009, 04:01



É como eu disse no outro tópico:

Não importa se Hitler foi isso ou aquilo.
O que importa é que apesar de tudo, ele também foi e é, uma criação de Deus.
E sendo também filho de Deus e sabendo-se que todos os Seus filhos um dia serão anjos ...
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: demis em 24 de Outubro de 2009, 13:26
olá!

 Hitler não foi o Anticristo,nada disso.
 A haver um anticristo chamar-se-ia Josef Stalin pois ele era ateu e perseguia religiosos.

 é uma mania falarem mal do Hitler e não do Stalin é algo que já está enraizado na cultura,cultura de vencedor do conflito 39/45.

abraços,

demis
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 24 de Outubro de 2009, 22:17


Citar
Hitler não foi o Anticristo,nada disso.

O tópico não afirma que ele foi o Anticristo, apenas pergunta.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: MongeShaolin em 25 de Outubro de 2009, 15:36
Saudações,
Bem, também creio que Hitler não foi o anti cristo,
mas quanto a este tal Stalin que o irmão mencionou acima,
ainda devo pesquizar.
Mas como airmã disse, quem foi ou na onde está hoje não importa,
importa que todos erramos, e que cedo ou tarde seremos unos a Deus.

Abraços.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 25 de Outubro de 2009, 17:55


Vejamos agora um pouco de Josef Stalin.

Josef Stalin (Gori, 18 de dezembro de 1878 — Moscou, 5 de março de 1953) foi secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética e do Comité Central a partir de 1922 até a sua morte em 1953, sendo assim o líder de facto da União Soviética. Seu nome de nascimento era იოსებ ბესარიონის ძე ჯუღაშვილი (Ioseb Besarionis Dze Djughashvili) em georgiano e Ио́сиф Виссарио́нович Джугашви́ли (Ióssif Vissariónovich Djugashvíli) em russo. Em português seu nome é referido algumas vezes como José Estaline.

Embora Stalin tivesse uma certa influência dentro do Partido Bolchevique aumentou-a ainda mais a partir de 1928, o que deixou-o com um grande poder - tornando-se o líder partidário e de fato, o ditador do seu país, com pleno controle da União Soviética e do seu povo. Os falhos programas de industrialização e colectivização na década de 1930 e sua campanha de repressão política custaram a vida de milhões de pessoas.

Sob a liderança de Stalin, a União Soviética desempenhou um papel decisivo na derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e passou a atingir o estatuto de superpotência, e a expandir seu território, para um tamanho semelhante ao do Antigo Império Russo

Nascido em uma pequena cabana na cidade georgiana de Gori e filho de uma costureira e de um sapateiro, o jovem Stalin teve uma infância difícil e infeliz. Chegou a estudar em um colégio religioso de Tiflis, capital georgiana, para satisfazer os anseios de sua mãe, que queria vê-lo seminarista. Mas logo acabou enveredando pelas atividades revolucionárias contra o regime tsarista. Passou anos na prisão (por organizar assaltos, num dos quais 40 pessoas foram mortas) e, quando libertado, aliou-se a Vladimir Lenin e outros, que planejavam a Revolução Russa.

Stalin chegou ao posto de secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética entre 1922 e 1953 e, por conseguinte, o chefe de Estado da URSS durante cerca de um quarto de século, transformando o país numa superpotência.

Antes da Revolução Russa de 1917, Stalin era o editor do jornal do partido, o Pravda ("A Verdade"), mas teve uma ascensão rápida, tornando-se em Novembro de 1922 o Secretário-geral do Comité Central, um cargo que lhe deu bases para ascender aos mais altos poderes. Após a morte de Lenin, em 1924, tornou-se a figura dominante da política soviética – embora Lenin o considerasse apto para um cargo de comando, ele ignorava a astúcia de Stalin, cujo talento quase inigualável para as alianças políticas lhe rendera tantos aliados quanto inimigos. Seus epítetos eram "Guia Genial dos Povos" [1][2] e "O Pai dos Povos".

