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GERAL => Psicologia & Espiritismo => Auto-Conhecimento => Tópico iniciado por: HelenaBeatriz em 18 de Setembro de 2010, 17:17

Título: Por que ser menos crítico?
Enviado por: HelenaBeatriz em 18 de Setembro de 2010, 17:17

PESSOAS CRÍTICAS


Nós estamos constantemente julgando outras pessoas, a nós e nossas situações.
Parece que a vida é um constante show da realidade com um painel de juízes sempre em evidência. Mas, a natureza de julgamento da mente, não vai dar-nos paz ou felicidade.
Para alcançarmos a verdadeira paz interior,  temos que ir muito além do jogo de julgamento de 'inferioridade' e 'superioridade', 'certo' ou 'errado'.

Por que deveríamos ser menos críticos?
Nós Sofremos

Quando julgamos os outros, é difícil não ter um sentimento (consciente ou inconscientemente) de superioridade/orgulho.
Quando julgamos os outros, nós baixamos nossa própria consciência.

"Se nós julgamos os outros com a nossa mente humana apagada, com a mente intelectual, com a mente sofisticada, as pessoas que julgamos não perdem um pingo de sua realização, de sua realidade. Mas nós perdemos.
Como é que perdemos? Quando começamos a duvidar de outros, oferecemos algo de nossa própria existência para o mundo exterior, algo de nossa própria realidade e, eventualmente, nos tornarmos muito fracos. " - Sri Chinmoy (1)


PODEMOS ESTAR ERRADOS


Ao julgar os outros estamos sempre a julgar apenas uma pequena parte da sua natureza. Pode até ser uma informação de segunda mão. Podemos ouvir a opinião de alguém e levá-la como uma fofoca. Mas, quem pode dizer que eles não colocaram a sua própria inclinação e perspectiva sobre a outra pessoa?

Mesmo quando parece que conhecemos em primeira mão a alguém, pode ser que interpretemos mal as suas motivações e atitude interior.
Nunca podemos saber o que está acontecendo dentro de uma pessoa. Cada um está lutando suas próprias batalhas e tentando ser uma pessoa melhor em sua própria maneira. Não podemos esperar que todos estejam na fase de santidade nesta encarnação.

COMO NÓS GOSTARÍAMOS DE SER JULGADOS?

Quando fazemos algo de bom, naturalmente, queremos que o mundo inteiro saiba sobre aquilo. Mas, quando fazemos algo ruim ou infeliz, nós preferimos que aquilo seja mantido em segredo.
Se tomamos prazer nas desgraças das pessoas, cometemos um grande erro, e é provável que aconteça conosco.

COMO SER MENOS CRÍTICO
Seja simpático!

Quando vemos alguém fazendo algo errado, nós podemos sentir que aquilo é algo que nós poderíamos estar fazendo de errado também.
Ironicamente, quando nós criticamos as falhas nos outros, muitas vezes temos os mesmos erros nós mesmos.
Se nos lembrarmos que estamos tão propensos a julgar e fazer a coisa errada, então isso nos dá mais compaixão e compreensão.


SEJA SOLIDÁRIO, NÃO CRITIQUE!


Julgar os outros raramente ajuda a mudar o comportamento do outro para melhor. Ser solidário pode mudar.


CONCENTRE-SE EM SER FELIZ


Quando ficamos atolados em julgar os outros, nós não vamos ganhar muita felicidade.
A felicidade vem de apreciar as coisas boas da vida, não para dar sermões sobre as falhas do mundo.


OLHE PARA AS PESSOAS COMO UMA GRANDE FAMÍLIA


Se um relativo próximo de nós faz algo errado, estamos mais dispostos a perdoar e ver as suas melhores qualidades. Ao julgar colegas de trabalho ou amigos, tentemos vê-los como uma extensão de nossa família, de nós próprios, isto nos dará uma abordagem mais compreensiva.


ESTAR CERTO NÃO É COISA MAIS IMPORTANTE


Ao julgarmos os outros, há um forte desejo de estarmos certos e apontarmos os outros como errados. Mas a vida não é sobre estar certo ou errado, é muito mais... É sobre silenciosamente dar uma contribuição positiva.

JULGUE SOMENTE A SI MESMO

"Por que você olha para mancha de serragem no olho do teu irmão e não presta atenção á madeira no seu próprio olho" Mateus 7:03
Não julgueis, pois, para não serdes julgados; porque com o juízo que julgardes os outros, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão também a vós. (Mateus, VII: 1-2).

Se tivermos tanta necessidade de emitir julgamentos, de julgar, voltemo-nos para nós mesmos e procuremos ver como  poderíamos melhorar-nos como pessoa.

Não cometamos o erro de culpar as nossas dificuldades em outros. As dificuldades vêm de algum defeito no nosso próprio carácter.


LIDANDO COM PESSOAS CRÍTICAS


Algumas pessoas são muito críticas.
Elas têm o hábito de fazer-nos sentir pequenos/culpados. Além disso, incentiva-nos a ser críticos também, em retorno;  começamos a nos defender ou começamos a julgar os outros - unindo-nos em seu jogo de julgar as pessoas.

Também pode ser difícil discordar de pessoas críticas, já que muitas vezes elas podem ter profunda convicção em suas crenças, em suas "verdades".

A melhor maneira de lidarmos com pessoas críticas é não desafiá-las diretamente, mas, permitir-lhes seguir seu caminho, enquanto mantemos a nossa abordagem tranquila.

Não nos preocupemos em ter a última palavra ou defendermo-nos. Se as críticas forem injustas, de amigos ou sobre nós, sempre poderemos apontar para as boas qualidades. Mas, é improvável que mudemos a natureza das pessoas, por isso não esperemos muito.


Mensagem tirada do blog: http://www.srichinmoybio.co.uk/blog ;
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: filhodobino em 18 de Setembro de 2010, 17:25
Bondosa Irmã,
Como foi difícil aprender... nasci pedra de tropeço, meu destino era criticar, e sempre como dono da verdade e munido de argumentos que a média das pessoas não conseguiam responder-me... calavam-se com raiva...
Outra boa parte, calavam-se em comiseração à minha ignorancia... deixavam-me seguir...
Outra parte se revoltava e despejam sobre mim um caminhão caçamba carregado de abacaxís... era um expinheiro só... deixa ficar espinheiro com "x", pois quero exprimir expiação..

Neste resumo, perdoe a conjuminância da presopopéia... está resumida a razão pela qual deixei de ser pedra de tropeço nesta encarnação...
Louvado seja N.S.J. o Cristo...
Saúde e Paz!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mourarego em 18 de Setembro de 2010, 17:32
Pois é maninha Helena,
a coisa toda se resume em nosso umbigo, só devemos olhar para ele , julgar por ele, e nos manifestar por ele.
Dessa assertiva, retirada de um julgamento do que a mensagem nos trás se conclui uma coisa básica:
Deus é um otário! E um otário metido a saber de tudo, pois que nos dotou de intelecto e razão.
Se ele que é ominiciente, ou seja que sabe de tudo e que a tudo conhece nos mínimos detalhes nos veio crear com estes atributos, estupefata sente-se a nossa razão, quando nota que mesmo com esta dotação única já que apenas ao Ser Humano Ele dotou deste modo, não tenha sido para que este ser humano não a usasse. é... Deus é um borra botas mesmo.
Sabe amiga, falata a muitos de nós o discernimento de  conjugar o que se lê com aquilo que a doutrina ensine, e mais ainda, um fato mais simples e até pueril: de nos lembrarmos sempre, de que a nossa visão deve estar aliada aos ensinos codificados.
Mas não, aceitamos a qualquer coisa, de qualquer site, blog ou livreco, não as complusamos com os ensinos doutrinários, mas na hora certinha, queremos ser médiuns, trabalhar junto aos Espíritos Sempre Superiores, ou dar valiosas lições de doutrina... eu pergunto: como, se nós falta tal conhecimento?
Sem isso, não nos podemos dizer senão, "simpatizantes" não do Espiritismo mas do Espiritualismo. Mesmo a diferença entre esses dois vocábulos é desconhecida de uma grande extensão de Espíritas sabia?
Não amiga Deus não é esse borra botas que se vê da página postada nesse blog, "Deus É", e isso diz tudo.
Acima de tudo e de todos podendo por e dispor desses dois fatores, esse o Deus que eu reconheço, não o outro, que nos dota de atributos de que não necessitamos para o uso no dia a dia.
Note, maninha Helena, a minha crítica posto que é mesmo uma crítica não se refere a nada seu , pois que, até a página não é de sua autoria, logo, analiso fatos, idéias e isso sim, é necessário que se faça, Espírita ou ateu, branco ou negro, afinal se somos dotados de razão, inteligência moral e intelecto, é que isso é que nos serve de ferramentas em todos os setores da vida, encarnada ou não.
Abração,
Moura
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: filhodobino em 18 de Setembro de 2010, 17:53
Amados Irmãos companheiros de jornada:

Por gentileza, conjuguem a assertiva inserida no post anterior e abaixo destacada, e a citação em vermelho e teremos aprendido a sair da volta do nosso umbigo...

