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GERAL => Outros Temas => Artigos Espíritas => Tópico iniciado por: Sonia em 29 de Maio de 2008, 18:02

Título: DISSE JESUS: É PRECISO NASCER DE NOVO 1ªPARTE
Enviado por: Sonia em 29 de Maio de 2008, 18:02
DISSE JESUS: É PRECISO NASCER DE NOVO


Gregory Robert Smith é um norte-americano cuja genialidade surpreende o Mundo, até mesmo, quando comparado a outros prodígios. Ele poderia ter sido um pré-adolescente comum, não fosse o enorme potencial de sua inteligência, sobrepondo, e muito, a média apresentada pelo "quociente de inteligência" dos jovens de sua idade. Com, apenas, um ano e dois meses de idade, resolvia problemas simples de álgebra e, aos 13 anos, graduou-se em Matemática, pela Randolp-Marcon College, em Washington. É presidente de uma Fundação, a Youth Advocates, dedicada à defesa de jovens carentes; já esteve com Bill Clinton, Michail Gorbachev e a Rainha Noor, da Jordânia, discutindo o futuro da Humanidade e, em 2002, foi indicado ao prêmio Nobel da Paz.

Gregory tem Q.I. muito acima de 200 e pertence a uma classe de superdotados que representam, apenas, 0,1% da população mundial. Da estirpe dele, somente Wolfgang Amadeus Mozart, que, aos dois anos de idade, já executava, com facilidade, diversas peças para piano; dominava três idiomas (alemão, francês e latim) aos três anos; tirava sons maviosos do violino aos quatro anos; apresentou-se ao público pela primeira vez e já compunha minuetos aos cinco anos; e escreveu sua primeira ópera, La finta semplice, em 1768, aos doze anos. John Stuart Mill aprendeu o alfabeto grego aos três anos de idade. Dante Alighieri dedicou, aos nove anos, um soneto a Beatriz. Goethe sabia escrever em diversas línguas antes da idade de dez anos. Victor Hugo, o gênio maior da França, escreveu Irtamente com quinze anos de idade. Pascal, aos doze anos, sem livros e sem mestres, demonstrou trinta e duas proposições de geometria, do I Livro de Euclides; aos dezesseis anos, escreveu "Tratado sobre as cônicas" e, logo adiante, escreveu obras de Física e de Matemática. Miguel Ângelo, com a idade de oito anos, foi dispensado das aulas de escultura pelo seu professor, que nada mais havia a ensinar. Allan Kardec, examinando a questão da genialidade, perguntou aos Benfeitores: - Como entender esse fenômeno? Eles, então, responderam que eram "lembranças do passado; progresso anterior da alma(...)" (1)

Gregory começou a falar com, apenas, dois meses de idade. Quando completou um ano, já memorizava o conteúdo de livros volumosos - tinha na cabeça a coleção inteira de Júlio Verne. Aos cinco, terminou o colegial e era capaz de dissecar tudo sobre a Terra, desde a pré-história, até os dias atuais. Virou estrela: capa do The Times Magazine, manchete do New York Times e do Washington Post. Foi sabatinado por David Letterman e Oprah Winfrey, anfitriões de dois dos programas de maior audiência nos Estados unidos. Linda Silverman, então Diretora do Centro de Desenvolvimento de Superdotados, em Denver, Estado americano do Colorado, disse, à ABC News, que "nunca vi um caso como esse em 40 anos de profissão". Gregory, naquela época, já alimentava a idéia de conquistar o título de doutorado em Matemática, Biomedicina, Engenharia Espacial e Ciência Política. Suas pretensões iam mais além, com planos de fazer carreira na diplomacia internacional e, futuramente, sentar-se na cadeira que, hoje, pertence a George W. Bush. Antecipou-se, dizendo: - "Na presidência, poderei trabalhar muito pelo meu país e pelos pobres de todo o mundo".

Zélia Ramozzi Chiarottino, que, aos quarenta e seis anos, já integrava o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, disse: "Nos testes de inteligência, os gênios precoces costumam estar anos à frente dos colegas de classe". Ela citou como exemplo, Fábio Dias Moreira, aluno que cursava a segunda série do curso médio, do Colégio PH, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, que, aos 14 anos, conquistou 11 medalhas de ouro em olimpíadas de Matemática, sendo quatro delas em disputas internacionais. Segundo ele, preferia estudar, a ir a festas com os colegas, e não gostava de esportes. Sob nenhuma hipótese trocava os livros de Matemática por uma pelada com os colegas, mas conquistou a simpatia da turma, porque era quem tirava todas as dúvidas dos que apresentavam dificuldades com a matemática.

Casos de crianças precoces sempre despertaram a atenção dos cientistas. A Academia de Ciência não possui uma explicação consistente sobre o tema. Atribui a uma "miraculosa" predisposição biogenética, potencializada por estímulos de ordem externa. Outra enorme dificuldade encontrada na Academia é a não concordância na definição do termo "superdotação". Alguns pesquisadores distinguem o superdotado do talentoso, sendo o primeiro considerado um indivíduo de alta capacidade intelectual, ou acadêmica, e o segundo, possuindo habilidades superiores, no mundo das artes em geral. O debate sobre o que é, realmente, a inteligência, nunca foi tão promissor como atualmente. Muitas teorias têm ampliado o conceito de inteligência, fugindo à técnica ultrapassada de medição pelo "quociente de inteligência" (Q.I.), mediante aplicação do teste de Binet.

Gênios, como Gregory, teriam Q.I. acima de 200, mas, o que esse número responderia sobre a origem desta "anormalidade"? Se há consenso entre especialistas sobre a maneira de tratar os superdotados, há divergências em relação aos testes de inteligência. Um polêmico estudo, publicado no final da década de 1980, pelo cientista político, James Flynn, da Nova Zelândia, revelou que o "quociente de inteligência" (Q.I.), medido nos testes de avaliação, aumentou vinte e cinco pontos em uma geração. A dúvida é se os jovens de hoje seriam mais inteligentes que seus pais ou se os métodos de avaliação da inteligência precisam ser repensados.

CONTINUA...