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Autor Tópico: Relatos de TVP e Apometria  (Lida 4357 vezes)
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Anton Kiudero
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« Responder #15 em: 30 de Dezembro de 2009, 02:44 »

Nada é por acaso

Estou tratando uma mulher, a cada 15 dias ela tem consulta, e hoje, segunda-feira, era o dia dela comparecer. À tarde ela informou que não poderia vir por estar num novo emprego e ainda não ter se acertado com os horários. Convidei outra mulher que tbm estou tratando, que é minha irmã, para fazer sua consulta hoje e assim fizemos.

Na primeira vida acessada ela era uma noviça, nos idos de 1800, e se viu numa pequena vila de camponeses onde ela visitava um velho enfermo. Eram cerca de 15 cabanas e havia uns 50 espíritos habitando o local, todos sem ter a menor noção de estarem 'mortos'. Levamos todos para o 'jardim', onde nossa equipe espiritual já os aguardava.

Na segunda vida estava numa cela, deitada numa cama de pedra, sentindo fortes dores pelo corpo e na cabeça. Era a época da Santa Inquisição e ela havia sido presa e torturada. Em sua mente se misturavam as lembranças de um equipamento que lhe 'espichava' o corpo todo e de outro que parecia uma roda de carreta, onde as pessoas eram amarradas e quando esta girava, parte da roda ficava submersa em água,  afogando a pessoa, e quando esta estava no outro extremo do giro, sua cabeça batia em um objeto.

Nós a tratamos enviando energia e abrimos a cela onde estava, assim como as demais que haviam naquele calabouço, onde uns 30 espiritos agonizavam. Levamos todos para o jardim, mas a consulente se viu novamente no pátio do castelo onde ficava essa prisão. Mais uma investigação e ela divisou um alçapão e, em seu interior, mais uns 20 espíritos, em piores condições que os primeiros, e tbm um ser que os estava 'vigiando'. Este ser tinha a aparência de um lagarto.

Como a consulente possui mediunidade, promovemos a incorporação deste ser e dialogamos com ele. A princípio muito revoltado, tendo a consulente que se esforçar para 'controlá-lo', o fizemos lembrar de uma encarnação onde nos conhecêramos. Esse espírito era um líder bárbaro, provavelmente um viking, e eu era seu amigo. O fizemos lembrar outra existência antes dessa e ele se viu como um homem simples, pai de família, pobre mas feliz. Solicitamos então à presença de famliares desse espírito e vieram a esposa e o filho daquela existência que ele lembrou. Quando eu disse que ele poderia ir com eles ficou mais calmo e aceitou ajuda, apos eu lhe garantir que seu 'chefe' não o encontraria nem faria mal à sua família.

Eu havia ligado o computador que fica no consultório para deixar uma música tocando durante a consulta, e vi que tinha recebido dois e-mails solicitando ajuda. Um era de uma mulher brasileira que está residindo no exterior e o outro de um amigo de outro estado relatando o caso de uma jovem evangélica que possui mediunidade e que já foi internada por vários meses por conta dos pais não acreditarem em espiritismo. Já fizeram um atendimento apométrico para a moça onde informaram que foi resgatado um bolsão de espiritos presos em uma masmorra. Tbm teria se manifestado uma entidade se dizendo protetor da moça, o que parece ter sido aceito pelo 'doutrinador', mas que possivelmente não era.

Nosso grupo de apometria está em recesso e só voltará a se reunir em janeiro, mas aproveitando a presença da consulente, que é médium, inclusive já tendo participado de nosso grupo, resolvi fazer estes atendimentos. Geralmente não estamos fazendo atendimentos à distância, somente em casos especiais, e me pareceu que estes seriam o caso, o que se mostrou mais do que acertado, como veremos a seguir.

A mulher que mora no exterior relata ter problemas para arrumar um companheiro, tem cerca de 30 anos, nunca teve filhos, embora tenha se casado uma vez e se divorciado, e se sente só e fracassada. Tbm afirma saber que tem mediunidade, segundo já lhe disseram em centros espíritas que frequentou, mas nunca 'encontrou resposta', segundo suas palavras. Atualmente frequenta uma religião de origem japonesa, onde afirma realizar um 'culto aos antepassados' que teria a finalidade de 'eliminar karmas familiares' que estejam 'influenciando' sua vida. Não vamos aqui entrar no mérito da tal religião, relatamos o fato de maneira genérica apenas para elucidar parte do que vem a seguir. Esta mulher tbm relata ter problemas para andar, as pernas e pés 'moles', que parecem 'fracas e sem vida', apesar de fazer exercícios de fortalecimento.

Havia uma entidade grudada em cada perna desta mulher, além de várias outras 'convivendo' com ela, o que obviamente era uma das causas de seus problemas de locomoção.

Continua...
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« Responder #16 em: 30 de Dezembro de 2009, 02:50 »

Continuação

Desses vários outros seres que 'conviviam' com ela muitos estão se fazendo passar por seus 'antepassados', e utilizando esse seu 'culto' como maneira de a vampirizar ainda mais. Isolamos todos numa bolha para posterior encaminhamento, enquanto promovemos outra incorporação na nossa consulente que estava nos auxiliando nesses atendimentos de um ser que estava 'colado' à cabeça da mulher que estávamos atendendo. Segundo a médium ele parecia uma 'castanha' grudada na cabeça da mulher, aliás ele conversando comigo disse que era 'pequeno', embora não soubesse explicar como.

Este ser havia sido marido da mulher na vida anterior a essa e a matou quando a encontrou com um amante. Disse-nos ele que ela 'dormia com tudo quanto é homem' e que ele era um homem honesto e trabalhador, que nunca havia traído ela, e que por isso ela 'merecia' sofrer. Eles teriam vivido na Inglaterra no inicio do século passado, por volta de 1902. Disse inclusive que nessa vida atual ela já encontrou vários dos homens que foram seus amantes naquela vida e que inclusive se casou com um deles, mas que ele os fez se separar.  Este ser atuava muito na mente dessa mulher, com pensamentos negativos de toda espécie.

Fizemos ele lembrar de outras vidas com essa mulher, uma onde ele foi um pai rígido para ela, que fugiu de casa aos 17 anos com um namorado, outra vida onde eram ambos homens, vizinhos, e numa briga ele matou o outro (que era a mulher atendida) com uma foice, e uma vida ainda anterior onde ambos espíritos eram mulheres e nasceram gêmeas, vida onde se davam muito bem. Confuso com tantas informações e lembranças, aceitou ir conversar com um dos espíritos 'brilhantes', segundo ele, de nossa equipe espiritual.

