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GERAL => Outros Temas => Artigos Espíritas => Tópico iniciado por: jose da silva de jesus em 17 de Agosto de 2013, 17:51

Título: Vivendo na fronteira
Enviado por: jose da silva de jesus em 17 de Agosto de 2013, 17:51












(http://2.bp.blogspot.com/-_BpTs_7X7EU/Ug-nVArPSCI/AAAAAAAAAFk/X7TLM7_OJr0/s320/vivendo+na+fronteira.jpg)

Vivendo na fronteira

A doutrina espírita nos ensina que a terra é atualmente um mundo de provas e expiações e também ensina que em breve ela se transformará em um mundo em regeneração.

Nos mundos de provas e expiações os espíritos sofrem as conseqüências dos desvios das leis de Deus que cometem, sofrem duramente as conseqüências dos seus próprios erros e são também provados/testados pelas dificuldades e tribulações típicas destes mundos inferiores que são mundos atrasados tanto em evolução científica como em sua instituições políticas,sociais etc. e dessa forma expiam e aprendem a superar seus defeitos; já nos mundos em regeneração, os espíritos, que também são ainda imperfeitos, têm uma maior consciência dos seus defeitos e repudiam o mal combatendo seus próprios impulsos inferiores com mais empenho.

A idéia desta mudança no planeta terra, ensinada pela doutrina espírita, muitas vezes se mistura com idéias de outras doutrinas e também com idéias oriundas de profecias e crenças catastróficas, como as que fizeram boa parte da população mundial acreditar que na virada do milênio ocorreriam desastres terríveis ou que no dia 21/12/2012 ocorreriam também tragédias e catástrofes.

Não é difícil perceber que estas idéias são exageradas e que na verdade as mudanças são sempre sutis e graduais. Na verdade já estamos passando por esta mudança neste exato momento, más ela é, é claro, um pouco menos óbvia e requer um pouco mais de atenção e de conhecimento para ser percebida. Por outro lado não deixa de ser uma grande mudança e algo realmente admirável, pois, é um momento único para nós habitantes deste planeta.

Imagine se você pudesse vivenciar o exato momento em que o ser irracional, aquele símio, meio macaco meio homem, começou a adquirir a sua racionalidade, a sua consciência de si mesmo, de que é um ser único, tendo consciência de sua existência e de sua morte futura por exemplo; ou então em outro momento mais adiante vivenciar em primeira pessoa o momento exato em que nós humanos cultivamos pela primeira vez plantas nativas criando a agricultura e passamos então em seguida a viver dentro de grandes sociedades complexas.  É exatamente por um momento destes que passa a terra no dia de hoje, após esta transformação ela nunca mais será a mesma.

Esta diferença entre o mundo de antes e o mundo que virá depois me faz lembrar do texto “A diferença” de Bezerra de Menezes em que uma pessoa presente a uma reunião numa organização mediúnica, questiona e critica duramente o mentor espiritual e se diz indignado com a hipocrisia da parte dos espíritas, que apesar de adeptos da doutrina são, como também as outras pessoas, cheios de defeitos e ao que Bezerra de Menezes responde: “Todas essas qualidades negativas ainda me acompanham… Só existe, porém, um ponto, meu caro, que não posso esquecer. É que, antes de ser espírita-cristão, eu fazia força para correr atrás de todas elas e agora, que sou cristão e espírita, faço força para fugir delas todas…”. Pois é exatamente esta a diferença que devemos esperar do mundo de antes e o mundo de depois, a diferença entre o mundo onde as pessoas correm atrás dos seus vícios e desejos egoístas e o outro mundo onde as pessoas, ainda cheias de defeitos, se esforçam para fugir deles e tentam colocar em pratica a lei do amor ao próximo.

Esta mudança é um verdadeiro despertar de uma nova era, mas uma era que se desperta  dentro dos indivíduos e não no planeta através de mudanças físicas, da mesma maneira como o despertar do ser irracional que toma consciência de si mesmo, esta é uma nova era no pensamento e na maneira de agir dos habitantes da terra. Não apenas uma mudança no discurso ou nas aparências, como é infelizmente freqüente observar em pessoas que se tornam adeptos de algumas religiões e de repente passam a dizer frases do tipo “agora eu sou um novo homem” ou “agora eu sou de Deus” mas sem que tenham ainda assimilado profundamente novos valores de benevolência, perdão, caridade, abnegação etc., mas sim uma mudança real e sincera do tipo que faz o indivíduo olhar para si mesmo e seus comportamentos do passado próximo e se envergonhar deles sentindo o desejo forte de reparar seus erros fazendo mais e melhor pelos seus semelhantes.

E todos nós neste momento vivemos bem próximos desta fronteira, poderíamos dizer que estamos “em cima da linha do gol”, alguns mais em cima outros menos e outros já entrando e passando pela linha. Por este motivo o momento atual é um momento especial, justamente por faltar muito pouco para percebermos e sentirmos com sinceridade como o egoísmo não vale a pena e como a caridade vale a pena; como não valem a pena a ociosidade, a ganância, a ambição, a vingança, o rancor, a inveja etc. e como valem a pena o trabalho, a humildade, o perdão, o desapego etc. Só o que precisamos é um pouco mais de esforço pessoal, um pouco mais de fé em Deus e começar a exercitar estas e outras qualidades que já conhecemos na teoria e que ainda relutamos em adotar plenamente.

Este é um caminho sem volta e a partir do momento em que o indivíduo cruza esta linha estreita e conhece as vantagens de viver em primeiro lugar para o próximo e não para si mesmo, não existe mais possibilidade de retorno. A prática sincera do perdão, da caridade, do serviço ao próximo, do desapego etc. são tão gratificantes que por mais que a maioria dos nossos outros irmãos, que ainda não tiveram a oportunidade de aprender estes valores, nos ofereçam obstáculos, é impossível que o indivíduo volte atrás e adote novamente valores egoístas. Este caminho sem volta para este novo mundo é o que fará por final com que toda a população da terra seja gradualmente renovada.

Quando cruzarmos esta linha, mesmo após desencarnar e reencarnar em uma nova vida sem memória do passado, teremos a intuição natural de que a violência nunca compensa e seremos unânimes em repudiá-la, as guerras serão totalmente inaceitáveis e não teremos mais 1% da população protestando nas ruas contra os conflitos armados, mas sim 100% de todos os  homens mulheres e crianças, e nem mesmo se conseguirá encontrar soldados dispostos a lutar; também serão inaceitáveis em nossa consciência a ociosidade, não suportaremos a idéia de viver uma vida sem trabalho nem aceitaremos também a idéia de deixar qualquer pessoa, mesmo que por culpa de seus próprios erros e falhas, desamparada e em condição de miséria.