Citar
Pois é maninha Helena,
a coisa toda se resume em nosso umbigo, só devemos olhar para ele , julgar por ele, e nos manifestar por ele.
Ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/por-que-ser-menos-critico/msg146817/?topicseen#msg146817#ixzz0zts1bwMo

O homem no mundo
10. Um sentimento de piedade deve sempre animar o coração dos que se reúnem sob
as vistas do Senhor e imploram a assistência dos bons Espíritos.
Purificai, pois, os vossos corações; não consintais que neles demore qualquer pensamento mundano ou fútil.
Elevai o vosso espírito àqueles por quem chamais, a fim de que, encontrando em vós as necessárias disposições, possam lançar em profusão a semente que é preciso germine em vossas almas e dê frutos de caridade e justiça.
Não julgueis, todavia, que, exortando-vos incessantemente à prece e à evocação mental, pretendamos vivais uma vida mística, que vos conserve fora das leis da sociedade
onde estais condenados a viver.
Não; vivei com os homens da vossa época, como devem viver os homens.
Sacrificai às necessidades, mesmo às frivolidades do dia, mas sacrificai com um sentimento de pureza que as possa santificar.
Sois chamados a estar em contacto com espíritos de naturezas diferentes, de caracteres
opostos: não choqueis a nenhum daqueles com quem estiverdes.
Sede joviais, sede ditosos, mas seja a vossa jovialidade a que provém de uma consciência limpa, seja a vossa ventura a do herdeiro do Céu que conta os dias que faltam para entrar na posse da sua herança.
Não consiste a virtude em assumirdes severo e lúgubre aspecto, em repelirdes os
prazeres que as vossas condições humanas vos permitem.
Basta reporteis todos os atos da vossa vida ao Criador que vo-la deu; basta que, quando começardes ou acabardes uma obra,
eleveis o pensamento a esse Criador e lhe peçais, num arroubo dalma, ou a sua proteção para
que obtenhais êxito, ou a sua bênção para ela, se a concluístes. Em tudo o que fizerdes,
remontai à Fonte de todas as coisas, para que nenhuma de vossas ações deixe de ser
purificada e santificada pela lembrança de Deus.
A perfeição está toda, como disse o Cristo, na prática da caridade absoluta; mas, os
deveres da caridade alcançam todas as posições sociais, desde o menor até o maior. Nenhuma
caridade teria a praticar o homem que vivesse insulado.
Unicamente no contacto com os seus semelhantes, nas lutas mais árduas é que ele encontra ensejo de praticá-la.
Aquele, pois, que se isola priva-se voluntariamente do mais poderoso meio de aperfeiçoar-se; não tendo de pensar senão em si, sua vida é a de um egoísta. (Capítulo V, nº 26.)
Não imagineis, portanto, que, para viverdes em comunicação constante conosco, para
viverdes sob as vistas do Senhor, seja preciso vos cilicieis e cubrais de cinzas.
Não, não, ainda uma vez vos dizemos. Ditosos sede, segundo as necessidades da Humanidade; mas, que jamais na vossa felicidade entre um pensamento ou um ato que o possa ofender, ou fazer se vele o semblante dos que vos amam e dirigem. Deus é amor, e aqueles que amam santamente ele os abençoa. Um Espírito Protetor. (Bordéus, 1863.)

Considero este trecho do ESE um louvor à intuição...
Saúde e Paz!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Carlos Cunha em 18 de Setembro de 2010, 18:27

PESSOAS CRÍTICAS


Nós estamos constantemente julgando outras pessoas, a nós e nossas situações.
Parece que a vida é um constante show da realidade com um painel de juízes sempre em evidência. Mas, a natureza de julgamento da mente, não vai dar-nos paz ou felicidade.
Para alcançarmos a verdadeira paz interior,  temos que ir muito além do jogo de julgamento de 'inferioridade' e 'superioridade', 'certo' ou 'errado'.

Por que deveríamos ser menos críticos?
Nós Sofremos

Quando julgamos os outros, é difícil não ter um sentimento (consciente ou inconscientemente) de superioridade/orgulho.
Quando julgamos os outros, nós baixamos nossa própria consciência.

"Se nós julgamos os outros com a nossa mente humana apagada, com a mente intelectual, com a mente sofisticada, as pessoas que julgamos não perdem um pingo de sua realização, de sua realidade. Mas nós perdemos.
Como é que perdemos? Quando começamos a duvidar de outros, oferecemos algo de nossa própria existência para o mundo exterior, algo de nossa própria realidade e, eventualmente, nos tornarmos muito fracos. " - Sri Chinmoy (1)


PODEMOS ESTAR ERRADOS


Ao julgar os outros estamos sempre a julgar apenas uma pequena parte da sua natureza. Pode até ser uma informação de segunda mão. Podemos ouvir a opinião de alguém e levá-la como uma fofoca. Mas, quem pode dizer que eles não colocaram a sua própria inclinação e perspectiva sobre a outra pessoa?

Mesmo quando parece que conhecemos em primeira mão a alguém, pode ser que interpretemos mal as suas motivações e atitude interior.
Nunca podemos saber o que está acontecendo dentro de uma pessoa. Cada um está lutando suas próprias batalhas e tentando ser uma pessoa melhor em sua própria maneira. Não podemos esperar que todos estejam na fase de santidade nesta encarnação.

COMO NÓS GOSTARÍAMOS DE SER JULGADOS?

Quando fazemos algo de bom, naturalmente, queremos que o mundo inteiro saiba sobre aquilo. Mas, quando fazemos algo ruim ou infeliz, nós preferimos que aquilo seja mantido em segredo.
Se tomamos prazer nas desgraças das pessoas, cometemos um grande erro, e é provável que aconteça conosco.

COMO SER MENOS CRÍTICO
Seja simpático!

Quando vemos alguém fazendo algo errado, nós podemos sentir que aquilo é algo que nós poderíamos estar fazendo de errado também.
Ironicamente, quando nós criticamos as falhas nos outros, muitas vezes temos os mesmos erros nós mesmos.
Se nos lembrarmos que estamos tão propensos a julgar e fazer a coisa errada, então isso nos dá mais compaixão e compreensão.


SEJA SOLIDÁRIO, NÃO CRITIQUE!


Julgar os outros raramente ajuda a mudar o comportamento do outro para melhor. Ser solidário pode mudar.


CONCENTRE-SE EM SER FELIZ


Quando ficamos atolados em julgar os outros, nós não vamos ganhar muita felicidade.
A felicidade vem de apreciar as coisas boas da vida, não para dar sermões sobre as falhas do mundo.


OLHE PARA AS PESSOAS COMO UMA GRANDE FAMÍLIA


Se um relativo próximo de nós faz algo errado, estamos mais dispostos a perdoar e ver as suas melhores qualidades. Ao julgar colegas de trabalho ou amigos, tentemos vê-los como uma extensão de nossa família, de nós próprios, isto nos dará uma abordagem mais compreensiva.


ESTAR CERTO NÃO É COISA MAIS IMPORTANTE


Ao julgarmos os outros, há um forte desejo de estarmos certos e apontarmos os outros como errados. Mas a vida não é sobre estar certo ou errado, é muito mais... É sobre silenciosamente dar uma contribuição positiva.

JULGUE SOMENTE A SI MESMO

"Por que você olha para mancha de serragem no olho do teu irmão e não presta atenção á madeira no seu próprio olho" Mateus 7:03
Não julgueis, pois, para não serdes julgados; porque com o juízo que julgardes os outros, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão também a vós. (Mateus, VII: 1-2).

Se tivermos tanta necessidade de emitir julgamentos, de julgar, voltemo-nos para nós mesmos e procuremos ver como  poderíamos melhorar-nos como pessoa.

Não cometamos o erro de culpar as nossas dificuldades em outros. As dificuldades vêm de algum defeito no nosso próprio carácter.


LIDANDO COM PESSOAS CRÍTICAS


Algumas pessoas são muito críticas.
Elas têm o hábito de fazer-nos sentir pequenos/culpados. Além disso, incentiva-nos a ser críticos também, em retorno;  começamos a nos defender ou começamos a julgar os outros - unindo-nos em seu jogo de julgar as pessoas.

Também pode ser difícil discordar de pessoas críticas, já que muitas vezes elas podem ter profunda convicção em suas crenças, em suas "verdades".

A melhor maneira de lidarmos com pessoas críticas é não desafiá-las diretamente, mas, permitir-lhes seguir seu caminho, enquanto mantemos a nossa abordagem tranquila.

Não nos preocupemos em ter a última palavra ou defendermo-nos. Se as críticas forem injustas, de amigos ou sobre nós, sempre poderemos apontar para as boas qualidades. Mas, é improvável que mudemos a natureza das pessoas, por isso não esperemos muito.


Mensagem tirada do blog: http://www.srichinmoybio.co.uk/blog ;

Irmã, adorei a mensagem. Obrigado por trazer este conteúdo tão explicativo e amoroso.

Creio eu que seguindo o Alicerce do Alicerce da Doutrina Espírita, Jesus, seremos menos críticos e saberemos lidar com os que são tão críticos. Lei de Amor, acima de tudo, para com Deus, Conosco e com o nosso semelhante.

Fique com Deus,

Carlos.

Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: AFIGUEIREDO em 18 de Setembro de 2010, 20:45
Irmãos!

Boa Tarde!

Essa é minha primeira postagem, e nela quero expor o quanto é difícil (mais nuca impossivel) o trabalho de controle de deixar de crítico. Estou trabalhando isso em mim, já faz algum tempo, faço trabalho de mentalização todos os dias para que não volte a esses costumes grosseiros, que só quando nos damos conta é que vemos o quanto fazemos mal aos outros e principalmente a nós mesmos.
Adorei essa mensagem!
Fiquem com Deus, na sua paz e sua luz!
AFigueriedo
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Chopina em 18 de Setembro de 2010, 21:12
Mensagem de máxima importância, e pura verdade.
Gostava é de conseguir não ser crítica em pensamento, porque de boca, com um pouco de esforço, vai-se conseguindo.
Bem haja.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Silvio Matos em 18 de Setembro de 2010, 22:18
Pois é maninha Helena,
a coisa toda se resume em nosso umbigo, só devemos olhar para ele , julgar por ele, e nos manifestar por ele.
Dessa assertiva, retirada de um julgamento do que a mensagem nos trás se conclui uma coisa básica:
Deus é um otário! E um otário metido a saber de tudo, pois que nos dotou de intelecto e razão.
Se ele que é ominiciente, ou seja que sabe de tudo e que a tudo conhece nos mínimos detalhes nos veio crear com estes atributos, estupefata sente-se a nossa razão, quando nota que mesmo com esta dotação única já que apenas ao Ser Humano Ele dotou deste modo, não tenha sido para que este ser humano não a usasse. é... Deus é um borra botas mesmo.
Sabe amiga, falata a muitos de nós o discernimento de  conjugar o que se lê com aquilo que a doutrina ensine, e mais ainda, um fato mais simples e até pueril: de nos lembrarmos sempre, de que a nossa visão deve estar aliada aos ensinos codificados.
Mas não, aceitamos a qualquer coisa, de qualquer site, blog ou livreco, não as complusamos com os ensinos doutrinários, mas na hora certinha, queremos ser médiuns, trabalhar junto aos Espíritos Sempre Superiores, ou dar valiosas lições de doutrina... eu pergunto: como, se nós falta tal conhecimento?
Sem isso, não nos podemos dizer senão, "simpatizantes" não do Espiritismo mas do Espiritualismo. Mesmo a diferença entre esses dois vocábulos é desconhecida de uma grande extensão de Espíritas sabia?
Não amiga Deus não é esse borra botas que se vê da página postada nesse blog, "Deus É", e isso diz tudo.
Acima de tudo e de todos podendo por e dispor desses dois fatores, esse o Deus que eu reconheço, não o outro, que nos dota de atributos de que não necessitamos para o uso no dia a dia.
Note, maninha Helena, a minha crítica posto que é mesmo uma crítica não se refere a nada seu , pois que, até a página não é de sua autoria, logo, analiso fatos, idéias e isso sim, é necessário que se faça, Espírita ou ateu, branco ou negro, afinal se somos dotados de razão, inteligência moral e intelecto, é que isso é que nos serve de ferramentas em todos os setores da vida, encarnada ou não.
Abração,
Moura


Pois é Mano Moura.