De acordo com Alan Bullock, uma discordância com Stalin em qualquer assunto tornava-se não uma questão de oposição política, mas um crime capital, uma prova, ipso facto, de participação em uma conspiração criminosa envolvendo traição e a intenção de derrubar o regime Soviético.

A "Grande Purga" ou "Grande Expurgo"

Em 1928 iniciou um programa de industrialização intensiva e de coletivização da agricultura soviética, impondo uma grande reorganização social e provocando a fome-genocídio na Ucrânia (Holodomor), em 1932-1933. Esta fome foi imposta ao povo ucraniano pelo regime soviético, tendo causado um mínimo de 4,5 milhões de mortes na Ucrânia, além de 3 milhões de vítimas noutras regiões da U.R.S.S. Nos anos 1930 consolidou a sua posição através de uma política de modernização da indústria. Como arquitecto do sistema político soviético, criou uma poderosa estrutura militar e de policiamento.

Mandou prender e deportar opositores, ao mesmo tempo que cultivava o culto da personalidade como arma ideológica. A acção persecutória de Stalin, supõe-se, estendeu-se mesmo a território estrangeiro, uma vez que o assassinato de Leon Trótski, então exilado no México é creditado a ele. Por mais que Trótski tomasse todas as providências para proteger-se de agentes secretos, Ramón Mercader, membro do Partido dos Comunistas da Catalunha, foi para o México e conseguiu ganhar a confiança do dissidente, para executá-lo com um golpe de picareta.

Desconfiando que as reformas econômicas que implantara produziam descontentamento entre a população, Stalin dedicou-se, nos anos 1930, a consolidar seu poder pessoal. Tratou de expulsar toda a oposição política. Se alguém lhe parecesse indesejável desse ponto de vista, ele se encarregava de desacreditá-lo perante a opinião pública. Em 1934, Sergei Kirov, principal líder do Partido Comunista em Leningrado- e tido como sucessor presuntivo de Stalin - foi assassinado por um anônimo, Nikolaev, de forma até agora obscura; muitos consideram até hoje que Stalin não teria sido estranho a este assassinato. Seja como fôr, Stalin utilizou o assassinato como pretexto imediato para uma série de repressões que passaram para a história como o "Grande Expurgo".

Estes se deram no período entre 1934 e 1938 no qual Stalin concedeu tratamento duro a todos que tramassem contra o Estado soviético, ou mesmo supostos inimigos do Estado. Entre os alvos mais destacados dessa ação, estava o Exército Vermelho: parte de seus oficiais acima da patente de major foi presa, inclusive treze dos quinze generais-de-exército. Entre estes, Mikhail Tukhachevsky foi uma de suas mais famosas vítimas. Sofreu a acusação de ser agente do serviço secreto alemão. Com base em documentos entregues por Reinhard Heydrich, chefe do Serviço de Segurança das SS, Tukhachevsky foi executado, além de deportar muitos outros para a Sibéria. Com isso foi enfraquecido o comando militar soviético; ou seja, Stalin acreditou nas informações de Heydrich, e sua atitudade acabou debilitando a estrutura militar russa, que no entanto conseguiu resistir ao ataque das tropas da Alemanha.

O principal instrumento de perseguição foi a NKVD. De acordo com Alan Bullock,[4] o uso de espancamentos e tortura era comum, um fato francamente admitido por Khrushchev em seu famoso discurso posterior à morte de Stalin, onde ele citou uma circular de Stalin para os secretários regionais em 1939, confirmando que isto tinha sido autorizado pelo Comitê Central em 1937.

Depurações:

A condenação dos contra-revolucionários nos julgamentos de 1937-38 depois das depurações no Partido, exército e no aparelho estatal, tem raízes na história inicial do movimento revolucionário da Rússia.

Milhões de pessoas participaram no quê acreditavam ser uma batalha contra o csar e a burguesia. Ao ver que a vitória seria inevitável, muitas pessoas entraram para o partido. Entretanto nem todos haviam se tornado bolcheviques porque concordavam com o socialismo. A luta de classes era tal que muitas vezes não havia tempo nem possibilidades para pôr à prova os novos militantes. Até mesmo militantes de outros partidos inimigos dos bolcheviques foram aceitos depois triunfo da revolução. Para uma parcela desses novos militantes foram dados cargos importantes no Partido, Estado e Forças Armadas, tudo dependendo da sua capacidade individual para conduzir a luta de classes. Eram tempos muito difíceis para o jovem Estado soviético e a grande falta de comunistas, ou simplesmente de pessoas que soubessem ler, o Partido era obrigado a não fazer grandes exigências no que diz respeito à qualidade dos novos militantes.

