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GERAL => O que é o espiritismo => Comunicabilidade dos Espíritos => Tópico iniciado por: Fallingstar em 06 de Julho de 2009, 20:47

Título: Ao contrário
Enviado por: Fallingstar em 06 de Julho de 2009, 20:47
Ao contrario da maioria dos posts, que querem sem mediuns e aumentar a capacidade, a minha ideia é exactamente a oposta.
Não quero aumentar nada, até porque nem acho agradável, ver pessoas que já não estão entre nós, ouvir vozes, falar com o ar e escrever algo que alguém me dita dentro a minha cabeças... muito menos quando controlam o meu corpo ( ainda bem que esta ultima é muito rara).

Existe alguma forma de fazê-los parar?
Título: Re: Ao contrário
Enviado por: Vitor Santos em 06 de Julho de 2009, 21:06
Olá amigo

Se você se propôs a ser médium antes de rencarnar, agora tem de agir de acordo, se quer progredir espiritualmente. A decisão foi sua.

Se você apenas está a ser incomodado provisóriamente, isso passará quando você conseguir aprender o que tem a aprender e corrigir na sua vida o que tem de corrigir.

De qualquer modo o serviço gratuito a favor do próximo ajuda sempre.

Pergunte ao seu anjo guardião. Ele pode encaminhá-lo

bem haja
Título: Re: Ao contrário
Enviado por: filhodobino em 14 de Setembro de 2012, 02:43
Amados,
Eis uma boa reflexão...


Emmanuel – O Consolador - 194
194 –Devemos contar, de maneira absoluta, com o auxílio dos guias espirituais em nossas realizações humanas?
-Um guia espiritual poderá cooperar sempre em vossos trabalhos, seja auxiliando-vos nas dificuldades, de maneira indireta, ou confortando-vos na dor, estimulando-vos para a edificação moral, imprescindível à iluminação de cada um; entretanto, não deveis tomar as expressões fraternas por promessa formal, no terreno das realizações do mundo, porquanto essas realizações dependem do vosso esforço próprio e se acham entrosadas no mecanismo das provações indispensáveis ao vosso aperfeiçoamento.

Saúde e Paz!
Título: Re: Ao contrário
Enviado por: filhodobino em 14 de Setembro de 2012, 03:15
PREPARAÇÃO
Emmanuel
392 - Pode contar um médium, de maneira absoluta, com os seus guias espirituais, dispensando os estudos?
Os mentores de um médium, por mais dedicados e evoluídos, não lhe poderão tolher a vontade e nem lhe afastar o coração das lutas indispensáveis da vida, em cujos benefícios todos os homens resgatam o passado delituoso e obscuro, conquistando méritos novos.
O médium tem obrigação de estudar muito, observar intensamente e trabalhar em todos os instantes pela sua própria iluminação.
Somente desse modo poderá habilitar-se para o desempenho da tarefa que lhe foi confiada cooperando eficazmente com os Espíritos sinceros e devotados ao bem e á verdade.
Se um médium espera muito dos seus guias, é lícito que os seus mentores espirituais muito esperam do seu esforço.
E como todo progresso humano, para ser continuado, não pode prescindir de suas bases já edificadas no espaço, sempre que possível, criando o hábito de conviver com o espírito luminoso e benefício dos instrutores da Humanidade, sob a égide de Jesus, sempre vivo no mundo, através dos seus livros e da sua exemplificação.
O costume de tudo aguardar de um guia pode transformar-se em vício detestável, infirmando as possibilidades mais preciosas da alma.
Chegando-se a esse desvirtuamento, atinge-se o declive das mistificações e das extravagâncias doutrinárias, tornando-se o médium preguiçoso e leviano responsável pelo desvio de sua tarefa sagrada.

Consumidores do Espiritismo...
Pretendem manejar os espíritos ao próprio talante.
Aspiram por soluções fáceis para as embaraçosas situações que geram, por insensatez ou descaso para com os deveres mais altos.
Desejam assessoria e acompanhamento espirituais constituídos por entidades veneráveis, embora o comportamento pessoal deixe muito a desejar.
Dispõem de problemas que não querem resolver, mas requerem que sejam equacionados pelos mentores, a pequeno esforço pessoal.
Felizmente esses consumidores da mediunidade, que a convertem em objeto, não constituem a generalidade dos que a investigam, nobre e conscientemente. Cada espírito é livre em si mesmo, no pensar, como no agir.
A maturidade ou infância espiritual de cada um responde pelas suas preferências, sendo lícito o comportamento que melhor condiz com a sua situação evolutiva.
JOANNA DE ÂNGELIS em OFERENDA - 3ª Ed. ALVORADA, 1980. -12 –