Tendo recolhido os espíritos que estava perto dela, pedi a médium que sintonizasse com a tal mulher a fim de pesquisarmos algum bolsão de espíritos ligados a ela, que logo encontramos.

Esta mulher na época da Santa Inquisição (era homem) foi durante muitos anos Inquisidor, tendo sido responsável pela tortura e morte de muita gente, inclusive de nossa irmã, a 'consulente médium', que a estava ajudando neste momento, e nessa vida tbm eu estava presente, sendo um dos 'carrascos' que cortava a cabeça daqueles que não tinham mais 'serventia' na masmorra. Esse inquisidor era corrupto, não agia por ideal religioso, ele usava seu poder para beneficiar amigos financeiramente, se apropriando de terras e bens de pessoas que ele sabia inocentes, para enriquecimento ilícito seu e de seus 'amigos'. Havia mais um grupo de seres ligados a ela das 'masmorras' e todos foram resgatados. Ela provavelmente ainda vai sentir o problema nas pernas por ter estado assim há muito tempo mas com exercícios e fazendo a 'coisa certa', que é dar um jeito de trabalhar a mediunidade que recebeu para resgatar parte de seus pesados débitos, vai melhorar bastante.

Passamos então ao outro caso de mediunidade não trabalhada da moça evangélica que, para resumir o trabalho, era um dos torturadores subordinados à outra mulher (a que vive no exterior) nessa mesma existência. Como gostava muito do que fazia e como lidava mais diretamente com o 'povão', ao passo que a outra quase só 'mandava', a quantidade de seres ligados a ela era muito superior às anteriores, chegando a nossa consulente médium a achar que não caberiam todos no 'jardim'. Mas todos couberam e foram resgatados. Essa moça, como estava muito mal, foi levada tbm para tratamento no astral, em desdobramento.

Este atendimento, embora eu nem suspeitasse dos desdobramentos que ocorreriam, se iniciou no sábado, dois dias antes, quando comecei a sentir uma forte dor de cabeça, que se intensificou ainda mais quando assisti um filme que trata justamente da época da inquisição, O nome da rosa, um filme muito bom baseado num romance de Umberto Eco, uma reprise que vale a pena rever, mas que na hora senti que abriu uma frequência de passado minha, passei muito mal mesmo.

Vejam como nada é por acaso, uma consulente que cancela a consulta, e a outra que vai ser atendida resgata vários seres que sofreram com ela as agruras do Santo Ofício e, juntamente com um dos carrascos, ajuda tbm a resgatar centenas de outros seres ligados a duas pessoas que nem conhecem, mas que no passado foram seus colegas e superiores, um torturador e outro inquisidor.

Pessoas que nunca se viram pessoalmente, uma residindo no exterior, e as outras em estados diferentes do país, ligadas por uma vida passada onde foram todos atores de uma dramática cena de terror onde, hoje, uma antiga 'vítima' auxilia seus algozes, inclusive com a ajuda de um deles.

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« Responder #17 em: 12 de Janeiro de 2010, 16:31 »

Sonho, desdobramento inconsciente, bolsão de espíritos, etc

Esta semana tivemos a primeira aula de nosso curso de apometria e no decorrer dos trabalhos efetuamos um atendimento apométrico, contando com a participação dos presentes. Havíamos planejado uma aula prática que seria no terceiro dia do curso, mas nem sempre aquilo que imaginamos e o que ocorre e a espiritualidade resolveu aproveitar a aula para que pudéssemos efetuar o resgate de um bolsão de espíritos sofredores, o que sem dúvida enriqueceu já o curso em seu primeiro dia.

Uma das médiuns do meu grupo sonhou na noite anterior com um homem que ela não conhecia, e neste sonho este homem aparecia morto. Durante o curso ela reconheceu um dos participantes, que estava sentado à minha direita (dispomos as cadeiras em círculo) como sendo o homem com o qual sonhara e uma forte angústia se apossou dela, sentindo que ele deveria ser atendido.

De pronto expusemos a situação aos presentes e pedi que sintonizassem com ele para vermos de que se tratava. Vários participantes viram cenas do passado do participante, que passara a ser um consulente neste momento. Havia ligado a ele um grupo de umas 30 pessoas que ele havia degolado em uma prisão. Aqueles seres estavam vivendo presos no passado, sofrendo, na dimensão astral, e ligados ao consulente por laços kármicos.

Conversamos com dois ou três que incorporaram em alguns dos participantes que possuem mediunidade de incorporação, e acabamos por encaminhá-los è nossa equipe espiritual, depois de tê-los feito ver o que haviam feito no passado para terem morrido desta forma (degolados). Um deles havia incendiado uma aldeia inteira e outro fora irmão do consulente e o esfaquera pelas costas, os demais tbm viram seu passado mas seria inviável e desnecessário conversar com cada um deles. Devidamente esclarecidos foram todos encaminhados para socorro.

Havia um ser que cobrava do consulente que tinha que 'trabalhar' com ele, pois assumira em rituais de magia negra um compromisso com ele. Ele não queria reencarnar pq esqueceria seus conhecimentos de magia. Este ser tbm foi esclarecido e encaminhado, e a medida que executavamos algum comando íamos explicando para a turma o que estavamos fazendo e pq. Teve um mais revoltado que 'regredimos' a uma vida passada onde ele era um menino feliz e o deixamos sintonizado neste momento daquela vida.

Enquanto explicava que nesses casos onde existe muitos seres sofrendo algum outro está por trás manipulando essa energia, uma de minhas médiuns avisou que já estava ali a tal entidade, que manipulara e providenciara a 'conexão' do consulente com o ta bolsão. Pedi que a médium que viu 'puxasse' o ser para si para podermos conversar e assim ela o fez.

A entidade estava relutante em aceitar a doutrinação e aproveitamos para lhe mostrar seu futuro provável se ele continuasse a agir negativamente e tbm o que ocorreria se ele agisse para o 'bem'. Era um ser muito orgulhoso e tinha ódio do consulente pois numa vida passada o consulente descobrira um plano deste ser para matar um príncipe, de quem o ser era muito 'amigo', com a intenção de assim passar a ser um dos conselheiros do rei, pois o rei ouvia muito os conselhos desse filho. O ser acreditava que perdendo o filho o rei o nomearia como conselheiro pq eram próximos. O consulente descobriu o plano e na hora da emboscada acabou matando este ser. Ele relutava em aceitar a ajuda por ser muito orgulhoso e a equipe acabou levando ele adormecido.

As médiuns do meu grupo informaram que os seres do bolsão estavam ainda muito revoltados pq o consulente se desdobrava e ia até lá fazer-lhes mal. É um caso típico de desdobramento inconsciente. A força, o ódio, que os espíritos do bolsão nutriam pelo consulente provocava seu desdobramento e este se manifestava lá com a mesma personalidade que tinha naquela existência. Tbm me disseram que ele já chegara desdobrado ali com aquela personalidade e o tratamento dele consistiu em apagarmos a lembrança dele daquela existência e reintegrá-lo ao seu 'corpo'.

