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GERAL => Outros Temas => Biografias Espíritas => Tópico iniciado por: Reriz em 06 de Junho de 2005, 19:55

Título: Allan Kardec
Enviado por: Reriz em 06 de Junho de 2005, 19:55

Allan Kardec, cujo verdadeiro nome é Hippolyte Léon Denizard Rivail, nasceu na cidade de Lião (França), a 3 de Outubro de 1804, no seio de antiga família lionesa, de nobres e dignas tradições. Foram seus pais Jean Baptiste Antoine Rivail, magistrado íntegro, e Jeanne Louise Duhamel.

Rivail realizou seus primeiros estudos em Lião, sua cidade natal, completando-os na bela Yverdon (Suíça), no famoso Instituto de Educação Pestalozzi.

O menino Denizard Rivail, ao qual os destinos reservariam sublime missão, logo se revelou um dos discípulos mais fervorosos do insigne pedagogista suíço. Possuidor de inteligência penetrante e alto espírito de observação, ainda mais, incluindo naturalmente para a solução dos importantes problemas do ensino e para o estudo das ciências e da filosofia - Rivail tornou-se eficiente colaborador. Os exemplos de amor ao próximo fornecidos por Pestalozzi norteariam para sempre a vida do futuro Codificador do Espiritismo. Com as lições e os exemplos recebidos no Instituto de Yverdon, foi onde também lhe desabrocharam as idéias que mais tarde o colocariam na classe dos homens progressistas e dos livres-pensadores.

Com quatorze anos, Rivail já legava à Humanidade bela contribuição: para os seus condiscípulos menos adiantados abriu cursos, nos quais ensinava o que ia aprendendo, nos momentos que lhe eram reservados ao descanso.

Foi em 1824, da Tipografia de Pillet Aîné, Editora da Collection dês Moeurs Françaises, Rua Christine, n° 5 (Paris), saía a lume o primeiro livro dele, a saber: COURS PRATIQUE ET THÉORIQUE D'ARITHÉTIQUE D'APRÉS LA MÉTHODE DE PESTALOZZI, AVEC DES MODIFICATIONS - par H. L. D. Rivail, disciple de Pestalozzi. Eram dois tomos, formatos grandes e com 180 pp. ao todo.

Os tomos em questão eram recomendados aos educadores e às mães de famílias que desejassem dar aos seus filhos as primeiras noções de Aritmética.

Obtendo isenção do serviço militar, Rivail deixou a Suíça e rumou para a cosmopolita capital francesa, onde, a princípio, por saber falar e escrever o alemão tão bem quanto o francês, vertia para a Alemanha livros que mais lhe tocavam o coração, dando preferência às obras de Fénelon, o célebre autor de Máximas dos Santos. Além de continuar seus estudos, dedicou-se à educação, e suas obras alcançaram tal êxito, que logo se tornou uma figura popular, querida e elogiada. Fundou também, à rua de Sèvres n° 35, um Instituto Técnico (Institution Rivail) que obedecia aos moldes do extinto Instituto de Yverdon. Até 1835, essa obra do esforçado e laborioso discípulo de Pestalozzi, agora amparado por sua dedicada esposa Prof a Amélia Boudet, abriu novos horizontes à inteligência de um punhado de alunos que ali iam em busca da água lustral. Ao mesmo tempo em que lecionava, prosseguia escrevendo, nas poucas horas que lhe sobravam, páginas e mais páginas relacionadas com as questões educacionais. É assim que deu à publicidade, em 1828, ao Plan proposé pour I'amélioration de I'éducation publique, obra em que procura solucionar da maneira mais elevada, junto ao Parlamento, a então delicada questão do ensino dado ás crianças, propondo a criação de uma Escola teórica e prática de Pedagogia. Em 1831, com notável memória relativa à tese - Quel est le système d'études le plus en harmonie avec les besoins de I'époque?, Rivail foi premiado, em concurso, pela Academia Real de Arrás. Nesse mesmo ano apareceu sua Grammaire française classique sur un nouveau plan, que, segundo o estudioso Dr Canuto Abreu, é obra em que o Autor revelou sólidos conhecimentos das línguas latina, grega, gaulesa e neo-romanas, firmando a sua reputação de professor emérito.

