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GERAL => Outros Temas => Espiritismo & Jovens => Tópico iniciado por: Victor Passos em 08 de Maio de 2008, 09:20

Título: A FÉ DE UMA CRIANÇA
Enviado por: Victor Passos em 08 de Maio de 2008, 09:20
Muita paz

A FÉ DE UMA CRIANÇA
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Foi na África central. No abrigo improvisado das missionárias, uma mulher entrou em trabalho de parto.

Apesar de todos os esforços da equipe, ela não resistiu e morreu, logo após dar à luz um bebê prematuro.

Sua filhinha de dois anos começou a chorar e não havia o que a pudesse consolar.

Não havia electricidade e, portanto, era complicado manter o bebê vivo sem uma incubadora.

Ele foi colocado em uma caixa e envolto em panos de algodão.

Bem depressa alguém foi alimentar o fogo para aquecer uma chaleira de água para a bolsa de água quente.

Mesmo morando na linha do equador, as noites eram, por vezes, frias e sopravam aragens traiçoeiras.

Logo descobriram que a única bolsa para água quente estava rompida.

“Que fazer?” – pensou a responsável.

Providenciou para que o bebê ficasse em segurança tão próximo quanto possível do fogo. À noite, para protegê-lo das lufadas de vento frio, as moças deveriam dormir entre a porta e o bebê.

Na tarde seguinte, a missionária foi orar com as crianças do orfanato. Para as incentivar à oração, ela fez uma série de sugestões e lhes contou a respeito do bebê.

Explicou a dificuldade em mantê-lo aquecido, sem a bolsa de água quente. Também disse que o bebê poderia morrer de frio.

Mencionou ainda a irmãzinha de 2 anos que não parava de chorar a ausência da mãe.

Então, uma menina de 10 anos se ergueu e orou em voz alta:
 
“Por favor, Deus, manda-nos uma bolsa de água quente. Amanhã talvez já seja tarde, porque o bebê pode não agüentar. Por isso, manda a bolsa ainda hoje. E...  Deus, já que estás cuidando disso mesmo, por favor, manda junto uma boneca para a irmãzinha dele, para que saiba que também a amas de verdade.”
 
A missionária nem conseguiu dizer assim seja. Poderia Deus fazer aquilo?

O único jeito de Deus atender o pedido da menina seria por encomenda de sua terra natal, via correio. Ela lembrou que estava na áfrica central há 4 anos.

Nunca havia recebido uma encomenda postal de sua casa. E mesmo que alguém tivesse a idéia de mandar um pacote, quem pensaria em mandar uma bolsa de água quente, para um local na linha do Equador?

Naquela tarde, um carro estacionou no portão da casa e deixou um pacote de 11 kg.  na varanda.

As crianças do orfanato rodearam o pacote. Quarenta olhos arregalados acompanharam a abertura. Eram roupas coloridas e cintilantes. Havia também ataduras, caixinhas de passas de uva e farinha. E, bem no fundo, uma bolsa de água quente, novinha em folha.

Rute, a garota que pedira a bolsa, na prece, gritou:
 
 “Se Deus mandou a bolsa, mandou também a boneca.”
 
Será? E lá estava ela. Linda e maravilhosamente vestida.

Olhando para a missionária, Rute perguntou:
 
“Posso ir junto levar a boneca para aquela menina, para que ela saiba que Deus a ama muito?”
 
O pacote fora enviado há 5 meses, por iniciativa de uma ex-professora da missionária, que resolveu enviar uma bolsa de água quente, sem mesmo saber porquê.

Uma das suas auxiliares, ao fechar o pacote, decidiu mandar uma boneca.

Tudo isso, cinco meses antes, em resposta a uma oração de uma menina de 10 anos que acreditou, fielmente, que Deus atenderia a sua oração, ainda naquela tarde.

E há quem duvide que Deus é omnipresente e omnisciente!
 
Equipe de Redação do Momento Espírita com base em texto de autoria ignorada, tradução feita pelo Rev. Oscar Lehenbauer e adaptado por Áureo Pinto.
 
www.momento.com.br
 
Título: Re: A FÉ DE UMA CRIANÇA
Enviado por: Mr.Kite em 10 de Julho de 2008, 20:52
Eu ando muito sensível a esse tipo de texto, estou com uma facilidade muito grande de entrar de cara nessas histórias. É incrível o modo de atuação de Deus. Só que vale lembrar que nem sempre o que é bom aos nossos olhos seja realmente bom, e vice-versa.
Abraços!
Título: Re: A FÉ DE UMA CRIANÇA
Enviado por: Victor Passos em 11 de Julho de 2008, 12:08
Ola Mr Kite
Muita paz e harmonia

                     A fé sempre reforça a esperança e  revitaliza a vontade de quem acredita em Deus, em todos os momentos da viv~encia, desde que não sejamos detentores de fanatismo esacerbado, a fé quer-se com valores de razão e bom senso.