Se julgamos e criticamos o próximo, é porque queremos o melhor para esse próximo.
Se queremos o melhor para esse próximo é porque amamos esse próximo.
Estaremos então praticando a máxima: amar o próximo como a sí mesmo!
Pois quem me julgar e criticar objetivando o meu bem para crescimento pessoal ou profissional, ajustando desvios e acertando o caminho,....estarei agradecendo, pois quero o mesmo para ele.
Claro, críticas e julgamentos devem ser feitos em horários e locais apropriados para não ferir a dignidade e nem humilhar.

Aliás, Moisés, Jesus, Paulo de Tarso, Chico de Assis, Lutero, Tiradentes, Descartes, Kardec, Joana D`Arc e tantos outros vultos da história não julgaram e criticaram comportamentos?
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: HelenaBeatriz em 18 de Setembro de 2010, 22:21
Amigos, muito obrigada pelo retorno e por seus comentários bastante pertinentes.

 Dividi com vocês o texto acima por julgá-lo muito procedente a todos nós espíritas e simpatizantes, aprendizes do Amor.

Lembro-me de uma frase de Chico: "Kardec disse que fora da caridade não há salvação... Se tivesse dito que fora do Espiritismo não haveria salvação, não teria seguido os passos da doutrina".

Kardec foi o grande codificador da Doutrina Espírita, mas convivia muito bem com Camille Flammarion, grande amigo, grande astrônomo, que tinha idéias diferentes da grande maioria dos espíritas que o circundavam. E foi ele quem fez seu discurso post mortem (Obras Póstumas)... Foi Flammarion também quem chamou Kardec de "O Bom senso encarnado"... Bem, após a morte do codificador, Flamarion se afastou da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Retornou mais tarde.

Sabemos que julgar é uma questão muito difícil, porque envolve muitas vezes problemas de ordem pessoal, ou quando isto não acontece, está sempre presente juízo de valor que diz respeito a algo estritamente particular, envolvendo sentimentos emotivos de pena, outras vezes de raiva e ódio...
E julgamos que o outro está "errado", porque estamos "certos" dos nossos conceitos, baseados em nossas experiências pessoais e em experiências de outros com quem nos afinizamos. E a DE virou "livro sagrado", verdade irretorquível.
Chico Xavier esperou um bom tempo para publicar "Nosso Lar" pois estava fora da DE... Só mais tarde, com a chegada de informações semelhantes de outras partes do mundo a FEB aceitou. Idem Yvonne Pereira com seu livro "Memórias de um suicida".
Kardec aconselhava-nos a ler de tudo, bem como Paulo de Tarso...

Um dia seremos espíritos de luz, por nosso próprio merecimento, alcançaremos, através de múltiplas e diferenciadas reencarnações, o padrão vibratório da luz, ficaremos livres até mesmo da necessidade de reencarnar para evoluir e, por isso, perderemos o perispírito, que permite a ligação do nosso espírito ao corpo físico...
Sim, mas ainda estamos longe de tal grandeza, somos "crianças barulhentas no banco da praça - como disse Jesus em um dos evangelhos apócrifos (detalhes no livro do padre russo Aleksandr Mien - Jesus Mestre de Nazaré) - "A que devo comparar esta geração? A crianças barulhentas no banco da praça, toco flauta e não me ouvem..."

Pratiquemos o amor, a caridade, a tolerância pois este é o caminho. Ninguém é "dono da verdade", somos habitantes ainda de um planeta de provas e expiações.

Com muito carinho,
Helena
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: lineu em 18 de Setembro de 2010, 23:24
Uma pessoa consciente e responsável tem o dever de aprimorar-se, tanto quanto lhe seja possível, como ser humano. E também o dever de colaborar, com aplicação máxima da sua capacidade intelectual e moral, para o aprimoramento da sociedade.

O cumprimento desses deveres exige, além do estudo perseverante, o desenvolvimento da capacidade de autocrítica para o discernimento entre o que é bem e o que é mal para escolha correta do bem conveniente ao aprimoramento pessoal. E ainda o desenvolvimento da capacidade do espírito de crítica para alcançar o poder de indicar o que é certo e o que é errado para aperfeiçoar o comportamento social.

Criticar, portanto, com a aplicação do conhecimento de causa e efeito e com a devida responsabilidade perante a justiça natural, constitui dever impostergável do ser humano consciente.

Observe-se, abaixo, a citação um exemplo de crítica justa que o evangelista Mateus escreveu, afirmando ter sida proferida pelo Mestre Jesus de Nazaré.

Citação de: Evangelista Mateus
“Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque fechais aos homens o reino dos céus; pois nem vós entrais, nem aos que entrariam permitis entrar.
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque devorais as casas das viúvas e sob pretexto fazeis longas orações; por isso recebereis maior condenação.
 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o tornais duas vezes mais filho do inferno do que vós.”
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: mecame em 19 de Setembro de 2010, 00:08
Muito se fala a respeito da crítica. Falamos sobre a crítica construtiva que nos auxilia a sair do erro e falamos da crítica destrutiva que só deseja julgar sem dar nenhum apoio. Também falamos da dialética que nos trouxe a idéia de antítese como pura crítica de uma tese para se chegar a uma síntese. Tanto o mundo da Filosofia como o mundo da Ciência e também da arte. Enfim, o mundo é feito de crítica, pois se não existisse a crítica nada chegaria a estágio algum. De repente a gente se depara com a hipocrisia, com a mentira, a falsidade, o orgulho, a arrogância, a vaidade disfarçadamente expostas num discurso e, sabemos que o tal discurso está a arrastar muitos a seu favor. Neste momento cabe-nos a crítica, não como donos da verdade, nem como quem olha para o próprio umbigo, mas muitas vezes como quem ama o semelhante. Neste ponto eu compreendo todas as críticas. Caso contrário alguém diria que espíritos não existem e que é tudo ilusão, diante disso como eu fico se vejo espíritos? Devo ficar calado? Devo deixar o expositor arrastar a todos com as suas idéias e teorias? Ou devo falar, para que os ouvintes saibam que há outra versão que diz que os espíritos existem? Se eu falar, então apresentarei uma idéia contrária à do expositor e por ser contrária já é por si mesmo uma crítica. Por isso, considero que deve haver divergência de idéias sempre porque ninguém é dono da verdade. E desde que esta divergência seja da idéia e não do irmão que fala, então podemos entender como colocação de experiências. Sobretudo quero lembrar a todos, que em se tratando de um Fórum exposto à internet, onde muitos acessam de diversos níveis de grau de escolaridade, até mesmo aqueles que não sabem ainda interpretar um texto compacto, temos que ser claro e objetivos, pensando em todos e não fermentando o discurso com longas exposições que muitas vezes nada tem a ver com o tema levantado. Mas, não nos esqueçamos do amor que devemos uns aos outros e, do respeito também. Essa é a opinião que tenho sobre crítica. A paz de Cristo a tod
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Zirlene em 19 de Setembro de 2010, 02:10
Olá Pessoal,
vivendo e aprendentdo, com essas mensagens que nos faz refletir.
Os julgamentos que fazemos em relaçao aoutras pessoas nos informam sobre tudo aquilo que temos por dentro.Melhor od que medir ou apontar o comportamento de alguem seria tomarmos a decisão de visualizar bem fundo nossa intimidade, e nos perguntarmos onde está tudo isso em nós.Só poderemos nos reformar até onde  conseguimos nos perceber:ou seja aquilo que não está consciente em nós dificilmente conseguiremos reparar ou modificar.
Julgar uma ação é diferente de julgar a criatura. Posso julgar e  considerar a prostituição moralmente errada, mas não posso e não devo julgar a pessoa prostituida.Para sermos livres é necessário observarmos nossos pesos e medidas,
para não sofrermos constrangimentos pela conduta infeliz que  adotarmos na vida em forma de censuras e condenações diversas.
Muita Paz!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: mecame em 19 de Setembro de 2010, 02:38
Luz, irmãzinha Zirlene. Concordo. A paz de Cristo
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mirina em 19 de Setembro de 2010, 03:23
Olá amigos,

Creio que a Zirlene tocou no ponto chave da questão.
Julgar os atos de uma pessoa, é analisar segundo nossa experiencia e compreensão moral e espiritual, se concordamos ou não com sua conduta.  Até aí estamos fazendo uma reflexão interior.
Tudo começa a ficar muito complicado na medida em que exteriorizamos nosso julgamento, sob nosso único ponto de vista e então condenamos e discriminamos esta pessoa.
Daí deixamos de usar nosso discernimento para evoluir, e passamos a nos tornar como disso nossa amigo filhodobino, pedra de tropeço.
Então somos o primeiro a atirar a pedra, esquecendo-nos de olhar nossos próprios erros.

Nosso julgamento então nos distancia  do amor ao próximo, e deixamos de evoluir dentro deste amor, na compreensão que devemos dar aos erros alheios, e na ajuda que um simples gesto de amizade pode significar.

Abs,
Mirina
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mourarego em 19 de Setembro de 2010, 17:16
É que, cara Mirina, vocês usam o julgar e o apenar ao mesmo tempo.
Ou pensam que os outros o fazem.
Julgar é tão somente tomar o conhecimento de algo e por ai deve parar.
Este julgamento, aparece na fase inicial da crítica que é a de demonstrar o erro, para que, a partir dessa demonstração, sobrevenham os dois outros tópicos da crítica que são, a exposição dos motivos pelos quais tal ação, pensamento ou método estejam errados, e o último que é a consideração de caminhos que os possam levar ao reacerto.
Essa a crítica da qual a filosofia toma em mãos.
abraços,
Moura
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mourarego em 19 de Setembro de 2010, 17:16
É que, cara Mirina, vocês usam o julgar e o apenar ao mesmo tempo.
Ou pensam que os outros o fazem.
Julgar é tão somente tomar o conhecimento de algo e por ai deve parar.
Este julgamento, aparece na fase inicial da crítica que é a de demonstrar o erro, para que, a partir dessa demonstração, sobrevenham os dois outros tópicos da crítica que são, a exposição dos motivos pelos quais tal ação, pensamento ou método estejam errados, e o último que é a consideração de caminhos que os possam levar ao reacerto.
Essa a crítica da qual a filosofia toma em mãos.
abraços,
Moura
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: APRENDIZ Dorot em 20 de Setembro de 2010, 13:02
Certeira colocação, nesta caminhada terrena aprender a ser menos critico é com certeza grande evolução, pois assim estaremos diminuindo certeiramente nosso EGO.
Boa semana
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mourarego em 20 de Setembro de 2010, 16:46
Dois erros a amiga Dorotéa comete:
1: Não se evolui dentro de um mesmo mundo, apenas se progride. É por isso que Kardec e os Espíritos Superiores usam dos dois vocábulos.

