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CONVÍVIO => Off-topic => Convívio => Tópico iniciado por: *Leni* em 01 de Janeiro de 2009, 20:18

Título: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: *Leni* em 01 de Janeiro de 2009, 20:18



“Atrás do trio elétrico só não vai que já morreu...”. – Caetano Veloso
“Atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”...”.

      Ao contrário do que reza o frevo de Caetano Veloso, não são somente os “vivos” que formam a multidão de foliões que se aglomera nas ruas das grandes cidades brasileiras ou de outras plagas onde se comemore o Carnaval.

      O Espiritismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos. Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval.

      Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis. Se antes de compor sua famosa canção o filho de Dona Canô tivesse conhecido o livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ditado ao médium Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, talvez fizesse uma letra diferente e, sensível como o poeta que é, cuidaria de exortar os foliões “pipoca” e aqueles que engrossam os blocos a cada ano contra os excessos de toda ordem. Mas como o tempo é o senhor de todo entendimento, hoje Caetano é um dos muitos artistas que pregam a paz no Carnaval, denunciando, do alto do trio elétrico, as manifestações de violência que consegue flagrar na multidão.

      No livro citado, Manoel Philomeno, que quando encarnado desempenhou atividades médicas e espiritistas em Salvador, relata episódios protagonizados pelo venerando Espírito Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados em desequilíbrios.

      Philomeno registra, dentre outros pontos de relevante interesse, o encontro com um certo sambista desencarnado, o qual não é difícil identificar como Noel Rosa, o poeta do bairro boêmio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, muito a propósito, integrava uma dessas equipes socorristas encarregadas de prestar atendimento espiritual durante os dias de Carnaval.

      Interessado em colher informações para a aprendizagem própria (e nossa também!), Philomeno inquiriu Noel sobre como este conciliava sua anterior condição de “sambista vinculado às ações do Carnaval com a atual, longe do bulício festivo, em trabalhos de socorro ao próximo”. Com tranqüilidade, o autor de “Camisa listrada” respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando “sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições”.

      No entanto, a obra musical de Noel Rosa cativara tantos corações que os bons sentimentos despertados nas pessoas atuaram em seu favor no plano espiritual; “Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, minha memória gerou simpatias e a mensagem das músicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros sítios de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas”.

      Como acontece com todo espírito calceta que por fim se rende aos imperativos das sábias leis, Noel conseguiu, pois, descobrir “que é sempre tempo de recomeçar e de agir” e assim ele iniciou a composição de novos sambas, “ao compasso do bem, com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa Vila de amor infinito...”.

      Entre os anos 60 e 70, Noel Rosa integrava a plêiade de espíritos que ditaram ao médium, jornalista e escritor espírita Jorge Rizzini a série de composições que resultou em dois discos e apresentações em festivais de músicas mediúnicas em São Paulo.

      O entendimento do Poeta da Vila quanto às ebulições momescas, é claro, também mudou:
- “O Carnaval para mim, é passado de dor e a caridade hoje, é-me festa de todo, dia, qual primavera que surge após inverno demorado, sombrio”.

A carne nada vale:

      O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra.

      Em seu lugar, então, predominarão a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real, com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade. A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia; na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana.

      Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta, o de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos, em suma.

      Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade, “sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval”.

      Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento.

      Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.

Processo de loucura e obsessão:

      As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras. Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”.

      Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

      Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.

      Há dois mil anos. Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas “milagrosas” de que se ocupam os evangelhos. Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e conseqüências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos. Conforme configurado na primeira obra da Codificação – O Livro dos Espíritos -, estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis: “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?”, pergunta o Codificador, para ser informado de que “a esse respeito sua (dos espíritos) influência é maior do que credes porque, freqüentemente, são eles que vos dirigem”. Pode parecer assustador, ainda mais que se se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.

      Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma freqüência de pensamento, também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus. Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a praticada caridade desinteressada. Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de “o médico dos pobres” e hoje é reverenciado no meio espírita como “o apóstolo da caridade no Brasil”.

Fonte:
Revista Visão Espírita.

 
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Georgi em 07 de Janeiro de 2009, 13:57
O espiritismo nos ensina, a não julgar e acredito que todas as melodias tristes ou alegres,  representam momentos que aqui passamos. como no caso citado Noel Rosa. quem nunca sofreu de amor? e se deparou com alguns de seus poemas. quantos estão no carnaval para simplesmente se divertir? quantos que não gostam da festa e se prostituem? quantos homens de "bem" no seu dia a dia defloram garotas? acredito sim, que existe espíritos do lado escuro atrás do trio e os espíritos de bens, onde estão?
não querendo criar nenhuma polemica, sendo um ignorante no assunto. gostaria de entender melhor. disse Chico, Lembremo-nos de que o homem interior se renova sempre. A luta enriquece-o de experiência, a dor aprimora-lhe as emoções e o sacrifício tempera-lhe o caráter. O Espírito encarnado sofre constantes transformações por fora, a fim de acrisolar-se e engrandecer-se por dentro.

abraços fraternos.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: evandroespindola em 07 de Janeiro de 2009, 23:28
era que tudo não é uma questão de otica?
não seria tudo conforme a verdadeira intenção que ha por tras de cada pensamento,que acaba virando atitude?
sera que todo mundo que gosta de carnaval,sem realmente se prostituir ou fomentar o sensualismo,ou mesmo o sexo estaria nessa faixa vibratoria tão baixa assim?
acho que se deve levar em consideração outros pontos antes de generalizar ou julgal qualquer um antes de conhecer verdadeiramente seu interior ,suas intenções e tudo mais
longe de mim criar polemicas,pois tambem sou ignorante no assunto
acho que tudo se pode,mas nem tudo nos convem
ha pessoas e pessoas
todos estamos no mesmo patamar evolutivo
estamos todos num mundo de provas e expiações por conta de nosso teor vibracional
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: hcancela em 08 de Janeiro de 2009, 11:02
Olá amigos(as)

Tudo está certo no tempo e no espaço.
As coisas não sou más(carnaval,sexo,etc,etc,etc).
O nosso problema é os excessos,fruto da nossa fraca evolução espiritual.
Mas sabem ,o passado já foi pior,e,o futuro será melhor.



SAUDAÇÕES FRATERNAS
CANCELA
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Georgi em 08 de Janeiro de 2009, 15:16
Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis.
Ola irmãos, pois vejo, nesse texto, acima citado afirmando grande parte das pessoas. Isso ñ é um julgamento? Mas, uma vez informo sou um ignorante no assunto. Meu interesse mesmo é aprender o Maximo.
Abraços fraternos.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: evandroespindola em 08 de Janeiro de 2009, 16:28
Olá amigos(as)

Tudo está certo no tempo e no espaço.
As coisas não sou más(carnaval,sexo,etc,etc,etc).
O nosso problema é os excessos,fruto da nossa fraca evolução espiritual.
Mas sabem ,o passado já foi pior,e,o futuro será melhor.
brilhante rsposta
concordo plenamente com voce
tudo depende do uso



SAUDAÇÕES FRATERNAS
CANCELA
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Diegas em 09 de Janeiro de 2009, 08:59
Isso ñ é um julgamento?

Olá, Georgi.

Constatar um fato não representa necessariamente um julgamento, assim como um local infestado de crocodilos não nos livra de algumas dentadas.

Na verdade, o Carnaval é o catalisador psíquico dos piores desejos e recalques do homem; é o nivelador das fronteiras sociais. Confunde o palhaço inato com o cidadão de bons costumes, pois ambos se disfarçam sob a mesma fantasia.


Abç
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Georgi em 09 de Janeiro de 2009, 19:25
Isso ñ é um julgamento?

Olá, Georgi.

Constatar um fato não representa necessariamente um julgamento, assim como um local infestado de crocodilos não nos livra de algumas dentadas.

Na verdade, o Carnaval é o catalisador psíquico dos piores desejos e recalques do homem; é o nivelador das fronteiras sociais. Confunde o palhaço inato com o cidadão de bons costumes, pois ambos se disfarçam sob a mesma fantasia.


Abç
Com a franqueza agressiva, embora tocada de boas intenções, não serás portador do auxílio que desejas, conseguindo gerar tão somente o desespero e a indisciplina.

Não será com o elogio público ou com a acusação aberta que ajudarás ao companheiro; quase sempre, o louvor humano é uma pedra no caminho e a queixa, habitualmente, é uma crueldade.

Sorrisos e palavras podem estar simplesmente na máscara. Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.

Cultivemos a brandura sem afetação; e a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável, para compreender e ajudar, usando situações e problemas, circunstâncias e experiências da vida, para elevar nosso espírito eterno ao templo da luz divina.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Escrínio de Luz. Ditado pelo Espírito Emmanuel. O Clarim.
tenho certeza que esta é a melhor forma de nos comunicarmos. como disse quero aprender.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Diegas em 09 de Janeiro de 2009, 20:11
Na China dizia-se da crítica: O crítico é um burro amestrado que pretende ensinar os burros não amestrados'

Não há mínima afetação ou envaidecimento de minha parte em fazer essa citação, e muito menos em colocar a minha crítica ao Carnaval. Se a Doutrina Espírita ensina a não julgar, ela me permite não ser conivente com as bizarrices humanas. Por isso gozo do livre-arbitrio, e semearei aquilo que plantar.



Abç
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Georgi em 09 de Janeiro de 2009, 21:04
Na China dizia-se da crítica: O crítico é um burro amestrado que pretende ensinar os burros não amestrados'

falam na china! A gente todos os dias arruma os cabelos: por que não o coração?
abraços fraternos.

Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: evandroespindola em 10 de Janeiro de 2009, 01:14

gente,todo mundo pode tudo
depende do uso que se faz
livre arbitrio,responsabilidade,ação e reação,e tudo mais
tudo podemos,mas nem tudo nos convem
as veses hoje condenamos mas e o ontem?
sera que alguem por aqui trabalha como medium e ja se deparou frente a frente com desafetos do passado e tiveram a coragem de ouvir esse desafeto falar o que acha de nos ou que fizemos no passado?
mas isso frente a frente
sera dificil ainda ver o lado bom das coisas ainda pra voces?
ou sera que nimguem aprendeu ainda a utilidade da dor ,essa dor que é fundamental no alicerce da vida plena que estamos todos almeijando um dia?
todos estamos praticamente no mesmo plano,ainda sequer tiramos o pé da lama
caminhamos com luz emprestada
e mesmo assim ainda temos a coragem de criticar ou mesmo julgar as atitudes alheias
com que base?
não foi o proprio jesus que disse que quem estiver sem pecados que atire a primeira pedra
acho que é preciso procurar o lado bom das coisas
sempre todas elas tem com certeza
basta tirar a trave do olho de vez em quando
querem um exemplo?
alguem sabe quantos empregos essa festa gera?
alguem conhece a estrutura por tras dessa festa?
quantas crianças do morro aprendem artesanato nos barracoes das escolas de samba,livrando assim do sub mundo das drogas e prostituição
alguem lembrou disso?
acho que é melhor nos todos que se entitulamos espiritas pensar um pouco nisso
administramos uma obra que não nos pertence
e porque não pensar positivo?
ja bastão os noticiarios que só mostram violencia
as coisas boas ninguem vê né?
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Georgi em 10 de Janeiro de 2009, 02:31

gente,todo mundo pode tudo
depende do uso que se faz
livre arbitrio,responsabilidade,ação e reação,e tudo mais
tudo podemos,mas nem tudo nos convem
as veses hoje condenamos mas e o ontem?
sera que alguem por aqui trabalha como medium e ja se deparou frente a frente com desafetos do passado e tiveram a coragem de ouvir esse desafeto falar o que acha de nos ou que fizemos no passado?
mas isso frente a frente
sera dificil ainda ver o lado bom das coisas ainda pra voces?
ou sera que nimguem aprendeu ainda a utilidade da dor ,essa dor que é fundamental no alicerce da vida plena que estamos todos almeijando um dia?
todos estamos praticamente no mesmo plano,ainda sequer tiramos o pé da lama
caminhamos com luz emprestada
e mesmo assim ainda temos a coragem de criticar ou mesmo julgar as atitudes alheias
com que base?
não foi o proprio jesus que disse que quem estiver sem pecados que atire a primeira pedra
acho que é preciso procurar o lado bom das coisas
sempre todas elas tem com certeza
basta tirar a trave do olho de vez em quando
querem um exemplo?
alguem sabe quantos empregos essa festa gera?
alguem conhece a estrutura por tras dessa festa?
quantas crianças do morro aprendem artesanato nos barracoes das escolas de samba,livrando assim do sub mundo das drogas e prostituição
alguem lembrou disso?
acho que é melhor nos todos que se entitulamos espiritas pensar um pouco nisso
administramos uma obra que não nos pertence
e porque não pensar positivo?
ja bastão os noticiarios que só mostram violencia
as coisas boas ninguem vê né?

Irmão Evandro, vc falou como um verdadeiro espírito. e é assim que servimos o Senhor, agradeço pelo ensinamento e a leveza das suas palavras. como disse, sou um aprendiz.
muita luz a todos.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: evandroespindola em 10 de Janeiro de 2009, 02:47

gente,todo mundo pode tudo
depende do uso que se faz
livre arbitrio,responsabilidade,ação e reação,e tudo mais
tudo podemos,mas nem tudo nos convem
as veses hoje condenamos mas e o ontem?
sera que alguem por aqui trabalha como medium e ja se deparou frente a frente com desafetos do passado e tiveram a coragem de ouvir esse desafeto falar o que acha de nos ou que fizemos no passado?
mas isso frente a frente
sera dificil ainda ver o lado bom das coisas ainda pra voces?
ou sera que nimguem aprendeu ainda a utilidade da dor ,essa dor que é fundamental no alicerce da vida plena que estamos todos almeijando um dia?
todos estamos praticamente no mesmo plano,ainda sequer tiramos o pé da lama
caminhamos com luz emprestada
e mesmo assim ainda temos a coragem de criticar ou mesmo julgar as atitudes alheias
com que base?
não foi o proprio jesus que disse que quem estiver sem pecados que atire a primeira pedra
acho que é preciso procurar o lado bom das coisas
sempre todas elas tem com certeza
basta tirar a trave do olho de vez em quando
querem um exemplo?
alguem sabe quantos empregos essa festa gera?
alguem conhece a estrutura por tras dessa festa?
quantas crianças do morro aprendem artesanato nos barracoes das escolas de samba,livrando assim do sub mundo das drogas e prostituição
alguem lembrou disso?
acho que é melhor nos todos que se entitulamos espiritas pensar um pouco nisso
administramos uma obra que não nos pertence
e porque não pensar positivo?
ja bastão os noticiarios que só mostram violencia
as coisas boas ninguem vê né?

Irmão Evandro, vc falou como um verdadeiro espírito. e é assim que servimos o Senhor, agradeço pelo ensinamento e a leveza das suas palavras. como disse, sou um aprendiz.
muita luz a todos.

irmão querido
obrigado por suas palavras
mas somos todos iguais perante o pai
todos somos carentes de misericordia divina
o que disse foi o que presenciei e senti
estou aprendendo ainda
mal sai da escuridão que me consome ainda a alma
forte abraço querido irmão
obrigado pelo carinho
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: blu em 11 de Janeiro de 2009, 06:08
Sem bulir no lado espiritual da questão, mas uma "celebração" onde as pessoas fazem questao de perder o equilibrio emocional, pisando nos pes umas das outras, gritando  qualquer coisa pelas ruas, inclusive obscenidades, empurrando, batendo, molhando, fazendo caras e bocas num esgar frenetico ao som de uma música que eu peço licença de chamar de infernal tamanha a altura dos decibéis. Incômodo.
Fora os vapores exalados pela aglomeração que lembram uma casa de carne suina. Desculpem me os foliões, eu não compartilho dessa.. demonstração de alegria.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Isis Maria em 21 de Janeiro de 2009, 10:45
Bom dia irmãos, compartilho com voces, um artigo sobre o carnaval:
Boa leitura!!!!


Autor:
Chico Xavier (médium)
Emmanuel (espírito)

Fonte:
Revista Reformador
Publicação da FEB
02/1987



Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer apologia da loucura generalizada que adormece as consciências nas festas carnavalescas.  É lamentável que na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhes a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhes as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com os títulos da civilização. Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.

Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e às vezes toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.

É estranho que as administrações e elementos de governos colaborem para que se intensifique a longa série de lastimáveis desvios de espíritos fracos, cujo caráter ainda aguarda o toque miraculoso da dor para aprender as grandes verdades da vida.

Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidades e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifique o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.

Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.  Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras.  Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem?  Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro de suas possibilidades, para que possamos reconstituir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.

É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.
   
abraços
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Georgi em 21 de Janeiro de 2009, 13:11
É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.

gostei, fez uma ótima pesquisa, Isis.

muita luz a todos
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: *Leni* em 27 de Janeiro de 2009, 00:57




Seria excelente se todos os ESPÍRITAS lessem esse texto do Emmanuel.
 
O ESPÍRITA FRENTE AO CARNAVAL.
 
O espírita, jamais deverá reclinar-se as atitudes de omissão, frente aos excessos de qualquer matiz, tampouco se confraternizar com o império fugidio do erro. Vianna de Carvalho

Estudioso e convicto de sua função ante o seio das sociedades, coerente com as imperfeições que ainda tem por reestruturar, o aprendiz da ramagem espírita sabe que as imprudências que observa nos outros, são muitas vezes companheiros mui conhecidos de seu próprio passado de erros clamorosos.
Por tal motivo, cremos que não deve o neófito do aprendizado cristão renovador, enclausurar-se em grupelhos de discussões indevidas, onde abunde a critica mesquinha aos atuais pupilos de Momo.
 
Da mesma forma não deverá obnubilar-se em “retiros” improdutivos a fim de afastar-se da “invasão” das trevas.
Deverá sim aproveitar o período muita vezes dedicado às bebedeiras e ao sexo libertino, em atitudes sóbrias de acordo com os preceitos crísticos.

Diante dos múltiplos chamamentos feitos aos “jovens” caberá aos pais e evangelizadores, orientar quanto ao mau direcionamento da alegria, e entender que boa parte dessas ‘descobertas “são períodos passageiros que tendem a diminuir sua influencia, quando o” jovem “encontra nos pais, exemplo férreo e honesto. Haja vista que muitos pais acreditando-se encobertos pelas horas da madrugada, dão-se a bisbilhotar os bailes televisivos onde mulheres se apresentam em condições de fêmeas ofertadas em atacado e varejo, ou de homens que se aniquilam moralmente na condição de travestis-caricatos, que se apresentam de forma ridícula perante sua própria e respeitável condição (opção) homossexual.
 
Sem descrevermos ainda, heterossexuais, que malbaratam-se na caça a presa (seja ela qual for).

O espírita consciente sabe que também ele, um dia já freqüentou as bacanais romanescas, as transgressões das monarquias franco-lusitanas, as explorações da escravidão negra e moura, alem do celibato hipócrita das abadias da mentira, múltiplos erros de épocas passadas que a memória atual, por benesse divina, muitas vezes não consegue registrar.
 
Entende o espírita convicto que aquele que possui “telhado de vidro”, não atira pedras na casa alheia.
 
Lembremos do ensinamento do Cristo na passagem da mulher chamada “adultera”, e veremos que frente à própria consciência pecadora (que ainda vive em todos em a Terra), os acusadores que ali estavam, fastaram-se envergonhados devolvendo as pedras ao chão, a condição de magistrado da moral alheia é tal como a espada de Dâmocles, prestes a cair sobre a cabeça impura.
 
Dir-se-á então:
o que fazer?
 
Cremos ser de grande valia o “arregaçar as mangas” indo de encontro ao trabalho.
 
Aproveitar então os dias de folia, para: reavaliar o próprio momento espiritual, promover reuniões de estudo e prece nas casas espíritas, edificar visitas fraternas entre os companheiros de jornada, traçar planos de novas obras, manter as tarefas de assistência, deleitar-se com as belezas da natureza, recomendar prece aos que viajam, e orar pelos que optam por caminhos obscuros, orando ainda por aqueles que deixarão a Terra em condições dolorosas, sabendo, contudo, que “Deus é por nós” portanto, “quem será contra nós?”
 
Emmanuel – Chico Xavier.




Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: hcancela em 27 de Janeiro de 2009, 14:49
Olá amigos(as)

Tudo está certo no tempo e no espaço.

O espirita ,ou que se diz espirita,deve sempre procurar exemplificar como se deve comportar em sociedade(pelo menos tentar,porque não somos melhores que ninguem)desviando-se sem criticar,alguns comportamentos que a sociedade em si ,diz que podemos fazer,porque é festa.etc...Lembremo-nos de Paulo de Tarso,;tudo nos é licito fazer,mas nem tudo nos convém.Nos momentos de maior aflição(tentação)oremos para que o Senhor nos auxilie a fujir das( más influências) e podermos ter pelo menos o bom senso de não exagerar,sem termos graves pertubações futuras.

SAUDAÇÕES FRATERNAS
CANCELA
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: procura em 27 de Janeiro de 2009, 16:43
Boa tarde irmãos

Julgo que de tudo aquilo que já foi aqui escrito, podemos concluir que o Carnaval não será das melhores festas a participar. Claro qu e todos somos livres de agir como achamos melhor, mas a colheita terá de ser feita.
Se podemos concluir que é sempre local de más vibrações, será necessário expormo-nos a elas, e sofrer a sua influência negativa.
Uma coisa é aceitar os outros e compreende-los, outra coisa é aceitar no mundo espirita determinado tipo de comportamentos prejudiciais.
Especialmente quando se colabora com o trabalho espiritual de uma forma consciente há que ter bom senso e evitar determinados comportamentos.

Divaldo e Raul Teixeira deram uma palestra em Lisboa no final do ano passado. Raul Teixeira bem que nos puxou as orelhas pelos comportamentos menos de acordo com a doutrina.

Irmãos, muitas vezes somos tentados a aceitar alguns comportamentos em nome da tolerância, mas muitas vezes são armadilhas para nos levarem ao inicio de uma obsessão, que muitas vezes se torna colectiva nos centros.


Não me levem a mal pela opinião dada, e eu não sou melhor que ninguém, e falho constantemente. Mas temos de nos alertar uns aos outros e tentar discernir o que é correcto ou não, para não vacilar-mos no caminho da nossa modificação interior.


Muita Paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Tolomei em 27 de Janeiro de 2009, 16:54
Tudo depende da intenção da pessoa - posso ir a um templo religioso e levar o inferno comigo - posso ir a um presídio pisiquiatrico e levar o céu comigo... , para quem quiser estudar o tema , sugiro o Livro Espírita Nas Fronteiras da Loucura - Divaldo Franco / Manoel Philomeno de Miranda. Acho que tem download gratuito deste livro na internet. Este livro relata vários casos de socorro espiritual que acontencem no plano espiritual durante uma semana de Carnaval ocorrido no Rio de Janeiro. Não quer dizer que estes problemas acontecerão conosco se formos a alguma festa parecida , mas que ocorrem ...é um fato , e o plano espiritual está atento a tudo, socorrendo quem pode e quem merece. Abraços,
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: *Leni* em 01 de Fevereiro de 2009, 19:40



É muito freqüente a pergunta:
“- o que o Espiritismo acha desta festa popular?”

Na verdade o Espiritismo significa o estudo do Espírito e por conseqüência a sua relação com o meio, inúmeros temas do nosso cotidiano não foram abordados diretamente por Kardec, até mesmo pela inexistência dos mesmos na época da codificação, no entanto, sabendo que o conhecimento e os costumes não param o próprio Kardec anteviu que outros conceitos se formariam. Estes conceitos podem ser chamados de espíritas quando vão de encontro às bases da codificação.

Em relação aos temas polêmicos haverá sempre o não entendimento da essência espírita e por isso haverá opiniões divergentes. Vamos colocar alguns pontos para que se possa refletir sobre o período que passou.

O Carnaval tem sua origem nas festas do antigo Egito em devoção ao deus Osíris. Festas periódicas que também ocorriam na Grécia e Roma. Na versão mais moderna o Carnaval se consolidou com a festa que antecedia 40 dias da quaresma - um período em que era comum o jejum e adoração aos deuses.. Carnaval significa: “carne pode” se estendesse para gula pode, música pode, sexo pode, dança pode, enfim aos prazeres da “carne”, entendido por Kardec como os prazeres do Espírito numa condição inferior. Cada nação tinha a característica mais marcante.

No Brasil o Carnaval chegou em 1641 -foi uma semana de comemoração a D. João VI e pouco a pouco a comemoração anual foi se consolidando no calendário. Muitos anos se passaram os conceitos religiosos mudaram, a civilização é dominante, as regras sociais avançaram, mas a expressão “tudo pode” ainda se adequa perfeitamente a esta festa no nosso país.

Assim como antes, o Carnaval ganha características regionais, ritmos variados, expressões distintas, no entanto os ingredientes que compõem esta época, dita tão alegre, são os mesmos: exibição de corpos que impressionam fortemente os impulsos humanos, porque não dizer impulsos animais, a sedução é temática constante, a exposição do magnífico corpo humano a situações extremas de resistência, a ilusão da riqueza, do poder e do luxo.

O alcoolismo, o tabagismo, as drogas ilícitas completam o tempero - parece que todos podem se entregar aos prazeres freados pela sociedade durante os outros 360 dias do ano. Ainda há aqueles que adiam ou esquecem seus problemas, afinal é Carnaval.

O comércio pára, a indústria pára, a escola pára, até alguns Centros Espíritas param, para que os foliões satisfaçam a sede do prazer.

O Espiritismo esclarece que o pensamento altera o meio, atrai pensamentos semelhantes.

- Por que o Espiritismo será a base da mudança no planeta?

- Porque promoverá uma silenciosa revolução na humanidade A REVOLUÇÃO DO AMOR   despertará os valores morais estimulando, levando pessoas a pensarem com otimismo, com tolerância, com amor e assim mudaremos a atmosfera, ela ficará suave como é a nossa constituição íntima.

Agora podemos imaginar como fica esta atmosfera quando milhões e milhões de pessoas estão sintonizadas na sedução, sexo desvairado, e todos outros fatores que relatamos.

A televisão se rende e leva as festas carnavalescas como ponto alto em sua programação influenciando, ainda mais, as mentes invigilantes. Até as campanhas bem intencionadas contribuem para esta realidade, os adolescentes e todos escutam que no Carnaval todos devem usar camisinha, mostre que você cresceu.

