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Autor Tópico: Relatos de TVP e Apometria  (Lida 4356 vezes)
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Anton Kiudero
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« em: 01 de Dezembro de 2009, 16:22 »

Os relatos a seguir provem de trabalhos clinicos de TVP ou pela aplicação de tecnicas apometricas.

O condutor dos trabalhos não é medium ostensivo, trabalhando apenas com as informações recebidas ou dos consulentes ou dos médiuns, conforme o caso, e criando as imagens mentais atraves das quais conduz os trabalhos.

Pretendemos, dentre centenas de relatos, selecionar e postar os que nos parecem mais relevantes aos estudantes da realidade espiritual e eventualmente frizar uma ou outra frase mais relevante.

O jardim, referido em muitos relatos, é uma criação mental, uma tecnica, para onde o operador conduz mentalmente os espiritos encarnados ou desencarnados que estão sendo tratados e de onde podem partir em regressão, encontrar-se com a equipe espiritual responsavel pelos trabalhos ou mesmo interagir entre si.



Um oceano de paixões

Era a época das grandes navegações e um jovem casal fazia planos para o futuro. O rapaz partiria em um grande navio em busca da riqueza das novas terras que estavam sendo descobertas e, quando retornasse à pequena ilha onde habitava, se casaria com sua amada, nossa consulente. A moça era dama de companhia de uma outra 'nobre' que, sem que ela soubesse, tbm estava apaixonada pelo mesmo rapaz. Ao confidenciar seus planos para a 'amiga' ela jamais suspeitara que a mente da anônima rival tinha outros planos. O coração de nossa jovem sonhadora estava radiante, mas esse brilho daria lugar ao desgosto pois durante anos a fio ela esperaria em vão na praia pelo retorno de seu amado. Cada navio que avistava trazia a princípio uma esperança e posteriormente uma desilusão, pois seu amado nunca estava a bordo. Por fim, após mais de dez anos de uma angustiante espera, chegaram os inevitáveis rumores de que o rapaz havia perecido num naufrágio. Não suportando a dor, a bela praia de areias brancas se tornou o cenário de sua triste passagem, pois ela sufocou seu pranto nas ondas do mar revolto, partindo desta vida para encontrar seu amado na outra.

A jovem teve sorte a princípio pois encontrou o espirito de seu amado vagando nas profundezas do oceano astral e com ele seguiu sem rumo por algum tempo. Entretanto, de repente o espírito do rapaz sumiu e ela se viu sozinha vagando no submundo das trevas marinhas. Enquanto me relatava que se via só naquele ambiente estranho, ela ouviu uma voz grave dizendo-lhe que não permitiria que eles ficassem juntos, que antes ele os separou e que agora novamente não permitiria a união dos dois. Numa região trevosa, na subcrosta 'marítima' do astral, um ser horrendo mantinha presos vários outros espíritos, entre eles o amado da consulente. Isolamos a criatura num campo de contenção (uma bolha) e o local onde ele habitava tbm. Criamos uma enorme bolha ao redor da formação rochosa onde o tal ser vivia, dentro de uma caverna subaquática, e levamos tudo para o 'jardim'. Lá os seres escravizados foram socorridos, inclusice o rapaz, e o terrível algoz foi adormecido e levado pela equipe espiritual para cumprir seu destino perante a Lei.

A consulente estava no jardim mas foi novamente 'puxada' para aquela situação que ainda se desenrolava na dimensão astral, desta vez se viu dentro do barco onde naufragou seu amado, onde vários dos espíritos que morreram afogados ainda estavam ligados àquela nau, em especial um 'grumete' que fora contratado pela 'nobre' rival da consulente naquela vida para sabotar o navio, com a promessa de que ele, juntamente com o tal rapaz, seriam salvos por um outro navio, de um comparsa dela.

O tal comparsa era o ser terrível que habitava as profundezas e que aprisionara o rapaz, pq ele 'em vida' era apaixonado pela consulente e juntamente com a 'nobre' dama, que era apaixonada pelo rapaz, tramaram esta situação, que parece ter dado errado. Com o resgate desses outros espíritos, a cena toda estava desaparecendo, pois as mentes que a mantinham viva estavam se dispersando e saindo do 'transe' da morte que as fixara naquele momento. Na praia onde a consulente havia se suicidado, estranhamente restava apenas o vestido com o qual ela se encontrava no momento da morte. Ela me relatava que as ondas estavam levando o vestido para o mar mas pedi que ela o segurasse e puxasse de volta para a praia. Quando fez isso percebeu que uma mão putrefata segurava o vestido e o arrastava para as profundezas. Recolhemos o ser e então ela percebeu que era a sua 'nobre' rival, que tbm se suicidara quando seu plano fracassou. O vestido havia sido presente da 'nobre' para sua dama de companhia, para que ela o vestisse para recepcionar seu amado quando de seu retorno. Este ser tbm foi levado para o jardim e socorrido junto com os demais. Com o resgate da jovem rival da consulente, se encerrrou esse trágico romance onde as paixões descontroladas levaram à destruição de tantas vidas.

Na dimensão astral a pequena ilha onde os protagonistas desta história viviam foi tragada pelas ondas de um imenso oceano, onde jazem ainda muitas vidas naufragadas, aguardando que os corações pesados que ali afundaram sejam trazidos à tona para embarcarem em outra jornada onde, mais leves, naveguem mais uma vez sobre as ondas das paixões avassaladoras, buscando talvez o porto seguro do amor, por vezes tão distante e difícil de encontrar.

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Anton Kiudero
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« Responder #1 em: 01 de Dezembro de 2009, 16:40 »

Um conto sem fadas

Nobres e castelos geralmente nos evocam lembranças de contos de fadas, onde o final é sempre feliz, entretanto, a realidade é sempre mais impressionante que a ficção. Nessa sessão nossa consulente acessou uma existência passada onde ela era uma mulher anã, que sobrevivia de pequenos furtos e 'golpes' em meio a uma sociedade medieval bastante rude.

Ela 'entrou' na lembrança da vida passada no momento em que empreendia uma fuga após ter sido flagrada furtando algumas coisas das barracas do mercado local, que ficava no pátio interno do castelo, quando foi perseguida e presa pela guarnição do castelo. Como não era a primeira vez que ela fazia esse tipo de coisa, resolveram dar-lhe uma 'lição', decepando-lhe uma das mãos. Depois de ter sido mutilada ela ainda ficou presa no calabouço do castelo durante algum tempo, mas como sabia ler, algo incomum para a época numa cidadã de baixa estatura social, foi encarregada de ler histórias para a filha do nobre proprietário do castelo.

Na condição de serviçal próxima à família, ouvia muitas conversas e planos do suserano, e por ter ficado com ódio de todos por conta de sua mutilação, aliou-se com um outro empregado, para o qual fornecia informações estratégicas, que as vendeu a outros nobres medievais que cobiçavam as terras de seu senhor, tendo resultado essas intrigas todas com uma invasão do castelo e a consequente morte da família de nobres, inclusive da menina para a qual a mulher anã lia os contos de fadas, e tbm dela própria, pois não tinha mais serventia para eles, os usurpadores, e não era de confiança.

A cobiça do empregado desleal, que facilitou a queda de seu suserano, fez com que ele se mantivesse preso ao castelo por vários séculos. Na dimensão astral ele ainda vive naquele castelo, pois provavelmente o pagamento pela sua traição seria a governança daquela região e a propriedade desse castelo. Enquanto a consulente me relatava o que estava vendo, ela tentava conversar comigo dizendo para que eu não acreditasse nela, temendo que ela o estivesse delatando para mim.

A família proprietária do castelo, pai, mãe e filha, estavam vagando sem destino em uma região lamacenta do astral inferior e logo que a consulente os viu nós os resgatamos e nossa equipe espiritual os levou para o hospital, pois estavam em péssimo estado de saúde. Quanto ao traidor, ficou com seu prêmio, o castelo, e será regatado oportunamente quando estiver menos 'preso' às suas posses.

