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GERAL => Sexualidade => Psicologia & Espiritismo => Homossexualidade => Tópico iniciado por: *Leni* em 18 de Dezembro de 2008, 00:43

Título: Homossexualidade
Enviado por: *Leni* em 18 de Dezembro de 2008, 00:43




Quando errante, que prefere o Espírito:
encarnar no corpo de um homem, ou no de urna mulher?
R- Isso pouco lhe importa.
O que o guia na escolha são as provas por que haja de passar.   

        A homossexualidade, também hoje chamada transexualidade, em alguns círculos de ciência, definindo-se, no conjunto de suas características, por tendência da criatura para a comunhão afetiva com uma outra criatura do mesmo sexo, não encontra explicação fundaMental nos estudos psicológicos que tratam do assunto em bases materialistas, mas é perfeitamente compreensível, à luz da reencarnação.

        Observada a ocorrência, mais com os preconceitos da sociedade, constituída na Terra pela maioria heterossexual, do que com as verdades simples da vida, essa mesma ocorrência vai crescendo de intensidade e de extensão, com o próprio desenvolvimento da Humanidade, e o mundo vê, na atualidade, em todos os países, extensas comunidades de irmãos em experiência dessa espécie, somando milhões de homens e mulheres, solicitando atenção e respeito, em pé de igualdade ao respeito e à atenção devidos às criaturas heterossexuais.

        A coletividade humana aprenderá, gradativamente, a compreender que os conceitos de normalidade e de anormalidade deixam a desejar quando se trate simplesmente de sinais morfológicos, para se erguerem como agentes mais elevados de definição da dignidade humana, de vez que a individualidade, em si, exalta a vida comunitária pelo próprio comportamento na sustentação do bem de todos ou a deprime pelo mal que causa com a parte que assume no jogo da delinqüência.

        A vida espiritual pura e simples se rege por afinidades eletivas essenciais; no entanto, através de milênios e milênios, o Espírito passa por fileira imensa de reencarnações, ora em posição de feminilidade, ora em condições de masculinidade, o que sedimenta o fenômeno da bissexualidade, mais ou menos pronunciado, em quase todas as criaturas.

        O homem e a mulher serão, desse modo, de maneira respectiva, acentuadamente masculino ou acentuadamente feminina, sem especificação psicológica absoluta.

        À face disso, a individualidade em trânsito, da experiência feminina para a masculina ou vice-versa, ao envergar o casulo físico, demonstrará fatalmente os traços da feminilidade em que terá estagiado por muitos séculos, em que pese ao corpo de formação masculina que o segregue, verificando-se análogo processo com referência à mulher nas mesmas circunstâncias.

        Obviamente compreensível, em vista do exposto, que o Espírito no renascimento, entre os homens, pode tomar um corpo feminino ou masculino, não apenas atendendo-se ao imperativo de encargos particulares em determinado setor de ação, como também no que concerne a obrigações regenerativas.

        O homem que abusou das faculdades genésicas, arruinando a existência de outras pessoas com a destruição de uniões construtivas e lares diversos, em muitos casos é induzido a buscar nova posição, no renascimento físico, em corpo morfologicamente feminino, aprendendo, em regime de prisão, a reajustar os próprios sentimentos,  e a mulher que agiu de igual modo é impulsionada à reencarnação em corpo morfologicamente masculino, com idênticos fins. 

        E, ainda, em muitos outros casos, Espíritos cultos e sensíveis, aspirando a realizar tarefas específicas na elevação de agrupamentos humanos e, conseqüentemente, na elevação de si próprios, rogam dos Instrutores da Vida Maior que os assistem a própria internação no campo físico, em vestimenta carnal oposta à estrutura psicológica pela qual transitoriamente se definem. Escolhem com isso viver temporariamente ocultos na armadura carnal, com o que se garantem contra arrastamentos irreversíveis, no mundo afetivo, de maneira a perseverarem, sem maiores dificuldades, nos objetivos que abraçam.

        Observadas as tendências homossexuais dos companheiros reencarnados nessa faixa de prova ou de experiência, é forçoso se lhes dê o amparo educativo adequado, tanto quanto se administra instrução à maioria heterossexual. E para que isso se verifique em linhas de justiça e compreensão, caminha o mundo de hoje para mais alto entendimento dos problemas do amor e do sexo, porquanto, à frente da vida eterna, os erros e acertos dos irmãos de qualquer procedência, nos domínios do sexo e do amor, são analisados pelo mesmo elevado gabarito de Justiça e Misericórdia. Isso porque todos os assuntos nessa área da evolução e da vida se especificam na intimidade da consciência de cada um. [82 página 89]

"O LIVRO DOS ESPÍRITOS"



Título: Re: Homossexualidade
Enviado por: angielis em 12 de Fevereiro de 2009, 17:26
Eu entendo que, quando há amor real, afinidade, necessidade de estar em paz e fazer bem ao outro, não há problema algum.

Creio que, seria de mal agrado, práticas homossexuais visando o mero prazer da carne.
Título: Re: Homossexualidade
Enviado por: Carlos Ribeiro em 12 de Fevereiro de 2009, 18:58
Olá Leni. Mais uma vez seria bom citar no final do texto o nome do autor do mesmo. Da forma como está, dá a impressão que todo o texto foi retirado do Livro dos Espíritos, o que não é o caso.
Título: Re: Homossexualidade
Enviado por: Ramon em 12 de Fevereiro de 2009, 20:23
Um paciente homossexual com fantasias suicidas reviu uma vida pregressa.

