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CONVÍVIO => Off-topic => Convívio => Tópico iniciado por: Denize Moreira em 09 de Outubro de 2010, 23:06

Título: A Adoção
Enviado por: Denize Moreira em 09 de Outubro de 2010, 23:06
(http://2.bp.blogspot.com/_F1A73dYwRzg/SFmvz1UvWWI/AAAAAAAAAf4/fB3m8OFo3rY/s320/missoesimagem.jpg)A adoção constitui o maior exemplo prático da máxima cristã que diz: “faça aos outros o que gostaria que lhe fizessem”. Mas engana-se aquele que acha que a adoção se resume a um simples gesto caridoso. Existem comprometimentos espirituais entre adotado e adotante e a providência divina se encarrega de colocar esses espíritos novamente em um convívio salutar para o adiantamento moral de cada um.
Se a união dessas almas não é possível através dos laços de consangüinidade, serão aproximadas por intermédio da adoção, como nos ensina várias obras mediúnicas, entre elas o livro “E a Vida Continua”, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.
Segundo Richard Simonetti, “há Espíritos que reencarnam para serem filhos adotivos. Esta situação faz parte de suas provações, geralmente porque no passado comprometeram-se em relação aos deveres familiares. Voltam ao convívio dos companheiros do pretérito sem laços de consangüinidade, destinados a valorizar a vida familiar”.
É preciso uma dedicação ainda mais intensa por parte dos pais, enquanto educadores e evangelizadores desses espíritos que lhes foram confiados por meio da adoção, a fim de diminuir os efeitos de eventual trauma que o adotado possa desencadear quando do conhecimento de sua situação.


                                              ;)Protegendo o Segredo

Os pais adotivos questionam-se se devem ou não contar ao filho sobre sua origem.
As dúvidas giram em torno de como contar, porque contar e quando contar...
O melhor modo de se falar sobre a adoção é ter esse tema como um assunto que deve ser discutido naturalmente pelos pais desde o início do relacionamento com o filho.
Nunca fazer desse assunto um segredo a ser protegido.
A curiosidade da criança se acentua aos 3 anos de idade quando ela pergunta sobre o mundo que a circunda. Perguntando se são adotadas, têm necessidade de saber sobre a sua origem.
Portanto, o período infantil é o mais propício para se contar a verdade.
A revelação tem que ser feita com muito amor, com muito carinho.
Contar à criança que ela é adotada evitará que ela saiba por terceiros, de forma distorcida e equivocada.
O importante é salientar que ela foi escolhida; que dentre todas as crianças os pais optaram por ela. Que o sentimento de amor por ela os cativou.
Mesmo tendo sido esclarecida sobre a adoção, a criança ainda perguntará inúmeras vezes sobre isso.
É igualmente importante não expor aspectos negativos da família de origem, pois a tendência, quando se expõe os aspectos negativos, é a criança sentir-se desvalorizada, inferiorizada.
Uma tese de doutorado da Faculdade de Medicina da USP acabou de vez com um mito que por anos tem assombrado as pessoas interessadas em adotar crianças: filhos adotivos, segundo a tese, não têm mais problemas psicológicos do que os naturais.
Ao contrário do que sempre se acreditou, não é o fato de ser adotado e sim a forma como se dá a adoção e o ambiente familiar que determinam o comportamento das crianças.
Na avaliação, percebeu-se também que as crianças apresentam mais problemas quando ficam sabendo da adoção mais tarde.
À medida que ela vai perguntando, deve-se ir respondendo.
O importante é que os pais não fiquem tensos, que estejam tranqüilos e seguros.


                                            ;) Adoção à Luz do Espiritismo


O espiritismo é muito claro quanto à questão da adoção de filhos: é um ato de amor incondicional.
"O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito" (Evangelho Segundo o Espiritismo - Kardec, A.)
Somos todos adotados, pois que ninguém é propriedade de ninguém. Nosso filho de hoje poderá ser nosso pai amanhã, assim estabelece a lei da Reencarnação.
Um dos medos mais comuns das famílias adotantes é de que o filho adotivo venha a se tornar revoltado, porque já teve a rejeição materna.
Ora, um filho biológico pode ser um espírito que reencarnou para resgate naquela família, causando-lhe muitos problemas; ao passo que o filho adotivo, poderá ser um espírito afim, que vem para trazer felicidade. Ou vice-versa.
Desta forma, ter um filho adotivo ou biológico sempre será para a família um meio de ressarcir débitos pretéritos, direta ou indiretamente, e sejam esses débitos dela (família) ou dele (filho).
Adotar um filho, um amigo, um pai, uma mãe devem ser tarefas diárias para quem quer conquistar a sua própria evolução espiritual. Mas a adoção deve ser de coração, pois esse é laço indestrutível, permanente.
Nossos filhos não são nossos filhos, são antes, irmãos.
Os corpos que têm, são filhos dos nossos corpos, nada mais.
Os chamados filhos adotivos são os filhos do coração; estão unidos a nós por indestrutíveis laços espirituais.