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« Responder #18 em: 19 de Fevereiro de 2010, 01:47 »

Eu, morto?? Tá brincando né!!!

Mal havia terminado o diálogo com um ser que estava incorporado numa das médiuns e outra já incorporou um outro ser que me perguntou muito admirado:

- Como é que tu consegue falar com os mortos? Cara, isso é muito legal! Será que vou conseguir fazer isso um dia?
- Claro, tu tbm tá morto, disse eu.
- Pera aí, eu tô vivo! Tu não entendeu, to falando dos mortos, como é que pode falar com eles?
- Onde é que tu estava antes de vir aqui?
- Eu tava em casa.
- Onde tu morava?
- Morava não! Eu moro aqui perto. E sempre vejo um monte de gente vindo pra cá e hoje resolvi ver o que era.
- Certo, e o que tu fazia quando era vivo?
- Que quando era vivo? Eu sou vivo. Eu era pintor.
- Que legal. Tinhas uns pintores trabalhando aqui há pouco tempo.
- Eu vi. O rapaz era trabalhador, mas de vez em quando dava umas escorregadas e tu tinha que chamar a atenção.
- Bom, quantos anos tu tinha?
- Que 'tinha', eu tenho 47 anos.
- Não tinha mulher, filhos?
- Eu 'sou' solteiro', moro só com a minha mãe.
- Pois é. Mas tu morreu de que?
- Bah, mas será que tu não entendeu mesmo? Eu tô vivo!
- Certo. vou colocar um espelho na tua frente pra tiver que ta falando pelo corpo de uma outra pessoa. E então? Tá vendo?
- Isso é bruxaria, bem que me disseram que esse negócio de espiritismo era coisa do diabo!
- Nâo, tu tá vendo é o corpo da médium pela qual ta falando comigo.
- Não acredito!
- Ok. É o seguinte: vou te fazer lembrar do momento da tua morte.
- Mas que morte??? Não tá vendo que eu to vivo e conversando contigo aqui?
- Lembra! Como foi que tu morreu. O que aconteceu?
- Eu tava lendo o jornal na mesa e desmaiei , só isso.
- E quem foi que te encontrou?
- Minha mãe.
- E como ela reagiu?
- Começou a gritar e chorar.
- E depois?
- Depois umas pessoas lavaram meu corpo, botaram uma roupa e...
- E o que?
- Me botaram num caixão...
- E depois? Vamos acompanhar o corpo.
- Me levaram pro cemitério e ficou tudo escuro. Depois tava lá em casa de novo.
- Que ano era quando tu morreu?
- Eu não morri!!!
- Tá certo. Lembra uma data aí. Quando tava lendo o jornal, que ano era?
- 1960.
- Então, eu nasci em 1967, tu já tava morto há tempos quando eu nasci. E estamos em 2010.  Já faz 50 anos que tu morreu.
- Agora eu to confuso, tu disse que estamos em 2010, então quer dizer que eu tenho mais de noventa anos?
- Se tivesse vivo teria.
- Mas eu não morri!
- Teu espírito não mas o teu corpo sim. Tu não tinha nenhuma religião?
- Eu era católico.
- Olha só. Tua mãe já deve ter morrido tbm. Vamos localizar a velha (disse a uma outra médium).
- Velha. Olha como ele fala da minha mãe...
- Queria que eu chamasse como? De garotinha? Ela já era velha quando tu morreu. Olha ai do teu lado, a médium disse que ela já chegou e vai te levar com ela.
- Não!!
- Pq?
- Ela é um espirito. Veio flutuando!!!
- Mas é tua mãe cara! Qual o problema?
- Ela é um espirito, espírito é fantasma!! Tô com medo!
- Medo de que? Tu tbm é fantasma criatura. Faz o seguinte, enfia a mão no braço do sofá pra ver como tu tbm é fantasma.
- Eu não! Enfia tu a tua mão.
- Vou te fazer atravessar a parede atras de ti e voltar. Ta vendo, tu tbm é um espirito.
- Eu não quero mais ficar aqui!
- Tá bom. Vai com a tua mãe então.
- Não!!! Ela é um fantasma. Manda ela ir na frente então.
- Ta certo.
- Eu vou com aquela senhora ali que ta me chamando.
- Ótimo. Mas vou te dizer uma coisa... ela tbm é um 'espírito'.
- Mas pelo menos tá com os dois pés no chão...

E assim foi o diálogo com nosso amigo que, assim como a grande maioria da humanidade não percebe que morreu. Podemos considerar esse ser como sendo meio 'neutro', nem bom nem mau. Se fosse uma pessoa má quando vivo acabaria indo parar no umbral ou coisa pior, se fosse uma pessoa 'boa' teria algum mérito para ser resgatado. Acabou ficando por aqui, estacionado no tempo, por 50 anos.
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« Responder #19 em: 19 de Fevereiro de 2010, 13:19 »

Controle remoto

Surgiu no ambiente um ser com muita raiva. Atacou todos os membros do grupo, quebrou o braço de um, o pescoço de outro, etc. (no astral). Incorporado numa das médiuns, conversamos. Perguntei o motivo de tanto ódio e ele veio com a conversa de sempre, que eu fico 'me metendo' nos trabalhos deles, que retiro as pessoas lá de baixo, etc. Era um ser muito agitado e enquanto conversávamos ele fazia algumas caretas como se estivesse sentindo muita dor. Perguntei o que ele sentia e que queria lhe ajudar mas ele recusou terminantemente mais de uma oferta de ajuda. Mesmo assim, percebendo que o ser sofria ajudamos assim mesmo. Ele ficou com mais raiva ainda e ameaçou 'pular' sobre algum de nós se o tocassem e certamente se estivesse num médium com menos controle de si o faria.

Enquanto o tratávamos, os médiuns perceberam que ele tinha algo no peito, no local onde deveria estar o coração. Havia um buraco e dentro um objeto com vários fios que se ligavam ao corpo dele. Este artefato era controlado à distância e emitia choques elétricos neste ser, sempre que seus 'controladores' percebiam que ela poderia fraquejar em sua vontade e amenizar seu ódio. Este ser era uma espécie de robô funcionando com controle remoto.
Retiramos e destruímos o artefato, tbm fomos ao local de onde era emitido o sinal de comando e resgatamos outros seres que lá se encontravam. O ser então disse que não conseguia enteder e lhe perguntei o que. Ele disse que não entendia como alguém podia querer ajudar quem queria apenas lhe fazer mal.

