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CONVÍVIO => Como usar este Fórum => Perguntas Frequentes => Tópico iniciado por: paulok166 em 12 de Agosto de 2009, 14:57

Título: conversando com madeleine
Enviado por: paulok166 em 12 de Agosto de 2009, 14:57
Olá amigos.

Estou atualmente morando em Paris e gostaria de postar um dialogo com a menina Madeleine, cruelmente assassinada dois anos atrás, sei que o assunto é polemico e muitos ainda acreditam que ela esteja entre nós, porém, passado tanto tempo e infrutíferas as buscas, resolvi publicar neste fórum a descrição da menina inglesa sobre os fatos de seu sequestro.

Abraço a todos.
Paulo Katz.



PRIMEIRO DIA


MADELEINE - Hoje pela manhã alguém me disse que eu era muito bonita, ele era alto e com uma aparência meio estranha, porém não parecia ser mau, apesar de que seus olhos não olhavam direito para mim.

PAULO - Você quer me contar alguma coisa?

MADELEINE - Eu não sei exatamente o que está acontecendo, mas eu ouço vozes às vezes e tem uma senhora muito nova e muito bonita que me pede para contar para você o que aconteceu naquele dia.

PAULO - Porque ela pede isto?

MADELEINE - Não sei, mas ela diz que pode ajudar os meus pais e como eu acho que não posso mais vê-los eu decidi contar para você.

PAULO - Contar o que?

MADELEINE - Você sabe quem eu sou?

PAULO - Sim, eu vi você no jornal e na televisão.

MADELEINE - Eu apareci no jornal e na televisão, porque?

PAULO - Bom, na realidade você desapareceu, é isto?

MADELEINE - Sim, eu não pude ver mais os meus pais e os meus irmãos, porque uma senhora e este homem que eu falei me levaram para um quarto e me deixaram lá.

PAULO - Porque eles fizeram isto?

MADELEINE - Não sei, mas a senhora era bastante braba e parecia que sentia falta de alguma pessoa para brincar, eu acho.

PAULO - Como você quer contar a história?

MADELEINE - Eu acho que vou fazer o que esta senhora de branco me disse, ela me contou que você me ouviria e depois contaria para os meus pais.

PAULO - Certo, fale então.

MADELEINE - Eu naquele dia conheci este homem que me levou para sua casa e da mãe dele, foi de tarde enquanto eu brincava, ele pareceu amigo, mas ele não olhava nos meus olhos, não sei porque.
Eu vou contar como aconteceu.

PAULO - Pode contar.


MADELEINE - Eu fui dormir junto com os meus irmãos, isto eu lembro direitinho, minha mãe e meu pai foram jantar no restaurante eu acho e nós ficamos sozinhos, depois eu dormi e quando acordei eu estava na casa deste homem e da sua mãe.

PAULO - Como assim?

MADELEINE - Não sei, eu acho que ele me levou no colo, pois eu estava dormindo e não lembro de ter acordado.

PAULO - E aí?

MADELEINE - Quando eu acordei ele me disse que meus pais tinham viajado e tinham pedido para ele me cuidar e a mãe dele foi boazinha comigo, me trouxe até cereal e me deu um beijinho.
Ela disse que bom que você vai ficar aqui.
Foi assim que ela disse.

PAULO - Ela tratava você bem?

MADELEINE - Sim, só que ela era meio braba, às vezes ela dizia para o filho dela que ele era louco e brigava com ele, mas não comigo.

PAULO - E os seus pais tinham viajado?

MADELEINE - Não sei, ela me disse que eles tinham que viajar porque alguém estava doente e resolveram pedir para ela me cuidar.
Eu só podia brincar dentro de casa, não dava para sair na rua, isto eu me lembro que ela me disse também.

PAULO – Por que?

MADELEINE - Ela me disse que os vizinhos não poderiam saber que eu estava lá, porque senão eles poderiam ficar brabos eu não sei porque.