Lições de Sabedoria - Marlene Nobre
Associação Brasileira de Psicólogos Espíritas
Título: Re: A Adoção
Enviado por: belina em 10 de Outubro de 2010, 01:28
Mary
Sempre digo que parir é dor e criar é amor!

Concordo com o que postou. Os filhos nos são confiados por Deus, sejam adotados ou biológicos para. amar, cuidar, proteger, educar....

Paz e Luz
Belina
Título: Re: A Adoção
Enviado por: MarcoALSilva em 10 de Outubro de 2010, 03:52

Falar sobre os filhos... Eis aí o momento em que os adultos recuperam o brilho do olhar. Os olhos, acostumados com as agruras da Vida, habituados ao ar seco que fere no clima tenso da luta diária, brilham novamente, como se jamais a criança de um dia tivesse crescido. Homens e mulheres comungam, do alto de todas as diferenças, a essência una que só mesmo um filho consegue desnudar. Pais e Mães transcendem o Amor e a paixão que os unem para identificarem-se ainda mais no plano maior dos Missionários a quem o Pai Eterno entrega os diamantinos tesouros para a lapidação carinhosa. Filhos, nascidos do ventre ou recebidos no coração, são as jóias preciosas com que Deus nos convoca à Sua Elevada Presença, convidando-nos ao elevado sacerdócio do Amor incondicional e da dedicação sem limites. Pais e Mães dignos da denominação com que comungamos da Paternidade Divina são os que jamais deixam de invocar a Criança dentro de si para que os filhos encontrem não só a proteção e a ternura, mas também a felicidade de ter verdadeiros Amigos naqueles que os embalam, beijam, aquecem e trazem ao peito para o sono angelical. E filhos, os tesouros com que Deus semeia o Amor no solo árido do aprendizado de Seus próprios filhos, são todos os que nos vêm pelos desígnios do Alto. Tenham ou não o mesmo sangue, os rebentos da carne brilham na essência com a mesma intensidade, ostentando a origem comum de todos os que recebem o Sopro Divino da Vida. Falar sobre os filhos, pois, é se colocar aos pés do Criador sem jamais recolher as mãos quando a elas uma pequenina mãozinha recorrer, conduzida pela Vida, seja na comunhão da carne pela bênção do Amor, seja pela comunhão do Amor à deserção da carne...

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Título: Re: A Adoção
Enviado por: Rose Santos em 24 de Fevereiro de 2011, 23:56
eu casei com um homem ele tem 2 filhos ki quando estavao noivo eles na >:( >:(era dele dai partiu uma impatia pelo menino´pq descobri ele sabia que eles nao era dele mesmo assim ele ficou eles eu acho ele ficou por amo ex que moreu isso provoca um odio pelo menino maior do mundo ele vive comiho eu nao posso olhar nen para ele eu nao faço nada por menino nen um jesto de afeto
Título: Re: A Adoção
Enviado por: Felipa em 25 de Fevereiro de 2011, 12:30
Todos nós somos filhos adotados, pois o único pai legitimo é Deus!!
Os filhos adotivos são aqueles que vêm preencher uma necessidade que  temos de amar, a adoção deve ser um ato de amor legítimo para o ser adotado, ele deve ser visto como soma na família é o filho do coração, pois nasceu da nossa alma.
Há diversas maneiras de termos filhos adotivos, eles podem morar com seus próprios pais que sejam pobres, que sejam incapazes, que sejam enfermos etc... não importa  se é filho carnal o importante é amar e não fazer distinta entre os filhos carnais..quem  quer amar não escolhe semelhança biológica  com sua família  , quem quer amar, ama a criança que precisa ser amada, não importa de onde ela venha...a adoção é alguém que deseja amar diante de alguém que precisa ser amado.

Paz e luz!!