Em 1835, surgira para o incansável mestre-preceptor como um ano aziago. O Instituto que ele dirigia com proficiência e alto espírito missionário teve que cerrar suas portas. A quantia que lhe coube da liquidação do referido estabelecimento foi confiada a um amigo negociante, que, realizando maus negócios, entrou em falência, deixando o pobre professor sem um níquel.

Rivail, entretanto, demonstrando firme vontade e inquebrantável energia, empregou-se como contabilista de casas comerciais, dedicando as noites à organização de novos trabalhos pedagógicos, à tradução de obras do inglês e do alemão e à preparação de todos os cursos de Lévi-Alvarès no faubourg SãoGermano. Não ficava nisto o seu incansável labor: em sua própria residência organizou o Liceu Polimático e ministrou, de 1835 a 1850, cursos gratuitos de Química, Física, Astronomia e Fisiologia.

Entre outras matérias, lecionou, como pedagogo de incontestável autoridade: Matemática, Retórica, Anatomia Comparada e Francês. Era dado a estudos filológicos e de gramática da língua francesa. Conhecia profundamente o alemão, o inglês, o holandês, assim como eram sólidos seus conhecimentos do latim e do grego, do gaulês e de algumas línguas novilatinas, como a italiana e a espanhola, as quais falava fluentemente.

Através de sua carreira pedagógica, exercitou a paciência, a abnegação, o trabalho, a observação, a força de vontade e o amor às boas causas, a fim de melhor poder desempenhar a gloriosa missão que lhe estava reservada.





 


Abaixo, encontramos algumas das obras de Rivail:

1 - La France Littéraire, ou Dictionnaire Bibliographique (1836).
2 - La Littérature Française Contemporaine (1857).
3 - Les Supercheries Littéraires dévoilées (1869).
4 - Catalogue Général des Livres Imprimés de la Bibliothèque Nationale (Auteurs).

1) Curso Prático e Teórico de Aritmética (1824).
2) Curso Completo Teórico e Prático de Aritmética (1845).
3) Escola de Primeiro Grau (1825).
4) Plano Proposto para a Melhoria da Educação Pública (1828).
5) Os Três Primeiros Livros de Telêmaco (1830).
6) Gramática Francesa Clássica (1831).
7) Qual o Sistema de Estudos Mais em Harmonia com as Necessidades da Época (1831).
8) Memória sobre a Instrução Pública (1831).
9) Discurso Pronunciado por Ocasião da Distribuição dos Prêmios de 14 de Agosto de 1834.
10) Programa de Estudos segundo o Plano de Instrução de H. L. D. Rivail (1838).
11) Manual dos Exames para os Títulos de Capacidade (1846).
12) Soluções dos Exercícios e Problemas do Tratado Completo de Aritmética (1847).
13) Projeto de Reforma no tocante aos Exames e aos Educandários para meninas (1847).
14) Catecismo Gramatical da Língua Francesa (1848).
15) Ditados Normais dos Exames (1849).
16) Ditados da Primeira e da Segunda Idade (1850).
17) Gramática Normal dos Exames (1849).
18) Curso de Cálculo Mental (1845).
19) Programa dos Cursos Usuais de Física, Química, Astronomia e Fisiologia (1849).



Rivail tornou-se membro de mais de uma dezena de Sociedades e Institutos da França.

Abaixo estão os principais diplomas por ele obtidos durante a sua carreira de professor e diretor de colégio:

1) Diploma de fundador da Sociedade de Previdência dos Diretores de Colégios e Internatos de Paris (1829).
2) Diploma da Sociedade para a Instrução Elementar (1847).
3) Diploma do Instituto de Línguas, fundado em 1873.
4) Diploma da Sociedade de Ciências Naturais de França (1835).
5) Diploma da Sociedade de Educação Nacional, constituída pelos diretores de Colégios e de Internatos da França.
6) Diploma da Sociedade Gramatical, fundada em Paris, em 1807.
7) Diploma da Sociedade de Emulação e de Agricultura do Departamento do Ain (1828).
8) Diploma do Instituto Histórico, fundado em 24 de Dezembro de 1833.
9) Diploma da Sociedade Francesa de Estatística Universal, fundada em Paris, em 22 de Novembro de 1820.
10) Diploma da Sociedade de Incentivo à Indústria Nacional.
11) Diploma da Academia Real das Ciências de Arrás.