Este dia está bem próximo e logo seremos todos assim, pois, a cada dia um adulto desperta para este caminho sem volta, e a cada dia nasce uma criança dotada destas intuições adquiridas em outra vida, e nós que estamos ainda em cima da linha, temos que fazer o máximo possível de esforço para entrarmos logo para este “outro lado”, nos livrarmos logo destes últimos impulsos egoístas e colocar em prática as ações em favor do próximo. Eu que ainda sou uma criatura cheia de defeitos, tenho a intenção de quem sabe estar entre os “primeiros da fila” neste novo planeta terra que se inaugura, quem sabe o meu egoísmo que me diz para ser sempre o primeiro em tudo não consegue me motivar a estar entre os primeiros da fila, entre os primeiros daqueles que não pensam em si e se dedicam só ao próximo.
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Claudemir dos Santos em 21 de Agosto de 2013, 11:51
Sim,amigo Jose,Já estamos vivendo na fronteira da transição planetária,os atuais acontecimentos indicam isso,já não há mais tempo de espera,a evolução espiritual nos indica que estamos vivendo um momento de amadurecimento,ou seja,estamos vivendo um momento como numa fase de adolescência espiritual,estamos tentando deixar-mos de ser crianças,mas esta difícil abandonar nossos brinquedos[coisas materiais],mas a espiritualidade Maior,ou espíritos superiores,sabem como fazer e nos dar motivos para a nossa melhora,o novo papa Francisco já é um grande exemplo disso. Abraços e muita paz.
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Conforti em 21 de Agosto de 2013, 18:36
      José da Silva de Jesus   (ref #inicial, de 18.08.13)

      Olá, novo amigo José, com a intenção de contribuir para ter uma “fé raciocinada”, algumas questões para raciocinarmos sobre o texto que vc trouxe.
...................
      Texto:... Na Terra, sofremos as conseqüências dos nossos desvios às leis de Deus; as conseqüências de nossos erros são terriveis; somos, também, provados/testados pelas dificuldades e tribulações típicas desses mundos inferiores, atrasados em evolução científica, política,social etc. Desse modo expiamos e aprendemos a superar nossos defeitos.

      Conf: meu querido novo amigo; é isso que a DE ensina. Porém, não sei para vc, mas, para mim, sinto que é necessário tornar isso mais claro, pois, raciocinemos: “qual é a causa de cometermos tantos e tão grandes desvios contra a Lei de Deus”, de errarmos tanto, de adquirirmos tantos defeitos já que, sendo assim, estaremos condenados a penalidades expiatórias terríveis e torturantes, como as vemos no mundo e, como diz a DE, o homem será sempre punido em tudo aquilo em que pecou?

      Porq, ou qual é causa que tem como efeito os homens “pecarem” tanto?

     Qual é a causa de não conhecermos as causas de errarmos tanto se, pelo fato de conhecê-las, eventualmente, poderemos eliminá-las e não mais nos desviar da Lei, fato que nos trará extremas felicidades, pois não nos viriam as terríveis conseqüências que vêm do fato de a transgredirmos?

      Devemos crer que, de livre vontade, pelo nosso livre arbítrio, mesmo podendo escolher praticar o bem e, consequentemente, ser felizes, de caso pensado, escolhemos praticar o mal e, consequentemente, ser extremamente infelizes e mesmo por multiplicadas encarnações a se estenderem por milhões de anos?! Com nosso insignificante poder decidimos enfrentar o poder daquele que é Todo Poderoso?!

      Ainda raciocinando: a Infinita Sabedoria, o Infinito Amor só criou, para, como vc diz, provar/testar suas criaturas, tribulações e dificuldades terríveis e que implicam sofrimentos e dores, muitas vezes insuportáveis, como os vemos no mundo?

      Raciocinando, se não há sofrimento, não há evolução?

      O plano daquele que é Infinito Amor e Infinita Sabedoria tem como método de ensino mais eficiente impor Cruéis sofrimentos às Suas criaturas?

      O fazer alguém sofrer de modo torturante, ensina esse alguém a amar o próximo? Ou, ao contrário, o ensina até a odiar a vida, o mundo, a odiar e descrer de Deus e de seu Amor, e mesmo a vituperá-lo, que é o que vemos tantas vezes no mundo?

      Texto:...nos mundos em regeneração, os espíritos, ainda imperfeitos, têm maior consciência dos seus defeitos e repudiam o mal, combatendo seus próprios impulsos inferiores com mais empenho.

      Conf: raciocinando: isso, é evidente, significa que, nos mundos inferiores (nos quais já vivemos e estamos vivendo), nós não temos ainda consciência de nossos defeitos e, por isso, “não repudiamos o mal”, “nem combatemos nossos impulsos inferiores com mais empenho”. Isso, é evidente, claramente mostra que não nos cabe qualquer responsabilidade por não repudiarmos o mal, pois o cometemos por, como vc disse, ainda não termos consciência de que temos defeitos, certo?
      Assim sendo, se não temos ainda consciência de nossos defeitos, qual é a causa da Justiça Divina impor aos homens sofrimentos sem fim?

      E mais uma questão: qual é a causa de sermos imperfeitos? Onde aprendemos a nos tornar tão imperfeitos?
      Conforme a doutrina, não fomos criados imperfeitos, nem nos tornamos imperfeitos na erraticidade. Assim, temos de, forçosamente, concluir que aprendemos a nos tornar carregados das mais monstruosas imperfeições na própria escola para onde viemos, por determinação de Deus, para aprender a nos libertar das imperfeições! É isso mesmo?!

      Texto: A idéia desta mudança no planeta terra fez acreditar que ocorreriam desastres terríveis... tragédias e catástrofes. Não é difícil perceber que estas idéias são exageradas e que na verdade as mudanças são sempre sutis e graduais.

      Conf: mas, meu amigo, vc sabe, e sem exagero algum, que na Terra estão sempre ocorrendo continuadamente tragédias e catástrofes!

      E o amigo considera sutis coisas como os tsunamis, terremotos, erupções vulcânicas, inundações, furacões, guerras sem fim, epidemias, sofrimentos e dores sem lenitivo e sem fim, que matam humanos e não humanos e que destroem tudo que o homem construiu por anos a fio, na busca de uma vida melhor para todos?

      É, para o amigo, sutil (leve) o sofrimento de uma mãe que tem nos braços o pequeno filhinho agonizando e se contorcendo de dores terríveis? É sutil o sofrimento de um pai que vê a filhinha, sua razão de viver, ser cruelmente violentada e assassinada?

      Estão sofrendo tragédias e catástrofes a Terra, a vida que ela abriga e o universo; todos estamos mergulhados em tremendo caos, que a todos alcança trazendo sofrimentos torturantes e insuportáveis! O universo, antes considerado perfeito como o mecanismo de um relógio (Deus seria o relojoeiro), agora, sabe-se, é um gigantesco caos, no qual estão, continuamente, se chocando galáxias, com seus zilhões de sistemas solares e mundos, talvez zilhões deles com todos seus bilhões de criaturas filhas do Criador!

      Texto: é mudança admirável, pois é um momento único para nós habitantes deste planeta.

      Conf: meu jovem, o que significa para vc “um momento único”? Pode ser um momento extraordinário, mas porq “único”? Os habitantes deste planeta já passaram por muitos “momentos únicos, extraordinários” para, conforme a doutrina, chegarem a ser o que hoje são.