- Qual a mensagem que fica retida na frágil imaginação?
- Que no Carnaval está tudo liberado?


A tônica faz que muitos sintonizem nas vibrações grosseiras oferecendo campo para a aproximação e ligação com Espíritos sedutores e mal intencionados.

Como esquecer de uma das lições da coleção André Luiz, em que o autor descreve a migração de falange de Espíritos trevosos, mais parecendo sombras se aproximarem das cidades brasileiras em um carnaval? Como diz André Luiz o ar fica irrespirável.

- Dadas estas considerações o que podemos concluir é que o Espiritismo acha do Carnaval?

- Não acha nada, esclarece quais são as conseqüências dos atos, deixando para nós escolhermos os caminhos. Alguém convida para um baile.

Pode ser perguntado:
- O que vou encontrar num baile, como estará o ambiente?

E para sentirmos o que isto pode significar vamos trazer para impressões visuais e comparar.

Se alguém diz tem uma árvore muito boa em um bairro tal. O fruto dela é delicioso. Sabendo que neste bairro há criminosos, que há grupos de drogados, há prostituição você iria para esse bairro mesmo se sua intenção era só pegar a fruta?

- Se arriscaria para pegar algo tão inofensivo?

Pois bem, nos bailes de Carnaval não há como não ter a presença de Espíritos encarnados e desencarnados com mentes muito poluídas, transformando um ambiente asfixiante para aquele que já passou a sentir o ar do equilíbrio.

Há alguns que dizem:
Participei das festas para dar meu testemunho, numa técnica muito comum, a da justificativa para os atos.

- Testemunho para que?

- Para quem está alcoolizado, para os interessados no sexo irresponsável, para os que querem e são autorizados a satisfazer suas paixões mais intrínsecas?

Ao se sentir atraído por uma festa assim cabe um momento para pensar:

- Quais são as verdadeiras intenções?
- O que se está buscando na realidade?


É claro que há o outro lado também.

Há uma lição belíssima no “Evangelho Segundo o Espiritismo” chamada o homem no mundo, do autor autonomeado “um Espírito protetor”, nos lembra que fomos chamados a entrar em contato com Espíritos de natureza diferentes, que o enclausuramento não é medida de evolução.

Haverá situações em que festas, badalações estarão presentes e a negação constante impedirá o convívio com aqueles que se relacionam. Há festa de carnaval menos agressivas, e sempre valerá a análise da situação.

Recordemos o último parágrafo:
É importante não ferir qualquer pessoa, incluindo constrangimento.

Outro ponto para refletir é:
O que elegemos os fatores que caracterizam a felicidade,
O que eu preciso fazer para ser feliz.

Quanto mais grosseiros são estes fatores maior o trabalho no caminho da conquista interior.

Para concluir lembramos como o planeta já está em processo de mudança, há muitas pessoas que aproveitam este feriado para promover encontros como a CONRESPI.

Estes encontros e os trabalhos nos Centros oferecem material humano necessários para as atividades dos Espíritos Superiores numa época tão atribulada.

PEDRO HERBERT C. ONOFRE
Ribeirão Preto, SP.




Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: *Leni* em 06 de Fevereiro de 2009, 19:09




CARNAVAL E ATUALIDADES PSIQUIÁTRICAS
 
PROBLEMAS PSIQUIÁTRICOS DO CARNAVAL.
 
Para as pessoas normais o carnaval é uma festa propícia à afetividade, pois permite e provoca uma saudável liberação da alegria e do bem estar. Entretanto para as pessoas predispostas ou mentalmente anormais ele se constitui em perigosa oportunidade de extravasamento de descargas patológicas ou se transforma num período excitante capaz de por em marcha uma reação neurológica ou uma psicose latente.
         
Analisando o Carnaval como época propiciadora dos impulsos patológicos, podemos citar algumas anormalidades freqüentemente observadas nessa época, e que servem de material e crônica policial. 
 
É assim que verificamos certas personalidades psicóticas que carregam em si mesmas o desejo sádico de martirizar e fazer sofrer as outras pessoas, e  utilizam drogas cáusticas de grande poder corrosivo para cegar ou deformar os seus semelhantes que se acham entregues a uma sadia alegria. 
 
Observamos também que todos aqueles doentes portadores de taras sexuais inconfessáveis se aproveitam da oportunidade do Carnaval para descarregar os seus condenáveis impulsos. 
 
• Homossexuais -
Libertos pela facilitação da censura se exibem e procuram realizar abertamente todos os atos que praticaram durante o ano sob os mais diferentes disfarces. 
 
• Sádicos estupradores -
Se aproveitam da oportunidade para embriagar suas vítimas e obter a satisfação de instintos bestiais.
 
• Psicopatas sexuais -
Com exclusiva inclinação para crianças agem furtivamente realizando seus intentos.
 
• Exibicionistas -
Freqüentemente débeis mentais ou dementes encontram no Carnaval a possibilidade de descarregar suas manifestações mórbidas. 
 
• Esquizofrênicos crônicos -
Que escolhem as mais estranhas e bizarras atitudes para exibir as suas anormalidades. 
 
• Epiléticos excitados -
Pelos ruídos e pelas luzes perdem o controle de seus atos, tornando-se perigosos e terrivelmente agressivos. 
 
• Toxicomaníacos de todas as categorias -
Fazendo uso excessivo do álcool, maconha ou éter penetram nas sombras da anormalidade mental e como verdadeiros loucos extravasam seus impulsos e instintos causando os maiores sofrimentos à coletividade que se diverte.
 
•  Personalidades psicopáticas -
Em seus diferentes matizes se aproveitam da oportunidade para descarregar as maquinações de suas mentes doentias.
 
Além dessas manifestações patológicas de psicopatas definidos, o Carnaval se pode constituir em um período prejudicial à saúde mental daqueles que são portadores de neuroses ou de psicoses latentes.
 
E é exatamente por esse motivo que após o Carnaval assistimos um aumento considerável na densidade de população dos hospitais psiquiátricos. Durante os festejos desse período do ano, inúmeras pessoas debilitadas por uma má alimentação ou por uma doença orgânica qualquer se excedem em bebidas alcoólicas e se extenuam fisicamente ao dançar horas seguidas, precipitando-se num total desequilibro nervoso.
 
Outras, atingidas por dramas psicológicos, conseqüentes à facilitação geral em que se vêem envolvidas, sucumbem após o Carnaval nos mais terríveis conflitos, em conseqüências dos atrozes sentimentos de culpa.
 
Enfim, após o Carnaval, começa o desfile das conseqüências psicológicas que o mesmo provocou.
 
Observamos então: 
 
•   Os atingidos pelas psicoses sintomáticas em estado de desorientação e confusão mental como resultado dos tóxicos que absorveram, e que passam longos meses para se restabelecerem;
 
•   Os que se envolveram em terríveis complicações psicológicas, atingidas pelo sentimento de culpa, penetram em profundas depressões que exigem demorados cuidados psicológicos;
 
•   Os que se deixaram perturbar pela iluminação luminosa e pelos ruídos, para os quais é necessária uma correção de atividades elétrica-cerebral; 
 
•  Os que passam a apresentar um estado de angústia permanente resultante do esgotamento nervoso e que exigem cuidados psiquiátricos; 
 
•   E mais uma dezena de outros casos e de outros problemas surgidos, sobre os quais não desejamos insistir.
 
O Carnaval encerra problemas psiquiátricos como conseqüentes da libertação de psicopatias durante os seus  festejos, como é também capaz de provocar em pessoas predestinadas, psicoses confusionais, depressões e angústias. 
 
Daí a necessidade de uma maior divulgação de suas conseqüências como uma mais correta fiscalização, para que as pessoas normais e comedidas, possam realizar suas comemorações sem que se impliquem nas barras das doenças mentais.
 
Dr. Luiz Inácio de Andrade Lima Neto.
Do INSTITUTO DE PSIQUIATRIA DO RECIFE.




Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Marden em 09 de Fevereiro de 2009, 17:33
Pra quem acredita na autenticidade e na seriedade dos Autores, Manoel Phlomeno de Miranda ( espiritual ) e Divaldo Franco ( médium ); basta ler a série e tirar suas próprias conclusões, sobre benefícios e malefícios do carnaval.

Uma mobilização gigantesca no plano espiritual acontece nesta época, para prestar socorro às vitimas da alegria... (... alegria ? ).

Existe um número impensável de formas de nos divertirmos, inclusive  formas saudáveis.
Questão de opção....
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: *Leni* em 15 de Fevereiro de 2009, 02:29



Salomão em Eclesiastes (Velho Testamento) afirma que “Não há nada de novo debaixo do sol”. Essa afirmativa, que é perfeita à luz da Doutrina Espírita, deixa claro que a Lei de Deus é sempre a mesma e o que muda é a nossa compreensão dessa Lei através da evolução espiritual da criatura, abrangendo tanto os avanços morais como os avanços intelectuais.

Obviamente, essa análise ganha um significado muito mais profundo quando compreendemos que as oportunidades reencarnatórias vão permitindo aos mesmos Espíritos do passado reaprender velhos conceitos e renovar propostas existenciais com novos aprendizados.

Se, portanto, sabemos que as Leis Universais sempre foram as mesmas, as palavras de Jesus quando afirma que “O sábado foi criado para o homem e não o homem para o sábado” ganham um sentido ainda mais abrangente, pois muito antes de existir um dia terráqueo chamado “sábado” (que é um dia da semana de uma definição temporal que só serve para o planeta Terra, e não para as “Outras Moradas da Casa do Pai”), já existiam o homem, Deus, e suas leis.
Dito isso, as chamadas datas comemorativas e até mesmo os conhecidos “Dias Santos” não apresentam em sua essência um significado mais profundo já que todos os dias são santos em vista de sempre sermos convidados pela Lei de Amor a realizar a nossa parte na Obra da Criação. Esta participação na Obra de Deus é um dos principais objetivos da reencarnação como está registrado em O Livro dos Espíritos, nas questões 132 e 133. Aliás, definir um dia ou um local como sagrado não deixa de ser uma arrogância do homem, pois Deus construiu toda uma Obra de Amor que é inteira sagrada. 

A presente análise pode chocar alguns, mas é algo perfeitamente lógico. O próprio “Sábado”, a que Jesus se refere, foi trocado pela Igreja Católica para homenagear o dia da ressurreição do Mestre que teria sido em um Domingo. Ora, os “Dez Mandamentos” não são taxativos quanto ao Sábado?! É uma boa oportunidade para lembrar-se do Apóstolo Paulo que asseverava que “A letra mata e o espírito vivifica”. Infere-se daí que se eu quiser “guardar” a Quinta-feira, tudo bem. E se eu quiser guardar 1 hora em cada dia da semana?! Tudo certo. Enfim, o ideal seria que mantivéssemos o “Vigiai e Orai” continuamente, mesmo durante as atividades mais relacionadas à vida material, que é o verdadeiro sentido do famigerado “Guardar o Sábado”.

Neste contexto, o Espiritismo como grande libertador das consciências obnubiladas por séculos e séculos de lavagem cerebral no campo religioso vem desmitificar e desmistificar lendas, convencionalismos, tradicionalismos, condicionamentos, rituais, magias e mistérios que não apresentem uma justificativa racional para existir. Assim sendo, “O Consolador Prometido por Jesus”, nos propondo uma visão racional e profunda dos verdadeiros significados da Vida e do Tempo, nos desperta a responsabilidade perante todas as oportunidades com que o Pai nos favorece sempre.

Portanto, se não podemos nos isentar dessa análise crítica quanto aos chamados “Dias Santos”, o que diremos de feriados dedicados ao culto de vícios e orgias de todos os teores que infelizmente são considerados por instituições ditas religiosas, como datas “importantes” no calendário cristão?!

Indiscutivelmente, o chamado “Carnaval” de longe é a maior aberração em matéria de datas “religiosas”. Aliás, “Carnaval” significa “Festa da Carne”, o que é uma expressão deveras contundente, uma vez que o próprio Jesus, advertindo os apóstolos no Getsêmani, dissera: “O espírito está pronto, mas a carne é fraca”.

Realmente, essa festa se constitui em quatro dias das mais devassas manifestações, seguida pela chamada “Quaresma”, que, a princípio, seriam 40 dias de sofrimento, jejum, oração e choradeira para lembrar os 40 dias em que Jesus, supostamente, houvera passado no deserto, sendo achincalhado pelo Diabo. Essa interpretação literal dos textos bíblicos, em pleno século XXI, chega a ser ridícula. Para começo de conversa, Jesus não teria descambado na bagunça quatro dias, para ficar choramingando 40 sob a companhia do Demônio.

Primeiro, porque Jesus, sendo “o Espírito mais perfeito que Deus nos ofereceu para servir de modelo e guia”, conforme questão 625 de O Livro dos Espíritos, não iria nem cair na bagunça quatro dias nem entrar em depressão, sendo obsidiado por mais quarenta dias. Segundo, porque o Demônio não existe, e mesmo que existisse não teria condições de se aproximar de Jesus para “tentá-lo”, pois nós só somos influenciados através das tendências que já trazemos em gérmen dentro de nós, ou seja, “a nossa própria concupiscência” nas palavras do Apóstolo Paulo. O próprio Jesus disse:

“O Reino dos Céus está dentro de vós” e vários autores espíritas costumam completar “... e o inferno também!”, já que o inferno é um estado consciencial, como fica evidente na questão 621 de O Livro dos Espíritos, que afirma que “A Lei de Deus está escrita na consciência” de cada criatura. Ademais, toda a obra O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, consiste em um extraordinário compêndio para abordar essa questão do inferno interno dos Espíritos perturbados. Assim sendo, todas as criaturas são responsáveis pelos seus atos independentemente das influências a que estavam submetidas (“A cada um segundo suas obras” e “Reconhece-se a árvore pelos frutos” – são aforismos atribuídos a Jesus).
Logo, a conduta espírita deve contemplar uma perfeita harmonia entre equilíbrio, moral e alegria. “A virtude está no meio termo” é um ensino comum tanto a Aristóteles como a Sidharta Gautama, o Buda. 

Na excelente obra Nas Fronteiras da Loucura, de Manoel Philomeno de Miranda, pela psicografia do admirável médium Divaldo Pereira Franco, a falência espiritual especialmente atingida durante o Carnaval é discutida em detalhes, através do trabalho do Venerando Espírito Dr. Bezerra de Menezes, relatado com muita eloqüência pelo referido autor espiritual. De fato, fica evidente através desta obra que o Carnaval se constitui em um verdadeiro processo de Obsessão Coletiva, afetando profundamente o estado espiritual dos incautos. 

Divaldo Franco costuma dizer de forma muito inspirada que “Aquele que se respeita não faz a sós o que não tem coragem de fazer em público, justamente porque se respeita”. O cidadão espírita é responsável pelos seus atos, assim como acontece com todas as demais criaturas, em todos os momentos da Vida, mas possui um conhecimento profundo que esses irmãos estão longe de possuir. Não seria coerente que demonstrássemos a excelência da Doutrina que esposamos pelo menos com pequenas atitudes de equilíbrio, serenidade e espiritualidade?!

O vulgo costuma dizer equivocadamente: “A ocasião faz o ladrão”, mas, de nossa parte, à luz da Doutrina Espírita, diríamos: “O ladrão faz a ocasião”, porque quem já adquiriu valores éticos sólidos não vai se deixar levar por qualquer tipo de obsessão coletiva, já que não será “tentado” por álcool, drogas, bagunça e orgias sexuais, pois está em outro patamar de ideais e propostas existenciais. 

Vale lembrar os famosos critérios socráticos: bondade, utilidade e verdade. Se nossas atitudes não são aprovadas por tais crivos, nossa consciência espírita não respaldará tais ações, porquanto, submeter-se docilmente a este tipo de subjugação é escolha nossa, pois o livre-arbítrio é alicerce da Lei de Deus.

O Apóstolo Paulo asseverava: “Porque manifesto é que cada um dará conta de si mesmo a Deus”. Portanto, eu não preciso saber se tal dia é santo para avaliar se devo seguir ou não o Evangelho, porque Ele, O Evangelho, é “Guia de Vidas” para todos os dias, locais e circunstâncias. Além disso, a Lei de Causa e Efeito também engloba e Lei de Probabilidades e, em uma sociedade violenta como a que vivemos, é um perigo totalmente desnecessário se submeter a esse ambiente carnavalesco, correndo o risco de sofrer conseqüências drásticas, para dizer o mínimo.

Logo, aproveitar o Carnaval, do ponto de vista espírita, é ocupar esses quatro dias de uma forma prazerosa, mas também útil e espiritualizada, que não deixa de ser um exercício para que busquemos superar “a predominância da natureza animal sobre a espiritual e a satisfação das paixões”, conforme nos ensina a questão 742 de O Livro dos Espíritos. Ler um livro espírita, estudar, trabalhar, ajudar alguém e até mesmo descansar com a família para recomeçar os trabalhos na chamada “Quarta-feira de Cinzas” são atividades muito mais coerentes para quem já se sensibilizou pela mensagem do Mestre.

Joanna de Ângelis divinamente inspirada nos ensina: “Tudo procede do pensamento; todo pensamento pode ser substituído”. Logo, é uma questão de escolha ratificar as práticas inferiores do mundo ou ajudar Jesus na implantação do Reino dos Céus na Terra. A escolha é de cada um de nós!

Revista:
O consolador.



Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Ramon em 15 de Fevereiro de 2009, 13:44
Visão Espiritual do Carnaval

 A música ensurdecedora atordoava a massa informe, compacta e suarenta que se agitava ao ritmo alucinante, enquanto era estimulada por especialistas na técnica de agitação popular.

Acurando a vista, podia perceber que, não obstante a iluminação forte, pairava uma nuvem espessa onde se agitava outra multidão, porém, de desencarnados, mesclando-se com as criaturas terrestres de tal forma permeada, que se tornaria difícil estabelecer fronteiras delimitadoras entre uma e outra faixa de convivência.

A nudez predominava em toda parte, os movimentos eróticos e sensuais dos corpos com abundante transpiração exsudavam o forte cheiro das drogas ingeridas ou injetadas, produzindo estranho quanto desagradável odor às nossas percepções.

No pandemônio natural que se fazia, esses Espíritos, perversos uns, exploradores outros, vampirizadores em número expressivo, exploravam os seus dependentes psíquicos em lamentável promiscuidade, submetendo-os a situações deploráveis e a prazeres grosseiros que nos chocavam, apesar da nossa larga experiência em relação a conúbios dessa ordem ...

O desfile parecia não ter fim, sempre aturdido pelos conjuntos musicais de textura primitiva, que os hipnotizavam, impedindo o discernimento. Era compreensível que se permitissem todos os tipos de lascívia e de perversão, já que a multidão era um corpo informe, no qual as pessoas não dispunham de espaço para a livre movimentação, ensejando a confusão dos sentidos e a mescla absurda dos atritos físicos.

Tratava-se, porém, do culto à deusa Folia, numa enxurrada física e psíquica das mais vulgares e pervertidas, em cujo prazer todos entregavam-se ao olvido da responsabilidade, ao afogamento das mágoas e à liberação das paixões primitivas.

Jovens e adultos pareciam haver perdido o direcionamento da razão, deixando-se enlouquecer pelo gozo exagerado, como se tudo ficasse centralizado naquele momento e nada mais houvesse após.

Criminosos de várias classes misturavam-se aos foliões esfuziantes e tentavam furtá-Ios, roubá-Ios, agredindo-os com armas brancas, ao tempo em que psicopatas perversos utilizavam-se da confusão para darem largas aos distúrbios que os assinalavam.

Altercações e brigas violentas, que culminavam em homicídios infelizes, misturavam-se aos disparates da festa que não cessava, porque, naquela conjuntura, a vida era destituída de significado e de valor.

(Livro Entre dois mundos – Manoel Philomeno de Miranda – Cap 6)

 
Considerações sobre o Carnaval

- Passada a onda de embriaguez dos sentidos, os rescaldos da festa se apresentarão nos corpos cansados, nas mentes intoxicadas, nas emoções desgovernadas e os indivíduos despertarão com imensa dificuldade para adaptar-se à vida normal, às convenções éticas, necessitando prosseguir na mesma bacanal até a consumpção das energias.

"Amolentados pelas extravagâncias, saudosos da luxúria desmedida e ansiosos por novos acepipes, tentarão transformar todas as horas da existência no delírio a que ora se entregam ... Tentarão investir todos os esforços para que se repitam os exageros, e porque as loucuras coletivas fazem-se com certa periodicidade e eles dependem desse ópio para esquecer-se de si mesmos, passam a viver exclusivamente o dia-a-dia do desequilíbrio em pequenos grupos, nos barzinhos, nos guetos e lugares promíscuos, nos subterrâneos do vício onde se desidentificam com a vida, com o tempo e com o dever.

“Tornando insuportável a situação de cada uma dessas vítimas voluntárias do sofrimento futuro, os parasitas espirituais que se Ihes acoplam, os obsessores que os dominam, explorando suas energias, atiram-nos aos abismos da luxuria cada vez mais desgastante, do aviltamento moral, da violência, a fim de mantê-Ios no clima próprio, que Ihes permite a exploração até a exaustão de todas as forças”.

“É muito difícil no momento, estancar-se a onda crescente da sensualidade, do erotismo, da depravação nas paisagens terrenas, especialmente em determinados países. Isto porque, as autoridades que governam algumas cidades e nações, com as exceções compreensíveis, estão mais preocupadas com a conquista de eleitores para os iludir, do que interessadas na sua educação. A educação, que liberta da ignorância, desperta para o dever e a conscientização das massas, não sendo de valor para esses governantes, porque se o povo fosse esclarecido os desapeava do poder de que desfrutam, em face da claridade mental e do discernimento. Reservam então altas verbas para serem aplicadas no desperdício moral, disfarçando as doações sob a justificativa de que se trata de utilização para o lazer e a recreação, quando estes são opostos aos exageros dos sentidos físicos. Mais recentemente, foram encontradas outras explicações para a legalização das bacanais públicas, sob os holofotes poderosos da Mídia, como”. sejam as do turismo, que deixa lucros nas cidades pervertidas e cansadas de luxúria. É certo que atraem os turistas, alguns para observar os estranhos comportamentos das massas, que têm em conta de subdesenvolvidas, de atrasadas, de primitivas, permanecendo em camarotes de luxo, como os antigos romanos contemplando as arenas festivas, nas quais os assassinatos legais misturavam-se às danças, às lutas de gladiadores e ao teatro fescenino (obsceno)... Outros, para atenderem aos próprios tormentos, malcontidos, que podem ser liberados com total permissão, durante os festejos incomuns. E outros, porque necessitam de carnes novas para o comércio sexual, especialmente se está recheado de crianças vendidas por exploradores hábeis e pais infelizes.

"Por outro lado, os veículos de informação de massa exaltam o corpo, fomentam as paixões sensoriais, induzindo as novas gerações e os adultos frustrados ao deboche, ao fetiche das sensações, transformando a sociedade em um grande lupanar. "Não é do meu feitio entretecer considerações que possam tornar-se críticas destrutivas, mas havemos de convir que, sobreviventes que somos da morte, não podemos deixar de considerar que os enganados foliões de hoje serão os desencarnados tristes de amanhã, queimramos ou não, sendo de lamentar-se a situação na qual despertarão após a perda do veículo orgânico.

"Só a educação, em outras bases, quando a ética e a moral renascerem no organismo social, irá demonstrar que para ser feliz e para recrear-se, não se torna imperioso o vilipêndio do ser, nem a sua desintegração num dia, esquecendo-se da sua eternidade."

(Livro Entre dois mundos – Manoel Philomeno de Miranda – Cap 6)

 

Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: filipino em 15 de Fevereiro de 2009, 15:17
NÃO HÁ DUVIDAS QUE ESTA EPOCA FESTIVA, É UMA GRANDE TURBULENCIA DE PROVAÇÕES E POR QUE NÃO DIZER PROVOCAÇÕES, O USO ABUSIVO DE DROGAS, BEBIDAS ALCOOLICAS, O SEXO DESENFREADO, DESRESPEITOSO, GRAVIDEZ INDESEJADA, DOENÇAS E ABORTOS...CRIMES CONTRA A VIDA , AO PATRIMÔNIO ALHEIO E TUDO QUE TEM DE RUIM...MOMENTO QUE MUITOS DEVIAM REFLETIR SOBRE SEUS ATOS, AO CONTRARIO DO QUE OCORRE, ONDE MUITOS DESENCARNAM, SEM SABER OQUE ESTA OCORRENDO, POR DEIXAREM O MAL PREVALESCER SOBRE A CONSCIÊNCIA...
QUE DEUS ORIENTE, CUIDE E ABENÇÕE, PARA QUE FLASHS DE REFLEXÃO POSSAM SALVAR ESPIRITOS DE ANTECIPAR SEUS DESTINOS E SUAS MISSÕES EVOLUTIVAS...
PAZ A TODOS
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: *Leni* em 15 de Fevereiro de 2009, 16:29



Ao contrário do que se imagina, a origem do carnaval brasileiro é totalmente européia. A comemoração carnavalesca data do início da colonização, sendo uma herança do “entrudo” português e das máscaras italianas. Somente muitos anos mais tarde no início do século XX, foram acrescentados os elementos africanos, que contribuíram de forma definitiva para o seu desenvolvimento e originalidade.

O termo “entrudo” é derivado do latim “introitus” e significa “entrada”, “começo”, nome com o qual a igreja denominava o começo das solenidades da Quaresma. No entanto, as festividades do “entrudo” já existiam bem antes do Cristianismo, eram comemoradas na mesma época do ano e serviam para celebrar o início da primavera

Essa forma de brincar, que persistiu durante a Colônia e a Monarquia, consistia num folguedo alegre mas violento. As pessoas atiravam umas nas outras água com bisnagas ou limões de cera e depois pó, cal e tudo que tivessem às mãos. Combatido como jogo selvagem, o “entrudo” prevaleceu até aparecerem elementos de brincar menos agressivos, como o confete, a serpentina e o lança- perfume.