Apesar de meio confuso, em sinal de 'agradecimento' ela disse que era para eu me cuidar pq estava sendo 'muito' vigiado pelo pessoal de onde ele vinha.

Este ser deve ter alguma relação conosco de vida passada que ele mesmo desconhece e foi utilizado pelas entidades trevosas para uma espécie de 'ataque suicida', pois sabiam que ele seria resgatado, entretanto, com estas manobras nossos 'amigos' trevosos sempre tentam colocar algum tipo de artefato em nós ou no ambiente da reunião, a fim de nos monitorar e/ou espionar, mas nossa equipe espiritual tbm tem suas táticas de contra-inteligência.
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« Responder #20 em: 10 de Março de 2010, 16:46 »

O caldeirista

O consulente é um jovem de 15 anos de idade que apresenta sintomas de mediunidade, vê vultos, ouve vozes, etc. Relatou que tem um sonho repetitivo, com o 'fim do mundo', desde os quatro anos de idade segundo sua mãe que o acompanhou à consulta. Questionado por mim sobre o que ele via como sendo o 'fim do mundo' não soube explicar adequadamente, mas suas visões envolviam navios e chamas.

Aberta a frequência os médiuns visualizaram uma cena onde um 'caldeirista' trabalhava no porão de um navio a vapor. Sua função era a de abastecer com carvão as fornalhas que aqueciam a água das caldeiras e forneciam o vapor às turbinas que impulsionavam a embarcação. Este abastecimento de carvão deveria ser o suficiente para manter a pressão adequada ao sistema de vapor, nem mais nem menos, e o caldeirista deveria monitorar a pressão para que esta se mantivesse dentro dos limites desejados.

Estavam chegando próximo ao porto e havia vários outros navios próximos aguardando oportunidade de atracar, pois estavam sob uma forte tempestade. O caldeirista se sentiu cansado e resolveu colocar uma quantidade maior de carvão nas fornalhas, para não precisar mais reabastecê-las, e foi dormir. Sua imprudência resultou num aumento muito grande da pressão e ocorreu uma explosão nas caldeiras. O navio ficou desgovernado sob a forte tempestade e chocou-se contra outro navio, provocando o afundamento de ambos, com a morte de algumas centenas de pessoas, entre passageiros e tripulação.

O consulente estava ligado a este bolsão de espíritos sofredores, que em grande parte não conseguiram se desvincular daquela situação e a viviam continuamente na dimensão astral. Muitos já reencarnaram, como o consulente, e outros embora desencarnados e conscientes do que houve, se detinham a perseguir o 'culpado' pelo acidente, gerando um processo de obsessão. Efetuamos o resgate dos náufragos interagindo com a situação em que se encontravam, plasmando botes salva-vidas.

Numa situação como essa a mente dos seres envolvidos se fecha numa monoidéia, a de que estão morrendo afogados no caso, e essa impressão lhes é tão forte que não conseguem se desvencilhar dela, permanecendo nessa angústia tormentosa indefinidamente. Ao criarmos botes salva-vidas dentro do cenário que eles perpeturam no astral, eles o percebem e pensam então que podem se salvar, pois ignoram que já 'morreram'. Ao criarmos os botes eles imediatamente se jogam para dentro e assim, quebrado o padrão mental que os aprisionava ao naufrágio, nossa equipe espiritual pode levá-los a instituições adequadas à sua recuperação e preparação para uma nova reencarnação.

Continua...
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« Responder #21 em: 10 de Março de 2010, 16:50 »

Continuação

Enquanto efetuávamos este resgate uma das médiuns percebeu que naquela vida passada o consulente havia sido induzido por uma entidade desencarnada, um obsessor, a cometer o ato negligente que provocou o naufrágio. Pedi a esta médium que rastreasse esse ser e ela o encotrou encarnado atualmente como um jovem um pouco mais velho que o consulente, usuário de drogas, e que o karma de ambos vai fazer com que venham a se conhecer num futuro próximo, onde esse outro rapaz induzirá o consulente ao uso de drogas.

Averiguando o motivo desse outro espírito em incitar o consulente a negligenciar seus deveres e provocar um acidente de tal proporção, com centenas de mortes, descobrimos quem em vida anterior àquela, ambos eram médicos na Rússia. O 'obsessor' era então o diretor do hospital e o consulente um jovem médico e cientista, ambicioso e ávido de fama. O consulente naquela existência carnal pretendia se tornar famoso descobrindo a cura de uma grave doença. Como não descobrira a cura para nenhuma doença conhecida ele resolveu criar uma, para a qual saberia o antídoto. Em sua demência, conseguiu convencer o diretor do hospital a usar doentes terminais em suas experiências, mas logo em seguida passaram a utilizar indiscriminadamente qualquer pacinte como cobaia.

As vítimas de tais experiências tiveram seus corpos deformados com grandes tumores, à semelhança de tumores cancerígenos. Esta situação se perpetuou durante muitos anos e o diretor do hospital, quando morreu naquela vida, ficou chocado com os horrores que as tais experiências haviam produzido. Arrependeu-se amargamente de ter permitido a influência nefasta do outro sobre ele e decidiu se vingar, fazendo-o sentir a culpa e o remorso que ele sentia, de ter vitimado centenas de pessoas. Foi com esse intuito que ele induziu o consulente a negligenciar seus deveres e provocar centenas de mortes, para que este sentisse o peso da culpa e remorso, tal qual ele sentiu.

O hospital onde eles efetuaram suas experiências ainda existia na dimensão astral, com muitas das vítimas vivendo ainda lá, na esperança de serem auxiliadas. Eram espíritos deformados com aleijões e rastejantes. Resgatamos todos e os encaminhamos às equipes socorristas que já estavam à postos, após o que destruímos o local, o hospital, para que os encarnados ligados a ele não voltassem a visitá-lo em desdobramento, pois muitos aindaretornavam para lá.

Após isso pedi aos médiuns que rastreassem a entidade trevosa que 'inspirava' o consulente a esses delírios médico-científicos naquela existência, e conseguimos econtrar uma dessas entidades, pois eram várias. Através dessa conseguimos encontrar mais algumas que atuavam com ela atualmente. Efetuamos uma despolarização de memória nas mesmas e as entregamos à nossa equipe espiritual.
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« Responder #22 em: 11 de Março de 2010, 15:28 »

Obsessão, tortura e hipnose em desdobramento

O consulente apresenta um quadro depressivo, com os sintomas característicos como pesadelos, ansiedade, insatisfação com o trabalho, etc. Somado a isso um problema fisiológico no coração. Relata sensações estranhas no coração/peito, especialmente antes de dormir. No conjunto os sintomas revelam um quadro obsessivo que pode evoluir para psicopatias mais graves, como fobias e síndromes variadas, como pânico, por exemplo.