O enterro realizou-se, dois dias depois, no Cemitério de Montmartre, contando o cortejo mais de mil pessoas. Seus despojos mortais foram, depois, transferidos para o afamado Cemitério do Père-Lachaise, repousando até aos dias de hoje sob um monumento em estilo dolmênico, no qual se insculpiu a frase: Naître, mourir, renaître encore et progresser sans cesse, telle est la loi.

Seus livros doutrinários foram publicados nas línguas tcheca, russa, inglesa, italiana, alemã, norueguesa, holandesa, polonesa, grega moderna, croata, castelhana, portuguesa, esperanto e japonesa e, ainda, no alfabeto Braille.

Allan Kardec brilhará, através dos tempos, como um fulgurante sol na aurora do Espiritismo.
As insólitas manifestação de Hydesville (Estado de Nova Iorque), misteriosamente surgidas na residência das Irmãs Fox, em fins da metade do século XIX, rapidamente foram tomando terreno e em pouco tempo todo o Velho Continente estava a par dos rappings, das mesas girantes e dançantes e de outros fenômenos inabituais. O grande ruído da América comunicou-se à Alemanha, à França, à Inglaterra, à Espanha, à Itália, à Turquia e a outros países, invadindo todas as classes sociais, da choupana ao palácio. Verdadeira época de loucura - comentavam os jornais da época. Revolução inacreditável nas leis físicas. Todos os objetos repentinamente pareciam ter adquirido movimento autônomo, nos pontos mais diferentes do Mundo.

Um articulista da época transcrevia em História da Semana, no período L'Illustration (14 de Maio de 1853), a interessante crônica do famoso crítico e literato francês, Júlio Janin:

Toda a Europa (que digo eu, a Europa ?), neste momento o mundo inteiro tem o espírito voltado para uma experiência que consiste em fazer girar uma mesa. Só se ouve falar, por toda a parte, da mesa que gira; o próprio Galileu fez menos ruído no dia em que ele provou ser realmente a Terra quem girava em torno do Sol. Ide por aqui, ide por ali, nos grandes salões, nas mais humildes mansardas, no atelier do pintor, em Londres, em Paris, em Nova Iorque, em São Petersburgo, - e vereis pessoas gravemente assentadas em torno de uma mesa vazia, que eles contemplam à semelhança daqueles crentes que passam a vida a olhar seus umbigos! Oh! A mesa! ela fez tábua rasa dos nossos prazeres de todas as tardes.

Desenhos da época pintam os salões da alta aristocracia parisiense com a sua nota característica: senhores respeitáveis, senhoras e senhorinhas elegantes, reuniam-se em torno de mesas redondas, espalmando as mãos um pouco acima delas (formava-se uma corrente pelo contacto de todos os dedos mínimos), com o intuito de fazê-las movimentar; outro grupo tentava obter o movimento de uma bola suspensa por um fio; outro, um pouco distante, usava uma cesta munida de um lápis, sobre a qual uma dama coquette colocava a mão adornada de brilhantes, na esperança de conseguir algum rabisco numa ardósia; além, respeitável senhor de cavanhaque procurava movimentar uma cartola, sem tocá-la, é lógico. Nos mais diferentes locais, eram as experiências da moda. A conversa, tanto nos elegantes boulevards quanto nos faubourgs mais humildes discorria invariavelmente acerca das mesas falantes.

O importante semanário parisiense L'Illustration, de 25 de Junho de 1853, informava então que uma única pessoa não se achava nada satisfeita com tudo isto: a Academia, que ainda - acrescentava com certo ar de pouca esperança - está a pesquisar as causas ocultas deste fenômeno de mesas girantes. Livros que tratavam dessas mesas começaram a aparecer, atraindo leitores aos milhares, citando-se, entre os autores, Roubaud, Gasparin, Mirville e outros.

Em 24 de Dezembro de 1853, L'Illustration registava a seguinte nota: Depois que um eclesiástico, correspondente de L'Univers, descobriu Satã, em pessoa, numa mesa de três pés, as mesas falantes adquiriram uma fama sinistra que lhes valeu serem postas formalmente no índex por dois dos nossos prelados, os Revmos. Bispos de Orleães e de Viviers.

