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GERAL => Outros Temas => Biografias Espíritas => Tópico iniciado por: Marianna em 28 de Outubro de 2009, 23:45

Título: Reencarnações de Joanna de Ângelis
Enviado por: Marianna em 28 de Outubro de 2009, 23:45


REENCARNAÇÕES DE JOANNA DE ÂNGELIS

Joanna de Ângelis, em outras reencarnações, foi:

Joana de Cuza, uma das piedosas mulheres do Evangelho. Era esposa de Cuza, procurador de Herodes, o Tetrarca, (governador de uma tetrarquia, cada uma das partes de um estado ou província dividida em quatro governos).

Joana foi curada por Jesus (Lucas VIII 2 e 3), com Maria Madalena, Suzana e muitas outras mulheres, as quais lhe prestava assistência com os seus bens. Em Lucas 24: 10 é mencionada entre as mulheres que, na manhã de Páscoa, tendo ido ao sepulcro de Jesus, o encontraram vazio.

Em Roma, no ano de 68, 27 de Agosto, por não renunciar à fé em Jesus, é sacrificada numa fogueira, no Coliseu. Desencarnou perdoando seus carrascos.

Joanna, certamente, viver no tempo de Francisco de Assis (1182- 1226), talvez numa das ordens fundadas por Clara de Assis (1193- 1252), fundadora da Ordem das Clarissas.

O Martirologico Romana comemora-a em 14 de Maio.

No México, foi Juana de Asbajey Ramires de Santillana. Nasceu em 1651 em San Miguel Neplanta, filha de D. Manuel Asbaje, espanhol, e de Isabel Ramirez de Santillana, indigena.

Foi uma criança precoce. Começou a fazer versos aos cinco anos. Aos doze aprendeu latim em vinte aulas e português sozinha, falava a língua indigena nauatle, dos nauas, geralmente chamados de astecas.

Na Corte, o vice-rei de Espanha, o Marquês de Mancera, querendo criar uma corte brilhante, na tradição européia, convidou a menina- -prodígio de treze anos para dama de companhia de sua mulher. Encantou a todos com sua beleza, inteligência e graciosidades, seus poemas de amor são citados até hoje e suas peças representadas em programas de rádio e televisão.

Mas sua sede de saber era maior que a ilusão de prosseguir brilhando na Corte. Aos dezasseis anos ingressa no Convento das Carmelitas Descalças e depois foi para a Ordem de São Geronimo da Conceição, tomando o nome de Soror Juana Inês de la Cruz, ficando conhecida pelos seus hábitos de estudo como Monja da Biblioteca.

Em 1690 dizia da necessidade do conhecimento geral para melhor entender e servir a Deus, defendendo o direito da mulher de se dedicar às actividades intelectuais.

Tal documento é considerado a Carta Magna da liberdade intelectual da mulher americana.

Mulher de letras e de ciências, ela foi a porta-voz das escravatizadas do seu tempo.

É citada num artigo da Revista Selecções do Reader´s Digest, de Julho de 1972. Soror Juana Inês de la Cruz: A primeira feminista do Novo Mundo. Dizia que é pela compreensão que o homem é superior aos animais.

Trabalhando na cozinha do Convento, descobre muitos segredos naturais, e conclui que Se Aristoteles tivesse cozinhado, muito mais teria escrito .

Como se vê, trata-se de um vulto muito importante para o México e para a Humanidade, tanto assim que a cédula de 1000 pesos tem a sua efigie.

Em 1695 houve uma epidemia de peste na região. Juana, socorrendo os doentes, desencarna de peste aos 44 anos.

Na Bahia, foi Soror Joana Angélica, religiosa da Ordem das Refornadas de Nossa Senhora da Conceição e Heroína da Independência do Brasil.  Joana Angelica de Jesus nasceu em Salvador, na Bahia, a 11 de Dezembro de 1761. Entrou para o noviciado no Convento de Nossa Senhora da Lapa em 1782, pronunciando os votos um ano depois.

Entre 1798 e 1801 exerceu diversos cargos burocráticos na comunidade, assumindo as funções de vigaria. Conduzida ao posto de conselheira em 1809, retornou ao vicariato em 1811. Eleita abadessa, em 1814, esteve à frente do convento até 1817, sendo reeleita três anos depois.

Em 7 de Setembro de 1822, no Ipiranga, S. Paulo, D. Pedro I proclamou a independência do Brasil, separando-o de Portugal. Porém, na Bahia, as tropas portuguesas comandadas pelo Brigadeiro Inácio Luis Madeira de Mala (1775-1833), resistiram tenazmente às forças mandadas por D. Pedro I. Somente em 2 de Julho de 1823 Madeira de Malo abandonou a Bahia, embarcando para Portugal com suas tropas.