PAULO - O que você lembra mais?

MADELEINE - Eu brincava, comia bastante, eles eram bem bonzinhos, eu só sentia saudade dos meus pais e dos meus irmãos.


PAULO - O que você lembra mais?

MADELEINE - Ah, eu lembro que ela sentava em uma cadeira de balanço e ficava balançando bastante, ficava pensando e às vezes me xingava, mas era pouco, sempre ela xingava mais o filho dela.

PAULO - Quantos dias fazia que você estava lá?

MADELEINE - Eu não sei, eu me lembro que foi vários dias, eles às vezes brigavam e discutiam, eu acho que eles queriam que eu fosse embora, mas os meus pais ainda não tinham chegado.
Você sabe dos meus pais?


PAULO - Sim, eles estão bem, só estão também sentindo muito a sua falta.

MADELEINE - Eu sei, esta senhora de branco que eu encontrei aqui ela me disse isto e me contou que eles vão ter uma outra filhinha mais adiante e que vão lembrar de mim, daí.

PAULO - O que esta senhora de branco disse mais?

MADELEINE - Ela me contou que os meus pais foram viajar e depois ficaram perdidos por isto que eles não voltaram, mas eles não esqueceram de mim.
Foi isso que aconteceu?

PAULO - È, eu acho que sim?
Como foi estar naquela casa?

MADELEINE - Às vezes era meio chato, eu brincava, eu dormia, ela me dava bastante mingau, mas eu sentia falta dos meus pais e dos meus irmãos e quando eu chorava, ela ficava braba comigo e dizia que ia me bater se eu não me comportasse.

PAULO - Ela bateu em você?

MADELEINE - Não, mas a cara dela ficava tão braba que eu ficava com medo e parava de chorar, daí eu brincava.

PAULO - Quantos dias você ficou lá, você lembra?

MADELEINE - Eu acho que deve ter sido uns dez dias, eu não sei direito, esta senhora de branco que me trouxe para cá me disse que foram duas semanas, mas eu não sei como ela sabe disto, ela não tava lá.

PAULO - Como ela apareceu?

MADELEINE - Não sei, um dia eu fui dormir e acordei aqui.

PAULO - Aí aonde?

MADELEINE - Aqui.

PAULO - Como é aí?

MADELEINE - É bem legal, melhor do que naquela casa amarela, aqui é tudo bonito, as pessoas são muito bonitas sabe?

PAULO - São bonitas?

MADELEINE - Todas são muito bonitas, tem bastante azul, bastante arvores e as pessoas são muito bonitas, elas tem roupas bem bonitas também, alguns andam de roupa branca, outros de azul e uns de amarelinho.

PAULO - Tem casas aí?

MADELEINE - Claro, né, como eu ia morar aqui se não tivesse casa.

PAULO - É ta certo, mas o que esta senhora de branco disse.

MADELEINE - Como assim?

PAULO - O que ela falou sobre este lugar?

MADELEINE - Ela me contou que ficou com pena de os meus pais terem ido viajar e me trouxe para cá, eu acho que ela não gostava muito daquela senhora da cadeira de balanço, sabe?

PAULO - Porque?

MADELEINE - Ela me disse que ela estava perdida e muito nervosa, que não podia mais me cuidar por isto ela me trouxe para cá.

PAULO - E você sente falta de brincar?

MADELEINE - Não, eu brinco bastante aqui, tem umas quantas crianças que eu sou amiga, a minha melhor amiga se chama, ah, agora não lembro o nome dela, começa com p, ah lembrei é Patrícia e ela disse que morava em Portugal e foi passear com os pais dela também e aí ela não lembra de mais nada.

PAULO - Como assim?

MADELEINE - Eles estavam viajando de carro e ela não sabe o que aconteceu, ela só lembra de ter acordado aqui.

PAULO - Então aí também é legal.