      A presença do homem, na Terra, calculam cientistas, data de 2,7 a 5 milhões de anos! Muitas eras glaciais e interglaciais e outros desastres globais (momentos únicos) ocorreram extinguindo toda a vida que, depois, ressurgiu em novas condições! A cada 100.000 anos surge uma nova era glacial que dura cerca de 90.000 anos, sendo os 10.000 anos restantes de era quente, o que faz suspeitar que uma nova era glacial se aproxima.   
     
      Texto:... ao que Bezerra de Menezes responde: “Todas essas qualidades negativas ainda me acompanham… Só existe, porém, um ponto, meu caro, que não posso esquecer. É que, antes de ser espírita-cristão, eu fazia força para correr atrás de todas elas e agora, que sou cristão e espírita, faço força para fugir delas todas…”.

      Conf: isso, que Bezerra diz, é uma verdade que vem da ampliação da consciência do homem. E, também, de desde séculos ou milênios A.C já se aconselhava a “fugir de todas as doutrinas”, isto é, não se ligar a nenhuma doutrina.

      Com relação a isso, sábios asseguram que “aqueles que se ligam às religiões organizadas são imaturos; estão, ainda, no jardim da infância (das coisas do espírito) e, dificilmente, chegarão à graduação universitária”, e acrescentam: “as religiões impedem o acesso à verdade!”.

      Texto: Pois é exatamente esta a diferença que devemos esperar entre o mundo de antes e o mundo de depois, a diferença entre o mundo onde as pessoas correm atrás dos seus vícios e desejos egoístas e o outro mundo onde as pessoas se esforçam para fugir dos defeitos e tentam colocar em pratica a lei do amor ao próximo.

      Conf: e continuamos sem saber porq sofrem os homens, porq é que existe a lei de causa e efeito, pois sofrimentos e essa lei, só se justificam se propositadamente, transgredimos a lei de Deus.

      Afinal, qual será a causa de a transgredirmos se, isso nos trará infelicidades sem conta? Só "escolhe" transgredi-la, o que significa que só "escolhe" ser infeliz, aquele que é desequilibrado, dementado, absolutamente ignorante mas, esse, é evidente, são inimputáveis perante a Lei, pois não são responsáveis pelo que fazem; a lei não o alcançara com suas terríveis consequências, concorda?

      Texto:... estamos “em cima da linha do gol”, alguns mais em cima outros menos e outros já entrando e passando pela linha.

      Conf: como, me parece, o amigo é devotado ao estudo da doutrina, talvez possa responder a esta pergunta: se todos nós começamos a caminhada em condições iguais sob todos os aspectos, qual é a causa de uns estarem mais avançados e outros mais atrasados, uns além e outros aquém em relação à “linha do gol”? 

      Texto:... falta pouco para percebermos e sentirmos com sinceridade como o egoísmo não vale a pena e como a caridade vale a pena; como não valem a pena a ociosidade, a ganância, a ambição, a vingança, o rancor, a inveja etc. e como valem a pena o trabalho, a humildade, o perdão, o desapego etc. Só o que precisamos é um pouco mais de esforço pessoal, um pouco mais de fé em Deus e começar a exercitar estas e outras qualidades que já conhecemos na teoria e que ainda relutamos em adotar plenamente.

      Conf: novamente nos vem a pergunta: o que é que justifica os sofrimentos dos homens se, como o texto afirma, “só agora é que percebemos que vale mais o ter o coração cheio de amor do que de maldade? Que vale mais ter amor no coração e ser humilde, honesto, comedido, virtuoso, do que ser mau, desonesto, ambicioso, ganancioso, vingativo, cheios de vícios e desejos degradantes?
............
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: jose da silva de jesus em 23 de Agosto de 2013, 23:42
ola amigo
todas as perguntas que voce faz são bem comuns para as pessoas que não conhecem ainda a doutrina espírita e tenho quase certeza de que li a respostas de todas elas no livro dos espiritos, por isso recomendo essa leitura para voce

mas vou tentar responder os seus questionamentos aqui, só peço desculpas antecipadamente pela minha ignorancia e pouca habilidade para explicar minhas ideias e peço aos outros membros do forum também para quem sabe me darem uma ajuda


sofremos como crianças mimadas, que mesmo sabendo o que devemnos fazer teimamos em errar e sermos punidos pelos nossos erros

deus nao planeja nos fazer sofrer, mas nao pode deixar que quem errou não sofra as consequencias, pois seria injusto

podemos não errar, é uma escolha pessoal, qualquer um poderia optar por só fazer o bem hoje mesmo e nunca mais sofrer qualquer consequencia

nós possuimos a consciencia dos proprios erros na medida que desejamos possuir, escolhemos voluntariamente aceitar a verdade ou ignora-la, somos todos um pouco como um politico corrupto que sempre diz que o que ele faz não é nada demais e o dinheiro público não é de ninguém, mas ele sabe no fundo que não é verdade, um politico se existisse num mundo superior teria mais discernimento e compreensão e não fingiria que a corrupçãp não faz mal a ninguém; como a criança mimada aceitamos ou não a verdade na medida que desejamos aceitar, podemos sempre fingir que estamos certos ou desistir dos prazeres faceis do mal e aceitar o que no fundo ja sabemos, a verdade de que o mal não compensa

somos criados simples e ignorantes q conforme obtemos conhecimento optamos por agir pelo bem ou pelo mau, e quando optamos pelo mau sofremos as consequencias e vice-versa

sutis são mudanças que não chamam muito a atenção, tsunamis e outras tragédias smeptre aconteceram desde milhões de anos, tanto que os elefantes sabem correr para as montanhas antes deles chegarem, por isso o que eu chamei de sutil é uma mudança gradual e talvez também até tragédias, mas que não chegam a ser diferentes do que normalmente ocorre a milhões de anos

é um momento único porque somente uma vez a terra entrara neste novo estágio, estágio espiritual não material

estes sábios devem ser na verdade muito ignorantes, pois as pessoas mais nobres e inteligentes que já habitaram a terra eram todas muito religiosas, como jesus, gandhi, socrates e centenas de outros

mais uma vez repito, sofremos como crianças mimadas e teimosas que teimam em não aceitar proceder da forma que sabe ser a correta

segundo a doutrina espírita, novas almas são criadas a todo tempo

como crianças mimadas e teimosas que teimam no egoismo e no rgulho, em certo momento desistiremos de sofrer e aceitaremos os conselhos de nosso pai que sabiamos o tempo todo estar correto em seus ensinamentos

mas não deixe de ler o livro dos espíritos e la voce encontrara estas perguntas muito melhor respondidas, voce encontra ele em pdf na internet
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Conforti em 24 de Agosto de 2013, 18:30
      José da Silva de Jesus   (ref #3, de 23.08.13)

      O novo amigo José escreveu: as perguntas que você faz são comuns para os que não conhecem a DE e tenho quase certeza de que li a respostas de todas elas no OLE... que os amigos me ajudem nas respostas...

      Conf: meu querido amigo, agradeço suas recomendações de estudar OLE, de o ver em pdf na Internet.

      Talvez eu não tenha sido claro e, por isso, vc não entendeu as perguntas que fiz. E não peça desculpas por erro que fizer; nós estamos aqui exatamente para tentar aprender a como não errar mais.