As tropas brasileiras eram comandadas pelo militar francês Pierre Labatut (1768-1849), e o tenente Luís Alves de Lima e Silva, futuro duque de Caxias. Vale lembrar que Maria Quiteria de Jesus Medeiros, a primeira mulher-soldado, sagra-se heroína, sendo condecorada por D. Pedro I.

Durante as lutas pela independência, em 19 de Fevereiro de 1823, os soldados portugueses invadiram o convento de Nossa Senhora da Lapa.

Soror Joana Angelica sai à porta do Convento, intimando-os com a cruz alçada, a não profanarem o abrigo de suas protegidas. Resistiu valentemente, sendo atacada a golpes de baioneta. Com o seu martírio deu tempo às internas de escaparem, refugiando- se no Convento da Soledade.

Soror Joana Angélica recebeu socorros, vivendo, porém, poucas horas, desencarnando no dia seguinte, 20 de Fevereiro. Tombando numa luta pelos ideais de liberdade, Soror Joana Angêlica tornou-se mártir da Independência do Brasil.

Como Joanna de Ângelis prossegue no mundo espiritual como verdadeira Amiga e Benfeitora, como um Espirito Amigo, das mensagens do Evangelho Segundo o Espiritismo , orientando as criaturas através dos séculos, em diversas existências para Jesus e para o Bem.
 
Espírito Joanna de Ângelis, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco, tem escrito livros ricos de ensinamentos, verdadeiros tratados de saúde mental, com uma terapia baseada no Evangelho de Jesus e na Codificacão Kardequiana.

Vale a pena lembrar que as mensagens contidas em O Evangelho Segundo o Espiritismo , Capítulo IX, item 7: A Paciência , Havre-1862 e Capítulo XVIII, itens 13 a 15: Dar-se-á àquele que tem. , Bordeuax (bordeus)-1862, recebidas de Um Espírito Amigo, são de sua autoria.

Bibliografia:
 
1) A Veneranda Joanna de Ângelis - Divaldo Pereira Franco (mediúnico)
2) Selecçoes do Reader´s Digest, Julho de 1972
3) Deustshland - Dezembro de 1993 n. 3



Título: Re: REENCARNAÇÕES DE JOANNA DE ÂNGELIS
Enviado por: Fátima Reis em 25 de Novembro de 2012, 12:14
Gostaria de retificar o nome do Brigadeiro nácio Luis Madeira de MELO e não de MALA.
Grt.
Título: Re: REENCARNAÇÕES DE JOANNA DE ÂNGELIS
Enviado por: Edmar Ferreira Jr em 25 de Novembro de 2012, 13:19
Mariana,

Duas perguntas:

1- Qual o objetivo dessas informações?

2- Não lhe parece curioso que um Espírito que primeiramente se apresenta como “Um Espírito Amigo” apareça novamente quase um século depois assinando o próprio nome? Não seria de esperarmos o contrário?
(essa pergunta que lhe faço me foi feita por minha filha de 15 anos) 

Abraço,
Título: Re: REENCARNAÇÕES DE JOANNA DE ÂNGELIS
Enviado por: Mourarego em 25 de Novembro de 2012, 13:29
Mano Edmar,
vejo com muita tristeza esse mal que fazem à correta propagação da DE.
Primeiro ponto: Joanna, vem em algum trecho da doutrina trazer seus pitacos?
Resp. Não. Nem como Joanna, nem como "um Espírito amigo".
Porém, aqueles que gostam de certezas irretorquíveis inventam a estorinha e os crentes vãos, se apoiam nessa balela.
Então qual o caráter das páginas atribuídas a alguém que é também chamada de Alter Ego do Divaldo?
Resp. Têm caráter de opiniões pessoais apenas, mas nunca de doutrina e nem estão na DE.
Joanna então seria um Espírito embusteiro?
Resp: Aquele que assim disser, não prestará informação senão hipotética. Uma coisa porém pode ser afirmada, Na Classe os Espíritos Superiores, Joanna não está incluída, este um fato.
De fato pode ser até um Espírito que se aproxime da Classe dos bons, porém não sendo da Classe dos Espíritos Superiores, não poderia ter algum trecho tido como informações  insertas nas obras básicas.
Quem nos ensina isso, com caráter de obra doutrinária, são a Revista Espírita, e o próprio ESE no item dois da introdução ao estudo da DE sob o título de "Autoridade da Doutrina Espírita".
Estas informações que trago, estão em qualquer das muitas traduções das obras básicas, mesmo nas que contenham as maiores interpolações, logo, só as estou a repetir.
Abraços,
Moura

Mariana,

Duas perguntas:

1- Qual o objetivo dessas informações?

2- Não lhe parece curioso que um Espírito que primeiramente se apresenta como “Um Espírito Amigo” apareça novamente quase um século depois assinando o próprio nome? Não seria de esperarmos o contrário?
(essa pergunta que lhe faço me foi feita por minha filha de 15 anos) 

Abraço,