2: quanto menos crítico se é mais alienado se está.
A crítica é um instrumento da filosofia e a Filosofia é o instrumento do olhar raciocinado, quer dizer, aquele olhar que pesquisa tudo nos seus mínimos detalhes, o que demonstra ai sim a progressão em que anda tal Espírito que assim o faz.
abraços,
Moura
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Kenia Fidalgo em 20 de Setembro de 2010, 17:03
Bom dia a todos,

Sempre que me vem a vontade de criticar por criticar, me recordo da mansuetude de JESUS, de suas acoes de amor, da sua brandura, de nos ensinar a dar a outra face a bater....

Me lembro das bem aventurancas....

Bem aventurados os pacificos pois eles herdarao a Terra, e ainda os pacificadores , que poderemos citar espiritos maravilhosos que passaram por aqui, pois eles serao chamados filhos de Deus,

Nao estaoms aqui para gerar a discordia, muitas das vezes o silencio é uma caridade tambem, pensemos na estorinha da agua da paz vivenciada por Chico Xavier, Uma das histórias mais conhecidas a respeito de Chico é a da Água da Paz.

Dizem que era muito comum, antes de se iniciarem as sessões no centro espírita Luiz Gonzaga, ocorrerem algumas discussões a respeito de mediunidade, especialmente provocadas por pessoas pouco esclarecidas sobre o assunto. Essa situação começou a provocar certa irritação em Chico, que tentava explicar o que acontecia, mas nem sempre era compreendido.

Num dos momentos de irritação, sua mãe apareceu a ele mais uma vez e ensinou-lhe uma forma simples para acabar com essa situação. “Para terminar suas inquietações”, ela falou, “use a Água da Paz”. Chico ficou contente com a solução e começou a procurar o medicamento nas farmácias de Pedro Leopoldo – sem sucesso. Procurou em Belo Horizonte, e nada. Duas semanas depois, ele contou à mãe que não estava encontrando a Água da Paz, ao que ela lhe disse: “Não precisa viajar para procurar. Você pode conseguir o remédio em casa mesmo. Quando alguém lhe provocar irritações, pegue um copo de água do pote, beba um pouco e conserve o resto na boca. Não jogue fora nem engula. Enquanto durar a tentação de responder, deixe-a banhando a língua. Esta é a água da paz”. Chico entendeu o conselho, percebendo que havia recebido mais uma lição de humildade e silêncio.

Sigam sempre com JESUS!

Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Hebe M C em 20 de Setembro de 2010, 18:06
Muito se fala a respeito da crítica. Falamos sobre a crítica construtiva que nos auxilia a sair do erro e falamos da crítica destrutiva que só deseja julgar sem dar nenhum apoio. Também falamos da dialética que nos trouxe a idéia de antítese como pura crítica de uma tese para se chegar a uma síntese. Tanto o mundo da Filosofia como o mundo da Ciência e também da arte. Enfim, o mundo é feito de crítica, pois se não existisse a crítica nada chegaria a estágio algum. De repente a gente se depara com a hipocrisia, com a mentira, a falsidade, o orgulho, a arrogância, a vaidade disfarçadamente expostas num discurso e, sabemos que o tal discurso está a arrastar muitos a seu favor. Neste momento cabe-nos a crítica, não como donos da verdade, nem como quem olha para o próprio umbigo, mas muitas vezes como quem ama o semelhante. Neste ponto eu compreendo todas as críticas. Caso contrário alguém diria que espíritos não existem e que é tudo ilusão, diante disso como eu fico se vejo espíritos? Devo ficar calado? Devo deixar o expositor arrastar a todos com as suas idéias e teorias? Ou devo falar, para que os ouvintes saibam que há outra versão que diz que os espíritos existem? Se eu falar, então apresentarei uma idéia contrária à do expositor e por ser contrária já é por si mesmo uma crítica. Por isso, considero que deve haver divergência de idéias sempre porque ninguém é dono da verdade. E desde que esta divergência seja da idéia e não do irmão que fala, então podemos entender como colocação de experiências. Sobretudo quero lembrar a todos, que em se tratando de um Fórum exposto à internet, onde muitos acessam de diversos níveis de grau de escolaridade, até mesmo aqueles que não sabem ainda interpretar um texto compacto, temos que ser claro e objetivos, pensando em todos e não fermentando o discurso com longas exposições que muitas vezes nada tem a ver com o tema levantado. Mas, não nos esqueçamos do amor que devemos uns aos outros e, do respeito também. Essa é a opinião que tenho sobre crítica. A paz de Cristo a tod
Boa Tarde Mecame, mas 
O tópico que você se refere :
http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/evolucao-do-espirito-existe-mesmo/msg146588/#msg146588

Não se se reparou está em outras doutrinas espiritualista
Portanto entra quem quer e é tolerado pela moderação que abriu este espaço.

O fato de estudar outras doutrinas e compreendê-las é no mínimo salutar, pois o próprio Alan Kardec coloca isso como necessário e coloca mais, diz que a DE não pretende ser a unica que leva o homem a Deus.
Sempre me comportei de forma correta  quando o tópico está se referindo a DE responder exclusivamente dentro do que ela comporta, que aliás considero-a completa em seus ensinamentos. Portanto não devo satisfação alguma a moderação deste Forum, ou a qualquer Forista que se diz mais espírita do que eu.
O tópico não fui eu quem abriu, mas participei do estudo e sem hipocrisia e falsidade alguma.
E como me considero espírita independente do que acham ou deixem de achar.

Mecame,por favor, não se atenha ao título do tópico.

Só para encerrar respondo com todo respeito  com a própria DE.


" Allan Kardec "

Lembra-te que os bons Espíritos somente assistem aos que servem a Deus com humildade e desinteresse e repudiam todo aquele que procura no caminho do céu um degrau para conquistar as coisas da Terra; eles se distanciam dos orgulhosos e ambiciosos. O orgulho e a ambição serão sempre uma barreira entre o homem e Deus; são um véu lançado sobre as claridades celestes, e Deus não pode se servir do cego para fazer compreender a luz.”

São João Evangelista, Santo Agostinho, São Vicente de Paulo,
São Luís, O Espírito da Verdade, Sócrates, Platão,
Fénelon, Franklin, Swedenborg, etc.

* A cepa (ramo de parreira) que se vê na pág. 41 é a reprodução fiel da que foi desenhada pelos Espíritos (Nota de Kardec).

654 Deus dá preferência aos que O adoram desse ou daquele modo?

– Deus prefere os que O adoram verdadeiramente com o coração, com sinceridade, fazendo o bem e evitando o mal, àqueles que acreditam honrá-lo por cerimônias que não os tornam melhores para com seus semelhantes.

Todos os homens são irmãos e filhos de Deus; Ele chama para si todos que seguem Suas leis, qualquer que seja a forma em que se exprimam.

Quem tem apenas a piedade aparente é hipócrita; aquele em que a adoração é apenas fingimento e presunção, em contradição com sua conduta, dá um mau exemplo.

Aquele que faz da adoração do Cristo uma profissão e que é orgulhoso, invejoso e ciumento, que é duro e implacável para com os outros, ou ambicioso pelos bens deste mundo, eu vos digo que a religião está nos seus lábios e não no coração. Deus, que vê tudo, dirá: aquele que conhece a verdade é cem vezes mais culpado do mal que faz do que o ignorante selvagem que vive isolado e será tratado desse modo no dia da justiça. Se um cego vos derruba ao passar, o desculpareis; se é um homem que vê claramente, vos queixareis e tendes razão.

Não pergunteis, portanto, se há uma forma de adoração mais conveniente, porque isso seria perguntar se é mais agradável a Deus ser adorado antes em uma língua do que em outra. Eu vos digo ainda mais uma vez: os cânticos apenas chegam a Ele pela porta do coração.

655 É repreensível praticar uma religião em que não se acredita sinceramente, visando somente o respeito e para não escandalizar aqueles que pensam de outro modo?

– A intenção, nisso como em muitas outras coisas, constitui a regra. Aquele que respeita as crenças dos outros não procede mal; faz melhor do que aquele que as ridiculariza, porque falta à caridade; mas aquele que a pratica por interesse e por ambição é desprezível aos olhos de Deus e dos homens. A Deus não agradam os que aparentam se humilhar diante Dele apenas para desfrutar da aprovação dos homens.

656 A adoração coletiva é preferível à individual?

– Os homens reunidos numa comunhão de pensamentos e de sentimentos têm mais força para atrair os bons Espíritos. Ocorre o mesmo quando se reúnem para adorar a Deus. Mas não acrediteis, por isso, que a adoração particular seja de menos valor, porque cada um pode adorar a Deus ao pensar n’Ele.


Dessa forma deixo o seguinte recado:

Que todos alcancem a luz Divina e não se prendam mais a valores terrenos que só nos causam sofrimento e escurecem a nossa alma.
A falta de perdão e de amor incondicional reina nesta Orbe porque todos lêem o " Sermão da Montanha" com olhos terrenos e não compreendem o lado espiritual.

Alcançar a Universalidade de pensamentos em Deus é a maior conquista que o Homem atingirá, porque  não haverá mais conflitos, preconceitos de espécie alguma.

A reforma intima consiste nisso.
Todos temos a capacidade de fazer, sem exceção porque temos Deus em nós.

Portanto retirem o véu das ilusões, eliminem os conceitos de posse, certo e errado, mal e bom, melhor e pior e toda, essa religião é melhor que a outra e etc a classificação nociva adquirida em valores sociais e sigam em busca da luz espiritual.
Somos espíritos, estamos encarnados para cumprir provas de erros anteriores e se continuarmos  a persistir em nossos apegos e desafetos a nossa prova é anulada nos levando a uma eterna repetição.
Nosso corpo é nossa cruz, nossa cadeia, simplesmente isso.

Nada mais tenho à dizer.

Um grande abraço para todos.

Hebe

Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mirina em 20 de Setembro de 2010, 22:26
Concordo amigo Mourarego,

mas quando o julgamento transcende a questão filosofica, e passamos a exigir determinados caminhos a serem seguidos pelos outros, aqueles aos quais estamos julgando e condenando, creio que deixa de ser uma atitude meramente filosófica e passa a ser uma questão de conveniencia social.  Aí estamos ofendendo o direito do outro de exercer o livre arbitrio, segundo nosso próprio julgamento, e influenciando os demais para que endossem nossas críticas em detrimento do outro.

