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GERAL => Psicologia & Espiritismo => Auto-Conhecimento => Tópico iniciado por: FENet em 07 de Julho de 2007, 15:18

Título: O Espírita deve ser
Enviado por: FENet em 07 de Julho de 2007, 15:18

O espírita deve ser verdadeiro, mas não agressivo, manejando a verdade a ponto de convertê-la em tacape
na pele dos semelhantes.
Bom, mas não displicente que chegue a favorecer a força do mal, sob o pretexto de cultivar a ternura.
Generoso, mas não perdulário que abrace a prodigalidade excessiva, sufocando as possibilidades de trabalho que despontam nos outros.
Doce, mas não tão doce que atinja dúbia melifluidade, incapaz de assumir determinados compromissos
na hora da decisão.
Justo, mas não implacável, em nome da justiça, impedindo a recuperação dos que caem e sofrem.
Claro, mas não desabrido, dando a ideia de eleger-se em fiscal de consciências alheias.
Franco, mas não insolente, ferindo os outros.
Paciente, mas não irresponsável,
adoptando negligência em nome da gentileza.
Tolerante, mas não indiferente, aplaudindo o erro deliberado em beneficio da sombra.
Calmo, mas não tão sossegado que se afogue em preguiça.
Confiante, mas não fanático que se abstenha do raciocínio.
Persistente, mas não teimoso, viciando-se em rebelar-se.
Diligente, mas não precipitado, destruindo a si próprio.
"Conhece-te a ti mesmo"- diz a filosofia, e para conhecer
a nós mesmos, é necessário escolher atitude e posição de equilíbrio, seja na emotividade ou no pensamento, na palavra ou na acção, porque, efectivamente,
o equilíbrio nunca é demais.
André Luiz (psicografia de Chico Xavier)

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