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Autor Tópico: Mensagens recebidas pelo médium Benjamin Teixeira através de espíritos diversos  (Lida 18549 vezes)
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HelenaBeatriz
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« Responder #150 em: 08 de Março de 2010, 15:50 »

Iscas do Bem. (*)

por Aline Rangel.




Lucas chegou à casa do avô cheio de novidades naquela noite. Estava eufórico com o que aprendera no colégio  sobre “o respeito às diferenças”, na aula de cidadania.
Matriculado em escola de excelente qualidade, o pequeno tinha acesso à educação privilegiada.
Marina, a nora de Dr. Pedro, era mãe cuidadosa e muito responsável. Escolheu para seu único filho um ambiente não propriamente dos mais caros, mas sim dos mais avançados em termos de modelo educacional.
 Sem prejuízo quanto aos conteúdos a serem transmitidos, havia a proposta de uma formação mais ampliada, que incluía aulas de cidadania, por exemplo, já nas primeiras séries.
Temas como preconceito, discriminação, liberdade, ética eram trabalhados desde cedo, além de serem realizadosprojetos para elaboração de emoções e sentimentos infantis relacionados à família, aos colegas, à própria imagem.
Ela e o marido estavam muito satisfeitos com os efeitos positivos da escolha, bastante visíveis no desenvolvimento do filho que fora esperado com muita ansiedade.
 Dr. Pedro não se envolvia com essas coisas… Havia problemas reais com os quais precisava lidar. O dinheiro, para ele, garantia educação primorosa, independentemente das “propostas pedagógicas”. A escola mais cara, obviamente, era amelhor!

-Vovô! Minha professora disse que homem pode casar com homem e mulher pode casar com mulher! E que eles têm filhos também! Não é legal?

Pedro ficou atônito. “Que idéias absurdas eram essas?
Não bastava seu estado de saúde (agora estava se sentindo enfermo), as preocupações com sua recuperação (agora estava convencido de estar muito mal mesmo!) e esse menino vêm com estes impropérios! Achou que iria relaxar com a visita e já estava se sentindo pior!”

- Marina, minha filha, que qualidade de escola é essa que fica colocando essas idéias na cabeça do meu neto? Não vê que isso pode fazer “mal” a ele? – E já ia saindo da sala, como costumava fazer em situações delicadas, quando foi abordado pelo neto mais uma vez, sem que a nora tivesse chance de elaborar qualquer resposta.

- Dr. Pedro, que coisa feia… Tenho histórias tão bonitas para contar! A vida é bem melhor do que você imagina! – Olhos fixos no horizonte, a criança quase reproduzia o pensamento da avó, ainda mais luminosa que antes por conta da afinidade de seus corações amigos. A última frase fez com que Pedro, assustado,parasse de andar e resmungar.
Júlia, o anjo que esteve ao seu lado por tão pouco tempo, falava exatamente isso quando discutiam sobre valores, preconceitos, posturas ultrapassadas…
Pesado silêncio se fez na sala e a própria Marina, mãe sensível e observadora atenciosa dos “repentes” do filho, estava surpresa com a estranha forma de se expressar do pequerrucho.


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« Responder #151 em: 08 de Março de 2010, 15:51 »

Continuação...



-Volte, querido Pedro! Vim aqui trazer um pouco de alegria ao seu coração! As coisas sempre podem melhorar! – Mais uma vez uma frase inteira de Júlia, na voz inocente e amorosa de um filho seu de outros tempos, amigo de sempre…

Sem saber o que se passava, Pedro, que menos se sentia Dr. naquele momento, retornou à sala, dirigindo-se ao neto com a voz embargada. Deu um abraço nele e sentiu suave brisa, envolvendo-o, pacificando-o… Estava quase emocionado… Na medida do possível para seu coração teimoso e endurecido, não pela vida, mas por seu orgulho.
 Chamou Lucas ao jardim e foram caminhar, enquanto ouvia as histórias um tanto escandalosas sobre homossexualidade, preconceito racial, discriminação com a mulher… Curiosamente, sentia-se mais relaxado, ainda que discordasse de quase tudo que ouvia. Era como se conversasse com a esposa desencarnada, única pessoa que ocupara lugar verdadeiramente especial em seu coração.

Pela primeira vez em tanto tempo, sentiu saudades dela, da sua voz, dos seus devaneios, das suas risadas, do seu bom-humor em momentos tão críticos… O neto lhe falava de fraternidade e ele se deixava contaminar por aquele otimismo infantil – para ele tão ingênuo! -  que lhe remetia, agora bem mais sutilmente, aos primeiros anos de convívio com seu amor…

Dr. Pedro estava sendo preparado para um encontro, durante o sono, com sua alma gêmea. Precisava estar em melhor padrão para ter contato breve com ela, sentir-lhe a presença e proteção e ser alertado sobre os desafios que enfrentaria ali em diante.

Era importantíssimo que aproveitasse bem os anos que teria pela frente, para que não se distanciassem ainda mais, inviabilizando definitivamente qualquer contato mais próximo.
 As oportunidades estavam se escasseando, mas a Misericórdia Divina permitia que as últimas “iscas” do bem fossem lançadas!
Júlia estava confiante e se derramava em sua direção, contaminando com o amor puro de seu coração sublimado. E as estrelas acompanhavam a dupla na demorada conversa, terapêutica, até que seus corações pudessem estar unidos mais tarde, em conversa salvadora e, quem sabe, libertadora…

Até a próxima semana!

(*) Esta narrativa dá continuidade à que foi publicada na semana passada, excepcionalmente na quarta-feira, aqui mesmo no Blog, com o título: “Encontro Especial.”
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« Responder #152 em: 10 de Março de 2010, 13:05 »


A Desatenção que Parecia Desimportante.



[O mais célebre e sábio entre os centauros (símbolo da integração completa do ser huamano - seu subeu animal e sua consciência espiritual), Quirão, mestre do herói Aquiles.]

(Correspondência do Padre Rafael – 26.)

Benjamin Teixeira
pelo Espírito Gustavo Henrique.