MADELEINE - É sim, eu acho que é melhor que onde você está, está senhora de branco me disse que aqui não tem maldade.
Onde você está tem maldade?

PAULO - Muita, muita maldade?

MADELEINE - Então porque você não vem para cá.

PAULO - Ainda não posso, mas me fala mais da senhora da cadeira de balanço?

MADELEINE - O que você quer saber?

PAULO - Como ela era?

MADELEINE - Às vezes era bem chata e brigava bastante com o filho dela.

PAULO - Com você não?

MADELEINE - Não comigo eu acho que não, só às vezes, mas com ele, ela brigava bastante e xingava muito ele, dizia que ele não devia ter feito isto.

PAULO - Isto o que?

MADELEINE - Não sei, não sei do que ela falava.

PAULO - E sobre os seus pais, o que ela dizia?

MADELEINE - Ela falava pouco sobre eles, mas dizia que eles iam voltar.
Eles vão voltar?

PAULO - Um dia talvez, o que a senhora de branco disse?

MADELEINE - Ela disse que eu ia ver eles de novo, mas não sabia quando.

PAULO - E você ficou contente?

MADELEINE - Sim, fiquei. Às vezes me dá saudade dos meus irmãos e dos meus pais sabe, mas logo passa por que aqui é tão legal, bem melhor que aquela casa amarela.

PAULO - Como era a casa?

MADELEINE - Amarela.

PAULO - Toda amarela?

MADELEINE - Quase toda, mas ela estava sempre fechada, as janelas acho que eram brancas, não, meio marrons, acho que era meio marrom mas não tenho certeza, já faz tempo que eu saí daquela casa, eu não gostava de lá, acho que meus pais não deviam ter me deixado lá.

PAULO - Eles não quiseram fazer isto.


MADELEINE - Eu sei, esta senhora de branco me disse e me falou que eles são muito bonzinhos e só queriam o meu bem.
Eles estão bem, você já falou com eles?

PAULO - Não, eu não falei, mas sei que eles estão bem, eles sabem que você está bem.

MADELEINE - Sabem, como?

PAULO - Eu acho que esta senhora de branco já deve ter contado para eles.

MADELEINE - Que legal, então diz para eles que aqui é muito legal, as pessoas são tão bonitas e tão bem vestidas, parece que estão sempre alegres.

PAULO - Alegres?

MADELEINE - É, a cara delas é de alegre, eu acho elas muito bonitas, a minha mãe também é muito bonita e o meu pai também.

PAULO - É verdade.

MADELEINE - O que você faz?

Eu escrevo, trabalho e estou contente de estar falando contigo.

Que legal, fiquei tão feliz quando esta senhora de branco me disse que eu ia falar com alguém diferente.

Diferente?

É, ela disse que aqui no céu, é todo mundo bonito e às vezes eles falam com algumas pessoas que são diferentes.

Como assim?

Algumas pessoas que vêem as pessoas que moram aqui.

Ela disse isto?

Disse, e ela disse que era fácil para mim falar com você.

Porque?

Porque você gostava de criança eu acho.

E esta senhora disse o que mais?

Ela disse que meus pais estavam sofrendo e era para eu contar o que eu tinha visto.

Como assim?

Também não entendi, não sei porque contar o que eu tinha visto, eu não vi nada.

Será que ela falava da casa amarela?

Será? Eu me esqueci de perguntar isto para ela, será que ela quer que diga que cor e como era a casa.

Como era a casa?

Era amarela.

E o que você lembra mais?

Eu lembro que um dia eu olhei por uma frestinha da janela e vi que tinha um gramado bem grande cheio de muro, acho que era bem grande a casa, não a casa não, o gramado eu acho.

A casa era pequena?

Não, era bem legal, apesar de que os móveis cheiravam aquela senhora da cadeira de balanço.

Como assim?

