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GERAL => Outros Temas => Artigos Espíritas => Tópico iniciado por: Regina Prins em 15 de Fevereiro de 2009, 01:09

Título: Perante a desencarnação
Enviado por: Regina Prins em 15 de Fevereiro de 2009, 01:09
[size=10pt]PERANTE A DESENCARNAÇÃO[/size]


"Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte." — Jesus. (JOÃO, 8:51.)


Resignar-se ante a desencarnação inesperada do parente ou do amigo, vendo nisso a manifestação da Sábia Vontade que nos comanda os destinos.
Maior resignação, maior prova de confiança e entendimento.
Dispensar aparatos, pompas e encenações nos funerais de pessoas pelas quais se responsabilize, abolir o uso de velas e coroas, crepes e imagens, e conferir ao cadáver o tempo preciso de preparação para o enterramento ou a cremação.
Nem todo Espírito se desliga prontamente do corpo.
Emitir para os companheiros desencarnados, sem exceção, pensamentos de respeito, paz e carinho, seja qual for a sua condição.
A caridade é dever para todo clima.
Proceder corretamente nos velórios, calando anedotário e galhofa em torno da pessoa desencarnada, tanto quanto cochichos impróprios ao pé do corpo inerte.
O companheiro recém-desencarnado pede, sem palavras, a caridade da prece ou do silêncio que o ajudem a refazer-se.
Desterrar de si quaisquer conversações ociosas, tratos comerciais ou comentários impróprios nos enterros a que comparecer.
A solenidade mortuária é ato de respeito e dignidade humana.
Transformar o culto da saudade, comumente expresso no oferecimento de coroas e flores, em donativos às instituições assistenciais, sem espírito sectário, fazendo o mesmo nas comemorações e homenagens a desencarnados, sejam elas pessoais ou gerais.
A saudade somente constrói quando associada ao labor do bem.
Ajuizar detidamente as questões referentes a testamentos, resoluções e votos, antes da desencarnação, para não experimentar choques prováveis, ante inesperadas incompreensões de parentes e companheiros.
O corpo que morre não se refaz.
Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar, ou discorrer sem afetação, quando chamado a isso, sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da existência humana.
A morte exprime realidade quase totalmente incompreendida na Terra.
 
Do Livro"Conduta Espírita
Pelo Espírito de "André Luiz"
Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Título: Re: PERANTE A DESENCARNAÇÃO
Enviado por: Ramon em 15 de Abril de 2009, 03:16

“A morte é hereditária”  

Sugestão de leitura

DESENCARNAÇÃO; PROCESSO DE TRANSIÇÃO.

(Trabalho publicado na Revista. Internacional de Espiritismo   - Maio 2001)

O autor é médico

"Morte é a cessação da vida orgânica; desencarnação é a libertação do Espírito imortal, período de transição, na sua mudança de plano. “A morte é hereditária”   (1) e quando o corpo morre, o Espírito está pronto para delivrar-se, porque “não é a partida do Espírito que causa a morte do corpo; esta é que determina a partida do Espírito;”(2) mas este, nem sempre está em condições de fazê-lo. Neste caso, a morte biológica acontece mas, o Espírito não se desprende, não se liberta, fica preso ao corpo físico, isto é, continua encarnado, porque “nem todos os que morrem desencarnam.” (3)"

Na internet, completo no Portal A ERA DO ESPÍRITO

http://aeradoespirito.sites.uol.com.br/A_ERA_DO_ESPIRITO_-_Portal/ARTIGOS/ArtigosGRs/DESENCARNACAO.html (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL2FlcmFkb2VzcGlyaXRvLnNpdGVzLnVvbC5jb20uYnIvQV9FUkFfRE9fRVNQSVJJVE9fLV9Qb3J0YWwvQVJUSUdPUy9BcnRpZ29zR1JzL0RFU0VOQ0FSTkFDQU8uaHRtbA==)



Título: Re: PERANTE A DESENCARNAÇÃO
Enviado por: Ramon em 15 de Abril de 2009, 03:45

Trecho retirado do artigo: "Universidade da Alma - Cidade Universitária do Espírito"

Sou curioso e soube, através da internet,  que os articulistas possuem o título de "Doutor em Ciência" e são professores universitários. Talvez por isso tenham abordado o assunto com relativa concisão e clareza.

Embora para o Espiritismo os títulos não contem muito, isto parece indicar que ciência e consciência podem caminhar juntas e que Espíritsmo não é "coisa de ignorantes", como afirma o preconceito. Ou, ainda, que "doutores" podem também estar enganados, como podem dizer outros.