Cada vez mais explícito, em sua definição como espírita e assumidíssimo como médium, diante de seus paroquianos, o padre Rafael se dirigiu a jovem colaborador da igreja sob sua responsabilidade, que lhe não respondera a um SMS de repreensão, por falta cometida em relação ao andamento da atividade que se daria à noite, na missa daquele domingo.
O rapaz era um dos responsáveis pela parafernália eletrônica nos bastidores da moderníssima missa, e, em vez de responder ao velhinho simpático, tratou de correr a resolver a questão, supondo-se acertadíssimo em sua postura. Vejamos os dizeres elucidativos do ancião sábio:

“Onório:

Deixei a nossa fala em meio, ontem, dando a entender houvesse concluído a conversa, porque era dia de realização de nossa missa, e não convinha eu estender a discussão, quando misteres mais altos relacionados a Nosso Senhor nos solicitavam a atenção e o respeito. Mas os Espíritos me pedem que volte à temática agora, em momento propício.

Você respondeu à minha cobrança pela sua resposta inexistente, em assunto tão sério como a operacionalidade do serviço a Nosso Senhor, que ma teria dado logo, mas que não o houvera feito por ter motivos para isso.
Ao colocar na condicional a sua postura negligente, transferindo a responsabilidade para terceiros e situações externas, apresentando razões para não ter feito o que, simplesmente, faz-se quase que automaticamente, parando tudo, sem pestanejar, estava, na verdade, desculpando-se, criando justificativas para não se ver incurso num erro grave de comunicação, como responder a uma bronca do chefe num assunto grave.

Quando a gente quer fazer alguma coisa, quando sabe que uma certa atitude é primária e não se pode evadir dela, faz, Onório.
Se estamos no meio de gente, pede-se licença às pessoas para atender a uma ligação, tranca-se ao banheiro para responder, pára-se o carro para digitar ou telefonar, etc. – só para iniciar as hipóteses de reações plausíveis do adulto respeitoso, que não deixa a outra pessoa com a resposta do silêncio, principalmente se, do outro lado, temos o chefe ou o professor ou o Canal da Espiritualidade para nós.

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« Responder #153 em: 10 de Março de 2010, 13:07 »

Continuação...

Você pôde estar com pessoas, na casa de seu pai, você pôde dirigir o veículo para casa, você pôde atender à ligação de seu companheiro de condução de eletrônicos, mas você não pôde dar uma resposta curta a seu líder, ainda que fosse um simples:
“Vou resolver isso, Padre”.
Nas suas respostas, como aconteceu nos problemas que tivemos nos últimos dois anos, seu ego lutava para tentar se convencer (e me convencer) de que você estava certo, de que, mesmo sendo algo tão obviamente errado, era eu quem estava cobrando algo injusto, e não você quem tinha que pedir desculpas e sim eu.
Provavelmente, portanto, todos os episódios dos últimos dois anos estão sendo romanceados por sua mente do mesmo modo que este, em alguma medida, com desperdício das lições que poderiam ser aproveitadas para seu crescimento, para nosso crescimento. Conseguiu compreender agora, amigo?

Por favor, tente colocar fora o sentimento de ego em processo de competição com outro ego, porque não estou com ego aqui, Onório.
 Não tenho idade nem disposição para estar competindo com ninguém. Estou com meu Self e o sentimento de dever a cumprir. Não estou competindo com as pessoas que vão me ouvir, Onório, na condição de Representante de Deus. Isso não faz sentido algum para mim, para meu emocional, mesmo nos aspectos mais primitivos de minha mente.
Você não é meu rival, em nada.
 Tente não me ver assim, porque estaremos desperdiçando grandes oportunidades de conviver mais próximos, como tem acontecido ultimamente, tão distanciados que estamos um do outro, por este seu problema de estar em constante litígio com todas as figuras de homem com quem convive, incluindo-me.

Tornei, assim, ao assunto, porque este tipo de padrão de avaliação das coisas se estende a tudo e prejudica muito quem se agarra a ele.
 Lembre-se de que sua situação de vida (rapaz bonito, heterossexual rico e inteligente) em certa medida adoeceu-o (o que é muito compreensível) fazendo-o desenvolver um muito incrustado senso de excelência pessoal que não admite se enxergar cometendo erros – e isso é muito grave, perigosíssimo, podendo nos fazer perder existências inteiras, o que acontece com muita freqüência, na condição humana, ainda mais neste planeta tão pouco espiritual em que estamos encarnados.
 Mais uma vez vemos o padrão do ego, do orgulho e da fuga à responsabilidade pelos próprios atos (a culpa é sempre dos outros). E as implicações dele são devastadoras e profundas, em vários sentidos.

Tranquilo (embora surpreso com sua recidiva), precisando alertá-lo novamente, por você não ter demonstrado compreender ainda o ponto essencial da questão, pela natural cegueira que o ego induz, levando a observar com suspeita quem nos aponta em erro e a especular motivos escusos para nos estar criticando,

Esperando possa me ter compreendido agora,

Confiando-nos a Nosso Mestre e Senhor Jesus,

Rafael.

(Texto recebido em 2 de março de 2010.)
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« Responder #154 em: 10 de Março de 2010, 13:16 »


A Ruptura Paradigmática Fundamental.


(Sopros de Sabedoria – 108.)




Benjamin Teixeira
pelo espírito Anacleto (*).

A ruptura paradigmática fundamental não está no campo das revoluções científicas, filosóficas, ou mesmo na total renovação dos valores morais, sociais e espirituais: acontece com a criatura, no âmbito sutilíssimo da relação com sua própria identidade.

Esquecer-se de quem se é, para se tornar o que se pode ser: eis a chave da transformação axial.
Desconstruir a própria personalidade, para reformulá-la, conforme a potencialidade latente no inconsciente.
Olvidar exigências de papéis que se desempenhem, dos profissionais aos familiares e culturais (de nação, classe, sexo ou idade), avançando para os parâmetros imprevisíveis e fertilíssimos do desconhecido, os padrões ignotos das sementes adormecidas do pensar, sentir e agir, alojadas nas entranhas mais profundas do próprio psiquismo.