Este tipo de 'regressão' tem a finalidade pricipal de resgatar esses seres, que estão ligados ao consulente carmicamente e que acabam gerando ressonâncias em sua vida atual. Com o auxílio aos seres que se encontram em sofrimento, no caso a família de nobres do castelo, cessa de incidir sobre a consulente a carga energética que eles lhe lançavam inconscientemente, mas que poderia afetá-la devido aos laços cármicos e sentimento de culpa.
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« Responder #2 em: 01 de Dezembro de 2009, 16:55 »

O bárbaro e o curandeiro

Foi a segunda consulta dessa consulente. No jardim havia muitas pessoas além dela, desencarnados. Logo que saiu do jardim disse que não podia caminhar pq estava numa cadeira de rodas. Ela se via num amplo jardim ao redor de um prédio, e uma moça empurrava sua cadeira de rodas. Pela descrição me pareceu que era algo no plano espiritual e pedi que ela observasse melhor e perguntasse para a moça que empurrava a cadeira, ao que ela lhe respondeu que sim, o nome do local era Lar dos Aflitos. Pedi que ela 'voltasse' naquela existência para ver como foi parar numa cadeira de rodas. Ela viu então uma jovem muito irresponsável participando, como 'co-piloto', de uma corrida de rua de automóveis, no ano de 1921, tendo sofrido um acidente que lhe afetou a coluna. Morreu na meia-idade e estava se recuperando naquele local do astral.

A consulente estava confusa pois se via agora como a moça que empurrava a cadeira de rodas e não como a que estava sentanda na cadeira. Analisando os fatos e cruzando com a regressão anterior dela, concluímos que ela havia retornado ao período inter-vidas entre a existência que ela morreu demente e a que morreu de overdose, pouco antes de reencarnar. Como na vida atual a consulente já teve crises de pânico onde ficava paralisada, quando acessou aquela lembrança ela se 'identificou' com a moça na cadeira de rodas, embora não fosse ela. Quando pedi que ela 'voltasse' naquela vida, por ter mediunidade aflorada, ela viu a vida da moça que se acidentou e imaginou que fosse dela.

Ela relembrou que enquanto se preparava para reencarnar conheceu aquela moça da cadeira de rodas, que segundo ela tinha muitos problemas, e lhe prometeu que iria solicitar que nascesse próxima dela em outra vida para poder ajudá-la. A consulente reconheceu essa moça como uma vizinha sua da vida atual, que realmente tem muitos problemas, de saúde, de ordem psicológica e tbm espiritual.

Esse 'acesso' foi apenas para ela relembrar este fato, o compromisso que ela mesma se impôs no passado com a amiga.

Após isso pedi que ela voltasse ao jardim para partirmos para outra vida e pedi a ela que conversasse com algum dos espíritos que estavam ali no jardim. Ela interpelou uma moça jovem, que disse que estava fazendo ali a mesma coisa que ela, veio para fazer uma regressão pois tem dificuldade de relembrar seu passado. Este ser afirmou estar sendo conduzida no processo por um 'ser de luz', que deve ser a interpretação dela para o espírito que a está tratando no astral. Perguntei pq ali (no jardim) e ela respondeu que o método era bom e estavam usando.

A consulente saiu então para outra jornada e deparou-se com uma existência onde era um bárbaro, comandante de uma hoste de guerreiros impiedosos, em que passou a vida inteira lutando em guerras sangrentas. Sentia orgulho de sua habilidade e era muito cruel. Morreu em batalha. A princípio não percebeu que morrera, acordou do que pensou ser um 'desmaio' e procurou por seu exército em vão. Vagou por muito tempo sem rumo até que, exausto, desmaiou mesmo. Acordou num hospital de campanha, formado por tendas de lona, e ficou muito tempo ali semi-inconsciente, com raros momentos de lucidez.

Pensou estar preso por um exército inimigo (ainda não sabia que havia 'morrido') e tão logo teve forças fugiu dali, tendo encontrado no 'umbral' vários de seus guerreiros. Lá lhe informaram de sua situação, ele ficou 'chefiando' esse homens e passava o tempo atacando o hospital que o abrigara, sem sucesso, que tbm ficava naquela região do umbral.

Do grupo de guerreiros que o bárbaro comandava naquelas plagas do astral inferior, vinte ainda estavam lá atacando o tal hospital de campanha. Pedi então à consulente que se apresentasse a eles e os trouxesse para ao jardim, dizendo a eles que os conduziria a uma nova jornada. Eles aceitaram a ordem de seu comandante e no jardim já havia uma equipe esperando por eles.

Na próxima vida acessada pela consulente ela se viu com um homem já idoso, que morava sozinho em uma cabana muito humilde, isolada, contendo apenas o mínimo de utensílios para sobreviver, e que era um curandeiro. Não passava necessidades, pq as pessoas da região o tinham em grande conceito e lhe levavam sempre alguma comida. Tratava de doenças com ervas e chás e tbm consultava os espíritos. Quando morreu foi recebido com grande alegria por amigos no plano espiritual, que o felicitaram por ter cumpido bem sua 'missão', e logo voltou às suas atividades por lá. Ele dirigia um grupo de socorristas que resgatavam espíritos em regiões umbralinas.

Foram duas experiências bem distintas e que demonstram bem os extremos a que podemos chegar em nossas vidas. Temos todas as possibilidades, só nos falta a vontade.
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« Responder #3 em: 01 de Dezembro de 2009, 20:35 »

O serial killer

A consulente estava vendo um homem andando numa carroça puxada por uma junta de bois, ao mesmo tempo que via a imagem de uma mulher ensanguentada e com o corpo todo ferido, esfolado e sangrando. Logo percebeu que a mulher ensanguentada era ela. Era uma jovem camponesa adolescente, que já estava noiva de um jovem rapaz, e vendia flores na feira de uma pequena cidade. O homem na carroça era quem lhe fornecia as flores.

Ela se via já morta naquela existência, acompanhando o tal homem enquanto ele se dirigia para casa. Momentos antes ele a violentara e, após saciar sua lasciva doentia, a fim de não ser descoberto, bateu-lhe na cabeça com uma pedra repetidas vezes, arrastando em seguida o corpo ainda vivo pelo terreno pedregoso, até um local ermo, com um pequeno capão, onde abandonou o corpo. A jovem consulente morreu logo depois.

Chegando em casa, ele pressentia a presença de algo ou alguém junto a si e ficou assustado. Este homem tinha 3 filhos, doisgarotos e uma menina. Um deles, criança ainda, tinha mediunidade e viu o espectro terrível da consulente que acompanhava seu pai quando este chegou em casa, pois ela se apresentava tal qual estava quando morreu. O garoto se assustou e afirmou ver algo mas os pais taxaram de 'coisa de criança'. A consulente naquele momento, percebendo que o menino a via, concentrou nele seus esforços de vingança. O menino acabou morrendo depois de algum tempo, vítima de forte obsessão por parte da consulente, que queria arruinar a vida do homem que a violentou e matou.

O homem estava cada vez mais perturbado, bebia muito e agredia a esposa, que acabou abandonando-o com os filhos. Ele morreu numa briga de bar e quando chegou do outro lado a consulente o estava esperando para completar sua desforra, entretanto, não teve tempo pois outros espectros escuros o levaram logo que desencarnou.

A mulher que fora mãe da consulente naquela vida enconrava-se lá, chorando o desaparecimento da filha. Como seu corpo nunca foi encontrado e ela sumiu misteriosamente, todos acharam que ela houvera fugido. A mãe chorava muito e sofria pq a filha a tinha abandonado. Este espírito que fora sua mãe naquela existência é tbm sua mãe na vida atual, está encarnada, e encontrava-se ali em desdobramento inconsciente. Pedi a consulente que conversasse com ela, explicasse o que tinha acontecido, e depois a reintegramos ao seu corpo físico. Mantendo parte da consciência da mãe da consulente ali havia um ser esquisito, parecendo um duende, que manipulava uma esfera negra com uma energia muito densa. Recolhemos este ser ao jardim e a casa onde eles estavam se desvaneceu.

Da cena vista restava ainda a trilha onde inicialmente a consulente se vira desencarnada seguindo o homem que a vitimara. Pedi que ela retornasse ao local para ver se havia mais algum espírito ligado a esse trágico evento e então ela viu, no local onde o corpo dela fora abandonado, mais corpos de jovens como ela que haviam sido vítimas desse homem que se revelava agora um 'serial killer', um matador em série.

Ao resgatar esses espíritos e levá-los para o jardim, perguntei sobre o algoz e foi mostrado a consulente ele numa região trevosa pantanosa, submerso até a cintura, com outras cinco entidades o agredindo constantemente, provavelmente vítimas suas de outras vidas.

Disse a ela que iríamos lá resgatá-lo e surgiu um espirito que dizia a ela que não era para ele ser socorrido, pois estava lá resgatando seu karma. Para a consulente o tal ser parecia 'do bem', mas logo que lhe enviei uns pulsos de energia se revelou com outra face. Este ser estava com muita raiva e insistia que não era para socorrer o outro, que ele não merecia por conta de tudo que fez. Mandei que ele se calasse e não perturbasse pois quem julga o merecimento de alguém é Deus e não ele. Retiramos o grupo todo daquele pântano e levamos para o jardim, inclusive este que reclamava, que chegando lá ainda ficou perguntando à equipe espiritual quem iria fazer ele 'pagar pelo que fez'.