O consulente foi criado na religião católica e nunca se interessou pela 'espiritualidade', mas relata que há algum tempo consultou um astrólogo e este lhe disse duas coisas que lhe marcaram, uma que ele era 'escravo' de alguma coisa e que precisava se libertar e outra que se  'a coisa piorasse' ele deveria buscar auxílio na União do Vegetal (seita que se utiliza de plantas alucinógenas para supostamente entrar em contato com o 'divino'). É interessante relatar isso porque de fato no processo obsessivo no qual o consulente se encontrava a situação era realmente de escravidão e isso poderia até estar em seu mapa astral, mas quanto à indicação da utilização de substâncias alucinógenas creio que isso já foi por conta do próprio astrólogo.

O atendimento foi feito à distância pois o operador e o consulente moram em regiões opostas do país (sul/norte) e o médium que atuou no trabalho mora em outra (sudeste). Operador e médium se reuniram pela internet, via msn. A sessão durou cerca de duas horas.

Ao sintonizar a médium com o consulente, ela o viu caminhando em uma região umbralina, como um autômato, indo em direção a onde se encontravam alguns espíritos femininos, de péssima aparência. Na parte posterior da nuca, no lado direito, ela percebeu que havia uma 'broca' enfiada, que retiramos logo e curamos o local. Ao chegar junto das tais mulheres ele deitou-se em uma cama e abriu os braços. Uma vez feito isso o cenário se modificou e a médium percebeu que essa cama era na verdade um estrado de madeira, que logo foi suspenso no ar por cordas e começou a girar sobre o próprio eixo. O local era uma sala de torturas e havia diversos aparelhos para essa finalidade.

Após fazê-lo girar por algum tempo o ser que o estava torturando, que se vestia como um 'ninja', com uma roupa toda preta e um capuz que lhe deixava apenas os olhos à mostra, o pendurou de cabeça pra baixo e continuou a torturá-lo. O consulente estava todo enfaixado.

Abaixo de onde ele estava pendurado abriu-se um buraco no chão, e havia centenas de espíritos querendo pegá-lo. O torturador abaixava a corda e os seres estendiam as mãos para cima tentando agarrá-lo. Eram todos vítimas de bombardeios e mutilações inflingidas pelo exército do consulente em uma vida passada, provavelmente a última antes dessa, onde ele era oficial que combatia na Ásia. Não conseguimos identificar com precisão de qual conflito se tratava, mas a médium teve a impressão de que era na Coréia e que o consulente era do tipo caucasiano, ao passo que as vítimas dele eram os nativos asiáticos.

Imobilizamos o tal ninja e retiramos o consulente de onde estava, pendurado de cabeça pra baixo, e resgatamos as centenas de vítimas que estavam ali em sofrimento. Ao retirarmos as ataduras que cobriam o corpo do consulente percebemos que ela sangrava muito por várias partes do corpo, onde tinha marcas de cortes e outras mutilações oriundas da tortura do tal ninja.

Efetuamos a despolarização da memória do consulente desdobrado porque ele estava hipnotizado; ele se desdobrava e se dirigia maquinalmente para aquele local de tortura. As mulheres que foram vistas no início mostraram bastante resistência mas foram retiradas assim mesmo. Após o resgate dos seres sofredores, destruímos aquele sítio astralino. O corpo astral do consulente foi levado para um hospital do astral para tratamento pois estava muito mal.

Provavelmente o ser que o torturava insuflou-lhe a culpa pelos atos cometidos naquela encarnação, os assassinatos e torturas, e através disso conseguiu sobrepujar mentalmente o consulente desdobrado, que ele hipnotizou para que fosse maquinalmente para a sala de tortura sempre que se desligasse do corpo, geralmente durante o sono físico, motivo pelo qual ele sentia a angústia antes de dormir.

Como é um processo de longos anos, o consulente ainda vai convalescer durante algum tempo e vai precisar de alguma terapia para lhe auxiliar a se reequilibrar energetica e psicologicamente. O problema fisiológico, se era apenas efeito da 'broca' e das torturas que ele estava sofrendo pode desaparecer logo, caso não seja alguma sequela cármico-física.
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« Responder #23 em: 15 de Março de 2010, 16:01 »

Evento cíclico reencarnatório

A consulente teve aos 15 anos de idade uma forte convulsão e ficou em tratamento médico com a utilização de medicamentos controlados até uns 18/19 anos, quando parou de utilizar a medicação por conta própria. Nesse período, aos 17 anos, surgiu nela uma tosse que foi diagnosticada como alérgica e que acompanha atá a idade atual (deve ter uns 45 anos). Junto da consulente havia um espírito feminino, que conviveu com ela numa existência passada, e que morreu num incêndio.

Em uma existência pregressa, ambas trabalhavam como empregadas domésticas para um viúvo, de relativas posses, que acabou seduzindo a consulente, então com 15 anos de idade. A relação entre eles durou por dois anos, tendo ela sempre a esperança de que ele a desposaria. Entretanto, ele decidiu se casar com uma outra mulher, de sua mesma classe social,  tbm viuva, e a jovem iludida entrou em pânico vendo ruir seus sonhos de casamento com o patrão.

Revelou então aos seus pais que havia se 'entregado' ao patrão, na busca de angariar o apoio familiar na questão. Seu pai porém reagiu negativamente à notícia e a expulsou de casa devido ao seu comportamento leviano, atitude comum na sociedade há algum tempo atrás.

Desesperada, cheia de ódio por aquele que a seduzira a a abandonara sem nenhuma consideração, resolveu vingar-se e ateou fogo na residência onde viu sua vida desmoronar. Tinha então 17 anos e, juntamente com a outra empregada cujo espírito ainda a acompanhava, sucumbiu entre as chamas.

Os médiuns perceberam que naquela existência ela teve fortes crises de nervos, que lhe causavam uma forte tremedeira. Na vida atual, ao completar a idade de 15 anos, ocorreu um evendo cíclico reencarnatório, passando ela a trazer para a vida atual aquelas sensações e sentimentos. Aos 17, possivelmente potencializado pelo efeito dos remédios, novo evento cíclico, a tosse que se originou na vida passada no momento da morte por asfixia no incêndio que ela mesma causou.

Quando alguns acontecimentos nos causam um forte transtorno emocional estes podem criar uma espécie de mácula na estrutura de nossos corpos sutis, causando o seu reaparecimento em igual período de uma vida futura. Se tivermos condições de lidar com esta situação nesta presente existência, o efeito provocado por estes eventos pode desaparecer, entretanto, se ainda não houve uma mudança significativa em nosso padrão mental, podemos continuar apresentando sequelas. No caso a consulente passou a apresentar um estigma cármico psicosomático, a tosse.