Observe-se esta precondição, assinalada ao fim da última sentença: “conforme potencialidade latente no inconsciente”, ao que se deve adicionar, para melhor clarear a difusa temática: em seus estratos mais nobres de germinação superior, de ordenação mais complexa da estrutura psicológica.
Ou seja: não uma expressão atabalhoada do que exista, subdesenvolvido, no inconsciente – muitos destes potenciais, inclusive, indesejáveis e mesmo perigosos –, mas a manifestação de conteúdos que condigam a esboços do ser mais lúcido, profundo, maduro e sábio em que se deve tornar, pelo processo evolutivo, e no que, paradoxalmente, ser-se-á compelido a se converter, ainda que outras subpersonalidades espectrais do inconsciente assumam, provisoriamente, o comando da individualidade, desviando-a de sua rota mais propícia de crescimento (apenas, fazendo o percurso evolucional mais sinuoso, demorado e doloroso).

Esta quebra de conceitos, de pressuposições de verdade, de estruturas de valores (e suas hierarquias de importância), não pode se dar em função de expectativas externas, por mais dignas ou acertadas, mas, sim, de acordo com necessidades de amadurecimento e realização subjacentes, no imo da própria criatura. No centro do ser, jaz o poder e a glória, para realizações prodigiosas, assim como, no âmago do átomo, reside o potencial gigantesco da energia nuclear.

(Texto recebido em 17 de março de 2008. Revisão de Delano Mothé.)

(*) Ele reencarnou como Epicuro e, mais tarde, como Sêneca; é mestre de Eugênia. Creio que não se precisa dizer mais nada a seu respeito, para facilmente se lhe compreender o porquê da profundidade e c
omplexidade de pensamento.
(Nota do Médium)
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« Responder #155 em: 10 de Março de 2010, 13:27 »

Onde e Como Ouvir a Voz de Deus.

(Sopros de Sabedoria – 109.)




Benjamin Teixeira
pelo espírito Roberto.

Para ouvir a voz de Deus, procure, nesta ordem:

1) Sua própria consciência, desvestindo-a de preconceitos, desejos do eu-animal, caprichos de poder e posse do eu-egóico, submetendo-a, ainda, ao crivo da racionalidade e do pragmatismo, sob a inspiração de ideal do eu-espírito, para não delirar em fantasias escapistas de pseudomoral.

2) A voz dos seus guias espirituais, desencarnados ou encarnados, mestres do plano físico ou extrafísico de vida, como terapeutas lúcidos e líderes espirituais genuinamente esclarecidos. Para que seja legítimo o que lhe digam estes representantes do Altíssimo, deverão suas sugestões estar endossadas pelos recursos de avaliação e interpretação do primeiro item.

3) A opinião de amigos e irmãos do espírito, sejam componentes da parentela biológica ou não, sejam íntimos ou não. Peça que lhe falem com honestidade e não ocultem nenhum elemento crítico que porventura tenham a apresentar, em relação a seu comportamento ou a sua visão de mundo. Da mesma forma, para que possa dar crédito ao que estes próximos mais próximos lhe venham a dizer, deverá submeter seus pareceres ao filtro da ferramenta 1.

4) Estude, leia, pesquise, consulte profissionais das áreas diversas relacionadas ao tema de sua necessidade de resposta ou solução, em cada circunstância. Igualmente, para que sejam válidos, os resultados auferidos, nesta pesquisa de campo, precisam ser aprovados, primeiramente, pelo fator 1 desta lista de vozes prioritárias, representativas da Verdade para você.

Não há mais instrumentais relevantes a incluir neste nosso breviário do Essencial, neste capítulo axial de buscar ouvir e apreender a Vontade do Criador para si. Contudo, o amigo notará, principalmente no primeiro quesito, uma mastodôntica dificuldade para discernir preconceito de moralidade, dignidade de orgulho, espiritualidade de convenção religiosa; tanto quanto perceberá, em cada outro tópico (do 2 ao 4), desafios próprios e variados, que só os anos, a experiência, as quedas e retrocessos, seguidos de aprendizados e avanços em ainda maior medida, poderão clarear, gradativamente.

Ah… você se lembrou da “Palavra de Deus”, que muitos acreditam ser o texto da Bíblia? Está certíssimo que esta tenha origem divina, camarada, como inúmeras outras escrituras sagradas da humanidade igualmente a têm, quais o Bhagavad Gita e o Corão (no Oriente), ou livros mediúnicos sérios (no Ocidente).
Entrementes, lamento informar que Ela também está inclusa na questão 4; e, outrossim, precisa visceralmente ser peneirada pela 1. Prova dramática do acerto desta nossa aparentemente polêmica assertiva é a assombrosa quantidade de atrocidades que, no transcurso da história do Cristianismo, foi perpetrada, com base em trechos deste escrito espiritual que, fundamentalmente, prega o amor, o perdão, o serviço ao bem comum e a harmonia entre os seres humanos.
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« Responder #156 em: 10 de Março de 2010, 13:34 »

Provação e Ponderação.



Benjamin Teixeira
pelo espírito Gustavo Henrique.

Prezado irmão:

Exercita a confiança em Deus e faze-te um referencial da Luz, onde estiveres.

No momento da eclosão da raiva – no perigoso eclipse da razão em que muitos se deixam toldar –, sê o que pacifica, perdoa, compreende e se mobiliza a realizar o bem, em retribuição ao mal perpetrado.

Quando te atacarem injustamente, coloca-te como o abafador da energia negativa, se possível transmutando-a em positiva.

Em qualquer circunstância destrutiva ou menos feliz, converte-te no elemento que equilibra, balsamiza, cura e transforma.

Quando te for algo subtraído às posses ou às vantagens que te exornavam a personalidade, no plano ilusório das evanescentes contingências do mundo físico, agradece e louva a Deus, pela inalterável sabedoria de Seus desígnios, certamente te protegendo de experiência mais amarga adiante, ou, quiçá, julgando-te amadurecido para testes mais avançados, no trajeto da iluminação espiritual.