Daí em diante, através dos tempos, o carnaval foi inovando. Em 1840 realizou-se o primeiro baile. Em 1946 surgiu o Zé Pereira, grupo de foliões de rua com bombos e tambores. Vieram depois os cordões, as sociedades carnavalescas, blocos e ranchos. Em 1929, foi fundada a primeira escola de samba (Deixa Falar), no bairro carioca do Estácio, seguida de várias outras no Rio de Janeiro e em outros Estados.

Há 50/60 anos, o carnaval era até uma diversão sadia, as famílias sentavam à frente de suas casas com as crianças fantasiadas que passavam a tarde brincando e cantando.

Com o passar do tempo, as coisas foram se modificando e o carnaval passou a ser uma festa mundana, pervertida, gerando situações desagradáveis e a infelicidade a muitas famílias, em razão dos excessos na bebida , drogas, sexo, etc... E isso trouxe uma preocupação muito grande à Espiritualidade Superior que passou a se utilizar de toda a área das Casas Espíritas, principalmente as  localizadas no centro da cidade, como verdadeiro posto de socorro para atendimento aos espíritos encarnados e desencarnados que cometem esses excessos.

Há pessoas que passam o ano pensando no próximo carnaval, nas farras, nas festas de rua, nos Trios Elétricos , na fantasia e principalmente na sua participação na escola de samba do seu coração. São pessoas apaixonadas pelo carnaval e pela sua escola,  e nada impediria a sua presença no desfile.

Assim aconteceu com a Rita, uma bela mulata que se casara muito cedo e que também muito cedo enviuvara, ficando com quatro filhos para criar, uma escadinha de 3, 4, 6, e 7 anos. Para não pagar aluguel, ela conseguiu construir um barraco numa favela de São Paulo, onde na época não havia luz ou água encanada.

Rita não só era bonita como extrovertida e por isso era assediada constantemente por homens, que não raro, queriam apenas uma aventura sem maiores conseqüências. Entretanto,  Antenor era diferente. Ele era um crioulo musculoso que trabalhava na zona cerealista carregando e descarregando caminhões que se encantou com à Rita a primeira vista e acabou por derreter a camada de gelo que envolvia a bela mulata. E assim pouco a pouco o romance foi nascendo.

Rita aceitou o amor de Antenor, mas não quis morar com ele, nem que ele viesse morar no seu barraco.Seu instinto materno era intenso, só arrefecendo no carnaval, que a deixava alucinada e esquecida de seus deveres.

Ambos desfilavam na mesma” Escola de Samba” e nas noites de ensaios, ela chegava tarde  e quase sempre meio embriagada. Como encontrava os filhos já dormindo, e às vezes sem jantar ou tomar banho, um profundo remorso a tomava de assalto e ela prometia que aquele seria o último carnaval de que ela participaria, promessa sempre quebrada no carnaval seguinte

Sem dúvida nenhuma, o carnaval mexia com seu sangue, fazendo-o ferver nas veias e não havia como resistir. Além disso, havia a pressão do pessoal da “Escola”, pois ela era um dos destaques importantes.

Na noite do desfile, Rita sentiu seu coração apertar ao beijar os filhos antes de sair. Como a menorzinha começasse a chorar, ela acendeu uma vela e fixou no fundo de um  copo de vidro e preocupada deixou cair algumas lágrimas. Percebendo a indecisão da companheira, Antenor puxou-a pelo braço e saíram, trancando o barraco por fora.

Ambos brilharam no desfile e depois participaram de   bailes públicos, beberam muito e entregaram-se ao amor.O dia já estava claro quando tomaram o ônibus de volta para casa.

Desceram do ônibus e estranharam tantas pessoas na rua àquela hora e mais ainda os olhares severos e até de indignação de muitas pessoas. Já perto do seu barraco, ela vê uma pequena multidão e carros da polícia e dos bombeiros. Se um raio tivesse caído a seus pés o efeito não teria sido mais fulminante. O barraco não mais existia e, no chão, coberto com  jornais, quatro corpinhos disformes, praticamente fundidos entre si, pois Claudionor, o filho mais velho, no desespero de proteger os irmãozinhos, abraça-os, oferecendo o corpo as chamas.

Ajoelhada ante àquele montículo de carne queimada, ela solta um verdadeiro urro de desespero. Antenor, percebendo que algo de ruim iria acontecer, tentou segurá-la, mas foi inútil, pois ela ergueu-se num salto  livrando-se dos fortes braços do amante e correu para a avenida sem que nada pudesse ser feito, atira-se sob as rodas de um caminhão basculante, para o desespero de Antenor, que foi o primeiro a vê-la esmagada sob as rodas.

Enquanto aqui na Terra a tragédia era rapidamente esquecida, Rita , no mundo espiritual, desperta perplexa escutando o guinchar dos freios e sentindo o peso dos pneus sobre o seu peito frágil de mulher. De repente ela é arrastada para a favela e se vê junto ao corpo dos filhos e novamente repete-se a correria louca e o guinchar dos freios e toneladas a esmagar-lhe o corpo. Outras vezes ela ouve vozes acusadoras que a chamam de pantera cruel, mãe desnaturada, prostituta que  matou os próprios filhos.

As cenas se repetiam.

Passam-se os anos e um dia Rita está exausta.
Ela ajoelha-se e ora a Jesus pedindo piedade e quer saber se os filhos estão bem:
 
– Tenha piedade de mim , Senhor, pois eu não queria que aquilo acontecesse.
– Mas como pode uma mulher sozinha e fraca resistir aos apelos do mundo?
– Será que a sua justiça é tão inclemente?
– Não importa, Senhor, sofrerei por toda a eternidade, mas permita-me ver meus filhos e pedir perdão...


Abundantes lágrimas  lavaram-lhe o rosto e a alma. Uma estranha calma invadia-lhe o íntimo. Era como se um anjo bom estivesse balsamizando suas chagas.

Ela sentiu uma suave mão a acariciar-lhe os cabelos como Claudionor costumava fazer e uma voz inconfundível fala-lhe com doçura:

- Mamãe, viemos buscá-la. Chega de sofrer.

Ela ergue os olhos e vê um belo adolescente a estender-lhe as mãos e junto a ele mais três crianças vestidas de luz sorriem e a cobrem de beijos:

“Mãezinha, que saudade!” exclama a menorzinha. Como num sonho, ela se vê transportada pelo espaço  infinito. Os filhos cantam e choram numa ciranda de amor e ela sente uma alegria intraduzível na linguagem humana, mas aos poucos vai perdendo a consciência, as vozes estão cada vez mais longe, até desaparecerem completamente.

Quantos anos se passaram?

Não sabemos dizer, mas é novamente carnaval, sábado de carnaval do ano de 1981. Um grupo de espíritas provenientes de várias  localidades estão reunidos no Centro Espírita Discípulos do Evangelho, existente num hospital que atende hansenianos. Após a prece, parte do grupo vai visitar as , enfermarias e outra parte dirige-se ao Hospital Ademar de Barros, que na época era destinado ao tratamento do Pênfigo Foliáceo, ou Fogo Selvagem.

É a caravana da  fraternidade Jésus Gonçalves  na sua ação caritativa.Esse grupo ficou tomado de emoção, pois lá encontraram uma mulher, jovem ainda, que tinha toda a pele em carne viva, sofrendo desesperadamente, pois os medicamentos ainda não haviam começado o seu efeito benéfico. Entre gemidos e lágrimas, ela contou aos caravaneiros que não tinha posição que lhe desse algum conforto, pois não suportava ficar de pé ou sentada, deitada de lado, de costas ou de bruço. Era um tormento constante, de dia e de noite e só o cansaço  permitia que dormisse um pouco.

Passes e preces foram feitos com emoção e todos os componentes da caravana levaram o nome e o número do leito para vibrações. Á noite na reunião costumeira, um dos médiuns do Centro recebe os seguintes versos:


CULPA E RESGATE

Carnaval a festa segue animada,
Pierrots, Arlequins e Colombinas
Homens alegres, mulheres mascaradas,
Passam dançando lindas bailarinas.

Num barraco pobre, uma jovem mulher,
Sai e tranca os filhos com presteza,
Vai ao encontro do seu amado,
No barraco deixa uma vela acesa.

Entrega-se totalmente à orgia,
O álcool é o grande estimulante.
No outro dia na favela do Tobias,
Encontra o barraco fumegante.

Louca de dor e agonia,
Escapa dos fortes braços do amante.
E na avenida, em doida correria,
Atira-se sob um basculante.

Anos e anos se passaram em sofrimento,
Os filhos mortos, sempre a mesma imagem
Deus lhe permite um novo intento,
Num corpo tomado pelo “Fogo Selvagem”

Sofre, minha irmã, com resignação,
Aceite a dor como  amiga e companheira
Procure apoio na fé e na oração,
Para resgatar uma vida inteira.

Fonte:
Internet  e Resgate da Colombina.
Hildeberto Carvalho de Azevedo.



Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: JC em 16 de Fevereiro de 2009, 07:57
Ah querida ISIS

COMO VC REFLETE BEM A LUZ QUE DEUS TE ENVIA .

PARABENS.

DESEJO MT LUZ A VC QUE A DISTRIBUI POR TODOS NÓS.


JC
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Elsamar em 16 de Fevereiro de 2009, 16:53



É muito freqüente a pergunta:
“- o que o Espiritismo acha desta festa popular?”



Querida Leni, eu também acho que o espiritismo não pode achar nada sobre o Carnaval. Quando Allan Kardec codificou a doutrina espírita, não o fez especificamente para os brasileiros, fê-lo para a Humanidade.
Sem querer ofender as susceptibilidades de ninguém, o Carnaval é a pedra no sapato da Pátria do Evangelho, pois só no Brasil o Carnaval se comemora dessa maneira, embora a sua origem seja europeia. É a prova colectiva, que o país tem de superar.
Aqui em Portugal, há uns anos a esta parte tenta-se imitar o carnaval brasileiro, mas felizmente aqui faz tanto frio nesta época do ano, que é preciso muita coragem para as mulheres se desnudarem. De resto não passa de uma festa como outra qualquer, com os exageros iguais às outras festas.



Há 50/60 anos, o carnaval era até uma diversão sadia, as famílias sentavam à frente de suas casas com as crianças fantasiadas que passavam a tarde brincando e cantando.



Eu lembro-me deste Carnaval. E no lugar onde moro, praticamente ainda é assim. As crianças fantasiam-se e desfilam pelas aldeias.

E o Carnaval de Veneza, não é bonito?

Eu acho que atribuir ao Carnaval, todos os erros e exageros que se cometem é só um pretexto para camuflar as dificuldades que a sociedade brasileira ainda tem de superar, assim como cada país tem as suas.

Mas claro esta é a minha opinião.

Abraços a todos. ;)
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: aruanda em 16 de Fevereiro de 2009, 17:19

Citar
Elsamar:
    mas claro esta é a minha opinião

Opinião que partilho na totalidade.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Ramon em 16 de Fevereiro de 2009, 18:37

Carnaval
CENAS DE SEXO E VIOLÊNCIA NA TV.
O aparecimento de uma informação inadequada na televisão, numa tarde de domingo, no decorrer de um jogo de futebol importante ou durante um capítulo de novela, com alto índice de audiência, pode destruir o trabalho de cinco anos de investimentos e esforços de Instituições que mantêm programas dirigidos à saúde. Por isso o esforço dos governos na substituição de nomes de doenças curáveis que carregam consigo fortes cargas emocionais, acompanhadas de preconceitos.
As pessoas que assistem aos programas de entretenimento podem não ter a intenção de aprender noções sócio-politico-filosóficas, mas aprendem ao longo dos programas. É verdade que isto é uma forma secundária de aprendizagem, mas certamente não é subliminar.
É preciso desconfiar da televisão porque nela nossos jovens vêem e ouvem mais acerca de abortos e estupros do que acerca da contracepção. Com a mídia muitos acabam se confundindo na distinção entre amor e sexo, chegando posteriormente até ao tédio sexual
Emmanuel afirma que "a Universidade pode fazer o cidadão, mas somente o Lar pode edificar o homem".

REFORMADOR, FEB,  116(2027): 45-46, fev, 1998.

Anexo – Carnaval na Visão de Espíritos Espíritas
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Carlos Ribeiro em 16 de Fevereiro de 2009, 18:57
Na minha opinião o carnaval é uma festa onde não faltam os excessos de sensualidade, libertinagem, promiscuidade, abuso de drogas e alcóol, etc etc. Tem zonas no brasil onde já se começam a distribuir preservativos, pois sexo desenfreado é coisa que não vai faltar. E onde existem excessos não pode estar o equilibrio e a harmonia. Alegria sim, mas de forma controlada.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Carola em 16 de Fevereiro de 2009, 20:32
Citar
gente,todo mundo pode tudo
depende do uso que se faz
livre arbitrio,responsabilidade,ação e reação,e tudo mais
tudo podemos,mas nem tudo nos convem
as veses hoje condenamos mas e o ontem?
sera que alguem por aqui trabalha como medium e ja se deparou frente a frente com desafetos do passado e tiveram a coragem de ouvir esse desafeto falar o que acha de nos ou que fizemos no passado?
mas isso frente a frente
sera dificil ainda ver o lado bom das coisas ainda pra voces?
ou sera que nimguem aprendeu ainda a utilidade da dor ,essa dor que é fundamental no alicerce da vida plena que estamos todos almeijando um dia?
todos estamos praticamente no mesmo plano,ainda sequer tiramos o pé da lama
caminhamos com luz emprestada
e mesmo assim ainda temos a coragem de criticar ou mesmo julgar as atitudes alheias
com que base?
não foi o proprio jesus que disse que quem estiver sem pecados que atire a primeira pedra
acho que é preciso procurar o lado bom das coisas
sempre todas elas tem com certeza
basta tirar a trave do olho de vez em quando
querem um exemplo?
alguem sabe quantos empregos essa festa gera?
alguem conhece a estrutura por tras dessa festa?
quantas crianças do morro aprendem artesanato nos barracoes das escolas de samba,livrando assim do sub mundo das drogas e prostituição
alguem lembrou disso?
acho que é melhor nos todos que se entitulamos espiritas pensar um pouco nisso
administramos uma obra que não nos pertence
e porque não pensar positivo?
ja bastão os noticiarios que só mostram violencia
as coisas boas ninguem vê né?

 ;)
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: aruanda em 16 de Fevereiro de 2009, 20:54
Carola , os meus parabens pela sua resposta.

Eu também parei para pensar.

Obrigada
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Carlos Ribeiro em 16 de Fevereiro de 2009, 21:00
Citar
acho que é preciso procurar o lado bom das coisas
Sem duvida, mas neste caso acho que são mais as coisas negativas do que as positivas.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Carlos Ribeiro em 16 de Fevereiro de 2009, 21:05
Carnaval - Festa de Índio

 

 
 01 – Como poderíamos situar o Carnaval?
Embora a origem do Carnaval esteja nas antigas festividades do paganismo romano, sempre me pareceu uma festa de índio. Os foliões renunciam, momentaneamente, às conquistas da civilização e retornam à taba. É gente pulando inconseqüentemente, emitindo sons que, eventualmente, lembram música. Só falta a fogueira no centro do salão.

02 – Mas não são horas preciosas de espairecimento, em que as tensões acumuladas esvaem-se ante a alegria contagiante dos corações?
Diríamos mais apropriadamente alegria do álcool e das drogas, que correm soltos nos salões de momo. há um clima de “liberou geral”, como costuma dizer a moçada.

03 – É tão grave assim?
Basta ler o noticiário policial desses dias. sobem os índices de crimes e acidentes, que não podem ser debitados a resgates cármicos. são meros frutos da imprudência gerada pelo entorpecimento dos sentidos e pela razão desdenhada. e há outro problema: os ambientes carnavalescos estão repletos de espíritos desajustados e viciosos. freqüentemente, processos obsessivos têm ali o seu início.

04 – Mas e a questão da sintonia? Se participo de um festejo carnavalesco, sem fazer uso de bebidas ou drogas, conservando o equilíbrio interior, o pensamento elevado, serei afetado?.
Poderia, também, para maior garantia, entrar no salão com o evangelho na mão… Considere, entretanto, que com semelhante disposição dificilmente encontraria prazer no carnaval, que pede, fundamentalmente, o clima da taba.

05 – Essa condenação do carnaval não exprime uma atitude preconceituosa, que nega a liberdade de consciência preconizada pela doutrina espírita?
Liberdade não é sinônimo de inconseqüência ou indisciplina. A doutrina não interfere em nosso livre-arbítrio, mas lembra, com o apóstolo paulo, que todas as coisas nos são lícitas, mas nem todas as coisas nos convêm.

06 – Como agir em relação a familiares, filhos por exemplo, que apreciam o carnaval? Devemos proibir?
O fruto proibido é o mais desejado. Melhor exaltar outros valores, trazendo Jesus para o nosso cotidiano, em conversas e estudos, particularmente com a instituição do culto do evangelho no lar, uma reunião em família, onde estudamos a boa nova à luz do espiritismo, em bate-papo descontraído. A partir desse empenho haverá uma alteração natural no comportamento do grupo familiar, com a tendência de se privilegiar o que é útil, proveitoso, edificante…

07 – Uma mudança de motivação?
Essa é a palavra chave: motivação, a definir os rumos de nossa vida. aquele que aprecia o carnaval é livre para desenvolver suas próprias iniciativas, no melhor espírito da doutrina. Vibra, aguarda ansiosamente os festejos. Mas, na medida em que se ajuste aos padrões do evangelho, fatalmente pensará diferente.

08 – Buscará um retiro espiritual…
Seria uma opção. Mas há outras mais interessantes: A pintura do centro espírita, o socorro a necessitados, a construção de moradias para desabrigados, o atendimento de enfermos, a instalação de serviços numa favela… Há imensas possibilidades a serem consideradas para um aproveitamento desses dias de folga que o carnaval enseja, em mutirões envolvendo pessoas interessadas em servir. Essas iniciativas lhes permitirão, de uma forma muito mais eficiente, superar tensões, sem os riscos da inconseqüência, e desfrutar de alegria autêntica, sem dramas de consciência nem ressacas na quarta-feira.

Richard Simonetti
 
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Carola em 16 de Fevereiro de 2009, 21:11
Aruanda! A resposta não é minha,eu apenas a transcrevi,pois concordo inteiramente com que foi dito. Abraços ;)
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Ramon em 16 de Fevereiro de 2009, 21:13

Alguem sabe quantos empregos essa festa gera?
___________

Nesse particular o narcotráfico é melhor.
Gera emprego todo o ano e parece que só está esperando o Brasil aprovar o "aborto" para comprar e criar novas clíinicas.
Como no Brasil já existem um grande número de médicos subempregados vai ser "um negócio da china"
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Carola em 16 de Fevereiro de 2009, 21:23
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evandroespindola
Mundo de Provas e Expiações


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     Re: O CARNAVAL na Visão Espírita
« Responder #10 em: 10 de Janeiro de 2009, 01:14 » Citar 

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gente,todo mundo pode tudo
depende do uso que se faz
livre arbitrio,responsabilidade,ação e reação,e tudo mais
tudo podemos,mas nem tudo nos convem
as veses hoje condenamos mas e o ontem?
sera que alguem por aqui trabalha como medium e ja se deparou frente a frente com desafetos do passado e tiveram a coragem de ouvir esse desafeto falar o que acha de nos ou que fizemos no passado?
mas isso frente a frente
sera dificil ainda ver o lado bom das coisas ainda pra voces?
ou sera que nimguem aprendeu ainda a utilidade da dor ,essa dor que é fundamental no alicerce da vida plena que estamos todos almeijando um dia?
todos estamos praticamente no mesmo plano,ainda sequer tiramos o pé da lama
caminhamos com luz emprestada
e mesmo assim ainda temos a coragem de criticar ou mesmo julgar as atitudes alheias
com que base?
não foi o proprio jesus que disse que quem estiver sem pecados que atire a primeira pedra
acho que é preciso procurar o lado bom das coisas
sempre todas elas tem com certeza
basta tirar a trave do olho de vez em quando
querem um exemplo?
alguem sabe quantos empregos essa festa gera?
alguem conhece a estrutura por tras dessa festa?
quantas crianças do morro aprendem artesanato nos barracoes das escolas de samba,livrando assim do sub mundo das drogas e prostituição
alguem lembrou disso?
acho que é melhor nos todos que se entitulamos espiritas pensar um pouco nisso
administramos uma obra que não nos pertence
e porque não pensar positivo?
ja bastão os noticiarios que só mostram violencia
as coisas boas ninguem vê né?
 
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Ramon em 16 de Fevereiro de 2009, 21:32

Desculpe-me foi engano.

Anexo (PPS)
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: *Leni* em 16 de Fevereiro de 2009, 22:51




Obsessões carnavalescas:
 
Poucos sabem que a palavra Carnaval é, na verdade, uma abreviatura da frase:
a carne nada vale.

Em contrapartida, grande parte dos brasileiros acredita que participar das festividades carnavalescas em nada atrapalha sua organização psico-físico-espiritual.

Algo como mudar totalmente o padrão vibracional, adentrando por quatro dias e cinco noites num maremoto energético de baixo teor e dizer que isso não desarmoniza ninguém, ao contrário, “desestressa”.
 
 Será mesmo só esse o resultado do envolvimento em tal festividade?
 Desestressamento?

Estudiosos da psicologia realizaram um trabalho de pesquisa interessante sobre o tema, trazendo-nos alguns dados que já nos suscitam importantes reflexões.
 
Vou transcrever parte da matéria que saiu no Jornal Correio Brasiliense, onde constam tais informações:
 
 De cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas, etc.);
 
 Desses mesmos dez casais, posteriormente, três se transformam em adultério;
 
 De cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, como o álcool e outras drogas (...).
 
Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido na grande festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas também da orgia e da depravação, estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportarem fora de seus padrões normais.
 
A maioria dos foliões da atualidade segue os carros alegóricos sem nenhuma noção do que lhes envolve naqueles momentos. Sequer suspeitam onde ou porque surgiu tal ‘festividade’. Estão ali simplesmente para permitirem o enlouquecimento momentâneo, sem pensar em mais nada a não ser no prazer dos sentidos. Porém, os resultados são evidentes, como pudemos contatar nesta matéria alusiva sobre o tema.

Quanto às suas origens, podemos dizer que as tataravós do carnaval são a bacanália, da Grécia, quando era homenageado o deus Dionísio e a saturnália, festa romana onde se imolava uma vítima humana, previamente escolhida. Depois, já na Idade Média, aceitava-se a tese de que “uma vez por ano é lícito enlouquecer”, o que tomou corpo, modernamente, no Carnaval de nossos dias. Claro que muitos dançam e se sacodem freneticamente entre sorrisos largos, sem nenhuma intenção menos digna: desejam somente a “alegria”.
 
Porém, mesmo que a intenção seja apenas a de ficar contente, será que o discípulo de Momo no meio de tantos desvarios em nada se prejudica?

Tudo seria tranqüilo se junto de tais pessoas estivessem tantas outras numa mesma sintonia, munidos da mesma vontade de confraternização, sorrisos e danças conjuntas; sem maldade, sem deixarem seus instintos reptilianos tão aflorados.

Porém, a realidade não é essa. As conclusões apresentadas pelos psicólogos brasilienses já nos dão certa base para um pensar mais aclarado sobre o assunto.

Soma-se a tais dados outra importantíssima informação que ainda não é levada em conta tanto pelos profissionais comuns da psique quanto pelos amantes carnavalescos:
 
No período que compreende a sexta-feira de carnaval até o amanhecer da quarta-feira de cinzas, verdadeiras falanges das esferas inferiores invadem a crosta terrestre atraídas pelo padrão reinante acompanhando bem de perto tais foliões, incitando-os aos extremos, dando início a sérias obsessões que por vezes se arrastam sobremaneira, trazendo inúmeros prejuízos a tais pessoas. 

Conhecedores de tais realidades os responsáveis pela revista Visão Espírita fizeram pequeno trocadilho com a famosa frase composta por Caetano Veloso, no seu frevo carnavalesco que diz que “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu”. Os divulgadores do espiritismo refizeram o ditado.
 
Escreveram que, na verdade:
“atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu!

Realmente!
Só faltou acrescentar:
 
“E eles são em grande número”.

(A. D.)


Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: hcancela em 16 de Fevereiro de 2009, 23:45
Olá amigos(as)

De facto amigos ,festa não é sinal de desvario,compreender não é ser conivente com aquilo que nos desiquilibra e que nos faz abrir a nossa casa mental para consequências imprevisiveis.

VIVA O CARNAVAL,MAS COM QUALIDADE E BEM ESTAR SOCIAL.

SAUDAÇÕES FRATERNAS
CANCELA
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: zarthur em 20 de Fevereiro de 2009, 06:29
Felizmente, a tendencia é de que o carnaval venha a desaparecer.
Não sou profeta do apocalipse, apenas recordo que o progresso moral, que cedo ou tarde nos alcança a todos, afasta gradualmente os bons, de tais manifestações infelizes de tudo o que existe de mais primitivo no ser humano.

Todos os atos viciosos quando começam a encontrar respaldo na sociedade e tendem a ser aceitos como normais, demonstram a proximidade de seu fim.
As graves consequencias, a partir da influencia sobre os jovens, de tais descalabros exigem ações drásticas dos "justiceiros divinos"
Como?
Simples. Os guias espirituais, ou seja, aqueles guardiães do progresso moral da humanidade, desativam os inimagináveis recursos de proteção que toda a criatura dispõe, a evitar que consequencias fatais que fogem ao carma individual, se efetivem, alijando das coletividades ou das familias, homens simples, pais, mestres, cidadãos com responsabilidades sociais importantes, etc.
Exceto quando essas mesmas criaturas, oferecendo guarida aos instintos inferiores, tornam-se vetores inconscientes dos espiritos trevosos cujo poder e influencia potencializam-se assombrosamente em ocasiões de invigilancia coletiva, contribuindo para a desorganização moral da sociedade, atrasando de vez todo o progresso laboriosamente alcançado, até então.
Querem um exemplo simples?
Recordem-se dos "Mamonas Assassinas". Talentoso grupo musical que por obter imensa aceitação em meio até mesmo das crianças, com letras obscenas e performances escandalosas, tiveram que ser afastados dramaticamente do cenario da vida brasileira.
Amsterdan, onde, com vigilancia legal se pretendia criar a república da droga livre, restringindo a locais especificos daquela cidade toda a demanda pelo prazer do vicio na Europa, hoje é cenario de crimes e acontecimentos nefastos de tal monta que o processo está se revertendo, com a fuga ate mesmo dos viciados, daqueles antros.
Poderieis agora, apelando para vossa memória buscar outros exemplos, mas o que importa é a compreensão do mecanismo reajustador da ordem e do progresso moral, quando estes correm o risco de desbordar para a "normose"(*).

ose: sufixo que designa patologia. No caso, aceitação coletiva de fatos escandalosos, que pela frequencia em que ocorrem tendem a ser aceitos como normais e deixam de ser combatidos, até mesmo pelas autoridades.

abraços
Arthur




Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: aruanda em 20 de Fevereiro de 2009, 11:54

 

Para se entender o carnaval e outras festas populares, são necessários lembrar que a Terra ocupa o segundo lugar na escala evolutiva enquanto um planeta de provas e expiações.