A princípio a tal tosse deve se amenizar, talvez até desaparecer completamente, com o tratamento de despolarização de memória e o encaminhamento da outra mulher vítima do fogo, que possivelmente deve acompanhar a consulente desde os 17 anos, quando o segundo evento cíclico deve ter aberto essa frequência de vida passada dela e atraído aquele espírito sofredor.

Atualmente os personagens principais daquela trama se encontram novamente em cena. A consulente tem um filho adotivo que é a reencarnação do seu antigo patrão sedutor e seu marido é a reencarnação do pai que em vida passada a expulsou de casa.



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« Responder #24 em: 18 de Março de 2010, 19:55 »

O retorno cármico

O pai do consulente nesta encarnação, já falecido, manifestou-se através da psicofonia de uma das médiuns, com certa dificuldade, e disse que solicitou aos responsáveis do local onde se encontra em recuperação para vir falar com o filho ainda encarnado. Foi trazido por dois outros espiritos e lhe disse algumas coisas, entre outras, que não pode resolver todos os problemas dele e que tambem não pode dizer a ele o que vai acontecer.

O consulente entre outras coisas relata que os negócios não vão bem, que às vezes parecem melhorar mnas logo pioram, que 'dá um passo pra frente e dois pra trás'. Relata tambem que tem dificuldades no relacionamento com sua esposa e por vezes quer se separar, mas não consegue.

Verificando a origem dos problemas, descobrimos que em vida passada, na época da 'caça às bruxas', a esposa do consulente era uma camponesa que lidava com ervas e ele era um 'pastor' que se apaixonou por ela. Como ela não retribuiu seu 'amor' ele, inconformado com a rejeição, convenceu as pessoas da aldeia próxima de onde ela morava que ela era uma 'bruxa' e que ela o tentara seduzir.

Em função dessas denúncias, uma turba de camponeses supersticiosos a queimou viva em uma fogueira, depois de lhe marcarem na testa uma cruz, com um ferro em brasa.

Outra reclamação do consulente era a de que determinada mulher o prejudicava nos negócios, atrapalhando sempre que podia seus empreendimentos ligados a determinada empresa na qual ela trabalha e para a qual a empresa do consulente presta serviços. Em vida passada o consulente era sócio de um homem e tinha como amante a esposa deste, sendo que essa mulher assassinou o marido para ficar com o consulente que, uma vez tendo o sócio morto, deu um golpe na amante e a abandonou.

Foi percebido que a esposa dele se 'desdobra' e vai a terreiros de macumba encomendar feitiços pra que ele não a deixe e por conta disso havia um ser com ele, um agenciador de 'giras', que descobrimos ter sido mulher em vida passada onde tinha relação com o consulente. Libertamos vários espiritos femininos que este ser mantinha aprisionados e que obrigava a 'trabalhar' para ele em terreiros e similares.

O retorno cármico dos atos do passado do consulente é evidente. No passado provocou a tortura e morte da mulher que o rejeitou, da qual hoje quer 'se livrar' e não consegue. Provocou a ruína do sócio e da esposa deste por ganância e ambição desmesurada e hoje esta lhe prejudica sempre que pode. Como o consulente apresenta ainda fortes algumas características de suas personalidades de outrora, como orgulho, avareza e cupidez, e isso facilita que essas energias de passado gravitem ao seu redor e se materializem na sua vida atual. É a lei de afinidade operando carmicamente.

Como muitas pessoas, o consulente acredita que não 'merece' sofrer na vida atual por conta de coisas que fez em uma vida passada e das quais 'nem se lembra', querendo apenas saber como 'resolver' isso.

A solução para esse tipo de problema é a 'reforma íntima', é a própria criatura se modificar e começar a valorizar menos as coisas materiais e ser menos egoísta. Não existe 'solução rápida' para situações engendradas em várias vidas onde a criatura comete todo tipo de desatino, visando seu próprio bem-estar e 'passando por cima' de todos os que o cercam. Algumas coisas não são para serem modificadas, apenas aceitas!
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« Responder #25 em: 18 de Março de 2010, 21:50 »

A masmorra

A consulente é uma senhora idosa com dores numa perna e inchaço num dos pés, disse que sentia como se tivesse uma faca enfiada no pé. Os médiuns sentiram um forte cheiro de 'carniça' quando ela entrou na sala e perceberam dois seres, com seus corpos em estado de putrefação, agarrados a ela.

Em vida passada a consulente era carcereira e carrasco em uma masmorra e se divertia em torturar os prisioneiros; para evitar que tentassem fugir ela os pendurava com os braços esticados por  uma corrente e lhes quebrava as pernas na altura dos joelhos, depois os colocava nas celas sem nenhum tratamento, muitos morriam, alguns desenvolviam 'gangrena' e ela então decepava-lhes as pernas com um facão.

Na dimensão astral a masmorra ainda existia e muitos seres ainda se encontravam lá em sofrimento atroz, inclusive pq a consulente se desdobrava inconscientemente e voltava lá consstantemente para os torturar.

Efetuado o resgate dos seres que estavam presos nessa masmorra e despolarização da memória da consulente, um dos seres incorporou e relatou as atrocidades que ela cometia com os prisioneiros.

A consulente exalava espiritualmente um forte cheiro de urina e dejetos, causando náuseas nos médiuns, mesmo após retirarmos os seres em estado de putrefação que estavam grudados nela (ela havia lhes amputado as pernas).

Um dos médiuns captou alguns 'pensamentos' dela, que tinha muita raiva dessas pessoas pobres que pedem coisas nas casas e que ela ficava com muito ódio quando algum desses lhe batia à porta, pensando que 'são todos vagabundos e que deveriam ir trabalhar', o que demonstra que atualmente ela ainda necessita de muita evangelização.

Na perna dela que estava inchada havia uma lança cravada (que foi retirada) e foi feita uma assepsia energética tbm na residência da mesma, que estava bastante 'poluída' energeticamente.

Foi aconselhado a ela, por indicação da equipe espiritual, que durante 14 semanas, alternadamente, todas as quintas-feiras ela tomasse um banho de 'sete ervas', jogando depois a água utilizada em algum local onde tivesse vegetação (a natureza recicla essas energias negativas); tbm foi aconselhado que ela colocasse o pé afetado de molho em água morna com sal grosso, e que passasse ramos de arruda de cima para baixo na perna, para ajudar a retirar as energias negativas que se aglomeravam ali.