Acredito no ato de julgar para tomar decisões fieis aos nossos principios.  E somente até aí, no limite do auto julgamento e conhecimento é que devemos exercer esta faculdade humana.
Nas demais situações devemos agir com compreensão e serenidade para que não nos tornemos algozes do próximo.

Abs,
Mirina
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mourarego em 20 de Setembro de 2010, 22:35
Sabe Mirina, eu chego até a insistir para que no caso do estudo da doutrina todos sigam este caminho, mas note insistir não é obrigar em frustrar ao outro o livre exercitar do seu livre arbítrio.
abraços,
Moura
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Adelpho em 20 de Setembro de 2010, 22:39
Uma frase como foi proposta ou apenas uma palavra (crítico) tem diversas interpretações.  Depende sempre do ponto de vista do opinante, mesmo sugerindo que olhemos para o nosso própio umbigo.  A questão está relacionada unicamente com a intenção ou objetivo, pois todos nós sabemos que existem boas ou más críticas.   
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: mecame em 20 de Setembro de 2010, 23:16
Irmãzinha Hemcogliatti, compreendo o que escreveu. E agradeço pela luz da observação. Está inteiramente certa, irmãzinha. Maravilhos é poder receber uma palavra e encontrar nela a graça que nos faz parar e refletir sobre nós mesmos. Suas palavras me fazerm refletir. O que escreveu me faz pensar sobre a minha forma de pensar. E agradeço à irmãzinha por trazer luz para as minhas reflexões. Tenha certeza, irmãzinha Hemcogliatti, compreendo e recebo suas palavras com muita alegria no coração. Deus te abençoe sempre. A paz de Crsito a todos.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: MAROCHA em 21 de Setembro de 2010, 01:34
O fácil, o usual, é criticar principalmente o ausente. Mas o crítico esquece dos seus defeitos e equívocos ! Portanto ANTES de criticar pense,avalie, e veja o que vc faria..aí  suas críticas serão menos frequentes e menos ácidas. Jesus condenou muito a crítica através daquela frase que todos sabemos ! Um assunto muito pertinente Helena. A auto crítica é tão difícil quanto fácil  a crítica !  ABRAÇOs

Marocha
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: HelenaBeatriz em 21 de Setembro de 2010, 01:39
Obrigada, amigos, pela participação de todos.
 Vocês muito engrandecem o tema com suas colocações.

Com carinho e gratidão,
Helena
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mirina em 21 de Setembro de 2010, 04:51
Parabéns a todos,
 e a vc Helena, pois temas como este nos fazem avaliar nossas próprias atitudes de maneira crítica, e nos colocam no rumo certo da evolução ou progresso espiritual , segundo o julgamento de cada um!!!

Abs,
MIrina
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: lineu em 21 de Setembro de 2010, 06:27
Parece que a crítica constitui faculdade natural inerente do ser humano, como atributo da própria razão. E que essa propriedade racional precisa ser adequadamente desenvolvida ao longo do processo evolutivo que visa à perfeição espiritual.

Este parecer, obviamente, constitui opinião pessoal exposta à crítica dos usuários deste fórum. E encontra-se fundamentado no entendimento dos princípios da doutrina do livre-arbítrio e do senso moral que constituem os maiores valores do patrimônio mental humano.

Estudar e servir conformam os deveres prioritários da pessoa humana em todos os estágios da escala evolutiva, em ambos os planos da realidade.  E devem ser cumpridos mediante rigorosa disciplina, segundo os preceitos da lei natural.

O ser humano, pelo estudo, valoriza-se para a vida. E é valorizado pela vida na conformidade do serviço que presta, espontaneamente, à sociedade.

O estudo visa à aquisição de conhecimentos de todos os campos do saber, indispensáveis ao desenvolvimento das capacidades intelectuais e morais. E inclui necessariamente a capacidade de análise da conduta humana segundo as normas éticas e morais convenientes à civilização.

O serviço social compreende a colaboração efetiva na obra geral de desenvolvimento da sociedade, visando ao bem comum. E inclui necessariamente a apresentação de sugestões e críticas, devidamente ponderadas e coerentes.

Evidentemente, a crítica deve ser exercida com pleno conhecimento de causa e efeito das circunstâncias que envolvem o comportamento humano na convivência social. E emitida com consciente responsabilidade, visando exclusivamente ao bem comum, com total isenção de interesses pessoais e/ou partidários.

É obvio que não são todas as pessoas igualmente capacitadas, tanto intelectual quanto moralmente, para o conveniente exercício da crítica. E que poucas são as pessoas efetivamente aptas para criticar o comportamento alheio.

Mas, observados os limites individuais da própria capacidade mental, todos os seres humanos podem e devem avaliar o comportamento humano no que diz respeito ao que é certo e o que é errado segundo os preceitos da lei natural.

A ação de criticar, portanto, constitui propriedade legítima do ser humano como atributo racional. E deve ser praticada com o propósito de construir a dignidade individual e coletiva com o imprescindível respeito ao direito alheio...

E, sobretudo, com responsabilidade e a consciência de que, pela lei de reciprocidade, quem critica será criticado, sempre na exata medida da própria crítica.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: arikahn em 21 de Setembro de 2010, 12:32
Helena, meus parabéns!!!!
Zirlene, meus parabéns! Bastante sensata.
Mirina, tanto quanto eu também percebeu seu brilhante comentário.

Tenho a acrescentar ainda o seguinte:

O atributo da crítica deve ter dois pesos e duas medidas. Há o lado que critica e há o lado criticado. Para isso, temos em epígrafe a "nossa reforma íntima", um processo contínuo de auto-análise, de conhecimento de nossa intimidade espiritual, libertando-nos de nossas imperfeições e permitindo-nos atingir o domínio de nós mesmos.
Vemos muitas vezes aqui e ali, a falta da base dos princípios doutrinários de Kardec: Podemos e devemos substituir nossos defeitos como, o Orgulho, a Inveja, o Ciúme, a Agressividade, o Egoísmo ou Personalismo, a Maledicência, e a Intolerância por virtudes, tais como a Humildade, a Resignação, a Sensatez, a Generosidade, a Afabilidade, a Tolerância e o Perdão.
Vejo aqui muitas vezes (ou quase todas as vezes) "alguns" que acham que sabem tudo, que humilham as pessoas que nada tinham senão a boa vontade de transmitir boas palavras de amor ao próximo, lógicamente pelo que elas aprenderam, ou pelo que leram, enfim, pelo que sentiram que deveriam transmitir. Daí aparecem sempre espíritos com críticas infelizes, que estão ali e aqui entrincheirados, a espera do momento para se engrandecerem da crítica malidicente, magoando, humilhando, desmerecendo aquilo que foi outrora posto à apreciação como que um bálsamo para os leitores e participantes desse maravilhoso espaço - ou que deveria sê-lo pelo menos - e vêm dia a dia, por isso, perdendo seu brilho.
Repito mais uma vez como em outros tópicos à análise desses senhores: "O grau de perfeição que podemos atingir está na razão da extensão do "amor ao próximo", que podemos realizar, dilatando até o amor aos inimigos."
E digo mais, para podermos criticar tanto ao ponto de dizer "eu sei alguma coisa", devemos passar por todos os ciclos do aprendizado Espírita, e não apenas a contenda da leitura de alguns exemplares como o SE ou LE.
Há quatro longos anos (para alguns, seis anos) de estudo sob a supervisão de professores treinados e reconhecidos, além da leitura de muitos livros para a compreenção fértil da prática desses ensinamentos.
E lhes garanto, nesses, reconhecer-se-á o "verdadeiro espírita".

Abraço fraterno.
Ari Kahn
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: brunolas em 21 de Setembro de 2010, 12:38
Obrigado por partilhares :)
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Adelpho em 21 de Setembro de 2010, 13:20
  O tema já foi bastante explorado.  Gostaria apenas de deixar no "ar" a seguinte pergunta:
  Porque razão as pessoas que foram contra a crítica, se expressaram de forma tão contundente, ou seja criticando???criticando??? criticando???
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Gigii em 21 de Setembro de 2010, 13:52
  O tema já foi bastante explorado.  Gostaria apenas de deixar no "ar" a seguinte pergunta:
  Porque razão as pessoas que foram contra a crítica, se expressaram de forma tão contundente, ou seja criticando???criticando??? criticando???

Boas!

Tema pertinente este, mas infelizmente sem possibilidades de entendimento.

Isto porque faz parte do nosso ser, ser crítico.
O filósofo Descartes, disse Penso, logo existo! Eu diria agora: critico, logo sou ser humano!
A meu ver, no estágio de evolução presente é para nós extremamente difícil viver sem pensar, e muito menos, pensar sem julgar ou criticar. Apesar que julgar não é criticar, pois julga quem intimamente guarda a sua reflexão, critica quem exterioriza o seu julgamento. Note-se: é a minha opinião.

No entanto, está no caminho para a perfeição, corrigirmos este excesso de zelo pelos outros, pois só daremos contas ao Pai do que cada um faz da sua vida, e não da vida dos outros. Por isso, creio que vigiar o julgamento intimo em relação aos outros, pode e deve ser um exercício importante para alcançar novas virtudes (já aqui mencionadas).

Amigos… uma observância evidente, é que concordemos ou não que criticamos a toda a hora, contra ou a favor, muitos foram pôr os seus pontinhos positivos e negativos nas intervenções dos companheiros, não é? Isso é criticar. Gostei, não gostei… gostei, não gostei… quem consegue estar acima disto?
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Silvio Matos em 21 de Setembro de 2010, 14:24
  O tema já foi bastante explorado.  Gostaria apenas de deixar no "ar" a seguinte pergunta:
  Porque razão as pessoas que foram contra a crítica, se expressaram de forma tão contundente, ou seja criticando???criticando??? criticando???

Mano Adelpho. Grande observação! Muito bom!

E como a crítica e julgamentos de conduta moral aparecem com muita frequência, em tópicos cujo posicionamentos são baseadas na razão e fé raciocinada. Palavras básicas que todo ESPÍRITA que se propõe a ser ESPÍRITA deveria ter em mente. Caso contrário é só voltar para as igrejas e dizer amém para tudo.