      E veja que todas as perguntas que faço se devem, exatamente, ao fato de estar estudando a doutrina desde muito tempo, desde há mais de sessenta anos. E se o amigo bem observar vai ver que, em nenhuma das obras básicas, há para elas respostas definitivas, isto é, respostas que não sejam questionáveis; e, por isso mesmo, ninguém o ajudará a responder.

      Por isso, sempre as repito, pois tento entender a doutrina, do modo como, me parece, os amigos estão entendendo.

      José:... sabendo o que devemos fazer teimamos em errar e sermos punidos pelos erros...

      Conf: pois aí já está uma questão para a qual não encontro na DE resposta definitiva e, acredito, o amigo também não vai encontrar; se encontrar, por favor, me esclareça.

      Observe: se todo efeito tem sua causa, qual é a causa de nos tornarmos como crianças mimadas, se, antes, não éramos assim? Qual é a causa de, mesmo sabendo o que devemos fazer, e que seremos punidos de modo torturante, por não fazer, teimamos em continuar fazendo o errado?

      José: Deus não planeja nos fazer sofrer...

      Conf: meu jovem, vc se esquece que é Deus quem planeja, pois criou e mantém, leis punitivas, que implicam sofrimentos desesperadores e insuportáveis, que podem se estender por multiplicadas encarnações e até por milhões de anos; planejou e criou mundos para os castigos, como diz a doutrina, dos transgressores de Suas leis; e, de modo, para mim impossível de entender, criou, e mantém, um processo evolutivo para as criaturas de Seu Amor e de Sua própria e especial criação, cujo método mais eficiente é o fazer cruelmente sofrer.

      A lição do Soberano Amor é ensinar com Crueldade? Fazer alguém sofrer de modo desesperador, ensina esse alguém a amar o próximo?! Ou ensina o oposto, a odiar a vida e a Deus, e a vituperá-Lo, como vemos tantas vezes no mundo?

      José: errar, é uma escolha pessoal, qualquer um pode optar por só fazer o bem hoje mesmo e nunca mais sofrer...

      Conf: e qual é a causa de vc ainda estar neste mundo de expiações? Veja que vc mesmo mostra que não é assim pois, se vc pode escolher não mais errar, porq continua errando, sabendo que com isso virá a sofrer e, tantas vezes, de modo desesperador?

      Se vc pode escolher praticar o bem e, em consequencia ser feliz, porq é que continua, inexplicávelmente, a escolher praticar o mal e, conseqüentemente, estará escolhendo ser infeliz, ser submetido à extremas infelicidades? Vc pode ou não pode escolher? Se pode o que é que o impede de fazer a escolha certa?

      Quem é que podendo escolher ser feliz, escolhe ser ser infeliz? Somente fazem essa absurda escolha, aqueles que não têm a consciencia sã, os mentalmente desequilibrados ou absolutamente ignorantes (que se equiparam nas suas ações)? Mas esses, é evidente, são irresponsáveis e a Lei não os alcançará.

      E se vc pode escolher não errar, porq escolheu muito errar no passado, tanto que ainda está num mundo de expiações?

      José: possuímos consciência dos próprios erros na medida que desejamos possuir, escolhemos voluntariamente aceitar a verdade ou ignorá-la,

      Conf: amigo, não entendi; ter ou não consciencia de erros ou do que seja, depende do nosso querer? E a questão é a mesma: se temos consciência de nossos erros, porq os cometemos? Se podemos aceitar a verdade, porq não a aceitamos? Somos criados assim tão imbecis, de mente tão estupida?

      José: somos como o politico corrupto...

      Conf: a questão é ainda a mesma: porq somos corruptos se podemos escolher não ser?

      Bem, meu amigo, as questões serão sempre as mesmas e as respostas dificilmente serão encontradas (mas existem, sim!). Veja o que vc colocou: o homem sabe no fundo que está errando =>e eu colco: e, inespicavelmente, continua errando... num mundo superior teria mais discernimento => e coloco: e de modo inexplicável, prefere continuar errando, o que significa que prefere continuar num mundo inferior e, em conseqüência, ter menos discernimento... que pode desistir do prazeres fáceis => e coloco: se pode porque não desiste e continua a eles apegado... sabe que o mal não compensa => e, inexplicavelmente, continua no caminho do mal...etc.

      Com relação a essas suas afirmações, só lhe trago uma questão: porq não fazemos o que devemos fazer? Podemos ou não podemos? O que nos impede de fazer? Qual é a causa de mesmo sabendo que tudo isso traz sofrimentos e lágrimas para nós e para os semelhantes, não nos corrigimos e, ao contrário, inexplicavelmente, continuamos errando?

      José: criados simples e ignorantes... conforme obtemos conhecimento optamos por agir pelo bem ou pelo mau, e quando optamos pelo mau sofremos as consequências e vice-versa.
 
      Conf: meu amigo, a questão é sempre a mesma e a a pergunta nunca tem resposta: se o bem é o caminho certo, que nos traz e aos demais, felicidade, porq optamos pelo mal e com isso, estamos optando por sofrer as terríveis consequencias da também terrível lei divina de causa e efeito?

      José: esses sábios devem ser na verdade muito ignorantes, pois as pessoas mais nobres e inteligentes que já habitaram a terra eram todas muito religiosas, como jesus, gandhi, socrates e centenas de outros
 
       Conf: amigo, seguir uma religião nada tem a ver com possuir uma mente religiosa; e se o amigo bem observar verá que nem Jesus, nem Ghandi, nem Sócrates foram religiosos no sentido em que vc está falando; esses três e muitos outros mais, estavam acima dos conceitos de quaisquer religiões ou crenças dessas que vemos no mundo. O homem que se ilumina, ou da iluminação se aproxima, abandona todas as religiões pois estas, como já disse, são empecilhos à busca da verdade, à busca daquilo que devemos fazer em primeiro lugar: buscar o reino de Deus, que tudo o mais traz por acréscimo.

      José: segundo a doutrina espírita, novas almas são criadas a todo tempo...
      Conf: e o Criador lhes fixa o mesmo plano evolutivo de sempre: sofre, mesmo sem transgredir a Lei, para progredir. 

      José:como crianças mimadas e teimosas que teimam no egoísmo e no orgulho...

      Conf: meu jovem, sempre as mesmas questões; veja: porq nos tornamos egoístas e orgulhosos? A própria DE diz que o egoismo, a mãe do orgulho e de todas as demais imperfeições morais, é um sentimento natural do homem, pois vem da proximidade da matéria em que, por Deus, somos colocados.

      O egoísmo é um sentimento natural pois nasce, naturalmente, do confronto da natureza que Deus nos deu, como a natureza do mundo ameaçador que Deus nos deu!

      José:  em certo momento desistiremos de sofrer e aceitaremos os conselhos de nosso pai que sabiamos o tempo todo estar correto em seus ensinamentos...

      Conf: a mesma questão: porq escolhemos sofrer se podemos escolher aceitar os conselhos do Pai? Qual é a dificuldade que faz que, em vez e aceitá-los, prefiramos escolher sofrer?