Em função do tipo de atrocidade que ela cometia (torturas e principalmente por decepar as pernas das pessoas) o 'retorno cármico' é evidente nas queixas dela (problemas na perna e pé). É provável que as dores diminuam, em função de termos retirado o bolsão de espíritos sofredores ligados a ela, mas dificilmente vai obter uma cura total.
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« Responder #26 em: 19 de Março de 2010, 00:29 »

Continuação

Desses vários outros seres que 'conviviam' com ela muitos estão se fazendo passar por seus 'antepassados', e utilizando esse seu 'culto' como maneira de a vampirizar ainda mais. Isolamos todos numa bolha para posterior encaminhamento, enquanto promovemos outra incorporação na nossa consulente que estava nos auxiliando nesses atendimentos de um ser que estava 'colado' à cabeça da mulher que estávamos atendendo. Segundo a médium ele parecia uma 'castanha' grudada na cabeça da mulher, aliás ele conversando comigo disse que era 'pequeno', embora não soubesse explicar como.

Este ser havia sido marido da mulher na vida anterior a essa e a matou quando a encontrou com um amante. Disse-nos ele que ela 'dormia com tudo quanto é homem' e que ele era um homem honesto e trabalhador, que nunca havia traído ela, e que por isso ela 'merecia' sofrer. Eles teriam vivido na Inglaterra no inicio do século passado, por volta de 1902. Disse inclusive que nessa vida atual ela já encontrou vários dos homens que foram seus amantes naquela vida e que inclusive se casou com um deles, mas que ele os fez se separar.  Este ser atuava muito na mente dessa mulher, com pensamentos negativos de toda espécie.

Fizemos ele lembrar de outras vidas com essa mulher, uma onde ele foi um pai rígido para ela, que fugiu de casa aos 17 anos com um namorado, outra vida onde eram ambos homens, vizinhos, e numa briga ele matou o outro (que era a mulher atendida) com uma foice, e uma vida ainda anterior onde ambos espíritos eram mulheres e nasceram gêmeas, vida onde se davam muito bem. Confuso com tantas informações e lembranças, aceitou ir conversar com um dos espíritos 'brilhantes', segundo ele, de nossa equipe espiritual.

Tendo recolhido os espíritos que estava perto dela, pedi a médium que sintonizasse com a tal mulher a fim de pesquisarmos algum bolsão de espíritos ligados a ela, que logo encontramos.

Esta mulher na época da Santa Inquisição (era homem) foi durante muitos anos Inquisidor, tendo sido responsável pela tortura e morte de muita gente, inclusive de nossa irmã, a 'consulente médium', que a estava ajudando neste momento, e nessa vida tbm eu estava presente, sendo um dos 'carrascos' que cortava a cabeça daqueles que não tinham mais 'serventia' na masmorra. Esse inquisidor era corrupto, não agia por ideal religioso, ele usava seu poder para beneficiar amigos financeiramente, se apropriando de terras e bens de pessoas que ele sabia inocentes, para enriquecimento ilícito seu e de seus 'amigos'. Havia mais um grupo de seres ligados a ela das 'masmorras' e todos foram resgatados. Ela provavelmente ainda vai sentir o problema nas pernas por ter estado assim há muito tempo mas com exercícios e fazendo a 'coisa certa', que é dar um jeito de trabalhar a mediunidade que recebeu para resgatar parte de seus pesados débitos, vai melhorar bastante.

Passamos então ao outro caso de mediunidade não trabalhada da moça evangélica que, para resumir o trabalho, era um dos torturadores subordinados à outra mulher (a que vive no exterior) nessa mesma existência. Como gostava muito do que fazia e como lidava mais diretamente com o 'povão', ao passo que a outra quase só 'mandava', a quantidade de seres ligados a ela era muito superior às anteriores, chegando a nossa consulente médium a achar que não caberiam todos no 'jardim'. Mas todos couberam e foram resgatados. Essa moça, como estava muito mal, foi levada tbm para tratamento no astral, em desdobramento.

Este atendimento, embora eu nem suspeitasse dos desdobramentos que ocorreriam, se iniciou no sábado, dois dias antes, quando comecei a sentir uma forte dor de cabeça, que se intensificou ainda mais quando assisti um filme que trata justamente da época da inquisição, O nome da rosa, um filme muito bom baseado num romance de Umberto Eco, uma reprise que vale a pena rever, mas que na hora senti que abriu uma frequência de passado minha, passei muito mal mesmo.

Vejam como nada é por acaso, uma consulente que cancela a consulta, e a outra que vai ser atendida resgata vários seres que sofreram com ela as agruras do Santo Ofício e, juntamente com um dos carrascos, ajuda tbm a resgatar centenas de outros seres ligados a duas pessoas que nem conhecem, mas que no passado foram seus colegas e superiores, um torturador e outro inquisidor.

Pessoas que nunca se viram pessoalmente, uma residindo no exterior, e as outras em estados diferentes do país, ligadas por uma vida passada onde foram todos atores de uma dramática cena de terror onde, hoje, uma antiga 'vítima' auxilia seus algozes, inclusive com a ajuda de um deles.

GC
o que seria apometria?
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« Responder #27 em: 29 de Março de 2010, 17:59 »

Regressão em nave espacial

Atendemos um rapaz querendo se 'desligar' de certas situações de sua vida que ele acha que o estão impedindo de progredir, principalmente materialmente.

Entre outros problemas 'menores', havia realmente com ele um obsessor que lhe prejudicava profissionalmente em função de terem sido colegas em vidas passadas e o consulente ter 'passado a perna' nele e em outros seres, alguns inclusive já reencarnados e que são os pais do consulente. Este obsessor era músico e o convencemos a se afastar prometendo que ele poderia 'trabalhar' com música no astral. Após praguejar um pouco e afirmar que o consulente ainda era 'do mesmo jeito', que não valia nada, etc. ele foi com nossa equipe.

Havia também um espírito feminino, que se suicidara cortando os pulsos em vida passada, por conta de ameaças de abandono do consulente. Este ser sentia-se muito culpado por ter cometido este ato (suicídio) e julgava-se imerecedor de ajuda, maldizendo o consulente, afirmando que era egocêntrico, vaidoso, etc. Conversamos com ela e lhe dissemos que ela merecia sim ser auxiliada e que o fato de estar ali já significava isso. Ela esfregava constantemente os pulsos, pois cometera o suicídio cortando-os. 'Curamos' seus ferimentos e a encaminhamos ao hospital no astral.

Também encontramos um mago, um alquimista, pertencente a uma irmandade à qual o consulente pertencia em outra vida. Faziam todo tipo de feitiço por dinheiro, venenos para abortos, para morte, etc., que foi encaminhado também.