Em tempo! Estou criticando e julgando. Fiquem a vontade para criticar e julgar as opiniões, não o individuo, pois não me conhecem.

abç











Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Jorge Ramos em 21 de Setembro de 2010, 15:53
Ola minha irmã Aprendiz, bom dia.
Luz e paz em nossos corações.
Não será uma elevação de ego quando clamamos por uma verdade, conforme o profeta Isaias escreveu na bíblia:
Isaias 58:1 - Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados.
Que a benção de Deus esteja sempre em nossa sabedoria espiritual para entendermos aquilo que confunde o nosso conhecimento em nome de Jesus.
Mateus 18:19;20 –
19 - Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.
20 - Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.
 
Amém!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mourarego em 21 de Setembro de 2010, 17:08
Helena, meus parabéns!!!!
Zirlene, meus parabéns! Bastante sensata.
Mirina, tanto quanto eu também percebeu seu brilhante comentário.

Tenho a acrescentar ainda o seguinte:

O atributo da crítica deve ter dois pesos e duas medidas. Há o lado que critica e há o lado criticado. Para isso, temos em epígrafe a "nossa reforma íntima", um processo contínuo de auto-análise, de conhecimento de nossa intimidade espiritual, libertando-nos de nossas imperfeições e permitindo-nos atingir o domínio de nós mesmos.
Vemos muitas vezes aqui e ali, a falta da base dos princípios doutrinários de Kardec: Podemos e devemos substituir nossos defeitos como, o Orgulho, a Inveja, o Ciúme, a Agressividade, o Egoísmo ou Personalismo, a Maledicência, e a Intolerância por virtudes, tais como a Humildade, a Resignação, a Sensatez, a Generosidade, a Afabilidade, a Tolerância e o Perdão.
Vejo aqui muitas vezes (ou quase todas as vezes) "alguns" que acham que sabem tudo, que humilham as pessoas que nada tinham senão a boa vontade de transmitir boas palavras de amor ao próximo, lógicamente pelo que elas aprenderam, ou pelo que leram, enfim, pelo que sentiram que deveriam transmitir. Daí aparecem sempre espíritos com críticas infelizes, que estão ali e aqui entrincheirados, a espera do momento para se engrandecerem da crítica malidicente, magoando, humilhando, desmerecendo aquilo que foi outrora posto à apreciação como que um bálsamo para os leitores e participantes desse maravilhoso espaço - ou que deveria sê-lo pelo menos - e vêm dia a dia, por isso, perdendo seu brilho.
Repito mais uma vez como em outros tópicos à análise desses senhores: "O grau de perfeição que podemos atingir está na razão da extensão do "amor ao próximo", que podemos realizar, dilatando até o amor aos inimigos."
E digo mais, para podermos criticar tanto ao ponto de dizer "eu sei alguma coisa", devemos passar por todos os ciclos do aprendizado Espírita, e não apenas a contenda da leitura de alguns exemplares como o SE ou LE.
Há quatro longos anos (para alguns, seis anos) de estudo sob a supervisão de professores treinados e reconhecidos, além da leitura de muitos livros para a compreenção fértil da prática desses ensinamentos.
E lhes garanto, nesses, reconhecer-se-á o "verdadeiro espírita".

Abraço fraterno.
Ari Kahn

Mano Arikhan.
Jesus nos deixou importante ensino: "Seja o teu falar, sim, sim, não não."
Logo, ele se referia a não se ter dois pesos e duas medidas, ter apenas um falar significa dizer, ser claro, objetivo.
Se a crítica for movida por dois pesos e duas medidas como o amigo assevera, será ambígua, e com destinação dúbia pois não mostrará suas partes essenciais como as que citei em resposta mais a cima.
Quem faz a crítica deve conhecer todo o fato, revelar o erro, comentar este erro e terminando, mostrar fatores de reacerto desse erro em um acerto futuro.
Fora disso é apenas reclamação sem nenhum caráter de instrução, quer Espírita quer religiosa de qualquer outro credo.
OUtro erro que aponto é a parte final de sua resposta: "E digo mais, para podermos criticar tanto ao ponto de dizer "eu sei alguma coisa", devemos passar por todos os ciclos do aprendizado Espírita, e não apenas a contenda da leitura de alguns exemplares como o SE ou LE.
Há quatro longos anos (para alguns, seis anos) de estudo sob a supervisão de professores treinados e reconhecidos, além da leitura de muitos livros para a compreenção fértil da prática desses ensinamentos.
E lhes garanto, nesses, reconhecer-se-á o "verdadeiro espírita"

Na verdade há duas incorreções crassas que sejam: Em termos de doutrina espírita o que vale é o conhecimento desta e não de outras obras. Sem conhecer-se as obras básicas vamos ficar  como cegos em tiroteio, meu mano.
E para reconhecer-se o Verdadeiro Espírita  só este conhecimento não daria em nada. pois conhecer é uma coisa, aplicar tal conhecimento é outra.
Tomando-se como ilustração que o Verdadeiro Espírita tem, por conseguinte, de ser um homem de bem, peço ao amigo ver a questão  de numeral 918 do L.E.
Abraços,
Moura

Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mourarego em 21 de Setembro de 2010, 17:09
  O tema já foi bastante explorado.  Gostaria apenas de deixar no "ar" a seguinte pergunta:
  Porque razão as pessoas que foram contra a crítica, se expressaram de forma tão contundente, ou seja criticando???criticando??? criticando???

Mandou muito bem mano Adelpho.
abraços,
Moura
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Adelpho em 21 de Setembro de 2010, 17:40
Saber criticar "é possível".
                                                Abraços Moura,
                                                do Adelpho.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: lineu em 21 de Setembro de 2010, 17:48
Parece que o bem comum constitui o objetivo síntese da sociedade que resume todos os demais objetivos sociais.  E que para a sua consecução devem convergir todos os bons anseios coletivos e individuais.

A realização do bem comum consiste numa obra coletiva que envolve a participação de todos os segmentos sociais efetivamente interessados na regeneração da sociedade. E exige a colaboração em massa de todas as pessoas conscientes e responsáveis, convictas de que a vitória do bem sobre o mal depende exclusivamente da prática da justiça natural.

A conjuntura social atual, deploravelmente, aparenta a triste realidade de que as forças atuantes na prática do mal estão prevalecendo sobre as que atuam no serviço do bem. E que os servidores das forças maléficas são mais ativos do que os servidores do bem.

Essa aparente realidade pode ser explicada pelo natural escrúpulo que caracteriza a maioria das pessoas atuantes no serviço do bem. E pela manifesta ousadia dos servidores do mal comparada com a falta de desembaraço comumente presente no comportamento dos servidores do bem.

Ora, essa conjuntura social tende a prolongar-se por longo tempo para júbilo das forças do mal. E somente será alterada quando a maioria dos servidores do bem desembaraçarem-se da hesitação no desempenho das suas ações.

A repressão do mal urge ser feita com intrepidez e confiança pelos servidores do bem. E ela inclui a crítica severa ao mau comportamento dos servidores do mal, como um poderoso instrumento de ação.

Ser menos crítico, portanto, conforme a proposta inicial deste tópico parece constituir grave erro que só serve para grande contentamento das forças do mal. E um desserviço à consecução do bem comum para o qual devem convergir todas as aspirações individuais e coletivas dos autênticos servidores do bem.


PS: Convém ressaltar que esta mensagem representa uma opinião pessoal, isenta de qualquer propósito ofensivo. E está francamente exposta à crítica contrária, coerente e ponderadamente manifesta.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mourarego em 21 de Setembro de 2010, 19:19
E uma boa contribuição mano Lineu.
que se assustem aqueles que pensem que nos muitos mais avançados, ou seja nos de regeneração, o mal também lá não exista; Existe, só que em menor escala.
Essa lição se aprende no LE.
abraços,
Moura
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: filhodobino em 21 de Setembro de 2010, 19:42
sei lá entende?
Quem sabe isso ajuda-nos a pensar...
APERFEIÇOANDO O FEEDBACK

 Birthe Jonasen

Este exercício foi criado para ajudar as pessoas a alcançar um estado no qual podem ouvir mais atentamente o feedback, mesmo quando é mais crítico do que é proposto neste exercício. Foi desenvolvido através da experiência de muitos, inclusive minhas, que tínhamos medo de feedback em treinamentos de PNL.

Para muitos é difícil até mesmo ouvir elogios sobre as coisas maravilhosas que fazem em exercícios, por causa do seu crítico interior, que iniciou sua própria competição. Estando ambos, o treinador e o assis-tente, em treinamentos diferentes, a necessidade de encontrar uma solução para melhorar o como rece-ber feeedback torna-se para mim um ponto óbvio.

O procedimento foi experimentado na Dinamarca várias vezes em grupos de estudo e o feedback recebido, foi o que criou uma relação segura entre os membros do grupo, de tal modo que algumas pessoas podem praticar os exercícios posteriormente com a sensação de estarem bem e seguros. Depois do exercício, o feedback é ouvido sem maiores comentários ou a necessidade de defender seu desempenho, mas com o sentimento de estarem sendo assistidos para melhorar suas habilidades e comportamentos.

Espero que a utilização deste exercício seja útil para melhorar a sensação de segurança nos treinamentos e aumentar o aprendizado num todo.

O EXERCÍCIO

Este exercício pode ajudá-lo a melhorar sua habilidade em receber e dar feedback. Você necessita um grupo de no mínimo 3 pessoas, se possível mais de 3. Uma pessoa ouve, enquanto os outros falam, um de cada vez.

A pessoa que vai escutar e a que vai falar primeiro devem ser escolhidas.
O ouvinte escuta em silêncio a pessoa que está falando. O ouvinte não deve fazer comentários ou dizer nada, a não ser "sim", "OK", "mmhmm" e "obrigado" àquilo que foi dito.
A pessoa que fala comenta sobre 3 aspectos:

(a) sobre o que ele/ela gosta no ouvinte. "Eu vejo/sinto... e eu gosto" (comentários a nível de identidade)

(b) coisas que o ouvinte pode melhorar (sentenças positivas) "Se você fez/disse... como eu vi/ouvi você fazer...eu sentiria..., e eu gostaria que você fizesse isto mais vezes." (comentar o comportamento - nunca a identidade - baseado no sensorial, específico e orientado para o futuro) e,

(c) termina com uma pergunta, algo que a pessoa que está falando tenha pensado sobre o ouvinte, ou talvez queira que o ouvinte pense a respeito (baseado no sensorial, específico e orientado para o futuro). Faça uma pergunta com a qual encorajará novos pensamentos/idéias; algo que você gostaria de saber ou pensou sobre o ouvinte ou alguma coisa que ele/ela possa pensar a respeito (orientado para o futuro, em direção a, e coloque em positivo).