      E, meu jovem, esse momento a que vc se refere, em que desistiremos de sofrer e aceitaremos os conselhos do Pai, só nasce da profunda observação que, evntualmente, nos trará a compreensão de o que é a vida, que nos mostra que as ciências, medicinas, psicologias, filosofias, religiões, enfim, que o mundo não tem solução para acabar com os sofrimentos  do mundo. Que essa solução está além do mundo e além dos ensinamentos das religiões do mundo.
....................
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: jose da silva de jesus em 31 de Agosto de 2013, 18:05
ola Conforti
vou tentar explicar meu entendimento sobre o assunto mais um pouco

os seres ignorantes absorvem o conhecimento das leis de deus aos poucos, mas geralmente só passam a pratica-la com sinceridade apos passarem eles mesmos por experiencias desagradaveis, por isso deus criou os seres ignorantes e a eles todos impos a lei do bem
os seres tem livre arbitrio e na medida que praticam boas açoes sao recompensados e na medida que erram sao punidos e com isso aprendem a nao errar mais
a criança mimada que por exemplo insiste em comer um monte de doces é punida pelo mau estar da diarreia, e com isso aprende como se comportar corretamente, podemos ensinar a regra sobre comer doces à criança, mas geralmente o jeito mais eficaz dela realmente aprender e aceitar a regra é sofrendo as consequencias

Deus não planeja nos fazer sofrer...
deus nos dá o livre arbitrio, sofremos porque resolvemos transgredir a sa lei, como a crinaça que resolveu teimar em comer os doces, outra criança pode ter resolvido aceitar a regra e por isso nao sofrera as consequencias logo da primeira vez
nao podemos dizer que uma mae da a luz a uma criança com a intenção de faze-la sofrer, ou que é insensivel e nao se importa em vela sofrer, isso não é verdade, a mãe não gosta de ver a crinça sofrer, ela preferiria que ela a obedecesse logo da primeira vez, mas para o bem da propria criança a mae permite que ela coma os doces e sofra as consequencias, é pensando no seu prorpio bem que a mae permite que ela sofra as consequencias dos seus atos a aprenda a lição, tirando os doces da crinça ela nao aprende lição alguma, e vai errar novamente na proxima oportunidade

a criança nao deve odiar a mae por tela permitido sofrer, o sofrimento é de responsabilidade unica da criança teimosa

eu estou como voce tentando aprender com meus erros e nao errar mais, estou quase aprendendo por exemplo e começando a tentar botar em prastica que viver nesse mundo com a ideia fixa de ajudar o proximo pode ser uma benção e nao um castigo

a criança escolhe arriscar comer os doces e sofre por isso, mas na segunda vez ela pode ou nao cometer o mesmo erro, uma criança muito teimosa pode passar por muitas diarreias até aprender

a criança aceita o conselho da mae se quiser, ela pode continuar ignorando a regra ou aceita-la, se finge que nao conhece a regra continua sofrendo, se aceita ela estara livre do sofrimento

a criança so sofre por transgredir a lei, nao sofre gratuitamente ou porque sua mae quiz ve-la sofrer, a mae nao quer ver a criança sofrer, mas nao deve poupa-la da diarreia se quiser ve-la aprender a lição

só a religião pode salvar o homem, a religião, qualquer delas, é o ensino da lei de deus, so obedecendo a lei de deus, ensinada pelas religioes, pode o homem progredir, o homem sem religião é como uma criança sem mãe

a solução para todos os sofrimentos é simples, para a criança: obedeça sua mãe, para nós homens: obedeçamos a lei Deus
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Confortipai em 31 de Agosto de 2013, 22:23
Re: Vivendo na fronteira
      José da S de Jesus   (ref #5 em: 30.08.13, às 18:05)

      Olá, novo amigo José; vamos raciocinar como a doutrina recomenda?

      José de Jesus escreveu: vou tentar explicar meu entendimento sobre o assunto mais um pouco:

      “Os seres ignorantes absorvem o conhecimento das leis de Deus aos poucos, mas geralmente só passam a praticá-la com sinceridade apos passarem eles mesmos por experiências desagradáveis, por isso Deus criou os seres ignorantes e a eles todos impôs a lei do bem”.

      Conf: é evidente que, com essa explicação, o amigo está dizendo que o plano de Deus, para a evolução de Suas criaturas, se baseia em nos impor sofrimentos (experiencias desagradáveis). Será isso mesmo? O método mais eficiente criado por Deus é impor sofrimentos? Aquilo que o amigo chama de “experiências desagradáveis” são os torturantes sofrimentos que a Lei impõe aos espíritos criados por Deus? Cânceres, aleijões, violência sexual ou outras, torturas, escravidão às drogas e aos crimes, dores desesperadoras e sem lenitivo, são essas as experiências que o amigo chama de “experiências desagradáveis”?! 

      E é Aquele, que é Soberano Amor e Soberana Justiça, que nos impõe todas essas experiencias, misérias, tragédias e desgraças? É assim que devemos imaginar Deus? Que o Deus de amor e misericórdia é um Deus que corrige os erros de seus filhos com extrema crueldade?

      José: os seres tem livre arbitrio e na medida que praticam boas açoes sao recompensados e na medida que erram são punidos e com isso aprendem a nao errar mais

      Conf: meu jovem, e qual é a causa de tendo livre-arbítrio, isto é, podendo escolher entre o bem e o mal, tantos escolhem o mal?

      José:... a criança mimada... geralmente o jeito mais eficaz dela realmente aprender e aceitar a regra é sofrendo as conseqüências.

      Conf: de novo o amigo diz que o método educativo criado por Deus, se baseia no fazer sofrer (aceitar as consequências). Onde estará a Infinita Justiça, se o plano evolutivo por ela criado é fazer que os ignorantes (que não são ignorantes porq querem ser ignorantes), obrigatoriamente, sofram para deixarem de ser ignorantes?

      Isso é Justiça, fazer q os ignorantes, que não têm culpa por serem ignorantes, sofram porq são ignorantes?! Há justiça em fazer que o ignorante sofra porq é ignorante?! Onde estará a Infinita Sabedoria que só cria um processo evolutivo baseado no fazer sofrer?

      E não podemos, de modo algum, comparar a condição de espíritos, resultantes de uma criação “especial” de Deus, com a condição de crianças, resultantes da criação dos homens! Porq, o criador de espíritos é Amor, Justiça, Sabedoria e Perfeição, ao passo que os criadores de crianças são Desamor, Injustiça, Ignorância e Imperfeição!

      José: Deus não planeja nos fazer sofrer... nos dá o livre arbitrio, sofremos porque resolvemos transgredir a sua lei,

      Conf: e, meu amigo, se todo efeito tem sua causa, qual é a causa que tem como efeito o fato de resolvermos transgredir a Lei? Não a conhecemos? Ou mesmo a conhecendo a transgredimos porq somos incapazes de obedecê-la? Ou o nosso desejo é, propositadamente, com nosso insignificante poder, escolher desobedecer a Lei Daquele que é Todo Poderoso?!

      Joseé: a criança nao deve odiar a mae por tela permitido sofrer, o sofrimento é de responsabilidade unica da criança teimosa.