De todos estes problemas formou-se com o tempo uma contradição que dividiu o Partido em dois campos - de um lado os que queriam ir para frente na luta pela sociedade socialista, por outro lado os que consideravam que ainda não havia condições para realizar o socialismo e que propunha uma política social-democrata. A origem destas últimas idéias vinha de Trótski, um antigo inimigo de Lênin que havia entrado para o Partido em Julho de 1917, ou seja pouco antes da insurreição. Trótski foi com o tempo obtendo apoio de alguns dos bolcheviques mais conhecidos. Esta oposição unida contra os ideais defendidas pelos marxistas-leninistas, eram uma das alternativas na votação partidária sobre a política a seguir pelo Partido, realizada em 27 de Dezembro de 1927. Antes desta votação foi realizada uma grande discussão durante vários anos e não houve dúvida quanto ao resultado. Dos 725.000 votos, a oposição só obteve 6.000 - ou seja, menos de 1% dos militantes do Partido apoiaram a Oposição trotskista.

Deportações:

Antes, durante e depois da Segunda Guerra, Stalin conduziu uma série de deportações em grande escala que acabaram por alterar o mapa étnico da União Soviética. Estima-se que entre 1941 e 1949 cerca de 3,3 milhões de pessoas foram deportadas para a Sibéria ou para repúblicas asiáticas. Separatismo, resistência/oposição ao governo soviético e colaboração com a invasão alemã eram alguns dos motivos oficiais para as deportações.

Durante o governo de Stalin os seguintes grupos étnicos foram completamente ou parcialmente deportados: ucranianos, polacos, coreanos, alemães, tchecos, lituanos, arménios, búlgaros, gregos, finlandeses, judeus entre outros. Os deportados eram transportados em condições espantosas, freqüentemente em camiões de gado, milhares de deportados morriam no caminho. Aqueles que sobreviviam eram mandados a Campos de Trabalho Forçado.

Em fevereiro de 1956, no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, Nikita Khrushchov condenou as deportações promovidas por Stalin, em seu relatório secreto. Nesse momento começa a chamada desestalinização, que, de chofre, engloba todos os partidos comunistas do mundo. Na verdade, esta desestalinização foi a afirmação de que Stalin cometeu excessos graças ao culto à personalidade que fora promovido ao longo de sua carreira política. Para vários autores anticomunistas, teria sido somente neste sentido que teria havido desestalinização, porquanto o movimento comunista na URSS deu prosseguimento à prática stalinista sem a figura de Stalin.

De fato, a desestalinização não alterou em nada o caráter unipartidário do estado soviético e o poder inconteste exercido pelo Partido e pelos seus órgãos de repressão, mas significou também o fim da repressão policial em massa (a internação maciça de presos políticos em campos de concentração sendo abandonada, muito embora os campos continuassem como parte do sistema penal, principalmente para presos comuns), a cassação de grande parte das sentenças stalinistas e o retorno e reintegração à vida quotidiana de grande massa de presos políticos e deportados. A repressão política, muito embora tenha continuado, não atingiu jamais, durante o restante da história soviética, os níveis de violência do stalinismo, principalmente porque foi abandonada a prática das purgas internas em massa no Partido.

As deportações acabaram por influenciar o surgimento de movimentos separatistas nos estados bálticos, no Tartaristão e na Chechênia, até os dias de hoje.

Número de vítimas:

Em 1991, com o colapso da União Soviética, os arquivos do governo soviético finalmente foram revelados. Os relatórios do governo continham os seguintes registros:

Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 25 de Outubro de 2009, 17:56

Número de mortos:

Executados: 800 mil
Fome e privações (gulags): 1,7 milhões
Reassentamentos forçados: 389 mil
Total: aproximadamente três milhões.
 