O ouvinte apenas diz "obrigado", e escuta a próxima pessoa, que começa no passo 2 (a).
Quando todos tiverem completado o estágio 2, um novo ouvinte é escolhido e o processo repetido a partir do passo 2, sem discutir o conteúdo ou formular perguntas.
Quando todos do grupo tiverem feito o papel de ouvinte, exercício termina sem comentários, perguntas ou discussões.
Esta atitude é tomada para que todos vivenciem a experiência de receber o feedback sem fazer nada, a não ser escutar e guardar para futuras considerações. O objetivo é o participante receber o feedback sem sentir a necessidade de explicar ou defender-se ou omitir depoimentos favoráveis.

Eis aqui alguns exemplos de possíveis comentários nas 3 categorias. Isto é apenas para sugerir o que pode ser dito, pois há várias maneiras para apreciar ou apoiar outras pessoas.

O exercício todo é baseado na intenção positiva de ajudar a pessoa a crescer com a sensação de segurança, aceitação e respeito.

Algo grande; a nível de identidade, algo que você realmente gosta sobre a outra pessoa, a maneira como é, como se expressa ou em que acredita.
" Eu vejo (ou sinto) o carinho com que você trata as outras pessoas e eu gosto disto." "Eu sinto a profunda confiança que você tem na vida e eu gosto muito disso."

"Eu vejo como você sabe encorajar a si mesmo, e isto é maravilhoso. Eu gosto muito disto."

"Eu experimentei sua compreensão e aceitação das outras pessoas várias vezes, e isto é uma coisa que gostei muito."

"Eu sinto um poder interior e gosto da maneira que você o usa."

"Eu gosto de você como você é. Você é maravilhosa."

Observação detalhada baseada no sensorial, de comportamentos, que você gostaria que a pessoa tivesse mais, seu próprio beneficio deste comportamento em particular, pode estar incluído no comentário. A idéia aqui é focar em algo positivo. Algo que você aprecie que a pessoa faz algumas vezes, e que você gostaria de ver/ouvir mais no futuro.
"Cada vez que você fala ou comenta alguma coisa do que está acontecendo, eu compreendo mais e mais claro, eu desejo que no futuro você faça isso cada vez mais."

"A maneira que ouço você ressignificar o argumento entre X e Y me faz sentir mais segura em sua presença, e eu gostaria de experimentar mais isto no futuro."

"Eu vi você apoiar X durante o exercício explicando as etapas de uma maneira clara e gentil, o que me fez sentir bem e aceito, e eu gostaria de ver mais isto no futuro."

"Para mim seu feedback sobre a presentação foi muito específico, direto e fácil de entender, e eu gostaria que você fornecesse mais disso."

As perguntas são formuladas para levar as pessoas a pensarem em outra direção que a usual, para despertar a parte criativa, pois novos caminhos podem ser abertos e talvez acendam luzes em áreas escuras de recursos não usados ainda, padrões de pensamentos e crenças sobre possibilidades.

As perguntas não têm necessariamente algo a ver com A ou B, mas podem ser sobre qualquer coisa que você pensou em relação à outra pessoa.

Algumas vezes é natural "C" dar continuidade a "B" na pergunta: "O que aconteceria se você fizesse mais...", o que faz o ouvinte pensar sobre novas maneiras de fazer as coisas. E outras vezes a pergunta pode ser dirigida à identidade:

"Você lembra de cuidar-se, amar-se e presentear-se?"

"Você pensou no que aconteceria se você compar-tilhasse suas emoções e me/nos dissesse o que você quer?"

"Você pensou como seria não fazer nada durante meia hora em cada dia, exceto ser você?"

Meu objetivo é criar um ambiente seguro para mim e para os outros, onde todos podem realmente aprender o que querem, tanto através de pequenos milagres ou de muitos erros, recebendo feedback e melhorando para alcançar a maestria.

Birthe Jonasen trabalha com PNL e é Trainer na Dinamarca.

Publicado na   Revista Anchor Point, AGO/95
Traduzido por M. L. Figueras
Revisado por M.H.Lorentz
Publicado no Golfinho Impresso Nº 14 de NOV/95

Amados do meu coração...
Se não der assim... precisaremos invocar Freud e Young...

Saúde e Paz!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Silvio Matos em 21 de Setembro de 2010, 19:55
Ser menos crítico, portanto, conforme a proposta inicial deste tópico parece constituir grave erro que só serve para grande contentamento das forças do mal. E um desserviço à consecução do bem comum para o qual devem convergir todas as aspirações individuais e coletivas dos autênticos servidores do bem.

Caramba Lineu! Na mosca! ;D

Para refletir!

Nascemos chorando, é uma crítica.

Se não fosse os "julgamentos e críticas" ainda teríamos a escravidão, as mulheres não teriam muito direitos que têm hoje, o Brasil ainda estaria no regime militar, ou melhor, seria ainda uma colônia de Portugal, teríamos eleições indiretas,.....são tantos os casos que para simplificar, estaríamos muito aquém do desenvolvimento moral e intelectual que temos hoje.
Será que a roda jé teria sido descoberta?   ::)
abç
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Hebe M C em 21 de Setembro de 2010, 20:13
 Silvio

:D Oi Silvio,
Lendo seu Post digo:

Viva a oposição!!!! as idéias tem que ser conversadas e elucidadas dos dois lados.
Vamos debater, criticar mas com base no que está se dizendo.
Toda crítica construtiva leva à repensar e à acrescentar.

Não sou contra a crítica. Desde de que seja educada e não denegrir pessoalmente ninguem.
Faz parte!!!!

Um abço
Hebe
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mourarego em 21 de Setembro de 2010, 20:15
Isso mesmo Hebe, daí a regra constante para este Fórum seja a de debater idéias não pessoas.
Abração,
Moura
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: mecame em 21 de Setembro de 2010, 22:03
Luz e paz, irmãzinha Helena. A paz de Cristo
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mirina em 21 de Setembro de 2010, 23:19
Por grande, bela e justa que seja uma idéia é impossível que ela reúna desde o principio todas as opiniões.  Os conflitos que dela resultam são a conseqüência inevitavel do movimento que se opera.  São mesmo necessários para fazer ressaltar a verdade, e é útil que eles ocorram no principio para que essas idéias, se falsas sejam prontamente desgastadas.
Todas as pretensões isoladas caíram por força das coisas, diante do grande e poderoso critério do controle universal.

Debater uma idéia, um conceito, uma posição é muito saudável, e indicado pelos Espiritos.
A questão é a forma como se faz.
Quando jogam-se argumentos por terra e não se oferecem novos, não estamos construindo absolutamente nada, apenas o vazio.  A idéia central é evoluir em novos conceitos e descobertas, e não radicalizar e tornar erudito o que esta escrito.  Espiritismo é dinamica de vida.  Não uma letra morta.


Abs,
Mirina
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mirina em 21 de Setembro de 2010, 23:28
O primeiro trecho é do ESE, na introdução, desculpe, falhei na citação.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mourarego em 21 de Setembro de 2010, 23:43
O ESE tem mesmo partes muito ilustrativas para os que o estudam com seriedade, Observem este trecho:
"E resulta mais, que as instruções dadas pelos Espíritos, sobre os pontos da
doutrina ainda não esclarecidos, não teriam força de lei, enquanto permanecessem
isoladas, só devendo, por conseguinte, ser aceita sob todas as reservas, a título de
informações.

Daí a necessidade da maior prudência na sua publicação, e no caso de     julgar-se que devem ser publicadas, só devem ser apresentadas como opiniões individuais, mais ou menos prováveis, mas tendo, em todo o caso, necessidade de confirmação.[/b]
É esta confirmação que se deve esperar, antes de apresentar um princípio como
verdade absoluta, se não se quiser ser acusado de leviandade ou de credulidade
irrefletida.
Os Espíritos Superiores procedem, nas suas revelações, com extrema prudência. Só abordam as grandes questões da doutrina de maneira gradual, à medida que a inteligência se torna apta a compreenderas verdades de uma ordem mais elevada, e que as circunstâncias são propícias para a emissão de uma idéia nova. Eis porque, desde o começo, eles não disseram tudo, e nem o disseram até agora, não cedendo jamais à impaciência de pessoas muito apressadas, que desejam colher os frutos antes de amadurecerem. Seria, pois, inútil, querer antecipar o tempo marcado pela Providência para cada coisa, porque então os Espíritos verdadeiramente sérios recusam-se positivamente a ajudar. Os Espíritos levianos, porém, pouco se incomodando com a verdade, a tudo respondem. É por essa razão que, sobre todas as questões prematuras, há sempre respostas contraditórias.
Os negritos e cores são de minha autoria.
Abraços,
moura
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mirina em 21 de Setembro de 2010, 23:56
Este é o ponto amigo Moura,

todo julgamento deve ser sempre colocado como uma opinião pessoal, e nunca como verdade absoluta. 
Sendo assim não existem criticas e julgamentos que apresentem caminhos absolutos, pois tratam-se de uma visão pessoal.  Logo, chegamos a mesma conclusão.  Ao criticar o próximo, sem se oferecer novos caminhos, como vc mesmo já citou, estamos cometendo ingerencias a cerca do outro.   E mesmo oferecendo novos caminhos, ainda neste caso, devemos respeitar o direito do outro pensar, opinar e agir diferentemente.
Acho que na teoria concordamos, na prática é que temos divergencias.

Abs,
Mirina
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Zirlene em 22 de Setembro de 2010, 02:07
Obrigada,Arikahn pelo seu comentário,.
Continuo com a mesma opinião de antes, nossos julgamentos  ou crítica serão
sempre os motivos de nossa liberdade ou de nossa prisão no processo de
desenvolvimento e crescimento espiritual, devemos sempre tirar o espírito da letra.
Muita Paz!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Fernando Louren em 23 de Setembro de 2010, 15:34
Acho que  a mensagem que a irmã trouxe sobre a Agua da Paz( de chico xavier) , reflete bem a minha opinião sobre o assunto.As vezes o silencio é a melhor atitude frente as discussões.

Muita paz e alegria !!!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: LucianaFQ em 23 de Setembro de 2010, 16:01
Apoio e concordo muito com o que nossa amiga Mirina esteve a escrever.

Me perdoem por não citar nenhuma parte da Doutrina aqui, mas já tem muita gente fazendo isso mesmo!!! rs
Então mando um texto psicografado por nosso amigo Chico Xavier, quem sabe para uma reflexão....


A vida vem de Deus, a convivência vem de nós.
Aqueles companheiros que nos partilham a experiência do cotidiano
são os melhores que a Divina Sabedoria nos concede, a
favor de nós mesmos.