Mas as mesas continuaram...Veio o Santo Ofício e, em 4 de Agosto de 1856, condenou os fenômenos em voga, dizendo serem conseqüência de hipnotismo e magnetismo (já que pouca gente acreditava em peripécias do diabo), e tachava de hereges as pessoas por intermédio das quais eles eram produzidos.

A princípio, os magnetistas e outros observadores supunham que tudo fosse conseqüência da ação de um fluido magnético ou elétrico ou de um outro qualquer, de propriedades desconhecidas. Rivail, que bem conhecia o Magnetismo, matéria que começara a estudar em 1823, partilhava também do mesmo pensamento.

Certo dia, porém, o Sr. Fortier, magnetizador com quem Rivail mantinha relações, lhe trouxe a estranha nova: as mesas também falavam, isto é, interrogadas, respondiam qual se fossem seres inteligentes.

Rivail, possuidor daquela lógica austera e daquele senso que o espírito de entusiasmos desarrazoados e de negação a priori, ouviu tudo o que o amigo lhe contava e respondeu, como verdadeiro homem da ciência: Só acreditarei quando o vir e quando me provarem que uma mesa tem celebro para pensar, nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula.

Os fatos posteriormente observados por Rivail, em 1855, com diferentes médiuns, foram de tal ordem que o perspicaz e clarividente professor sentiu que algo de momentoso se estaria passando.Observando, comparando e julgando os fatos, sempre com cuidado e perseverança, concluiu que realmente eram os Espíritos daqueles que morreram a causa inteligente dos efeitos inteligentes e deduziu as leis que regem esses fenômenos, extraindo admiráveis conseqüências filosóficas e toda uma doutrina de esperança e consolações.

Freqüentando reuniões inúmeras onde, por meio da cesta, muitas vezes se obtinham comunicações que deixavam fora de toda a dúvida a intervenção de entidades estranhas aos presentes, Rivail começou a levar para as sessões uma série de perguntas sobre problemas diversos, às quais os Espíritos comunicantes respondiam com precisão, profundeza e lógica.

Em 1856, a 30 de Abril, em casa do Sr. Roustan, a médium Japhet, utilizando-se da cesta, transmitiu a Rivail a primeira revelação positiva da missão que teria de desempenhar, fato que mais adiante, em circunstâncias diferentes, seria confirmado, e com mais clareza, por outros médiuns.

É uma página emocionante da história da vida de Rivail. Humilde, sem compreender a razão de sua escolha para missionário-chefe de uma doutrina que revolucionaria o pensamento científico, filosófico e religioso, pareceu duvidar. Mas o Espírito de Verdade lhe respondeu: Confirmo o que foi dito, mas recomendo-te discrição, se quiseres sair-te bem. Tomarás mais tarde conhecimento de coisas que te explicarão o que ora te surpreende. Não esqueças que podes triunfar, como podes falir. Neste último caso, outro te substituiria, porquanto os desígnios de Deus não assentam na cabeça de um homem.

Hippolyte Léon Denizard Rivail prosseguiu com devotamento exemplar seus estudos acerca da comunhão entre o mundo dos encarnados e desencarnados. Acumulava o fruto de intenso trabalho, revendo anotações anteriores feitas e procedendo a retificações sugeridas pelos Espíritos que o assistiam em tão nobilitante labor.

Inicialmente, o professor Rivail esteve a ponto de abandonar as investigações, porquanto não era positivamente um entusiasta das manifestações espíritas. Premido também por preocupações de outra ordem, quase deixou de freqüentar as sessões, somente não o fazendo em atenção a pedidos reiterados dos Srs. Membros da Academia Francesa, que acompanhavam há cinco anos o estudo desses fenômenos e tinham reunido cinqüenta cadernos de comunicações diversas, que não conseguiam por em ordem.

O árduo trabalho de compilar, separar, comparar, condensar e coordenar as comunicações espíritas recebidas, só poderia ser realizado por um sábio como Rivail, e a ele foi delegada essa ingente tarefa.