Aqui, e em mundos semelhantes, encarnam espíritos recém saídos da barbárie, dando os primeiros passos na sua história evolutiva e esses espíritos trazem consigo um grupo de sensações ou pulsões que precisam ser extravasadas para que não se voltem contra a sociedade em que encarnaram. Não foi a toa que Freud nos defendeu a tese de que a cultura nasce da repressão. Em verdade, estamos encarnados para reprimirmos as más tendências e adquirir elementos espirituais positivos como o amor, a solidariedade, o respeito ao próximo e as diferenças, em uma palavra, desenvolver as faculdades positivas do espírito.

A festa é o momento em que o espírito tem a oportunidade de pôr para fora, não necessariamente, o que ele tem de pior, mas, as suas emoções mais profundas. Como somos espíritos altamente imperfeitos as nossas festas quase sempre explicitam emoções do tipo primário. Nos tempos da Grécia antiga, as bacanais, festas dedicadas ao deus Dioniso ou Baco tornaram-se tão perigosas para o equilíbrio da polis (cidade) que teve de ser transformada em teatro como uma forma de "domesticação" do conteúdo nocivo da alma humana. A Festa do deus Líber em Roma; a Festa dos Asnos que acontecia na igreja de Ruan no dia de Natal e na cidade de Beauvais no dia 14 de janeiro entre outras inúmeras festas populares em todo o mundo e em todos tempos, têm esta mesma função.

O carnaval é uma dessas festas que costuma ser chamada de folia que vem do francês folle que significa loucura ou extravagância sem que tenha existido perda da razão. No caso do carnaval a palavra significa desvio, anormalidade, fantasia descontração ou mesmo alegria. Assim, a festa carnavalesca é o momento em que o espírito humano pode extrojetar o que há de mais profundo de mais primitivo em si mesmo.

O poeta Vinicius de Morais deixou isto muito claro ao dizer: "Tristeza não tem fim, felicidade sim / A felicidade parece a grande ilusão do carnaval/? a gente trabalha um ano inteiro / por um momento de sonho/ pra fazer a fantasia de rei ou de pirata ou jardineira / Pra tudo se acabar na quarta-feira."

Qual a posição do espírita ante o carnaval?

Sem querer ditar normas, apenas dando a minha opinião, o espírita, em primeiro lugar, deve compreender o carnaval; não ser muito severo, não ter medo dele por acreditá-lo uma expressão do mal e do diabólico da alma humana; não fugir dele por medo de sua sedução.

Não deve, como fazem algumas religiões criar blocos ou escolas-de-samba para brincar um carnaval cristão. Pode ser um observador comedido, se gosta da festa, ir ao sambódromo ou às ruas para ver os foliões e, se não gosta, pode aproveitar o feriadão para descansar, meditar ou estudar espiritismo sozinho ou em conjunto; em resumo seguir o conselho de Paulo: "Viver no Mundo sem ser do mundo."

José Carlos Leal
Fonte: Correio Espírita

João Cabral
ADE-SERGIPE-Aracaju-Sergipe
Em: 10.02.2009

  www.ade-sergipe.com.br (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy5hZGUtc2VyZ2lwZS5jb20uYnI=)


Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Ramon em 21 de Fevereiro de 2009, 00:57

         TALVEZ NO CARNAVAL, "SEM VONTADE DE TRABALHAR, PROCURANDO SEXO E TÓXICOS"

A questão agora é a revolução do pensamento no autoconhecimento levando em conta o invisível, o impalpável, o imponderável e o admensional, com Ética, na busca da verdade. Impossível não lembrar o Professor Newtom de Barros (1) numa sessão histórica, no Grupo André Luiz (RJ).

Deixemos o Professor contar:

- "Pela voz direta, comunicou-se a Mãezinha: Estou chegando das regiões umbralinas... André Luiz e Mãe Narciza convidam os últimos habitantes ávidos de regeneração... André Luiz olhava no chacra coronário e jogava uma rede... Pescador de almas... Lembrei-me de Pedro e André em Tiberíades. Meu filho atendeu ao meu chamado... Vai reencarnar... Última oportunidade... Daqui a uns quinze anos vocês, talvez, encontrem um jovem, cabeludo, mal lavado, andando pelas ruas, sem destino, sem vontade de trabalhar... Talvez, procurando sexo e tóxicos... Tenham piedade dele... Por certo é o meu filho... em última oportunidade...

Aquela mãezinha, falando de voz direta, graças à mediunidade de Peixotinho, jamais saiu de minha retina, pois destaquei o vulto semi-apagado na penumbra da sala de ectoplasmia. Nas salas de aula desses cinqüenta e tantos anos de magistério, sempre olhei o adolescente, apiedado... E ouvia Jesus na página maravilhosa de Boa Nova:

-   Pedro, eles não são pecadores... Eles são somente frágeis...
-   E a fragilidade se mistura com os nossos conhecimentos de Física, de Química, de Biologia, de Psicologia...
-   E as vontades? Como despertar as vontades? Como fortalecer os frágeis? Como ativar as vontades para querer o melhor para os próprios espíritos?
Mas sobe à superfície da memória a Parábola do Semeador:

-   O Semeador saiu a semear... Atirou as sementes, amorosamente... Umas caíram na terra escaldante e feneceram... Outras caíram ao alcance dos pássaros e foram deglutidas... Outras cresceram entre espinheiros e foram sufocadas... Mas outras caíram em terreno fértil... E produziram uma por trinta... uma por sessenta... Uma por cem... E deram muitos frutos bons...

-   Bezerra de Menezes desceu de alturas não mensuráveis e nos disse pelas mãos sagradas, de Francisco Cândido Xavier: A legenda de agora é kardequizar... Semear as sementes escolhidas... E confiar na fertilidade dos terrenos..."
"Agora é ação!" Vamos escolher as sementes juntos!

Não sofreremos, no futuro, por causa da omissão.

Nossos erros serão perdoados!

Final do artigo - "Banalização do SEXO". "Descaso e falta de educação banalizam o sexo" .
Jornal dos Espíritos.
http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/col49.23.htm (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy5qb3JuYWxkb3Nlc3Bpcml0b3MuY29tLzIwMDcuMy9jb2w0OS4yMy5odG0=)
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: MAROCHA em 18 de Janeiro de 2010, 13:49
Sobre o CARNAVAL

Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer apologia da loucura generalizada que adormece as consciências nas festas carnavalescas.  É lamentável que na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhes a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhes as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com os títulos da civilização. Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e às vezes toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
É estranho que as administrações e elementos de governos colaborem para que se intensifique a longa série de lastimáveis desvios de espíritos fracos, cujo caráter ainda aguarda o toque miraculoso da dor para aprender as grandes verdades da vida.
Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidades e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifique o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.  Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras.  Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem?  Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro de suas possibilidades, para que possamos reconstituir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.

É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.
Chico Xavier ( médium )
Emmanuel ( espírito )
Fonte: Revista Reformador Publicação da FEB02/1987
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Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: mecame em 18 de Janeiro de 2010, 16:22
Temo visto estes aconteciemtos por todo o mundo e em diversas épocas. Realmente, os seres humanos parecem cegos. A fome de alegria, felicidade e razão de viver levam milhares de seres a procurarem nestas festas algo que possa preencher o seu vazio. Assim temos lidado com nossos irmãos e irmãs que quase se alucinam em busca dessas festividades, esquecendo que a pequenina alegria de um instante não parece ter começo nem fim. Que o amor pentre no coração dos nossos irmãos queridos e sintam a graça da vida em sua plenitude. O Cristo querido estende seu amor e pela virtude da sublime sabedoria do Pai seremos todos acalentados e cada um a seu tempo oportuno vizualizará a luz da sabedoria divina. Obrigado, irmãoznho MAROCHA pelo texto tão oportuno. A paz de Cristo
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: EmBuscaDaLuz em 18 de Janeiro de 2010, 16:35
Acho que com equilíbrio, boa vontade e bom senso moral, não há problemas em reunir os amigos para cantar e dançar sadiamente nessa época de carnaval. Isso seria uma forma de abrandar as tensões do dia-a-dia, aliviando a pressão causada pelos problemas cotidianos.
Com responsabilidade e ciente das implicações de seus atos, cada um tem direito de decidir como se comportar nesse acontecimento.
Concordo com o que disse nosso amigo no comentário acima, ao dizer que as pessoas procuram preencher um vazio com as festas, afinal ninguém pode viver só de problemas...
Que todos tenham a lucidez necessária para se comportarem de acordo com os ensinamentos do Cristo sem se anularem aos pequenos prazeres responsáveis aos quais nós já nos habituamos.

Muita luz e muita paz para todos!!!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 18 de Janeiro de 2010, 16:51
Alguém precisa de uma data específica, para cheirar coca, crack, injetar morfina, ou heroína, matar, roubar, pungar, extorquir, estuprar, ou bater em velhinhas e crianças?
Ora, o carnaval não acirra nenhuma dessas ocorrências e os crimes continuam a se sucederem.
Paulo ensinava: "Só se contamina quem é contaminável", e isso ocorre todo dia o dia inteiro.
Essa baboseira que vemos em textos roustainguistas é que deve ser tida apenas como o que é, BESTEIRA.
Caracas!
Abração,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: mecame em 18 de Janeiro de 2010, 17:43
Sim, irmãos, com certeza que a indole está dentro de cada um como disse Cristo: "O reino de Deus está dentro de cada um de nós." Mas, compreendo tambem o que o irmão MAROCHA descreve. Todos temos livre arbítrio para procurarmos ou não festas assim, mas não nos julguemos, nem os que procuram as festividades e nem os que preferem guardarem-se nos estudos da doutrina e da caridade, porque muitas vezes no meio da bagunça festiva está o irmão caridoso que acolhe o solitário, que auxilia um ferido e sorri para o necessitado de alegria, porque a caridade está em toda parte, o amor está em toda parte. Há um conselho judaico que diz: "E aquele que come carne não se ria do que só come vegetal, assim como o que come somente vegetal não ignore o que come carne, porque cada um decide  o que pode ou não comer de acordo com o hábito de seu organismo, sua vitalidade e seus costumes. A paz de Cristo
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 18 de Janeiro de 2010, 17:56
Vejamos este exemplo tosco:
Para Deus, o creador, a terra é um dos mundos onde a barbárie, as sensações sensualistas e todos os vícios se misturam.
Entretanto, mandou Ele, seu filho, para ensinar entre esta corja... nós.
E Jesus fez ainda mais, designou, entre os mais pobres e ignorantes, doze, que os transformou em discípulos.
Ora, não seria o mesmo que amarrar cachorro com linguiça?
Foi?
Respondam vocês, vocês decidem!!!
Abraços,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: mecame em 18 de Janeiro de 2010, 18:28
Ele amou o mundo de tal maneira que enviou o seu único filho para que todo aquele que segui-lo conheça a graça da vida eterna. Por isso ele veio para esta corja, como diz , irmãozinho. O amor é a razão de todas as coisas. E nós também, devemos nos amar de tal maneira que entendamos as necessidades de cada um e sua ilusões e dentro de nossas possibilidades procurar o auxilio mutuo. A paz de Cristo
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: dim-dim em 18 de Janeiro de 2010, 18:43

Olá!

citar
Ele amou o mundo de tal maneira que enviou o seu único filho para que todo aquele que segui-lo conheça a graça da vida eterna. Por isso ele veio para esta corja, como diz , irmãozinho. O amor é a razão de todas as coisas. E nós também, devemos nos amar de tal maneira que entendamos as necessidades de cada um e sua ilusões e dentro de nossas possibilidades procurar o auxilio mutuo. A paz de Cristo
------------

Quer dizer que o restante da criação são filhos do diabo!

Cristo foi um homem como nós que se superou acima da visão materialista do mundo em vida, nada mais. Por isso foi igual a Buda e todos aqueles que o fizeram ou façam.


Namasté
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: mecame em 18 de Janeiro de 2010, 19:01
Não existe o restante da criação. Tudo o que é Existencia é ao que me refiro quando digo que devemos nos amar. A paz de Cristo
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: dim-dim em 18 de Janeiro de 2010, 19:22

Olá!

citar
Não existe o restante da criação. Tudo o que é Existencia é ao que me refiro quando digo que devemos nos amar. A paz de Cristo
------------------

Desconheço esses conceitos.


" Allan Kardec "

79 Uma vez que há dois elementos gerais no universo: o inteligente e o material, pode-se dizer que os Espíritos são formados do elemento inteligente, como os corpos inertes são formados do elemento material?

– É evidente. Os Espíritos são a individualização do princípio inteligente, como os corpos são a individualização do princípio material. A época e o modo dessa formação é que são desconhecidos.

80 A criação dos Espíritos é permanente, ou só ocorreu no início dos tempos?

– É permanente, Deus nunca parou de criar.

81 Os Espíritos se formam espontaneamente, ou procedem uns dos outros?

– Deus os cria, como a todas as outras criaturas, por sua vontade. Mas, repito mais uma vez, sua origem é um mistério.


Namasté
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: mecame em 18 de Janeiro de 2010, 19:33
Querido irmão Dim dim somos criaturas de Deus, bem como todas as coisas deste ou de outro tempo, deste ou de outro mundo. Na sabedoria da Existencia e quando digo Existencia digo tudo o que você puder ou não é imaginar, porque tudo Existe desde um invísivel ao olhos microscopicos aos vísivéis a olhos telescopicos. Tudo o que voce vê e não vê é Existencia, meu irmão. Na sabedoria e da Existencia não existe tempo e nem espaço e uma palavrinha chamada amor traduz as conexões existentes entre os mundos. E qual é o problema do apostolo dizer "Deus amou o mundo de tal maneira que nos enviou Cristo para que nos trouxesse sabedoria" ele poderia dizer "Deus amou ao mundo de tal maneira que nos enviou Buda para que nos trouxesse sabedoria' Não importa se diz buda ou Cristo o que importa é que precisamos sim de entendimento e Deus nos ama quando permite que espíritos mais evoluidos reencarnem para nos trazer o seu amor e sua experiencia. A paz de Cristo
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: HelenaBeatriz em 18 de Janeiro de 2010, 19:36
Marocha
Muito bem colocado o texto de Emmanuel sobre o Carnaval, amigo... Bastante pertinente!

O espírito Eugênia aborda este tema num interessante diálogo com o médium Benjamin Teixeira que, particularmente, aprecia assistir ao desfile do Sudeste do Brasil.

http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/mensagens-recebidas-pelo-medium-benjamin-teixeira-atraves-de-espiritos-diversos/msg81027/#msg81027 (http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/mensagens-recebidas-pelo-medium-benjamin-teixeira-atraves-de-espiritos-diversos/msg81027/#msg81027)

Amigos, o Carnaval deveria funcionar como uma válvula de escape, mas, muitas vezes, as pessoas perdem o controle e o pior acontece, geralmente pelo altíssimo consumo de álcool, dentre outras drogas, que aumenta sobremaneira nessa época festiva.

Um abraço fraterno,
Helena
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: mecame em 18 de Janeiro de 2010, 19:50
HelenaBeatriz também concordo e devo dizer que os momentos de festa tanto quanto os momentos de tristezas são  ambos momentos de aprendizado e experiencia para o espírito. A paz de Cristo
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: dim-dim em 18 de Janeiro de 2010, 20:01

Olá!

Continuo a não entender os seus conceitos amigo, primeiro diz: "Ele amou o mundo de tal maneira que enviou o seu único filho para que todo aquele que segui-lo conheça a graça da vida eterna." Depois diz: " Não existe o restante da criação. Tudo o que é Existencia é ao que me refiro quando digo que devemos nos amar. "
Depois fala de espaço de tempo de amor...
-------------

O mundo espiritual funciona pelo pensamento, e o que o faz mover é a intenção e a vontade, nada mais.

" Allan Kardec "

827 A obrigação de respeitar os direitos dos outros tira do homem o direito de ser senhor de si?

– De jeito nenhum, porque esse é um direito que a natureza lhe concede.


Namasté
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: MAROCHA em 18 de Janeiro de 2010, 23:05
Agradeço muito a participação de tantos amigos !
 Considerar o carnaval como dias comuns é estar muito longe da realidade.O índice de consumo de álcool, drogas pesadas das mais variadas tem picos agudos de grande intensidade.A violência atinge altíssimos níveis, o comportamento grupal da massa principalmente de jovens foge do controle, o  sexo desenfreado e irracional é uma constante. As emergêncis médicas são elevadíssimas, principalmente coma alcoólico,traumas etc. Esse comentário nada tem com falso moralismo mas com uma realidade cruel que a alegria e a euforia(etílica) portanto falsas, mascaram e escondem.  
 Coloquei esse texto do Emmanuel como um alerta, o carnaval tem seu lado positivo, o turismo, venda de materiais específicos  etc etc mas lembrar sempre que no meio de tamanha e efusiante  alegria a tragédia está mais presente que nunca.
   Um grande e carinhoso abraços a todos vcs

                     Marocha
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 19 de Janeiro de 2010, 01:29
Mano Marocha,
e aqueles que bebem de cair e que nenhum crime cometem? conheço um monte desses!
E os que mesmo bêbados brincam os tres dias e nenhuma altercação cometem, conheço mais alguns nessa condição.
Então, é o carnaval ou somos nós e nossas vontades funestas mais íntimas que subvertemos esse tríduo?
Abração,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: HelenaBeatriz em 07 de Fevereiro de 2010, 12:26
ATRÁS DO TRIO ELÉTRICO TAMBÉM VAI QUEM JÁ MORREU!


OBSERVAÇÃO...Clicar na figura do "cálice" se o PPS não abrir sozinho.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Jay em 08 de Fevereiro de 2010, 04:19
Agradeço muito a participação de tantos amigos !
 Considerar o carnaval como dias comuns é estar muito longe da realidade.O índice de consumo de álcool, drogas pesadas das mais variadas tem picos agudos de grande intensidade.A violência atinge altíssimos níveis, o comportamento grupal da massa principalmente de jovens foge do controle, o  sexo desenfreado e irracional é uma constante. As emergêncis médicas são elevadíssimas, principalmente coma alcoólico,traumas etc. Esse comentário nada tem com falso moralismo mas com uma realidade cruel que a alegria e a euforia(etílica) portanto falsas, mascaram e escondem.  
 Coloquei esse texto do Emmanuel como um alerta, o carnaval tem seu lado positivo, o turismo, venda de materiais específicos  etc etc mas lembrar sempre que no meio de tamanha e efusiante  alegria a tragédia está mais presente que nunca.
   Um grande e carinhoso abraços a todos vcs

                     Marocha


Concordo amigo Marocha, infelizmente hoje se põe a frente coisas das quais não são prioridades. O texto fala e com razão. Quanto dinheiro é empregado para a realização das festas carnavalescas e quanto depois não é gasto com as consequências delas após os devaneios causados pelas pessoas inebriadas por álcool e drogas. Não que tais devaneios não possam ser cometidos em qualquer altura, claro que sim, mas para que empregar tanto esforços em manter uma festa da qual sabemos que ira gerar mais problemas que alegrias. Se formos analisar o que se ganha com o turismo não compensa em nenhum factor. Álem de que, na minha opinião, ser uma total falta de consciência empregar verbas para festividades, como o carnaval, quando ainda há tantos problemas sociais a serem restabelecidos nas cidades. Se fosse empregado tanto esforço e dinheiro para a realização de obras nas cidades como se empregam no carnaval sem dúvida teriamos cidades em melhores condições do que se vê nos tempos actuais.
Usar a deixa de que, precisamos de ter alegria também, é não pensar em momento algum no próximo, podemos ter alegria num pequeno churrasco em casa ou num jantar em família, ou até no luxo de ir a um restaurante caro. Que alegria tem as crianças que vendem pipocas nos sinais de Recife, ou as que vivem no meio do tráfico nas favelas do Rio,(cidades das quais tem as maiores festas de carnaval do mundo) quanto deste dinheiro não poderia ser revertido em função delas, poderia não reverter a situação pra já, mas a longo prazo faria grande diferença, quando tirarmos o véu do egoísmo dos nosso olhos e pensarmos,todos, mais no próximo do que em nós mesmo, talvez venhamos a construir caminhos melhores...

Abraços fraternos
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 08 de Fevereiro de 2010, 15:00
Jay,
você chega a pensar na quantidade de empregos, e de dinheiro arrecadado nos dias de Momo?
Pois é , as nações vivem disso gente!
Todas as maneiras em que se encontra um jeito de trazer mais dinheiro, que possibilita depois o desenvolvimento sustentável, deve ser envidado.
É assim nos EEUU, na, frança ou no Brasil.
Há excessos no carnaval, no natal ou no ano novo, logo é de conscientização e educação do povo que se fala, não desse período.
Não são as festas, é o povo e a qualidade do povo está diretamente ligada a qualidade do Espírito deste povo.
Se um povo é formado de Espíritos mais avançados os excessos seriam mínimos, mas num mundo de provas e expiação não é esta a classe de Espíritos que lhe forma a maioria.
Por isso acredito que a doutrina pudesse ser o precussor desta transformação moral.
abração,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Ilana em 08 de Fevereiro de 2010, 16:36
Amigo Mourarego,

Concordo plenamente com você. Não importa o tipo de festa que se esteja celebrando: carnaval, natal, ano novo, aniversário; importa o estágio evolutivo dos espíritos que ali se encontram festejando e, que em nosso mundo, ainda está em estágio bastante inferior, por isso temos notícia de tantos problemas vivienciados/experienciados nessas ocasiões, mas não podemos esquecer que estamos aqui para uma vida de relação, que deve ocorrer em todas as oportunidades, ensejando o aprendizado contínuo! Se nos protejemos de tudo, como nos por a prova...

Abraço fraterno

Ilana
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 08 de Fevereiro de 2010, 16:48
Exatamente maninha Ilana.
Foi nesse tom que Jesus disse. "não vim pelos sãos, mas pelos doentes".
É exatamente esta exposição às doenças, no caso morais, que demonstra a confiança em si e em Deus, para aqueles que propagam as notícias espíritas ou evangélicas.
É facinho ser um bom pastor, quando nos colocamos a salvo, sem que nada nos possa atingir, mas assim que mérito teremos?
Um dia, tive a notícia que um amigo meu, a quem chamava carinhosamente de "Pai Xoxó", estava internado no hospital de Madureira vitimado pela AIDS. Na mesma hora fiz com que outros amnigos que estavam em minha casa fossem comigo ao hospital, chegamos lá fora do horario de visitas, ´pois já eram onze horas da noite.
Depois daquele papinho de carioca consegui colocar todos lá e o que se deu foi uma coisa que não esperávamos.
Ao entrarmos na enfermaria dos aidéticos o clima era dos mais tensos e tristes.
Parecia que ali só se esperava a morte.
Bem, eu agi como sempre, brincando e sacaneando o meu maninho adoentado.
Em seguida vieram umas tímidas risadas dos outros doentes que começavam a voltar do "limbo".
Minutos mais tarde recebíamos a visita do chefe do plantão que nos pedia para "parar com a bagunça generalizada", é que todos riam e brincavam, parecia que a vida tinha acordado por lá.
Em nossa saída os demais doentes nos pediam para voltar sempre para os fazer rir de novo! Essa foi a minha maior paga!
A alegria contagia mais que qualquer doença. Hoje o "Pai Xoxó" já "virou lenda" está no andar de cima... Mas com certeza deve estar a ajudar aos que ficaram no padecer da mesma síndrome.
Resumo da ópera: O que era para ser uma alegria restrita virou uma alegria geral e acredito eu, Deus se mostrou ali, em nossas palhaçadas e piadas. Porque Deus, por justo e bom que seja não nos quer tristes, mas a caminho da suprema felicidade.
Abraços,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: hcancela em 08 de Fevereiro de 2010, 22:05
Olá amigos(as)

Tudo está certo, no tempo e no espaço.

Tudo depende da forma como utilizamos a nossa vida.Este um chavão que muitas vezes aqui dizemos e que está certo.

Nós podemos estar em qualquer lugar, quer seja Carnaval ou outra festa qualquer , desde que tenhamos uma postura de respeito e correcção, não vejo mal nisso. Podemos até estar no meio de (bêbados, perdoem a expressão) e nem sequer beber um tiquinho de álcool.

Por isso deixem o povo dançar e brincar, não querendo dizer com isto que no meio desta brincadeira toda, vale tudo, mas os actos ficam para quem os faz.

Lembram que segundo alguns escritos, Jesus convivia no meio de muitos fariseus sem se deixar influenciar, e quantas vezes saia à rua para cantar e dançar com o povo que o seguia mesmo que alguns já naquele tempo faziam das suas.
Pode até acontecer se estivermos num ambiente (dito mal) e a nossa correcção perante ele, mudar? Ouvi certa vez que levaram Chico Xavier a um Bar de meninas para ver como ele reagia,e ao fim de um tempo as meninas fecharam o tal Bar, onde Chico fez pela primeira vez o evangelho.(Ouvi esta história, não sei se é verdadeira, mas acredito que sim).

SAUDAÇÕES FRATERNAS
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: MAROCHA em 08 de Fevereiro de 2010, 23:51
 Meus amigos, acho extremamente saudável essa diversidade de opiniões... pois a unaminidade o consenso, não impulsionam nem motivam para novas idéias!
  Agradeço muito a participação tão seleta e desejo um feliz carnaval a todos !