Na vida anterior, reencarnado como mulher, fora obrigado a casar-se com um homem que detestava.
O paciente relembrou sua tentativa de suicídio, quando se viu grávida, jogando-se escada abaixo, sem obter resultado.
Na hora do parto, há mais de cento e cinqüenta anos, após grave hemorragia, o parteiro avisou-a de que só poderia salvar a mãe ou a criança.
O marido escolheu salvar a esposa, mas, quando ele saiu do quarto, a parturiente deu ordem ao médico para que ela fosse sacrificada, pois odiava a vida que fora obrigada a assumir, dizendo que detestava viver.
Nada sentia em relação ao nascituro e morreu amaldiçoando a família e a vida, num terrível sofrimento físico e mental.
Após a saída do corpo, viu-se por longo tempo flutuando ao redor do ambiente e tentando em vão contatar as pessoas. Muito tempo depois se afastou do local num total desespero.
O paciente informou ainda, em plena regressão, que fora submetido a um tratamento no além antes de voltar à vida atual, mas mesmo assim a angústia e a ambivalência de que "para nascer era necessário que alguém morresse" continuou, enquanto estava dentro do útero da mãe atual.
Lutou para evitar o seu próprio nascimento, pois previa o sangramento e as rupturas que o parto provoca, fatos esses que lhe lembravam a carnificina à qual fora submetido em seu corpo anterior para que, de seu ventre aberto a frio, o médico salvasse o filho, provocando assim a sua morte.
Esse paciente era homem de alto nível cultural e em cada regressão dava uma grande quantidade de detalhes de época, inclusive arquitetônicos e de vestuários.
Já fora assassinado em outras vidas. Numa delas havia sido um padre ligado a grupos de templários que tinham uma visão muito adiantada para a época em que vivera, e por isso fora assassinado. Noutra fora uma rainha de uma pequena ilha do mar Egeu, numa civilização pré-helênica onde preferiu morrer a trair seu povo, quando a ilha foi invadida por gregos mais incultos.
Com as regressões, sentia alívio bastante intenso de seus complexos problemas de personalidade (solidão, suspeita de doença grave, homossexualismo e auto-aceitação). Com isso, as idéias suicidas se foram atenuando. Suas regressões eram de uma clareza tão impressionante que seu médico, reencarnacionista, duvidava de que tudo não estivesse sendo criado a um nível de vigília. Havia, porém um detalhe interessante: durante uma ou duas horas em hipnose, mantinha uma hiperpnéia ruidosa que não seria suportável em estado "normal".
Quanto um psiquiatra clássico deixaria de aprender quando se defrontasse com essa "hiperpnéia histérica"? Limitar-se-ia a injetar um tranqüilizante benzodiazepínico na veia, esperando que o paciente se acalmasse ou dormisse. Este caso é o de número 13 de PINCHERLE, L.T. "TERAPIA DE VIDAS PASSADAS". São Paulo, Summus, 1990 ,
Título: Re: Homossexualidade
Enviado por: Sandra de Oliveira em 14 de Fevereiro de 2009, 02:34
Eu entendo que, quando há amor real, afinidade, necessidade de estar em paz e fazer bem ao outro, não há problema algum.

Creio que, seria de mal agrado, práticas homossexuais visando o mero prazer da carne.

Angielis,

quando falamos de sexo, independe se a prática é hetero e homossexual, quando visa o mero prazer da carne... O erro é igual, não apenas para nossos irmãos homosexual
Título: Re: Homossexualidade
Enviado por: Ramon em 14 de Fevereiro de 2009, 11:13
Sandra de MT diz:

 “quando falamos de sexo, independe se a prática é hetero e homossexual, quando visa o mero prazer da carne... O erro é igual, não apenas para nossos irmãos homossexual.”

Creio que a maioria vai concordar.

Onde gostaria de maior esclarecimento são nas questões abaixo. Sei que mesmo profissionais da área “psi” vão apresentar explicações contraditórias. Mas, qual a posição de um profissional-espírita, como o do caso acima PINCHERLE, L.T. "TERAPIA DE VIDAS PASSADAS". São Paulo, Summus, 1990?
 
O que se entende por “opção sexual”?

É um conceito oriundo da pressão política de grupos bem organizados, costumes,  ou é realmente um conceito médico-científico? Não se está correndo o risco de confundir convicções transexuais com ilusões psicóticas?

Pode-se admitir que o transexualismo é uma anomalia da identidade sexual, dizendo que o indivíduo se identifica como pertencente ao sexo oposto e experimenta grande frustração ao tentar se expressar através do contexto do seu sexo genético?

O transexualismo seria uma forma não-específica de psicopatologia, porque mesmo não sendo psicose, apresenta as duas fases características da psicose, ou seja, saída da realidade (do próprio sexo) e criação de uma nova realidade (troca do sexo corporal e do papel sexual?).

Título: Re: Homossexualidade
Enviado por: Ramon em 14 de Fevereiro de 2009, 11:21

Leni transcreve acima. Último parágrafo.

"Observadas as tendências homossexuais dos companheiros reencarnados nessa faixa de prova ou de experiência, é forçoso se lhes dê o amparo educativo adequado."

Como se oferece o amparo "educativo" "adequado"?, sem discutir as questões acima?

Ramon
Título: Re: Homossexualidade
Enviado por: *Leni* em 04 de Abril de 2009, 04:52



Tudo que foge a regra geral das coisas é complicado para entender, mas, devemos respeitar o livre arbítrio das pessoas, seja concordando com os seus atos ou não.




Título: Re: Homossexualidade
Enviado por: claudenir em 31 de Maio de 2010, 21:14
http://www.youtube.com/watch?v=tb8LmH5ep7Y&feature=related (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PXRiOExtSDVlcDdZJmFtcDtmZWF0dXJlPXJlbGF0ZWQ=)