      Conf: com isso vc está querendo dizer que aquele que sofre (e, como vc diz, sofre por ser ignorante e por isso precisa aprender), é responsável por ser ignorante?!

      José:a criança escolhe arriscar comer os doces e sofre por isso, mas na segunda vez ela pode ou nao cometer o mesmo erro, uma criança muito teimosa pode passar por muitas diarreias até aprender.

      Conf: pois é isso que não consigo entender (talvez o amigo entenda); vc está novamente afirmando que a Infinita Sabedoria, só sabe nos criar um processo evolutivo baseado no fazer sofrer!

      E, meu jovem, arriscar significa que somos ainda ignorantes daquilo que vamos arriscar, concorda? Mas, ser ignorante é transgredir a Lei de Deus?! Pela doutrina, só sofre quem merece sofrer, e só merece sofrer quem, de caso pensado, escolhe ir contra a lei, não é isso?

      José: a criança aceita o conselho da mae se quiser, ela pode continuar ignorando a regra ou aceita-la, se finge que nao conhece a regra continua sofrendo, se aceita ela estara livre do sofrimento

      Conf: meu amigo, a criança aceita ou não aceita o conselho da mãe, não se quiser, mas porq acredita que aceitar ou não aceitar é o melhor que tem a fazer naquele momento. Pode aceitar por medo de ser castigada, ou por saber que será premiada; pode não aceitar porque é teimosa, deseja irritar a mãe ou porque sua natureza é sempre contrariar etc.

      Nunca é "se quiser", como, também para nós, nada aceitamos se quisermos aceitar, pois a aceitação não vem do querer, mas do compreender que devemos aceitar ou não. A criança, no mundo  dos homens, é ainda irresponsável perante a Lei do mundo dos homens, concorda?

      José: só a religião pode salvar o homem, a religião, qualquer delas, é o ensino da lei de deus, so obedecendo a lei de deus, ensinada pelas religioes, pode o homem progredir, o homem sem religião é como uma criança sem mãe.

      Conf: sinto discordar, meu amigo; nenhuma religião salva! O que salva é a compreensão que se adquire com a observação da vida e essa compreensão não vem só da religião, vem de tudo o que a vida nos tem a oferecer, da profunda observação de o que é a vida, com humanos e não humanos, que mostra que todos, sem exceção, sofrem e que as ciências, medicinas, psicologias, filosofias, religiões, enfim, que o mundo não tem solução para esse sofrimento. 

      José: a solução para todos os sofrimentos é simples, para a criança: obedeça sua mãe, para nós homens: obedeçamos a lei Deus.

      Conf: porq é que o amigo diz que a obediência é simples? Não é nada simples. Se fosse simples, porq é que vc está ainda num mundo de expiações? Se obedecer a Lei é simples, porq vc não a obedeceu no passado, tanto que, por não obedecê-la, tem de, forçosamente, estar ainda num mundo de expiações que implicam sofrimentos torturantes?

      Percebeu como é preciso raciocinar?       
.........................
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Brenno Stoklos em 01 de Setembro de 2013, 07:49

Vivendo.............
............................raciocinar?       



É a ignorância, amigo Confortipai.

Sempre a ignorância!

Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: jose da silva de jesus em 01 de Setembro de 2013, 19:41
acho que Deus ensina sua leis e permite que aprendamos com nossos erros da mesma maneira que os pais educam seus filhos e permitem (para o bem deles) que sofram as consequencias de seus erros

não existe maldade ou crueldade na mae que aplica um castigo a um filho
existe só amor, amor de mãe e amor Deus são parecidos

uma mãe que não educa e não pune seus filhos pelos seus erros é uma mãe omissa e cruel, pois isso acarretara muitos sofrimentos ao seu filhos

acho que devemos aprender a enxergar nossos erros voluntários, entender nos mesmos  como seres imperfeitos e aceitar que nosso sofrimento é fruto dos nossos erros, dessa forma poderemos entender o amor de Deus e aceitar sua lei,
ou caso contrário ficaremos agindo sempre como uma criança mimada e revoltada
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Confortipai em 01 de Setembro de 2013, 20:37
      Brenno Stoklos   (ref #7, de 31.09.13)

      À pergunta de qual é a causa de fazermos tantas coisas erradas, o amigo Brenno respondeu: É a ignorância, sempre a ignorância!"

      Pois estou de total acordo com vc, meu jovem Brenno; vc já deu essa resposta muitas vezes e em todas elas concordei com vc: é sempre a ignorância que nos faz cometer os absurdos que vemos pelo mundo. Portanto, já entendemos qual é a causa de tantos absurdos, grandes ou pequenos, que cometemos, concorda?       

      E sendo assim, agora nos falta entender porq é que todos sofrem, porq nós sofremos, e muitas vezes de modo insuportável, torturante, como diz a DE, sofrimentos que poderão se estender por multiplicadas encarnações e por milhões de anos, e que, para muitos, parecerão eternos, se todos os erros os praticamos por ignorância e se, conforme as doutrinas, todos os sofrimentos vêm do fato de transgredirmos a Lei de Deus (exceções apontadas pela DE)?
......................

Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Brenno Stoklos em 01 de Setembro de 2013, 23:54

      E sendo assim, agora nos falta entender porq é que todos sofrem, porq nós sofremos, e muitas vezes de modo insuportável, torturante, como diz a DE, sofrimentos que poderão se estender por multiplicadas encarnações e por milhões de anos, e que, para muitos, parecerão eternos, se todos os erros os praticamos por ignorância e se, conforme as doutrinas, todos os sofrimentos vêm do fato de transgredirmos a Lei de Deus ?
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Ótima resposta!

Parece que o amigo já entendeu.

Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Confortipai em 02 de Setembro de 2013, 02:49
Re: Vivendo na fronteira
      Brenno   (ref #10 em: 31.08.13, às 23:54)


      Conf (msg anterior): E sendo assim, agora nos falta entender porq é que todos sofrem, porq nós sofremos, e muitas vezes de modo insuportável, torturante, como diz a DE, sofrimentos que poderão se estender por multiplicadas encarnações e por milhões de anos, e que, para muitos, parecerão eternos, se todos os erros os praticamos por ignorância e se, conforme as doutrinas, todos os sofrimentos vêm do fato de transgredirmos a Lei de Deus?
......................
      Brenno escreveu: Ótima resposta! Parece que o amigo já entendeu.


      Conf: olá, amigo Brenno, acho que me expressei mal pois não foi uma “resposta” mas, como tem sido sempre, foi uma “pergunta”, não nova, pois tem sido muitas vezes repetida e mesmo assim, não obtém resposta.

      Vc mesmo, por várias, vezes disse que erramos e agimos de modo a causar danos a terceiros “por ignorância”, e concordo cem por cento com isso. 

      Mas, veja a pergunta que lá coloquei (que não foi resposta) e que ninguém responde de forma inquestionável (e essa resposta existe sim!):

      “E sendo assim, agora nos falta entender porq é que todos sofrem, porq nós sofremos, e muitas vezes de modo insuportável, torturante, como diz a DE, sofrimentos que poderão se estender por multiplicadas encarnações e por milhões de anos, e que, para muitos, parecerão eternos, se todos os erros os praticamos por ignorância e se, conforme as doutrinas, todos os sofrimentos vêm do fato de transgredirmos a Lei de Deus ?