                           Marocha

 
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Maria Jos em 09 de Fevereiro de 2010, 12:04
         Na verdade, o carnaval, apesar se representar mais um folclore do nosso Brasil, acarreta, para os invigilantes, sob ainfluência de espíritos inferiores, momentos de prazer e euforia da carne. Devemos ser sensatos. éticos e vigilantes para não cairmos em tentações que nos deixarão sequelas de ordem física e moral ao nosso espírito em evolução.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 24 de Janeiro de 2011, 01:40
Olá gente!!!
O carnaval tá chegando e aproveito a oportunidade de postar este pps que é tbm um subsídio para palestras que podem ser exploradas através de data show, mostrando informações valiossísimas para todos nós espíritas e não espíritas ok? Quem já viu pode estar vendo de novo e quem não viu pode ver, salvar no pc e expor na casa espírita que milita. Considero um ótimo material. Paz e Bem a todos...Jesus conosco sempre!!!!
       

                                                                                 ednartes,
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: milsoliva em 25 de Janeiro de 2011, 00:42
A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" do grego significa carne e "valles" significa prazeres. Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras), último dia antes da Quaresma. Nos Estados Unidos, o termo mardi gras é sinônimo de Carnaval.
O Carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
De acordo com o modo contemporâneo o carnaval ainda é considerado uma forma de festa bastante tradicional, pois persistiu por vários anos com o mesmo aspecto.
wikipédia, essa festanão é só gandáia tem  tambem seu lado bom
                                         paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 25 de Janeiro de 2011, 03:24
Olá milsoliva!
Muito bom o texto pesquisado para nos dar a idéia de como surgiu o Carnaval. A mensagem que eu postei tem como proposta a reflexão profunda de uma "festa" profana analisando as consequências que advirão para quem participa, e, é claro que tanto fisicamente como espiritualmente falando às pessoas desavisadas que vão sem se precaverem ou se prepararem devidamente para ela. Eu particularmente tenho mais o que fazer e não perco o meu tempo nesta gandáia como vc mesmo fala no finalzinho da sua resposta ao tópico e eu sincera e honestamente não vejo onde está o lado bom desta considerada festa. O Carnaval em épocas remotas devo acreditar não tinha tanta violência regada a drogas e tudo o mais, se havia bebida alcoólica, creio que se bebia de um modo consciencial que é o que não acontece hoje. Muita coisa mudou,e em relação ao carnaval prá pior. A mensagem pps nos mostra a realidade nua e crua do que é o carnaval agora vai quem quer. Eu fico torcendo para que passe voando os cinco dias ou seis nem sei, para que se acabe a patifaria que é o carnaval.  O lado bom e interesseiro são os lucros que correm soltos nas festa. Enfim quem tiver interesse divirta-se e quem não tiver procure fazer um retiro íntimo interno e ouvir palestras interessantes que é um bom negócio. Paz e Bem!!!!


                                                                        ednartes,
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Fernando Louren em 25 de Janeiro de 2011, 11:17
Achei otima essa msg , ja até copiei para enviar por email para os  meus amigos.Nessa epoca do carnaval devemos orar por aqueles que ainda não tem consciencia da gravidade do que ocorre no plano espiritual e não percebem ainda as  consequencias que atos impensados podem gerar futuramente.

Muita paz a todos
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: licia f em 25 de Janeiro de 2011, 13:53
Nunca tinha vista essa apresentação, muito bom saber porque nessa época eu fico com falta de ar, quando termina o carnaval, meu pulmão doem muito. Vou passar pra todos amigos espiritas do imail, obrigado amiga Ednartes. Boa samana.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: milsoliva em 25 de Janeiro de 2011, 20:14
oi pessoal ,Ednartes essa festa gera milhares de empregos em todo Brasil.em hotéis,pousadas,restaurantes etc,só se corrompe quem tem má  tendências vc não acha,conheço pessoas que se divertem muito e não bebem nada,só não vou mais pq enchi ,mas sempre gostei, embora hoje é um grande negócio,poucos lucram mas muitos apenas se divertem.
     paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 25 de Janeiro de 2011, 20:56
Espero que este PPS não seja daqueles que dizem que o carnaval é o dilúvio das almas e quem gosta e brinca obrigatoriamente estará sob o crivo dos obsessores.
Se disser algo parecido descreiam.
O que afasta os maus Espíritos é a autoridade moral e qualquer um pode brincar seu carnaval cultivando esses valores.
abraços,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Dulcinha em 25 de Janeiro de 2011, 23:30
Queridos irmãos do forum
fico com as palavras do Sr. Sanson, no cap II do livro O Céu e o Inferno : "Sabei que a felicidade, como a entendeis, é apenas uma ficção. Vivei prudentemente, santamente, no espírito de caridade e amor e estareis preparados para as sensações que vossos maiores poetas não poderiam cantar."
Dispenso essa "felicidade" do carnaval que a grande maioria usa como válvula de escape apenas para satisfazer os apetites da carne.
Fiquem com Deus.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: milsoliva em 26 de Janeiro de 2011, 00:13
olá pessoal.pra satisfazer oa apetites  da carne  pode ser em outras datas tambem,vcs estão
parecendo nossos irmãos evangélicos satanisando essa festa,não é bem assim, cada um é responsavel por atos.O plantio é livre mas a colheita  obrigatória  o chefe disse isto ok?
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 26 de Janeiro de 2011, 01:43
Olá Mourarego!
de que valores vc está falando mesmo? autoridade moral? calma lá! eu não postei este pps para transformar ninguém e nem intencionar que as pessoas não devam participar desta ou daquela suposta festa. apenas busquei prestar entendimento  mostrando na visão espiritual daqueles irmãos que estão fora do corpo, a realidade que foge-nos da compreensão. a análise das nossas observações precisam passar pelo crivo da razão porque senão para que mesmo os espíritos ditaram a Allan Kardec obra tão empreendedora hein!? ah! já sei, esqueci de que vc não adota a literatura espírita ditada pelos espíritos que não constam na codificação eles não possuem credibilidade prá vc não é? então te aconselho que descreias mesmo, a mensagem não irá te dizer mais  daquilo que vc já "sabe". paz em nossos corações!


                                                                         ednartes,
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 26 de Janeiro de 2011, 01:53
Olá Fernando Louren!
isso mesmo ao invés de estar falando em prazeres da carne ou coisa no gênero, independente de qualquer coisa devemos prestar a solidariedade orando para os incompreendos da falsa felicidade porque depois da folia momesca os problemas por hora esquecidos voltam com mais intensidade de quando antes da patifaria que é o carnaval começar, e aí os desavisados irão chorar o leite derramado que certamente não voltará para a caixa. paz e bem irmãozinho!!!!

                                                                 ednartes,
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 26 de Janeiro de 2011, 02:01
Olá Dulcinha!!!
é isso aí, falou e disse!!!! o carnaval não acrescenta nada em nada, só serve prá se perder no tempo além de inutilizar alguns dias onde poderia serem aproveitados com algo de útil. abração prá ti e muita paz!!!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 26 de Janeiro de 2011, 02:08
Amiga Lícia!
fico feliz por ter lhe prestado este esclarecimento! Jesus conosco sempre!!!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 26 de Janeiro de 2011, 02:13
milsoliva!
na quarta de cinzas tá todo mundo no olho da rua. paz e bem!!!!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 26 de Janeiro de 2011, 14:04
Dulcinha, entenda bem:
Você dispensar não torna o carnaval, pior nem melhor do que é.
Porém, afirmar que a maioria o uso para satisfazer apetites da carne, é muito forte e faz coro com os "divulgadores de pecados" que existem no meio Espírita.
O MEB, está cheio dessas pessoas que mais das vezes usam de nomes ilustres de Espíritos para lançarem suas "mensagens" numa autêntica enxurrada de carolices sem fundamento.
A doutrina é clara quando nos ensina que somos nós os responsáveis pelo que fazemos, logo, o que e os outros fazem não nos diz respeito, façam eles o que fizerem não nos vão adiantar nem atrasar nem um cadinho caso não queiramos assim fazê-lo, só isso desmonta a bobajada que esses cabras escrevem sob vestes bonitas que não lhes pertencem.
Eu por exemplo odeio barulho, muita gente, e bagunça, contudo, no carnaval minha netinha e minha filha que são crianças, gostam de ver as bandas tocando e então as levo mesmo sem gostar.
Onde está qualquer coisas de errada, viciada ou que satisfaça qualquer apetite da carne?
Assim também muitos brincam, e  se divertem, sem mesmo tocarem num gole de cerveja, o que, também não seria crime espiritual algum.
Jesus nos ensina: Fazei por ti e os Céus te ajudarão", também nos ensina que o caminho do meio é o melhor , Paulo o Apóstolo nos ensina"Tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém", debaixo desses ensinos, quem os sabe e aceita sempre terá mesmo brincando e sambando uma atitude digna e moralizada.
Todavia é fato e que comprovei, que após certos períodos de internação em locais onde são ministrados cursos e palestras espíritas, durante os dias de carnaval algumas mocinhas engravidaram.
Se a amiga pensar com calma e sem tendenciosismos, adquiridos, verá que é tal como o Mestre nos avisa: "O maior veneno não é o que nos entra boca a dentro, mas sim aquele que dela sai. porque o que a boca revela nos vem do íntimo".
Quer dizer o mal não é o Carnaval mas sim a ação de alguns que nele vão satisfazer as suas bestialidades, mas estes as satisfazem também na semana santa, no corpus cristi, etc e tal.
Quantos não são assaltados, violentados e estuprados durante a celebração do ano novo ou do natal?
abração,
Moura

Queridos irmãos do forum
fico com as palavras do Sr. Sanson, no cap II do livro O Céu e o Inferno : "Sabei que a felicidade, como a entendeis, é apenas uma ficção. Vivei prudentemente, santamente, no espírito de caridade e amor e estareis preparados para as sensações que vossos maiores poetas não poderiam cantar."
Dispenso essa "felicidade" do carnaval que a grande maioria usa como válvula de escape apenas para satisfazer os apetites da carne.
Fiquem com Deus.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Dulcinha em 26 de Janeiro de 2011, 14:26
Boa tarde irmãos!!
Querido irmão Moura, o amigo se engana ao dizer que não pensei com calma ou tive algum tendencionismo. Meu esposo já tocou numa banda em muitos carnavais, eu já fui a bailes para conhecer e apenas disse o que vi. Não que me incomode, pois concordo plenamente que somos responsáveis por nosso comportamento e comprometimento e o meu é problema meu, certo?
Só penso também é que devemos colocar nossa posição a respeito dos temas abordados aqui e na minha, apenas minha opinião, o carnaval é mais uma ilusão desse mundo e um tremendo tempo perdido.
Muita paz a todos.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 26 de Janeiro de 2011, 14:53
Reconheço o seu direito de expressar a sua opinião amiga Dulcinha,
contudo o que faço é apenas mostrar o que a doutrina e não eu, diz sobre essas datas e o mal que não está nelas mas sim em nós mesmos, Espíritos imperfeitos.
Cada um de nos amiga, explica a doutrina, só vê da forma e segundo o que lhe é possível discernir.
Abraços,
Moura
Boa tarde irmãos!!
Querido irmão Moura, o amigo se engana ao dizer que não pensei com calma ou tive algum tendencionismo. Meu esposo já tocou numa banda em muitos carnavais, eu já fui a bailes para conhecer e apenas disse o que vi. Não que me incomode, pois concordo plenamente que somos responsáveis por nosso comportamento e comprometimento e o meu é problema meu, certo?
Só penso também é que devemos colocar nossa posição a respeito dos temas abordados aqui e na minha, apenas minha opinião, o carnaval é mais uma ilusão desse mundo e um tremendo tempo perdido.
Muita paz a todos.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: licia f em 26 de Janeiro de 2011, 17:25
Não confio na frase "O fim justifica o meio". Carnaval é carnaval, e não adianta tentar impedir alguém ir pra festa se sua energia ainda esta la.A maturidade para tudo só chega no momento certo.
Minha mãe cansou de me trancar pra eu não ir, e eu fugia do mesmo jeito todo ano.
Faz 11 anos que deixei de fumar e de  beber e juro que não sinto falta de nada daquele tempo.
Adorei a apresentação, como disse não tinha visto ainda, repassei pra todos os meus amigos,uns entenderam  e outros não, como disse depende da maturidade espiritual de cada um .
Hoje sou muito mais feliz,e meu sorriso é de felicidade real.  Bjos a todos
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: licia f em 26 de Janeiro de 2011, 17:34
Amigos
A apresentação fala do trabalho danado que damos ao mudo espiritual nessas festas.Eu sou da Bahia, e aqui se lava tudo o ano todo, pode ate chover ;não importa,lavamos bar, escadarias,becos,ruelas e fora as feijoadas e os ensaios que são o ano todo.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 26 de Janeiro de 2011, 18:00
vamos à codificação ver este ponto maninha Licia?
Diz lá" O que fazem os Espíritos quando não lhe prestam atenção aos avisos?
Resp: Afastam-se.
Note: Estou falando não de Espíritos amigos, mas sim daqueles que tomam por missão ser-nos os Espíritos guardiões.
Abraços,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 26 de Janeiro de 2011, 18:59
Boa Tarde,
Estou observando o tema.
Carnaval é cultural, sempre adorei, a banda passava na praia e eu ia atrás numa boa, sem beber ou me drogar, famílias inteiras inclusive com crianças saem sem problema nenhum.
Uma das melhores coisas que já fiz na minha vida foi sair na Sapucai, depois da primeira vez,  fui por mais dez anos, e meus filhos e meu marido junto com todos os nossos amigos.
Ninguem drogado e nem bebado.
Atribuir ao Carnaval isso ou aquilo acho sinceramente que não tem nada a ver. Simplesmente quem já tem o comportamento de se drogar ou qualquer coisa que o valha o faz em qualquer ocasião, e se expõe porque a festa é popular, portanto sai a rua e é filmado,  televisionado e transmitido para o  mundo inteiro.
Ou pode aparecer familias e crianças se divertindo ou gente doida, pelada e drogada, depende do enfoque que a mídia quer dar ao Carnaval.

Um abço
Hebe
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: licia f em 26 de Janeiro de 2011, 20:28
vamos à codificação ver este ponto maninha Licia?
Diz lá" O que fazem os Espíritos quando não lhe prestam atenção aos avisos?
Resp: Afastam-se.
Note: Estou falando não de Espíritos amigos, mas sim daqueles que tomam por missão ser-nos os Espíritos guardiões.
Abraços,
Amigo Moura
 Afastam-se, porem não nos deixam só,ficam observando; eu li em algum lugar. vou buscar mais coisas em relação a esse tema.
Por isso que eu gostei daqui, me força a estudar.Bjos amigo.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 26 de Janeiro de 2011, 20:40
Trago mais um pouquinho da DE.
Os espíritos obsessores só conseguem seu intuito se houver via de mão dupla, ou seja, se o obsediado tiver um comportamento afim, isso tudo a nível mental, o obsessor pode induzir a pessoa a se comportar mau ou arranjar briga beber ou qualquer coisa que o valha se a pessoa já estiver nesta sintonia, se não estiver ele fica em volta mais nada acontece.
Não é a dança nem a música e nem samba que vai atrair nada e sim a forma como a pessoa mentalmente está se comportando.
Isso acontece dentro de casa , sózinho pode encher a cara de alcool ou droga, nem precisa de festa popular para isso.
Um abço
Hebe
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 26 de Janeiro de 2011, 21:02
Maninha Licia, quando no LE os Espíritos nos falam em afastarem-se eles o fazem no sentido de não mais influenciarem aos seus protegidos. isso quer dizer, não intercedem mais com suas palavras.
Afinal eles não lhes dão ouvidos aos reclamos entende?
Esta é uma situação que leva mesmo, no caso de médiuns, á perda ou suspensão da mediunidade como está no Capítulo XVII do LM.
abraços,
Moura

vamos à codificação ver este ponto maninha Licia?
Diz lá" O que fazem os Espíritos quando não lhe prestam atenção aos avisos?
Resp: Afastam-se.
Note: Estou falando não de Espíritos amigos, mas sim daqueles que tomam por missão ser-nos os Espíritos guardiões.
Abraços,
Amigo Moura
 Afastam-se, porem não nos deixam só,ficam observando; eu li em algum lugar. vou buscar mais coisas em relação a esse tema.
Por isso que eu gostei daqui, me força a estudar.Bjos amigo.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: milsoliva em 27 de Janeiro de 2011, 00:59
oi Ednartes.não sei qual é a tua, criticas essa festa como fosse a pior coisa do mundo,desde quando hotéis ,restaurantes etc mandam pessoas embora na quarta de cinza só na tua cabeça,as escolas tem funcionarios  registrados durante o ano todo,vc deveria saber , tudo pode mas nem tudo é licito! OK!
           paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 27 de Janeiro de 2011, 01:51
amigo milsoliva!
pode até ser na minha cabeça a observação que fiz quanto a demisão de alguns na quarta de cinzas mas é assim que vejo e é assim que verei não importa o que digam. e quanto as palavras do apóstolo Paulo, não é tudo pode mas: Tudo me é lícito porém nem tudo me convém. Daí vc já percebe onde deve parar o carnalval e as suas fantasias enganosas. eu não pensei que uma inofensiva mensagem pps fosse gerar tanta polêmica e se repararem eu apenas postei e disse que serviria como material para fazer palestras informando espíritas e não espíritas quanto ao teor espiritual que a "festa" influencia e sugeri que quem não tivesse visto visse, que quem viu veja de novo, e salvasse no pc. imagine vc se eu logo na primeira postagem,
oi Ednartes.não sei qual é a tua, criticas essa festa como fosse a pior coisa do mundo,desde quando hotéis ,restaurantes etc mandam pessoas embora na quarta de cinza só na tua cabeça,as escolas tem funcionarios  registrados durante o ano todo,vc deveria saber , tudo pode mas nem tudo é licito! OK!
           paz
tivesse atacado o carnaval de uma forma arbitrária hein!?

                                                                                     
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 27 de Janeiro de 2011, 10:43
Respeito opiniões contrárias ao Carnaval,

Mas não posso deixar de colocar uma das coisas boas que o Carnaval gera, além de ser a cultura de um povo.

Cito por exemplo só a Mangueira, posso citar mais, porém o post seria enorme.

“CAPITAL SOCIAL NA
FAVELA DA MANGUEIRA”*
MARIA ALICE NUNES COSTA**
Acomunidade da Mangueira ficou mundialmente conhecida através de sua
Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Hoje, é consenso que a favela
da Mangueira possui uma forte marca devido à presença da Escola de Samba
que passou a ser considerada o celeiro e patrimônio da cultura popular e berço
de alguns poetas mais geniais da música popular brasileira
. Uma cultura que faz
questão de se manter viva através da preservação de seus nomes ilustres, considerados
os baluartes da Escola de Samba. Desde o início, a Mangueira conviveu
com músicos atraídos pelo seu samba, como Heitor Villa-Lobos, Noel Rosa,
Francisco Alves, Tom Jobim, e até hoje continua atraindo grandes nomes da
música popular brasileira.

A identidade com o carnaval, o samba e a música popular brasileira tem contribu
ído para a proximidade e o diálogo com diversos setores da sociedade, ou
seja, artistas, intelectuais e foliões das camadas médias da sociedade, incluindo
turistas de outros estados e países.

Além de produzir desfiles de carnaval, a comunidade da Mangueira passou a
contar, desde 1987, com inúmeros projetos sociais implantados pela Escola de
Samba da Mangueira, ou seja, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação
Primeira da Mangueira (GRESEP). Constituindo-se no chamado Programa
Social da Mangueira, que visam à atenção à educação, cultura, esporte, lazer e
mercado de trabalho.

Já nos idos dos anos 70, aulas de esporte eram dadas na rua embaixo do viaduto,
e a única condição imposta ao futuro atleta era o dever de freqüentar uma escola.
Nessa fase, foi essencial o trabalho de dois moradores da favela: a Tia Alice e
Agrinaldo Santana, que se valiam do improviso para suprir a falta de recursos
materiais no treinamento de meninos e meninas.
Tia Alice, além de mangueirense
foi campeã sul-americana de 1956 nos 200 metros rasos e medalha de
ouro em arremesso de peso no sul-americano de masters de 1986, sendo a principal
mobilizadora do esporte na comunidade.

Em 1986, lideranças da Escola de Samba da Mangueira preocupadas com o
jogo de futebol estar sendo realizado embaixo do viaduto próximo à Escola de
Samba resolveram solicitar o terreno baldio próximo à quadra, que estava cheio
de entulho e de lixo, e que pertencia a Rede Ferroviária Federal.Acantora Alcione
compartilhando da idéia, conseguiu junto ao Presidente da República José Sarney
(ambos conterrâneos do Maranhão) a cessão do terreno por 99 anos, para a
execução de projetos sociais que seriam coordenados pela Escola de Samba da
Mangueira, ou seja, pelo Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira
da Mangueira (GRESEP).


Responsabilidade social Portela , mais um acessem o link

http://www.gresportela.com.br/projetosocial/

Responsabilidade Social Salgueiro
http://sambadoloirinhodoido.blogspot.com/2010/12/comunidade-comparece-em-peso-projeto.html
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 27 de Janeiro de 2011, 11:05
Mais um pouquinho.
Projetos sociais criados a partir da força do Povo ( cultura)
http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/temas-especiais-18e.asp


Li que quando se olha um copo com água pela metade. Pode se entender " o copo está meio vazio" ou "o copo está quase cheio". Depende do ponto de vista.
Escolham o caminho do meio e enxerguem só um copo pela metade.

Um abço Hebe



Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: licia f em 27 de Janeiro de 2011, 15:02
É amiga  Ednartes,realmente tem coisas que não vale apena responder, é desgaste desnecessário,e vamos todos pro carnaval, essa linda festa ecumênica!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 27 de Janeiro de 2011, 15:14
Maninha Ednartes, vou dar o meu pitaco:
A amiga parte de uma suposição adquirida de um PPS que não passa disso pois não é doutrina e nem se fulcra no que ensina a doutrina, e faz dele grande verdade.
Hotéis, escolas de samba, fábricas de sapato, e qualquer empresa são regidos pela lei da oferta e da procura. se por algumas razão, a procura cai, quer por preço abusivo quer por falta de material, ou mesmo em razão da inadequação de um funcionário ou outro o Recursos humanos, manda embora e o faz quase todos os dias quer ou não seja carnaval, semana santa ou feriado.
Vou fazer um desabafo: eu sou dos que não gosta de PPS vejo que é um tempo gasto num trabalho que nada ensina a não ser a mexer no programinha. Pior ainda forma arquivos grandes, demorados de serem baixados e que ocupam muito espaço no HD da máquina.
Não tenho visto, esses tempos nenhum que se fulcrasse apenas na doutrina e vou identificar uma técnica muito utilizada neles, começa-se  a seleção de imagens e dos escritos, faz-se, em poucos, a menção a  qualquer coisa que a codificação tenha, e depois parte-se para achismo    puro ou conceituações de Espíritos que nada de trabalho prestaram na obra codificada.
Daí desaprende-se mais do que se aprende além de se perder precioso tempo  que se poderia ter ganho se tivéssemos estudado a doutrina.
mas sabe porque isso acontece? A resposta é simples de doer: porque quem os faz ou não conhece bem a doutrina ou a aprendeu errado, daí em diante vale tudo até mesmo para os que a conhecem. Pois estes sabem que a maioria não entende nada de espiritismo.
Podem jogar as pedras de sempre mas sei que a razão de todos vai gritar  "o macaco ta certo", e no caso o macaco sou eu hehe
Abração,
moura
amigo milsoliva!
pode até ser na minha cabeça a observação que fiz quanto a demisão de alguns na quarta de cinzas mas é assim que vejo e é assim que verei não importa o que digam. e quanto as palavras do apóstolo Paulo, não é tudo pode mas: Tudo me é lícito porém nem tudo me convém. Daí vc já percebe onde deve parar o carnalval e as suas fantasias enganosas. eu não pensei que uma inofensiva mensagem pps fosse gerar tanta polêmica e se repararem eu apenas postei e disse que serviria como material para fazer palestras informando espíritas e não espíritas quanto ao teor espiritual que a "festa" influencia e sugeri que quem não tivesse visto visse, que quem viu veja de novo, e salvasse no pc. imagine vc se eu logo na primeira postagem,
oi Ednartes.não sei qual é a tua, criticas essa festa como fosse a pior coisa do mundo,desde quando hotéis ,restaurantes etc mandam pessoas embora na quarta de cinza só na tua cabeça,as escolas tem funcionarios  registrados durante o ano todo,vc deveria saber , tudo pode mas nem tudo é licito! OK!
           paz
tivesse atacado o carnaval de uma forma arbitrária hein!?

                                                                                     
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 27 de Janeiro de 2011, 15:18
E quem te diz que o carnaval nm ão é ecum[ênico?
do dicionario:
"ecumenismo
e.cu.me.nis.mo
sm (gr oikoumenismós) Rel 1 Movimento universal de união das Igrejas Evangélicas (protestantes). 2 O mesmo movimento estendido a todas as igrejas cristãs, abrangendo o protestantismo, catolicismo e os diversos ritos orientais."
Logo amiga Licia, a palavra quer dizer do congrassamento de todos os cultos e doutrinas e sendo assim fazer-se blague com o ecumenismo para exemplificar uma festa como se esta fosse covil dos vícios é além de preconceito, uma bobagem sem nome!
Afinal, a amiga pode afirmar que não estejam a brincar nas festas Espíritas, mormons, católicos judeus, brâmanes ou ateus?
Abraços,
Moura

É amiga  Ednartes,realmente tem coisas que não vale apena responder, é desgaste desnecessário,e vamos todos pro carnaval, essa linda festa ecumênica!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 27 de Janeiro de 2011, 15:34
É amiga  Ednartes, realmente tem coisas que não vale apena responder, é desgaste desnecessário,e vamos todos pro carnaval, essa linda festa ecumênica!

Será bem vinda ao Carnaval, principalmente se vier  saudável e de forma caridosa conseguindo  trabalhar nos projetos sociais que o Carnaval gerou nas comunidades carentes, tirando jovens de vícios e trabalhos para o tráfico de drogas.
Além do turismo que gera riqueza, movimenta o comércio por conseguinte as industrias, empregos e pagando não só impostos Estaduais como Federais que se não forem desviados pelos dirigentes deste país, favorecem ao país inteiro.
Eu só mostrei o outro lado da moeda, não neguei que muita coisa abusiva acontece no Carnaval, mas a visão acredito que tenha que ser bem mais ampla do que só ser uma festa pecaminosa.