O que mantém os espíritos presos a estas situações por séculos e até milênios, é a incapacidade de perdoar. As vítimas perpetuam seu sofrimento por não aceitarem o que o destino as fez passar, e quando encontram o seu algoz em posição de inferioridade, agem com igual ou maior crueldade, gerando processos obsessivos que se prolongam por incontáveis vidas.

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« Responder #4 em: 02 de Dezembro de 2009, 00:38 »

Nem tudo é o que parece

Ao sair do jardim a consulente se viu vestindo uma camisola branca, longa, à beira de um riacho límpido. Estava agachada lavando as mãos e sentia-se muito bem, estava feliz. Apesar de não ter aparentemte nenhum problema nessa 'recordação', procedemos à investigação do que ocorreu antes desse momento.

Ela então voltou ao momento daquele dia quando acordou pela manhã, algum tempo antes dessa cena à beira do riacho. Ao acordar ela pegou uma faca e degolou o marido, foi até o local onde dormiam seus filhos, um menino e uma menina, em torno de uns 8/10 anos, e os degolou tbm. Após isso, foi para o riacho lavar-se, feliz da vida. O motivo? Ela estava apaixonada por um homem e a famíllia era um empecilho, então ela se livrou deles e ficou esperando seu amado, conforme haviam combinado. Ela morava no campo, não havia casas por perto.

Ela esperou muito tempo e o seu amado não apareceu para levá-la com ele. Ela acabou voltando para sua casa, onde jaziam mortos seu marido e filhos. Ao entrar na casa, perturbada já com os acontecimentos pois o tal homem não apareceu, ela viu o 'fantasma' da filha a lhe cobrar a morte, e perturbou-se mais ainda. Ateou fogo na casa numa tentativa de apagar da sua mente a atrocidade que cometera, mas a consciência lhe cobrava os atos tresloucados cometidos em nome de uma paixão e ela, desesperada, enforcou-se numa árvore em frente à casa em chamas.

Na dimensão astral, após a morte que foi lenta na corda, onde sua mente se fixava no ódio por aquele que conquistou seu coração e a abandonou, tendo feito ela cometer aqueles assassinatos, ela viu-se perambulando em um local muito escuro e lamacento, onde permaneceu por um tempo que não soube precisar. De lá, como sua consciência a puxasse, voltou às cinzas de sua casa e de lá foi atrás do responsávewl pela sua desdita.

O homem amado de nossa consulente naquela existência não se casou, apenas se lamentava que 'não deu tempo', provavelmente pq chegou atrasado ao encontro e a mulher já havia se suicidado. Ela permaneceu ao lado dele até sua morte, o perturbando, numa tentativa de vingar-se por ele não ter ido ao seu encontro conforme combinado. Ele morreu velho e quando passou pro outro lado ela não o viu mais.

Dessa existência haviam alguns seres ligados à consulente ainda. O marido que ela matou estava com uma aparência muito tenebrosa, até um rabo tinha. Além dele tbm havia um espírito femino, em estado pior do que ele, que 'ajudou' (influenciando) a consulente a matar a família naquela existência, pois no passado ela teria feito mal a um filho desse ser. A filha que ela matou tbm estava com ela. Todos foram auxiliados e resgatados.  Essa consulente tem uma forte tendência ao suicídio, em outra sessão de regressão acessamos umas quatro ou cinco vidas onde ela cometeu suicídio e na existência atual tbm já tentou mais de uma vez.

Após a primeira sessão ela já teve uma melhora significativa. Além disso, possui mediunidade não trabalhada. A família é agnóstica e não acredita em espiritismo, tendo a consulente sido tratada como esquizofrênica, inclusive com internações e medicação controlada, por mais de dez anos.
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« Responder #5 em: 02 de Dezembro de 2009, 05:13 »

3 vidas em 30 minutos

Este foi o segundo atendimento deste consulente. Da primeira vez foi preciso uma indução hipnótica rápida para levá-lo ao estado de transe necessário ao acesso de seus registros mnemônicos de vidas passadas, mas desta vez bastou o relaxamento e logo ele se viu no jardim de onde partiríamos para as regressões.

Como da primeira vez, sua avó (desencarnada) estava no jardim à espera dele, porém, desta vez ela apenas observou. Pedi a ele que escolhe um caminho para sair do jardim e o seguisse, o que ele fez em seguida.

O caminho era escuro e quando começou a clarear ele viu-se numa vila, trajando trajes antigos. Decidiu entrar numa igreja que avistara e quando estava em seu interior sentiu que lhe enconstavam uma lança nas costas, virou-se e se deparou com um homem furioso ameaçando matá-lo. Pedi que conversasse com o sujeito a fim de saber o motivo e est lhe disse que ele o havia traído, que havia passado para o outro lado. Pedi que ele lembrasse então do que o tal sujeito falava e ele lembrou então de que havia matado o tal sujeito, assim como vários outros de seus amigos. Estavam numa guerra e ele os havia traído. Era a Guerra Civil Espanhola (1936-1939) onde a Frente Popular (comunistas e anarquistas) e o Movimento Nacional do General Franco, lutavam contra o regime republicano. No final as tropas franquistas, apoiadas inclusive por Hitler e Mussolini, venceram e o General Francisco Franco se auto-proclamou caudilho de Espanha pela graça de Deus. A guerra civil espanhola deixou mais de 1 milhão de mortos.

Nosso consulente era da Frente Popular, provavelmente um membro ativo e de liderança, pois sua família foi aprisioanada pelas tropas nacionalistas com o apoio dos alemães e ele teve que trair seus companheiros para salvar seus familiares. Nesta pequena vila estavam algumas centenas de pessoas que sucumbiram nesse conflito, homens, mulheres e crianças, espíritos que não conseguiram se desvencilhar das fortes emoções sofridas nos momentos que precederam seu desencarne e que nem perceberam que já não habitavam mais um corpo físico.

Disse ao consulente que conversasse com seu antigo amigo e que lhe dissesse que agora estava ali para ajudá-los, a a ele e a todos que ali estavam, reunimos todos e os levamos para o jardim, onde um grupo de espíritos (médicos e outros) já esperavam para tratá-los.

Após nos certificarmos que estavam todos sendo atendidos o consulente partiu por outro caminho. Desta vez viu-se num campo vasto, era uma moça e observava um cavalho encilhado andando sozinho. Pedi que procurasse por alguma casa e a moça viu então uma casa onde havia uma família, um casal e uma criança. Estavam sofrendo e ficaram felizes em vê-la, pois estavam doentes. Pedi que ela lembrasse qual sua relaçaõ com eles e ela lembrou que era a filha mais velha daquele casal, e que os havia abandonado à própria sorte pq eles haviam contraído uma peste. Foram levados para o jardim por ela e atendidos pela equipe de espíritos que já os aguardava.

O consulente desta vez sentiu necessidade de sentar-se num dos bancos do jardim para descansar, momento em que sua avó que estava ali observando aproveitou para sentar ao seu lado e lhe dar alguns conselhos. Após esse breve descanso o consulente partiu por outro caminho e logo viu-se numa galera entre dezenas de remadores, buscando invadir algum território fortemente defendido, deviam estar próximos à costa pois seu navio foi atingido por uma grande bola de fogo, atirada por alguma catapulta que devia estar em terra.

Mais de uma centena de guerreiros, possivelmente vikings, sucumbiram naquelas águas. Assim que o consulente nos relatou o naufrágio já criei vários botes salva-vidas e assim que os viram os náufragos subiram neles e depois o conduziram remando, guiados pelo consulente, até o jardim, onde ele ajudou-os a desembarcar. Nossa equipe de espíritos já estava a postos esperando e logo todos foram socorridos e encaminhados a outro sítio no astral para tratamento.

É evidente que todos haviam morrido afogados mas como plasmaram aquela situação na dimensão astral estavam vivenciando aquele momento 'eternamente', sem perceberem que já estavam 'mortos'. Nestas situações costumo interagir com o a mente coletiva do grupo a ser resgatado criando algo que visualmente represente para eles a salvação, no caso um bote salva-vidas, pois explicar a um grupo enorme a situação real em que se encontram demandaria muito tempo e energia.