Por fim, ante os paroxismos da crise, resiste à tentação de te vitimizares, culpares os outros ou te entregares à revolta, por julgares injusto o que te acontece. Isso porque, quando sofres: ou estás cometendo uma falta a ser corrigida, que favorece a intromissão do erro alheio em teus caminhos, ou precisas da vivência da provação, como um estímulo a que descubras e desenvolvas outras virtudes, agora não tão óbvias, principalmente se ainda te encontras no ápice do pandemônio emocional.
Assume, inteiramente, a responsabilidade pelo que te sucede, e estarás te reintegrando ao poder de solucionar tua vida e definir teu destino.

(Texto recebido em 19 de fevereiro de 2008. Revisão de Delano Mothé.)
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« Responder #157 em: 18 de Março de 2010, 15:24 »


Vida em Abundância.




Benjamin Teixeira
pelo Espírito Eugênia.

Retoma, prezado companheiro, do ponto em que paraste, teus aprendizados e tarefas benfazejas, no serviço ao próximo, a teu ideal, ao bem comum.

A alegria deve ser teu norte constante e onde esperavas encontrar barreiras e adversidades intransponíveis, esforça-te, agora, por divisar amigos de jornada ou, no mínimo, mestres abençoados, colocando a mente no foco de tornar construtiva qualquer experiência, ainda as mais amaras, por uma razão óbvia: isso é prático, é atitude inteligente, constitui um caminho para descobrir soluções, e seres feliz, quanto possível.

A vida te põe em teste. Passa bem nesta prova, estimado amigo, para que saias desta experiência fortalecido e amadurecido, progredindo na ataraxia – fazendo-te inexpugnável e imperturbável, em qualquer situação – um ideal a atingir para te garantir segurança e paz, em teus projetos de ventura: na paradoxal senda de aceitar que a vida é imprevisível, incerta e complexa, mas que é exatamente neste contexto de caos que as forças que a compõem entram em ebulição de criatividade, motivação, inspiração… de novas ideias, caminhos, transformações, iniciativas, no fluxo infinito do rio da vida, rumo à maravilha do desconhecido, desconhecido que sempre será transformado em maravilha pela ótica do otimismo operoso e solidário, sedento de novos conhecimentos e experiências, de novos amigos, lugares, culturas, amores e superações, sempre para frente e para cima, sempre mais sereno e maduro, pacífico e feliz… pleno, numa palavra… até o mergulho espetacular na eternidade sem fim!…

(Texto recebido em 09 de março de 2010.)
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« Responder #158 em: 23 de Março de 2010, 12:35 »


Rota Difícil, mas Necessária – Como Realmente Encontrar a Felicidade.




(Estudando Emmanuel e Jesus – 03.)

Benjamin Teixeira
pelo Espírito Irmão Lucas.

Gravitas, é bem verdade, com o coração coberto de chagas. Sangras para poderes ofertar, a teus entes queridos e a muitos estranhos, a quem apenas serves, o melhor de ti mesmo. Vertes sangue do próprio peito, para que outros possam passar pela vida, com um pouco menos de dores e carências.

Vês, na mídia, a propalação da felicidade de uma forma distorcida, focada em bens materiais, nas loucuras do sexo pelo sexo, no prestígio, na fama e no poder, sem propósitos nobres de serviço ao bem comum. Sabes qual é a felicidade que Deus pede às Suas criaturas, a única que lhes poderia solicitar – a verdadeira, a que está assentada no sentimento de dever cumprido (porque, de fato, cumprido), na paz de consciência, por estar sempre ofertando o que esteja no próprio alcance oferecer ao bem comum.

Contempla comigo este trecho do pensamento emmanuelino, e meditemos acuradamente:

“Vemos cônjuges que transfiguram conforto em pletora de luxo e dinheiro, desfazendo o matrimônio em facilidades loucas, como se afoga uma planta por excesso de adubo…” (*1)

O ínclito mentor fazia referência ao universo conjugal, mas distendamos o princípio para todas as áreas da Vida. O excesso corrompe, a saciedade degenera, a irrigação exagerada encharca e inunda, o adubo em demasia intoxica e mata. Em todos os sentidos, procuremos utilizar os favores da vida – sejam posses, sexo, dinheiro, posição social ou política – a favor de nossos ideais de amor, solidariedade, serviço fraterno, autoconhecimento contínuo e amadurecimento pessoal, e estaremos a serviço de nossa própria felicidade. Mas nos esqueçamos de que os talentos da vida é que existem para nós e não nós para eles, e a perversão do princípio nos conduzirá ao desespero, à decadência moral e à falência completa de nossos sonhos de vida, nossos projetos pessoais de felicidade, paz e realização do bem (incluindo, neste sinistro degringolar de destinos, amiúde e tragicamente, nossos próprios entes queridos), arrastando-nos rapidamente à morte moral em plena vida física e ao suicídio indireto, pelos desgovernos mais variados a que estaremos largamente nos entregando.

Por fim, vejamos esta outra fala do ilustre mestre espiritual, que nos encerre as reflexões do dia, com chave de ouro:

“Imaginemos a flor que, superestimando a própria beleza, resolvesse desligar-se da fronde, para produzir o fruto, sozinha. Certamente, seria do agrado para os olhos de alguém, por algumas horas, mas acabaria murchando decepcionada, porquanto, para alcançar as finalidades do seu destino, deve ser fiel ao tronco que a sustenta.” (*2)
 
Como é comum nos esquecermos de que fazemos parte de uma grande teia de interdependência. Sombremaneira, como é difícil ao ego humano admitir que existem Seres Superiores a ele mesmo, que lhe sustentam a existência e a razão de ser. O ego, com seus desatinados mecanismos de racionalização, peleja, sistemática e inteligentemente (embora com argumentos falaciosos e rasteiros), por nos convencer de que somos tudo, e de que tudo devemos retirar do mundo em nosso benefício pessoal e direto. No entanto, somente quando compreendemos que não passamos de mero nó, em gigante tapeçaria de significados cósmicos, podemos, legitimamente, dar início a uma contribuição substancial ao bem comum, não importando a dimensão de nossa influência ou a posição social que ocupemos, porque a qualidade da obra e, principalmente, as intenções do obreiro é que caracterizam a origem e os efeitos da inspiração que, sendo Superior, tudo rege, supervisiona e inspira para que o melhor aconteça com todos os envolvidos, a começar, obviamente, do trabalhador do bem que se Lhe oferece, devotadamente, como Canal ou Instrumento. Este padrão de consciência, em se fazendo estilo ou filosofia de vida, então, poderá introduzir o indivíduo numa trajetória de genuína (porque duradoura e bem fundamentada) felicidade.

