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CONVÍVIO => Off-topic => Convívio => Tópico iniciado por: MALUOLIVEIRA em 15 de Fevereiro de 2009, 00:03

Título: COMO O ESPIRITO É DESLIGADO DO CORPO NO CASO DE EUTANASIA ?
Enviado por: MALUOLIVEIRA em 15 de Fevereiro de 2009, 00:03
Pergunta : ???

Como a espiritualidade vê a praticada da eutanásia para apressar  a morte de um doente em estado de como ?
Qual a responsabilidade da família quando permite o desligamento dos aparelhos ?
Em qual momento o espírito deixa o corpo ?

Agradeço !
Título: Re: COMO O ESPIRITO É DESLIGADO DO CORPO NO CASO DE EUTANASIA ?
Enviado por: Diegas em 15 de Fevereiro de 2009, 02:17
Pergunta : ???

Olá, MALUOLIVEIRA.


- A Espiritualidade vê com muita tristeza, pois impossibilita ao espírito encarnado expurgar todas as toxinas perispirituais. Mas como foi um ato involuntário do espírito que sofria no leito, certamente este tipo de morte será contabilizado como crédito em suas futuras encarnações. E isso por que: 'Não cai uma folha ou fio de cabelo que o Pai não saiba'

- A responsabilidade (dos que participaram - familiares e médicos) é muito grande, pois só cabe a Deus o direito de dar ou tirar a vida. Se pensar, perceberá que por detrás deste ato 'piedoso'  esconde-se, muitas vezes, a subreptícia oportunidade dos familiares verem-se livres daquilo que consideravam 'um peso ou incômodo'.

- O desligamento perispiritual do organismo encarnado demanda, em média, algumas horas, por isso a recomendação de se obedecer até 48 horas para a cremação (quando houver). E as sensações perispirituais decorrerão do tipo de vida que o individuo teve na última existência, podendo perdurar por alguns breves instantes até vários anos. Paulo de Tarso, por exemplo, após ser decapitado, foi recepcionado, de imediato, pela comunidade espiritual que o abraçou, festiva, comemorando a dedicação dele à causa cristã.


Abç
Título: Re: COMO O ESPIRITO É DESLIGADO DO CORPO NO CASO DE EUTANASIA ?
Enviado por: pcaires em 18 de Fevereiro de 2009, 00:49
Olá, Malu:

Acho que Diegas respondeu bem. Gostaria apenas de complementar que, no caso dos responsáveis pelo desligamento do sistema que mantém a pessoa viva, isto vai depender do grau de consciencia das pessoas envolvidas.
- Nós, espíritas, por estarmos conscientes das necessidades do espírito em expiação dificilmente autorizaríamos esta prática. Se o fizermos, dentro do nosso livre-arbítrio seremos responsabilizados com mais rigor;
- No entanto, os materialistas tomariam decisão diferente. Sua responsabilidade, no caso será atenuada pelo desconhecimento das conseqêuencias da sua ação.

Saudações fraternas,
Paulo