" Uma história de Fé "

Quando a revolução comunista, no ano de 1919, criou uma situação política muito ruim, na Rússia, uma extraordinária jovem de apenas 20 anos decidiu abandonar o seu país.

Seu nome era Catarina de Hueck e ficou conhecida somente pelo seu título, a baronesa.

Chegou a Londres grávida do primeiro filho e sem recursos. Um tio que residia na América do norte lhe falou de Nova Iorque, onde a riqueza era tanta que os dólares caíam das árvores e ela foi viver em Nova Iorque.

Trabalhou numa lavanderia onde ganhava oito dólares, dos quais mandava dois para o marido e o filho que tinham ficado no Canadá.

Tentou escrever para jornais, contando casos de guerra da Rússia que tão bem conhecia, mas ninguém se interessou.

Buscou uma instituição de caridade onde foi maltratada e humilhada. Nesse dia, pensou em se suicidar. Dirigiu-se até o rio Hudson e ficou olhando as águas. Foi quando ouviu uma voz: “ei, loirinha, o que você está fazendo aí?” Era um motorista de táxi. “quer que eu a leve para algum lugar?”

Ela respondeu: “não tenho para onde ir, nem dinheiro para pagar o táxi.”

“Diga a verdade”, continuou o homem, “você estava pensando em pular na água. Nota-se pela sua cara de fome.”

Ele a convidou para comer um hambúrguer. Ela desconfiou. Ele insistiu. Era um pai de família e religioso praticante.

Ela foi para a casa dele e passou dois dias com sua família. Depois, ele lhe emprestou dinheiro para pagar a pensão.

Ela voltou a procurar emprego e, no frio da manhã, foi orando: “meu Deus, perdoa-me aquele pensamento de desespero ao lado do rio. Ajuda-me a arranjar um emprego.”

Naquele momento, um vento forte lhe lançou no rosto um pedaço de papel. Era uma folha de anúncios de jornal, pedindo empregadas domésticas.

Catarina se animou. Era a primeira vez que ela via uma resposta a uma oração em vez de vir do céu, vir do chão, trazida pelo vento, num pedaço sujo de jornal.

Ela pensou: “Deus é muito estranho mesmo. Manda motoristas de táxi atrás de uma jovem desesperada, fala na voz dos ventos, e responde até pelo jornal.”

Mais tarde, se tornou rica proferindo conferências pela América, contando a sua história.

Em outubro de 1930 ela fundou as casas da amizade e mais tarde, numa ilha que lhe foi doada, no Canadá, o Madonna House, uma obra que ampara criaturas necessitadas.

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Por mais difíceis que sejam os problemas, jamais pense em desistir. Sempre existe alguém que pode ajudar você. E quase sempre esta pessoa está muito perto.

Olhe, procure, conte a sua dificuldade.

Seja qual for a provação, entregue-se a Deus em confiança. Ele é o caminho.

Aguarde um pouco mais, na fé e o auxílio alcançará você.

Desistir, nunca!


Muita paz
Abraço Amigo

VICTOR PASSOS
 
Título: Re: A FÉ DE UMA CRIANÇA
Enviado por: Mr.Kite em 11 de Julho de 2008, 20:23
Muito legal a história Victor!
No centro que eu freqüênto, me contaram uma história desse tipo com o Dr. Bezerra de Menezes, que estava estudando em uma universidade no Rio de Janeiro, e tinha alguns gastos que seu pai sozinho não podia suprir, e por isso ele dava aulas particulares. No entanto por um período estava sem alunos e conseqüêntemente sem renda, o que o obrigaria a voltar para casa, e ele orou a Deus. Um tempo depois apareceu um jovem lhe perguntando se ele dava aulas particulares, ele naturalmente disse que sim, e o jovem lhe pagou 4 mêses de aula adiantado. O rapaz nunca voltou para assistir nenhuma aula.

Interessante.

Há também outra história sobre Chico Xavier que após o desencarne de um irmão seu que o ajudava nas contas, e era responsável pela conta de luz, no entanto após desencarnar não tinha como pagar, e eu não sei que tipo de emprego era, e se era formal, mas pelo que me parece deveria ser informal, pois Chico se sentiu desamparado e preocupado, pois seu pequeno salário não podia pagar tudo. Após certo desequilíbrio mental, Emmanuel lhe apareceu e pediu para não se preocupar. Após certo tempo um homem bate a porta perguntando se ele era o irmão do desencarnado, Chico respondeu que sim, e o senhor lhe entregou um envelope lhe dizendo que era um dinheiro que devia ao seu irmão. Após abrir o envelope Chico viu que o dinheiro que havia ali era exatamente o valor da conta.

Abraços a todos!