Após retirar o último companheiro do bote e entregá-lo aos espíritos socorristas, nosso consulente recebeu um abraço da sua avó, como a lhe parabenizar pelo trabalho cumprido, e logo despediu-se do jardim, voltando à nossa dimensão física. Entre o início da sessão e o término não se passaram mais de 30 minutos, onde foram acessadas três vidas do consulente e resgatados centenas de espíritos que viviam em sofrimento.

Muitos daqueles seres que foram resgatados já se encontram reencarnados, mas aqueles que não reencarnaram mantém a situação plasmada no astral e isso acaba fazendo com que muitos dos espíritos que já estão encarnados se desdobrem inconscientemente e participem de certa forma da angústia dos demais. Dependendo da sensibilidade da pessoa encarnada, ela pode vir a sentir mais ou menos o que eles sentem.

Não é um regressão do tipo 'clássica', onde o consulente revive algum drama pessoal seu, mas sim um trabalho de resgate de consciências que conviveram com ele e que estão sofrendo em outra dimensão.

Este tipo de situação é comum a todos nós, todos temos seres a quem podemos auxiliar, e muitos inclusive que foram prejudicados por nós mesmos em vidas passadas.
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« Responder #6 em: 02 de Dezembro de 2009, 19:58 »

Reencontros

Ao iniciar a regressão a paciente se viu num grande jardim, rodeado por várias construções. Divisou uma rua e seguiu por ela, estava indo em direção a uma igreja e sentia-se angustiada. Entrou, e viu que estava sendo celebrada uma missa. Depois que terminou a missa o padre a convidou para acompanhá-lo, tendo-a levado por um túnel até um local onde ela viu um túmulo onde estava escrito seu nome. Ela ficou ali imóvel vendo sua própria lápide e mais tarde o mesmo padre voltou, com outra vestimenta. A missa era a de setimo dia de sua própria morte. Neste ponto pedimos que ela voltasse a um período anterior à sua morte naqauela existência.

Ela se viu andando em direção a um teatro, onde vários bailarinos se apresentavam, com roupas vermelhas. Ela era coreógrafa e dona de uma escola de dança. Um dos dançarinos era seu marido e ela o viu com outra mulher, ficando com muito ódio. Ela sabia que ele a traía com aquela mulher. Começou a maquinar uma vingança e decidiu envenená-lo. Para a moça com que ele estava ela planejou uma surra em que quebrassem as duas pernas dela, para que não pudesse mais dançar. Ela era muito rica e sabia que ficaria impune pq ninguem descobriria seus crimes.

Ela executou sua vingança conforme planejado. Teve o prazer de ver seu marido vomitando sangue e ainda chutou-lhe o rosto com desprezo. Para a amante dele ela tbm seguiu seu plano à risca, tendo encomendado uma surra que a deixou com as duas pernas quebradas e impossibilitada de voltar a dançar.

Ela porém estava com tuberculose e logo em seguida veio a falecer, voltando ao ponto onde se encontrava no início da sessão, em frente à sua própria lápide. Dali ela saiu vagando sem rumo pela cidade onde morava, provavelmente na França, seguindo a orla de um rio.

Sua próxima existência se iniciou justamente com ela andando na orla de um rio, catando peixes podres para comer. Era uma moça por volta de seus 18 anos que vivia em extrema miséria. Nesse dia se parou a observar um navio que chegara no porto muito carregado e, enquanto o admirava, alguns marinheiros desceram do barco e foram em sua direção. Ela fugiu mas eles a alcançaram, resistiu, mas sem sucesso. Foi estuprada por três marinheiros, sangrou muito e, quando chegou no casebre de madeira onde morava com a mãe, esta a espancou por ela não ter conseguido evitar o que se sucedeu. O tempo passou e com ele a gravidez se tornou visível. Era um filho indesejado que assim que nasceu foi dado para alguma outra pessoa criar. Nessa vida ela morreu velha e sozinha, medigando pelas ruas.

A próxima vida da consulente foi numa região da América do Sul, provavelmente no Peru ou Chile, onde era mãe de dez filhos, tendo todos sucumbidos durante um terremoto. Moravam numa pquena ilha ou península que afundou com o tremor. Vagou durante algum tempo e renasceu no sertão nordestino do Brasil, como homem, um agricultor muito pobre, cuja esposa morreu de fome e ele, para conseguir manter os cinco filhos que tinha vivos, teve que matar algumas pessoas para roubar e ter o que comer. Foram quatro pessoas mortas para que seus cinco filhos sobrevivessem. O mais velho dos filhos, uma menina, foi sequestrada por alguns homens e vendida para um rico fazendeiro da região próxima a Crato, no Ceará, e quando adulta virou beata do Padre Cícero.

Morreu de causas naturais na velhice e foi para o umbral, onde atuou como uma espécie de capataz para algum ser qualquer, até que foi resgatado e levado para uma estância melhor do astral, onde teve um tempo para estudar e se preparar para a próxima encarnação. Lá encontrou muitas pessoas com as quais já conviveu na vida atual, dentre eles seus pais e alguns colegas de trabalho.

Renasceu em uma região menos árida, provavelmente em Minas Gerais, e trabalhava num bordel à noite, onde era bastante devassa segundo ela mesmo, e durante o dia se fazendo de moça direita vendendo terços em frente às igrejas. Queria ser muito rica e se deitava com todos os homens que podia e fez muitos abortos, mas morreu velha e sem nada, tendo sido velada sobre uma tábua com quatro velas ao redor.

A consulente nesta vida não se casou e não teve filhos, mas criou um sobrinho como se fosse seu próprio filho, que é o mesmo espírito que foi filho dela decorrente do estupro que sofreu em outra vida e que fora abandonado por ela. A mãe do menino nesta vida, sua irmã, é um dos cinco filhos dela da vida onde a esposa morreu de fome, justamente a menina que foi sequestrada e vendida a um fazendeiro. O marido que ela envenenou na primeira vida acessada é este que vos escreve este relato.

Vejam como ocorrem os resgates de nossos atos passados e como voltamos a nos encontrar com os mesmos espíritos com quem já nos relacionamos, geralmente em situações que nos propiciam uma nova chance de agir de forma correta.
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« Responder #7 em: 02 de Dezembro de 2009, 23:36 »

Mundos paralelos

Nesta sessão a consulente já se viu no jardim como uma criança de uns oito anos de idade, em frente a uma balsa, na qual ela precisava subir para atravessar um rio e voltar para sua casa. Ela estava voltando da casa de sua avó, para onde costumava fugir de vez em quando. Era uma zona rural e ela sabia o caminho, e a casa da avó distava apenas alguns kilômetros. Ao se aproximar do sítio onde morava viu muitas pessoas do lado de fora da casa, algumas chorando, e ela escondeu-se atrás de uma carroça para espionar o motivo.

Escutou que seu pai estava morto, que se enforcara dentro da casa, e então se aproximou da casa, tendo sido recebida por sua mãe já aos bofetões, esta a acusando de ter sido a causadora de tudo.

O que ocorreu é que a mãe estava cometendo adultério com um vizinho de terras e ela viu. A mãe então achou que ela tinha contado ao pai e que este se enforcara por conta disso. Estava certa em parte, pois o motivo do suicídio foi a traição, mas não tinha sido a filha quem contara a ele.

Logo depois da morte do pai o tal vizinho acabou mudando-se para a casa delas e a situação piorou. O sujeito era violento e batia na mãe dela, além de abusar de suas duas irmãs. Ela tinha tbm dois irmãos mas estes tinham ido morar na cidade em busca de oportunidades de emprego. Alguns anos depois, quando ela tinha por volta de onze anos, o tal homem matou a facadas a mãe dela e as duas irmãs, tento esfaqueado ela tbm, que fugiu para uma mata próxima muito ferida. O homem não a perseguiu pq achou que ela morreria por ali mesmo, mas ela sobreviveu e foi para casa da avó, que já estava 'caduca' e nem sabia quem era ela. Mas ficou por ali até crescer um pouco mais e começar a despertar a cobiça dos homens. Nessa época acabou indo trabalhar em um bordel e lá, após algum tempo, teve entre seus clientes o seu ex-padrasto, aquele mesmo que matara sua família. Este nem suspeitava que aquela moça era a mesma que ele imaginara ter matado, junto com a mãe e as irmãs. Ela 'aproveitou-se' da situação e durante uma relação sexual, o esfaqueou até a morte. Ela saiu dali e procurou seus irmãos que moravam na cidade, tendo vivido com eles até sua morte naquela existência.