(Texto recebido em 23 de março de 2010.)

(*1)(*2) Trechos respectivamente extraídos dos capítulos 51 e 49 do livro: “Encontro Marcado”, Emmanuel/Chico Xavier.
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« Responder #159 em: 26 de Março de 2010, 16:35 »


Divertida, Inusitada, Empolgante, Humana! – a Visão e o Convite da Nova Amiga Espiritual.


(Escolhi, na internet, uma imagem que se aproximasse da que vi de Irmã Maria Luíza, principalmente na última terça-feira – na psicografia o contato foi mais mental. Simpática e cheia de vida, é mulher de bem com a vida, grande mãe e emérita professora do Plano Superior de Vida. Benjamin Teixeira.)

Benjamin Teixeira,
pelo Espírito Maria Luíza.

Olá, prezados amigos e irmãs em ideal:

Meu nome é Luíza, Maria Luíza.

Sou uma das professoras da Casa – não dos tubarões grandes, sou peixe pequeno, mas quebro uns bons galhos (risos).

Estou muito feliz de poder participar, mais explicitamente, com o auxílio e cobertura da Mestra Eugênia e outros amigos, incluindo o medianeiro, deste trabalho de educação coletiva.

Em minha última existência física, fui nordestina, professora e mãe. Hoje, deste Plano de Vida, assumo condições de Guia Espiritual de uma família e de certo núcleo de atividades de socorro a crianças desvalidas.

Manifestei-me, psicofonicamente, pela primeira vez, em reunião mediúnica solene, na sede do Núcleo Central da Organização em Aracaju, e hoje faço a primeira psicografia, nesta feliz madrugada de quinta-feira, 25 de março.
Somos todos muito felizes em poder participar deste grande movimento de redenção das multidões que é o Instituto Salto Quântico. Satisfeitíssima com sua expansão, de que temos a honra de participar, apesar da pouca contribuição que podemos oferecer, pelas limitações de nossa própria condição evolutiva. Mas, do pouco que podemos ofertar, fazemos a oferta com pleno carinho, com todo coração.

Minha visita, por escrito, a vocês todos – saltoquantistas do Brasil e fora dele – é para para exortá-los, com muita ênfase, à visita às nossas palestras domingueiras (seja na aula presencial, gratuita, seja pela transmissão ao vivo, pela internet, aqui mesmo, em nosso site), levando, consigo, seus amigos, parentes e irmãos em ideal. O convite pode ser feito com carinho, ainda que repetido. O convite pode ser reiterado com um beijinho, um presente singelo (como uma flor), um mimo (qual um jantar à luz de velas), uma negociação para um cineminha depois da palestra, uma passada numa pizzaria, um passeio à beira mar… O convite pode ser feito com fé, debaixo de estado de oração, pedindo ajuda ao Guia Espiritual de seu lar e de seu ente querido, de modo que ele ajude você a tocar o coração do ente amado e fazê-lo estar conosco.

Imagine só que bênção não será (como a própria mestra Eugênia enunciou, em trecho de Culto do Evangelho desta semana, que será publicado no programa de TV do Instituto, neste sábado). Teremos, na reunião deste domingo, 28 de março, com entrada gratuita, no Centro de Convenções de Sergipe, em seu maior auditório, o Atalaia:

1) O Olhar e as Irradiações Diretas da Mãe de Nosso Senhor Jesus, curando nossas mazelas, físicas e espirituais. A cada dia que nos pomos sob o Olhar d’Ela, um pouco de nossas doenças vão-se embora com Este Olhar Sacrossanto. As pessoas têm um conceito falso de curas e ”milagres,’ como se eles devessem se dar instantaneamente – o que ocorre imediatamente, como “num passe de mágica”, é apenas um tipo de fenômeno miraculoso. Há curas milagrosas (e são as mais frequentes, porque também constituem um teste de paciência e persistência do devoto) que se dão aos poucos, mas totalmente fora das previsões da Ciência médica e psicológica (porque também há as transformações da alma, nos defeitos que tanto nos maltratam e que vão sendo diluídos e transformados aos pouquinhos…)

2) A visita da grande monja francesa, Santa Teresinha do Menino Jesus, que estará emanando luz de esclarecimento e paz a seus devotos, distribuindo graças, em forma de flores plasmadas no ambiente astral (que os videntes podem detectar) e bênçãos de pedidos atendidos – dos que forem a ela dirigidos.

3) A oportunidade de receber uma senha, à saída da sala de passes, para ser submetido(a) a um sorteio, e, quem sabe (?), conversar pessoalmente com a sábia Eugênia ou com nosso grande mestre Anacleto, por meio de incorporação realizada por Benjamin. Já pensou que beleza? Não é uma graça e tanto?

4)  A própria palestra do medianeiro, que está recheada de novidades, auxiliado que sempre está pela equipe competente do Instituto – não só de encarnados, como, mormente, dos brilhantes professores desencarnados, de diversas disciplinas do saber –, cheia de surpresas e novidades educativas, tornando a aula multidisciplinar um entretenimento para todos os gostos.
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« Responder #160 em: 26 de Março de 2010, 16:40 »

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5) A visita de entes queridos desencarnados e dos Guias Espirituais (ou Anjos de Guarda) de expressivo percentual dos presentes (percentual este que tem sido dilatado, a cada semana, por determinação de nossa Aspásia-Bernadette Soubirous).
Na semana passada, por exemplo, mais da metade das pessoas presentes foram acompanhadas por parentes, cônjuges e amigos desencarnados ou por seu próprio Mentor Espiritual.
Vejam que maravilha poder se acostumar com este tipo de companhia, desenvolvendo laços de interação com o Nosso Lado da Vida – o da orientação e do consolo, em Nome de Deus e Nosso Senhor Jesus e Nossa Amantíssima Mãe, Maria Santíssima!?
A cada semana que se vai à reunião pública, mais estes fios de sintonia intuitiva com o Céu vão se estreitando e ficando mais fortalecidos… Não era tudo que você queria?