Entretanto os debates continuam alguns historiadores acreditam que relatórios soviéticos não são confiáveis. E de maneira geral apresentam dados incompletos, visto que algumas categorias de vitimas carecem de registros – como as vitimas das deportações ou a população alemã transferida ao fim da Segunda Guerra.

Alguns historiadores acreditam que o número de vítimas da repressão estalinista não ultrapasse os quatro milhões; outros, porém, acreditam que esse número seja consideravelmente maior. O escritor russo Vadim Erlikman, por exemplo, fez as seguintes estimativas:

Número de mortos:

Executados: 1,5 milhão
Fome e privações (gulags): cinco milhões
Deportados: 1,7 milhão
Prisioneiros civis: um milhão
Total: aproximadamente nove milhões.
 
Os estudos continuam e alguns pesquisadores, como Robert Conquest acreditam em cerca de vinte milhões de vítimas.

O Pacto Ribbentrop-Molotov:

Em 23 de agosto de 1939, assinou com Adolf Hitler um pacto de não-agressão que ficou conhecido como Pacto Ribbentrop-Molotov, nome dos Ministros do Exterior alemão e soviético. Stalin esperava ganhar tempo e reorganizar a força industrial-militar da qual a União Soviética não poderia prescindir com vistas a um confronto com a Alemanha Nazista que para alguns sempre fora inevitável. E Hitler estava ansioso por evitar um confronto imediato com os soviéticos, pois naquele momento ocupar-se-ia de Reino Unido e França. O Pacto Molotov-Ribbentrop assegurou em setembro de 1939 a divisão do território polonês entre os nazistas e os soviéticos.

Mas a invasão da União Soviética pelas forças alemãs, em 1941, levou-o a aliar-se ao Reino Unido e aos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Sob a sua ferrenha direção, o exército soviético conseguiu fazer recuar os invasores — não sem perdas humanas terríveis — e ocupar terras na Europa Oriental, contribuindo decisivamente para a derrota da Alemanha Nazista.

Seus críticos, como Leon Trótski, denunciaram o pacto com o governo nazista como uma traição imperdoável e mais um dos crimes do stalinismo contra o movimento operário internacional. Já o stalinismo sempre considerou uma manobra de genial de Stalin objetivando impedir o avanço nazista, ganhando tempo, o que lhe permitiu vencer a Segunda Guerra Mundial.

Com a sua esfera de influência alargada à metade oriental da Europa, nos chamados Estados Operários, Stalin foi uma personagem-chave do pós-guerra. Dominando países como a República Democrática Alemã, Polônia, Tchecoslováquia, Bulgária, Hungria e a Roménia, estabeleceu a hegemonia soviética no Bloco de Leste e rivalizou com os Estados Unidos na liderança do mundo.

Morte:

Em 5 de março de 1953, Stalin morreu de hemorragia cerebral fato que, segundo muitos, ainda merece uma profunda investigação; existem aqueles que acreditam que ele foi assassinado.[5] Os mais destacados historiadores mundiais, no entanto, ainda consideram que Stalin morreu de causas naturais.[carece de fontes?]

Entretanto, vale destacar que o período imediatamente anterior ao seu falecimento, nos meses de fevereiro-março de 1953 foram marcados por uma atividade febril de Stalin nos preparativos de uma nova onda de perseguições e campanhas repressivas, exceção até para os padrões da era stalinista. Tratava-se do conhecido complô dos médicos: em 3 de janeiro de 1953, foi anunciado que nove catedráticos de medicina, quase todos judeus e que tratavam dos membros da liderança soviética, tinham sido "desmascarados" como agentes da espionagem americana e britânica, membros de uma organização judaica internacional, e assassinos de importantes líderes soviéticos.