A questão interessante neste caso não é a tragédia familiar em si, mas o fato de que todos aqueles envolvidos na situação, com exceção do ex-apadrasto e dela mesmo (a consulente) estão vivendo num mundo paralelo, na dimensão astral.

O pai da consulente quando se enforcou ficou ali na casa e a mãe e as irmãs tbm. Os irmãos continuam vivendo na cidade, só que na dimensão astral. Nenhum deles tem noção de que estão 'mortos', ou seja, sem corpos físicos.

Neste caso achei melhor não informá-los sobre este fato e apenas pedi a consulente que modificasse a situação para que eles fossem se harmonizando aos poucos. Pedi a ela que retirasse o pai da forca, literalmente, e que dissesse a ele que felizmente eles chegaram a tempo de salvá-lo. Ao ser retirado da corda ele ainda disse que preferia estar morto pq sua mulher o estava traindo, ao que ela respondeu que era tudo invenção do tal vizinho que queria ficar com as terras dele. O clima se amenizou, a esposa sentiu-se menos culpada, e eles vão ficar vivendo ali por mais algum tempo, sendo monitorados por dois espíritos da equipe espiritual, que os visitarão de vez em quando, até que estejam mais harmonizados, aí então serão aos poucos esclarecidos da situação em que se encontram. A cidade onde os irmãos dela moravam tbm existe no astral e eles vivem lá, sem saber que não possuem mais um corpo físico.

Assim como esses existem muitos outro 'locais' no astral que reproduzem sitios, fazendas, cidades, etc. onde espíritos que necessitam 'passar um tempo' ali ficam vivendo, a maioria sem saber que está na dimensão astral.

Nossa consulente não tinha nenhum trauma em relação a esta existência que acessou, mas essa 'frequência' de seu passado foi aberta para que aqueles seres envolvidos naquela tragédia familiar deixassem de sofrer. Apesar de não ter sequelas emocionais daquela vida ela estava ligada energeticamente a todos aqueles seres em sofrimento e essa ligação acaba fazendo com que ela eventualmente compartilhasse daquelas emoções.
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« Responder #8 em: 03 de Dezembro de 2009, 12:02 »

Regiões purgatoriais

Temos vidas passadas nos planos sutis e não apenas no plano físico. Nossas passagens pela dimensão astral nem sempre nos trazem lembranças boas, principalmente em regiões purgatoriais, ou seja, em regiões do astral inferior onde se agrupam por afinidade vibratória espíritos portadores de enfermidades da alma. Existe um livro bastante conhecido no meio espírita - Memórias de um suicida - que relata um desses locais, o 'vale dos suicidas', escrito por Yvvone Pereira e tbm temos o livro 'O abismo', de Ranieri, que nos dá um panorama genérico das regiões trevosas. Mais recentemente temos os livros do Robson Pinheiro, como Legião e Senhores da Escuridão, que detalham situações que ocorrem nesses locais da sub-crosta.

Em um atendimento recente a consulente viu-se num desses locais purgatoriais, uma região rochosa, um longo canyon, com várias fendas em seu leito seco e rochoso, onde se agrupavam vários espíritos que foram atraídos para aquele local em função de sua afinidade vibratória.

A consulente entretanto não estava com algum grupo desses, ela era um dos vários seres que 'cuidavam' daqueles espíritos, vigiando-os initerruptamente. A consulente neste período apresentava a forma de um lagarto, rastejando sobre aqueles rochas e observando os seres que ali se lamentavam de seu destino.

Esta região purgatorial era onde ficavam espíritos que, quando encarnados, abusaram da religiosidade das pessoas crédulas, explorando-as monetariamente a fim de satisfazerem suas necessidades egoísticas. Não havia ali nacionalidades ou raças, amontoavam-se juntos naqueles buracos rochosos árabes e judeus, católicos e evangélicos, espíritas, indianos, chineses, etc. O que todos tinham em comum era o abuso da fé alheia, a pilhagem em nome de Deus.

Os vários lagartos que lhes vigiavam 'trabalhavam' para outro ser, que os mantinha como um 'plantel', do qual poderia 'colher' mais algumas almas para sua já extensa carceiragem. Este ser reinava em um trono de pedra sobre uma grande região de cavernas, com muitas centenas de almas aprisionadas.

Assim como aqueles seres quando encarnados iludiam as pessoas com falsas promessas, ali tbm viviam iludidos a espera de um 'salvador' que nunca chegava, a não ser para aqueles que, se rebelando com tal situação, destialvam fluídos afins com uma nova morada, mais abaixo, mais 'próxima' de seu 'salvador'.

Pedimos a consulente que falasse a todos aqueles espíritos como se fosse o salvador esperado por eles, e mudamos sua aparência de modo a que cada espírito a visse como o ser que ele esperava para o libertar. Assim foi feito e cada um a vi e ouviu como se fora o deus que estava esperando, provavelmente aquele mesmo que eles usaram o nome para extorquir e explorar.

Com esse ato foi quebrado o padrão mental de culpa que os mantinha presos ali, achando-se indignos de receberem o perdão divino, de um deus que sequer acreditavam mesmo existir, e foram resgatados pela equipe espiritual que nos auxilia, assim como outras quase vinte centenas de seres que eram mantidos aprisionados nas cavernas do 'senhor' daquela região.

Nesses casos quando a pessoa relembra uma fase de sua vida no plano astral, é comum ocorrer um 'transporte' interdimensional e ela voltar àquela região no momento da consulta, assumindo a forma que tinha quando lá esteve, com a diferença de que está lá no tempo atual, no presente, e assim podemos efetuar o resgate dos seres que lá se encontram em sofrimento purgatorial.

Muitas pessoas se perguntam pq a espiritualidade superior permite que existam tais locais e pq não resgata esses seres sem a ajuda de pessoas encarnadas e médiuns. A resposta é simples, primeiro pq quem está nesses locais precisa passar por uma purgaçẽo dos fluídos densos que agregou a si em virtude de suas más ações, segundo pq é preciso de muita energia, ecotplasma, para esse tipo de resgate, terceiro, pq para os espíritos de luz é muito difícil adentrar nesses sítios vibracionais e a demanda de energia é muito grande, a logística, etc., além disso muitos desses locais são difíceis de serem 'mapeados' pela espiritualidade, mesmo com todo aparato tecnológico de que dispõe, pq os seres trevosos tbm possuem alta tecnologia e se ocultam propositadamente a fim de não serem descobertos.

Nós encarandos temos tudo o que é preciso para esse tipo de resgate, a vibração baixa, o ectoplasma, e a ligação vibratória com esses locais, o que permite que a espiritualidade superior encontre a localização e tenha energia o suficiente para recolher esses seres e transpo-los para regiões intermediárias no umbral, a fim de serem mais facilmente socorridos.
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« Responder #9 em: 03 de Dezembro de 2009, 21:15 »

Um pequeno capítulo da Inquisição

A Inquisição foi um tribunal instituído pela igreja católica na idade média para investigar feitiçaria, heresia, etc.. Na prática era uma forma de coibir toda e qualquer oposião ao poder da igreja, representado na figura do Papa. Muitos de nós participamos desse 'movimento' em várias vidas durante aquele período, algumas vezes como algozes, outras como vítimas, e no caso abaixo, participamos (eu) como um padre que praticava feitiçaria. Vejamos o que se sucedeu.

Na reunião manifestou-se um ser me dirigindo palavras pouco elogiosas, em função de eu ter cometido uma traição contra ele e outros, numa vida passada. Eram os idos de 1300, na Itália, e um grupo de membros do clero, padres, num total de 27, reuniam-se com regularidade para estudar e fazer experiências 'proibidas', onde se misturava a ciência com a magia. Ansiavam pelo conhecimento e faziam experiência com animais, com outros seres humanos e entre eles mesmos, experimentavam feitiços e magias que houviam das pessoas 'comuns', possivelmenta acossadas por eles em função da Inquisição. Essa entidade e eu éramos membros desse grupo de 27. Segundo ele eu os traí e todos morreram por conta disso.

Essa entidade era responsável por 18 cidades nas regiões umbralinas, de onde resgatamos todos os seres que lá se encontravam, uma quantidade bastante expressiva. Após o encaminhamento desses seres, inclusive da entidade manifestante, que teve sua mente vasculhada em busca de informações antes de partir, um outro padre daquele grupo se manifestou, afirmou que era mantido prisioneiro numa daquelas cidades pelo outro, a quem identificou como Onofre. Este sentia muitas dores e demos uma 'melhorada' nele, que comentou que eu 'ainda estava envolvido com magia' e então nos deu mais detalhes sobre o que ocorreu naquela existência.