Agradeço o comentário e a oportunidade de falar um pouco mais além do pecado.
Como sempre aproveitei a festa de forma saudável, não tenho do que me arrenpender.
Um abço Hebe

Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 27 de Janeiro de 2011, 15:53
Exato maninha Hebinha!
Eu nem chego onde você chegou, apenas digo, quer brincar, quer dançar? O tigrão vai te ensinar!
Opsss isso é letra de funk!!! :)
Há uma certa música de antigos festivais que diz em certo trecho da letra " quem sabe faz a hora, não espera acontecer".
Na verdade e seriamente, quem quiser e gostar que brinque pacifica, ordeira e moralizadamente.
Apenas isso e já se esta contribuindo para uma festividade melhor.
abraços,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: phabioasilva em 27 de Janeiro de 2011, 16:08
Oi,

Vou dar o meu pitaco...

Em o Livros dos Espíritos:
Citar
II – DAS PAIXÕES
907. O princípio das paixões sendo natural, é mau em si mesmo?
– Não. A paixão está no excesso provocado pela vontade, pois o princípio foi dado ao homem para o bem e as paixões podem conduzi-la a grandes coisas. O abuso a que ele se entrega é que causa o mal.

O problema aqui é que se toma o efeito como causa.

Não é o carnaval em si que trás toda sorte de beberagem, sensualidade e outras coisitas mais. E sim aqueles que se utilizam da data comemorativa para alavancarem seus vícios.
Como costumo dizer, não é a bala que mata, mas quem aperta o gatilho.

Afinal há, como dito antes, extravagância tanto no carnaval, como no Ano-Novo e pasmem, até no Natal.

Sigamos pelo caminho do meio, como disse a amiga Hebe referindo-se ao copo pela metade

Abraços
Fábio
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 27 de Janeiro de 2011, 16:48
É por ai mano Phábio
Abraços,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: jose sobral ribeiro em 28 de Janeiro de 2011, 14:47
Na verdade, os festejos da carnalidade (Carnaval), enquanto espectáculo de fantasias, como uma passagem de modelos-criativos, nada tem de mau, porém, a experiência de vida e de actos levam-nos a perceber que nas fantasias muitos milhares...ou milhões gostam de se exceder. Nunca vi alguém nessas folias a orar, cantar hinos de louvor a Deus, praticar obras de caridade, perdoar ofensas etc.... logo o carnaval é terra-a-terra, materialidade com pretensões a diversão! Uma bebedeira também é uma diversão, o boxe, também é uma diversão, matar animais, também é diversão!!!! enfim, este tipo de diversões não lembra aos próprios irracionais.... então, se somos superiores em matéria de género ou raça, temos de ser diferentes e procurar melhorar ainda mais a nossa condição humana.As guerra, também são diversão:não se chamam de, jogos de guerra,!?? Há ser humano que queres justificar os teus excessos! o resultado é que:os efeitos  são consequência das causas...ou não são? quais são os efeitos? é reparar neles!!!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 28 de Janeiro de 2011, 15:54
Wilkipedia:
"O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de Escolas de Samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsink, capital da Finlândia.
O Carnaval do Rio de Janeiro, está no Guinness Book como a maior festa de rua do mundo. Recife, Pernambuco, possui o maior bloco de carnaval do mundo, o Galo da Madrugada.
Logo a origem do tríduo de Momo, deu-se no Cristianismo da idade médium e não trazia senão a idéias do Adeus á carne e não como se explica, "carnalidade" ou seja recrudescimento da carne, bestialidade, animalidade.
abraços,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: arcam em 29 de Janeiro de 2011, 12:10
    " Se os teus olhos, (pensamentos e atos) forem bons, todo e teu corpo será luminoso; se, porem, forem maus, todo o teu corpo estará em trevas". Jesus ( Mt 6:22 e 23)
    Somos o que somos, nos mostramos em qualquer lugar de acordo com as nossas tendencias, mt bem esclarecido pelo Moura.
                                              Arcam.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: licia f em 29 de Janeiro de 2011, 14:10
Amiga  Ednartes, você ja participou do debate sobre ALMA GÊMEA, Mourarego também esta la.
É complicado abrir um debate aqui, mais também é interessante descobrir uma pessoa que pensa que com o tempo as coisas continua do mesmo jeito.Eu não sei o que ele acha da evolução dos espíritos.Do tempo de Kardec tanta coisa já mudou.Bjos e bom fim de semana
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 29 de Janeiro de 2011, 14:53
Respondendo à maninha Licia:
Algumas coisas, dentro de tema tão vasto como a doutrina, podemos, aqueles que a estudam com seriedade, dizer "eu sei". Esta é uma delas.
Por que?
Ora porque é parte inicial da doutrina, que aquele que se diz espírita, deve, conhecer, antes de tudo. tratamos dos fundamentos da doutrina.
por esta razão eu digo: Eu sei.
vamos lá?

(Retirando do ESE)

"Deus quis que a nova revelação chegasse aos homens por me mais rápido e
mais autêntico. Eis porque encarregou os Espíritos a levarem de um pólo ao outro,
manifestando-se por toda parte, sei dar a ninguém o privilégio exclusivo de ouvir a sua
palavra. Um homem pode ser enganado e pode enganar-se a si mesmo, mas não
aconteceria assim, quando milhões vêem e ouvem a mesma coisa: isto é uma
garantia para cada um e para todos."

Muito bem: O que se entende deste trecho?
Que a doutrina, sim, ela toda, é emanação da Consciência Divina, senão não haveria possibilidade para que um homem conhecido como o bom senso encarnado, assim afirmasse.
Mas seguindo:

"São realmente os próprios Espíritos que fazem à propaganda, com a ajuda de
inumeráveis médiuns, que eles despertam por toda parte."
"O Espiritismo na tem nacionalidade, independe de todos os cultos particulares, não imposto por nenhuma classe social, visto que cada um pode receber instruções de seus parentes e amigos de além-túmulo. Era necessário que assim fosse, para que ele pudesse conclamar todos os homens à fraternidade, pois se não se colocasse em terreno neutro teria mantido as dissensões, em lugar de apaziguá-las.
Esta universalidade do ensino dos Espíritos faz a força do Espiritismo, e é ao mesmo tempo a causa de sua tão rápida propagação.
"O primeiro controle é, sem contradita, o da razão, ao qual é necessário submeter, sem exceção, tudo o que vem dos Espíritos. Toda teoria em contradição manifesta com o bom senso, com uma lógica rigorosa, com os dados positivos que possuímos, por mais respeitável que seja o nome que a assine, deve ser rejeitada.
Mas esse controle é incompleto para muitos casos, em virtude da insuficiência de
conhecimentos de certas pessoas, e da tendência de muitos, de tomarem seu próprio
juízo por único árbitro da verdade. Em tais casos, que fazem os homens que não
confiam absolutamente em si mesmos? Aconselham-se com os outros, e a opinião da
maioria lhes serve de guia. Assim deve ser no tocante ao ensino dos Espíritos, que
nos fornecem por si mesmos os meios de controle.
A concordância no ensino dos Espíritos é, portanto o seu melhor controle, mas é ainda necessário que ela se verifique em certas condições. A menos segura de todas é quando um médium interroga por si mesmo numerosos Espíritos sobre uma questão duvidosa"
"A única garantia segura do ensino dos Espíritos está na concordância das revelações feitas espontaneamente, através de um grande número de médiuns, estranhos uns aos outros, e em diversos lugares.
Compreende-se que não se trata aqui de comunicações relativas a interesses secundários, mas das que se referem aos próprios princípios da doutrina."
"Na nossa posição, recebendo as comunicações de cerca de mil centros espíritas sérios, espalhados pelos mais diversos pontos do globo, estamos em condições de ver quais os princípios sobre que essa concordância se estabelece. É esta observação que nos tem guiado até hoje, e é igualmente ela que nos guiará, através dos novos campos que o Espiritismo está convocado a explorar. É assim que, estudando atentamente as comunicações recebidas de diversos lugares, tanto da França como do exterior, reconhecemos, pela natureza toda especial das revelações, que há uma tendência para entrar numa nova via, e que chegou o momento de se dar um passo à frente."
"Esse controle universal é uma garantia para a unidade futura do Espiritismo, e
anulará todas as teorias contraditórias. É nele que, no futuro, se procurará o criterium
da verdade."

Amiga licia, leia com atenção e seriedade esses excertos que faço de obra doutrinária e depois me responda em verdade:
O que veio após o aparecimento da doutrina, passou por tal controle?
(Vou ajudá-la na sua resposta, sou bonzinho).

"O princípio da concordância é ainda uma garantia contra as alterações que, em
proveito próprio, pretendessem introduzir no Espiritismo as seitas que dele quisessem
apoderar-se, acomodando-o à sua maneira. Quem quer que tentasse fazê-lo desviar
de seu fim providencial fracassaria, pela bem simples razão de que os Espíritos,
através da universalidade dos seus ensinos, farão cair toda modificação que se afaste
da verdade."
"Resulta de tudo isto uma verdade capital: é que quem desejasse atravessar-se
na corrente de idéias estabelecida e sancionada, poderia provocar uma pequena
perturbação local e momentânea, mas jamais dominar o conjunto, mesmo no
presente, quanto menos no futuro.
E resulta mais, que as instruções dadas pelos Espíritos, sobre os pontos da
doutrina ainda não esclarecidos, não teriam força de lei, enquanto permanecessem
isoladas, só devendo, por conseguinte, ser aceita sob todas as reservas, a título de
informações.
Daí a necessidade da maior prudência na sua publicação, e no caso de julgarse
que devem ser publicadas, só devem ser apresentadas como opiniões individuais,
mais ou menos prováveis, mas tendo, em todo o caso, necessidade de confirmação."

É por isso, amiga Licia, que seguramente eu posso, sobre este ponto dizer: "Eu sei".
Abração,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: milsoliva em 29 de Janeiro de 2011, 17:43
oi pessoal. oi LiciaF sim muita coisa mudou desde Kardec, mas a doutrina por ele codificada continua bem atual ou vc não conheçe a doutrina?quonta ao Moura não tenho procuração para defende lo e nem é presciso,mas seria bom vcs prestar atençaõ ao que ele dis .jamais vi um post dele fora da doutrina.
                   paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 30 de Janeiro de 2011, 00:45
Amiga Lícia!

Não, nao vi e  nem quero ver senão vou abrir polêmicas e polêmicas rsrsrsrs. paz prá ti amiga!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: milsoliva em 30 de Janeiro de 2011, 01:27
oi só uma coisa "o pior cego é aquele que não quer ver" né l.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 30 de Janeiro de 2011, 02:48
Olá milsoliva!
Agora é que vai subir a vaidade e tudo o que prejudica o espírito em luta na Terra por se melhorar, e ainda pedir que seria bom prestarmos atenção no que ele diz? Podemos até prestar para opinar ou polemizar. Vá com um pouco mais de calma milsoliva porque é de todo o elogio necessário que o espírito precisa prá sentir se o tal hein!!! o fato de vc não ver ou ainda não ter visto um post do Moura fora da doutrina não quer dizer nada não, visto que é apenas um post, eu quero ver e é coisa que não vou ver é claro,  tudo que se aprende,  ser colocado em prática com os esforços que devemos aplicar todos os dias ou, ele vai me dizer que é um espírito de escol? Ah! e em resposta ao "Cego é aquele que não quer ver", que vc colocou eu te respondo da seguinte forma: Um dia todos enxergarão isso ou aquilo dependendo da trave que for retirada do olho de cada um, e quando todos deixarem de  ver argueiro no  olho do próximo. Paz em nossos corações!!!!!
oi só uma coisa "o pior cego é aquele que não quer ver" né l.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: licia f em 30 de Janeiro de 2011, 11:56
Amiga  Ednartes, viu o que te disse sobre os espíritas que sabe tudo"Eu sei".
Eu vim com a lei toda gravado como prometei o mestre, e só 0,2% consigo colocar em pratica, fico feliz que irmãos nossos compreende a importância dessa lei e consiga colocar em pratica.
Continuo afirmando amiga, não vale apena debater, o bom é ler uns artigos que conteha 15 linhas e no final diga pra gente seguir nosso coração e consciência. Bom domingo amiga.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 30 de Janeiro de 2011, 12:31
Amiga  Ednartes, viu o que te disse sobre os espíritas que sabe tudo"Eu sei".
Eu vim com a lei toda gravado como prometei o mestre, e só 0,2% consigo colocar em pratica, fico feliz que irmãos nossos compreende a importância dessa lei e consiga colocar em pratica.
Continuo afirmando amiga, não vale apena debater, o bom é ler uns artigos que conteha 15 linhas e no final diga pra gente seguir nosso coração e consciência. Bom domingo amiga.
Licia,
Eu não tenho o menor hábito de falar no FE sobre qualquer ação que eu tenha feito em auxilio a qualquer comunidade carente. Isso é vaidade anula a ação.
Mas por uma questão só de experiencia,  nada além disso, posso passar como aprendizado de vida.
Fui levada a conhecer algumas dessas comunidades por um servente da firma do meu marido.
Conheci de perto os projetos sociais feitos naquela comunidade com o dinheiro adquirido pelo Carnaval. Vi crianças que não tinham possibilidade alguma de ter acesso a esporte, cultura, desenvolvimento apropriado de coordenação motora a se desenvolverem através aulas de profissionais voluntários até de nome expressivos que doavam seu tempo em ajuda.
Pais que não tinham o menor sossego em deixar seus filhos pequenos em casa sózinhos, porque tinham que trabalhar agradecerem a esses profissionais, pois seus filhos estavam amparados e direcionados a coisas salutares na vida.
Vi a alegria de cada criança a fazer exposições de seus trabalhos manuais, vi a alegria de cada um quando finalmente conseguia obter a fantasia que defenderia a sua escola de coração que o estava amparando em sua educação.
Cada conquista dessa comunidade excluida pela sociedade como favelados ou pessoas marginalizadas pelo mito de que quem mora em favela ou em comunidade pobre é bandido, é uma vitória para eles imensa.
Essa conquista é deles com certeza, vem da força de sua música, de sua cultura, de seu trabalho, de sua vontade de sentir a vida  apesar dura, pelo lado positivo.
São pessoas simples, que pegam um trem às 4:00 da manhã e só retornam às suas casas depois de enfrentar trabalhos pesados e 3 ou 4 conduções as 9:00 da Noite, e ainda tem força de cantar de se reunir com amigos de olhar por seus filhos, de se emocionarem com cada conquista feita por eles através deste amparo social.

Vale a pena debater para ver os dois lados da questão, sempre.

Um abço
Hebe
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: milsoliva em 30 de Janeiro de 2011, 13:34
oi  pessoal, Hebe o que vc disse não tem validade para nossa irmãs .Ednartes e licia.f,é pena, estão esquecendo que todos temos o LIVRE-ARBITRIO ,nem Deus pode interferir nessa parte.
                        paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 30 de Janeiro de 2011, 13:43
Acredito que de alguma forma possa mostrar alguma coisa sob outro aspecto.
O debate é pra isso, não nego pessoas que se valem do Carnaval para colocar pra fora o que tem de vicios em seu comportamento. Também não nego que arrependidos coloquem a culpa em obsessores que na verdade só atuaram pela exclusiva conivencia do obsediado.
Mas cada um veja a festa como quiser.
Eu a vejo como positiva.

Um abço
Hebe




oi  pessoal, Hebe o que vc disse não tem validade para nossa irmãs .Ednartes e licia.f,é pena, estão esquecendo que todos temos o LIVRE-ARBITRIO ,nem Deus pode interferir nessa parte.
                        paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: milsoliva em 30 de Janeiro de 2011, 13:54
oi Hebe é isso aí concordo plenamente cada um sabe onde o calo dói não e´?
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 30 de Janeiro de 2011, 16:11
 :D :D Isso
oi Hebe é isso aí concordo plenamente cada um sabe onde o calo dói não e´?
:D :D Isso
 Oi dói o pé por ter sambado alegremente, ou dói a consciência por ter feito besteira e não aproveitado da maneira como se deve. Mas tem como se recuperar de ambas as coisas, é só refletir em seus erros e voltar para o Carnaval numa boa de forma saudável.
O Carnaval é uma festa democrática, vai quem quer.

Um abço Hebe
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 30 de Janeiro de 2011, 16:34
Outra vez, Licia pegas o bonde andando ou introduzes um pensamento estranho a minha afirmação.
Se tivesses lido com atenção não terias   postado essa inverdade.
O que eu disse, e que agora o repito é que esta parte "eu sei".
Não disse e em muitas outras oportunidades tenho afirmado que não conheço toda a doutrina.
Mas hás de compreender sem esforço que um cara que tenha passado doze anos de sua vida promovendo cursos de uma obra deve, dela, saber  muita coisa.
]Desde que entrei para a divulgação da doutrina dentro da Internet, montei salas onde as reuniões eram para estudo das obras básicas, e nelas por mais de doze anos fui a cabeça do estudo do LE, do LM e de O que é o Espiritismo. Ora 12 anos não são minutos e comigo estavam pessoas que reputo saberem muito mais do que eu sabia, naquele tempo.
Basta a amiga pesquisar no Google que verá diversos apontes para o meu nome, só isso já é prova do meu trabalho até hoje.
Fora da Internet, fui professor de cursos das mesma obras, tendo sido segundo nas classes de A Gênese e da RE.
Quem depois de um tempo como o indicado nada aprendeu sobre a doutrina é que não pode ter a si aditada a qualidade de conhecer pelo menos o b a bá da doutrina.
Fica provado então este feio modo de se falar de outra pessoa da qual não se conhece.
Neste ponto encerro qualquer outro comentário que não seja no tema deste tópico que é: "O Carnaval tá Chegando".
Volto a explicar que este Fórum tem como princípio ajudar na propagação e ensino da doutrina , portanto mesmo as postagens sobre o tema deverão incluir motivos de ensino que a DE contenha.
abraços,
Moura

Amiga  Ednartes, viu o que te disse sobre os espíritas que sabe tudo"Eu sei".
Eu vim com a lei toda gravado como prometei o mestre, e só 0,2% consigo colocar em pratica, fico feliz que irmãos nossos compreende a importância dessa lei e consiga colocar em pratica.
Continuo afirmando amiga, não vale apena debater, o bom é ler uns artigos que conteha 15 linhas e no final diga pra gente seguir nosso coração e consciência. Bom domingo amiga.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 30 de Janeiro de 2011, 16:40
Por que um elogio mesmo que não tendo sido feito com a intenção senão a de dizer do que a pessoa tenha visto obrigatoriamente vá fazer a vaidade subir maninha Ednartes?
Não vês que tal afirmação sai do escopo da De para entrar na faixa do preconceito?
Amiga, Saber é dever de qualquer um. Mormente quando se trata da DE.
Entenda que uma frase, que apenas queira mostrar o que um forista tenha visto, de bom ou de mal não serve, senão para um caráter mal formado, exacerbar a vaidade. Este, contudo, não é o meu caso.
Não há fatalismos na DE maninha!
Abraços,
Moura

Olá milsoliva!
Agora é que vai subir a vaidade e tudo o que prejudica o espírito em luta na Terra por se melhorar, e ainda pedir que seria bom prestarmos atenção no que ele diz? Podemos até prestar para opinar ou polemizar. Vá com um pouco mais de calma milsoliva porque é de todo o elogio necessário que o espírito precisa prá sentir se o tal hein!!! o fato de vc não ver ou ainda não ter visto um post do Moura fora da doutrina não quer dizer nada não, visto que é apenas um post, eu quero ver e é coisa que não vou ver é claro,  tudo que se aprende,  ser colocado em prática com os esforços que devemos aplicar todos os dias ou, ele vai me dizer que é um espírito de escol? Ah! e em resposta ao "Cego é aquele que não quer ver", que vc colocou eu te respondo da seguinte forma: Um dia todos enxergarão isso ou aquilo dependendo da trave que for retirada do olho de cada um, e quando todos deixarem de  ver argueiro no  olho do próximo. Paz em nossos corações!!!!!
oi só uma coisa "o pior cego é aquele que não quer ver" né l.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 30 de Janeiro de 2011, 16:49
Amigos falando sobre o tema:
O Carnaval tem um condão que muitos Espíritas não conseguem enxergar porque ainda estão presos à visão do pecado e sob a roupagem que o catolicismo indica.
Esquecem-se eles, que que Jesus, a quem dizem também seguir, disse outrora : "Não vim pelos sãos, mas pelos doentes".
O que ele queria dizer com isso? Jesus não era médico, não conhecia 'lhufas" de medicina, entretanto curou a muitos, e sempre dizendo, "foste tu quem se curou, ou  a tua fé te curou".
É triste fazer esta constatação mas não há aqui alguém que a possa contraditar.
A questão é que se acostumaram a ouvir de palestrantes irresponsáveis: "O carnaval é o celeiro das animalidades, o sepulcro da moral etc", todavia uma pessoa dotada mesmo de pouca lucidez há de ver nessas frases apenas a parlapatice daqueles que pregam o medo e que estão anos luz distantes do ensino tanto do Cristo como dos Espíritos Superiores.
É natural que os Espíritos guardiães trabalham com mais denodo ainda nessa data, afinal sabem-nos imperfeitos e por isso sujeitos a mais facilmente sermos arrastados no roldão das ilusões grosseiras. Contudo eles fazem isso todos os dias do ano, todos os anos, sem pausa ou refresco. Nisso consiste a missão deles, diz OLE.
Logo quem diz o contrário mesmo emoldurando a fala ou o escrito de palavras bonitas ou pomposas, vai longe do que ensina a obra básica que como todos sabem todo Espírita deve estudar seriamente.
pensem nisso!
Abraços,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 31 de Janeiro de 2011, 00:44
Realmente milsoliva o calo dói se desgastando e jogando um monte de energia fora né verdade? vc acabou de descobrir a pólvora!! rsrsrs busquemos o Cristo!!!!
oi Hebe é isso aí concordo plenamente cada um sabe onde o calo dói não e´?
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 31 de Janeiro de 2011, 01:02
Moura!
quando uma pessoa nega a vaidade está mais do que certo que a vaidade faz parte dessa pessoa indubitávelmete vc não acha? ninguém vai dizer que é vaidoso se não se acha realmente. e olha prá selarmos o bom andamento do post "O Carnaval está chegando ]colocado neste fórum por mim que tive a melhor das intenções e não adianta dizer o contrário encerro esta discussão que não está sendo nada produtiva. Eu fico com a minha opinião, vc fica com a sua, e os outros companheiros do fórum ficam cada um com a opinião que cada um faz dele (carnaval), e o resto virá sobre o acréscimo da misericódia de Deus ok? tenha um ótimo final de domingo e que Jesus nos abençõe a todos!!!!
Por que um elogio mesmo que não tendo sido feito com a intenção senão a de dizer do que a pessoa tenha visto obrigatoriamente vá fazer a vaidade subir maninha Ednartes?
Não vês que tal afirmação sai do escopo da De para entrar na faixa do preconceito?
Amiga, Saber é dever de qualquer um. Mormente quando se trata da DE.
Entenda que uma frase, que apenas queira mostrar o que um forista tenha visto, de bom ou de mal não serve, senão para um caráter mal formado, exacerbar a vaidade. Este, contudo, não é o meu caso.
Não há fatalismos na DE maninha!
Abraços,
Moura

Olá milsoliva!
Agora é que vai subir a vaidade e tudo o que prejudica o espírito em luta na Terra por se melhorar, e ainda pedir que seria bom prestarmos atenção no que ele diz? Podemos até prestar para opinar ou polemizar. Vá com um pouco mais de calma milsoliva porque é de todo o elogio necessário que o espírito precisa prá sentir se o tal hein!!! o fato de vc não ver ou ainda não ter visto um post do Moura fora da doutrina não quer dizer nada não, visto que é apenas um post, eu quero ver e é coisa que não vou ver é claro,  tudo que se aprende,  ser colocado em prática com os esforços que devemos aplicar todos os dias ou, ele vai me dizer que é um espírito de escol? Ah! e em resposta ao "Cego é aquele que não quer ver", que vc colocou eu te respondo da seguinte forma: Um dia todos enxergarão isso ou aquilo dependendo da trave que for retirada do olho de cada um, e quando todos deixarem de  ver argueiro no  olho do próximo. Paz em nossos corações!!!!!
oi só uma coisa "o pior cego é aquele que não quer ver" né l.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: licia f em 31 de Janeiro de 2011, 11:25
Amiga Hebe, tenho um amigo que trabalhou na construção de hospital ai no Rio, o que quero dizer que jogos como cassa níquel,venda de armas, drogas, escolas de samba e tanta barbarie que acontece hoje no Brasil estão diretamente ligados, é nessas questão que te pergunto:
O fim justifica o meio?
Abraço de seua amiga Licia f
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: licia f em 31 de Janeiro de 2011, 11:34
Amiga  Ednartes, você é a unica que de vez em quando pede para nós:busquemos o Cristo!!!!
Bjos e boa semana.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 31 de Janeiro de 2011, 13:12
Amiga Hebe, tenho um amigo que trabalhou na construção de hospital ai no Rio, o que quero dizer que jogos como cassa níquel,venda de armas, drogas, escolas de samba e tanta barbarie que acontece hoje no Brasil estão diretamente ligados, é nessas questão que te pergunto:
O fim justifica o meio?
Abraço de seua amiga Licia f
Oi Licia,
Mais uma vez agradeço a oportunidade de responder a você.
Vejo muito preconceito em suas palavras que não comungam de forma alguma com a postura de Jesus, já que quer falar em nome dele.
Você está misturando tudo num mesmo saco.
Esse povo humilde foi abandonado pelo Estado e pela sociedade na mão dessa marginalidade que você está apontando.
Minha amiga, a maioria das pessoas que residem em comunidades carentes, não faz parte da criminalidade, embora seja julgada desta forma, além das dificuldades da vida ainda tem que enfrentar esse tipo de preconceito.
O lírio nasce do lodo, mas é limpo puro e branco. Não atire a primeira pedra.
As histórias que acontecem na nossa vida é para nosso aprendizado. Agradeço a educação que eu tive da minha mãe, que apesar de eu ter sido criada numa gaiolinha de ouro, ela sempre me ensinou a ser amiga de pobre e rico e considerá-los da mesma forma. Por isso aceitei o convite de visitar uma comunidade carente e assisti o drama de perto.
O seu comentário não me ofende particularmente de forma alguma, porque nunca me envolvi com nada do que citou, mas ofende as pessoas honestas e humildes que vivem dentro dessas comunidades. Seja Cristã, saia do mundinho menor, arregace as mangas e ajude em trabalho voluntário, um que você desvie da marginalidade já é muito.
Aprenda o que é isso.