É que ela tinha um cheiro esquisito, não sei o que era e parecia que tudo era assim, eu acho que porque ela não queria que os vizinhos soubessem que eu estava lá, a casa tava sempre fechada.

Aí ficava o cheiro dentro de casa?

Eu acho que é, eu não gostava de lá, apesar de que brinquei bastante sabe, com várias bonecas muito bonitas que ela tinha comprado só para mim ela disse.

Ela comprou bonecas para você?

Ela disse que sim, eu brincava com três bonecas muito bonitas e também tinha uma casinha para elas muito legal.
Até que eu brinquei bastante, agora que me lembro.

Ela deixava ver televisão?

Sim, eu assisti bastante desenho também.

Então você gostou de estar lá?

Não, eu não gostei porque aquela senhora parece que tava sempre braba com o filho dela.

O que o filho fazia?

Nada, ficava lendo os livros e às vezes ele ia para um quarto tocar ou cantar algumas musicas.

Tocar algumas musicas?

É, ele tinha um piano bem legal, ele me ensinou a tocar um pouco, mas ele era muito chato e ficava me olhando com uma cara esquisita, eu acho que por isto que eu não gostava daquela casa, era muito feia e esquisita aquela casa, eu não quero mais lembrar, eu gosto mais daqui.

Aí é legal?

Muito legal, tem um monte de gente que sempre quer brincar comigo e todo mundo é feliz.

Feliz?

É, já te falei, todo mundo é alegre e bonito, não tem ninguém triste. A minha mãe às vezes ficava triste, sabe?

Triste com o que?

Não sei, eu acho que era onde ela trabalhava que às vezes deixava ela triste.

Não era contigo?

Não, ela sempre foi muito boazinha comigo e com os meus irmãos.
Ela fazia bastante carinho e o meu pai também.

O que você lembra mais?

Da casa amarela?

Pode ser.

Eu me lembro que um dia tocaram a campainha da porta, não da porta não, do portão e ela, aquela senhora braba ficou assustada, acho que eram os vizinhos, por isto ela ficou assustada.

Como você sabe que era do portão?

Ele falou para a mãe, mãe tem gente no portão, eu vou ver quem é, ele disse.


Então tinha muro na frente da casa?

Eu acho que sim, porque ele saiu pela porta e voltou um tempo depois, eu acho que tinha muro e portão, eu acho.

Você não quer mais lembrar da casa e daquela senhora não é?

Eu não gostava dela e nem do filho dela, eram muito chatos e feios.

Então vamos falar do que?


Eu queria te contar sobre a Patrícia, a minha amiga?

Pode falar.

Ela me contou que também saiu de férias e sente muita saudade dos pais dela e do irmãozinho pequeno.

Era um irmãozinho que ela tinha?

Um irmãozinho, ela me disse que era só um, mas eu disse para ela que aqui é tão legal que ela não precisava sentir saudade, a gente brinca bastante, bobagem sentir saudade, você não acha?

Eu também acho, você então gosta de estar aí?

Adoro, é muito legal, a gente parece que está sempre brincando sem perigo de nada.

Como assim?

É que a minha mãe sempre dizia para eu me cuidar e aqui ninguém diz isto.

Você mora com quem?

Com esta senhora que eu falei que pediu para eu falar contigo.
Ela é muito legal e muito boazinha, sempre está alegre, eu acho que é porque ela é muito bonita que ela está sempre alegre e feliz, ela é muito bonita.

Você mora sozinha?

Não, eu moro com esta senhora, o marido dela e um filhinho pequeninho que eles tem.

Faz tempo que eles estão aí?

Não sei, nunca perguntei, o filhinho é que é bem pequeninho, deve ter uns dois anos eu acho.


O que você faz aí?

Eu brinco bastante e converso com a Patrícia, só não vejo televisão porque não tem.

Não tem televisão?

Não, pois é que esquisito não tem televisão, mas eu nem sinto falta, eu brinco bastante assim mesmo.


Você sabe como é aqui?