Ele disse que para a época, éramos um grupo grande, 27 padres, e que nos movia o interesse em desvendar os mistérios da vida, pois tudo era proibido. Começamos então a fazer experiências de magia, experiências com animais, fazíamos tbm orgias sexuais e, segundo ele, quando indaguei se não sacrificávamos pessoas, ele disse que 'usamos' como cobaias dois serviçais que já 'estavam morrendo'.

Esse ser afirmou que eu convoquei eles todos para um ritual onde todos fariam sexo com uma mulher que depois sería sacrificada. A idéia era a de que a troca de energias sexuais nos daria alguns 'poderes' ou algum tipo de 'força mágica'. Eu teria convocado a reunião com a intenção de entregá-los aos nossos maiorais, com a finalidade de me resguardar e de ser o único a deter o conhecimento de alguma coisa que imáginavamos saber ou possuir, ou seja, por interesses menos nobre, maldade, egoísmo, orgulho e vaidade. Eles foram descobertos e mortos, todos foram esquartejados, saindo eu incólume após essa inominável traição ao grupo do qual fazia parte. Aquela primeira entidade, o Onofre, tinha toda razão em me odiar mas, enfim, esse outro padre disse tbm que suas familias sofreram pq elas recebiam uma certa quantia a título de ajuda por conta deles serem padres, disse que seus familiares tiveram suas casas queimadas e sofream muitas privações pois deixaram de receber essa ajuda e ainda ficarm estigmatizados. Disse que naquela vida eu era 'rico' e não sofrera como eles. Após essas 'revelações' sobre meu passado trevoso, encaminhamos o tal padre para nossa equipe espiritual, que o ajudará a recomeçar sua jornada evolutiva em melhores condições.
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« Responder #10 em: 04 de Dezembro de 2009, 07:50 »

Profissão: Terapeuta

Atendimento de uma mulher que trabalha com terapeuta (reiki, floral, numerologia, radiestesia, etc.) há cerca de nove anos, segundo nos informou. Estava com dificuldades na vida, pouca procura pelo seu trabalho, dificuldade de recolocação no mercado, etc. Tinha sensação de 'inchaço' no corpo todo, como se estivesse 'estufada'.

Logo que sintonizou com a consulente uma das médiuns incorporou um espírito feminino, que afirmou estar junto dela há três anos, tendo ido parar junto dela pq sua sobrinha (encarnada) a procurou para algum tipo de consulta, disse ter ficado junto dela pq achou que ela a encaminharia para algum lugar. Uma vez esclarecido este espírito, logo se manifestou outro na mesma médium.

Este segundo ser afirmava que ela era 'metida', que 'a casa era dele' e que não iria sair. Conversando com ele soubemos que um casal de pessoas (encarnadas) mudara-se para a casa onde ele morava quando vivo e que este passou a 'assombrá-la' na tentativa de afugentar os 'invasores'. Na realidade a casa deste homem já havia sido demolida e construíram outra no local, mas ele a enxergava da maneira que era quando ele era vivo. A consulente, em sua atividade de 'terapeuta', nos relatou que há alguns anos atrás fazia este tipo de trabalho de 'limpeza' em residências. Este homem havia morrido em 1928.

Dialogamos com ele, perguntamos sobre seus familiares, e logo ele percebeu no ambiente a esposa, tendo aceitado ir embora com ela com certa relutância.

Uma terceira entidade se manifestou em outro médim, gargalhando ruidosamente. Era um ser da linha 'africana', manifestando trejeitos de exu. Mandei ele parar com o 'teatrinho' pq ninguém ali se impressioanava com essas coisas e pedi que dissesse logo qual sua ligação com a consulente. Outra médium captou (inclusive o cheiro) de um cadáver em decomposição, com a cabeça partida. Juntamos as peças e descobrimos que em uma vida passada a tal entidade 'africana' era 'pai-de-santo' de um terreiro de macumba, sendo a nossa consulente uma de suas 'filhas'. Tendo ele se apaixonado por ela e não sendo correspondido, recorreu a tudo quanto foi feitiço para conquistá-la, e não obtendo sucesso, decidiu fazer um trabalho para 'acabar' com ela.

Foi a um cemitério e profanou um túmulo, abrindo a cabeça do cadáver em decomposição fez ali seu feitiço. Naquela existência a consulente veio a falecer de uma doença, possivelmente fruto do tal trabalho mesmo, uma vez que ela era já comprometida com esse tipo de atividade.

Uma vez desencarnado, o tal pai-de-santo percebeu que 'grudado' a ele estava o espírito que habitara o corpo daquele cadáver que ele profanou e, ambos, juntos com a consulente. Este ser era um tanto perverso e enquanto conversávamos dois dos nossos guardiões (exus) se posicionaram ao lado dele. Por fim, após conversarmos com ele, o ajudamos a 'esquecer' seu antigo amor para poder começar uma nova etapa em sua jornada evolutiva. O outro ser tbm foi socorrido e encaminhado ao hospital do astral.

Logo em seguida as médiuns captaram uma outra situação. Uma moça que caíra numa vala de trincheira da 2ª Guerra Mundial, sendo observada por outras duas que nada puderam fazer para ajudá-la. Uma dessas duas era a consulente, que naquela existência, provavelmente a sua existência anterior a vida atual, contrariando as ordens de seus pais convidou as amigas para brincarem naquele local, inclusive insistindo ante a recusa das amigas. A jovem que caiu na vala quebrou o pescoço e as pernas, tendo morrido rapidamente.

Resgatamos a moça mas a cena continuava a aparecer, então averiguando uma das médiuns percebeu que haviam sido cavado túneis ligados àquelas trincheiras, provavelmente para proteção contra ataques aéreos, e que muitas pessoas haviam padecido ali, soterradas por desabamentos durante os bombardeios. Somente após o resgate destas pessoas conseguimos 'desmanchar' este sítio do astral.

Desdobramos para que se verificasse onde ela 'andava' quando desdobrada e então uma das médiuns viu uma cena onde 13 bruxas formando um círculo dentro de um galpão de madeira, observavam uma fogueira ao centro, onde uma mulher estava sendo queimada. Esta mulher era a consulente.

A líder do grupo de bruxas percebeu que estava sendo observada pela médium e se dirigiu enfurecida ao grupo. Tendo incorporado nesta mesma médium, conversamos um pouco, tendo ela me dito que desencarnara no século XVI. Ela questionava nosso direito de interferir no ritual da sua 'irmandade', pois todas que estavam ali se afinizavam, etc. Perguntei o nome da irmandade e ela disse que se chamavam de 'valentinas' e que todos os anos no dia 13 de outubro uma delas era queimada em honra ao seu deus. Perguntei como era o 'sorteio' e ela disse que ela era 'comunicada' pelo 'alto' de quem deveria ser. Logicamente nunca era ela que devia ser queimada. As outras 12 bruxas tbm estavam todas desencarnadas mas só estavam ali por medo desta bruxa que conversava comigo. Ofereci 'asilo' e proteção contra a tal bruxa e todas aceitaram. Após conversar mais um pouco com ela apaguei sua memória para que fosse tratada e mais facilmente reconduzida ao processo reencarnatório.

A médium que incorporou a bruxa 'líder' já as havia visto duas noites antes quando, em sonho, foi levada àquele local. Quando acordou imaginou que se tratava de alguma lembrança de uma vida passada sua e de outra médium pois não sabia que era relativo ao atendimento que faria dias depois. Somente na hora do atendimento é que percebeu que seu sonho era já parte do atendimento que estávamos realizando.

Para finalizar, os médiums perceberam a consulente meio 'inchada' no astral e então a médium lembrou que em seu sonho ela fazia uma espécie de massagem no tronco da consulente, apertando-o, e dele saíam gases, como uma névoa acinzentada.

Pedi que ela repetisse o ato e ela o fez mentalmente. Então ela e outra médium viram a tal névoa saindo de dentro da consulente e perceberam que se tratava de um ser. Perguntei à consulente se ela já havia feito algum aborto e ela disse que sofrera um aborto espontâneo aos dois meses de gestação, há mais de vinte anos. Era este ser que estava 'dentro' dela. Demos uma breve olhada e vimos que este ser fora mãe dela em uma vida anterior e depois o encaminhamos para a equipe espiritual.

Ser terapeuta não é uma atividade para qualquer um. Não basta ler algumas apostilas e encher a sala com bonequinhos de anjos, cristais, pêndulos, mandalas, figuras de 'mestres', etc.