Um abço
Hebe

PS: Faça anonimamente, ninguem precisa saber nem seu nome na comunidade,  nem o Centro que você trabalha também não precisa ter conhecimento disso, aliás nem amigos e nem família.
Encerrei, tenha uma boa semana.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 31 de Janeiro de 2011, 13:20
Maninha Licia, pense comigo:
Quando você vai fazer uma caminhada, por onde não conheça o caminho você não segue ao guia sem que ninguém lhe peça?
Assim também acontece com jesus, na verdade não se pede, se lembra aos mais afoitos, já que o Cristo é o modelo e guia, não é mesmo?
Abraços,
Moura

Amiga  Ednartes, você é a unica que de vez em quando pede para nós:busquemos o Cristo!!!!
Bjos e boa semana.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: licia f em 31 de Janeiro de 2011, 14:08
Ok! desisto desse sait,vocês tem o geitinho de distorcer tudo que é escrito aqui,e realmente estou cheio de espíritas que sabem de tudo, espero do fundo das minha alma ver a maioria de vocês colocar as palavras de Jesus e de tantos outros irmãos de luz em pratica. Desculpe espíritas que é espíritas não prestam atenção em nada que não seja os livros da codificação.Felicidades a todos
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 31 de Janeiro de 2011, 14:23
Amiga Licia,
você fala em distorção mas não repara no que escreve.
Por exemplo, você diz "espero do fundo das minha alma ver a maioria de vocês colocar as palavras de Jesus e de tantos outros irmãos de luz em pratica."
como você pode  ver se nem conhecer a alguém de nós pessoalmente e nos acompanhar nas ações do dia a dia você pode fazer?
A isso amiga, se chama preconceber que é o mesmo de praticar um preconceito., este sim um erro básico, mas crasso.
Uma dica: estude a doutrina, com calma, seriedade e perseverança que só assim você vai compreender melhor as coisas.
Note bem, a dica não quer dizer que você não seja séria ou que não estude a doutrina com seriedade, é apenas o que é, uma dica e geral sem lhe incluir em julgamento algum.
Abraços,
Moura

Ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/power-point/o-carnaval-ta-chegando!!!/45/?action=post;num_replies=57#ixzz1CcfSmE7t
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Blue soft em 31 de Janeiro de 2011, 14:53
           Amigos queridos,
tenho acompanhado este tópico e refletido muito
sobre ele, sobre as questões colocadas e mais ainda
sobre as respostas.
            Bem, para nós que moramos no Rio de Janeiro,
o carnaval tem outro significado, temos ainda um quê,
romântico sobre ele, ainda que tenha crescido muito.
            Somos espíritas e é isto que importa, o que
aprendemos dentro de nossa doutrina é que o pensamento
é o grande motor de tudo em nossa vida.
            E, se eu acredito que o carnaval nada mais é
do que uma festa popular que às pessoas aproveitam para
passear, ver os desfiles das Escolas de Samba ou de Blocos,
ir para a Comeerj os jovens e para retiros espíritas.
            Não faz a mínima diferença, porque, o que nos une,
não são estas questões e sim o princípio básico da doutrina.
            Sejamos amigos, compreendamos uns aos outros,
e façamos a nossa parte, que é ser um homem de bem, o
resto pouco importa e quanto aos gostos, isto, ainda, não
temos a possibilidade de avaliar, sabemos o que nos dá
prazer, mas se estamos caminhando corretamente, só quando
chegarmos lá é que saberemos.
            E eu sinceramente, gostaria de encontrar com todos,
sejam os que gostam do carnaval, seja os que não, porque,
para mim o importante é a essência e não a superfície de nosso
entendimento.
             
                   Que Jesus, nosso Meigo Rabi, esteja nos guiando
rumo ao caminho do bem e do entendimento entre todos os que o seguem.


                                  Carinhos,

                                  Blue Soft
   
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 31 de Janeiro de 2011, 14:58
É meus maninhos, quando eu falo que a Blue é danada da breca, vocês não acreditam...
A moça é que nem rapadura, é doce, mas não é mole não hehehe
Muito boa a sua colocação maninha Blue!
Abração,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: milsoliva em 31 de Janeiro de 2011, 21:18
oi LiciaF,que pena que vc ficou magoada,isso chama melindre muito comum no meio,procure vencer isso!
  paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 01 de Fevereiro de 2011, 03:43
Amiga Lícia:
Após conhecer Jesus através desta doutrina maravilhosa estou como Paulo de Tarso que caído na estrada de Damasco perguntou: Senhor que queres que eu faça? E logo após a sua conversão quando sentiu o gostinho de lançar a mão no arado levando a mensagem consoladora do Evangelho de Jesus e já não podendo mas viver sem o alimento espiritual que o Mestre lhe oferecia disse: Já não sou eu quem vive mas Cristo vive em mim!...Então eu me coloco como Paulo depois de muito peregrinar tbm faço minhas as palavras dele porque Jesus vive em mim e eu Nêle, e a busca constante na minha reforma íntima é ponto pacífico para que eu realmente me analise, e mesmo que eu descubra que errei em alguma situação sei que Jesus com o seu coração cheio de amor vem em meu socorro sempre me envolvendo em cariciosas energias. Por isso é que eu digo e vou repetir muitas vezes: Busquemos o Cristo que é Caminho, Verdade e Vida e ninguém vai ao Pai se não for por Ele. Paz e Bem amiga!!!!


                                                                 ednartes,
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Bruno Gomes em 09 de Fevereiro de 2011, 16:08

Os preparativos para a grande festa estão sendo providenciados há meses.

 

As escolas de samba preparam, ao longo do ano, as fantasias com que os integrantes irão desfilar nas largas avenidas, em meio às arquibancadas abarrotadas de espectadores.

 

Os foliões surgem de diversos pontos do planeta, trazendo na bagagem um sonho em comum: “cair na folia”.

 

Pessoas respeitáveis, cidadãos dignos, pessoas famosas, se permitem “sair do sério”, nesses dias de carnaval.

 

Trabalhadores anônimos, que andam as voltas com dificuldades financeiras o ano todo, gastam o que não têm para sentir o prazer efêmero de curtir dias de completa insanidade.

 

Malfeitores comuns se aproveitam da confusão para realizar crimes nefastos, confundidos com a massa humana que pula freneticamente.

 

Jovens e adultos se deixam cair nas armadilhas viscosas das drogas alucinantes.

 

Esse é o lado da festa que podemos observar deste lado da vida. Mas há outro lado dessa festa tão disputada: o lado espiritual.

 

Narram os Espíritos superiores que a realidade do carnaval, observada do além, é muito diferente e lamentavelmente mais triste. Multidões de Espíritos infelizes também invadem as avenidas num triste espetáculo de grandes proporções.

 

 Malfeitores das trevas se vinculam aos foliões pelos fios invisíveis do pensamento, em razão das preferências que trazem no mundo íntimo.

 

A sintonia, no Universo, como a gravitação, é lei da vida. Vive-se no lugar e com quem se deseja psiquicamente. Há um intercâmbio vibratório em todos e em tudo. E essa sintonia se dá pelos desejos e tendências acalentados na intimidade do ser e não de acordo com a embalagem exterior.

 

E é graças a essa lei de afinidade que os espíritos das trevas se vinculam aos foliões descuidados, induzindo-os a orgias deprimentes e atitudes grotescas de lamentáveis conseqüências.

 

Espíritos infelizes se aproveitam da onda de loucura que toma conta das mentes, para concretizar vinganças cruéis planejadas há muito tempo.

 

Tramas macabras são arquitetadas no além túmulo e levadas a efeito nesses dias em que momo reina soberano sobre as criaturas que se permitem cair na folia.

 

Nem mesmo as crianças são poupadas ao triste espetáculo, quando esses foliões das sombras surgem para festejar momo.

 

Quantos crimes acontecem nesses dias...quantos acidentes, quanta loucura...

 

Enquanto nossos olhos percebem o brilho dos refletores e das lantejoulas nas avenidas iluminadas, a visão dos espíritos contempla o ambiente espiritual envolto em densas e escuras nuvens criadas pelas vibrações de baixo teor.

 

E as conseqüências desse grotesco espetáculo se fazem sentir por longo prazo. Nos abortos realizados alguns meses depois, fruto de envolvimentos levianos, nas separações de casais que já não se suportam mais depois das sensações vividas sob o calor da festa, no desespero de muitos, depois que cai a máscara...

 

Por todas essas razões vale a pena pensar se tudo isso é válido. Se vale a pena pagar o alto preço exigido por alguns dias de loucura.

 

Os noticiários estarão divulgando, durante e após o carnaval, a triste estatística de horrores, e esperamos que você não faça parte dela.

Você sabia?

 

Você sabia que muitas das fantasias de expressões grotescas são inspiradas pelos espíritos que vivem em regiões inferiores do além?

 

É mais comum do que se pensa, que os homens visitem esses sítios de desespero e loucura durante o sono do corpo físico, através do que chamamos sonho.

 

Enquanto o corpo repousa o espírito fica semiliberto e faz suas incursões no mundo espiritual, buscando sempre os seres com os quais se afina pelas vibrações que emite.

 

Assim, é importante que busquemos sintonizar com as esferas mais altas, onde vivem espíritos benfeitores que têm por objetivo nos ajudar a vencer a difícil jornada no corpo físico.


Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 09 de Fevereiro de 2011, 16:45
Só faltou, amigo Bruno, você citar a fonte doutrinária para as afirmações que o texto  trás.
abraços,
Moura


Os preparativos para a grande festa estão sendo providenciados há meses.

 

As escolas de samba preparam, ao longo do ano, as fantasias com que os integrantes irão desfilar nas largas avenidas, em meio às arquibancadas abarrotadas de espectadores.

 

Os foliões surgem de diversos pontos do planeta, trazendo na bagagem um sonho em comum: “cair na folia”.

 

Pessoas respeitáveis, cidadãos dignos, pessoas famosas, se permitem “sair do sério”, nesses dias de carnaval.

 

Trabalhadores anônimos, que andam as voltas com dificuldades financeiras o ano todo, gastam o que não têm para sentir o prazer efêmero de curtir dias de completa insanidade.

 

Malfeitores comuns se aproveitam da confusão para realizar crimes nefastos, confundidos com a massa humana que pula freneticamente.

 

Jovens e adultos se deixam cair nas armadilhas viscosas das drogas alucinantes.

 

Esse é o lado da festa que podemos observar deste lado da vida. Mas há outro lado dessa festa tão disputada: o lado espiritual.

 

Narram os Espíritos superiores que a realidade do carnaval, observada do além, é muito diferente e lamentavelmente mais triste. Multidões de Espíritos infelizes também invadem as avenidas num triste espetáculo de grandes proporções.

 

 Malfeitores das trevas se vinculam aos foliões pelos fios invisíveis do pensamento, em razão das preferências que trazem no mundo íntimo.

 

A sintonia, no Universo, como a gravitação, é lei da vida. Vive-se no lugar e com quem se deseja psiquicamente. Há um intercâmbio vibratório em todos e em tudo. E essa sintonia se dá pelos desejos e tendências acalentados na intimidade do ser e não de acordo com a embalagem exterior.

 

E é graças a essa lei de afinidade que os espíritos das trevas se vinculam aos foliões descuidados, induzindo-os a orgias deprimentes e atitudes grotescas de lamentáveis conseqüências.

 

Espíritos infelizes se aproveitam da onda de loucura que toma conta das mentes, para concretizar vinganças cruéis planejadas há muito tempo.

 

Tramas macabras são arquitetadas no além túmulo e levadas a efeito nesses dias em que momo reina soberano sobre as criaturas que se permitem cair na folia.

 

Nem mesmo as crianças são poupadas ao triste espetáculo, quando esses foliões das sombras surgem para festejar momo.

 

Quantos crimes acontecem nesses dias...quantos acidentes, quanta loucura...

 

Enquanto nossos olhos percebem o brilho dos refletores e das lantejoulas nas avenidas iluminadas, a visão dos espíritos contempla o ambiente espiritual envolto em densas e escuras nuvens criadas pelas vibrações de baixo teor.

 

E as conseqüências desse grotesco espetáculo se fazem sentir por longo prazo. Nos abortos realizados alguns meses depois, fruto de envolvimentos levianos, nas separações de casais que já não se suportam mais depois das sensações vividas sob o calor da festa, no desespero de muitos, depois que cai a máscara...

 

Por todas essas razões vale a pena pensar se tudo isso é válido. Se vale a pena pagar o alto preço exigido por alguns dias de loucura.

 

Os noticiários estarão divulgando, durante e após o carnaval, a triste estatística de horrores, e esperamos que você não faça parte dela.

Você sabia?

 

Você sabia que muitas das fantasias de expressões grotescas são inspiradas pelos espíritos que vivem em regiões inferiores do além?

 

É mais comum do que se pensa, que os homens visitem esses sítios de desespero e loucura durante o sono do corpo físico, através do que chamamos sonho.

 

Enquanto o corpo repousa o espírito fica semiliberto e faz suas incursões no mundo espiritual, buscando sempre os seres com os quais se afina pelas vibrações que emite.

 

Assim, é importante que busquemos sintonizar com as esferas mais altas, onde vivem espíritos benfeitores que têm por objetivo nos ajudar a vencer a difícil jornada no corpo físico.



Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Marcinho Medeiros em 09 de Fevereiro de 2011, 17:18
Se alguém gosta, desculpem-me minha opinião sincera.
Fala-se tanto em acidente na Cidade do Samba, no RJ. Investe-se tanto nesta tradição ridícula que são os desfiles das Escolas de Samba.
Tragédias no Rio de Janeiro (será que já esqueceram as 800 mortes que ocorreram há pouco tempo) e, ainda assim, o povo está preocupado com o Carnaval.
São milhões gastos com esse capricho besta. Uma verdadeira fábrica de sexo desregrado, uso de excessivo de entorpecentes. Corrupção moral.
Creia, além do apoio dos patrocinadores, há uma ajuda financeira considerável do Governo.
Em respeito às vitimas das excessivas chuvas, assim como àqueles que sofrem com as necessidades geradas por tais fatos, não deveriam ser realizados os desfiles, ao menos este ano.



Paz e Luz!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: fernando machado em 09 de Fevereiro de 2011, 19:18
Olha amigo Mourarego,nem se precisa de fonte doutrinária para se chegar a esta conclusão.
O irmão vai me desculpar mas esta festa de bom não tras é nada de util ao povo.
Desculpa o meu ponto de vista,mas vejo assim mesmo.
Adorei o texto,parabéns!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Bruno Gomes em 09 de Fevereiro de 2011, 19:50
Caro amigo Mourarego, o texto foi retirado do site www.momento.com.br (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy5tb21lbnRvLmNvbS5icg==) e foi produzido pela Equipe de redação do Momento Espírita, baseado nos capítulos 6 e 23 do livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ed. Leal

Abraço fraterno
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Bruno Gomes em 09 de Fevereiro de 2011, 20:06
Recomendo aos irmão e irmãs interessadas em se aprofundar seus conhecimentos em torno da festa de carnaval que se aproxima asistirem ao programa Transição com o nobre médium Divaldo Franco nos ensinando de maneira lucida, sobrea e nobre sobre os acontecimentos que se desenrolam ao longo das festas e o futuro do Carnaval na Nova Era. Não deixem de assistir nos link´s abaixo:

Parte 1:

Divaldo Franco fala sobre Carnaval - 1 (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PU01Zi1zS0NPOE9nIw==)

Parte 2:

Divaldo FRanco fala sobre o Carnaval - 2 (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PWZ0dXJDZnFkLW9VIw==)

Parte3:

Divaldo Franco fala sobre Carnaval - 3 (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PXljQjZ3UWpfUHE4Iw==)


"O Carnaval passa a ser uma das festas barbaras que nos faz retroceder ao primitivismo, um primitivismo tambem caracterizado pela insania, pela malicia e sobre tudo os propositos infelizes." Dilvaldo Franco, no programa Transição.


‎"Pensam que a vida é um carnaval, mas aqueles dias vão passar e as pessoas embaladas naquela ilusão passam a manter a conexão com os espiritos que lhe são afins dando lugar a procedimentos obssesivos" Divaldo Franco sobre o carnaval no programa Transição

"O carnaval (carne nada vale) deveria ser substituido por 'A carne é o veiculo de nossa sublimação'. Brincar, divertir-se... fazem parte do nosso dia a dia. Não é proibido ser feliz, muito menos ser alegre. Deveremos trabalhar profundamente em favor do nosso carnaval, mas sem os abusos que são das criaturas humanas e não da festa em si mesma." Divaldo Franco


Aprenda muito sobre o carnaval , pois ele esta chegando e vc precisa se informar para aproveitar este feriado da melhor maneira possivel. Não deixe de assistir  o programa transição com o medium Divaldo Franco. Jesus nos abençoe Bruno














Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 10 de Fevereiro de 2011, 04:23
olá amigo Bruno!
O Moura Rego não se interessa por autores espirituais desde quando este não constam da codificaçao. Ele tem verdadeira aversão à literatura espírita seja de qualquer autor espiritual. até mesmo André Luiz. Então meu amigo com ele é malhar em ferro frio. paz e bem!!!!


                                                                 ednartes,
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ednartes em 10 de Fevereiro de 2011, 04:29
Olá Fernando Machado!
Muito boa a tua colocação! Se puderes dê uma olhada no meu tópico intitulado "O carnaval está chegando", onde postei uma mensagem power point falando sobre o Carnaval,  esta festa nefasta, e olha lá as colocações do Moura além é claro de visualizares a referida mensagem ok? Esta recomendação serve prá todos! Paz e Bem!!! Busquemos o Cristo!


 
                                                                        ednartes,





Olha amigo Mourarego,nem se precisa de fonte doutrinária para se chegar a esta conclusão.
O irmão vai me desculpar mas esta festa de bom não tras é nada de util ao povo.
Desculpa o meu ponto de vista,mas vejo assim mesmo.
Adorei o texto,parabéns!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Si em 26 de Fevereiro de 2011, 12:13
Olá,

Amigos, talvez este texto já tenha sido postado....... mas nunca é demais lembrar !!!!!!

 

"Agora, nesta época, temos o feriado de carnaval.
 
Em alguns lugares perde-se mais de uma semana de trabalho.
 
É o festejo da alegria num País de milhões de miseráveis.
 
Desde o início de janeiro a mídia vem explorando as folias de Momo, como se fosse o acontecimento mais importante do ano.
 
Fala-se em alegria, festa, colocar para fora as angústias contidas durante o ano passado. Infelizmente os caminhos propostos nada têm a ver com alegria ou alívio de tensões.
 
Ligamos a televisão e ouvimos a batida repetitiva das escolas de samba, cujo valor folclórico e cultural foi lentamente sendo perdido.
Não esqueçamos, há muita gente que busca fazer do carnaval um momento de esperança, oportunizando empregos, abrigando menores e isso é muito valioso.
 
Entretanto, o grande saldo da festa se resume em duas palavras: ilusão e sensualidade.
 
Referimo-nos à ilusão dos entorpecentes, dos alcoólicos.
 
A ilusão de grandeza, que falsamente produz um imenso contraste entre a beleza da avenida e a subvida dos barracos.
 
Falamos da sensualidade que se torna material de venda, nos corpos desnudos e aparentemente felizes por fora, mas muitas vezes profundamente infelizes por dentro.
 
As emissoras não cansam de exibir os bailes, os concursos de fantasias, os desfiles, levando-os a todos os que se comprazem em observar a loucura.
 
Mas, ao longo do caminho, multiplicam-se as doenças, os abortamentos, a pobreza e o abandono, a violência.
 
Com o risco de sermos taxados de moralistas, num tempo em que se perdem as noções de moralidade, não podemos deixar de analisar criticamente esses disparates do mundo brasileiro.
 
Em nenhum momento nos colocamos contra a alegria. Porém, será justo confundir euforia passageira com alegria real?
 
Alegria de verdade seria viver num lugar onde não houvesse fome, violência, tráfico de drogas e tráfico de influências.
 
Não podemos nos colocar contra o alívio de tensões.
Entretanto, alívio real seria encontrar um caminho para os graves problemas pelos quais o País atravessa.
 
O carnaval é bem típico da alienação espiritual que a sociedade se permite. De um lado, as falsas aquisições sociais de alguns, negadas pela agressividade de muitos; de outro, a falsa felicidade de quatro dias de folia, e 361 dias de novas e renovadas angústias.
 
Nestas horas, pessoas embriagadas, perdidas, usam um segundo de falso prazer, em troca de um enorme tempo de arrependimentos.
Por quê? - perguntamos.
 
As pessoas pulam, vibram, e nem ao menos sabem o motivo da festa. Vão porque as outras pessoas também vão.
 
Enquanto a sociedade agir desta forma, sem personalidade digna, dando valores justamente aos desvalores, as pessoas continuarão sofrendo as conseqüências de seus próprios atos.
 
Vamos fazer destes dias de feriado, dias de alegria verdadeira, em paz conosco mesmos.
 
Vamos meditar, ler, pensar. Vamos conviver com nossa família e amigos, trocar idéias salutares.
 
Vamos orar também por aqueles que ainda não tiveram consciência de fazer o bem conforme o Cristo nos recomendou, e padecem nestes instantes de euforia descontrolada."


Muita Paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Jupiara em 26 de Fevereiro de 2011, 13:32
Saudaçoes de Paz!
Concordo com tudo que o amigo disse;é lamentavel que alegria seja sinônimo de desequilibrio(nao generalizando ,pois existem muitas pessoas que festejam o carnaval com respeito a si mesmo e ao seu proximo.
Olá,

Amigos, talvez este texto já tenha sido postado....... mas nunca é demais lembrar !!!!!!

 

"Agora, nesta época, temos o feriado de carnaval.
 
Em alguns lugares perde-se mais de uma semana de trabalho.
 
É o festejo da alegria num País de milhões de miseráveis.
 
Desde o início de janeiro a mídia vem explorando as folias de Momo, como se fosse o acontecimento mais importante do ano.
 
Fala-se em alegria, festa, colocar para fora as angústias contidas durante o ano passado. Infelizmente os caminhos propostos nada têm a ver com alegria ou alívio de tensões.
 
Ligamos a televisão e ouvimos a batida repetitiva das escolas de samba, cujo valor folclórico e cultural foi lentamente sendo perdido.
Não esqueçamos, há muita gente que busca fazer do carnaval um momento de esperança, oportunizando empregos, abrigando menores e isso é muito valioso.
 
Entretanto, o grande saldo da festa se resume em duas palavras: ilusão e sensualidade.
 
Referimo-nos à ilusão dos entorpecentes, dos alcoólicos.
 
A ilusão de grandeza, que falsamente produz um imenso contraste entre a beleza da avenida e a subvida dos barracos.
 
Falamos da sensualidade que se torna material de venda, nos corpos desnudos e aparentemente felizes por fora, mas muitas vezes profundamente infelizes por dentro.
 
As emissoras não cansam de exibir os bailes, os concursos de fantasias, os desfiles, levando-os a todos os que se comprazem em observar a loucura.
 
Mas, ao longo do caminho, multiplicam-se as doenças, os abortamentos, a pobreza e o abandono, a violência.
 
Com o risco de sermos taxados de moralistas, num tempo em que se perdem as noções de moralidade, não podemos deixar de analisar criticamente esses disparates do mundo brasileiro.
 
Em nenhum momento nos colocamos contra a alegria. Porém, será justo confundir euforia passageira com alegria real?
 
Alegria de verdade seria viver num lugar onde não houvesse fome, violência, tráfico de drogas e tráfico de influências.
 
Não podemos nos colocar contra o alívio de tensões.
Entretanto, alívio real seria encontrar um caminho para os graves problemas pelos quais o País atravessa.
 
O carnaval é bem típico da alienação espiritual que a sociedade se permite. De um lado, as falsas aquisições sociais de alguns, negadas pela agressividade de muitos; de outro, a falsa felicidade de quatro dias de folia, e 361 dias de novas e renovadas angústias.
 
Nestas horas, pessoas embriagadas, perdidas, usam um segundo de falso prazer, em troca de um enorme tempo de arrependimentos.
Por quê? - perguntamos.
 
As pessoas pulam, vibram, e nem ao menos sabem o motivo da festa. Vão porque as outras pessoas também vão.
 
Enquanto a sociedade agir desta forma, sem personalidade digna, dando valores justamente aos desvalores, as pessoas continuarão sofrendo as conseqüências de seus próprios atos.
 
Vamos fazer destes dias de feriado, dias de alegria verdadeira, em paz conosco mesmos.
 
Vamos meditar, ler, pensar. Vamos conviver com nossa família e amigos, trocar idéias salutares.
 
Vamos orar também por aqueles que ainda não tiveram consciência de fazer o bem conforme o Cristo nos recomendou, e padecem nestes instantes de euforia descontrolada."


Muita Paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: BAGNOLI em 26 de Fevereiro de 2011, 19:35
Senhor(a)  SI , está coberto de razão.  O texto está corretíssimo.
Pena, que brasileiros perdem até a saúde, por conta desta festa, sem rumo, sem cultura, sem nada de bom. O que vemos é alcoolismo, drogas, doenças se espalhando e tudo mais que está neste texto, de ótima colocação.
Fiquemos em oração no carnaval, para que nenhum encarnado ou desencarnado, atrapalhe nossas vidas.  Paz junto a Jesus, para todos nós.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Si em 26 de Fevereiro de 2011, 19:58
Olá amigos e amigas,

Grata por compartilhar !!!!


Neste período, imaginemos que possamos ter câmeras que filmam nossas ações e que nos proporcionam poder voltar a vê-las mais tarde, na posição de espectador atencioso e desejoso de se conhecer melhor.

Filmadoras internas da consciência, que registram, sem cortes, todas as cenas vividas em cada dia.