      Como vc pode ver, essa é ainda uma pergunta e não, uma resposta. Resumindo: qual é a causa de sofrermos se erramos por sermos ignorantes e se, como a doutrina afirma, só sofre quem merece sofrer?

      Abç.
......................

Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Brenno Stoklos em 02 de Setembro de 2013, 18:28

      “E sendo assim, agora nos falta entender porq é que todos sofrem, porq nós sofremos, e muitas vezes de modo insuportável, torturante, como diz a DE, sofrimentos que poderão se estender por multiplicadas encarnações e por milhões de anos, e que, para muitos, parecerão eternos, se todos os erros os praticamos por ignorância e se, conforme as doutrinas, todos os sofrimentos vêm do fato de transgredirmos a Lei de Deus ?



E a resposta não está óbvia?

Como poderíamos aprender (sair da ignorância) se não tivéssemos uma resposta (sofrermos as consequências  boas ou más) de nossas escolhas e consequentes ações?

Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Confortipai em 02 de Setembro de 2013, 20:05
      Brenno   


      Meu jovem, percebo que vc ainda não entendeu. Pois aquela resposta não é nada óbvia. E não é o que ensina a doutrina. Para esta, e tendo em vista a Perfeita Justiça divina, só sofre que merece sofrer.

      Se o ignorante merece sofrer por ser ignorante, esta não é a concepção da doutrina espirita.

      Abç.
................................
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Brenno Stoklos em 03 de Setembro de 2013, 05:44

      Se o ignorante merece sofrer por ser ignorante, esta não é a concepção da doutrina espirita.

      Abç.



Ninguém sofre por ser ignorante!

Sofre por cometer atos que transgridem as Leis Divinas.

Sofre, então, as consequências.




Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Vitor Santos em 03 de Setembro de 2013, 10:37
Olá amigo Brenno

Citar
Ninguém sofre por ser ignorante!

Sofre por cometer atos que transgridem as Leis Divinas.

Sofre, então, as consequências.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/vivendo-na-fronteira/#ixzz2docrTsIE

Amigo, não há dúvida que este assunto é um assunto essencial, na interpretação da doutrina espirita. E também é difícil de entender, pelo menos para mim.

Se interpretarmos "as leis divinas" como: as leis da natureza, que regem os corpos materiais e que regem os espiritos (leis espirituais da natureza), eu concordo com o amigo. As regras do jogo são as leis da natureza, que funcionam de igual forma para todos nós (espiritos). Decerto que Deus criou regras imparciais, que afectam igualmente todos os espiritos, sem excepção. Aí é que está a justiça das leis divinas.
As consequências são o resultado das nossas experiências com as leis divinas (da natureza). Se jogamos a favor das mesmas, progredimos, senão estagnamos. Ninguém nos impede de tentar subir um rio, a nado, contra uma forte corrente. Mas a força da gravidade, mais tarde ou mais cedo, vai convencer-nos a desistir da ideia. O cansaço acaba por vencer. Ou nos afogamos, ou nos deixamos ir na corrente, até à margem, e prosseguimos a subir o rio a pé, junto à margem.

O espírito nunca se afoga, pois nunca morre, logo, se se cansar, só lhe resta mudar de ideias e deixar de tentar ir contra a corrente. A este mudança de ideias chamamos, usualmente, "arrependimento".

Assim, nós não sofremos, de facto, por sermos ignorantes. Mas a ignorância leva-nos a tentar optar por caminhos inviáveis, que aprofundam a nossa infelicidade, em vez de nos levar à felicidade. E estes últimos levam-nos ao sofrimento. Como a força da natureza é sempre maior, vamos cansar-nos e acabar por procurar jogar a favor dessa força. Mas entretanto os erros que cometemos causam dor. E ainda bem! 

Se nós não sofrêssemos, por enveredar por caminhos errados, estagnávamos infelizes, para a eternidade, a martirizar os outros e a nós mesmos. Isso é a definição de diabo e de inferno. Ora se há alguma coisa de claro, é que a doutrina espirita diz que o diabo e inferno não existem, a não ser em sentido figurado.

Por  acreditamos que há uma intervenção para nos inspirar a seguir bons caminhos, e que o progresso, de certo modo, é obrigatório (o espírito é que tem de decidir, mas as condições a que é submetido endurecem até ele "acordar" para a mudança que o aliviará). Isso é que é a expiação. É a bondade de Deus em acção, que nos quer arrancar à miséria da inferioridade, e nos quer fazer progredir em direcção à felicidade eterna.

Por isso é permitido que vamos reencarnar em condições de sermos confrontados com a dor, que é um aviso para corrigir o comportamento. Daí que, se existir dor, ao contrário do que possa parecer, há uma motivação de mudar mais depressa, e essa mudança conduz-nos ao caminho da felicidade eterna. Por isso, o mal que nos fazem, embora desagradável e prejudicial, em termos mundanos, pode tornar-se uma bênção para nós, em termos espirituais, ao contrário do que era a intenção dos nossos inimigos

Assim, quando pagamos aos outros, ou à humanidade inteira, pelo mal que fizemos, temos de o fazer através da realização de um bem maior, que compense esse mal que nós fizemos antes. A grande diferença entre a expiação e a reparação, é que a primeira é como o chicote que dói para nos forçar a andar para a frente, não é um castigo (embora pareça, do ponto de vista mundano), mas um remédio amargo. A segunda nada tem a haver com sofrer um mal, mas com realizar um bem, para compensar um mal que fizemos antes.

Para ilustrar isto, eu vou recorrer ao sistema judicial terreno. Supomos que alguém matou os pais a uma criança, por conseguinte, é dependente dos mesmos. De que adianta à criança que o assassino apanhe uma pena fortíssima, como a prisão perpétua, a pena de morte? Isso serve é para proteger outras crianças se serem submetidas ao mesmo tratamento. A reparação seria os assassinos trabalharem a vida inteira e o produto do trabalho deles reverter a favor da criança. Isso é que seria a verdadeira justiça. Não se podendo repor os pais à criança, ao menos tentar facilitar financeiramente a educação e de proporcionar as melhores condições de vida possível à criança.           

As penas de Talião são a resposta cega da natureza e a vingança de outros, ainda inferiores, também, sobre nós. Elas não são uma lei divina, mas a consequência de tentar jogar a desfavor das leis da natureza. Mas, como, por um lado o progresso é obrigatório, e por outro o espírito tem de decidir por si mesmo, Deus permite que os espiritos subam o rio contra a corrente. Ele sabe que eles se vão cansar. E quanto mais depressa melhor, pois mais rapidamente vão entender qual o melhor caminho para si mesmos. Mas ainda assim há espiritos encarregados de nos inspirar  a melhor forma de proceder para alcançar esse caminho. É essa bondade divina que nos dá a esperança e motivação, A luz que nos ilumina, que se contrapõe à escuridão. Onde podemos ver Deus, se Ele é bom,  deve ser onde vemos a Luz.
 
bem hajam
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Confortipai em 03 de Setembro de 2013, 15:32
Re: Vivendo na fronteira
     
      Meus amigos estudantes deste tema     

      (ref msg #14, de Brenno, de 02.09.13, às 05:44)


      Confortipai (msg anterior): Se o ignorante merece sofrer por ser ignorante, esta não é a concepção da doutrina espírita.