É preciso que se tenha algum conhecimento da realidade astral e uma intenção verdadeira de ser um instrumento do Criador no auxílio aos seus companheiros de jornada, para assim angariar o auxílio dos bons espíritos, ter ética e responsabilidade, não prometendo aquilo que não pode cumprir, pois ninguém está acima da Lei.
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« Responder #11 em: 05 de Dezembro de 2009, 20:18 »

Problemas conjugais

No atendimento de uma mulher recém-separada do marido, e visivelmente abalada emocionalmente, rodopiava uma 'entidade' feminina do tipo 'afro', dizendo a uma das médiuns que a mulher estava assim pq tinha missão na Umbanda e que não estava lhe 'recebendo', ou 'dando passagem'. Como já temos alguma kilometragem nessa estrada, pedi pra uma das médiuns 'puxar' a entidade pra incorparação, a fim de bater um papinho com ela. Nem foi preciso desmascará-la pois uma das médiuns percebeu que ela não era de umbanda coisa nenhuma, queria era arrastar a consulente pro trabalho sim, mas em terreiros de 'nação', onde se matam animais e se encomendam trabalhos para qualquer tipo de coisa.

A 'entidade' incorporou em outra médium e começamos a conversar, ela ria muito, parecia até uma 'gira', e durante a conversa fui 'explorando' a relação entre as duas e chegamos no seguinte: essa 'entidade' na verdade era um espirito 'amigo' da consulente, já tinham 'trabalhado' juntas antes e tinham uma forte ligação. É comum ao conversarmos com essas entidades elas dizerem que só sabem fazer isso, que sempre fizeram isso, etc., e que não sabem nem como mudar. Nesses casos costumo fazer o espírito regredir, vendo flashes de algumas vidas passadas dele, para 'quebrar' um pouco a ligação com a última personalidade e ele perceber que tem outras opções, pois já 'foi' outras pessoas antes e fez muitas outras coisas.

A primeira lembrança que ela teve não ajudou muito, era um carrasco e cortava cabeças, mas depois se viu numa senzala, como uma preta velha, ajudando os outros negros, todos feridos e machucados, ministrava-lhes chás e usava ervas para tratar de seus ferimentos. Ao recordar isso, já demonstrando uma maior consciência, ela disse que não gostava de ser preta, que no íntimo lhe incomodava ser negra. Voltamos a uma vida anterior e então lá está ela novamente envolvida com o preconceito.

Ela era filha de um fazendeiro, dono de escravos, e se engraçou com um negro da fazenda, que inclusive já tinha uma mulher. Acabou engravidando do negro e fez um aborto, mas a familia descobriu. O negro foi posto no tronco e apanhou quase até a morte, só não o mataram logo pq queriam que ele sofresse ainda mais quando soubesse da morte de sua esposa, que foi violentada e morta pelo feitor da fazenda. Mas morreu amarrado ao tronco mesmo pois a surra e o desgosto pela morte da esposa foram demais pra ele.

O espírito de sua mulher, quando foi morto pelo feitor, ficou com tanto ódio que logo que se desprendeu do físico transformou- se num 'monstro' e atacou ferozmente o feitor encarnado. A violência do ataque foi tão forte que o feitor foi desdobrado por ela e era arremessado contra as arvores que haviam por perto. A negra morta começou a obsidiar o feitor e este, algum tempo depois, ficou louco e, invadindo a 'casa grande', degolou os patrões, a família toda.

O que encontramos no astral foi essa fazenda com quase todos os seus habitantes ainda cumprindo seus papéis terrenos, a casa grande com os patrões, a senzala cheia de negros escravos, o negro aquele no tronco, o feitor vagando ainda 'louco', etc. Efetuamos o resgate de todos esses irmãos e eles foram encaminhados ao posto de socorro.

Quanto à consulente, afirmou que odiava muito o marido e queria saber qual a ligação que tinha com ele. Assim que sintonizou com a situação, uma das médiuns sentiu uma bofetada no rosto e, questionando a consulente, viemos a saber que o marido batia nela.

Averiguamos o passado dos dois e vimos então a consulente como uma bela cafetina, proprietária de um prostíbulo, e o marido como um 'freguês' que se apaixonou por ela. Utilizando se suas habilidades femininas, ela tirou literalmente tudo que o sujeito tinha, deixou-o, juntamente com sua família pois ele tinha esposa e flhos, na miséria. E quando este não tinha nada mais a lhe dar, ela lhe deu um 'pé-na-bunda' . Naquela vida ela foi morta a facadas pelas próprias 'meninas' que trabalhavam pra ela, que queriam roubar-lhe o dinheiro que guardava.

Em uma outra existência depois dessa já tinham se reencontrado, ela e o marido, desta vez ela apaixonada por ele, mas ele sem ter superado os 'traumas' da existência anterior, já lhe agredia fisicamente naquela existência, fato que continou na vida atual. A consulente não foi totalmente honesta ao responder algumas perguntas que lhe fizemos pois pela nossa observação ela já havia, nesta vida, 'recebido' alguma entidade em terreiros, mas ela apenas disse foi nesses locais uma ou duas vezes acompanhando uma irmã, entretanto, 'quase' incorporou durante a sessão, chegava a se tremer toda na cadeira. Ela disse que 'ela mentia mas que o marido tbm mentia' e comentou algo sobre o negócio que ela, esse marido e um irmão mantém juntos, insinuando que o marido estaria lhes roubando, querendo 'saber' ser era isso mesmo. Lhe informamos que não era esta a finalidade do atendimento espiritual e que se ela quizesse saber isso que procurasse um contador. Como costuma acontecer geralmente, os maiores beneficiados nos atendimentos de apometria são os desencarnados, que realmente estão sofrendo e não conseguem mudar seu estado energético, pois a maioria das pessoas quer apenas se livrar do 'encosto' ou que alguém lhe faça previsões sobre seu futuro, se 'deve' fazer tal ou qual coisa para se dar bem na vida.

Os 'bons espíritos' que nos auxiliam não se metem em questões que nós mesmos temos que resolver e nem dão 'orientações' de como devemos proceder nesse ou naquele caso, principalmente em questões conjugais. Mas quem procura encontra e quem coloca a responsabilidade de guiar sua vida nas mãos de 'videntes' acaba perdendo de vez o rumo de sua vida pois negligencia seus deveres para consigo mesmo.

Os espíritos não irão resover todos os nossos problemas, eles não tem todas as respostas e nem estão à nossa disposição para este tipo de coisa. Cabe a cada um assumir a responsabilidade pela sua vida.


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« Responder #12 em: 10 de Dezembro de 2009, 23:54 »

Ministério da reencarnação - das trevas

Atendimento de uma menina de 14 anos com diagnóstico de dermatite aguda. Segundo informações da irmã, que a acompanhava, isso surgiu quando ela tinha dois anos e meio de idade e os médicos afirmam que se trata de doença psicossomática. É um casos semelhante a outro que atendemos recentemente, onde a menina tinha psoríase, só que este bem mais agravado pois o corpo todo da menina está tomado por estas feridas.

Em comum nos dois casos a violência contra escravos negros da época da escravatura aqui no Brasil. A consulente fora esposa de um 'sinhozinho', que era bom para os escravos segundo um deles que se manifestou através da psicofonia, mas depois que ele morreu ela demonstrou ser bastante cruel com os escravos e inclusive os marcava a ferro para que não fossem confundidos com os de outras fazendas, caso fugissem. Fora essa bolsão de escravos, ainda havia muitos outros seres que a consulente vitimou através do fogo e de ácidos.

Um destes seres foi auxiliar dela em uma existência onde ela fazia experiências médicas com seres humanos, em passado remoto, e na existência seguinte nasceu como filho dela. Nessa outra vida foi ela novamente fazia este tipo de experimento e foi descoberto, tendo ela sido proibida. Sem ter cobaias, ela utilizou o próprio fillho como cobaia em suas experiências. Conversando com este ser, ele afirmou que trabalhava no plano astral em uma casa cheia de crianças, com um tal de 'Seu Antônio', que as preparava para a reencarnação.

Investigando a veracidade das afirmações deste espírito, descobrimos uma organização trevosa que realmente preparava as crianças para reencarnar, mas com a finalidade de serem 'do mal', uma espécie de 'ministério da reencarnação', só que ligado a entidades trevosas.

Antes de efetuar os procedimentos de acoplamento desses espíritos, eles eram submetidos a sessões de 'cinema', onde assistiam filmes com cenas de muita violência e sexo desregrado, entre outras coisas ruins, a fim de reproduzirem isso quando encarnados.