A narrativa sobre a "CIDADE UNIVERSITÁRIA ESPIRITUAL"  veio por intermédio da mediunidade de Yvonne Pereira.

Vamos ao trecho:

 - "Uma outra dúvida, sobre as condições da vida após a morte, apresentada por um cardiologista nos chamou a atenção. Diversas pessoas já nos fizeram a mesma questão e outros nos confessaram que iriam deixar para ler o livro "Nosso Lar" depois que melhor estivessem inteirados dos postulados básicos da Doutrina Espírita.

Leewenhoek (1632-1723) descreveu, com auxílio de microscópios óticos, o mundo "invisível" dos micróbios: "Recebi em minha casa diversos cavalheiros, que estavam ansiosos por ver os micróbios do vinagre. Alguns deles ficaram tão enojados do espetáculo, que juraram nunca mais usar vinagre. Mas o que seria se se contasse a essa gente que existem mais germes na boca humana, vivendo na escuma junto aos dentes, do que homens em todo o reino?"

Algumas pessoas respondem da mesma forma (nunca mais usar vinagre) diante da realidade do espírito imortal. Admitem a sua existência, mas não querem pensar no "após a morte".

Se não é como o espírito André Luiz escreve, através do médium Francisco Cândido Xavier, como será? Diversos médiuns descrevem relatos parecidos e coincidentes. Como coincidentes e parecidos são os relatos das pessoas que tiveram a experiência autoscópica. Aparentemente morto o indivíduo chega ao hospital. Algum tempo depois seu coração recomeça a bater. Depois contam as histórias de suas mortes. É a experiência de morte iminente, onde há extraordinária percepção de visões, sons e acontecimentos que a pessoa tem, quando clinicamente morta, próxima ao retorno impossível.

E as materializações de espíritos?

Para onde foi e de onde veio Katie King (espírito) após despedir-se de Florence Cook (médium) nas memoráveis experiências de William Crookes?

Já me disseram que não gostariam que fosse como André Luiz relata, porque é muito palpável, material, muito semelhante ao nosso plano terráqueo. Um pesquisador, Nobel de Física, afirmou que "o mundo que observamos não é senão uma minúscula película na superfície da verdadeira realidade". A nossa ansiedade nos faz desafiar uma pessoa, que passou pela experiência autoscópica, a provar que a morte do corpo não mata a vida. Por outro lado os que passaram por ela não parecem interessados em fornecer tal prova a terceiros. Um psiquiatra que teve tal experiência fez uma síntese: "pessoas que tiveram experiência sabem. Os outros devem esperar" (13)."

Texto completo no "Grupo de Estudos Avançados Espíritas", no Portal do Espírito.

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/geae/universidade-da-alma.html (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3d3dy5lc3Bpcml0by5vcmcuYnIvcG9ydGFsL2FydGlnb3MvZ2VhZS91bml2ZXJzaWRhZGUtZGEtYWxtYS5odG1s)

O que acharam de continuar a pósgraduação na espiritualidade?

Ramon

Título: Re: PERANTE A DESENCARNAÇÃO
Enviado por: Ramon em 29 de Outubro de 2009, 01:47


                                Link relacionado   

           Morte "PRÓXIMA". Reivindicando o PASSE NO HOSPITAL   
 
    http://www.forumespirita.net/fe/fluidoterapia/morte-'proxima'-reivindicando-o-passe-no-hospital/ (http://www.forumespirita.net/fe/fluidoterapia/morte-'proxima'-reivindicando-o-passe-no-hospital/)


Título: Re: PERANTE A DESENCARNAÇÃO
Enviado por: dOM JORGE em 21 de Agosto de 2011, 11:26
                                        VIVA JESUS!


         Bom-dia! queridos irmãos.

                 Preparatórios para a desencarnação
 


A capacidade de saber renunciar, virtude ensinada pelos postulados do Espiritismo, aprendida e vivenciada durante a existência terrena, é um fator que ajuda o desprendimento do Espírito no fenômeno da chamada morte, quando se retorna ao mundo espiritual.   


Não é apenas o apego aos bens materiais que dificulta o desligamento do Espírito, pois há  outros fatores como a inclinação afetuosa ao trabalho que se realiza, bem como a afeição pelos familiares e amigos que causa dor na despedida.


No livro Obreiros da Vida Eterna, de André Luiz, recebido através da psicografia de Chico Xavier, o Espírito Bezerra de Menezes ensina que: "(...) morrer é muito mais fácil do que nascer. (...)”