Como assim?

Você me vê.

Claro né, como eu ia falar contigo se eu não te visse.

É mesmo.

Mas é esquisito porque eu vejo só você, parece que só você está aqui quando eu falo contigo.

É estranho mesmo.

Você me vê também?

Às vezes, nem sempre.

Como assim?

É difícil explicar, eu sei que você está junto, do meu lado, mas eu não vejo sempre, entende.

Mais ou menos.

Bom, isto não importa, importa é que você está bem.


Ah eu estou bem, isto é verdade, eu gostei tanto de sair daquela casa amarela, eu achei que eu ia ficar lá para sempre, aquela senhora dizia que não sabia como ia me devolver para os meus pais e brigava com o filho dela.

Como assim?


Ela dizia, você não devia ter feito isto.

Isto, o que?

Não sei, mas ela ficava braba às vezes com ele e aí ela balançava mais ainda a cadeira, então eu ficava com medo dela me bater.

Mas ela nunca bateu em você?

Não, mas a cara dela ficava tão braba que eu achava que ela ia me bater.

E o filho dela?

Ele era muito feio e esquisito, eu acho que ele não poderia morar aqui.
Ele era muito estranho, parecia que estava sempre querendo alguma coisa e eu não sabia o que era, eu ficava com medo às vezes.

Dele te bater?

Não, eu acho que ele também não batia em criança, eu só ficava com medo, não sei de que.

Cansei, amanhã a gente fala mais tá?

Tá, eu também estou com sono, dorme bem.












Título: Re: conversando com madeleine
Enviado por: Gigii em 12 de Agosto de 2009, 15:44
Olá Paulo...recebeu esta mensagem recentemente? Foi você que a recebeu?

Fez-me lembrar o comentário de uma amiga do centro onde colaboro: contou ela que a filha dias depois da noticia do rapto disse: mãe a Madie está morta, foi quem a levou que a matou.

Não sabemos não é?

No dia a seguir, nas minhas preces, tentei visualizar o que aconteceu, e "vi" apenas um homem ainda novo, de casaco desportivo em tons de azul (estilo daqueles americanos com letra nas costas), com a madie ao colo.
Confesso que não dei importância, pois não poderia transmitir isso como certeza.
Mas até poderia ser...

Beijitos
Título: Re: conversando com madeleine
Enviado por: paulok166 em 12 de Agosto de 2009, 16:15
Olá Gigi.

Na realidade este contato com a menina Madeleine já tem uns dois anos, se não estou enganado foi em agosto ou setembro daquele ano que ela desapareceu, enfim, fiquei com muito receio de divulgar isto, até porque naquela época os familiares e as pessoas ainda acreditavam que teria sido um simples sequestro.

Infelizmente a menina não está mais conosco desde logo após o seu sequestro, seu assassinato pelo que entendi não foi planejado mas ocorreu em virtude da divulgação que ocorreu, isto transtornou quem a havia raptado e não teriam como viver em qualquer lugar do mundo com a menina sem ela ser reconhecida por todos.

É um fato triste mas que ocorre diariamente mundo afora, poucos tomam a proporção que este caso tomou, então aí tudo ficou mais difícil para quem a tinha raptado.

Vamos nos falando.


Título: Re: conversando com madeleine
Enviado por: Fernando B. em 12 de Agosto de 2009, 18:28
Muito prudente não ter divulgado nada na época Paulo.

Mesmo atualmente, não deve ser facil aos pais aceitar a morte de sua filhinha, pois se não me engano, ainda não encontraram o corpo não é???

Mas espero que se realmente for a garotinha que se comunicou contigo, ao menos este dialogo possa ajudar a policia a encontrar o autor ou os autores de tamanha crueldade!

Fiquem todos com Deus!
Título: Re: conversando com madeleine
Enviado por: demis em 13 de Agosto de 2009, 20:34
isto não será mais um estratagema para ilibar os pais?