A entidade que fora filho da consulente realmente acreditava que o 'Seu Antônio' era um espírito de luz e as próprias crianças de lá tbm, pois ele as tratava bem até a hora da 'sessão de cinema' e aqueles não voltavam mais para o convívio dos demais. Essa 'base' estava ligada a inúmeras outras e foram todas desativadas e as crianças resgatadas. Esse espírito questionou o pq dele ter sido enganado 'esse tempo todo' pois ele acreditava que estava fazendo algo de bom para as crianças. Através de nosso comando, ele lembrou então de uma vida passada onde ele era quem enganava outras pessoas, era exímio jogador de cartas e dono de uma 'lábia' muito boa, aliás, esse foi o motivo dele ter sido 'recrutado' pelo 'ministério' para este trabalho, pretendiam utilizar a lábia dele para enganar as crianças. Mas perceberam que ele era tão ignorante que não percebera a realidade do que acontecia ali e então o deixaram acreditando que atuava para o 'bem'.

Ainda ligado à menina que estávamos atendendo, havia uma entidade de 'terreiro', do tipo 'gira', por conta de um trabalho que fora feito para separar o pai dela de sua mãe. A menina é fruto do segundo casamento de seu pai e a primeira mulher dele havia procurado um terreiro e contratou um trabalho para separá-los.

Acontece que a entidade que foi ligada ao trabalho no tal terreiro era antigo comparsa da menina de outras vidas. A entidade e a  menina eram inimigas da mãe da menina e da primeira mulher do pai dela, a que contratou o trabalho. Além disso, várias outras entidades do tal terreiro tinham sido vítimas da menina em outras vidas e por conta do tal trabalho acabaram 'encontrando' ela, passando então a querer desforra.

Segundo a nossa equipe espiritual, além do retorno cármico de seus próprios atos, a dermatite da menina é devida principalmente à aversão pela sua própria mãe, em nível inconsciente, pois eram inimigas ferrenhas no passado.

O que pudemos fazer foi resgatar os seres ligados a ela, os bolsões, esclarecer os seus credores que trabalham no tal centro, resgatamos aquelas crianças que seriam 'reencarnadas' e apagamos a memória inconsciente ativa da mãe dela e dela tbm para amenizar a rejeição. É um caso que pode ser amenizado mas dificilmente a menina vai obter uma melhora considerável pois no passado ela fez muito mal a muita gente, sempre provocando queimaduras nas pessoas, seja com fogo ou com ácidos, entretanto, o resgate dos seres ligados a ela vai lhe aliviar bastante o espírito, a nível psicológico, e isso vai lhe propiciar uma melhor qualidade de vida pois muitos outros 'ex-colegas' dela que estão habitando regiões trevosas a querem 'de volta' e estão apostando que ela não vai suportar viver com o corpo desse jeito e vai se matar.
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« Responder #13 em: 11 de Dezembro de 2009, 06:53 »

Estratégia sombria
 
Em nossa reunião semanal apareceu um ser 'apertando' a cabeça de uma médium que está em desenvolvimento ainda. Quando fomos tratar o caso, como de praxe costumamos fazer, enquanto eu converso com a entidade os médiuns vão verificando as ligações dela com outros seres, se tem espíritos escravizados, etc. Costumamos 'coletar' as informações da mente desses espíritos e através das ligações dele descobrir bases e laboratórios.
Esse reclamava que estávamos 'invadindo' o território deles, pra variar. No desenrolar dos trabalhos descobrimos várias bases localizadas em regiões geladas do globo com inúmeros espíritos escravizados. Resgatamos os espiritos dessas bases e tbm descobrimos outros presos em ruínas na região do Oriente Médio. A intenção nesse caso era manter uma energia psíquica 'pesada' nesses locais para continuar incitando as milenares guerras que ocorrem nessa região. mas o ser não queria saber de se modificar, apesar de nossas tentativas de trazê-lo à razão. Ele dizia que estava tudo combinado, que sabia para onde iria (o planeta do exílio) e que não ia se modificar. Tentamos por várias vezes, aliás, enchemos o s... do tal ser mas nada adiantou.
 
Por fim dois guardiões o levaram e então a médium pela qual ele estava se comunicando revelou os motivos dele. Um grupo de entidades trevosas sabe que vai ser exilado e já estão de antemão se preparando para reencarnar naquele planeta com 'funções' definidas. Estes como o que apareceu em nossa reunião estão 'entregando' as bases onde eles não tem mais interesse em atuar, liberando espíritos para resgate à guisa de 'isca' para nos satisfazer e eles continuarem se preparando para montar um império no planeta-exílio.

Ele galhofava e se dizia um 'homem-bomba', estava tranquilo pq os seus superiores já conhecem nossas estratégias e o 'prepararam' para o trabalho, deixando na memória dele apenas aquilo que eles queriam.

Nossa equipe espiritual nos informou que muitos mais com esse estratagema serão enviados ao nosso grupo, e provavelmente a outros tbm, mas que mesmo eles pensando que estão nos enganando, muitos espiritos serão libertados e muitos desses mesmos acabarão se 'convertendo' à ultima hora.

É mais uma estratégia desses nossos irmãos de jornada que não admitem 'ver' a luz e pretendem prolongar seu império trevoso até mesmo nesse novo exílio.
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« Responder #14 em: 12 de Dezembro de 2009, 10:21 »

Mantra de purificação

O consulente relata ter dificuldade de expressar seus sentimentos, principalmente quando é para se 'defender', isto é, quando alguém o destrata  ele não consegue 'revidar' verbalmente. Tbm relata que rejeitou dois filhos seus quando soube que a esposa estava grávida, chegando mesmo a propor que ela fizesse um aborto. Atualmente se diz envergonhado dessa atitude e que os filhos são ótimos (já estão adultos), não lhe dão problemas de nenhuma espécie, etc.

Aberta a frequência logo surgiu um espírito que havia morrido com a cabeça decepada, ligado a ele havia um bolsão de espíritos sofredores, mais de trezentos, que tiveram a mesma morte. Este ser fora contemporâneo do consulente em uma vida passada, por volta do ano de 1639, e todos foram mortos por se rebelarem contra um suserano local ou rei de alguma região da Europa.

Este espírito não tinha noção de que estava 'morto', mas era atraído para a casa do consulente e imaginava que estava sonhando quando o via. Ele tentava 'alertar' o consulente de que o carrasco que havia lhe cortada a cabeça vivia na casa dele. Descobrimos que os dois filhos que o consulente rejeitara eram dois dos quatro carrascos que haviam matado aquela gente.

A atual esposa do consulente, que tbm estava presente na consulta, era uma espécie de 'insufladora' do povo, os instigava a se revoltar e reclamar mas ela mesmo não fazia nada, ficava às escondidas. O tal ser disse que eles não gostavam dela por conta disso e nos revelou que eles a mataram apedrejada.

Para piorar a situação do consulente, ao lado de sua residência existe um 'terreiro' de macumba e os seres que 'trabalham' naquele local eram todos comparsas do consulente e de sua esposa, de vidas passadas onde eram todos feiticeiros. Eles tinham um acordo de que os que esetivessem encarnados 'trabalhariam' com os desencarnados, mas reclamava (o que se manifestou pelo grupo) que eles não estavam cumprindo sua parte e por isso eles ficaram na 'casa ao lado', pois em desdobramento ambos, o consulente e sua esposa, estão trabalhando com eles em magia negra.

Além de vários outros espíritos de baixa vibração na residência do consulente, havia um em formato de cobra, uma imensa naja. Este ser fora transformado pela esposa do consulente no passado e ainda estava aprisionado a ela, que o usava em seus rituais e trabalhos de magia negra quando desdobrada.

A esposa do consulente, infelizmente para ela, tem a falsa idéia de que 'não tem problemas' por conta de seguir uma religião que segundo ela a fez reconhecer 'a verdadeira natureza de seu ego' e que 'recita' mantras de 'purificação' que ela acredita que 'purificam' suas vidas passadas, a presente e as futuras. Ela afirmou ainda que conhece muito bem a Lei do Karma.

Até tentamos lhe fazer ver que isso é uma ilusão, que nenhum mantra tem o poder de purificar ações passadas, presentes e as que ela ainda nem fez. Se bastasse recitar algum mantra para se purificar não precisariamos da Lei do Karma, mas enfim, cada um acredita no que quer. A orientamos a estudar alguma outra coisa que a fizesse entender que existe, por exemplo, o desdobramento inconsciente, e que ela desdobrada está gerando karma negativo para ela mesma, mas creio que foi em vão.
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