6) Livrar-se dos “carregos” da semana, das entidades sofredoras ou mesmo malévolas que estiverem “grudadas” em sua mente e em sua aura (mesmo que você não seja médium), oriundas de contatos com colegas, chefes, subalternos do trabalho ou mesmo com familiares e estranhos na rua e em outras solenidades sociais.
Por meio do passe, energias negativas e presenças indevidas são retiradas de seu corpo espiritual, que chamamos, no espiritismo, de perispírito.
Se você fica em casa, as entidades vampirescas ficam com você, perturbando seu bem estar e mesmo seu rendimento de trabalho e estudo, relacionamentos íntimos e até suas preces e momentos de lazer.

7) Colocar-se sob a cobertura do Plano Superior de Vida. Você pode dispensar isso – me diga???
Quem pode, hoje em dia, fazer pouco caso para com o auxílio que venha de Esferas mais altas de consciência?
 Com tanta confusão, com os perigos da modernidade, com tanto medo e paranóia, com tanta violência e depressão, com tanta droga e DST’s rondado nossos filhos, com o perigo de desemprego ou da falência, do divórcio e da solidão, da enfermidade e da morte precoce, em acidentes trágicos (nossa própria ou de nossos entes mais amados), etc.,etc.,etc…
 Você realmente acha que pode dispensar um socorro-suporte deste gênero??? Se a vida já é difícil com a Supervisão do Plano Sublime… imagine sem Ela?!

Sim, entendo. Você me diz que tem dúvidas, que não acredita “nestas coisas”. Que tem lá suas ressalvas à nossa abordagem…
Tudo bem! Então, faça o seguinte: adote a perspectiva científica: que é duvidar de modo metódico, estudando, observando, colhendo dados, para chegar a uma conclusão segura.
Na própria palestra (como acontece nos programas de TV também), toda semana pessoas oferecem testemunhos impressionantes de como o fenômeno mediúnico e espiritual é genuíno.

 Indivíduos de alto nível de instrução, inteligentes e lúcidos, bem sucedidas em suas carreiras e felizes em suas vidas familiares (não gente boba e manobrável, como, lamentavelmente, se vê por aí, em certos templos caça-níqueis) que sabem que Benjamin não tinha como obter certos dados de sua vida íntima, têm-nos devassados pelos Mestres Bondosos que ele incorpora ou psicografa, e que, com muito pudor e cuidado (para preservar a intimidade destes felizardos destinatários dos recados do Céu), demonstram que são independentes da mente do intermediário encarnado.

Neste mesmo site, no ícone “Provas da Imortalidade da Alma”, há uma quantidade enorme de gente decente dando seu depoimento – de como receberam psicografias ou psicofonias do nosso porta-voz que não podiam ter sido faladas ou escritas tão-só por uma mente imaginosa, mas sim por Inteligências livres de Outro Plano (como eu, que redijo esta a vocês), por portarem informações que somente elas, e mais ninguém tinham acesso, por se tratar de pensamentos e sentimentos muito íntimos, geralmente vinculados a instantes de oração (o que é outro elemento relevante na pesquisa psíquica do contato com nossa dimensão de Vida, porque indica que esta Fonte Espiritual de informação tem que ser do Bem, porque somente os Seres da Luz têm acesso às vibrações mais altas dos pensamentos e sentimentos em estado de prece).
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« Responder #161 em: 26 de Março de 2010, 16:44 »

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Então, amigo(a): aguardo sua vista lá, neste domingo.
A entrada é franca! Tente ir logo cedo. Os passes, embora não sejam obrigatórios, são superimportantes, para a tal limpeza de seu campo mental. Começam a ser ministrados às 18h45 (encerrando-se às 19h15).
Na saída da sala de passe, você já pode pegar sua senha (apenas se quiser, claro) para concorrer, por sorteio, a fazer consultas diretas aos grandes mestres da Espiritualidade Sublime (não eu, professora limitada, apenas desencarnada – risos), e esperar pela palestra de Benjamin, já secundado por estes sábios de Nosso Plano, que o utilizam para mostrar os caminhos mais rápidos e efetivos (ainda que alguns possam ser duros e contraculturais), para nossa felicidade.

E tente levar alguém seu ou mesmo alguém que não seja de seu círculo mais íntimo de queridos.
Se não o fizer, por seu próprio coração e sensibilidade, recorde-se de que Maria , em Pessoa, segundo palavras de Santa Bernadette Soubirous, nossa adorável Eugênia, pediu que tentássemos levar alguém mais, toda semana, às nossas palestras… Imagine! Um pedido da própria Mãe da Humanidade! Como negar isso???

Por outro lado, você pode morrer de vontade de levar alguém que ama muito e que, hoje e de há muito tempo, não dá a mínima para sua fé… Isso lhe dói p’ra valer, no coração - não é verdade?
Então, comece por chamar colegas de trabalho, conhecidos da vida social, gente que não é tão importante a seu coração; e, com isso, você vai acumulando créditos morais, como se investisse numa conta bancária cármica, para que você chegue a um saldo tal de merecimentos espirituais, com este esforço sistemático, que os Anjos de Deus, em vendo seu esforço de cooperar com a Causa d’Eles, Se mobilizem a tocar, um dia, o seu ente querido, e você realize seu sonho de chegar lá, na nossa reunião domingueira, acompanhado(a), pela pessoa mais amada ou as mais amadas que você quereria tanto que fosse(m) com você, quem sabe (?) até permanecendo em nosso Grupo!!!…