Tratava-se da preparação de um novo julgamento-espetáculo, desta vez com claros traços de anti-semitismo, que certamente levaria a um pogrom nacional, e que implicaria , segundo Isaac Deutscher, na auto-destruição das próprias raízes ideológicas do regime, razão pela qual a morte de Stalin pareceu a muitos ter sido provocada pelos seus seguidores imediatos, claramente alarmados diante da iminente fascistização promovida por Stalin. O fato de que Beria estivesse alheio à preparação deste novo expurgo fêz com que ele fosse apresentado como possível autor intelectual do suposto assassinato de Stalin; o fato é, no entanto, que Stalin era idoso e que sua saúde, desde o final da Segunda Guerra Mundial, era precária; aqueles que tiveram contato pessoal com ele nos seus últimos anos lembram-se do contraste entre sua imagem pública de ente semi-divino e sua aparência real, devastada pela idade. Simon Sebag Montefiore considera que, apesar de Stalin haver recebido assistência atrasada para o derrame que o vitimaria, a tecnologia médica da época nada poderia fazer por ele em termos terapêuticos.

Seu corpo ficaria exposto no mesmo salão que Lenin até o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), realizado as portas fechadas em fevereiro de 1956, no qual Nikita Khrushchov, seu sucessor, denunciou no chamado "relatório secreto" as práticas stalinistas, particularmente o chamado "culto à personalidade".

Malenkov assume o governo após a morte de Stalin mas, devido às posições que defendia, foi forçado a renunciar à liderança do Partido em 13 de março, sendo sucedido por Nikita Khruschev em setembro.

Após o XX Congresso do PCUS o corpo de Stalin foi enterrado próximo aos muros do Kremlin, sendo o túmulo mais visitado ali. Seu epíteto era "O Pai dos Povos".

Uma década após a morte de Stálin, o "lado bom" de sua política seria defendida e até seguida em parte por parte do novo secretário-geral e antigo rival da velha-guarda stalinista, Leonid Brejnev, que após a saída de Khrushchov, tentaria "reabilitar" o nome de Stálin.

Em 1965, em uma comemoração dos vinte anos da Grande Guerra Patriótica, sob aplausos, citou pela primeira vez positivamente o nome de Stálin após sua morte, e disse que iria usar o mesmo título que usava o antigo líder, Secretário-Geral, o que na época era algo intolerável; realmente, Brejnev fora impedido por forças maiores de realizar a reabilitação de Stálin, mas seguiu uma política que se estruturava bastante nas raízes do Stalinismo, chamada Brejnevismo, que defendia a burocracia no estado, o culto da personalidade, a hegemonia soviética e o expansionismo do país, uma das poucas diferenças, era a invocação da paz pela parte desta doutrina e a ausência de expurgos presentes no stalinismo; ficaria conhecida como "neo-stalinismo".

Wikipédia.

PS: Não importa quem foi o pior entre os dois, o que importa é que diante de Deus, os dois responderão por todas as suas ações. E que todas as ovelhas "perdidas" do nosso pai, não estão perdidas em definitivo, nem estão abandonadas, e um dia elas aprenderão que o seu livre arbítrio é ilimitado, desde que seja sempre usado para fazer o bem ao seu próximo.

Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: MongeShaolin em 25 de Outubro de 2009, 20:31
Saudações,
muito obrigado Mariana, agora já conheço
o famoso e conhecido Stalin.
Bem, em respeito e concordancia com a pós escrita do texto,
não tenho nada mais a declarar, fazendo minha as palavras da
irmã Mariana.

Abraços.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 28 de Outubro de 2009, 20:49



Citar
quanto a este tal Stalin que o irmão mencionou acima,
ainda devo pesquizar.

Thiago Eddine amei a humildade de vocês.





Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: MongeShaolin em 29 de Outubro de 2009, 01:23
Marianna,
um dia terei o conhecimento que tens,
mas enquanto isso, vou aprendendo mais com sua
sabedoria, mais uma vez:
Obrigado,
Abraços.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Luz13 em 01 de Novembro de 2009, 23:05

  Olá a todos(as)

  Hitler o anti-Cristo...não acredito...nem sei o que isso significa:-)

  Abraços:-)
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 18 de Novembro de 2009, 20:25


NOSSA!!!

Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: u1ferno(Fernando) em 19 de Novembro de 2009, 16:41
Nossa! O quê?
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: MongeShaolin em 21 de Novembro de 2009, 01:41

  Olá a todos(as)

  Hitler o anti-Cristo...não acredito...nem sei o que isso significa:-)

  Abraços:-)
Saudações,
respondendo ao irmão ao irmão u1ferno,
acho que a irmã Marianna se manifestou por isso...
Vejamos, é postado os minimos detalhes sobre o anti-cristo,
e nos deparamos com isso.
Desculpe a ignorancia, mas só falando NOSSA mesmo.

Abraços.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Aldebaran em 21 de Novembro de 2009, 01:45
Mas, enfim, quem é o anti-cristo??

1- o Anticristo simboliza o mal na Terra

2- o anticristo são os cristãos que distorcem os ensinamentos do Cristo

E aí, o que acham?

abçs,

Renato

Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Haga em 21 de Novembro de 2009, 09:13
Cristo = amor universal

Anti-Cristo = Egoismo, podridão moral, materialismo e ateísmo.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: u1ferno(Fernando) em 21 de Novembro de 2009, 15:30

  Olá a todos(as)

  Hitler o anti-Cristo...não acredito...nem sei o que isso significa:-)

  Abraços:-)
Saudações,
respondendo ao irmão ao irmão u1ferno,
acho que a irmã Marianna se manifestou por isso...
Vejamos, é postado os minimos detalhes sobre o anti-cristo,
e nos deparamos com isso.
Desculpe a ignorancia, mas só falando NOSSA mesmo.

Abraços.

Falou parceiro talvez seja isso. Abç
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 02 de Dezembro de 2009, 23:12

Citar
Olá a todos(as)

Hitler o anti-Cristo...não acredito...nem sei o que isso significa:-)

Abraços:-)

você não sabe o que é o anti-Cristo?

Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: MarcoALSilva em 02 de Dezembro de 2009, 23:31

Se Cristo é o Ungido no Óleo Sagrado, então anticristo é o "detergente".

Sua função:

deter gente na evolução
deter gente no progresso
deter gente na ascensão

Enfim, deter gente na unção...
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: u1ferno(Fernando) em 03 de Dezembro de 2009, 10:32
Oh irmãos, Ele falou o quê?
Vai vende tudo dá aos pobres e segue-me.
Deixa essa história de anti isso, anti aquilo, pra lá, Emmanuel nos deixou uma mensagem que o tempo está muito curto, Barsanulfo esteve na presença de Jesus que choarava, pois muito poucos aplicavam o seu evangelho, que é o amor na sua excelência, e não revirando páginas de experiências mal sucedidas.
"Vamo" lá gente.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: u1ferno(Fernando) em 03 de Dezembro de 2009, 10:49
Outra coisa tem vírus no forum, atenção!
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: MarcoALSilva em 03 de Dezembro de 2009, 18:33
Oh irmãos, Ele falou o quê?
Vai vende tudo dá aos pobres e segue-me.
Deixa essa história de anti isso, anti aquilo, pra lá, Emmanuel nos deixou uma mensagem que o tempo está muito curto, Barsanulfo esteve na presença de Jesus que choarava, pois muito poucos aplicavam o seu evangelho, que é o amor na sua excelência, e não revirando páginas de experiências mal sucedidas.
"Vamo" lá gente.

Está certo...

No frigir dos ovos, o que vale mesmo é a regra geral "Fazei o bem aos outros e tereis maior mérito."
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 09 de Janeiro de 2010, 22:20
Citar
Se Cristo é o Ungido no Óleo Sagrado, então anticristo é o "detergente".

Sua função:

deter gente  na evolução
deter gente  no progresso
deter gente  na ascensão

Enfim, deter gente  na unção...

Muito bom Marcos.

Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: MongeShaolin em 09 de Janeiro de 2010, 23:51
Saudações,
É isso mesmo pessoal, quando paramos para pensar,
qual foi a única coisa que Jesus disse que precisariamos
fazer para ir para um lugar bom?
Um jovem rico pergunta:
Mestre, o que faço para herdar o reino dos céus?
O Rabi diz: Guarde os mandamentos.
Jesus demonstra os 3 primeiros mandamentos entregues a Moisés no primeiro dele:
Amará a Deus acima de todas as coisas.
E os outros 7 no segundo: Amará o próximo como a si mesmo!