O consulente nos informou ainda que conheceu uma 'médium' e que esta 'viu' na casa do consulente três espíritos 'mentores', que estariam lá para 'ajudá-lo' em sua vida material, lhe 'orientar', etc. Segundo nos informou, um deles se apresentava com uma capa vermelha, outro com vestes de monge franciscano e o terceiro um 'caboclo'.

O consulente está num processo de despertar de sua sensibilidade mediúnica e está buscando sua 'espiritualidade', o que o levou a participar de um curso de formação em psicoterapia e terapia de vidas passadas, o qual inclusive concluiu recentemente. Numa das aulas submeteu-se a uma 'regressão' a vidas passadas, que vamos relatar a fim de alertar as pessoas sobre os perigos de se lidar com o 'mundo espiritual' sem conhecimento. É triste o fato de isso ter ocorrido num curso que visa formar psicoterapeutas, inclusive utilizando a terapia de vidas passadas, mas consideramos nosso dever alertar aos que buscam o conhecimento, pois situações como essa que vamos relatar são comuns e já nos deparamos com vários casos.

Na sua busca espiritual o consulente está frequentando um centro universalista e disse ter recebido um conselho de uma entidade para que pedisse ao seu 'mentor' que o esclarecesse de algumas coisas que ele tinha dúvida. No dia da tal aula de psicoterapia surgiu a oportunidade dele se submeter à regressão e ele achou que talvez fosse a 'resposta' para seus questionamentos.

Solicitei ao consulente que relatasse como foi a tal regressão, que ele já havia me dito anteriormente que fora feita dentro de uma 'nave espacial' por seres 'de luz', e pedi aos médiuns do meu grupo que sintonizassem com ele. Efetuei um comando mental para que os médiuns voltassem no tempo e observassem o que de fato ocorreu, peque já sabíamos que não era nada do que o consulente imaginara.

Continua...
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« Responder #28 em: 29 de Março de 2010, 18:02 »

Continuação

O consulente relatou que sentiu-se flutuando e saindo do corpo, enquanto via luzes coloridas girando. Percebeu então que se tratava de uma nave espacial, para onde foi conduzido, e foi colocado em uma maca por 'seres de luz', que trataram seus corpos sutis e lhe passaram mensagens sobre sua 'missão' de alertar as pessoas sobre os necessários cuidados com a natureza, com o planeta, etc. (o consulente é músico). Ele disse que sentiu-se muito bem, num estado de quase beatitude pelo que pude perceber, inclusive se emocionou apenas em 'lembrar' a tal regressão.

Bem, embora ele estivesse vendo uma nave espacial e seres de luz, na realidade ele estava apenas desdobrado no próprio ambiente físico do tal curso, onde algumas entidades trevosas faziam experimentos com ele. Esses espíritos são mistificadores e acompanham as 'aulas' do tal curso de psicoterapia, aproveitando-se da falta de conhecimento tanto de instrutores quanto de alunos, para se infiltrar em se apresentar como 'seres de luz', sempre atendendo ao gosto do 'freguês'. Se a pessoa 'gosta' de ET's, eles se mostram em naves espaciais e como seres de outros planetas, se a criatura é chegada num mestre ascencionado eles se apresentam como tal, se é da Umbanda aparecem como algum caboclo, preto-velho, etc.

No tal curso os instrutores não tiveram a capacidade de perceber que estavam sendo vítimas de mistificação, devido provavelmente à falta de conhecimento da realidade espiritual e dos fundamentos básicos que regem o intercâmbio entre a dimensão física e a astral. A grande maioria de pessoas que acaba procurando trabalhar com terapias alternativas, principalmente as 'espirituais', são pessoas que possuem 'mediunidade de prova' e que se recusam a atuar como 'espíritas', peque acham mais bonitinho ser reikiano, ser psicoalguma coisa, ser do comando estelar, etc.

Não basta uma mensagem bonita e que fale de paz e amor, de ecologia, de 2012, ou de qualquer outro assunto que esteja na 'moda' espiritualista,  para qualificar um ser como sendo 'de luz'. Seres de luz ou mentores não nos acompanham no dia-a-dia para nos privar de passarmos pelas experiências, dolorosas às vezes, pelas quais temos que passar em função do nosso aprendizado aqui na Terra. A ignorância aliada à vaidade é um prato cheio para entidades trevosas nos acercar e seduzir, fazendo-nos crer que somos 'especiais'.
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« Responder #29 em: 29 de Março de 2010, 19:32 »

Citação de: Renato
Anton, não foi você que tinha aberto um tópico como o seguinte título? "Fórum não é biblioteca?

E continua não sendo. Por isto não posto textos que podem ser encontrados em qualquer parte. Os textos que posto neste topico unico, são todos relatos de casos e que não se encontram em qualquer outro local a não ser em um escondido blog do autor.

Não estou discutindo a apometria aqui, se é metodologia espirita ou se não é. O objetivo é apenas mostrar dezenas ou talves chegemos a centenas de casos descritos sempre imediatamente apos a sessão, quando a memoria esta bem fresca. Nota-se sempre a presença do (1) apometra, dos (2) mediuns, do (3) consulente, da (4) espiritualidade, sem a qual nada acontece e dos inumeros e imprevisiveis meandros e caminhos que cada sessão toma e onde grupos as vezes bastante grandes são conduzidos a locais apropriados ao seu restabelecimento.

Ha que ressaltar que nestes trabalhos ou melhor aos que são intuidos espiritualmente a consultar-se com apometras há quase sempre um traço comum. Os obsessores não são simples espiritos vingativos ou presos a um passado comum. Nos trabalhos apometricos sobresaem trabalhos "pesados" de bruxaria e magia perpetrados em passado remoto tanto quanto na atualidade. O doutrinador e o medium espirita não estão em geral preparados para lidar com este tipo de entidades, que simplesmente riem-se de suas doutrinações e ensinamentos, mistificando posturas que somente os enganam por anos a fio, como já tive oportunidade de comprovar.

A apometria, e isto é opinião inteiramente particular consequencia apenas de observação que faço ha algum tempo de todo tipo de trabalho mediunico, situa-se no aspecto "terapia" entre a umbanda e o espiritismo. Enquanto na umbanda o trabalho é inteiramente realizado por guias incorporados e no espiritismo o é por espiritos humanizados incorporados ou não, na apometria percebo uma presença mais ampla ou um espectro mais amplo de entidades em seu trabalho.

Enfim, não estou aqui vendendo o peixe “apometria”, mas apenas colocando casos que acontecem a cada semana e atraves dos quais podemos aprender um pouco mais sobre a psicologia do espirito.

Converso com certa frequencia com apometras e por enquanto não possuo qualquer opinião conclusiva sobre o tema. Mas so estou estudando isto há meros quatro anos.
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