Pouco a pouco erigia-se a base de um monumento filosófico-religioso. Com o concurso de mais de uma dezena de médiuns, auxiliado direta e indiretamente por uma plêiade de Espíritos Superiores superintendidos pelo Espírito de Verdade, ele desenvolvia, completava e remodelava aqui e ali o seu trabalho. Em 11 de Setembro de 1856 recebia na casa do Sr. Baudin a seguinte comunicação mediúnica assinada por Muitos Espíritos: Compreendeste bem o objetivo do teu trabalho. O plano está bem concebido. Estamos satisfeitos contigo. Continua; mas lembra-te, sobretudo quando a obra se achar concluída, de que te recomendamos que a mandes imprimir e propagar. É de utilidade geral. Estamos satisfeitos e nunca te abandonaremos. Crê em Deus e avante.

Corre o tempo e em 18 de Abril de 1857, finalmente era dado à luz - O Livro Dos Espíritos. No momento de publicá-lo o autor ficou embaraçado em resolver como o assinaria, se com o seu nome - Hippolyte Léon Denizard Rivail, ou com um pseudônimo. Sendo o seu nome muito conhecido do mundo científico, em virtude dos seus trabalhos anteriores, e podendo originar confusão, talvez mesmo prejudicar o êxito do empreendimento, ele adotou o alvitre de o assinar com o nome de Allan Kardec, nome que, segundo lhe revelara o guia, ele tivera ao tempo dos Druidas.

O Livro dos Espíritos - sentenciou a Revue Spirite de 1869 - a fundação do Espiritismo que, até então, só contava com elementos esparsos, sem coordenação, e cujo alcance nem toda gente pudera apreender. A partir daquele momento, a doutrina prendeu a atenção de homens sérios e tomou rápido desenvolvimento. Em poucos anos, aquelas idéias conquistaram numerosos aderentes em todas as camadas sociais e em todos os países.

Obras Espíritas de Allan Kardec:

1) Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas (1858).
2) O que é o Espiritismo (1859).
3) Carta sobre o Espiritismo (1860).
4) O Livro dos Médiuns (1861).
5) O Espiritismo na sua expressão mais simples (1862).
6) Viagem Espírita em 1862 (1862).
7) Resposta à mensagem dos espíritos lioneses por ocasião do Ano Novo (1862).
8) Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas, ou Primeira Iniciação (1864).
9) Imitação do Evangelho segundo o Espiritismo (1864). Depois da primeira edição, essa obra tomou novo título: O Evangelho segundo o Espiritismo.
10) Coleção de composições inéditas, extraídas de O Evangelho segundo o Espiritismo (1865).
11) O Céu e o Inferno (1865).
12) Coleção de Preces Espíritas (1866).
13) Estudo acerca da poesia medianímica (1867).
14) Caracteres da Revelação Espírita (1868).
15) A Gênese (1868).
16) Obras Póstumas (1890).
17) Revista Espírita fundada em 1o de Janeiro de 1858.

A 1° de Abril de 1858, Kardec fundou a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, a primeira regularmente constituída na França.

Aos 64 anos de idade, Allan Kardec preocupava-se com um projeto de organização do Espiritismo, por meio do qual esperava imprimir maior vigor e mais ação à filosofia de que se fez apóstolo, objetivando desenvolver o lado prático e social da Doutrina.

Esse trabalho e outras muitas tarefas o haviam cansado bastante. Desde 1860 vinha realizando magistrais conferências, tendo sido recebido festivamente em mais de vinte cidades da França e da Bélgica. Em 31 de Março de 1869, estava em preparativos de mudança de residência, quando, repentinamente, tomba fulminado pela ruptura de um aneurisma, na idade de 65 anos, incompletos.


Título: Re: Allan Kardec
Enviado por: Peregrino em 24 de Março de 2006, 18:52

Olá, amigos  :)

Podem ler mais sobre o codificador do Espiritismo no seguinte tópico:

http://www.forumespirita.net/forum/index.php?topic=1451.0 (http://www.forumespirita.net/forum/index.php?topic=1451.0)

Abraços.

Pg.
Título: Re: Allan Kardec
Enviado por: Amigo em 26 de Outubro de 2013, 19:23
Nova Biografia de Kardec: Confira

(https://lh5.googleusercontent.com/-VO8EELpI6p0/UmrW6Fiu4pI/AAAAAAAAA9g/75wGF0b2Tgw/w346-h192/SNAG-0347.jpg)