Tudo tem seu preço, porque este é um Universo de Justiça; Justiça Amorosa, mas, ainda assim: Justiça. Façamos por merecer as graças do Céu, portanto, e trabalhemos, em clima de labuta em campo de batalha, como grandes soldados-obreiros da Causa de Maria, com elegância, sem excessos (para não parecermos fanáticos proselitistas, que estamos longe de ser), mas com o entusiasmo próprio de quem sabe que está servindo à Mãe da Humanidade!…
Muitos dos encarnados de nosso “Colégio de Almas Irmãs” – como gosta de denominar a sábia Eugênia –, agem como se não acreditassem, de verdade, que a Espiritualidade Superior existe! (Um vício, na verdade, de todos os meios religiosos, mesmo o kardecista, e nossa Casa não foge muito a esta regra deplorável). Sinceramente, me responda: Você tem ainda alguma dúvida de que serve a Ela, a Grande Mestra Eugênia, e, por meio d’Ela, a ELA – Maria Santíssima, a Mãe Espiritual da Humanidade inteira? Se você diz: “Eu não! Quem sou eu?! Imagina!…
Sei que Elas existem, mas quem serve a Elas é Benjamin e alguns amigos próximos a ele!…” Isso não é humildade, minha querida, meu querido!
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« Responder #162 em: 26 de Março de 2010, 16:45 »

Final...


É loucura! Você pode colaborar com a Causa, no mínimo levando gente para nossas preleções públicas, distribuindo mensagens pela sua rede de e-mails, imprimindo artigos mediúnicos e disseminando-os, doando DVD’s de presente (como o “Provas da Imortalidade da Alma”)… Você pode ajudar muito, ainda que com suas limitações.

Então??? O que está fazendo parado(a)? Dê aquele telefonema, leve seus colegas ou ex-colegas de faculdade, de colégio. Seus amigos de infância, os parentes com quem não tem contato há muito tempo… Agende, como disse acima, passeios e programinhas em família ou entre amigos, para depois da palestra, que acaba cedo, às 21h30… Lembre do horror que é ficar em casa no domingo à noite, logo no início da noite! Haja depressão! Que se tem a perder – diga a eles, bom argumento, não? – que tem alguém a perder, neste horário nacional da modorra, do tédio e do quase-pânico? (risos) Até a programação da TV pode ser vista depois… E… de seu empenho sistemático, numa semana levando um, n’outra semana ninguém, numa outra mais dois, você pode se surpreender com seu “trabalho de formiguinha” da Causa, e salvar um bocado de almas, no correr de um ano, de vários anos consecutivos, voltando para o Lado de Cá com uma ficha cármica cheia de pontos azuis: com gente que você conseguiu cooptar para as hostes de Nossa Senhora de Aracaju, a Rainha da Felicidade!!!…

Espero ter sido útil e agido como amiga, que não tenha parecido insistente ou “entrona” (risos). Mas… olhe bem – segue aí um conselho de mãe e avó: se pareci invasiva, é sinal de que seu ego só quer ganhar umas gracinhas de graça e não fazer nada em troca… e isso é mentalidade do umbral – você sabia? (Ui!… que frio na barriga que dá, não é?). Só que é a mais pura verdade! Não é à base do narcisismo egocêntrico da criança interior que a vida funciona, ouviu bem, camarada? (agora, virei vovó italiana – risos - mas falando coisas sérias… muito sérias!) A despeito de tudo isso que disse, se fui desagradável em algum momento, me perdoem!
 Não foi intenção ferir os brios de ninguém.  Muito pelo contrário!
A questão é que estou aqui!!! E, se vocês tivessem a perspectiva que nós temos de Cá… entenderiam o “nervoso” que a gente sente, principalmente em relação aos entes queridos, no afã de arrancar da loucura da vacilação e do relaxamento nas questões essenciais da eternidade, e passar entusiasmo para vocês, pela dimensão do mérito e da importância desta Causa, do quanto de graças atrai-se para si (para esta mesma vida física que vocês ora desfrutam), em colaborar com Ela e do quanto de demérito há em se fazer indiferente ou… pior ainda –  Deus os livre disso! – colocar-se contra à Própria Vontade de Deus!…

Tenho encontro marcado com vocês, neste domingo, à noite e por vários, se Deus quiser,
Sua nova amiga,

Maria Luíza, a “insistente do bem” (risos)
Aracaju, madrugada de 25 de março de 2010
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« Responder #163 em: 31 de Março de 2010, 13:41 »


A Sina dos Caluniadores que se Sentem Vítimas.




(Estudando Emmanuel e Jesus – 04.)

Benjamin Teixeira
pelo Espírito Irmão Lucas.

Medita comigo, amigo, em torno desta pérola de inaudita beleza, do pensamento emmanuelino:

“A pedra que acidentalmente nos fira, será provavelmente a peça que sustentará a segurança da construção, e, porque nos haja trazido leve dissabor, isso não é motivo para arredá-la do serviço que deve prestar à coletividade.” (*1)

Costumamos adotar, inadvertidamente, a posição de “centro do universo”, por instigação do ego e o destrambelhamento e perversão das faculdades de percepção que lhe são bem peculiares.
E, por conta disso, tendemos a expender julgamentos sobre pessoas e situações, conforme o interesse e a conveniência de nossa comodidade ou de nossos amados diretos (quando conseguimos amar alguém de verdade).

Ainda fruindo da sabedoria do grande mestre, vejamos o que ele nos leciona:

“Reage contra quaisquer impressões de mágoa ou ressentimento, evita, quanto possível, as circunstâncias em que a tua posição de convalescente seja suscetível de queda, e guarda-te, no convívio de irmãos cujos laços de entendimento e de afinidade te garantam o equilíbrio que ainda não pudeste, de todo, recuperar.” (*2)

Eis a grande questão: muitos não se sentem obsedáveis, vulneráveis a más influências, tanto da dimensão extrafísica de vida, quanto de encarnados e suas mentes enfermiças. Esquecem-se de como caíram – e de como caíram feio – na véspera ou, querendo dizer mais claramente: há bem pouco tempo – e põe-se na posição de juízes do mundo e de sofredores que podem até ser mais doentes que eles, inobstante, amiúde, os criticados estejam em melhor posição que eles próprios, não desfrutando, quiçá, dos recursos socorristas a que o incauto caluniador tem acesso, desprezando-os, porém, por se julgar dispensado de reconsiderar suas opiniões, tidas como fechadas, certas e absolutas (longe de se darem conta do desatino de soberba obsessiva a que se confiam, com tal postura).