      Brenno respondeu: Ninguém sofre por ser ignorante! Sofre por cometer atos que transgridem as Leis Divinas. Sofre, então, as consequências.

      Conf: meu jovem, estamos aqui, é evidente, para tentar entender melhor nossas crenças, certo?
      Mas, sinceramente, penso que dificilmente vamos nos entender; parece que estamos falando línguas diferentes.
      Com sua resposta acima, voltamos à estaca zero.  Qdo se pergunta porq transgredimos as leis divinas, cometendo todos esses atos absurdos que vemos no mundo, o amigo responde que isso é devido à ignorância.
      Qdo se pergunta se o homem é punido por ser ignorante (pois que está sofrendo continuamente), o amigo responde que não é punido por ser ignorante, mas porq transgride as leis de Deus.
      Então, os que transgridem a Lei as transgridem por serem ignorantes, mas sofrem, não por serem ignorantes, mas porq transgridem as leis de Deus!!!
      Como entender isso?!!!!

      Meu amigo, parece que estamos perdendo tempo com certas questões básicas, como essa de porq o homem erra tanto, mas não estamos. É de extrema importância para todos o conhecermos a causa de errarmos tanto pois, conhecendo-as, poderemos evitá-las, já que temos livre-arbítrio para isso, concorda?

      No entanto, nem as doutrinas, nem seus seguidores, entre eles vc, conseguem identificar quais as causas de errarmos tanto e, por isso, estarmos sempre sofrendo as terríveis conseqüências da lei. Como vc diz, não é a ignorância, pois Deus não pune os ignorantes. Então, se não é a ignorância o que é? 

      O fato é que se soubermos a causa de nossos erros (que vc sempre afirma ser a ignorância), e como a DE afirma que podemos, pelo livre-arbítrio, evitar de errar, poderemos não mais cometê-los e, em consequência, não sofrer mais por errarmos, concorda?

      E, nos esforçaríamos para isso porq, como afirma a doutrina, é pelo fato de transgredirmos a Lei que estamos sujeitos a terríveis sofrimentos.

      Então, meu jovem, se devemos raciocinar para melhor entender nossa fé, como recomenda a doutrina, me permita só mais uma questãozinha:

      “Qual é a causa de estarmos sempre transgredindo as leis de Deus, se podemos, pelo livre-arbítrio, escolher não transgredi-las?!
      Se podemos, fazendo a escolha certa, evitar as terríveis conseqüências da lei, qual é a causa de não fazermos as escolhas certas, como se sempre estivéssemos escolhendo, propositadamente, transgredir a Lei de Deus?
....................
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Brenno Stoklos em 04 de Setembro de 2013, 08:02

Assim, quando pagamos aos outros, ou à humanidade inteira, pelo mal que fizemos, temos de o fazer através da realização de um bem maior, que compense esse mal que nós fizemos antes. A grande diferença entre a expiação e a reparação, é que a primeira é como o chicote que dói para nos forçar a andar para a frente, não é um castigo (embora pareça, do ponto de vista mundano), mas um remédio amargo. A segunda nada tem a haver com sofrer um mal, mas com realizar um bem, para compensar um mal que fizemos antes.

bem hajam


Se a "justiça" Divina nos faz sofrer dores sem que nada tenhamos feito para merecê-las, também deveria premiar-nos pelo Bem que não fizemos!

Porém a DE nos diz:

"As vicissitudes da vida corpórea constituem expiação das faltas do passado e, simultaneamente, provas com relação ao futuro. Depuram-nos e elevam-nos, se as suportamos resignados e sem murmurar.
A natureza dessas vicissitudes e das provas que sofremos também nos podem esclarecer acerca do que fomos e do que fizemos, do mesmo modo que neste mundo julgamos dos atos de um culpado pelo castigo que lhe inflige a lei.
Assim, o orgulhoso será castigado no seu orgulho, mediante a humilhação de uma existência subalterna; o mau-rico, o avarento, pela miséria; o que foi cruel para os outros, pelas crueldades que sofrerá; o tirano, pela escravidão; o mau filho, pela ingratidão de seus filhos; o preguiçoso, por um trabalho forçado, etc.".

                                                          O Livro dos Espíritos

Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Brenno Stoklos em 04 de Setembro de 2013, 08:22

      Qdo se pergunta se o homem é punido por ser ignorante (pois que está sofrendo continuamente), o amigo responde que não é punido por ser ignorante, mas porq transgride as leis de Deus.
      Então, os que transgridem a Lei as transgridem por serem ignorantes, mas sofrem, não por serem ignorantes, mas porq transgridem as leis de Deus!!!
      Como entender isso?!!!!



O problema é que o amigo só vê um sentido do verbo sofrer. Porém:

Significado de Sofrer

v.i. Sentir dor física ou moral, padecer.

V.t. Sentir, experimentar, passar.

Todo Espírito (encarnado ou não) sofre (sente, experimenta, passa) as consequências (boas ou ruins) de seus atos.

E, sofrendo (sentindo, experimentando, passando) as consequências (boas ou ruins) de seus atos (resultantes de escolhas feitas no exercício do Livre-Arbítrio), o Espírito aprende o valor Moral (bom ou mau) daquela determinada ação.

Sendo ignorante, o Espírito tanto pode fazer uma escolha errada como certa. O que ele só saberá depois de sofrer (sentir, experimentar, passar) as consequências (boas ou ruins) daquela escolha.


Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Vitor Santos em 04 de Setembro de 2013, 12:12
Olá amigo Brenno

Citar
"As vicissitudes da vida corpórea constituem expiação das faltas do passado e, simultaneamente, provas com relação ao futuro. Depuram-nos e elevam-nos, se as suportamos resignados e sem murmurar.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/vivendo-na-fronteira/15/#ixzz2dvBI03Cp

Desde que não se perca de vista a palavra "simultaneamente", que é fundamental para uma boa interpretação, estou de acordo, em termos gerais.

bem haja
Título: Re: Vivendo na fronteira
Enviado por: Brenno Stoklos em 04 de Setembro de 2013, 18:18
Olá amigo Brenno

Citar
"As vicissitudes da vida corpórea constituem expiação das faltas do passado e, simultaneamente, provas com relação ao futuro. Depuram-nos e elevam-nos, se as suportamos resignados e sem murmurar.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/vivendo-na-fronteira/15/#ixzz2dvBI03Cp

Desde que não se perca de vista a palavra "simultaneamente", que é fundamental para uma boa interpretação, estou de acordo, em termos gerais.

bem haja


Com certeza, amigo Vítor,

As expiações são, também, provas com relação ao futuro. Por isso é que nos importa sofrê-las resignados e sem murmurar.