Ensina ainda que, no aconselhamento à Adelaide, que se preparava para a desencarnação: “Ajude a você mesma, libertando a mente dos  elos que a imantam a pessoas, acontecimentos, coisas e situações da Vida terrena. Não se detenha. Quando for chamada, não olhe para trás”. 


Notando a preocupação de Adelaide, fala-lhe compreensivamente: “Também passei por aí. Creia, entretanto, que a lembrança de Jesus ao pé de Lázaro, foi ajuda certa ao meu coração, em transe igual. Busquei insular-me, cerrar ouvidos aos chamamentos do sangue, fechar a visão aos interesses terrenos, e a liberdade, afinal, deu-se em poucos segundos. Pensei nos ensinamentos do Mestre ao chamar Lázaro, de novo, à existência, e recordei-me das palavras: - `Lázaro, sai para fora!´ Centralizando a atenção na passagem evangélica, afastei-me do corpo grosseiro sem obstáculo algum!!”


Avaliemos, por aí, as preocupações que agride o Espírito que pressente o momento da partida. Os aconselhamentos de Bezerra servem de alerta e nos advertem sobre a necessidade da preparação antecipada.


Aprendemos que, além do preparo individual, é importante prevenir, através da orientação e de esclarecimentos a respeito da desencarnação, informando aos corações amigos, ligados pelos laços do afeto, que  não há morte; que somos Espíritos imortais e que não existe separação eterna.


Temos conhecimento, através dos íntimos de Cairbar Schutel, que ele já vinha doente de algum tempo e, em 30 de janeiro de 1938, no momento da desencarnação, o desligamento do corpo físico havia se iniciado. Entretanto, os amigos que o assistiam, ao perceberem que o desenlace estava acontecendo, se desesperaram e, aflitos, oravam convocando-o a retornar. Cairbar, sentindo o desespero dos amigos, com algum esforço retornou e lhes disse: “Por que me chamaram? Eu estava tão bem do outro lado”, e continuou no corpo físico por mais algumas horas.


Esse fato o deve ter preocupado muito. Ele, profundo estudioso do Espiritismo e lutador incansável em favor do  bem do próximo, foi levado a considerar a necessidade de esclarecimento aos que ficaram para que com eles não acontecesse o mesmo em idêntica situação, dificultando a partida para o mundo espiritual.


Algum tempo passou, mas quando surgiu oportunidade transmitiu-nos o necessário alerta. Assim é que encontramos no livro Mereça ser Feliz, ditado pelo Espírito Ermance Dufaux, no capitulo 29, o ensinamento que transcrevemos: “Nas vésperas do meu desencarne, os temperamentos dos espíritas foram alvo de profundas preocupações de minha parte. Suas atitudes faziam-me recordar a trajetória religiosa do homem comum, e isso a mim intrigava. Somente na vida Espiritual pude compreender com mais lucidez a questão dos perfis espirituais que definem os temperamentos e o caráter, encontrando então respostas convincentes a muitas de minhas dúvidas”. Mais adiante ele completa: “(...) Entendi que, mesmo sendo portadores de conhecimentos e da fé, precisarão  de mais tempo para permitir uma renovação nesse perfil milenar”.


Entendemos, dessa forma, que os ensinamentos, tanto de André Luiz, como de Cairbar, nos levam a meditar sobre o tema da desencarnação e nos preocuparmos em nos preparar individualmente, de forma  adequada, para o momento do desencarne. O mesmo deveremos fazer com os amigos e parentes para que, ao invés de dificultar o desenlace, colaborar para que se realize com a tranquilidade necessária, evitando dificuldades e sofrimentos para quem parte e para os que ficam na retaguarda. 


Vale meditarmos sobre essas considerações recomendadas por Espíritos amigos, que passaram pela experiência do retorno e voltaram para nos elucidar sobre o que sentiram e como se prepararam para o momento final, pois, mais cedo ou mais tarde, todos passaremos por idêntico processo de libertação.

       Édo Mariani



                                                         PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: Perante a desencarnação
Enviado por: Ramon em 15 de Janeiro de 2013, 14:19
Desencarnou, mas não morreu.
Com saudade, clique, veja, afaste a tristeza... e divulgue consolando.
http://www.juli.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=4085711
MORTE? [Não tema. Entenda!]
http://juli.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=4085674
MORTE? MEU SOGRO DESENCARNOU [NEU*-Reflexões]
Livraria
Centro Espírita Léon Denis
http://www.edicoesleondenis.com.br/catalog/category/view/s/leon-denis/id/27/
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