E que depois nos mostram o que podemos melhorar, o que fizemos de certo e de errado.
Instalemos câmeras de vigilância interna!


Muita Paz
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: S0L em 27 de Fevereiro de 2011, 13:45
Òtima apresentação.;) ::)
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 27 de Fevereiro de 2011, 14:45
Eu acredito, Si,
que as tais câmeras devam estar ligadas não só no tríduo momesco, mas sim todos os dias e o dia todo.
Aliás estas câmeras atendem pelo singelo apelido de "Orar e vigiar", não necessariamente nesta ordem.
Abração,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: dOM JORGE em 27 de Fevereiro de 2011, 15:06
                                   VIVA JESUS!


    Boa-tarde! queridos irmãos.

                   No Carnaval...

Era fevereiro. Um bloco carnavalesco avançava pelas ruas da cidade. Cerca de cem integrantes fantasiados cantavam, dançavam, sorriam. O bloco de desencarnados, porém, era muito maior. Aproximadamente quinhentos espíritos acompanhavam o grupo, numa perfeita simbiose.

Em comum entre encarnados e desencarnados, havia o desconhecimento sobre onde acaba a alegria e começa o abuso. Contagiante, o bloco de “vivos” e “mortos” prosseguia.

Um jovem, na casa dos dezesseis anos, observa a folia sentado na sarjeta. Embora nascido em berço de ouro, era desnudo de afeto e subnutrido de educação. Atendendo a ordem de espíritos zombeteiros, um dos integrantes do bloco convida o adolescente a dançar. Oferece-lhe um cigarro recheado com erva alucinógena.

Dança, canta e ri. Não sabe que, mais tarde, seu vício sustentará traficantes, enquanto aproveitadores desencarnados o atirarão em perturbações de consequências imprevisíveis.

Mais adiante, outra jovem assiste a turba. Na véspera, havia sofrido terrível desilusão amorosa, que Ihe destruíra os mais singelos planos de felicidade. Abatida, atira-se ao bloco, numa atitude mais de desespero do que de alegria. Dança, canta e ri. Retorna ao lar e, embriagada e deprimida, põe fim à vida cortando os pulsos.

Num bar de esquina, mais um transeunte se interessa pela algazarra. Depois de alguns goles, atende ao chamado de entidades fanfarronas e junta-se ao bloco. Dança, canta e ri. De volta para casa, encontra a esposa chorando seu abandono. Mantém breve discussão com a companheira para, logo depois, deixar o lar, levado pelo efeito do álcool.

O bloco passa. Todos dançam, cantam e riem. Ninguém sabia, porém, que naquele dia, em menos de uma hora, a cidade ganhara uma suicida, um viciado e um lar destruído.


Do livro 'Vida e Renovação' - Clayton Levy (ditado por Espíritos diversos)



                                PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 27 de Fevereiro de 2011, 15:12
Todos os dias as familias recebem um viciado, um suicida e se tem um lar destruido, não precisa do Carnaval para isso, basta ler os jornais diariamente.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 27 de Fevereiro de 2011, 15:26
Exatamente maninha Hebe.
Numa listagem, triste. quem é brasileiro lê nos jornais e vê no noticiário da TV:
1. todos os dias duas ou mais mulheres são mortas por seus namorados, maridos ou amantes;
2. todos os dias jovens engrossam a fileira da SIDA, hoje em dia no grupo dos jovens dos 16 aos 25 anos, a maior influência de SIDA é entre as mulheres;
3. Todos os dias o noticiário nos mostra jovens e velhos envolvidos em crimes bárbaros.
Essa estranha e triste listagem mostra bem, o que acontece dentro dos lares dessas pessoas.
Notem, elas acontecem o ano inteiro, todos os dias e o dia inteiro.
Culpar apenas ao Carnaval por um engrossar desse notíciário é ser hipócrita ou querer parecer anjo.
O carnaval, os festejos natalinos, e de ano novo, também são usados pelos mais imperfeitos, contudo, nos que não partilhamos com eles desses atos de barbárie, também somos imperfeitos. Pode ser que não tanto quanto eles já que conseguimos domar a fera dentro de nós, e neste setor.
Am igois o Carnaval, cujo nome nada tem a ver com "a carne nada vale", é poroduto dos dias de maior sofrimento ditados por um período inventado pela Igreja, nada mais saudável senão exteriorizar aquilo que se passou, num grito de alegria por votar-se ao campo do aprendizado.
Qualquer um que queira, Ateu, Judeu ou Espírita pode encontrar num festejo carnavalesco, momentos de refazimento.
Afinal, não se pode esquecer que Jesus ensinando as máximas que o Pai lhe houvera ensinado, nos deixou este exemplo: "Não vim pelos sãos, mas pelos doentes".
O trabalho do plano Espiritual nesses  dias, é para eles de intensa alegria, por verem os Espíritos na ajuda que possam prestar a razão maior de sua missão entre nós.
A festa existe, a maioria gosta, que estejamos sempre a nos lembrar de que a única coisa perniciosa e contrária ao progresso espiritual é o EXCESSO.
O mais, todo ele é apenas hipocrisia e vontade de se falar mal de tudo.
Sigamos a instrução das obras básicas, sejamos verdadeiros Espíritas.
Abraços,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Blue soft em 27 de Fevereiro de 2011, 16:24
       Amigos queridos,
entrando neste tópico tenho a nítida impressão
de que estou compartilhando de um Fórum de
outra fé, em que a lei do terrorismo é o que
vigora.
         Sinceramente, não entendo este pavor,
que alguns tem do carnaval, parece que damos
muito mais crédito ao mal existente do que ao
bem, que nos tem norteado.
        Será que se eu caminhar pelas ruas da minha
Cidade, como sempre faço, vou ser levada a
consumir drogas, cometer o gesto tresloucado do
suicídio ou abusar do sexo?
          Bem, eu participei de escolinha dominical
da Igreja Assembleia de Deus e depois, pela graça
de Deus fui Evangelizada nesta doutrina que muito
me dá felicidade, vivi e vivo, como espírita.
         O que me passa pela cabeça é que alguns,
antes de chegarem a doutrina, estava em processo
abusivo de tudo e aí, ficam com estas ideias de que
tudo deve ser proibido, mas, isto não é espiritismo.
          Na minha fé o que prevalece é a democracia
e o respeito.
          Então, respeito a todos os amigos do FE, que
são contrários ao carnaval, mas aceito democraticamente
a todo os que acham que o carnaval é inofensivo e apenas
nos serve como período de descanso.

                   Que Jesus nos ampare a todos e nos dê lucidez
para que percebamos e ajamos de forma correta.

                          Abraços Fraternos,


                             Blue Soft


P.S. Amigos, meu Centro não fecha durante o carnaval, apesar de alguns
membros participarem do ENEF e da COMERJ.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 27 de Fevereiro de 2011, 18:53
Pois é Blue,
São só os extremos que são vivenciados como verdade.
Quem participa ou participou do Carnaval de forma saudável não se encontra neste texto.
Já coloquei antes as ações sociais promovidas pelo Carnaval nas Comunidades Carentes e o quanto ajuda a população de pouco recurso, mas isso não é visto , sabe porque? é mais fácil ficar de fora apontando o lado negro da festa e se cegar com o benefício trazido.
Também é mais fácil passar a DE e seus ensinamentos dentro um Centro fechadinho para as criancinhas amparadas, do que passá-la em prática num lugar onde a população carece de todo o auxílio em termos de educação.

O Samba é a maior das formas de expressão musical deste país, foi feita pelo povo, é a nossa cultura, e cá pra nós é lindo e dificílimo de tocar e dançar, haja visto o quanto tentam imitar e não chegam nem perto. Um ritmo que foi consagrado no mundo inteiro e nasceu da força popular, foi perseguido e está aí, movimentando a economia, beneficiando a muitos.

Gasta-se milhões com o Carnaval, mas não se gastaria senão tivesse o triplo de retorno.
Ou o Governo do Estado do Rio é burro? Todo o povo que participa é perverso e devasso? Caramba!!!!
Desculpem-me , mas isso é total falta de tino.

A música e a dança são expressões saudáveis de alegria de um povo, estão presentes em todas as comemorações, sejam elas populares, religiosas ou de elite, não importa.

Os que fazem mal uso de alcool ou drogas o fazem em qualquer data até sózinhos, agora tem mais um ítem, que agregaram no novo texto, o suicidio  :o :o :o.

Blue, já que está aí divirta-se, se não gostar de Carnaval, não importa, pode-se ficar na cidade e nem vê-lo, vai à praia, curta a floresta da Tijuca para um passeio, aproveite e faça uma caminhada no aterro ou Lagoa e aprecie a paisagem que é nossa, do Brasil aliás, muitos vão do mundo inteiro e dão imenso valor a isso tudo.
Um bjo
Hebe

http://www.youtube.com/watch?v=u0XTCVjyzAE&feature=player_embedded#at=32



Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 27 de Fevereiro de 2011, 19:22
 Lembrando Chico Xavier.

Chico Xavier

O bem que praticares, em algum lugar, é teu advogado em toda parte.


Não exijas dos outros qualidades que ainda não possuem. A árvore nascente aguarda-te a bondade e a tolerância para que te possa ofertar os próprios frutos em tempo certo´

Lembra-te de que falando ou silenciando, sempre é possível fazer algum bem.

Deixe algum sinal de alegria, onde passes...

Hoje auxiliamos, amanhã seremos os necessitados de auxilio.

Ninguém quer saber o que fomos, o que possuíamos, que cargo ocupávamos no mundo; o que conta é a luz que cada um já tenha conseguido fazer brilhar em si mesmo.

Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento: Não julgar, definitivamente não julgar a quem quer que seja

Nenhuma atividade no bem é insignificante. As mais altas árvores são oriundas de minúsculas sementes.

FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
Título: Carnaval
Enviado por: aruanda em 28 de Fevereiro de 2011, 16:12
Achei interessante
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Blue soft em 28 de Fevereiro de 2011, 17:14
Pois é Blue,
São só os extremos que são vivenciados como verdade.
Quem participa ou participou do Carnaval de forma saudável não se encontra neste texto.
Já coloquei antes as ações sociais promovidas pelo Carnaval nas Comunidades Carentes e o quanto ajuda a população de pouco recurso, mas isso não é visto , sabe porque? é mais fácil ficar de fora apontando o lado negro da festa e se cegar com o benefício trazido.
Também é mais fácil passar a DE e seus ensinamentos dentro um Centro fechadinho para as criancinhas amparadas, do que passá-la em prática num lugar onde a população carece de todo o auxílio em termos de educação.

O Samba é a maior das formas de expressão musical deste país, foi feita pelo povo, é a nossa cultura, e cá pra nós é lindo e dificílimo de tocar e dançar, haja visto o quanto tentam imitar e não chegam nem perto. Um ritmo que foi consagrado no mundo inteiro e nasceu da força popular, foi perseguido e está aí, movimentando a economia, beneficiando a muitos.

Gasta-se milhões com o Carnaval, mas não se gastaria senão tivesse o triplo de retorno.
Ou o Governo do Estado do Rio é burro? Todo o povo que participa é perverso e devasso? Caramba!!!!
Desculpem-me , mas isso é total falta de tino.

A música e a dança são expressões saudáveis de alegria de um povo, estão presentes em todas as comemorações, sejam elas populares, religiosas ou de elite, não importa.

Os que fazem mal uso de alcool ou drogas o fazem em qualquer data até sózinhos, agora tem mais um ítem, que agregaram no novo texto, o suicidio  :o :o :o.

Blue, já que está aí divirta-se, se não gostar de Carnaval, não importa, pode-se ficar na cidade e nem vê-lo, vai à praia, curta a floresta da Tijuca para um passeio, aproveite e faça uma caminhada no aterro ou Lagoa e aprecie a paisagem que é nossa, do Brasil aliás, muitos vão do mundo inteiro e dão imenso valor a isso tudo.
Um bjo
Hebe

http://www.youtube.com/watch?v=u0XTCVjyzAE&feature=player_embedded#at=32





           Hebe querida,
acertou em cheio o samba é dos meus prediletos.
           Mas, realmente, apenas aprecio a boa música,
não faço o tipo que segue blocos de foliões pelas
ruas da Cidade, mas, posso lhe afirma que quando
vejo um, fico até admirada, pela alegria contagiante.
          Terei, sim um carnaval de muita tranquilidade
e isto desejo a você também e aos seus familiares.

                   Carinhos,

                     Blue
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 28 de Fevereiro de 2011, 17:29
Oi Blue,
Para mim, esse samba enredo é imbatível, homenageia o país inteiro.
Eu vou atrás de bloco sim, já desfilei dez anos na Sapucai, sem alcool, ou droga, e bem vestida junto com a familia toda, inclusive com meu marido e meus filhos na mesma Ala e posso te dizer que vale a pena.
Na concentração das escolas tudo é fiscalizado, bebado e drogado não desfilam, a comissão da escola tira da Ala, a não ser que passe desapercebido, o que é raro acontecer.
Fique em paz,
Um abço Hebe

Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Weronica em 28 de Fevereiro de 2011, 18:49
 Amigos queridos,
entrando neste tópico tenho a nítida impressão
de que estou compartilhando de um Fórum de
outra fé, em que a lei do terrorismo é o que
vigora.

Ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/convivio-dos-membros-do-forum/o-carnaval-na-visao-espirita/150/#ixzz1FHTNXY7H

Blue eu concordo com suas palavras.
Eu adoro samba parece que nem consigo me controlar quando ouço, porém tbm não sou a favor da apologia a libertinagem, ao consumo de álcool e tóxicos, por isso só fui em um desfile quando era criança e não fui mais, porque eu penso que se eu não possa fazer nada diante destes abusos eu posso não cometê-los...

Sei que no Carnval muitas pessoas de bem querem expressar sua felicidade e existe muitas famílias que participam, porém eu acho que só ter festa (de bem é claro) em um país, se tivéssemos motivos para isso, mas diante da desigualdade, preconceitos, fome, desnutrição e agora desabrigados diante das catástrofes das enchentes não há nenhum motivo para se comemorar.
Este Carnaval, farei uma corrente de oração para todos que sofrem e precisam de mãos amigas, assim como fazer minha parte tbm

Beijos, fiquem com Deus.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 28 de Fevereiro de 2011, 19:14
O Carnaval movimenta o turismo,que movimenta o comércio, que movimenta a indústria , Hoteis, ajuda as comunidades carentes e projetos sociais, não tem nada a ver com as enchentes ou desvio de recurso para auxilio, muito pelo contrário, arrecada recursos para o Estado.
Vejo que a questão deste tópico se resume em , gostar ou não da festa, saber se comportar ou não na festa, exclusivamente isto, nada dá respaldo a argumentação de dinheiro jogado fora, muito pelo contrário, traz dinheiro para economia do Estado, Município e para o País através dos impostos Federais.
Quem quer vai à festa, quem não quiser se recolha, isso é opcional. Quanto a atrair obsessores tudo é uma questão de sintonia em qualquer momento da vida, não necessariamente em determinada data.
Um abço Hebe
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 28 de Fevereiro de 2011, 19:37
Ou seja, Hebinha:
Quem quer vai a festa e fuma, cheira, se aplica de todas as drogas; Quem não quer, vai à mesma festa e nada disso comete.
Abraços,
Moura
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Carlos Ribeiro em 28 de Fevereiro de 2011, 20:31
Pessoalmente, não gosto nada do carnaval. Acho "palhaçada" a mais!
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 28 de Fevereiro de 2011, 20:42
 :D :D Está no seu direito.
Eu como fui criada no Rio, tenho o Carnaval como uma festa natural, sempre participei sem problema algum.
Adoro a música da minha terra e adoro o samba tanto no pé, quanto  dança de salão.
Como eu disse antes é gosto pessoal.
Ninguem bate palma, para drogas,nudez,  vícios seja de espécie for, e nem precisa-se disso para participar de qualquer festa.

Um abço Hebe
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: hcancela em 28 de Fevereiro de 2011, 21:27
Olá amigos(as)  Achei bem interessante esta opinião.(Não sei a quem pertence).



O carnaval é uma dessas festas que costuma ser chamada de folia, que vem do francês folle, que significa loucura ou extravagância sem que tenha existido perda da razão. No caso do carnaval a palavra significa desvio, anormalidade, fantasia descontração ou mesmo alegria. Assim, a festa carnavalesca é o momento em que o espírito humano pode projetar o que há de mais profundo e de mais primitivo em si mesmo. O poeta Vinicius de Morais deixou isto muito claro ao dizer: "Tristeza não tem fim, felicidade sim / A felicidade parece a grande ilusão do carnaval / a gente trabalha um ano inteiro / por um momento de sonho/ pra fazer a fantasia de rei ou de pirara ou jardineira / Pra tudo se acabar na quarta-feira"...

Qual a posição do espírita ante o carnaval? Sem querer ditar normas, apenas dando a minha opinião, o espírita, em primeiro lugar, deve compreender o carnaval; não ser muito severo, não ter medo dele por acreditá-lo uma expressão do mal e do diabólico da alma humana; não fugir dele por medo de sua sedução. Não deve, como fazem algumas religiões, criar blocos ou escolas-de-samba para brincar um carnaval cristão. Pode ser um observador comedido, se gosta da festa, ir ao sambódromo ou às ruas para ver os foliões e, se não gosta, pode aproveitar o feriadão para descansar, meditar ou estudar Espiritismo sozinho ou em conjunto; em resumo seguir o conselho de Paulo: "Viver no Mundo sem ser do mundo."


Saudações fraternas
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 28 de Fevereiro de 2011, 21:28
Saindo do Rio,
Outra manifestação do Folclore Brasileiro, ou seja , da nossa cultura, é o Frevo em Pernambuco.
Este não é para qualquer um.
Deixo um video com alguns depoimentos importantes. São meninos tirados da rua que encontraram na dança um lugar ao sol.

ESCOLA DO FREVO - PERNAMBUCO (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PWJDREYyWHh4WG5BIw==)

Um abço
Hebe
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 28 de Fevereiro de 2011, 22:02
Projetos sociais nas Escolas de Samba do Rio de Janeiro.
Funciona o ano inteiro, com professores voluntários, dão aula de balet, ginástica ritmica, judo, volei, natação, computação, inglês, artes plásticas. A única condição para participar dos projetos é estar matriculado em escolas e terem boas notas. Saem da marginalidade e caem em aulas dirigidas, inclusive com ensino de ofício.
Disto eu participei e me orgulho deste povo que não tem o que comer e projetam este país no mundo com a força de sua cultura. Não é palhaçada, é caridade com os menos favorecidos. Segue os links só de alguns.

http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/temas-especiais-18e.asp
http://www.salgueiro.pe.gov.br/noticias/20100408_not01.htm
http://www.fpabramo.org.br/formacao/pt-no-parlamento/textos-e-publicacoes/programa-social-da-mangueira
http://www.gresportela.com.br/?p=715

Um abço Hebe

Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Mourarego em 28 de Fevereiro de 2011, 22:54
Em cima e concordando com o que você coloca, man inha hebe, eu diria:
Projetos como Mangueira do Futuro,, aprendizes do samba, as tantas escolas de manufaturamento de tecidos que existem nas comunidades e outros tantos trabalhos que via de regra são ligados ao Samba, têm retirado das ruas muitos flanelinhas sem cadastro, muitos assaltantes mirins, e ajudado a tirar do vício muitas cianças da periferia do RJ.
Com isso e pensando nesses trabalhois é que cunhei o bordão:
Escolinhas de Samba, projetos de reintegração de criançlas, jovens e moços das comunidades carentes , quando ligados ao Samba, também refazem em cidadão, aquele que antes se esgueiravam nos vícios, ou que fugiam para as drogas.
Nesse sentido, "quem quer samba... quem não quer, "dança"".
abraços,
Moura

Projetos sociais nas Escolas de Samba do Rio de Janeiro.
Funciona o ano inteiro, com professores voluntários, dão aula de balet, ginástica ritmica, judo, volei, natação, computação, inglês, artes plásticas. A única condição para participar dos projetos é estar matriculado em escolas e terem boas notas. Saem da marginalidade e caem em aulas dirigidas, inclusive com ensino de ofício.
Disto eu participei e me orgulho deste povo que não tem o que comer e projetam este país no mundo com a força de sua cultura. Não é palhaçada, é caridade com os menos favorecidos. Segue os links só de alguns.

http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/temas-especiais-18e.asp
http://www.salgueiro.pe.gov.br/noticias/20100408_not01.htm
http://www.fpabramo.org.br/formacao/pt-no-parlamento/textos-e-publicacoes/programa-social-da-mangueira
http://www.gresportela.com.br/?p=715

Um abço Hebe


Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 28 de Fevereiro de 2011, 23:14
 :D :D É isso aí Mourinha,
Nada como Caymmi para falar do Samba.

NILZE CARVALHO - SAMBA DA MINHA TERRA (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PXdPV0xKdFo2bTlrJmFtcDtmZWF0dXJlPXJlbGF0ZWQj)

Está dado o recado  :D :D

Um abço a todos
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: lukas de souza em 28 de Fevereiro de 2011, 23:46
Olá Hebe...

Belo post, nem poderia ser diferente. Sempre lúcida e de uma flexibilidade! Pois é... Deixemos o povo brasileiro entender a felicidade cantando, dançando, seja no Rio de Janeiro, na Bahia, em pernambuco mais intensamente e no restante do País, por formas diferentes, nas avenidas ou nos salões, mas estando juntos livres de qualquer preconceito. Ocorre uma vez ao ano. Há excessos? Há, mas como já foi dito, ninguém é obrigado a entregar-se a tal. Mostra-se o povo tal como ele é. Já pensou se a massa que se junta estivesse, com fuzis, canhões e outros meios, promovendo a morte em seu próprio solo? Olhe só, é melhor do que estar dentro de templos aos milhares tentando negociar a felicidade com Deus por meio de oferendas, dízimos e andar de joelhos. (cilícios físicos e psíquicos), abraçados pela falsa moral. Encerro com co link do vídeo abaixo, cantando, AQUARELA DO BRASIL, não esquecendo de lembrar que no Carnaval para o Brasil, convergem muitos e muito pudicos em suas nações, mas lá não podem se 'esbaldar' (hehehe). Desculpe a irreverência; Mas espírita também é alegre não?


BRASIL BRAZIL Gal Costa - Aquarela do Brasil (Ary Barroso) (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PWd5Y1pTQnUxeWpJIw==)
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 28 de Fevereiro de 2011, 23:57
Grande Ary Barroso Lukas,
Que tal uma maravilhosa música clássica com o nosso ritmo.

AVE MARIA (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PXY5N1l2Um1EX1lvIw==)

Quem diria hein!!!! Músico popular
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: lukas de souza em 01 de Março de 2011, 00:41
Linda a versão de Jorge Aragão. Veja também como o 'tosco' -  m/Estado sulriograndense/Br, não ama menos a mãe do Mestre da Galiléia. São suas formas de se manifestarem. Lindas.

Obrigado, afetuoso abraço.
                                                         
                      Ave Maria do peão (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy55b3V0dWJlLmNvbS93YXRjaD92PXByQWNEbDlBMnJNI3dz)                           
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ken em 01 de Março de 2011, 00:45
Olá a todos

Se querem ouvir música clássica então aqui vai..

<iframe title="YouTube video player" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/eky88KYlC4Q" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

Sds

ken ;D ;D
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 01 de Março de 2011, 01:06
Ken,
Arrebentou!!!!
Andre  Rieu é o máximo. Em cada canto do mundo onde vai prestigia a música local.
Nossa Ken, acertou na mosca.
Um abço Hebe
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: ken em 01 de Março de 2011, 12:16
Gostou amiga Hebe!!!

E veja que foi só "pra inglês ver" :D :D :D

Sds

ken
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Weronica em 01 de Março de 2011, 14:11
Oi bom Dia!

Sim Hebe eu concordo com a resposta que vc colocou logo depois do meu post.
E assim, eu também gosto do carnalval só não participo por que tem coisas erradas, para não me sentir mal ao ver esses abusos prefiro ficar em casa assistir aos desfiles na televisão, quem sabe um dia poderiamos diferenciar o que é diversão do que é abuso e libertinagem.
E quanto as arrecadações nunca vi nenhuma diferença, sei que existem pessoas de bem ajudando as crianças carentes e jovens, só que são gente como a gente e não o Governo, este só quer saber de arrecadar...

Um beijo, fiquem com Deus.
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 01 de Março de 2011, 14:27
Isso é verdade Weronica,
A maioria é voluntário mesmo, mas o Governo já está atuando cedendo terreno como fez com a Mangueira e promovendo algumas ações em conjunto.
Voltar os olhos para essa comunidade, foi exclusivamente da força de sua música e garra em manter a tradição. É mérito do povo e de ninguém mais.
Um abço Hebe
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: rosilaine em 02 de Março de 2011, 10:27
Irmaos a garça ave branca entra em lagos muitas vezes nodosos, imundos de lá tira sustento e sai tão branca quanto entrou. Eu ainda não criei esse estado, estado intimo de equilibrio que me permita entrar no pantano sem me sujar. E que cada um procure sinceramente essa resposta dentro de si. A orientação dos espiritos não nos deixa duvidas a levantar questionamentos ou tentar buscar justificativas, cada um tem seu livre arbitrio, e é claro fará sua própria colheita. 

Abraços fraternos! 
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Hebe M C em 02 de Março de 2011, 11:50
A maior justificativa é o imenso trabalho social feito a partir do Carnaval.
Como você disse, se não consegue entrar sem se sujar se afaste.
Jesus foi claro, vim para os necessitados e não para os sãos.
Vamos ajudar quem precisa da forma como esse auxilio se apresenta.
Deus é justo e consegue não abandonar crianças e adolescentes com potencial a ser desenvolvido através do voluntariado. Não tem o que temer. A maioria são pessoas honestas e humildes que trabalham muito para sustentar suas famílias, moram em condições precárias e mesmo assim tem uma imensa alegria de viver. Não podemos abandoná-los na mão da marginalidade como fez o Estado durante este tempo todo e julgá-los dentro do mesmo saco que os bandidos.
Separem o joio do trigo e não coloquem tudo na mesma caçamba.

Um abço Hebe
Título: Re: SOBRE O CARNAVAL (Emmanuel)
Enviado por: Nanda Cris em 02 de Março de 2011, 13:59

Eu não suporto carnaval.