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GERAL => Audiovisuais => Tópico iniciado por: Moises de Cerq. Pereira em 03 de Setembro de 2017, 15:57

Título: Nossas datas e nossos limites
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 03 de Setembro de 2017, 15:57
ÚLTIMA OPINIÃO SOBRE SUPOSTA DATA LIMITE DE 2019 DE CHICO XAVIER

- Divaldo Franco


https://www.youtube.com/watch?time_continue=105&v=kj7M06Zu_bw
Título: Re: Nossas datas e nossos limites
Enviado por: Vitor Santos em 06 de Setembro de 2017, 08:40
Olá amigo Moisés

Divaldo Franco é um orador brilhante, mesmo. Mas não é só um orador brilhante. Aprendo sempre muito quando o ouço. Ele estudou muito, e por isso sabe muito. Recebe informação também pela via mediúnica, Por via da pŕopria mediunidade, ele próprio psicografa livros que servem para estudo. Já tem idade, mas parece sempre jovem a falar.  É um prazer ouvi-lo.

Sobre a data limite, o que me pareceu, ao ver o documentário sobre isso, através do youtube, é que não se trata de nenhuma profecia de catástrofe, muito menos com data marcada. É tal e qual como diz Divaldo. Foi a resposta de encarnados de outros mundos mais desenvolvidos à corrida às armas nucleares, encetada por americanos e soviéticos, no âmbito da chamada guerra fria. Os "adultos" reuniram-se para deliberar o que deviam fazer aquelas "crianças" da Terra que andavam a lidar com armas muito poderosas, capaz de destruir o Planeta e afetar indiretamente outros mundos. Determinaram que, se os terrestres continuassem assim, os tinham de "por na linha". Fixaram 2019 como ano limite para tomar uma atitude, se necessário. A Terra está sob observação.

É muito parecido ao que acontece aqui na Terra, quando a ONU tem de tentar colocar na ordem os países que estão a abusar dos direitos dos próprios cidadãos e das outras nações. A ONU diz: têm até tal data para ganhar "juizo", senão haverá sanções para forçar a situação.

Já se passaram muitos anos, e os extra-terrestres que se reuniram, e que fixaram 2019 como data limite, tal como a ONU aqui na Terra, vão observando e adaptando as respetivas atitudes e decisões ao momento. A ameaça não vem do exterior. Os extra-terrestres estavam apenas com receio que os próprios terrestres se auto-destruíssem e destruíssem o planeta físico onde habitam. A ameaça está na Terra.

Todavia, a destruição do planeta físico não implica a destruição do planeta subtil, que inclui as ditas colónias espirituais. O planeta subtil está num nível superior. E é o planeta subtil, energético, a nossa casa, enquanto espíritos ainda ligados ao mundo terrestre, que precede e governa o planeta físico.

Desde o Umbral até ao nível mais elevado do planeta subtil, habitam vários níveis de espíritos. Tanto mais elevados quanto mais afastadas da Terra física as zonas onde habitam, durante a erraticidade. As colónias espirituais ainda são zonas do planeta energético próximas da Terra.

Então não subestimemos as forças espirituais do planeta energético ou astral. Não são apenas os encarnados na Terra que a supervisionam. Supervisionam respeitando a lei do livre-arbitrio. Caso contrário não evoluíamos, apenas éramos forçados a determinado comportamento provisoriamente. depois voltávamos atrás.  A evolução tem de ser aceite e interiorizada, não imposta. Não se consegue obrigar ninguém a aprender.

Nota:

- As referências ao planeta energético foram baseadas no livro "As lei Espirituais", ditado pelo espirito que se auto-denominou "Isaias", por entermédio do espanhol Vicent Guillhem. Doutorado em quimica, investigador e professor numa universidade espanhola. Faz palestras completamente gratuitas e divulga a mensagem de Isaías, no âmbito da espiritualidade.

Isaías fala mais ou menos como os Espiritas, mas ditou o livro há pouco tempo, tem uma linguagem mais acessível ao nosso tempo. Dá um panorama das várias fases de egoismo em que nos encontramos, enquanto encarnados na Terra. E diz que estamos aqui a aprender a amar em liberdade (livre-arbitrio). O amor é o contrário do egoísmo. Quando mais aprendemos a amar, menos egoístas. A sensibilidade é a capacidade de sentir a natureza da nossa alma. Pois o Espirito, o principio inteligente individualizado, é como se fosse "um pedaço de Deus" que se individualizou.

O que faz a alma verdadeiramente feliz é o bem, a nossa essência original é boa. E penso que é isso que os espíritos nos querem dizer quando dizem que temos a moral escrita na consciência. O egoismo é a lente opaca que impede a nossa luz interior de brilhar mais no nosso comportamento. Mas a luz interior está lá. Conectada com Deus. Experimentamos a vida carnal para aprendermos que somos seres individuais. Mas depois, mais à frente (estamos nessa fase) temos de aprender que ser "individual" não é ser egoísta, não é estar contra o outro, mas, ao contrário, a nossa verdadeira realização vem do amor, tal como ensinou Jesus de Nazaré.

Vamos libertando as camadas opacas que impedem a nossa luz interior de se manifestar exteriormente.

Mas, para quem quiser saber sobre a fonte de informação em que me baseei, nada como ir à Intenet e descarregar "As Leis Espirtuais" e ler. Porque a minha interpretação do livro é uma interpretação particular, sujeita a erro.

Bem hajam   
Título: Re: Nossas datas e nossos limites
Enviado por: Moises de Cerq. Pereira em 07 de Setembro de 2017, 11:59
Grato

Vitor Santos