Abraços.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Marianna em 24 de Janeiro de 2010, 15:01

Citar
Deixa essa história de anti isso, anti aquilo, pra lá, Emmanuel nos deixou uma mensagem que o tempo está muito curto, Barsanulfo esteve na presença de Jesus que choarava, pois muito poucos aplicavam o seu evangelho, que é o amor na sua excelência, e não revirando páginas de experiências mal sucedidas.

É vero, afinal, Hitler também foi, e é filho de Deus.

Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: calalves em 10 de Novembro de 2010, 01:37
NOSSa gente isso é que é historia, muito conteudo, muito FATO, complexo até de se entender é de notoria importancia que o espiritismo não vem de agora mais sim da antiguidade. Otimo post, deu para visualizar que que a Alemanha teve muita gente ruim . Mesmo assim  Parabens pelo Post!
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: rodrigo-sociedadeinvisivel.net em 10 de Novembro de 2010, 10:50
Nem Hitler, nem Stalin, o anti-cristo da bíblia é o sistema em que vivemos, de sempre um querer ser melhor que o outro, o sistema materialista e cruel em que pessoas morrem de fome, esse sim é o anti-cristo..
Creio que Hitler foi com certeza um instrumento das trevas, mas ao mesmo tempo sabemos que tudo o que ocorreu na 2ª Guerra foi para o aprendizado da humanidade, não caí uma folha no chão sem que Deus saiba..

Abraços
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: S0L em 10 de Novembro de 2010, 12:14
"Anti-Cristo" é todo aquele que enxerga os defeitos ou equívocos alheios para fugir dos seus próprios erros e não manifesta a intenção de compreensão e ajuda e sim, a de crítica.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Luciano Geo em 10 de Novembro de 2010, 14:29
Sinceramente, embora a tendência seja de personificarmos o conceito de "Anticristo", eu não me sinto a vontade para dizer se trata-se de uma entidade/pessoa, um conjunto de sentimentos e ações na direção oposta da lei do Amor, ou alegorias metafóricas do Evangelista sobre nossos sentimentos íntimos, em qualquer época, ou sobre os dele, em sua própria época. Assim, me comprometo a começar pelo princípio: estudar melhor a origem, o contexto e a estrutura do conceito para só então emitir uma opinião mais segura, se asim me sentir capaz. O que é importante, no entanto é perceber que o Aticristo é uma força destrutiva. Identificar esse força, no entanto, requer muita sabedoria e responsabilidade.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: pedro adonias em 16 de Julho de 2012, 14:30
A historia ocidental considera anti cristos Napoleão, Hitler e um terceiro que vai nascer no oriente médio, um lider do Islã. Estes "grandes conquistadores", ousaram desafiar a Inglaterra, EUA, os últimas maiores potências mundias da recente história. Esquecem de Truman presidente americano que ordenou a morte de milhares de pessoas em Nagazaki e Hiroshima, instataneamente através das bombas atômicas, George W. Bush, invasão do Iraque e Afeganistão... Os maiores bancos do mundo, grandes studios de cinema, cineasta, meios de comunicação, são judeos ou pertencem a estes. Pergunto você já assistiu a filmes onde os EUA, Israel são os bandidos?, transformaram o Hitler na maior personificação do mal. Coitados dos judeos perseguidos, no campo de concentração, sendo salvos pelos americanos herois. Te pergunto e os palestinos vivendo como raça inferior em guetos de Israel, quer maior racismo no EUA, onde os negros são segregados, não se misturam com os brancos, esqueceram Martin Luther King, Malcom X, e hoje tem um presidente negro, mas de alma branca. Na história desse mundo não existem mocinhos e nem bandidos, existem homens pecadores, com virtudes e defeitos.
Título: Re: Hitler, o Anticristo?
Enviado por: Rafael Perszel em 23 de Julho de 2012, 01:30
Prezada Marianna,

Agradeço muito a postagem sobre o Hitler. As relações do nazismo com algumas sociedades secretas do início do século XX (como a Thule Gessellschaft) na Alemanha eu estudo já há anos e foi muito bom poder agregar mais informação.

Muita paz!