Se você encontra uma pessoa difícil em sua intimidade, essa é
a criatura exata que as leis da reencarnação lhe trazem ao trabalho
de burilamento próprio.
As pessoas que nos compreendem são bênçãos que nos alimentam
o ânimo de trabalhar; entretanto, aquelas outras que ainda
não nos entendem são testes que a vida igualmente nos oferece, a
fim de que aprendamos a compreender.
Recordemos: nos campos da convivência é preciso saber suportar
os outros para que sejamos suportados.

Se alguém surge como sendo um enigma em seu caminho, isso
quer dizer que você é igualmente um enigma para esse alguém.
Nunca diga que a amizade não existe; qual nos acontece, cada
amigo nosso tem as suas limitações e se algo conseguimos fazer
em auxílio do próximo, nem sempre logramos fazer o máximo, de
vez que somente Deus consegue tudo em todos.
Se você realmente ama aqueles que lhe compartilham a estrada,
ajude-os a ser livres para encontrarem a si mesmos, tal qual
deseja você a independência própria para ser você, em qualquer
lugar.

Quem valoriza a estima alheia, procura igualmente estimar.
Se você acredita que franqueza rude pode ajudar alguém, observe
o que ocorre com a planta que você atire água fervente.

Abençoemos se quisermos ser abençoados.

Um grande abraço a todos os irmãozinhos.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: filhodobino em 23 de Setembro de 2010, 16:48
Amados,
A crítica ensina?
Seja oriunda da direita, da esquerda, centro, liberal, ortodoxa... Ensina?
Penso assim:
Discordas?
Poste comparação, sem citar que é comparação, e deixe livre seu irmão para achar o que quiser...
Saúde e Paz!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Silvio Matos em 23 de Setembro de 2010, 19:33
Amigos,...

Temos que tomar cuidado, pois, sem julgamentos ou críticas na hora e local apropriado, com amor ao próximo, sem ferir a dignidade e sem humilhar, poderemos cair na omissão.

Sem julgamentos e críticas, como garantir:

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III)
da  Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948
Preâmbulo
        Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo,   
        Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum,   
        Considerando essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo Estado de Direito, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra tirania e a opressão,   
        Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,   
        Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana e na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla,   
        Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a desenvolver, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos humanos e liberdades fundamentais e a observância desses direitos e liberdades,   
        Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mais alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso.

Grande abraço!




Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: josybezerra em 23 de Setembro de 2010, 21:25
irmã realmente esta mensagem nos trasmite uma verdadeira lição de vida
 pois precisamos evolui o bastante pra podemos aceitar as falha do outro como as nossas.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mirina em 23 de Setembro de 2010, 22:17
Olá Josy,

tem razão, somente cada um pode avaliar o quanto esta tarefa nos exige diariamente.
e aí temos que concordar com muitos dos amigos que estão participando deste tópico.  A crítica e o julgamento fazem realmente parte da nossa natureza humana.
Saber usá-la a nosso favor e em favor do próximo faz parte de nossa luta intima e pessoal para nos aproximarmos do ideal Divino.

Uma tarefa nada fácil, mas que tenho certeza, todos que deste forum, como eu e voce, participam tem o firme propósito de realizar.

Abs cheios de luz,
Mirina
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Jpramos em 24 de Setembro de 2010, 04:12
Amados irmãos.
Peço perdão em discordar com o relato que a critica e o julgamento faz parte da natureza humana, acredito mais que é usada para desqualificar o mérito conquistado pelo outro no seu feito, por inveja ou ganância.
Não vejo esta relevância como um fator normal de vida e sim o lado errado; doentio da alma.

De acordo com o dicionário vejamos o que é critica:
1. Fazer comentários desfavoráveis a respeito de (pessoas ou coisas).
2. Dizer mal de.
3. Pôr defeitos em.
4. Exercer a crítica.

Vejamos agora Julgamento:
 1. Ato! de julgar.
2. Sentença.
3. Audiência.
4. Apreciação, exame

Julgar:
1. Proceder ao exame da causa de.
2. Decidir (como juiz, árbitro, etc.).
3. Sentenciar.
4. Formar juízo acerca de.
5. Imaginar.
6. Crer, supor.
7. Ter na conta de.
8. Pronunciar sentença.
9. Formar conceito.
10. Ser juiz de si mesmo; avaliar-se; crer-se.
 
Seria bem correto apenas julgar e não criticar, mas obedecendo a lei divina:
Conforme os ensinamentos dos profetas que agora os chamaríamos de médiuns.
Mateus 7:1 a 5 –
1 - Não julgueis, para que não sejais julgados.
2 - Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós.
3 - E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?
4 - Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
5 - Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.

Antes de julgar alguém veja se esta correta no reto juízo do Senhor:
João 7:24 - Não julgueis pela aparência mas julgai segundo o reto juízo.

Sei que ainda é muito difícil controlar nossos extintos doentios, mas é pra isso que junto aos ensinamentos espirituais estamos sempre aprimorando o nosso procedimento moral.

Luz e paz!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Silvio Matos em 24 de Setembro de 2010, 04:48
Amigos,...

Conto.
O Mestre e o Gafanhoto!


Chegando no mundo espiritual Gafanhoto foi ter com o mestre,
------Fala-me de sua vida Gafanhoto!
------Mestre, vi Jesus criticar os fariseus e orei por eles, em outra vida vi Chico de Assis, criticar o Papa e a Igreja com seus dogmas e rezei por ele, em outra acompanhei meu  amigo Lutero quando  enfrentou os religiosos e santidades, fiquei  a  meditar e enviar bons fluídos. Ah! Que triste mestre, eu queria o Brasil independente de Portugal e dei maior apoio para o Tiradentes, rezei e rezei muito por sua alma. Mestre! Perdi muitos amigos negros do Quilombo dos Palmares, foi o inicio da nossa liberdade, ajudei muito rezando de joelhos na senzala, como eram corajosos. E minhas amigas que morreram queimadas na greve do dia No Dia 8 de março de 1857, sou contra greve, mas, dei maior apoio psicológico e pedi muito ao Pai Misericordioso por elas, e.....
----Tá bom Gafanhoto, vamos parar por aí, volte e desta vez,...seja o “ator protagonista”.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mirina em 24 de Setembro de 2010, 21:04
Muito boa essa do gafanhoto!

Amigo Jpranos, cito seu post:

Peço perdão em discordar com o relato que a critica e o julgamento faz parte da natureza humana, acredito mais que é usada para desqualificar o mérito conquistado pelo outro no seu feito, por inveja ou ganância

E lhe pergunto:
Acaso inveja ou ganância são defeitos que se encontram em outros seres da natureza que não o homem?

Creio que não.
E o ato de julgar, analisar e depois criticar segundo sua análise, é realizado por outra espécie além do ser humano?

Então embora respeitando sua critica.... continuo com a opinião de que julgar e criticar fazem parte da natureza humana, e como tal pode ser encarada como defeito ou virtude, segundo o julgamento de cada um!

Agora esta passagem que diz, "Não julgueis para não serdes julgados", na minha opinião abre um precedente perigoso, pois se eu cometo atrocidades mas não julgo ninguém, então não serei julgado?  Não traz em si uma situação meio estranha?

Pra pensar!
Abs,
Mirina

Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Chopina em 25 de Setembro de 2010, 05:06
Mirina, a sua mensagem dá mesmo para pensar.
Obrigada
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Adelpho em 25 de Setembro de 2010, 20:20
É temerário tirar conclusões definitivas de simples palavras, frases ou até mesmo de um livro.  Depende sempre da inteção, da época, do contexto social em que  se vive.  Os fariseus tinha o costume de estar sempre julgando a tudo e a todos, razão pela qual jesus disse: "Não julgueis para não serdes julgados.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Mirina em 25 de Setembro de 2010, 20:29
Olá amigo Adelpho,

concordo que não devemos tirar conclusões de simples palavras, ainda mais se retiramo-as de um contexto, texto ou historia e a lançamos isoladamente, pois podemos mudar completamente seu sentido.

Tanto que não conclui, apenas perguntei as opiniões de quem nos acompanha!
De qualquer forma, ainda acredito que analisar, julgar e criticar fazem parte da natureza, e são capacidades que podem ser desenvolvidas para o bem ou para o mal.  Como tudo neste plano terrestre não é?
Claro que estas conclusões são minhas, e portanto não as considero verdades irrefutaveis, apenas um ponto de vista sob meu referencial de vida e experiencias.

Obrigado pelo alerta, acho que vale e muito!

Abs,
Mirina
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Adelpho em 25 de Setembro de 2010, 21:07
Olá, Mirina:  Aceito e concordo com a sua argumentação.
                    Afinal, o espaço no forum nem sempre é suficiente ou mesmo oportuno para tecer os comentários como realmente desejaríamos.
                     Adelpho.
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: filhodobino em 25 de Setembro de 2010, 22:39
Amados do meu coração...
Se passarmos a consubstanciar nosso entendimento em alteridade, não teremos dificuldade, com os rebates justos e ou injustos, posto que pela alteridade exercitada em nosso psiquismo, nos colocariamos no lugar de outrem e compreenderíamos, suas reações...

Pensamento/Reflexão
A Falsa Polidez
As ofensas, que na verdade consistem sempre na exteriorização da falta de consideração, colocar-nos-iam bem menos fora de nós mesmos se, por um lado, não nutríssimos uma representação tão exagerada do nosso elevado valor e da nossa dignidade - portanto, um orgulho desmesurado - e, por outro, se estivéssemos bastante cientes daquilo que, via de regra, no fundo do coração, cada um crê e pensa dos outros.
Que contraste flagrante entre a susceptibilidade da maioria das pessoas à mais ténue alusão de censura a seu respeito, e aquilo que ouviriam de si, caso surpreendessem as conversas dos seus conhecidos! Deveríamos, antes, ter em mente que a polidez habitual é apenas uma máscara burlesca; desse modo, não gritaríamos tão alto todas as vezes que esta fosse deslocada ou retirada por um breve instante. Todavia, quando se torna de facto rude, é como se tivesse despido todas as suas roupas e se postasse de nós in puris naturalibus (nu em pêlo). Decerto, assim o fazendo, desempenha uma figura bastante feia, como a maioria dos homens nesse estado.

Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'
Saúde e Paz!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: filhodobino em 25 de Setembro de 2010, 22:44
Amado Irmão...
Arthur Schopenhauer, permita-me uma polida discordância...
desempenha uma figura bastante feia, as mulheres também...
Saúde e Paz!
Título: Re: Por que ser menos crítico?
Enviado por: Adelpho em 25 de Setembro de 2010, 23:45
Nunca pensei que a polidez habitual do meus queridos
pais fosse apenas uma másca burlesca.  Antes, imaginava que eram simplesmente bem educados.  Preciso repensar na questão!