Há pessoas que se dão ao prazer de, no seio de instituições e famílias, grupos sociais ou empresas sérias, lançarem uns contra os outros, gravando uma fala menos amável aqui, passando adiante, irresponsavelmente e sem qualquer pudor ou ética, outra informação mais sigilosa ali, e pondo-se no vértice de tudo, mais uma vez, para avaliar e estabelecer as condenações, a seu modo, espalhando e utilizando o que consegue colher de todos, como munição para a disseminação da desarmonia, desagregando grupos, destruindo amizades sólidas, atassalhando reputações dignas, formando um rastro de miséria e desgraça empós seus passos…
Exploram capciosamente os preconceitos alheios, focam os ângulos menos dignos de pessoas digníssimas, divulgam instantes menos felizes de heróis da virtude, fazendo-se “trombetas do apocalipse”, vaticinando o fim de obras seriíssimas, obras que gozam do patrocínio do Mais Alto, e, delírio por excelência, imaginam estar cumprindo um serviço à verdade, por dar a ótica do pior a todos e a tudo, o tempo inteiro…

Mas vá alguém lhes perguntar o que faziam nos ambientes em que puseram, momentanemanete, organizações sérias em crise, e elas imediatamente dirão, lágrimas escorrendo-lhes pelas faces cínicas, olhar cândido quase convincente, quando não furiosas, indignadas por não terem sido tratadas como deveriam ou não terem encontrado o que queriam (é claro), que “estavam com a melhor das intenções, tentando dar o melhor de si próprias e ser amigas de todos… embora ninguém as tivesse compreendido… como sempre lhes costuma acontecer… pobres coitadas”… sem perceberem, alucianadas como seguem, em seu vício moral, que também a notícia da existência desta sua tendência mesquinha se propaga, rapidamente, de modo que, por onde chegam, passam a ser observadas com progressiva suspeição e asco, por tão deplorável inclinação malevolente.
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« Responder #164 em: 31 de Março de 2010, 13:43 »

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Não percebem elas que sua motivação verdadeira é tudo controlarem e tudo tomarem para si (inclusive o afeto, o respeito e a admiração de terceiros), por meios escusos, crianças mimadas e de má índole que são, motivações estas que, evidentemente, dificilmente admitem para si próprias, lançando tais aspectos de si, no fundo fosso do inconsciente, onde degeneram e se tornam ainda mais destrutivos, surgindo, no nível consciente, aqui ou ali, mascarados de boas intenções (até para elas próprias), mas disseminando o mal… mais uma vez…

De fato, diríamos, de coração doído, mas não com o matiz de interpretação com que elas colorem a louca (porque inteiramente desconectada da realidade) imagem que fazem de si próprias: pobres e infortunadas criaturas…
 Não fazem ideia da nuvem de tragédias que amontoam sobre suas cabeças, que, cedo ou tarde, entornará como tempestade de desgraças, quer elas consigam admitir seu erro, quer não.
Muito pior a sequência de desgraças se demorarem a chegar, por se acumularem, principalmente se pretenderam ou pretendem atassalhar a reputação de caracteres dignos e a serviço do Plano Sublime de Vida, não importando a opinião que elas façam de tais pessoas.

Por lei indefectível de justiça e verdade, o pior de tudo e todos, gradativamente, começa a se voltar contra estes infelizes cultores da difamação, que nem se dão conta quanto, mesmo sendo honestas (da perspectiva humana atual), em meio aos dados verdadeiros (seja por peças pregadas pelo seu próprio inconsciente ou do que Jung denominou de “sombra psicológica”, seja por influências de agentes tenebrosos do domínio extrafísico de vida), inventam, distorcem ou tiram de contexto acontecimentos, deturpando-os completamente, portanto (o que equivale e mentir), para, no fundo, sentirem-se um pouco menos ruins do que se sentem, no mais profundo de si mesmos.

Entrementes, piorarão muito mais, porque, em vez de agradecer pelas mãos compassivas que se estenderam a auxiliar estas culturoras da calúnia (disfarçada de desabafo entre amigos), afundaram-nas na lama ou assim tentaram fazer, na primeira oportunidade que encontraram, surtadas, iradas, dizendo-se ultrajadas (porque não desfrutaram dos privilégios e benefícios que esperavam colher da relação que entreteceram com o benfeitor).

Ai destas criaturas injustas e cínicas, lobos em peles de cordeiro, nos dizeres de Nosso Senhor Jesus.
Não importa quão sejam fascinantes no verbo e como saibam seduzir a terceiros, e se de fato conseguiram cooptar, aqui ou ali, algumas pessoas para o lado sinistro de seus mentiras, depois de enlouquecerem a si mesmas, lutando, com todas as forças d’alma, para acreditar que não são tão medonhamente culpadas, pelo horror que fizeram a quem menos merecia: seus maiores benfeitores de ontem.
O tempo, no entanto, em nome de Deus,virá, implacável, fazer sua cobrança de justiça e verdade…

Eis por que, de nossa parte, só nos resta orar por estes azarados do azar autoescolhido… a sorte lhes terá dado as costas… por tempo indeterminado… porque a graça de Deus abandona mais firme, profunda e dolorosamente, aqueles que atacam, cruel e insandecidamente, as próprias fontes da graça divina, para eles mesmos.

Ai deles… ai deles… porque as obras de Deus prosseguem e crescem, sempre… não importanto o que façam ou digam… Enquanto eles…

(Texto recebido em 25 de março de 2010.)

(*1) e (*2): trechos extraídos, respectivamente, dos capítulos 57 e 56, do livro: “Encontro Marcado”, psicografia de Chico Xavier, autoria espiritual de Emmnauel.
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